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	<title>Global Voices em Português &#187; Kenya</title>
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	<description>O mundo está falando. Você está ouvindo?</description>
	<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 15:27:50 +0000</pubDate>
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			<title>Global Voices em Português</title>
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		<title>Quênia: Lei dos Direitos Reprodutivos Incendeia Debate sobre Aborto</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 22:55:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Uma lei proposta por um grupo queniano de direitos da mulher, que torna mais fácil a realização de um aborto, reacendeu o debate sobre a legalização do aborto. Juhie Bhatia, Editora de Saúde Pública do Global Voices Online, acompanha a discussão na blogosfera queniana.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/08/2212925952_4b6185358f_m.jpg" alt="Positive Pregnancy Test, by Amber B McN in Flickr" />Uma lei proposta por um grupo queniano de direitos da mulher, que torna mais fácil a realização de um aborto, reacendeu o debate sobre a legalização do aborto. O procedimento é atualmente <a href="http://www.reproductiverights.org/pub_fac_abortion_laws.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.reproductiverights.org');">ilegal</a> [En] no Quênia, a não ser que a vida da mulher esteja arriscada pela gestação. Muitos líderes religiosos e políticos no país <a href="http://www.nation.co.ke/News/-/1056/462154/-/item/1/-/e6335l/-/index.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.nation.co.ke');">se manifestaram</a> [En] contra esta tentativa de mudar a lei do aborto.</p>
<p>Grupos de direitos da mulher <a href="http://womensphere.wordpress.com/2008/05/27/kenya-activists-launch-campaign-to-ease-abortion-laws/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/womensphere.wordpress.com');">lançaram</a> [En] uma campanha no início do ano para lutar para que os cuidados de saúde reprodutiva e sexual no Quênia sejam acessíveis, disponíveis e pagáveis. Parte desta campanha envolve a proposição da Lei de Direitos e Saúde Reprodutiva 2008, que foi redigida pelo escritório queniano da <a href="http://www.fidakenya.org/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.fidakenya.org');">Federação de Mulheres Advogadas</a> [En] e pela <a href="http://www.covaw.or.ke/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.covaw.or.ke');">Coalisão Sobre a Violência Contra a Mulher</a> [En]. A lei aborda várias questões de saúde reprodutiva, incluindo uma moção por acesso mais fácil aos abortos. Ela propõe, por exemplo, que uma declaração por parte da gestante ou qualquer outra prova de que sua gravidez tenha sido causada por violência sexual, estupro, defloramento ou incesto garanta o direito ao aborto.</p>
<p>Arthur Okwemba, escrevendo no <em>African Woman and Child Features Service</em> (Serviço de Informações sobre Crianças e Mulheres Africanas), <a href="http://www.awcfs.org/content/view/100/2/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.awcfs.org');">sumariza</a> [En] o debate sobre o aborto. Ele diz:</p>
<blockquote><p>“Abortion is still a hush-hush issue in Kenya. But despite laws, which restrict the termination of pregnancy, illegal abortion continues in this East African nation unabated. There are no easy answers to this emotive issue. On the one side, there are those who argue for the woman&#39;s right to choose to have a baby or not, while others, using religion as the base, argue for the rights of the fetus.”</p></blockquote>
<div class="translation">
&#8220;O aborto é um tema sobre o qual não se fala abertamente no Quênia. Mas apesar das leis, que restringem a interrupção da gravidez, o aborto ilegal continua acontecendo cotidianamente continua acontecendo nesta nação do Leste Africano. Não há respostas fáceis para esta questão tão emotiva. De um lado, há aqueles que argumentam em favor do direito da mulher em decidir se deseja ou não ter um bebê, enquanto outros, usando a religião como base, argumentam pelos direitos do feto.&#8221;</div>
<p>Os grupos pelos direitos femininos afirmam que o acesso ao aborto é também uma questão de saúde, uma vez que muitas mulheres estão recorrendo a abortos inseguros. Embora estatísticas precisas sejam difíceis de obter, já que o aborto é geralmente ilegal, um <a href="http://www.comminit.com/en/node/18044" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.comminit.com');">estudo nacional</a> [En] mostrou que aproximadamente 300.000 abortos são realizados todo ano no Quênia, levando uma média estimada de 20.000 meninas e mulheres a serem hospitalizadas com complicações de saúde relacionadas. Isso se traduz em 800 abortos por dia e na morte de 2.600 mulheres todos os anos. <a href="http://www.reproductiverights.org/pub_bo_ggr.html#executivesummary" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.reproductiverights.org');">Outro relatório</a> [En] estima que mais de 40% das mortes de gestantes no Quênia sejam dadas a complicações decorrentes de abortos inseguros.</p>
<p>Para ajudar a proteger a saúde das mulheres, <em>morpheus revolutions</em> <a href="http://morpheusrevolutions.blogspot.com/2008/04/global-gag-rule-matter-of-life-and.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/morpheusrevolutions.blogspot.com');">aponta</a> [En] que muitas vezes os médicos tomam a questão nas próprias mãos.</p>
<blockquote><p>“Kenyan doctors often take a very ‘liberal&#39; approach to the interpretation of Kenya&#39;s restrictive abortion policy, with the knowledge that if they do not, women will be forced to conduct unsafe abortions that place their lives at higher risk.”</p></blockquote>
<div class="translation">
&#8220;Médicos quenianos muitas vezes tem uma visão bastante &#8216;liberal&#39; ao interpretar a restritiva legislação sobre o aborto no país, sabendo que se eles não o fizerem, as mulheres serão forçadas a conduzir abortos inseguros que colocam suas vidas em risco.&#8221;</div>
<p>O <em>kenyaobserver</em> <a href="http://www.breakingnewskenya.com/2008/05/19/huruma/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.breakingnewskenya.com');">argumenta</a> [En] que a lei do aborto não faz sentido, e que foi escrita principalmente por, e para proteger os interesses, dos homens. Ele diz:</p>
<blockquote><p>“Kenya has one of the most restrictive abortion laws even as the rest of the world relaxes those laws yet abortion rates are increasing and becoming more dangerous as women take greater risks to complete their abortions. A visit to ward 1D in Kenya where women end after botched abortions is a sobering evidence of this. I’m sure that there are legitimate reasons for restricting abortion. The thing I don’t understand is the hypocrisy by the government on this issue given these sobering statistics. Did you know that a person found helping to complete an abortion in Kenya can be subject to capital punishment? What about the men who forcibly rape young girls, relatives and mentally retarded women all over the country?”
</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;O Quênia tem um das leis do aborto mais restritivas do mundo, enquanto o resto do mundo está relaxando suas legislações sobre o assunto. Ainda assim a quantidade de abortos está aumentando e eles estão se tornando mais perigosos conforme as mulheres se arriscam cada vez mais para realizar seus abortos. Uma visita à ala 1D no Quênia, onde as mulheres acabam indo parar depois de abortos mal suscedidos, é uma evidencia muito esclarecedora disso. Eu estou certo de que possam haver razões legítimas para se restringir o aborto. O que eu não entendo é a hipocrisia do governo sobre esta questão, mesmo em vista destas impressionantes estatísticas. Você sabia que uma pessoa descoberta ajudando a realizar um aborto no Quênia pode ser sujeita à pena capital? Mas o que acontece com os homens que estupram jovens garotas, parentes e mulheres com problemas mentais em todo o país?&#8221;</div>
<p>MUNGA, blogando no CONTROVERSIAL, <a href="http://mchlmunga.blogspot.com/2008/07/abortion-pro-life-pro-choice.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/mchlmunga.blogspot.com');">diz</a> [En] que a solução é legalizar o procedimento.</p>
<blockquote><p>“Abortion in our country Kenya is a never ending story. First you have the police going after doctors who allegedly have performed the ‘vice&#39; being imprisoned. However, the solution to the problem in my opinion is not to go after the doctor&#39;s, after all they are trying to get a sense of livelihood though through the wrong means. As such I would go for pro life and pro choice, let the ‘pregnant couple&#39; decide what to do about their situation. This will only be possible if abortion is legalised in Kenya.”</p></blockquote>
<div class="translation">
&#8220;O aborto em nosso país Quênia é uma história sem fim. Primeiro você tem a polícia indo atrás dos médicos que alegadamente teriam realizado o &#8216;crime&#39; e os prendendo. Contudo, a solução do problema, na minha opinião, é não se perseguir os médicos, afinal eles estão tentando ter sensibilidade em relação à vida, mesmo que pelos meios errados. Então eu sou a favor do pró-vida e do pró-escolha, vamos deixar que o &#8216;casal grávido&#39; decida o que fazer a respeito de sua situação. Mas isso só seria possível se o aborto fosse legal no Quênia.&#8221;</div>
<p>Contudo, outros blogueiros concordam com os políticos quenianos e com os líderes religiosos que se opõe à uma lei do aborto menos restritiva. John Smeaton, blogando pela <a href="http://spuc-director.blogspot.com/2008/08/eugenics-and-coercion-in-kenyan.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/spuc-director.blogspot.com');">Sociedade de Proteção às Crianças Não Nascidas</a>, <a href="http://spuc-director.blogspot.com/2008/08/eugenics-and-coercion-in-kenyan.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/spuc-director.blogspot.com');">diz</a> [En] que a lei não deveria ser aprovada.</p>
<blockquote><p>“The bill, if passed, will promote and allow easy access to abortion on demand, with virtually no safeguards to protect unborn children.</p>
<p>Under the subtle guise of ‘reproductive rights&#39; language, the bill declares &#39;safe and accessible abortion-related care&#39; as a reproductive right. Abortion can be permitted provided that ‘the continued pregnancy would pose a risk of injury to the woman’s physical or mental health.&#39; This will, in effect, allow abortions on demand.”</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;A lei, se aprovada, irá promover e permitir o acesso fácil ao aborto quando se quiser, com virtualmente nenhuma restrição para proteger as crianças não nascidas.<br />
Debaixo do sutil disfarce da linguagem dos &#8216;direitos reprodutivos&#39;, a lei declara que &#8216;o acesso seguro a cuidados relativos ao aborto&#39; seria um direito reprodutivo. O aborto pode ser permitido contanto que &#8216;a continuação da gestação puder colocar em risco a saúde física ou mental da mulher&#39;. Isso irá, com efeito, permitir que se aborte quando quiser.&#8221;
</div>
<p>Arthur Oktemba, escrevendo para o <em>African Woman and Child Features Service</em>, <a href="http://www.awcfs.org/content/view/100/2/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.awcfs.org');">alerta</a> [En] que indiferente do lado do debate sobre o aborto que ganhe o apoio dos quenianos, a questão precisa ser encarada &#8212; ela não irá simplesmente embora.</p>
<blockquote><p>“Recently the Kenyan press sensationalized, even using pictures, the death of <a href="http://www.mg.co.za/article/2005-10-21-too-many-illegal-abortions-little-contraception" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.mg.co.za');">15 fetuses</a> apparently due to illegal abortions. The public shrieked and public condemnation of abortion was rife. But this response will not discourage the young women, who saw no other choice open to them, from repeating the act again.”</p></blockquote>
<div class="translation">
&#8220;Recentemente a imprensa queniana sensacionalizou, usando até mesmo fotografias, a morte de 15 fetos, aparentemente por causa de abortos ilegais. O públicou gritou e a condenação pública contra o aborto foi severa. Mas esta resposta não irá desencorajar as jovens mulheres, que não tem outra escolha disponível para elas, a repetir o ato novamente.&#8221;</div>
<p><em>Foto de um <a href="http://flickr.com/photos/ambersphoto/2212925952/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/flickr.com');">Teste de Gravidez Positivo</a>, por <a href="http://flickr.com/photos/ambersphoto/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/flickr.com');">Amber B McN</a> no Flickr.</em></p>
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		<title>Kuwait: Mostrando as compras nas Olimpíadas</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/08/27/kuwait-mostrando-as-compras-nas-olimpiadas/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 18:53:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Árabes realmente adoram comprar. Eles passam horas e horas em lojas e shopping centers, e é por isso que eles quiseram exibir sua habilidade em comprar nas Olimpíadas de Verão deste ano. Infelizmente, comprar não é uma das modalidades esportivas incluídas nos jogos, mas isso não impediu alguns países árabes de exibir suas novas aquisições.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Árabes realmente adoram comprar. Eles passam horas e horas em lojas e shopping centers, e é por isso que eles quiseram exibir sua habilidade em comprar nas Olimpíadas de Verão deste ano. Infelizmente, comprar não é uma das modalidades esportivas incluídas nos jogos, mas isso não impediu alguns países árabes de exibir suas novas aquisições.</p>
<p><em>Kuwaitism</em> [Ar] nos dá uma imagem da situação <a href="http://www.kuwaitism.com/2008/08/24/%D8%A7%D9%84%D8%AD%D8%B6%D9%88%D8%B1-%D8%A7%D9%84%D8%AE%D9%84%D9%8A%D8%AC%D9%8A-%D8%A8%D8%A7%D9%84%D8%A3%D9%88%D9%84%D9%85%D8%A8%D9%8A%D8%A7%D8%AF/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.kuwaitism.com');">aqui</a>:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: right;">حبيت آخذ هالفرصة لشكر بعض ممثلينا العرب –<br />
سامويل فرانسيس (قطر)<br />
جايمس كواليا كوكوروي (قطر)<br />
فيلكس كيكواي كيبوري (قطر)<br />
سلطان زمان (قطر) الإسم الأصلي أونيسفور نكونزيمانا (بوروندي)<br />
جمال سالم (قطر) الإسم الأصلي توماس كاتيو (كينيا)<br />
دهام بشير (قطر) الإسم الأصلي دايفيد إينياغا (كينيا)<br />
عيسى راشد (قطر) الإسم الأصلي دانييل كيبكوسكي (كينيا)<br />
جابر سالم (قطر) الإسم الأصلي ياني مارشوكوف (بلغاريا) – حول جنسيته بـ1,000,000 دولار عام 2000.<br />
مبارك شامي (قطر) الإسم الأصلي ريتشارد ياتيتش (كينيا)<br />
أحمد حسن عبدالله (قطر) الإسم الأصلي ألبرت تشيبكوروي (كينيا)<br />
بلال منصور علي (بحرين) الإسم الأصلي جون ييكو (كينيا)<br />
مريم يوسف جمال (بحرين) الإسم الأصلي زينيبيش تولا (أثيوبيا)<br />
نادية الجافني (بحرين) الأصل مغربية<br />
يوسف سعد كامل (بحرين) الأصل غريغوري كونشيلا (كينيا)<br />
آدم اسماعيل خميس (بحرين) الأصل هوسيا كوسغي (كينيا)<br />
حسن محبوب (بحرين) الأصل سايلاس كيروي (كينيا)<br />
رشيد رمزي (بحرين) الأصل مغربي<br />
ناصر سعيد (بحرين) الأصل ستيفان لورو كامار (كينيا)<br />
طارق مبارك طاهر (بحرين) الأصل دينيس كيبكوروي سانغ (كينيا)<br />
محمد عبدالله زكريا (بحرين) الأصل مغربي<br />
قطر و البحرين مثلهما 11 كيني 3 مغربيين 1 بوروندي 1 أثيوبي 1 بلغاري 3 غير معروف من أفريقيا</p>
</blockquote>
<div class="translation">&#8220;Eu gostaria de aproveitar a oportunidade para agradecer a nossos representantes árabes nos jogos [Olímpicos]:<br />
Samuel A. Francis (Qatar) [nascido na Nigeria]<br />
James Kwalia C&#39;Kurui (Qatar) [nascido no Kenya]<br />
Felix Kikwai Kibore (Qatar) [nascido no Kenya]<br />
Sultan Zaman (Qatar) - nascido Onesphore Nkunzimana (no Burundi)<br />
Gamal Salem (Qatar) - nascido Thomas Katui (no Kenya)<br />
Daham Bashir (Qatar) - nascido David Nyaga (no Kenya)<br />
Essa Ismail Rashed (Qatar) - nascido Daniel Kipkosgei (no Kenya)<br />
Jaber Saeed Salem (Qatar) - nascido Yani Marchokov (na Bulgaria) ele mudou de nacionalidade por 1,000,000 Dólares em 2000.<br />
Mubarak Hassan Shami (Qatar) - nascido Richard Yatich (no Kenya)<br />
Ahmad Hassan Abdullah (Qatar) - nascido Albert Chepkurui (no Kenya)<br />
Bilal Mansour Ali (Bahrain) - nascido John Biko (no Kenya)<br />
Jamal Maryam Yusuf (Bahrain) - nascido Zenebech Tola (na Ethiopia)<br />
Nadia Ejjafini (Bahrain/ nascida no Morrocos)<br />
Yusuf Saad Kamel (Bahrain) - nascido Gregory Konchellah (no Kenya)<br />
Aadam Ismaeel Khamis (Bahrain) - nascido Hosea Kosgei (no Kenya)<br />
Hasan Mahboob (Bahrain) - nascido Silas Kirui (no Kenya)<br />
Rashid Ramzi (Bahrain/Morrocos)<br />
Nasar Sakar Saeed (Bahrain) - nascido Stephen Loruo Kamar (no Kenya)<br />
Tareq Mubarak Taher (Bahrain) - nascido Denis Kipkurui Keter (no Kenya)<br />
Mohammad Abdullah Zakaria (Bahrain/Morocco)<br />
Em resumo, o Qatar e o Bahrain foram representados por 11 Kenyanos, 3 Marroquinos, 1 Burundiano, 1 Etíope, 1 Búlgaro e 3 outros [nas Olimpíadas].</div>
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		<title>Quênia: Oficinas de blogs para a juventude marginalizada</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/07/29/quenia-oficinas-de-blogs-para-a-juventude-marginalizada/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 19:07:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Kristina Rosinski, uma voluntária na Sociedade Undungu do Quênia (USK), descreve [En] uma oficina de blogagem na qual ela ensinou jovens pobres e marginalizados a blogar e publicar fotografias. Ela nos passa os links para s blogues e fluxos de imagens do Flickr de todos os 17 participantes da oficina.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Kristina Rosinski</em>, uma voluntária na Sociedade Undungu do Quênia (<a href="http://www.addmomentum.com/Purpose/The_Undungu_Society.aspx" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.addmomentum.com');">USK</a>), <a href="http://advocacynet.org/blogs/index.php?blog=110&amp;title=voices_of_kenya_s_vulnerable_children_an&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/advocacynet.org');">descreve</a> [En] uma oficina de blogagem na qual ela ensinou jovens pobres e marginalizados a blogar e publicar fotografias. Ela nos passa os links para s blogues e fluxos de imagens do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Flickr" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Flickr</a> de todos os 17 participantes da oficina.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>África: Será que o PayPal é eficiente na África?</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/06/19/africa-sera-que-o-paypal-e-eficiente-na-africa/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 20:56:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Collins pergunta &#8220;Será que o PayPal é eficiente na África?&#8220;[En]: Eu acredito que talvez o PayPal não reconheça o potencial e as oportunidades existentes na África, e este é o momento de alardearmos esta causa e salientarmos que eles estão perdendo, e nós também.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Collins</em> pergunta &#8220;<a href="http://siku-moja.blogspot.com/2008/06/is-paypal-effective-in-africa.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/siku-moja.blogspot.com');">Será que o PayPal é eficiente na África?</a>&#8220;[En]: Eu acredito que talvez o PayPal não reconheça o potencial e as oportunidades existentes na África, e este é o momento de alardearmos esta causa e salientarmos que eles estão perdendo, e nós também.</p>
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		<item>
		<title>Tecnologia Celular para o Ativismo Ambiental</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/06/09/tecnologia-celular-para-o-ativismo-ambiental/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 23:48:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Coelho</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
Telefones celulares estão se tornando uma ferramenta importante para ativistas ambientais em todo o mundo.  Esses ativistas estão desenvolvendo novas estratégias tecnológicas para fazer coisas como educar consumidores sobre o impacto de suas decisões de compra, monitorar a vida selvagem e os níveis de poluição e lutar pela proteção florestal.
Um relatório da parceria entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://flickr.com/photos/anderaz/940144361/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/flickr.com');"><img class="alignright size-full wp-image-45004" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/06/940144361_cf6b362cd2_s.jpg" alt="Cell phone in grass" /></a><br />
Telefones celulares estão se tornando uma ferramenta importante para ativistas ambientais em todo o mundo.  Esses ativistas estão desenvolvendo novas estratégias tecnológicas para fazer coisas como educar consumidores sobre o impacto de suas decisões de compra, monitorar a vida selvagem e os níveis de poluição e lutar pela proteção florestal.</p>
<p>Um relatório da parceria entre a <em>United Nations Foundation</em> (Fundação Nações Unidas) e a <em>Vodafone Group Foundation</em> (Fundação Grupo Vodafone) descreve as diferentes formas pelas quais os celulares vêm sendo usados para a mudança social em todo o mundo. O relatório, publicado em Abril, foi intitulado <a href="http://mobileactive.org/files/MobilizingSocialChange_full.pdf" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/mobileactive.org');">”Tecnologia Sem Fio para Mudança Social: Tendências no Uso de Celulares por ONGs” [PDF]</a>.</p>
<p>A seguir, fiz uma lista das iniciativas ambientais destacadas pelas autoras do relatório, Sheila Kinkade(<a href="http://www.shareideas.org/index.php/News:Mobile_Technology_Helps_Meet_Development_Goals" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.shareideas.org');">ShareIdea.org</a>) e Katrin Verclas (<a href="http://mobileactive.org/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/mobileactive.org');">MobileActive.org</a>) e listei também alguns novos projetos que apareceram desde então.</p>
<p><a href="http://www.greenpeace.org/argentina/socios/movilizate/movilizate-flash" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.greenpeace.org');"><img class="alignright size-full wp-image-44994" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/06/greenpeacephone.png" alt="Greenpeace Argentina" /></a><strong>Argentina</strong></p>
<p>Usando telefones celulares,<a href="http://www.greenpeace.org/argentina/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.greenpeace.org');"> o Greenpeace na Argentina </a>foi capaz de reunir  apoio suficiente para fazer passar a primeira lei federal Argentina de proteção florestal. Em meados de Maio, o <a href="http://mobileactive.org/text-messaging-save-trees" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/mobileactive.org');">blog MobileActive </a> falou sobre <a href="http://www.greenpeace.org/argentina/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.greenpeace.org');">os esforços do Greenpeace nesse país para salvar árvores:</a></p>
<blockquote><p>Mobile phones are nothing new for Greenpeace Argentina. The organization has used mobile phones multiple times to mobilize its now 350,000 person-strong mobile list to successfully lobby for important environmental legislation. One of Greenpeace&#39;s significant accomplishments was the passage of the Ley de Bosques, or Forest Law.</p></blockquote>
<p class="translation">Telefones celulares não são novidade para o Greenpeace Argentina. A organização já utilizou celulares muitas vezes para mobilizar sua lista que já chega a 350 mil pessoas, para lutar, com sucesso, a favor de leis ambientais importantes. Uma das realizações significativas do Greenpeace foi a aprovação da <em>Ley de Bosques</em>, ou Lei Florestal.</p>
<p>Para tanto, segundo o Relatório Tecnologia Sem Fio para Mudança Social, o Greenpeace construiu um grande banco de dados contendo e-mails e números de celular das pessoas que assinaram um documento apoiando a Lei Florestal. Além disso, eles enviaram mensagens de texto durante audiências cruciais e antes da votação na câmara de vereadores. Eles também organizaram manifestações e assembléias usando mensagens de texto.</p>
<p><a href="http://www.urban-atmospheres.net/ParticipatoryUrbanism/index.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.urban-atmospheres.net');"><img class="alignright size-full wp-image-44996" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/06/20080605120419.jpg" alt="Ghana from above" /></a><strong>Gana</strong></p>
<p>Em Gana, um projeto mostrou que telefones celulares podem se transformar de uma ferramenta de comunicação bem difundida, em um super sensor a ser utilizado na coleta de dados ambientais. Para isso, é anexado ao celular um dispositivo especial que coleta informações científicas sobre a qualidade do ar ou até mesmo padrões de tráfego urbano. Estes dados podem ser estudados posteriormente e até aplicados sobre um mapa do google.</p>
<p>Corinne Ramey escreveu sobre esta iniciativa no <a href="http://mobileactive.org/urban-sensing-mobile-phones-data-collection" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/mobileactive.org');">Blog MobileActive </a>em Abril:</p>
<blockquote><p>In the Accra study, seven taxi drivers were provided with a dash-mounted global positioning system (GPS) device and a tube to hang from their passenger window. The tube contained a carbon monoxide sensor. Similarly, three students were each given a mobile clip sensor pack containing a GPS device, and a carbon monoxide sensor. The taxi drivers and students were asked to carry their sensors as much as possible during their normal everyday activities. Throughout the day, the sensing system automatically logged sensor data. At the end of each day, the pilot participants dropped off their sensor packs at a central location where the data was then extracted and the sensors recharged. resulted from the participatory data collection A heat-map visualization of carbon monoxide readings across Accra, Ghana rendered atop Google Earth. Colors represent individual intensity reading of carbon monoxide during a single 24-hour period across the city. Red circles are locations where actual readings were taken.</p></blockquote>
<p class="translation">No estudo realizado em Accra, sete motoristas de taxi foram equipados com um aparelho de GPS instalado no painel do veículo e um tubo para ser pendurado na janela do passageiro. Este tubo continha um sensor de monóxido de carbono. Da mesma forma, em um grupo de três estudantes, cada um recebeu um celular equipado com um aparelho de GPS e um sensor de monóxido de carbono.<br />
Foi solicitado aos motoristas de táxi e estudantes que carregassem seus sensores, o máximo possível, durante suas atividades diárias normais. Ao longo do dia, o sistema detector automaticamente registrava os dados do sensor. Ao fim de cada dia, os participantes do experimento entregavam seus equipamentos em uma central onde os dados eram extraídos e os sensores recarregados. Resultou desta coleta de dados, um mapa de intensidade das leituras de monóxido de carbono em Accra, Gana, reproduzido sobre o Google Earth. As cores representam leituras individuais de intensidade de monóxido de carbono durante um único período de 24 horas pela da cidade. Os círculos vermelhos são locais onde as leituras foram efetivamente  feitas.</p>
<p><a href="http://flickr.com/photos/tambako/1196453096/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/flickr.com');"><img class="alignright size-full wp-image-45002" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/06/1196453096_a4d65ea3e9_m.jpg" alt="Elephant in Kenya" /></a><strong>Kenya</strong></p>
<p><a href="http://mobileactive.org/files/MobilizingSocialChange_full.pdf" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/mobileactive.org');">O Relatório Tecnologia Sem Fio para Mudança Social</a> descreve os conflitos entre proprietários de terra e vida selvagem no distrito de Laikipia, no Kenya. Fazendeiros estão morrendo devido a ataques de animais selvagens e suas plantações estão sendo destruídas. Elefantes e outros animais estão sendo assassinados. Um <a href="http://www.pcworld.com/businesscenter/article/146519/cell_phones_warn_of_elephant_stampede.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.pcworld.com');">programa de prevenção de conflitos </a> que utiliza tecnologia celular, permite a comunicação entre a comunidade local, a equipe de assistência à vida selvagem e os proprietários de terra.</p>
<blockquote><p>The pilot utilized ‘Push to Talk on Cellular (Phones)’ (PoC) technology, which combines the functionality of a walkie-talkie or two-way radio with a mobile phone. PoC enables communication between two individuals, or a group of people, and is particularly useful in connecting a user group intermittently over a period of time (e.g., a working day).</p></blockquote>
<p class="translation">A iniciativa utilizou a tecnologia PoC (<em>Push to Talk on Cellular</em>, em português: aperte o botão para falar ao celular), que combina a funcionalidade de um <em>walkie-takie </em> ou  de um rádio <em>half-duplex</em> com um telefone celular. A PoC permite a comunicação entre dois indivíduos ou entre um grupo de pessoas, e é especialmente útil para conectar um grupo de usuários de modo descontínuo durante um certo período de tempo (ex.: um dia de trabalho).</p>
<p><strong>África do Sul</strong></p>
<p><a href="http://www.wwf.org.za/sassi/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.wwf.org.za');">FishMS</a> é um serviço de SMS da <em>Southern African Sustainable Seafood Initiative</em> (Iniciativa Sustentável de Frutos do Mar do Sul da África) o qual informa o status do estoque local de peixes para consumidores. Os usuários enviam uma mensagem de texto para +27 79 499 8795 com o nome do peixe que estão pensando em comprar, e são imediatamente informados se o peixe foi pescado de modo sustentável ou se deveriam pensar duas vezes antes de comprá-lo. O vídeo a seguir mostra o serviço em ação (o filme  tem legendas em inglês e foi feito por um aparelho de celular – Nokia N93).</p>
<p>[<a href="http://www.youtube.com/v/M_eJ-1byQk8&amp;hl=en" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.youtube.com');">clique aqui para assistir ao vídeo</a>]</p>
<p><a href="http://www.airtext.info/howitworks.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.airtext.info');"><img class="alignright size-full wp-image-44998" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/06/airtext2.png" alt="Airtext" /></a><strong>Reino Unido e Estados Unidos</strong></p>
<p><a href="http://www.airtext.info/howitworks.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.airtext.info');">AirText</a><br />
É um sistema que envia mensagens texto SMS, mensagens de voz ou e-mails com informações sobre os níveis de poluição em uma região específica de Londres. O serviço é direcionado a pessoas que sofrem de problemas cardíacos e respiratórios. Existem serviços semelhantes em alguns locais dos Estados Unidos, entre eles <a href="http://www.urban-atmospheres.net/Experiments/Ergo/index.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.urban-atmospheres.net');">Ergo</a> (várias localidades) e <a href="http://www.azdeq.gov/sms.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.azdeq.gov');">ADEQ</a> (no Arizona).</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-44999" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/06/mobgas_eleanim.jpg" alt="mobGas" />Pessoas que se interessem em saber o total de suas próprias emissões de GEE (gases do efeito estufa), podem baixar o aplicativo <a href="http://mobgas.jrc.ec.europa.eu/mobgas/app/staticPages/page.po?&amp;staticPageID=119350&amp;langID=20001" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/mobgas.jrc.ec.europa.eu');">mobGas</a>em seus telefones, e então basta informar sobre suas atividades diárias como cozinhar, assistir TV ou dirigir.</p>
<p>Do Relatório Tecnologia Sem Fio para Mudança Social:</p>
<blockquote><p>By helping users make connections between their daily activities and greenhouse gas emissions, mobGAS hopes to encourage individuals to make lifestyle changes. The application also offers tips on how to modify activities to decrease emissions.</p></blockquote>
<p class="translation">Ao ajudar os usuários a fazer associações entre suas atividades diárias e as emissões de GEE, mobGas espera encorajar os indivíduos a fazer mudanças em seus estilos de vida. O programa também oferece dicas sobre como modificar as atividades para diminuir as emissões.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-45000" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/06/fuelfrog.png" alt="FuelFrog" />Um projeto semelhante citado por <em>Josh Catone</em> no <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/fuelfrog_track_your_gas_mileage.php" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.readwriteweb.com');">blog Read Write Web </a> é conhecido como <a href="http://www.fuelfrog.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.fuelfrog.com');">FuelFrog</a>.  Trata-se de uma aplicação web que usa o Twitter para ajudar a monitorar o consumo de combustível por usuários:</p>
<blockquote><p>FuelFrog is exceedingly simple, and immensely useful. After each fill up, users enter their miles traveled since the last fill, the price paid, and the amount of gasoline in gallons. Over time, FuelFrog will track and graph your fuel consumption data so you can do things like identify trends in gas prices in your area, see how fuel efficient your car is (is it time to put air in the tires, perhaps?), how much you&#39;re driving, and how much you&#39;re spending.</p></blockquote>
<p class="translation">FuelFrog é extraordinariamente simples,e imensamente útil. Toda vez que o usuário abastece, ele insere a quantidade de milhas rodadas desde o último abastecimento, o preço pago e a quantidade de gasolina (em galões). Ao longo do tempo, FuelFrog irá monitorar os dados de consumo de combustível e produzir gráficos, de modo que você possa fazer coisas como identificar tendências de preço da gasolina na sua região, ver como está a eficiência  do seu carro em relação ao uso de combustível (já está na hora de calibrar os pneus, talvez?), o quanto você está usando e o quanto está desperdiçando.</p>
<p>A equipe de Meio Ambiente do Global Voices agradece <a href="http://mobileactive.org/blog/2" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/mobileactive.org');">o MobileActive</a>e <a href="http://www.shareideas.org" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.shareideas.org');">o ShareIdeas</a>pelo relatório, e gostaria de ter a colaboração dos leitores com outros exemplos do uso de telefones celulares no ativismo ambiental.</p>
<p>Veja também nosso post recente no Global Voices destacando o <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/01/28/using-web20-tools-for-environmental-activism/">uso das tecnologias da web 2.0 pelo ativismo ambiental. </a></p>
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		<title>Quênia de volta ao normal</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/03/30/quenia-de-volta-ao-normal/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/03/30/quenia-de-volta-ao-normal/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 12:16:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jan Alyne Barbosa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[É engraçado como a vida pode mudar de uma hora pra outra. Um país que estava no fundo do poço e ameaçando seguir o legado dos países fracassados da África do Estados, agora está de volta ao normal, à vida plena.
Residentes de Nairobi, que antes eram adversários e estavam preocupados com seus antecedentes étnicos, agora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É engraçado como a vida pode mudar de uma hora pra outra. Um país que estava no fundo do poço e ameaçando seguir o legado dos países fracassados da África do Estados, agora está de volta ao normal, à vida plena.</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Residentes de Nairobi, que antes eram adversários e estavam preocupados com seus antecedentes étnicos, agora estão unidos para atacar o governo local com o objetivo de substituir o ministro do governo local, em função da mudança das rotas dos transportes públicos, forçando as pessoas a caminhar longas distâncias. Vendedores ambulantes e pequenos comerciantes estão agora unidos em favor da expansão do mercado e  de uma iluminação adequada para poder vender no período da noite. O ódio étnico parece ter sido colocado em escanteio e agora as pessoas estão compartilhando uma agenda comum, ao perseguirem a sobrevivência econômica.</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Discussões online também refletem a diversidade, blogueiros estão preocupados com a Oferta Pública Inicial (OPI) da  maior e mais bem sucedida empresa de telefonia móvel da África Oriental, Safaricom. No front político, as discussões estão mais equilibradas e sóbrias, em comparação com discussões de dois meses atrás.</p>
<p id="result_box" dir="ltr">A venda da Safaricom serve como um grande sinal de que o governo está unido, porque antes das eleições, a oposição era contra a venda das ações. Agora, estão todos apoiando a mais ricas empresa do Quênia.</p>
<p id="result_box" dir="ltr"><a href="http://kumekucha.blogspot.com/2008/03/raila-odinga-now-approves-safaricom.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/kumekucha.blogspot.com');">Kumekucha</a> foi surpreendida com o fato de o líder da oposição, Raila Odinga, ter voltado atrás para apoiar a OPI, mesmo proferindo um discurso contra ela durante as campanhas:</p>
<blockquote><p><em>Raila met yesterday with Finance Minister Amos Kimunya and even the finance minister who barely 4 months ago said that the <st1 st="on"></st1><st1 st="on"></st1>Nairobi stock exchange was not a fish market in a thinly veiled personal attack targeting Hon Raila Odinga is now all of a sudden talking very respectfully about Raila. He referred to Raila and President Kibaki as<br />
“our two leaders” in a press conference where he appeared to be in a jovial mood, yesterday.</em></p>
<p><em>This is hardly the time for hero worship, but it is important that Hon Raila Odinga explains to the public what has brought about this change of heart. Don’t get me wrong, I am happy about the new found unity and co-operation between these two leaders who brought <st1 st="on"></st1><st1 st="on"></st1>Kenya to it’s worst crisis yet and to the brink of civil war. Under these circumstances peace is very desirable above anything else, and I mean anything.</em></p>
<p><em>……Still my final word on this issue is that whatever the price, I am sure it is worth it. Better peace and let us pay it. After all one can never compare human life (which is priceless) to anything else under the sun. Still, I just thought that Kenyans should be informed.</em></p>
<p>Raila se reuniu ontem com o ministro das Finanças, Amos Kimunya, que, há apenas 4 meses, disse que a bolsa de Nairobi não era um peixe em um mercado, em um ataque pessoal fracamente velado a Hon Raila Odinga, agora, de repente, fala muito respeitosamente sobre ele. Ele se referiu à Raila e ao Presidente Kibaki como &#8220;os dois líderes&#8221;, em uma conferência de imprensa, onde parecia estar em um ambiente jovial, ontem.</p>
<p>Este não é um momento de culto ao herói, mas é importante que Hon Raila Odinga explique ao público o que trouxe esta mudança no seu coração. Não me interpretem mal, estou satisfeito com a fundação da nova unidade e a cooperação entre os dois dirigentes, que deixou o Quênia em sua pior crise e à beira da guerra civil. Sob estas circunstâncias a paz é muito desejável acima qualquer outra coisa.</p>
<p>……Ainda assim, minha última palavra sobre esta questão é que qualquer que seja o preço, tenho a certeza de que vale a pena. Melhor ter paz e vamos pagar por isso. Afinal, nunca se pode comparar a vida humana (que é inestimável) com qualquer outra coisa sob o sol. Mesmo assim, eu acho que os quenianos devem ser informados.</p></blockquote>
<p>Um comentário no blog Kumekucha  resume o tema da política, dos negócios e da politicagem no Quênia e da relação que estes possuem com os pobres (a maioria):</p>
<blockquote><p><em>Like i have stated before, politics in Kenya is about class interests. You can now see which class the MPs will work for, with all of them targeting to be multi-millionaires within 5 years. Come 2010 and the succession battle begins proper they will start opposing everything the government does…and we will be ready to applaud them as our heroes, leaders, martyrs, etc.</em></p>
<p>Tal como afirmei antes, a política no Quênia tem a ver com interesses de classe. Você pode ver agora que a classe dos deputados vai trabalhar, com o objetivo de que todos sejam multi-milionários em um prazo de 5 anos. Vem 2010 e a batalha para a sucessão começa propriamente quando eles se opõem a tudo que o governo faz… e vamos estar prontos para aplaudi-los como nossos heróis, nossos líderes, mártires etc.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.kenyanentrepreneur.com/?p=1124" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.kenyanentrepreneur.com');">Kenyanentrepreneur</a> se pergunta se as pessoas se preocupam com a OPI:</p>
<blockquote><p><em>Having said that, the LSE needs to mobilise ordinary Kenyans in the rural areas to buy shares during the IPOs and also participate in the stock exchange in general. And I mean in real rural places such as Githunguri, Bondo, Matuu, Kabartonjo, Mumias, Wajir, Mwatate, Mazeras, Lodwar etc etc etc.</em></p>
<p><em>Kenyans need to become more sophisticated in their investment options. They will then stop fighting each other in medieval style with bows and arrows over scraps of land.</em></p>
<p><em>Kenyans need to realise that they can invest in the New York Stock Exchange even though they are based in their villages.</em></p>
<p id="result_box" dir="ltr">Dito isto, a LSE precisa de mobilizar os quenianos comuns nas áreas rurais para comprar ações durante as OPIs e também participar na bolsa de valores em geral. Quero dizer em reais rurais locais, tais como<br />
Githunguri, Bondo, Matuu, Kabartonjo, Mumias, Wajir, Mwatate, Mazeras, Lodwar etc. etc. etc.</p>
<p>Quenianos precisam se tornar mais sofisticados nas suas opções de investimento. Eles irão, em seguida,<br />
deixar de lutar uns com os outros em estilo medieval, com arcos e flechas durante da disputa por terras.</p>
<p>Quenianos precisam perceber que podem investir na bolsa de Nova York, mesmo vivendo em suas aldeias.</p></blockquote>
<p id="result_box" dir="ltr"><a href="http://businessinfocus.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/businessinfocus.blogspot.com');">Businessinfocus</a> questiona sobre temas morais e éticos por trás da oferta, perguntando se as ações deveriam ter sido emitidas no final do ano:</p>
<blockquote><p><em>…..hence the aura of urgency he brought in the matter citing a wide range of fiscal and monetary commitments that would not be met if Safaricom was not sold. These have since come to naught many months after the December sale failed to materialise. Mr Kimunya’s silence over these commitments while he speeds on with the sale is informed by the reality on the ground. He can no longer tell Kenyans for certain that programmes or projects will fail to materialize this financial year if Safaricom is not immediately sold because he knows that<br />
Treasury cannot have the proceeds in its coffers any time before July when the new fiscal year begins.</em></p>
<p><em>…Then there is the moral question of the authority of what is basically a transition government under which Mr Kimunya is serving as Finance minister to undertake such an important exercise only a few days before a new government is formed. Indications that President Kibaki may form a new government before the end of this week after Parliament passes the necessary Bills only leave the grim prospect that the minister’s action is driven by personal and sectarian interests.</em></p>
<p>… Por isso a aura de urgência que ele trouxe para o assunto, citando uma vasta gama de compromissos fiscais e monetários que não seriam cumpridos se Safaricom não fosse vendida. Estes não deram em nada muitos meses após a venda não ter se concretizado depois de dezembro. O silêncio do senhor Kimunya em relação a estes compromissos enquanto ele acelera a venda é informado pela realidade crua. Ele já não pode dizer com segurança aos quenianos se determinados programas ou projetos vão acontecer este ano se a Safaricom não for imediatamente vendida, porque ele sabe que o Tesouro não pode obter os lucros em seus cofres antes de julho, quando começa o novo ano fiscal.</p>
<p>…Depois, há a questão moral da autoridade do que é basicamente um governo de transição sob o qual o senhor deputado Kimunya está servindo como ministro das Finanças para levar a cabo um exercício tão importante<br />
apenas alguns dias antes de um novo governo ser constituído. Indicações de que o presidente Kibaki pode formar um novo governo antes do final desta semana após a aprovação dos projetos necessários pelo Parlamento, deixa-nos a triste perspectiva de que a da ação do ministro é orientada por interesses pessoais e sectários.</p></blockquote>
<p>Para um prévia da ameaçadora crise dos ambulantes e dos transportes públicos, <a href="http://tengeza.blogspot.com/2008/03/more-on-muthurwa-market-and-dogs-master.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/tengeza.blogspot.com');">Tengeza</a> fez um upload do Googlemaps, mostrando a caótica cena que demonstra o mau planejamento das infra-estruturas públicas do Quênia .</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">clique aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">clique aqui</a>.</em></p>
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		<title>Meio ambiente: 14 elefantes assassinados em Amboseli, Quênia</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/03/19/meio-ambiente-14-elefantes-assassinados-em-amboseli-quenia/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/03/19/meio-ambiente-14-elefantes-assassinados-em-amboseli-quenia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 12:15:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jan Alyne Barbosa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Kenya]]></category>

		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

		<category><![CDATA[Roundups]]></category>

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		<description><![CDATA[Richard Leakey, da Wildlife Direct alerta leitores para um fato preocupante que vem acontecendo no Parque Nacional de Amboseli, no Quênia. 14 elefantes assassinados com arpão em Amboseli: &#8220;… O leque de causas das mortes é bastante complexo - vingança, protesto político, a auto-defesa ou vegetal-, delinquência e, em menor medida em Amboseli, a caça [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://richardleakey.wildlifedirect.org/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/richardleakey.wildlifedirect.org');">Richard Leakey, da Wildlife Direct </a>alerta leitores para um fato preocupante que vem acontecendo no Parque Nacional de Amboseli, no Quênia. <a href="http://richardleakey.wildlifedirect.org/2008/03/17/14-elephants-speared-in-amboseli/#comments" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/richardleakey.wildlifedirect.org');">14 elefantes assassinados com arpão em Amboseli</a>: &#8220;… O leque de causas das mortes é bastante complexo - vingança, protesto político, a auto-defesa ou vegetal-, delinquência e, em menor medida em Amboseli, a caça furtiva ao marfim. Acrescentamos a esses o atual clima de incerteza e de inquietação no país, e a mistura se torna volátil e o risco para os elefantes, elevado.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Quênia: Ódio tribal faz primeiras vítimas na internet</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 18:32:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>

		<category><![CDATA[Etnicidade]]></category>

		<category><![CDATA[Guerra &amp; Conflito]]></category>

		<category><![CDATA[Kenya]]></category>

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		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando os conflitos eclodiram no Quênia, após as eleições, muitos  apontaram o dedo para as rádios e os jornais acusando-os de serem  fontes de ira e de alimentarem a fogueiras do ódio tribal que sempre teve uma chama acesa ao longo do tempo. Ningu&#233;m se centrou muito nos blogues e fóruns online. Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando os conflitos eclodiram no Quênia, após as eleições, muitos  apontaram o dedo para as rádios e os jornais acusando-os de serem  fontes de ira e de alimentarem a fogueiras do ódio tribal que sempre teve uma chama acesa ao longo do tempo. Ningu&eacute;m se centrou muito nos blogues e fóruns online. Mas est&aacute; provado que os fóruns online tamb&eacute;m serviram de incubadores para gente semeadora de disc&oacute;rdia.</p>
<p><a href="http://mashada.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/mashada.com');">Mashada forum</a>, a primeira sala de bate-papo do Qu&ecirc;nia,  foi obrigada a fechar depois que discuss&otilde;es fugiram do controle. <a href="http://whiteafrican.com/?p=880" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/whiteafrican.com');">Relatos doWhite Africa</a> sobre o choque que teve:</p>
<blockquote>
<p>As you may already know, I&rsquo;ve been having quite a problem regulating Mashada.com, despite having recently hired people to moderate the forums. It is starting to become a reflection of what is going on on the ground in Kenya. I&rsquo;d hate for it to hinder our current efforts since I&rsquo;m directly connected to it, therefore I&rsquo;m having to shut down the forums until further notice. Facilitating civil discussions and debates has become virtually impossible.</p></blockquote>
<p class="translation">Como vocês j&aacute;  devem saber, eu tenho tido grandes problemas regulando o Mashada.com, apesar de ter recentemente contratado pessoas para moderar os fóruns. Está começando a se tornar um reflexo do  que está se passando no Quênia. Eu odiaria que isso viesse a  prejudicar os nossos esforços atuais pois estou diretamente ligado a eles, por isso estou  fechando os fóruns até segunda ordem. Facilitar  discussões e debates civis tornou-se praticamente impossível.&nbsp;</p>
<p>White African <a href="http://whiteafrican.com/?p=880" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/whiteafrican.com');">ainda acrescenta que</a>:</p>
<blockquote>
<p>The post-election violence in Kenya is horrible. Most of the people who use Mashada are part of the Kenyan diaspora based in the US and Europe, but also a healthy amount from Kenya. So, the vast majority of people using it are seeing and hearing about the atrocities happening to their friends and family and are rightfully upset.</p>
</blockquote>
<p class="translation">A violência pós-eleitoral no Quênia é horrível. A maioria das pessoas que utilizam o Mashada fazem parte da di&aacute;spora queniana baseada nos EUA e na Europa, mas também h&aacute; uma quantidade substancial de gente do Qu&ecirc;nia. Portanto, a grande maioria das pessoas que o usa  está vendo e ouvindo sobre as atrocidades que est&atilde;o acontecendo com os seus amigos e familiares e est&aacute; aborrecida com raz&atilde;o.</p>
<p>A situa&ccedil;&atilde;o est&aacute; t&atilde;o feia que alguns coment&aacute;rios tieveram que ser apagados pelos moderadores. <a href="http://www.kenyanpundit.com/?p=447" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.kenyanpundit.com');">Kenyan Pundits d&aacute; um exemplo</a>:</p>
<blockquote>
<p>I&rsquo;ve deleted a comment made by someone about the hate speech on <a href="http://www.mashada.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.mashada.com');">Mashada</a>, not because I disagree with the concerns raised but because I know the links included would have been bait for guys to respond with their own hateful comments.</p>
<p>I have recently had a conversation with David about the kinds of inciteful and hateful speech that people are putting up on Mashada, and what he was doing about it - beyond my disgust with what people are putting up there&hellip; I was/am concerned that it would undermine the wonderful work that he is doing with Ushahidi. David says he&rsquo;s swamped and the moderators are burning out fast. He tried to shut down the website for a week, but that didn&rsquo;t help. He is considering paying moderators, but is also welcoming ideas from others (any willing to help him with moderating).</p>
</blockquote>
<p class="translation">Eu apaguei um coment&aacute;rio deixado por alguém sobre o discurso do &oacute;dio no <a href="http://www.mashada.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.mashada.com');">Mashada</a>, não porque não concordo com as preocupações levantadas, mas porque sabia que os links incluídos teriam sido iscas para que o pessoal respondesse com os seus próprios comentários odiosos.</p>
<p class="translation">Recentemente, conversei com David sobre esse tipo de discurso incitante e odioso que as pessoas estão colocando no Mashada e sobre o que ele estava fazendo a respeito disso - para além do meu desagrado com o que as pessoas estão escrevendo l&aacute; … Estava/estou preocupado que isso prejudicasse o magnífico trabalho que ele está fazendo com Ushahidi. David diz que ele est&aacute; cheio e os moderadores estão se mandando rapidamente. Ele tentou fechar o site durante uma semana, mas isso não ajuda. Ele está pensando em pagar aos moderadores, mas também agradece id&eacute;ias dos outros (quaisquer pessoas dispostas a ajudá-lo na moderação).</p>
<p>Em tempos de grande animosidade, blogueiros praticamente tomam partidos. Recentemente,  Kumekucha escreveu <a href="http://kumekucha.blogspot.com/2008/01/black-sunday-and-hidden-truth-about.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/kumekucha.blogspot.com');">a verdade sobre o Kikuyus</a> e observou:</p>
<blockquote>
<p>There cannot be and should not be any attempt to negotiate an obvious violation and abuse of office. Doing so will only further worsen an already deeply troubling situation. None of the so called high profile mediators currently in Kenya, voted in the general election of 27th December 2007, and their presence is of no value whatsoever to the masses who voted for the &ldquo;de facto&rdquo; President of Kenya Raila Amolo Odinga and the Orange Democratic Movement (ODM). The continued presence of these impostors on Kenyan soil and their empty attempts at purported mediation,only serves to further infuriate and insult the overwhelming majority that voted for Raila Odinga and ODM.</p>
</blockquote>
<p class="translation">
Não pode  e não deveria ter qualquer tentativa de negociar uma viola&ccedil;&atilde;o evidente  e abuso do poder. Isso só piora ainda mais uma situação já profundamente perturbadora. Nenhum dos chamados mediadores de alto escal&atilde;o atualmente no Quênia votou na eleição geral de 27 de Dezembro de 2007, e a presença deles n&atilde;o tem valor  nenhum  para  as massas que votaram a favor do presidente &#8220;de fato&#8221;  do Qu&ecirc;nia, Raila Amolo Odinga e do  Movimento Democrático Laranja (ODM). A presença destes impostores em solo queniano e as suas tentativas vazias de supostas mediaç&otilde;es, só servem para enfurecer e insultar ainda mais a maioria esmagadora  que votou a favor Raila Odinga e do ODM.</p>
<p>Por outro lado, <em>Kenyan enterprenuer</em> escreve que <a href="http://www.kenyanentrepreneur.com/?p=1082" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.kenyanentrepreneur.com');">Raila &eacute; um homem diab&oacute;lico em quem o inferno confiou para ganhar poder</a>:</p>
<blockquote>
<p>This idea by Raila that Kibaki is trying to kill his way to a majority in parliament is crazy and it is where Raila&rsquo;s evil treachery comes into play. He is using these deaths to score political points and to spur continued violence (he knows these deaths are not connected to Kibaki!!).</p>
<p>Look at his speech right after Were&rsquo;s death:</p>
<p>**<strong>Raila&rsquo;s Hyperbole</strong>: <em>&ldquo;An emotional Raila eulogised the slain MP, saying his life and blood would not go in vain. </em><em>&ldquo;His blood will water the tree of liberation&hellip; we will walk tall and stronger, we shall plant a flag on top of the mountain to remember him &hellip; Were shall be remembered &hellip; we will remember you brother.&rdquo;</em> Please Negroe , please.</p>
<p>Raila and Ruto have decided that if they don&rsquo;t get power, they are going to plunge the country into chaos (but of course, they will not do the fighting; they&rsquo;ll get others to do it for them). I believe Kibaki is being told to forget about negotiating with these two thugs. They must fight them to the end and bring them down (with the ultimate knockdown reserved for William Ruto).</p>
</blockquote>
<p class="translation">
Esta id&eacute;ia de Raila que Kibaki &eacute; quem está a tentando for&ccedil;ar o caminho para uma maioria no parlamento é loucura e é onde a trai&ccedil;&atilde;o diab&oacute;lica de Raila entra em jogo. Ele está usando essas mortes para marcar pontos políticos e para impulsionar  a violência (ele sabe que essas  mortes não estão ligados a Kibaki!).</br></p>
<p class="translation">Olhe para o seu discurso logo após a morte de Were:</br></p>
<p class="translation">**<em> A hip&eacute;rbole de Raila: &#8220;Um  Raila emocionado alogiou o  MP morto, afirmando que a sua vida e sangue não ca&iacute;riam em vão. &#8220;Seu sangue regar&aacute; a árvore de libertação… vamos andando erguidos e mais fortes, vamos plantar uma bandeira no topo da montanha para lembr&aacute;-lo… Were ser&aacute; lembrado… vamos lembrar de voc&ecirc;, irmão&#8221;. Negros, por favor, por favor.</em></br></p>
<p class="translation">Raila e Ruto decidiram que, caso não obtenham o poder, vão mergulhar o país no caos (mas, é claro, eles não vão aos combates; elas terão outros para lutar no lugar deles). Creio que Kibaki foi aconselhado  a esquecer a negociação com estes dois criminosos. Devem lutar até o fim e derrub&aacute;-los (com a última golpe reservado para William Ruto).</p>
<p><em>Siasa duni</em> se ofecerece para demonstrar como o presidente Kibaki roubou nas elei&ccedil;&otilde;es e <a href="http://siasaduni.blogspot.com/2008/02/how-kibaki-stole-election.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/siasaduni.blogspot.com');">tra&ccedil;a um paralelo entre Kibaki e o governo de Bush</a>:</p>
<blockquote>
<p>The events also have deeply unsettled the Bush administration, which has relied on Kenya as an ally in the war on terror and a bulwark of stability in East Africa. Official results gave Kibaki an edge of 231,728 votes, or 2 percent, out of about 10 million cast. Initial results of an exit poll by the U.S.-funded International Republican Institute found that Raila Odinga had won by an 8 percent margin. Election officials allowed five accredited Kenyan observers into the tallying centre only in the final phase of vote-counting, and three of them shared their accounts: all said that the gravest cheating occurred in that room, where commissioners&mdash;all appointed by Kibaki&mdash; compiled returns before announcing them to the public. </p>
</blockquote>
<p class="translation">
Os eventos também atingiram profundamente a administração Bush, que tem confiado no Quênia como um aliado na guerra contra o terror e como um baluarte da estabilidade na África Oriental. Os resultados oficiais deram a Kibaki uma vantagem de 231.728 votos, ou 2 por cento, de um total de cerca de 10 milhões de eleitores. Os primeiros resultados de uma sondagem do Instituto Republicano Internacional, financiado pelos EUA, constatou que Raila Odinga havia vencido por uma margem 8 por cento. Funcionários da elei&ccedil;&atilde;o autorizaram cinco observadores quenianos credenciados  na central de contagem, apenas na fase final da contagem dos votos, e três deles compartilharam suas impress&otilde;es: todos disseram que a mais grave das fraudes  ocorrereu em sala, onde comissários - todos nomeados por Kibaki - compilaram o resultado antes de anunciá-los ao público.
</p>
<p>[Todos os links levam a sites em inglês]</p>
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		<title>Quênia: Blogueiros buscam curar uma nação ferida</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/01/11/quenia-blogueiros-buscam-curar-uma-nacao-ferida/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Jan 2008 17:40:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jan Alyne Barbosa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blogueiros]]></category>

		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

		<category><![CDATA[Etnicidade]]></category>

		<category><![CDATA[Governança]]></category>

		<category><![CDATA[Guerra &amp; Conflito]]></category>

		<category><![CDATA[Idéias]]></category>

		<category><![CDATA[Kenya]]></category>

		<category><![CDATA[Portuguese]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de uma semana de assassinatos, roubos e de loucura política testemunhados no Quênia após as eleições gerais do mês passado, blogueiros quenianos estão à frente da reconciliação, encorajando as pessoas a darem as mãos, independentemente da sua origem étnica.
Kenyan Pundit narra os sentimentos de todos os quenianos e como eles foram afetados pela violência. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="entry" id="single">Depois de uma semana de assassinatos, roubos e de loucura política testemunhados no Quênia após as eleições gerais do mês passado, blogueiros quenianos estão à frente da reconciliação, encorajando as pessoas a darem as mãos, independentemente da sua origem étnica.</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Kenyan Pundit narra os sentimentos de todos os quenianos e como eles foram afetados pela violência. No post; Diary 12 - Reach Out, ela estimula as pessoas <a href="http://www.kenyanpundit.com/?p=422" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.kenyanpundit.com');">a fazerem esforços deliberados para alcançar outros</a>:</p>
<blockquote><p><em> “However, if there is a silver lining from this, at least from a personal perspective, it is that I will make deliberate effort to reach out to people from more different communities and my hope is that if we all did a little of reaching out, those preconceived notions and stereotypes will be dispelled and may be, just may be, we’ll know better next time some politician tries to exploit our diversity. That’s not to say that the authorities don’t need to address the underlying socio-economic issues.”</em></p>
<p id="result_box" dir="ltr">&#8220;No entanto, se houver uma luz no fim do túnel, pelo menos a partir de uma perspectiva pessoal, é daí que vou fazer esforço deliberado para alcançar mais pessoas de diferentes comunidades e a minha esperança é que se todos nós fizermos cada um a nossa parte, os preconceitos e estereótipos serão dissipados e pode ser que conheçamos melhor da próxima vez algum político que tente explorar a nossa diversidade. Isso não quer dizer que as autoridades não vão precisar lidar com as questões sócio-econômicas &#8220;.</p>
</blockquote>
<p>Kenya imaginar olhares sobre questões tribais e <a href="http://www.kenyaimagine.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=1025&amp;Itemid=141" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.kenyaimagine.com');">interroga-se se somos detentores dos nossos irmãos:</a></p>
<blockquote><p><em> Our strength as Kenya and our united future lies in our setting aside those tribal passions and working together to make Kenya what we dream it could be. This will require forgiveness, empathy, compromise and humility. There is no other way and a perpetuation of what we have witnessed in the last 10 days is not an option……</em></p>
<p><em>To this group the political class plays master puppeteer with the consequences visible in the tears and the ashes around us. It is this that our challenge presents itself. The solution to Kenya&#39;s troubles lie in a quiet and distinct revolution in the minds of the middle class who may not control the wealth but are most certainly the only real buffer this country has to true and bloody revolution. So beyond the bonds of tribe, am I my brother&#39;s keeper? Yes. Yes I am. I must be.<br />
</em><br />
Nossa força, o Quênia e nosso futuro unido dependem da renúncia às paixões tribais, e de trabalharmos juntos para tornar o Quênia aquilo que sonhamos que pode ser. Isso requer perdão, empatia, compromisso e humildade. Não há outro caminho, e a perpetuação do que o que temos assistido nos últimos 10 dias não é uma opção……</p>
<p>Para este grupo, a classe política desempenha o titereiro, com consequências visíveis nas lágrimas e nas cinzas ao redor da gente. É esse o nosso desafio que se apresenta. A solução para os problemas do Quênia residem em uma calma e distinta revolução nas mentes da classe média, que não pode controlar a riqueza, mas que é certamente o único e verdadeiro protetor que este país tem para uma verdadeira e sangrenta revolução. Assim, para além dos laços da tribo, sou eu o detentor do meu irmão? Sim. Sim, eu sou. Devo ser.</p></blockquote>
<p id="result_box" dir="ltr">Kenya Hapa traz a história da política queniana e prevê que <a href="http://hapakenya.blogspot.com/2008/01/hidden-hand-in-kalonzos-miracle.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/hapakenya.blogspot.com');">o milagre de Kalonzo’s ainda está para vir:</a></p>
<blockquote><p><em>When the new cabinet was announced, there was a new vice president in town.</em></p>
<p><em>The vice president elect- Kalonzo Musyoka, was third in the presidential elections and was fond of telling people to expect miracles.</em></p>
<p id="result_box" dir="ltr">Quando o novo governo foi anunciado, houve um novo vice-presidente na cidade.</p>
<p>O vice-presidente eleito- Kalonzo Musyoka, foi o terceiro nas eleições presidenciais e gostava de dizer que as pessoas para que esperassem por milagres.</p></blockquote>
<p id="result_box" dir="ltr">Kenya Imagine <a href="http://www.kenyaimagine.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=1027&amp;Itemid=141" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.kenyaimagine.com');">prevê o futuro</a>…:</p>
<blockquote><p><em>Here is what will pan out over the next five years, as the images in my crystal ball now relay to me.</em></p>
<p><em>Kalonzo Musyoka will continue as Vice President but with an increasing tension between him, Kalonzo, Uhuru Kenyatta and George Saitoti as the Kibaki succession battle warms up. The former Vice President will soon fall by the way side, however.</em></p>
<p id="result_box" dir="ltr">Aqui está o que vai acontecer durante os próximos cinco anos, assim como as imagens na minha bola de cristal agora se reestabelecem para mim.</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Kalonzo Musyoka continuará como vice-presidente, mas com um aumento da tensão entre ele, Kalonzo, Uhuru Kenyatta e George Saitoti, já que a batalha pela sucessão de Kibaki começa. No entanto, o ex-vice-presidente em breve cairá pela lateral.</p>
</blockquote>
<p><a href="http://projectsunshine.wordpress.com/2008/01/10/kenya-could-you-feel-this/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/projectsunshine.wordpress.com');">Uma visão da diáspora</a> pelo Projeto sunshine:</p>
<blockquote><p><em>Being so removed from the country, it was hard to gauge the severity of the situation. Were those numbers real? Was there something that even the ubiquitous observers had missed? With Safaricom jammed on new years’ day, I went to the net…</em></p>
<p><em>My write-up comes a little late in the game, but I hope that we can learn from our neighbors conflict and find peace. The real problem is how to remove this cancer called counter-democracy, when the politicians decide that what they want is to stay in power at all costs. Today, I heard that Kibaki went to see the humanitarian areas. The date is the ninth of January; we are only just getting back to some sanity. Thanks for stopping by, you are days and days late.<br />
</em><br />
Sendo tão retirado do país, era difícil avaliar a gravidade da situação. Foram reais esses números? Houve algo que nem mesmo os observadores onipresentes tivessem perdido? Com o Safaricom apinhado no dia do ano novo, eu fui para a rede…</p>
<p>A minha crítica chega um pouco tarde no jogo, mas espero que possamos aprender com os conflitos dos nossos vizinhos e encontrar a paz. O verdadeiro problema está em saber como remover esse câncer chamado contra-democracia, quando os políticos decidem o que querem para se manterem no poder a todo o custo. Hoje, eu ouvi que Kibaki foi ver áreas humanitárias. A data é nove de Janeiro; estamos apenas voltar a ser um pouco mais sãos. Agradeço por fazerem uma visita, vocês estão atrasados dias e dias.</p></blockquote>
<p>E o que passa com a nossa paixão? <a href="http://wherehermadnessresides.blogspot.com/2008/01/give-kenyan-people-what-they-deserve.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/wherehermadnessresides.blogspot.com');">Uma mulher africana dá a sua opinião</a>:</p>
<blockquote><p><em>However passionate we might be, one way or the other, if we have committed ourselves to a one man one vote system, then we must respect its fair result, even if that fair result is not according to our preference.<br />
So when our candidates of choice loose, we expect them to accept such loss with dignity in the public space, retreat to the private place to lick their wounds, and begin to come to terms with what happened, and why it happened. See Uhuru Kenyatta 2002 for further information.</em></p>
<p><em>We cannot afford to indulge the haughty clique that mocked us and disrespected us by hijacking the ballot box. We cannot afford to tolerate those who have ridiculed this symbol of our nationhood. What they have attempted to steal from us is something fundamental to our self-understanding as a Kenyan people in the early 21st century.<br />
</em></p>
<p id="result_box" dir="ltr">Mesmo que sejamos passionais, de uma forma ou de outra, se nos comprometemos com um homem um sistema de voto, então temos que respeitar o resultado justo, mesmo que esse resultado justo não esteja de acordo com a nossa preferência. Então, quando o candidatoque escolhemos perde, esperamos que eles aceitem essa perda com dignidade no espaço público, recolham-se privadamente para curar suas feridas, e começam a entrar em acordo com o que aconteceu e por que aconteceu. Veja Uhuru Kenyatta 2002 para mais informações.</p>
<p>Não se pode dar ao luxo de render-se à facção arrogante que zombou de nós e nos desrespeitou ao sequestrar as urnas. Não se pode dar ao luxo de tolerar aqueles que têm ridicularizado este símbolo da nossa nação. O que eles têm tentado roubar de nós é algo fundamental para o nosso auto-conhecimento como um povo queniano no início do século 21.</p></blockquote>
<p id="result_box" dir="ltr">O Cellar Group, uma rede profissional, <a href="http://silaha.blogspot.com/2008/01/cellar-group-citizens-pathway-to-future.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/silaha.blogspot.com');">desenvolveu uma estrutura para ser usada pelos políticos quenianos</a>:</p>
<blockquote><p><em>It is hoped that the framework would be widely discussed and guide the path to reconciliation and healing from the present circumstances. We remain positive and hopeful that Kenya has the wherewithal to competently manage the present crisis and emerge a stronger nation.<br />
</em><br />
Espera-se que a estrutura seja amplamente discutida e oriente o caminho para a reconciliação e a cura das atuais circunstâncias. Continuamos positivos e esperamos que o Quénia possua os meios necessários para gerir com competência a atual crise e emerja como uma forte nação.</p></blockquote>
<p>Matéria de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/rebecca-wanjiku/">Rebecca Wanjiku</a>.</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">clique aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">clique aqui</a>.</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Quênia: Filmes sobre agitação e esperança</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/01/10/quenia-filmes-sobre-agitacao-e-esperanca/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/01/10/quenia-filmes-sobre-agitacao-e-esperanca/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Jan 2008 12:42:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cyber-Ativismo]]></category>

		<category><![CDATA[Eleições]]></category>

		<category><![CDATA[Filme]]></category>

		<category><![CDATA[Guerra &amp; Conflito]]></category>

		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[Humanitário]]></category>

		<category><![CDATA[Kenya]]></category>

		<category><![CDATA[Protesto]]></category>

		<category><![CDATA[Sub-Saharan Africa]]></category>

		<category><![CDATA[Video]]></category>

		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

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		<description><![CDATA[

Palavras podem contar uma história, fotos nos apresentam imagens, e vídeos t&#234;m uma forma especial de combinar as duas coisas, tornando mais fácil que uma  ligação emocional se forme com o que está acontecendo. Durante os violentos acontecimentos desencadeados pelo surpreendente resultado das eleições no Qu&#234;nia, a imprensa foi calada e muitos tiveram que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="entry" id="single">
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Palavras podem contar uma história, fotos nos apresentam imagens, e vídeos t&ecirc;m uma forma especial de combinar as duas coisas, tornando mais fácil que uma  ligação emocional se forme com o que está acontecendo. Durante os violentos acontecimentos desencadeados pelo surpreendente resultado das eleições no Qu&ecirc;nia, a imprensa foi calada e muitos tiveram que depender da internet para suprir suas necessidades de informação, outros tomaram a responsabilidade de  criar os seus meios de comunicação, testemunhando esses acontecimentos com uma c&acirc;mera na mão.</p>
<p>No Facebook, o usu&aacute;rio <a href="http://www.facebook.com/video/?oid=6646557909" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.facebook.com');">Duncan Musicha postou 8 curtas</a> gravados com que parece ser uma  c&acirc;mera de celular no grupo <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=6646557909" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.facebook.com');">&ldquo;Peace on Kenya&rdquo;</a> [Paz no Qu&ecirc;nia]. Nesses v&iacute;deos, pessoas podem ser vistas correndo da pol&iacute;cia, tiros podem ser ouvidos e corpos podem ainda ser vistos no ch&atilde;o.</p>
<p>No clipe a seguir, <em><a href="http://youtube.com/watch?v=IAmvQFTHTYI" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/youtube.com');">Refugiados em nosso pr&oacute;prio pa&iacute;s</a></em> do <a href="http://youtube.com/profile?user=NTVKenya" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/youtube.com');">NTVKenya</a> mostra os refugiados que chegaram na delegacia de pol&iacute;cia de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Eldoret" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Eldoret</a> e no <a href="http://politics.nationmedia.com/vids.asp?v=IAmvQFTHTYI" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/politics.nationmedia.com');">parque Jamuhuri em Nairobi</a>: são na maioria mulheres e crianças fugindo da violência étnica alimentada pelos resultados da eleição, sem saber quando eles poderiam voltar para suas aldeias saqueadas e incendiados.</p>
</p>
<p><object width="402" height="377">
<param name="movie" value="http://www.overstream.net/swf/player/OverstreamPlayerLoader-X.swf?BasePath=http://www.overstream.net/swf/player/&#038;oid=aaugauewe5mo&#038;noplay=1"></param>
<param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.overstream.net/swf/player/OverstreamPlayerLoader-X.swf?BasePath=http://www.overstream.net/swf/player/&#038;oid=aaugauewe5mo&#038;noplay=1" type="application/x-shockwave-flash" width="402" height="377" allowFullScreen="true"></embed></object></p>
<p>  <a href="http://youtube.com/watch?v=nTDiPFbav_E" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/youtube.com');"></a></p>
<p><a href="http://youtube.com/watch?v=nTDiPFbav_E" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/youtube.com');">Aljazeera em ingl&ecirc;s tem 12 minutos de not&iacute;cia</a> sobre a situa&ccedil;&atilde;o entre os candidatos opostos <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mwai_Kibaki" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Mwai Kibaki from PNU</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Raila_Odinga" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Raila Odinga from ODM</a>, assim como sobre o acordo da reuni&atilde;o para discutir a situação, também prestando informações gerais sobre história política queniana.</p>
<p>V&iacute;deos tamb&eacute;m d&atilde;o &agrave;s pessoas uma forma de denunciar casos de viol&ecirc;ncia e outros incidentes.Em <a href="http://www.ushahidi.com/incident.asp?id=12" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.ushahidi.com');">Ushahidi.com</a>, a reportagem de um casa queimando em Kapsoya, perto Eldoret, &eacute; acompanhada de uma <a href="http://youtube.com/watch?v=vRTsWYaCZpE" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/youtube.com');">entrevista em v&iacute;deo</a>, disponibilizada no <a href="http://youtube.com/profile?user=afromusing" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/youtube.com');">youtube</a> por <a href="http://www.afromusing.com/blog/2008/01/09/people-are-suffering/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.afromusing.com');">afromusing</a>, cujos relatos dos eventos pr&eacute; e p&oacute;s-eleitorais s&atilde;o bastante minuciosos e terrivelmente comoventes.</p>
<p><a href="http://www.mentalacrobatics.com/think/archives/2008/01/video_kenyans_talking_with_gsu_-_kenya_election_2007.php" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.mentalacrobatics.com');">Daudi do MentalAcrobatics,</a> divide conosco um curta onde <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Charity_Ngilu" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Charity Ngilu</a> pergunta a um funcionário responsável pela desmontagem de um comício político em Hurlingham por que eles não podem se encontrar. Nas palavras dele:</p>
<blockquote>
<p><em>This clip shows Charity Ngilu asking the officer in charge why the rally is not allowed to continue. It is a bit shaky and ends mid sentence but at least it shows some sort of dialogue.</em></p>
</blockquote>
<p class="translation">Este clipe mostra Charity Ngilu perguntando ao oficial no comando do com&iacute;cio por que n&atilde;o foi permitido  continuar. Est&aacute; um pouco tremido e  termina no meio de uma frase, mas pelo menos mostra algum tipo de diálogo.</p>
</p>
<p>  <embed src="http://www.youtube.com/v/syEmXyr_8F4&amp;rel=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="373" width="425"></embed></p>
<p><a href="http://voicesofafrica.africanews.com/site/page/510:kenya" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/voicesofafrica.africanews.com');">Voices of Africa</a> [en] mostra o trabalho de v&aacute;rios jornalistas-cidad&atilde;os que tamb&eacute;m t&ecirc;m utilizado c&acirc;meras de celulares para gravar imagens e v&iacute;deos com entrevistas, fornecendo uma perspectiva mais ampla dos acontecimentos recentes. No site deles, voc&ecirc; pode ver <a href="http://voicesofafrica.africanews.com/site/list_messages/14333" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/voicesofafrica.africanews.com');">um l&iacute;der do ODM solicitando uma atitude pac&iacute;fica, fim dos saques e viol&ecirc;ncia durante as marchas</a>, <a href="http://voicesofafrica.africanews.com/site/list_messages/14347" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/voicesofafrica.africanews.com');">equipes de media&ccedil;&atilde;o se formando</a> e o lento regresso &agrave; normalidade, pelo menos em Nairobi, onde as pessoas regressaram &agrave;s ruas e as lojas est&atilde;o reabertas.</p>
<p><a href="http://eyesonkenya.org/blog/?p=24" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/eyesonkenya.org');">Eyes on Kenya</a> picks three different videos to showcase women&acute;s situation in conflict: First, the clip you&acute;ll see here, of <a href="http://www.youtube.com/watch?v=pwe6mlExHZg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.youtube.com');">Dekha Ibrahim Abdi, 2007 Alternative Nobel Peace Prize winner</a> escolhe tr&ecirc;s diferentes v&iacute;deos para mostrar a situa&ccedil;&atilde;o das mulheres no conflito: o primeiro clipe que voc&ecirc; ver&aacute; aqui, de Dekha Ibrahim Abdi, Vencedora do Pr&ecirc;mio Nobel da Paz Alternativo de 2007 e a hist&oacute;ria de como ela juntou diferentes tribos em um acordo de paz, em vez de lutar pelos poucos e preciosos recursos h&iacute;dricos, em seguida, as duas parte de uma reportagem da Al-Jazeera, com <a href="http://www.youtube.com/watch?v=v2oVUcafvfs" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.youtube.com');"> pelo menos 255 casos de ataques a mulheres</a> relatados durante a campanha eleitoreal sem que nenhum acusado tenha sido punido, o que mostra que no campo dos direitos das mulheres ainda h&aacute; um longo  caminho pela frente.</p>
</p>
<p>  <embed src="http://www.youtube.com/v/pwe6mlExHZg&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="355" width="425"></embed></p>
<p>Para obter mais informa&ccedil;&otilde;es sobre o desenrolar dos eventos no Qu&ecirc;nia, veja a p&aacute;gina <a href="http://www.globalvoicesonline.org/specialcoverage/kenya-elections-aftermath-2008/">da cobertura especial do Global Voices</a> que est&aacute; coletando o m&aacute;ximo poss&iacute;vel de dados e informa&ccedil;&otilde;es sobre a &aacute;rea, com links para blogueiros locais que est&atilde;o falando sobre o assunto.</p>
<p>Imagem dey <a href="http://www.mentalacrobatics.com/think/archives/2008/01/odm_rally_3rd_jan_-_kenya_election_2007.php" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.mentalacrobatics.com');">MentalAcrobatics</a> usada sob licen&ccedil;a do Creative Commons. </p>
<p>[Todos os links levam a sites em ingl&ecirc;s]</p>
<p align="right">&nbsp;</p>
<p align="center"><em>O artigo acima &eacute; uma tradu&ccedil;&atilde;o de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradu&ccedil;&atilde;o foi feita por um dos volunt&aacute;rios da equipe de tradu&ccedil;&atilde;o do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Portugu&ecirc;s</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se voc&ecirc; quiser ser um volunt&aacute;rio traduzindo textos para o GV em Portugu&ecirc;s, <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">clique aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras l&iacute;nguas, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">clique aqui</a>.</em></p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Quênia: Uma ferramenta para denunciar atos de violência</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/01/09/quenia-uma-ferramenta-para-denunciar-atos-de-violencia/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 13:28:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Guerra &amp; Conflito]]></category>

		<category><![CDATA[Kenya]]></category>

		<category><![CDATA[Roundups]]></category>

		<category><![CDATA[Software &amp; Ferramentas]]></category>

		<category><![CDATA[Sub-Saharan Africa]]></category>

		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[White African escreve sobre uma nova ferramenta que serve para denunciar atos de violência no Quênia [en]: “Ushahidi.com é uma ferramenta para testemunhas de atos de violência no Quênia nesses tempos pós-eleições. Você pode denunciar o que viu, e isso aparecerá em um panorama em forma de mapa para que outros vejam.”
(Texto original de Ndesanjo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>White African escreve sobre <a href="http://whiteafrican.com/?p=845" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/whiteafrican.com');">uma nova ferramenta que serve para denunciar atos de violência no Quênia</a> [en]: “Ushahidi.com é uma ferramenta para testemunhas de atos de violência no Quênia nesses tempos pós-eleições. Você pode denunciar o que viu, e isso aparecerá em um panorama em forma de mapa para que outros vejam.”</p>
<p align="right">(Texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/ndesanjo-macha/">Ndesanjo Macha</a>)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Moçambique: Uma carta a Barack Obama</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/01/05/mocambique-uma-carta-a-barack-obama/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Jan 2008 23:27:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Guerra &amp; Conflito]]></category>

		<category><![CDATA[Kenya]]></category>

		<category><![CDATA[Mozambique]]></category>

		<category><![CDATA[Portuguese]]></category>

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		<description><![CDATA[Carlos Serra, de Moçambique, escreve uma carta ao senador Barack Obama, onde ele implora que ele ajude o Quênia: “Ora, o seu pai nasceu lá e por isso, Senador, você também é nosso, é africano, é queniano. Senador: meta-se num avião e vá a Nairobi falar com aqueles agitados companheiros. Eles precisam de si. E, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="entry-author-name"><a href="http://oficinadesociologia.blogspot.com/2008/01/carta-para-o-senhor-senador-barack.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/oficinadesociologia.blogspot.com');">Carlos Serra</a>, de Moçambique, escreve uma carta ao senador Barack Obama, onde ele implora que ele ajude o</span> Quênia: <span class="entry-author-name">“</span>Ora, o seu pai nasceu lá e por isso, Senador, você também é nosso, é africano, é queniano. Senador: meta-se num avião e vá a Nairobi falar com aqueles agitados companheiros. Eles precisam de si. E, fazendo-o, você daria um exemplo extraordinário com importantes reflexo para o futuro do mundo”.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Moçambique: Seis perguntas simples sobre a África</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/01/05/mocambique-seis-perguntas-simples-sobre-a-africa/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Jan 2008 23:20:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Kenya]]></category>

		<category><![CDATA[Política]]></category>

		<category><![CDATA[Portuguese]]></category>

		<category><![CDATA[Roundups]]></category>

		<category><![CDATA[Sub-Saharan Africa]]></category>

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		<description><![CDATA[Um debate interessante está rolando numa postagem do Moçambique para Todos, com leitores tentando responder a seis perguntas feitas por Manuel de Araujo sobre a situação na África, sendo uma delas: “Se uma democracia estável como a do Quenia pode &#8216;desaparecer&#39; em minutos, o que dizer de países como o nosso que tem feridas profundas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um debate interessante está rolando numa postagem do <a href="http://macua.blogs.com/moambique_para_todos/2008/01/as-perguntas-qu.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/macua.blogs.com');">Moçambique para Todos</a>, com leitores tentando responder a seis perguntas feitas por <a href="http://www.manueldearaujo.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.manueldearaujo.blogspot.com');">Manuel de Araujo</a> sobre a situação na África, sendo uma delas: “Se uma democracia estável como a do Quenia pode &#8216;desaparecer&#39; em minutos, o que dizer de países como o nosso que tem feridas profundas de mais de 26 anos de guerra?”</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Quênia: Não duvide do poder da internet na África</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/01/05/quenia-nao-duvide-do-poder-da-internet-na-africa/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/01/05/quenia-nao-duvide-do-poder-da-internet-na-africa/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 05 Jan 2008 17:22:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cyber-Ativismo]]></category>

		<category><![CDATA[Eleições]]></category>

		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Humanitário]]></category>

		<category><![CDATA[Kenya]]></category>

		<category><![CDATA[Política]]></category>

		<category><![CDATA[Sub-Saharan Africa]]></category>

		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

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		<description><![CDATA[Será que a  tecnologia, em especial a mídia-cidadã, desempenhou um papel positivo na cobertura da crise no Quênia? Eis o que White African escreveu sobre o papel da tecnologia durante a crise:
If anyone doubts the power of the internet in Africa, they need to look no further than what is happening in Kenya right [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Será que a  tecnologia, em especial a mídia-cidadã, desempenhou um papel positivo na cobertura da crise no Quênia? Eis o que <a href="http://whiteafrican.com/?p=833" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/whiteafrican.com');">White African escreveu</a> sobre o papel da tecnologia durante a crise:</p>
<blockquote><p><em>If anyone doubts the power of the internet in Africa, they need to look no further than what is happening in Kenya right now…As of yesterday there was a media blackout. The only way to get any up-to-date news for the past 24-48 hours has been through the blogosphere (like Kenyan Pundit, Thinker’s Room, Mentalacrobatics), Skype and Kenyan populated forums (like Mashada). The traditional media has been shut out and shut down for all intents and purposes.</em></p>
<p>Se alguém tem dúvidas quanto ao poder da internet na África, basta verificar o que está acontecendo neste momento no Quênia… Desde ontem acontece um apagão na mídia. A única maneira de obter qualquer notícia atualizada, nas últimas 24-48 horas, tem sido através da blogosfera (como no Kenyan Pundit, Thinker&#39;s Room, Mentalacrobatics), Skype e   fóruns quenianos (como Mashada). Os meios tradicionais têm sido excluídos e fechados para todos os efeitos.</p></blockquote>
<p>Se você visitar os agregadores de blogs quenianos, <a href="http://kenyaunlimited.com/feed.php" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/kenyaunlimited.com');">KenyaUnlimited</a> e <a href="http://www.mashada.com/blogs/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.mashada.com');">Mashada</a>, você verá claramente o que White África está dizendo. Segue-se uma ronda nas conversações, informações e notícias dos blogues de jornalistas-cidadão quenianos  sobre essa lamentável crise política e social.</p>
<p>O blogueiro Panda Shuka <a href="http://pandashuka.wordpress.com/2008/01/02/kenya-at-crossroads/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pandashuka.wordpress.com');">descreve a situação</a>:</p>
<blockquote><p><em>People are being burnt alive. Homes are being torched in daylight. Shops are closed. TV and Radio have been in a blackout. Kisumu City has been shut down by KPLC, no one can access Electricity. Tomatoes are going for 20/= a single one in my estate. Eggs are 15/= for a single one. Buses are charging 100/= for my usual 20/= journey. My brother and sister have moved away from our upcountry home because they are scared. Mum and dad are staying with policemen in the house. My friends are asking for airtime in kakamega and Kisumu. 9 people were slaughtered near my upcountry home…. and their cows taken! Women are being raped. Children have no food. What the hell is going on?</em></p>
<p>As pessoas estão sendo queimadas vivas. Casas estão sendo incendiadas à luz do dia. Lojas estão fechadas. A TV e o rádio estão calados. A cidade de Kisumu foi fechada pelo KPLC, ninguém tem electricidade. O preço dos tomates chega a 20 /cada no meu estado. Os ovos chegam a 15 por um só. Os ônibus estão cobrando 100 para uma viagem que costumava me custar 20. Meu irmão e irmã se mudaram para nossa casa no interior porque eles estão com medo. Minha mãe e meu pai estão com a polícia dentro de casa. Meus amigos estão dando um tempo em kakamega e Kisumu. 9 pessoas foram mortas perto da minha casa no interior…. E suas  vacas foram roubadas! As mulheres estão sendo violentadas. As crianças não têm comida.<br />
O que diabos  está acontecendo?</p></blockquote>
<p>As últimas <a href="http://www.kenyanpundit.com/?p=403" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.kenyanpundit.com');">do Kenyan Pundit</a>:</p>
<blockquote><p><em>Not much to report as yet.</em></p>
<p><em>- The president has called a meeting of all MPs at State House at 3:00 pm</em></p>
<p><em>- For those who are asking about a military intervention or the Karamajong militia in Eldoret - I have been unable to confirm those stories. </em></p>
<p>Não há muito o que relatar ainda.</p>
<p>- O presidente convocou uma reunião com todos os deputados na Assembléia às 15h</p>
<p>- Para aqueles que estão perguntando sobre uma intervenção militar ou a milícia Karamajong  em Eldoret - Eu não consegui confirmar essas histórias.</p></blockquote>
<p>De acordo com Kenyan Pundit, <a href="http://www.kenyanpundit.com/?p=403" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.kenyanpundit.com');">a vida dele está sob ameaça</a>:</p>
<blockquote><p><em> I do have it from reliable sources within the diplomatic community that Kivuitu’s life was threatened leaving him with no choice. There are also claims that Kibaki is under siege by his cronies and has no control over the situation.</em></p>
<p><em>- Been watching footage of the situation in Eldoret and keep wondering where the police, military are? You can’t get access to city mortuary because there are like 60 guys guarding it, but vigilantes have set up 30 roadblocks on the Eldoret road - what the hell is going on?</em></p>
<p>Eu ouvi de fontes fidedignas dentro da comunidade diplomática que a vida de Kivuitu  foi ameaçada, deixando-o sem escolha. Há também alegações de que Kibaki está sob o cerco de seus amigos e não tem controle sobre a situação.<br />
- Tenho visto cenas da situação em Eldoret e fico me perguntando: onde a polícia e os militares estão? Você não pode ter acesso ao mortuário da cidade  porque 60 caras estão fazendo a guarda, mas vigilantes criaram 30 bloqueios na estrada de Eldoret - o que diabos  está acontecendo?</p></blockquote>
<p>O Red Cross Kenya <a href="http://www.kenyanpundit.com/?p=403" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.kenyanpundit.com');">pede doações</a>:</p>
<blockquote><p><em>- How to help? Red Cross Kenya is asking for donations of food, blankets, and blood.</em></p>
<p>- Como ajudar? O Red Cross Kenya está arrecadando donativos de alimentos, cobertores e sangue.</p></blockquote>
<p>O presidente da Comissão Eleitoral do Quênia,  Samuel Kivuitu, <a href="http://www.eastandard.net/news/?id=1143979833" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.eastandard.net');">admitiu</a> ter anunciado os resultados <a href="http://www.kenyanpundit.com/?p=402" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.kenyanpundit.com');">sob pressão</a>:</p>
<blockquote><p><em>Kivuitu admits to acting under pressure. The story was apparently up on the Standard website, but is no longer available there (haven’t verified this) [edit - article available on the standard here, and on Youtube here]. Just in case, save the text somewhere. How was he compromised? Why couldn’t he have resigned? Why didn’t he just let them collect the certificate by force? When he was cracking jokes at the swearing in ceremony he certainly did not look like he was surprised or acting under duress. This sounds like some serious backsliding of a man with a guilty conscience to me - he did not, for whatever reason, anticipate the magnitude of his actions or he was paid to throw this thing…who the hell knows, but this change of heart will not absolve him from the fact that he (along with other so-called leaders) abdicated his duties and has the blood of thousands of innocent Kenyans on his hands. </em></p>
<p>Kivuitu admite ter agido sob pressão. A notícia foi aparentemente publicada no site do Standard, mas não está mais disponível lá (não confirmei isso) [artigo disponível no Standard aqui, e no Youtube aqui]. Para garantir, salve o texto em algum lugar. Como ele aceitou? Por que ele não pôde pedir demissão? Por que ele não apenas deixou que eles recolhessem o certificado a força? Quando ele estava contando piadas durante a cerimônia de posse, ele certamente não parecia estar surpreso ou agindo sob coação. Isso me soa como um recuo grave por parte de um homem com uma consciência pesada - ele não tinha, por qualquer motivo, antecipado a magnitude de suas ações ou foi pago para soltar isso… quem vai saber, mas essa mudança de opinião não irá absolvê-lo  do fato de que ele (juntamente com outros ditos líderes) abdicou de suas funções e derramou o sangue de milhares de inocentes quenianos em suas mãos.</p></blockquote>
<p>O conflito, que foi inicialmente descrito como Kikuyu x Luo se <a href="http://www.kenyanpundit.com/?p=401" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.kenyanpundit.com');">transformou em algo diferente</a>:</p>
<blockquote><p><em>For now it is critical to get the word out about the situation in Eldoret and Burnt Forest. This is in the aftermath of the church burning. Reports of armed men going into the forest coming through from various sources. The conflict is more than just Kikuyu-Luo - has - widened into something that I don’t even know how to describe.</em></p>
<p>No momento, é fundamental espalhar notícia sobre a situação em Eldoret e Burnt Forest. É o rescaldo da Igreja queimando. Relatos de homens armados entrando na floresta vêm através de várias fontes. O conflito é mais do que apenas Kikuyu contra Luo - ele se ampliou em algo que eu nem sei ainda como descrever.</p></blockquote>
<p>Relatos desoladores dos <a href="http://www.kenyanpundit.com/?p=401" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.kenyanpundit.com');">leitores do Kenyan Pundit</a>:</p>
<blockquote><p><em>From a KP reader:</em></p>
<p><em>“Approximately 40-50K people are holded up at the compounds of ST. PATRICKS CATHOLIC CHURCH and ARNESENS HIGH SCHOOLl, both in Burnt Forest. There is no running water, food and ELECTRICITY has been cut. THIS MEANS THAT PEOPLE CANNOT RECHARGE THIER CELL PHONES and soon we’ll not be able to contact them. Also, due to the chaos/anarchy in these compounds, means that people, especially women are not any safer than if they were out in the chaos. There has been reports of rapes and molestations. I’ve also heard that the Eldoret highway has been closed by thugs an d that there is no transportion, hence people cannot leave this area. My family in that area feels very helpless and we can only ask that we spread the world and try and get some security in the area.”</em></p>
<p><em>Other (unverified) news from KP readers:</em></p>
<p><em>- Military set to take over tomorrow.</em></p>
<p><em>- Forced circumcisions in Buru Buru area. About 20 so far. 5 people have bled to death as a result. </em></p>
<p>De um leitor do KP:</p>
<p>&#8220;Aproximadamente 40-50 mil pessoas estão cercadas na IGREJA CATÓLICA ST. PATRICKS  e ESCOLA SECUNDÁRIA ARNESENS, ambas em Burnt Forest. Não há água corrente, comida e a ELETRICIDADE foi cortada. ISSO QUER DIZER QUE AS PESSOAS NÃO PODEM RECARREGAR SEUS TELEFONES CELULARES e em breve  não teremos como entrar em contato com elas. Além disso, devido ao caos/anarquia nesses cercados, isso significa que as pessoas, especialmente as mulheres, não estão seguras se saírem no caos. Houve relatos de violentações e estupros. Eu também ouvi falar que a rodovia Eldoret  foi fechada por marginais, e que não há transporte, por isso as pessoas não podem deixar a área. Minha família no local se sente muito impotente e só podemos pedir que a notícia se espalhe pelo mundo e tentar obter alguma segurança na região&#8221;.</p>
<p>Outras (sem confirmação) notícias de leitores do KP:<br />
- Militares prontos para assumir  amanhã.</p>
<p>- Circuncisões forçadas na área de Buru Buru. Cerca de 20 até agora. Como consequência, cinco pessoas sangraram até a morte.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.kenyanpundit.com/?p=401" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.kenyanpundit.com');">Bom trabalho</a>, Al Jazeera:</p>
<blockquote><p><em> I really really have to commend Al Jazeera for their coverage of this situation. I hope someone picks this up as a story about alternative media and coverage of Africa, and a story about Al Jazeera is redefining GLOBAL coverage. They are millions of steps ahead of CNN and BBC with less resources. From a good source, I hear that they are posting stories directly to Youtube so please check there for new stories as well.</em></p>
<p>Eu tenho que elogiar Al Jazeera pela sua cobertura desta situação. Espero que alguém escolha isso como notícia sobre mídia alternativa e cobertura da África, bem como uma reportagem sobre como a Al Jazeera está redefinindo a cobertura GLOBAL. São milhões de passos à frente da CNN e da BBC, com menos recursos. De uma boa fonte, ouço dizer que eles estão postando notícias diretamente no Youtube, portanto vá lá para ver novas notícias.</p></blockquote>
<p>Gathara escreve, <a href="http://gathara.blogspot.com/2008/01/who-cares.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/gathara.blogspot.com');">Quem se importa?</a>:</p>
<blockquote><p><em>Q: What happens when an unstoppable demagogue meets with an immovable election thief?</em></p>
<p><em>A: Kenyans die!</em></p>
<p>P: O que acontece quando um demagogo que não pára se encontra com um ladrão de eleição que não arreda o pé?</p>
<p>R: Os quenianos morrem!</p></blockquote>
<p>“Kibaki não sobreviverá”,  <a href="http://josephkaroki.wordpress.com/2008/01/02/kibakis-dilemma/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/josephkaroki.wordpress.com');">escreve Joseph Karoki</a>:</p>
<blockquote><p><em>It can truly be said that Kibaki and his clique of powerful, rich friends never anticipated the events that would unfold in the country as a result of their cumbersome 3rd grade rigging and subsequent swearing in at State House as if they were swearing in a house Prefect at Karagoyo Secondary School. No foreign dignitaries, in the cover of darkness, no independent news media and a Chief Justice ready to initiate a ceremony without the results.</em></p>
<p><em>It has become clear to the world that this poorly orchestrated exercise was inevitable, a desperate act by a desperate man jostling to cling to a Presidency taken away by the people.</em></p>
<p><em>Kibaki will not survive this.</em></p>
<p>Podemos realmente dizer que Kibaki e seu leque de amigos poderosos e ricos  nunca anteciparam os acontecimentos que se desdobrariam no país como resultado do seu armamento pesado de 3º grau e posterior à posse no palácio presidencial, como se tivessem fazendo a posse de um diretor na Escola Secundária de Karagoyo. Nenhum dignitário estrangeiro, na calada da noite, nenhuma imprensa independente e um Chefe Justiça pronto para iniciar uma cerimônia sem os resultados.</p>
<p>Ficou claro para o mundo que este mal orquestrado exercício foi inevitável, um ato desesperado de um homem desesperado se acotovelando para agarrar a presidência tirada pelo povo. Kibaki não sobreviverá.</p></blockquote>
<p>Seria o início de uma guerrilha no Quênia? Há relatos não confirmados de que combatentes guerrilheiros do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Karamojong" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Karamojong</a> chegaram a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Eldoret" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Eldoret</a> para se juntarem <a href="http://josephkaroki.wordpress.com/2008/01/02/breaking-news-karamojong-fighters-in-eldoret-arrive/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/josephkaroki.wordpress.com');">à luta contra o regime de Kibaki</a>:</p>
<blockquote><p><em>GRACE EMAILED THIS TO ME**UNVERIFIED** BUT SOUNDS AUTHENTIC</em></p>
<p><em>This is a VERY important piece of information below. I think we now now what the two C-130’s that landed at Eldoret airport were carrying. There were carrying Karamajong.. the ones who are herding the 70,000 people into Burnt Forest and doing all the killing. Please see below….. A contingent of Karamojong guerrilla fighters are reported to have arrived in Eldoret town to join the struggle against Kibaki dictatorship. They are reported to have crossed Moi’s bridge to join forces fighting in the region. It is not yet clear how the guerrillas arrived in Eldoret but a source on the ground has told KSB that their arrival could signal the beginning of a guerrilla war-fare in Kenya to counter attacks by armed GSU forces which have been killing people. “People are getting frustrated and beginning to understand that on a long term, the anti-Kibaki war will not be fought with bare hands when security forces are armed”, said the source. “Security forces also need to begin dying and this will not happen with bare hands”, the source said. The guerrillas are reported to be remnants of the Shifta militia which were fighting the regime of former dictator Daniel arap Moi during the eighties.</em></p>
<p>GRACE ME MANDOU ISSO POR E-MAIL ** NÃO CONFIRMADO** MAS PARECE VERDADE</p>
<p>A informações a seguir é muito importante. Acho que agora sabemos o que os dois C-130 que aterrisaram no aeroporto de Eldoret estavam transportando. Se tratava de Karamajong [Nota da Trdução: Karamojong or Karimojong é um grupo étnico de pastores que vivem no norte da Uganda]&#8230; Os que estão pastoreiando 70.000 pessoas em Burnt Forest e fazendo todo o abate. Por favor, veja abaixo… Relata-se que um contingente de guerrilheiros Karamojong chegou na cidade de Eldoret para aderir à luta contra a ditadura de Kibaki. Segundo relatos, eles atravessaram a ponte Moi para unir forças aos combates na região. Ainda não ficou claro como os guerrilheiros chegaram a Eldoret, mas uma fonte disse ao KSB que a chegada deles poderia ser um sinal do início de uma guerra civil no Quênia, para combater ataques por parte das forças armadas do GSU, que têm matado pessoas. &#8220;As pessoas estão se frustrando e começando a perceber que, a longo prazo, a guerra anti-Kibaki não será travada no punho apenas enquanto as forças de segurança estão armadas&#8221;, disse a fonte. &#8220;As forças de segurança também precisam começar a morrer, e isso não irá acontecer com mãos vazias&#8221;, continua a fonte. Relata-se que os guerrilheiros são remanescentes da mílicia Shifta, que lutou contra o regime do ex-ditador Daniel arap Moi durante os anos oitenta.</p></blockquote>
<p>Andrius Kulikauskas do <a href="http://www.worknets.org/wiki.cgi?Kenya" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.worknets.org');">WorkNets</a> deixou um comentário em <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2007/12/31/is-kenya-turning-into-a-police-state/#comment-1293711">uma de nossas postagens</a> sobre um projeto no qual eles estão trabalhando para ajudar o Quênia. Eles abriram <a href="http://groups.yahoo.com/group/onereachinganother/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/groups.yahoo.com');">um grupo no Yahoo!</a>:</p>
<blockquote><p>Our online laboratory, Minciu Sodas, has many participants in Kenya and so we are organizing small projects to help http://groups.yahoo.com/group/onereachinganother/message/94 We’re also getting some reports and are working to provide more. Please let us know what would be useful and how we might work together. We’ll be engaging refugees and travellers in Kampala, Uganda and likely Arusha, Tanzania and Dar es Salaam, Tanzania and be able to report that. We’re also considering translating short texts into Kiswahili about nonviolent action and overcoming ethnic strife. Please join us at http://groups.yahoo.com/group/onereachinganother/ send a blank message to onereachinganother-subscribe@yahoogroups.com</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Nosso laboratório online, Minciu Sodas, tem muitos participantes no Quênia e por isso estamos organizando pequenos projetos para ajudar (http://groups.yahoo.com/group/onereachinganother/message/94). Também estamos recebendo algumas notícias e estamos trabalhando para fornecer mais. Informe-nos sobre o que poderia ser útil e como poderemos trabalhar em conjunto. Envolveremos refugiados e viajantes em Kampala, Uganda e provavelmente na Arusha, Tanzânia e Dar-es-Salaam, Tanzânia e para sermos capazes de fazer reportagens. Estamos considerando também traduzir textos curtos em Kiswahili sobre ações pacíficas e superação de disputas étnicas. Queira se juntar a nós no http://groups.yahoo.com/group/onereachinganother/ envie uma mensagem em branco para onereachinganother-subscribe@yahoogroups.com</p>
</blockquote>
<p>Lovely Money pergunta, <a href="http://lovelymoney.blogspot.com/2008/01/who-will-save-kenya.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/lovelymoney.blogspot.com');">Quem salvará o Quênia?:</a></p>
<blockquote><p><em>“From what?” I hear you ask.</em></p>
<p><em>The burning of women and children in a church in Eldoret makes it hard for anyone to ignore the going-ons in Kenya in the aftermath of the just concluded general elections.</em></p>
<p><em>For centuries communities in Kenya have lived in harmony, albeit with a few skirmishes. Side by side we have built our nation into one of the most admirable and looked upon country in Africa</em></p>
<p><em>So what went wrong? What exactly is our problem? Why are Kenyans turning on each other. Neighbor upon neighbor. Our friends have turned into foes</em></p>
<p><em>Reading online comments and blog posts about the on-going election violence just shows how fragmented we are as a nation.</em></p>
<p><em>What has happened in the last few days cannot be wished away. I&#39;m not sure how long it will take the nation to heal itself from the wounds of tribal bigotry.</em></p>
<p>&#8220;De quê?&#8221; Eu ouço você perguntar.</p>
<p>A queima de mulheres e crianças, em uma igreja em Eldoret, torna difícil para qualquer pessoa ignorar os acontecimentos no Quênia, no rescaldo das eleições gerais recém encerradas.</p>
<p>Durante séculos, comunidades no Quênia viveram em harmonia, embora com alguns conflitos. Lado a lado, nós transformamos nossa nação em um dos mais admiráveis e respeitados países da África</p>
<p>Então, o que deu errado? Qual é exatamente o nosso problema? Por que os quenianos estão se virando uns contra os outros? Vizinho contra vizinho. Nossos amigos transformaram-se em inimigos</p>
<p>Ler comentários e postagens online sobre a violência eleitoral em curso apenas mostra o quão fragmentados somos como nação.</p>
<p>O que aconteceu nos últimos dias não pode ser esquecido. Não sei quanto tempo vai demorar para a nação curar-se dos ferimentos do fanatismo tribal.</p></blockquote>
<p>A solução para a crise <a href="http://lovelymoney.blogspot.com/2008/01/who-will-save-kenya.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/lovelymoney.blogspot.com');">está nas mãos dos próprios quenianos</a>:</p>
<blockquote><p><em>While everyone is looking up to the international community to resolve the impasse, I believe it is only Kenyans who can bring the situation to an end. The US and the EU governments will not put to an end the tribal animosity that we are witnessing in Kenya.</em></p>
<p><em>Only Kenyans will save themselves from other Kenyans. The outcome of the presidential elections will not matter after we have annihilated our compatriots.</em></p>
<p id="result_box" dir="ltr">Enquanto todo mundo está esperando que a comunidade internacional resolva o impasse, creio que são só os quenianos que poderão colocar um fim na situação. Os EUA e os governos da UE não irão pôr um fim na animosidade tribal que estamos presenciando no Quênia.</p>
<p> Apenas quenianos irão salvar-se de outros quenianos. O resultado das eleições presidenciais não importará depois de termos aniquilado nossos compatriotas.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.afromusing.com/blog/2008/01/01/quick-update-from-eldoret-rift-valley/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.afromusing.com');">Afromusing escreve sobre a situação em Eldoret</a>, onde as pessoas têm procurado refúgio em igrejas e delegacias:</p>
<blockquote><p><em>- hi everyone, in Eldy, lots oaof tension though it has eased as it is daylight now, some people sought refuge in churches and police station last night and are still there this a.m saw some people carrying their belongings, will upload pics shortly if i can.</em></p>
<p><em>Yesterday, saw a mob of youth &gt;300 crossing through farms, walking in a single file line. They later walked back after a few hrs.</em></p>
<p><em>Later in Kapsoya there were screams and people milling around.</em></p>
<p><em>-Just received an SMS from Safaricom that reads</em></p>
<p><em>“The ministry if Internal security urges you to please desist from sending or forwarding any SMS that may cause public unrest. This may lead to your prosecution”</em></p>
<p><em>-Continued media ban on live broadcasts</em></p>
<p><em>-Houses were burned in the last two days, things seem calmer now, though in Langas, people are still fighting and supposedly even more killed last night. Talked to a guy who lives there, says the leaders need to come there, one rep of the following languages: Luhya, Kalenjin, Kikuyu, put up a white flag and appeal for peace. “Radio appeals do nothing to calm that particular part of Eldoret”. In addition people’s heads are supposedly lying about and it is terrible.</em></p>
<p id="result_box" dir="ltr">- Olá a todos, muita tensão em Eldy, embora a situação tenha melhorado agora na luz do dia, algumas pessoas procuraram refúgio em igrejas e delegacias de polícia na noite passada e ainda estão lá, nesta manhã vi algumas pessoas carregando seus pertences, vou postar as fotos em breve se puder.</p>
<p>Ontem, vi uma multidão de jovens, mais de 300 atravessando fazendas, a pé, em uma fila única. Mais tarde, eles voltaram andando, depois de algumas horas.</p>
<p>Mais tarde, em Kapsoya, houve gritos e pessoas prá lá e prá cá.</p>
<p>- Acabei de receber uma mensagem de texto do Safaricom, que diz:</p>
<p>&#8220;O ministério de segurança interna pede que você desista de enviar ou encaminhar quaisquer mensagens de texto que possam causar agitação pública. Isto pode levar à um processo contra você&#8221;</p>
<p>- Continua a proibição de transmissões ao vivo por parte da imprensa</p>
<p>- Casas foram queimadas nos últimos dois dias, as coisas parecem tranquilas agora, embora em Langas as pessoas ainda estejam lutando e acredita-se que ainda mais mortes aconteceram na noite passada. Falei com um cara que vive lá, ele disse que os dirigentes precisam chegar lá com um representante dos idiomas Luhya, Kalenjin, kikuyu, carregando uma bandeira branca e apelando para a p