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	<title>Global Voices em Português &#187; France</title>
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		<title>França: Secularidade, Requisito para Democracia e Direitos Humanos</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/09/07/franca-secularidade-requisito-para-democracia-e-direitos-humanos/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 21:12:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Casaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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		<description><![CDATA[O conceito francês de secularidade parece ser tão distinto, que até mesmo o verbete sobre esse conceito na Wikipédia em Inglês utiliza a palavra laïcité [laicidade] na descrição. Suzanne Lehn explica os modos diferentes que os blogueiros dos EUA e da França vêem a separação da Igreja e do Estado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/suzanne-lehn/">Suzanne Lehn</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/diegocasaes/'>Diego Casaes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/09/04/france-secularity-required-for-democracy-and-human-rights/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single">
<p>O conceito francês de secularidade parece ser tão distinto, que até mesmo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/La%C3%AFcit%C3%A9">o verbete sobre esse conceito na Wikipédia em Inglês</a> utiliza a palavra <em>laïcité</em> [laicidade] na descrição.</p>
<p>Levando em conta as blogosferas dos EUA e da França, é possível, de alguma forma, sanar a falha na compreensão do termo <em>laïcite</em> que tem sido gerada entre ambos os lados do oceano Atlântico?</p>
<p><em>Arthur Goldhammer</em>, traçando um paralelo entre a burca e o hábito das freiras católicas, <a href="http://artgoldhammer.blogspot.com/2009/08/cant-help-scratching-that-itch.html">adverte</a> [en] ser um &#8220;fanático da <em>laïcité</em>&#8220;:</p>
<blockquote><p>(…) Not everyone in the ambient society accepts these tenets of faith, but the symbol embodying them is nevertheless not banned from the streets. It is banned from the schools. Traditionally, laïcité meant exactly this kind of drawing of boundaries.</p></blockquote>
<div class="translation">(&#8230;) Nem todos na sociedade aceitam estes dogmas de fé, mas os símbolos incorporados neles não são, contudo, banidos das ruas. São banidos das escolas. Tradicionalmente, a <em>laïcité</em> significa exatamente este tipo de delineamento dos limites.</div>
<p>Alguns blogueiros franceses, preocupados com os ataques, não somente religiosos como também políticos, que eles sentem estar ameaçando a <em>laïcité</em> na França, esforçaram-se para explicar a noção e deixar claro que a laicidade é um requisito para democracia e direitos humanos.</p>
<p>Em um <a href="http://librepropos.blog.lemonde.fr/2009/05/17/revison-de-la-loi-1905-vigilance-republicaine/">post</a> [fr] em maio de 2009 hospedado no site do lemonde.fr, Bartolomeo, do blog <em>librepropos</em> mostrou essa <strong>definição</strong>:</p>
<blockquote><p>laïcité: La Laïcité combat tous les cléricalismes c’est à dire toute intrusion du fait religieux, de la croyance dans les institutions publiques de la République.</p></blockquote>
<div class="translation">laïcité: A laicidade combate todos os clericalismos, ou seja, toda intrusão de qualquer fenômeno religioso ou credo, nas instituições públicas da República.</div>
<div><strong>O contexto histórico</strong></div>
<p>O conceito de <em>laïcité</em> apareceu primeiramente com a Revolução Francesa, e foi institucionalizado com a &#8220;lei de 1905&#8243; [da Separação da Igreja e do Estado]. O choque com a Igreja Católica enfraqueceu, cada lado encontrando, enfim, seus interesses nessa nova relação.</p>
<blockquote><p>Dans ce concept de laïcité ouverte des années 1990, ce droit à la différence se transforma petit à petit en “une différence de droits” . L’islam absent de ce débat apparaît alors à travers l’affaire du foulard de Creil en 1989. […]</p></blockquote>
<div class="translation">Neste conceito de secularidade aberta dos anos 90, o direito de ser diferente gradualmente se transformou em &#8220;direitos diferentes&#8221;. O Islamismo, ainda ausente deste debate, insere-se na discussão com o caso do véu na cidade de Creil, no ano de 1989 [&#8230;].</div>
<div><strong>Uma das fundações da República</strong></p>
<blockquote><p>[La laïcité est inscrite à l&#39;article 1 de la Constitution] “La France est une République indivisible, laïque, démocratique et sociale. Elle assure l’égalité devant la loi de tous les citoyens sans distinction d’origine, de race ou de religion. Elle respecte toutes les croyancea s. […]”</p></blockquote>
<div class="translation">[A <em>Laïcité</em> está presente no primeiro artigo da  <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Constitution_of_France">Constituição francesa, en]</a>; “A França é uma República indivisível, laica, democrática e social. Ela garante a igualdade sob os olhos da lei para todos os cidadãos, sem distinção de origem, raça ou religião. Ela respeita todos os credos. [&#8230;]</div>
<p>Mas a<em> laïcité</em> se originou com o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Iluminismo">Iluminismo</a> e a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Declara%C3%A7%C3%A3o_dos_Direitos_do_Homem_e_do_Cidad%C3%A3o">Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 26 de agosto de 1789</a>.</p>
<p><strong>O conteúdo da <em>laïcité</em> em 4 pontos</strong></p>
<blockquote><p><em>Vivre ensemble</em>: […] A chacun de vivre librement ses options spirituelles ou convictions philosophiques. - A tous de disposer d’un espace commun, public, assurant liberté et égalité. - mais aussi créer un monde commun aux hommes, tout en leur permettant de garder librement leurs différences.</p>
<p>selon <em>3 principes</em>: Liberté de Conscience - Égalité des Options Spirituelles Universalité de la Loi Commune.</p>
<p>[<em>par le moyen juridique</em> de] la séparation des Églises et de l’État par la loi de 1905 [en distinguant] une Sphère Privée et une Sphère Publique<br />
<em>L&#39;Ecole Laïque</em> [en est l&#39;outil basique pédagogique].</p></blockquote>
</div>
<div class="translation"><em>Conviver</em> : Direito de viver livremente de acordo com suas convicções filosóficas ou espirituais; de espaço público, garantindo a liberdade e igualdade - mas também para criar um mundo em comum para a humanidade, permitindo-os a livremente manter suas diferenças.<br />
São três princípios: Liberdade de consciência; igualdade de opções espirituais; e universalidade da lei.</p>
<p>Por meios jurídicos, garantir a separação do Estado e da Igreja com a lei de 1905 distinguindo uma esfera privada e uma esfera pública.</p>
<p><em>Escola Secular</em> [a ferramenta de ensino básico]</div>
<div><em>Franco-Ivorian</em> <em>Delugio</em>, em seu blog <em> <a href="http://delugio.blogspot.com">“Une vingtaine”! et quelques</a> </em>[fr]<em>,</em> <a href="http://delugio.blogspot.com/2009/08/burqa-gauche-et-neo-colonialisme.html">explica a diferença</a> entre a secularidade americana e a <em>laïcité</em> francesa:</p>
<blockquote><p>Dans sa structure moderne, la racine immédiate de la démocratie peut se trouver dans le protestantisme américain, s’organisant pour un « vivre ensemble » au-delà de la pluralité des Églises — pour une gestion partagée de la cité commune.<br />
Cela ne se fera pas sans heurts : ça commencera par la guerre d’indépendance pour aboutir au XXe siècle — mais dès le départ, pour les indépendantistes, la dimension de la séparation des Églises et de l’État est un acquis non négociable.<br />
Lorsque la France révolutionnaire reprendra ce modèle américain, elle se heurtera à une Église, l’Église catholique, prétendant, contrairement aux Églises protestantes américaines, à l’unicité.<br />
C’est ce choc qui caractérise la « laïcité à la française » : laïcité de type américain dans un contexte de combat contre une Église revendiquant le pouvoir d’une façon ou d’une autre.</p></blockquote>
<div class="translation">
<div>Em sua estrutura moderna, a raiz imediata da democracia pode ser encontrada no Protestantismo Americano, organizando-se em prol de um &#8220;conviver&#8221; além da pluralidade das Igrejas - por uma gestão compartilhada da cidade comum.</div>
<div>Isso não seria possível sem conflitos: para começar, a Guerra da Independência durou até o século XX - mas desde o início, a importância da separação entre Igrejas e o Estado tem sido um ativo não-negociável.</div>
<div>Quando a França revolucionária retomou o modelo americano, discordou de uma Igreja, a Igreja Católica, reivindicando, diferentemente das Igrejas Protestantes Americanas, uma unicidade.<br />
Esta discordância é a característica da &#8220;laicidade à francesa&#8221;: um tipo americano de secularidade em um contexto que luta contra uma Igreja que exige poder de alguma forma.</div>
</div>
<p>Ele então avalia as chances e obstáculos para o Islã neste mesmo percurso em direção a <em>laïcité</em>, que ele enxerga como desejável e historicamente necessária, e acha que a França pode assumir um papel específico neste processo:</p>
<blockquote><p>La France est en position, de par son histoire, de mener ce combat qu’elle a déjà mené en métropole face au catholicisme.</p>
<p>Mais le combat sera rendu plus difficile encore par ce que dans son empire colonial, la France a fait exactement l’inverse de ce qu’elle a proclamé et de ce qu’elle a fait en métropole : elle a, à l&#39;instar des autres puissances coloniales, consacré dans l’empire colonial des lois particulières, y compris la charia, comme vis-à-vis de la République.</p></blockquote>
<div class="translation">
<div>A França, com todo o contexto histórico, está em posição de liderar esta luta, visto sua luta contra o Catolicismo no país.</div>
<div>Mas o combate será bem mais difícil, na medida em que a França fez, em seu império colonial, o oposto do que fez e proclamou em seu próprio país: como outras potências colonialistas, a França estabeleceu em seu império colonial regulamentos específicos, incluindo a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Charia">Charia</a> [lei islâmica fundamentalmente baseada no Corão], como parceiros da República.</div>
</div>
<p>E se, além de todos estes grandes princípios que os Franceses adoram tomar posse como seus cavalinhos de guerra, eles se inspirarem, como sugerido por <em><a href="http://michelr.tumblr.com">MRT</a></em> [fr], pelo pragmatismo de seus vizinhos belgas, compreendendo a <a href="http://michelr.tumblr.com/post/165588002/la-burka-et-les-belges">questão da burca</a> como uma simples questão de segurança:</p>
<blockquote><p>En Belgique et au Luxembourg, c’est tout simple : pas de ségrégation religieuse, mais une simple loi sur la sécurité afin que les personnes mal intentionnées ne déjouent pas les caméras de surveillance.<br />
Voici le texte de loi voté en 2005:<br />
“Sans autorisation de l’autorité compétente, il est interdit sur le domaine public de se dissimuler le visage par des grimages, le port d’un masque ou tout autre moyen, à l’exception du “temps du carnaval”.</p></blockquote>
<div class="translation">Na Bélgica e em Luxemburgo é muito simples: não há segregação religiosa, mas uma simples lei sobre segurança com o intuito de prevenir que pessoas mal-intencionadas frustrem as câmeras de vigilância.<br />
O projeto de lei, aprovado em 2005, diz:<br />
“Sem permissão da autoridade responsável, está proibido, em espaços públicos, que uma pessoa esconda seu rosto com pinturas, máscaras, ou qualquer outra forma, exceto em tempos de carnaval&#8221;.</div>
</div>
</div>
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		<title>Protestos pela Palestina ao Redor do Mundo</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/01/05/protestos-pela-palestina-ao-redor-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 22:48:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mundo saiu às ruas em defesa de Gaza. Centenas de milhares de pessoas participaram de protestos e manifestações de repúdio ao conflito em Gaza nos últimos cinco dias, em todos os cantos do planeta. De Boston a Beirute, da Cidade do Cabo a Caracas, cidadãos mostraram sua solidariedade e apoio a Gaza. Jillian York passeia pelo Flickr e nos mostra algumas fotos das manifestações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/jillian-york/">Jillian York</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/01/04/global-protests-for-palestine/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>O mundo saiu às ruas em defesa de Gaza. Centenas de milhares de pessoas participaram de protestos e manifestações de repúdio ao conflito em Gaza nos últimos cinco dias, em todos os cantos do planeta. De Boston a Beirute, da Cidade do Cabo a Caracas, cidadãos mostraram sua solidariedade e apoio a Gaza.</p>
<p>Aqui estão algumas fotos das manifestações ao redor do globo, todas elas disponibilizadas sob licenças livres no <a href="http://flickr.com/">Flickr</a>:<br />
<a href="http://farm4.static.flickr.com/3256/3151575712_71c235a24f_m.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-54830" title="calgary" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/01/calgary.jpg" alt="" /></a></p>
<p><a href="http://farm4.static.flickr.com/3256/3151575712_71c235a24f_m.jpg">Osama Al-Eryani</a>, Calgary<br />
<a href="http://farm2.static.flickr.com/1078/3163713761_8eafb37848.jpg?v=0"><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-54831" title="dublin" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/01/dublin.jpg" alt="" /></a></p>
<p><a href="http://farm2.static.flickr.com/1078/3163713761_8eafb37848.jpg?v=0">infomatique</a>, Dublin</p>
<p><a href="http://farm4.static.flickr.com/3221/3145889996_7dfc8f246d.jpg?v=0"><img class="alignnone size-full wp-image-54832" title="paris" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/01/paris.jpg" alt="" /></a></p>
<p><a href="http://farm4.static.flickr.com/3221/3145889996_7dfc8f246d.jpg?v=0">Alalettre</a>, Paris</p>
<p><a href="http://flickr.com/photos/jewishvoiceforpeace/313207631/"><img class="alignnone size-full wp-image-54833" title="seattle" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/01/seattle.jpg" alt="" /></a></p>
<p><a href="http://flickr.com/photos/jewishvoiceforpeace/313207631/">Jewish Voice for Peace</a>, Seattle</p>
<p><a href="http://farm3.static.flickr.com/2271/2224536472_2bb6ccdafc.jpg?v=0"><img class="alignnone size-full wp-image-54834" title="beirut" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/01/beirut.jpg" alt="" /></a></p>
<p><a href="http://farm3.static.flickr.com/2271/2224536472_2bb6ccdafc.jpg?v=0">farfahinne</a>, Beirut</p>
<p><a href="http://farm4.static.flickr.com/3088/3164797106_5a35d9ef25.jpg?v=0"><img class="alignnone size-full wp-image-54835" title="boston" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/01/boston.jpg" alt="" /></a></p>
<p><a href="http://farm4.static.flickr.com/3088/3164797106_5a35d9ef25.jpg?v=0">Hamza Daoui</a>, Boston</p>
<p>O <a href="http://electronicintifada.net/v2/article10101.shtml"><em>Eletronic Intifada</em></a> [&#39;Intifada Eletronica&#39;, em inglês] também publica um resumo das reações ao redor do globo.</p>
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		<title>Madagáscar: Peça sobre independência banida por autoridades francesas</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/12/14/madagascar-peca-sobre-independencia-banida-por-autoridades-francesas/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Dec 2008 13:28:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma peça teatral para comemorar a histórica Batalha da Indepndência de Madagascar foi banida dos palcos do hemisfério sul por autoridades regionais francesas que não deram maiores explicações sobre os motivos. O debate sobre a peça e o tema continua na internet.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/lova-rakotomalala/">Lova Rakotomalala</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/12/14/madagascar-french-authorities-ban-play-on-historic-independence-battle/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<p>Uma peça teatral em comemoração à histórica Batalha pela Independência de Madagáscar foi banida dos palcos do hemisfério sul africano por autoridades regionais francesas, sem dar maiores explicações sobre os motivos.</p>
<p>A data 29 de março de 1947 traz várias lembranças traumáticas a muitos dos cidadãos mais velhos de Madagáscar. Trata-se do dia em que <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Malagasy_Uprising">o exército francês esmagou violentamente uma das primeiras lutas pela independência no seu antigo império colonial</a> [en]. Como resultado, entre 30 mil e 100 mil pessoas morreram (o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Malagasy_Uprising#Casualties">número exato de casualidades é ainda discutido</a> [en] por historiadores).</p>
<p>Embora o massacre tenha sido reconhecido pelo governo francês como um crime de guerra em 1951 e como uma repreensão inaceitável em 2005, os eventos de 1947 são relativamente desconhecidos tanto em Madagáscar quanto no mundo. Para lançar mais luz sobre a tragédia, o renomado escritor malgaxe <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Raharimanana">Jean-Luc Raharimanana</a> e o diretor francês Thierry Bedard se uniram para produzir uma peça chamada de “<a href="http://notoire47.canalblog.com/">47</a>” [fr] que encena o desenrolar dos eventos e debate o complexo relacionamento entre os colonizadores e a população nativa.</p>
<p>Veja abaixo um rápido clip da peça:</p>
<div><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="420" height="339" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.dailymotion.com/swf/x7o55p" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="339" src="http://www.dailymotion.com/swf/x7o55p" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<strong><a href="http://www.dailymotion.com/swf/x7o55p">47 Raharimanana</a></strong><em> por <a href="http://www.dailymotion.com/notoire">notoire</a></em></div>
<p>Depois de algumas apresentações em duas cidades metropolitanas francesas, <a href="http://www.liberation.fr/theatre/0101304677-le-cas-47">a peça foi banida</a> [fr] nas regiões do sul da África e do Oceano Índico pela Direção Geral da Cooperação Internacional e do Desenvolvimento da França.</p>
<p><a href="http://www.rue89.com/2008/12/05/madagascar-1947-censure-d-etat-pour-une-piece-de-theatre">O criador da peça, Jean-Luc Raharimanana, reage energeticamente</a> à proíbição no blogue <em><a href="http://rue89.com/">Rue89</a></em> [fr]:</p>
<blockquote><p>Silence pèse sur la mémoire. Les langues se délient. Des hommes et des femmes voudront comprendre. Dans ce désir, réel cette fois-ci, de vivre ensemble[..] Pourquoi en 47, deux ans après le carnage, deux ans après le « plus jamais ça», pourquoi à Madagascar s’est perpétré l’un des plus grands massacres coloniaux ? [..] C’est ce silence qu’explore le spectacle “47″. Une histoire commune. Violente. Sensible. Un théâtre qui nous ramène dans ce désir de vivre ensemble, de comprendre ce qui a déchiré, les corps malmenés et torturés, les paroles étouffés et les non-dits qui corrompent les âmes.[..] Mais ainsi en a décidé le “bureau politique” de la DGCID1. Censure sur le spectacle. Interdiction d’emmener cette parole dans les centres culturels africains et alliances françaises. [..] Mais la mémoire se moque bien de la censure même si c’est une censure d’Etat. Le désir est profond de comprendre d’autant plus que nous avons maintenant le recul nécessaire pour tout entendre, pour enfin échanger.</p></blockquote>
<div class="translation">O silêncio é um peso na memória. Com o tempo, as pessoas começam a falar. Com o tempo, homens e mulheres gostariam de entender. Há um desejo, dessa vez verdadeiro, de viver juntos [..] Por que é que em 1947, dois anos depois da grande guerra, dois anos depois do “nunca mais”, um dos grandes massacres coloniais acontece em Madagáscar? [..] é esse silêncio que 47 explora. Uma história em comum. Violenta. Sensível. Um drama que nos leva de volta ao desejo de viver juntos, entender o que nos separou, os corpos surrados e torturados, a repressão das vozes e as palavras não ditas que corrompem a alma. [..] Mas o DGCID (Direção Geral da Cooperação Internacional e do Desenvolvimento) decidiu de outra forma. Censura às artes. Banimento da mensagem em centros culturais africanos e alianças francesas […] Mas a memória não quer saber de censura, mesmo que tenha sido uma censura determinada pelo estado. O desejo de entender é profundo, especialmente agora que tivemos tempo de  dar um passo atrás e refletir, tempo de ouvir todas as vozes e conversar.</div>
<p>Alguns <a href="http://mondomix.com/musiques-du-monde/fr/1234185.htm">blogueiros</a> relataram a notícia da proíbição em seus <a href="http://www.africultures.com/index.asp?menu=affiche_article&amp;no=8238">blogues</a>. As reações na <a href="http://www.rue89.com/2008/12/05/madagascar-1947-censure-d-etat-pour-une-piece-de-theatre?page=0#commentaires">caixa de comentários</a> na postagem Raharimanana variam entre indiferença e indignação.</p>
<p>Alguns não vêem necessidade em reavivar o passado. <a href="http://www.rue89.com/user/login?destination=user/28480">Mechante Langue</a> pergunta [fr]:</p>
<blockquote><p>Ne jouez pas les faux martyrs. Sinon serieusement vous croyez vraiment que la chose la plus importante à denoncer a Madagascar aujourd hui , ce sont les massacres de 47 ..sérieusement ?</p></blockquote>
<div class="translation">Não encene esse falso mártirio. Você acredita mesmo que as coisas mais importante para se denunciar em Madagáscar hoje são os massacres de 1947… Sério?”</div>
<p>Ao que <a href="http://www.rue89.com/user/login?destination=user/61535">Monsieur Lambda</a> responde [fr]:</p>
<blockquote><p>Il vous échappe manifestement que ces massacres sont, dans une large mesure, fondateurs de la conscience nationale des Malgaches et qu’ils occupent, du point de vue de la mythologie nationale, une place comparable à celle de la prise de la Bastille pour les Français.</p></blockquote>
<div class="translation">É evidente que você não entendeu que os massacres foram, de certo modo, a fundação da identidade nacional malgaxe e portanto a formação da aura nacional, eles têm o mesmo significado do Dia da Bastilha para os franceses.</div>
<p><a href="http://www.rue89.com/user/login?destination=user/60349">Juan Pablo de Tagéna</a> acha que o povo malgaxe deve repensar se a luta colonial valeu a pena [fr]:</p>
<blockquote><p>Aujourd’hui les Malgaches ne demanderaient pas leur indépendance: ils seraient à 99% pour le maintien dans la Communauté Française.</p></blockquote>
<div class="translation">Hoje, os malgaxes não estariam pedindo a independência: 99% deles prefeririam fazer parte da comunidade francesa.</div>
<p>Em uma conversa privada no <a href="http://facebook.com/">facebook</a> discutindo a proibição, <a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=625121986">Soaray Rabarimampianina</a> (citada aqui com permissão) acha que ainda há muito a ser feito para que essa parte da história possa ser discutida abertamente.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-53934" title="facebook-soaray" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/12/facebook-soaray.jpg" alt="" width="541" height="141" /></p>
<blockquote><p>Il y a bien du chemin à parcourir avant que la France accepte cette partie de son histoire qu&#39;est la colonisation.</p></blockquote>
<div class="translation">Ainda há muito caminho a se percorrer até que a França aceite completamente essa parte de sua história que é a colonização.</div>
<p>Na mesma discussão, <a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=1386817819">Tsilavina Ralaindimby</a> destaca que ao debater o período colonial, não se deve nunca esquecer que os soldados das colônias lutaram ao lado da França nas duas guerras mundais [fr]:<br />
<img class="aligncenter size-medium wp-image-53935" title="facebook-tsi" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/12/facebook-tsi.jpg" alt="" /></p>
<blockquote><p>C&#39;est un documentaire sur les Tirailleurs Malagaches qui sont venus pour se battre au nomb de la France en 14/18 et dont beaucoup sont morts là-bas. A Menton [..] il y a là-bas un cimetière avec toute une rangée de tombes de soldats malgaches.</p></blockquote>
<div class="translation">Existe um documentário sobre os soldados franco-atiradores malgaxes que lutaram pela França na guerra de 14/18 e que morreram lá. Em Menton, [..] há um cemintário com algumas alas cheias de jazidos de soldados malgaxes.</div>
<p class="contributors"><a href="http://mg.globalvoicesonline.org/author/jentilisa/">Jentilisa</a> contribuiu com esse artigo com links e referências.</p>
</div>
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		<title>Olhares Internacionais Sobre as Eleições nos EUA</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 19:11:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conforme as Eleições Norte-Americanas se aproximam, aumenta a atenção internacional à política norte-americana e aos candidatos concorrentes. Projetos como o Jornalismo Coletivo da Current TV e o Voices Without Votes do Global Voices Online se encarregaram de reunir o que está sendo dito sobre o tema e trazer a perspectiva global sobre esta questão local.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/juliana-rincon-parra/">Juliana Rincón Parra</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/10/08/international-eye-on-the-us-elections/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Conforme as Eleições Norte-Americanas se aproximam, aumenta a atenção internacional à política norte-americana e aos candidatos concorrentes. Projetos como o <a href="http://current.com/people/CJCollectiveWorks">Jornalismo Coletivo</a> [En] da <em>Current TV</em> e o <a href="http://voiceswithoutvotes.org/">Voices Without Votes</a> [En] do Global Voices Online se encarregaram de reunir o que está sendo dito sobre o tema e trazer a perspectiva global sobre esta questão local.</p>
<p>O programa <a href="http://current.com/topics/511_collective_journalism">Jornalismo Coletivo</a>, da Current TV, começou uma série de reportagens em vídeo sobre como o resto do mundo vê os EUA. Em <a href="http://current.com/items/89378240_the_view_from_over_there">The View from Over There</a> [&#8221;A Vista de Lá&#8221;, em inglês], pessoas de muitos diferentes países falam sobre seus pontos de vista sobre as políticas externas norte-americanas, a guerra no Iraque, a situação com o Irã e mencionam quem elas gostariam de ver como o futuro presidente dos EUA. As entrevistas no vídeo são por vezes realizadas em outras línguas, mas todas elas tem legendas em inglês.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://current.com/e/89378240/en_US" /><param name="wmode" value="transparent" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="400" src="http://current.com/e/89378240/en_US" wmode="transparent"></embed></object></p>
<p>Este vídeo também usa filmagens de outros programas sobre as <a href="http://current.com/topics/32967338_election_2008">Eleições Norte-Americanas 2008</a> [En], mas desta vez se concentrando na perspectiva externa. Este é um trabalho que também vem sendo realizado há algum tempo pelo Global Voices e pela Reuters no <a href="http://voiceswithoutvotes.org/">Voices Without Votes</a>, que reúne opiniões de todos os cantos do planeta a respeito das Eleições nos EUA. Se você tem alguma blogada que gostaria de enviar para o site, você pode fazê-lo clicando <a href="http://voiceswithoutvotes.org/submit/">aqui</a> [En].</p>
<p>O assunto do próximo programa Jornalismo Coletivo da Current TV serão as opiniões internacionais sobre as políticas de imigração dos EUA.</p>
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		<title>Colombia: Resgate de Reféns Causa Preocupações</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 21:09:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de um resgate considerado "perfeito" pela ex-candidata presidencial libertada Ingrid Betancourt, que foi resgatada pelo exército colombiano na quarta-feira dia 2 de julho junto a outros 14 reféns que estavam sendo mantidos pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) por mais de 10 anos em alguns casos, a comunidade colombiana está expressando preocupações a respeito das repercussões possíveis deste resgate, e que interesses podem estar por trás dele.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/juliana-rincon-parra/">Juliana Rincón-Parra</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/07/05/colombia-hostage-rescue-raises-concerns/ '>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Depois de um resgate considerado &#8220;perfeito&#8221; pela <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dngrid_Betancourt">ex-candidata presidencial libertada Ingrid Betancourt</a>, que foi resgatada pelo exército colombiano na quarta-feira dia 2 de julho junto a outros 14 reféns que estavam sendo mantidos pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) por mais de 10 anos em alguns casos, a comunidade colombiana está expressando preocupações a respeito das repercussões possíveis deste resgate, e que interesses podem estar por trás dele.</p>
<p>O blogueiro <em>Victor Solano</em> <a href="http://victorsolano.com/2008/07/04/el-rescate-de-ingrid-y-los-estadounidenses-%c2%bfun-show-para-los-medios/">fala</a> [Es] sobre um artigo jornalístico em francês <a href="http://info.rsr.ch/fr/news/Ingrid_Betancourt_une_liberation_achetee.html?siteSect=2010&amp;sid=9296449&amp;cKey=1215177798000">encontrado na Radio Suisse Romande</a> [Fr] e <a href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/FARC/habrian/cobrado/127/millones/euros/operacion/rescate/Betancourt/elpepuint/20080704elpepuint_15/Tes">outro artigo em espanhol no jornal elpais.com</a> [Es] da Espanha, que afirmam que o exército americano deu 20 milhões de dólares para as FARC em troca da libertação dos 15 reféns.</p>
<p>No site de micro-blogging <a href="http://twitter.com/jeromesutter/statuses/850142723">Twitter, Jerome Sutter</a> [Es] sugere que esta troca econômica poderia ser a causa das poucas reações oficiais esboçadas por Sarkozy.</p>
<p>Também no <a href="http://twitter.com/Gerente/statuses/850150345">Twitter, Gerente</a> [Es] cita um famoso âncora de rádio, Julito, de um popular programa de rádio na estação W, que relata que o polêmico escritor colombiano <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Fernando_Vallejo">Fernando Vallejo</a> teria dito que &#8220;a libertação dos reféns foi manipulativa, furtiva e terrível.&#8221;&#8230; Mas ao que parece Vallejo <a href="http://es.noticias.yahoo.com/efe/20080704/twl-fernando-vallejo-esta-indignado-porq-e1e34ad.html">na verdade estaria se referindo</a> [es] à própria Ingrid Betancourt, e dizendo que a maneira como a mídia está se concentrando somente nela e não nas outras centenas de reféns é escandalosa.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/07/gerentetwitingrid.jpg" alt="" /></p>
<blockquote><p><em>&#8220;<a href="http://twitter.com/Gerente">Gerente</a>: e Vallejo até tem razão&#8221;<br />
&#8220;<a href="http://twitter.com/Gerente">Gerente</a>: @medeamaterial &#8216;Julito&#39; o disse desta maneira e eu somente acabei de lê-lo&#8221;<br />
&#8220;<a href="http://twitter.com/Gerente">Gerente</a>: a [rádio] W de Julito e <a href="http://tinyurl.com/5wpgf5">http://tinyurl.com/5wpgf5</a>&#8220;<br />
&#8220;<a href="http://twitter.com/Gerente">Gerente</a>: &#8216;a libertação dos reféns é manipuladora, velhaca e horrível&#8230;.&#39; FERNANDO VALLEJO o &#8216;grande escritor Colombiano&#39;&#8221;</em></p></blockquote>
<p><a href="http://www.equinoxio.org/destacado/jaque-una-operacion-perfecta-2879/">Marsares, da revista online equinoXio</a> [es] informa que a operação foi tão perfeita que há muitos que estão duvidando dela. Por não compartilhar deste ponto de vista, seus argumentos oferecem um contraponto a essas críticas. Contudo, ele faz uma concessão e admite o fato de que a estratégia do &#8216;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cavalo_de_Tr%C3%B3ia">Cavalo de Tróia</a>&#8216; foi utilizada, pretendendo ser uma missão humanitária e possivelmente fazendo com que seja mais difícil para outros reféns conseguirem receber qualquer tipo de auxílio humanitário no futuro.</p>
<p>A jornalista e blogueira <a href="http://www.fromthefrontline.co.uk/blogs/index.php?blog=9&amp;title=those_left_behind_in_the_jungle&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1">Anastasia Moloney</a> [En] escreve que algumas famílias temem que as guerrilhas possam voltar-se contra os reféns remanescentes, matando-os ou machucando suas famílias, e que agora que Ingrid foi libertada junto com os três cidadãos norte-americanos, a pressão internacional para libertar os reféns remanescentes possa desaparecer.</p>
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		<title>Vlog Internacional: Colaboração que atravessa fronteiras</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 07:14:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Vlog International é um projeto que reúne videologgers falantes do espanhol: as pessoas submetem suas idéias, uma é escolhida e todos gravam suas peças sobre o tema, que são então editadas por alguém em uma só obra, que é por sua vez publicada no site do projeto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/juliana-rincon-parra/">Juliana Rincón Parra</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/14/vlog-international-collaboration-across-borders/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/04/user_photo_vbloginternacional941-907.jpg" align="left" height="110" hspace="5" vspace="5" width="110" />O <em>Vlog International</em> é um projeto que reúne <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Vlog">videologgers</a> falantes do espanhol: as pessoas submetem suas idéias, uma é escolhida e todos gravam suas peças sobre o tema, que são então editadas por alguém em uma só obra, que é por sua vez publicada no site do projeto. Eles começaram em 2006, quando um grupo de amigos se reuniu para fazer uma <a href="http://video-homenaje.blogspot.com/2006/09/640pm-cst.html">video-homenagem a um amigo videologger</a>[Es]: foi através deste website que todos se encontraram, e eles quiseram dar reconhecimento público ao fato. O próximo projeto aconteceu orgânicamente: o amigo que havia organizado o primeiro vídeo colaborativo estava passando por um momento difícil em sua vida, e todos decidiram gravar um desejo de feliz aniversário em vídeo: eles gravaram a si mesmos cantando feliz aniversário, tocando a música em instrumentos, dançando e sentados frente a bolos com velas, e <a href="http://video-homenaje.blogspot.com/2007/02/feliz-cumpleanos-chapin.html">este vídeo pode ser encontrado através deste link</a>[Es].</p>
<p>Eles começaram então a se referir a estas experiências como &#8220;<em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sancocho">Sancocho</a> de Video</em>&#8220;: <em>sancocho</em> é um termo que se refere a vários diferentes tipos de sopa em toda a América Latina. O último vídeo do grupo Vlog International é sobre uma caminhada à volta do quarteirão. Videologgers da Colômbia, Israel, Canadá, Alemanha e EUA, todos dividiram suas vizinhanças pelo vídeo. Você pode assistí-lo <a href="http://vlog-internacional.blogspot.com/2008/03/episodio-31-la-vuelta-la-manzana_31.html">clicando aqui</a>.</p>
<p>Vlog International já tem 31 vídeos colaborativos disponíveis em sua <a href="http://vlog-internacional.blip.tv/#795307">página no blip.tv</a> e eles estão sempre na esperança de adicionar novos videoblogueiros a seu site. Tudo que é necessário é que a pessoa tenha o interesse de fazer um vídeo de um minuto: 30 segundos explicando onde está e quem é, e 30 segundos gravando sua peça na &#8220;vídeo missão&#8221; na qual estiver colaborando, e então fazendo upload do vídeo e enviando por email o link do mesmo para o grupo. Instruções em espanhol podem ser encontradas <a href="http://vlog-internacional.blogspot.com/2006/10/quieres-participar-en-el-vlog.html">aqui</a>.</p>
<p>Todos estes vídeos estão sendo publicados sob uma <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/deed.pt">licença Creative Commons</a>, e você pode participar do processo ao ler o <a href="http://vlog-intercontinental.pbwiki.com/Historia">wiki deles</a> [Es]. Passear pelos muitos episódios é uma grande forma de ganhar uma perspectiva global sobre um mesmo assunto. <a href="http://vlog-internacional.blip.tv/file/285302/">Neste outro vídeo</a>[Es], os videologgers nos levam em um passeio para fora dos supermercados e nas diferentes feiras regionais da França, Inglaterra, Itália, Alemanha, México, Brasil, Estados Unidos da América, Chile, Espanha e Colômbia.</p>
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		<title>África: Vloggers, Bloggers e Filmes</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Mar 2008 15:43:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mirellacris</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Alguns olhares da África através de vídeos de mídia cidadã. De ganhadores do BoB, passando por contadores de histórias, documentários sobre artistas, a indústria cinematográfica nigeriana de Nollywood e mais...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/juliana-rincon-parra/">Juliana Rincón Parra</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/mirellacris/'>mirellacris</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/03/06/africa-vloggers-bloggers-and-movies/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana">Alguns olhares lançados sobre a África por meio de vídeos de mídia local. Desde Bob winners, até contadores de histórias, documentários sobre artistas, indústria cinematográfica nigeriana, Nollywood e muito mais.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana"></span></p>
<p><a href="http://current.com/items/88844576_african_bloggers_fight_against_bad_governance"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/03/current.JPG" alt="Current TV  African Bloggers Fight Against Bad Governance" height="292" width="342" /></a></p>
<p><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana">As histórias gravadas em vídeo de Usnico são interessantes e bem produzidas: <a href="http://current.com/items/88839293_what_happens_to_flood_victims_in_africa">um vídeo exibe os apuros sofridos pelos refugiados das enchentes africanas</a>[EN], o outro, bem, o título já diz por ele mesmo: <a href="http://current.com/items/88857410_fighting_leaves_chad_in_gruesome_state">Disputas deixam a cidade de Tchade num estado lamentável</a>[EN]. No site <em><a href="http://lookingglasslandvlog.blogspot.com/">LookingGlassLand </a></em><a href="http://lookingglasslandvlog.blogspot.com/">[EN]</a>, há uma variedade de amostras de vídeos selecionados que podem ser encontrados no site (<a href="http://www.archive.org/index.php">Internet Movie Archives)</a>, incluindo: <a href="http://www.archive.org/stream/contes-afrique/contes-afrique_256kb.mp4">camaronense contador de histórias em Yaoundé [FR]</a>, <a href="http://www.ourmedia.org/node/7703">um vídeo promocional de uma ugandense concorrente em um desfile de beleza.[EN]</a> <a href="http://www.ourmedia.org/node/14187">e uma fotógrafa italiana comenta sua experiência sobre fotografar uma mulher no país de <span>Burquina <span>Faso</span></span>[IT].</a></span></p>
<p align="center"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/03/186288889_10837d7973_m.jpg" alt="nigerian VCDs at kwakoe photo by Paul Keller" /></p>
<p align="center"> <a href="http://www.flickr.com/photos/paulk/186288889/"><em>VCDs nigerianos em kwakoe</em></a> por <a href="http://www.flickr.com/photos/paulk/">Paul Keller</a>.</p>
<p><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana"> <o:p></o:p></span><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana">Em muitos países africanos, existem indústrias cinematográficas <st1:personname productid="em ascensão. Como" w:st="on">em ascensão. Como</st1:personname> é o caso de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cinema_of_Nigeria">Nollywood, indústria cinematográfica nigeriana[EN]</a>. A <a href="http://br.youtube.com/user/KultureClash">Kulture Klash International[EN]</a> apresenta nesse vídeo a convenção de organização da indústria cinematográfica nigeriana, no qual é discutida a distribuição dos filmes de Nollywood nos EUA. Se estiver interessado em conhecer mais sobre Nollywood ou assistir outros vídeos, a <a href="http://br.youtube.com/user/journeymanpictures"><font color="#0000ff">jorneymanpictures[EN]</font></a> exibe um <a href="http://br.youtube.com/watch?v=qpPXgStqjfs"><font color="#0000ff">documentário de 2005[EN]</font></a> em que é explicado o processo de produção de um filme exclusivo e de baixo orçamento.</span></p>
<p>[<a href="http://www.youtube.com/watch?v=u7_LaOlgfrw" target="_blank">clique aqui</a> para ver o vídeo]</p>
<p><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana">Um usuário do Youtube, <a href="http://br.youtube.com/user/rippleat">rippleat</a>, divulgou a segunda parte do documentário sobre a artista camaronense <a href="http://www.massaimara.eu/issa1.html">Issa Nyaphaga</a>. O filme de Chris Hill permite que o próprio artista conte a história de como aprendeu a pintar um estilo tradicional em uma aldeia rural e como se tornou um cartunista político, assim quando foi processado por ignorar a censura e como encontrou asilo na França onde mais tarde, em frente ao parlamento francês, discursou sobre a celebração do 50º aniversário em favor dos refugiados na Convenção em Gênova.</span></p>
<p>[Clique <a href="http://www.youtube.com/watch?v=WPsLmbhfmks" target="_blank">aqui</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=GzfHI6k90uU" target="_blank">aqui</a> para ver outros dois vídeos)</p>
<p><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">clique aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">clique aqui</a>.</em></p>
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		<title>Egito: Rama Yade</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/12/25/egito-rama-yade/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Dec 2007 16:25:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arabic]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Egypt]]></category>
		<category><![CDATA[Etnicidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Rama Yade, ministra francesa, inspirou o blogueiro egípcio Eastern Bird a escrever essa postagem, traduzida do Árabe por Tarek Amr.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/12/25/egypt-rama-yade/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><a href="http://pt.globalvoicesonline.org/?attachment_id=36461" rel="attachment wp-att-36461" title="Rama Yade - French State Secretary"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/12/rama-yade.jpg" alt="Rama Yade - French State Secretary" /></a></p>
<p>Não foram as opiniões políticas de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rama_Yade">Rama Yade</a> [en] - atual ministra francesa de      relações exteriores e direitos humanos - que fizeram o blogueiro egípcio <a href="http://asfoorelsharq.blogspot.com/">Eastern Bird</a> escrever a <a href="http://asfoorelsharq.blogspot.com/2007/12/blog-post_23.html">postagem seguinte</a> (ar). Na verdade, ela o inspirou a escrever sobre um assunto totalmente diferente, que você pode ler aqui.</p>
<p>Ele diz:</p>
<blockquote>
<p class="arabic" lang="ar">بالصدفة وخلال تصفحي لعدد من المواقع على الشبكة ، عثرت على هذه الصورة لوزيرة حقوق الإنسان في الحكومة الفرنسية راما ياد<br />
وبعيدا عن أية إعتبارت سياسية في مقدمتها رفضي لفرنسا ساركوزي وكل ما يأتي منها ، إلا أنني أخذت أتأمل في ملامح هذه الوزيرة الجميلة بحق<br />
وأدركت بعد فترة حقيقة تغيب عنا كثير<br />
وهي أن الجمال لا شكل له ولا عرق ولا لون<br />
وأننا وللأسف الشديد حصرنا مفهوم الجمال في مفهوم عنصري يختذل هذه الكلمة في الشعر الأشقر والعيون الزرقاء أو الخضراء<br />
لعلها عقدة الخواجة التي لازالت تعيش داخلنا او لعله نظرتنا الدونية لكل ما هو أسمر<br />
لكن المؤكد أن راما ياد لا يكمن جمالها في ملامحها فقط وإنما في قدرتها كسيدة سمراء على تخطي كافة العقبات التي تضعها العنصرية (وما أدراك ما العنصرية في بلد كفرنسا)<br />
والوصول إلى منصب كهذا<br />
تحياتي لك أيتها الوزيرة الجميلة ولكل الجميلات مثلك في هذا العالم</p></blockquote>
<blockquote><p>Eu estava navegando na internet, quando eu descobri por acaso essa foto da Ministra dos Direitos Humanos do governo francês, Rama Yade.<br />
Longe de quaisquer considerações políticas, e principalmente do meu posicionamento contra a França de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Nicolas_Sarkozy">Sarkozy</a> e independentemente de tudo que vem de lá, eu continuei olhando para esta ministra tão bonita.<br />
Então eu me dei conta de um fato que nós normalmente não percebemos.<br />
Que a beleza não tem rosto, raça ou cor.<br />
Infelizmente nós estamos limitados a um ponto de vista racista da beleza, que se limita a garotas louras, de olhos azuis ou verdes.<br />
Talvez seja por causa de nossa admiração por qualquer coisa que venha do ocidente, e consideração de tudo que é preto como inferior.<br />
Mas, com certeza, a beleza de Rama Yade não é apenas por causa de sua aparência, mas também por causa de sua habilidade de, como uma mulher negra, atravessar todos os obstáculos colocados pelo racismo e chegar a uma posição como esta.<br />
Meus cumprimentos a você - ministra linda - e a todas as beldades como você deste mundo.</p></blockquote>
<p align="right"><em>(texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/tarek-amr/">Tarek Amr</a>)</em></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><em>Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</em></p>
<blockquote></blockquote>
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		<title>Morte de uma Língua: Evolução, Seleção Natural ou Genocídio Cultural?</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/10/06/morte-de-uma-lingua-evolucao-selecao-natural-ou-genocidio-cultural/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/10/06/morte-de-uma-lingua-evolucao-selecao-natural-ou-genocidio-cultural/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 06 Oct 2007 00:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Selva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cameroon]]></category>
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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Luana Selva &#183;  Veja o post original 
Nós humanos vivemos em um mundo de apenas 194 países, ou algo próximo disso, mas falamos entre 7000 a 8000 línguas.
Essa diversidade linguística está desaparecendo rapidamente. Segundo uma estimativa, uma língua morre a cada duas semanas.
Há centenas de anos atrás, um bando de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/luanaselva/'>Luana Selva</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/10/05/language-death-evolution-natural-selection-or-cultural-genocide/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p class="entry" id="single">Nós humanos vivemos em um mundo de apenas 194 países, ou algo próximo disso, mas falamos entre 7000 a 8000 línguas.</p>
<p>Essa diversidade linguística está desaparecendo rapidamente. Segundo uma estimativa, uma língua morre a cada duas semanas.</p>
<p>Há centenas de anos atrás, um bando de países europeus colonizou continentes inteiros e organizou povos antes independentes ou fracamente relacionados entre si em nações-estados, sob uma língua colonial comum. Impérios mais recentes seguiram o exemplo.</p>
<p>E agora a globalização da mídia e tecnologia está apressando a tendência em direção à homogeneidade linguística. Mas isso é realmente causa de alarme?</p>
<p><span id="more-32275"></span></p>
<p>Kans, um franco-camoronês que bloga no <em><a href="http://etounou.free.fr/">Le Blog du Presi</a></em>[Fr], escreveu <a href="http://etounou.free.fr/?2007/09/24/114-une-langue-s-eteint-tous-les-quinze-jours%3Cbr%3E%3C/a%3E">um post respondendo</a>[Fr] a um artigo do Rue 89 sobre o assunto, “<a href="http://www.rue89.com/2007/09/20/une-langue-seteint-tous-les-quinze-jours">Uma língua é extinta a cada quinze dias</a>” (Fr).</p>
<p>De acordo com Collette Grinevald, uma linguista da Universidade de Lion II citada no artigo da Rue 89, 90% das línguas locais desparecerão até o final do século XXI. Apesar das milhares de línguas que existem hoje, 80% do planeta se comunica em apenas 83 línguas. Ao redor do mundo, línguas indígenas estão abrindo caminho para as coloniais.</p>
<p>Comentários dos leitores frances e francófonos  daRue 89 (a maioria anônimos) aumentam a discussão, com alguns argumentando que a morte das línguas é inevitável, e de certo modo necessária, em sociedades etnicamente diversas; outros já argumentam que isso significa nada menos do que genocídio cultural.</p>
<p>Linguagem vem sendo háalgum tempo um assunto contestado na França, onde a investida violenta contra o anglicismo e a subida da língua Inglesa ao posto de língua internacional tem causado preocupação em algumas regiões.</p>
<p>Políticas oficiais ajudaram a facilitar a morte de várias línguas regionais em favor de uma comum e nacional. No mundo francófono esse processo está apenas se desdobrando.</p>
<p><strong>Morte de Línguas: evolução, seleção natural ou limpeza étnica?</strong></p>
<blockquote><p><em>&#8220;“C&#39;etait mieux avant…” encore et toujours… c&#39;est fatiguant. J&#39;aime qu&#39;on me parle de l&#39;evolution des choses, pas seulement d&#39;empecher la destruction de ce qui existait… On ne construit plus d&#39;edifices Romans ou Gothiques… Mais on en a garder avec le temps de tres beaux. Le temps a le merite de faire le trie, c&#39;est vrai dans l&#39;art, la culture et la nature…&#8221;</em><br />
 &#8220;“Era melhor antes&#8230;&#8221; eternamente e para sempre&#8230; Estou cansado disso. Eu preferiria que você falasse comigo sobre como as coisas evoluem, ao invés de apenas tentar parar a destruição de algo que uma vez existiu… Não mais construímos edifícios Romanos ou Góticos&#8230; Mas os preservamos todo esse tempo por efeitos de beleza. O Tempo tem um jeito de resolver as coisas, isso é verdade na arte, na cultura e na natureza…&#8221;</p>
</blockquote>
<p>Leitor da Rue 89, Alzaz:<br />
<em>&#8220;Peu importe qu&#39;une langue devienne moribonde et disparaisse. C&#39;est de la sélection naturelle, appliquée à la culture. La plus forte l&#39;emporte.&#8221;</em><br />
&#8220;Pouco importa que uma língua se torne moribunda e desapareça. É seleção natural, aplicada a cultura. O mais forte vence.&#8221;</p>
<p>Leitor da Rue 89, photosieste:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;L&#39;ethnocide est la destruction d&#39;une culture.</em></p>
<p><em>C&#39;est comparable à un être vivant qui naît, vit, meurt.<br />
S&#39;il meurt de mort naturel après avoir eu une belle vie, très bien.<br />
Mais si on l&#39;assassine, ou que l&#39;on ne porte pas assistance à personne en danger, c&#39;est autre chose…</em></p>
<p><em>C&#39;est pareil pour les langues menacées d&#39;extinction…&#8221;</em></p>
<p>&#8220;Genocídio Etnico é a destruição de uma cultura.Você pode comparar com um ser vivo que nasce, vive e morre.                                                 Se ele morre de morte natural depois de uma vida longa e bonita, tudo bem.<br />
Mas se o matamos, ou não o ajudamos quando ele está em perigo, então é outra coisa&#8230;</p>
<p>É a mesma coisa com línguas em perigo de extinção.&#8221;</p></blockquote>
<p>Outro leitor:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;La mort d&#39;une langue est grave non pas pour ce qu&#39;elle est mais surtout pour ce qu&#39;elle pouvait apporter. Une langue qui disparait emporte avec elle un schème de pensé, une vision du monde qui n&#39;augmente que l&#39;apauvrissement de la culture humaine et de la capacité des hommes à comprendre le monde sui l&#39;entour.&#8221;</em><br />
&#8220;O que importa não é a morte da língua em si, mas o que essa morte pode trazer. Quando uma língua desaparece, todo um modo de pensar, uma visão do mundo desaparece com ela, o que apenas irá empobrecer a cultura humana e a capacidade do povo de entender o mundo ao redor.&#8221;</p></blockquote>
<p>Outro leitor:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Ce n&#39;est qu&#39;un problême d&#39;entropie linguistique. On ne va quand même pas se suicider quand on pense à tout ce qui a disparu depuis 50000 ans en laissant la place à d&#39;autres choses. Vous pensez en conservateur, en accumulateur, bref en capitaliste. Pensez en horloge civilisationnelle, pas à l&#39;échelle d&#39;une vie humaine. Dans 500 ans tout aura encore évolué, et alors ? Au profit de ce que l&#39;époque voudra, et alors ? Il n&#39;y aura peut-être plus un chat sur Terre, et alors ?&#8221;</em></p>
<p>&#8220;Isso não é nada mais que um problema de entropia linguística. Não vamos nos suicidar quando pensamos em tudo que já desapareceu nos últimos 50.000 anos para dar lugar a outras coisas. Você pensa como um conservador, um acumulador, em resumo, como um capitalista. Pense em uma escala de tempo de civilizações, não de uma única vida humana. Em 500 anos, tudo terá evoluído, e daí? Para o benefício daquilo que aquela era quer, e daí? Talvez não haverá mais gatos no mundo, e daí?&#8221;</p></blockquote>
<p>Leitor da Rue 89, jean jacques louis:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;“… en biologie, la diversité fait la richesse” : oui mais la biologie ne connaît qu’une seule langue vieille de trois milliards d’années et qui est le code ADN car c’est bien une langue avec un alphabet de quatre lettres et des mots de trois lettres.&#8221;</em><br />
&#8220;“…na biologia, diversidade enriquece”: sim, mas a biologia conhece apenas uma língua, com mais de 3 bilhões de anos, e essa é o código DNA, uma língua com um alfabeto de quatro letras e palavras de três letras.&#8221;</p></blockquote>
<p>Claro que como velhas línguas morrem, novas são criadas:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;…combien de nouvelles langues apparaissent, pour chaque langue qui disparaît ? Il serait intéressant de faire un inventaire des nouvelles langues apparues ces dernières décennies, qui forment à peine des siècles. Les créoles des diverses îles, qui se basent sur l’anglais, le hollandais ou le français, et leurs multiples variantes, ou les diverses évolutions de la Darija en Afrique du nord…Au Maroc par exemple, la Darija, arabe dialectal marocain, est la vraie langue universelle, qui se base sur l’arabe, le français et l’espagnol, mais compte elle-même de multiples variantes suivant les régions, notamment sous l’influence du berbère.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;…Quantas novas línguas aparecem, para cada uma que desaparece? Seria interessante fazer um inventário das novas línguas que apareceram em décadas recentes, que tenha acabado de se desenvolverem depois de séculos de formação. Os vários creoles das ilhas, que são baseadas em Inglês, Holandês e Francês, e suas muitas variáveis, ou as várias evoluções do Darija, no Norte da África… No Marrocos, por exemplo, Darija, um dialeto árabe marroquino, é a verdadeira língua universal baseada no árabe, francês e espanhol, mas que possue muitas variantes regionais, notavelmente devido a influência do Berbére.&#8221;</p></blockquote>
<p>Kans nos conta que em Camarões, um país com duzentas línguas locais, apenas duas são oficiais: Inglês e Francês. Mas Inglês Pidgin  (para os anglófonos) e “Camfranglês” (para os francófonos) são as &#8220;duas línguas mais conhecidas e mais divulgadas” e são as preferidas pela maioria da juventude urbana acima das duas línguas oficias e das línguas maternas, locais.</p>
<p>Ele dá um exemplo de camfranglês, uma rica fusão de Inglês, Francês e línguas locais:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Moi je vous tchat que si on ne lookot pas, meme le camfrang là on va loss all. Mais popo, je mimba que les langues du lage là, francho il faut laisser tomber le way. Sauf si on veut go speak avec les anciens pour know un peu les divers du mboa, mais qui va meme do tous leurs divers là encore? Déjà que le christiannisme les avait bien bolè, il reste meme quoi nooon?! akaa!&#8221;</em></p></blockquote>
<p><strong>Línguas coloniais, um mal necessário?</strong></p>
<p>Muitos países africanos são os lares de muitos povos e línguas diferentes. Designando um pequeno número de línguas oficiais, às custas de várias línguas indígenas, de acordo com Kans, é muitas vezes uma necessária, se infeliz, medida:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Mise en cause, la non-officialisation de ces langues. Et donc, anglais, francais, espagnol, portugais, etc. à la barre! Mais comment pouvait-il en être autrement dans des contextes sociaux tels que l&#39;on se retrouve avec autant de langues que d&#39;individus? Il s&#39;impose la necessité de faire un choix, pas toujours heureux pour les langues non-choisies condamnées de facto à la disparition.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;A causa [das línguas estarem morrendo]? Línguas continuando sendo não-oficiais. E então Inglês, Francês, Espanhol, Português, etc. avancem! Mas de que outra forma poderia ser em contextos onde há o mesmo tanto de línguas quanto há de povos? Se torna uma necessidade fazer uma escolha, nem sempre feliz para as línguas que não são [feitas oficiais] e então condenadas a desaparecer.&#8221;</p></blockquote>
<p>Alain Colbert, um leitor da Rue 89:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Si un Indien d&#39;Amazonie ne parle pas le portugais, il n&#39;a aucune chance de faire reconnaître ses droits de citoyen à part entière du Brésil, face aux riches et aux pauvres venus, du reste de ce pays, détruire son environnement et qui parlent cette langue, maternelle pour eux.&#8221;</em></p></blockquote>
<p>&#8220;Se um índio da Amazônia não fala Português, ele não tem nenhuma chance de aprender seus direitos como cidadão do Brasil, em face aos ricos e aos pobres, que vêm do resto do país e destroem seu meio ambiente, e que falam Português como língua nativa.&#8221;</p>
<p>Kans acha que novas tecnologias contribuem significativamente para a homogenização da linguagem, em particular a preferência global pelo Inglês:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;…les langues “primaires” (selon l&#39;expression consacrée), sont aussi peut-être victime du transfert de technologie. Où comment une langue se dope de barbarismes imposés par une autre porteuse de science. Je vois à ce titre nos société africaines qui n&#39;ont inventé ni l&#39;avion, ni la voiture, ni les ordinateurs; y a qu&#39;à voir les noms donnés ou adoptés pour lesdits objets pour comprendre. Et c&#39;est la meme comparaison pour le francais vis-à-vis de l&#39;anglais, avec des mots tels que “car”, “wagon”, “PC”, etc. Et de voir l&#39;acharnement d&#39;auto-proclamés défenseurs de la langue francaise, je me demande si ce n&#39;est pas simplement peine perdue, mais bel idéalisme quand même!&#8221;</em></p>
<p>&#8220;…línguas &#8220;primitivas&#8221; (como diz a expressão) também são vítimas prováveis da transferência tecnológica. Testemunhe como uma língua é injetada com barbarismos impostos de outra que traz a ciência. Vejo [na manchete deste artigo] nossas sociedades africanas que não inventaram o avião, ou o carro, ou o computador: é só olhar para os nomes dados ou adotados para os objetos mencionados acima para entender. É o mesmo com Francês e Inglês com palavras como “car,” “wagon,” “PC,” etc. E ao ver as proclamações trêmulas dos defensores da língua francesa, imagino se não é uma causa perdida, por mais bela e idealista que ela seja!&#8221;</p></blockquote>
<p>Em um comentário, um dos leitores de Kans, Keo, faz uma objeção à caracterização das línguas como primitivas ou evoluídas:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;…objection, avec O majsucule!</em></p>
<p><em>Je suis d&#39;avis qu&#39;il n&#39;y a ni langues primaires, ni langues développées, mais plutôt des langues négligées et des langues privilégiées…Parce que quand on parle de langues primaires, c&#39;est comme si elles ne pouvaient jamais se développer, alors que si on les privilegiait, eh bien elles se déveloperaient comme toute les autres.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;…Objeção, com um O maiúsculo!Sou da opinião de que não existe línguas primitivas ou evoluídas, mas sim negligenciadas e favorecidas… porque quando falamos de línguas primitivas, é como se elas nunca pudessem se desenvolver, mas se dessemos a elas uma posição privilegiada, elas se desenvolveriam como todas as outras.&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>Como seria um mundo de poucas línguas?</strong></p>
<blockquote><p><em>&#8220;Que deviendrait le monde si tous ses habitants parlaient la même langue ? Pourrait-on espérer que les humains, se comprenant mieux entre eux, s’entendraient mieux, et, par exemple, se feraient moins la guerre ? Certes pas, l’histoire le montre, qui a toujours vu, et voit des guerres, y compris entre « colocuteurs ».&#8221;</em></p>
<p>&#8220;O que viraria o mundo se todos os seus habitantes falassem a mesma língua? Poderíamos esperar que os humanos, por serem capazes de se comunicarem melhor, entenderiam uns aos outros melhor, e por exemplo, haveria menos guerra? Certamente que não, como mostra a História, nós sempre vimos, e vemos, guerras até mesmo entre aqueles que falam a mesma língua.&#8221;</p></blockquote>
<blockquote><p><em>&#8220;Vive la mondialisation ! Extinction de 25% de la vie et des espèces vivantes au niveau mondial, extinction des langues vivantes, pollution, extension de la pauvreté généralisée. Elle est pas belle la vie ?&#8221;</em></p>
<p>&#8220;Viva a globalização! Extinção de 25% da vida e das espécies de seres vivos em nível global, extinção de línguas vivas, poluição, extensão da pobreza generalizada. A vida não é linda?&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>Sobre preservação cultural</strong></p>
<p>O leitor da Rue 89, gemrien, referindo-se a França, escreve que línguas podem morrer mas elas são dificilmente esquecidas:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Les langues sont un patrimoine, aux même titre que les monuments historiques, mais aimerions nous vivre dans des chateaux forts ou dans des huttes ?</em></p>
<p><em>Notre devoir est de conserver un patrimoine pour le transmettre à nos enfants pour savoir qui ils sont et d&#39;où ils viennent, mais est ce pour autant qu&#39;il faudrait utiliser courament le patois de chaque région.&#8221;</em><br />
&#8220;Línguas são a herança [de um povo], do mesmo modo que um monumento histórico o é, mas nós ainda iríamos querer viver em castelos ou cabanas?Devemos conservar nossa herança para que ela possa ser transmitida aos nossos filhos para que eles saibam de onde vieram, mas isso quer dizer que devemos usar fluentemente o dialeto de cada região?&#8221;</p></blockquote>
<p>O problema desse argumento, como um leitor francófono da Rue 89 aponta, é queem outras partes do mundo, nem toda língua que está morrendo deixará monumentos de sua existência:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Pour prendre un cas que je connais bien, celui de l&#39;Afrique, il faut savoir que moins de 10% - et je suis large - des 1000 langues du continent (estimation généralement acceptée) sont correctement décrites. Seule une infime minorité de ces langues sont écrites (pour les autres, il faut se contenter du boulot des évangélistes). On estime que d&#39;ici la fin du siècle seules 10% des langues actuelles auront survécu. Pour nombre d&#39;autres, il ne nous restera qu&#39;une traduction du Nouveau Testament: génial!</em></p>
<p><em>Comprenez-vous l&#39;urgence? Même des langues parlées par plusieurs millions de personnes sont en danger: c&#39;est le cas du gikuyu, au Kenya, par exemple. Et encore, il s&#39;agît d&#39;un pays relativement stable politiquement. Mais allez travailler en RDC ou sur les mines anti-personnel du Mozambique!</em></p>
<p><em>Personnellement, pour reprendre votre métaphore, je ne tiens pas vraiment à vivre dans un château. En revanche, je tiens à pouvoir le visiter si j&#39;en ai envie, et à ce que certains aient la possibilité de travailler sur son architecture, par exemple. Sur tous les continents, des châteaux disparaîssent. Sans laisser la moindre trace. Sans fossile.&#8221;</em><br />
&#8220;Para falar de um caso que eu conheço bem, África, você tem que entender que menos de 10% - e eu estou sendo generoso - das 1000 línguas do continente (a estimativa mais aceita) é propriamente documentada. Apenas uma pequena minoria dessas línguas são escritas (quanto as outras, temos que ficar felizes com o trabalho dos evangelistas) . Foi estimado que entre agora e o final do século, apenas 10% das línguas existentes terão sobrevivido. Para a maioria das outras, restará apenas uma tradução do Novo Testamento: ótimo! Entendem a urgência? Até mesmo línguas faladas por milhões de pessoas estão em risco: esse é o caso do gikuyu, no Quênia, por exemplo. E mais, isso é em um país que é relativamente estável politicamente. Imagine trabalhar no DRC ou nas minas terrestres no Moçambique!</p>
<p>Pessoalmente, para usar sua metáfora, eu não gostaria de morar em um castelo. Mas por outro lado, eu sempre posso visitar um se eu quiser, e outros têm a possibilidade de estudar sua arquitetura, por exemplo. Em todos os continentes, castelos estão desaparecendo. Sem deixarem rastros. Sem deixarem fósseis.<br />
Tem havido um movimento crescente dentro da França para preservar línguas regionais depois de muitos anos de negligência. Entretanto a preocupação francesa em relação à sobrevivência de línguas como o Bretão e o Corso aparentemente não se extende às línguas que correm perigo em regiões francesas ultramarinas.&#8221;</p></blockquote>
<p>Leitor da Rue 89, Sylvius:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;la guyane est une region francaise au meme titre que la bretagne - 6 langues amazoniennes (sur la quinzaine de langues locales parlees dans cette region )mais les amerindiens sont isoles peu nombreux et non belliqueux…n&#39;y a t il pas egalite et fraternite dans la doctrine francaise?pardon ca ne doit pas etre vrai pour les departements et territoires d&#39;outre mer ! alors si on vt preserver les langues especes coutumes et peuples , pourquoi laisser tomber les ultra marins&#8221;</em><br />
&#8220;A Guiana Francesa é uma região da França no mesmo sentido em que a Britânia é [com] 6 línguas amazônicas (em adição a cerca de 50 línguas locais faladas nessa região) pois os Ameríndios estão isolados, poucos e pacíficos&#8230; existe alguma irmandade na doutrina francesa?…se vamos preservar tipos de línguas, costumes, e povos, por que esquecer as [regiões ultramarinas]&#8221;</p></blockquote>
<p>Um leitor anônimo concorda:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;C&#39;est vrai. Mais il se trouve que l&#39;histoire…a fait que quelques langues “amazoniennes” doivent également être considérées comme minoritaires et menacées en France : les langues amérindiennes parlées en Guyane française, passablement oubliées elles aussi. Le basque (qui a une presse, des médias audio-visuels, une édition, un enseignement de la maternelle à l&#39;Université…) à côté pourrait faire figure de langue dominante…&#8221;</em><br />
&#8220;É verdade:  que a História fez com que algumas línguas &#8220;Amazônicas&#8221; devam ser igualmente consideradas como línguas minoritárias em risco na França: as línguas Ameríndias faladas na Guiana Francesa, também são razoavelmente esquecidas. Basco (que tem imprensa, mídia audio-visual, uma casa de publicação, é ensinada nas universidades) deveria ser considerada uma língua dominante em comparação…&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>Madagascar: Um ataque à língua Malagasi?</strong></p>
<p>Na França, políticas governamentais promovendo o Francês como língua oficial fez a maior parte dos estragos às línguas regionais há muito tempo atrás, fazendo do debate mais abstrato.</p>
<p>O autor do Global Voices <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/mialy-andriamananjara/">Mialy Andriamananjara</a> escreve como em Madagascar, assim como no resto da África, políticas estão sendo feitas podendo, a longo prazo, pôr em risco a saúde das línguas não-Européias.</p>
<p>O Governo Malagasi decidiu que não vai mais divulgar apresentações oficiais ou disseminar artigos oficiais em nenhum jornal que circular no mínimo 10.000 unidades por dia, e que não publique em no mínimo duas das três línguas oficiais (Malagasi, Francês, Inglês).</p>
<p>Jentilisa vê nessa política <a href="http://jentilisa.blaogy.com/post/122/3429">uma oportunidade perdida do Governo Malagasi apoiar os jornais em Malagasi[Mg]</a>, e pior, uma intenção declarada do Governo em eliminar a língua Malagasi.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Dia ny fanjakana eritreretina mba hanampy ireo gazety teny malagasy ireo indray ity no vao maika mampivoitra izany fomba fisainana manao valalan’amboa ny teny malagasy izany. Nantenaina hanery ny hafa aza izy mba ho ny gazety mpiteny malagasy ihany no amoahana izay tian’ny fanjakana avoaka izay, zavatra aloa vola manko izany mba ho fanohanana ilay teny malagasy, nefa dia nivandravandra fotsiny aho sisa. Farafaharatsiny mba ho ohatra halain’ny rehetra tahaka nefa dia nanara-driandrano tahaka ny deba rehetra ihany.&#8221;</em><br />
&#8220;O governo que se esperava apoiar esses jornais em Malagasi está agora reenforçando essa mentalidade de ostracizar a língua Malagasi, tratando-a como uma enteada. Esperava-se que eles forçassem a publicação de apresentações oficiais e ofertas em jornais somente em Malagasi, pois essas propagandas oficiais financiaria o apoio a língua Malagasi, mas apenas fiquei estarrecido. Ao menos haveria um exemplo a ser seguido, mas agora eles estão apenas seguindo a corrente.&#8221;</p></blockquote>
<p><a href="http://www.rajiosy.com/">Rajiosy</a>[Fr], um novo blogueiro Malagasi, está menos pessimista.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Dia hoy aho hoe : tsy mila tsotsofina akory anie ny teny malagasy fa “<span class="style_2">velona sy mahery</span>” arak’ilay hiram-piangonana iny e. Ny isan’ny mpiteny azy andavan’andro fotsiny dia ampy haha-mafy aina azy : 17 tapitrisa mahery be izao tsy manana eritreritra ny hiova fiteny ! Ho anay mipetraka aty an-dafin-dranomasina aloha dia mahatsapa tsara izahay rehefa sendra tody any an-tanindrazana iny fa miaina ny teny malagasy.</em></p>
<p><em>Koa aza dia kivy ambony ihany rey olona : ny mpiton</em>dra fanjakana mbamin’ny didim-panjakana mandalo ihany fa ny fiteny malagasy mbola ho lava velona !&#8221;</p></blockquote>
<p>&#8220;Digo: a língua Malagasi não precisa de ajuda, porque está &#8220;viva e forte&#8221; como alguns hinos protestantes diriam. O número de falantes é o suficiente para fortalecê-la : 17 milhões de pessoas que não têm nenhuma intenção de trocar de língua! Aqueles de nós que moramos longe sentimos quando voltamos para casa que a língua Malagasi está viva.</p>
<p>Por isso, não se desesperem pessoal: líderes governamentais e leis passam enquanto a língua Malagasi vive muito!&#8221;</p>
<blockquote></blockquote>
<p align="right">(Texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/jennifer/" title="Posts by Jennifer Brea">Jennifer Brea</a>)</p>
<p align="right">&nbsp;</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</em></p>
<blockquote>
<p align="right">&nbsp;</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Egito: Morte de adolescente em delegacia de polícia</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/08/03/egito-morte-de-adolescente-em-delegacia-de-policia/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Aug 2007 08:39:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Egypt]]></category>
		<category><![CDATA[France]]></category>
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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
O verão não faz apenas a vida em geral ficar em câmera lenta, mas também a blogosfera. No entanto, apesar do calor e da umidade no Cairo e das praias cheias no mediterrâneo e no Mar Vermelho, no Egito os blogueiros continuam a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/08/02/egypt-death-of-a-teenager-in-police-station/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>O verão não faz apenas a vida em geral ficar em câmera lenta, mas também a blogosfera. No entanto, apesar do calor e da umidade no Cairo e das praias cheias no mediterrâneo e no Mar Vermelho, no Egito os blogueiros continuam a nos entreter com postagens interessantes e intrigantes. Na ronda dessa semana no Egito, <em>Zeinobia</em> está comentando em duas histórias que alcançaram as manchetes no Egito um dia desses: a falta de entendimento entre o Clube de Juízes Egípcios e o Ministério da Justiça e a terrível morte de um adolescente dentro de uma delegacia de polícia. <em>Justice for All </em>reage ao colapso da Ponte de Minnesota hoje. <em>Missing Egypt, </em>que está visitando o Cairo, tem uma postagem social interessante em seu blogue, sobre tradições de famílias egípicias. <em>Free Kareem </em>comenta a solicitação que a organização Repórteres Sem Fronteiras fez ao presidente da França Nicolas Sarkozy sobre o blogueiro aprisionado Abdel Kareem Nabil Suleiman. Por fim, <em>Tark3at Keyboard </em>nos conta sobre o novo sistema de assinatura de internet que enfureceu egípcios.</p>
<p><strong>A briga entre o Clube de Juízes Egípcios e o Ministério da Justiça</strong>: Egyptian Chronicles, na <em><a href="http://egyptianchronicles.blogspot.com/2007/08/when-amina-razek-turns-in-to-nadia-el.html">postagem em seu blogue</a> </em>[EN]<em> “When Amina Razek turns in to Nadia El-Genndy”  </em>(Quando Amina Razek se volta para Nadia El-Genndy), ela passa algum tempo revisando o dilema entre o Clube dos Juízes Egípcios e o Ministério da justiça. Trata-se de um problema que tem tido um peso maior devido a declarações na mídia. Zeinobia, em sua elaborada postagem, não apenas descreve o relacionamento atual entre os juízes e o ministro, mas também faz uma análise da situação.</p>
<p><strong>Neo-nazistas em Siwa do Egito</strong>: Zeinobia também <em><a href="http://egyptianchronicles.blogspot.com/2007/08/new-nazis-in-siwa.html">comenta</a></em> [EN] sobre outro terrível caso de tortura que aconteceu em uma delegacia de polícia na costa do nordeste do Egito.</p>
<p><strong>A ponte sobre o Mississippi colapsa:</strong> Justice for All está <em><a href="http://justice4every1.blogspot.com/2007/08/bridge-in-minnesota-collapsed.html">expresando</a></em> [EN] seu choque em relação ao colapso da  Minnesota Bridge. Ele diz “Eu não pude conter as lágrimas que insistiam em cair”. Ele considera Minnesota sua casa, uma vez que ele viveu lá por algum tempo. Ele se encontra no Cairo agora, mas está a espera de que seus amigos entrem em contato ao lerem a postagem em seu blogue para dizer que estão bem. Leia o seu relato sobre o colapso da ponte <a href="http://justice4every1.blogspot.com/2007/08/bridge-in-minnesota-collapsed.html">aqui</a>.</p>
<p><strong>Tradições das famílias egípcias</strong>: Missing Egypt está <em><a href="http://missingegypt.blogspot.com/2007/08/ive-been-in-cairo-for-two-days-now.html">descrevendo</a></em> [EN] em uma postagem as tradições da família egípcia através de sua própria experiência. Ela acaba de voltar do Reino Unido para uma visita no Cairo. Em uma postagem bem interessante, ela relata uma cena em família muito típica que se projeta na cultura egípcia.</p>
<p><strong>França recebe pedido de cooperação para respeitar os direitos humanos no Egito</strong>: <em>Free Kareem </em>está <em><a href="http://www.freekareem.org/2007/07/31/france-urged-to-link-cooperation-with-egypt-to-better-respect-for-human-rights/">relatando</a></em> [EN] que o Repórteres Sem Fronteiras escreveu ao presidente francês Nicolas Sarkozy pedindo que ele interceda a favor do blogueiro preso Abdel Kareem Nabil Suleiman e do jornalista, também preso, Abd al-Munim Gamal al Din Abd al-Munim quando ele receber uma visita de seu colega governante egípcio, Hosni Mubarak, no dia 2 de agosto.</p>
<p>O Blogue Tark3at keyboard está <em><a href="http://tark3atkeyboard.blogspot.com/2007/08/new-internet-subscription-system-angers.html">analisando e comentando</a></em> [EN] a nova decisão sobre assinatura para internet DSL no Egito: “New Internet Subscription System Angers Egyptians” (Novo sistema de assinatura à internet enfurece egípcios) é o título da postagem.</p>
<p>E com essa postagem no blogue Tark3at keyboard, eu termino essa ronda semanal no Cairo. Se cuidem!</p>
<p align="right"><em>(texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/freedom/">Freedom For Egyptians</a>)</em></p>
<p align="right">&nbsp;</p>
<p align="right">&nbsp;</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</em></p>
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		<title>Madagáscar: blogueiros malgaxes na França criticam política de imigração de Sarkozys</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/05/17/madagascar-blogueiros-malgaxes-na-franca-criticam-politica-de-imigracao-de-sarkozys/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2007 00:31:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Taddei</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diáspora]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[France]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Roberto Taddei &#183;  Veja o post original 
A plataforma de governo com a qual Nicolas Sarkozy venceu as eleições francesas propõe a criação de um Ministério da Imigração e Identidade Nacional. Imigrantes que vivem na France por muito tempo terão que passar por um processo para provar envolvimento com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/roberto-taddei/'>Roberto Taddei</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/05/17/madagascar-malagasy-bloggers-in-france-criticize-sarkozys-proposed-immigration-policy/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>A plataforma de governo com a qual Nicolas Sarkozy venceu as eleições francesas propõe a criação de um Ministério da Imigração e Identidade Nacional. Imigrantes que vivem na France por muito tempo terão que passar por um processo para provar envolvimento com a França para obter permissão de permanecer no país como cidadãos residentes. Este conjunto de medidas criou entre os blogueiros malgaxes na França uma discussão recheada de desapontamento e um pouco de sarcasmo. Tattum escreveu <a href="http://tattum.canalblog.com/archives/2007/05/06/4863751.html">um post ilustrando o que estas novas medidas significam para ela</a>. O que trouxe novas opiniões nos comentários de outros blogueiros.</p>
<blockquote><p>Candidate pour une immigration choisie?</p>
<p>J’ai achevé les études que je suis venue faire, unique période de ma vie où j’ai bénéficié des allocations françaises, pour le logement. Hmm… Comme la grande majorité des étudiants, je présume. Je n’ai pas à rougir de mon entrée dans la vie active à la française, m’étant même mieux sortie que des amis de promotion bien français, de souche s’il fallait incongrûment le préciser. Bâti un réseau professionnel honorable du côté du Sud-Ouest de la France, rencontré des personnes formidables qui vous jugent sur vos valeurs et compétences, s’est vu proposer trois CDI en quatre ans….</p>
<p>Mais s’il fallait remplir un dossier de candidature pour justifier cela, je ne me ferais pas chier pour un sou ne m’embêterais pas, ne me donnerais pas la peine, ne daignerais pas, ne me plierais pas en 4, ni en 2. Rien en-deça de la fierté. Parce que lorsque le vent tourne et change de cap, je ne me place jamais en contre-sens.</p>
<blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Candidato para uma imigração seletiva?</p>
<p>Eu completei os estudos que vim fazer, o único período da minha vida em que eu me beneficiei das permissões francesas para moradia. Hmm… Como a maioria dos estudantes, eu imagino. Eu não me envergonharei de minha entrada no mundo profissional francês. Eu fiz até melhor que alguns de meus colegas franceses, se eu tivesse que fazer essa comparação incongruente. Eu construí uma rede de trabalho respeitável no sudoeste da França, conheci pessoas formidáveis que julgam por seus valores e competência, e tive três ofertas de trabalho em quatro anos, …</p>
<p>Mas se agora é necessário preencher um formulário de candidato [para o status de imigrante] para justificar isso, eu simplesmente não vou me incomodar, não vou me deixar abater, não vou condescender, não vou me curvar, ainda há algum orgulho e eu não vou bater o pé. Porque quando o vento trocar e mudanças acontecerem, eu não estarei em contra-senso.</p></blockquote>
</blockquote>
<p>Nos comentários:  Lutinewink diz que se sente um pouco excluída pelas novas leis:</p>
<blockquote><p>Oui, on peut dire que je me sens hyper visée par ce probable futur ministère de l’immigration et de l’identité nationale…L’ironie étant que j’avais justement réuni toutes les pièces nécessaires à une demande de naturalisation. Autour de moi, beaucoup de personnes, notamment les collègues de “job” ont été surprises d’apprendre que je n’avais pas la nationalité française tellement ils me pensaient “intégrée” sans doute</p>
<blockquote>
<p> Sim, pode-se dizer que nos sentimos atingidos por este futuro Ministério da Imigração e Identidade Nacional … a ironia é que eu recentemente enviei minha aplicação para obter a cidadania. As pessoas a minha volta, em particular meus colegas de trabalho, se surpreenderam que eu não tivesse a nacionalidade francesa. Eles achavam que eu estivesse completamente “integrada”</p>
</blockquote>
</blockquote>
<p>Vola sista diz que entende a política do novo presidente:</p>
<blockquote><p> Pourtant aujourd’hui on y repensant bien, à Mada, si je devais être présidente, j’appliquerai (ou presque) les mêmes lois que celles pensées là bas en métrople à propos de l’immigration!”Ceux qui n’aiment pas Mada, dégage!</p>
<blockquote>
<p> Hoje, pensando bem, se eu fosse o presidente de Madagáscar, eu aplicaria (quase) as mesmas leis que foram criadas na metrópole com respeito à imigração! “Mada(gáscar) ame-a ou deixe-a!</p>
</blockquote>
</blockquote>
<p>Nivo sublinha a questão sobre a intenção das novas leis. Ela diz que o aspecto humano é depreciado e o critério para a naturalização é muito subjetivo.</p>
<blockquote><p>Concernant l’immigration choisie, il est clair que je désapprouve ce qu’il propose, non pas en tant qu’étrangère vivant en France, mais en tant que personne respectueuse des dignités humaines et du libre arbitre et du choix concernant la direction que chacun veut donner à son existence</p>
<p>Et puis, comment réellement apprécier la “qualité”, l”amour”, l’”engagement” d’un individu envers un pays étranger ? Je ne pense pas qu’il y ait de critères assez objectifs pour nous permettre d’être juges… C’est bien dommage. Ca aurait arranger tellement de choses….</p>
<blockquote>
<p> A respeito da imigração seletiva, é claro que eu desaprovo o que foi proposto, não como uma estrangeira vivendo na França, mas como alguém que respeita a dignidade humana e o livre-arbítrio. Alguém que respeita a liberdade de escolha de acordo com a direção que cada um quer dar à própria existência. Além disso, como alguém pode avaliar “qualidade,” “amor” ou “envolvimento” [os critérios sugeridos para a naturalização] que um indivíduo tenha com um país estrangeiro? Eu não acredito que esses critérios sejam objetivos o suficiente para que possamos julgar.…É uma pena. Isto faria as coisas muito mais fáceis …</p>
</blockquote>
</blockquote>
<p>Rotsaka aponta para a misteriosa semelhança entre o autoritarismo crescente na França e em Madagáscar.</p>
<blockquote><p> Sylvain Urfer vient d etre expulé, sans raison comme cela selon le bon vouloir de l Etat malgache, 30 ans de vie rayées d un trait sans explication, le mépris supreme. Pas le premier apres Peguy de RFI et le gars des Nouvelles de Mada mais un embleme. Il a tellement fait pour Anosibe, il est maintenant non grata.</p>
<p>Parce que je ne veux pas qu en France l arbitraire prenne le pouvoir, je preferais Sego, sans passion… Parce que je supporte pas l idee que des malgaches installés en France puisse se sentir méprisés ou rejetés aussi.</p>
<blockquote>
<p> Sylvain Urfer [um padre católico francês que realizou trabalhos de caridade em Madagáscar por décadas] foi expulso sem razão alguma exceto pelo capricho do governo malgaxe. Trinta anos de uma vida riscados sem nenhuma explicação, um caso de máximo desprezo. Não é o primeiro, depois de Peguy de RFI e o cara de “the Nouvelles”, mas é um grande símbolo. Ele fez tanto por Anosibe, e agora é persona non grata. Porque eu não quero uma França autoritária a ganhar poder, eu prefiro Sego, mas sem muita paixão … Porque eu não consigo suportar a idéia de que malgaxes na França sintam-se depreciados ou rejeitados.</p>
</blockquote>
</blockquote>
<p>Sipakv é divertido sobre as políticas dos EUA e da França juntando o fato de que <a href="http://www.haisoratra.org/gasycool/?p=284">o presidente norte-americano foi o primeiro a dar as boas-vindas ao novo presidente francês </a>.</p>
<blockquote><p>Non pas que j’eus un doute sur le visage -et les tics, sic!- du président mais l’espoir fait vivre et m’a fait suivre le déroulement du grand final, arrimée au bord du Potomac river. D’ailleurs, notre héros local a été le premier parait-il à décrocher le bigophone pour le féliciter. Dommage que leurs temps ne concordent pas, ils auraient été bras dessus bras dessous faire la revue des troupes en Irak.</p>
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<p>Não que eu tivesse dúvidas sobre o próximo presidente mas agente tem esperança e eu acompanhei o desenrolar do grand  finale (o segundo turno das eleições presidenciais), não muito longe do Rio Potomac. Aparentemente, nosso herói local [o presidente norte-americano George Bush] foi o primeiro a pegar o telefone e dar as congratulações [a Sarkozy]. É uma pena que o tempo dos dois no poder não tenha sido ao mesmo tempo, eles poderiam estar ombro a ombro passando as tropas em revista no Iraque.</p>
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<p>Harinjaka escreve <a href="http://harinjaka.com/weblog/?p=28">em Malgaxe um post engraçado sobre o todo poderoso governo francês e Sarkozy, a quem ele chama de “pequeno corpo doente [petits corps malade]”</a>.</p>
<blockquote><p> Hjk [mg]</p>
<p>bedy izay tsy mitovy hevitra amin’i “petit corps malade”, bedy raha mandeha mafy amin’ny aotômobilina na tsy mamatotra fehikibo, bedy ny tena raha tera-tany vahiny ka mba te hitady ravinahitra aty amin’i la frantsa reny malala</p>
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<p> Nós somos repreendidos se não concordamos com o “pequeno corpo doente”, somos repreendidos se corremos ou se não usamos o cinto de segurança, somos repreendidos se nascemos em um país estrangeiro e procuramos sucesso na nossa amada França maternal…</p>
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]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/05/17/madagascar-blogueiros-malgaxes-na-franca-criticam-politica-de-imigracao-de-sarkozys/feed/</wfw:commentRss>
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