Dando voz à sétima Bienal de Arte e Cultura de São Tomé e Principe, que abriu portas no passado dia 28 de Novembro, artistas, jornalistas e visitantes têm comentado o evento que deverá estender-se até 28 de Fevereiro de 2014. 

Algumas ideias por trás desta Bienal, acompanhadas por música e imagens, são apresentados num vídeo produzido pela organização.

No vídeo, o artista Olavo Amado, fala da sua criação “(Re)vestir monumentos”, que reflecte sobre o passado de colonização no país, revestindo velhas e históricas esculturas com novas vestes e padrões locais.

Kwame Sousa, também artista plástico santomense, com cerca de 65 trabalhos em exposição, dá conhecer 12 “Viúvas Coloniais”, fazendo ligações entre “a sociedade de hoje com a colonização de outrora” e a miscigenação de culturas no país. 

Para Hernane Ferreira, um visitante de Cabo Verde, a Bienal “contribui muito para levar um bocadinho de São Tomé para o mundo”, mas também para trazer novas formas de estar e pensar ao país.

O vídeo começa com uma citação da escritora e jornalista São de Deus Lima, que dá o tom com a sua prosa poética:

Sao de Deus Lima for the Biennalle of São Tomé and Príncipe

Sao de Deus Lima for the Biennalle of São Tomé and Príncipe

Assista ao vídeo:

As páginas de Facebook da Bienal de São Tomé e Príncipe e da CACAU (Casa das Artes Criação Ambiente Utopias, onde decorre a maioria das actividades e exposições), têm partilhado fotos, actualizações, bem como a programação.