<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Global Voices em Português &#187; Kenya</title>
	<atom:link href="http://pt.globalvoicesonline.org/category/world/sub-saharan-africa/kenya/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://pt.globalvoicesonline.org</link>
	<description>O mundo está falando. Você está ouvindo?</description>
	<lastBuildDate>Fri, 04 Dec 2009 03:54:21 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Cantora do Leste Africano conquista fãs em todo o mundo e através de seu blog</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/12/04/cantora-do-leste-africano-conquista-fas-em-todo-o-mundo-e-atraves-de-seu-blog/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/12/04/cantora-do-leste-africano-conquista-fas-em-todo-o-mundo-e-atraves-de-seu-blog/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 03:52:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Casaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Burundi]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Feature]]></category>
		<category><![CDATA[Kenya]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Rwanda]]></category>
		<category><![CDATA[Swahili]]></category>
		<category><![CDATA[Tanzania]]></category>
		<category><![CDATA[Uganda]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.globalvoicesonline.org/?p=5155</guid>
		<description><![CDATA[Não muitos a conhecem como Mwanaisha Abdalla, mas Ndogo Nyota (Kiswahili para Pequena Estrela) é um nome familiar na África Oriental. Ela foi juntando fãs de seu som eclético do Leste Africano por mais de 4 anos. Seu blog, por outro lado já existe há 3 anos. Não há dúvida de que o blog contribuiu para o crescimento do número de seus fãs.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/njeri-wangari/">Njeri Wangari</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/diegocasaes/'>Diego Casaes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/11/28/one-east-african-musician-beats-all-odds-for-a-global-fan-base/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single">
<p>Não muitos a conhecem como Mwanaisha Abdalla, mas <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Nyota_Ndogo">Ndogo Nyota</a> [en] (Kiswahili para Pequena Estrela) é um nome familiar na África Oriental.</p>
<div id="attachment_5156" class="wp-caption alignleft" style="width: 85px"><img class="size-full wp-image-5156" title="Nyota-Ndogo-Mpenzi-75x75" src="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/11/Nyota-Ndogo-Mpenzi-75x75.jpg" alt="An artwork of her Nyota Ndogo's Cover Album - Mpenzi" width="75" height="75" /><p class="wp-caption-text">Capa de um dos CDs de  Nyota Ndogo - Mpenzi</p></div>
<p>Ela foi juntando fãs de seu som eclético do Leste Africano por mais de 4 anos. Seu blog, por outro lado já existe há 3 anos. Não há dúvida de que o blog contribuiu para o crescimento do número de seus fãs. Nascida em 1981, na província litoral queniana de Mombasa, <a href="http://nyotandogo.blogspot.com/">Nyota Ndogo</a> [en] veio de uma família muito humilde. Ela abandonou a escola enquanto jovem e por algum tempo, trabalhou como ajudante de uma casa até que ela foi descoberta por Andrew Burchell como uma talentosa cantora.</p>
<p>Atualmente ela tem 3 CDs lançados sob seu nome, são eles: <strong>CHEREKO</strong>, <strong>NATOKA MBALI NA WEWE</strong> e <strong>MPENZI</strong>. Ela também participou de 3 coletâneas internacionais: <strong>WORLD 2003</strong>,<strong> THE ROUGH GUIDE TO KENYA</strong> e <strong>OFF THE BEATEN TRACK</strong>. E detém dois prêmios musicais do Kenya Kisima Music Awards: <em>Melhor Cantora Taraab de 2003</em> e <em>Melhor Cantora de 2005.</em></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Hi4nlCK-wZc&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/Hi4nlCK-wZc&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Suas canções, que são na maioria no idioma Kiswahili e algumas em Inglês são cantadas no gênero <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Taarab">Taarab</a>, ouvido principalmente na Costa Leste da África, bem como em Kapuka e Genge, gêneros da música escutados principalmente no lado continental do Quênia.</p>
<p>Então como alguém com esse perfil aprende a aproveitar a internet a seu favor enquanto uma crescente artista queniana? Esta é a pergunta que vem à mente quando se visita <a href="http://nyotandogo.blogspot.com/">seu blog</a>.</p>
<p>No blog, ela compartilha tudo sobre si mesma enquanto artista a partir de uma perspectiva pessoal, em oposição às histórias editadas e informação que se encontram na seção de entretenimento de um jornal ou revista.</p>
<p>De vídeos musicais de suas canções a letras ou fotos suas em performance com outros artistas e fãs, pode-se sentir uma ligação mais íntima com Nyota Ndogo através <a href="http://nyotandogo.blogspot.com/">de seu blog</a>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/jGaY6B1qWjI&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/jGaY6B1qWjI&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Blogar não tem sido uma experiência fácil para ela, como confessou em 27 de Julho de 2006 às 13h43:</p>
<blockquote><p>wow I’d nearly given up with the blog as it was proving difficult to get a new post up .it turned out to be me using an incompatible browser. So am back with good old internet explorer. If this works expect some pix up soon so much has happend.x</p></blockquote>
<div class="translation">uau! Eu quase desisti do blog já que foi se mostrando difícil enviar um novo post. Acontece que eu estava usando um navegador incompatível. Então, estou de volta com o bom e velho Internet Explorer. Se isso funcionar aguardem por algumas imagens em breve; tanta coisa tem acontecido.</div>
<p>Observando seus posts atuais no blog, pode-se ver que na verdade Nyota soube muito bem como usar a ferramenta de blogagem. Isto infelizmente não se pode dizer de muitos outros artistas do Leste Africano já que eu não pude encontrar qualquer outro blog de artista.</p>
<p>Parece que não é preciso ser instruído a saber blogar, pois o blog é, apesar de tudo, uma ferramenta.</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/12/04/cantora-do-leste-africano-conquista-fas-em-todo-o-mundo-e-atraves-de-seu-blog/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lendo o planeta no Blog Action Day 2009</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/10/17/lendo-o-planeta-no-blog-action-day-2009/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/10/17/lendo-o-planeta-no-blog-action-day-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 03:03:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cilene Dutra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Cyber-Ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[East Asia]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Feature]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Kenya]]></category>
		<category><![CDATA[Maldives]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Nepal]]></category>
		<category><![CDATA[Philippines]]></category>
		<category><![CDATA[Portuguese]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre o GVO]]></category>
		<category><![CDATA[Socorro & Resgate]]></category>
		<category><![CDATA[South Asia]]></category>
		<category><![CDATA[Sub-Saharan Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.globalvoicesonline.org/?p=4700</guid>
		<description><![CDATA[Mais de 9000 blogueiros devotaram um post às mudanças climáticas no Blog Action Day, uma iniciativa anual que partiu do Change.org para unir os blogueiros do mundo a fim de alcançar seus milhões de leitores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/solana-larsen/">Solana Larsen</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/cilenedutra/'>Cilene Dutra</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/10/15/reading-the-world-on-blog-action-day/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><a href="http://www.blogactionday.org"><img class="alignright" style="border: 0pt none;" src="http://www.blogactionday.org/imgs/badges/bad-125-125.jpg" border="0" alt="" width="125" height="125" /></a>No dia 15 de outubro, mais de 9000 blogueiros devotaram um post às mudanças climáticas no <a href="http://www.blogactionday.org/">Blog Action Day</a>, uma iniciativa anual que partiu do <a href="http://www.change.org/">Change.org</a> [en] para unir os blogueiros do mundo a fim de alcançar seus milhões de leitores.</p>
<p><a href="http://www.blogactionday.org/en/blogs/new">Registre seu blog</a> para adicionar a sua voz!</p>
<p>Este é o post do Global Voices.</p>
<p>Nos próximos meses, o Global Voices acompanhará as questões ambientais e de mudanças climáticas com olho clínico. Esperamos divulgar vozes não ouvidas no debate acerca das reuniões das Nações Unidas em Copenhague em dezembro (<a href="http://en.cop15.dk/">COP15</a>).</p>
<p>Em novembro, no <em><a href="http://www.conversationsforabetterworld.com/">Conversations for a Better World</a></em> [en], um blog patrocinado pelo <a href="http://unfpa.org/">UNFPA</a> terá dois de nossos autores, Eduardo e Belen, postando histórias sobre dinâmica populacional e mudanças climáticas. Sei que estarão voltados para a América Latina nas discussões.</p>
<p>Durante o mês de outubro, blogueiros do Global Voices viraram mentores de <a href="http://globalvoicesonline.org/2009/10/15/2009/09/08/global-voices-bloggers-mentor-new-danish-and-african-bloggers/">31 rapazes e moças da África e Dinamarca</a> [en] que organizam uma campanha online sob os <a href="http://globalchangenow.net/">auspícios de MS ActionAid</a> [en] em Copenhague, Dinamarca. Eles nos pediram para relatar histórias sobre &#8220;quais países emergentes precisam consertar estragos causados pelas mudanças climáticas&#8221;. Tentaremos atender ao pedido.</p>
<p><strong>Alguns posts dos mentores</strong></p>
<p>No Blog Action Day, Jillian <a href="http://jilliancyork.com/2009/10/15/blog-action-day-09-climate-change/">encorajou seus leitores</a> a visitar o blog de sua aluna <a href="http://globalchangenow.net/ejanver/">Edith</a>, enquanto Ali diz que seu aluno <a href="http://globalchangenow.net/claver/">Peter</a> passou a responsabilidade para ele  e o<a href="http://blog.novruzov.az/2009/10/it-is-blog-action-day-2009.html"> inspirou a escrever um post sobre as mudanças climáticas</a></p>
<p>Outra mentora, Gayle, escreveu um <a href="http://gisforghana.blogspot.com/2009/10/climate-change-in-ghana-blog-action-day.html">post mais longo</a> evidenciando a situação de fazendeiros no Gana, na Austrália (seus países) e no Zimbábue (o país de seu aluno, <a href="http://globalchangenow.net/john/">John</a>).</p>
<p>Gayle <a href="http://twitter.com/gaylepescud/status/4575319227">usou o Twitter</a> para chamar a atenção de fazendeiros australianos. Para sua surpresa, ela foi <em>re-twittada</em> pela ABC Radio da Austrália e foi contatada diretamente por diversos fazendeiros via email. Ela leu entrevistas com fazendeiros ganêses na web e até falou diretamente com um deles.</p>
<p>E entre dúzias de links e fontes interessantes, Gayle encontrou informação sobre como comunidades locais usam o conhecimento tradicional na zona rural de Gana para <a href="http://grou.ps/par_cc/talks">lidar com a mudança de climas</a>.</p>
<p>Gayle fez algo que os blogueiros do Global Voices fazem sempre: buscou vozes que raramente são ouvidas falando por si mesmas na mídia internacional.</p>
<p><strong>Semana passada no Global Voices</strong></p>
<p>Bhumika Ghimire escreveu um post sobre o <a href="http://globalvoicesonline.org/2009/10/15/nepal-bio-gas-revolution/">futuro do bio-gás no Nepal</a>, incluindo um vídeo de uma pesquisa de uma universidade japonesa que mostra como o bio-gás é usado nas fazendas do Nepal.</p>
<p><img src="file:///C:/DOCUME%7E1/ADMINI%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-2.jpg" alt="" /></p>
<div id="attachment_4706" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a href="http://www.flickr.com/photos/susandesignstudio/3977100156/in/set-72157614614099992/"><img class="size-full wp-image-4706 " title="landslide-300x199" src="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/10/landslide-300x199.jpg" alt="Desmoronamento causado pelo Tufão Ketsana numa vila em Pampanga. Foto de susancorpuz90 no Flickr. " width="240" height="159" /></a><p class="wp-caption-text">Desmoronamento causado pelo Tufão Ketsana numa vila em Pampanga. Foto de susancorpuz90 no Flickr. </p></div>
<p>No começo da semana, Mong Palatino <a href="http://globalvoicesonline.org/2009/10/12/philippines-typhoon-disasters-and-climate-change/">escreveu como os blogueiros filipinos</a> estão estabelecendo conexões entre as mudanças climáticas e as inundações devastadoras em Manila que mataram mais de 500 pessoas.</p>
<p>Saffah Farooq escreveu sobre como os cidadãos das ilhas Maldivas que estão ao nível do mar no oceano Índico <a href="http://globalvoicesonline.org/2009/10/11/maldives-gearing-up-for-copenhagen/">sentem que seus destinos poderão ser decididos</a> pelo sucesso de tratados como o Protocolo de Kyoto.</p>
<p>O blogueiro dedicado à vida selvagem, Samuel Maina no Quênia, contou que os quenianos estão tão desesperados por causa das chuvas que <a href="http://globalvoicesonline.org/2009/10/08/kenya-waiting-for-el-nino/">já esperam as chuvas do El Niño</a> <strong>que podem deslocar milhares com sentimentos confusos.</strong></p>
<p>Há um fluxo constante de histórias no feed <em><a href="http://globalvoicesonline.org/-/topics/environment/">Environment</a></em> do Global Voices por blogueiros de todos os lugares do mundo.</p>
<p><strong>Olhando adiante</strong></p>
<p>Nesse Blog Action Day, quando celebramos o poder coletivo dos blogueiros de impulsionar mudanças, gostaríamos de encorajar a todos não só a escrever sobre as mudanças climáticas, mas também a ler o que outros estão dizendo.</p>
<p>Nas próximas semanas, seremos inundados por novas histórias de jornalistas citando políticos, ativistas e muitos outros, mas quando Conferência Climática Internacional da ONU terminar e as câmeras desligarem, as pessoas que sofrem as conseqüências das mudanças climáticas <em>ainda </em>estarão contando suas histórias na Internet na expectativa de alcançar aqueles que se importam.</p>
<p>Como dizemos no Global Voices: &#8220;O mundo está falando. Você está ouvindo?&#39;</p>
<p>Para aqueles distantes da linha de frente das mudanças climáticas, ouvir e linkar são umas das poucas maneiras de conseguir fazer o problema parecer mais real e carente de soluções hoje em dia.</p>
<p><strong>Posts relacionados</strong></p>
<ul>
<li><a title="Posts in Portuguese on Blog Action Day ‘09" rel="bookmark" href="http://pt.globalvoicesonline.org/2009/10/16/posts-em-portugues-no-blog-action-day-2009/">Posts em Português no Blog Action Day 2009</a></li>
<li><a title="Permanent link to Blog Action Day 2009: Rising Voices Projects Discuss Climate Change" href="http://rising.globalvoicesonline.org/blog/2009/10/15/blog-action-day-2009-rising-voices-projects-discuss-climate-change/">Blog Action Day 2009: Rising Voices Projects Discuss Climate Change</a></li>
<li><a title="Greek Posts on Blog Action Day ‘09" rel="bookmark" href="http://globalvoicesonline.org/2009/10/15/2009/10/15/greek-posts-on-blog-action-day-09/">Greek Posts on Blog Action Day ‘09</a></li>
<li><a title="Caribbean: Blogging About Climate Change" rel="bookmark" href="http://globalvoicesonline.org/2009/10/15/2009/10/16/caribbean-blogging-about-climate-change/">Caribbean: Blogging About Climate Change</a></li>
<li><a title="Israel: Blog Action Day for the Environment" rel="bookmark" href="http://globalvoicesonline.org/2009/10/15/2009/10/16/israel-blog-action-day-for-the-environment/">Israel: Blog Action Day for the Environment</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/10/17/lendo-o-planeta-no-blog-action-day-2009/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Blogando com HIV: &#8220;O amor ainda é possível&#8221;</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/08/13/blogando-com-hiv-o-amor-ainda-e-possivel/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/08/13/blogando-com-hiv-o-amor-ainda-e-possivel/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 22:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Americas]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Chinese]]></category>
		<category><![CDATA[East Asia]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Feature]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Kenya]]></category>
		<category><![CDATA[LGBT]]></category>
		<category><![CDATA[Philippines]]></category>
		<category><![CDATA[Republic of Congo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[South Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Sub-Saharan Africa]]></category>
		<category><![CDATA[U.S.A.]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.globalvoicesonline.org/?p=3869</guid>
		<description><![CDATA[Embora seja difícil falar abertamente sobre o assunto, um número cada vez maior de blogueiros soropositivos ao redor do mundo está usando veículos de mídia cidadã para expressar-se sobre como é viver com o HIV]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/rezwan/">Rezwan</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/08/13/blogging-with-hiv-love-is-still-possible/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<div class="contributors"><em>Conversations for a Better World: Esse artigo é parte de uma série desenvolvida pelo Global Voices para o blog da UNFPA <a title=" Conversations for a Better World" href="http://www.conversationsforabetterworld.com/">Conversations for a Better World</a> · <a title="View all posts in Conversations for a Better World" href="http://globalvoicesonline.org/-/special/conversations-better-world/">Todos os artigos [en]<br />
</a></em></div>
<p>Um número cada vez maior de blogueiros soropositivos ao redor do mundo está usando veículos de mídia cidadã para expressar-se sobre como é viver com o HIV.</p>
<p>Falar abertamente sobre HIV/AIDS pode ser muito difícil. Milhares de pessoas já contraíram o vírus, mas o fato de que ele é tão temido e que pode ser transmitido por meio de relações sexuais significa que as pessoas que vivem com o HIV são normalmente estigmatizadas. Ainda assim, dezenas de indivíduos demonstram bravura narrando suas histórias pessoais e, algumas vezes, atuando como ativistas em defesa de seus direitos ou por um sistema de saúde mais decente, em blogs e fóruns na internet que são abertos ao público e podem ser lidos por qualquer pessoa.</p>
<p><iframe width="425" height="350" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src="http://maps.google.com/maps/ms?hl=en&amp;ie=UTF8&amp;msa=0&amp;msid=116925014949105791191.00045c9dd6cebd5e130f5&amp;source=embed&amp;ll=27.059126,6.328125&amp;spn=90,-61.171875&amp;output=embed"></iframe><br /><small>Veja o mapa <a href="http://maps.google.com/maps/ms?hl=en&amp;ie=UTF8&amp;msa=0&amp;msid=116925014949105791191.00045c9dd6cebd5e130f5&amp;source=embed&amp;ll=27.059126,6.328125&amp;spn=90,-61.171875" style="color:#0000FF;text-align:left">Blogando Positivamente</a> em tamanho maior</small></p>
<p><strong>África do Sul</strong></p>
<p><a href="http://latifah.wordpress.com/2006/12/22/happy-birthday-to-me/">Busi</a> [en], uma blogueira e poetisa da África do Sul descobriu que havia contraído o vírus em abril de 2006, seis meses após ter sido violentada.</p>
<p>Eis a sua triste história, como ela descreveu em seu blog, <a href="http://latifah.wordpress.com/2006/12/22/happy-birthday-to-me/"><em>My Realities</em></a> [Minhas Realidades, pt]:</p>
<blockquote><p>Not so long ago i discovered that i was HIV+. I was attacked and raped far too many times in order for me to contract the virus. You see, the reason for that is that i am a woman who identifies as lesbian because of my involvement with a woman. My attackers and different rapists did so to show me how it is to be a woman.</p></blockquote>
<div class="translation">Não faz muito tempo que descobri que era soropositiva. Eu fui atacada e estuprada muitas vezes para que eu viesse a contrair o vírus. Sabe, a razão para isso é o fato de que sou uma mulher identificada como lésbica por causa de meu envolvimento com outra mulher. Meus agressores e outros estupradores fizeram isso comigo para me mostrar o que é ser mulher.</div>
<p>Busi <a href="http://latifah.wordpress.com/2007/03/17/goodbye-busisiwe-231281-120307/">não sobreviveu</a> nesse belo mundo, tendo falecido em decorrência da doença em março de 2007. Mas seu blog e poesia continuam como poderosos testemunhos de sua vida, como serão os blogs de outras pessoas, enquanto a cura permaneça desconhecida.</p>
<p><strong>China </strong></p>
<p>O blogueiro chinês <em>Li Xiang</em> foi infectado com o <a href="http://globalvoicesonline.org/2008/12/01/china-aids-blogger-li-xiangs-unextraordinary-life/">HIV por meio de uma transfusão de sangue</a> quando era ainda adolescente, aluno do segundo grau. Ele começou a blogar em 2005, por volta de seus 20 anos. Em <a href="http://blog.sina.com.cn/s/blog_46f3d7910100byk0.html">uma postagem no início deste ano</a> (em chinês), ele tenta desmitificar a AIDS, afirmando que as pessoas não deveriam ter mais medo da doença do que temem qualquer outro fator causador de mortes, e que ele próprio já não tem mais medo, graças ao avanço  do tratamento médico.</p>
<p><strong>Filipinas<br />
</strong><br />
<em>Kiks</em> é um blogueiro filipino sediado em Kowloon, Hong Kong. Em 2007, ele descobriu que tinha HIV e <a href="http://bikolanongtsekwangbakla.blogspot.com/2007/07/sounding-alarm.html">escreveu</a> sobre como lidar com esse fato:</p>
<blockquote><p>Being HIV positive is not the least bit fascinating.</p>
<p>It is like having a heart disease for life although my doctors told me it was better than having diabetes. With the medicines so readily available nowadays, you can be sure to live longer than cancer patients, anemic or the elderly staying in big polluted cities like Manila.</p></blockquote>
<div class="translation">Ser portador do HIV não é nem um pouco fascinante.</p>
<p>É como ter uma doença cardíaca pelo resto da vida, embora meu médico tenha me dito que é melhor do que ter diabetes. Com os medicamentos tão amplamente disponíveis nos dias de hoje, com certeza se vive mais tempo do que em casos de pacientes com câncer, anemia ou pessoas mais velhas morando em cidades poluídas como Manila.</p></div>
<p><em><a href="http://mylifepositive.com/wpmu/ukguy/2009/07/22/mr-angry-2/">Freerangelife</a></em> é o blog de um rapaz gay do Reino Unido que vive com o vírus do HIV há mais de 20 anos. Em uma postagem recente, ele escreve sobre os perigos de se ignorar as preucações que devem ser tomadas:</p>
<blockquote><p>We have known about HIV for over 20 years, people know the risks. So why does it happen? It happens because we like taking risks and we often think “it will never happen to me”.</p></blockquote>
<div class="translation">A gente tem conhecimento do HIV há mais de 20 anos, as pessoas conhecem os riscos. Então, por que ainda acontece? Acontece porque gostamos de correr riscos e normalmente achamos que “nunca vai acontecer comigo”.</div>
<p><strong>Congo<br />
</strong><br />
<em>Davy Herman Malanda</em> do blog <a href="http://aidsrightscongo.org/?p=103"><em>Aids Right Congo</em></a> [Direitos dos Soropositivos no Congo, en] escreveu sobre os riscos de se deixar que as pessoas saibam sobre a condição do portador do HIV. Ele conta a história Bernadette (pseudônimo), uma jovem que vende roupas usadas no mercado de Tié-Tié em Pointe-Noire, no Congo:</p>
<blockquote><p>Bernadette’s life changed when her friend divulged Bernadette’s HIV status. Her colleagues and clients from the market were informed that she is HIV-positive. Very few clients came to buy at Bernadette’s table. Her life became difficult, and she had difficulty to make ends meet.</p></blockquote>
<div class="translation">A vida de Bernadette mudou quando um amigo divulgou a sua condição de portadora do HIV. Seus colegas, amigos e clientes do mercado foram informados de que ela era soropositiva. Poucos clientes vinham comprar na mesa de Bernadette. A vida dela se complicou, e ficou difícil ganhar o sustento.</div>
<p><em>Aurelie</em>, de Brazzaville, capital do Congo, <a href="http://aidsrightscongo.org/?p=111">descreve</a> seu choque ao descobrir que tinha HIV:</p>
<blockquote><p>Initially, it hit me like a ton of bricks. I saw my life change instantly, and the thoughts kept multiplying in my mind.</p></blockquote>
<div class="translation">Inicialmente, foi como se uma tonelada de tijolos tivesse caído sobre mim. Vi meu mundo mudando instantaneamente, e os pensamentos insistiam em se multiplicar em minha cabeça.</div>
<p>Ela também escreve que, graças ao apoio de sua família e de uma organização não governamental, leva uma vida normal.</p>
<p><strong>Estados Unidos</strong></p>
<p><em>Michelle</em>, dos Estados Unidos, diz que <a href="http://blogs.poz.com/michelle/">“o amor ainda é possível”</a> [en] depois do HIV e conta como ela conheceu seu novo parceiro em um blog da rede internacional <a href="http://blogs.poz.com/"><em>POZ Blog</em></a>. Ela deixa ainda um conselho:</p>
<blockquote><p>To those newly infected or those who are tired of being alone, don&#39;t lose hope. Don&#39;t give up on love. It will come when you least expect it and when you need it the most.</p></blockquote>
<div class="translation">Para aqueles que acabaram de serem infectados ou os que estão cansados da solidão, não percam as esperanças. Não desistam do amor. Ele chegará quando você menos esperava e mais precisava.</div>
<p><strong>Quênia</strong></p>
<p>Ser soropositivo não significa que você estará condenado a não se divertir por causa da discriminação. <em><a href="http://rising.globalvoicesonline.org/repacted/2008/12/03/world-aids-day-mr-and-miss-red-ribbon-2008/">Mr. and Miss Red Ribbon</a></em> é um desfile de moda sem fins lucrativos organizado anualmente pelo grupo jovem Nakuru, no Quênia. Blogueira soropositiva <em>Maureen</em>, que faz parte do grupo <a href="http://rising.globalvoicesonline.org/projects/repacted-kenya/">REPACTED</a> do projeto de blogs <a href="http://rising.globalvoicesonline.org/">Rising Voices</a> foi uma das candidatas e <a href="http://maureenakinyi.blogspot.com/2008/12/blogging-positively.html">compartilha sua experiência</a>:</p>
<blockquote><p>I have been contesting since 2006 and have been enjoying every moment of the event because of one thing, effective reduction of stigma and discrimination. Mr. and Miss Red Ribbon brings together both affected and infected to celebrate beauty in a unique way. During the event audience appreciate beauty by seeing models but not the affected or the infected.</p></blockquote>
<div class="translation">Desfilo desde 2006 e gosto de cada momento do evento por causa de uma coisa: a redução real do estigma e da discriminação. <em>Mr. and Miss Red Ribbon</em> junta tantos os afetados quanto os infectados de uma forma exclusiva. Durante o evento, a platéia aprecia a beleza de ver o desfile de  modelos, e não de afetados ou infectados.</div>
<p><em>O <a href="http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&amp;hl=en&amp;msa=0&amp;msid=116925014949105791191.00045c9dd6cebd5e130f5&amp;ll=24.527135,14.765625&amp;spn=120.298584,316.40625&amp;z=2">mapa do Global Voices de blogueiros soropositivos</a> acima destaca as vozes de blogueiros portadores e daqueles que cuidam deles, e outras iniciativas de mídia cidadã relacionadas ao HIV/AIDS. Ao clicar nos links do mapa, você encontrará mais algumas dessas histórias incríveis.</em></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/08/13/blogando-com-hiv-o-amor-ainda-e-possivel/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Animação e Arte Digital Emergem da África</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/07/24/animacao-e-arte-digital-emergem-da-africa/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/07/24/animacao-e-arte-digital-emergem-da-africa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 13:20:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Nemer Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Feature]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Kenya]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Nigeria]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.globalvoicesonline.org/?p=3596</guid>
		<description><![CDATA["Digital" se tornou uma das palavras mais comentadas não só no Quênia, mas na África, onde a maioria das coisas ainda é analógica. Entretanto, Arte Digital é um termo muito novo até para os mais experientes aficionados por arte. A tecnologia Digital transformou atividades tradicionais como pintura, desenho e escultura, enquanto novas formas, como a net arte, instalação de arte digital, e realidade virtual, tem sido reconhecidas como práticas artísticas. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/njeri-wangari/">Njeri Wangari</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/luiznemer/'>Luiz Nemer Neto</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/07/17/out-of-africa-emerges-digital-art-and-animation/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>“Digital” ultimamente se tornou uma das palavras mais comentadas, não só no Quênia, mas na África, onde a maioria das coisas ainda é analógica. Entretanto, a Arte Digital é um termo realmente muito novo para os mais experientes aficionados por arte.</p>
<p><img class="alignleft" style="margin: 10px;" title="Digital Art" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/07/digitalart_cover_sm-259x300.jpg" alt="" width="259" height="300" /><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_digital">Arte Digital</a> se refere comumente à arte criada no computador de forma digital. Numa definição mais ampla, “arte digital” é um termo aplicado a arte contemporânea que usa os métodos de produção em massa ou mídia digital. A tecnologia digital tem transformado atividades tradicionais como pintura, desenho e escultura, enquanto as novas formas, como net arte, instalação de arte digital, e realidade virtual têm sido práticas artísticas reconhecidas.</p>
<p><a href="http://eacollective.wordpress.com/" target="_blank">East Africa’s Collective</a> (Coletivo da África Oriental) é um feed criado no wordpress, um projeto paralelo da designer Barbara Muriungi, nascida no Quênia, atualmente morando em Boston, MA.</p>
<p>Isso é o que ela afirma sobre a ideia por trás da EA Collective:</p>
<blockquote><p>As an African living abroad I fan my passion for art, music and bits of fashion by staying culturally astute on happenings in and out of the African continent.</p></blockquote>
<div class="translation">Como uma africana morando fora, cultivo minha paixão pela arte, música e moda ao ficar culturalmente ligada nos acontecimentos dentro e fora do continente africano.</div>
<p>A EA Collective existe para procurar um bom conteúdo de designers locais humorísticos.</p>
<p>Um dos destaques interessantes do blog é sobre <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tingatinga" target="_blank">Tinga Tinga</a> – African Folk Tales (Contos Folclóricos Africanos) que estão prestes a encontrar uma audiência maior através da animação, um projeto de artistas no Quênia e Tanzânia.</p>
<p><a href="http://www.africandigitalart.com/" target="_blank">African Digital Art</a> (Arte Digital Africana) é uma plataforma online desenvolvida para artistas, entusiastas e profissionais do meio digital para buscarem inspiração, bem como mostrarem sua arte e se conectarem com outros artistas.</p>
<p>O blog foi criado e desenvolvido por <a href="http://www.jepchumba.com/" target="_blank">Jepchumba</a>, uma artista digital queniana que vive em Chicago, Illionis. Jepchumba confessa que ela sonha em digital no blog pessoal dela. Sua impressionante coleção de arte digital é encantadora, para não dizer mais.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 209px"><img title="Tears" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/07/tears-333x500-199x300.jpg" alt="Tears - por Jepchumba" width="199" height="300" /><p class="wp-caption-text">Tears - por Jepchumba</p></div>
<p>African Digital Art é o melhor site para qualquer um que goste de arte digital. Ele tem apresentado os trabalhos de Wangechi Mutu, Jim Chuchu, Kenneth Shofela Coker entre muitos outros excelentes artistas digitais emergentes.</p>
<p><a href="http://www.jimchuchu.com/" target="_blank">Jimmi Chuchu</a> é um fotógrafo extraordinário, produtor de filmes e o terceiro membro da Just a Band. Ele ainda hesita em considerar a fotografia como sua profissão como confessou ao African Digital Art - mas para confirmar isso basta visualizar os trabalhos disponíveis em seu website, que também redireciona para o seu blog pessoal.</p>
<p>Apesar das amostras em seu website, galerias de fotos, vídeos musicais, projetos recentes e contatos, deve-se ir ao seu blog para notícias e outros links sobre ele. Lá se obtêm mais detalhes pessoais sobre o que ele atualmente está trabalhando, o que acabou de finalizar e quais são seus futuros projetos.</p>
<p>Alguns dos vídeos apresentados no blog podem ser repetidos do blog da banda, mas ele também dá ideias de seus projetos solo, como edição de clipes.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img style="margin: 0px; border: 0px initial initial;" title="An Animation from Kenneth Cokers blog" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/07/coker_blogtag-300x290.jpg" alt="Uma animação do blog de Kenneth Coker" width="300" height="290" /><p class="wp-caption-text">Uma animação do blog de Kenneth Coker</p></div>
<p><a href="http://www.kennethcoker.com/" target="_blank">Kenneth Coker</a> é nigeriano de nascença, mas atualmente reside em Memphis. Atualmente ele está em busca de um emprego como artista/animador de personagens em um estúdio de animação ou vídeo game. O<a href="http://www.kennethcoker.com/" target="_blank"> seu blog</a> leva as pessoas a um mundo liderado pela arte digital africana.</p>
<p>Em uma entrevista para a African Digital Arts, Coker fala sobre o seu amor pela animação, que o inspirou a se aventurar na Digital Art, bem como o fato de ser um africano tem influenciado o tipo de animações que ele faz. Leia a entrevista<a href="http://www.africandigitalart.com/category/featured-artists/" target="_blank"> aqui</a>.</p>
<p>A <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anima%C3%A7%C3%A3o">Wikipédia descreve Animação</a> como uma rápida exibição de sequências de imagens de trabalhos de arte ou posições de modelos em 2D ou 3D a fim de criar uma ilusão de movimento. É uma ilusão ótica de movimento devido ao fenômeno de persistência da visão, e pode ser criada e demonstrada em uma série de formas. O método mais comum de apresentar uma animação é como um filme ou programa de vídeo, embora várias outras formas de apresentação também existam.</p>
<p><a href="http://blog.just-a-band.com/" target="_blank">Just a Bandwidth</a> (Apenas uma Banda) ou simplesmente Just a Band é uma banda queniana ‘experimental’ de house/funk/disco cuja carreira foi lançada com o álbum de estreia, Scratch To Reveal, em 2008. Sua música tem explorado vários direções musicais como, mas não se limita ao jazz, hip-hop, disco e eletrônica. O <a href="http://blog.just-a-band.com/" target="_blank">blog deles</a> funciona desde março de 2008. O primeiro post foi:</p>
<blockquote><p><strong>Greetings, Earthlings!</strong></p>
<p>Hello everyone,</p>
<p>Welcome to our little space on the Net. We’ll use this particular section to keep you updated with what’s going on in our little world, and we’ll probably use this space to rant about random things.</p>
<p>Bear with us.</p>
<p>We’re always happy to hear from all of you, so feel free to send us a […]</p></blockquote>
<div class="translation">Saudações, Terráqueos!</p>
<p>Olá a todos,</p>
<p>Bem-vindos ao nosso pequeno espaço na internet. Nós usaremos essa seção em particular para lhes manter atualizados sobre o que está acontecendo com o nosso pequeno mundo, e nós iremos provavelmente usar esse espaço para discutir sobre coisas aleatórias.</p>
<p>Tenham paciência conosco.</p>
<p>Ficamos sempre felizes por ouvir todos vocês, então se sintam livres para nos mandar um [&#8230;]</p></div>
<p>E esse é o meio que eles têm usado para todo vídeo, evento, informação ou discussões novas – o blog. Recentemente eles postaram o primeiro single do segundo álbum “82”, que está para sair, para os fãs poderem provar. Todos os vídeos deles podem ser encontrados na <a href="http://www.youtube.com/justabandwidth" target="_blank">página do Youtube da banda</a>.</p>
<p>Dê uma olhada no álbum<br />
<object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/Q3FIpWxUqXA&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Q3FIpWxUqXA&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>O que vão encontrar de muito especial sobre os vídeos produzidos pela Just a Band é o uso de animações. <span>Isso fez com que eles se destacassem </span>de outros vídeos, e suas próprias animações terem recebido bastante audiência nas estações locais de TV, assim como nas páginas do Youtube.</p>
<p><a href="http://www.africanpainters.blogspot.com/" target="_blank">African Painters</a> (Pintores Africanos), por outro lado, é um blog que hospeda coleções de arte de uma série de pintores africanos e revisões de livros de fotografia sobre a África. Ele começou em 2006. Assim é como eles descrevem o blog:</p>
<blockquote><p>Here is a blog about contemporary art on and off the continent of Africa. To push forward the concept of African cultural development I have created this blog but more importantly than that it&#39;s a place where we can blow-off steam and discuss the impossible task of defining a continent.</p></blockquote>
<div class="translation">Aqui está um blog sobre arte contemporânea de dentro e de fora do continente da África. Para avançar o conceito de desenvolvimento cultural africano, eu criei esse blog, mas mais importante que isso, ele é um local onde nós podemos desabafar e discutir a difícil tarefa de definir um continente.</div>
<p>Para mostrar as coleções de arte por artista incorporaram o <em>Slide</em>, uma aplicação que permite passar por imagens diferentes sem deixar o blog e também um um recurso em que se pode rever as imagens e até avaliá-las individualmente.</p>
<p>O blog ainda possui uma lista de outros sites de arte contemporânea e faz uma leitura interessante para qualquer pessoa interessada em saber mais sobre Arte Africana.</p>
<p>Com todos esses artistas digitais africanos emergentes, é inegável que a tecnologia está redefinindo a Arte Africana de uma forma que nós nunca imaginamos ser possível.</p>
<div class="contributors"><a href="http://globalvoicesonline.org/author/diego-casaes/">Diego Casaes</a> colaborou com a tradução desse artigo</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/07/24/animacao-e-arte-digital-emergem-da-africa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>África: Os ganhadores do Primeiro Prêmio Africano de Blogs para Jornalistas são…</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/03/06/africa-os-ganhadores-do-primeiro-premio-africano-de-blogs-para-jornalistas-sao%e2%80%a6/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/03/06/africa-os-ganhadores-do-primeiro-premio-africano-de-blogs-para-jornalistas-sao%e2%80%a6/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 03:30:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Maestre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Benin]]></category>
		<category><![CDATA[Blogueiros]]></category>
		<category><![CDATA[Cote d'Ivoire]]></category>
		<category><![CDATA[D.R. of Congo]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[French]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Internet & Telecoms]]></category>
		<category><![CDATA[Kenya]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Senegal]]></category>
		<category><![CDATA[South Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Sub-Saharan Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Tanzania]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Uganda]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.globalvoicesonline.org/?p=1962</guid>
		<description><![CDATA[Os vencedores do Waxal - Blogging Africa Awards (BAA) foram anunciados. Waxal é uma iniciativa do Instituto Panos da África Ocidental, [Panos Institute of West Africa (PIWA)] em parceria de Highway Africa e do Global Voices Online (África Sub-saariana). Waxal (pronuncia-se UÓ-ROL), que significa "fala" em Wolof, captura a essência da evolução da worldwide web como uma plataforma para conversação e levantamento das vozes marginalizadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/ndesanjo-macha/">Ndesanjo Macha</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/carlosmaestre/'>Carlos Maestre</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/03/02/africa-winners-of-the-first-african-blog-award-for-journalists-are/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Os vencedores do <a href="http://blogs.haayo.org/waxal/index.php?post/2008/11/07/Waxal-Blogging-Africa-Awards-announcement-2008-Edition">Waxal - Blogging Africa Awards (BAA)</a> foram anunciados. Waxal é uma iniciativa do <a href="http://www.panos-ao.org/">Instituto Panos da África Ocidental [en, Panos Institute of West Africa (PIWA)]</a> em parceria de <a href="http://www.highwayafrica.com/">Highway Africa [en]</a> e do Global Voices Online (África Sub-saariana). <img class="alignright size-thumbnail wp-image-59092" title="gv-waxal1" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/03/gv-waxal1-75x75.jpg" alt="gv-waxal1" width="75" height="75" /></p>
<p>Waxal (pronuncia-se UÓ-ROL), que significa &#8220;fala&#8221; em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_wolof">Wolof</a> [pt], captura a essência da evolução da worldwide web como uma plataforma para conversação e levantamento das vozes marginalizadas. A primeira edição do prêmio reconhece o uso da nova mídia pelos jornalistas profissionais na África e pelas organizações midiáticas africanas que trabalham para promover a produção de informação alternativa e expressão cidadã.</p>
<p>Depois de revisar os blogs inscritos, membros do júri concederam quatro prêmios em três categorias <a href="http://blogs.haayo.org/waxal/index.php?post/2008/11/07/Waxal-Blogging-Africa-Awards-announcement-2008-Edition">anunciadas no início do concurso</a> e um prêmio especial de encorajamento. O júri procurou por blogs que ilustrassem uma boa linha editorial, qualidade de expressão, interação com usuários, originalidade, publicações freqüentes e variedade no conteúdo. Dez blogs também chamaram a atenção dos membros do júri.</p>
<p>O júri foi formado por: dr. Lilian Ndangam, professor de mídia camaronês radicado no Canadá, Joel Phiri, cineasta e especialista em multimídia do Zimbábue, e Fatou Jagne, especialista em mídia e liberdade de expressão. Ela é a coordenadora do programa Article 19 Africa. Todos os membros do júri são bilingües.</p>
<p>E os vencedores são…</p>
<p>1. Melhor Blog de Jornalista (em língua francesa):<br />
<a href="http://www.cedrickalonji.net/">Cedric Kalonji</a> da República Democrática do Congo (ele costumava blogar em www.congoblog.net). Cedric trabalha há cinco anos como jornalista para a <a href="http://www.radiookapi.net/">Radio Okapi</a>:</p>
<blockquote><p>I have been working for five years as a journalist for Radio Okapi (http://www.radiookapi.net) in Kinshasa. In 2005, I created a Blog on which I posted pictures and personal thoughts on ordinary daily life in Congo. More precisely, it all started in September 2005. At the time I was using a small digital camera that my mother had given me as a present. I posted my pictures and wrote captions to explain the content of the photos in more detail. (…) Very quickly I received comments and points of views from visitors, mainly from Congolese living abroad. At that time, there were very few pictures of Kinshasa on the Internet; this was a result of the 32 year-long dictatorship under Mobutu (…)I come from a country where most of the journalists are praising those in power, in order to receive protection and rewards. It is difficult, in that context, to be an independent journalist. You have to withstand strong criticisms and sometimes even threats. Thanks to the Internet, I can publish my articles without fearing the censorship that the ordinary newspapers are subject to. (…) My desire to share experiences of my daily life was driven by a deep need to express myself freely. Thanks to my Blog, I had the opportunity to develop a media of my own, and to talk freely on subjects that matter to me, without being censored. Nevertheless, I was and am very careful with my editorial line, and always take into account my own security.</p></blockquote>
<div class="translation">Tenho trabalhado durante cinco anos como jornalista para a Rádio Okapi (http://www.radiookapi.net) em Kinshasa. Em 2005, criei um blog no qual posto fotos pessoais e reflexões sobre a vida diária normal no Congo. Mais precisamente, tudo começou em setembro de 2005. Na época eu estava usando uma pequena câmera digital que a minha mãe tinha me dado de presente. Eu publiquei minhas fotos e as legendei para explicar o conteúdo em detalhes. (&#8230;) Muito rapidamente recebi comentários e pontos de vista dos visitantes, principalmente dos congoleses que vivem no estrangeiro. Nessa altura, havia muito poucas fotos de Kinshasa na Internet, este foi o resultado de 32 longos anos da ditadura sob Mobutu (&#8230;) Eu venho de um país onde a maioria dos jornalistas estão elogiando aqueles no poder, a fim de receber proteção e recompensas. É difícil, nesse contexto, ser um jornalista independente. Você tem de resistir a fortes críticas e, por vezes, até mesmo ameaças. Graças à Internet, posso publicar meus artigos sem temer a censura que os jornais comuns estão sujeitos. (&#8230;) O meu desejo de compartilhar experiências da minha vida diária foi impulsionado por uma profunda necessidade de me expressar livremente. Graças ao meu blog, tive a oportunidade de desenvolver uma mídia propriamente minha e, para falar livremente sobre os assuntos que me interessam, sem ser censurado. No entanto, eu fui e sou muito cuidadoso com a minha linha editorial, e tenho sempre em conta a minha própria segurança.</div>
<p>Ele recebe 1 milhão de Francos CFA (aproximadamente US$2.000).</p>
<p>2 - Melhor Blog de Jornalista (em língua inglesa):<br />
<a href="http://ugandanjournalist.vox.com/">Rosebell Kagumire</a> [en], uma jornalista de Uganda. Rosebell trabalha para o jornal Independent. Ela bloga principalmente sobre seu trabalho como jornalista:</p>
<blockquote><p>I write mainly about my job as a journalist and also I comment on socio-political issues in Uganda and Africa mostly. I also write about opportunities that my colleagues can benefit from especially media related training. I write about conflict and the work I write in other media is always brought to feature on my blog. (…)Though very new my blog gives people my views about my life, my country and life generally (…)My interest in blogging is to express myself in sometimes ways that cannot be accepted in the media. I believe also it’s important for people and friend s to know my thought, principle and values which are all reflected in the different posts on my blog. I also think I can trigger discussion about many issues some of which I write about and others that are featured in the media for positive change. I get discussions going especially by posting my blog posts on facebook to share them with my colleagues. Through such discussion i get to know how the society views certain issues.</p></blockquote>
<div class="translation">Escrevo principalmente sobre o meu trabalho como jornalista e também comento sobre questões sócio-políticas em Uganda e na África, principalmente. Eu também escrevo sobre as oportunidades cujos meus colegas podem se beneficiar especialmente relacionadas com o treinamento na mídia. Escrevo sobre conflito e os trabalhos que escrevo em outros meios são sempre levados para um lugar de destaque no meu blog. (&#8230;) Apesar de muito novo, o meu blog oferece às pessoas a minha opinião sobre a minha vida, o meu país e da vida em geral (&#8230;) O meu interesse no blog é a de expressar-me de formas que às vezes não podem ser aceitas nos meios de comunicação. Creio também que é importante para que as pessoas e os amigos conheçam meu pensamento, princípio e valores que estão todos refletidos nos diferentes lugares do meu blog. Também acho que posso desencadear discussão sobre algumas das muitas questões que escrevo sobre e sobre outras que estão apresentadas nos meios de comunicação para uma mudança positiva. Recebo discussões especialmente publicando minhas postagens do blog no facebook para compartilhá-las com os meus colegas. Através dessa discussão, eu fico sabendo como a sociedade vê determinados assuntos.</div>
<p>Rosebell recebe 1 milhão de Francos CFA (aproximadamente US$ 2.000).</p>
<p>3 – Melhor Blog de Organização da Sociedade Civil Africana:<br />
<a href="http://www.lusakatimes.com/">Lusaka Times</a>, um blog de notícias e discussão feito por zambianos por todo o mundo.</p>
<blockquote><p>LT is an electronic news platform that allows all types of users to have an open discussion on the day to day current issues in Zambia. The idea that is powering Lusakatimes today was birthed in 1998 as a casual conversation between friends. In 1999, the idea was made manifest with the launch of Lusaka Information Dispatch. The project was funded by the Dutch IICD who provided seed capital for the equipment and operational costs for a limited duration. However, the operational model for Information Dispatch proved too difficult to sustain at the time. In 2002 Information Dispatch suspended its operation after key members quit the group. In January 2007, the site was re-launched under the new URL address called lusakatimes.com and a new operational model. Today Lusakatimes is run by a number of people distributed around the world, working in an open source type of structure, purely driven by hobby and ambition to provide Zambians around the world with current news content based on facts and not speculation. Our day to day news content comes from known Zambian sources like Zambia Daily-Mail, Times of Zambia, ZNBC and ZANIS. These are the giants whose shoulders we stand on. Our added value to the commodity called news is the speed with which we deliver it to our readers and the community, feeling and experience we have created around the news content on our website. Additionally, Lusakatimes also provides a platform for any Zambian who wants their article published, provided they take full ownership and responsibility of the content. The ability of our users to be able to read news and anonymously provide immediate feedback is something we have always highly valued from the Information Dispatch days. Lusakatimes.com was ranked as the most visited website in Zambia under<a href="http://www.alexa.com/browse?&amp;CategoryID=25784/"> traffic listing on Alex</a>.</p></blockquote>
<div class="translation">LT é uma plataforma eletrônica de notícias que permite a todos os tipos de usuários a terem uma discussão aberta sobre temas atuais do dia-a-dia na Zâmbia. A idéia que está alimentando Lusakatimes hoje nasceu em 1998 como uma conversa informal entre amigos. Em 1999, a idéia foi feita manifesto com o lançamento de Lusaka Information Dispatch [Correio Informativo Lusaca]. O projeto foi financiado pela holandesa IICD que forneceu o capital para equipamento e custos operacionais por um período limitado. No entanto, o modelo operacional para a Dispatch Information revelou-se demasiadamente difícil de sustentar-se no momento. Em 2002, Dispatch Information teve seu funcionamento suspenso depois de saídas de membros principais do grupo. Em janeiro de 2007, o site foi re-lançado no novo endereço URL chamado lusakatimes.com e com um novo modelo operacional. Hoje, Lusakatimes é gerido por um número de pessoas distribuídas por todo o mundo, trabalhando em um tipo de estrutura de fonte aberta, exclusivamente orientada por hobby e ambição de fornecer aos zambianos em todo o mundo a notícia atual com conteúdo baseado em fatos e não a especulação. O nosso conteúdo dia-a-dia de notícias vem de fontes conhecidas da Zâmbia como Zambia Daily-Mail, Times of Zambia, ZNBC e ZANIS. Estes são os gigantes em cujos ombros podemos apoiarmos. O nosso valor-agregado somado à mercadoria chamada notícia é a rapidez com que a entregamos aos nossos leitores e à comunidade, sentimento e experiência que temos criado em torno do conteúdo de notícias em nosso site. Além disso, Lusakatimes também fornece uma plataforma para qualquer pessoa zambiana que queira seu artigo publicado, na condição de assumir plenamente a propriedade e responsabilidade pelo conteúdo. A capacidade dos nossos usuários de serem capazes de ler as notícias e anonimamente fornecer feedback imediato é algo que é sempre muito valorizado desde os dias da Dispatch Information. Lusakatimes.com foi classificado como o mais visitado site na Zâmbia sob <a href="http://www.alexa.com/browse?&amp;CategoryID=25784/">listagem de tráfego no Alex</a> [en].</div>
<p>Lusaka Times recebe 2 milhões de Francos CFA (aproximadamente US$ 4.000).</p>
<p>4. Prêmio Especial do Panos Institute West Africa para a África ocidental:<br />
<a href="http://leblogdeyoro.ivoire-blog.com/">Israel Yoroba Guebo</a> da Costa do Marfim. Israel recebe 500.000 Francos CFA (aproximadamente US$ 1.000).</p>
<p>Abaixo estão os blogs que receberam felicitações do júri:</p>
<p>Categoria 1: Melhor Blog de Jornalista em francês (classificação sem hierarquia):<br />
<a href="http://edouardtamba.wordpress.com/">Edouard Tamba</a> de Camarões<br />
<a href="http://ramses1.blog4ever.com/">Ramata Sore</a> de Burkina Faso<br />
<a href="http://www.senegalmedias.blogspot.com/">Basile Niane</a> de Senegal</p>
<p>Categoria 2 - Melhor Blog de Jornalista em inglês (classificação sem hierarquia):<br />
<a href="http://www.eonyango.blogspot.com/">Emmanuel Onyango</a> da Tanzânia<br />
<a href="http://http//mwanawashe.wordpress.com/">Conrad Dube</a> from Zimbábue<br />
<a href="http://khayav.com/">Khaya Dlanga</a> da África do Sul</p>
<p>Categoria 3 – Melhor Blog de Organização da Sociedade Civil Africana (classificação sem hierarquia):<br />
<a href="http://www.ghanaelections2008.blogspot.com/">Penplusbytes&#39;</a> blog que cobriu as eleições de 2008 de Gana<br />
<a href="http://www.regultelcoafrik.org/">REgul-Telco-Afrik</a> do Senegal<br />
<a href="http://www.20mai.net/">20mai.net</a> de Camarões<br />
<a href="http://www.remastp.org/">Remastp News</a></p>
<p>Outros blogs que chamaram a atenção dos jurados, individualmente, mas que não foram escolhidos por unanimidade por razões distintas:</p>
<p><a href="http://www.itrealms.blogspot.com/">Remmy Nweke</a> da Nigéria<br />
<a href="http://martinsaihonnou.blogg.org/">Martin Aihonnou</a> de Benin<br />
<a href="http://babiwatch.ivoire-blog.com/">Nadine Kouamouo-Tchaptchet</a> da Costa do Marfim<br />
<a href="http://www.thoughtleader.co.za/vusigumede">Vusi Gumede</a> da África do Sul<br />
<a href="http://www.thoughtleader.co.za/khayadlanga">Khaya Dlanga</a> da África do Sul<br />
<a href="http://washingtonbureau.typepad.com/nairobi/">Shashank Bengali</a> do Quênia</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/03/06/africa-os-ganhadores-do-primeiro-premio-africano-de-blogs-para-jornalistas-sao%e2%80%a6/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Saúde Global: Obama Suspende a &#8220;Regra Global da Mordaça&#8221;</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/02/09/saude-global-obama-suspende-a-regra-global-da-mordaca/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/02/09/saude-global-obama-suspende-a-regra-global-da-mordaca/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 13:38:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elisa Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Americas]]></category>
		<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[East Asia]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Feature]]></category>
		<category><![CDATA[Ghana]]></category>
		<category><![CDATA[Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Kenya]]></category>
		<category><![CDATA[Philippines]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[South Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Sub-Saharan Africa]]></category>
		<category><![CDATA[U.S.A.]]></category>
		<category><![CDATA[Uganda]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.globalvoicesonline.org/?p=1557</guid>
		<description><![CDATA[Publicado originalmente porJuhie Bhatia  &#183; Traduzido por Elisa Thiago &#183;  Veja o post original 
Em sua primeira semana de atuação, o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, suspendeu uma medida política conhecida, popularmente,  como  &#8220;Regra Global da Mordaça.&#8221; [en] A mudança está sendo aplaudida por grupos ligados aos direitos das mulheres e à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/juhie-bhatia/">Juhie Bhatia</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/elisathiago/'>Elisa Thiago</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/02/05/global-health-obama-lifts-global-gag-rule/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><img class="alignright" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/02/3237403039_a11fc4794f_m.jpg" alt="" />Em sua primeira semana de atuação, o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, suspendeu uma medida política conhecida, popularmente,  como  <a href="http://uk.reuters.com/article/usPoliticsNews/idUKTRE50M41O20090123?sp=true">&#8220;Regra Global da Mordaça.&#8221;</a> [en] A mudança está sendo aplaudida por grupos ligados aos direitos das mulheres e à saúde pública, pois restabelecerá, globalmente, a ajuda financeira aos programas internacionais de planejamento familiar.</p>
<p>A medida, também conhecida como a &#8220;Política da Cidade do México&#8221;, proibe que fundos do governo americano sejam encaminhados a equipes e clínicas de  planejamento familiar fora dos EUA que realizam ou promovem abortos ou que fazem lobby para sua legalização. Obama suspendeu a proibição um dia depois do 36º aniversário do Roe contra Wade, o caso que levou à legalização do aborto nos EUA. A norma foi criada em 1984 e, desde então, foi várias vezes revogada e aprovada pelos presidentes que se seguiram. Uma postagem no blog <em>South-South</em> <a href="http://ppdafrica.blogspot.com/2009/01/global-gag-rule-rescinded-today-by-us.html">explica</a> [en]:</p>
<blockquote><p>“The Global Gag Rule [also known as the “Mexico City Policy” or specifically, The Foreign Assistance Act of 1961 (22 U.S.C. 2151b(f)(1))] denied United States family planning funds to foreign NGOs that use their own private, non-U.S. dollars to counsel women, make referrals for abortion, or perform abortions. It even denied U.S. funds to NGOs that expressed support for laws to make abortion safe and legal. The Global Gag Rule was in effect from 1985 until 1993, when it was rescinded by President Clinton. President George W. Bush reinstated the policy in 2001, where it was in effect until Friday, 23 January 2009.”</p></blockquote>
<div class="translation">A Regra Global da Mordaça [também conhecida como a &#8220;Política da Cidade do México&#8221; ou, especificamente, a Lei de Assistência aos Países Estrangeiros de 1961 (22 U.S.C. 2151b(f)(1))] impede que os recursos da cooperação norte-americana para financiamento de atividades de planejamento familiar sejam transferidos a ONGs estrangeiras que utilizem seus dólares para dar assistência a mulheres, elaborar orientações para abortos ou realizar abortos.  Nega recursos americanos até mesmo para ONGs que expressaram seu apoio a leis que tornam o aborto uma prática segura e legal. A Regra Global da Mordaça teve validade de 1985 até 1993, quando foi rescindida pelo Presidente Clinton. O Presidente George W.Bush re-introduziu a medida em 2001, que permaneceu ativa até sexta, 23 de janeiro de 2009.</div>
<p>Críticos apelidaram a proibição de &#8220;Regra Global da Mordaça&#8221; pela maneira como ela restringe as equipes lá fora de participar da discussão sobre o aborto em seus países. <em>Texas in A</em><em>frica</em>, <a href="http://texasinafrica.blogspot.com/2009/01/gag-reflex.html">aponta para o fato</a> [en] de que um outro problema com a medida é que suas restrições são amplas demais.</p>
<blockquote><p>“The Global Gag Rule doesn&#39;t take a country&#39;s policies on abortion into account. Instead, it blocks funding from any organization that supports abortion rights anywhere in the world. That means if Planned Parenthood operates a clinic in rural Uganda that gives advice on family planning and provides prenatal screening, it loses funding when the Global Gag Rule is in effect because of its pro-choice stance on policies in the U.S. This happens regardless of the fact that abortion is illegal in Uganda unless it involves preserving the mother&#39;s life or health.<br />
When the Bush administration reinstated the Global Gag Rule in 2001, clinics all over Africa lost all of their funding. In many places, especially in Kenya and Ghana, it meant that tens of thousands of people lost their only access to health care. Period.”</p></blockquote>
<div class="translation">A Regra Global da Mordaça não leva em conta as políticas voltadas para o aborto de cada país. No lugar disso, bloqueia o financiamento para qualquer organização que dá apoio aos direitos ao aborto qualquer que seja o lugar no mundo. Significa dizer que se o Planned Parenthood [Paternidade Planejada] opera uma clínica na região rural da Uganda que oferece assistência em planejamento familiar e em exames pré-natal, ela perde o financiamento quando a Regra Global da Mordaça entra em operação por causa de sua postura pró-escolha das medidas políticas americanas. Isto ocorre a despeito do fato de que o aborto é ilegal na Uganda, a não ser quando é feito para preservar a vida ou a saúde da mãe.<br />
Quando o governo Bush re-introduziu a Regra Global da Mordaça em 2001, as clínicas por toda a África perderam todo o seu financiamento. Em muitos lugares, especialmente no Quênia e em Gana, isto significou a perda de acesso a cuidados médicos para milhares de pessoas. Ponto final.</div>
<p>Frente a esses fatos, muitos blogueiros estão elogiando a decisão de Obama e o impacto em potencial que terá nas questões de saúde reprodutiva e planejamento familiar pelo mundo afora. <em>Danie, Danie, Danie </em><a href="http://daniedaniedanie.blogspot.com/2009/01/president-obama-repealed-global-gag.html">acredita</a> [en] que deveríamos agradecer Obama, enquanto que Arash Kardan <a href="http://www.almadinnah.com/2009/01/breaking-obama-reverses-the-global-gag-rule/">bloga</a> [en]:</p>
<blockquote><p>“Desperately poor women with high risk pregnancies won’t have to die because their doctor can’t tell them about termination options. Many will have more access to safe abortion care, and won’t die or face permanent injury due to risky do-it-yourself procedures. Women won’t have to get pregnant because their local birth control clinic had to choose between no funding or substandard, dishonest care, and subsequently closed down…This is what change can mean. Thousands of women’s lives saved. And after the past 8 years of this deadly policy, it’s about time.”</p></blockquote>
<div class="translation">Mulheres miseráveis com gravidez de alto risco não terão que morrer porque o médico está impedido de falar sobre opções de interrupção da gravidez. Muitas terão mais acesso a cuidados para aborto seguro e não morrerão ou terão que enfrentar danos permanentes devido a procedimentos do tipo faça-você-mesmo de alto risco. Mulheres não terão que engravidar porque suas clínicas locais de controle de natalidade tiveram que escolher entre financiamento ou cuidados desonestos, abaixo do padrão, e, em seguida fecharam as portas&#8230;É isto que mudança pode significar. As vidas de milhares de mulheres salvas. E já era tempo, após 8 anos dessa política de morte.</div>
<p>No entanto, muitos grupos contra o aborto condenaram a mudança, com o argumento, por exemplo, de que os dólares de impostos pagos pelos americanos não deveriam ser gastos em apoio ao aborto e que isto abre a porta para um número crescente de abortos mundo afora. O Vaticano <a href="http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/us_and_americas/article5585562.ece">posicionou-se</a> [en] contra a decisão de Obama e a mudança causou medos em alguns países que vivenciaram o impacto deste financiamento. O blogue <em>Mike in Manila</em> <a href="http://mikeinmanila.wordpress.com/2009/01/24/obama-reveses-mexico-city-policy-us-to-fund-abortion-clinics-in-third-world/">debate</a> [en] a reação nas Filipinas:</p>
<blockquote><p>“There are fears that now US funds will be released here in Asia as well to fund programs towards a global legalization of abortion. Some pro-Abortion groups have lobbied to tie in US Aid to legalization of abortion in the developing world.<br />
A move that greatly concerns members of the CBCP [Catholic Bishops&#39; Conference of the Philippines] in the country who have called on Philippine-Americans of all faiths to signify their voices against the new executive order as well as for a campaign by them to elected members of the house and senate to be emailed and called by Catholics all over to world to ensure that the ‘pro-death and pro-abortion&#39; stance of the extreme left of American politics is not pushing to impose abortion supportive or legalization policies to the rest of the world.”</p></blockquote>
<div class="translation">Há receio de que agora os financiamentos americanos serão aplicados aqui na Ásia também para financiar programas em prol de uma legalização geral do aborto. Alguns grupos pró-aborto fizeram lobby para amarrar o US Aid para a legalização do aborto no mundo em desenvolvimento.<br />
Uma decisão que preocupa bastante os membros do CBCP [Conferência Católica dos Bispos das Filipinas] no país que conclamou os Filipino-Americanos de todas as religiões a dar força às suas vozes contra a nova ordem executiva assim também como para uma campanha deles para os membros eleitos da Câmera e do Senado a ser enviada por email e invocada por Católicos de todos os cantos do mundo para certificar-se que a postura &#8216;a favor da morte e do aborto&#39; da esquerda radical da política americana não tente impor ao resto do mundo políticas de apoio e pela legalização.</div>
<p>Entretanto, Nicholas, blogando no <em>Staying Left, Living and Driving in South Africa</em>, <a href="http://stayingleft.blogspot.com/2009/01/global-gag-rule.html">chama a atenção </a>[en] para o fato de que a escolha por fazer um aborto não fica sempre clara nos países que necessitam desse financiamento:</p>
<blockquote><p>“When thinking about abortions, especially in developing countries, the arguments seem quite compelling. In sections of the KwaZulu Natal region of South Africa, up to 50% of pregnant women are HIV+. If my work were successful, we could reduce transmission of HIV from mother to baby into the single digits, instead of 30+% in most parts of the country. However, that means we&#39;d have carefully execute a number of steps in a process without faltering. Given the fragility of the health system, the likelihood of passing HIV to the baby is quite high, and if I were the pregnant one, its not a roulette game I&#39;d want to be playing.”</p></blockquote>
<div class="translation">Quando se pensa sobre os abortos, em particular nos países em desenvolvimento, os argumentos parecem ser bem convincentes. Em setores da região KwaZulu Natal da África do Sul uma cifra de até 50% das mulheres grávidas são HIV soro-positivas. Se meu trabalho fosse bem sucedido, poderíamos reduzir a transmissão do HIV da mãe para o bebê a um dígito, no lugar dos mais de 30% positivos encontrados na maioria das regiões do país. No entanto, significa que teríamos que conseguir executar, com todo o cuidado, um número de ações no processo sem cometer um só erro. Dada a fragilidade do sistema de saúde, a probabilidade de transmitir o HIV para o bebê é muito alta, e se fosse eu a grávida, não seria uma <em>roleta russa </em>que gostaria de estar jogando.</div>
<p>Imagem do <em><a href="http://flickr.com/photos/nataliestat/3237403039/">The Abortion Debate</a></em> [O Debate sobre o Aborto] de <a href="http://flickr.com/photos/nataliestat/"><em>Better in the Basement</em></a> no <em>Flickr</em>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/02/09/saude-global-obama-suspende-a-regra-global-da-mordaca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Blogando Positivamente: Bate-papo ao vivo sobre HIV/AIDS no dia 3 de dezembro.</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/12/02/blogando-positivamente-bate-papo-ao-vivo-sobre-hivaids-no-dia-3-de-dezembro/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/12/02/blogando-positivamente-bate-papo-ao-vivo-sobre-hivaids-no-dia-3-de-dezembro/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 00:54:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dominguezvaleska</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cyber-Ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Feature]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Informes]]></category>
		<category><![CDATA[Kenya]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sub-Saharan Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.globalvoicesonline.org/?p=1466</guid>
		<description><![CDATA[Publicado originalmente porSolana Larsen  &#183; Traduzido por dominguezvaleska &#183;  Veja o post original 
Rising Voices e Global Voices estão realizando um bate-papo online, ao vivo, para blogueiros e ativistas, na quarta-feira, dia 3 de dezembro de 2008 (15 horas no horário de Nairóbi), sobre o uso da mídia cidadã para ajudar a melhorar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/solana-larsen/">Solana Larsen</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/dominguezvaleska/'>dominguezvaleska</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/11/30/blogging-positively-live-chat-about-hivaids-on-december-3/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><img class="alignright size-full wp-image-51973" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/10/rv-bigbadge-slogan.gif" alt="" /><a href="http://rising.globalvoicesonline.org/">Rising Voices</a> e <a href="http://globalvoicesonline.org/">Global Voices</a> estão realizando um bate-papo online, ao vivo, para blogueiros e ativistas, na quarta-feira, dia 3 de dezembro de 2008 (15 horas no horário de Nairóbi), sobre o uso da mídia cidadã para ajudar a melhorar a consciência e a informação sobre a epidemia de AIDS. O bate-papo será mediado pelos blogueiros quenianos <a href="http://serinaserina.wordpress.com/">Serina Kalande</a> e <a href="http://www.mentalacrobatics.com/think/">Daudi Were</a>.</p>
<p>Todos são bem-vindos.</p>
<p>Horários Locais: Nova York 07:00 / Buenos Aires 10:00 / Londres 12:00 / Johannesburgo, Beirut 14:00 / Nairóbi, Moscou 15:00 / Nova Delhi 17:30 / Tóquio 21:00 / Hong Kong 20:00 / Sydney 23:00</p>
<p>Sala de bate-papo: <a href="http://www.worknets.org/chat/">http://www.worknets.org/chat/</a></p>
<div class="translation">Instruções para Login: Clique no link acima e faça o login usando o seu nome. Depois, selecione a sala na qual você deseja entrar clicando enter. Quando estiver na sala, selecione uma cor de fonte no lado esquerdo da tela, e junte-se ao bate-papo.</div>
<p>O bate-papo começará focalizando dois projetos beneficiados pelo Rising Voices, <a href="http://rising.globalvoicesonline.org/projects/repacted-kenya/">REPACTED</a>, em Nakuru, Quênia, e <a href="http://rising.globalvoicesonline.org/projects/aids-rights-congo/">AIDS Rights Congo</a>, sediado em Brazzaville. Saberemos como ambas as organizações têm implementado a blogagem e os programas divulgação de vídeo para disseminar o conhecimento a respeito de suas iniciativas na prevenção da AIDS e na defesa dos direitos dos indivíduos soro-positivos.</p>
<p>Outros tópicos de discussão incluem: quais são os fatores a serem pesados quando os blogueiros HIV-positivos divulgam publicamente sua condição? Como blogar pode sustentar a formação de redes online? E os fóruns online? Que outras novas ferramentas de mídia, como mashups de mapas, podem ser usadas eficientemente?</p>
<p>Se houver outros tópicos que você gostaria de discutir durante o bate-papo, por favor acrescente comentários abaixo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/12/02/blogando-positivamente-bate-papo-ao-vivo-sobre-hivaids-no-dia-3-de-dezembro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dia Mundial de Luta contra a AIDS: Blogando Positivamente</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/12/02/dia-mundial-de-luta-contra-a-aids-blogando-positivamente/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/12/02/dia-mundial-de-luta-contra-a-aids-blogando-positivamente/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 00:48:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dominguezvaleska</dc:creator>
				<category><![CDATA[Americas]]></category>
		<category><![CDATA[Australia]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[East Asia]]></category>
		<category><![CDATA[Eastern & Central Europe]]></category>
		<category><![CDATA[Ecuador]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Feature]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Indonesia]]></category>
		<category><![CDATA[Kenya]]></category>
		<category><![CDATA[Mozambique]]></category>
		<category><![CDATA[Oceania]]></category>
		<category><![CDATA[Philippines]]></category>
		<category><![CDATA[Republic of Congo]]></category>
		<category><![CDATA[Russia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Spanish]]></category>
		<category><![CDATA[Sub-Saharan Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Vietnam]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.globalvoicesonline.org/?p=1464</guid>
		<description><![CDATA[Publicado originalmente porJuhie Bhatia  &#183; Traduzido por dominguezvaleska &#183;  Veja o post original 
Este ano marca o 20o aniversário do Dia Mundial de Luta contra a AIDS, que acontece todos os anos no dia 1o de dezembro. Apesar de o impacto do HIV e da AIDS ser sentido por milhões de pessoas no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/juhie-bhatia/">Juhie Bhatia</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/dominguezvaleska/'>dominguezvaleska</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/11/30/world-aids-day-blogging-positively/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><img class="alignright size-full wp-image-53157" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/11/399601764_89cc5c3ad4_m.jpg" alt="" />Este ano marca o 20o aniversário do <a href="http://www.unaids.org/en/KnowledgeCentre/Resources/FeatureStories/archive/2008/20081027_WAD_2008.asp">Dia Mundial de Luta contra a AIDS</a>, que acontece todos os anos no dia 1o de dezembro. Apesar de o impacto do HIV e da AIDS ser sentido por milhões de pessoas no mundo inteiro, todos os dias, este dia em particular pode ajudar a atrair a atenção tão necessária para essa doença.</p>
<p>O tema deste ano para o Dia Mundial de Luta contra a AIDS é &#8220;Lidere - Fortaleça - Faça Acontecer&#8221;, enfatizando a liderança política exigida para que se combata verdadeiramente a doença. Enquanto o percentual global de adultos que vivem com HIV parou de crescer desde o ano 2000, <a href="http://www.unaids.org/en/KnowledgeCentre/HIVData/GlobalReport/2008/2008-gr-mediakit.asp">33 milhões</a> de pessoas ainda vivem com o vírus, e quase 7.500 novas infecções acontecem diariamente. As taxas de novas infecções por HIV também estão subindo em muitos países, tais como China, Indonésia, Quênia, Moçambique, Rússia e Vietnã. A AIDS também está cobrando o seu preço - 2 milhões de pessoas morreram da doença, ano passado.</p>
<p>Blogues de todo o mundo estão dando rostos a essas estatísticas, compartilhando histórias de cuidado com aqueles que estão com HIV/AIDS, o impacto da doença sobre o cotidiano das pessoas, e o estigma que a acompanha. Esses relatos em primeira mão mostram tanto o progresso que tem sido feito no combate à doença, quanto o volume de trabalho que ainda precisa ser realizado.</p>
<p>Em <a href="http://pozforlife.com/">Poz For Life</a>, Russel, de 20 anos, bloga da Austrália sobre ser soro-positivo, na esperança de que isso incentive outros a fazerem o teste para doenças sexualmente transmissíveis e a adotarem práticas seguras. No seu <a href="http://pozforlife.com/2008/09/09/the-beginning/#more-3">primeiro post </a>ele recorda o dia em que fez o teste para HIV e o terrível período de espera antes de receber o resultado. Aqui está como ele descobriu que era soro-positivo:</p>
<blockquote><p>I got there [the doctor&#39;s office] around 10:30am and went straight in, it was like they where waiting for me ready to take my soul and toss it out the 4th story. I went into his office and I sat down, then I hear ‘Russell am sorry to say but the test for HIV is positive.&#39; I froze for a few seconds and just looked amazed. What felt like a lifetime of silence was around 30 seconds. I said ‘I was thinking it might come back that way.&#39; I can&#39;t believe that I said that, really the first words out of my mouth was I thought it might come back that way.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Cheguei lá (ao consultório do médico) por volta das 10h e 30min da manhã, e entrei direto, foi como se eles já estivessem esperando para roubar a minha alma e jogá-la do 4o andar. Entrei no consultório e sentei, então ouvi: &#8220;Russel, lamento dizer, mas o teste para HIV deu positivo&#8221;. Fiquei paralizado por alguns segundos, com cara de espanto. O que pareceu uma vida inteira de silêncio durou 30 segundos. Eu disse: &#8216;Estava imaginando que as coisas talvez pudessem acontecer desse modo&#39;. Não consigo acreditar que disse isso, realmente as primeiras palavras que saíram da minha boca foram que pensei que as coisas poderiam acontecer desse modo&#8221;.</div>
<p>O blogue <a href="http://aidsrightscongo.org/">AIDS Rights Congo</a>, da <a href="http://azurdev.org/en/index.html">AZUR Development Organization</a>, um <a href="http://rising.globalvoicesonline.org/">projeto do Rising Voices</a>, defende os direitos das pessoas soro-positivas. Seus posts mostram a discriminação e o estigma enfrentados pelos que vivem com o vírus no Congo. Um dos posts <a href="http://aidsrightscongo.org/?p=103">fala sobre</a> a vida de &#8220;Bernadette&#8221;, uma moça que é vendedora de roupas no mercado de Tié-Tié, em <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pointe_Noire">Pointe-Noire</a>. Sua vida muda quanto uma amiga divulga seu estatus de portadora do HIV.</p>
<blockquote><p>At the market, her neighbors immediately desert their tables; which even attract the attention of those responsible for managing the market, who, conscious of the fact that having a table at the market is a difficult thing, are surprised to find empty tables around her. The situation has put everyone on alert, and those passing from far away can hear the neighbor’s gossip on the fact that she is a woman infected with HIV. However there are no outward signs that Bernadette is sick, one cannot read it on her face. The illness is not at an advanced stage and she is not on <a href="http://www.who.int/hiv/topics/treatment/en/index.html">ARV [Antiretroviral] treatment</a>. She is simply a normal young woman.</p>
<p>In a setback, traumatized by the situation, she stops her little shop.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;No mercado, seus vizinhos abandonam imediatamente suas bancas; isso atrai a atenção dos responsáveis pela gerência do mercado, que, conscientes do quanto é difícil ter uma banca no mercado, ficam surpresos ao encontrar bancas vazias ao redor dela. A situação coloca todos em alerta, e os passantes podem ouvir de longe os comentários maldosos dos vizinhos a respeito do fato de ela ser uma mulher infectada com o HIV. No entanto, não existem sinais exteriores de que Bernadette está doente, ninguém pode ler isso no seu rosto. A doença não está em estágio avançado e ela não está fazendo o <a href="http://www.who.int/hiv/topics/treatment/en/index.html">tratamento ARV (antirretroviral)</a>. Ela é simplesmente uma jovem comum.<br />
Recuando, traumatizada pela situação, ela fecha sua pequena loja.&#8221;</div>
<p>Juan Carlos, de 29 anos, <a href="http://blogs.poz.com/juan/">bloga</a> do Equador sobre como convive com seu estado de portador do HIV.  <a href="http://blogs.poz.com/juan/archives/2008/11/en_busca_del_ba_1.html">Num de seus posts</a>, ele comenta a importância do equilíbrio e os benefícios de conversar com alguém sobre o que você está passando.</p>
<blockquote><p>Hay mucha gente seropositiva que obvia la ayuda de los psicólogos a lo largo de sus vidas. Personalmente, si hay alguien que escuche o lea esto… yo creo que siempre es bueno conversar con un psicólogo cada cierto tiempo, hace que los días más sombríos se vuelvan más claros y nos ayuda a sobre llevar mejor nuestra vida con este virus y nuestros demás problemas.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Muitas pessoas portadoras do HIV evitam a ajuda de psicólogos durante toda a sua vida. Pessoalmente, se alguém ouvir ou ler isto&#8230; acho que é sempre bom conversar com um psicólogo de tempos em tempos, isso faz os dias mais sombrios ficarem mais claros, e nos ajuda a levar melhor a vida com o vírus e outros problemas que temos&#8221;.</div>
<p>Pinoy Poz, que mora na <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Quezon_City">Cidade Quezon</a>, nas Filipinas, <a href="http://backinthecloset.blogspot.com/">bloga</a> sobre a vida com o HIV e as dificuldades de revelar seu estatus de portador do vírus. Ele assumiu que era gay aos 21 anos, mas nove anos depois &#8220;voltou para o armário&#8221; ao descobrir que era soro-positivo. <a href="http://backinthecloset.blogspot.com/2008/11/coming-out.html">Neste post</a>, ele fala que contar às pessoas que é portador do HIV não tem sido tão ruim quanto temia, mas ainda é duro.</p>
<blockquote><p>Honestly, I’ve been too chicken to tell some of my other contacts myself. And when I say contacts, I mean… okay, sexual contacts. So I did the next best thing. I backtracked through my sexual contacts up to more than a year ago, and had a friend contact them anonymously, to advise them to get tested for HIV. The reactions varied from asking who the sender was, replying to the anonymous number that they’d just gotten tested, sending foul messages to their alleged stalker, or most commonly, assuming that they did get the message, not replying. But I felt that was as decent a warning as I could manage.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Honestamente, tenho sido covarde demais para contar pessoalmente a alguns dos meus outros contatos. E quando eu digo contatos, quero dizer&#8230; certo, contatos sexuais. Então adotei a segunda melhor opção. Levantei todos os meus contatos sexuais até mais de um ano atrás, e fiz com que um amigo entrasse em contato com eles anonimamente para aconselhá-los a fazer o teste para HIV. As reações variaram desde perguntar quem estava mandando a mensagem, responder ao número anônimo que já tinham feito o teste, enviar mensagens hostis para seu suposto assediador, ou mais freqüentemente, dar a entender que tinham recebido a mensagem, sem responder. Mas senti que era a forma mais decente de avisar que eu conseguia administrar&#8221;.</div>
<p>Existem pequenas histórias semelhantes a esses posts vindas de todo o mundo. Este <a href="http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&amp;hl=en&amp;msa=0&amp;msid=116925014949105791191.00045c9dd6cebd5e130f5&amp;ll=24.527135,14.765625&amp;spn=120.298584,316.40625&amp;z=2">mapa Global Voices Google de blogueiros soro-positivos</a> destaca mais vozes de blogueiros assumidamente soro-positivos e cuidadores, além de outras mídias cidadãs relacionadas ao HIV/AIDS. Assim, dê uma olhada e leia suas histórias surpreendentes. O mapa é &#8220;embeddable&#8221;, por isso você pode adicioná-lo ao seu blogue ou Web site. Apesar de estar sendo lançado em conjunto com o Dia Mundial de Luta contra a AIDS, o mapa continuará a ser atualizado ao longo do ano.</p>
<p>Foto de <a href="http://flickr.com/photos/ttfnrob/399601764/">AIDS Ribbon In Tree</a>, de <a href="http://flickr.com/photos/ttfnrob/">ttfnrob</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/12/02/dia-mundial-de-luta-contra-a-aids-blogando-positivamente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mudança Climática: Aumentando a Propagação de Doenças?</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/11/04/mudanca-climatica-aumentando-a-propagacao-de-doencas/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/11/04/mudanca-climatica-aumentando-a-propagacao-de-doencas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2008 21:36:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dominguezvaleska</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bangladesh]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Feature]]></category>
		<category><![CDATA[Kenya]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[South Asia]]></category>
		<category><![CDATA[Sub-Saharan Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.globalvoicesonline.org/?p=1431</guid>
		<description><![CDATA[Publicado originalmente porJuhie Bhatia  &#183; Traduzido por dominguezvaleska &#183;  Veja o post original 
Derretimento das calotas polares,  elevação do nível do mar e ocorrência de padrões climáticos extremos não são as únicas conseqüências em potencial da mudança climática. Cientistas avisam que mudanças no clima do planeta também podem ameaçar a saúde pública através [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/juhie-bhatia/">Juhie Bhatia</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/dominguezvaleska/'>dominguezvaleska</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/10/23/climate-change-increasing-the-spread-of-diseases/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><img class="alignright size-full wp-image-51770" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/10/351300044_f0b3b1d6fa_m.jpg" alt="" />Derretimento das calotas polares,  elevação do nível do mar e ocorrência de padrões climáticos extremos não são as únicas conseqüências em potencial da mudança climática. Cientistas avisam que mudanças no clima do planeta também podem ameaçar a saúde pública através do aumento da propagação de doenças e outros problemas de saúde.<br />
O impacto das mudanças climáticas sobre a saúde é hoje uma questão popular. Especialistas em saúde global têm se <a href="//www.ens-newswire.com/ens/oct2008/2008-10-09-01.asp">dedicado </a>a pesquisar essa área, e este ano o tópico tem sido o tema de <a href="http://www.ajpm-online.net/issues/contents?issue_key=S0749-3797(08)X0016-9">publicações médicas </a>e do <a href="http://www.who.int/world-health-day/en/index.html">Dia Mundial da Saúde</a>. Os pesquisadores <a href="http://www.who.int/globalchange/climate/en/index.html">temem </a>que, se não forem controladas, as atuais tendências de aquecimento aumentem muito os riscos para a saúde. Esses perigos incluem desde mortes relacionadas a temperaturas extremamente altas e a desastres naturais, até mudanças nos padrões apresentados por doenças que são sensíveis à temperatura e à precipitação chuvosa, como a malária e a dengue. Especialistas dizem que já estamos presenciando <a href="http://www.who.int/mediacentre/news/releases/2008/pr11/en/index.html">exemplos </a>desse impacto, como a epidemia de cólera em Bangladesh e a febre de Rift Valley, na África.<br />
Laura Grant, postando em <em>Treevolution</em>, <a href="http://www.treevolution.co.za/?p=1357">acrescenta</a> que os efeitos das mudanças climáticas têm sido observados também no Quênia.</p>
<blockquote><p>“The Intergovernmental Panel on Climate Change has warned us that the range of vector-borne diseases like malaria is likely to change thanks to climate change. Kenya has already reported cases of the disease in previously malaria-free areas.”</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;O Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática tem nos alertado que o alcance de doenças transmitidas por vetores, como é o caso da malária, tende a se modificar devido à mudança climática. O Quênia tem relatos de casos da doença em áreas que antigamente estavam livres dela&#8221;.</div>
<p>Apesar de as mudanças climáticas serem um fenômeno global, os especialistas <a href="http://www.ajpm-online.net/article/S0749-3797(08)00688-0/abstract">avisam </a>que suas conseqüências para a saúde da população mais pobre, nos países mais pobres, serão as mais graves que possamos imaginar. Na última década de 90, aproximadamente <a href="http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs266/en/index.html">600.000 </a>pessoas morreram em todo o mundo por causa de desastres naturais relacionados ao clima, e cerca de 95 por cento dessas mortes foram registradas em países pobres. Além disso, a carência nutricional de proteínas de energia, a diarréia e a malária - que são todas elas sensíveis ao impacto do clima - causaram <a href="http://www.who.int/features/factfiles/climate_change/en/index.html">mais de três milhões de mortes</a> em todo o mundo, no ano de 2002; mais de um terço dessas mortes aconteceu na África. Essa <a href="http://www.who.int/features/factfiles/climate_change/en/index.html">galeria de fotos </a>ilustra mais conseqüências da mudança climática sobre a saúde.</p>
<p>No entanto, o blogue <em>Globalisation and the Environment</em> <a href="http://globalisation-and-the-environment.blogspot.com/2008/10/disease-and-global-warming-deadly-dozen.html">ressalta</a> que é difícil separar mudança climática e o impacto da pobreza sobre a saúde.</p>
<blockquote><p>“There is considerable debate about the effect of global warming on the spread of diseases. Try to remember that there is a close relationship between poverty and disease as well as between disease and climate. That point aside it is always of interest to a dismal scientist to consider alternative ways that we can die.”</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Há um debate considerável em torno dos efeitos do aquecimento global sobre a propagação de doenças. É bom lembrar que existe uma relação próxima entre pobreza e doença, e também entre doença e clima. Além disso, é sempre do interesse de um cientista sombrio considerar diferentes alternativas que possam nos levar à morte&#8221;.</div>
<p>Cientistas da World Conservation Society (WCS) fizeram exatamente isso -lançaram um <a href="http://www.wcs.org/deadly-dozen/wcs_deadly_dozen">relatório </a>no início deste mês citando as 12 doenças em humanos e animais que podem vir a se espalhar por novas regiões do mundo, graças a mudanças na temperatura e na precipitação chuvosa. As &#8220;doze doenças mortais&#8221; incluem a gripe aviária, o cólera, o Ebola, a doença de Lyme, a tuberculose e a febre amarela. Para evitar que ocorram grandes manifestações dessas doenças, a WCS recomenda um melhor monitoramento de saúde nos ambientes de vida selvagem para detectar como elas estão se movimentando. trimurtulu, num post em <em>MeDiCaLGeeK</em>, <a href="http://www.medicalgeek.com/articles/13106-climate-change-likely-spread-deadly-dozen-diseases.html">discorre </a>sobre essas sugestões:</p>
<blockquote><p>“The authors suggest that the best way to protect ourselves against worst possible scenarios is to track how the diseases shift through wildlife populations by establishing a global surveillance network based on a mix of Western science and the knowledge of indigenous people.”</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Os autores sugerem que a melhor forma de nos protegermos contra os piores cenários possíveis é acompanhar como as doenças em questão se movimentam pelas populações dos ambientes de vida selvagem, estabelecendo uma rede de vigilância global que se baseie numa combinação entre a ciência ocidental e o conhecimento dos povos nativos&#8221;.</div>
<p>O relatório tem assustado alguns blogueiros e os levado a refletir sobre a conexão entre as doenças e o clima. <a href="http://thinkingshift.wordpress.com/2008/10/17/the-deadly-dozen/">Diz </a>a blogueira de <em>ThinkingShift</em>:</p>
<blockquote><p>“We’re so absorbed right now with the financial fracas going on that if we think about climate change, we think of regions heating up, sea levels rising, poor polar bears unable to find ice floes to rest on and so on. But do we ever stop to think about the deadly diseases that we might face? Well, this report sure helped me think about it especially the fact that pathogens, which pose a threat to humanity, have already caused significant economic damage. The SARS virus and avian influenza, for example, have already caused an estimated US$100 billion in losses to the global economy.”</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Estamos tão absorvidos com a atual crise financeira que, se pensamos em mudança climática, pensamos em regiões sob processo de aquecimento, na elevação dos níveis do mar, em pobres ursos polares que não conseguem alcançar bancos de gelo para descansar, e assim por diante. Mas alguma vez paramos para pensar sobre as doenças mortais que talvez tenhamos que enfrentar? Bem, esse relatório com certeza me ajudou a pensar nisso, especialmente no fato de que patógenos, que representam uma ameaça à humanidade, já causaram prejuízos econômicos significativos. Os vírus da SARS e da gripe aviária, por exemplo, já trouxeram perdas à economia global de aproximadamente 100 bilhões de dólares&#8221;.</div>
<p>A não ser que medidas adaptativas sejam tomadas, a Organização Mundial da Saúde estima que, em 2050, a mudança climática será responsável por <a href="http://www.who.int/features/factfiles/climate_change/en/index.html">mais ou menos o dobro </a>do percentual de pessoas expostas aos riscos da fome e seus efeitos sobre a saúde. Maina, blogando em <em>Baraza</em>, <a href="http://baraza.wildlifedirect.org/2008/10/11/the-deadly-dozen-climate-change-wildlife-and-disease/">propõe </a>múltiplas soluções para combater esse problema.</p>
<blockquote><p>“One, we have to adopt sustainable living as humans to reduce the severity of climate change and its effects; two, now more than ever, we have to safeguard our wildlife for they are our early warning systems against outbreaks of these deadly diseases.”</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Primeiro, temos que adotar um modo de vida sustentável como seres humanos para reduzir a gravidade da mudança climática e de seus efeitos. Em segundo lugar, agora mais do que nunca, temos que proteger nossa vida selvagem, pois ela é nosso primeiro sistema de alerta contra o ataque dessas doenças mortais&#8221;.</div>
<p>No entanto, <em>leg-iron</em> <a href="http://leg-iron.livejournal.com/83501.html">acusa </a>o relatório da WCS de estar espalhando o pânico sem ter bases científicas. Peri Urban, blogando em <em>urban blog</em>, <a href="http://brainpilot.blogspot.com/2008/10/global-scaremongering.html">acrescenta </a>que existe muito pouca pesquisa sobre esse tópico e que a ligação entre mudança climática e saúde ainda não foi comprovada.</p>
<blockquote><p>“There are no ‘adverse effects&#39; that we know of from which the WHO should feel obliged to protect us. Nor is it possible to raise public awareness of an issue that is yet to be researched, unless your aim is to generate the advance belief that there is a problem so that you can get funding. Scientists have mortgages to pay just like the rest of us.”</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Que nós saibamos, não existem &#8216;efeitos adversos&#39; contra os quais a OMS deva sentir-se obrigada a nos proteger. Nem é possível despertar a consciência pública a respeito de um assunto que ainda está por ser pesquisado, a não ser que objetivo disso seja gerar e desenvolver a crença de que existe um problema, e dessa forma conseguir dinheiro. Os cientistas têm hipotecas para pagar, assim como todos nós&#8221;.</div>
<p>Foto de <a href="http://flickr.com/photos/night_heron/351300044/">Cerejeiras em Flor em Janeiro</a>, de <a href="http://flickr.com/photos/night_heron/">Night Heron</a>, em Flickr.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/11/04/mudanca-climatica-aumentando-a-propagacao-de-doencas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quênia: O Iminente Conflito de Classes</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/12/quenia-o-iminente-conflito-de-classes/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/12/quenia-o-iminente-conflito-de-classes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 19:43:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Kenya]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Roundups]]></category>
		<category><![CDATA[Sub-Saharan Africa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.globalvoicesonline.org/?p=1314</guid>
		<description><![CDATA[Publicado originalmente porNdesanjo Macha  &#183; Traduzido por Daniel Duende &#183;  Veja o post original 
James Muritu discute o iminente conflito de classes no Quênia [En]. Ele escreve: &#8220;Eu me lembro de ter lido, a quase um ano atrás, um artigo escrito pelo ex-membro do parlamento por Subukia, Hon. Koigi Wamwere, que falava de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/ndesanjo-macha/">Ndesanjo Macha</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/09/12/kenya-the-looming-class-war/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><em>James Muritu</em> discute <a href="http://kenyaimagine.com/Politics-and-Governance/The-looming-class-war-in-Kenya.html">o iminente conflito de classes no Quênia</a> [En]. Ele escreve: &#8220;Eu me lembro de ter lido, a quase um ano atrás, um artigo escrito pelo ex-membro do parlamento por Subukia, Hon. Koigi Wamwere, que falava de uma parcela dos quenianos que estavam se refugiando em complexos [habitacionais] com muros altos em busca de refúgio e segurança&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/12/quenia-o-iminente-conflito-de-classes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quênia: Lei dos Direitos Reprodutivos Incendeia Debate sobre Aborto</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/08/28/quenia-lei-dos-direitos-reprodutivos-incendeia-debate-sobre-aborto/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/08/28/quenia-lei-dos-direitos-reprodutivos-incendeia-debate-sobre-aborto/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 22:55:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Kenya]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sub-Saharan Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.globalvoicesonline.org/?p=1246</guid>
		<description><![CDATA[Uma lei proposta por um grupo queniano de direitos da mulher, que torna mais fácil a realização de um aborto, reacendeu o debate sobre a legalização do aborto. Juhie Bhatia, Editora de Saúde Pública do Global Voices Online, acompanha a discussão na blogosfera queniana.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/juhie-bhatia/">Juhie Bhatia</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/08/28/kenya-reproductive-rights-bill-sparks-abortion-debate/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><img class="alignright" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/08/2212925952_4b6185358f_m.jpg" alt="Positive Pregnancy Test, by Amber B McN in Flickr" />Uma lei proposta por um grupo queniano de direitos da mulher, que torna mais fácil a realização de um aborto, reacendeu o debate sobre a legalização do aborto. O procedimento é atualmente <a href="http://www.reproductiverights.org/pub_fac_abortion_laws.html">ilegal</a> [En] no Quênia, a não ser que a vida da mulher esteja arriscada pela gestação. Muitos líderes religiosos e políticos no país <a href="http://www.nation.co.ke/News/-/1056/462154/-/item/1/-/e6335l/-/index.html">se manifestaram</a> [En] contra esta tentativa de mudar a lei do aborto.</p>
<p>Grupos de direitos da mulher <a href="http://womensphere.wordpress.com/2008/05/27/kenya-activists-launch-campaign-to-ease-abortion-laws/">lançaram</a> [En] uma campanha no início do ano para lutar para que os cuidados de saúde reprodutiva e sexual no Quênia sejam acessíveis, disponíveis e pagáveis. Parte desta campanha envolve a proposição da Lei de Direitos e Saúde Reprodutiva 2008, que foi redigida pelo escritório queniano da <a href="http://www.fidakenya.org/">Federação de Mulheres Advogadas</a> [En] e pela <a href="http://www.covaw.or.ke/">Coalisão Sobre a Violência Contra a Mulher</a> [En]. A lei aborda várias questões de saúde reprodutiva, incluindo uma moção por acesso mais fácil aos abortos. Ela propõe, por exemplo, que uma declaração por parte da gestante ou qualquer outra prova de que sua gravidez tenha sido causada por violência sexual, estupro, defloramento ou incesto garanta o direito ao aborto.</p>
<p>Arthur Okwemba, escrevendo no <em>African Woman and Child Features Service</em> (Serviço de Informações sobre Crianças e Mulheres Africanas), <a href="http://www.awcfs.org/content/view/100/2/">sumariza</a> [En] o debate sobre o aborto. Ele diz:</p>
<blockquote><p>“Abortion is still a hush-hush issue in Kenya. But despite laws, which restrict the termination of pregnancy, illegal abortion continues in this East African nation unabated. There are no easy answers to this emotive issue. On the one side, there are those who argue for the woman&#39;s right to choose to have a baby or not, while others, using religion as the base, argue for the rights of the fetus.”</p></blockquote>
<div class="translation">
&#8220;O aborto é um tema sobre o qual não se fala abertamente no Quênia. Mas apesar das leis, que restringem a interrupção da gravidez, o aborto ilegal continua acontecendo cotidianamente continua acontecendo nesta nação do Leste Africano. Não há respostas fáceis para esta questão tão emotiva. De um lado, há aqueles que argumentam em favor do direito da mulher em decidir se deseja ou não ter um bebê, enquanto outros, usando a religião como base, argumentam pelos direitos do feto.&#8221;</div>
<p>Os grupos pelos direitos femininos afirmam que o acesso ao aborto é também uma questão de saúde, uma vez que muitas mulheres estão recorrendo a abortos inseguros. Embora estatísticas precisas sejam difíceis de obter, já que o aborto é geralmente ilegal, um <a href="http://www.comminit.com/en/node/18044">estudo nacional</a> [En] mostrou que aproximadamente 300.000 abortos são realizados todo ano no Quênia, levando uma média estimada de 20.000 meninas e mulheres a serem hospitalizadas com complicações de saúde relacionadas. Isso se traduz em 800 abortos por dia e na morte de 2.600 mulheres todos os anos. <a href="http://www.reproductiverights.org/pub_bo_ggr.html#executivesummary">Outro relatório</a> [En] estima que mais de 40% das mortes de gestantes no Quênia sejam dadas a complicações decorrentes de abortos inseguros.</p>
<p>Para ajudar a proteger a saúde das mulheres, <em>morpheus revolutions</em> <a href="http://morpheusrevolutions.blogspot.com/2008/04/global-gag-rule-matter-of-life-and.html">aponta</a> [En] que muitas vezes os médicos tomam a questão nas próprias mãos.</p>
<blockquote><p>“Kenyan doctors often take a very ‘liberal&#39; approach to the interpretation of Kenya&#39;s restrictive abortion policy, with the knowledge that if they do not, women will be forced to conduct unsafe abortions that place their lives at higher risk.”</p></blockquote>
<div class="translation">
&#8220;Médicos quenianos muitas vezes tem uma visão bastante &#8216;liberal&#39; ao interpretar a restritiva legislação sobre o aborto no país, sabendo que se eles não o fizerem, as mulheres serão forçadas a conduzir abortos inseguros que colocam suas vidas em risco.&#8221;</div>
<p>O <em>kenyaobserver</em> <a href="http://www.breakingnewskenya.com/2008/05/19/huruma/">argumenta</a> [En] que a lei do aborto não faz sentido, e que foi escrita principalmente por, e para proteger os interesses, dos homens. Ele diz:</p>
<blockquote><p>“Kenya has one of the most restrictive abortion laws even as the rest of the world relaxes those laws yet abortion rates are increasing and becoming more dangerous as women take greater risks to complete their abortions. A visit to ward 1D in Kenya where women end after botched abortions is a sobering evidence of this. I’m sure that there are legitimate reasons for restricting abortion. The thing I don’t understand is the hypocrisy by the government on this issue given these sobering statistics. Did you know that a person found helping to complete an abortion in Kenya can be subject to capital punishment? What about the men who forcibly rape young girls, relatives and mentally retarded women all over the country?”
</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;O Quênia tem um das leis do aborto mais restritivas do mundo, enquanto o resto do mundo está relaxando suas legislações sobre o assunto. Ainda assim a quantidade de abortos está aumentando e eles estão se tornando mais perigosos conforme as mulheres se arriscam cada vez mais para realizar seus abortos. Uma visita à ala 1D no Quênia, onde as mulheres acabam indo parar depois de abortos mal suscedidos, é uma evidencia muito esclarecedora disso. Eu estou certo de que possam haver razões legítimas para se restringir o aborto. O que eu não entendo é a hipocrisia do governo sobre esta questão, mesmo em vista destas impressionantes estatísticas. Você sabia que uma pessoa descoberta ajudando a realizar um aborto no Quênia pode ser sujeita à pena capital? Mas o que acontece com os homens que estupram jovens garotas, parentes e mulheres com problemas mentais em todo o país?&#8221;</div>
<p>MUNGA, blogando no CONTROVERSIAL, <a href="http://mchlmunga.blogspot.com/2008/07/abortion-pro-life-pro-choice.html">diz</a> [En] que a solução é legalizar o procedimento.</p>
<blockquote><p>“Abortion in our country Kenya is a never ending story. First you have the police going after doctors who allegedly have performed the ‘vice&#39; being imprisoned. However, the solution to the problem in my opinion is not to go after the doctor&#39;s, after all they are trying to get a sense of livelihood though through the wrong means. As such I would go for pro life and pro choice, let the ‘pregnant couple&#39; decide what to do about their situation. This will only be possible if abortion is legalised in Kenya.”</p></blockquote>
<div class="translation">
&#8220;O aborto em nosso país Quênia é uma história sem fim. Primeiro você tem a polícia indo atrás dos médicos que alegadamente teriam realizado o &#8216;crime&#39; e os prendendo. Contudo, a solução do problema, na minha opinião, é não se perseguir os médicos, afinal eles estão tentando ter sensibilidade em relação à vida, mesmo que pelos meios errados. Então eu sou a favor do pró-vida e do pró-escolha, vamos deixar que o &#8216;casal grávido&#39; decida o que fazer a respeito de sua situação. Mas isso só seria possível se o aborto fosse legal no Quênia.&#8221;</div>
<p>Contudo, outros blogueiros concordam com os políticos quenianos e com os líderes religiosos que se opõe à uma lei do aborto menos restritiva. John Smeaton, blogando pela <a href="http://spuc-director.blogspot.com/2008/08/eugenics-and-coercion-in-kenyan.html">Sociedade de Proteção às Crianças Não Nascidas</a>, <a href="http://spuc-director.blogspot.com/2008/08/eugenics-and-coercion-in-kenyan.html">diz</a> [En] que a lei não deveria ser aprovada.</p>
<blockquote><p>“The bill, if passed, will promote and allow easy access to abortion on demand, with virtually no safeguards to protect unborn children.</p>
<p>Under the subtle guise of ‘reproductive rights&#39; language, the bill declares &#39;safe and accessible abortion-related care&#39; as a reproductive right. Abortion can be permitted provided that ‘the continued pregnancy would pose a risk of injury to the woman’s physical or mental health.&#39; This will, in effect, allow abortions on demand.”</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;A lei, se aprovada, irá promover e permitir o acesso fácil ao aborto quando se quiser, com virtualmente nenhuma restrição para proteger as crianças não nascidas.<br />
Debaixo do sutil disfarce da linguagem dos &#8216;direitos reprodutivos&#39;, a lei declara que &#8216;o acesso seguro a cuidados relativos ao aborto&#39; seria um direito reprodutivo. O aborto pode ser permitido contanto que &#8216;a continuação da gestação puder colocar em risco a saúde física ou mental da mulher&#39;. Isso irá, com efeito, permitir que se aborte quando quiser.&#8221;
</div>
<p>Arthur Oktemba, escrevendo para o <em>African Woman and Child Features Service</em>, <a href="http://www.awcfs.org/content/view/100/2/">alerta</a> [En] que indiferente do lado do debate sobre o aborto que ganhe o apoio dos quenianos, a questão precisa ser encarada &#8212; ela não irá simplesmente embora.</p>
<blockquote><p>“Recently the Kenyan press sensationalized, even using pictures, the death of <a href="http://www.mg.co.za/article/2005-10-21-too-many-illegal-abortions-little-contraception">15 fetuses</a> apparently due to illegal abortions. The public shrieked and public condemnation of abortion was rife. But this response will not discourage the young women, who saw no other choice open to them, from repeating the act again.”</p></blockquote>
<div class="translation">
&#8220;Recentemente a imprensa queniana sensacionalizou, usando até mesmo fotografias, a morte de 15 fetos, aparentemente por causa de abortos ilegais. O públicou gritou e a condenação pública contra o aborto foi severa. Mas esta resposta não irá desencorajar as jovens mulheres, que não tem outra escolha disponível para elas, a repetir o ato novamente.&#8221;</div>
<p><em>Foto de um <a href="http://flickr.com/photos/ambersphoto/2212925952/">Teste de Gravidez Positivo</a>, por <a href="http://flickr.com/photos/ambersphoto/">Amber B McN</a> no Flickr.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/08/28/quenia-lei-dos-direitos-reprodutivos-incendeia-debate-sobre-aborto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Kuwait: Mostrando as compras nas Olimpíadas</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/08/27/kuwait-mostrando-as-compras-nas-olimpiadas/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/08/27/kuwait-mostrando-as-compras-nas-olimpiadas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 18:53:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arabic]]></category>
		<category><![CDATA[Bahrain]]></category>
		<category><![CDATA[Bulgaria]]></category>
		<category><![CDATA[Burundi]]></category>
		<category><![CDATA[Diáspora]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Ethiopia]]></category>
		<category><![CDATA[Etnicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Kenya]]></category>
		<category><![CDATA[Kuwait]]></category>
		<category><![CDATA[Middle East & North Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Morocco]]></category>
		<category><![CDATA[Olympics]]></category>
		<category><![CDATA[Qatar]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.globalvoicesonline.org/?p=1240</guid>
		<description><![CDATA[Árabes realmente adoram comprar. Eles passam horas e horas em lojas e shopping centers, e é por isso que eles quiseram exibir sua habilidade em comprar nas Olimpíadas de Verão deste ano. Infelizmente, comprar não é uma das modalidades esportivas incluídas nos jogos, mas isso não impediu alguns países árabes de exibir suas novas aquisições.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/tarek-amr/">Gr33nData</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/08/27/kuwait-parading-purchases-at-the-olympics/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Árabes realmente adoram comprar. Eles passam horas e horas em lojas e shopping centers, e é por isso que eles quiseram exibir sua habilidade em comprar nas Olimpíadas de Verão deste ano. Infelizmente, comprar não é uma das modalidades esportivas incluídas nos jogos, mas isso não impediu alguns países árabes de exibir suas novas aquisições.</p>
<p><em>Kuwaitism</em> [Ar] nos dá uma imagem da situação <a href="http://www.kuwaitism.com/2008/08/24/%D8%A7%D9%84%D8%AD%D8%B6%D9%88%D8%B1-%D8%A7%D9%84%D8%AE%D9%84%D9%8A%D8%AC%D9%8A-%D8%A8%D8%A7%D9%84%D8%A3%D9%88%D9%84%D9%85%D8%A8%D9%8A%D8%A7%D8%AF/">aqui</a>:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: right;">حبيت آخذ هالفرصة لشكر بعض ممثلينا العرب –<br />
سامويل فرانسيس (قطر)<br />
جايمس كواليا كوكوروي (قطر)<br />
فيلكس كيكواي كيبوري (قطر)<br />
سلطان زمان (قطر) الإسم الأصلي أونيسفور نكونزيمانا (بوروندي)<br />
جمال سالم (قطر) الإسم الأصلي توماس كاتيو (كينيا)<br />
دهام بشير (قطر) الإسم الأصلي دايفيد إينياغا (كينيا)<br />
عيسى راشد (قطر) الإسم الأصلي دانييل كيبكوسكي (كينيا)<br />
جابر سالم (قطر) الإسم الأصلي ياني مارشوكوف (بلغاريا) – حول جنسيته بـ1,000,000 دولار عام 2000.<br />
مبارك شامي (قطر) الإسم الأصلي ريتشارد ياتيتش (كينيا)<br />
أحمد حسن عبدالله (قطر) الإسم الأصلي ألبرت تشيبكوروي (كينيا)<br />
بلال منصور علي (بحرين) الإسم الأصلي جون ييكو (كينيا)<br />
مريم يوسف جمال (بحرين) الإسم الأصلي زينيبيش تولا (أثيوبيا)<br />
نادية الجافني (بحرين) الأصل مغربية<br />
يوسف سعد كامل (بحرين) الأصل غريغوري كونشيلا (كينيا)<br />
آدم اسماعيل خميس (بحرين) الأصل هوسيا كوسغي (كينيا)<br />
حسن محبوب (بحرين) الأصل سايلاس كيروي (كينيا)<br />
رشيد رمزي (بحرين) الأصل مغربي<br />
ناصر سعيد (بحرين) الأصل ستيفان لورو كامار (كينيا)<br />
طارق مبارك طاهر (بحرين) الأصل دينيس كيبكوروي سانغ (كينيا)<br />
محمد عبدالله زكريا (بحرين) الأصل مغربي<br />
قطر و البحرين مثلهما 11 كيني 3 مغربيين 1 بوروندي 1 أثيوبي 1 بلغاري 3 غير معروف من أفريقيا</p>
</blockquote>
<div class="translation">&#8220;Eu gostaria de aproveitar a oportunidade para agradecer a nossos representantes árabes nos jogos [Olímpicos]:<br />
Samuel A. Francis (Qatar) [nascido na Nigeria]<br />
James Kwalia C&#39;Kurui (Qatar) [nascido no Kenya]<br />
Felix Kikwai Kibore (Qatar) [nascido no Kenya]<br />
Sultan Zaman (Qatar) - nascido Onesphore Nkunzimana (no Burundi)<br />
Gamal Salem (Qatar) - nascido Thomas Katui (no Kenya)<br />
Daham Bashir (Qatar) - nascido David Nyaga (no Kenya)<br />
Essa Ismail Rashed (Qatar) - nascido Daniel Kipkosgei (no Kenya)<br />
Jaber Saeed Salem (Qatar) - nascido Yani Marchokov (na Bulgaria) ele mudou de nacionalidade por 1,000,000 Dólares em 2000.<br />
Mubarak Hassan Shami (Qatar) - nascido Richard Yatich (no Kenya)<br />
Ahmad Hassan Abdullah (Qatar) - nascido Albert Chepkurui (no Kenya)<br />
Bilal Mansour Ali (Bahrain) - nascido John Biko (no Kenya)<br />
Jamal Maryam Yusuf (Bahrain) - nascido Zenebech Tola (na Ethiopia)<br />
Nadia Ejjafini (Bahrain/ nascida no Morrocos)<br />
Yusuf Saad Kamel (Bahrain) - nascido Gregory Konchellah (no Kenya)<br />
Aadam Ismaeel Khamis (Bahrain) - nascido Hosea Kosgei (no Kenya)<br />
Hasan Mahboob (Bahrain) - nascido Silas Kirui (no Kenya)<br />
Rashid Ramzi (Bahrain/Morrocos)<br />
Nasar Sakar Saeed (Bahrain) - nascido Stephen Loruo Kamar (no Kenya)<br />
Tareq Mubarak Taher (Bahrain) - nascido Denis Kipkurui Keter (no Kenya)<br />
Mohammad Abdullah Zakaria (Bahrain/Morocco)<br />
Em resumo, o Qatar e o Bahrain foram representados por 11 Kenyanos, 3 Marroquinos, 1 Burundiano, 1 Etíope, 1 Búlgaro e 3 outros [nas Olimpíadas].</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/08/27/kuwait-mostrando-as-compras-nas-olimpiadas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quênia: Oficinas de blogs para a juventude marginalizada</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/07/29/quenia-oficinas-de-blogs-para-a-juventude-marginalizada/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/07/29/quenia-oficinas-de-blogs-para-a-juventude-marginalizada/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 19:07:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cyber-Ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Internet & Telecoms]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Kenya]]></category>
		<category><![CDATA[Roundups]]></category>
		<category><![CDATA[Software & Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Sub-Saharan Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Swahili]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.globalvoicesonline.org/?p=1182</guid>
		<description><![CDATA[Publicado originalmente porElia Varela Serra  &#183; Traduzido por Daniel Duende &#183;  Veja o post original 
Kristina Rosinski, uma voluntária na Sociedade Undungu do Quênia (USK), descreve [En] uma oficina de blogagem na qual ela ensinou jovens pobres e marginalizados a blogar e publicar fotografias. Ela nos passa os links para s blogues e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/elia/">Elia Varela Serra</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/07/28/kenya-blogging-workshop-for-marginalized-youth/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><em>Kristina Rosinski</em>, uma voluntária na Sociedade Undungu do Quênia (<a href="http://www.addmomentum.com/Purpose/The_Undungu_Society.aspx">USK</a>), <a href="http://advocacynet.org/blogs/index.php?blog=110&amp;title=voices_of_kenya_s_vulnerable_children_an&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1">descreve</a> [En] uma oficina de blogagem na qual ela ensinou jovens pobres e marginalizados a blogar e publicar fotografias. Ela nos passa os links para s blogues e fluxos de imagens do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Flickr">Flickr</a> de todos os 17 participantes da oficina.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/07/29/quenia-oficinas-de-blogs-para-a-juventude-marginalizada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>África: Será que o PayPal é eficiente na África?</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/06/19/africa-sera-que-o-paypal-e-eficiente-na-africa/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/06/19/africa-sera-que-o-paypal-e-eficiente-na-africa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 20:56:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Kenya]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Roundups]]></category>
		<category><![CDATA[South Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Sub-Saharan Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.globalvoicesonline.org/?p=1112</guid>
		<description><![CDATA[Publicado originalmente porNdesanjo Macha  &#183; Traduzido por Daniel Duende &#183;  Veja o post original 
Collins pergunta &#8220;Será que o PayPal é eficiente na África?&#8220;[En]: Eu acredito que talvez o PayPal não reconheça o potencial e as oportunidades existentes na África, e este é o momento de alardearmos esta causa e salientarmos que eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/ndesanjo-macha/">Ndesanjo Macha</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/06/19/africa-is-paypal-effective-in-africa/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><em>Collins</em> pergunta &#8220;<a href="http://siku-moja.blogspot.com/2008/06/is-paypal-effective-in-africa.html">Será que o PayPal é eficiente na África?</a>&#8220;[En]: Eu acredito que talvez o PayPal não reconheça o potencial e as oportunidades existentes na África, e este é o momento de alardearmos esta causa e salientarmos que eles estão perdendo, e nós também.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/06/19/africa-sera-que-o-paypal-e-eficiente-na-africa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tecnologia Celular para o Ativismo Ambiental</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/06/09/tecnologia-celular-para-o-ativismo-ambiental/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/06/09/tecnologia-celular-para-o-ativismo-ambiental/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 23:48:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Americas]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Cyber-Ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Feature]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ghana]]></category>
		<category><![CDATA[Kenya]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Software & Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Sub-Saharan Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[U.S.A.]]></category>
		<category><![CDATA[United Kingdom]]></category>
		<category><![CDATA[Video]]></category>
		<category><![CDATA[WORLD]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>
		<category><![CDATA[Western Europe]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.globalvoicesonline.org/?p=1088</guid>
		<description><![CDATA[Publicado originalmente porJuliana Rotich  &#183; Traduzido por Raquel Coelho &#183;  Veja o post original 

Telefones celulares estão se tornando uma ferramenta importante para ativistas ambientais em todo o mundo.  Esses ativistas estão desenvolvendo novas estratégias tecnológicas para fazer coisas como educar consumidores sobre o impacto de suas decisões de compra, monitorar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/afromusing/">Juliana Rotich</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/rqlcoelho/'>Raquel Coelho</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/06/05/mobile-phone-technology-for-environmental-activism/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><a href="http://flickr.com/photos/anderaz/940144361/"><img class="alignright size-full wp-image-45004" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/06/940144361_cf6b362cd2_s.jpg" alt="Cell phone in grass" /></a><br />
Telefones celulares estão se tornando uma ferramenta importante para ativistas ambientais em todo o mundo.  Esses ativistas estão desenvolvendo novas estratégias tecnológicas para fazer coisas como educar consumidores sobre o impacto de suas decisões de compra, monitorar a vida selvagem e os níveis de poluição e lutar pela proteção florestal.</p>
<p>Um relatório da parceria entre a <em>United Nations Foundation</em> (Fundação Nações Unidas) e a <em>Vodafone Group Foundation</em> (Fundação Grupo Vodafone) descreve as diferentes formas pelas quais os celulares vêm sendo usados para a mudança social em todo o mundo. O relatório, publicado em Abril, foi intitulado <a href="http://mobileactive.org/files/MobilizingSocialChange_full.pdf">”Tecnologia Sem Fio para Mudança Social: Tendências no Uso de Celulares por ONGs” [PDF]</a>.</p>
<p>A seguir, fiz uma lista das iniciativas ambientais destacadas pelas autoras do relatório, Sheila Kinkade(<a href="http://www.shareideas.org/index.php/News:Mobile_Technology_Helps_Meet_Development_Goals">ShareIdea.org</a>) e Katrin Verclas (<a href="http://mobileactive.org/">MobileActive.org</a>) e listei também alguns novos projetos que apareceram desde então.</p>
<p><a href="http://www.greenpeace.org/argentina/socios/movilizate/movilizate-flash"><img class="alignright size-full wp-image-44994" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/06/greenpeacephone.png" alt="Greenpeace Argentina" /></a><strong>Argentina</strong></p>
<p>Usando telefones celulares,<a href="http://www.greenpeace.org/argentina/"> o Greenpeace na Argentina </a>foi capaz de reunir  apoio suficiente para fazer passar a primeira lei federal Argentina de proteção florestal. Em meados de Maio, o <a href="http://mobileactive.org/text-messaging-save-trees">blog MobileActive </a> falou sobre <a href="http://www.greenpeace.org/argentina/">os esforços do Greenpeace nesse país para salvar árvores:</a></p>
<blockquote><p>Mobile phones are nothing new for Greenpeace Argentina. The organization has used mobile phones multiple times to mobilize its now 350,000 person-strong mobile list to successfully lobby for important environmental legislation. One of Greenpeace&#39;s significant accomplishments was the passage of the Ley de Bosques, or Forest Law.</p></blockquote>
<p class="translation">Telefones celulares não são novidade para o Greenpeace Argentina. A organização já utilizou celulares muitas vezes para mobilizar sua lista que já chega a 350 mil pessoas, para lutar, com sucesso, a favor de leis ambientais importantes. Uma das realizações significativas do Greenpeace foi a aprovação da <em>Ley de Bosques</em>, ou Lei Florestal.</p>
<p>Para tanto, segundo o Relatório Tecnologia Sem Fio para Mudança Social, o Greenpeace construiu um grande banco de dados contendo e-mails e números de celular das pessoas que assinaram um documento apoiando a Lei Florestal. Além disso, eles enviaram mensagens de texto durante audiências cruciais e antes da votação na câmara de vereadores. Eles também organizaram manifestações e assembléias usando mensagens de texto.</p>
<p><a href="http://www.urban-atmospheres.net/ParticipatoryUrbanism/index.html"><img class="alignright size-full wp-image-44996" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/06/20080605120419.jpg" alt="Ghana from above" /></a><strong>Gana</strong></p>
<p>Em Gana, um projeto mostrou que telefones celulares podem se transformar de uma ferramenta de comunicação bem difundida, em um super sensor a ser utilizado na coleta de dados ambientais. Para isso, é anexado ao celular um dispositivo especial que coleta informações científicas sobre a qualidade do ar ou até mesmo padrões de tráfego urbano. Estes dados podem ser estudados posteriormente e até aplicados sobre um mapa do google.</p>
<p>Corinne Ramey escreveu sobre esta iniciativa no <a href="http://mobileactive.org/urban-sensing-mobile-phones-data-collection">Blog MobileActive </a>em Abril:</p>
<blockquote><p>In the Accra study, seven taxi drivers were provided with a dash-mounted global positioning system (GPS) device and a tube to hang from their passenger window. The tube contained a carbon monoxide sensor. Similarly, three students were each given a mobile clip sensor pack containing a GPS device, and a carbon monoxide sensor. The taxi drivers and students were asked to carry their sensors as much as possible during their normal everyday activities. Throughout the day, the sensing system automatically logged sensor data. At the end of each day, the pilot participants dropped off their sensor packs at a central location where the data was then extracted and the sensors recharged. resulted from the participatory data collection A heat-map visualization of carbon monoxide readings across Accra, Ghana rendered atop Google Earth. Colors represent individual intensity reading of carbon monoxide during a single 24-hour period across the city. Red circles are locations where actual readings were taken.</p></blockquote>
<p class="translation">No estudo realizado em Accra, sete motoristas de taxi foram equipados com um aparelho de GPS instalado no painel do veículo e um tubo para ser pendurado na janela do passageiro. Este tubo continha um sensor de monóxido de carbono. Da mesma forma, em um grupo de três estudantes, cada um recebeu um celular equipado com um aparelho de GPS e um sensor de monóxido de carbono.<br />
Foi solicitado aos motoristas de táxi e estudantes que carregassem seus sensores, o máximo possível, durante suas atividades diárias normais. Ao longo do dia, o sistema detector automaticamente registrava os dados do sensor. Ao fim de cada dia, os participantes do experimento entregavam seus equipamentos em uma central onde os dados eram extraídos e os sensores recarregados. Resultou desta coleta de dados, um mapa de intensidade das leituras de monóxido de carbono em Accra, Gana, reproduzido sobre o Google Earth. As cores representam leituras individuais de intensidade de monóxido de carbono durante um único período de 24 horas pela da cidade. Os círculos vermelhos são locais onde as leituras foram efetivamente  feitas.</p>
<p><a href="http://flickr.com/photos/tambako/1196453096/"><img class="alignright size-full wp-image-45002" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/06/1196453096_a4d65ea3e9_m.jpg" alt="Elephant in Kenya" /></a><strong>Kenya</strong></p>
<p><a href="http://mobileactive.org/files/MobilizingSocialChange_full.pdf">O Relatório Tecnologia Sem Fio para Mudança Social</a> descreve os conflitos entre proprietários de terra e vida selvagem no distrito de Laikipia, no Kenya. Fazendeiros estão morrendo devido a ataques de animais selvagens e suas plantações estão sendo destruídas. Elefantes e outros animais estão sendo assassinados. Um <a href="http://www.pcworld.com/businesscenter/article/146519/cell_phones_warn_of_elephant_stampede.html">programa de prevenção de conflitos </a> que utiliza tecnologia celular, permite a comunicação entre a comunidade local, a equipe de assistência à vida selvagem e os proprietários de terra.</p>
<blockquote><p>The pilot utilized ‘Push to Talk on Cellular (Phones)’ (PoC) technology, which combines the functionality of a walkie-talkie or two-way radio with a mobile phone. PoC enables communication between two individuals, or a group of people, and is particularly useful in connecting a user group intermittently over a period of time (e.g., a working day).</p></blockquote>
<p class="translation">A iniciativa utilizou a tecnologia PoC (<em>Push to Talk on Cellular</em>, em português: aperte o botão para falar ao celular), que combina a funcionalidade de um <em>walkie-takie </em> ou  de um rádio <em>half-duplex</em> com um telefone celular. A PoC permite a comunicação entre dois indivíduos ou entre um grupo de pessoas, e é especialmente útil para conectar um grupo de usuários de modo descontínuo durante um certo período de tempo (ex.: um dia de trabalho).</p>
<p><strong>África do Sul</strong></p>
<p><a href="http://www.wwf.org.za/sassi/">FishMS</a> é um serviço de SMS da <em>Southern African Sustainable Seafood Initiative</em> (Iniciativa Sustentável de Frutos do Mar do Sul da África) o qual informa o status do estoque local de peixes para consumidores. Os usuários enviam uma mensagem de texto para +27 79 499 8795 com o nome do peixe que estão pensando em comprar, e são imediatamente informados se o peixe foi pescado de modo sustentável ou se deveriam pensar duas vezes antes de comprá-lo. O vídeo a seguir mostra o serviço em ação (o filme  tem legendas em inglês e foi feito por um aparelho de celular – Nokia N93).</p>
<p>[<a href="http://www.youtube.com/v/M_eJ-1byQk8&amp;hl=en">clique aqui para assistir ao vídeo</a>]</p>
<p><a href="http://www.airtext.info/howitworks.html"><img class="alignright size-full wp-image-44998" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/06/airtext2.png" alt="Airtext" /></a><strong>Reino Unido e Estados Unidos</strong></p>
<p><a href="http://www.airtext.info/howitworks.html">AirText</a><br />
É um sistema que envia mensagens texto SMS, mensagens de voz ou e-mails com informações sobre os níveis de poluição em uma região específica de Londres. O serviço é direcionado a pessoas que sofrem de problemas cardíacos e respiratórios. Existem serviços semelhantes em alguns locais dos Estados Unidos, entre eles <a href="http://www.urban-atmospheres.net/Experiments/Ergo/index.html">Ergo</a> (várias localidades) e <a href="http://www.azdeq.gov/sms.html">ADEQ</a> (no Arizona).</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-44999" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/06/mobgas_eleanim.jpg" alt="mobGas" />Pessoas que se interessem em saber o total de suas próprias emissões de GEE (gases do efeito estufa), podem baixar o aplicativo <a href="http://mobgas.jrc.ec.europa.eu/mobgas/app/staticPages/page.po?&amp;staticPageID=119350&amp;langID=20001">mobGas</a>em seus telefones, e então basta informar sobre suas atividades diárias como cozinhar, assistir TV ou dirigir.</p>
<p>Do Relatório Tecnologia Sem Fio para Mudança Social:</p>
<blockquote><p>By helping users make connections between their daily activities and greenhouse gas emissions, mobGAS hopes to encourage individuals to make lifestyle changes. The application also offers tips on how to modify activities to decrease emissions.</p></blockquote>
<p class="translation">Ao ajudar os usuários a fazer associações entre suas atividades diárias e as emissões de GEE, mobGas espera encorajar os indivíduos a fazer mudanças em seus estilos de vida. O programa também oferece dicas sobre como modificar as atividades para diminuir as emissões.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-45000" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/06/fuelfrog.png" alt="FuelFrog" />Um projeto semelhante citado por <em>Josh Catone</em> no <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/fuelfrog_track_your_gas_mileage.php">blog Read Write Web </a> é conhecido como <a href="http://www.fuelfrog.com/">FuelFrog</a>.  Trata-se de uma aplicação web que usa o Twitter para ajudar a monitorar o consumo de combustível por usuários:</p>
<blockquote><p>FuelFrog is exceedingly simple, and immensely useful. After each fill up, users enter their miles traveled since the last fill, the price paid, and the amount of gasoline in gallons. Over time, FuelFrog will track and graph your fuel consumption data so you can do things like identify trends in gas prices in your area, see how fuel efficient your car is (is it time to put air in the tires, perhaps?), how much you&#39;re driving, and how much you&#39;re spending.</p></blockquote>
<p class="translation">FuelFrog é extraordinariamente simples,e imensamente útil. Toda vez que o usuário abastece, ele insere a quantidade de milhas rodadas desde o último abastecimento, o preço pago e a quantidade de gasolina (em galões). Ao longo do tempo, FuelFrog irá monitorar os dados de consumo de combustível e produzir gráficos, de modo que você possa fazer coisas como identificar tendências de preço da gasolina na sua região, ver como está a eficiência  do seu carro em relação ao uso de combustível (já está na hora de calibrar os pneus, talvez?), o quanto você está usando e o quanto está desperdiçando.</p>
<p>A equipe de Meio Ambiente do Global Voices agradece <a href="http://mobileactive.org/blog/2">o MobileActive</a>e <a href="http://www.shareideas.org">o ShareIdeas</a>pelo relatório, e gostaria de ter a colaboração dos leitores com outros exemplos do uso de telefones celulares no ativismo ambiental.</p>
<p>Veja também nosso post recente no Global Voices destacando o <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/01/28/using-web20-tools-for-environmental-activism/">uso das tecnologias da web 2.0 pelo ativismo ambiental. </a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/06/09/tecnologia-celular-para-o-ativismo-ambiental/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quênia de volta ao normal</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/03/30/quenia-de-volta-ao-normal/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/03/30/quenia-de-volta-ao-normal/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 12:16:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jan Alyne Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Internet & Telecoms]]></category>
		<category><![CDATA[Kenya]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.globalvoicesonline.org/2008/03/30/quenia-de-volta-ao-normal/</guid>
		<description><![CDATA[Publicado originalmente porRebecca Wanjiku  &#183; Traduzido por Jan Alyne Barbosa &#183;  Veja o post original 
É engraçado como a vida pode mudar de uma hora pra outra. Um país que estava no fundo do poço e ameaçando seguir o legado dos países fracassados da África do Estados, agora está de volta ao normal, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/rebecca-wanjiku/">Rebecca Wanjiku</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/janalyne/'>Jan Alyne Barbosa</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/03/27/kenya-back-to-normal/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>É engraçado como a vida pode mudar de uma hora pra outra. Um país que estava no fundo do poço e ameaçando seguir o legado dos países fracassados da África do Estados, agora está de volta ao normal, à vida plena.</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Residentes de Nairobi, que antes eram adversários e estavam preocupados com seus antecedentes étnicos, agora estão unidos para atacar o governo local com o objetivo de substituir o ministro do governo local, em função da mudança das rotas dos transportes públicos, forçando as pessoas a caminhar longas distâncias. Vendedores ambulantes e pequenos comerciantes estão agora unidos em favor da expansão do mercado e  de uma iluminação adequada para poder vender no período da noite. O ódio étnico parece ter sido colocado em escanteio e agora as pessoas estão compartilhando uma agenda comum, ao perseguirem a sobrevivência econômica.</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Discussões online também refletem a diversidade, blogueiros estão preocupados com a Oferta Pública Inicial (OPI) da  maior e mais bem sucedida empresa de telefonia móvel da África Oriental, Safaricom. No front político, as discussões estão mais equilibradas e sóbrias, em comparação com discussões de dois meses atrás.</p>
<p id="result_box" dir="ltr">A venda da Safaricom serve como um grande sinal de que o governo está unido, porque antes das eleições, a oposição era contra a venda das ações. Agora, estão todos apoiando a mais ricas empresa do Quênia.</p>
<p id="result_box" dir="ltr"><a href="http://kumekucha.blogspot.com/2008/03/raila-odinga-now-approves-safaricom.html">Kumekucha</a> foi surpreendida com o fato de o líder da oposição, Raila Odinga, ter voltado atrás para apoiar a OPI, mesmo proferindo um discurso contra ela durante as campanhas:</p>
<blockquote><p><em>Raila met yesterday with Finance Minister Amos Kimunya and even the finance minister who barely 4 months ago said that the <st1 st="on"></st1><st1 st="on"></st1>Nairobi stock exchange was not a fish market in a thinly veiled personal attack targeting Hon Raila Odinga is now all of a sudden talking very respectfully about Raila. He referred to Raila and President Kibaki as<br />
“our two leaders” in a press conference where he appeared to be in a jovial mood, yesterday.</em></p>
<p><em>This is hardly the time for hero worship, but it is important that Hon Raila Odinga explains to the public what has brought about this change of heart. Don’t get me wrong, I am happy about the new found unity and co-operation between these two leaders who brought <st1 st="on"></st1><st1 st="on"></st1>Kenya to it’s worst crisis yet and to the brink of civil war. Under these circumstances peace is very desirable above anything else, and I mean anything.</em></p>
<p><em>……Still my final word on this issue is that whatever the price, I am sure it is worth it. Better peace and let us pay it. After all one can never compare human life (which is priceless) to anything else under the sun. Still, I just thought that Kenyans should be informed.</em></p>
<p>Raila se reuniu ontem com o ministro das Finanças, Amos Kimunya, que, há apenas 4 meses, disse que a bolsa de Nairobi não era um peixe em um mercado, em um ataque pessoal fracamente velado a Hon Raila Odinga, agora, de repente, fala muito respeitosamente sobre ele. Ele se referiu à Raila e ao Presidente Kibaki como &#8220;os dois líderes&#8221;, em uma conferência de imprensa, onde parecia estar em um ambiente jovial, ontem.</p>
<p>Este não é um momento de culto ao herói, mas é importante que Hon Raila Odinga explique ao público o que trouxe esta mudança no seu coração. Não me interpretem mal, estou satisfeito com a fundação da nova unidade e a cooperação entre os dois dirigentes, que deixou o Quênia em sua pior crise e à beira da guerra civil. Sob estas circunstâncias a paz é muito desejável acima qualquer outra coisa.</p>
<p>……Ainda assim, minha última palavra sobre esta questão é que qualquer que seja o preço, tenho a certeza de que vale a pena. Melhor ter paz e vamos pagar por isso. Afinal, nunca se pode comparar a vida humana (que é inestimável) com qualquer outra coisa sob o sol. Mesmo assim, eu acho que os quenianos devem ser informados.</p></blockquote>
<p>Um comentário no blog Kumekucha  resume o tema da política, dos negócios e da politicagem no Quênia e da relação que estes possuem com os pobres (a maioria):</p>
<blockquote><p><em>Like i have stated before, politics in Kenya is about class interests. You can now see which class the MPs will work for, with all of them targeting to be multi-millionaires within 5 years. Come 2010 and the succession battle begins proper they will start opposing everything the government does…and we will be ready to applaud them as our heroes, leaders, martyrs, etc.</em></p>
<p>Tal como afirmei antes, a política no Quênia tem a ver com interesses de classe. Você pode ver agora que a classe dos deputados vai trabalhar, com o objetivo de que todos sejam multi-milionários em um prazo de 5 anos. Vem 2010 e a batalha para a sucessão começa propriamente quando eles se opõem a tudo que o governo faz… e vamos estar prontos para aplaudi-los como nossos heróis, nossos líderes, mártires etc.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.kenyanentrepreneur.com/?p=1124">Kenyanentrepreneur</a> se pergunta se as pessoas se preocupam com a OPI:</p>
<blockquote><p><em>Having said that, the LSE needs to mobilise ordinary Kenyans in the rural areas to buy shares during the IPOs and also participate in the stock exchange in general. And I mean in real rural places such as Githunguri, Bondo, Matuu, Kabartonjo, Mumias, Wajir, Mwatate, Mazeras, Lodwar etc etc etc.</em></p>
<p><em>Kenyans need to become more sophisticated in their investment options. They will then stop fighting each other in medieval style with bows and arrows over scraps of land.</em></p>
<p><em>Kenyans need to realise that they can invest in the New York Stock Exchange even though they are based in their villages.</em></p>
<p id="result_box" dir="ltr">Dito isto, a LSE precisa de mobilizar os quenianos comuns nas áreas rurais para comprar ações durante as OPIs e também participar na bolsa de valores em geral. Quero dizer em reais rurais locais, tais como<br />
Githunguri, Bondo, Matuu, Kabartonjo, Mumias, Wajir, Mwatate, Mazeras, Lodwar etc. etc. etc.</p>
<p>Quenianos precisam se tornar mais sofisticados nas suas opções de investimento. Eles irão, em seguida,<br />
deixar de lutar uns com os outros em estilo medieval, com arcos e flechas durante da disputa por terras.</p>
<p>Quenianos precisam perceber que podem investir na bolsa de Nova York, mesmo vivendo em suas aldeias.</p></blockquote>
<p id="result_box" dir="ltr"><a href="http://businessinfocus.blogspot.com/">Businessinfocus</a> questiona sobre temas morais e éticos por trás da oferta, perguntando se as ações deveriam ter sido emitidas no final do ano:</p>
<blockquote><p><em>…..hence the aura of urgency he brought in the matter citing a wide range of fiscal and monetary commitments that would not be met if Safaricom was not sold. These have since come to naught many months after the December sale failed to materialise. Mr Kimunya’s silence over these commitments while he speeds on with the sale is informed by the reality on the ground. He can no longer tell Kenyans for certain that programmes or projects will fail to materialize this financial year if Safaricom is not immediately sold because he knows that<br />
Treasury cannot have the proceeds in its coffers any time before July when the new fiscal year begins.</em></p>
<p><em>…Then there is the moral question of the authority of what is basically a transition government under which Mr Kimunya is serving as Finance minister to undertake such an important exercise only a few days before a new government is formed. Indications that President Kibaki may form a new government before the end of this week after Parliament passes the necessary Bills only leave the grim prospect that the minister’s action is driven by personal and sectarian interests.</em></p>
<p>… Por isso a aura de urgência que ele trouxe para o assunto, citando uma vasta gama de compromissos fiscais e monetários que não seriam cumpridos se Safaricom não fosse vendida. Estes não deram em nada muitos meses após a venda não ter se concretizado depois de dezembro. O silêncio do senhor Kimunya em relação a estes compromissos enquanto ele acelera a venda é informado pela realidade crua. Ele já não pode dizer com segurança aos quenianos se determinados programas ou projetos vão acontecer este ano se a Safaricom não for imediatamente vendida, porque ele sabe que o Tesouro não pode obter os lucros em seus cofres antes de julho, quando começa o novo ano fiscal.</p>
<p>…Depois, há a questão moral da autoridade do que é basicamente um governo de transição sob o qual o senhor deputado Kimunya está servindo como ministro das Finanças para levar a cabo um exercício tão importante<br />
apenas alguns dias antes de um novo governo ser constituído. Indicações de que o presidente Kibaki pode formar um novo governo antes do final desta semana após a aprovação dos projetos necessários pelo Parlamento, deixa-nos a triste perspectiva de que a da ação do ministro é orientada por interesses pessoais e sectários.</p></blockquote>
<p>Para um prévia da ameaçadora crise dos ambulantes e dos transportes públicos, <a href="http://tengeza.blogspot.com/2008/03/more-on-muthurwa-market-and-dogs-master.html">Tengeza</a> fez um upload do Googlemaps, mostrando a caótica cena que demonstra o mau planejamento das infra-estruturas públicas do Quênia .</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">clique aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">clique aqui</a>.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/03/30/quenia-de-volta-ao-normal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Meio ambiente: 14 elefantes assassinados em Amboseli, Quênia</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/03/19/meio-ambiente-14-elefantes-assassinados-em-amboseli-quenia/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/03/19/meio-ambiente-14-elefantes-assassinados-em-amboseli-quenia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 12:15:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jan Alyne Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Kenya]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Roundups]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.globalvoicesonline.org/2008/03/19/meio-ambiente-14-elefantes-assassinados-em-amboseli-quenia/</guid>
		<description><![CDATA[Publicado originalmente porJuliana Rotich  &#183; Traduzido por Jan Alyne Barbosa &#183;  Veja o post original 
Richard Leakey, da Wildlife Direct alerta leitores para um fato preocupante que vem acontecendo no Parque Nacional de Amboseli, no Quênia. 14 elefantes assassinados com arpão em Amboseli: &#8220;… O leque de causas das mortes é bastante complexo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/afromusing/">Juliana Rotich</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/janalyne/'>Jan Alyne Barbosa</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/03/19/environment-14-elephants-speared-in-amboseli-kenya/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><a href="http://richardleakey.wildlifedirect.org/">Richard Leakey, da Wildlife Direct </a>alerta leitores para um fato preocupante que vem acontecendo no Parque Nacional de Amboseli, no Quênia. <a href="http://richardleakey.wildlifedirect.org/2008/03/17/14-elephants-speared-in-amboseli/#comments">14 elefantes assassinados com arpão em Amboseli</a>: &#8220;… O leque de causas das mortes é bastante complexo - vingança, protesto político, a auto-defesa ou vegetal-, delinquência e, em menor medida em Amboseli, a caça furtiva ao marfim. Acrescentamos a esses o atual clima de incerteza e de inquietação no país, e a mistura se torna volátil e o risco para os elefantes, elevado.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/03/19/meio-ambiente-14-elefantes-assassinados-em-amboseli-quenia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quênia: Ódio tribal faz primeiras vítimas na internet</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/02/04/quenia-odio-tribal-faz-primeiras-vitimas-na-internet/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/02/04/quenia-odio-tribal-faz-primeiras-vitimas-na-internet/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 18:32:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Etnicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra & Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Kenya]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Sub-Saharan Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.globalvoicesonline.org/2008/02/04/quenia-odio-tribal-faz-primeiras-vitimas-na-internet/</guid>
		<description><![CDATA[Publicado originalmente porRebecca Wanjiku  &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
Quando os conflitos eclodiram no Quênia, após as eleições, muitos  apontaram o dedo para as rádios e os jornais acusando-os de serem  fontes de ira e de alimentarem a fogueiras do ódio tribal que sempre teve uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/rebecca-wanjiku/">Rebecca Wanjiku</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/02/04/kenya-tribal-hatred-claims-its-first-online-casualty/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Quando os conflitos eclodiram no Quênia, após as eleições, muitos  apontaram o dedo para as rádios e os jornais acusando-os de serem  fontes de ira e de alimentarem a fogueiras do ódio tribal que sempre teve uma chama acesa ao longo do tempo. Ningu&eacute;m se centrou muito nos blogues e fóruns online. Mas est&aacute; provado que os fóruns online tamb&eacute;m serviram de incubadores para gente semeadora de disc&oacute;rdia.</p>
<p><a href="http://mashada.com/">Mashada forum</a>, a primeira sala de bate-papo do Qu&ecirc;nia,  foi obrigada a fechar depois que discuss&otilde;es fugiram do controle. <a href="http://whiteafrican.com/?p=880">Relatos doWhite Africa</a> sobre o choque que teve:</p>
<blockquote>
<p>As you may already know, I&rsquo;ve been having quite a problem regulating Mashada.com, despite having recently hired people to moderate the forums. It is starting to become a reflection of what is going on on the ground in Kenya. I&rsquo;d hate for it to hinder our current efforts since I&rsquo;m directly connected to it, therefore I&rsquo;m having to shut down the forums until further notice. Facilitating civil discussions and debates has become virtually impossible.</p></blockquote>
<p class="translation">Como vocês j&aacute;  devem saber, eu tenho tido grandes problemas regulando o Mashada.com, apesar de ter recentemente contratado pessoas para moderar os fóruns. Está começando a se tornar um reflexo do  que está se passando no Quênia. Eu odiaria que isso viesse a  prejudicar os nossos esforços atuais pois estou diretamente ligado a eles, por isso estou  fechando os fóruns até segunda ordem. Facilitar  discussões e debates civis tornou-se praticamente impossível.&nbsp;</p>
<p>White African <a href="http://whiteafrican.com/?p=880">ainda acrescenta que</a>:</p>
<blockquote>
<p>The post-election violence in Kenya is horrible. Most of the people who use Mashada are part of the Kenyan diaspora based in the US and Europe, but also a healthy amount from Kenya. So, the vast majority of people using it are seeing and hearing about the atrocities happening to their friends and family and are rightfully upset.</p>
</blockquote>
<p class="translation">A violência pós-eleitoral no Quênia é horrível. A maioria das pessoas que utilizam o Mashada fazem parte da di&aacute;spora queniana baseada nos EUA e na Europa, mas também h&aacute; uma quantidade substancial de gente do Qu&ecirc;nia. Portanto, a grande maioria das pessoas que o usa  está vendo e ouvindo sobre as atrocidades que est&atilde;o acontecendo com os seus amigos e familiares e est&aacute; aborrecida com raz&atilde;o.</p>
<p>A situa&ccedil;&atilde;o est&aacute; t&atilde;o feia que alguns coment&aacute;rios tieveram que ser apagados pelos moderadores. <a href="http://www.kenyanpundit.com/?p=447">Kenyan Pundits d&aacute; um exemplo</a>:</p>
<blockquote>
<p>I&rsquo;ve deleted a comment made by someone about the hate speech on <a href="http://www.mashada.com/">Mashada</a>, not because I disagree with the concerns raised but because I know the links included would have been bait for guys to respond with their own hateful comments.</p>
<p>I have recently had a conversation with David about the kinds of inciteful and hateful speech that people are putting up on Mashada, and what he was doing about it - beyond my disgust with what people are putting up there&hellip; I was/am concerned that it would undermine the wonderful work that he is doing with Ushahidi. David says he&rsquo;s swamped and the moderators are burning out fast. He tried to shut down the website for a week, but that didn&rsquo;t help. He is considering paying moderators, but is also welcoming ideas from others (any willing to help him with moderating).</p>
</blockquote>
<p class="translation">Eu apaguei um coment&aacute;rio deixado por alguém sobre o discurso do &oacute;dio no <a href="http://www.mashada.com/">Mashada</a>, não porque não concordo com as preocupações levantadas, mas porque sabia que os links incluídos teriam sido iscas para que o pessoal respondesse com os seus próprios comentários odiosos.</p>
<p class="translation">Recentemente, conversei com David sobre esse tipo de discurso incitante e odioso que as pessoas estão colocando no Mashada e sobre o que ele estava fazendo a respeito disso - para além do meu desagrado com o que as pessoas estão escrevendo l&aacute; … Estava/estou preocupado que isso prejudicasse o magnífico trabalho que ele está fazendo com Ushahidi. David diz que ele est&aacute; cheio e os moderadores estão se mandando rapidamente. Ele tentou fechar o site durante uma semana, mas isso não ajuda. Ele está pensando em pagar aos moderadores, mas também agradece id&eacute;ias dos outros (quaisquer pessoas dispostas a ajudá-lo na moderação).</p>
<p>Em tempos de grande animosidade, blogueiros praticamente tomam partidos. Recentemente,  Kumekucha escreveu <a href="http://kumekucha.blogspot.com/2008/01/black-sunday-and-hidden-truth-about.html">a verdade sobre o Kikuyus</a> e observou:</p>
<blockquote>
<p>There cannot be and should not be any attempt to negotiate an obvious violation and abuse of office. Doing so will only further worsen an already deeply troubling situation. None of the so called high profile mediators currently in Kenya, voted in the general election of 27th December 2007, and their presence is of no value whatsoever to the masses who voted for the &ldquo;de facto&rdquo; President of Kenya Raila Amolo Odinga and the Orange Democratic Movement (ODM). The continued presence of these impostors on Kenyan soil and their empty attempts at purported mediation,only serves to further infuriate and insult the overwhelming majority that voted for Raila Odinga and ODM.</p>
</blockquote>
<p class="translation">
Não pode  e não deveria ter qualquer tentativa de negociar uma viola&ccedil;&atilde;o evidente  e abuso do poder. Isso só piora ainda mais uma situação já profundamente perturbadora. Nenhum dos chamados mediadores de alto escal&atilde;o atualmente no Quênia votou na eleição geral de 27 de Dezembro de 2007, e a presença deles n&atilde;o tem valor  nenhum  para  as massas que votaram a favor do presidente &#8220;de fato&#8221;  do Qu&ecirc;nia, Raila Amolo Odinga e do  Movimento Democrático Laranja (ODM). A presença destes impostores em solo queniano e as suas tentativas vazias de supostas mediaç&otilde;es, só servem para enfurecer e insultar ainda mais a maioria esmagadora  que votou a favor Raila Odinga e do ODM.</p>
<p>Por outro lado, <em>Kenyan enterprenuer</em> escreve que <a href="http://www.kenyanentrepreneur.com/?p=1082">Raila &eacute; um homem diab&oacute;lico em quem o inferno confiou para ganhar poder</a>:</p>
<blockquote>
<p>This idea by Raila that Kibaki is trying to kill his way to a majority in parliament is crazy and it is where Raila&rsquo;s evil treachery comes into play. He is using these deaths to score political points and to spur continued violence (he knows these deaths are not connected to Kibaki!!).</p>
<p>Look at his speech right after Were&rsquo;s death:</p>
<p>**<strong>Raila&rsquo;s Hyperbole</strong>: <em>&ldquo;An emotional Raila eulogised the slain MP, saying his life and blood would not go in vain. </em><em>&ldquo;His blood will water the tree of liberation&hellip; we will walk tall and stronger, we shall plant a flag on top of the mountain to remember him &hellip; Were shall be remembered &hellip; we will remember you brother.&rdquo;</em> Please Negroe , please.</p>
<p>Raila and Ruto have decided that if they don&rsquo;t get power, they are going to plunge the country into chaos (but of course, they will not do the fighting; they&rsquo;ll get others to do it for them). I believe Kibaki is being told to forget about negotiating with these two thugs. They must fight them to the end and bring them down (with the ultimate knockdown reserved for William Ruto).</p>
</blockquote>
<p class="translation">
Esta id&eacute;ia de Raila que Kibaki &eacute; quem está a tentando for&ccedil;ar o caminho para uma maioria no parlamento é loucura e é onde a trai&ccedil;&atilde;o diab&oacute;lica de Raila entra em jogo. Ele está usando essas mortes para marcar pontos políticos e para impulsionar  a violência (ele sabe que essas  mortes não estão ligados a Kibaki!).</br></p>
<p class="translation">Olhe para o seu discurso logo após a morte de Were:</br></p>
<p class="translation">**<em> A hip&eacute;rbole de Raila: &#8220;Um  Raila emocionado alogiou o  MP morto, afirmando que a sua vida e sangue não ca&iacute;riam em vão. &#8220;Seu sangue regar&aacute; a árvore de libertação… vamos andando erguidos e mais fortes, vamos plantar uma bandeira no topo da montanha para lembr&aacute;-lo… Were ser&aacute; lembrado… vamos lembrar de voc&ecirc;, irmão&#8221;. Negros, por favor, por favor.</em></br></p>
<p class="translation">Raila e Ruto decidiram que, caso não obtenham o poder, vão mergulhar o país no caos (mas, é claro, eles não vão aos combates; elas terão outros para lutar no lugar deles). Creio que Kibaki foi aconselhado  a esquecer a negociação com estes dois criminosos. Devem lutar até o fim e derrub&aacute;-los (com a última golpe reservado para William Ruto).</p>
<p><em>Siasa duni</em> se ofecerece para demonstrar como o presidente Kibaki roubou nas elei&ccedil;&otilde;es e <a href="http://siasaduni.blogspot.com/2008/02/how-kibaki-stole-election.html">tra&ccedil;a um paralelo entre Kibaki e o governo de Bush</a>:</p>
<blockquote>
<p>The events also have deeply unsettled the Bush administration, which has relied on Kenya as an ally in the war on terror and a bulwark of stability in East Africa. Official results gave Kibaki an edge of 231,728 votes, or 2 percent, out of about 10 million cast. Initial results of an exit poll by the U.S.-funded International Republican Institute found that Raila Odinga had won by an 8 percent margin. Election officials allowed five accredited Kenyan observers into the tallying centre only in the final phase of vote-counting, and three of them shared their accounts: all said that the gravest cheating occurred in that room, where commissioners&mdash;all appointed by Kibaki&mdash; compiled returns before announcing them to the public. </p>
</blockquote>
<p class="translation">
Os eventos também atingiram profundamente a administração Bush, que tem confiado no Quênia como um aliado na guerra contra o terror e como um baluarte da estabilidade na África Oriental. Os resultados oficiais deram a Kibaki uma vantagem de 231.728 votos, ou 2 por cento, de um total de cerca de 10 milhões de eleitores. Os primeiros resultados de uma sondagem do Instituto Republicano Internacional, financiado pelos EUA, constatou que Raila Odinga havia vencido por uma margem 8 por cento. Funcionários da elei&ccedil;&atilde;o autorizaram cinco observadores quenianos credenciados  na central de contagem, apenas na fase final da contagem dos votos, e três deles compartilharam suas impress&otilde;es: todos disseram que a mais grave das fraudes  ocorrereu em sala, onde comissários - todos nomeados por Kibaki - compilaram o resultado antes de anunciá-los ao público.
</p>
<p>[Todos os links levam a sites em inglês]</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/02/04/quenia-odio-tribal-faz-primeiras-vitimas-na-internet/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Usando ferramentas da Web 2.0 no ativismo ambiental</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/01/28/usando-ferramentas-da-web-20-no-ativismo-ambiental/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/01/28/usando-ferramentas-da-web-20-no-ativismo-ambiental/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 23:44:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cyber-Ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[D.R. of Congo]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Kenya]]></category>
		<category><![CDATA[Madagascar]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Nações Unidas]]></category>
		<category><![CDATA[Software & Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Sub-Saharan Africa]]></category>
		<category><![CDATA[WORLD]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.globalvoicesonline.org/?p=1354</guid>
		<description><![CDATA[Uma olhada em como blogueiros e ativistas ambientais estão usando as ferramentas da Web 2.0 para chamar a atenção para problemas que vão desde o desflorestamento e conservação ao aquecimento global, e as ferramentas da Web 2.0 que estão sendo usadas para o compartilhamento de informações, fotos, vídeos e para arrecadar fundos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/afromusing/">Juliana Rotich</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/01/28/using-web20-tools-for-environmental-activism/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<p>Para pegar emprestada uma folhinha do artigo do editor do Global Voices para a África Subsaariana, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/01/15/kenya-cyberactivism-in-the-aftermath-of-political-violence/">Ciber-ativismo no período pós-eleitoral no Quênia</a> [en], vamos dar uma olhada em como blogueiros e ecologistas estão usando as ferramentas da Web 2.0 para chamar a atenção para problemas que vão desde o desflorestamento e preservação ao aquecimento global, e as ferramentas da Web 2.0 que estão sendo usadas para o compartilhamento de informações, fotos, vídeos e arrecadação de fundos.</p>
<p><strong>Mashups</strong></p>
<p>Do <a href="http://www.ghacks.net/2007/11/08/six-great-google-maps-mashups/">Ghacks</a> [en], somos direcionados a dois mashups ecológicos. O primeiro é o <a href="http://www.terrapass.com/flight/flightcalc.php?submit.x=30&amp;submit.y=11">Terrapass</a> [en], que ajuda as pessoas a calcularem suas emissões de gás carbônico durante uma viagem de avião.</p>
<blockquote><p>TerraPass helps you calculate your carbon footprint, learn how to reduce it, and balance it out through the purchase of verified carbon offsets. Carbon offsets are a means of funding clean energy and carbon reduction projects that help to fight global warming.</p></blockquote>
<div class="translation">TerraPass ajuda você a calcular a sua pegada de carbono, e a aprender a reduzí-la por meio da compra de créditos de neutralização de carbono verificados. Neutralização é uma forma de financiar projetos que produzem energia limpa e reduzem o gás carbonico e assim ajudam na luta contra o aquecimento global.</div>
<p>O segundo é o <a href="http://flood.firetree.net/">Floodmaps</a>:</p>
<blockquote><p>With talk about sea level rising it is important to get a visual idea of what would happen if the sea level would rise for a certain amount of meters. Floodmaps simulates this by dynamically changing the map.</p></blockquote>
<div class="translation">Com toda essa conversa sobre o aumento do nível do mar, é importante ter uma idéia visual do que pode acontecer se o nível do mar subir mais alguns metros. Floodmaps estimula isso mudando o mapa de uma forma dinâmica.</div>
<p>Via blogue <a href="http://googlemapsmania.blogspot.com/">Googlemapsmania</a> [en], eis o link de outro mashup chamado <a href="http://mapecos.org/map">MapEcos</a> [en].</p>
<blockquote><p><a href="http://mapecos.org/map">MapEcos</a> is a collaborative website designed to provide an evenhanded view of industrial environmental performance. It combines information on industrial pollution with information from facility managers about their environmental improvement efforts. In other words, MapEcos is the first public website to tell both sides of the story</p></blockquote>
<div class="translation"><a href="http://mapecos.org/map">MapEcos</a> é um site colaborativo que fornece uma visão imparcial sobre a performance ambiental de indústrias. Ele combina informações sobre poluição industrial com informações por parte de gerentes facilitadores sobre os esforços deles para melhorar o meio-ambiente. Em outras palavras, MapEcos é o primeiro site público a contar os dois lados da história.</div>
<p>Os mashups estão sendo usados para localizar informações com mais exatidão, como pontos de reciclagem. Um exemplo disso vem do <a href="http://www.ideum.com/portfolio/torrance_recycle_map">Ideum</a> [pt], uma empresa que criou mapas no google com um <a href="http://recycletorrance.org/where.php">mashup para localizar centros de reciclagem em Torrance Califórnia</a>.</p>
<blockquote><p>Where to Recycle in Torrance, California, helps city residents to easily find recycling centers based on the items they wish to recycle. The concept is simple: the easier it is to recycle, the more recycling will happen.</p></blockquote>
<div class="translation">Onde Reciclar em Torrance, Califórnia, ajuda residentes locais a encontrar facilmente centros com base nos itens que eles desejam reciclar. O conceito é simples: quanto mais fácil reciclar for, mais a reciclagem acontece.</div>
<p>Outro mashup a ser notado é o <a href="http://exploreourpla.net/">Explore Nosso Planeta</a> [en]. Ele usa camadas nos mapas do Google Maps para mostrar informações sobre o planeta, como emissões anuais de gás carbonico por região/país e tempestades tropicais.<br />
<img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/01/pghcarbondioxyde.jpg" alt="Annual co2 emmisions by region" /></p>
<blockquote><p>Uma interface de mapa avançada com extensões em quase tempo real, fotos de satélite, fotos e milhares de outros mapas para ilustrar furacões, tempestades tropicais e terremotos, quando eles acontecem.</p></blockquote>
<p><strong>Blogues e Vídeo</strong></p>
<p>O <a href="http://www.wildlifedirect.org/blogsList.php">Wildlife Direct Blogs</a> [en] é um bom exemplo de como usar vídeos, áudio e imagens em prol de causas ambientais sobre preservação, proteção de animais selvagens e pesquisa científica sobre espécies em risco de extinção. Richard Leakey, um notável conservacionista, grava videoclipes com discussões de assuntos relacionados às mudanças climáticas e a caça às baleias, e em seguida os <a href="http://www.wildlifedirect.org/blogAdmin/richardleakey">publica em seu blogue</a> [en], fazendo com que seu comentário ecológico seja acessível em toda a internet.</p>
<p>A educação das novas gerações sobre preservação e meio-ambiente é exemplificada em um dos posts do blogue <a href="http://wildlifedirect.org/blogAdmin/wildlifeclubskenya">Wildlife Clubs of Kenya</a> (também parte do Wildlife Direct). A unidade de educação móvel vai às escolas no Quênia, mostrando vídeos e conversando com crianças sobre a necessidade da preservação e apreciação do ambiente natural. O blogue <a href="http://wildlifedirect.org/blogAdmin/wildlifeclubskenya/2007/10/30/welcome-to-wildlife-clubs-of-kenya/">publica vídeos de uma dessas visitas</a>, e continua a documentar o trabalho no Quênia.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="373" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/HEstYhUUMu0&amp;rel=1&amp;border=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="373" src="http://www.youtube.com/v/HEstYhUUMu0&amp;rel=1&amp;border=1" wmode="transparent"></embed></object></p>
<p>O blogue de proteção aos gorilas tem usado a internet para alcançar o mundo com informações e atualizações da República Democrática do Congo, país que foi destruído pela guerra. Eles também usaram o blogue para <a href="http://wildlifedirect.org/blogAdmin/gorilla/2007/12/12/urgent-appeal-20k-for-fuel-wood-for-refugees/">levantar fundos</a> principalmente para comprar lenha para pessoas deslocadas em função da guerra no país. O sucesso do apelo feito é mostrado em um <a href="http://wildlifedirect.org/blogAdmin/gorilla/2008/01/18/20k-of-fuel-wood-ready-for-distribution-to-refugee-camp-near-gorilla-sector/">post do dia 18</a> indicando que a campanha da lenha que eles tinham iniciado um mês antes ultrapassou a meta de arrecadação, que era de US$ 20 mil.</p>
<p><strong>Twitter</strong></p>
<p>O grupo de blogues do Wildlife Direct também usa a popular plataforma de ‘micro blogagem&#39; Twitter para enviar mensagens sobre proteção da fauna selvagem e esforços conservacionais na África.</p>
<p>Canal no Twitter: <a href="http://twitter.com/WildlifeDirect">Wildlife Direct</a></p>
<blockquote><p>DRC: Uplifting blog post about the women in Lomami, living independently in a man&#39;s world. http://tinyurl.com/ynv7xl 12:33 PM January 22, 2008<br />
DRC: Wanza the 2 yr old chimp recovers from flu; read more about his bar hopping, beer drinking youth here http://tinyurl.com/2bf26f 09:02 AM January 22, 2008<br />
DRC: Elephant suffers agonizing death from “Jaw Trap”. It only takes a few dollars of support to help stop this… http://tinyurl.com/2f33gc 08:51 PM January 21, 2008<br />
Kenya: We hardly know anything about Whale Sharks. Almost nothing. Donate a few bucks to help get the ball rolling http://tinyurl.com/28e4sr 12:35 PM January 21, 2008<br />
Kenya: Maasai elder remembers days when murran warriors, at nighttime, would pry lions off cattle with bare hands http://tinyurl.com/38eba5 09:22 AM January 21, 2008<br />
Cameroon: 1220 African grey parrots arrive in one day, the job now is to pull out damaged feathers. Lots of them. http://tinyurl.com/2yejb4 08:47 PM January 20, 2008<br />
Kenya: Imagine..you&#39;re bored and you&#39;re an elephant; to help pass the time you imitate the sound of trucks. http://tinyurl.com/2k2huc 03:50 PM January 19, 2008</p></blockquote>
<div class="translation">DRC: Postagem edificante sobre uma mulher em Lomami, vivendo independente em um mundo masculino. http://tinyurl.com/ynv7xl 12:33 PM 22 de janeiro 2008<br />
DRC: Wanza o chimp de 2 anos melhora da gripe; leia mais sobre esse jovem bebedor de cerveja e adorador de bar no http://tinyurl.com/2bf26f 09:02 AM 22 de janeiro 2008<br />
DRC: Elefante sofre morte agonizante de armadilha. Ajudar a parar isso custa apenas poucos dólares… http://tinyurl.com/2f33gc 08:51 PM 21 de janeiro 2008<br />
Kenya: Não sabemos quase nada sobre tubarão-baleias. Quase nada. Faça uma doação para começar a tocar a bola http://tinyurl.com/28e4sr 12:35 PM 21 de janeiro 2008<br />
Kenya: O velho Maasai se lembra dos tempos quando os guardadores de gado, de noite, salvavam o gado de leões só com as mãos http://tinyurl.com/38eba5 09:22 AM 21 de janeiro 2008<br />
Cameroon: 1.220 papagaios africanos chegaram em um só dia, o trabalho agora é arrancar penas danificadas. Muitas. http://tinyurl.com/2yejb4 08:47 PM 20 de janeiro 2008<br />
Kenya: Imagine&#8230; você está entediado, e você é um elefante; para passar o tempo imita o barulho de caminhões. http://tinyurl.com/2k2huc 03:50 PM 19 de janeiro 2008</div>
<p>A Editoria de Meio Ambiente do Global Voices usou o seu <a href="http://twitter.com/globalvoicesenv">canal no Twitter</a> no ano passado para enviar notícias da <a href="http://www.undispatch.com/livefromtheun.php">Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas</a>, e pretende usar a ferramenta no futuro quando presente em conferências e eventos.</p>
<p><strong>Flickr</strong></p>
<p>O conjunto de fotos dos 960 membros do <a href="http://flickr.com/groups/environment/">grupo de meio-ambiente no flickr</a> cria um tesouro de imagens que vão de flores, animais, moinhos e mais.<br />
<a href="http://www.flickr.com/photos/13663835@N08/">A coleção de fotos do Foko-Madagascar no flickr</a> conta com fotos da zona rural de Madagascar e dos esforços da organização na área para <a href="http://www.flickr.com/photos/ratozamanana/2013776584/in/set-72157602385209951/">plantar árvores</a> e estimular uma forma ecologicamente correta de viver.</p>
<p><strong>Facebook</strong></p>
<p>São várias as organizações no facebook que se dedicam ao meio-ambiente, clicando nas imagens abaixo para ter uma amostra dos grupos do facebook.<br />
<a href="http://greenbeltmovement.org/blog/index.php">Movimento Cinturão Verde</a><br />
<a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=4031089747"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/01/n4031089747_6380.jpg" alt="GBM" /></a></p>
<p><a href="http://www.unep.org/billiontreecampaign/index.asp">Campanha Um Bilhão de Árvores (UNEP)</a><br />
<a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=2219320836"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/01/n2219320836_32535.jpg" alt="Plant A Tree" /><br />
</a></p>
<p><strong>Miscelâneos</strong></p>
<p>Da África do Sul, o conferencista, blogueiro e empresário da internet Mike Stopforth perguntou em seu site se alguém poderia criar um selo para mostrar aos leitores como ele se preocupava com o meio-ambiente. Um designer atendeu ao chamado e <a href="http://www.mikestopforth.com/2008/01/11/enviroblog-badge/">criou um selo que pode ser baixado e usado no seu site</a>.</p>
<p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/01/enviroblog2.png" alt="Enviro blog Badge" /></p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/01/28/usando-ferramentas-da-web-20-no-ativismo-ambiental/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quênia: Blogueiros buscam curar uma nação ferida</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/01/11/quenia-blogueiros-buscam-curar-uma-nacao-ferida/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/01/11/quenia-blogueiros-buscam-curar-uma-nacao-ferida/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Jan 2008 17:40:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jan Alyne Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogueiros]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Etnicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra & Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Kenya]]></category>
		<category><![CDATA[Portuguese]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.globalvoicesonline.org/2008/01/11/quenia-blogueiros-buscam-curar-uma-nacao-ferida/</guid>
		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Jan Alyne Barbosa &#183;  Veja o post original 
Depois de uma semana de assassinatos, roubos e de loucura política testemunhados no Quênia após as eleições gerais do mês passado, blogueiros quenianos estão à frente da reconciliação, encorajando as pessoas a darem as mãos, independentemente da sua origem étnica.
Kenyan Pundit narra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/janalyne/'>Jan Alyne Barbosa</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/01/11/kenya-bloggers-seek-to-heal-a-wounded-nation/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p class="entry" id="single">Depois de uma semana de assassinatos, roubos e de loucura política testemunhados no Quênia após as eleições gerais do mês passado, blogueiros quenianos estão à frente da reconciliação, encorajando as pessoas a darem as mãos, independentemente da sua origem étnica.</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Kenyan Pundit narra os sentimentos de todos os quenianos e como eles foram afetados pela violência. No post; Diary 12 - Reach Out, ela estimula as pessoas <a href="http://www.kenyanpundit.com/?p=422">a fazerem esforços deliberados para alcançar outros</a>:</p>
<blockquote><p><em> “However, if there is a silver lining from this, at least from a personal perspective, it is that I will make deliberate effort to reach out to people from more different communities and my hope is that if we all did a little of reaching out, those preconceived notions and stereotypes will be dispelled and may be, just may be, we’ll know better next time some politician tries to exploit our diversity. That’s not to say that the authorities don’t need to address the underlying socio-economic issues.”</em></p>
<p id="result_box" dir="ltr">&#8220;No entanto, se houver uma luz no fim do túnel, pelo menos a partir de uma perspectiva pessoal, é daí que vou fazer esforço deliberado para alcançar mais pessoas de diferentes comunidades e a minha esperança é que se todos nós fizermos cada um a nossa parte, os preconceitos e estereótipos serão dissipados e pode ser que conheçamos melhor da próxima vez algum político que tente explorar a nossa diversidade. Isso não quer dizer que as autoridades não vão precisar lidar com as questões sócio-econômicas &#8220;.</p>
</blockquote>
<p>Kenya imaginar olhares sobre questões tribais e <a href="http://www.kenyaimagine.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=1025&amp;Itemid=141">interroga-se se somos detentores dos nossos irmãos:</a></p>
<blockquote><p><em> Our strength as Kenya and our united future lies in our setting aside those tribal passions and working together to make Kenya what we dream it could be. This will require forgiveness, empathy, compromise and humility. There is no other way and a perpetuation of what we have witnessed in the last 10 days is not an option……</em></p>
<p><em>To this group the political class plays master puppeteer with the consequences visible in the tears and the ashes around us. It is this that our challenge presents itself. The solution to Kenya&#39;s troubles lie in a quiet and distinct revolution in the minds of the middle class who may not control the wealth but are most certainly the only real buffer this country has to true and bloody revolution. So beyond the bonds of tribe, am I my brother&#39;s keeper? Yes. Yes I am. I must be.<br />
</em><br />
Nossa força, o Quênia e nosso futuro unido dependem da renúncia às paixões tribais, e de trabalharmos juntos para tornar o Quênia aquilo que sonhamos que pode ser. Isso requer perdão, empatia, compromisso e humildade. Não há outro caminho, e a perpetuação do que o que temos assistido nos últimos 10 dias não é uma opção……</p>
<p>Para este grupo, a classe política desempenha o titereiro, com consequências visíveis nas lágrimas e nas cinzas ao redor da gente. É esse o nosso desafio que se apresenta. A solução para os problemas do Quênia residem em uma calma e distinta revolução nas mentes da classe média, que não pode controlar a riqueza, mas que é certamente o único e verdadeiro protetor que este país tem para uma verdadeira e sangrenta revolução. Assim, para além dos laços da tribo, sou eu o detentor do meu irmão? Sim. Sim, eu sou. Devo ser.</p></blockquote>
<p id="result_box" dir="ltr">Kenya Hapa traz a história da política queniana e prevê que <a href="http://hapakenya.blogspot.com/2008/01/hidden-hand-in-kalonzos-miracle.html">o milagre de Kalonzo’s ainda está para vir:</a></p>
<blockquote><p><em>When the new cabinet was announced, there was a new vice president in town.</em></p>
<p><em>The vice president elect- Kalonzo Musyoka, was third in the presidential elections and was fond of telling people to expect miracles.</em></p>
<p id="result_box" dir="ltr">Quando o novo governo foi anunciado, houve um novo vice-presidente na cidade.</p>
<p>O vice-presidente eleito- Kalonzo Musyoka, foi o terceiro nas eleições presidenciais e gostava de dizer que as pessoas para que esperassem por milagres.</p></blockquote>
<p id="result_box" dir="ltr">Kenya Imagine <a href="http://www.kenyaimagine.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=1027&amp;Itemid=141">prevê o futuro</a>…:</p>
<blockquote><p><em>Here is what will pan out over the next five years, as the images in my crystal ball now relay to me.</em></p>
<p><em>Kalonzo Musyoka will continue as Vice President but with an increasing tension between him, Kalonzo, Uhuru Kenyatta and George Saitoti as the Kibaki succession battle warms up. The former Vice President will soon fall by the way side, however.</em></p>
<p id="result_box" dir="ltr">Aqui está o que vai acontecer durante os próximos cinco anos, assim como as imagens na minha bola de cristal agora se reestabelecem para mim.</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Kalonzo Musyoka continuará como vice-presidente, mas com um aumento da tensão entre ele, Kalonzo, Uhuru Kenyatta e George Saitoti, já que a batalha pela sucessão de Kibaki começa. No entanto, o ex-vice-presidente em breve cairá pela lateral.</p>
</blockquote>
<p><a href="http://projectsunshine.wordpress.com/2008/01/10/kenya-could-you-feel-this/">Uma visão da diáspora</a> pelo Projeto sunshine:</p>
<blockquote><p><em>Being so removed from the country, it was hard to gauge the severity of the situation. Were those numbers real? Was there something that even the ubiquitous observers had missed? With Safaricom jammed on new years’ day, I went to the net…</em></p>
<p><em>My write-up comes a little late in the game, but I hope that we can learn from our neighbors conflict and find peace. The real problem is how to remove this cancer called counter-democracy, when the politicians decide that what they want is to stay in power at all costs. Today, I heard that Kibaki went to see the humanitarian areas. The date is the ninth of January; we are only just getting back to some sanity. Thanks for stopping by, you are days and days late.<br />
</em><br />
Sendo tão retirado do país, era difícil avaliar a gravidade da situação. Foram reais esses números? Houve algo que nem mesmo os observadores onipresentes tivessem perdido? Com o Safaricom apinhado no dia do ano novo, eu fui para a rede…</p>
<p>A minha crítica chega um pouco tarde no jogo, mas espero que possamos aprender com os conflitos dos nossos vizinhos e encontrar a paz. O verdadeiro problema está em saber como remover esse câncer chamado contra-democracia, quando os políticos decidem o que querem para se manterem no poder a todo o custo. Hoje, eu ouvi que Kibaki foi ver áreas humanitárias. A data é nove de Janeiro; estamos apenas voltar a ser um pouco mais sãos. Agradeço por fazerem uma visita, vocês estão atrasados dias e dias.</p></blockquote>
<p>E o que passa com a nossa paixão? <a href="http://wherehermadnessresides.blogspot.com/2008/01/give-kenyan-people-what-they-deserve.html">Uma mulher africana dá a sua opinião</a>:</p>
<blockquote><p><em>However passionate we might be, one way or the other, if we have committed ourselves to a one man one vote system, then we must respect its fair result, even if that fair result is not according to our preference.<br />
So when our candidates of choice loose, we expect them to accept such loss with dignity in the public space, retreat to the private place to lick their wounds, and begin to come to terms with what happened, and why it happened. See Uhuru Kenyatta 2002 for further information.</em></p>
<p><em>We cannot afford to indulge the haughty clique that mocked us and disrespected us by hijacking the ballot box. We cannot afford to tolerate those who have ridiculed this symbol of our nationhood. What they have attempted to steal from us is something fundamental to our self-understanding as a Kenyan people in the early 21st century.<br />
</em></p>
<p id="result_box" dir="ltr">Mesmo que sejamos passionais, de uma forma ou de outra, se nos comprometemos com um homem um sistema de voto, então temos que respeitar o resultado justo, mesmo que esse resultado justo não esteja de acordo com a nossa preferência. Então, quando o candidatoque escolhemos perde, esperamos que eles aceitem essa perda com dignidade no espaço público, recolham-se privadamente para curar suas feridas, e começam a entrar em acordo com o que aconteceu e por que aconteceu. Veja Uhuru Kenyatta 2002 para mais informações.</p>
<p>Não se pode dar ao luxo de render-se à facção arrogante que zombou de nós e nos desrespeitou ao sequestrar as urnas. Não se pode dar ao luxo de tolerar aqueles que têm ridicularizado este símbolo da nossa nação. O que eles têm tentado roubar de nós é algo fundamental para o nosso auto-conhecimento como um povo queniano no início do século 21.</p></blockquote>
<p id="result_box" dir="ltr">O Cellar Group, uma rede profissional, <a href="http://silaha.blogspot.com/2008/01/cellar-group-citizens-pathway-to-future.html">desenvolveu uma estrutura para ser usada pelos políticos quenianos</a>:</p>
<blockquote><p><em>It is hoped that the framework would be widely discussed and guide the path to reconciliation and healing from the present circumstances. We remain positive and hopeful that Kenya has the wherewithal to competently manage the present crisis and emerge a stronger nation.<br />
</em><br />
Espera-se que a estrutura seja amplamente discutida e oriente o caminho para a reconciliação e a cura das atuais circunstâncias. Continuamos positivos e esperamos que o Quénia possua os meios necessários para gerir com competência a atual crise e emerja como uma forte nação.</p></blockquote>
<p>Matéria de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/rebecca-wanjiku/">Rebecca Wanjiku</a>.</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">clique aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">clique aqui</a>.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/01/11/quenia-blogueiros-buscam-curar-uma-nacao-ferida/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
