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	<title>Global Voices em Português &#187; United Kingdom</title>
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	<description>O mundo está falando. Você está ouvindo?</description>
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		<title>Bermuda, EUA, Reino Unido: Repercussões sobre Guantánamo</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/06/19/bermuda-eua-reino-unido-repercussoes-sobre-guantanamo/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 17:43:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Maestre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Blogueiros bermudenhos ainda não pararam de falar sobre o acordo de seu governo para que quatro detentos da Baía de Guantánamo sejam transferidos para a ilha. A maioria parece focar na repercussão que o premier Ewart Brown está encarando depois de seguir a decisão controversa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/janine-mendes-franco/">Janine Mendes-Franco</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/carlosmaestre/'>Carlos Maestre</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/06/16/bermuda-usa-uk-fallout-over-guantanamo/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<p>Blogueiros <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bermudas">bermudenhos</a> ainda não pararam de falar sobre <a href="http://globalvoicesonline.org/2009/06/12/bermuda-usa-guantanamo-controversy/">o acordo de seu governo para que quatro detentos da Baía de Guantánamo sejam transferidos para a ilha</a> [en].  A maioria parece focar na repercussão que <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ewart_Brown">o premier Ewart Brown</a> está encarando depois de seguir a decisão controversa.</p>
<p><em><a href="http://cgibbons.wordpress.com/2009/06/14/brown-faces-wrath-of-the-people/">Breezeblog</a></em> [en] relata que os &#8220;bermudenhos estão sendo provocados a tomar as ruas na terça-feira em um ‘protesto do povo’ sem precedentes contra o premier dr. Ewart Brown”:</p>
<blockquote><p>The call, circulated by e-mail and social networking sites throughout the Island, states that a march on Parliament will take place on June 16 at 12.30pm. The organisers – who seem to be a mixed grassroots bunch led by an insurance clerk, Janice Battersbee – are calling for the Premier to resign and for the “Gitmo Four” to be returned immediately.</p>
<p>Realistically, they are unlikely to succeed on either count but the fact that this protest is taking place at all is an indication of the widespread anger and disgust people here have for Brown right now.</p>
<p>With the UBP having <a href="http://www.royalgazette.com/siftology.royalgazette/Article/article.jsp?articleId=7d966a73003003f&amp;sectionId=60">tabled a motion of no confidence</a> in Brown – and no doubt he will try and stifle that debate next Friday if he lasts that long – its going to be an interesting week in Bermudian politics. A watershed even.</p></blockquote>
<div class="translation">A chamada, que circulou por email e redes sociais da ilha, alega que uma manifestação no Parlamento acontecerá no dia 16 de junho às 12h30. Os organizadores – que parece uma mistura de  pessoas locais lideradas pela vendedora de seguros Janice Battersbee – estão pedindo a renúncia do premier e pelo retorno imediato dos “Quatro de Gitmo” [abreviação de Guantánamo].</p>
<p>Realisticamente, eles provavelmente não terão sucesso em nenhum dos casos, mas o fato é que este protesto está acontecendo, sim, como indício da mágoa e do desgosto maiores que o povo por aqui tem de Brown neste momento.</p>
<p>Com o UBP [Partido United Bermuda] tendo <a href="http://www.royalgazette.com/siftology.royalgazette/Article/article.jsp?articleId=7d966a73003003f&amp;sectionId=60">adiado uma moção de censura</a> a Brown – e com certeza ele vai tentar e interromper esse debate na próxima sexta-feira, se durar tanto - vai ser uma semana interessante na política bermudenha. Uma divisória sem precedentes.</div>
<p>Os bermudenhos não são os únicos descontentes com o premier. <a href="http://www.guardian.co.uk/world/2009/jun/12/guantanamo-bay-bermuda">Fontes da grande mídia</a> [en] relatam que o Reino Unido está revendo &#8220;a base jurídica de suas relações com Bermudas&#8221; na sequência do desastre, &#8220;a base jurídica das suas relações com Bermudas&#8221; na sequência do desastre, questionando o direito de Brown até mesmo para negociar o acordo sem a entrada da Grã-Bretanha. Segundo uma <a href="http://www.guardian.co.uk/world/2009/jun/12/guantanamo-bay-bermuda">história do The Guardian</a> [en], &#8220;em um acordo de 1968, conhecido como a atribuição geral, Bermudas tem o direito de conduzir as relações externas &#8216;em nome da Grã-Bretanha&#39; na condição de que Londres seja consultada antes de que acordos com outros Estados entrem na questão&#8221;.</p>
<p>Entretanto, <a href="http://www.nytimes.com/2009/06/15/world/americas/15uighur.html?_r=2&amp;hp">o The New York Times</a> [en] que mostra alguns dos ex-detidos curveteando no oceano bermudenho, pouco fez para promover a boa vontade. <em><a href="http://www.vexedbermoothes.com/ewart-got-played/">Vexed Bermoothes</a></em> [en], remetendo-se para <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/americas/8098341.stm">um relatório da BBC</a> [en], questiona se de fato o premier &#8220;foi pego&#8221;:</p>
<blockquote><p>You can read this in several ways – one view is that Dr. Brown was looking for an angle to push the independence agenda with the UK. Another view is that Dr. Brown got played way out of his league:</p>
<p>* The US knew they had an anti-UK zealot with a huge ego and hunger for attention and exploited it. They offload a few Uighurs, create plausible deniability for their real ally (the UK), and leave Ewart to deal with the mess he’s created.<br />
* Or they really don’t give a rats ass and are just shoving Uighurs in any tin pot country that will take ‘em, screw the consequences.</p>
<p>Dr. Brown doesn’t come out looking very good. Even if you don’t believe that Dr. Brown was used, it is undeniable that his little games with the Constitution have badly undermined the Rule of Law in Bermuda.</p></blockquote>
<div class="translation">Você pode ler isso de várias maneiras - um ponto de vista é que o Dr. Brown estava procurando um ângulo para empurrar agenda com a independência do Reino Unido. Outra opinião é que o Dr. Brown tem desempenhado o seu caminho para fora do campeonato:</p>
<p>* Os EUA sabiam que tinham um fanático anti-Reino Unido com um grande ego e fome de atenção e explorou isso. Eles desembarcam alguns uigures [os prisioneiros], criam dúvidas razoáveis para o seu verdadeiro aliado (o Reino Unido), e deixam Ewart para lidar com a bagunça que ele criou.</p>
<p>* Ou eles não dão a mínima e estão apenas enfiando uigures em um país enlatado qualquer que os receberá, e que se danem as consequências.</p>
<p>Dr. Brown não sai dessa deixando boa impressão. Mesmo se você não acreditar que o Dr. Brown foi usado, é inegável que os seus joguinhos com a Constituição têm prejudicado gravemente o Estado de Direito, em Bermudas.</p></div>
<p><a href="http://www.vexedbermoothes.com/ewart-got-played/">O blogueiro também se estressa com o fato de que</a> [en]:</p>
<blockquote><p>This fuss is not really about the uighurs. It’s about the consistently murky and inappropriate behaviour of our political leadership.</p></blockquote>
<div class="translation">Esse barulho não é realmente sobre os uigures. É a respeito do consistentemente escuro e inadequado comportamento dos nossos dirigentes políticos.</div>
<p><a href="http://www.vexedbermoothes.com/counting-on-inertia/">A reação</a> [en] do Dr. Brown ao apelo público não ajudou. <em>Vexed Bermoothes</em> comenta:</p>
<blockquote><p>That sums up his philosophy. So far, he’s been able to count on Bermudians forgiving or forgetting every one of his transgressions without any consequence. By creating diversions, or going on the offensive, he’s been able to avoid accountability on so many issues.</p>
<p>So … are Bermudians going to ‘let things pass&#39; yet again with Dr. Brown?  Each time he gets bolder, and the damage greater.</p></blockquote>
<div class="translation">Isso resume a sua filosofia. Até agora, ele tem sido capaz de contar com o perdão ou esquecimento dos bermudenhos para cada uma das suas transgressões, sem qualquer consequência. Ao criar desvios, ou ir à ofensiva, ele tem sido capaz de evitar a responsabilização em muitas questões.</p>
<p>Então&#8230; Bermudenhos vão &#8220;deixar que as coisas passem&#8221; mais uma vez com o Dr. Brown? Cada vez que ele fica mais ousado, os danos maiores.</p></div>
<p><em><a href="http://jonnystar.wordpress.com/2009/06/13/dead-man-walking-this-too-shall-pass/">Catch a fire</a></em> [en] adiciona:</p>
<blockquote><p>The issue is solely on how this fiasco came about, and what it implies. This decision has been made contrary to our Constitution, which makes it all the more ironic that not only a few weeks ago the Party Leadership was desperately clutching to the Party Constitution rules to fend off a Leadership challenge. What is more, there is growing evidence that could see the decision as being seen as an act of treason and an attempt by the USA to undermine the constitutional sovereignity of our island and, by extension, the UK.</p>
<p>The greatest irony of this is that out of this fiasco Dr. Brown may have actually finally given birth to a greater level of national consciousness and unity as a result. ‘This too shall pass&#39; says Dr. Brown. No doubt, in time, it will. There will be seething public anger over the immediate week or two, and then this anger will calm down, at least superficially. The Uighurs will face some unfortunate public backlash, but in time the vast majority of the people will accept that they are pawns and victims of this affair. But just as this fury shall pass, so shall Dr. Brown’s leadership and those opportunists that cling-on to his coat-tails.</p></blockquote>
<div class="translation">A questão é apenas sobre a forma como este fiasco surgiu, e o que isso implica. Esta decisão foi feita contrária à nossa Constituição, o que torna tudo ainda mais irônico é que há apenas algumas semanas a liderança do partido agarrou-se desesperadamente às regras da Constituição do partido para defender-se contra a afronta da liderança. E mais, há evidências de que a decisão poderia ser vista como ato de traição e uma tentativa, por parte dos EUA, para minar a soberania constitucional da nossa ilha e, por extensão, o Reino Unido.</p>
<p>A maior ironia disto é que, a partir deste fiasco, o Dr. Brown pode ter efetivamente dado luz finalmente a um maior nível de consciência e de unidade nacional. &#8220;Isso também passará&#8221;, diz o Dr. Brown. Sem dúvida, com o tempo, ela vai passar. Haverá raiva pública borbulhando durante a semana - ou as duas seguintes - e, em seguida, esta raiva vai se acalmar, pelo menos superficialmente. Os Uighurs enfrentarão retaliação pública, mas com o tempo a grande maioria das pessoas irá aceitar que eles são as vítimas deste caso. Mas tal como esta fúria deve passar, também deve a liderança do Dr. Brown e dos oportunistas que se penduram em seu casaco.
</p></div>
<p>Interessantemente, depois de acrescentar pensamentos à discussão, <em><a href="http://jonnystar.wordpress.com/2009/06/14/the-no-confidence-vote-a-trap/">Catch a fire</a></em> [en] decide que a moção &#8220;de censura&#8221; dada pelo UBP ao premier não é digna de apoio por dois motivos críticos:</p>
<blockquote><p>If the No Confidence Vote is successful it would see, in short order, a move to send the Uighur detainees back to Guantanamo Bay, or, worse, the People’s Republic of China. While there may be some populist reactionary support for either of these actions, to do so would in my opinion be unethical and inhumane.</p>
<p>The main issue why I have changed my opinion on the No Confidence Vote however is because the more I think about this fiasco the more I become convinced that the US and UK have acted together in such a way as to benefit themselves at the expense of Dr. Brown. In short, I believe that part of this fiasco is a plot to see Dr. Brown scapegoated and his Premiership ended.</p></blockquote>
<div class="translation">Se o voto de censura acontecer, teremos, a curto prazo, uma jogada para enviar os detentos uigures de volta a Guantánamo, ou, pior, à república da China. Embora possa haver alguns cidadãos reacionários dando apoio a qualquer uma destas ações, fazer alguma delas seria, na minha opinião, antiético e desumano.</p>
<p>O principal motivo pelo qual mudei minha opinião sobre o voto de censura, no entanto, é porque quanto mais eu penso sobre este fiasco, mais fico convencido de que EUA e Reino Unido agiram juntos às custas do Dr. Brown. Em suma, acredito que parte deste fiasco é uma conspiração para ver o Dr. Brown como bode-expiatório e seus dias como premier terminaram.</p></div>
<p>Mas <em><a href="http://www.21square.com/2009/06/pardon.html">21 Square</a></em> [en] não se convence com teorias da conspiração. Em vez disso, ele alega que &#8220;o muito óbvio foi muito precipitadamente descartado&#8221;:</p>
<blockquote><p>Premier Brown may be said to be many things but he is not an idiot when there is something to be gained. He has proven far too cunning to be caught up in a move of simple ignorance to the potential fallout of a so called ‘humanitarian’ act gone wrong. Is it really likely that Brown was so corrupt in his self belief in this being a good idea that he would not only disregard the biggest complaint that has ever been lodged against his leadership but also do so in such a grandiose fashion that turned this into an international incident? This to take such a massive gamble for something to which he negotiated no upside aside from ‘doing the right thing’? This simply doesn’t fit.</p></blockquote>
<div class="translation">
Premier Brown pode ser chamado de muitas coisas, mas ele não é um idiota quando há algo em jogo. Ele provou ser muito astuto para ser apanhado em uma jogada de mera ignorância às potenciais consequências do chamado ato &#8220;humanitário&#8221; falho. Seria realmente provável que Brown fosse tão corrupto em sua auto-confiança ao ponto desta ser uma idéia tão boa que ele não só ignoraria a maior queixa que já foi apresentada contra a sua liderança, mas também a faria de tal forma escandalosa que esta se tornaria um incidente internacional? Mas daí para fazer uma grande aposta teórica - supondo que ele não tenha negociado nada além &#8220;da coisa certa&#8221;? Simplesmente não se encaixa.</div>
<p>A polêmica chamou a atenção de outros blogueiros regionais.  Desde Trinidad e Tobago, <em><a href="http://1mauvaislangue.wordpress.com/2009/06/16/gitmo-detainees-sent-to-bermuda/">Mauvais  Langue</a></em> [en] diz:</p>
<blockquote><p>The islanders of Bermuda are angry and outraged, and who could blame them.</p>
<p>I wonder how much it took for the Premier to sell his soul?</p>
<p>I only hope that this does not spread to other islands in the Caribbean, especially Trinidad. The last thing Trinidad &amp; Tobago needs is this.</p></blockquote>
<div class="translation">Os bermudenhos estão revoltados e indignados - e quem poderia culpá-los?</p>
<p>Pergunto-me o quanto tempo levou para o premier vender sua alma?</p>
<p>Só espero que isto não se espalhe para outras ilhas do Caribe, especialmente Trinidad. Essa é a última coisa que Trinidad e Tobago precisa atualmente.</p></div>
<p><em><a href="http://cgibbons.wordpress.com/2009/06/16/ode-to-ewart/">Breezeblog</a></em> [en], por outro lado, está bem feliz postando um vídeo intitulado &#8220;Time To Go - An Ode to Ewart Brown&#8221; [Hora de ir - Uma Ode a Ewart Brown] tentando olhar de forma cômica a situação. E a comédia continua, cortesia do blog &#8220;falso&#8221; <em><a href="http://ttblogs.com/patrickmanning/2009/06/12/help-me-choose-a-guantanamo-detainee/">The Secret Blog of Patrick “Patos” Manning</a></em> [en], que alega ter vindo da cabeça do primeiro ministro de Trinidad e Tobago. O blogueiro insiste que recebeu uma carta do presidente dos EUA <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Barack_Obama">Barack Obama</a>, pedindo por sua cooperação com alguns detentos de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guantanamo_Bay_detention_camp">Guantánamo</a>:</p>
<blockquote><p>I originally consulted the Minister of National Security on the matter, but his most innovative idea had to do with sending the detainees to live in Sobo Village and hoping they die of smelter-related illnesses within a few years. So I’m opening this one to you, my dear friends. Participatory government is alive and well in Trinidad and Tobago! Help me choose a Gitmo detainee! Or four!</p>
<p>Should we grab some Chinese separatists, <a href="http://www.guardian.co.uk/world/2009/jun/11/guantanamo-detainees-china-demands-return">like Bermuda</a>? Or would that get us into trouble with our Chinese friends and bring the local construction industry to its knees? And if any of you know any women we can fix these fellas up with, please leave a note in the comments section.</p></blockquote>
<div class="translation">Inicialmente consultei o ministro da Segurança Nacional sobre o assunto, mas a sua mais inovadora ideia tinha a ver com o envio de prisioneiros para viver em na vila de Sobo esperando que morressem de doenças relacionadas com a extração de metais dentro de poucos anos. Então, estou compartilhando isso com vocês, meus queridos amigos. O governo participativo está bem vivo e em Trinidad e Tobago! Ajude-me a escolher um detento Gitmo! Ou quatro!</p>
<p>Será que devemos pegar alguns chineses separatistas, <a href="http://www.guardian.co.uk/world/2009/jun/11/guantanamo-detainees-china-demands-return">como Bermudas</a>? Ou isso nos traria problemas com os nossos amigos chineses e deixaria indústria local de construção de joelhos? E se algum de vocês conhecer alguma mulher que seja capaz de corrigir estes rapazes, por favor, deixe um comentário.</div>
<p>Para os bermudenhos, é claro, todo este caso <a href="http://www.vexedbermoothes.com/bermuda-uighur-damage/">não é motivo de risada</a> [en]:</p>
<blockquote><p>As reações bermudenhas vão desde a perplexidade até a indignação.</p></blockquote>
<p><small> </small></p>
<div class="contributors"><small><em>A miniatura de imagem usada nesta publicação, <a href="http://www.flickr.com/photos/burge5000/22573605/">“Guantanamo graffiti”</a>, foi feita por burge 5000, <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/deed.en">usada sob a licença Creative Commons</a>.  Visite <a href="http://www.flickr.com/photos/burge5000/">o flickr de burge 5000</a></em>.</small></div>
</div>
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		<title>Índia: Slumdog Millionaire encanta na festa do Oscar</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/03/03/india-slumdog-millionaire-encanta-na-festa-do-oscar/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/03/03/india-slumdog-millionaire-encanta-na-festa-do-oscar/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2009 16:32:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Arruda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Slumdog Millionaire, de Dany Boyle, um filme social britânico baseado em um romance ambientado na Índia, arrasou na 81º Cerimônia da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Suas equipes britânica e indiana levaram 8 Oscars, incluindo o de melhor filme. Foi realmente um dia especial para a Índia porque 'Smile Pink', um curta-documentário baseado na Índia, também ganhou um Oscar. Rezwan observou as conversas sobre a premiação do filme nas blogosferas do Sul da Ásia e nos relata o que está sendo falado por lá.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/rezwan/">Rezwan</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/mariaarruda/'>Maria Arruda</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/02/24/india-slumdog-millionaire/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Slumdog_Millionaire">Slumdog Millionaire</a>, de Dany Boyle, um filme social britânico baseado em um romance ambientado na Índia, arrasou na 81º Cerimônia da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Suas equipes britânica e indiana levaram <a href="http://www.oscar.com/oscarnight/winners/">8 Oscars</a>, incluindo o de melhor filme. Foi realmente um dia especial para a Índia porque &#8216;<a href="http://www.oscar.com/nominees/?pn=film&amp;film=Smile%20Pinki%20Film">Smile Pink</a>&#8216;, um curta-documentário baseado na Índia, também ganhou um Oscar.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3395/3302343081_b50125007b.jpg?v=0" alt="" width="450" height="300" /></p>
<p><em>Uma parte do elenco de ‘Slumdog Millionaire&#39; em Hollywood- foto de Flickr User <a href="http://flickr.com/photos/kaushikbiswas/3302343081/">KaushiK™</a>, usada sob<a href="http://flickr.com/photos/kaushikbiswas/3302343081/"> licença de Creative Commons.</a> </em></p>
<p>Pessoas de todo o mundo assistiram à cerimônia do Oscar. Algumas estavam bloggando ao vivo durante o evento, como <a href="http://www.sepiamutiny.com/sepia/archives/005643.html#more"><em>Sepia Mutiny</em></a>. Havia centenas de mensagens de Twitter aparecendo de minuto a minuto durante a transmissão ao vivo, onde vozes como Raajesh disse:</p>
<blockquote><p><img class="alignnone size-full wp-image-57922" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/02/oscar-tweet2.jpg" alt="oscar-tweet2" width="450" height="65" /></p></blockquote>
<div class="translation">Raajesh: A Índia está no centro do mundo.</div>
<p><em>Prerna</em>, em <em>No Borders and Binaries,</em> <a href="http://prernalal.com/2009/02/22/slumdog-millionaire-those-foreign-aliens-are-taking-our-oscars-too/">disse</a>:</p>
<blockquote><p>A horde of Indian invaders and their British allies on tourist visas took home the coveted and prized Oscars as the world watched. One in particular, A R Rahman, dazzled and charmed everyone with his musical genius while also speaking sentences in Tamil. This is America, English-only!!</p></blockquote>
<div class="translation">Uma multidão de indianos e seus aliados britânicos com vistos de turistas levaram pra casa os cobiçados e merecidos Oscars, enquanto o mundo todo assistia. Um em particular, A R Rahman, deslumbrou e encantou todo mundo com o seu talento musical enquanto também falava frases em tamil. Esse é os Estados Unidos, inglês somente!!</div>
<p>E certamente havia muitos que não gostaram da invasão dos indianos no Oscar:</p>
<blockquote><p><img class="alignnone size-full wp-image-57933" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/02/oscar-tweet.jpg" alt="oscar-tweet" width="450" height="140" /></p></blockquote>
<div class="translation">Sophmom @ MarylinM: Obrigada.  Pensava que fosse a única a não agüentar mais Slumdog Millionaire.  Levam muito a sério. Fiquem mais tranqüilos.</p>
<p>Skineval: Cara, esses indianos estão arrasando no Oscar. Primeiro, nossos call centers, agora, os Oscars. Qual será o próximo?</p></div>
<p>Mas muitos bloggueiros indianos não estavam muito entusiasmados em reconhecer a façanha de ‘Slumdog Millionaire&#39;. Nós destacamos as diferentes reações de muitos indianos sobre esse filme em um <a href="http://globalvoicesonline.org/2009/01/26/india-reactions-to-slumdog-millionaire/">post anterior no Global Voices</a>. Muitos moradores das favelas de Mumbai, onde o filme foi rodado, protestaram porque eles foram chamados de favelados no filme.</p>
<p><em>Meera Sinha</em> <a href="http://meerasinha.wordpress.com/2009/02/23/the-other-indian-winner/">escreve</a>:</p>
<blockquote><p>Despite feeling that Slumdog Millionaire shouldn’t be viewed as a defining film about Indian poverty, it’s been exciting to see India in the limelight after the movie’s 8 Oscar wins.  I’m tempted to write more, but I’ll give into the celebratory moment and avoid going into any further detail about <a href="http://meerasinha.wordpress.com/2009/01/26/slumdog-millionaire-thoughts/">my issues</a> with the film.</p></blockquote>
<div class="translation">Apesar de achar que Slumdog Millionaire não deveria ser visto como um filme que fale sobre a pobreza na Índia, tem sido emocionante ver a Índia na luz da ribalta depois da vitória de 8 Oscars do filme. Estou  tentada a escrever mais, mas vou me entregar à atmosfera da celebração e vou evitar de entrar em mais detalhes sobre <a href="http://meerasinha.wordpress.com/2009/01/26/slumdog-millionaire-thoughts/">minha opinião</a> a respeito do filme.</div>
<p><em>Great Bong</em> em <em>Random Thoughts Of A Demented Mind</em> não estava <a href="http://greatbong.net/2009/02/23/dog-day-afternoon/">tão impressionado</a> assim:</p>
<blockquote><p>For one, Slumdog Millionaire very deliberately and very effectively strikes many of the chords that Academy judges have been known to have a soft spot for. In order to ace an exam, you do not necessarily have to be the best —even an average person can excel if he/she can understand the “system” and do exactly what is expected. Slumdog Millionaire does that admirably.</p></blockquote>
<div class="translation">Primeiro, Slumdog Millionaire muito deliberadamente e efetivamente toca o ponto fraco dos jurados da Academia. Com o objetivo de passar numa prova, você não tem que ser necessariamente o melhor - mesmo uma pessoa normal pode se sobressair e entender o &#8220;sistema&#8221;, e fazer exatamente o que se é esperado. Slumdog Millionaire faz isso de forma admirável.</div>
<p><em>Hitesh Bagai</em> se pergunta em uma mensagem de Twitter:</p>
<blockquote><p><img class="alignnone size-full wp-image-57931" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/02/oscar-tweet1.jpg" alt="oscar-tweet1" width="450" height="70" /></p></blockquote>
<div class="translation">hiteshbagai: Por que um filme sobre a pobreza na Índia ganha Oscars e reconhecimento enquanto um filme alegre não tem nenhuma estima?</div>
<p><em>Lekhni</em> em <em>The imagined Universe</em> tenta descobrir “<a href="http://elekhni.com/2009/02/why-do-indians-hate-slumdog-millionaire/">Por que os indianos odeiam Slumdog Millionaire?</a>“</p>
<blockquote><p>I wonder if our main objection to the movie is because it depicts a part of India we’d rather not focus on. We’d like to celebrate our economic growth and our resurgent middle class. We’d like to point to our new malls and glass-fronted buildings. The movie does not show much of the prosperity of middle class India. It shows the other India that not many of us know very well, or would like to think about - the poor India that has remained poor despite all the recent economic growth.</p></blockquote>
<div class="translation">Pergunto a mim mesma se a nossa principal objeção em relação ao filme seja porque o mesmo retrata uma parte da Índia a qual preferiríamos que não fosse mostrada. Nós gostaríamos de festejar o nosso crescimento econômico e a nossa classe média emergente. Nós gostaríamos de enfocar os nossos novos centros comerciais e edifícios com fachada  em  vidro. O filme não mostra tanto sobre o crescimento da classe média na Índia. Ele mostra a outra Índia que a maioria de nós não conhece muito bem, ou que gostaria de  saber mais - a Índia pobre que permaneceu pobre mesmo com o recente crescimento econômico.</div>
<p><em>Shripriya Mahesh</em> em <em>Tatvam (Inner Truth)</em> amou o filme <a href="http://tatvam.com/blog/2009/02/22/slumdog-millionaire/">e escreve</a>:</p>
<blockquote><p>Why on earth should any filmmaker be burdened with representing a city or a country? He’s not making a documentary. There’s a story to be told. It involves a sliver of a view of a city. From the point of view of one fictitious life. The filmmaker’s job is to tell that story to the best of his/her ability. And that’s exactly what Danny Boyle did. And I for one, loved the result.</p></blockquote>
<div class="translation">Por que um cineasta deveria ser responsabilizado por representar uma cidade ou um país? Ele não está rodando um documentário. Há uma estória para ser contada. Envolve uma parte da visão da cidade. Do ponto-de-vista de uma vida fictícia. O trabalho do cineasta é de contar aquela estória com a sua melhor capacidade. E isso é exatamente o que Danny Boyle fez. E eu, por exemplo, amei o resultado.</div>
<p><em>Prerna</em> destaca as qualidades da Índia e <a href="http://prernalal.com/2009/02/22/slumdog-millionaire-those-foreign-aliens-are-taking-our-oscars-too/">conclui com</a>:</p>
<blockquote><p>Sure, it took a British director to make a movie on an ‘Indian subject’ to get Oscars for Indian technicians who have been doing superior work for decades (i.e. Gulzar, A R Rahman, Pookutty). Slumdog Millionaire is nowhere near the A-list of Bollywood movies given it’s simple tried-and-tested theme of love over money. And this isn’t A R Rahman or Gulzaar’s best work. At the same time, it is heartening to see these musical greats finally getting international recognition for what is ultimately an Indian movie. However, THAT should not be a marker for success. AR Rahman doesn’t need Hollywood; Hollywood needs him.</p>
<p>Congratulations nonetheless, to Slumdog Millionaire and to every Indian that considers this their movie.</p></blockquote>
<div class="translation">Claro, pegaram um diretor britânico para fazer um filme sobre um &#8220;tema indiano&#8221; pra ganhar Oscars para os técnicos indianos que estão fazendo um trabalho de nível superior há décadas. (ex.: Gulzar, A R Rahman, Pookutty). Slumdog Millionaire não chega aos pés da lista top de filmes de Bollywood devido à sua simples trama de provado-e-aprovado pelo amor ao dinheiro. E esse não é o melhor trabalho de A R Rahman ou Gulzaar. Ao mesmo tempo é gratificante ver esses grandes musicais finalmente tendo reconhecimento internacional pelo que tem de mais novo no cinema indiano. Porém, ISSO não deveria ser uma marca de sucesso. AR Rahman não precisa de Hollywood; Hollywoody precisa dele.</div>
<p>Apesar disso, parabéns para Slumdog Millionaire e para todo indiano que o considera filme deles.</p>
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		<title>Mundo: 2500 línguas em perigo</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/02/28/mundo-2500-linguas-em-perigo/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/02/28/mundo-2500-linguas-em-perigo/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 19:58:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Arruda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Feature]]></category>
		<category><![CDATA[Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Língua]]></category>
		<category><![CDATA[Maldives]]></category>
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		<category><![CDATA[Software & Ferramentas]]></category>
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		<category><![CDATA[Western Europe]]></category>

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		<description><![CDATA[Um mapa interativo das línguas em via de extinção, no qual são evidenciadas 2500 línguas em perigo, de um total de 6000, foi publicado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). A organização internacional pede a colaboração dos usuários que contribuam com comentários para um projeto que conta com muitos bloguistas preocupados em preservar a cultura no mundo.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/simon-maghakyan/">Simon Maghakyan</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/mariaarruda/'>Maria Arruda</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/02/20/worldwide-2500-languages-disappearing/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Um <a href="http://www.unesco.org/culture/ich/index.php?pg=00206">mapa interativo</a> [En] das línguas em via de extinção, no qual são evidenciadas 2500 línguas em perigo, de um total de 6000, foi publicado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). A organização internacional pede a <a href="http://www.unesco.org/culture/ich">colaboração dos usuários</a> [En] que contribuam com comentários para um projeto que conta com muitos bloguistas preocupados em preservar a cultura no mundo.</p>
<p><em><img class="size-full wp-image-57182" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/02/languagesmapun.png" alt="UNESCO Map of Languages at Risk" width="350" height="201" /><br />
UNESCO Mapa das Línguas em Risco de Extinção</em></p>
<p><em><a href="http://iglesiadescalza.blogspot.com/2009/02/death-of-language-diversity_20.html">Iglesia Descalza</a></em> [En], uma bibliotecária, escreve no seu blog:</p>
<blockquote><p>As someone who loves languages, I am chagrined to read the news coming out of UNESCO&#39;s presentation of the updated Atlas of the World’s Languages in Danger of Disappearing. According to the Atlas, unveiled on the eve of International Mother Language Day (21 February), nearly 200 languages have fewer than 10 speakers and 178 others have between 10 and 50 speakers.</p>
<p>The data shows that out of the 6,000 languages currently in existence, over 200 have died out over the last three generations, 538 are critically endangered, 502 severely endangered, 632 definitely endangered and 607 unsafe.</p>
<p>As the last remaining speakers of a language pass away, the language itself dies. The language of Manx in the Isle of Man died out in 1974 when Ned Maddrell, the last speaker, passed away while Eyak, in Alaska, United States, met its demise last year with the death of Marie Smith Jones.</p>
<p>[…]</p>
<p>We need to prize bio-diversity, cultural and racial diversity, and linguistic diversity because we lose too much by becoming homogenized into one big, white, English-speaking society.</p></blockquote>
<div class="translation">Como pessoa que ama as línguas, estou decepcionada ao ler as notícias que chegam da apresentação da UNESCO sobre a atualização do Atlas das Línguas em Perigo no Mundo. Segundo o Atlas, apresentado na véspera do Dia Internacional da Língua Materna (21 de fevereiro), cerca de 200 línguas são faladas por menos de 10 pessoas e outras 178 por entre 10 e 50 pessoas.</p>
<p>Os dados indicam que em 6000 línguas existentes atualmente, mais de 200 desapareceram nas últimas três gerações, 538 estão em situação crítica, 502 gravemente em perigo, 631 definitivamente em perigo e 607 em situação insegura.</p>
<p>Quando morre o último sobrevivente de uma língua, essa também morre. A língua manês na Ilha de Man extinguiu-se em 1974 com a morte de Ned Maddrell, o seu último falante, enquanto a língua eyak, no Alasca, Estados Unidos, extinguiu-se no ano passado com a morte de Marie Smith Jones.</p>
<p>[…]</p>
<p>Precisamos premiar a biodiversidade, a diversidade de raça e de cultura, e aquela lingüística porque temos muito a perder em nos tornarmos homogeneizados em uma sociedade grande, branca e que fala inglês.</p></div>
<p>Enquanto as línguas em via de extinção são na maioria aquelas dos indígenas que devem prestar contas com a globalização e com o nacionalismo estatal, <a href="http://daniel-moving-out.blogspot.com/2009/02/portuguese-galician.html"><em>Daniel Moving Out</em></a> [En], blogger originário de Portugal e atualmente no Reino Unido, sustém que nem todas as línguas “não oficiais” estão morrendo:</p>
<blockquote><p>[…]</p>
<p>The Galician sounds like a cross between Spanish and Portuguese, somewhat like a dialect originated from the second and enriched with vocabulary and accent of the first. The language is originated from the Galician-Portuguese of medieval times, and it was spoken at all the County of Portucale. […]</p>
<p>This week, the Unesco atlas of world languages was released, regarding Galician as a strong language among those that are not the main languages of any country. It receives protection from the Castilian (common Spanish) from being geographically close to Portugal.</p>
<p>[…]</p></blockquote>
<div class="translation">[…]</p>
<p>O galego parece uma mistura entre o espanhol e o português, algo parecido com um dialeto que tenha tido origem a partir do segundo e que tenha sido enriquecido com o vocabulário e o acento do primeiro. A língua tem origem no galego-português de época medieval e era falada em todo o Condado de Portucale. […]</p>
<p>Nessa semana foi publicado o Atlas das Línguas do Mundo, e o galego é presente como uma língua forte, mesmo que não seja a língua principal de nenhum país. É protegido pelo castelhano (o espanhol comum) e pela sua proximidade geográfica com Portugal.</p>
<p>[…]</p></div>
<p>O blog, porém, resume alguns dos dados negativos:</p>
<blockquote><p>[…]</p>
<p>199 languages have less than a dozen of native speakers. In Indonesia, the 4 remaining speakers of Lengilu talk within [themselves]; the Karaim in Ukraine is kept by only 6 people. Over than 200 different languages have disappeared in the last 3 generations. The Manx, from the Isle of Man, here in the UK died with the last native speaker in 1974.</p>
<p>[…]</p></blockquote>
<div class="translation">199 línguas têm menos de uma dúzia de nativos falantes. Na Indonésia, as últimas 4 pessoas falantes do lengilu falam entre [si mesmas]; o karaim na Ucrânia é falado por apenas 6 pessoas. Além disso, 200 línguas diferentes desapareceram nas últimas três gerações. O manês, na Ilha de Man, aqui no Reino Unido, desapareceu com o último nativo que o falava, em 1974.</div>
<p>Mas nem todos estão preocupados com o desaparecimento das línguas.<br />
Comentando no blog de <a href="http://blog.ted.com/2009/02/unescos_latest.php"><em>TED blog</em></a> [En], Magnus Lindkvist diz:</p>
<blockquote><p>[…] Why do we insist on romanticizing ancient languages that arguably noone wants to speak anymore? What about the hundreds of new programming languages that have sprung up in the past decades? Or the infinite variations of English that people are adopting and “remixing” to make their own around the world? These are real languages and show a lot more vitality than Manx and Tirahi.</p></blockquote>
<div class="translation">
<p>[…] Por que insistimos em romantizar aquelas línguas antigas que possivelmente ninguém quer falar mais? O que dizer das centenas de linguagens de programação que apareceram de repente nos últimos decênios? Ou das infinitas variações do inglês que as pessoas vão adotando e “remixando” por conta própria no mundo todo? Essas línguas são verdadeiras e mostram uma vitalidade bem maior que o manês e o tirahi.</p></div>
<p><a href="http://abdullahwaheedsblog.blogspot.com/2009/02/dhivehi-and-international-mother.html"><em>Abdullah Waheed</em></a> [En], um nativo que fala o dhivehi – uma outra língua “oficial” que não é mais falada por muitos nas Maldivas – explica com um exemplo porque é importante preservar as línguas:</p>
<blockquote><p>[…]</p>
<p>Dhivehi language is absolutely vital to the identity of Maldivians as a people and Maldives as a country, because it is the only feature we all share and which few others have. It is a strategic factor in our advances towards sustainable development and the harmonious coordination of our affairs.<br />
Far from being a field reserved for writers, Dhivehi lies at the heart of all social, economic and cultural life. Dhivehi does matter to all of us. It matters when we want to promote cultural diversity, and fight illiteracy, and it matters for quality education, including teaching in the first years of schooling. It matters in the fight for greater social inclusion, for creativity, economic development and safeguarding indigenous knowledge.</p>
<p>[…]</p></blockquote>
<div class="translation">[…]</p>
<p>A língua dhivehi é absolutamente vital à identidade dos maldivianos como pessoas e das Maldivas como país porque é a única característica que todos temos em comum e que poucos outros têm. É um fator estratégico se queremos progredir em direção a um desenvolvimento sustentável e uma coordenação harmoniosa dos nossos assuntos.<br />
Longe de ser um campo de competência dos escritores, a língua dhivehi é ao centro da vida social inteira, econômica e cultural. O dhivehi é importante para todos nós. Conta se queremos promover a diversidade cultural e combater o analfabetismo, e conta pela qualidade de instrução, incluído o ensino nos primeiros anos de escola. Conta na luta por uma inclusão social maior, pela criatividade, o desenvolvimento econômico e a preservação da consciência indígena.</p>
<p>[…]</p></div>
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		<title>Global: Comboio a caminho de Gaza entra para a história</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/02/25/global-comboio-a-caminho-de-gaza-entra-para-a-historia/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 20:54:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Algeria]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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		<description><![CDATA[O dia 22 de fevereiro entrou para a história quando um comboio indo do Reino Unido para Gaza teve permissão para ultrapassar a fronteira entre o Marrocos e a Argélia, que se mantinha fechada por quase 15 anos. A fronteira foi cerrada em 1994, depois que o Marrocos suspeitou do envolvimento do país vizinho em um ataque a um hotel na capital, Marraquesh.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/jillian-york/">Jillian York</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/02/23/global-convoy-to-gaza-makes-history/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<p>O dia 22 de fevereiro entrou para a história quando um comboio indo do Reino Unido para Gaza <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/africa/7903953.stm">teve permissão para ultrapassar a fronteira entre o Marrocos e a Argélia</a> [en], que se mantinha fechada há quase 15 anos. A fronteira foi cerrada em 1994, depois que o Marrocos suspeitou do envolvimento do país vizinho em um ataque a um hotel na capital, Marraquesh.</p>
<p><em>Gaza; Peace N&#39; Freedom</em> <a href="http://gaza-peace-n-freedom.blogspot.com/2009/02/viva-palestina-100-vehicles-set-to.html">descreveu</a> [en] o comboio e também compartilhou um vídeo:</p>
<blockquote><p>Reminiscent of the solidarity work with Spain during the Spanish Civil War, the largest aid convoy ever from Britain to the Middle East is set to leave from Westminster, London, tomorrow February 14. The convoy consists of 100 vehicles, including a boat, a fire engine and 12 ambulances. Member of Parliament George Galloway will lead the convoy on its travel through Europe, North Africa to Gaza, Palestine. The convoy has been financed through donations from the British people. Video on the launching below, more info at VivaPalestina.org.</p></blockquote>
<p class="translation">Remanescente do trabalho de solidariedade com a Espanha, durante a Guerra Civil Espanhola, o maior comboio de ajuda humanitária de todos os tempos a sair da Grã-Bretanha em direção ao Oriente Médio está programado para partir de Westminster, em Londres, amanhã, 14 de fevereiro. O comboio é formado por 100 veículos, incluindo um barco, um carro de bombeiros e 12 ambulâncias. O parlamentar George Galloway liderará o comboio em sua viagem pela Europa, África do Norte e Gaza, na Palestina. O comboio foi financiado através de doações do povo britânico. Abaixo está o vídeo de lançamento da campanha, para obter mais informações acesse VivaPalestina.org.</p>
<p><object width="480" height="295" data="http://www.youtube.com/v/LIlv9hcLbeI&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/LIlv9hcLbeI&amp;hl=en&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
Embora o comboio esteja viajando a Gaza por motivos de ajuda humanitária, o mero fato de que ele passa por Maghreb pode ter efeitos de alcance ainda maior. Pelo menos dois membros do comboio vêm relatando histórias de sucesso através de blogues, e <a href="http://www.vivapalestina.org/">uma recente notícia</a> [en] no site <em>Viva Palestina</em> demonstra que o envolvimento no sucesso do comboio não se limita apenas ao Reino Unido:</p>
<blockquote><p>The convoy are now filling up with fuel in the town of Chlef. Apparently an Algerian is paying the bill on this occasion. The convoy has decided to make up some lost time by heading for Algiers this evening. The journey could take more than 3hours.</p></blockquote>
<p class="translation">O comboio está agora sendo abastecido com combustível na cidade de Chlef. Ao que parece, um algeriano está pagando a conta nessa ocasião. O comboio decidiu correr atrás do tempo perdido passando pela [capital da Argélia] Argel na noite de hoje. A jornada pode demorar mais de 3 horas.</p>
<p>De acordo com algumas pessoas, o comboio está ajudando a fazer uma ponte entre a Argélia e o Marrocos. Yvonne Ridley, que junto com Hassan Al Banna Ghani está documentando a viagem para um filme, <a href="http://vivapalestina.org/Yvonne/200209.htm">escreveu um artigo para o VivaPalestina.org</a> [en], no qual ela diz:</p>
<blockquote><p>Although there are still thousands of miles separating the convoy from its end game of delivering aid to Gaza, Saturday&#39;s border crossing is the one which will be recorded in the history books.</p>
<p>Morocco and Algeria agreed to put aside their differences to open their land border for the first time in 15 years for the sake of Palestine.</p>
<p>Palestine has often been described as the key which can open the door to Middle East peace, but tomorrow it will open a door in the Maghreb which has been tightly shut since 1994.</p>
<p>This wonderful gesture is something Condaleezza Rice failed to persuade the neighbouring countries to do - her last attempt before the departure of George W Bush was made in September.</p>
<p>But the peace mission and genuine humanitarian nature of the Viva Palestina convoy has melted the hearts of those on both sides of this vital land border which, when opened, will ease the passage of those carrying more than one million pounds of aid for Gaza.</p></blockquote>
<p class="translation">Embora milhões de milhas de distância ainda separem o comboio do destino final da entrega, em Gaza, o fato dele ter cruzado essa fronteira no sábado é o que será guardado nos livros de história.<br />
O Marrocos e a Argélia concordaram em deixar suas diferenças de lado para abrir os dois lados da fronteira pela primeira vez em 15 anos, em favor da Palestina.<br />
A Palestina é normalmente descrita como a chave que pode abrir as portas para a paz no Oriente Médio, mas amanhã abrirá uma porta a Maghreb que tem-se mantido muito bem fechada desde 1994.<br />
Esse gesto maravilhoso é algo que Condaleezza Rice não conseguiu, ela não persuadiu os países vizinhos a fazerem isso - o que foi sua última tentativa antes da saída de George W Bush em setembro.<br />
Mas a missão de paz e de natureza genuinamente humanitária do comboio Viva Palestina derreteu os corações daqueles dos dois lados desse território de uma fronteira vital que, quando for aberta, facilitará a passagem daqueles que estão carregando mais de um milhão de libras esterlinas em ajuda para Gaza.</p>
<p>Ela também compartilhou esse vídeo clipe:</p>
<p><object width="425" height="349" data="http://www.youtube.com/v/pICVPKLoTuA&amp;border=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;hl=en&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/pICVPKLoTuA&amp;border=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;hl=en&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
Outro blogue, <em>Gaza Convoy 2009</em>, está detalhando a viagem de longe. No sábado, 21 de fevereiro, eles <a href="http://gazaconvoy.com/?p=206">publicaram</a> [en] essa notícia:</p>
<blockquote><p>00:25 (GMT) - Text update from the A Team</p>
<p>“Salaam we went through centre and hundreds of people here, it was amazing as its somthing we have never seen before. There were hundreds of people on the streets cheering. We were on the roof of our van, hanging off the back ladder with Mudasir tannoy. It was top, even the police are cheering ‘Allah Hu Akbar’. The youths, kids and men were hugging us…a 15yr old boy told me that even the muslims who drink came on the street to shout ‘Allah Hu Akbar’ and they make dua for us everyday to succeed.</p>
<p>We have come to a caravan site to sleep now”</p></blockquote>
<p class="translation">00h25 (GMT) - Texto atualizado pela equipe.<br />
“Saudações enquanto atravessávamos o centro e passávamos por centenas de pessoas daqui, impressionou já que nunca tínhamos visto algo do tipo antes. Centenas de pessoas aplaudiam nas ruas. Estávamos no topo da nossa van, ou dependurados na escada traseira, com alto-falantes. Foi o máximo, até mesmo a polícia gritava ‘Allah Hu Akbar’ (&#8221;Deus é grande&#8221;). Jovens, crianças e homens nos abraçavam… um rapaz de 15 anos me disse que mesmo muçulmanos que bebem vieram às ruas gritando ‘Allah Hu Akbar’ e que rogam a Deus todos os dias pelo nosso sucesso.</p>
<p>Agora voltamos ao local onde a caravana está para dormir”</p>
<p>Por fim, <em>Greg to Gaza</em>, blogueiro que participa do comboio e está <a href="http://gregtogaza.blogspot.com/2009/02/on-morocco-algeria-border.html">documentando a jornada</a> [en]. Em uma de suas postagens mais recentes, ele estava em Oujda, região marroquina na fronteira com a Argélia:</p>
<blockquote><p>Phone signal very sporadic. I&#39;m fine. On Morocco Algeria border. First time open for 17 years. Just for us. Yesterday we had a fantastic reception at a socialist MP house and later that night a banquet in Oujda thrown by the greatest Islamic scholar in Morocco. Big rift in convoy today when some radical unruly elements were nearly sent home. A rebellion was finally successful when a third of the convoy refused to move from the Moroccan border unless everyone was let through. Time will tell whether that was the right decision. An Algerian MP has sent food to the border because we have been stuck at passport control for at least 9 hours. They have also promised free fuel tonight. Where we will sleep, when we can leave, how much longer its going to take or how many hours we have to drive are all unknowns.</p></blockquote>
<p class="translation">O sinal de telefone é bastante errático. Estou bem. Na fronteira entre o Marrocos e a Argélia. É a primeira vez em 17 anos que ela se abre. Apenas para a gente. Ontem tivemos uma recepção fantástica na casa de um parlamentar socialista e mais tarde um banquete em Oujda, promovido pelo maior acadêmico do Islã do Marrocos. Grande discórdia hoje quando alguns elementos radicais insubordinados do no comboio quase foram mandados de volta para casa. Uma rebelião foi bem-sucedida, por fim, quando um terço dos comboios se recusou a se mover da borda no Marrocos, até que todos tivessem permissão para passar. O tempo dirá se essa foi a decisão certa. Um parlamentar argeliano enviou comida à fronteira, porque ficamos presos na seção de controle de passaportes por nove horas. Eles também prometeram combustível de graça hoje a noite. Ainda não se sabe onde vamos dormir, quando partiremos, quanto tempo isso ainda durará ou quantas horas precisaremos dirigir.</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Protestos contra a guerra em Gaza ocorrem ao redor do mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 20:36:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Milhões de pessoas ao redor do mundo foram às ruas de suas cidades para protestar contra os ataques de Israel em Gaza nos últimos dias. Veja aqui uma seleção de vídeos divulgados no YouTube mostrando os protestos em Tel Aviv, Londres, Tóquio, Madrid e Istambul, onde cidadãos de todos os tipos de históricos sociais levantaram a voz e cantaram pela paz na região.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/01/05/global-protestors-in-full-force-against-gaza-war/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Milhões de pessoas ao redor do mundo foram às ruas de suas cidades para protestar contra os ataques de Israel em Gaza nos últimos dias. Veja aqui uma seleção de vídeos divulgados no <em>YouTube</em> mostrando os protestos em Tel Aviv, Londres, Tóquio, Madrid e Istambul, onde diferentes povos levantaram suas vozes e cantaram pela paz na região.</p>
<p>Em Israel, milhares de pessoas foram às ruas em vários protestos no decorrer dos últimos dias.</p>
<p>Veja abaixo um vídeo do usuário do YouTube <a href="http://uk.youtube.com/watch?v=bB23y9WQOWE">David Reeb</a> sobre um protesto em Tel Aviv:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/bB23y9WQOWE&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/bB23y9WQOWE&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Outro usuário do YouTube, <a href="http://uk.youtube.com/watch?v=tHi2F67_uRo&amp;feature=related">Asi Omar</a> publica um vídeo de uma manifestação na Universidade de Tel Aviv:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/tHi2F67_uRo&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/tHi2F67_uRo&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>De Tóquio, no Japão, o usuário do YouTube <a href="http://uk.youtube.com/watch?v=oQ8p13ITNtE&amp;feature=related">MMhefny</a> posta o vídeo a seguir:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/oQ8p13ITNtE&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/oQ8p13ITNtE&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Centenas de pessoas protestaram contra o bombardeio em Gaza na porta da Embaixada de Israel em Londres, no Reino Unido, de acordo com o vídeo publicado por <a href="http://uk.youtube.com/watch?v=FME8U6mduwA&amp;feature=related">Uruk</a> no YouTube:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/FME8U6mduwA&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/FME8U6mduwA&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Ainda em Londres, <em><a href="http://uk.youtube.com/watch?v=yr9AwNSVSGs">Soviet Films</a></em> posta outro vídeo da mesma manifestação:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="295" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/yr9AwNSVSGs&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/v/yr9AwNSVSGs&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Uruk publica também <a href="http://uk.youtube.com/watch?v=3Qfh1mHyI7I&amp;feature=related">esse vídeo</a> de um protesto em frente à mesquita Beyazit, em Istambul, na Turquia:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/3Qfh1mHyI7I&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/3Qfh1mHyI7I&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>E na Espanha, <a href="http://uk.youtube.com/watch?v=nVwAe_ynOCc&amp;feature=related">os protestos aconteceram em Madrid</a>:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nVwAe_ynOCc&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/nVwAe_ynOCc&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>De volta à Turquia, <a href="http://uk.youtube.com/watch?v=--s4OYpIGrk&amp;feature=related">Hobareii</a> relata que centenas de milhares de pessoas foram às ruas de Istambul em protesto contra os ataques:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/--s4OYpIGrk&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/--s4OYpIGrk&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Olhares Internacionais Sobre as Eleições nos EUA</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 19:11:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conforme as Eleições Norte-Americanas se aproximam, aumenta a atenção internacional à política norte-americana e aos candidatos concorrentes. Projetos como o Jornalismo Coletivo da Current TV e o Voices Without Votes do Global Voices Online se encarregaram de reunir o que está sendo dito sobre o tema e trazer a perspectiva global sobre esta questão local.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/juliana-rincon-parra/">Juliana Rincón Parra</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/10/08/international-eye-on-the-us-elections/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Conforme as Eleições Norte-Americanas se aproximam, aumenta a atenção internacional à política norte-americana e aos candidatos concorrentes. Projetos como o <a href="http://current.com/people/CJCollectiveWorks">Jornalismo Coletivo</a> [En] da <em>Current TV</em> e o <a href="http://voiceswithoutvotes.org/">Voices Without Votes</a> [En] do Global Voices Online se encarregaram de reunir o que está sendo dito sobre o tema e trazer a perspectiva global sobre esta questão local.</p>
<p>O programa <a href="http://current.com/topics/511_collective_journalism">Jornalismo Coletivo</a>, da Current TV, começou uma série de reportagens em vídeo sobre como o resto do mundo vê os EUA. Em <a href="http://current.com/items/89378240_the_view_from_over_there">The View from Over There</a> [&#8221;A Vista de Lá&#8221;, em inglês], pessoas de muitos diferentes países falam sobre seus pontos de vista sobre as políticas externas norte-americanas, a guerra no Iraque, a situação com o Irã e mencionam quem elas gostariam de ver como o futuro presidente dos EUA. As entrevistas no vídeo são por vezes realizadas em outras línguas, mas todas elas tem legendas em inglês.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://current.com/e/89378240/en_US" /><param name="wmode" value="transparent" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="400" src="http://current.com/e/89378240/en_US" wmode="transparent"></embed></object></p>
<p>Este vídeo também usa filmagens de outros programas sobre as <a href="http://current.com/topics/32967338_election_2008">Eleições Norte-Americanas 2008</a> [En], mas desta vez se concentrando na perspectiva externa. Este é um trabalho que também vem sendo realizado há algum tempo pelo Global Voices e pela Reuters no <a href="http://voiceswithoutvotes.org/">Voices Without Votes</a>, que reúne opiniões de todos os cantos do planeta a respeito das Eleições nos EUA. Se você tem alguma blogada que gostaria de enviar para o site, você pode fazê-lo clicando <a href="http://voiceswithoutvotes.org/submit/">aqui</a> [En].</p>
<p>O assunto do próximo programa Jornalismo Coletivo da Current TV serão as opiniões internacionais sobre as políticas de imigração dos EUA.</p>
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		<title>Olimpíadas: Estilo e Hijabs</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/08/19/olimpiadas-estilo-e-hijabs/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 21:16:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porJilliam York  &#183; Traduzido por Daniel Duende &#183;  Veja o post original 
O blogue britânico Hijab Style partilha fotografias [En] de atletas olímpicas que usam hijab, incluindo Ruqaya al Ghasra do Bahrain e Waseelah Fadhl Saad do Yemen.
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			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/jillian-york/">Jilliam York</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/08/19/olympic-hijab-style/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>O blogue britânico <em>Hijab Style</em> <a href="http://hijabstyle.blogspot.com/2008/08/famous-faces-olympians.html">partilha fotografias</a> [En] de atletas olímpicas que usam hijab, incluindo <em>Ruqaya al Ghasra</em> do Bahrain e <em>Waseelah Fadhl Saad</em> do Yemen.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tecnologia Celular para o Ativismo Ambiental</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/06/09/tecnologia-celular-para-o-ativismo-ambiental/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 23:48:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Coelho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porJuliana Rotich  &#183; Traduzido por Raquel Coelho &#183;  Veja o post original 

Telefones celulares estão se tornando uma ferramenta importante para ativistas ambientais em todo o mundo.  Esses ativistas estão desenvolvendo novas estratégias tecnológicas para fazer coisas como educar consumidores sobre o impacto de suas decisões de compra, monitorar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/afromusing/">Juliana Rotich</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/rqlcoelho/'>Raquel Coelho</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/06/05/mobile-phone-technology-for-environmental-activism/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><a href="http://flickr.com/photos/anderaz/940144361/"><img class="alignright size-full wp-image-45004" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/06/940144361_cf6b362cd2_s.jpg" alt="Cell phone in grass" /></a><br />
Telefones celulares estão se tornando uma ferramenta importante para ativistas ambientais em todo o mundo.  Esses ativistas estão desenvolvendo novas estratégias tecnológicas para fazer coisas como educar consumidores sobre o impacto de suas decisões de compra, monitorar a vida selvagem e os níveis de poluição e lutar pela proteção florestal.</p>
<p>Um relatório da parceria entre a <em>United Nations Foundation</em> (Fundação Nações Unidas) e a <em>Vodafone Group Foundation</em> (Fundação Grupo Vodafone) descreve as diferentes formas pelas quais os celulares vêm sendo usados para a mudança social em todo o mundo. O relatório, publicado em Abril, foi intitulado <a href="http://mobileactive.org/files/MobilizingSocialChange_full.pdf">”Tecnologia Sem Fio para Mudança Social: Tendências no Uso de Celulares por ONGs” [PDF]</a>.</p>
<p>A seguir, fiz uma lista das iniciativas ambientais destacadas pelas autoras do relatório, Sheila Kinkade(<a href="http://www.shareideas.org/index.php/News:Mobile_Technology_Helps_Meet_Development_Goals">ShareIdea.org</a>) e Katrin Verclas (<a href="http://mobileactive.org/">MobileActive.org</a>) e listei também alguns novos projetos que apareceram desde então.</p>
<p><a href="http://www.greenpeace.org/argentina/socios/movilizate/movilizate-flash"><img class="alignright size-full wp-image-44994" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/06/greenpeacephone.png" alt="Greenpeace Argentina" /></a><strong>Argentina</strong></p>
<p>Usando telefones celulares,<a href="http://www.greenpeace.org/argentina/"> o Greenpeace na Argentina </a>foi capaz de reunir  apoio suficiente para fazer passar a primeira lei federal Argentina de proteção florestal. Em meados de Maio, o <a href="http://mobileactive.org/text-messaging-save-trees">blog MobileActive </a> falou sobre <a href="http://www.greenpeace.org/argentina/">os esforços do Greenpeace nesse país para salvar árvores:</a></p>
<blockquote><p>Mobile phones are nothing new for Greenpeace Argentina. The organization has used mobile phones multiple times to mobilize its now 350,000 person-strong mobile list to successfully lobby for important environmental legislation. One of Greenpeace&#39;s significant accomplishments was the passage of the Ley de Bosques, or Forest Law.</p></blockquote>
<p class="translation">Telefones celulares não são novidade para o Greenpeace Argentina. A organização já utilizou celulares muitas vezes para mobilizar sua lista que já chega a 350 mil pessoas, para lutar, com sucesso, a favor de leis ambientais importantes. Uma das realizações significativas do Greenpeace foi a aprovação da <em>Ley de Bosques</em>, ou Lei Florestal.</p>
<p>Para tanto, segundo o Relatório Tecnologia Sem Fio para Mudança Social, o Greenpeace construiu um grande banco de dados contendo e-mails e números de celular das pessoas que assinaram um documento apoiando a Lei Florestal. Além disso, eles enviaram mensagens de texto durante audiências cruciais e antes da votação na câmara de vereadores. Eles também organizaram manifestações e assembléias usando mensagens de texto.</p>
<p><a href="http://www.urban-atmospheres.net/ParticipatoryUrbanism/index.html"><img class="alignright size-full wp-image-44996" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/06/20080605120419.jpg" alt="Ghana from above" /></a><strong>Gana</strong></p>
<p>Em Gana, um projeto mostrou que telefones celulares podem se transformar de uma ferramenta de comunicação bem difundida, em um super sensor a ser utilizado na coleta de dados ambientais. Para isso, é anexado ao celular um dispositivo especial que coleta informações científicas sobre a qualidade do ar ou até mesmo padrões de tráfego urbano. Estes dados podem ser estudados posteriormente e até aplicados sobre um mapa do google.</p>
<p>Corinne Ramey escreveu sobre esta iniciativa no <a href="http://mobileactive.org/urban-sensing-mobile-phones-data-collection">Blog MobileActive </a>em Abril:</p>
<blockquote><p>In the Accra study, seven taxi drivers were provided with a dash-mounted global positioning system (GPS) device and a tube to hang from their passenger window. The tube contained a carbon monoxide sensor. Similarly, three students were each given a mobile clip sensor pack containing a GPS device, and a carbon monoxide sensor. The taxi drivers and students were asked to carry their sensors as much as possible during their normal everyday activities. Throughout the day, the sensing system automatically logged sensor data. At the end of each day, the pilot participants dropped off their sensor packs at a central location where the data was then extracted and the sensors recharged. resulted from the participatory data collection A heat-map visualization of carbon monoxide readings across Accra, Ghana rendered atop Google Earth. Colors represent individual intensity reading of carbon monoxide during a single 24-hour period across the city. Red circles are locations where actual readings were taken.</p></blockquote>
<p class="translation">No estudo realizado em Accra, sete motoristas de taxi foram equipados com um aparelho de GPS instalado no painel do veículo e um tubo para ser pendurado na janela do passageiro. Este tubo continha um sensor de monóxido de carbono. Da mesma forma, em um grupo de três estudantes, cada um recebeu um celular equipado com um aparelho de GPS e um sensor de monóxido de carbono.<br />
Foi solicitado aos motoristas de táxi e estudantes que carregassem seus sensores, o máximo possível, durante suas atividades diárias normais. Ao longo do dia, o sistema detector automaticamente registrava os dados do sensor. Ao fim de cada dia, os participantes do experimento entregavam seus equipamentos em uma central onde os dados eram extraídos e os sensores recarregados. Resultou desta coleta de dados, um mapa de intensidade das leituras de monóxido de carbono em Accra, Gana, reproduzido sobre o Google Earth. As cores representam leituras individuais de intensidade de monóxido de carbono durante um único período de 24 horas pela da cidade. Os círculos vermelhos são locais onde as leituras foram efetivamente  feitas.</p>
<p><a href="http://flickr.com/photos/tambako/1196453096/"><img class="alignright size-full wp-image-45002" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/06/1196453096_a4d65ea3e9_m.jpg" alt="Elephant in Kenya" /></a><strong>Kenya</strong></p>
<p><a href="http://mobileactive.org/files/MobilizingSocialChange_full.pdf">O Relatório Tecnologia Sem Fio para Mudança Social</a> descreve os conflitos entre proprietários de terra e vida selvagem no distrito de Laikipia, no Kenya. Fazendeiros estão morrendo devido a ataques de animais selvagens e suas plantações estão sendo destruídas. Elefantes e outros animais estão sendo assassinados. Um <a href="http://www.pcworld.com/businesscenter/article/146519/cell_phones_warn_of_elephant_stampede.html">programa de prevenção de conflitos </a> que utiliza tecnologia celular, permite a comunicação entre a comunidade local, a equipe de assistência à vida selvagem e os proprietários de terra.</p>
<blockquote><p>The pilot utilized ‘Push to Talk on Cellular (Phones)’ (PoC) technology, which combines the functionality of a walkie-talkie or two-way radio with a mobile phone. PoC enables communication between two individuals, or a group of people, and is particularly useful in connecting a user group intermittently over a period of time (e.g., a working day).</p></blockquote>
<p class="translation">A iniciativa utilizou a tecnologia PoC (<em>Push to Talk on Cellular</em>, em português: aperte o botão para falar ao celular), que combina a funcionalidade de um <em>walkie-takie </em> ou  de um rádio <em>half-duplex</em> com um telefone celular. A PoC permite a comunicação entre dois indivíduos ou entre um grupo de pessoas, e é especialmente útil para conectar um grupo de usuários de modo descontínuo durante um certo período de tempo (ex.: um dia de trabalho).</p>
<p><strong>África do Sul</strong></p>
<p><a href="http://www.wwf.org.za/sassi/">FishMS</a> é um serviço de SMS da <em>Southern African Sustainable Seafood Initiative</em> (Iniciativa Sustentável de Frutos do Mar do Sul da África) o qual informa o status do estoque local de peixes para consumidores. Os usuários enviam uma mensagem de texto para +27 79 499 8795 com o nome do peixe que estão pensando em comprar, e são imediatamente informados se o peixe foi pescado de modo sustentável ou se deveriam pensar duas vezes antes de comprá-lo. O vídeo a seguir mostra o serviço em ação (o filme  tem legendas em inglês e foi feito por um aparelho de celular – Nokia N93).</p>
<p>[<a href="http://www.youtube.com/v/M_eJ-1byQk8&amp;hl=en">clique aqui para assistir ao vídeo</a>]</p>
<p><a href="http://www.airtext.info/howitworks.html"><img class="alignright size-full wp-image-44998" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/06/airtext2.png" alt="Airtext" /></a><strong>Reino Unido e Estados Unidos</strong></p>
<p><a href="http://www.airtext.info/howitworks.html">AirText</a><br />
É um sistema que envia mensagens texto SMS, mensagens de voz ou e-mails com informações sobre os níveis de poluição em uma região específica de Londres. O serviço é direcionado a pessoas que sofrem de problemas cardíacos e respiratórios. Existem serviços semelhantes em alguns locais dos Estados Unidos, entre eles <a href="http://www.urban-atmospheres.net/Experiments/Ergo/index.html">Ergo</a> (várias localidades) e <a href="http://www.azdeq.gov/sms.html">ADEQ</a> (no Arizona).</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-44999" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/06/mobgas_eleanim.jpg" alt="mobGas" />Pessoas que se interessem em saber o total de suas próprias emissões de GEE (gases do efeito estufa), podem baixar o aplicativo <a href="http://mobgas.jrc.ec.europa.eu/mobgas/app/staticPages/page.po?&amp;staticPageID=119350&amp;langID=20001">mobGas</a>em seus telefones, e então basta informar sobre suas atividades diárias como cozinhar, assistir TV ou dirigir.</p>
<p>Do Relatório Tecnologia Sem Fio para Mudança Social:</p>
<blockquote><p>By helping users make connections between their daily activities and greenhouse gas emissions, mobGAS hopes to encourage individuals to make lifestyle changes. The application also offers tips on how to modify activities to decrease emissions.</p></blockquote>
<p class="translation">Ao ajudar os usuários a fazer associações entre suas atividades diárias e as emissões de GEE, mobGas espera encorajar os indivíduos a fazer mudanças em seus estilos de vida. O programa também oferece dicas sobre como modificar as atividades para diminuir as emissões.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-45000" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/06/fuelfrog.png" alt="FuelFrog" />Um projeto semelhante citado por <em>Josh Catone</em> no <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/fuelfrog_track_your_gas_mileage.php">blog Read Write Web </a> é conhecido como <a href="http://www.fuelfrog.com/">FuelFrog</a>.  Trata-se de uma aplicação web que usa o Twitter para ajudar a monitorar o consumo de combustível por usuários:</p>
<blockquote><p>FuelFrog is exceedingly simple, and immensely useful. After each fill up, users enter their miles traveled since the last fill, the price paid, and the amount of gasoline in gallons. Over time, FuelFrog will track and graph your fuel consumption data so you can do things like identify trends in gas prices in your area, see how fuel efficient your car is (is it time to put air in the tires, perhaps?), how much you&#39;re driving, and how much you&#39;re spending.</p></blockquote>
<p class="translation">FuelFrog é extraordinariamente simples,e imensamente útil. Toda vez que o usuário abastece, ele insere a quantidade de milhas rodadas desde o último abastecimento, o preço pago e a quantidade de gasolina (em galões). Ao longo do tempo, FuelFrog irá monitorar os dados de consumo de combustível e produzir gráficos, de modo que você possa fazer coisas como identificar tendências de preço da gasolina na sua região, ver como está a eficiência  do seu carro em relação ao uso de combustível (já está na hora de calibrar os pneus, talvez?), o quanto você está usando e o quanto está desperdiçando.</p>
<p>A equipe de Meio Ambiente do Global Voices agradece <a href="http://mobileactive.org/blog/2">o MobileActive</a>e <a href="http://www.shareideas.org">o ShareIdeas</a>pelo relatório, e gostaria de ter a colaboração dos leitores com outros exemplos do uso de telefones celulares no ativismo ambiental.</p>
<p>Veja também nosso post recente no Global Voices destacando o <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/01/28/using-web20-tools-for-environmental-activism/">uso das tecnologias da web 2.0 pelo ativismo ambiental. </a></p>
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		<title>PangeaDay: Vídeos para mudar o mundo em 10 de maio</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/04/27/pangeaday-videos-para-mudar-o-mundo-em-10-de-maio/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Apr 2008 13:51:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No próximo dia 10 de maio de 2008, às 18h00 GMT, 24 filmes serão exibidos durante um evento de 4 horas. O que faz desse evento algo diferente é que o PangeaDay será transmitido ao redor do mundo com legendas em 7 idiomas e poderá ser visto através da internet, televisão ou telefones celulares, com um propósito singular: fazer com que cada um saiba mais sobre a vida das outras pessoas e focalize naquilo que temos de similaridades, em vez daquilo que faz com que sejamos diferentes, e nos deixe trabalhar juntos pela paz.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/juliana-rincon-parra/">Juliana Rincón Parra</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/26/pangeaday-videos-to-change-the-world-on-may-10th/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p id="single" class="entry"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/04/thumb_new-pangea-logojpg.gif" alt="PangeaDay logo" align="left" />No próximo dia 10 de maio de 2008, às 18h00 GMT, 24 filmes serão exibidos durante um evento de 4 horas. O que faz desse evento algo diferente é que o <a href="http://www.pangeaday.org/index.php">PangeaDay</a> será transmitido ao redor do mundo com legendas em 7 idiomas  e poderá ser visto através da internet, televisão ou telefones celulares, com um propósito singular: fazer com que cada um saiba mais sobre a vida das outras pessoas e focalize naquilo que temos de similaridades, em vez daquilo que faz com que sejamos diferentes, e nos deixe trabalhar juntos pela paz. Essa iniciativa partiu de um desejo da cineasta egípcia <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jehane_Noujaim">Jehane </a><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jehane_Noujaim">Noujaim</a>. Como vencedora do Prêmio <a href="http://www.ted.com/">TED</a> ela ganhou a realização de um desejo, além de um prêmio de US$ 100.000,00 USD. PangeaDay é seu desejo: mudar o mundo e criar um dia em que pessoas de todo o planeta pudessem se unir através do cinema. <a href="http://www.pangeaday.org/?vid=2">Seu discurso de aceitação do prêmio em 2006 pode ser encontrado aqui</a>.</p>
<p>Já que PangeaDay tem como meta unir as pessoas, um convite foi feito para que as audiências carreguem seus próprios vídeos através do <a href="http://www.youtube.com/group/pangeaday">canal de vídeo do Pangeaday</a>, onde você já pode conferir <a href="http://www.youtube.com/groups_videos?name=pangeaday">1.037 vídeos enviados pelas pessoas em resposta ao chamamento.</a></p>
<p><object width="402" height="377"><param name="movie" value="http://www.overstream.net/swf/player/oplx?oid=tpuvnzrysosh&#038;noplay=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.overstream.net/swf/player/oplx?oid=tpuvnzrysosh&#038;noplay=1" type="application/x-shockwave-flash" width="402" height="377" allowFullScreen="true"></embed></object></p>
<p>Como exemplo, um dos vídeos enviados é sobre um estudante de arte na Tanzânia, contanto a história de sua vida no dia-a-dia e como ele gostaria de ensinar arte para crianças de rua. Em seguida, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=JNChMQbyk28">a estória de Chado</a> de <a href="http://www.youtube.com/user/jamesstephenbrown">jamesstephenbrown:</a></p>
<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JNChMQbyk28&#038;hl=en"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/JNChMQbyk28&#038;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
<p>A infra-estrutura do <a href="http://www.pangeaday.org/index.php">PangeaDay</a> é de deixar qualquer um inspirado: no Cairo, Kigali, Londres, Los Angeles, Mumbai e Rio de Janeiro, filmes, música ao vivo e oradores se unirão para juntos inspirarem o mundo inteiro. Os filmes escolhidos foram selecionados entre mais de 25.000 canditados vindos de mais de 100 países. Esses filmes todos compartilham entre si algumas características, como a habilidade de inspirar, transformar e proporcionar que experenciemos a vida a partir dos olhos dos outros. <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Queen_Noor_of_Jordan">Rainha Noor da Jordânia</a> estará entre os oradores, ao lado do músico e ativista <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bob_Geldof">Bob Geldorf</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Christiane_Amanpour">Christiane Amanpour</a> da CNN e do <a href="http://www.hypernovamusic.com/">grupo de rock iraniano Hypernova</a>. Enquanto nesses lugares as pessoas estarão se encontrando, em todas as partes do mundo grupos de amigos podem se inscrever e mostrar que eles estão sintonizados: você pode <a href="http://www.pangeaday.org/attend_map.php">participar de um evento aberto</a> em sua cidade ou até <a href="http://www.pangeaday.org/hostEvent.php">organizar o seu próprio</a>.</p>
<p>No entanto, Pangea Day não é apenas um encontro de 4 horas. A idéia do evento é inspirar as pessoas, fazer com que elas dialoguem e façam a diferença. Ele também permite que as pessoas façam parte não apenas como espectadoras. Através da Nokia, parceira da organização, aspirantes a cineastas em diferentes partes do mundo ganharam aparelhos de celular com vídeo, incluindo residentes em áreas rurais, campos de refugiados e escolas de cinema, de forma que eles possam vir a contar suas estórias. As pessoas também podem enviar seus vídeos e concorrer à chance de ganhar um celular Nokia N95 8GB. Essa parceria levou refugiados de Mianmar na Índia a gravar o riso de seus filhos, uma família em um campo para refugiados iranianos no Afeganistão a gravar o que pensa ser a Esperança e um indiano em Bangalore a filmar a derrubada de figueiras-de-bengala… e crianças plantando novas árvores. Você pode ver<a href="http://ovi.com/pangeaday/?utm_source=pangeaorg&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=pangeaday"> esses e outros vídeos nessa página.</a></p>
<p>Há, portanto, muitas formas diferentes de participar. Não perca essa chance de fazer parte desse evento e não se esqueça de espalhar sobre ele por aí.</p>
<p><strong>Nota da tradução:</strong>Pangea ou pangéia, em português, é como se chamava o continente que existiu há 200 milhões de anos e que de acordo com a teoria da Deriva continental deu origem aos continentes de hoje. A origem da palavra é Pan, que significa todos os continentes juntos, e Geia, que significa formando um único bloco de terra. Fonte: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pang%C3%A9ia">Wikipedia</a>.</p>
<p>[Todos os links levam a sites em inglês]</p>
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		<title>Vlog Internacional: Colaboração que atravessa fronteiras</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 07:14:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Vlog International é um projeto que reúne videologgers falantes do espanhol: as pessoas submetem suas idéias, uma é escolhida e todos gravam suas peças sobre o tema, que são então editadas por alguém em uma só obra, que é por sua vez publicada no site do projeto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/juliana-rincon-parra/">Juliana Rincón Parra</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/14/vlog-international-collaboration-across-borders/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/04/user_photo_vbloginternacional941-907.jpg" align="left" height="110" hspace="5" vspace="5" width="110" />O <em>Vlog International</em> é um projeto que reúne <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Vlog">videologgers</a> falantes do espanhol: as pessoas submetem suas idéias, uma é escolhida e todos gravam suas peças sobre o tema, que são então editadas por alguém em uma só obra, que é por sua vez publicada no site do projeto. Eles começaram em 2006, quando um grupo de amigos se reuniu para fazer uma <a href="http://video-homenaje.blogspot.com/2006/09/640pm-cst.html">video-homenagem a um amigo videologger</a>[Es]: foi através deste website que todos se encontraram, e eles quiseram dar reconhecimento público ao fato. O próximo projeto aconteceu orgânicamente: o amigo que havia organizado o primeiro vídeo colaborativo estava passando por um momento difícil em sua vida, e todos decidiram gravar um desejo de feliz aniversário em vídeo: eles gravaram a si mesmos cantando feliz aniversário, tocando a música em instrumentos, dançando e sentados frente a bolos com velas, e <a href="http://video-homenaje.blogspot.com/2007/02/feliz-cumpleanos-chapin.html">este vídeo pode ser encontrado através deste link</a>[Es].</p>
<p>Eles começaram então a se referir a estas experiências como &#8220;<em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sancocho">Sancocho</a> de Video</em>&#8220;: <em>sancocho</em> é um termo que se refere a vários diferentes tipos de sopa em toda a América Latina. O último vídeo do grupo Vlog International é sobre uma caminhada à volta do quarteirão. Videologgers da Colômbia, Israel, Canadá, Alemanha e EUA, todos dividiram suas vizinhanças pelo vídeo. Você pode assistí-lo <a href="http://vlog-internacional.blogspot.com/2008/03/episodio-31-la-vuelta-la-manzana_31.html">clicando aqui</a>.</p>
<p>Vlog International já tem 31 vídeos colaborativos disponíveis em sua <a href="http://vlog-internacional.blip.tv/#795307">página no blip.tv</a> e eles estão sempre na esperança de adicionar novos videoblogueiros a seu site. Tudo que é necessário é que a pessoa tenha o interesse de fazer um vídeo de um minuto: 30 segundos explicando onde está e quem é, e 30 segundos gravando sua peça na &#8220;vídeo missão&#8221; na qual estiver colaborando, e então fazendo upload do vídeo e enviando por email o link do mesmo para o grupo. Instruções em espanhol podem ser encontradas <a href="http://vlog-internacional.blogspot.com/2006/10/quieres-participar-en-el-vlog.html">aqui</a>.</p>
<p>Todos estes vídeos estão sendo publicados sob uma <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/deed.pt">licença Creative Commons</a>, e você pode participar do processo ao ler o <a href="http://vlog-intercontinental.pbwiki.com/Historia">wiki deles</a> [Es]. Passear pelos muitos episódios é uma grande forma de ganhar uma perspectiva global sobre um mesmo assunto. <a href="http://vlog-internacional.blip.tv/file/285302/">Neste outro vídeo</a>[Es], os videologgers nos levam em um passeio para fora dos supermercados e nas diferentes feiras regionais da França, Inglaterra, Itália, Alemanha, México, Brasil, Estados Unidos da América, Chile, Espanha e Colômbia.</p>
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		<title>Reino Unido, Caribe: As cores do carnaval de Notting Hill</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/08/28/reino-unido-caribe-as-cores-do-carnaval-de-notting-hill/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Aug 2007 13:40:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 

Garotas fantasiadas descansam em uma rua lateral no desfile infantil do Carnaval de Notting Hill, domingo 27 de agosto de 2007. Foto de Cristiano Betta
Hoje é o feriado bancário de agosto no Reino Unido, o que quer dizer clima ensolarado, diversão a céu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/08/27/uk-caribbean-colours-of-notting-hill-carnival/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><a href="http://www.flickr.com/photos/cristiano_betta/1241067760/in/set-72157601676865591" title="notting hill carnival 2007 red costumes"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/08/notting-hill-1-red-costumes.jpg" alt="notting hill carnival 2007 red costumes" width="400" /></a></p>
<p><em>Garotas fantasiadas descansam em uma rua lateral no desfile infantil do Carnaval de Notting Hill, domingo 27 de agosto de 2007. <a href="http://www.flickr.com/photos/cristiano_betta/">Foto de Cristiano Betta</a></em></p>
<p>Hoje é o feriado bancário de agosto no Reino Unido, o que quer dizer clima ensolarado, diversão a céu aberto — e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Notting_Hill_Carnival">Carnaval de Notting Hill</a> [En] o maior carnaval no melhor estilo caribenho da Europa e um dos maiores festivais de verão do mundo (em 2006, quase um milhão de pessoas tomaram parte dele, seja como mascarados ou platéia).</p>
<p>Desde 1965, a área oeste de Londres da vizinhança de Notting Hill é palco desse evento, que tem como base tradições de vários carnavais caribenhos (especialmente as de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Trinidad_Carnival">Trinidad</a> [En]), mas que também sofre influências de festivais e música das várias partes do mundo de onde o londrino traça suas heranças culturais. Mascarados dançam enquanto seguem a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Trinidad_Carnival">rota de três milhas do desfile</a> no ritmo pulsante dos <a href="http://www.flickr.com/photos/8408763@N07/1250531786/">sistemas de som</a> e bandas ao vivo, enquanto centenas de milhares assistem, se divertindo com o espetáculo e a comida dos vendedores de rua (parece que dá até para conseguir um <a href="http://www.flickr.com/photos/panos_voudouris/1250286582/">coco</a> geladinho). O carnaval agora continua por dois dias, com as bandas infantis desfilando no domingo que antecede o feriado bancário e o desfile dos adultos no dia do feriado.</p>
<p>Enquanto isso, centenas de fotógrafos, entre profissionais e amadores, capturam as cores e a energia dos foliões, e alguns deles disponibilizam as imagens na internet para que todos as apreciem. Veja aqui uma seleção de fotos do Carnaval de Notting Hill desse ano publicadas no Flickr.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/robertbyrne/1242658776/" title="notting hill carnival 2007 jouvert"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/08/notting-hill-2-jouvert.jpg" alt="notting hill carnival 2007 jouvert" width="400" /></a></p>
<p>Assim como em <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jouvert">J’Ouvert</a>, o evento que antecede o amanhecer que abre muitos carnavais no Caribe, esses foliões se cobrem de barro; Carnaval de Notting Hill, domingo, 26 de agosto de 2007. <a href="http://www.flickr.com/photos/robertbyrne/">Foto de Robert P. Byrne</a> (Veja mais fotos de Notting Hill tiradas por ele <a href="http://www.flickr.com/photos/robertbyrne/sets/72157601675566818/">aqui</a>).</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/virgorama/1241442217/" title="notting hill carnival 2007 children in white"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/08/notting-hill-9-children-in-white.jpg" alt="notting hill carnival 2007 children in white" /></a></p>
<p>Meninada fantasiada — a menina à esquerda comanda com o apito no ritmo da música;domingo, 26 de agosto de 2007. <a href="http://www.flickr.com/photos/virgorama/">Foto de virgorama</a> (veja o álbum completo de Notting Hill <a href="http://www.flickr.com/photos/virgorama/sets/72157601673268012/">aqui</a>).</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/descensus_in_cuniculi_cavum/1242344394/" title="notting hill carnival 2007 ladbroke grove crowd"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/08/notting-hill-4-ladbroke-crowd.jpg" alt="notting hill carnival 2007 ladbroke grove crowd" width="400" /></a></p>
<p>Vista do desfile em Ladbroke Grove; domingo, 26 de agosto de 2007. <a href="http://www.flickr.com/photos/descensus_in_cuniculi_cavum/">Foto de london emigre</a> (veja o álbum completo de Notting Hill <a href="http://www.flickr.com/photos/descensus_in_cuniculi_cavum/sets/72157601679955311/">aqui</a>).</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/sallylondon/1248916056/in/set-72157601692622406" title="notting hill carnival 2007 girl in yellow"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/08/notting-hill-3-girl-in-yellow.jpg" alt="notting hill carnival 2007 girl in yellow" width="400" /></a></p>
<p>Cantando no sol — ou na luz da fantasia dela? domingo, 26 de agosto de 2007. <a href="http://www.flickr.com/photos/sallylondon/">Foto de sallylondon</a> (Veja o álbum completo de Notting Hill <a href="http://www.flickr.com/photos/sallylondon/sets/72157601692622406/">aqui</a>).</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/virgorama/1242350482/" title="notting hill carnival 2007 st kitts flag"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/08/notting-hill-10-st-kitts-flag.jpg" alt="notting hill carnival 2007 st kitts flag" /></a></p>
<p>A influência de Trinidad pode ser a mais forte no Carnaval de Notting Hill, mas o festival sempre foi celebrado por londrinos com raízes em vários outros territórios caribenhos. Essa mulher dança com a bandeira nacional de St. Kitts and Nevis; Domingo, 26 de agosto de 2007. Foto de <a href="http://www.flickr.com/photos/virgorama/">virgorama</a>. Foliões com bandeiras de outros países caribenhos: <a href="http://www.flickr.com/photos/timfearn/1242791092/">Guianense, fotografado por Tim Fearn</a>; uma <a href="http://www.flickr.com/photos/cristiano_betta/1249675609/">mulher de Trinidad, fotografada por Cristiano Betta</a>; <a href="http://www.flickr.com/photos/63856811@N00/1247917883/in/set-72157601692855966/">e um cidadão de Grenada, fotografado por P*E*T*A</a>.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/cristiano_betta/1250357228/" title="notting hill carnival 2007 dame lorraine"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/08/notting-hill-6-dame-lorraine.jpg" alt="notting hill carnival 2007 dame lorraine" width="400" /></a></p>
<p>O <a href="http://www.meppublishers.com/online/caribbean-beat/archive/index.php?pid=6001&amp;id=cb71-1-38#Dame_Lorraine">Dame Lorraine</a> [En] é um personagem burlesco tradicional do carnaval de Trinidad. Essa versão de Notting Hill parece confortável em meio a toda decoração. Segunda, 27 de agosto de 2007. <a href="http://www.flickr.com/photos/cristiano_betta/">Foto de Cristiano Betta</a> (veja o álbum completo de Notting Hill <a href="http://www.flickr.com/photos/cristiano_betta/sets/72157601702532583/">aqui</a>).</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/nitz/1250569838/" title="notting hill carnival 2007 steelband"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/08/notting-hill-8-steelband.jpg" alt="notting hill carnival 2007 steelband" width="400" /></a></p>
<p>Um presente para os olhos e ouvidos: uma bateria em fantasia agita o povão; Segunda, 27 de agosto de 2007. <a href="http://www.flickr.com/photos/nitz/">Foto de  margaritanitz</a> (veja o álbum completo de Notting Hill <a href="http://www.flickr.com/photos/nitz/sets/72157601696042652/">aqui</a>).</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/cristiano_betta/1250336146/in/set-72157601702532583/" title="notting hill carnival 2007 chinese dancer"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/08/notting-hill-5-chinese-dancers.jpg" alt="notting hill carnival 2007 chinese dancer" width="400" /></a></p>
<p>O Carnaval de Notting Hill é há muito conhecido como um festival caribenho, mas hoje os londrinos de várias raízes culturais participam. Essas dançarinas estão fantasiadas com vestidos chineses, completos com abanador. Segunda, 27 de agosto de 2007. <a href="http://www.flickr.com/photos/cristiano_betta/">Foto de Cristiano Betta</a>.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/cristiano_betta/1249507635/" title="notting hill carnival 2007 powdered ladies"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/08/notting-hill-7-powdered-ladies.jpg" alt="notting hill carnival 2007 powdered ladies" width="400" /></a></p>
<p>Esses foliões, essas perucas, essas penas? Veneziano, caribenho, astecas? Não, é apenas Notting Hill; Segunda, 27 de agosto de 2007. <a href="http://www.flickr.com/photos/cristiano_betta/">Foto de Cristiano Betta</a>.</p>
<p>Para ver mais fotos destes e outros fotógrafos, veja a coleção no <a href="http://www.flickr.com/groups/484575@N21/pool/">Flickr de fotos do Carnaval de Notting Hill 2007</a>.</p>
<p align="right"><em>(texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/nicholas-laughlin/">Nicholas Laughlin</a>)</em></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</em></p>
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		<title>Iraque: Que vergonha, Grã-Bretanha!</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Aug 2007 09:19:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
“Eu tenho algumas poucas palavras para o governo da Grã-Bretanha. É uma vergonha que vocês tenham abandonado as únicas pessoas que acreditavam estar ajudando vocês. Que vergonha que vocês se recusam a deixar elas entrarem em seu país. Que vergonha. Eu sacudo minha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/08/18/iraq-shame-on-britain/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>“Eu tenho algumas poucas palavras para o governo da Grã-Bretanha. É uma vergonha que vocês tenham abandonado as únicas pessoas que acreditavam estar ajudando vocês. Que vergonha que vocês se recusam a deixar elas entrarem em seu país. Que vergonha. Eu sacudo minha cabeça com nojo,” escreve Neurotic Iraqi Wife <em><a href="http://neurotic-iraqi-wife.blogspot.com/2007/08/war-of-empathy.html">nessa</a></em> [En] postagem.</p>
<p align="right"><em>(texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/" title="Posts by Amira Al Hussaini">Amira Al Hussain</a></em><em>)</em></p>
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		<title>Ucrânia: Em busca do passado</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Aug 2007 20:31:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
Taras Kuzio escreve [En] sobre a viagem que seu pai fez recentemente à Alemanha: sendo ucraniano, ele foi levado para lá “como um trabalhador escravo do Nazismo em 1942 e nunca voltou para casa novamente, até que exatamente 50 anos se passaram, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/08/07/ukraine-seeking-the-past/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Taras Kuzio <em><a href="http://blog.taraskuzio.net/2007/08/03/seeking-the-past/">escreve</a></em> [En] sobre a viagem que seu pai fez recentemente à Alemanha: sendo ucraniano, ele foi levado para lá “como um trabalhador escravo do Nazismo em 1942 e nunca voltou para casa novamente, até que exatamente 50 anos se passaram, em 1992.”</p>
<p align="right"><em>(texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/neeka/">Veronica Khokhlova</a>)</em></p>
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		<title>Egito: Morte de adolescente em delegacia de polícia</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Aug 2007 08:39:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
O verão não faz apenas a vida em geral ficar em câmera lenta, mas também a blogosfera. No entanto, apesar do calor e da umidade no Cairo e das praias cheias no mediterrâneo e no Mar Vermelho, no Egito os blogueiros continuam a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/08/02/egypt-death-of-a-teenager-in-police-station/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>O verão não faz apenas a vida em geral ficar em câmera lenta, mas também a blogosfera. No entanto, apesar do calor e da umidade no Cairo e das praias cheias no mediterrâneo e no Mar Vermelho, no Egito os blogueiros continuam a nos entreter com postagens interessantes e intrigantes. Na ronda dessa semana no Egito, <em>Zeinobia</em> está comentando em duas histórias que alcançaram as manchetes no Egito um dia desses: a falta de entendimento entre o Clube de Juízes Egípcios e o Ministério da Justiça e a terrível morte de um adolescente dentro de uma delegacia de polícia. <em>Justice for All </em>reage ao colapso da Ponte de Minnesota hoje. <em>Missing Egypt, </em>que está visitando o Cairo, tem uma postagem social interessante em seu blogue, sobre tradições de famílias egípicias. <em>Free Kareem </em>comenta a solicitação que a organização Repórteres Sem Fronteiras fez ao presidente da França Nicolas Sarkozy sobre o blogueiro aprisionado Abdel Kareem Nabil Suleiman. Por fim, <em>Tark3at Keyboard </em>nos conta sobre o novo sistema de assinatura de internet que enfureceu egípcios.</p>
<p><strong>A briga entre o Clube de Juízes Egípcios e o Ministério da Justiça</strong>: Egyptian Chronicles, na <em><a href="http://egyptianchronicles.blogspot.com/2007/08/when-amina-razek-turns-in-to-nadia-el.html">postagem em seu blogue</a> </em>[EN]<em> “When Amina Razek turns in to Nadia El-Genndy”  </em>(Quando Amina Razek se volta para Nadia El-Genndy), ela passa algum tempo revisando o dilema entre o Clube dos Juízes Egípcios e o Ministério da justiça. Trata-se de um problema que tem tido um peso maior devido a declarações na mídia. Zeinobia, em sua elaborada postagem, não apenas descreve o relacionamento atual entre os juízes e o ministro, mas também faz uma análise da situação.</p>
<p><strong>Neo-nazistas em Siwa do Egito</strong>: Zeinobia também <em><a href="http://egyptianchronicles.blogspot.com/2007/08/new-nazis-in-siwa.html">comenta</a></em> [EN] sobre outro terrível caso de tortura que aconteceu em uma delegacia de polícia na costa do nordeste do Egito.</p>
<p><strong>A ponte sobre o Mississippi colapsa:</strong> Justice for All está <em><a href="http://justice4every1.blogspot.com/2007/08/bridge-in-minnesota-collapsed.html">expresando</a></em> [EN] seu choque em relação ao colapso da  Minnesota Bridge. Ele diz “Eu não pude conter as lágrimas que insistiam em cair”. Ele considera Minnesota sua casa, uma vez que ele viveu lá por algum tempo. Ele se encontra no Cairo agora, mas está a espera de que seus amigos entrem em contato ao lerem a postagem em seu blogue para dizer que estão bem. Leia o seu relato sobre o colapso da ponte <a href="http://justice4every1.blogspot.com/2007/08/bridge-in-minnesota-collapsed.html">aqui</a>.</p>
<p><strong>Tradições das famílias egípcias</strong>: Missing Egypt está <em><a href="http://missingegypt.blogspot.com/2007/08/ive-been-in-cairo-for-two-days-now.html">descrevendo</a></em> [EN] em uma postagem as tradições da família egípcia através de sua própria experiência. Ela acaba de voltar do Reino Unido para uma visita no Cairo. Em uma postagem bem interessante, ela relata uma cena em família muito típica que se projeta na cultura egípcia.</p>
<p><strong>França recebe pedido de cooperação para respeitar os direitos humanos no Egito</strong>: <em>Free Kareem </em>está <em><a href="http://www.freekareem.org/2007/07/31/france-urged-to-link-cooperation-with-egypt-to-better-respect-for-human-rights/">relatando</a></em> [EN] que o Repórteres Sem Fronteiras escreveu ao presidente francês Nicolas Sarkozy pedindo que ele interceda a favor do blogueiro preso Abdel Kareem Nabil Suleiman e do jornalista, também preso, Abd al-Munim Gamal al Din Abd al-Munim quando ele receber uma visita de seu colega governante egípcio, Hosni Mubarak, no dia 2 de agosto.</p>
<p>O Blogue Tark3at keyboard está <em><a href="http://tark3atkeyboard.blogspot.com/2007/08/new-internet-subscription-system-angers.html">analisando e comentando</a></em> [EN] a nova decisão sobre assinatura para internet DSL no Egito: “New Internet Subscription System Angers Egyptians” (Novo sistema de assinatura à internet enfurece egípcios) é o título da postagem.</p>
<p>E com essa postagem no blogue Tark3at keyboard, eu termino essa ronda semanal no Cairo. Se cuidem!</p>
<p align="right"><em>(texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/freedom/">Freedom For Egyptians</a>)</em></p>
<p align="right">&nbsp;</p>
<p align="right">&nbsp;</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</em></p>
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		<title>Arabeyes: Atentados do Reino Unido</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/07/31/arabeyes-sou-prostituto-profissional/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jul 2007 16:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>M. Cristina Rauh</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por M. Cristina Rauh &#183;  Veja o post original 
Leia o que Hareega, médico jordaniano residente nos Estados Unidos, escreveu [EN] após as notícias sobre o envolvimento de médicos muçulmanos de origem árabe nos atentados do Reino Unido [EN].
Hareega também traça um paralelo entre ele e o médico jordaniano Mohammed Asha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/mcrauh/'>M. Cristina Rauh</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/07/10/arabeyes-i-am-a-professional-male-prostitute/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Leia o que <em>Hareega</em>, médico jordaniano residente nos Estados Unidos, <a href="http://hareega.blogspot.com/2007/07/im-professional-male-prostitute-and.html"><em>escreveu</em> </a>[EN] após as notícias sobre o envolvimento de médicos muçulmanos de origem árabe nos <em><a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/6278318.stm">atentados do Reino Unido</a></em> [EN].</p>
<p><em><em>Hareega</em></em> também traça um paralelo entre ele e o médico jordaniano <em><a href="http://www.itv.com/news/britain_79ebb3c807343796f4106987c65e451e.html">Mohammed Asha</a></em> [EN], que está sendo interrogado juntamente com a mulher sobre seu papel nos atentados a bomba frustrados de Londres e Glasgow.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Mohammad Asha ….. University of Jordan- Faculty of Medicine (1998-2004)<br />
Yours Sincerely ……….. University of Jordan- Faculty of Medicine (1996-2002)</em></p>
<p><em>In case you don’t know, the faculty of medicine is a really small one, and between the 4th and 6th year students spend all of their time at the University Hospital and less often at other hospitals like Al-Basheer, so many students in these years know each other’s faces or names. Although I could not remember this guy despite the good ten minutes I spent staring at my monitor trying to remember him, I’m certain that I ran across him in some hallway or perhaps tried to bypass him in the long standing line at the hospital’s cafeteria.</em><em> </em></p>
<p><em><em>The reason I cannot remember him specifically is that his face looks very familiar. It’s the commonest face you encounter in any faculty in Jordan. His beard (according to previous pictures) was not as thick, and that makes him look like 30-40% of male students at the JU.&#8221;</em></em></p>
<blockquote></blockquote>
<p>&#8220;Mohammad Asha &#8230; Universidade da Jordânia- Faculdade de Medicina (1998-2004)<br />
Hareega &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..  Universidade da Jordânia- Faculdade de Medicina (1996-2002)</p>
<blockquote></blockquote>
<p>Caso não saibam, a faculdade de medicina é realmente pequena, e entre o 4º e o 6º anos os alunos passam o tempo todo no hospital da universidade e com menos freqüência vão a outros hospitais como Al-Basheer, portanto muitos alunos desses anos se conhecem de vista ou pelo nome. Embora não tenha conseguido me lembrar de Asha, apesar dos bons dez minutos que passei na frente do meu monitor de vídeo tentando me lembrar dele, estou certo de ter cruzado com ele em algum corredor ou talvez tenha tentado lhe passar na longa fila da cantina do hospital.</p>
<blockquote></blockquote>
<p>O motivo pelo qual não consigo me lembrar dele em particular é que seu rosto é muito comum. É o rosto mais comum que se encontra em qualquer faculdade da Jordânia. Sua barba (de acordo com fotos anteriores) não era tão grossa, e isso faz com que se pareça com 30-40% dos rapazes que estudam na Universidade da Jordânia.&#8221;</p></blockquote>
<p><em>Hareega</em> continua, dizendo que ele acredita que <em>Asha</em> possa ser inocente pelos seguintes motivos:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;First, he graduated from the Jubilee school. I’m familiar with this school since I was accepted there in 1994 but was discouraged from joining it by my parents because it was brand new and didn’t have a GCE program. However, the school was unique in the way it enlightened its students about other cultures. Its students not only scored well in subsequent years but also were able to study abroad and intermingle with people from other countries extremely well.</em><em> </em></p>
<p><em>Another thing worth-mentioning: It’s not only that his father said in an emotional interview with a fox news reporter today that his accused son missed many Fridays prayers and was more willing to read Gray’s Anatomy than the Quran, but it’s because the Jordanian intelligence mentioned that he had clean records prior to leaving Jordan.</em></p>
<blockquote></blockquote>
<p><em><em>We all know it’s not easy easy to have a “clean record” in Jordanian intelligence. They know everything.</em></em></p>
<blockquote></blockquote>
<p><em><em>Things might have changed after he left to the UK, and we know how fanatic some Islamic movements are there, but their target is usually very young Muslim men who have many financial and/or social problems, and that doesn’t apply to Asha. The salaries they give to medical residents there are way better than those they give to residents in the US.</em></em></p>
<blockquote></blockquote>
<p><em><em>I went through the same life that this person went through for many years, and we had different students/doctors graduating from our class. Yes some were very religious , or even supported Hamas or Hizbullah but I can’t buy it that someone would be seriously involved in a militant group or planning an attack on civilians. Our past and present makes it almost impossible for anyone to think of something other than medicine.&#8221;</em></em></p>
<blockquote></blockquote>
<p>&#8220;Primeiro, ele se formou na <em><a href="http://www.jubilee.edu.jo/"><font color="#0000ff">Jubilee School</font></a></em> [EN]. Conheço essa escola desde que fui admitido nela em 1994, mas fui desencorajado pelos meus pais a freqüentá-la porque era muito nova e não tinha o programa GCE. Entretanto, a escola era única no modo como ensinava outras culturas; seus alunos não só tiravam notas altas nos anos seguintes, como também podiam estudar no exterior e relacionar-se extremamente bem com pessoas de outros países.</p>
<blockquote></blockquote>
<p>Outra coisa digna de nota: Não é só pelo fato de seu pai ter dito hoje numa entrevista emocional a um repórter da Fox News que seu filho acusado faltou a muitas orações da sexta-feira e preferia ler Gray’s Anatomy a ler o Alcorão, mas porque o serviço de inteligência jordaniano mencionou que Asha não tinha ficha criminal antes de sair da Jordânia.</p>
<blockquote></blockquote>
<p>Sabemos que não é fácil ter a “ficha limpa” junto ao serviço de inteligência jordaniano. Eles sabem de tudo.</p>
<blockquote></blockquote>
<p>As coisas podem ter mudado depois que ele foi para o Reino Unido, e sabemos como alguns movimentos islâmicos de lá são fanáticos, mas esses movimentos geralmente têm como alvo muçulmanos muito jovens com problemas financeiros e/ou sociais, o que não é o caso de Asha. O salário de um médico-residente no Reino Unido é bem mais alto do que o de um médico-residente nos Estados Unidos.</p>
<blockquote></blockquote>
<p>Tive o mesmo tipo de vida que essa pessoa teve por muitos anos, e diferentes alunos/médicos se formaram conosco. Sim, alguns eram muito religiosos, ou até mesmo apoiavam o Hamas ou o Hezbollah, mas não consigo me convencer de que algum deles pudesse se envolver seriamente com um grupo militante ou planejar um atentado contra civis. Nosso passado e nosso presente tornam quase impossível que pensemos em algo que não seja em medicina.&#8221;</p></blockquote>
<p>Enquanto isso, a blogosfera jordaniana está fervilhando e <em><br />
<em>Natasha Tynes</em></em>, do <em>Mental Mayhem</em>, mostra o que alguns blogueiros estão dizendo <em><a href="http://www.natashatynes.org/mental_mayhem/2007/07/reactions-to-th.html"><font color="#0000ff">neste post</font></a></em> [EN].</p>
<p>O blogueiro <em>Firas</em> <em><a href="http://iheartamman.blogspot.com/2007/07/jordanian-arrested-in-uk-but-who-to.html">pergunta</a></em> [EN] “O que deu errado”?</p>
<blockquote><p><em>&#8220;The sad thing about this story is that Mohammad represents a true example of a hard working Jordanian. His father is a teacher, they reside in Hay Al Zuhoor . Yet he was a true achiever, always at the top of his class. He got 7 siblings, who 3 of them are doctors as well. His parents say he is not an extremist, he has never shown anything of that, he is not strict, and prays like any Muslim.</em><em> </em></p>
<p><em>So what went wrong?Assuming the UK’s security forces are right about him.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;O triste dessa história é que Mohammad é um exemplo real de um esforçado trabalhador jordaniano. Seu pai é professor, eles moram em Hay Al Zuhoor. Apesar disso ele era um verdadeiro realizador, era sempre o melhor da turma. Ele tem sete irmãos e irmãs, dos quais três também são médicos. Seus pais dizem que ele não é extremista, nunca demonstrou nada disso, não é rígido, e reza como qualquer muçulmano.</p>
<p>Então, o que deu errado? Supondo que as forças de segurança do Reino Unido estejam certas a respeito dele.&#8221;</p></blockquote>
<p><em>Firas </em>continua:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;If he is truly involved, there might be some explanation, and I’ve personally witnessed this:<br />
What happens is that Arab students go to study abroad in countries where political and religious freedoms are granted for all, say countries like: US,UK,Canada and Australia. Now these students get to know other Muslim students usually Pakistanis who got some extremists among them, and that’s when they are fed with all this crap. And this is out of personal experience (a close friend would stop talking to you, because you are a Christian,the guy was transformed in 5 months).As in Pakistan extremist groups and parties are deeply rooted in that country, and for an Arab student who finds him/herself in an alien culture and lately a hostile culture to Islam (think of post 9/11,the Danish cartoons,the Pope’s lecture,etc) these guys would have some affect.</em></p>
<p><em>The majority of Muslims in Jordan are devout Muslims, and for them Islam is respecting others and living peacefully. For decades Muslim Jordanians have been studying abroad achieving high ranks and good friendship where ever they go.<br />
It’s just the bad company and the shallowness of the person that would ruin everything.<br />
The question is, if this Asha guy didn’t leave Jordan, would he ever get involved in such things? It’s a very tricky question.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;Se ele está realmente envolvido, deve haver alguma explicação, e eu pessoalmente testemunhei isto:<br />
O que acontece é que estudantes árabes vão estudar fora, em países onde há liberdade política e religiosa, países como: Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Austrália. Agora, esses estudantes conhecem outros estudantes muçulmanos, geralmente paquistaneses que têm alguns extremistas entre eles, e é aí que eles são doutrinados com toda essa porcaria. E isso é experiência própria (um amigo íntimo não fala mais com você porque você é cristão, o cara se transformou em 5 meses).Como no Paquistão, grupos e partidos extremistas estão profundamente enraizados naquele país, e para um estudante árabe que se encontra numa cultura estranha e recentemente numa cultura hostil em relação ao Islã (pense no pós 11 de setembro, nas caricaturas dinamarquesas, na fala do papa, etc) esses caras teriam alguma influência.</p>
<p>A maioria dos muçulmanos da Jordânia é de muçulmanos devotos e para eles o Islã significa respeitar o próximo e viver pacificamente. Por décadas muçulmanos jordanianos têm estudado no exterior obtendo boas notas e fazendo boas amizades independentemente de onde estejam.<br />
São as más companhias e a fraqueza de caráter que podem por tudo a perder.<br />
A pergunta é, se esse Asha não tivesse saído da Jordânia, será que ele alguma vez se envolveria nessas coisas? É uma pergunta muito difícil.&#8221;</p></blockquote>
<p>Na mesma seqüência, <em>Khalaf</em> <em><a href="http://ajloun.blogspot.com/2007/07/is-london-new-kabul.html"><font color="#0000ff">nota</font></a></em> [EN] que o Reino Unido é um terreno fértil para fanáticos islâmicos.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;London continues to be the home for the most extreme religious fanatics, operating in total freedom.</em></p>
<p><em>So, when a brilliant young doctor and his wife left Jordan two years ago, it might not have been too far fetched that he may become a target for the preachers of hate and violence who call London home (as suggested by Firas). The man and wife had clean security records, and were focused on academic and professional achievement rather than mischief.It has not been established yet in court whether they were really involved in the terror plots or to what extent. However, they do seem to have been mixing with a bad crowd. </em></p>
<p><em>Personally, I take little stock in the propaganda that tries to blame such conversions to fanaticism on the freedom which is enjoyed in the west. The descendants of the British Empire on which the sun never set can not be so impotent when dealing with a few loud mouthed welfare abusing fanatics. The country that did not hesitate to destroy Iraq and throw it’s population into massive turmoil in which hundreds of thousands have been killed and millions have been displaced can not be so sensitive to the supposed civil rights of a few trouble makers who can be dealt with in a legal and civilized manner….</em></p>
<p><em><em>It is not difficult to conclude that British authorities harbor and tolerate these people because they serve a purpose. I might add that this purpose is not benign. The end result is that terror emanating from the preachers of hate serves to marginalize the Muslim community in Britain, and fosters xenophobia with the British public. Abroad, this tolerance legitimizes extremism, and is a source of pressure on Arab and Muslim countries to act in a similar way with their own extremists. Only a lunatic or a traitor would try to emulate this behavior.</em></em><em> </em></p>
<p><em>So, while we are worried about fanatics returning from Iraq, Pakistan or Afghanistan, it might be worth while to remember that Britain is the only country that offers preachers of death residency, welfare and legal protection.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;Londres continua abrigando os fanáticos religiosos mais extremistas, que atuam em completa liberdade.</p>
<p>Portanto, não é tão improvável que um jovem médico brilhante, ao sair da Jordânia há dois anos acompanhado de sua mulher, tenha se tornado alvo dos pregadores do ódio e da violência que chamam Londres de seu lar (como Firas sugeriu). O homem e sua mulher não tinham ficha criminal e sua atenção estava voltada para a realização acadêmica e profissional e não para o mal. A justiça ainda não determinou se eles estavam realmente envolvidos nos planos terroristas, ou até que ponto. Entretanto, parece sim, que eles andaram se envolvendo com más companhias.</p>
<p>Eu particularmente dou pouco crédito à propaganda que tenta atribuir à liberdade desfrutada no ocidente essas conversões ao fanatismo. Os descendentes do império britânico onde o sol nunca se punha, não podem ser tão impotentes ao lidar com uns poucos fanáticos vociferantes e abusadores da assistência social. O país que não hesitou em destruir o Iraque e jogar sua população numa imensa baderna em que centenas de milhares de pessoas foram mortas e milhões foram desalojadas, não pode ser tão sensível aos supostos direitos civis de uns poucos agitadores que podem ser tratados de uma maneira legal e civilizada….</p>
<p>Não é difícil concluir que as autoridades britânicas abrigam e toleram essas pessoas porque elas servem a um propósito. Devo acrescentar que esse propósito não é benigno. O resultado final é que o terror emanado dos pregadores do ódio serve para marginalizar a comunidade muçulmana na Grã-Bretanha e fomentar a xenofobia entre os britânicos. No exterior, essa tolerância legitima o extremismo, e é uma fonte de pressão sobre os países árabes e muçulmanos para agir de maneira semelhante em relação aos seus próprios extremistas. Só um louco ou traidor tentaria emular esse comportamento.</p>
<p>Portanto, enquanto nos preocupamos com fanáticos retornando do Iraque, Paquistão ou Afeganistão, vale a pena lembrar que a Grã-Bretanha é o único país que oferece aos pregadores da morte visto de residência, assistência social e proteção legal.&#8221;</p></blockquote>
<p>Enquanto isso, <em>Salam Adil</em>, do Iraque, mostra a reação de blogueiros iraquianos <em><a href="http://www.globalvoicesonline.org/2007/07/06/landing-at-the-iraqi-blogodrome-37/"><font color="#0000ff">aqui</font></a></em> [EN]</p>
<p align="right"><em>(texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/" title="Posts by Amira Al Hussaini">Amira Al Hussain</a></em><em>)</em></p>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</em></p>
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