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	<title>Global Voices em Português &#187; South Africa</title>
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	<description>O mundo está falando. Você está ouvindo?</description>
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		<title>Blogando com HIV: &#8220;O amor ainda é possível&#8221;</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/08/13/blogando-com-hiv-o-amor-ainda-e-possivel/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 22:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Embora seja difícil falar abertamente sobre o assunto, um número cada vez maior de blogueiros soropositivos ao redor do mundo está usando veículos de mídia cidadã para expressar-se sobre como é viver com o HIV]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/rezwan/">Rezwan</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/08/13/blogging-with-hiv-love-is-still-possible/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<div class="contributors"><em>Conversations for a Better World: Esse artigo é parte de uma série desenvolvida pelo Global Voices para o blog da UNFPA <a title=" Conversations for a Better World" href="http://www.conversationsforabetterworld.com/">Conversations for a Better World</a> · <a title="View all posts in Conversations for a Better World" href="http://globalvoicesonline.org/-/special/conversations-better-world/">Todos os artigos [en]<br />
</a></em></div>
<p>Um número cada vez maior de blogueiros soropositivos ao redor do mundo está usando veículos de mídia cidadã para expressar-se sobre como é viver com o HIV.</p>
<p>Falar abertamente sobre HIV/AIDS pode ser muito difícil. Milhares de pessoas já contraíram o vírus, mas o fato de que ele é tão temido e que pode ser transmitido por meio de relações sexuais significa que as pessoas que vivem com o HIV são normalmente estigmatizadas. Ainda assim, dezenas de indivíduos demonstram bravura narrando suas histórias pessoais e, algumas vezes, atuando como ativistas em defesa de seus direitos ou por um sistema de saúde mais decente, em blogs e fóruns na internet que são abertos ao público e podem ser lidos por qualquer pessoa.</p>
<p><iframe width="425" height="350" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src="http://maps.google.com/maps/ms?hl=en&amp;ie=UTF8&amp;msa=0&amp;msid=116925014949105791191.00045c9dd6cebd5e130f5&amp;source=embed&amp;ll=27.059126,6.328125&amp;spn=90,-61.171875&amp;output=embed"></iframe><br /><small>Veja o mapa <a href="http://maps.google.com/maps/ms?hl=en&amp;ie=UTF8&amp;msa=0&amp;msid=116925014949105791191.00045c9dd6cebd5e130f5&amp;source=embed&amp;ll=27.059126,6.328125&amp;spn=90,-61.171875" style="color:#0000FF;text-align:left">Blogando Positivamente</a> em tamanho maior</small></p>
<p><strong>África do Sul</strong></p>
<p><a href="http://latifah.wordpress.com/2006/12/22/happy-birthday-to-me/">Busi</a> [en], uma blogueira e poetisa da África do Sul descobriu que havia contraído o vírus em abril de 2006, seis meses após ter sido violentada.</p>
<p>Eis a sua triste história, como ela descreveu em seu blog, <a href="http://latifah.wordpress.com/2006/12/22/happy-birthday-to-me/"><em>My Realities</em></a> [Minhas Realidades, pt]:</p>
<blockquote><p>Not so long ago i discovered that i was HIV+. I was attacked and raped far too many times in order for me to contract the virus. You see, the reason for that is that i am a woman who identifies as lesbian because of my involvement with a woman. My attackers and different rapists did so to show me how it is to be a woman.</p></blockquote>
<div class="translation">Não faz muito tempo que descobri que era soropositiva. Eu fui atacada e estuprada muitas vezes para que eu viesse a contrair o vírus. Sabe, a razão para isso é o fato de que sou uma mulher identificada como lésbica por causa de meu envolvimento com outra mulher. Meus agressores e outros estupradores fizeram isso comigo para me mostrar o que é ser mulher.</div>
<p>Busi <a href="http://latifah.wordpress.com/2007/03/17/goodbye-busisiwe-231281-120307/">não sobreviveu</a> nesse belo mundo, tendo falecido em decorrência da doença em março de 2007. Mas seu blog e poesia continuam como poderosos testemunhos de sua vida, como serão os blogs de outras pessoas, enquanto a cura permaneça desconhecida.</p>
<p><strong>China </strong></p>
<p>O blogueiro chinês <em>Li Xiang</em> foi infectado com o <a href="http://globalvoicesonline.org/2008/12/01/china-aids-blogger-li-xiangs-unextraordinary-life/">HIV por meio de uma transfusão de sangue</a> quando era ainda adolescente, aluno do segundo grau. Ele começou a blogar em 2005, por volta de seus 20 anos. Em <a href="http://blog.sina.com.cn/s/blog_46f3d7910100byk0.html">uma postagem no início deste ano</a> (em chinês), ele tenta desmitificar a AIDS, afirmando que as pessoas não deveriam ter mais medo da doença do que temem qualquer outro fator causador de mortes, e que ele próprio já não tem mais medo, graças ao avanço  do tratamento médico.</p>
<p><strong>Filipinas<br />
</strong><br />
<em>Kiks</em> é um blogueiro filipino sediado em Kowloon, Hong Kong. Em 2007, ele descobriu que tinha HIV e <a href="http://bikolanongtsekwangbakla.blogspot.com/2007/07/sounding-alarm.html">escreveu</a> sobre como lidar com esse fato:</p>
<blockquote><p>Being HIV positive is not the least bit fascinating.</p>
<p>It is like having a heart disease for life although my doctors told me it was better than having diabetes. With the medicines so readily available nowadays, you can be sure to live longer than cancer patients, anemic or the elderly staying in big polluted cities like Manila.</p></blockquote>
<div class="translation">Ser portador do HIV não é nem um pouco fascinante.</p>
<p>É como ter uma doença cardíaca pelo resto da vida, embora meu médico tenha me dito que é melhor do que ter diabetes. Com os medicamentos tão amplamente disponíveis nos dias de hoje, com certeza se vive mais tempo do que em casos de pacientes com câncer, anemia ou pessoas mais velhas morando em cidades poluídas como Manila.</p></div>
<p><em><a href="http://mylifepositive.com/wpmu/ukguy/2009/07/22/mr-angry-2/">Freerangelife</a></em> é o blog de um rapaz gay do Reino Unido que vive com o vírus do HIV há mais de 20 anos. Em uma postagem recente, ele escreve sobre os perigos de se ignorar as preucações que devem ser tomadas:</p>
<blockquote><p>We have known about HIV for over 20 years, people know the risks. So why does it happen? It happens because we like taking risks and we often think “it will never happen to me”.</p></blockquote>
<div class="translation">A gente tem conhecimento do HIV há mais de 20 anos, as pessoas conhecem os riscos. Então, por que ainda acontece? Acontece porque gostamos de correr riscos e normalmente achamos que “nunca vai acontecer comigo”.</div>
<p><strong>Congo<br />
</strong><br />
<em>Davy Herman Malanda</em> do blog <a href="http://aidsrightscongo.org/?p=103"><em>Aids Right Congo</em></a> [Direitos dos Soropositivos no Congo, en] escreveu sobre os riscos de se deixar que as pessoas saibam sobre a condição do portador do HIV. Ele conta a história Bernadette (pseudônimo), uma jovem que vende roupas usadas no mercado de Tié-Tié em Pointe-Noire, no Congo:</p>
<blockquote><p>Bernadette’s life changed when her friend divulged Bernadette’s HIV status. Her colleagues and clients from the market were informed that she is HIV-positive. Very few clients came to buy at Bernadette’s table. Her life became difficult, and she had difficulty to make ends meet.</p></blockquote>
<div class="translation">A vida de Bernadette mudou quando um amigo divulgou a sua condição de portadora do HIV. Seus colegas, amigos e clientes do mercado foram informados de que ela era soropositiva. Poucos clientes vinham comprar na mesa de Bernadette. A vida dela se complicou, e ficou difícil ganhar o sustento.</div>
<p><em>Aurelie</em>, de Brazzaville, capital do Congo, <a href="http://aidsrightscongo.org/?p=111">descreve</a> seu choque ao descobrir que tinha HIV:</p>
<blockquote><p>Initially, it hit me like a ton of bricks. I saw my life change instantly, and the thoughts kept multiplying in my mind.</p></blockquote>
<div class="translation">Inicialmente, foi como se uma tonelada de tijolos tivesse caído sobre mim. Vi meu mundo mudando instantaneamente, e os pensamentos insistiam em se multiplicar em minha cabeça.</div>
<p>Ela também escreve que, graças ao apoio de sua família e de uma organização não governamental, leva uma vida normal.</p>
<p><strong>Estados Unidos</strong></p>
<p><em>Michelle</em>, dos Estados Unidos, diz que <a href="http://blogs.poz.com/michelle/">“o amor ainda é possível”</a> [en] depois do HIV e conta como ela conheceu seu novo parceiro em um blog da rede internacional <a href="http://blogs.poz.com/"><em>POZ Blog</em></a>. Ela deixa ainda um conselho:</p>
<blockquote><p>To those newly infected or those who are tired of being alone, don&#39;t lose hope. Don&#39;t give up on love. It will come when you least expect it and when you need it the most.</p></blockquote>
<div class="translation">Para aqueles que acabaram de serem infectados ou os que estão cansados da solidão, não percam as esperanças. Não desistam do amor. Ele chegará quando você menos esperava e mais precisava.</div>
<p><strong>Quênia</strong></p>
<p>Ser soropositivo não significa que você estará condenado a não se divertir por causa da discriminação. <em><a href="http://rising.globalvoicesonline.org/repacted/2008/12/03/world-aids-day-mr-and-miss-red-ribbon-2008/">Mr. and Miss Red Ribbon</a></em> é um desfile de moda sem fins lucrativos organizado anualmente pelo grupo jovem Nakuru, no Quênia. Blogueira soropositiva <em>Maureen</em>, que faz parte do grupo <a href="http://rising.globalvoicesonline.org/projects/repacted-kenya/">REPACTED</a> do projeto de blogs <a href="http://rising.globalvoicesonline.org/">Rising Voices</a> foi uma das candidatas e <a href="http://maureenakinyi.blogspot.com/2008/12/blogging-positively.html">compartilha sua experiência</a>:</p>
<blockquote><p>I have been contesting since 2006 and have been enjoying every moment of the event because of one thing, effective reduction of stigma and discrimination. Mr. and Miss Red Ribbon brings together both affected and infected to celebrate beauty in a unique way. During the event audience appreciate beauty by seeing models but not the affected or the infected.</p></blockquote>
<div class="translation">Desfilo desde 2006 e gosto de cada momento do evento por causa de uma coisa: a redução real do estigma e da discriminação. <em>Mr. and Miss Red Ribbon</em> junta tantos os afetados quanto os infectados de uma forma exclusiva. Durante o evento, a platéia aprecia a beleza de ver o desfile de  modelos, e não de afetados ou infectados.</div>
<p><em>O <a href="http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&amp;hl=en&amp;msa=0&amp;msid=116925014949105791191.00045c9dd6cebd5e130f5&amp;ll=24.527135,14.765625&amp;spn=120.298584,316.40625&amp;z=2">mapa do Global Voices de blogueiros soropositivos</a> acima destaca as vozes de blogueiros portadores e daqueles que cuidam deles, e outras iniciativas de mídia cidadã relacionadas ao HIV/AIDS. Ao clicar nos links do mapa, você encontrará mais algumas dessas histórias incríveis.</em></div>
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		<title>Zimbábue: Faces da crise e um grito por ajuda</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/06/16/zimbabue-faces-da-crise-e-um-pedido-de-ajuda/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 21:30:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Maestre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A organização da Aliança Mundial CIVICUS para Participação Cidadã [en] publicou oTime 2 Act [Hora de agir], um vídeo online no qual as pessoas no Zimbábue apresentam as várias formas da crise pela que passa o país está dizimando a população e a qualidade de vida dos sobreviventes. No vídeo a seguir, dividido em três partes, cidadãos discutem como a mega desvalorização da moeda está afetando a oportunidade de se alimentarem e vestirem; fala também sobre violência e pede ajuda dos mediadores, como a Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/juliana-rincon-parra/">Juliana Rincón Parra</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/carlosmaestre/'>Carlos Maestre</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/06/12/zimbabwe_faces_of_the_crisis_and_a_cry_for_help/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<div id="attachment_79656" class="wp-caption alignleft" style="width: 105px;"><a href="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/06/civicus.jpg"><img class="size-full wp-image-79656" title="civicus" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/06/civicus.jpg" alt="Civicus.org" width="95" height="82" /></a></p>
<p class="wp-caption-text">Civicus.org</p>
</div>
<p>A organização da <a href="http://www.civicus.org/">Aliança Mundial CIVICUS para Participação Cidadã</a> [en] publicou o<em>Time 2 Act</em> [Hora de agir],  um <a href="http://www.youtube.com/user/civicusworldalliance">vídeo online</a> no qual as pessoas no Zimbábue apresentam as várias formas da crise pela que passa o país está dizimando a população e a qualidade de vida dos sobreviventes. No vídeo a seguir, dividido em três partes, cidadãos discutem como a mega desvalorização da moeda está afetando a oportunidade de se alimentarem e vestirem; fala também sobre violência e pede ajuda dos mediadores, como a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunidade_para_o_Desenvolvimento_da_%C3%81frica_Austral">Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral</a>.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=pSKb7K6ex1I">A parte 1 of do vídeo</a> começa com um jovem estudante falando como não são livres os zimbabuanos: eles não são livres para se alimentar, se vestir, se nutrir, a aprender de professores com salários decentes, nem são livres para buscar assistência nos hospitais caso estejam doentes ou adquirir coisas por causa do uso de sua moeda: Rands em vez de dólares zimbabuanos. A situação piorou a tal ponto que as pessoas acreditam que o sistema quebrou em muitos pontos: saúde, segurança, economia e governo. A respeito da saúde, pessoas doentes chegam nos hospitais e ali morrem por falta de atenção. E mesmo assim, não há respeito pelos mortos: as famílias têm que pagar quantias extraordinárias para que os necrotérios busquem os corpos.</p>
<p><object width="425" height="258" data="http://www.youtube.com/v/pSKb7K6ex1I&amp;hl=es&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/pSKb7K6ex1I&amp;hl=es&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Aqui está a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Ptf8K2yK_RE">segunda parte</a> do vídeo, falando sobre como a nova queda econômica está afetando a comunidade: salários pagos em dólares zimbabuanos têm que ser convertidos em outra moeda mais estável, o Rand sulafricano, e não é nem o suficiente para comprar as necessidades básicas. Outro assunto discutido são as violações aos direitos humanos e as limitações que o país encara em relação à liberdade de expressão:</p>
<p><object width="425" height="258" data="http://www.youtube.com/v/Ptf8K2yK_RE&amp;hl=es&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Ptf8K2yK_RE&amp;hl=es&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>A <a href="http://www.youtube.com/watch?v=JVtuxHAxRWk">terceira e última parte</a> do vídeo é um grito por ajuda e apoio dos órgãos mediadores, da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral e ao governo da África do Sul. Eles desejam que a situação seja levada a sério e que a antiga &#8216;cesta de pão da África&#39; [NdT: região dedicada à colheita de grãos], que atualmente chamam de &#8216;cesta de lixo da África&#39;.</p>
<p><object width="425" height="258" data="http://www.youtube.com/v/JVtuxHAxRWk&amp;hl=es&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/JVtuxHAxRWk&amp;hl=es&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
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		<title>África do Sul celebra o Dia da Juventude e relembra o passado</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/06/16/africa-do-sul-celebra-o-dia-da-juventude-e-relembra-o-passado/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 19:24:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Maestre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[Governança]]></category>
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		<description><![CDATA[Dezesseis de junho, que é hoje conhecido hoje como o Dia da Juventude aqui na África do Sul, é o dia que recordamos o passado. No dia 16 de junho de 1976, o Levante de Soweto aconteceu - incendiado por leis que forçariam toda a educação em Afrikaans [ou ainda, em português, africâner e africânder].]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/ismail-dhorat/">Ismail Dhorat</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/carlosmaestre/'>Carlos Maestre</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/06/16/south-africa-celebrates-youth-day-and-remembers-the-past/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<p><strong>Dezesseis de junho</strong>, que é hoje conhecido hoje como  o <strong>Dia da Juventude</strong> aqui na África do Sul, é o dia que recordamos o passado. No dia 16 de junho de 1976, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Levante_de_Soweto">Levante de Soweto</a> aconteceu - incendiado por leis que forçariam toda a educação em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_afric%C3%A2ner">Afrikaans</a> [ou ainda, em português, africâner e africânder].</p>
<blockquote><p>On the morning of June 16, 1976, thousands of black students walked from their schools to Orlando Stadium for a rally to protest against having to learn through Afrikaans in school. Many students who later participated in the protest arrived at school that morning without prior knowledge of the protest, yet agreed to become involved.</p></blockquote>
<div class="translation">Na manhã de 16 de junho de 1976, milhares de estudantes negros saíram de suas escolas em direção ao Estádio Orlando para se manifestarem contra o ensino do Afrikaans na escola. Muitos estudantes, que mais tarde participariam do protesto, chegaram às escolas pela manhã sem saber da manifestação, mas ainda assim concordaram em envolver-se.</div>
<p>Estima-se que entre 300 e 600 pessoas tenham perdido suas vidas durante o levante, que se tornou um momento definitivo na resistência contra o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apartheid">apartheid</a>.</p>
<p>No blog <strong>Redemption Time</strong>, o autor <a href="http://bikosghost.blat.co.za/2009/06/15/youth-day-let-us-reflect/">reflete</a> sobre o dia:</p>
<blockquote><p>I could say a lot about this day, but will restrict my words to making these few points.in all of history, the apartheid system and what it did to the people and youth who were oppressed under it will forever remain one of the worst tragedies to befall humankind. i therefore give full respect to those youth, who on this very day, challenged the apartheid forces and neglected bantu and afrikaans medium instruction in 1976. hector peterson and those whe were at his side, standing up for their rights, will forever be remembered and honoured in this country.</p></blockquote>
<div class="translation">Eu poderia falar muito a respeito deste dia, mas restringirei minhas palavras para fazer alguns tópicos. Em toda a história, o sistema do apartheid e o que ele fez com as pessoas e a juventude oprimidas permanecerão para sempre como uma das piores tragédias a cair sobre a humanidade. Eu, portanto, tenho pleno respeito por aquela juventude, que naquele mesmo dia desafiou as forças do apartheid e negligenciou o ensino de Bantu e afrikaans em 1976. Hector Peterson e aqueles que estavam deste lado, brigando por seus direitos, serão lembrados e honrados para sempre neste país.</div>
<p>No blog <strong>Platform 2</strong>, o autor <a href="http://theplatform2.blogspot.com/2009/06/june-16-we-are-celebrating-rebellion.html">escreve</a> a respeito de celebrar a rebelião do 16 de junho e da música como forma de protesto:</p>
<blockquote><p>The Hip-Hop nation will know that on June 16 a son was given to us, in a form of a rap legend, a rap genius was born from the political activist Afeni Shakur and Mzansi nation will also know dat on the same day of 1976 history was made. It is a blessing to commemorate this day not only as a young South African but as Hip-Hop fanatic. The music we listen to bring as much revolution as the young freedom fighters that took their rage to the street. They fought a different cause relevant to their political struggles but with the same intentions of liberation as of the youth of today. Well, we might not be as mobilized as the young people of ’76 but the truth is, we need the same things, we need our freedom, this was evident during our April voting period as young people voted in majority. We came together to defend our liberty, we voted because we wanted our pains and struggles to be heard. After we nearly had our intentions twisted with xenophobia, crime and drug abuse, we fought back positively like the Hector Petersons rebelled against the Bantu education system we brought our own rebellion to the voting station.</p></blockquote>
<div class="translation">A nação Hip-Hop vai logo saber que no dia 16 de junho um filho nos foi dado, na forma de uma lenda do rap, um gênio do rap nasceu do ativista político Afeni Shakur e a nação Mzansi também vai saber que no mesmo dia de 1976 a história foi feita. É uma benção comemorar este dia - não apenas como sulafricano, mas como fanático do Hip-Hop. A música que escutamos para trazer tamanha revolução quantos os jovens lutadores da liberdade que levaram sua fúria às ruas. Eles lutaram uma causa diferente e relevante para seus anseios políticos com as mesmas intenções de liberdade que a juventude de hoje. Bem, podemos não estar tão mobilizados como os jovens de 76, mas a verdade é que precisamos das mesmas coisas, precisamos de nossa liberdade, isso ficou evidente durante nossas eleições em abril, quando a juventude compareceu em massa. Viemos juntos para defender nossa liberdade, votamos porque queríamos que nossas dores e anseios fossem ouvidos. Depois de quase termos nossas intenções deturpadas pela xenofobia, crime e drogas, lutamos positivamente como Hector Petersons se rebelou contra o sistema de educação de Bantu e levamos nossa própria rebelião para as urnas.</div>
<p>Fabulosity <a href="http://fabulosity-capetown.blogspot.com/2009/06/12-things-to-do-on-youth-day-in-ct.html">escreve</a> que o assunto era mais além do que a educação do Afrikaans:</p>
<blockquote><p>The issue however, was not so much the Afrikaans as the whole system of Bantu education which was characterised by separate schools and universities, poor facilities, overcrowded classrooms and inadequately trained teachers.</p></blockquote>
<div class="translation">O assunto, entretanto, não era tanto o Afrikaans, mas o sistema educacional de Bantu, que era caracterizado por escolas e universidades separadas, pobre infraestrutura, salas de aula lotadas e professores treinados de maneira inadequada.</div>
<p>Thando Tshangela <a href="http://tsuai.blogspot.com/2009/06/1976-youth-deserve-21-gun-salute.html">discute</a> os efeitos do protesto:</p>
<blockquote><p>This started an era of student and youth activism that culminated in the 1980?s unrest in black townships and the crisis in the culture of learning and teaching as the student took the battle against apartheid to the streets. The aim was ?to make the country ungovernable? and ensure that freedom was achieved at all costs even if it meant their education had to suffer. Their motto was ?liberation first and education later.?</p></blockquote>
<div class="translation">Ele começou uma era de ativismo estudantil e da juventude que culminou na turbulenta década de 1980 nas municipalidades negras e a crise na cultura do aprendizado e ensino, já que os estudantes compraram a batalha contra o apartheid nas ruas. O objetivo era tornar o país ingovernável e assegurar-se que a liberdade fosse alcançada a todo custo, mesmo se isso significasse no comprometimento da educação deles. A sua motivação era &#8216;libertação primeiro, educação depois&#39;.</div>
</div>
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		<title>Eleições África do Sul 2009: Há apenas uma história a ser contada</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/06/01/eleicoes-africa-do-sul-2009-ha-apenas-uma-historia-a-ser-contada/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 17:32:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Maestre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eleições]]></category>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porNdesanjo Macha  &#183; Traduzido por Carlos Maestre &#183;  Veja o post original 

Na seqüência das eleições nacionais e provinciais da quarta-feira na África do Sul, grubstreet  acredita que apenas há uma história a ser contada: os resultados das eleições e como a mídia online está respondendo.
Nesta publicação nós vamos olhar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/ndesanjo-macha/">Ndesanjo Macha</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/carlosmaestre/'>Carlos Maestre</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/04/24/south-africas-elections-there-is-only-one-story-to-be-told/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<p>Na seqüência das eleições nacionais e provinciais da quarta-feira na África do Sul, <em>grubstreet </em> acredita que apenas há uma história a ser contada: <a href="http://grubstreet.co.za/2009/04/23/one-thing-you-need-to-know-today/">os resultados das eleições e como a mídia online está respondendo.</a></p>
<p>Nesta publicação nós vamos olhar as reações da rede sobre as eleições de 2009 na África do Sul, começando com <a href="http://hottestgossip.co.za/?p=7243">os fatos sobre a eleição e o processo de voto</a> da Hottest Gossip:</p>
<blockquote><p>TWO-TIER ELECTION<br />
* Voters will be voting in national and provincial elections. Voting is under a proportional system where parties submit lists of candidates to fill 400 seats in the National Assembly, and for provincial parliaments in South Africa’s nine provinces.<br />
* Parties will fill 200 of the National Assembly seats according to the national vote and another 200 seats in line with provincial support.<br />
* Twenty-six parties will contest the election for the National Assembly and 11 parties will contest the ballot for the National Assembly and for all nine provincial legislatures.<br />
* Parties have nominated 9,289 candidates for the national and provincial election, 61.6 percent of them male and 38.4 percent female.<br />
2004 ELECTION RESULTS<br />
* The ANC won 69.69 percent of the vote in the previous election held in 2004. The Democratic Alliance polled 12.37 percent of the vote, the Inkatha Freedom Party 6.97 percent and the United Democratic Movement 2.28 percent.<br />
* Voter turnout in South African elections has been traditionally high. Turnout in 2004 was 76.73 percent.<br />
VOTERS<br />
* South Africa’s Independent Electoral Commission (IEC) says 23.18 million people are registered to vote.<br />
* In the previous election in 2004, there were 20.67 million registered voters.</p></blockquote>
<div class="translation">UMA ELEIÇÃO DE DUAS ETAPAS<br />
* Eleitores votarão nas eleições nacional e provincial. A votação está sob um sistema proporcional no qual os partidos enviam listas dos candidatos para preencher as 400 cadeiras na Assembléia Nacional, e para os parlamentos das nove províncias da África do Sul.<br />
* Os partidos preencherão 200 cadeiras da Assembléia Nacional de acordo com o voto nacional e as outras 200 cadeiras na ordem pelo apoio provincial.<br />
* 26 partidos disputarão a eleição pela Assembléia Nacional e 11 partidos disputarão as urnas para a Assembléia Nacional e por todas as nove legislaturas provinciais.<br />
* Os partidos nomearam 9289 candidatos para as eleições nacional e provincial, 61,6% deles são homens e 38,4%, mulheres.<br />
RESULTADOS DA ELEIÇÃO DE 2004<br />
* O ANC recebeu 69,69% dos votos nas últimas eleições, realizadas em 2004. A Aliança Democrática (DA) conseguiu 12,37% dos votos, o Partido da Liberdade Inkatha (ILP), 6,97%, e o Movimento da União Democrática (UDM), 2,28%.<br />
* Omissão dos eleitores nas eleições sulafricanas é tradicionalmente alta. Em 2004, 76,73% do eleitorado não compareceu às urnas.<br />
ELEITORES<br />
* A Comissão Eleitoral Independente (IEC) da África do Sul diz que 23,18 milhões de pessoas estão registradas e aptas para votar.<br />
* Nas últimas eleilções, em 2004, havia 20,67 milhões de eleitores registrados.</div>
<p><a href="http://grubstreet.co.za/2009/04/23/one-thing-you-need-to-know-today/">One thing you need to know</a> [Uma coisa que você precisa saber, en], de Grubstreet:</p>
<blockquote><p>There’s only one story today: the election results and how the online media is responding. Everybody’s got the story that by 8.30am this morning, the ANC had 63.7% (2 078 352 votes) - with the largest total of votes coming from the Eastern Cape (503 730) — the DA 19.5% (636,637 votes) and Cope only 7.7% (251 200 votes).Most of the parties’ Facebook pages are silent and the IEC’s website is not loading, possibly because of the the number of hits on it.<br />
It’s hard to beat the immediacy of TV and radio on this one but News24 seems to have the best online package of the big online media houses, with a cool little map of SA showing the results as they come in (the Western Cape is going to the DA, the rest are sticking with the ANC). Click here to go there.<br />
My favourite story of the past two days, however, goes to the Daily Dispatch, which ran a reader competition of people’s memories of the 1994 election. I actually got a lump in my thoa</p></blockquote>
<div class="translation">Há apenas uma história hoje: os resultados da eleição e como a mídia online está respondendo. Todo mundo tinha a história, às 8h30 desta manhã, que o ANC tinha 63,7% (2.078.352 de votos) - com a maioria dos votos vindo do Cabo Oriental (503.730) — o DA 19,5% (636.637 votos) e Cope com somente 7,7% (251.200 votos).<br />
A maioria das páginas dos partidos no FaceBook estão em silêncio e o site da IEC não carrega, possivelmente por causa da quantidade de acessos.<br />
É difícil vencer a instantaneidade da TV e do rádio, mas News24 parece ter o melhor pacote online das grandes mídias online, com um pequeno mapa interativo da África do Sul mostrando os resultados à medida que eles aparecem (o Cabo Ocidental segue o DA, e o resto se mantém com ANC). Clique aqui para ir lá.<br />
Minha história preferida dos últimos dois dias, entretanto, vai com o Daily Dispatch, que exibiu uma competição das lembranças das pessoas sobre as eleições de 1994. Eu fiquei com um nó na garganta quando <a href="http://www.dispatch.co.za/politics/article.aspx?id=310089">li a história sobre as lembranças de um leitor quando seu avô foi votar pela primeira vez</a>.</div>
</div>
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		<title>Índia: Perspectivas sobre Crescer na Índia</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/05/29/india-perspectivas-sobre-crescer-na-india/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 00:06:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Graças ao programa Adobe Youth Voices ("Vozes Jovens da Adobe"), pessoas jovens de diferentes partes do mundo estão tendo a oportunidade de experimentar com equipamentos audivisuais e contar suas próprias histórias de sua própria perspectiva. Este é o caso da Índia, onde jovens de muitas escolas e subúrbios estão fazendo seus vídeos para mostrar o mundo que os cerca, e suas preocupações e condições de vida.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/juliana-rincon-parra/">Juliana Rincón Parra</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/05/28/india-perspectives-on-growing-up-in-india/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/05/ayv.jpg"><img title="Logo do Adobe Youth Voices" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/05/ayv.jpg" alt="Logo do Adobe Youth Voices" width="200" /></a><p class="wp-caption-text">Logo do Adobe Youth Voices</p></div>
<p>Graças ao programa <a href="http://www.adobe.com/cfusion/ayv/index.cfm">Adobe Youth Voices</a> (&#8221;Vozes Jovens da Adobe&#8221;) [en], pessoas jovens de diferentes partes do mundo estão tendo a oportunidade de experimentar com equipamentos audivisuais e contar suas próprias histórias de sua própria perspectiva. Este é o caso da Índia, onde jovens de muitas escolas e subúrbios <a href="http://www.adobe.com/cfusion/ayv/index.cfm?c=42">estão fazendo vídeos</a> [en] para mostrar o mundo que os cerca, e suas preocupações e condições de vida. Primeiro, um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=PhGB2zt_Vrw">vídeo</a> [hi] mostrando a diferença do tratamento dado a garotos e garotas na Índia, e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=PjyAdmpoEB0">outro vídeo</a> [hi] mostrando as dificuldades enfrentadas por uma garota quando ela tem que fazer os serviços de casa e não tem tempo para fazer os deveres de casa da escola, e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=6N6sItm3CYY">o caso</a> [hi] de um garoto punido pelos pais por reprovar em um curso, e que então começa a fumar por conta da pressão de sua família.</p>
<p>Este primeiro vídeo, <em>Freedom</em> (&#8221;Liberdade&#8221;), é descrito por Meera Sinha em seu blogue <a href="http://meerasinha.wordpress.com/2009/05/11/student-film/"><em>A Year in India</em></a> (&#8221;Um Ano na Índia&#8221;) [en]:</p>
<blockquote><p>An interesting side note: Freedom was spearheaded by 17-year-old Mubeen, whom I’ve previously written about <a href="http://meerasinha.wordpress.com/2009/04/06/portraits-of-bangalore/">here</a> (and who is the film’s leading lady). Toward the end of the video, you’ll notice an older woman being interviewed about why she loves her son more than her daughter. Keep in mind that the interviewer in that interaction is Mubeen; the interviewee, her mother.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Uma interessante nota: [O vídeo] Freedom foi produzido por Mubeen, de 17 anos, sobre quem eu já escrevi <a href="http://meerasinha.wordpress.com/2009/04/06/portraits-of-bangalore/">aqui</a> [en] (e que é a protagonista do filme). Próximo ao final do vídeo, você verá uma mulher mais velha sendo entrevistada e respondendo por quê ama mais a seu filho do que a sua filha. Preste atenção no fato de que nesta entrevista, a entrevistadora é Mubeen, e a entrevistada é a sua mãe.&#8221;</div>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/PhGB2zt_Vrw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/PhGB2zt_Vrw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Se o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=PhGB2zt_Vrw">vídeo anterior</a> [hi] nos deu impressões sobre a vida de uma garota que teve que se dividir entre os trabalhos domésticos e os trabalhos de escola, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=PjyAdmpoEB0">este outro vídeo</a> [hi], da Escola Védica Kanya em Delhi, mostra as perspectivas acadêmicas da vida de garotas que tem responsabilidades dobradas, e sobre como a falta de tempo para fazer seus deveres de casa pode afetar seus desempenhos:</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/PjyAdmpoEB0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/PjyAdmpoEB0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>E <a href="http://www.youtube.com/watch?v=6N6sItm3CYY">neste último vídeo</a> [hi], da Escola Pública Noida em Delhi nos traz a perspectiva de um garoto crescendo na Índia, lançando luz sobre como o tabagismo na adolescência pode ser causado por problemas em casa e pressão familiar.</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/6N6sItm3CYY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6N6sItm3CYY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Você pode assistir muitos outros vídeos feitos por jovens no site do <a href="http://www.adobe.com/cfusion/ayv/index.cfm">Adobe Youth Voices</a> [en], onde você pode fazer buscas por locais específicos e aprender muito sobre a vida na Índia, mas também sobre os jovens do Senegal e da África do Sul, assim como nos Estados Unidos da América, Canadá e Inglaterra.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>África: Os ganhadores do Primeiro Prêmio Africano de Blogs para Jornalistas são…</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/03/06/africa-os-ganhadores-do-primeiro-premio-africano-de-blogs-para-jornalistas-sao%e2%80%a6/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 03:30:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Maestre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Benin]]></category>
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		<description><![CDATA[Os vencedores do Waxal - Blogging Africa Awards (BAA) foram anunciados. Waxal é uma iniciativa do Instituto Panos da África Ocidental, [Panos Institute of West Africa (PIWA)] em parceria de Highway Africa e do Global Voices Online (África Sub-saariana). Waxal (pronuncia-se UÓ-ROL), que significa "fala" em Wolof, captura a essência da evolução da worldwide web como uma plataforma para conversação e levantamento das vozes marginalizadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/ndesanjo-macha/">Ndesanjo Macha</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/carlosmaestre/'>Carlos Maestre</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/03/02/africa-winners-of-the-first-african-blog-award-for-journalists-are/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Os vencedores do <a href="http://blogs.haayo.org/waxal/index.php?post/2008/11/07/Waxal-Blogging-Africa-Awards-announcement-2008-Edition">Waxal - Blogging Africa Awards (BAA)</a> foram anunciados. Waxal é uma iniciativa do <a href="http://www.panos-ao.org/">Instituto Panos da África Ocidental [en, Panos Institute of West Africa (PIWA)]</a> em parceria de <a href="http://www.highwayafrica.com/">Highway Africa [en]</a> e do Global Voices Online (África Sub-saariana). <img class="alignright size-thumbnail wp-image-59092" title="gv-waxal1" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/03/gv-waxal1-75x75.jpg" alt="gv-waxal1" width="75" height="75" /></p>
<p>Waxal (pronuncia-se UÓ-ROL), que significa &#8220;fala&#8221; em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_wolof">Wolof</a> [pt], captura a essência da evolução da worldwide web como uma plataforma para conversação e levantamento das vozes marginalizadas. A primeira edição do prêmio reconhece o uso da nova mídia pelos jornalistas profissionais na África e pelas organizações midiáticas africanas que trabalham para promover a produção de informação alternativa e expressão cidadã.</p>
<p>Depois de revisar os blogs inscritos, membros do júri concederam quatro prêmios em três categorias <a href="http://blogs.haayo.org/waxal/index.php?post/2008/11/07/Waxal-Blogging-Africa-Awards-announcement-2008-Edition">anunciadas no início do concurso</a> e um prêmio especial de encorajamento. O júri procurou por blogs que ilustrassem uma boa linha editorial, qualidade de expressão, interação com usuários, originalidade, publicações freqüentes e variedade no conteúdo. Dez blogs também chamaram a atenção dos membros do júri.</p>
<p>O júri foi formado por: dr. Lilian Ndangam, professor de mídia camaronês radicado no Canadá, Joel Phiri, cineasta e especialista em multimídia do Zimbábue, e Fatou Jagne, especialista em mídia e liberdade de expressão. Ela é a coordenadora do programa Article 19 Africa. Todos os membros do júri são bilingües.</p>
<p>E os vencedores são…</p>
<p>1. Melhor Blog de Jornalista (em língua francesa):<br />
<a href="http://www.cedrickalonji.net/">Cedric Kalonji</a> da República Democrática do Congo (ele costumava blogar em www.congoblog.net). Cedric trabalha há cinco anos como jornalista para a <a href="http://www.radiookapi.net/">Radio Okapi</a>:</p>
<blockquote><p>I have been working for five years as a journalist for Radio Okapi (http://www.radiookapi.net) in Kinshasa. In 2005, I created a Blog on which I posted pictures and personal thoughts on ordinary daily life in Congo. More precisely, it all started in September 2005. At the time I was using a small digital camera that my mother had given me as a present. I posted my pictures and wrote captions to explain the content of the photos in more detail. (…) Very quickly I received comments and points of views from visitors, mainly from Congolese living abroad. At that time, there were very few pictures of Kinshasa on the Internet; this was a result of the 32 year-long dictatorship under Mobutu (…)I come from a country where most of the journalists are praising those in power, in order to receive protection and rewards. It is difficult, in that context, to be an independent journalist. You have to withstand strong criticisms and sometimes even threats. Thanks to the Internet, I can publish my articles without fearing the censorship that the ordinary newspapers are subject to. (…) My desire to share experiences of my daily life was driven by a deep need to express myself freely. Thanks to my Blog, I had the opportunity to develop a media of my own, and to talk freely on subjects that matter to me, without being censored. Nevertheless, I was and am very careful with my editorial line, and always take into account my own security.</p></blockquote>
<div class="translation">Tenho trabalhado durante cinco anos como jornalista para a Rádio Okapi (http://www.radiookapi.net) em Kinshasa. Em 2005, criei um blog no qual posto fotos pessoais e reflexões sobre a vida diária normal no Congo. Mais precisamente, tudo começou em setembro de 2005. Na época eu estava usando uma pequena câmera digital que a minha mãe tinha me dado de presente. Eu publiquei minhas fotos e as legendei para explicar o conteúdo em detalhes. (&#8230;) Muito rapidamente recebi comentários e pontos de vista dos visitantes, principalmente dos congoleses que vivem no estrangeiro. Nessa altura, havia muito poucas fotos de Kinshasa na Internet, este foi o resultado de 32 longos anos da ditadura sob Mobutu (&#8230;) Eu venho de um país onde a maioria dos jornalistas estão elogiando aqueles no poder, a fim de receber proteção e recompensas. É difícil, nesse contexto, ser um jornalista independente. Você tem de resistir a fortes críticas e, por vezes, até mesmo ameaças. Graças à Internet, posso publicar meus artigos sem temer a censura que os jornais comuns estão sujeitos. (&#8230;) O meu desejo de compartilhar experiências da minha vida diária foi impulsionado por uma profunda necessidade de me expressar livremente. Graças ao meu blog, tive a oportunidade de desenvolver uma mídia propriamente minha e, para falar livremente sobre os assuntos que me interessam, sem ser censurado. No entanto, eu fui e sou muito cuidadoso com a minha linha editorial, e tenho sempre em conta a minha própria segurança.</div>
<p>Ele recebe 1 milhão de Francos CFA (aproximadamente US$2.000).</p>
<p>2 - Melhor Blog de Jornalista (em língua inglesa):<br />
<a href="http://ugandanjournalist.vox.com/">Rosebell Kagumire</a> [en], uma jornalista de Uganda. Rosebell trabalha para o jornal Independent. Ela bloga principalmente sobre seu trabalho como jornalista:</p>
<blockquote><p>I write mainly about my job as a journalist and also I comment on socio-political issues in Uganda and Africa mostly. I also write about opportunities that my colleagues can benefit from especially media related training. I write about conflict and the work I write in other media is always brought to feature on my blog. (…)Though very new my blog gives people my views about my life, my country and life generally (…)My interest in blogging is to express myself in sometimes ways that cannot be accepted in the media. I believe also it’s important for people and friend s to know my thought, principle and values which are all reflected in the different posts on my blog. I also think I can trigger discussion about many issues some of which I write about and others that are featured in the media for positive change. I get discussions going especially by posting my blog posts on facebook to share them with my colleagues. Through such discussion i get to know how the society views certain issues.</p></blockquote>
<div class="translation">Escrevo principalmente sobre o meu trabalho como jornalista e também comento sobre questões sócio-políticas em Uganda e na África, principalmente. Eu também escrevo sobre as oportunidades cujos meus colegas podem se beneficiar especialmente relacionadas com o treinamento na mídia. Escrevo sobre conflito e os trabalhos que escrevo em outros meios são sempre levados para um lugar de destaque no meu blog. (&#8230;) Apesar de muito novo, o meu blog oferece às pessoas a minha opinião sobre a minha vida, o meu país e da vida em geral (&#8230;) O meu interesse no blog é a de expressar-me de formas que às vezes não podem ser aceitas nos meios de comunicação. Creio também que é importante para que as pessoas e os amigos conheçam meu pensamento, princípio e valores que estão todos refletidos nos diferentes lugares do meu blog. Também acho que posso desencadear discussão sobre algumas das muitas questões que escrevo sobre e sobre outras que estão apresentadas nos meios de comunicação para uma mudança positiva. Recebo discussões especialmente publicando minhas postagens do blog no facebook para compartilhá-las com os meus colegas. Através dessa discussão, eu fico sabendo como a sociedade vê determinados assuntos.</div>
<p>Rosebell recebe 1 milhão de Francos CFA (aproximadamente US$ 2.000).</p>
<p>3 – Melhor Blog de Organização da Sociedade Civil Africana:<br />
<a href="http://www.lusakatimes.com/">Lusaka Times</a>, um blog de notícias e discussão feito por zambianos por todo o mundo.</p>
<blockquote><p>LT is an electronic news platform that allows all types of users to have an open discussion on the day to day current issues in Zambia. The idea that is powering Lusakatimes today was birthed in 1998 as a casual conversation between friends. In 1999, the idea was made manifest with the launch of Lusaka Information Dispatch. The project was funded by the Dutch IICD who provided seed capital for the equipment and operational costs for a limited duration. However, the operational model for Information Dispatch proved too difficult to sustain at the time. In 2002 Information Dispatch suspended its operation after key members quit the group. In January 2007, the site was re-launched under the new URL address called lusakatimes.com and a new operational model. Today Lusakatimes is run by a number of people distributed around the world, working in an open source type of structure, purely driven by hobby and ambition to provide Zambians around the world with current news content based on facts and not speculation. Our day to day news content comes from known Zambian sources like Zambia Daily-Mail, Times of Zambia, ZNBC and ZANIS. These are the giants whose shoulders we stand on. Our added value to the commodity called news is the speed with which we deliver it to our readers and the community, feeling and experience we have created around the news content on our website. Additionally, Lusakatimes also provides a platform for any Zambian who wants their article published, provided they take full ownership and responsibility of the content. The ability of our users to be able to read news and anonymously provide immediate feedback is something we have always highly valued from the Information Dispatch days. Lusakatimes.com was ranked as the most visited website in Zambia under<a href="http://www.alexa.com/browse?&amp;CategoryID=25784/"> traffic listing on Alex</a>.</p></blockquote>
<div class="translation">LT é uma plataforma eletrônica de notícias que permite a todos os tipos de usuários a terem uma discussão aberta sobre temas atuais do dia-a-dia na Zâmbia. A idéia que está alimentando Lusakatimes hoje nasceu em 1998 como uma conversa informal entre amigos. Em 1999, a idéia foi feita manifesto com o lançamento de Lusaka Information Dispatch [Correio Informativo Lusaca]. O projeto foi financiado pela holandesa IICD que forneceu o capital para equipamento e custos operacionais por um período limitado. No entanto, o modelo operacional para a Dispatch Information revelou-se demasiadamente difícil de sustentar-se no momento. Em 2002, Dispatch Information teve seu funcionamento suspenso depois de saídas de membros principais do grupo. Em janeiro de 2007, o site foi re-lançado no novo endereço URL chamado lusakatimes.com e com um novo modelo operacional. Hoje, Lusakatimes é gerido por um número de pessoas distribuídas por todo o mundo, trabalhando em um tipo de estrutura de fonte aberta, exclusivamente orientada por hobby e ambição de fornecer aos zambianos em todo o mundo a notícia atual com conteúdo baseado em fatos e não a especulação. O nosso conteúdo dia-a-dia de notícias vem de fontes conhecidas da Zâmbia como Zambia Daily-Mail, Times of Zambia, ZNBC e ZANIS. Estes são os gigantes em cujos ombros podemos apoiarmos. O nosso valor-agregado somado à mercadoria chamada notícia é a rapidez com que a entregamos aos nossos leitores e à comunidade, sentimento e experiência que temos criado em torno do conteúdo de notícias em nosso site. Além disso, Lusakatimes também fornece uma plataforma para qualquer pessoa zambiana que queira seu artigo publicado, na condição de assumir plenamente a propriedade e responsabilidade pelo conteúdo. A capacidade dos nossos usuários de serem capazes de ler as notícias e anonimamente fornecer feedback imediato é algo que é sempre muito valorizado desde os dias da Dispatch Information. Lusakatimes.com foi classificado como o mais visitado site na Zâmbia sob <a href="http://www.alexa.com/browse?&amp;CategoryID=25784/">listagem de tráfego no Alex</a> [en].</div>
<p>Lusaka Times recebe 2 milhões de Francos CFA (aproximadamente US$ 4.000).</p>
<p>4. Prêmio Especial do Panos Institute West Africa para a África ocidental:<br />
<a href="http://leblogdeyoro.ivoire-blog.com/">Israel Yoroba Guebo</a> da Costa do Marfim. Israel recebe 500.000 Francos CFA (aproximadamente US$ 1.000).</p>
<p>Abaixo estão os blogs que receberam felicitações do júri:</p>
<p>Categoria 1: Melhor Blog de Jornalista em francês (classificação sem hierarquia):<br />
<a href="http://edouardtamba.wordpress.com/">Edouard Tamba</a> de Camarões<br />
<a href="http://ramses1.blog4ever.com/">Ramata Sore</a> de Burkina Faso<br />
<a href="http://www.senegalmedias.blogspot.com/">Basile Niane</a> de Senegal</p>
<p>Categoria 2 - Melhor Blog de Jornalista em inglês (classificação sem hierarquia):<br />
<a href="http://www.eonyango.blogspot.com/">Emmanuel Onyango</a> da Tanzânia<br />
<a href="http://http//mwanawashe.wordpress.com/">Conrad Dube</a> from Zimbábue<br />
<a href="http://khayav.com/">Khaya Dlanga</a> da África do Sul</p>
<p>Categoria 3 – Melhor Blog de Organização da Sociedade Civil Africana (classificação sem hierarquia):<br />
<a href="http://www.ghanaelections2008.blogspot.com/">Penplusbytes&#39;</a> blog que cobriu as eleições de 2008 de Gana<br />
<a href="http://www.regultelcoafrik.org/">REgul-Telco-Afrik</a> do Senegal<br />
<a href="http://www.20mai.net/">20mai.net</a> de Camarões<br />
<a href="http://www.remastp.org/">Remastp News</a></p>
<p>Outros blogs que chamaram a atenção dos jurados, individualmente, mas que não foram escolhidos por unanimidade por razões distintas:</p>
<p><a href="http://www.itrealms.blogspot.com/">Remmy Nweke</a> da Nigéria<br />
<a href="http://martinsaihonnou.blogg.org/">Martin Aihonnou</a> de Benin<br />
<a href="http://babiwatch.ivoire-blog.com/">Nadine Kouamouo-Tchaptchet</a> da Costa do Marfim<br />
<a href="http://www.thoughtleader.co.za/vusigumede">Vusi Gumede</a> da África do Sul<br />
<a href="http://www.thoughtleader.co.za/khayadlanga">Khaya Dlanga</a> da África do Sul<br />
<a href="http://washingtonbureau.typepad.com/nairobi/">Shashank Bengali</a> do Quênia</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/03/06/africa-os-ganhadores-do-primeiro-premio-africano-de-blogs-para-jornalistas-sao%e2%80%a6/feed/</wfw:commentRss>
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		<title>Saúde Global: Telefones celulares ajudarão na assistência à saúde</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/03/02/saude-global-telefones-celulares-ajudarao-na-assistencia-a-saude/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 23:40:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Maestre</dc:creator>
				<category><![CDATA[English]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porJuhie Bhatia  &#183; Traduzido por Carlos Maestre &#183;  Veja o post original 

Três instituições uniram forças numa tentativa de fornecer melhor assistência à saúde através do uso das tecnologias de telefones celulares e computadores. Em particular, essas iniciativas tecnológicas móveis têm o intuito de melhorar os serviços da assistência médica dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/juhie-bhatia/">Juhie Bhatia</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/carlosmaestre/'>Carlos Maestre</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/02/23/global-health-mobile-phones-to-boost-healthcare/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-full wp-image-57522" title="Mobile Phone Up Close" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/02/2215069210_cdbf2b0bc5_m.jpg" alt="Mobile Phone Up Close" width="240" height="180" /></p>
<p style="text-align: justify;">Três instituições uniram forças numa tentativa de fornecer melhor assistência à saúde através do uso das tecnologias de telefones celulares e computadores. Em particular, essas iniciativas tecnológicas móveis têm o intuito de melhorar os serviços da assistência médica dos países em desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, telefones celulares são usados para serviços de saúde que vão da educação sobre a AIDS e o HIV até para lembrar as pessoas das vacinas. Na semana passada, a Fundação Rockefeller, a Fundação das Nações Unidas, e a Fundação Vodafone disseram que apoiarão tais projetos formando a Aliança da Saúde Móvel (ou <em>mHealth Alliance).</em> A aliança anunciada no <a href="http://www.mobileworldcongress.com/">Congresso Mundial Móvel [Mobile World Congress]</a> [en] facilitará projetos que usem tecnologia móvel para promover a saúde e trabalhará com grupos públicos e privados para expandir essas iniciativas. O plano é desenvolver a influência do uso crescente dos telefones celulares nos países em desenvolvimento – 64 por cento dos usúarios estão no mundo em desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Erik Hersman, blogueiro do <em>White African</em>, <a href="http://whiteafrican.com/2009/02/17/mobile-phone-quick-hits-around-africa/">discute</a> [en] como os serviços de saúde móveis estão em moda agora entre fundações e outras instituições sem fins lucrativos, enquanto <em>o Social Justice Blog</em> <a href="http://www.identitytheory.com/sjblog/2009/02/for-worlds-poor-doctor-in-your-pocket.php">aplaude a iniciativa</a> [en] diz:</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p>&#8220;This is the kind of corporate social responsibility that&#39;s great to see — technology answering a pressing social need…mHealth Alliance uses the technology to provide virtual doctors to those living in rural areas, particularly in India, Uganda and South Africa.&#8221;</p></blockquote>
<div class="translation" style="text-align: justify;">&#8220;Este é o tipo de responsabilidade social que gostamos de ver das empresas - a tecnologia em resposta a uma necessidade social&#8230; a mHealth Alliance usa tecnologia para fornecer médicos virtuais àqueles que vivem em áreas rurais, principalmente na Índia, em Uganda e na África do Sul&#8221;.</div>
<p style="text-align: justify;">A mHealth Alliance também divulgou um relatório na conferência <a href="http://www.unfoundation.org/global-issues/technology/mhealth-report.html">mHealth for Development</a> [en] [Saúde móvel pelo Desenvolvimento], que pesquisa programas nos países em desenvolvimento que usam a tecnologia móvel para promover a saúde pública. O relatório examina 51 programas que estão sob andamento ou serão implementados futuramente em 26 países, e mostra que eles predominam na Índia, África do Sul, Uganda, Peru e Ruanda. <em>3G Doctor Blog</em> <a href="http://3gdoctor.wordpress.com/2009/02/17/the-technology-partnership-between-the-un-foundation-and-the-vodafone-foundation-launch-a-report-into-mhealth-for-development/">lista</a> [en] todos os 51 projetos e comenta sobre o relatório:</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p>&#8220;I&#39;m posting this from the Mobile World Congress in Barcelona at the launch of a report that attempts to define mHealth; outlines the potential for mobile phones to improve health in the developing world; identifies building blocks for successful, sustainable and scalable mHealth programs; demonstrates the incentives for multiple players in the &#8216;mHealth value chain&#39;…it also issues a call for action to create an independent global body to encourage multi-sector and pan-regional collaboration to leverage the transformational power of mobile networks and devices to improve healthcare delivery throughout the developing world.&#8221;</p></blockquote>
<div class="translation" style="text-align: justify;">&#8220;Estou publicando do <em>Mobile World Congress</em>, em Barcelona, no lançamento do relatório que tenta definir mHealth; destaca o potencial dos telefones celulares em melhorar a saúde no mundo em desenvolvimento; identifica blocos crescentes para programas mHealth de sucesso, sustentáveis e adaptáveis; demonstra a iniciativa de múltiplos envolvidos na &#8216;valorosa corrente mHealth&#39;… também convoca para a criação de um corpo global independente que sirva para encorajar a colaboração pan-regional e multissetorial para influenciar o poder de transformação das redes e dispositivos móveis para melhorar a assistência à saúde através do mundo em desenvolvimento.&#8221;</div>
<p style="text-align: justify;">O relatório destaca projetos como <a href="http://globalvoicesonline.org/2008/11/02/south-africa-using-cell-phones-to-combat-aids/">Project Masiluleke (ou Project M)</a> [en] na África do Sul, um serviço SMS que divulga uma linha telefônica especial com informações sobre a AIDS e o HIV. <a href="http://www.simpill.com/">SIMpill project</a> é outro programa da África do Sul; ele dispõe de um sensor no frasco de comprimidos e de um cartão SIM para avisar aos assistentes da saúde se seus pacientes não estão tomando o remédio para tratamento da tuberculose. A porcentagem de pessoas que mantêm a medicação aumentou de 22 para 90 por certo graças ao SIMpill, que também é usado em outros lugares, como a Tailândia. Outro projeto, chamado <a href="http://www.prevenperu.org/preven/">Cell-PREVEN</a> [es], foi iniciado no Peru. Mahmud Hussein <a href="http://www.mahmudhussein.com/Health_Hygiene.aspx">descreve o projeto</a> [en] em seu site:</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p>&#8220;Investments in mobile health initiatives such as the one undertaken recently in Peru called the Cell-Preven project should be made, in which a mobile health team, consisting of a small group of trained health professional and workers are dispatched to select communities. People there can get check-ups, on the spot screening for diseases such as malaria and tuberculosis, treatment of sexually transmitted infections as well as medical care for female sex workers. The teams are connected through satellite communications or internet/mobile phones (where available) to doctors in other areas, where information can be shared between the two teams and further assistance be given in real-time.&#8221;</p></blockquote>
<div class="translation" style="text-align: justify;">&#8220;Investimentos em iniciativas de saúde móvel como o projeto que recentemente se implementou no Peru, chamado Cell-Preven, deveriam ser feitas, nas quais as equipes de assistência à saúde, compostas por um pequeno grupo de profissionais da saúde treinados e trabalhadores, são enviadas às comunidades escolhidas. Lá, as pessoas podem fazer <em>check-ups</em> para auxiliar na prevenção para doenças como malária e tuberculose, no tratamento de infecções sexualmente transmitidas, assim como cuidados médicos para as prostitutas. As equipes estão conectadas por comunicação via-satélite ou internet/telefones celulares (quando disponíveis) com médicos em outros lugares, onde a informação pode ser compartilhada entre as duas equipes e mais assistência pode ser dada em tempo real&#8221;.</div>
<p style="text-align: justify;">Nick Hunn, blogando em <em>Creative Connectivity</em>, <a href="http://www.nickhunn.com/index.php/archives/159">deseja boas-vindas</a> [en] ao relatório mHealth, dizendo que ele mostra diferentes formas nas quais a tecnologia móvel pode ser útil.</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p>&#8220;That&#39;s why the &#8216;Doctor in your Pocket&#39; report is so welcome. It highlights the fact that there’s no one model that has to be followed. Each of the countries put forward as examples have very different dynamics and customer sets. In one the major user base is young men. In another it’s mothers. In all cases the users like the service and find it beneficial.&#8221;</p></blockquote>
<div class="translation" style="text-align: justify;">&#8220;É por causa disso que o relatório &#8216;Doctor in your Pocket&#39; (Médico em seu bolso) é tão bem-vindo. Ele destaca o fato de que não há um modelo a ser seguido. Cada um dos países colocados como exemplo tem dinâmicas e perfis de pacientes muito diferentes. Em um, o maior público-alvo é o de homens jovens. Em outro, são as mães. Em todos os casos os usuários gostam do serviço e acham que ele é benéfico&#8221;.</div>
<p style="text-align: justify;">Apesar de toda expectativa, algumas pessoas continuam cautelosas sobre o potencial em melhorar os serviços da assistência à saúde da tecnologia móvel. Um comentário numa publicação sobre a mHealth Alliance <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/mobile_phones_to_serve_as_doctors_in_developing_countries.php">mostra</a> [en] que esta tecnologia não pode substituir a experiência de ser tratado diretamente por profissionais da saúde. Arun Pal Singh diz:</p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p>Medical care is often incomplete without physical contact between doctor and patient. While it may seem to be slightly beneficial to use technology, developing countries would be most benefited by producing their own doctors and paramedics. Nothing beats education.&#8221;</p></blockquote>
<div class="translation" style="text-align: justify;">&#8220;Freqüentemente o cuidado médico fica incompleto sem o contato entre médico e paciente. Enquanto parece ter sido levemente benéfico usar tecnologia, os países em desenvolvimento seriam mais beneficiados produzindo seus próprios médicos e paramédicos. Nada supera a educação&#8221;.</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Saúde Global: Obama Suspende a &#8220;Regra Global da Mordaça&#8221;</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/02/09/saude-global-obama-suspende-a-regra-global-da-mordaca/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 13:38:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elisa Thiago</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porJuhie Bhatia  &#183; Traduzido por Elisa Thiago &#183;  Veja o post original 
Em sua primeira semana de atuação, o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, suspendeu uma medida política conhecida, popularmente,  como  &#8220;Regra Global da Mordaça.&#8221; [en] A mudança está sendo aplaudida por grupos ligados aos direitos das mulheres e à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/juhie-bhatia/">Juhie Bhatia</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/elisathiago/'>Elisa Thiago</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/02/05/global-health-obama-lifts-global-gag-rule/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><img class="alignright" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/02/3237403039_a11fc4794f_m.jpg" alt="" />Em sua primeira semana de atuação, o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, suspendeu uma medida política conhecida, popularmente,  como  <a href="http://uk.reuters.com/article/usPoliticsNews/idUKTRE50M41O20090123?sp=true">&#8220;Regra Global da Mordaça.&#8221;</a> [en] A mudança está sendo aplaudida por grupos ligados aos direitos das mulheres e à saúde pública, pois restabelecerá, globalmente, a ajuda financeira aos programas internacionais de planejamento familiar.</p>
<p>A medida, também conhecida como a &#8220;Política da Cidade do México&#8221;, proibe que fundos do governo americano sejam encaminhados a equipes e clínicas de  planejamento familiar fora dos EUA que realizam ou promovem abortos ou que fazem lobby para sua legalização. Obama suspendeu a proibição um dia depois do 36º aniversário do Roe contra Wade, o caso que levou à legalização do aborto nos EUA. A norma foi criada em 1984 e, desde então, foi várias vezes revogada e aprovada pelos presidentes que se seguiram. Uma postagem no blog <em>South-South</em> <a href="http://ppdafrica.blogspot.com/2009/01/global-gag-rule-rescinded-today-by-us.html">explica</a> [en]:</p>
<blockquote><p>“The Global Gag Rule [also known as the “Mexico City Policy” or specifically, The Foreign Assistance Act of 1961 (22 U.S.C. 2151b(f)(1))] denied United States family planning funds to foreign NGOs that use their own private, non-U.S. dollars to counsel women, make referrals for abortion, or perform abortions. It even denied U.S. funds to NGOs that expressed support for laws to make abortion safe and legal. The Global Gag Rule was in effect from 1985 until 1993, when it was rescinded by President Clinton. President George W. Bush reinstated the policy in 2001, where it was in effect until Friday, 23 January 2009.”</p></blockquote>
<div class="translation">A Regra Global da Mordaça [também conhecida como a &#8220;Política da Cidade do México&#8221; ou, especificamente, a Lei de Assistência aos Países Estrangeiros de 1961 (22 U.S.C. 2151b(f)(1))] impede que os recursos da cooperação norte-americana para financiamento de atividades de planejamento familiar sejam transferidos a ONGs estrangeiras que utilizem seus dólares para dar assistência a mulheres, elaborar orientações para abortos ou realizar abortos.  Nega recursos americanos até mesmo para ONGs que expressaram seu apoio a leis que tornam o aborto uma prática segura e legal. A Regra Global da Mordaça teve validade de 1985 até 1993, quando foi rescindida pelo Presidente Clinton. O Presidente George W.Bush re-introduziu a medida em 2001, que permaneceu ativa até sexta, 23 de janeiro de 2009.</div>
<p>Críticos apelidaram a proibição de &#8220;Regra Global da Mordaça&#8221; pela maneira como ela restringe as equipes lá fora de participar da discussão sobre o aborto em seus países. <em>Texas in A</em><em>frica</em>, <a href="http://texasinafrica.blogspot.com/2009/01/gag-reflex.html">aponta para o fato</a> [en] de que um outro problema com a medida é que suas restrições são amplas demais.</p>
<blockquote><p>“The Global Gag Rule doesn&#39;t take a country&#39;s policies on abortion into account. Instead, it blocks funding from any organization that supports abortion rights anywhere in the world. That means if Planned Parenthood operates a clinic in rural Uganda that gives advice on family planning and provides prenatal screening, it loses funding when the Global Gag Rule is in effect because of its pro-choice stance on policies in the U.S. This happens regardless of the fact that abortion is illegal in Uganda unless it involves preserving the mother&#39;s life or health.<br />
When the Bush administration reinstated the Global Gag Rule in 2001, clinics all over Africa lost all of their funding. In many places, especially in Kenya and Ghana, it meant that tens of thousands of people lost their only access to health care. Period.”</p></blockquote>
<div class="translation">A Regra Global da Mordaça não leva em conta as políticas voltadas para o aborto de cada país. No lugar disso, bloqueia o financiamento para qualquer organização que dá apoio aos direitos ao aborto qualquer que seja o lugar no mundo. Significa dizer que se o Planned Parenthood [Paternidade Planejada] opera uma clínica na região rural da Uganda que oferece assistência em planejamento familiar e em exames pré-natal, ela perde o financiamento quando a Regra Global da Mordaça entra em operação por causa de sua postura pró-escolha das medidas políticas americanas. Isto ocorre a despeito do fato de que o aborto é ilegal na Uganda, a não ser quando é feito para preservar a vida ou a saúde da mãe.<br />
Quando o governo Bush re-introduziu a Regra Global da Mordaça em 2001, as clínicas por toda a África perderam todo o seu financiamento. Em muitos lugares, especialmente no Quênia e em Gana, isto significou a perda de acesso a cuidados médicos para milhares de pessoas. Ponto final.</div>
<p>Frente a esses fatos, muitos blogueiros estão elogiando a decisão de Obama e o impacto em potencial que terá nas questões de saúde reprodutiva e planejamento familiar pelo mundo afora. <em>Danie, Danie, Danie </em><a href="http://daniedaniedanie.blogspot.com/2009/01/president-obama-repealed-global-gag.html">acredita</a> [en] que deveríamos agradecer Obama, enquanto que Arash Kardan <a href="http://www.almadinnah.com/2009/01/breaking-obama-reverses-the-global-gag-rule/">bloga</a> [en]:</p>
<blockquote><p>“Desperately poor women with high risk pregnancies won’t have to die because their doctor can’t tell them about termination options. Many will have more access to safe abortion care, and won’t die or face permanent injury due to risky do-it-yourself procedures. Women won’t have to get pregnant because their local birth control clinic had to choose between no funding or substandard, dishonest care, and subsequently closed down…This is what change can mean. Thousands of women’s lives saved. And after the past 8 years of this deadly policy, it’s about time.”</p></blockquote>
<div class="translation">Mulheres miseráveis com gravidez de alto risco não terão que morrer porque o médico está impedido de falar sobre opções de interrupção da gravidez. Muitas terão mais acesso a cuidados para aborto seguro e não morrerão ou terão que enfrentar danos permanentes devido a procedimentos do tipo faça-você-mesmo de alto risco. Mulheres não terão que engravidar porque suas clínicas locais de controle de natalidade tiveram que escolher entre financiamento ou cuidados desonestos, abaixo do padrão, e, em seguida fecharam as portas&#8230;É isto que mudança pode significar. As vidas de milhares de mulheres salvas. E já era tempo, após 8 anos dessa política de morte.</div>
<p>No entanto, muitos grupos contra o aborto condenaram a mudança, com o argumento, por exemplo, de que os dólares de impostos pagos pelos americanos não deveriam ser gastos em apoio ao aborto e que isto abre a porta para um número crescente de abortos mundo afora. O Vaticano <a href="http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/us_and_americas/article5585562.ece">posicionou-se</a> [en] contra a decisão de Obama e a mudança causou medos em alguns países que vivenciaram o impacto deste financiamento. O blogue <em>Mike in Manila</em> <a href="http://mikeinmanila.wordpress.com/2009/01/24/obama-reveses-mexico-city-policy-us-to-fund-abortion-clinics-in-third-world/">debate</a> [en] a reação nas Filipinas:</p>
<blockquote><p>“There are fears that now US funds will be released here in Asia as well to fund programs towards a global legalization of abortion. Some pro-Abortion groups have lobbied to tie in US Aid to legalization of abortion in the developing world.<br />
A move that greatly concerns members of the CBCP [Catholic Bishops&#39; Conference of the Philippines] in the country who have called on Philippine-Americans of all faiths to signify their voices against the new executive order as well as for a campaign by them to elected members of the house and senate to be emailed and called by Catholics all over to world to ensure that the ‘pro-death and pro-abortion&#39; stance of the extreme left of American politics is not pushing to impose abortion supportive or legalization policies to the rest of the world.”</p></blockquote>
<div class="translation">Há receio de que agora os financiamentos americanos serão aplicados aqui na Ásia também para financiar programas em prol de uma legalização geral do aborto. Alguns grupos pró-aborto fizeram lobby para amarrar o US Aid para a legalização do aborto no mundo em desenvolvimento.<br />
Uma decisão que preocupa bastante os membros do CBCP [Conferência Católica dos Bispos das Filipinas] no país que conclamou os Filipino-Americanos de todas as religiões a dar força às suas vozes contra a nova ordem executiva assim também como para uma campanha deles para os membros eleitos da Câmera e do Senado a ser enviada por email e invocada por Católicos de todos os cantos do mundo para certificar-se que a postura &#8216;a favor da morte e do aborto&#39; da esquerda radical da política americana não tente impor ao resto do mundo políticas de apoio e pela legalização.</div>
<p>Entretanto, Nicholas, blogando no <em>Staying Left, Living and Driving in South Africa</em>, <a href="http://stayingleft.blogspot.com/2009/01/global-gag-rule.html">chama a atenção </a>[en] para o fato de que a escolha por fazer um aborto não fica sempre clara nos países que necessitam desse financiamento:</p>
<blockquote><p>“When thinking about abortions, especially in developing countries, the arguments seem quite compelling. In sections of the KwaZulu Natal region of South Africa, up to 50% of pregnant women are HIV+. If my work were successful, we could reduce transmission of HIV from mother to baby into the single digits, instead of 30+% in most parts of the country. However, that means we&#39;d have carefully execute a number of steps in a process without faltering. Given the fragility of the health system, the likelihood of passing HIV to the baby is quite high, and if I were the pregnant one, its not a roulette game I&#39;d want to be playing.”</p></blockquote>
<div class="translation">Quando se pensa sobre os abortos, em particular nos países em desenvolvimento, os argumentos parecem ser bem convincentes. Em setores da região KwaZulu Natal da África do Sul uma cifra de até 50% das mulheres grávidas são HIV soro-positivas. Se meu trabalho fosse bem sucedido, poderíamos reduzir a transmissão do HIV da mãe para o bebê a um dígito, no lugar dos mais de 30% positivos encontrados na maioria das regiões do país. No entanto, significa que teríamos que conseguir executar, com todo o cuidado, um número de ações no processo sem cometer um só erro. Dada a fragilidade do sistema de saúde, a probabilidade de transmitir o HIV para o bebê é muito alta, e se fosse eu a grávida, não seria uma <em>roleta russa </em>que gostaria de estar jogando.</div>
<p>Imagem do <em><a href="http://flickr.com/photos/nataliestat/3237403039/">The Abortion Debate</a></em> [O Debate sobre o Aborto] de <a href="http://flickr.com/photos/nataliestat/"><em>Better in the Basement</em></a> no <em>Flickr</em>.</p>
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		<item>
		<title>Blogues africanos nominados para o prêmio Bloggies 2009</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/01/24/blogues-africanos-nominados-para-o-premio-2009-bloggies/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Jan 2009 00:21:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cote d'Ivoire]]></category>
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		<description><![CDATA[As nominações para a nona edição do prêmio anual de blogues, o 2009 Bloggies, começaram em 1º de janeiro e foram encerradas no dia 19 último. De acordo com o site oficial, o Bloggies é o mais antigo prêmio da internet, e as nominações e a seleção de finalistas são definidas por leitores de blogues. O vencedor do prêmio levará 2,009 centavos de dólar! Mas quais foram os blogues africanos indicados nesse ano?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/01/23/african-blogs-nominated-for-the-2009-bloggies/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<p>As nominações para a nona edição do prêmio anual de blogues, <a href="http://2009.bloggies.com/">o Bloggies 2009</a>, começaram em 1º de janeiro e foram encerradas no dia 19 último. De acordo com o <a href="http://2009.bloggies.com/">site</a> oficial, o Bloggies é o mais antigo prêmio da internet, e as nominações e a seleção de finalistas são definidas por leitores de blogues. O vencedor do prêmio ganhará 2,009 centavos de dólar!</p>
<p>Cinco blogues foram nominados para a categoria Melhor Blogue Africano:</p>
<p><a href="http://beingbrazen.blogspot.com/"><strong>Being Brazen</strong></a> [en]: É um blogue da África do Sul. Segundo o perfil da <a href="http://www.blogger.com/profile/05238202392512794465">blogueira</a> [en]:</p>
<blockquote><p>Im a quirky, day dreaming, 20-something who believes in love, God, the power of words, having an open mind and that laughter is probably the best medicine. I dont like flying, over crowded places, standing in lines and most bugs.I stumble in stilettos. I write to stay sane.</p></blockquote>
<div class="translation">Sou uma pessoa peculiar, sonhadora, de 20 e poucos anos, que acredita no amor, em Deus, no poder das palavras, em ter uma mente aberta e que o riso é provavelmente o melhor remédio. Eu não gosto voar, de lugares lotados, de ficar em pé em filas e da maioria dos insetos. Eu tropeço em stilettos. Escrevo para ficar sã.</div>
<p><strong><a href="http://appfrica.net/blog/">Appfrica</a> </strong>[en]: Um portal na web que abriga as últimas notícias relacionadas à inovação, educação e empreendorismo em tecnologia na África.</p>
<p><a href="http://www.gladtobeagirl.co.za/"><strong>Glad To Be a Girl</strong></a> [en]: Uma blogueira da África do Sul com base em Johannesburg.</p>
<p><a href="http://www.blogger.com/profile/16618315315456011985">O perfil dela</a>:</p>
<blockquote><p>Sift through my insanity and revel in my genius! Modesty drips off me in buckets ;) Sarcasm is my weapon of choice. Christians, Muslims &amp; Jews only believe in one more God than I do.</p></blockquote>
<div class="translation">Filtre a minha loucura e deleite-se em minha genialidade! A modéstia que goteja de mim enche baldes ;) O sarcasmo é a minha arma por escolha. Cristãos, muçulmanos e judeus só acreditam em um Deus a mais do que acredito.</div>
<p><strong><a href="http://nofoodforlazyman.blogspot.com/">West Africa Wins Always</a></strong>: <a href="http://www.blogger.com/profile/07378753725707688050">Este é um blogue de Pauline</a> [en], jornalista que mora na Costa do Marfim desde 2003.</p>
<p>E para encerrar mas nem por isso menos importante, <strong><a href="http://ugandascarlettlion.blogspot.com/">Scarlett Lion</a></strong> [en]: blogue de uma jornalista com base na Libéria.</p>
<p><a href="http://www.blogger.com/profile/02190972002862387574">Em suas próprias palavras</a> [en]:</p>
<blockquote><p>Photographer, writer, reporter. Going through life with an eye towards creating records and histories. Previously in Uganda, now in Liberia. This blog provides curiosities, cynicism, and commentary. And some photos.</p></blockquote>
<div class="translation">Fotógrafa, escritora, jornalista. Passando a vida com um olho no sentido de criar registros e estórias. Anteriormente da Uganda, agora da Libéria. Este blog apresenta curiosidades, cinismo e comentários. E algumas fotos.</div>
<p>A votação termina em 2 de fevereiro, e os vencedores serão anunciados em março, em Austin, no Texas, EUA no Southwest Interactive Festival.</p>
</div>
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		<title>Playing for Change: Buscando a Paz através da Música</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/12/09/playing-for-change-buscando-a-paz-atraves-da-musica/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 00:25:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[MeetJohnSong chama a nossa atenção para um projeto musical colaborativo global chamado Playing for Change: Peace through Music ["Tocando a Mudança: Paz através da Música", em uma tradução livre]. O conceito por trás do projeto é o de que a música é um fator comum de agregação entre diferentes culturas, etnicidades e regiões. Os filmes e músicas estarão disponíveis em 2009, e mais informações sobre o projeto podem ser encontradas no site do Playing for Change.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/juliana-rincon-parra/">Juliana Rincón Parra</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/12/08/playing-for-change-peace-through-music/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><img class="alignright" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/12/pfcf.jpg" alt="" /><a href="http://meetjohnsong.com/2008/11/06/playing-for-change-peace-through-music/"><em>MeetJohnSong</em></a> [En] chama a nossa atenção para um projeto musical colaborativo global chamado <em>Playing for Change: Peace through Music</em> [&#8221;Tocando a Mudança: Paz através da Música&#8221;, em uma tradução livre]. O conceito por trás do projeto é o de que a música é um fator comum de agregação entre diferentes culturas, etnicidades e regiões. Os filmes e músicas estarão disponíveis em 2009, e mais informações sobre o projeto podem ser encontradas no site do <a href="http://www.playingforchange.com/">Playing for Change</a> [En].</p>
<p>O Playing for Change não é apenas sobre fazer e distribuir música. A fundação Playing for Change está construindo e mantendo uma escola de música no vilarejo de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gugulethu">Gugulethu</a> [En] e um centro de artes em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Joanesburgo">Johannesburgo</a>, na África, como uma forma de prover oportunidades de crescimento e educação para os jovens das comunidades. Eles também mantém centros para refugiados <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tibete">tibetanos</a> na Índia e no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nepal">Nepal</a>.</p>
<p>O trailer que mostra <a href="http://www.youtube.com/watch?v=sHfcJmcWTG0">a música Stand by Me interpretada por músicos de diferentes partes do globo</a> [En] deu suas primeiras voltas ao mundo há alguns meses como um vídeo viral, e agora está de volta com a história completa de como a música pode apagar fronteiras:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sHfcJmcWTG0&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/sHfcJmcWTG0&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Você também pode assistir ao <a href="http://www.youtube.com/watch?v=YC-LBpqa9EY">trailer estendido</a> [En], se desejar assistir o documentário:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/YC-LBpqa9EY&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/YC-LBpqa9EY&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Este projeto não é o único de seu tipo, segundo nos disse na semana passada a autora <a href="http://globalvoicesonline.org/author/suzanne-lehn/">Suzanne Lehn</a> [En] quando <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/2008/12/07/youtube-realiza-audicoes-para-a-primeira-orquestra-sinfonica-virtual/">nos mostrou a Orquestra Virtual do YouTube</a>, aberta a participantes de todo o mundo:</p>
<blockquote><p>YouTube is orchestrating an exciting new collaborative project: inviting musicians worldwide to be auditioned online for the <a href="http://www.youtube.com/symphony">world&#39;s first virtual symphony orchestra</a>. Amateurs as well as professionals, have until January 28, 2009 to download sheet music, and upload videos of their performances.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;O YouTube está orquestrando um novo projeto colaborativo instigante: convida músicos de todo o mundo a fazer teste de audição online para a <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/br.youtube.com');" href="http://br.youtube.com/symphony">primeira orquestra sinfônica virtual do mundo </a>[En]. Amadores, assim como profissionais, têm até o dia 28 de janeiro de 2009 para fazer o download de partituras e o upload de suas execuções musicais em vídeo.&#8221;</div>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>KarmaTube: promovendo mudanças pelo compartilhamento de vídeos</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/12/04/karmatube-promovendo-mudancas-pelo-compartilhamento-de-videos/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 20:13:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dominguezvaleska</dc:creator>
				<category><![CDATA[Afghanistan]]></category>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porJuliana Rincón Parra  &#183; Traduzido por dominguezvaleska &#183;  Veja o post original 
Karma Tube é uma plataforma de compartilhamento que divulga vídeos de curta duração e as causas que eles promovem pela Rede Mundial de Computadores, com sugestões de atitudes que o público pode adotar em relação à causa retratada. Através do KarmaTube trazemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/juliana-rincon-parra/">Juliana Rincón Parra</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/dominguezvaleska/'>dominguezvaleska</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/11/11/karmatube-promoting-change-through-video-sharing/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><img class="alignleft size-full wp-image-52500" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/11/dibujo.jpg" alt="KarmaTube logo" /><a href="http://www.karmatube.org/index.php">Karma Tube</a> é uma plataforma de compartilhamento que divulga vídeos de curta duração e as causas que eles promovem pela Rede Mundial de Computadores, com sugestões de atitudes que o público pode adotar em relação à causa retratada. Através do KarmaTube trazemos até vocês <a href="http://www.karmatube.org/videos.php?id=1340">Skateistan do Afeganistão</a>, <a href="http://www.karmatube.org/videos.php?id=1307">Seeds of Light da África do Sul</a> e <a href="http://www.karmatube.org/videos.php?id=178">Barrios de Paz</a> no Equador.</p>
<p><a href="http://skateistan.org/">Skateistan</a> foi iniciado por três australianos, que resolveram ensinar os jovens do Afeganistão a andar de skate como uma alternativa inédita de recreação e uma plataforma de aprendizagem transcultural. A escola de skate foi instalada numa piscina abandonada em Kabul, e tanto meninos quanto meninas participam desse esporte não-competitivo. Na verdade, eles dizem o seguinte nas <a href="http://skateistan.org/about-us/faqs/">FAQ do seu site</a>:</p>
<blockquote><p>Half of the students are female, giving Afghanistan the highest rate of female participation in skateboarding of any country in the world.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Metade dos estudantes são meninas, o que dá ao Afeganistão à maior taxa de participação feminina na prática do skate comparado a qualquer país do mundo&#8221;.</div>
<p>O seguinte vídeo também pode ser encontrado no <a href="http://www.youtube.com/watch?v=G0cZsVPM6Hk">canal skateistan, no YouTube</a>:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/G0cZsVPM6Hk&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/G0cZsVPM6Hk&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.seedsoflight.org/web/">Seeds of Light</a> é um programa iniciado por Leslie Temple-Thurston na África do Sul para melhorar a qualidade de vida de uma comunidade carente. Perfurar um poço d&#39;água, plantar hortas para melhorar o sistema imune das crianças, formar laboratórios de computação e educação para HIV/AIDS são alguns dos projetos que a comunidade têm desenvolvido com a ajuda da sra. Temple-Thurston.</p>
<p>O <a href="http://www.youtube.com/watch?v=oT5-tXclAz0">seguinte vídeo</a> apresenta o trabalho da sra. Temple-Thurston e a comunidade que tem se beneficiado com ele:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/oT5-tXclAz0&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/oT5-tXclAz0&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.karmatube.org/videos.php?id=178">Barrios de Paz</a> é um projeto de <a href="http://www.serpaz.org/web/">Ser Paz</a>, liderado por Nelsa Libertad Curbelo Cora, que tem trabalhado com membros de gangues na periferia de Guayaquil, Equador, unindo membros de gangues diferentes para trabalhar juntos, e trabalhar pela paz. Nelsa dá apoio a essas pessoas, partindo da perspectiva de que os jovens que se únem às gangues o fazem movidos pela necessidade de pertencer a uma família, e em busca de apoio e orientação: quando recebem líderes apropriados, eles têm energia e disposição para trabalhar em ambientes pacíficos, e quando recebem amor, têm a força para mudar para melhor. No <a href="http://www.youtube.com/watch?v=M6s5MKcsKpg">vídeo legendado de 9 minutos</a>, Nelsa fala sobre as gangues, a psicologia de seus membros e sobre como o programa tem ajudado adolescentes a descobrir uma saída no ciclo da violência. O documentário na íntegra está dividido em duas partes, que você pode assistir <a href="http://www.youtube.com/watch?v=WKI0ATzcgLs">aqui</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=SO6IabnT-gI">aqui</a>.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/M6s5MKcsKpg&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/M6s5MKcsKpg&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Existem muitos outros projetos e vídeos inspiradores  que você pode assistir em <a href="http://www.karmatube.org/index.php">KarmaTube</a>. É entusiasmante ouvir falar de pessoas boas que realizam grandes ações em favor dos outros.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Vitória de Obama: Um Impulso para a Saúde Global?</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/12/02/a-vitoria-de-obama-um-impulso-para-a-saude-global/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 00:53:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dominguezvaleska</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porJuhie Bhatia  &#183; Traduzido por dominguezvaleska &#183;  Veja o post original 
Enquanto o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, se prepara para seus quatro anos na Casa Branca, muitos discutem como seu mandato influenciará as questões relacionadas à saúde no mundo e nos Estados Unidos, e se ele cumprirá as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/juhie-bhatia/">Juhie Bhatia</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/dominguezvaleska/'>dominguezvaleska</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/11/08/obamas-victory-a-boost-for-global-health/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><img class="alignright size-full wp-image-52404" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/11/2236022136_28d1e624eb_m.jpg" alt="" />Enquanto o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, se prepara para seus quatro anos na Casa Branca, muitos discutem como seu mandato influenciará as questões relacionadas à saúde no mundo e nos Estados Unidos, e se ele cumprirá as promessas feitas durante a campanha.</p>
<p>Como parte de sua campanha, Obama e o vice-presidente eleito Joe Biden <a href="http://www.barackobama.com/issues/healthcare/index.php">disseram</a> que mais providências precisavam ser tomadas para combater a pandemia mundial de HIV/AIDS, assim como a malária e a tuberculose (TB). Ambos prometeram destinar pelo menos US$ 50 bilhões até 2013 para o combate mundial ao HIV/AIDS, com a esperança de no mínino duplicar o número de pessoas soro-positivas em tratamento, e também defenderam um aumento nas contribuições dos Estados Unidos ao <a href="http://www.theglobalfund.org/EN/">Fundo Global para a AIDS, Malária e TB</a>. <em>The ONE Blog</em> <a href="http://www.one.org/blog/2008/11/05/president-elect-barack-obama/">apresenta</a> uma lista de outras promessas de campanha relacionadas à saúde e à pobreza.</p>
<p>Blogueiros de todo o mundo estão entusiasmados com aquilo que a vitória de Obama pode representar para as questões relacionadas à saúde. Ray Hartley, blogando em <em>The Times, South Africa</em>, posta um trecho do discurso feito por Obama no Dia Mundial de Combate à AIDS, 2006, depois de uma visita à África do Sul:</p>
<blockquote><p>We know how to save people’s lives. We know the medicine is out there and we know that wealthy countries can afford to do more. That’s why it was so frustrating for me to go to South Africa, and see the pain, and see the suffering …We should never forget that God granted us the power to reason so that we would do His work here on Earth - so that we would use science to cure disease, and heal the sick, and save lives. And one of the miracles to come out of the AIDS pandemic is that scientists have discovered medicine that can give people with HIV a new chance at life.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Sabemos como salvar as vidas das pessoas. Sabemos que os medicamentos estão aí e sabemos que os países ricos podem custear a fabricação de mais deles. Por isso é tão frustrante para mim ir à África do Sul e ver a dor, ver o sofrimento&#8230; Não devemos nos esquecer nunca de que Deus nos concedeu o poder da razão para que fizéssemos o Seu trabalho aqui na Terra - para que usássemos a ciência para eliminar as doenças, para curar os enfermos, para salvar vidas. E um dos milagres nascidos em meio à pandemia de AIDS é que os cientistas têm descoberto medicamentos capazes de dar uma nova chance de viver às pessoas portadoras do HIV&#8221;.</div>
<p>yannick Santana, <a href="http://blogs.thetimes.co.za/hartley/2008/11/07/what-obama-said-about-mbeki-and-aids/">comentando</a> esse trecho, diz:</p>
<blockquote><p>If people have been wondering about ways in which President Obama change could positively impact the problem-solving process in Africa, this is an illustration.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Se as pessoas se questionam sobre como a mudança representada pelo Presidente Obama pode causar um impacto positivo no processo de resolução de problemas na África, aqui está um exemplo&#8221;.</div>
<p>addis2000, blogando em <em>Addismenged</em>, oferece cinco razões pelas quais a vitória de Obama é algo bom para os etíopes, entre elas ser uma ajuda em potencial para que os etíopes-americanos tenham acesso a uma assistência médica que possam pagar. Em Ethiopia addis2000 <a href="http://addis2000.wordpress.com/2008/11/06/five-reasons-why-president-obama-is-good-for-ethiopians/">acrescenta</a>:</p>
<blockquote><p>HIV/Aids and food insecurity form convergent miseries. To combat poverty, Ethiopian economists urge for immediate steps to curb the country’s exponential population growth. And yet, despite the Bush administration’s outstanding work to treat HIV/Aids victims in Africa through the <a href="http://www.pepfar.gov/">PEPFAR</a> programme, it worsened things by ordering <a href="http://www.usaid.gov/">USAID</a> missions in six African countries to ensure that no U.S.-financed condoms, birth control pills, I.U.D.’s or other contraceptives are furnished to Marie Stopes International, which operates clinics in Ethiopia. Senator Obama supports family planning.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;O HIV/Aids e a insegurança alimentar constituem desgraças convergentes. Para combater a pobreza, os economistas etíopes insistem na adoção de medidas imediatas que reprimam o crescimento exponencial da população. E mesmo assim, apesar do relevante trabalho do governo Bush no tratamento das vítimas de HIV/Aids na África através do programa <a href="http://www.pepfar.gov/">PEPFAR</a>, ele tornou as coisas piores quando ordenou que as missões da <a href="http://www.usaid.gov/">USAID</a> em seis países africanos garantissem que nenhum preservativo, pílula anticoncepcional, diafragam intra-uterino ou outro contraceptivo financiado pelos Estados Unidos fosse fornecido a Marie Stopes International, que opera clínicas na Etiópia. O Senador Obama apóia o planejamento familiar.&#8221;</div>
<p>Outros também continuam esperançosos. Um post em <em>Med India</em> diz que Bill Gates, co-fundador da Microsoft Corp., <a href="http://www.medindia.com/news/Bill-Gates-Optimistic-About-Obamas-Efforts-to-Tackle-Global-Health-Issues-43781-1.htm">está otimista</a> em relação aos esforços de Obama para confrontar problemas de saúde global, incluindo alguns na Índia. <em>Understand Argentina</em> <a href="http://understandargentina.blogspot.com/2008/11/victoria-obama-dialogue-respect-good.html">também acredita</a> que tenhamos muitos motivos para comemorar, e espera que esta seja uma nova era para todos os habitantes das Américas: do Norte, do Sul e Central. Uma das razões de comemoração, ela acrescenta, é que Obama trará:</p>
<blockquote><p>More assistance in vocational training, micro-finance and community development; continue fighting AIDS, malaria, tuberculosis; reinforce global education.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Mais assistência ao treinamento vocacional, microfinanciamento e desenvolvimento comunitário; contínuo combate à AIDS, à malária, à tuberculose; fortalecimento da educação global&#8221;.</div>
<p>Nos Estados Unidos, os <a href="http://www.barackobama.com/issues/healthcare/">planos para a assistência à saúde</a> apresentados por Obama incluem torná-la acessível financeiramente e disponível para todos, reduzindo seus custos e promovendo a saúde pública. Ele também comprometeu-se a desenvolver e a começar a implementação de uma estratégia nacional abrangente para o HIV/Aids, durante seu primeiro ano de presidência.</p>
<p><em>RH Reality Check</em> <a href="http://www.rhrealitycheck.org/blog/2008/11/06/yes-we-can-be-healthy-obamas-health-care-agenda">diz</a> que a vitória de Obama pode ser vista como um mandato conferido à ciência e à racionalidade, especialmente nas políticas de saúde. Um post em <em>Housing Works</em> também mostra <a href="http://www.housingworks.org/news-press/detail/aids-advocates-say-yes-we-can/">entusiasmo</a> por essas políticas fundamentadas na ciência, e espera que estejam voltadas para as pessoas mais necessitadas.</p>
<blockquote><p>AIDS advocates were overwhelmingly thrilled by President-elect Barack Obama’s victory Tuesday, expressing hope that Obama’s election will bring meaningful changes to health care reform, science-based prevention, and a National AIDS strategy — all of which he promised during the campaign. And there is a real hope that the first black president — who has spoken out against health disparities in minority populations and homophobia in the black community — will frankly address the epidemic in the United States which overwhelmingly affects African-Americans, Latinos and gay men.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Os que militam no combate à AIDS vibraram intensamente com a vitória do presidente eleito Barack Obama, na terça-feira, e demonstram esperança de que sua eleição traga mudanças significativas para a reforma do sistema de saúde, prevenção com base científica, e uma estratégia nacional para a AIDS - tudo isso prometido por ele durante a campanha. E há uma esperança verdadeira de que o primeiro presidente negro - tendo se pronunciado contra as disparidades na saúde entre as populações minoritárias e contra a homofobia na comunidade negra - aborde com franqueza a epidemia que afeta de forma esmagadora os afro-americanos, os latinos e os homens gays nos Estados Unidos.&#8221;</div>
<p>Stiletto, blogando em <em>Pourqoi-Pas?</em>, <a href="http://ppblog.free.fr/index.php/barack-hussein-obama">ressalta</a> que, apesar de Obama ter herdado enormes problemas do presidente George W. Bush, ela tem esperanças de que o presidente eleito possa cumprir suas promessas.</p>
<blockquote><p>For the American people, I hope he manages to find the 33 billion dollars to make America’s health system a thing of everyday like here in Europe, instead of being a joke like a third world country and having 45 million people with no health care cover. If that idiot Bush managed to find nearly 1000 billion dollars to go murder hundreds of thousands of Iraqis, surely, 33 billion dollars to keep the health of the citizens of USA is a lot more important and a lot cheaper. But this is your problem, Americans, and I wish you all the best.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Para o bem do povo americano, espero que ele consiga encontrar os 33 bilhões de dólares necessários para tornar o sistema de saúde da América parte da vida cotidiana, como é aqui na Europa, ao invés de ser uma piada como um país de Terceiro Mundo, e de ter 45 milhões de pessoas sem nenhuma forma de cobertura para assistência médica. Se esse idiota do Bush conseguiu encontrar 1000 bilhões de dólares para sair matando centenas de milhares de iraquianos, com certeza 33 bilhões de dólares para manter a saúde dos cidadãos dos EUA é muito mais importante e mais barato. Mas esse é um problema de vocês, americanos, e lhes desejo tudo de bom&#8221;.</div>
<p>No entanto, <em>My African Diaspora</em> <a href="http://myafricandiaspora.com/WordPress/?p=112">adverte</a> que precisamos dar tempo a Obama para que realize todas as suas promessas:</p>
<blockquote><p>Temper expectations. Change won’t occur overnight. We’ve got so many pressing priorities: the economy, healthcare, the war, foreign policy and a slew of others. He won’t be able to wave a magic wand and make it all better. To expect him to would only demonstrate our own ignorance of the political process. Instead, reserve judgment and criticism and engage in the governance of your country. It is our right and our responsibility.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Moderem as expectativas. A mudança não ocorrerá do dia para a noite. Temos tantas prioridades a nos pressionar: a economia, o sistema de saúde, a guerra, a política externa e tantas outras. Ele não poderá sacudir uma varinha mágica e melhorar tudo. Esperar uma coisa assim só mostraria nossa própria ignorância a respeito do processo político. Em lugar disso, guardem o julgamento e as críticas e se envolvam no governo do nosso país. É nosso direito e nossa responsabilidade.&#8221;</div>
<p>Foto de <a href="http://flickr.com/photos/tonx/2236022136/">Obama Posters</a>, de <a href="http://flickr.com/photos/tonx/">tonx</a>, em Flickr.</p>
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		<title>África do Sul: Usando Celulares para Combater a AIDS.</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/11/13/africa-do-sul-usando-celulares-para-combater-a-aids/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 21:04:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dominguezvaleska</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porJuhie Bhatia  &#183; Traduzido por dominguezvaleska &#183;  Veja o post original 
A África do Sul encontrou uma nova arma em sua luta contra o HIV/AIDS - os telefones celulares. Uma nova iniciativa enviará mensagens de texto diárias e gratuitas para encorajar os sul-africanos a fazerem o teste e o tratamento da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/juhie-bhatia/">Juhie Bhatia</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/dominguezvaleska/'>dominguezvaleska</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/11/02/south-africa-using-cell-phones-to-combat-aids/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><img class="alignright size-full wp-image-52142" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/11/340305918_6413d10fcc_m.jpg" alt="" />A África do Sul encontrou uma nova arma em sua luta contra o HIV/AIDS - os telefones celulares. Uma nova iniciativa enviará mensagens de texto diárias e gratuitas para encorajar os sul-africanos a fazerem o teste e o tratamento da doença.</p>
<p>O projeto, chamado Projeto Masiluleke ou Projeto M, foi <a href="http://www.poptech.org/blog/index.php/2008/10/24/project-masiluleke-tackling-hiv-with-technology/">anunciado </a>semana passada durante a conferência <a href="http://www.poptech.org/conferences/">Pop!Tech 2008</a>, no Maine, EUA. Ele aproveita a popularidade dos telefones celulares na África do Sul, e os utiliza para combater os altos índices de HIV e tuberculose (TB) no país. A primeira parte do projeto enviará ao público em geral aproximadamente um milhão de mensagens de texto gratuitas, todos os dias, durante um ano, incentivando-os a telefonar para centrais de atendimento dedicadas à informar sobre TB e Aids. Essas mensagens serão enviadas na forma de torpedos &#8220;Please Call Me&#8221;, um tipo de mensagem de texto amplamente utilizada em toda a África.</p>
<p><em>White African</em> <a href="http://whiteafrican.com/2008/10/24/frontlinesms-clay-shirky-and-project-masiluleke/">reflete</a> sobre o projeto e sua tecnologia:</p>
<blockquote><p>“Gustav Praekelt - one of the most knowledgeable mobile phone specialists in Africa - is helping to run the program. It’s done using the 120 character free space in ‘Please Call Me&#39; SMS system that’s used in South Africa. They tack on messages to get people to come to get HIV treatment in private, so that they don’t have to worry about what stigma is attached to that treatment.”</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Gustav Praekelt - um dos mais reconhecidos especialistas em telefonia celular na África - está nos ajudando a conduzir o programa. Ele é feito utilizando o espaço livre para 120 caracteres em sistema SMS do torpedo &#8220;Por favor, me ligue&#8221; que é usado na África. Eles veiculam mensagens estimulando as pessoas a procurar tratamento para o HIV com privacidade, de forma que elas não precisem se preocupar com qualquer estigma agregado a esse tratamento.&#8221;</div>
<p>O estigma, assim como a desinformação, são <a href="http://www.poptech.org/project_m_the_challenge/">tidos</a> como as principais razões do baixo número de sul-africanos que fazem o teste e o tratamento para o HIV. De acordo com os organizadores do projeto, apesar de <a href="http://www.unaids.org/en/CountryResponses/Countries/south_africa.asp">mais ou menos 5,7 milhões de pessoas</a> viverem com o HIV na África do Sul, apenas <a href="http://www.poptech.org/blog/index.php/2008/10/24/project-masiluleke-tackling-hiv-with-technology/">5 por cento</a> da população já foi testada para o vírus. A África do Sul também apresenta um dos <a href="http://www.who.int/tb/publications/global_report/2008/key_points/en/index.html">números mais altos de casos de tuberculose</a>, uma causa de morte comum entre as pessoas com HIV.</p>
<p>O Projeto M foi criado para ajudar a combater ambas as doenças. Ele teve origem no programa <a href="http://www.poptech.org/accelerator/">Pop!Tech Accelerator</a>, e reúne <a href="http://www.poptech.org/project_m_partners/">uma coalisão internacional de parceiros</a>, incluindo iTech, a Fundação Praekelt, frog design, Nokia Siemens Networks e a National Geographic Society. <em>3 Sheep</em> <a href="http://www.3sheep.co.uk/2008/10/25/south-africa-texting-health-care/">ressalta</a> que o uso de celulares no projeto mostra o quanto eles estão integrados à cultura sul-africana, acrescentando:</p>
<blockquote><p>“Many countries do not have an established hardwired infrastructure and are looking to the mobile network as means of mass communication… Previously other media, such as radio, would have been used for such work but the South African project demonstrates the importance of considering all channels for outreach.”</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Muitos países não têm uma infraestrutura de telefonia fixa estabelecida, e estão vendo a rede móvel como um meio para a comunicação em massa&#8230; No passado, outros meios, como o rádio, teriam sido utilizados para um trabalho dessa natureza, mas o projeto sul-africano demonstra a importância de considerar todos os canais no esforço para chegar à população&#8221;.</div>
<p>Embora esse <a href="http://mobileactive.org/cell-life-update-using-mobiles-fight-hiv-aids">não seja o primeiro</a> projeto do tipo na África do Sul, os organizadores <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/technology/7688268.stm">dizem</a> que ele é o maior uso já feito de telefones celulares para o envio de mensagens sobre saúde. E até agora o projeto tem se mostrado muito promissor. Na fase inicial de testagem, a campanha das mensagens de texto <a href="http://www.poptech.org/project_m_the_solution/">ajudou a triplicar</a> o volume médio de chamadas diárias para o National AIDS Helpline, em Johannesburgo. Se o projeto for bem-sucedido após o lançamento, espera-se que esse modelo possa ser levado para toda a África.</p>
<p>ahellgeth, postando um comentário em <em>African Globalization</em>, <a href="http://africanglobalization.blogspot.com/2008/10/texts-tackle-hiv-in-south-africa.html">acredita</a> que esse projeto tenha um grande potencial.</p>
<blockquote><p>“Using technology is a great way to get a strong message across to a mass amount of people. The use of text messages offer people to view the message over and over, compared to seeing the message on a commercial or a flyer one time. A text message usually sits in a phones mailbox for a couple of days, allowing that person to go back and view it. I think the message would truly stick with people allowing them to act on it…These texts are PSA’s [public service announcements] for cell phones.”</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Usar a tecnologia é uma ótima forma de passar uma mensagem forte para um grande contingente de pessoas. O uso de mensagens de texto oferece a elas a oportunidade de ver a mesma mensagem muitas e muitas vezes, em contraste com a oportunidade isolada de ver a mensagem num comercial ou num panfleto. É comum que uma mensagem de texto fique armazenada na caixa postal dos celulares por alguns dias, permitindo que aquela pessoa volte e a veja novamente. Acho que a mensagem realmente ficaria na cabeça das pessoas, levando-as a tomar uma atitude&#8230; Esses textos são anúncios de utilidade pública para celulares&#8221;.</div>
<p>Dave, blogando de <em>Design in Africa, </em><a href="http://designinafrica.posterous.com/project-masiluleke">concorda</a> que esse projeto tem muitas probabilidades de sucesso.</p>
<blockquote><p>“An important issue is being addressed, a simple, easy to understand solution has been designed by combining the resources of stakeholders, there are measurable benefits for people and communities and the cost of the incoming message is free. Brilliant.”</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Um assunto importante está sendo tratado, uma solução simples e fácil de entender foi concebida pela combinação dos recursos de todos os envolvidos no processo, existem benefícios consideráveis para pessoas e comunidades, e o custo da mensagem recebida é nenhum. Brilhante&#8221;</div>
<p>Mas lablady, blogando em <em>Wise Advice</em>, acha perturbador que a tecnologia tenha ocupado o lugar principal na luta contra o HIV/AIDS. Ela <a href="http://wiseadvice.wordpress.com/2008/10/27/puzzling-aids-news-item/">diz</a>:</p>
<blockquote><p>“At what point in time did society make it an easier, more obvious and appealing choice for an impoverished population in the grips of an HIV epidemic, to buy a cell phone rather than a condom? I find it paradoxical that technology has now become the default vehicle to initiate what would have been at one time, a grass roots blood testing and education campaign. Is it arrogant of me to wonder why an entire population acquired cell phones before they had access to a successful public health strategy for a preventable disease?”</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Em que momento a sociedade tornou a compra de um celular uma escolha mais fácil, mais óbvia, e mais atraente para os pobres que lutam contra uma epidemia de AIDS, do que a compra de um preservativo? Acho paradoxal que a tecnologia tenha se tornado agora o veículo automático para dar o primeiro passo do que teria sido tempos atrás uma exame de sangue simples e uma campanha educativa. É arrogante da minha parte indagar por que uma população inteira adquiriu telefones celulares antes de ter acesso a uma estratégia de saúde pública bem-sucedida contra uma doença que tem prevenção?&#8221;</div>
<p>Catherine Forsythe, blogando em <em>DogReader</em>, <a href="http://www.lockergnome.com/forsythe/2008/10/24/health-text-messages/">acrescenta</a> que essas mensagens podem acabar sendo encaradas como um tipo de &#8220;spam de saúde&#8221;.</p>
<blockquote><p>“The question may be ‘how long will this methodology be effective?’ After an initial viewing, these public health messages may be deleted as quickly as the usual text spam.”</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;A pergunta talvez seja &#8216;por quanto tempo essa metodologia será eficiente?&#39; Depois de uma primeira olhada, essas mensagens de saúde pública podem ser apagadas tão rapidamente quanto o spam de texto comum&#8221;.</div>
<p>Com certeza, o Projeto M espera outra coisa. Suas <a href="http://www.poptech.org/project_m_the_solution/">fases futuras</a> envolvem a distribuição de kits de testes de HIV que podem ser realizados em casa, o desenvolvimento de &#8220;centrais de atendimento virtuais&#8221;, e a utilização de mensagens de textos para dar informações personalizadas sobre serviços de saúde aos pacientes em tratamento de AIDS.</p>
<p><em>Foto de <a href="http://flickr.com/photos/jonjon_2k8/340305918/">Cell Phone Close Up</a>, de <a href="http://flickr.com/photos/jonjon_2k8/">J</a></em><em><a href="http://flickr.com/photos/jonjon_2k8/">onJon2k8</a> em Flickr</em>.</p>
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		<title>Africanos Blogam Sobre Pobreza para o Blog Action Day 2008</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/10/21/africanos-blogam-sobre-pobreza-para-o-blog-action-day-2008/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 02:23:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
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		<description><![CDATA[O Blog Action Day é um dia no qual blogueiros de todo o mundo se concentram em falar sobre um mesmo assunto específico em seus respectivos blogues. O tópico do ano de 2008 é a pobreza. Este dia encoraja a discussão global e leva a campanhas e conscientização a respeito da questão à volta do mundo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/ismail-dhorat/">Ismail Dhorat</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/10/18/africans-blog-about-poverty-for-blog-action-day-08/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>O <a href="http://blogactionday.org/">Blog Action Day</a> [En] é um dia no qual blogueiros de todo o mundo se concentram em falar sobre um mesmo assunto específico em seus respectivos blogues. O tópico do ano de 2008 é a <strong>pobreza</strong>. Este dia encoraja a discussão global e leva a campanhas e conscientização a respeito da questão à volta do mundo.</p>
<p><a href="http://www.dpfinnie.com/2008/10/poverty-blog-action-day.html"><em>DPfinnie</em></a> [En] escreve:</p>
<blockquote><p>It&#39;s very easy when one lives in comfort to feel moved and send a fiver to whichever charity happens to spring to mind, but to actually get up and do something practical about addressing poverty, its underlying causes and its symptoms takes real comitment and dedication.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;É muito fácil, quando alguém vive no conforto, sentir-se movido e mandar uns trocados para qualquer caridade que te cruze as idéias. Mas realmente levantar-se e fazer algo prático sobre a pobreza, suas causas subjacentes e seus sintomas, demanda real comprometimento e dedicação.&#8221;</div>
<p>A blogueira e jornalista sul-africana <a href="http://damariasenne.blogspot.com/2008/10/blog-action-day-your-can-make.html"><em>Damaria Senne</em></a> [En] oferece algumas dicas sobre como você pode fazer a diferença:</p>
<blockquote><p>You can serve as a role model in your community, inspiring young people so they can see that success for people in their community is possible. As a budding writer, I so wanted to meet a Motswana writer, or a Black South African writer, just so my dream could look more real. If they could earn living as a writer, it would mean it was possible for me to do the same.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Você pode servir de exemplo na sua comunidade, inspirando jovens a perceber que o sucesso é possível para pessoas em suas comunidades. Quando era uma escritora iniciante, eu queria muito conhecer um escritor <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tswana">Motswana</a>, ou um escritor negro da África do Sul, só para que meu sonho pudesse parecer mais real. Se eles podem se sustentar como escritores, isso significaria que é possível para mim fazer isso também.&#8221;</div>
<p>Com a atual crise econômica global pairando sobre nós, <em>Naeem</em> se pergunta se a pobreza e a crise econômica podem ser resolvidos pelo <a href="http://myummah.co.za/site/2008/10/15/the-islamic-economic-system-as-an-alternative/">sistema financeiro islâmico</a> [En]:</p>
<blockquote><p>Islam views the economic problem in a radically different way than Capitalism and Socialism. Islam focuses on the distribution of wealth not just the production. The problem of poverty will not be solved by producing more and more for the rich to consume rather it will be solved by ensuring that basic needs of every individual are satisfied completely. There are enough resources in the world to satisfy the basic needs of everyone</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;O Islã vê o problema econômico de uma forma radicalmente diferente da do Capitalismo ou do Socialismo. O Islã se concentra na distribuição da riqueza, e não apenas em sua produção. O problema da pobreza não será solucionado por produzir mais e mais para que os ricos consumam, mas poderá ser resolvido se nos assegurarmos que as necessidades básicas de cada indivíduo sejam satisfeitas completamente. Há recursos suficientes no mundo para que as necessidades básicas de todos sejam satisfeitas.&#8221;</div>
<p><a href="http://sci-cultura.com/2008/10/15/we-are-the-solution-to-end-poverty/"><em>Sci-Cultra</em></a> [En] lança um olhar um bocado interessante sobre a pobreza e as razões por trás dela, partindo de uma perspectiva econômica:</p>
<blockquote><p>It is a fact learned through hands-on experience that hand-outs (aka aid) don’t work. The irony of the G8 nations is that they are part of the problem, by endorsing the unfair trade rules that then lead them to debating how much aid to give; plus give loans that are inextricably tied to extortionate interest rates, which are in some cases passed on to profit-making vulture funds, e.g. in Zambia. This is like smiling at someone in a friendly manner and beckoning to hug them whilst simultaneously locating a tender place in-between their ribs on their back to drive in your knife.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;É um fato aprendido através da experiência em primeira mão que dar as coisas na mão (i.e. ajuda humanitária) não funciona. A ironia das nações do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/G8">G8</a> é que elas são parte do problema, ao apoiar leis de comércio injustas que então os levam a ter que discutir quanta ajuda humanitária precisarão dar; ou então emprestam dinheiro com taxas de juros extorsivas, que são em alguns casos repassados para fundos carniceiros visando o lucro, por exemplo, no Zambia. Isso é como sorrir para alguém de maneira amistosa e se aproximando para dar um abraço enquanto localiza um lugar macio entre as costelas de suas costas para enfiar a sua faca.&#8221;</div>
<p><a href="http://newstreet6140.blogspot.com/2008/10/our-country-our-battle.html"><em>Pumelela Nqelenga</em></a> [En] pede à juventude para se levantar e agir contra a pobreza:</p>
<blockquote><p>We must stand for others and show the world what our ancestors meant when they spoke about “ubuntu”. I also call upon my own generation, the youth, to see that we too have the power to bring change, just the same why our parents did in the Soweto uprisings. We too have a page to fill in the history books, a chapter that writes about a generation that fought for equality and poverty. I call for a change!!</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Nós temos que nos levantar em solidariedade aos outros e mostrar ao mundo o que nossos ancestrais queriam dizer quando falavam sobre &#8216;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ubuntu_(ideologia)">ubuntu</a>&#8216;. Eu também faço um chamado à minha geração, a juventude, para que percebam que nós também temos o poder para trazer a mudança, o mesmo que nossos pais fizeram nos levantes de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Soweto">Soweto</a>. Nós também temos uma página a preencher nos livros de história, um capítulo que fala sobre a geração que lutou por igualdade e pelos pobres. Eu faço um chamado à mudança!!&#8221;</div>
<p><a href="http://www.opentechnologist.com/?p=51"><em>Open Technologist</em></a> [En] escreve sobre usar o software de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3digo_aberto">código aberto</a> para combater a pobreza:</p>
<blockquote><p>The Mifos Initiative program is using open source software to create a service model that increases access to technology for microfinance institutions, allowing them to reach the worlds poor. Microfinance is a program whereby poor people are granted small loans (less than $200) to start and sustain small business like the Villiage Phone Program.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;O programa Mifos Initiative está usando software de código aberto para criar um modelo de serviço que aumenta o acesso à tecnologia para instituições de microfinanciamento, para permitir que alcancem os pobres do mundo. Microfinanciamentos são programas pelo meio dos quais pessoas pobres tem acesso a pequenos empréstimos (menos de 200 dólares) para começar e manter pequenos negócios como o <a href="http://www.grameenphone.com/index.php?id=79">Village Phone Program</a> [En].&#8221;</div>
<p><a href="http://www.startupsnigeria.com/2008/10/blog-action-day-2008-can-we-blog-poverty-out-of-africa/"><em>Loy Okezie</em></a> [En], blogando da Nigéria, sugere formas de usar a tecnologia e as mídias sociais para aumentar a conscientização sobre a pobreza:</p>
<blockquote><p>Using recent web technologies, we can at least together reduce poverty in Africa and around the world. The new web space offers a great opportunity in the fight against poverty. Let me now share some of the newest web technologies that could be used to take action against poverty.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Usando as recentes tecnologias de rede, nós podemos ao menos diminuir juntos a pobreza na África e ao redor do mundo. O novo espaço da rede permite uma grande oportunidade de lutar contra a pobreza. Deixe-me agora partilhar com vocês algumas das mais novas tecnologias da rede que podem ser usadas para agir contra a pobreza.&#8221;</div>
<p><a href="http://inothnagel.blogspot.com/2008/10/blog-action-day-08-poverty.html"><em>Ignatius Nothnagel</em></a> [En] da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cidade_do_Cabo">Cidade do Cabo</a>, na África do Sul, nos conta sobre como uma velha senhora que mal tinha dinheiro para leite ou pão quase foi jogada para fora de uma loja:</p>
<blockquote><p>My jaw drops. “She&#39;s what? Banned?” I look puzzled for a second, “From the most lower-class shopping market we have?” At this point the lady bursts into tears and I have to fight the urge to dodge what is now turning into a Scene.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Meu queixo caiu. &#8216;Ela foi o quê? Banida?&#39;, eu olho perplexo por um segundo, &#8216;do mais barato e popular mercado que temos?&#39;. Neste momento a senhora se desmancha em lágrimas e eu tenho que lutar contra a urgência de fugir daquilo que agora já estava se tornando uma cena trágica.&#8221;</div>
<p><a href="http://www.capetowndailyphoto.com/2008/10/blog-action-day-2008-poverty-in-our.html"><em>Kerry-Anne</em></a> [En] escreve sobre a pobreza na África do Sul:</p>
<blockquote><p>The percentage of households living below the poverty line decreased from 53% in 1995 to 48% in 2005. The poverty line is set at R322 per person per month. That&#39;s the cost of a restaurant meal for two here in South Africa. Read that again. Almost HALF of the people in our country have to cover ALL their living expenses out of LESS than the amount we spend on a single dinner. Sobering, isn&#39;t it?</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;A porcentagem de famílias vivendo abaixo do nível da pobreza diminuiu de 53% em 1995 para 48% em 2005. O nível da pobreza está traçado em 322 <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rand">Rands</a> por pessoa por mês. Este é o preço de uma refeição em um restaurante para duas pessoas aqui na África do Sul. Leia de novo. Quase METADE do povo de nosso país tem que cobrir TODAS as suas despesas mensais com MENOS do que a quantia que nós gastamos em um simples jantar. Impressionante, não?&#8221;</div>
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		<title>Olhares Internacionais Sobre as Eleições nos EUA</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/10/08/olhares-internacionais-sobre-as-eleicoes-nos-eua/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 19:11:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conforme as Eleições Norte-Americanas se aproximam, aumenta a atenção internacional à política norte-americana e aos candidatos concorrentes. Projetos como o Jornalismo Coletivo da Current TV e o Voices Without Votes do Global Voices Online se encarregaram de reunir o que está sendo dito sobre o tema e trazer a perspectiva global sobre esta questão local.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/juliana-rincon-parra/">Juliana Rincón Parra</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/10/08/international-eye-on-the-us-elections/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Conforme as Eleições Norte-Americanas se aproximam, aumenta a atenção internacional à política norte-americana e aos candidatos concorrentes. Projetos como o <a href="http://current.com/people/CJCollectiveWorks">Jornalismo Coletivo</a> [En] da <em>Current TV</em> e o <a href="http://voiceswithoutvotes.org/">Voices Without Votes</a> [En] do Global Voices Online se encarregaram de reunir o que está sendo dito sobre o tema e trazer a perspectiva global sobre esta questão local.</p>
<p>O programa <a href="http://current.com/topics/511_collective_journalism">Jornalismo Coletivo</a>, da Current TV, começou uma série de reportagens em vídeo sobre como o resto do mundo vê os EUA. Em <a href="http://current.com/items/89378240_the_view_from_over_there">The View from Over There</a> [&#8221;A Vista de Lá&#8221;, em inglês], pessoas de muitos diferentes países falam sobre seus pontos de vista sobre as políticas externas norte-americanas, a guerra no Iraque, a situação com o Irã e mencionam quem elas gostariam de ver como o futuro presidente dos EUA. As entrevistas no vídeo são por vezes realizadas em outras línguas, mas todas elas tem legendas em inglês.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://current.com/e/89378240/en_US" /><param name="wmode" value="transparent" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="400" src="http://current.com/e/89378240/en_US" wmode="transparent"></embed></object></p>
<p>Este vídeo também usa filmagens de outros programas sobre as <a href="http://current.com/topics/32967338_election_2008">Eleições Norte-Americanas 2008</a> [En], mas desta vez se concentrando na perspectiva externa. Este é um trabalho que também vem sendo realizado há algum tempo pelo Global Voices e pela Reuters no <a href="http://voiceswithoutvotes.org/">Voices Without Votes</a>, que reúne opiniões de todos os cantos do planeta a respeito das Eleições nos EUA. Se você tem alguma blogada que gostaria de enviar para o site, você pode fazê-lo clicando <a href="http://voiceswithoutvotes.org/submit/">aqui</a> [En].</p>
<p>O assunto do próximo programa Jornalismo Coletivo da Current TV serão as opiniões internacionais sobre as políticas de imigração dos EUA.</p>
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		<title>Meio-Ambiente: Mapas, comunidades e calculadores de carbono</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 16:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cyber-Ativismo]]></category>
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		<description><![CDATA[No início desse ano, a Editoria de Meio-Ambiente do GVO listou as ferramentas da Web 2.0 usadas para o ativismo ecológico. Desde então várias outras ferramentas foram desenvolvidas. Esse artigo destacará alguns mashups, comunidades online, calculadoras da pegada de carbono e jogos online.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/afromusing/">Juliana Rotich</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/09/27/environment-maps-online-communities-carbon-footprint-calculators/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<p>No início desse ano, a Editoria de Meio-Ambiente do GVO listou <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/2008/01/28/usando-ferramentas-da-web-20-no-ativismo-ambiental/">as ferramentas da Web 2.0 usadas para o ativismo ecológico</a>. Desde então várias outras ferramentas foram desenvolvidas. Esse artigo destacará alguns mashups, comunidades online, calculadoras da pegada de carbono e jogos online.</p>
<p><strong>Mashups</strong></p>
<p><em>Rory</em> do blogue Carbon Smart anunciou o mapa <a href="http://www.carbonsmart.com/carboncopy/2008/09/greening-africa.html">Greening Africa</a> [Enverdecendo a África], delineando a meta dos mapas do Google e pedindo que as pessoas enviem projetos a serem acrescentados.</p>
<blockquote><p>My point is to highlight positive things that are being done in Africa. There are a lot of projects out there, but many are just not visible. The first projects on the map are mostly around Cape Town, just because I live here and have some firsthand knowledge of the area; but I don&#39;t want this to be a South African map.</p></blockquote>
<div class="translation">Minha idéia é destacar coisas positivas que estão sendo feitas na África. Tem muitos projetos por aí, mas a maioria não é visível. Os primeiros projetos no mapa são, na maioria, em torno da Cidade do Cabo, mas só porque eu moro aqui e tenho conhecimento em primeira mão da área; Mas não quero que seja um mapa da África do Sul apenas.
</div>
<p><a href="http://www.carbonsmart.com/maps/">Mapa Greening Africa</a><br />
<small><a style="color: #0000ff; text-align: left;" href="http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&amp;hl=en&amp;msa=0&amp;msid=104358579077734390017.000455dc035361c89f2da&amp;t=k&amp;ll=-33.945188,18.806627&amp;spn=0.501099,0.781215&amp;source=embed">Ver em tamanho maior</a></small></p>
<p><a href="http://activities.cleanuptheworld.org/">Limpe o Mundo</a> é uma iniciativa do <a href="http://www.unep.org/">Programa das Nações Unidas para o Meio-Ambiente</a>. Trata-se de uma campanha global para limpar, consertar e preservar o meio-ambiente e eles criaram um mashup para mostrar as comunidades envolvidas em todo o mundo. As atividades mapeadas se relacionam à água, reciclagem, plantação de árvores, educacão e mitigação das mudanças climáticas. Para visitar o site, clique no gráfico abaixo.</p>
<div style="text-align: center;"><a title="Veja o 'Limpe o Mundo' no Flickr.com" href="http://activities.cleanuptheworld.org/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3196/2891072536_0c4d98db91.jpg" border="0" alt="Clean up the world" width="462" height="137" /></a></div>
<p><strong>Comunidades Online</strong></p>
<p><a href="http://www.connect2earth.org/index.cfm">Connect2Earth</a> traz fotos, vídeos e artigos relacionados ao meio-ambiente que são enviados pelo público. As submissões são votadas por outros membros e as entradas mais populares recebem telefones da <a href="http://www.nokia.com/A41039028">Nokia</a> (patrocinador do site). As entradas vencedoras serão mostradas no congresso do <a href="http://www.iucn.org/news_events/events/congress/index.cfm">World Conservation</a> em Barcelona. Dentre os tópicos debatidos estão aquecimento global, desperdício e poluição, transporte sustentável, vida e trabalho em movimento, fauna selvagem e energia limpa.</p>
<blockquote><p>connect2earth é o local para dizer ao mundo o quanto você se importa com o meio-ambiente</p></blockquote>
<div style="text-align: center;"><a title="View 'Connect 2 Earth' on Flickr.com" href="http://www.connect2earth.org/index.cfm"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3192/2890251359_274a07e426.jpg" border="0" alt="Connect 2 Earth" width="374" height="161" /></a></div>
<p><a href="http://350.org/">350</a></p>
<p>350.org é uma comunidade online de ecologistas trabalhando para conscientizar as pessoas sobre as metas de redução da quantidade de dióxido de carbono na atmosfera do planeta.</p>
<blockquote><p>350 is the red line for human beings, the most important number on the planet. The most recent science tells us that unless we can reduce the amount of carbon dioxide in the atmosphere to 350 parts per million, we will cause huge and irreversible damage to the earth.</p>
<p>But solutions exist. All around the world, a movement is building to take on the climate crisis, to get humanity out of the danger zone and below 350. This movement is massive, it is diverse, and it is visionary. We are activists, scholars, and scientists. We are leaders in our businesses, our churches, our governments, and our schools. We are clean energy advocates, forward-thinking politicians, and fearless revolutionaries. And we are united around the world, driven to make our planet livable for all who come after us.</p></blockquote>
<div class="translation">350 é a linha vermelha para os seres humanos, o mais importante número do planeta. A ciência mais recente nos diz que a menos que a gente reduza a quantidade de gás carbônico para 350 partes por milhão, causaremos uma imensa e irreversível danos ao planeta Terra. Mas existem soluções. Em todo o mundo, um movimento está se fortalecendo em torno da crise climática, para levar à humanidade fora da zona de perigo e abaixo do 350. Esse movimento é gigante, é diverso, é visionário. Temos ativistas, acadêmicos e cientistas. Somos líderes em nossos negócios, nossas igrejas, nossos governos e escolas. Somos pregadores da energia limpa, políticos progressivos, revolucionários destemidos. E estamos unidos ao redor do planeta, somos guiados a fazer nosso planeta &#8220;vivível&#8221; para todos os que vierem depois de nós.</p>
</div>
<div style="text-align: center;"><a title="View '350' on Flickr.com" href="http://350.org/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3251/2890382941_3c9a5a74a7.jpg" border="0" alt="350" width="500" height="77" /></a></div>
<p><strong>Calculadores da pegada de carbono</strong></p>
<p><a href="http://ecorio.org/">Ecorio</a></p>
<p><em>Jaimi Heimbuch</em> do <a href="http://www.treehugger.com/files/2008/09/ecorio_shows_ne.php">Treehugger</a> se referiu ao Ecorio como um aplicativo super bacana que estará disponível no telefone Android do G1 Google. Ecorio é um aplicativo online que opera em segudo plano traçando viagens. Ele soma as milhas, mostra a pegada de carbono e o custo na neutralização.</p>
<div style="text-align: center;"><a title="View 'Ecorio' on Flickr.com" href="http://ecorio.org/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3158/2890431629_89330763df.jpg" border="0" alt="Ecorio" width="431" height="447" /></a></div>
<p><a href="http://www.dopplr.com/">Dopplr</a> - Calculador de carbono para viagens</p>
<p>Dopplr é uma ferramenta usada por pessoas que viajam com frequência para compartilhar informações sobre as próximas viagens com amigos e colegas. O serviço mostra coincidências e ajuda as pessoas a se conectarem. Dopplr acrescentou a calculadora <a href="http://www.dopplr.com/traveller/me/carbon">‘Meu carbono&#39;</a> [en] que mostra aos viajantes sua pegada de carbono utilizando dados do <a href="http://blog.co2.dgen.net/">AMEE</a>, uma organização mais conhecida como ‘o medidor de energia do mundo&#39;.</p>
<div style="text-align: center;"><a title="View 'My carbon' on Flickr.com" href="http://blog.dopplr.com/2008/04/22/calculate-the-carbon-impact-of-your-travels-with-dopplr/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3276/2827224211_956d730402.jpg" border="0" alt="My carbon" width="500" height="305" /></a></div>
<p><strong>Jogos online</strong></p>
<p><a href="http://worldwithoutoil.org/">Mundo Sem Petróleo</a></p>
<p>Trata-se de um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Alternate_reality_game">jogo de energia alternativa</a> interativo e cujo resultado depende dos jogadores e suas interações.</p>
<blockquote><p>The premise of World Without Oil was simple and provocative: What if an oil crisis started on April 30, 2007 - what would happen? How would the lives of ordinary people change? Players were invited to imagine how their lives and communities would be different and how they would cope if the world’s oil suddenly dried up. The “plot” unfolded dynamically. First, the players read the “official news” and what other players were saying. Then, using a combination of blog posts, videos, images and even voice mails, they told their own stories of the challenges they were facing. As the crisis continued, players updated their stories with further thoughts, reactions and solutions.</p></blockquote>
<div class="translation">O World Without Oil [Mundo Sem Petróleo] parte de um princípio simples e provocativo: se uma crise do petróleo começasse em 30 de abril de 2007 - o que aconteceria? Como a vida das pessoas normais mudaria? Os jogadores são convidados a imaginar como a vida delas em comunidade seria diferente e como eles se virariam se o petróleo do mundo acabasse de repente. A “trama” se abre de maneira dinâmica. Primeiro, os jogadores lêem as “notícias oficiais” e o que outros jodadores estão dizendo. Em seguida, usando uma combinação de blogagens, vídeos, imagens e mensagens de voz, eles contam suas próprias estórias com reflexões, reações e soluções mais abrangentes.</div>
<p><em>Anthony Williams</em> do Wikinomics <a href="http://www.wikinomics.com/blog/index.php/2008/09/10/as-the-world-fights-climate-change-could-games-be-part-of-the-solution/">escreveu sobre o jogo</a>, dizendo</p>
<blockquote><p>There is no doubt that fighting climate change will require a massive worldwide effort that could dramatically alter much about the world as we know it today. We need more than just smart public policy. And we need more than a comprehensive retooling of industry and our infrastructure. We all need to give up our oil addictions and that, in turn, will require us to make some pretty profound changes in our daily lives. Alternate reality games like World Without Oil could play a vital role in engaging the public in making those vital changes.</p></blockquote>
<div class="translation">Não há dúvidas que lutar contra as mudanças climáticas precisará um esforço gigantesco mundial que pode alterar dramaticamente o mundo da forma como conheçamos hoje. Precisamos mais do que políticas públicas inteligentes. E precisamos de mais do que uma abrangente re-equipação da indústria e nossa infra-estrutura. Todos nós precisamos desistir de nossos vícios por petróleo, e, em retorno, será necessário fazer algumas mudanças profundas em nossas vidas diárias. Jogos de realidade alternativa como o World Without Oil podem ter um papel fundamental em engajar o público a fazer essas mudanças fundamentais.</div>
<p>Via <a href="http://www.carbonsmart.com/carboncopy/2008/09/crowdsourcing-e.html">Carbon Copy</a>.</p>
</div>
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		<title>África do Sul: Cara, cadê a Presidência?</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/24/africa-do-sul-cara-cade-a-presidencia/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/24/africa-do-sul-cara-cade-a-presidencia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 23:18:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A blogosfera Sul-Africana entrou em ebulição com as recentes notícias da renúncia em massa de 11 Ministros de Estado e 3 Ministros Substitutos, incluindo o ministro-celebridade da África do Sul, Trevor Manuel, e a Presidente-Substituta Phumzile Mlambo-Ngcuka. Veja o que os blogueiros estão dizendo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/muhammad-karim/">Muhammad Karim</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/09/23/dude-wheres-the-president/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><img class="alignleft" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/1031282060_d832dd1c29_m.jpg" alt="Casas do Parlamento da África do Sul" hspace="5" /> A blogosfera Sul-Africana entrou em ebulição com as recentes notícias da renúncia em massa de 11 Ministros de Estado e 3 Ministros Substitutos, incluindo o ministro-celebridade da África do Sul, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Trevor_Manuel">Trevor Manuel</a> [En], e a Presidente-Substituta <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Phumzile_Mlambo-Ngcuka">Phumzile Mlambo-Ngcuka</a> [En]. Veja o que os blogueiros estão dizendo&#8230;</p>
<p>Do <a href="http://capetownbubble.blogspot.com/2008/09/trevor-manuel-quits-along-with-10.html"><em>Cape Town Property Bubble</em></a> [En]:</p>
<blockquote><p>Finance Minister Trevor Manuel is among 11 Cabinet ministers and three deputy ministers who have resigned.<br />
Their letters of resignation had been received by President Thabo Mbeki “which, regretfully, he has had to accept”, the presidency said in a statement on Tuesday.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;O Ministro das Finanças Trevor Manuel está entre os 11 Ministros de Estado e três ministros substitutos que renunciaram.<br />
Suas cartas de renúncia foram recebidas pelo Presidente Thabo Mbeki &#8216;que, lamentavelmente, teve que aceitá-las&#39;, segundo comunicado da presidência emitido na terça-feira.&#8221;</div>
<p>Em meu próprio blogue, <a href="http://karim.co.za/blog/"><em>Waiting in Transit</em></a> [En], o post &#8220;<a href="http://karim.co.za/blog/2008/09/23/south-africas-government-disbands-wtf/">South Africa&#39;s Government disbands, WTF?</a>&#8221; [&#8221;Governo da África do Sul debandou, que porra é essa?&#8221;, em tradução livre do inglês] fala:</p>
<blockquote><p>“What the Hell?!?” is almost every South African&#39;s response right now as the news is coming thick and fast right now with news of 11 Ministers in Government resigning today, including Trevor Manuel (No! Don’t Go!) including 3 Deputy Ministers. This after The Deputy President, Phumzile Mlambo-Ngcuka, resigned yesterday citing that she wants to allow the “new president” to choose their own deputies and “personal reasons” (Yeah, right.)</p>
<p>The Ministers who have left are…</p>
<p>Deputy President, Phumzile Mlambo-Ngcuka;<br />
Minister of Finance Trevor Manuel;<br />
Minister of Defence Mosiuoa Lekota;<br />
Minister in the Presidency Essop Pahad;<br />
Minister of Intelligence Ronnie Kasrils;<br />
Minister of Correctional Services Ngconde Balfour;<br />
Minister of Public Enterprises Alec Erwin;<br />
Minister of Science and Technology Mosibudi Mangena;<br />
Minister of Public Works Thoko Didiza;<br />
Minister of Provincial and Local Government Sydney Mufamadi; and<br />
Minister of Public Service and Administration Geraldine Fraser-Moleketi.</p>
<p>…and that’s not including the three deputy ministers: Deputy Minister of Foreign Affairs Aziz Pahad; Deputy Minister of Finance Jabu Moleketi; and Deputy Minister of Correctional Services Loretta Jacobus.</p>
<p>Following the President’s resignation, which was a blow enough to the country in terms of stability, etc. and now this… This is DEVASTATING. With no doubt, this is the biggest Political upset in South African history. No doubt, the ANC National Executive Committee is probably shitting itself after coming to the decision to chuck Mbeki out of the presidency, citing the recent case against Jacob Zuma in which the case was thrown out of court due to “political interference” (which they blamed on Mbeki)… I bet they didn’t see this coming, or maybe they did, maybe this is what they wanted.</p>
<p>Kgalemo Motlanthe, Zuma’s ally has already been chosen as the care-taker president since the other Deputy President had resigned, os now they have the opportunity to replace EVERYONE.</p>
<p>I don’t know what’s going to happen now, this cannot be good for investor confidence in the country , the Rand is most probably going to get shot to hell and there goes the 2010 Dream. Negative, I know, otherwise I’m hoping for a miracle.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;&#8216;Que porra é essa!?&#39; é a resposta da todo os sul-africanos neste momento às notícias que estão chegando a todo momento sobre a renúncia de 11 Ministros do Governo hoje, incluindo Trevor Manuel (Não! Não Vá!) e incluindo 3 ministros substitutos. Isso acontece depois que a Presidente-Substituta, Phumzile Mlambo-Ngcuka, renunciou ontem alegando que gostaria de permitir que o &#8216;novo presidente&#39; escolhesse seus próprios substitutos e &#8216;razões pessoais&#39; (Tá certo, então.)</p>
<p>Os Ministros que partiram são&#8230;</p>
<p>Presidente-Substituta, Phumzile Mlambo-Ngcuka;<br />
Ministro das Finanças Trevor Manuel;<br />
Ministro da Defesa Mosiuoa Lekota;<br />
Ministro da Presidência Essop Pahad;<br />
Ministro da Inteligência Ronnie Kasrils;<br />
Ministro dos Serviços Correcionais Ngconde Balfour;<br />
Ministro dos Investimentos Públicos Alec Erwin;<br />
Ministro da Ciência e Tecnologia Mosibudi Mangena;<br />
Ministro das Obras Públicas Thoko Didiza;<br />
Ministro do Governo Provincial e Local Sydney Mufamadi;<br />
e a Ministra dos Serviços Públicos e Administração Geraldine Fraser-Moleketi.</p>
<p>&#8230;e isso sem falar nos três ministros substitutos: Ministro Substituto de Assuntos Exteriores Aziz Pahad; Ministro Substituto das Finanças Jabu Moleketi; e Ministra Substituta dos Serviços Correcionais Loretta Jacobus.</p>
<p>Primeiro a renúncia da Presidente Substituta, que já foi um golpe grande na estabilidade do país, etc&#8230; e agora isso&#8230; isso foi DEVASTADOR. Sem dúvida alguma, esta é a maior perturbação política na história da África do Sul. Sem dúvida, o Comitê Executivo Nacional da ANC está provavelmente se borrando depois de ter chegado à decisão de derrubar Mbeki da presidência, citando o recente caso contra Jacob Zuma, no qual o caso foi retirado da corte por conta de &#8216;interferências políticas&#39; (das quais eles culparam Mbeki)&#8230; Eu aposto que eles não imaginavam que isso ia acontecer, ou talvez eles tenham imaginado. Talvez isso seja o que eles queriam.</p>
<p>Kgalemo Motlanthe, aliado de Zuma, já foi escolhido como presidente-substituto interino desde que a Presidente-Substituta renunciou, e agora eles terão a oportunidade de substituir TODOS.</p>
<p>Eu não sei o que vai acontecer agora, e isso não pode ser bom para a confiança dos investidores no país, o Rand provavelmente será jogado pro inferno e lá se vai o sonho de 2010. Pessimista, eu sei, mas de outra forma eu estaria esperando por um milagre.&#8221;</p>
</div>
<p>Do <em><a href="http://blog.ecr.co.za/newswatch/?p=2865">East Coast News Watch Blog</a></em> [En]:</p>
<blockquote><p>President Thabo Mbeki has lodged papers in the Constitutional Court for permission to add his name to an application to appeal Judge Chris Nicholson’s judgment.</p>
<p>*Plus, read his <a href="http://blog.ecr.co.za/newswatch/wp-content/uploads/2008/09/thabombekiresignationspeech.pdf">full resignation speech</a> *</p>
<p>Mbeki filed the papers yesterday - a day after announcing to the nation that he has resigned.</p>
<p>The move follows Nicholson’s statement in the recent Pietermaritzburg High Court ruling, that Mbeki and the former Justice Minister may have interfered in the decision to prosecute Jacob Zuma. Last week, the cabinet said it was considering taking legal action over the judge’s comments about political interference. It is understood that cabinet has also lodged papers in the con court.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;O Presidente Thabo Mbeki protocolou documentos para a Corte Constitucional pedindo permissão para que seu nome fosse adicionado a um pedido de apelo ao veredito do Juiz Chris Nicholson.<br />
*Mais, leia aqui seu <a href="http://blog.ecr.co.za/newswatch/wp-content/uploads/2008/09/thabombekiresignationspeech.pdf">discurso de renúncia completo</a>[En]*<br />
Mbeki enviou os documentos ontem - um dia após anunciar à nação que havia renunciado [à presidência do país].<br />
Esta movimentação se dá em seguida à declaração de Nicholson na recente decisão da Suprema Corte de Pietermaritzburg, de que Mbeki e o ex-Ministro da Justiça podem ter interferido no veredito em relação a Jacob Zuma. Na semana passada, o gabinete [presidencial] havia feito declarações de que estava considerando a tomada de ações legais contra a alegação do juiz de que haveria ocorrido interferência política. É sabido que o gabinete também enviou documentação à corte constitucional.&#8221;</div>
<p><a href="http://blogs.dispatch.co.za/dispatchnow/2008/09/23/mambeki-backs-anc-split-plan/"><em>Dispatch Now</em></a> [En] fala de planos para a criação de um novo partido político na África do Sul:</p>
<blockquote><p>Outgoing President Thabo Mbeki’s mother, Epainette, is backing moves to split the African National Congress (ANC) and form a new breakaway political party.</p>
<p>News of the plans by Mbeki supporters to form a new breakaway party emerged this weekend after the ANC national executive committee (NEC) announced that it had resolved to recall Mbeki from his office.<br />
Defence Minister Mosiuoa Lekota, his deputy Mluleki George and Gauteng Premier Mbhazima Shilowa are believed to be spearheading the campaign to start the still-to-be-named political party.</p>
<p>On Sunday George would neither confirm nor deny the moves, saying only that an announcement would be made soon.</p>
<p>On Monday, Ma’Mbeki, as the 92-year-old struggle veteran is affectionately known, said she was aware of the the plans and backed the move to split the ANC as she saw no future in the organisation under current president Jacob Zuma.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;A mãe do presidente Thabo Mbeki, Epainette, está apoiando movimentos para a divisão do Congresso Nacional Africano (ANC) para a criação de um novo partido político.<br />
Notícias sobre os planos dos apoiadores de Mbeki de criar um novo partido político vieram à tona depois que o comitê executivo nacional (NEC) do ANC anunciou sua intenção de retirar Mbeki de seu cargo. O Ministro da Defesa Mosiuoa Lekota, seu vice-ministro Mluleki George e o Premier [da região] de Gauteng, Mbhazima Shilowa, são creditados como fazendo parte da ponta-de-lança da campanha para a criação do novo partido ainda sem nome.<br />
No domingo George não confirmou nem negou estas movimentações, dizendo apenas que um anúncio está para ser realizado em breve.<br />
Na segunda-feira, Ma&#39;Mbeki, como a veterana de lutas políticas de 92 anos é carinhosamente conhecida, disse que estava a par dos planos e apoiava as movimentações para a divisão da ANC, uma vez que ela não via futuro na organização sob o comando de Jacob Zuma.&#8221;</div>
<p>O <a href="http://blog.ecr.co.za/newswatch/?p=2862"><em>East News Watch Blog</em></a> [En] também escreveu sobre o candidato favorecido pela ANC para ocupar o posto vago na presidência, antes da renúncia dos ministros citados anteriormente:</p>
<blockquote><p>The ANC has confirmed that its Deputy President Kgalema Motlanthe has been chosen as the party’s preferred candidate to serve as the country’s interim president after Thabo Mbeki leaves office on Thursday.</p>
<p>The ANC’s Jessie Duarte says while parliament still has to vote on the matter today - that will just be a formality.</p>
<p>“Mr Kgalema Motlanthe is the ANC’s preferred candidate to become the next president of the Republic of South Africa. He will probably be sworn in immediately after the resignation of President Mbeki takes effect on the 25th of September.”</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;A ANC confirmou que seu vice-presidente Kgalema Motlanthe foi escolhido como o candidato preferido do partido para servir como presidente interino do país depois da saída de Thabo Mbeki na quinta-feira.<br />
Jessie Duarte, da ANC, disse que embora o parlamento ainda deva votar sobre o assunto hoje - isto será apenas uma formalidade.<br />
&#8216;O Sr. Kgalema Motlanthe é o candidato preferencial da ANC para se tornar o presidente da República da África do Sul. Ele provavelmente será empossado imediatamente após a renúncia do Presidente Mbeki ser efetivada, em 25 de setembro&#39;.&#8221;</div>
<p>Muitos sul-africanos estão em completo choque neste momento a respeito dos eventos que estão se desenrolando na frente de seus olhos. O que o futuro reserva, ninguém sabe. Tudo o que sabemos neste momento é que as pessoas estão com medo dos desdobramentos desta situação.<br />
<em><small></small></em></p>
<p><em><small>A foto acima, das Casas do Parlamento Sul-Africano, na Cidade do Cabo, é de <a href="http://flickr.com/photos/itagne/1031282060/">Nick Boalch</a> e é partilhada sob licença Creative Commons “Attribution-Non-Commercial-No Derivative”.</small></em></p>
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		<title>África: Sua Majestade, pare de se casar!</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/14/africa-sua-majestade-pare-de-se-casar/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Sep 2008 13:36:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Débora Medeiros</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diversos jornalistas malawianos se juntaram a muitos outros, ao comparecer à conferência de três dias Highway Africa, que aconteceu na Unversidade Rhodes, na África do Sul, com o tema Jornalismo Cidadão: Jornalismo para os Cidadãos. A conferência, que é o maior encontro anual de jornalistas africanos (mais de 700 compareceram), foca em novas questões da mídia e é também um fórum para reflexão crítica sobre jornalismo, mídia e tecnologia e uma celebração da África.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/victor/">Victor Kaonga</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/debmedeiros/'>Débora Medeiros</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/09/14/citizen-media-selling-air-malawi-and-advice-to-the-king/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Diversos jornalistas malawianos se juntaram a muitos outros, ao comparecer à conferência de três dias <a href="http://www.highwayafrica.com/">Highway Africa</a> [En], que aconteceu na Unversidade Rhodes, na África do Sul, com o tema <em>Jornalismo Cidadão: Jornalismo para os Cidadãos</em>. A conferência, que é o maior encontro anual de jornalistas africanos (mais de 700 compareceram), foca em novas questões da mídia e é também um fórum para reflexão crítica sobre jornalismo, mídia e tecnologia e uma celebração da África.</p>
<p><a href="http://tadala-tadala.blogspot.com/">Edna Bvalani</a> [En] atualizou seu blog com um relato da conferência e disse que esta conferência, a 12ª desde 1996, é uma ocasião importante para o continente africano:</p>
<blockquote><p>In this digital era, a journalist need to be more equipped on how to gather and disseminate information as quickly as possible. Hence, it is important to realise that media is a vital tool of information in any democratic, intellectual, cultural, economic and social development of our societies.</p></blockquote>
<div class="translation">Nesta era digital, um jornalista precisa estar mais equipado com as maneiras de juntar e disseminar informação o mais rápido possível. Assim, é importante constatar que a mídia é uma ferramenta vital da informação em qualquer desenvolvimento democrático, intelectual, cultural, econômico e social de nossas sociedades.</div>
<p>Durante a conferência, houve uma menção generosa ao <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices</a> [En] como uma das iniciativas de jornalismo cidadão que ajudam a amplificar as vozes dos cidadãos ao redor do mundo.</p>
<p>O autor desta notícia, Victor Kaonga, blogando no <a href="http://ndagha.blogspot.com/">Ndagha</a> [En], foi à conferência e <a href="http://ndagha.blogspot.com/2008/09/highway-africa-2008.html">simplesmente menciona isso</a> em seu blog.</p>
<p>Porém, sua postagem anterior reflete sobre como o Governo malawiano não muito provavelmente <a href="http://ndagha.blogspot.com/2008/09/will-malawi-connect-rural-communities.html">conectará as comunidades rurais</a> à estrada da comunicação. Sua postagem é intitulada <em><strong>Será que o Governo Malawiano Conectará as Comunidades Rurais?</strong></em> e surge no momento em que a <a href="http://www.events.cto.int/crcafrica08">Commonwealth Telecommunications Union [União de Telecomunicações da Commonwealth]</a> [En] patrocinou uma conferência de três dias de alto nível internacional em Malawi. A conferência foi o maior fórum africano de tecnologia da informação e da comunicação, focando soluções para conectar as comunidades rurais. Porém, o autor argumenta que o governo de Malawi não possui uma infra-estrutura de telecomunicações adequada, políticas de tecnologia da informação e da comunicação ou um ambiente financeiro que possa apoiar a iniciativa de conectar não só as áreas rurais, mas também as urbanas.</p>
<blockquote><p><span style="font-family: Arial;">As the situation is today, the country is a laughing stock as our connectivity is not adequate, hence majority of the country is not benefiting from the modern information and communication technologies thereby still remaining on that side of the digital divide. If the government is to realise the dream of connecting rural areas in Malawi, more commitments and urgency on several issues may help to make the rural connectivity a reality. Otherwise it remains a dream. </span></p></blockquote>
<div class="translation"><span style="font-family: Arial;">Da maneira que a situação está hoje, o país é motivo de risos, visto que a nossa conectividade não é adequada, por isso a maior parte do campo não tem se beneficiado das modernas tecnologias da informação e da comunicação, permanecendo, desta forma, daquele lado do abismo digital. Se o nosso governo for realizar o sonho de conectar as áreas rurais em Malawi, mais compromissos e urgência em vários assuntos podem ajudar a tornar a conectividade rural uma realidade. De outro modo, ela continuará um sonho. </span></div>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>A Air Malawi tem de ir</strong></p>
<p>Economista e recém-blogueiro, Watipaso Mkandawire observa o debate em torno da venda da empresa áerea malawiana <a href="http://www.airmalawi.com/">Air Malawi</a> [En], a qual dizem estar com sérios problemas financeiros. Depois de dar uma variedade de exemplos de países que privatizaram suas linhas aéreas nacionais, <a href="http://chiholocastle.blogspot.com/">Mkandawire</a> [En], que já trabalhou durante um tempo no mercado de investimentos em Malawi <a href="http://chiholocastle.blogspot.com/2008/09/should-malawi-government-finally-let-go.html">responde à proposta de privatizar a empresa</a> [En]:</p>
<blockquote><p>I see arguments of those that want to keep the “national asset” as trying to keep 100% of 0 instead of keeping say, 49% or 10% of 100. Air Malawi is technically bankrupt and keeping it as is, is basically betraying tax-payers in Malawi who require these resources for better use (health, education etc). Zambia has no national airline, but its airports are busier than those in Malawi. The private carrier currently operating has grown by the day…..Should Air Malawi be liquidated and a new joint venture established with COMAIR? I will go for it. What do you think?</p></blockquote>
<div class="translation">Eu vejo os argumentos daqueles que querem manter o &#8220;bem nacional&#8221; como tentar manter 100% de 0 ao invés de, digamos, 49% ou 10% de 100. A Air Malawi está tecnicamente falida e mantê-la como está é basicamente trair quem paga impostos em Malawi e requer esses recursos para melhores usos (saúde, educação etc). O Zâmbia não tem linhas aéreas nacionais, mas seus aeroportos são mais cheios que os de Malawi. O cantinho privado atualmente em operação está crescendo a cada dia&#8230; A Air Malawi deve ser liquidada ou uma nova sociedade deve ser estabelecida com a COMAIR? Eu sou a favor disso. O que vocês acham?</div>
<p><strong>Malawiano aconselha o rei Mswati, da Suazilândia</strong></p>
<p>Blogueiro regular e jornalista, <a href="http://munthalikondwani.blogspot.com/">Kondwani Munthali</a> [En] escreve sobre o aniversário recente de 40 anos da independência da Suazilândia, ao qual compareceu o presidente de Malawi, Bingu wa Mutharika. Em uma postagem intitulada <em><strong>Celebrando a Pobreza? A História Moral da Suazilândia</strong></em>, <a href="http://munthalikondwani.blogspot.com/2008/09/celebrating-povery-moral-story-of.html">Munthali implora aos líderes africanos</a> [En] para que aconselhem o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mswati_III_of_Swaziland">rei Mswati </a>[En] a parar de se casar.</p>
<blockquote>
<div>I wish one of our leaders told the King that its time he stopped marrying as many as he wants, it doesnt help with the current Aids epidemic and the image of a nation trying to grapple with modernity and traditional.</div>
<div>There is a sentence that “only the King can change tradition”-I believe His Majesty the King of Swaziland has a capacity to promote the beautiful Swazi culture with real freedoms and public expenditures that show that the King cares. The King is supposed to look after his people first not his many wives!</div>
</blockquote>
<div class="translation">
<div>
<div>Eu queria que um dos nossos líderes dissesse ao rei que é tempo de ele parar de se casar com tantas quanto queira, isso não ajuda com a atual epidemia de AIDS nem com a imagem da nação, que balança entre a modernidade e a tradição.</div>
<div>Há um dito de que &#8220;só o rei pode mudar a tradição&#8221; - eu acredito que Sua Majestade o rei da Suazilândia tem a capacidade de promover a bela cultura suazi, com liberdades verdadeiras e gastos públicos que mostram que o rei se preocupa. O rei deve cuidar de seu povo primeiro, não de suas muitas esposas!</div>
</div>
</div>
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		<title>África: Será que o PayPal é eficiente na África?</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 20:56:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porNdesanjo Macha  &#183; Traduzido por Daniel Duende &#183;  Veja o post original 
Collins pergunta &#8220;Será que o PayPal é eficiente na África?&#8220;[En]: Eu acredito que talvez o PayPal não reconheça o potencial e as oportunidades existentes na África, e este é o momento de alardearmos esta causa e salientarmos que eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/ndesanjo-macha/">Ndesanjo Macha</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/06/19/africa-is-paypal-effective-in-africa/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><em>Collins</em> pergunta &#8220;<a href="http://siku-moja.blogspot.com/2008/06/is-paypal-effective-in-africa.html">Será que o PayPal é eficiente na África?</a>&#8220;[En]: Eu acredito que talvez o PayPal não reconheça o potencial e as oportunidades existentes na África, e este é o momento de alardearmos esta causa e salientarmos que eles estão perdendo, e nós também.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sobre o retorno das vítimas de xenofobia a Moçambique</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/06/01/sobre-o-retorno-das-vitimas-de-xenofobia-a-mocambique/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Jun 2008 21:06:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diáspora]]></category>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porPaula Góes  &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
“Enfim, ainda não chegou a hora do governo sul-africano reconhecer, sem rodeios, a sua responsabilidade em todo este processo. Com pensamentos redondos e com uma enorme incapacidade de autocrítica (como primeiro passo) o regime sul-africano, ao que tudo indica, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/">Paula Góes</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/05/31/on-the-return-of-the-victims-of-xenophobia/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>“Enfim, ainda não chegou a hora do governo sul-africano reconhecer, sem rodeios, a sua responsabilidade em todo este processo. Com pensamentos redondos e com uma enorme incapacidade de autocrítica (como primeiro passo) o regime sul-africano, ao que tudo indica, persiste em enterrar a cabeça na areia.” <a href="http://agrywhite.blogspot.com/2008/05/emoo-marca-regresso-de-vtimas-de.html">Agry</a> comenta sobre a notícia do retorno das vítimas de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/05/21/xenophobia-plagues-south-africa/">xenofobia</a> a Moçambique.</p>
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