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	<title>Global Voices em Português &#187; Sub-Saharan Africa</title>
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	<description>O mundo está falando. Você está ouvindo?</description>
	<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 09:00:25 +0000</pubDate>
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		<itunes:summary>O mundo estaacute; falando. Vocecirc; estaacute; ouvindo?</itunes:summary>
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			<title>Global Voices em Português</title>
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		<title>Cabo Verde: Combustíveis continuam aumentando. Por quê?</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 13:47:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Os preços do petróleo estão caindo no resto do mundo, mas os moradores de Cabo Verde estão enfrentando aumentos em todos os produtos derivados. Blogueiros perguntam o porquê desses aumentos e sugerem medidas ao governo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="single" class="entry">
<p><img class="alignleft size-full wp-image-50763" title="deco" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/deco.gif" alt="" />O blogueiro de Cabo Verde <a href="http://bocadetubarao.blogspot.com/2008/09/cabo-verde-aonde-vamos.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/bocadetubarao.blogspot.com');">Neu Lopes</a> se pergunta porque os preços dos combustíveis em Cabo Verde continuam subindo. Os ajustes mais recentes no país causaram um aumento de 21% para o petróleo, 15% para a gasolina, 10% para o gasóleo e 5% para o gás butano, e a população agora prevê um efeito dominó nos preços de todos os outros bens de consumo, considerando que aumentos também foram anunciados para o transporte, a energia e a água. Tudo isso em um momento no qual o <a href="http://portalexame.abril.com.br/ae/financas/m0168426.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/portalexame.abril.com.br');">preço do petróleo bruto está despencando</a>:</p>
<blockquote><p>Segundo a <a href="http://are.cv/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/are.cv');">ARE</a> (Agência de Regulação Económica), “o lote importado que serve de base a esta tabela de preços foi adquirido quando os valores estavam ainda em alta”. Pergunto agora: se os valores estivessem baixos quando foi adquirido o referido lote, qual a garantia que os preços não ficariam mais elevados caso o contexto internacional fosse o contrário do actual? De qualquer forma os bolsos dos cabo-verdianos é que pagam tudo isso.</p></blockquote>
<p><a href="http://ludgerocv.blogspot.com/2008/09/o-cartel-dos-hidrocarbonetos.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ludgerocv.blogspot.com');">Ludgerocv</a> tem ainda mais perguntas:</p>
<blockquote><p>Perco as estribeiras quando a ARE, em vez de fixar PREÇOS MÁXIMOS, apresenta preços obrigatórios. Onde diabo estamos nós? A ARE deu agora para patrocinar a formação de CARTEL? As duas petrolíferas compram os combustíveis ao mesmo preço, na mesma ocasião, os lotes chegam na mesma altura, têm as mesmas despesas, etc.? Como é que diante de uma importação de uma das petrolíferas, se obtêm dados para fixar preços de venda ao público válidos para ambas?</p></blockquote>
<p>Ao publicar a notícia de protestos contra o aumento do custo de vida em Portugal, <a href="http://kufrontalidade.blogspot.com/2008/09/porque-no-aqui-tambm.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/kufrontalidade.blogspot.com');">Redy Wilson Lima</a> diz que é hora da população de Cabo Verde começar também a se manifestar contra os aumentos no país:</p>
<blockquote><p>Não chegou a hora de passarmos à acção também em Cabo Verde invés de muitos bla, bla, bla? É que se continuarmos conformados, o Estado nunca parará de nos kasu bodiar.</p></blockquote>
<p><em><a href="http://nospraia.blogspot.com/2008/09/aiiiiii-o-combustvel-voltou-subir.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/nospraia.blogspot.com');">Nos Praia</a></em>, no começo do mês, chamou a atenção do governo para uma solução a longo prazo: Cabo Verde precisa encontrar formas de minimizar a dependência do petróleo:</p>
<blockquote><p>Vivemos num país extremamente pobre e que depende em larga escala da conjuntua externa pasa o se sustento. A nossa produção é “caseira” e tudo que comemos e bebemos vem de fora. Portanto, caros governantes, não obstante a especificidade do país e da economia mundial, é necessário criar alternativas à dependencia do petróleo. Não precisamos inventar a roda. Existem exemplos espalhados pelo mundo e basta sermos perspicazes para resolvermos os problemas desta terra.</p></blockquote>
</div>
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		<title>Angola: Um novo Eldorado africano para estrangeiros</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/28/angola-um-novo-eldorado-africano-para-estrangeiros/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/28/angola-um-novo-eldorado-africano-para-estrangeiros/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 16:40:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claraonofre</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Angola]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde o fim da guerra civil em 2002, Angola tem sido a casa de muitos estrangeiros que chegam aqui em busca de trabalho. Estima-se que existem cerca de 70.000 estrangeiros morando no país, a maioria vinda da América do Sul, China, Portugal e outros países africanos. Descubra como esse caldeirão de culturas está se formando através do ponto de vista de blogueiros angolanos e estrangeiros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o término da guerra em 2002 que Angola tem sido local de acolhimento para inúmeros estrangeiros. Graças ao crescente desenvolvimento da economia, da reabilitação de infra-estruturas, da manutenção da estabilidade e da entrada no país de várias empresas internacionais, os estrangeiros sentem-se compelidos em tentar a sorte neste país.</p>
<p>Em Angola vivem mais de 70 mil estrangeiros, sendo que metade deles possui visto de trabalho e são representados na sua maioria por brasileiros, chineses, cubanos e portugueses. De África chegam ainda cidadãos vindos do Congo, Mauritânia, Mali entre outros.</p>
<p>Portugal bate com certeza o recorde no campo da imigração. Só para se ter uma ideia, até finais de 2007 deram entrada no país perto de 60 mil almas lusas. Número considerável e que expõe os laços históricos e afectivos que unem Angola a Portugal. No entanto, os chineses perfazem já um número considerável no país. Dedicam-se essencialmente à construção civil e são conhecidos por trabalharem horas a fio, ao sol ou à chuva. Em uma carta na coluna &#8216;O mundo visto pelos leitores&#39;, no blog do Pedro Dória, o angolano <a href="http://pedrodoria.com.br/2008/01/24/o-mundo-visto-pelos-leitores-angola/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pedrodoria.com.br');">Caco escreve</a>:</p>
<blockquote><p>“Os chineses foram os últimos a desembarcar por aqui, mas já formam o maior contingente. Ninguém sabe ao certo, mas dizem que são mais de 600.000 deles espalhados pelo país – dá algo como 3% da população. Trabalhando em turnos que causam inveja pela velocidade das obras e disposição para trabalhar 24 horas por dia e sete dias por semana. E num fenómeno inesperado começaram a integrar-se na sociedade de forma tão forte que a primeira geração de crianças sino-angolanas já começa a dar seus passos. Os chineses começam a tomar um espaço no coração das angolanas que até agora era dos brasileiros”.</p></blockquote>
<p>Qual será a reacção dos angolanos perante a entrada em massa de gente que vem de fora? E como é que os estrangeiros encaram a vinda para esta ex-colónia portuguesa?</p>
<p>António Spíndola é brasileiro, natural do Recife e escreve no seu <a href="http://spindola.blogspot.com/2007/06/24-filda-feira-internacional-de-luanda.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/spindola.blogspot.com');">Spíndola Blog</a> um pouco sobre este assunto:</p>
<blockquote><p>“Recebo muitos e-mails perguntando como é a vida em Angola. Em sua maioria são pessoas pensando em vir trabalhar aqui que desejam ou já foram convidadas. Angola é vista como o novo eldorado para os profissionais do Brasil. A ideia que se tem são bons salários e novas aventuras. Entretanto, na teoria a prática é diferente! Há bons salários sim, mas há uma série de dificuldades que se precisa transpor.”</p></blockquote>
<p>Uma das dificuldades é a obtenção de visto. O governo coloca sérios entraves à entrega deste documento e todo o processo é bastante moroso. O desânimo na obtenção do visto acaba por conduzir a situações de permanência ilegal. É importante agilizar o aspecto burocrático e dar carta verde de entrada aos estrangeiros que pretendem fixar-se em solo angolano. É preciso encarar a maioria destes cidadãos internacionais como mão-de-obra qualificada. Como gente capaz de contribuir para o desenvolvimento de um país que viveu 30 anos mergulhado na guerra.</p>
<p>O blog <a href="http://esquece-angola.com/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=1" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/esquece-angola.com');">O Lado Negro</a> confirma os percalços vividos para a obtenção do visto:</p>
<blockquote><p>“A minha esposa criou uma empresa em Angola e fomos para lá morar em 2006. Depois de lá estar voltei a Portugal para tratar de todos os documentos que a lei angolana exige para legalizar a minha residência naquele país. Mal empregado tempo que perdi e dinheiro que gastei, note-se que vir a Portugal tratar dos documentos e o que paguei no consulado do Porto para meter esses papéis, ultrapassou os 2500 dólares, mas para nada pois até hoje nem me deram uma resposta em Angola na DEFA (Direcção de Emigração e Fronteiras de Angola). Nem em Portugal no consulado me deram resposta, apenas o funcionário do consulado me disse: - o que o senhor quer, eu também estou em Portugal há 2 anos e só tive a minha residência há pouco. Depois de correr para a DEFA montes de vezes a tentar saber do meu caso sem nunca me dizerem o que se passava, resolvi meter uma reclamação por escrito. Acreditem que nem resposta me deram apesar da minha insistência.”</p></blockquote>
<p>Os profissionais vindos de fora encontram espaço em três áreas concretas como a medicina, construção civil e ensino. Alguns vêem para dar formação e outros para trabalhar a longo prazo.</p>
<p>Grande parte dos angolanos não vê com bons olhos a chegada dos estrangeiros. Acreditam que serão penalizados economicamente, profissionalmente e culturalmente. Existe também a opinião que os estrangeiros em Angola não agem de forma correcta. O blog <a href="http://desabafosangolanos.blogspot.com/2008/07/os-estrangeiros.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/desabafosangolanos.blogspot.com');">Desabafos Angolanos</a> confirma isso mesmo:</p>
<blockquote><p>“Sou angolana de nascimento, vivi 20 anos em Angola e esse é um país que eu amo e nunca sairá do meu coração. Não gosto de ouvir falar mal do meu país e muito menos do seu povo. Incomoda-me, irrita-me. Não consigo perceber as pessoas que só vão trabalhar para Angola por causa do dinheiro. Não gostam do seu povo, das suas gentes e só são simpáticas e cordiais para angariar simpatia. Essa simpatia chega ao ponto de abrir as portas de sua casa para ganhar confiança. Falam constantemente em corruptos e na facilidade em corromper. Quero ouvir falar bem do país onde nasci, cresci e fui feliz.”</p></blockquote>
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		<title>Meio-Ambiente: Mapas, comunidades e calculadores de carbono</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/28/meio-ambiente-mapas-comunidades-e-calculadores-de-carbono/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 16:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cyber-Ativismo]]></category>

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		<description><![CDATA[No início desse ano, a Editoria de Meio-Ambiente do GVO listou as ferramentas da Web 2.0 usadas para o ativismo ecológico. Desde então várias outras ferramentas foram desenvolvidas. Esse artigo destacará alguns mashups, comunidades online, calculadoras da pegada de carbono e jogos online.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="single" class="entry">
<p>No início desse ano, a Editoria de Meio-Ambiente do GVO listou <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/2008/01/28/usando-ferramentas-da-web-20-no-ativismo-ambiental/">as ferramentas da Web 2.0 usadas para o ativismo ecológico</a>. Desde então várias outras ferramentas foram desenvolvidas. Esse artigo destacará alguns mashups, comunidades online, calculadoras da pegada de carbono e jogos online.</p>
<p><strong>Mashups</strong></p>
<p><em>Rory</em> do blogue Carbon Smart anunciou o mapa <a href="http://www.carbonsmart.com/carboncopy/2008/09/greening-africa.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.carbonsmart.com');">Greening Africa</a> [Enverdecendo a África], delineando a meta dos mapas do Google e pedindo que as pessoas enviem projetos a serem acrescentados.</p>
<blockquote><p>My point is to highlight positive things that are being done in Africa. There are a lot of projects out there, but many are just not visible. The first projects on the map are mostly around Cape Town, just because I live here and have some firsthand knowledge of the area; but I don&#39;t want this to be a South African map.</p></blockquote>
<div class="translation">Minha idéia é destacar coisas positivas que estão sendo feitas na África. Tem muitos projetos por aí, mas a maioria não é visível. Os primeiros projetos no mapa são, na maioria, em torno da Cidade do Cabo, mas só porque eu moro aqui e tenho conhecimento em primeira mão da área; Mas não quero que seja um mapa da África do Sul apenas.
</div>
<p><a href="http://www.carbonsmart.com/maps/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.carbonsmart.com');">Mapa Greening Africa</a><br />
<small><a href="http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&amp;hl=en&amp;msa=0&amp;msid=104358579077734390017.000455dc035361c89f2da&amp;t=k&amp;ll=-33.945188,18.806627&amp;spn=0.501099,0.781215&amp;source=embed" style="color: #0000ff; text-align: left;" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/maps.google.com');">Ver em tamanho maior</a></small></p>
<p><a href="http://activities.cleanuptheworld.org/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/activities.cleanuptheworld.org');">Limpe o Mundo</a> é uma iniciativa do <a href="http://www.unep.org/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.unep.org');">Programa das Nações Unidas para o Meio-Ambiente</a>. Trata-se de uma campanha global para limpar, consertar e preservar o meio-ambiente e eles criaram um mashup para mostrar as comunidades envolvidas em todo o mundo. As atividades mapeadas se relacionam à água, reciclagem, plantação de árvores, educacão e mitigação das mudanças climáticas. Para visitar o site, clique no gráfico abaixo.</p>
<div style="text-align: center;"><a href="http://activities.cleanuptheworld.org/" title="Veja o 'Limpe o Mundo' no Flickr.com" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/activities.cleanuptheworld.org');"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3196/2891072536_0c4d98db91.jpg" border="0" alt="Clean up the world" width="462" height="137" /></a></div>
<p><strong>Comunidades Online</strong></p>
<p><a href="http://www.connect2earth.org/index.cfm" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.connect2earth.org');">Connect2Earth</a> traz fotos, vídeos e artigos relacionados ao meio-ambiente que são enviados pelo público. As submissões são votadas por outros membros e as entradas mais populares recebem telefones da <a href="http://www.nokia.com/A41039028" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.nokia.com');">Nokia</a> (patrocinador do site). As entradas vencedoras serão mostradas no congresso do <a href="http://www.iucn.org/news_events/events/congress/index.cfm" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.iucn.org');">World Conservation</a> em Barcelona. Dentre os tópicos debatidos estão aquecimento global, desperdício e poluição, transporte sustentável, vida e trabalho em movimento, fauna selvagem e energia limpa.</p>
<blockquote><p>connect2earth é o local para dizer ao mundo o quanto você se importa com o meio-ambiente</p></blockquote>
<div style="text-align: center;"><a href="http://www.connect2earth.org/index.cfm" title="View 'Connect 2 Earth' on Flickr.com" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.connect2earth.org');"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3192/2890251359_274a07e426.jpg" border="0" alt="Connect 2 Earth" width="374" height="161" /></a></div>
<p><a href="http://350.org/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/350.org');">350</a></p>
<p>350.org é uma comunidade online de ecologistas trabalhando para conscientizar as pessoas sobre as metas de redução da quantidade de dióxido de carbono na atmosfera do planeta.</p>
<blockquote><p>350 is the red line for human beings, the most important number on the planet. The most recent science tells us that unless we can reduce the amount of carbon dioxide in the atmosphere to 350 parts per million, we will cause huge and irreversible damage to the earth.</p>
<p>But solutions exist. All around the world, a movement is building to take on the climate crisis, to get humanity out of the danger zone and below 350. This movement is massive, it is diverse, and it is visionary. We are activists, scholars, and scientists. We are leaders in our businesses, our churches, our governments, and our schools. We are clean energy advocates, forward-thinking politicians, and fearless revolutionaries. And we are united around the world, driven to make our planet livable for all who come after us.</p></blockquote>
<div class="translation">350 é a linha vermelha para os seres humanos, o mais importante número do planeta. A ciência mais recente nos diz que a menos que a gente reduza a quantidade de gás carbônico para 350 partes por milhão, causaremos uma imensa e irreversível danos ao planeta Terra. Mas existem soluções. Em todo o mundo, um movimento está se fortalecendo em torno da crise climática, para levar à humanidade fora da zona de perigo e abaixo do 350. Esse movimento é gigante, é diverso, é visionário. Temos ativistas, acadêmicos e cientistas. Somos líderes em nossos negócios, nossas igrejas, nossos governos e escolas. Somos pregadores da energia limpa, políticos progressivos, revolucionários destemidos. E estamos unidos ao redor do planeta, somos guiados a fazer nosso planeta &#8220;vivível&#8221; para todos os que vierem depois de nós.</p>
</div>
<div style="text-align: center;"><a href="http://350.org/" title="View '350' on Flickr.com" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/350.org');"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3251/2890382941_3c9a5a74a7.jpg" border="0" alt="350" width="500" height="77" /></a></div>
<p><strong>Calculadores da pegada de carbono</strong></p>
<p><a href="http://ecorio.org/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ecorio.org');">Ecorio</a></p>
<p><em>Jaimi Heimbuch</em> do <a href="http://www.treehugger.com/files/2008/09/ecorio_shows_ne.php" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.treehugger.com');">Treehugger</a> se referiu ao Ecorio como um aplicativo super bacana que estará disponível no telefone Android do G1 Google. Ecorio é um aplicativo online que opera em segudo plano traçando viagens. Ele soma as milhas, mostra a pegada de carbono e o custo na neutralização.</p>
<div style="text-align: center;"><a href="http://ecorio.org/" title="View 'Ecorio' on Flickr.com" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ecorio.org');"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3158/2890431629_89330763df.jpg" border="0" alt="Ecorio" width="431" height="447" /></a></div>
<p><a href="http://www.dopplr.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.dopplr.com');">Dopplr</a> - Calculador de carbono para viagens</p>
<p>Dopplr é uma ferramenta usada por pessoas que viajam com frequência para compartilhar informações sobre as próximas viagens com amigos e colegas. O serviço mostra coincidências e ajuda as pessoas a se conectarem. Dopplr acrescentou a calculadora <a href="http://www.dopplr.com/traveller/me/carbon" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.dopplr.com');">‘Meu carbono&#39;</a> [en] que mostra aos viajantes sua pegada de carbono utilizando dados do <a href="http://blog.co2.dgen.net/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blog.co2.dgen.net');">AMEE</a>, uma organização mais conhecida como ‘o medidor de energia do mundo&#39;.</p>
<div style="text-align: center;"><a href="http://blog.dopplr.com/2008/04/22/calculate-the-carbon-impact-of-your-travels-with-dopplr/" title="View 'My carbon' on Flickr.com" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blog.dopplr.com');"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3276/2827224211_956d730402.jpg" border="0" alt="My carbon" width="500" height="305" /></a></div>
<p><strong>Jogos online</strong></p>
<p><a href="http://worldwithoutoil.org/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/worldwithoutoil.org');">Mundo Sem Petróleo</a></p>
<p>Trata-se de um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Alternate_reality_game" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">jogo de energia alternativa</a> interativo e cujo resultado depende dos jogadores e suas interações.</p>
<blockquote><p>The premise of World Without Oil was simple and provocative: What if an oil crisis started on April 30, 2007 - what would happen? How would the lives of ordinary people change? Players were invited to imagine how their lives and communities would be different and how they would cope if the world’s oil suddenly dried up. The “plot” unfolded dynamically. First, the players read the “official news” and what other players were saying. Then, using a combination of blog posts, videos, images and even voice mails, they told their own stories of the challenges they were facing. As the crisis continued, players updated their stories with further thoughts, reactions and solutions.</p></blockquote>
<div class="translation">O World Without Oil [Mundo Sem Petróleo] parte de um princípio simples e provocativo: se uma crise do petróleo começasse em 30 de abril de 2007 - o que aconteceria? Como a vida das pessoas normais mudaria? Os jogadores são convidados a imaginar como a vida delas em comunidade seria diferente e como eles se virariam se o petróleo do mundo acabasse de repente. A “trama” se abre de maneira dinâmica. Primeiro, os jogadores lêem as “notícias oficiais” e o que outros jodadores estão dizendo. Em seguida, usando uma combinação de blogagens, vídeos, imagens e mensagens de voz, eles contam suas próprias estórias com reflexões, reações e soluções mais abrangentes.</div>
<p><em>Anthony Williams</em> do Wikinomics <a href="http://www.wikinomics.com/blog/index.php/2008/09/10/as-the-world-fights-climate-change-could-games-be-part-of-the-solution/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.wikinomics.com');">escreveu sobre o jogo</a>, dizendo</p>
<blockquote><p>There is no doubt that fighting climate change will require a massive worldwide effort that could dramatically alter much about the world as we know it today. We need more than just smart public policy. And we need more than a comprehensive retooling of industry and our infrastructure. We all need to give up our oil addictions and that, in turn, will require us to make some pretty profound changes in our daily lives. Alternate reality games like World Without Oil could play a vital role in engaging the public in making those vital changes.</p></blockquote>
<div class="translation">Não há dúvidas que lutar contra as mudanças climáticas precisará um esforço gigantesco mundial que pode alterar dramaticamente o mundo da forma como conheçamos hoje. Precisamos mais do que políticas públicas inteligentes. E precisamos de mais do que uma abrangente re-equipação da indústria e nossa infra-estrutura. Todos nós precisamos desistir de nossos vícios por petróleo, e, em retorno, será necessário fazer algumas mudanças profundas em nossas vidas diárias. Jogos de realidade alternativa como o World Without Oil podem ter um papel fundamental em engajar o público a fazer essas mudanças fundamentais.</div>
<p>Via <a href="http://www.carbonsmart.com/carboncopy/2008/09/crowdsourcing-e.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.carbonsmart.com');">Carbon Copy</a>.</p>
</div>
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		<title>Lusosfera: Saramago, 85 anos, vencedor do Nobel, blogueiro</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 12:08:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Há uma semana, o vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 1998 Nobel - o primeiro e único escritor de língua portuguesa a alcançar o feito - começou seu próprio blogue: O Caderno de Saramago, que ele descreve como sua "página infinita de internet", recebeu as boas-vindas de muitos blogueiros de países de língua portuguesa. Mas o que faz de alguém um blogueiro?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="single" class="entry">
<blockquote><p><strong>Mexendo nuns quantos papéis que já perderam a frescura da novidade, encontrei um artigo sobre Lisboa escrito há uns quantos anos, e, não me envergonho de confessá-lo, emocionei-me. Talvez porque não se trate realmente de um artigo, mas de uma carta de amor, de amor a Lisboa. Decidi então partilhá-la com os meus leitores e amigos tornando-a outra vez pública, agora na página infinita de internet e com ela inaugurar o meu espaço pessoal neste blog.</strong></p></blockquote>
<p>São essas as primeiras linhas do blogue do escritor português e vencedor do Prêmio Nobel <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Saramago" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">José Saramago</a>, chamado <a href="http://caderno.josesaramago.org/2008/09/page/6/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/caderno.josesaramago.org');">O Caderno de Saramago</a> [disponível em <a href="http://caderno.josesaramago.org/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/caderno.josesaramago.org');">português</a> e em <a href="http://cuaderno.josesaramago.org/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/cuaderno.josesaramago.org');">espanhol</a>], lançado em 15 de setembro inicialmente dentro do site da Fundação  Saramago e agora na plataforma do Wordpress. Desde então, Saramago já blogou na sua “página infinita na internet” sobre o <a href="http://caderno.josesaramago.org/2008/09/17/perdao-para-darwin/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/caderno.josesaramago.org');">pedido de desculpas da Igreja Católica a Darwin</a>, <a href="http://caderno.josesaramago.org/2008/09/page/6/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/caderno.josesaramago.org');">George Bush e suas mentiras</a>, <a href="http://caderno.josesaramago.org/2008/09/17/berlusconi-c%C2%AA/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/caderno.josesaramago.org');">a fortuna de Berlusconi</a>, <a href="http://caderno.josesaramago.org/2008/09/18/ao-cemiterio-de-pulianas/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/caderno.josesaramago.org');">Pulianas</a> (um cemintário na província de Granada), e sobre o <a href="http://caderno.josesaramago.org/2008/09/19/aznar-o-oraculo/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/caderno.josesaramago.org');">aquecimento global</a>. <a href="http://caderno.josesaramago.org/2008/09/23/divorcios-e-bibliotecas/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/caderno.josesaramago.org');">No post</a> da última terça-feira, Saramago escreveu sobre o futuro de bibliotecas caseiras quando casais se divorciam.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-50304" title="saramago" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/saramago.jpg" alt="" width="487" height="126" /></p>
<p>São todos excelentes artigos, para a alegria da Lusosfera: blogueiros de quase todos os países de língua portuguesa deram-lhe as boas-vindas ao universo dos blogues (e lincaram, copiaram e publicaram seus posts livremente). <a href="http://devezenquandario.blogspot.com/2008/09/saramago-blogueiro.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/devezenquandario.blogspot.com');">Aline</a>, de Moçambique, ficou um pouco cética no início. Seria mesmo o vencedor do Prêmio Nobel de Literatura de 1998 por trás daquelas palavras online?</p>
<blockquote><p>Fiquei confusa… será que é mesmo o JOSÉ SARAMAGO??? Isso não é dele… muito estranho! Fui conferir: era ele mesmo! Imaginem o autor de A Caverna e todos aqueles outros livros maravilhosos virando um blogueiro, como um simples mortal, como nós! Como não tive tempo de ler tudo ontem, hoje acordei e, sem tirar o pijama, liguei o computador. Tomei café lendo o Caderno de Saramago. Fantástico! Ele promete escrever diariamente. E está cumprindo a promessa, desde segunda-feira já são três posts.</p></blockquote>
<p>Até o momento da publicação desse artigo, já são  8 posts. De Portugal, <a href="http://dept-linguas.blogspot.com/2008/09/saramago-em-blog.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/dept-linguas.blogspot.com');">Vasco Corisco</a> também acredita que pode reconhecer o escritor por trás do blogueiro:</p>
<blockquote><p>Na secção O Caderno de Saramago temos acesso à escrita de opinião do autor na primeira pessoa, no tom marcadamente político ao qual estão acostumados aqueles que conhecem os seus escritos.</p></blockquote>
<p>Também de  Portugal, <a href="http://ninguemle.blogspot.com/2008/09/o-caderno-de-saramago.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ninguemle.blogspot.com');">João</a> ficou bastante contente de dar a Saramago às boas-vindas à blogosfera:</p>
<blockquote><p>Embora desconfie que é um blogue completamente diferente deste, porque será certamente um lido por muita gente, fica a sensação de que Sara<span>mago se juntou cá ao grupo dos que têm um cantinho algures na Internet para escrever desabafos. </span>Não deixa de ser estranho ter ouvido contar, há bem pouco tempo, que Saramago terá dito que jamais escreveria sem ser à mão. Depois passou a só escrever numa máquina e, agora, desconfio que utilize um computador para o fazer.</p></blockquote>
<p>De Cabo Verde, <a href="http://bocadetubarao.blogspot.com/2008/09/jos-saramago-lana-blog.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/bocadetubarao.blogspot.com');">Neu Lopes</a>, também novo na blogosfera, aproveita a oportunidade para dar a notícia do novo livro de Saramago, <a href="http://blog.josesaramago.org/main.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blog.josesaramago.org');">A Jornada do Elefante</a>, que deve chegar às livrarias até o fim do ano. Outro blogueiro de Cabo Verde que parece não ser grande fã de Saramago, <a href="http://ziqzra.blogspot.com/2008/09/blogosfera.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ziqzra.blogspot.com');">Miguel Barbosa</a>, opina:</p>
<blockquote><p>Vamos torcer para os posts não serem tão chatos quanto os livros, hehehe…</p></blockquote>
<p>Passando para a blogosfera brasileira, <a href="http://oiretemeh.blogspot.com/2008/09/cadernais.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/oiretemeh.blogspot.com');">Hemetério</a> ficou um tanto quanto decepcionado por  Saramago ter entrado para a tribo online, mas está feliz em encontrar textos tão distintos, um dos quais ele imprimiu e deixou em um ônibus para que outras pessoas lessem e passassem adiante:</p>
<blockquote><p>Achava que o venerável escritor português era avesso à tecnologia, que defendia o arcaísmo de sua labuta em máquinas de escrever como o japonês perdido numa ilha distante, que devotara sua vida a proteger o forte, anos depois da guerra ter acabado.</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-50477 aligncenter" title="corifeu" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/corifeu.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>“Pérolas aos porcos?”. Blogueiro brasileiro <a href="http://oiretemeh.blogspot.com/2008/09/cadernais.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/oiretemeh.blogspot.com');">Hemetério</a> imprimiu o post sobre o Presidente Bush, que “expulsou a verdade do mundo para, em seu lugar, fazer frutificar a idade da mentira”, para deixá-lo no ônibus </strong></p>
<p>Por outro lado, <a href="http://andrelemos.info/com104/2008/09/o-caderno-de-saramago.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/andrelemos.info');">Lara</a> achou interessante ver um escritor tão conhecido como Saramago usando ferramentas como essas. Ela diz:</p>
<blockquote><p>É um bom sinal de que a comunicação pela internet não está apenas ganhando espaço por sua agilidade, mas também pela facilidade e amplitude com que atinge o público. Comentaram comigo, inclusive, que fazer um blog pode ser só uma tentativa de Saramago de ser cool. Mas, minha gente, Saramago tem 85 anos. Uma pessoa de 85 anos não liga para ser cool.</p></blockquote>
<p>Talvez Saramago não precise ser <em>cool</em>, mas pode ser que essa coceira para entrar no ciber-espaço seja chamada  marketing. Além do livro que está a caminho, a adaptação de seu famoso romance Ensaio Sobre a Cegueira está passando no Brasil e com estréia marcada nos cinemas internacionais como o filme <a href="http://blindness-themovie.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blindness-themovie.com');">Blindness</a> de <span>Fernando Meirelles (também <a href="http://blogdeblindness.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blogdeblindness.blogspot.com');">blogueiro</a>), </span>com Mark Ruffalo e Julianne Moore. Seguindo esse raciocínio, o blogueiro português <a href="http://privilegiosdesisifo.blogspot.com/2008/09/gog-e-saramagog-o-gro-brufo-bloga.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/privilegiosdesisifo.blogspot.com');">Miguel Drummond de Castro</a> lembra ao seu público que nem mesmo um ganhador do Prêmio Nobel pode virar blogueiro da noite para o dia:</p>
<blockquote><p>Há aqui uma confusão antropo-cibernética de primeiro grau. A de crer que a utlização de uma maquineta - no caso o computador ligado à rede - transforma imediatamente a pessoa num “verdadeiro” blogger. A maquineta, qual deus, confere de imediato a graça divina. A pessoa que no dia anterior não sabia nada de blogs, que não fazia a menor ideia dia sobre o que é um template ou um Html, de repente, por infusão divina da santíssima técnica, já se comporta como um “verdadeiro blogger”. De um momento para outro adquiriu todas as competências.</p></blockquote>
<p>E quem se importa? <a href="http://ressurgenciaicamiaba.blogspot.com/2008/09/blog-do-saramago.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ressurgenciaicamiaba.blogspot.com');">Deborah Icamiaba</a> gosta do blogue por ser uma leitura de qualidade online:</p>
<blockquote><p>Que frescor tem sido a leitura do recém-criado blog do Saramago!</p>
<p>Eu já gostava de seus livros e ele virou ídolo quando tornou-se o único escritor de porte a exigir das editoras que seus livros fossem publicados em papel reciclado.</p>
<p>Quando a gente está na net e quer ler algo legal, fica procurando e não acha, vale a pena passar por lá: http://caderno.josesaramago.org/ - tem sempre algo interessante sendo dito de maneira singela e poderosa.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.periodistadigital.com/libros/object.php?o=323249" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.periodistadigital.com');"><img class="aligncenter size-full wp-image-50476" title="josesaramago" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/josesaramago.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Foto do Periodista digital.com</em><em> licenciado com uma licença <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Creative_Commons" class="extiw" title="w:Creative Commons" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Creative Commons</a> <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.5/" class="external text" title="http://creativecommons.org/licenses/by/2.5/" rel="nofollow" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/creativecommons.org');">Attribution 2.5</a></em></p>
</div>
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		<title>Semana da Consciência dos Deficientes Auditivos: Em Busca da Educação de Qualidade</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 07:07:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Nesta segunda parte dos posts sobre a Semana da Consciência dos Deficientes Auditivos, nós trazemos para vocês uma perspectiva sobre a educação para deficientes auditivos, e os diferentes desafios que ela apresenta. Primeiro, da República Centro-Africana, uma escola que continuou a funcionar depois que suas verbas se esgotaram, movida apenas por amor. Segundo, das Filipinas, estudantes com deficiências auditivas criaram e produziram um vídeo apresentando os desafios que muitos deles encaram depois de se graduarem. Na Venezuela, professores de deficientes auditivos exlicam a importância da educação bilíngue e bicultural. E, por fim, um exemplo visual do quanto as linguagens de sinais podem variar de um país para o outro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/2344975342_07be79b4d4_s.jpg" alt="Hands, por John-Morgan" hspace="5" /> Nesta segunda parte dos posts sobre a Semana da Consciência dos Deficientes Auditivos (<a href="http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/23/semana-da-consciencia-dos-deficientes-auditivos-livros-em-linguagem-de-sinais/">clique aqui para ler a primeira parte</a>), nós trazemos para vocês uma perspectiva sobre a educação para deficientes auditivos, e os diferentes desafios que ela apresenta. Primeiro, da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_Centro-Africana" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">República Centro-Africana</a>, uma escola que continuou a funcionar depois que suas verbas se esgotaram, movida apenas por amor. Segundo, das <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Filipinas" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Filipinas</a>, estudantes com deficiências auditivas criaram e produziram um vídeo apresentando os desafios que muitos deles encaram depois de se graduarem. Na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Venezuela" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Venezuela</a>, professores de deficientes auditivos exlicam a importância da educação bilíngue e bicultural. E, por fim, um exemplo visual do quanto as linguagens de sinais podem variar de um país para o outro.</p>
<p>Este <a href="http://mx.youtube.com/watch?v=HYj5xRDUCb0" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/mx.youtube.com');">primeiro vídeo, da República Centro-Africana</a> [En] documenta a luta que a única escola para deficientes auditivos que eles possuem está enfrentando: eles estão reduzidos a apenas dois professores, que trabalham por puro amor à profissão, já que não recebem seus salários há 4 anos. Eles estão também com grande carência de suprimentos e livros. Este vídeo é em Linguagem Africana de Sinais, com legendas em inglês:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0">
<param name="allowFullScreen" value="true" />
<param name="src" value="http://www.youtube.com/v/HYj5xRDUCb0&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/HYj5xRDUCb0&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;fs=1" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>O <a href="http://hdptcar.net/blog/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/hdptcar.net');">Time de Parceria Humanitária e Desenvolvimento da República Centro-Africana</a> [En] é uma organização sem fins lucrativos, que foi responsável pela produção e publicação deste vídeo. Em seu blogue, eles informam quais são as necessidades desta escola e da região, de acordo com a diretoria: salários, material, treinamento de professores, transporte, mais escolas para deficientes auditivos e treinamento vocacional para os estudantes mais velhos. Informações sobre como contactar a organização para ajudar esta escola e sua comunidade podem ser encontradas <a href="http://hdptcar.net/blog/2008/08/27/short-film-deaf-in-the-central-african-republic/#more-706" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/hdptcar.net');">aqui</a> [En].</p>
<p>Das Filipinas, o <a href="http://www.mccid.edu.ph/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.mccid.edu.ph');">Instituto Cristão de Computação para Deficientes Auditivos de Manila</a> presta treinamento nas habilidades básicas do uso de computadores para seus estudantes, preparando-os para o mercado de trabalho da melhor forma que podem. Contudo, como se pode ver <a href="http://mx.youtube.com/watch?v=ZpvtDrQRSoI" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/mx.youtube.com');">neste vídeo</a> [En] produzido e dirigido pels próprios estudantes, eles se deparam com frustrações e falta de oportunidades de trabalho quando saem da escola. O vídeo é feito em Linguagem de Sinais das Filipinas com legendas em inglês:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0">
<param name="allowFullScreen" value="true" />
<param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ZpvtDrQRSoI&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/ZpvtDrQRSoI&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;fs=1" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>A Venezuela também provê educação especializada para sua população deficiente auditiva. Neste vídeo, a equipe de uma escola explica como eles procedem para ensinar crianças deficientes auditivas, que podem também sofrer de deficiências cognitivas, naquilo que eles chamam de um ambiente bilíngue. Lá os estudantes recebem aulas em linguagem de sinais como sua primeira língua e em espanhol como sua segunda língua, o que se acredita ser de grande ajuda na integração dos estudantes à comunidade ouvinte. Uma das professores explica como ela não considera o uso incorreto de verbos em um dever de casa como um erro, e sim como uma oportunidade de explicar aos estudantes que as pessoas ouvintes usam os verbos de formas diferentes, e que eles devem aprender a expressar-se apropriadamente quando estiverem se comunicando com eles. <a href="http://mx.youtube.com/watch?v=w97K0HhwtUQ" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/mx.youtube.com');">Este vídeo</a> [Es] é apresentado em Linguagem Venezuelana de Sinais e Espanhol.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0">
<param name="allowFullScreen" value="true" />
<param name="src" value="http://www.youtube.com/v/w97K0HhwtUQ&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/w97K0HhwtUQ&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;fs=1" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Por fim, este <a href="http://mx.youtube.com/watch?v=kReZBhWAAyA" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/mx.youtube.com');">breve vídeo</a> do <a href="http://mx.youtube.com/user/gruposenaslibres" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/mx.youtube.com');"><em>gruposenaslibres</em></a> do México: Uma jovem mexicana e um rapaz austríaco assinalam seus respectivos alfabetos manuais, os números e os meses do ano, para ilustrar as diferenças entre as linguagens de sinais de seus países.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0">
<param name="allowFullScreen" value="true" />
<param name="src" value="http://www.youtube.com/v/kReZBhWAAyA&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/kReZBhWAAyA&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;fs=1" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><small><em>A imagem de thumbnail usada é <a href="http://www.flickr.com/photos/aidanmorgan/2344975342/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">Hands</a>, de <a href="http://www.flickr.com/photos/aidanmorgan/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">John-Morgan</a></em></small></p>
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		<item>
		<title>Madagascar: Por toda a rua</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/25/madagascar-por-toda-a-rua/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/25/madagascar-por-toda-a-rua/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 01:15:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>

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		<description><![CDATA[Dago Tiako descreve algumas coisas que acontecem nas ruas em Madagascar[En]: &#8220;De repente, você nota um grupo de pessoas fazendo um círculo. Você pensa que deve ter sido um acidente. Você se aproxima para ver o que está acontecendo. No meio do círculo, há um homem quase nu (ele veste apenas um pequeno par de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Dago Tiako</em> descreve algumas <a href="http://ariniaina.wordpress.com/2008/09/21/all-along-the-street/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ariniaina.wordpress.com');">coisas que acontecem nas ruas em Madagascar</a>[En]: &#8220;De repente, você nota um grupo de pessoas fazendo um círculo. Você pensa que deve ter sido um acidente. Você se aproxima para ver o que está acontecendo. No meio do círculo, há um homem quase nu (ele veste apenas um pequeno par de &#39;shorts&#39;). Ele marca várias linhas e faz desenhos no chão. Ele diz alguma coisa sobre a vida, o futuro ou o sentido dos sonhos.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>África do Sul: Cara, cadê a Presidência?</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/24/africa-do-sul-cara-cade-a-presidencia/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/24/africa-do-sul-cara-cade-a-presidencia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 23:18:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Governança]]></category>

		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[A blogosfera Sul-Africana entrou em ebulição com as recentes notícias da renúncia em massa de 11 Ministros de Estado e 3 Ministros Substitutos, incluindo o ministro-celebridade da África do Sul, Trevor Manuel, e a Presidente-Substituta Phumzile Mlambo-Ngcuka. Veja o que os blogueiros estão dizendo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/1031282060_d832dd1c29_m.jpg" alt="Casas do Parlamento da África do Sul" hspace="5" /> A blogosfera Sul-Africana entrou em ebulição com as recentes notícias da renúncia em massa de 11 Ministros de Estado e 3 Ministros Substitutos, incluindo o ministro-celebridade da África do Sul, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Trevor_Manuel" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Trevor Manuel</a> [En], e a Presidente-Substituta <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Phumzile_Mlambo-Ngcuka" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Phumzile Mlambo-Ngcuka</a> [En]. Veja o que os blogueiros estão dizendo&#8230;</p>
<p>Do <a href="http://capetownbubble.blogspot.com/2008/09/trevor-manuel-quits-along-with-10.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/capetownbubble.blogspot.com');"><em>Cape Town Property Bubble</em></a> [En]:</p>
<blockquote><p>Finance Minister Trevor Manuel is among 11 Cabinet ministers and three deputy ministers who have resigned.<br />
Their letters of resignation had been received by President Thabo Mbeki “which, regretfully, he has had to accept”, the presidency said in a statement on Tuesday.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;O Ministro das Finanças Trevor Manuel está entre os 11 Ministros de Estado e três ministros substitutos que renunciaram.<br />
Suas cartas de renúncia foram recebidas pelo Presidente Thabo Mbeki &#8216;que, lamentavelmente, teve que aceitá-las&#39;, segundo comunicado da presidência emitido na terça-feira.&#8221;</div>
<p>Em meu próprio blogue, <a href="http://karim.co.za/blog/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/karim.co.za');"><em>Waiting in Transit</em></a> [En], o post &#8220;<a href="http://karim.co.za/blog/2008/09/23/south-africas-government-disbands-wtf/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/karim.co.za');">South Africa&#39;s Government disbands, WTF?</a>&#8221; [&#8221;Governo da África do Sul debandou, que porra é essa?&#8221;, em tradução livre do inglês] fala:</p>
<blockquote><p>“What the Hell?!?” is almost every South African&#39;s response right now as the news is coming thick and fast right now with news of 11 Ministers in Government resigning today, including Trevor Manuel (No! Don’t Go!) including 3 Deputy Ministers. This after The Deputy President, Phumzile Mlambo-Ngcuka, resigned yesterday citing that she wants to allow the “new president” to choose their own deputies and “personal reasons” (Yeah, right.)</p>
<p>The Ministers who have left are…</p>
<p>Deputy President, Phumzile Mlambo-Ngcuka;<br />
Minister of Finance Trevor Manuel;<br />
Minister of Defence Mosiuoa Lekota;<br />
Minister in the Presidency Essop Pahad;<br />
Minister of Intelligence Ronnie Kasrils;<br />
Minister of Correctional Services Ngconde Balfour;<br />
Minister of Public Enterprises Alec Erwin;<br />
Minister of Science and Technology Mosibudi Mangena;<br />
Minister of Public Works Thoko Didiza;<br />
Minister of Provincial and Local Government Sydney Mufamadi; and<br />
Minister of Public Service and Administration Geraldine Fraser-Moleketi.</p>
<p>…and that’s not including the three deputy ministers: Deputy Minister of Foreign Affairs Aziz Pahad; Deputy Minister of Finance Jabu Moleketi; and Deputy Minister of Correctional Services Loretta Jacobus.</p>
<p>Following the President’s resignation, which was a blow enough to the country in terms of stability, etc. and now this… This is DEVASTATING. With no doubt, this is the biggest Political upset in South African history. No doubt, the ANC National Executive Committee is probably shitting itself after coming to the decision to chuck Mbeki out of the presidency, citing the recent case against Jacob Zuma in which the case was thrown out of court due to “political interference” (which they blamed on Mbeki)… I bet they didn’t see this coming, or maybe they did, maybe this is what they wanted.</p>
<p>Kgalemo Motlanthe, Zuma’s ally has already been chosen as the care-taker president since the other Deputy President had resigned, os now they have the opportunity to replace EVERYONE.</p>
<p>I don’t know what’s going to happen now, this cannot be good for investor confidence in the country , the Rand is most probably going to get shot to hell and there goes the 2010 Dream. Negative, I know, otherwise I’m hoping for a miracle.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;&#8216;Que porra é essa!?&#39; é a resposta da todo os sul-africanos neste momento às notícias que estão chegando a todo momento sobre a renúncia de 11 Ministros do Governo hoje, incluindo Trevor Manuel (Não! Não Vá!) e incluindo 3 ministros substitutos. Isso acontece depois que a Presidente-Substituta, Phumzile Mlambo-Ngcuka, renunciou ontem alegando que gostaria de permitir que o &#8216;novo presidente&#39; escolhesse seus próprios substitutos e &#8216;razões pessoais&#39; (Tá certo, então.)</p>
<p>Os Ministros que partiram são&#8230;</p>
<p>Presidente-Substituta, Phumzile Mlambo-Ngcuka;<br />
Ministro das Finanças Trevor Manuel;<br />
Ministro da Defesa Mosiuoa Lekota;<br />
Ministro da Presidência Essop Pahad;<br />
Ministro da Inteligência Ronnie Kasrils;<br />
Ministro dos Serviços Correcionais Ngconde Balfour;<br />
Ministro dos Investimentos Públicos Alec Erwin;<br />
Ministro da Ciência e Tecnologia Mosibudi Mangena;<br />
Ministro das Obras Públicas Thoko Didiza;<br />
Ministro do Governo Provincial e Local Sydney Mufamadi;<br />
e a Ministra dos Serviços Públicos e Administração Geraldine Fraser-Moleketi.</p>
<p>&#8230;e isso sem falar nos três ministros substitutos: Ministro Substituto de Assuntos Exteriores Aziz Pahad; Ministro Substituto das Finanças Jabu Moleketi; e Ministra Substituta dos Serviços Correcionais Loretta Jacobus.</p>
<p>Primeiro a renúncia da Presidente Substituta, que já foi um golpe grande na estabilidade do país, etc&#8230; e agora isso&#8230; isso foi DEVASTADOR. Sem dúvida alguma, esta é a maior perturbação política na história da África do Sul. Sem dúvida, o Comitê Executivo Nacional da ANC está provavelmente se borrando depois de ter chegado à decisão de derrubar Mbeki da presidência, citando o recente caso contra Jacob Zuma, no qual o caso foi retirado da corte por conta de &#8216;interferências políticas&#39; (das quais eles culparam Mbeki)&#8230; Eu aposto que eles não imaginavam que isso ia acontecer, ou talvez eles tenham imaginado. Talvez isso seja o que eles queriam.</p>
<p>Kgalemo Motlanthe, aliado de Zuma, já foi escolhido como presidente-substituto interino desde que a Presidente-Substituta renunciou, e agora eles terão a oportunidade de substituir TODOS.</p>
<p>Eu não sei o que vai acontecer agora, e isso não pode ser bom para a confiança dos investidores no país, o Rand provavelmente será jogado pro inferno e lá se vai o sonho de 2010. Pessimista, eu sei, mas de outra forma eu estaria esperando por um milagre.&#8221;</p>
</div>
<p>Do <em><a href="http://blog.ecr.co.za/newswatch/?p=2865" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blog.ecr.co.za');">East Coast News Watch Blog</a></em> [En]:</p>
<blockquote><p>President Thabo Mbeki has lodged papers in the Constitutional Court for permission to add his name to an application to appeal Judge Chris Nicholson’s judgment.</p>
<p>*Plus, read his <a href="http://blog.ecr.co.za/newswatch/wp-content/uploads/2008/09/thabombekiresignationspeech.pdf" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blog.ecr.co.za');">full resignation speech</a> *</p>
<p>Mbeki filed the papers yesterday - a day after announcing to the nation that he has resigned.</p>
<p>The move follows Nicholson’s statement in the recent Pietermaritzburg High Court ruling, that Mbeki and the former Justice Minister may have interfered in the decision to prosecute Jacob Zuma. Last week, the cabinet said it was considering taking legal action over the judge’s comments about political interference. It is understood that cabinet has also lodged papers in the con court.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;O Presidente Thabo Mbeki protocolou documentos para a Corte Constitucional pedindo permissão para que seu nome fosse adicionado a um pedido de apelo ao veredito do Juiz Chris Nicholson.<br />
*Mais, leia aqui seu <a href="http://blog.ecr.co.za/newswatch/wp-content/uploads/2008/09/thabombekiresignationspeech.pdf" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blog.ecr.co.za');">discurso de renúncia completo</a>[En]*<br />
Mbeki enviou os documentos ontem - um dia após anunciar à nação que havia renunciado [à presidência do país].<br />
Esta movimentação se dá em seguida à declaração de Nicholson na recente decisão da Suprema Corte de Pietermaritzburg, de que Mbeki e o ex-Ministro da Justiça podem ter interferido no veredito em relação a Jacob Zuma. Na semana passada, o gabinete [presidencial] havia feito declarações de que estava considerando a tomada de ações legais contra a alegação do juiz de que haveria ocorrido interferência política. É sabido que o gabinete também enviou documentação à corte constitucional.&#8221;</div>
<p><a href="http://blogs.dispatch.co.za/dispatchnow/2008/09/23/mambeki-backs-anc-split-plan/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blogs.dispatch.co.za');"><em>Dispatch Now</em></a> [En] fala de planos para a criação de um novo partido político na África do Sul:</p>
<blockquote><p>Outgoing President Thabo Mbeki’s mother, Epainette, is backing moves to split the African National Congress (ANC) and form a new breakaway political party.</p>
<p>News of the plans by Mbeki supporters to form a new breakaway party emerged this weekend after the ANC national executive committee (NEC) announced that it had resolved to recall Mbeki from his office.<br />
Defence Minister Mosiuoa Lekota, his deputy Mluleki George and Gauteng Premier Mbhazima Shilowa are believed to be spearheading the campaign to start the still-to-be-named political party.</p>
<p>On Sunday George would neither confirm nor deny the moves, saying only that an announcement would be made soon.</p>
<p>On Monday, Ma’Mbeki, as the 92-year-old struggle veteran is affectionately known, said she was aware of the the plans and backed the move to split the ANC as she saw no future in the organisation under current president Jacob Zuma.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;A mãe do presidente Thabo Mbeki, Epainette, está apoiando movimentos para a divisão do Congresso Nacional Africano (ANC) para a criação de um novo partido político.<br />
Notícias sobre os planos dos apoiadores de Mbeki de criar um novo partido político vieram à tona depois que o comitê executivo nacional (NEC) do ANC anunciou sua intenção de retirar Mbeki de seu cargo. O Ministro da Defesa Mosiuoa Lekota, seu vice-ministro Mluleki George e o Premier [da região] de Gauteng, Mbhazima Shilowa, são creditados como fazendo parte da ponta-de-lança da campanha para a criação do novo partido ainda sem nome.<br />
No domingo George não confirmou nem negou estas movimentações, dizendo apenas que um anúncio está para ser realizado em breve.<br />
Na segunda-feira, Ma&#39;Mbeki, como a veterana de lutas políticas de 92 anos é carinhosamente conhecida, disse que estava a par dos planos e apoiava as movimentações para a divisão da ANC, uma vez que ela não via futuro na organização sob o comando de Jacob Zuma.&#8221;</div>
<p>O <a href="http://blog.ecr.co.za/newswatch/?p=2862" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blog.ecr.co.za');"><em>East News Watch Blog</em></a> [En] também escreveu sobre o candidato favorecido pela ANC para ocupar o posto vago na presidência, antes da renúncia dos ministros citados anteriormente:</p>
<blockquote><p>The ANC has confirmed that its Deputy President Kgalema Motlanthe has been chosen as the party’s preferred candidate to serve as the country’s interim president after Thabo Mbeki leaves office on Thursday.</p>
<p>The ANC’s Jessie Duarte says while parliament still has to vote on the matter today - that will just be a formality.</p>
<p>“Mr Kgalema Motlanthe is the ANC’s preferred candidate to become the next president of the Republic of South Africa. He will probably be sworn in immediately after the resignation of President Mbeki takes effect on the 25th of September.”</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;A ANC confirmou que seu vice-presidente Kgalema Motlanthe foi escolhido como o candidato preferido do partido para servir como presidente interino do país depois da saída de Thabo Mbeki na quinta-feira.<br />
Jessie Duarte, da ANC, disse que embora o parlamento ainda deva votar sobre o assunto hoje - isto será apenas uma formalidade.<br />
&#8216;O Sr. Kgalema Motlanthe é o candidato preferencial da ANC para se tornar o presidente da República da África do Sul. Ele provavelmente será empossado imediatamente após a renúncia do Presidente Mbeki ser efetivada, em 25 de setembro&#39;.&#8221;</div>
<p>Muitos sul-africanos estão em completo choque neste momento a respeito dos eventos que estão se desenrolando na frente de seus olhos. O que o futuro reserva, ninguém sabe. Tudo o que sabemos neste momento é que as pessoas estão com medo dos desdobramentos desta situação.<br />
<em><small></small></em></p>
<p><em><small>A foto acima, das Casas do Parlamento Sul-Africano, na Cidade do Cabo, é de <a href="http://flickr.com/photos/itagne/1031282060/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/flickr.com');">Nick Boalch</a> e é partilhada sob licença Creative Commons “Attribution-Non-Commercial-No Derivative”.</small></em></p>
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		<title>Angola: Moradias de luxo para ricos e mais caras para pobres</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/22/angola-moradias-de-luxo-para-ricos-e-mais-caras-para-pobres/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 20:34:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claraonofre</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Angola]]></category>

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		<description><![CDATA[A especulação territorial e imobiliária em Luanda é uma das causas do aumento significativo nos preços da moradia na capital angolana. Nesse artigo, Clara Onofre investiga como os empreendimentos de luxo estão rapidamente tomando conta da paisagem de Luanda. Mas para quem eles são construídos?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A especulação imobiliária em Angola tem atingido níveis alarmantes, resultado da importação dos materiais de construção, taxas alfandegárias, falta de legislação, muita procura e pouca oferta e quiça de alguma má fé por parte dos construtores.</p>
<p>Basta dar uma olhadela à volta para se perceber o número significante de <a href="http://www.flickr.com/photos/29996877@N07/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">condomínios de luxo</a>, prédios envidraçados devidamente mobilados e com direito a garagem, ginásio e piscina que parecem ter saído de uma <a href="http://www.youtube.com/watch?v=nK7ixB3Gw1I" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.youtube.com');">varinha de condão</a>. E apesar dos preços absurdos – um milhão de dólares e às vezes mais – antes mesmo da inauguração dos edifícios, os construtores já sabem de antemão que existem inúmeros compradores.</p>
<p>É óbvio que os compradores destes empreendimentos são indivíduos pertencentes à classe alta. Pessoas ligadas ao poder ou empresas estrangeiras que compram para depois criarem guest houses para os seus funcionários. É também evidente que a classe baixa e a média vêem-se excluídas da possibilidade de adquirir uma habitação deste género.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/wilsonbentos/512121622/in/set-72157600127396080/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');"><img class="alignnone size-full wp-image-50284 aligncenter" title="512121622_0f9769cc75" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/512121622_0f9769cc75.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Luanda Buildings&#8221;, foto do usuário do Flickr </strong><a href="http://www.flickr.com/photos/wilsonbentos/" title="Link to wilsonbentos' photostream" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');"><strong>wilsonbentos</strong></a><strong> </strong><strong> </strong><strong>publicada sob licença da Creative Commons </strong></p>
<p>O grande problema nisto tudo deve-se ao facto de não existirem casas que vão de encontro às possibilidades financeiras da maioria da população. E as poucas que existem deixam muito a desejar devido à fraca qualidade dos materiais de construção. Cazimar, do blog <a href="http://africaminhamami.blogspot.com/2008/06/angola-especulao-desenfreada-na-compra.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/africaminhamami.blogspot.com');">Africa Minha</a> ilustra bem esta situação:</p>
<blockquote><p>“Começa-se a levantar o véu sobre a polémica da especulação imobiliária em Angola e os seus respectivos destinatários interessados neste negócio, quer sejam vendedores, compradores, investidores ou banca e etc. Este tipo de negócio interessará a quem? Certamente que não interessará à maioria do cidadão angolano de baixos rendimentos, porque esses pobres coitados por enquanto só podem sonhar com uma habitação made in China de duvidosa qualidade (marketing eleitoral) ou com a compra ou aluguer de uma cubata num dos musseques (bairro de lata ou favela) mais luxuosos e povoados, situados privilegiadamente ao redor e na parte central da cidade de Luanda. No entanto a localização destes musseques também começa a sofrer a cobiça pelos terrenos por parte dos grandes grupos imobiliários, alguns deles apoiados por pessoal com forte influência junto do poder central e das decisões. Refiro-me aos generais, ministros e respectivos familiares. A maioria dos familiares desta corja sugadora, são os principais responsáveis ou accionistas das empresas envolvidas em grandes projectos de construção imobiliária. Cabendo aos generais e aos outros membros o papel de exercerem influências internamente nos organismos a quem cabe a responsabilidade de supervisionar e administrar esses terrenos e locais. Na maioria das vezes, o cidadão comum (pobre) que vive nesses terrenos é expropriado sem direito a contrapartidas, sendo posteriormente os terrenos vendidos a preços exorbitantes aos interessados na sua compra, com avultadas comissões (gasosa = suborno) aos intervenientes que facilitaram o seu desbloqueamento e expropriação.<br />
Eles (corja) estão sempre a “mamar e a sacar” dependendo dos objectivos de cada um. Tudo isto é facilitado pela falta de legislação adequada e que tarda em aparecer por impedimento da corja envolvida na corrupção do negócio imobiliário de luxo para Angola e para a cidade de Luanda”.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/75177528@N00/2524514352" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');"><img class="aligncenter size-full wp-image-50282" title="2524514352_b69968b1fa" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/2524514352_b69968b1fa.jpg" alt="" width="472" height="381" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Assim é Luanda&#8221;, foto de Moisés Nazário, usuário do Flickr <a href="http://www.flickr.com/photos/molinaz/" title="Link to Moises.on's photostream" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">Moises.on</a> </strong><strong>publicada sob licença da Creative Commons </strong></p>
<p>No entanto parece que as coisas começam a mudar já que o governo angolano pretende aplicar a curto prazo, medidas de combate à especulação imobiliária com especial destaque para Luanda. Convém referir que as outras províncias do país ainda não sofrem deste mal. Em entrevista ao Jornal de Angola, o vice-ministro do Urbanismo e Ambiente afirmou que “o nível de especulação de preços dos imóveis em Luanda é bastante preocupante e torna a vida do cidadão de baixa renda mais difícil. O combate passa por mecanismos jurídicos que protejam os cidadãos das especulações que se registam no mercado imobiliário na capital e também por um programa de fomento habitacional para que todos os cidadãos tenham acesso a moradias condignas e a preços mais baixos”.</p>
<p>Gil Gonçalves, do blog <a href="http://patriciaguinevere.blogspot.com/2008/07/especulao-imobiliria-fim.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/patriciaguinevere.blogspot.com');">Universal</a>, resume em dois parágrafos a situação em que vive a maioria dos angolanos face à especulação imobiliária.</p>
<blockquote><p>“Os especuladores imobiliários por onde passam, corrompem governos, titanicam nações. Conseguem corromper um centímetro de terra e lá construírem um minimercado. Se não acabarmos com os especuladores imobiliários, eles acabarão connosco”.</p></blockquote>
<p>Outro grande problema vivido pelos angolanos reside no aluguer de casas. Cada senhorio utiliza uma tabela própria de preços e a imaginação destes não conhece limites. Os preços variam entre os dois mil dólares e os dez mil e nem sempre esses valores correspondem à qualidade da casa. Muitas das vezes são casas com apenas um quarto, sem electrobomba ou gerador. E na grande maioria das situações, o senhorio assina um contrato com o inquilino que o primeiro trata de não respeitar, além de exigir seis meses ou um ano de renda em avanço.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-50285" title="6870409_7a38b4b96a" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/6870409_7a38b4b96a.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Angola2&#8243;, foto do usuário do Flickr </strong><a href="http://www.flickr.com/photos/kaysha/" title="Link to kaysha's photostream" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');"><strong>kaysha</strong></a><strong> </strong><strong>publicada sob licença da Creative Commons </strong></p>
<p>É urgente a criação de uma lei que obrigue os senhorios a respeitarem os contratos, que estabeleça uma tabela de preços, entre outros. E é também necessário que a Associação do Consumidor se faça ouvir e que aja em conformidade. Enquanto isso não acontece resta aos angolanos, sujeitar-se a esta realidade implacável. O blog <a href="http://formyfamilyandmyfriends.blogspot.com/2008/07/viver-em-angola.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/formyfamilyandmyfriends.blogspot.com');">Angola For my Family and my Friends</a> atesta esta realidade:</p>
<blockquote><p>“O aluguer das casas é muito elevado e ainda são infra-estruturas de pouca oferta. Das duas uma, ou o pacote de trabalho (para estrangeiros) inclui casa ou o teu rendimento tem de sustentar essa condição. As rendas podem ir de 2000/3000 dólares até onde o pensamento te deixar ir. A mais cara que vi, pediam 15.000 dólares por mês, mas sabe-se de condomínios que chegam a pedir 25.000. Tendo sempre em conta a particularidade comum em pagar sempre os primeiros seis meses ou o primeiro ano de arrendamento na sua totalidade.”</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-50283" title="2856147620_287704cc52" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/2856147620_287704cc52.jpg" alt="" /><br />
<strong>&#8220;Equilíbrio&#8221;, foto do bairro de Mártires do Kifangondo em Luanda pela usuária do Flickr <a href="http://www.flickr.com/photos/elisavaz/" title="Link to elisa vaz's photostream" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">elisa vaz</a> publicada nesse artigo com a permissão da fotógrafa<br />
</strong></p>
<p>Existem dois vídeos muito interessantes sobre o assunto no YouTube. O primeiro, do usuário <a href="http://www.youtube.com/user/Diogobezerra6" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.youtube.com');">Diogobezerra6</a>, é uma montagem de imagens dos novos prédios e empreendimentos chamada <a href="http://www.youtube.com/watch?v=fH0h12sxv-A" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.youtube.com');">A Nova Luanda</a>. O segundo é uma resposta em vídeo ao primeiro e trata-se de um clip para a canção   &#8220;Monangambê&#8221; do grupo &#8220;Luanda Dread Band&#8221;, com cenas dos passeios do usuário <a href="http://www.youtube.com/user/INESAAODH" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.youtube.com');">INESAAODH</a> por outros cantos da cidade.</p>
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		<title>Angola: MPLA vence com mais de 80% dos votos</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/18/angola-mpla-vence-com-mais-de-80-dos-votos/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 19:55:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Angola]]></category>

		<category><![CDATA[Eleições]]></category>

		<category><![CDATA[Feature]]></category>

		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Portuguese]]></category>

		<category><![CDATA[Sub-Saharan Africa]]></category>

		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão Nacional Eleitoral de Angola revelou o resultado final das primeiras eleições em 16 anos naquele país e ele confirmou a vitória do partido da situação, o Movimento Popular de Libertação de Angola, que conquistou 191 das 220 vagas no Parlamento. Veja algumas reações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="single" class="entry">
<p>O resultado final das eleições parlamentares revelado na noite dessa terça-feira pela <a href="http://www.cne.ao/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.cne.ao');">Comissão Nacional Eleitoral de Angola</a> confirmou a vitória do partido da situação, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MPLA" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Movimento Popular de Libertação de Angola</a>, com 81,64% (5.266.216 votos). O segundo colocado, o partido principal da oposição <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/UNITA" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">União Nacional para a Independência Total de Angola</a>, teve 10,39% (670.363 votos). Um total de 7.213.246 angolanos compareceram às urnas, dentro do universo de 8.256.584 pessoas que se registraram para votar - um índice de comparecimento de<span> 87%</span>.</p>
<p>Isso quer dizer que o MPLA fará 191 dos 220 Membros do Parlamento eleitos, enquanto a UNITA terá 16 representantes, o PRS contará com 8 e ambos o ND e o FNLA terão 2 vagas (<a href="http://www.cne.ao/listadep.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.cne.ao');">clique aqui</a> para ver uma lista completa dos eleitos por região). Jorge Santos do <a href="http://lestedeangola.weblog.com.pt/arquivo/263895.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/lestedeangola.weblog.com.pt');">Leste de Angola</a> estava entre os primeiros blogueiros a anunciar os seguintes resultados:</p>
<blockquote><p>MPLA - 5.266.216 ( 81,64%)<br />
UNITA - 670.363 (10,39%)<br />
PRS - 204.746 (3,17%)<br />
ND - 77.141 (1,20%)<br />
FNLA - 71.416 (1,11%)<br />
PDP-ANA - 32.952 (0,51%)<br />
PLD - 21.341 (0,33 porcento)<br />
AD Coligação - 18.977 (0,29%)<br />
PADEPA – 17.509 (0,27%)<br />
FPD - 17.073 (0,26%)<br />
PAJOCA – 15.535 (0,24%)<br />
PRD – 14.238 (0,22%)<br />
PPE – 12.052 (0,19%)<br />
FOFAC - 10.858 (0,19%)</p></blockquote>
<p><a href="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/angola_results_1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-50181" title="angola_results_1" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/angola_results_1.jpg" alt="" width="384" height="208" /></a></p>
<p><a href="http://camaradecomuns.blogs.sapo.pt/459502.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/camaradecomuns.blogs.sapo.pt');">Camara de Comuns</a> publica uma análise feita pelo leitor Rui Miguel Menezes Vaz, morador de Bié, uma das províncias mais destruídas durante a guerra civil. Ele explica porque, em sua opinião, os resultados foram os melhores possíveis:</p>
<blockquote><p>Não é preciso ir muito longe e perceber que o MPLA, mesmo sendo um partido manipulador e dominador, era a única saída para a estabilidade. A UNITA não apresentou uma única vez um quadro, ao nível de governação, capaz de mover forças. Alias, os únicos que teriam capacidade de liderar excluíram-se destas eleições e o povo não esquece o passado. Durante o período eleitoral é facilmente constatável que o MPLA tinha muito mais direito de antena e muito mais protagonismo. Mas não foi esse o partido que levou este pais a evoluir e atrair o investimento todo em Angola?</p></blockquote>
<p><a href="http://angolasempre.blog.com/3887217/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/angolasempre.blog.com');">Carlos Lopes</a> fala sobre o que esses resultados significam para a oposição UNITA, que perdeu mais de 50 dos assentos que tinha, dizendo que “pior que a derrota militar, foi a derrota eleitoral”. Ele disse que os resultados, pelo menos em Luanda, foram surpreendentes:</p>
<blockquote><p>Não foi se quer, o problema da mensagem da «mudança», que era bem aceite e «colava» nos ouvidos do eleitor, mas antes, um sério problema de avaliação do potencial do eleitorado em termos de resultado, ou seja, a quantidade de votos que o partido iria recolher nessa Província, Município e Comuna. Os dirigentes fizeram-se a estrada e apostaram em locais, cujos eleitores não corresponderam a expectativa criada, porque aqueles que dirigiram a campanha da UNITA, com base em dados pouco fiáveis e alguns inexistentes, não conseguiram colmatar as falhas que apareciam, muitas vezes por desconhecimento</p></blockquote>
<p><a href="http://mesumajikuka.blogspot.com/2008/09/eleies-legislativas-est-tudo-contado.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/mesumajikuka.blogspot.com');">Luciano Canhanga</a> analisa como fica a situação dos partidos menores, que não se saíram muito convictos do pleito e agora correm perigo:</p>
<blockquote><p>Dos partidos concorrentes às eleições e que não conseguiram acentos, apenas o PDP_ANA se livra da extinção compulsiva, já que conseguiu tangencialmente transpor os 0,5% da votação geral exigida por lei. Os que não concorreram ficam obrigados a concorrer em 2012, sob pena de extinção. (…) E que dizer de formações como o PRD, PPE e FOCAC que dizem ter conseguido as 15 mil assinaturas com que se habilitaram à corrida, mas que findo o escrutínio acabaram com menos de 15 mil votos?</p></blockquote>
<p><a href="http://koluki.blogspot.com/2008/09/angola-elections-human-rights-watch.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/koluki.blogspot.com');">Koluki</a> publica um <a href="http://docs.google.com/View?docid=dgkm3zmv_757fz4nxmfg" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/docs.google.com');">link</a> para um relatório do Human Rights Watch chamado ‘Angola: Irregularidades Mancham Eleições Históricas&#39;, publicado no último dia 15 e que destaca que houve ‘falta de monitoria independente, parcialidade dos órgãos de comunicação social &#8216;. Ela deixa suas observações sobre o documento e conclui:</p>
<blockquote><p>Em suma, e’ minha conviccao que os resultados eleitorais nao sao determinados apenas durante a campanha eleitoral ou no dia das eleicoes, elas sao determinadas ao longo de anos pelos eleitores que acumulam as experiencias de vida que acabam por ditar as suas decisoes de voto, por muito que, infelizmente, o processo eleitoral nao decorra de forma tao transparente quanto todos desejariamos, a bem dos proprios eleitores, ou seja, do povo e da nacao.</p></blockquote>
<p>As <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/09/angola-caos-e-esperanca-marcam-primeira-eleicao-em-16-anos/">eleições de 5 de setembro</a> foram as primeiras em Angola desde 2002, quando uma guerra civil que durou 27 anos entre as então facções rivais MPLA e UNITA chegou ao fim. Os angolanos escolherão um presidente no ano que vem.</p>
</div>
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		<title>África: Sua Majestade, pare de se casar!</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/14/africa-sua-majestade-pare-de-se-casar/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Sep 2008 13:36:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Débora Medeiros</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cyber-Ativismo]]></category>

		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

		<category><![CDATA[Economia]]></category>

		<category><![CDATA[English]]></category>

		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Governança]]></category>

		<category><![CDATA[Malawi]]></category>

		<category><![CDATA[South Africa]]></category>

		<category><![CDATA[Sub-Saharan Africa]]></category>

		<category><![CDATA[Swaziland]]></category>

		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

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		<description><![CDATA[Diversos jornalistas malawianos se juntaram a muitos outros, ao comparecer à conferência de três dias Highway Africa, que aconteceu na Unversidade Rhodes, na África do Sul, com o tema Jornalismo Cidadão: Jornalismo para os Cidadãos. A conferência, que é o maior encontro anual de jornalistas africanos (mais de 700 compareceram), foca em novas questões da mídia e é também um fórum para reflexão crítica sobre jornalismo, mídia e tecnologia e uma celebração da África.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diversos jornalistas malawianos se juntaram a muitos outros, ao comparecer à conferência de três dias <a href="http://www.highwayafrica.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.highwayafrica.com');">Highway Africa</a> [En], que aconteceu na Unversidade Rhodes, na África do Sul, com o tema <em>Jornalismo Cidadão: Jornalismo para os Cidadãos</em>. A conferência, que é o maior encontro anual de jornalistas africanos (mais de 700 compareceram), foca em novas questões da mídia e é também um fórum para reflexão crítica sobre jornalismo, mídia e tecnologia e uma celebração da África.</p>
<p><a href="http://tadala-tadala.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/tadala-tadala.blogspot.com');">Edna Bvalani</a> [En] atualizou seu blog com um relato da conferência e disse que esta conferência, a 12ª desde 1996, é uma ocasião importante para o continente africano:</p>
<blockquote><p>In this digital era, a journalist need to be more equipped on how to gather and disseminate information as quickly as possible. Hence, it is important to realise that media is a vital tool of information in any democratic, intellectual, cultural, economic and social development of our societies.</p></blockquote>
<div class="translation">Nesta era digital, um jornalista precisa estar mais equipado com as maneiras de juntar e disseminar informação o mais rápido possível. Assim, é importante constatar que a mídia é uma ferramenta vital da informação em qualquer desenvolvimento democrático, intelectual, cultural, econômico e social de nossas sociedades.</div>
<p>Durante a conferência, houve uma menção generosa ao <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices</a> [En] como uma das iniciativas de jornalismo cidadão que ajudam a amplificar as vozes dos cidadãos ao redor do mundo.</p>
<p>O autor desta notícia, Victor Kaonga, blogando no <a href="http://ndagha.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ndagha.blogspot.com');">Ndagha</a> [En], foi à conferência e <a href="http://ndagha.blogspot.com/2008/09/highway-africa-2008.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ndagha.blogspot.com');">simplesmente menciona isso</a> em seu blog.</p>
<p>Porém, sua postagem anterior reflete sobre como o Governo malawiano não muito provavelmente <a href="http://ndagha.blogspot.com/2008/09/will-malawi-connect-rural-communities.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ndagha.blogspot.com');">conectará as comunidades rurais</a> à estrada da comunicação. Sua postagem é intitulada <em><strong>Será que o Governo Malawiano Conectará as Comunidades Rurais?</strong></em> e surge no momento em que a <a href="http://www.events.cto.int/crcafrica08" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.events.cto.int');">Commonwealth Telecommunications Union [União de Telecomunicações da Commonwealth]</a> [En] patrocinou uma conferência de três dias de alto nível internacional em Malawi. A conferência foi o maior fórum africano de tecnologia da informação e da comunicação, focando soluções para conectar as comunidades rurais. Porém, o autor argumenta que o governo de Malawi não possui uma infra-estrutura de telecomunicações adequada, políticas de tecnologia da informação e da comunicação ou um ambiente financeiro que possa apoiar a iniciativa de conectar não só as áreas rurais, mas também as urbanas.</p>
<blockquote><p><span style="font-family: Arial;">As the situation is today, the country is a laughing stock as our connectivity is not adequate, hence majority of the country is not benefiting from the modern information and communication technologies thereby still remaining on that side of the digital divide. If the government is to realise the dream of connecting rural areas in Malawi, more commitments and urgency on several issues may help to make the rural connectivity a reality. Otherwise it remains a dream. </span></p></blockquote>
<div class="translation"><span style="font-family: Arial;">Da maneira que a situação está hoje, o país é motivo de risos, visto que a nossa conectividade não é adequada, por isso a maior parte do campo não tem se beneficiado das modernas tecnologias da informação e da comunicação, permanecendo, desta forma, daquele lado do abismo digital. Se o nosso governo for realizar o sonho de conectar as áreas rurais em Malawi, mais compromissos e urgência em vários assuntos podem ajudar a tornar a conectividade rural uma realidade. De outro modo, ela continuará um sonho. </span></div>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>A Air Malawi tem de ir</strong></p>
<p>Economista e recém-blogueiro, Watipaso Mkandawire observa o debate em torno da venda da empresa áerea malawiana <a href="http://www.airmalawi.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.airmalawi.com');">Air Malawi</a> [En], a qual dizem estar com sérios problemas financeiros. Depois de dar uma variedade de exemplos de países que privatizaram suas linhas aéreas nacionais, <a href="http://chiholocastle.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/chiholocastle.blogspot.com');">Mkandawire</a> [En], que já trabalhou durante um tempo no mercado de investimentos em Malawi <a href="http://chiholocastle.blogspot.com/2008/09/should-malawi-government-finally-let-go.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/chiholocastle.blogspot.com');">responde à proposta de privatizar a empresa</a> [En]:</p>
<blockquote><p>I see arguments of those that want to keep the “national asset” as trying to keep 100% of 0 instead of keeping say, 49% or 10% of 100. Air Malawi is technically bankrupt and keeping it as is, is basically betraying tax-payers in Malawi who require these resources for better use (health, education etc). Zambia has no national airline, but its airports are busier than those in Malawi. The private carrier currently operating has grown by the day…..Should Air Malawi be liquidated and a new joint venture established with COMAIR? I will go for it. What do you think?</p></blockquote>
<div class="translation">Eu vejo os argumentos daqueles que querem manter o &#8220;bem nacional&#8221; como tentar manter 100% de 0 ao invés de, digamos, 49% ou 10% de 100. A Air Malawi está tecnicamente falida e mantê-la como está é basicamente trair quem paga impostos em Malawi e requer esses recursos para melhores usos (saúde, educação etc). O Zâmbia não tem linhas aéreas nacionais, mas seus aeroportos são mais cheios que os de Malawi. O cantinho privado atualmente em operação está crescendo a cada dia&#8230; A Air Malawi deve ser liquidada ou uma nova sociedade deve ser estabelecida com a COMAIR? Eu sou a favor disso. O que vocês acham?</div>
<p><strong>Malawiano aconselha o rei Mswati, da Suazilândia</strong></p>
<p>Blogueiro regular e jornalista, <a href="http://munthalikondwani.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/munthalikondwani.blogspot.com');">Kondwani Munthali</a> [En] escreve sobre o aniversário recente de 40 anos da independência da Suazilândia, ao qual compareceu o presidente de Malawi, Bingu wa Mutharika. Em uma postagem intitulada <em><strong>Celebrando a Pobreza? A História Moral da Suazilândia</strong></em>, <a href="http://munthalikondwani.blogspot.com/2008/09/celebrating-povery-moral-story-of.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/munthalikondwani.blogspot.com');">Munthali implora aos líderes africanos</a> [En] para que aconselhem o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mswati_III_of_Swaziland" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">rei Mswati </a>[En] a parar de se casar.</p>
<blockquote>
<div>I wish one of our leaders told the King that its time he stopped marrying as many as he wants, it doesnt help with the current Aids epidemic and the image of a nation trying to grapple with modernity and traditional.</div>
<div>There is a sentence that “only the King can change tradition”-I believe His Majesty the King of Swaziland has a capacity to promote the beautiful Swazi culture with real freedoms and public expenditures that show that the King cares. The King is supposed to look after his people first not his many wives!</div>
</blockquote>
<div class="translation">
<div>
<div>Eu queria que um dos nossos líderes dissesse ao rei que é tempo de ele parar de se casar com tantas quanto queira, isso não ajuda com a atual epidemia de AIDS nem com a imagem da nação, que balança entre a modernidade e a tradição.</div>
<div>Há um dito de que &#8220;só o rei pode mudar a tradição&#8221; - eu acredito que Sua Majestade o rei da Suazilândia tem a capacidade de promover a bela cultura suazi, com liberdades verdadeiras e gastos públicos que mostram que o rei se preocupa. O rei deve cuidar de seu povo primeiro, não de suas muitas esposas!</div>
</div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Quênia: O Iminente Conflito de Classes</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/12/quenia-o-iminente-conflito-de-classes/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 19:43:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

		<category><![CDATA[English]]></category>

		<category><![CDATA[Kenya]]></category>

		<category><![CDATA[Política]]></category>

		<category><![CDATA[Roundups]]></category>

		<category><![CDATA[Sub-Saharan Africa]]></category>

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		<description><![CDATA[James Muritu discute o iminente conflito de classes no Quênia [En]. Ele escreve: &#8220;Eu me lembro de ter lido, a quase um ano atrás, um artigo escrito pelo ex-membro do parlamento por Subukia, Hon. Koigi Wamwere, que falava de uma parcela dos quenianos que estavam se refugiando em complexos [habitacionais] com muros altos em busca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>James Muritu</em> discute <a href="http://kenyaimagine.com/Politics-and-Governance/The-looming-class-war-in-Kenya.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/kenyaimagine.com');">o iminente conflito de classes no Quênia</a> [En]. Ele escreve: &#8220;Eu me lembro de ter lido, a quase um ano atrás, um artigo escrito pelo ex-membro do parlamento por Subukia, Hon. Koigi Wamwere, que falava de uma parcela dos quenianos que estavam se refugiando em complexos [habitacionais] com muros altos em busca de refúgio e segurança&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Moçambique: Crise política na cidade central de Beira</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/12/mocambique-crise-politica-na-cidade-central-de-beira/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 14:33:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

		<category><![CDATA[Eleições]]></category>

		<category><![CDATA[Feature]]></category>

		<category><![CDATA[Governança]]></category>

		<category><![CDATA[Mozambique]]></category>

		<category><![CDATA[Política]]></category>

		<category><![CDATA[Portuguese]]></category>

		<category><![CDATA[Protesto]]></category>

		<category><![CDATA[Sub-Saharan Africa]]></category>

		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

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		<description><![CDATA[Furiosos partidários da Renamo apoiantes foram às ruas da Beira em protesto contra a decisão do partido de substituir o atual prefeito Davis Simango por Manuel Pereira como o candidato da Renamo para o governo municipal nas eleições locais em que acontecem em novembro de 2009. O historiador Egidio Vaz escreve em seu blog uma carta aberta ao Presidente da Renamo, Afonso Dhlakama.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa carta aberta foi publicada em resposta ao líder da Resistência Nacional Moçambicana (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Renamo" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Renamo</a>) que <a href="http://allafrica.com/stories/200809010077.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/allafrica.com');">anunciou no dia 28 de agosto</a> [en] que o atual prefeito da cidade de Beira, Davis Simango, não seria o nome do partido para disputar a reeleição no pleito de 19 de novembro de 2009.</p>
<p>Em reação  imediata ao anúncio, furiosos partidários da Renamo e Simango assumiram o controle da sede do partido em  protesto contra a decisão do presidente <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Afonso_Dhlakama" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Afonso Dhlakama</a> de substituir Simango por Manuel Pereira. A decisão incitou dois dias de protestos em Beira, quando os eleitores de Simango foram às ruas exigindo que o partido voltasse atrás na decisão.</p>
<p>Na noite da sexta-feira seguinte, a polícia usou gás lacrimejante e balas de borracha para conter uma multidão que se formara na frente da sede da Renamo no bairro de Munhava. No decorrer do protesto, o repórter do jornal de Beira “Diário de Moçambique”, Antonio Chimundo, foi atacado fisicamente por membros da  Renamo que o acusaram de trabalhar para  <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Frelimo" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Frelimo</a>, o partido da situação.</p>
<p>Muitos analistas, dentre os quais alguns dos parlamentares da Renamo, condenaram a decisão de  Dhlakama e elogiaram a determinação de Davis Simango em concorrer como candidato independente. A versão original dessa carta <a href="http://ideiasdemocambique.blogspot.com/2008_09_01_archive.html#615952970707597603" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ideiasdemocambique.blogspot.com');">está disponível no  blogue to autor</a>.</p>
<blockquote><p>Excelência, não iria deixar passar a oportunidade de expor as minhas impressões acerca da sua pessoa como líder de um partido que outrora já foi grande. Quero também prometê-lo que no próximo ano não o irei esquecer.</p></blockquote>
<blockquote><p>Sim, não o irei esquecer quando me lembrar de tanta gente que assassintou políticamente. O Magazine Independente avançou uma lista bem curta de alguns dos seus ex-colegas que consigo militaram na Renamo, mas que por sua vontade foram expulsos sob alegações da “bases”.</p></blockquote>
<blockquote><p>Para já, importa dizer que V. Excelência não age e nunca agiu de acordo a vontade das bases, à semelhança da Guerra que orgulhosamente diz ter dirigido.</p>
<p>O Sr. Dhlakama assassinou políticamente gente com maiores capacidades de liderar organizações políticas que o senhor; gente que, pela sua bagagem acadêmica, tacto diplomático e inteligência, levavam bem alto o nome da Renamo durante os tempos de guerra civil, das negociações de paz, da reconciliação nacional e durante os debates da Assembleia da República. Hoje, pessoas com esse perfil podem se contar aos dedos das mãos!</p>
<p>Hoje em dia, V.Excelência, políticamente já não passa de um nado morto. Moçambique deve ser dos poucos países do Mundo onde “cadáveres políticos” coexistem lado-a-lado com os vivos, sem causar tanto arrepio para os últimos.</p>
<p>Sim, não me vou esquecer de si, depois de assumir três derrortas pesadas em três eleições presidenciais; não me vou esquecere de si, cansado que estou em ouvir as suas mentiras e ditos sem consequência.</p>
<p>V. Excelência deve ser dos políticos que mais mente neste país; e dos políticos que mais fala sem ter em conta as consequências: anunciou que não iria tomar parte do Conselho de Estado após as eleições de 2004. Mas agora têmo-lo bem sentado, se bem que de lá não ouvimos nenhuma contribuição que fosse da sua autoria, muito menos um barulhosito; não quis reconhecer o resultado das eleições de 1999, mas acabou reconhecendo; fala que é democrata, mas sabemos todos nós como tentou massacrar Devis Simango…mais palavras para quê?</p>
<p>V. Excelência não é digno de se igualar a uma perdiz, mas sim à uma galinha poedeira que não se cansa em partir ovos que ela própria põe. Na minha terra, galinhas desse tipo são lhes queimados os bicos sendo o tamanho destes inversamente proporcional à quantidade de ovos que andam a partir.</p></blockquote>
<blockquote><p>Como dizia Salomão Moyana, V. Excelência é dos poucos infiltrados da Renamo que teima em ficar apesar de já ter sido descoberto. E sinceramente, aguardo novas de si quando em 2009 perder esmagadoramente a favor de Armando Guebuza. O melhor que deve fazer é ficar calado até essas eleições. Depois de perder, convoque o Congresso para anunciar de novo a sua candidatura para 2014! Nesta altura, os seuscolaboradores directos virão de Maríngoe (homens armados) para Maputo. Porque os que agora o ajudam serão por si ainda este ano ou princíupios do próximo explusos, quando começar a decidir quem vai a Assembleia da República e quem fica de fora.</p>
<p>Ainda bem que a Beira já não conta consigo. Continue a ganhar sem trabalhar. Porque ser da oposição significa para si sentar-se à sua sombra e lançar achas de ciúmes à quem está disposto a fazer diferente em prol do povo. Bem haja S. Excelência. Mas tenha em mente que em 2014, pessoas como as que actualmente ainda acreditam em si irão rarear.</p></blockquote>
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		<title>Angola: Vídeo sobre as Eleições Parlamentares</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 00:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Foi publicado no YouTube um vídeo sobre as eleições parlamentares [En] em Angola, produzido pela ONG de direitos humanos angolana OMUMGA e pela Braso-Germânica MINIBUS MEDIA.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi publicado no YouTube <a href="http://youtube.com/watch?v=xKpMrzU8y3Q" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/youtube.com');">um vídeo sobre as eleições parlamentares</a> [En] em Angola, produzido pela ONG de direitos humanos angolana OMUMGA e pela Braso-Germânica MINIBUS MEDIA.</p>
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		<title>Angola: Caos e esperança marcam primeira eleição em 16 anos</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 22:53:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claraonofre</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Angola]]></category>

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		<description><![CDATA["Esperei por este dia com muita ansiedade e curiosidade pois sabia que era um dia especial para Angola e para os angolanos. Durante muitos anos o nosso dia-a-dia foi marcado pela tristeza da guerra. Uma guerra que ceifava vidas, destruía bens e consumia grande parte dos nossos recursos e energias. Finalmente estamos na presença de um acontecimento histórico", blogueiro conta como foi seu primeiro voto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/71274989@N00/2830463191/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');"><img class="size-medium wp-image-1296" title="2830463191_b078a6e7ab" src="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/2830463191_b078a6e7ab.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Foto da usuária do flicrk <a href="http://www.flickr.com/photos/71274989@N00/" title="Link to KaLuany's photostream" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">KaLuany</a>, que votou pela primeira vez no último dia 05 de setembro.</p>
<p>Angola foi finalmente a votos no passado dia cinco. Os eleitores acorreram pacificamente às urnas e lá depositaram o seu voto com esperança de um futuro melhor para o país. Após dezasseis anos, os angolanos aguardaram com excitação e algum receio este momento histórico. <a href="http://sobalismo.blogspot.com/2008/09/o-meu-primeito-voto-foi-como-sempre.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/sobalismo.blogspot.com');">Soba L</a> [pt] diz que o voto foi como ele sempre sonhou:</p>
<blockquote><p>“Esperei por este dia com muita ansiedade e curiosidade pois sabia que era um dia especial para Angola e para os angolanos. Durante muitos anos o nosso dia-a-dia foi marcado pela tristeza da guerra. Uma guerra que ceifava vidas, destruía bens e consumia grande parte dos nossos recursos e energias. Finalmente estamos na presença de um acontecimento histórico. Os angolanos ansiavam desde há muito tempo pela chegada deste momento de paz e certeza no futuro. Um novo cenário já se vislumbra no nosso horizonte. Começamos a sentir os primeiros efeitos benéficos da paz porque ela já se manifesta na sua dimensão humana”.</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/84269782@N00/2835818796/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');"><img class="alignnone size-medium wp-image-1298 aligncenter" title="2835818796_84be642cbe" src="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/2835818796_84be642cbe.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Devido aos atrasos que ocorreram no primeiro dia de votação foi decidido que um determinado número de pontos de votação abrissem para um segundo dia de pleito. A UNITA, principal partido da oposição, imediatmente abriu o berreiro&#8221;, diz o usuário do Flicrk <a href="http://www.flickr.com/photos/84269782@N00/" title="Link to Sam.Seyffert's photostream" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">Sam.Seyffert</a> na legenda dessa foto.<a title="Link to Sam.Seyffert's photostream" href="http://www.flickr.com/photos/84269782@N00/"><br />
</a></p>
<p>Em vésperas de votação <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/06/angola-eleicoes-em-imagens/">a vida ganhou agitação</a>. Traumatizados pelos acontecimentos de 1992, quando a guerrilha recomeçou depois que os resultados das eleições foram rejeitados pelo líder da Unita Jonas Savimbi, os angolanos acorreram às grandes superfícies comerciais para comprar bens de primeira necessidade, apesar dos comunicados lançados pelo governo a fim de contrariar esta tendência. Apesar de alguns sobressaltos devido à falta de organização, o processo eleitoral teve um saldo positivo, de acordo com o presidente da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) Caetano de Sousa. <a href="http://angolasempre.blog.com/3808851/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/angolasempre.blog.com');">Carlos Lopes</a> [pt] relata a situação vivida no dia cinco:</p>
<blockquote><p>“Apesar de todas as situações anómalas que ocorreram em algumas assembleias de voto, umas que abriram com atrasos de horas de manhã e à tarde, outras que nem sequer abriram, noutras falharam os boletins de voto ou cadernos eleitorais, o presidente da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) garantiu que o processo de votação decorreu em todo o país com “normalidade” e observância das regras estabelecidas para as legislativas. Surpreendentemente admitia a possibilidade da divulgação dos primeiros resultados parciais, ao anoitecer. Mas depois lá aceitou os atrasos de abertura de algumas assembleias em Luanda, devido a problemas operacionais e que as coisas iam melhorando com o decorrer do tempo. Para o Dr. Caetano de Sousa, o problema de Luanda é ter muita gente e pouca fluidez no trânsito, algo que todos os luandenses sabem. A solução de recurso que foi encontrada, foi adiantar a hora do fecho das assembleias e com isso, já algumas funcionam com velas porque os conhecidos cortes de energia eléctrica estão a acontecer e alguém esqueceu-se de levar o gerador. Na Huíla e Cabinda, também tiveram algumas assembleias a serem abertas com atraso.”</p></blockquote>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/84269782@N00/2829593917/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1300" title="2829593917_2622733c1b" src="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/2829593917_2622733c1b.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Long lines of voters still waiting for the poll booths to open, some since 04H00&#8243;, says Flickr user <a href="http://www.flickr.com/photos/84269782@N00/" title="Link to Sam.Seyffert's photostream" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">Sam.Seyffert</a></p>
<p>Devido a estes problemas organizacionais, Luanda teve direito a mais um dia de votos. Os resultados irão sair no início desta semana, já que o CNE não possui um sistema digital de contagem de votos. Os resultados parciais indicam que o MPLA vai à frente com 81% dos votos, seguido pela UNITA com 10% . O blog <a href="http://mesumajikuka.blogspot.com/2008/09/viva-o-povo.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/mesumajikuka.blogspot.com');">Mesumajik Uka</a> faz a seguinte análise sobre os resultados eleitorais:</p>
<blockquote><p>“Fomos às urnas e votamos. Escolhemos quem nos merece. Os números falam por si. Houve constrangimentos em Luanda e noutros locais de diversas províncias, como a falta de boletins de voto ou de envelopes para os votos especiais*. São constrangimentos que afectaram todas as formações concorrentes e não apenas uns. Por isso se houve lisura houve para todos. Quem está de parabéns somos nós, os angolanos que dissemos sim ao voto massivo. O MPLA tem uma maioria absoluta do seu trabalho governativo e do convencimento do eleitorado ao longo da campanha política. O grande perdedor destas eleições é sobretudo a UNITA que fica com menos de 50 deputados em relação à cessante legislatura. Perdeu também o PLD e todos os demais partidos que ficam abaixo dos resultados de 1992.”</p></blockquote>
<p>[*Observação: As urnas &#8220;especiais&#8221; foram usadas para que eleitores registrados de acordo com o documento de indentidade, em vez de local onde moram, pudessem votar, o que inclui algumas milhares de pessoas que fugiram do campo para Luanda durante 27 anos de guerra civil.]</p>
<p>A UNITA já veio a público contestar os resultados apresentado uma impugnação ao pleito diante da CNE. Esta atitude trouxe algum receio aos angolanos. No entanto, na noite passada, Isaías Samakuva, dirigente da UNITA <span>admitiu a derrota nas eleições parlamentares. </span>Ele afirmou que “não se trata de contestação dos resultados eleitorais mas sim procurar a lisura e a integridade do processo. Os factos indicam que os resultados finais desta eleição não reflectem a vontade expressa nas urnas. Seja qual for o desfecho, os angolanos ganharam maior consciência e a vida vai continuar.<br />
<a href="http://www.flickr.com/photos/kool2bbop/2835392439/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1301" title="2835392439_76754c1ae2" src="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/2835392439_76754c1ae2.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: center;">&#8220;A vontade era imensa&#8230; mas As condições das assembleias de voto eram, em geral, péssimas&#8221;, foto do usuário do Flickr <a href="http://flickr.com/photos/kool2bbop/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/flickr.com');" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/flickr.com');">Kool2bBop</a>,</p>
<p>Com mais de 70% das zonas eleitorais processadas até o momento e com o principal partido político angolano aparentemente eleito com uma maioria esmagadora, <a href="http://angolasempre2.blogspot.com/2008/09/unita-patrioticamente-aceitou-o.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/angolasempre2.blogspot.com');">Angola Sempre</a> [pt] se pergunta qual a percentagem do absentismo e o porquê dele não ter sido anunciado, e traça os desafios que vêm pela frente.</p>
<blockquote><p>Cabe a árdua tarefa ao Presidente do MPLA, de «escolher a dedo», os melhores entre os melhores, que governarão o país nos próximos quatro anos.<br />
A «luta para o poleiro» está do lado do MPLA e os outros partidos com assento na Assembleia Nacional, vão « assistir de bancada» o bom ou mau desempenho do governo do MPLA, apresentando novas proposta de lei, que consideram mais adequadas a melhoria da vida dos Angolanos, cabendo ao MPLA votá-las favoravelmente ou não, ou fazendo pior, meter na gaveta, como várias vezes fez aos projectos de Lei da UNITA. Mas também há uma nobre tarefa da oposição na Assembleia Nacional, que é o de fiscalizar a acção do governo do MPLA. Os Angolanos têm esperança que a sua vida vai ser mais digna, porque se isso não acontecer, no próximo pleito eleitoral, e não vai demorar muito, irá ser feito um balanço, cujo resultado vai ser apresentado no voto do eleitor.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/84269782@N00/2815136974/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1303" title="2815136974_8a5b30ac1b" src="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/2815136974_8a5b30ac1b.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: center;">&#8220;A sede municipal do MPLA em ritmo de campanha&#8221;, foto do usuário do Flicrk  <a href="http://www.flickr.com/photos/84269782@N00/" title="Link to Sam.Seyffert's photostream" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">Sam.Seyffert</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Angola: Eleições em imagens</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/06/angola-eleicoes-em-imagens/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 15:27:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Angola]]></category>

		<category><![CDATA[Eleições]]></category>

		<category><![CDATA[Feature]]></category>

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		<category><![CDATA[Portuguese]]></category>

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		<description><![CDATA[Os angolanos estão comparecendo às urnas pela primeira vez em 16 anos, e a votação continua em 320 zonas da capital Luanda. Até o momento, não foi relatado nenhum grande incidente e o espírito de civismo predomina, como observou o fotógrafo José Manuel Lima da Silva.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="single" class="entry">
<p>Essa sexta-feira 5 de setembro foi um dia especial para Angola. Depois de <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/2008/08/20/angola-campanha-eleitoral-nao-anima-os-eleitores/">uma campanha eleitoral morna</a>, a população <a href="http://voanews.com/english/2008-09-05-voa47.cfm" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/voanews.com');">se animou para votar</a> [en] e escolher o novo parlamento nas primeiras eleições em 16 anos. Para muitos eleitores, essa foi a primeira oportunidade de exercer o direito ao voto. A maior parte da população compareceu à cerca de 12 mil sessões de votação <a href="http://br.reuters.com/article/worldNews/idBRB73524720080905" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/br.reuters.com');">de forma pacífica</a> [pt], entretanto a votação continua hoje em 320 locais na capital Luanda, por causa de problemas logísticos que ontem causaram atrasos na distribuição de urnas.</p>
<p>As reações começam a pipocar na blogosfera e uma reportagem completa está a caminho. Enquanto isso, veja <a href="http://www.flickr.com/photos/kool2bbop/sets/72157606783165057/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">algumas imagens</a> mostrando os dias que antecederam à data histórica, registrados por José Manuel Lima da Silva, usuário do Flickr <a href="http://flickr.com/photos/kool2bbop/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/flickr.com');">Kool2bBop</a>, junto com suas observações:</p>
<blockquote><p>Unidade Nacional. Angola está a provar ao mundo que, apesar das diferenças, é um povo UNIDO.<br />
UM SÓ POVO, UMA SÓ NAÇÃO.<br />
Esperemos que tudo acabe como até aqui! - civismo</p></blockquote>
<p class="translation">
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/kool2bbop/2832978952/in/set-72157606783165057/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');"><img class="aligncenter size-full wp-image-49656" title="2832978952_b6e81cf943" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/2832978952_b6e81cf943.jpg" alt="" /></a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/kool2bbop/2832978650/in/set-72157606783165057/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');"><img class="aligncenter size-full wp-image-49658" title="2832978650_5e3bc726c7" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/2832978650_5e3bc726c7.jpg" alt="" width="447" height="336" /></a><a href="http://www.flickr.com/photos/kool2bbop/2832978370/in/set-72157606783165057/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');"><img class="aligncenter size-full wp-image-49655" title="2832978370_838f6f437e" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/2832978370_838f6f437e.jpg" alt="" /></a><br />
<a href="http://www.flickr.com/photos/kool2bbop/2827619740/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');"><img class="alignnone size-full wp-image-49644 aligncenter" title="2827619740_fb55540b3f" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/2827619740_fb55540b3f.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-49657 aligncenter" title="2832978494_4682ac505b" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/2832978494_4682ac505b.jpg" alt="" width="436" height="327" /></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/kool2bbop/2827619604/in/photostream/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');"><img class="aligncenter size-full wp-image-49646" title="2827619604_66882b6bdd" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/2827619604_66882b6bdd.jpg" alt="" width="432" height="324" /></a><br />
<a href="http://www.flickr.com/photos/kool2bbop/2827619446/in/photostream/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');"><img class="aligncenter size-full wp-image-49649" title="2827619446_393f45c33b_o" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/2827619446_393f45c33b_o.jpg" alt="" width="535" height="401" /></a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/kool2bbop/2826783329/in/photostream/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');"><img class="aligncenter size-full wp-image-49645" title="2826783329_ee3fda86ee" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/09/2826783329_ee3fda86ee.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Outras fotos do grande dia podem ser vistas nas galerias do Flickr de <a href="http://www.flickr.com/photos/clandestino_rtw/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">Tiago Sousa</a> e <a href="http://www.flickr.com/photos/84269782@N00/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">Sam.Seyffert</a>.</p>
<p>Cerca de 8.3 milhões de pessoas se cadastraram para votar e escolher entre os mais de 5.000 candidatos de 10 partidos e quatro coalizões. Ao todo, estão na 