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	<title>Global Voices em Português &#187; Ethiopia</title>
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		<title>África: a maioria dos países africanos não reconhece o Dia da África</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/06/18/africa-a-maioria-dos-paises-africanos-nao-reconhece-o-dia-da-africa/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 15:15:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Miguel Lima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porNdesanjo Macha  &#183; Traduzido por João Miguel Lima &#183;  Veja o post original 
 
O Dia da África, em 25 de Maio, é a comemoração anual da fundação da Organização da Unidade Africana (OUA), realizada em 1963, na Etiópia. Eventos públicos foram realizados em diferentes partes do mundo para celebrar esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/ndesanjo-macha/">Ndesanjo Macha</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/joaomiguel/'>João Miguel Lima</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/05/26/africa-most-african-countries-do-not-recognise-africa-day/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:PunctuationKerning /> <w:ValidateAgainstSchemas /> <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:Compatibility> <w:BreakWrappedTables /> <w:SnapToGridInCell /> <w:WrapTextWithPunct /> <w:UseAsianBreakRules /> <w:DontGrowAutofit /> </w:Compatibility> <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel> </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"> </w:LatentStyles> </xml><![endif]--> <!--[if gte mso 10]><br />
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<p>O <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Africa_Day">Dia da África</a>, em 25 de Maio, é a comemoração anual da fundação da Organização da Unidade Africana (OUA), realizada em 1963, na Etiópia. Eventos públicos foram realizados em diferentes partes do mundo para celebrar esse dia. Blogueiros e usuários do twitter também lembraram o dia publicando posts e tweets sobre o Dia da África 2009.</p>
<p><a href="http://www.zambianwatchdog.com/?p=2639">Vimos no site Zambia Watchdog</a> que apenas quatro países da região da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC, na sigla em inglês) reconhecem o dia da África como feriado público:</p>
<blockquote><p>Comparando com o passado, parece que a unidade demonstrada por africanos durante as lutas contra o colonialismo e o domínio imperialista não mais existe. Em partes do continente, lideranças são tão centradas em si mesmas que questões continentais tem sido relegadas a último plano.</p>
<p>Não é uma vergonha que, hoje, poucos africanos reconheçam o Dia da África? Não é uma vergonha que poucos países do continente tenham esse dia como feriado? E que lições isso ensina às gerações futuras?</p>
<p>Olhando os calendários dos 14 membros da SADC, somente quatro países - Namíbia, Tanzânia, Zâmbia e Zimbábue - reconhecem o Dia da África como feriado nacional. Na região da SADC, somente a Namíbia fez do hino da União Africana um elemento permanente em eventos públicos e escolas.</p></blockquote>
<p>Jason Von Berg <a href="http://blogs.thetimes.co.za/music/2009/05/25/africa-day/">blogou sobre os eventos relacionados ao Dia da África</a> realizados na África do Sul:</p>
<blockquote><p>Em celebração ao Dia da África, há uma série de eventos acontecendo na África do Sul. O show anual do Dia da África aconteceu no Mary Fitzgerald Square em Newtown, Johannesburg&#8230;</p>
<p>Agora em se tratando de videoclipes, aqui tem um espcial para o Dia da África, no qual o artista namibiano Gazza se juntou com o astro sul-africano Zola para a música &#8220;Hold On&#8221;. A música foi patrocinada pelo UNICEF e pelo Standard Bank Namibia e convoca todos os africanos a se unirem contra as atrocidades e os conflitos que prejudicam a imagem da África&#8230;</p></blockquote>
<p>A melhor maneira de celebrar o Dia da África é trabalhando duro, escreve <a href="http://therootscause.wordpress.com/2009/05/25/africa-day-celebrate-it-with-hard-work/">The Root Cause</a>:</p>
<blockquote><p>Sendo africano e compondo a nova geração de sul-africanos, sou forçado a olhar para o norte, em direção ao resto do continente, e imaginar se alguma vez ele vai se erguer da miséria e da tristeza que o seguram de fazer parte, de fato, da comunidade mundial.</p>
<p>Mas, ao mesmo tempo, tenho o terrível problema de ser um otimista por natureza; tenho fé de que este é o século de África. Um tempo de fomentar por dentro. Realmente tentar fazer isso!</p></blockquote>
<p>A agência Irish Aid apoiou as celebrações do Dia da África na Irlanda. Culch.ie <a href="http://www.culch.ie/2009/05/22/africa-day/">escreve sobre os eventos em Dublin</a>:</p>
<blockquote><p>No próximo domngo, 24 de maio, de 12 às 20 horas, o Dia da África terá um evento aberto GRATUITO em Iveagh Gardens, no Dublin 2. Tem uma grande variedade de opções para o entretenimento de crianças e adultos.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/infomatique/sets/72157618646273838/">Existe uma galeria no Flickr</a> com fotos do Dia da África 2009, na Irlanda.</p>
<p>Bock postou &#8220;<a href="http://bocktherobber.com/2009/05/4231">Africa Day Limerick</a>&#8220;:</p>
<blockquote><p>São dois esses africanos. Que vergonha eles terem que aguentar o clima irlandês.</p>
<p>Que vergonha que qualquer um de nós tenha que aguentar o clima irlandês, que chove o tempo todo.</p>
<p>Mas esqueçam.</p></blockquote>
<p>Africanos falharam em aprender as lições fundamentais sobre tomarem conta de si mesmos, <a href="http://angelakintu.com/?p=181">argumenta Angela Kintu</a> no seu post sobre o Dia da África:</p>
<blockquote><p>África enfrentou algumas décadas difícies com a interferência pouco característica de vizinhos de nossos continentes vizinhos. E enquanto os vizinhos parecem tentar compensar pelos tempos negativos, teorias conspiratórias se multiplicam sobre com agora estão colonizando nossas mentes desde que perderam o acesso legal sobre nossos corpos. Talvez, talvez não. O que está claro é que falhamos em aprender as lições sobre como cuidarmos de nós mesmos. Podemos ser como pinguins num buraco, olhando para cima de bocas abertas, esperando alguém que jogue peixe de graça para nós.</p></blockquote>
<p>Na twitterfera, a Irish Aid criou uma <a href="http://twitter.com/AfricaDay">página especial para o dia da África</a>.</p>
<p><a href="http://search.twitter.com/search?max_id=1921558402&amp;page=2&amp;q=%23africaday">Seguem tweets</a> que podem ser encontrados no twitter sobre o dia da África:</p>
<blockquote><p>NeoAid: There&#39;s more Africa than what usually makes headlines (poverty/AIDS/war/famine) - See Africa Differently this #africaday http://ow.ly/94cS</p>
<p>tsepeaces: Happy Africa Day! #africaday</p>
<p>NeoAid: If you happen to be in Ireland for #africaday, check out Irish Aid&#39;s celebrations at http://ow.ly/94aT or follow them @AfricaDay</p>
<p>neoaidcom: If you happen to be in Ireland for #africaday, check out Irish Aid&#39;s celebrations at http://ow.ly/94ay or follow them @AfricaDay</p>
<p>paoladm: #africaday hello a f r i c a ,http://www.london.gov.uk/mayor/culture/africaday/</p>
<p>NeoAid: Happy Africa Day everybody! http://ow.ly/94ak #africaday</p>
<p>neoaidcom: Happy Africa Day everybody! http://ow.ly/949K #africaday</p>
<p>loopyginee: RT @Devcrossing: RT @mulumba Happy Africa Day ma peoples! #africaday- And to you too!!!</p>
<p>micknsk: RT @negrita How good and how pleasant it would be/Before God and man/To see the unification of all Africans. Africa Unite #africaday</p></blockquote>
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		<title>A Vitória de Obama: Um Impulso para a Saúde Global?</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/12/02/a-vitoria-de-obama-um-impulso-para-a-saude-global/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 00:53:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dominguezvaleska</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porJuhie Bhatia  &#183; Traduzido por dominguezvaleska &#183;  Veja o post original 
Enquanto o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, se prepara para seus quatro anos na Casa Branca, muitos discutem como seu mandato influenciará as questões relacionadas à saúde no mundo e nos Estados Unidos, e se ele cumprirá as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/juhie-bhatia/">Juhie Bhatia</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/dominguezvaleska/'>dominguezvaleska</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/11/08/obamas-victory-a-boost-for-global-health/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><img class="alignright size-full wp-image-52404" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/11/2236022136_28d1e624eb_m.jpg" alt="" />Enquanto o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, se prepara para seus quatro anos na Casa Branca, muitos discutem como seu mandato influenciará as questões relacionadas à saúde no mundo e nos Estados Unidos, e se ele cumprirá as promessas feitas durante a campanha.</p>
<p>Como parte de sua campanha, Obama e o vice-presidente eleito Joe Biden <a href="http://www.barackobama.com/issues/healthcare/index.php">disseram</a> que mais providências precisavam ser tomadas para combater a pandemia mundial de HIV/AIDS, assim como a malária e a tuberculose (TB). Ambos prometeram destinar pelo menos US$ 50 bilhões até 2013 para o combate mundial ao HIV/AIDS, com a esperança de no mínino duplicar o número de pessoas soro-positivas em tratamento, e também defenderam um aumento nas contribuições dos Estados Unidos ao <a href="http://www.theglobalfund.org/EN/">Fundo Global para a AIDS, Malária e TB</a>. <em>The ONE Blog</em> <a href="http://www.one.org/blog/2008/11/05/president-elect-barack-obama/">apresenta</a> uma lista de outras promessas de campanha relacionadas à saúde e à pobreza.</p>
<p>Blogueiros de todo o mundo estão entusiasmados com aquilo que a vitória de Obama pode representar para as questões relacionadas à saúde. Ray Hartley, blogando em <em>The Times, South Africa</em>, posta um trecho do discurso feito por Obama no Dia Mundial de Combate à AIDS, 2006, depois de uma visita à África do Sul:</p>
<blockquote><p>We know how to save people’s lives. We know the medicine is out there and we know that wealthy countries can afford to do more. That’s why it was so frustrating for me to go to South Africa, and see the pain, and see the suffering …We should never forget that God granted us the power to reason so that we would do His work here on Earth - so that we would use science to cure disease, and heal the sick, and save lives. And one of the miracles to come out of the AIDS pandemic is that scientists have discovered medicine that can give people with HIV a new chance at life.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Sabemos como salvar as vidas das pessoas. Sabemos que os medicamentos estão aí e sabemos que os países ricos podem custear a fabricação de mais deles. Por isso é tão frustrante para mim ir à África do Sul e ver a dor, ver o sofrimento&#8230; Não devemos nos esquecer nunca de que Deus nos concedeu o poder da razão para que fizéssemos o Seu trabalho aqui na Terra - para que usássemos a ciência para eliminar as doenças, para curar os enfermos, para salvar vidas. E um dos milagres nascidos em meio à pandemia de AIDS é que os cientistas têm descoberto medicamentos capazes de dar uma nova chance de viver às pessoas portadoras do HIV&#8221;.</div>
<p>yannick Santana, <a href="http://blogs.thetimes.co.za/hartley/2008/11/07/what-obama-said-about-mbeki-and-aids/">comentando</a> esse trecho, diz:</p>
<blockquote><p>If people have been wondering about ways in which President Obama change could positively impact the problem-solving process in Africa, this is an illustration.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Se as pessoas se questionam sobre como a mudança representada pelo Presidente Obama pode causar um impacto positivo no processo de resolução de problemas na África, aqui está um exemplo&#8221;.</div>
<p>addis2000, blogando em <em>Addismenged</em>, oferece cinco razões pelas quais a vitória de Obama é algo bom para os etíopes, entre elas ser uma ajuda em potencial para que os etíopes-americanos tenham acesso a uma assistência médica que possam pagar. Em Ethiopia addis2000 <a href="http://addis2000.wordpress.com/2008/11/06/five-reasons-why-president-obama-is-good-for-ethiopians/">acrescenta</a>:</p>
<blockquote><p>HIV/Aids and food insecurity form convergent miseries. To combat poverty, Ethiopian economists urge for immediate steps to curb the country’s exponential population growth. And yet, despite the Bush administration’s outstanding work to treat HIV/Aids victims in Africa through the <a href="http://www.pepfar.gov/">PEPFAR</a> programme, it worsened things by ordering <a href="http://www.usaid.gov/">USAID</a> missions in six African countries to ensure that no U.S.-financed condoms, birth control pills, I.U.D.’s or other contraceptives are furnished to Marie Stopes International, which operates clinics in Ethiopia. Senator Obama supports family planning.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;O HIV/Aids e a insegurança alimentar constituem desgraças convergentes. Para combater a pobreza, os economistas etíopes insistem na adoção de medidas imediatas que reprimam o crescimento exponencial da população. E mesmo assim, apesar do relevante trabalho do governo Bush no tratamento das vítimas de HIV/Aids na África através do programa <a href="http://www.pepfar.gov/">PEPFAR</a>, ele tornou as coisas piores quando ordenou que as missões da <a href="http://www.usaid.gov/">USAID</a> em seis países africanos garantissem que nenhum preservativo, pílula anticoncepcional, diafragam intra-uterino ou outro contraceptivo financiado pelos Estados Unidos fosse fornecido a Marie Stopes International, que opera clínicas na Etiópia. O Senador Obama apóia o planejamento familiar.&#8221;</div>
<p>Outros também continuam esperançosos. Um post em <em>Med India</em> diz que Bill Gates, co-fundador da Microsoft Corp., <a href="http://www.medindia.com/news/Bill-Gates-Optimistic-About-Obamas-Efforts-to-Tackle-Global-Health-Issues-43781-1.htm">está otimista</a> em relação aos esforços de Obama para confrontar problemas de saúde global, incluindo alguns na Índia. <em>Understand Argentina</em> <a href="http://understandargentina.blogspot.com/2008/11/victoria-obama-dialogue-respect-good.html">também acredita</a> que tenhamos muitos motivos para comemorar, e espera que esta seja uma nova era para todos os habitantes das Américas: do Norte, do Sul e Central. Uma das razões de comemoração, ela acrescenta, é que Obama trará:</p>
<blockquote><p>More assistance in vocational training, micro-finance and community development; continue fighting AIDS, malaria, tuberculosis; reinforce global education.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Mais assistência ao treinamento vocacional, microfinanciamento e desenvolvimento comunitário; contínuo combate à AIDS, à malária, à tuberculose; fortalecimento da educação global&#8221;.</div>
<p>Nos Estados Unidos, os <a href="http://www.barackobama.com/issues/healthcare/">planos para a assistência à saúde</a> apresentados por Obama incluem torná-la acessível financeiramente e disponível para todos, reduzindo seus custos e promovendo a saúde pública. Ele também comprometeu-se a desenvolver e a começar a implementação de uma estratégia nacional abrangente para o HIV/Aids, durante seu primeiro ano de presidência.</p>
<p><em>RH Reality Check</em> <a href="http://www.rhrealitycheck.org/blog/2008/11/06/yes-we-can-be-healthy-obamas-health-care-agenda">diz</a> que a vitória de Obama pode ser vista como um mandato conferido à ciência e à racionalidade, especialmente nas políticas de saúde. Um post em <em>Housing Works</em> também mostra <a href="http://www.housingworks.org/news-press/detail/aids-advocates-say-yes-we-can/">entusiasmo</a> por essas políticas fundamentadas na ciência, e espera que estejam voltadas para as pessoas mais necessitadas.</p>
<blockquote><p>AIDS advocates were overwhelmingly thrilled by President-elect Barack Obama’s victory Tuesday, expressing hope that Obama’s election will bring meaningful changes to health care reform, science-based prevention, and a National AIDS strategy — all of which he promised during the campaign. And there is a real hope that the first black president — who has spoken out against health disparities in minority populations and homophobia in the black community — will frankly address the epidemic in the United States which overwhelmingly affects African-Americans, Latinos and gay men.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Os que militam no combate à AIDS vibraram intensamente com a vitória do presidente eleito Barack Obama, na terça-feira, e demonstram esperança de que sua eleição traga mudanças significativas para a reforma do sistema de saúde, prevenção com base científica, e uma estratégia nacional para a AIDS - tudo isso prometido por ele durante a campanha. E há uma esperança verdadeira de que o primeiro presidente negro - tendo se pronunciado contra as disparidades na saúde entre as populações minoritárias e contra a homofobia na comunidade negra - aborde com franqueza a epidemia que afeta de forma esmagadora os afro-americanos, os latinos e os homens gays nos Estados Unidos.&#8221;</div>
<p>Stiletto, blogando em <em>Pourqoi-Pas?</em>, <a href="http://ppblog.free.fr/index.php/barack-hussein-obama">ressalta</a> que, apesar de Obama ter herdado enormes problemas do presidente George W. Bush, ela tem esperanças de que o presidente eleito possa cumprir suas promessas.</p>
<blockquote><p>For the American people, I hope he manages to find the 33 billion dollars to make America’s health system a thing of everyday like here in Europe, instead of being a joke like a third world country and having 45 million people with no health care cover. If that idiot Bush managed to find nearly 1000 billion dollars to go murder hundreds of thousands of Iraqis, surely, 33 billion dollars to keep the health of the citizens of USA is a lot more important and a lot cheaper. But this is your problem, Americans, and I wish you all the best.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Para o bem do povo americano, espero que ele consiga encontrar os 33 bilhões de dólares necessários para tornar o sistema de saúde da América parte da vida cotidiana, como é aqui na Europa, ao invés de ser uma piada como um país de Terceiro Mundo, e de ter 45 milhões de pessoas sem nenhuma forma de cobertura para assistência médica. Se esse idiota do Bush conseguiu encontrar 1000 bilhões de dólares para sair matando centenas de milhares de iraquianos, com certeza 33 bilhões de dólares para manter a saúde dos cidadãos dos EUA é muito mais importante e mais barato. Mas esse é um problema de vocês, americanos, e lhes desejo tudo de bom&#8221;.</div>
<p>No entanto, <em>My African Diaspora</em> <a href="http://myafricandiaspora.com/WordPress/?p=112">adverte</a> que precisamos dar tempo a Obama para que realize todas as suas promessas:</p>
<blockquote><p>Temper expectations. Change won’t occur overnight. We’ve got so many pressing priorities: the economy, healthcare, the war, foreign policy and a slew of others. He won’t be able to wave a magic wand and make it all better. To expect him to would only demonstrate our own ignorance of the political process. Instead, reserve judgment and criticism and engage in the governance of your country. It is our right and our responsibility.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Moderem as expectativas. A mudança não ocorrerá do dia para a noite. Temos tantas prioridades a nos pressionar: a economia, o sistema de saúde, a guerra, a política externa e tantas outras. Ele não poderá sacudir uma varinha mágica e melhorar tudo. Esperar uma coisa assim só mostraria nossa própria ignorância a respeito do processo político. Em lugar disso, guardem o julgamento e as críticas e se envolvam no governo do nosso país. É nosso direito e nossa responsabilidade.&#8221;</div>
<p>Foto de <a href="http://flickr.com/photos/tonx/2236022136/">Obama Posters</a>, de <a href="http://flickr.com/photos/tonx/">tonx</a>, em Flickr.</p>
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		<title>Líbano: trabalhadoras domésticas convertidas em escravas</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/08/28/libano-trabalhadoras-domesticas-convertidas-em-escravas/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/08/28/libano-trabalhadoras-domesticas-convertidas-em-escravas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 19:43:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Débora Medeiros</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como estão sendo tratadas as empregadas domésticas no Líbano? Nash Suleiman sumariza as reações de alguns blogueiros libaneses a esta tragédia, na esteira da publicação de um relatório sobre a situação pelo Human Rights Watch (Observatório dos Direitos Humanos).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/nash-suleiman/">Nash Suleiman</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/debmedeiros/'>Débora Medeiros</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/08/27/lebanon-maids-is-lebanese-for-slaves/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Apesar de a mídia e os blogueiros libaneses em geral estarem atualmente mais focados em tópicos políticos, é revigorante ver outras questões sendo discutidas e reportadas. Entretanto, no instante em que os relatórios são publicados, as notícias se revelam ainda piores do que pareciam ser. organizações internacionais como a <a href="http://www.hrw.org/portuguese/"><em>Human Rights Watch</em></a> (HRW), <a href="http://www.immigrationhereandthere.org/">Immigration Here &amp; There</a> e blogueiros regionais têm publicado <a href="http://www.hrw.org/english/docs/2008/08/25/lebano19690.htm">relatos</a> [En] alarmantes sobre o abuso de trabalhadoras domésticas estrangeiras na <a href="http://globalvoicesonline.org/2008/08/12/saudi-arabia-slavery-in-the-gulf/">região</a> [En] e, recentemente, há 200.000 trabalhadoras domésticas declaradas empregadas legalmente no Líbano.  E, com a ausência de cobertura da mídia desses relatórios e a falta de atenção por parte de departamentos oficiais no Líbano, os blogueiros estão entrando em ação para instigar a consciência desses fatos on line.</p>
<p><em>Moussa Bachir</em> usa o espaço do seu <a href="http://urshalim.blogspot.com/2008/08/lebanon-migrant-domestic-workers-die-at.html">blog</a> [En] esta semana para promover o que o Human Rights Watch tem a dizer sobre a situação das trabalhadoras domésticas no Líbano, o que inclui:</p>
<blockquote><p>Domestic workers are dying in Lebanon at a rate of more than one per week,” said Nadim Houry, senior researcher at Human Rights Watch. “All those involved – from the Lebanese authorities, to the workers’ embassies, to the employment agencies, to the employers – need to ask themselves what is driving these women to kill themselves or risk their lives trying to escape from high buildings.</p></blockquote>
<div class="translation">Empregadas domésticas estão morrendo no Líbano a taxas de mais de uma por semana&#8221;, disse Nadim Houry, pesquisador sênior do Human Rights Watch. &#8220;Todos os envolvidos - das autoridades libanesas, passando pelas embaixadas das empregadas e pelas agências de emprego, até os empregadores - precisam se perguntar o que está levando essas mulheres a se suicidar ou a arriscar suas vidas tentando fugir de prédios altos.</div>
<p><em><a href="http://sursock.blogspot.com/2008/08/suicides.html">Lebanese Socialist</a></em> [En] também destaca o mesmo relatório do <em>Human Rights Watch</em>:</p>
<blockquote><p>HRW said that at least 24 housemaids have died since January 2007 after falling from multi-storey buildings. “Many domestic workers are literally being driven to jump from balconies to escape their forced confinement,” Houry said.</p></blockquote>
<div class="translation">O HRW disse que pelo menos 24 trabalhadoras domésticas morreram desde janeiro de 2007, após cair de prédios de muitos andares. &#8220;Muitas empregadas domésticas são literalmente levadas a pular de sacadas para escapar do seu confinamento forçado&#8221;, disse Houry.</div>
<p><em>Christa Hillstrom</em>, que dedica seu blog à divulgação do perigo e da verdade do moderno comércio global de escravos, <a href="http://humangoods.net/2008/05/24/stop-by-the-market-on-your-way-home-in-lebanon-and-pick-up-a-filipina-housemaid/">diz</a>: [En]</p>
<blockquote><p>Although the women often come through legal agencies and are somewhat trained for the domestic work, they frequently have their passports confiscated when they arrive and suffer physical and sexual abuse.</p></blockquote>
<div class="translation">Apesar de as mulheres geralmente chegarem através de agências legais e serem, de certa forma, treinadas para o trabalho doméstico, elas freqüentemente têm seus passaportes confiscados ao chegar e sofrem abusos físicos e sexuais.</div>
<p>As notícias perturbadoras continuam quando Hillstorm cita o relatório de Elise Barthet sobre a situação:</p>
<blockquote><p>Beirut employment agencies promote them as merchandise or, in extreme case, as pets. They offer advice about which nationalities are supposedly docile, easy to maintain or “harder to break.”</p></blockquote>
<div class="translation">As agências de empregos de Beirut promovem-nas como mercadorias ou, em casos extremos, como animais de estimação. Elas [as agências] oferecem conselhos sobre que nacionalidades são supostamente dóceis, fáceis de manter ou &#8220;mais difíceis de subjugar&#8221;.</div>
<p>Retrocedendo no tempo, podemos encontrar muitos blogueiros como <em>Moustaf</em>a, que anteriormente <a href="http://beirutspring.com/blog/2008/05/05/ethiopia-bans-its-citizens-from-working-in-abusive-lebanon/">postou</a> [En] sobre suas preocupações com esse fenômeno crescente:</p>
<blockquote><p>Sure they’re starving and living in miserable conditions, but that doesn’t mean that they have to put up with the ultimate abusive environment: The Lebanese household.</p></blockquote>
<div class="translation">Claro que elas estão passando fome ou vivendo em condições lamentáveis [em seus países de origem], mas isso não significa que elas têm que agüentar o ambiente mais abusivo de todos: o lar libanês.</div>
<p>O professor <em><a href="http://angryarab.blogspot.com/2008/08/finally.html">Asad Abu Khalil</a></em> [En], no site <em>Angry Arab News Service</em> encontra alívio no fato de que a situação está recebendo atenção internacional do Human Rights Watch:</p>
<blockquote><p>Finally. Human Rights Watch has noticed.</p></blockquote>
<div class="translation">Finalmente. O Human Rights Watch percebeu.</div>
<p>Alguns meses atrás, o professor <em>Abu Khalil</em> publicou um artigo que aborda a situação das trabalhadoras domésticas no Líbano, o qual, mais tarde, foi <a href="http://dailyalochona.blogspot.com/2008/05/alochona-maids-in-lebanon.html">postado</a> [En] no site <em>Daily Online Alcohona</em>:</p>
<blockquote><p>I will never forget Sushar Roxi. Do you remember her? That poor Sri Lankan maid who died by hanging in front of spectators and cameras. Do you remember when the city of Sidon&#39;s people woke up to find her dangling from the balcony, after she&#39;d hanged herself with linens? Do you wonder why she hanged herself? Do you wish you could ask her? She dangled from the balcony for hours and nobody noticed or cared. Why did Sushar hang from the balcony and why do we never hear of investigations?</p></blockquote>
<div class="translation">Nunca vou esquecer Sushar Roxi. Vocês se lembram dela? Aquela pobre moça do Sri Lanka que morreu enforcada diante de espectadores e câmeras. Vocês se lembram de quando o povo da cidade de Sidon acordou para encontrá-la pendurada da sacada, depois que ela se enforcou com tecidos? Vocês se perguntam por que ela se enforcou? Vocês gostariam de poder perguntá-la? Ela ficou pendurada no balcão por horas e ninguém notou ou se importou. Por que Sushar se enforcou na sacada e por que nós nunca ouvimos falar de investigações?</div>
<p>Uma postagem mais antiga de <em>Abullor</em> <a href="http://biladsham.blogspot.com/2008/05/maid-in-lebanon-ii-voices-from-home.html">promove</a> [En] um documentário (Maid in Lebanon II) que discute direitos das trabalhadoras, empregos, contratos e termos e condições de trabalho cotidianos.</p>
<p>Outro sinal alarmante que passou despercebido foi <a href="http://lebanoniznogood.blogspot.com/2008/05/bravo-ethiopia-end-maid-trade-with.html">mencionado</a> [En] por <em>Hanibaal</em> há alguns meses. A postagem dele aponta para uma declaração aprovada pelo governo etíope que bane a viagem de trabalhadores para Beirut:</p>
<blockquote><p>…Ethiopia passed the bill after it conducted a thorough analysis into the human right violations and domestic violence Ethiopian migrants face behind closed doors in Lebanon while in duty as maids.<br />
…Past human right records show that 67 Ethiopian women died between 1997 and 1999 alone in Beirut while working. Many were never heard from again and many others remain very difficult to trace because their employers change their Christian name to let them in to the country as Muslims.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8230;A Etiópia aprovou essa declaração, após conduzir uma análise detalhada das violações dos direitos humanos e da violência doméstica que migrantes etíopes enfrentam a portas fechadas no Líbano enquanto trabalham como empregadas.</p>
<p>&#8230;Registros de direitos humanos passados mostram que 67 mulheres etíopes morreram entre 1997 e 1999, sozinhas em Beirut enquanto trabalhavam. Nunca mais se teve notícia de muitas delas e outras continuam difíceis de localizar porque seus empregadores mudam seus nomes de batismo para que elas entrem no país como muçulmanas.</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Kuwait: Mostrando as compras nas Olimpíadas</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/08/27/kuwait-mostrando-as-compras-nas-olimpiadas/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 18:53:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arabic]]></category>
		<category><![CDATA[Bahrain]]></category>
		<category><![CDATA[Bulgaria]]></category>
		<category><![CDATA[Burundi]]></category>
		<category><![CDATA[Diáspora]]></category>
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		<category><![CDATA[Etnicidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Olympics]]></category>
		<category><![CDATA[Qatar]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

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		<description><![CDATA[Árabes realmente adoram comprar. Eles passam horas e horas em lojas e shopping centers, e é por isso que eles quiseram exibir sua habilidade em comprar nas Olimpíadas de Verão deste ano. Infelizmente, comprar não é uma das modalidades esportivas incluídas nos jogos, mas isso não impediu alguns países árabes de exibir suas novas aquisições.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/tarek-amr/">Gr33nData</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/08/27/kuwait-parading-purchases-at-the-olympics/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Árabes realmente adoram comprar. Eles passam horas e horas em lojas e shopping centers, e é por isso que eles quiseram exibir sua habilidade em comprar nas Olimpíadas de Verão deste ano. Infelizmente, comprar não é uma das modalidades esportivas incluídas nos jogos, mas isso não impediu alguns países árabes de exibir suas novas aquisições.</p>
<p><em>Kuwaitism</em> [Ar] nos dá uma imagem da situação <a href="http://www.kuwaitism.com/2008/08/24/%D8%A7%D9%84%D8%AD%D8%B6%D9%88%D8%B1-%D8%A7%D9%84%D8%AE%D9%84%D9%8A%D8%AC%D9%8A-%D8%A8%D8%A7%D9%84%D8%A3%D9%88%D9%84%D9%85%D8%A8%D9%8A%D8%A7%D8%AF/">aqui</a>:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: right;">حبيت آخذ هالفرصة لشكر بعض ممثلينا العرب –<br />
سامويل فرانسيس (قطر)<br />
جايمس كواليا كوكوروي (قطر)<br />
فيلكس كيكواي كيبوري (قطر)<br />
سلطان زمان (قطر) الإسم الأصلي أونيسفور نكونزيمانا (بوروندي)<br />
جمال سالم (قطر) الإسم الأصلي توماس كاتيو (كينيا)<br />
دهام بشير (قطر) الإسم الأصلي دايفيد إينياغا (كينيا)<br />
عيسى راشد (قطر) الإسم الأصلي دانييل كيبكوسكي (كينيا)<br />
جابر سالم (قطر) الإسم الأصلي ياني مارشوكوف (بلغاريا) – حول جنسيته بـ1,000,000 دولار عام 2000.<br />
مبارك شامي (قطر) الإسم الأصلي ريتشارد ياتيتش (كينيا)<br />
أحمد حسن عبدالله (قطر) الإسم الأصلي ألبرت تشيبكوروي (كينيا)<br />
بلال منصور علي (بحرين) الإسم الأصلي جون ييكو (كينيا)<br />
مريم يوسف جمال (بحرين) الإسم الأصلي زينيبيش تولا (أثيوبيا)<br />
نادية الجافني (بحرين) الأصل مغربية<br />
يوسف سعد كامل (بحرين) الأصل غريغوري كونشيلا (كينيا)<br />
آدم اسماعيل خميس (بحرين) الأصل هوسيا كوسغي (كينيا)<br />
حسن محبوب (بحرين) الأصل سايلاس كيروي (كينيا)<br />
رشيد رمزي (بحرين) الأصل مغربي<br />
ناصر سعيد (بحرين) الأصل ستيفان لورو كامار (كينيا)<br />
طارق مبارك طاهر (بحرين) الأصل دينيس كيبكوروي سانغ (كينيا)<br />
محمد عبدالله زكريا (بحرين) الأصل مغربي<br />
قطر و البحرين مثلهما 11 كيني 3 مغربيين 1 بوروندي 1 أثيوبي 1 بلغاري 3 غير معروف من أفريقيا</p>
</blockquote>
<div class="translation">&#8220;Eu gostaria de aproveitar a oportunidade para agradecer a nossos representantes árabes nos jogos [Olímpicos]:<br />
Samuel A. Francis (Qatar) [nascido na Nigeria]<br />
James Kwalia C&#39;Kurui (Qatar) [nascido no Kenya]<br />
Felix Kikwai Kibore (Qatar) [nascido no Kenya]<br />
Sultan Zaman (Qatar) - nascido Onesphore Nkunzimana (no Burundi)<br />
Gamal Salem (Qatar) - nascido Thomas Katui (no Kenya)<br />
Daham Bashir (Qatar) - nascido David Nyaga (no Kenya)<br />
Essa Ismail Rashed (Qatar) - nascido Daniel Kipkosgei (no Kenya)<br />
Jaber Saeed Salem (Qatar) - nascido Yani Marchokov (na Bulgaria) ele mudou de nacionalidade por 1,000,000 Dólares em 2000.<br />
Mubarak Hassan Shami (Qatar) - nascido Richard Yatich (no Kenya)<br />
Ahmad Hassan Abdullah (Qatar) - nascido Albert Chepkurui (no Kenya)<br />
Bilal Mansour Ali (Bahrain) - nascido John Biko (no Kenya)<br />
Jamal Maryam Yusuf (Bahrain) - nascido Zenebech Tola (na Ethiopia)<br />
Nadia Ejjafini (Bahrain/ nascida no Morrocos)<br />
Yusuf Saad Kamel (Bahrain) - nascido Gregory Konchellah (no Kenya)<br />
Aadam Ismaeel Khamis (Bahrain) - nascido Hosea Kosgei (no Kenya)<br />
Hasan Mahboob (Bahrain) - nascido Silas Kirui (no Kenya)<br />
Rashid Ramzi (Bahrain/Morrocos)<br />
Nasar Sakar Saeed (Bahrain) - nascido Stephen Loruo Kamar (no Kenya)<br />
Tareq Mubarak Taher (Bahrain) - nascido Denis Kipkurui Keter (no Kenya)<br />
Mohammad Abdullah Zakaria (Bahrain/Morocco)<br />
Em resumo, o Qatar e o Bahrain foram representados por 11 Kenyanos, 3 Marroquinos, 1 Burundiano, 1 Etíope, 1 Búlgaro e 3 outros [nas Olimpíadas].</div>
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		<title>Mais reações ao Nobel da Paz indo para Al Gore/IPCC</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/10/14/mais-reacoes-ao-nobel-da-paz-indo-para-al-goreipcc/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/10/14/mais-reacoes-ao-nobel-da-paz-indo-para-al-goreipcc/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Oct 2007 19:09:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ethiopia]]></category>
		<category><![CDATA[Kenya]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[South Africa]]></category>
		<category><![CDATA[U.S.A.]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
Essa é um continuação da matéria de Georgia sobre as reações em relação às nomeações de Al Gore [en] do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC) [en] ao Prêmio Nobel da Paz. Apresentamos aqui reações dos EUA, Quênia, Etiópia e África [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/10/13/more-reactions-to-al-goreipcc-nobel-peace-prize-win/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p class="entry" id="single">Essa é um continuação <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/2007/10/13/primeiras-reacoes-as-premiacoes-de-al-goreipcc-ao-premio-nobel-da-paz/">da matéria de Georgia</a> sobre as reações em relação às nomeações de <a href="http://www.algore.com/index2.html">Al Gore</a> [en] do <a href="http://www.ipcc.ch/">Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC)</a> [en] ao Prêmio Nobel da Paz. Apresentamos aqui reações dos EUA, Quênia, Etiópia e África do Sul.<a href="http://www.worldchanging.com/"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/10/algore.jpg" alt="Al Gore" /></a><br />
Começamos nos EUA com um comentário de <a href="http://www.worldchanging.com/archives/007407.html">Alex Steffen do <em>world changing</em></a> [en] que escreveu:</p>
<blockquote><p><em>Al Gore and IPCC winning the Nobel Peace Prize symbolizes more than just a head-nod towards some eco-fad — it shows that sustainability has finally moved from the outskirts of activism to the most central halls of authority. Concern for the planetary future is now as credible as it is possible to get. The beginning of the struggle to save ourselves from ecological catastrophe has come to an end and we can begin to see the outlines of the next stage of the struggle.</em></p>
<p>A nomeação de Al Gore e do IPCC para o prêmio Nobel da Paz simboliza mais do que um sinal de afirmação da onda ecológica -  mostra que a sustentabilidade finalmente saiu do âmbito do ativismo para se tornar a parte mais central no âmbito das autoridades. A preocupação com o futuro do planeta é agora mais verossímil do que nunca. O início da luta para nos salvarmos da catástrofe ecológica chegou ao fim, e agora podemos começar a ver os traços da próxima etapa da luta.</p></blockquote>
<p>A idéia de que uma nomeação para o Prêmio Nobel da Paz significa que uma pessoa transcendeu as políticas locais (e tantas vezes insignificantes) de sua localização geográfica é mencionada por dois blogueiros de lugares diferentes, um na América e outro no Quênia. Na postagem <a href="http://gristmill.grist.org/story/2007/10/12/2925/1106">‘For whom the Nobel tolls&#39;</a> [en] David Roberts discute a nomeação ao Nobel e a dúvida sobre se Al-Gore deveria ou não concorrer à presidência. Ele destaca que:</p>
<blockquote><p><em>Over the past week, all the U.S. media could talk about was how winning might affect Gore&#39;s chances in the U.S. presidential race. To me this demonstrates just how badly our media is misjudging the race, Gore&#39;s significance, and our current historical moment.</em></p>
<p>Durante a semana que passou, a imprensa dos EUA só teve um assunto, como essa nomeação deve afetar as chances de Gore na corrida à presidência. Para mim, isso demonstra apenas como a forma como a nossa imprensa está julgando as eleições, a importância de Gore e o nosso momento histórico atual está equivocada.</p></blockquote>
<p>Ele explica porque acha que Al Gore não deveria se candidatar à presidente, dizendo (resumido):</p>
<blockquote><p><em>…it would be a disaster for Gore to enter the race at this point — not because he might lose, but because he has transcended U.S. partisan politics. He has become a figure of global stature, one of a tiny fraternity of private individuals in the world capable of driving historical change from outside the confines of any institution. What many Americans don&#39;t realize is that the rest of the world is not distracted by the serial, lurid distractions that compose our political dialogue. Our national conversation is dominated by the resentful bile of a core of nationalist, reactionary, authoritarian ding-dongs, but it&#39;s not like that when Gore goes overseas. In other countries, they don&#39;t care about his electrical bills or his waist size or his clothing choices or his lack of that most important qualification for leader of the free world, the ability to act like a regular guy.</em></p>
<p><em>Gore can&#39;t act like a regular guy. He&#39;s smart, and he talks like a smart person. He&#39;s earnest and committed. He cares. He wants to help save the world.</em></p>
<p>… Seria um desastre para Gore entrar na corrida a essa altura - não porque ele pode perder, mas porque ele transcedeu  a política partidária dos EUA. Ele se tornou uma figura de prestígio global, parte de uma pequena fraternidade de indivíduos no mundo capazes de mudar o curso da história de fora do confinamento de uma instituição. O que os americanos não se dão conta é de que o resto do mundo não está se incomodando com as chocantes confusões em série que permeiam o nosso diálogo político. Nossa conversa nacional é dominada pela amargura de um núcleo de nacionalistas, reacionários, autoritários idiotas, mas não é assim quando Gore sai do país. Em outros países, não se quer saber da conta de eletricidade dele, do número que ele veste, do tipo de roupa que escolhe ou da falta daquela qualificação mais importante para um líder de um mundo livre, a habilidade de agir como um cara normal.</p>
<p>Gore não consegue agir como um sujeito normal. Ele é esperto, e fala como uma pessoa esperta. Ele é sério e comprometido. Ele se preocupa. Ele quer salvar o mundo.</p></blockquote>
<p>Uma discussão no <a href="http://kumekucha.blogspot.com/2007/10/nobel-prize-for-humility-anyone.html">blogue queniano <em>Kumekucha</em></a> [en] sobre a idade dos vencedores do Prêmio Nobel da Paz deste ano, invariavelmente, acarretou a menção da laureada queniana do Nobel, que ganhou o prêmio por causa de seu trabalho em prol do meio-ambiente, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wangari_Maathai">Wangari Maathai</a>. O comentário de Taabu se destaca:</p>
<blockquote><p><em>…Prof Wangari Muta Maathai is a 1940 born making her averagely younger than these years’ Laureates. In my estimation she is one GREAT Kenyan whom we have failed to use to our motherland’s advantage. She is a global citizen still embroiled in sectarian politics. She belongs to all of us. Just here her opening acceptance speech during the Prize’s presentation in 2004:<br />
“I stand before you and the world humbled by this recognition and uplifted by the honour of being the 2004 Nobel Peace Laureate. As the first African woman to receive this prize, I accept it on behalf of the people of Kenya and Africa, and indeed the world.”</em></p>
<p><em>And we still shamelessly bottle her in our small and petty village politics?</em></p>
<p>… A professora Wangari Muta Maathai nasceu em 1940 o que faz dela, em média, mais jovem do que os laureados desse ano. Na minha opinião, ela é uma GRANDE queniana que nós não sucedemos em aproveitar para dar vantagem a nossa terra. Ela é uma cidadã do mundo ainda amarrada a políticas sectárias. Ela pertence a todos nós. Veja aqui um trecho de seu discurso de abertura durante a apresentação do prêmio  2004:<br />
“Eu me ponho à frente do mundo com toda a humildade perante esse reconhecimento e regojizada pela honra de ser nomeada como ganhadora Prêmio Nobel da Paz de 2004. Como a primeira mulher africana a receber esse prêmio, eu o aceito em nome de todo o povo do Quênia e da África, e, de fato, de todo o mundo.”</p>
<p>E a gente ainda não tem vergonha de aprisioná-la em nossa pequena e insignificante política de vilarejo?</p></blockquote>
<p>Da Etiópia: <a href="http://arefe.wordpress.com/2007/10/13/what-has-al-gore-done-for-world-peace/">Addis Journal pergunta</a> [en] &#8220;O que Al Gora tem feito em nome da Paz?&#8221;:</p>
<p>Na África do Sul,  <a href="http://www.greencars.za.net/?p=97">Carl do <em>Greencars</em></a> [en] parabeniza Al Gore e IPCC. <a href="http://ivo.co.za/"><em>Ivo</em></a> [en], uma revista de jornalismo e opinião <a href="http://ivo.co.za/2007/10/12/earthquake-warning-for-stockholm/">não entende como a nomeação</a> [en] de Al Gore e IPCC faz valer a vontade de Alfred Nobel ao dar início ao prêmio, dizendo:</p>
<blockquote><p><em><em>For all their entertainment value, how either Al Gore or the Intergovernmental Panel on Climate Change created fraternity between the nations, abolished or reduced standing armies, or held and promoted peace congresses, is beyond me.</em></em></p>
<p>Por todo o valor de espetáculo que eles têm, a forma como tanto Al Gore quanto o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas criaram fraternidade entre as nações, aboliram ou reduziram exércitos em guerra ou apoiaram e promoveram congressos em prol da paz vai além de meu entendimento.</p></blockquote>
<p align="right"><em><em>(texto original de</em> <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/afromusing/">Juliana Rotich</a>)</em></p>
<p style="text-align: center" align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</em></p>
<p><span class="edit"></span></p>
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		<title>Expatriados etíopes refletem sobre os sons e cheiros de casa</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/07/13/expatriados-etiopes-refletem-sobre-os-sons-e-cheiros-de-casa/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Jul 2007 11:51:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diáspora]]></category>
		<category><![CDATA[Ethiopia]]></category>
		<category><![CDATA[Etnicidade]]></category>
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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
Os elos que unem expatriados da Etiópia à sua terra natal dominou a blogosfera etíope nas semanas que passaram.
Cidadãos da Etiópia que moram nos EUA, Europa e Ásia trouxeram uma série de posts emocionantes, explorando memórias da infância, comida regional, música e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/07/12/expat-ethiopians-reflect-on-the-sounds-and-smells-of-home/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Os elos que unem expatriados da Etiópia à sua terra natal dominou a blogosfera etíope nas semanas que passaram.</p>
<p>Cidadãos da Etiópia que moram nos EUA, Europa e Ásia trouxeram uma série de posts emocionantes, explorando memórias da infância, comida regional, música e o assunto mais amplo da identidade nacional.</p>
<p><em>Tobian</em> começou refletindo sobre <em><a href="http://imdb.com/title/tt0433416/">The Namesake</a></em><em>[En]</em> [Nome de Família], um filme sobre um rapaz americano de nascimento, filho de imigrantes indianos nos EUA.</p>
<p>Tobian traçou vários paralelos com a sua própria experiência nos Estados Unidos, que ele vai destrinchando no seu post <em><a href="http://tobian.blogspot.com/2007/07/namesake.html">Namesake</a></em><em>[En]</em>:</p>
<blockquote><p><em>“Sometimes I feel like I have multiple personalities. One that I have with Americans, another one that I have with immigrants in America and finally my personality with Ethiopians, the last one being the closest to the real me. I’m not deceiving nor fabricating, it’s just that I know limitations of my interaction with these different groups, and that’s OK by me. But sometimes I realize that my interactions almost seem like work, like I have to actively monitor my boundaries, I am acutely aware of what fits in their world views and not.”</em></p>
<p>“Às vezes sinto que tenho personalidades múltiplas. Uma que assumo entre americanos, outra que assumo entre imigrantes na América e, por fim, a minha personalidade entre etíopes, essa última a mais próxima do real eu. Eu não estou enganando nem inventando, apenas sei as limitações de minha interação com esses grupos diferentes, para mim está tudo bem. Entretanto, ás vezes percebo que minhas interações são como trabalho, como se eu tivesse que monitorar efetivamente minhas fronteiras, eu tenho muita consciência do que cabe no ponto de vista de cada grupo e o que não cabe.”</p></blockquote>
<p>Yemi, a escritora por trás do blogue <em>Don’t eat my Buchela</em> é uma etíope que mora com a família na China. Ela descreve seus esforços para que seu filho se interesse por música tradicional da Etiópia em <em><a href="http://www.dalianmitmita.com/yblog/index.cfm/2007/7/10/My-Son-My-Ethiopian-Music-Myself">My Son, My Ethiopian Music, Myself</a></em><em> [EN]</em>:</p>
<blockquote><p><em>“Traditional Ethiopian music is an acquired taste.</em></p>
<p><em>If you didn’t grow up with it, the first time you hear it, you are not going to say “wow, I gotta get me some of that!”</em></p>
<p><em>With that in mind, I am on a mission to ensure that Buchela acquires the taste for Ethiopian music through daily brainwashing sessions of videos via You Tube.</em></p>
<p><em>He loves sitting on my lap and watching the singers and dancers on my computer.</em></p>
<p><em>Today, I am putting up our current favorite “Alem Alemye”. There are days when this song puts knots in my stomach.”</em></p>
<p>“Música tradicional da Etiópia é um gosto que se adquire.</p>
<p>Se você não cresceu com ela, a primeira vez que você ouve não vai fazer com que você diga ‘Uau! Eu tenho que ter mais disso!’</p>
<p>Tendo isso em mente, eu estou em meio uma cruzada para garantir que Buchela tome gosto pela música da Etiópia, através de sessões diárias de lavagem cerebral através de vídeos no You Tube.</p>
<p>Ele adora sentar no meu colo e assistir aos cantores e dançarinos no meu computador.</p>
<p>Eu vou hoje passar a favorita do momento, ‘Alem Alemye’. Tem dias em que essa canção me deixa com um frio na barriga.”</p></blockquote>
<p><em>Bernos</em>, outro etíope nos Estados Unidos, falou de seu profundo apego ao som do  Washint, uma flauta de madeira tradicional, em <em><a href="http://www.bernos.org/blog/2007/07/10/a-washint-melody">A Washint Melody!</a></em><em>[EN]</em>:</p>
<blockquote><p><em>“I love the Washint, because it reminds me the green mountainous pastured grounds of south western Ethiopia… The zema of the Washint, I have always associated with the highlands of Ethiopia, it’s a deep mystical soothing sound. It gives me the sensation of calmness; it reminds me of Ethiopia’s Arbegnoch. Now that I think about it, I think I must somehow have associated it as the <a href="http://www.youtube.com/watch?v=WvOaYBS6LB8">background music of those old documentary videos</a> I saw on ETV.”</em></p>
<p>“Eu amo Washint, porque me lembra das montanhas forradas de pastos verdejantes do sul da Etiópia ocidental… A baixa freqüência do Washint, que eu sempre associei com a região montanhosa da Etiópia, é um som profundamente místico e apaziguante. Ele me dá uma sensação de calma; me lembra de Arbegnoch na Etiópia. Agora que começo a pensar sobre isso, percebo que devo de alguma forma ter associado esse som à <a href="http://www.youtube.com/watch?v=WvOaYBS6LB8">trilha sonora daqueles velhos vídeo-documentários</a> eu via na ETV.”</p></blockquote>
<p><em>Bernos</em> está de volta, descrevendo um encontro emocionante com um compatriota trabalhando no aeroporto de Zurique em <em><a href="http://www.bernos.org/blog/2007/07/06/a-friend-anywhere/">A friend anywhere</a></em><em> [EN]</em>:</p>
<blockquote><p><em>“He was very sweet. He was so happy to see another Ethiopian and so proud. He told me about his wife and kids and how he’s planning on moving back to Addis for good; how he used to be a runner and about life in Switzerland and the Ethiopian community there. After awhile he said he had to get back to work so he left me to finish my coffee and pointed out where I can use the internet. I sat there for awhile thinking about the kindness of our people and our culture. More often than not I make a note of how my culture conflicts with my lifestyle rather than what it adds to it.”</em></p>
<p>“Ele era um doce de pessoa. Tão feliz em ver outro etíope e tão cheio de orgulho. Ele me contou sobre sua esposa e filhos, e de seus planos de voltar de vez para Addis; sobre como ele costumava trabalhar de mensageiro e sobre a vida na Suiça, sobre a comunidade etíope dali. Depois de um tempinho, ele me disse que tinha que voltar ao trabalho e me deixou a terminar meu café, mostrando onde eu poderia usar a internet. Eu fiquei lá sentado por um tempo, pensando sobre a bondade de nosso povo e cultura. Quase sempre noto como minha cultura entra em conflito com meu estilo de vida, em vez de acrescentar algo a ele.”</p></blockquote>
<p><em>Ethiopia Encyclopedia</em> fechou o círculo descrevendo o sentimento de voltar à Etiópia dos Estados Unidos em <em><a href="http://ethiopiaencyclopedia.blogspot.com/2007/06/good-morning-addis.html">Good Morning Addis!</a></em><em> [EN]</em>:</p>
<blockquote><p><em>“I am finally here. Good morning Gunfo! Good morning Addis Ababa! Good morning the best tasting coffee in the world! Good morning the biggest baked bread in the world!</em></p>
<p><em>Ahhhhhh! I can finally exhale; and my breathe can mix with Addis Ababa’s air. It was such a struggle, making the decision to move here for a personal informal education, school (MA in Ethiopian Studies at AAU) and work. The process of convincing my family and myself at times (a two year process) that the risk (of being robbed in Merkato, dying of Malaria, receiving a poor education, being arrested by the government, having my hand eaten off by a lion, etc.) was worth my time exhausted my eagerness to come. I was falling into indifference; and how dangerous is the feeling of indifference. It wasn’t until my flight to Ethiopia that my spirit was renewed.”</em></p>
<p>“Finalmente cheguei. Bom dia Gunfo! Bom dia Addis Ababa! Bom dia ao melhor café do mundo! Bom dia ao maior pão saído do forno do mundo!</p>
<p>Ahhhhhh! Finalmente posso exalar; e minha respiração pode se misturar com o ar de Addis Ababa. Foi uma luta tomar a decisão de me mudar para cá em busca de uma formação pessoal informal, escola (mestrado em Estudos Etíopes na AAU) e trabalho. O processo de convencer a minha família e a mim mesmo em certos momentos (um processo que durou dois anos) que o risco (de ser assaltado em Merkato, morrer de Malária, receber uma educação ineficiente, ser detido pelo governo, ter a minha mão devorada por um leão, etc) valeria a pena exaustou minha ânsia de vir. Eu estava ficando indiferente. E como o sentimento de indiferença é perigoso. Apenas na hora de voar para a Etiópia que meu espírito se renovou.”</p></blockquote>
<p align="right"><em>(texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/andrew/"> Andrew Heavens</a>)</em></p>
<p align="right">&nbsp;</p>
<p align="center"><em><font size="2">O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</font></em></p>
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