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	<title>Global Voices em Português &#187; Lebanon</title>
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	<description>O mundo está falando. Você está ouvindo?</description>
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		<title>Milionário Egípcio Sentenciado à Morte por Assassinato de Cantora</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/05/27/milionario-egipcio-sentenciado-a-morte-por-assassinato-de-cantora/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/05/27/milionario-egipcio-sentenciado-a-morte-por-assassinato-de-cantora/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 May 2009 03:46:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O povo egípcio testemunhou o mais inesperado veredito na história do sistema judiciário do país: O bilionário Hesham Talaat Moustafa, assim como o assassino profissional contratado por ele, Mohsen El Sokary, receberam a sentença de morte pelo assassinato da cantora libanesa Suzanne Tameen. O terrível assassinato aconteceu em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e a sentença de quinta-feira foi recebida com choque e surpresa enquanto a blogosfera local começa a absorver as notícias do veredito.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/nermeen-edress/">Nermeen Edrees</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/05/23/egyptian-tycoon-sentenced-to-death/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>O povo egípcio testemunhou o mais inesperado veredito na história do sistema judiciário do país: O bilionário <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hisham_Talaat_Moustafa">Hesham Talaat Moustafa</a> [en], assim como o assassino profissional contratado por ele, Mohsen El Sokary, <a href="http://www.time.com/time/world/article/0,8599,1900311,00.html">receberam a sentença de morte</a> [en] pelo assassinato da cantora libanesa <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Suzanne_Tamim">Suzanne Tameen</a> [en]. O terrível assassinato aconteceu em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dubai">Dubai</a>, nos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Emirados_%C3%81rabes_Unidos">Emirados Árabes Unidos</a>, e a sentença de quinta-feira foi recebida com choque e surpresa enquanto a blogosfera local começa a absorver as notícias do veredito.</p>
<p>A prolífica blogueira <a href="http://egyptianchronicles.blogspot.com/2009/05/after-verdict.html"><em>Zeinobia</em></a> [en] foi a primeira a dar a notícia:</p>
<blockquote><p>On May 21, Judge Muhammadi Qunsuwa announced the case will be referred to Grand Mufti Ali Gomaa, the nation&#39;s highest religious official, who will rule on Moustafa&#39;s death sentence on June 25.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;No dia 21 de maio, o Juiz Muhammadi Qunsuwa anunciou que o caso vai ser enviado ao Grão Mufti Ali Gomaa, o mais alto oficial religioso da nação, que vai decidir sobre a pena de morte de Moustafa no dia 25 de junho.&#8221;</div>
<p>Um choque para todos, o veredito deixou o réu sem ação. <a href="http://ahmedes2005.blogsome.com/2009/05/21/p940/">O jornalista <em>Ahmed El Desouky</em></a> [ar] estava entre os primeiros a relatar as reações da corte à comunidade online egípcia, dizendo:</p>
<blockquote><p>انتابت المتهمين حالة من الهياج بعد النطق بالحكم وعبروا عن غضبهم الشديد وصدمتهم ووصفوا الحكم بانه قاس جدا بينما تفاوتت ردود الفعل خارج المحكمة لكن السائد ان الحكم قصاص عادل من شاب استغل سلطته ونفوذه وامواله فى العبث ظنا منه انه فوق القانون</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Houve uma grande revolta na corte depois que a sentença foi anunciada, e os envolvidos [no processo] expressaram grande raiva e choque ao descreverem o veredito como exageradamente duro. As reações variavam do lado de fora do salão da corte, mas a maioria das pessoas via a punição como justa para um homem que abusou da sua autoridade, influência e dinheiro, pensando estar acima da lei.&#8221;</div>
<p>As reações variaram entre a aprovação e apoio ao veredito à tristeza e simpatia com o réu. Em seu post, a blogueira <em><a href="http://catofdesert.blogspot.com/2009/05/blog-post_21.html">Desert Cat</a></em> [ar] mostrava-se surpresa com a passagem do mesmo veredito para Moustafa e El Sokary:</p>
<blockquote><p>للأسف الحكم جه النهاردة عكس توقعات الجميع وهو إحالة اوراق المتهمين لفضيلة مفتى الجمهورية .. وبعد النطق بالحكم سادت حالة من الهرج والمرج داخل قاعة المحكمة بسبب صراخ الجميع غير مصدقين من عائلات محسن وهشام والعاملين فى مجموعة طلعت مصطفى بينما هشام ومحسن انتابتهم حالة صمت تااااااامة انا نفسى مش كنت مصدقة لأن جريمة هشام هى التحريض على القتل بينما محسن اللى نفذ ازاى يكون الحكم متساوى</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Infelizmente o veredito que foi proferido ontem foi contrário ao que todos esperavam e o caso agora está sendo repassado ao Grão Mufti. Depois que o veredito foi lido, o caos tomou conta da corte, com as famílias de Mohsen e Hesham gritando, junto aos empregados do grupo Talaat Moustafa, que não podiam acreditar no que haviam ouvido. Enquanto isso, Hesham e Mohsen ficaram em completo silêncio. Pessoalmente, eu não consigo acreditar [no que está acontecendo] pois o crime de Hesham foi instigar um assassinato enquanto Mohsen foi aquele que o cometeu. Como é que eles podem receber a mesma punição?&#8221;</div>
<p><em>Ahmed Shokeir</em> respondeu à pergunta da blogueira na área de comentários do post, dizendo:</p>
<blockquote><p>في معظم القوانين يعاقب المحرض على الجريمة بنفس عقوبة الجاني وفي بعض القوانين تغلظ العقوبة وتكون أشد من العقوبة التي تقع على الجاني</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Na maior parte das leis, a punição para aqueles que instigam crimes é a mesma dada aos criminosos [que os executam]. Em algumas leis, a punição dada [a quem instiga] é até mais severa do que a [punição] dada ao criminoso.&#8221;</div>
<p>Os apoiadores do milionário do mercado imobiliário no Facebook reagiram ao veredito no grupo &#8220;<a href="http://www.facebook.com/pages/Free-Hisham-Talaat-Mostafa/36546446359#/album.php?aid=58513&amp;id=36546446359&amp;comments">Free Hesham Talaat Moustafa</a>&#8221; (&#8221;Libertem Hesham Talaat Moustafa&#8221;) também.</p>
<p><em>Ashraf Elmanwaty</em> disse:</p>
<blockquote><p>I still have hope HTM will be free… This is an over reaction judgment</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Eu ainda tenho esperança de que HTM irá ser libertado&#8230; este julgamento é uma reação excessiva.&#8221;</div>
<p>Enquanto isso, <em>Miral El Ramlawy</em> escreveu:</p>
<blockquote><p>90% of Egyptians do NOT believe he did it and the court owes it to the Egyptians to announce what they based the verdict upon!! Phone calls that don&#39;t have any explicit message is NO PROOF…we are waiting for justification!</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;90% dos egípcios NÃO acreditam que ele tenha feito isso e a corte deve anunciar aos egípcios sobre o quê eles basearam seu veredito!!! Ligações telefônicas que não apresentam nenhuma mensagem explícita NÃO SÃO PROVAS&#8230; e nós estamos esperando por uma justificativa!&#8221;</div>
<p>Depois do choque, as pessoas começaram a analisar. <a href="http://egyptianchronicles.blogspot.com/2009/05/after-verdict.html"><em>Zeinobia</em></a> [ar] explica:</p>
<blockquote><p>• when the judge says that that the papers of the convicted will be sent to the grand Mufti for consulting means in most situations that that convicted will face the death penalty. The death penalty needs the opinion of the grand Mufti to support it from the religious point of view ,the Sharia point of view to fulfill justice.It is not everyday that you order the death of someone.<br />
• In most cases if not all of them the grand Mufti approves and supports the judge’s verdict.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;- quando o juiz diz que os documentos do indiciado serão enviados ao Grão Mufti para consulta, isso significa na maior parte das situações que o condenado irá enfrentar a pena de morte. A pena de morte precisa da opinião do Grão Mufti para ter um apoio do ponto de vista religioso, o ponto de vista da Sharia na busca da justiça. Não é todo dia que você ordena a morte de alguém.<br />
- Na maior parte dos casos, se não em todos eles, o Grão Mufti aprova e sustenta o veredito do juiz.&#8221;</div>
<p>E ela então continua:</p>
<blockquote><p>• Second in case of Hisham and Sokary,the judge will announce the final verdict on the next 25th of June 2009 ,which is nearly about month and 5 days ,I believe it is a long period to stand in the death row.<br />
• Third when the judge announces the final verdict , the lawyers of the convicted will have the right to [appeal].</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;- Segundo, no caso de Hisham e Sokary, o juiz irá anunciar o veredito final no próximo dia 25 de junho de 2009, o que é mais ou menos um mês e cinco dias [a contar de hoje], e acredito que este é um período bem longo para se passar no corredor da morte.<br />
- Terceiro, quando um juiz anuncia seu veredito final, os advogados do condenado tem o direito de [apelar].&#8221;</div>
<p>Então, pode ser que haja um segundo round, e é isso que vamos descobrir no dia 25 de junho.</p>
<p>Enquanto isso, há perguntas e dúvidas sobre os importantes negócios imobiliários de Hisham. O <a href="http://mideasti.blogspot.com/2009/05/talaat-mustafa-group-investors-neednt.html">blogue do editor do <em>The Mideast Institute</em></a> relata [en]:</p>
<blockquote><p>The Talaat Mustafa Group (TMG), a huge real estate conglomerate through which Mustafa made his billions, doesn&#39;t want any stockholders to worry just because the company&#39;s founder and namesake is under a death sentence. <a href="http://www.thedailynewsegypt.com/article.aspx?ArticleID=21880">A TMG official reassures investors</a>:<br />
Sawaftah said that TMG’s corporate structure prevents “the absence of one individual” from affecting its activity</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;O Talaat Mustafa Group (TMG), um enorme congromerado imobiliário através do qual Mustafa fez os seus bilhões, não quer que seus acionistas se preocupem por conta da sentença de morte recebida pelo fundador, que dá também seu nome à companhia. <a href="http://www.thedailynewsegypt.com/article.aspx?ArticleID=21880">Um funcionário do TMG tranquiliza os investidores</a> [en]:<br />
Sawaftah disse que a estrutura corporativa do TMG previne que &#8220;a ausência de um indivíduo&#8221; afete as suas atividades.&#8221;</div>
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		<title>Protestos pela Palestina ao Redor do Mundo</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/01/05/protestos-pela-palestina-ao-redor-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 22:48:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mundo saiu às ruas em defesa de Gaza. Centenas de milhares de pessoas participaram de protestos e manifestações de repúdio ao conflito em Gaza nos últimos cinco dias, em todos os cantos do planeta. De Boston a Beirute, da Cidade do Cabo a Caracas, cidadãos mostraram sua solidariedade e apoio a Gaza. Jillian York passeia pelo Flickr e nos mostra algumas fotos das manifestações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/jillian-york/">Jillian York</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/01/04/global-protests-for-palestine/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>O mundo saiu às ruas em defesa de Gaza. Centenas de milhares de pessoas participaram de protestos e manifestações de repúdio ao conflito em Gaza nos últimos cinco dias, em todos os cantos do planeta. De Boston a Beirute, da Cidade do Cabo a Caracas, cidadãos mostraram sua solidariedade e apoio a Gaza.</p>
<p>Aqui estão algumas fotos das manifestações ao redor do globo, todas elas disponibilizadas sob licenças livres no <a href="http://flickr.com/">Flickr</a>:<br />
<a href="http://farm4.static.flickr.com/3256/3151575712_71c235a24f_m.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-54830" title="calgary" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/01/calgary.jpg" alt="" /></a></p>
<p><a href="http://farm4.static.flickr.com/3256/3151575712_71c235a24f_m.jpg">Osama Al-Eryani</a>, Calgary<br />
<a href="http://farm2.static.flickr.com/1078/3163713761_8eafb37848.jpg?v=0"><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-54831" title="dublin" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/01/dublin.jpg" alt="" /></a></p>
<p><a href="http://farm2.static.flickr.com/1078/3163713761_8eafb37848.jpg?v=0">infomatique</a>, Dublin</p>
<p><a href="http://farm4.static.flickr.com/3221/3145889996_7dfc8f246d.jpg?v=0"><img class="alignnone size-full wp-image-54832" title="paris" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/01/paris.jpg" alt="" /></a></p>
<p><a href="http://farm4.static.flickr.com/3221/3145889996_7dfc8f246d.jpg?v=0">Alalettre</a>, Paris</p>
<p><a href="http://flickr.com/photos/jewishvoiceforpeace/313207631/"><img class="alignnone size-full wp-image-54833" title="seattle" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/01/seattle.jpg" alt="" /></a></p>
<p><a href="http://flickr.com/photos/jewishvoiceforpeace/313207631/">Jewish Voice for Peace</a>, Seattle</p>
<p><a href="http://farm3.static.flickr.com/2271/2224536472_2bb6ccdafc.jpg?v=0"><img class="alignnone size-full wp-image-54834" title="beirut" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/01/beirut.jpg" alt="" /></a></p>
<p><a href="http://farm3.static.flickr.com/2271/2224536472_2bb6ccdafc.jpg?v=0">farfahinne</a>, Beirut</p>
<p><a href="http://farm4.static.flickr.com/3088/3164797106_5a35d9ef25.jpg?v=0"><img class="alignnone size-full wp-image-54835" title="boston" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/01/boston.jpg" alt="" /></a></p>
<p><a href="http://farm4.static.flickr.com/3088/3164797106_5a35d9ef25.jpg?v=0">Hamza Daoui</a>, Boston</p>
<p>O <a href="http://electronicintifada.net/v2/article10101.shtml"><em>Eletronic Intifada</em></a> [&#39;Intifada Eletronica&#39;, em inglês] também publica um resumo das reações ao redor do globo.</p>
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		<title>Líbano: A Guerra do Falafel Vai a Julgamento</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/10/08/libano-a-guerra-do-falafel-vai-a-julgamento/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 03:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porAmira Al Hussaini  &#183; Traduzido por Daniel Duende &#183;  Veja o post original 
Arabs and Globalisation [En] relata: &#8220;Assim como os gregos fizeram quando processaram fazendeiros franceses (e ganharam) por usar a palavra &#8216;Feta&#39; para descrever o queijo que vendiam, o Líbano agora está se preparando [En] para processar empresas israelenses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/10/07/lebanon-falafel-war-goes-to-court/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><a href="http://globalorama.blogspot.com/2008/10/falafel-gets-day-in-court.html"><em>Arabs and Globalisation</em></a> [En] relata: &#8220;Assim como os gregos fizeram quando processaram fazendeiros franceses (e ganharam) por usar a palavra &#8216;Feta&#39; para descrever o queijo que vendiam, o Líbano agora está <a href="http://www.guardian.co.uk/world/2008/oct/07/israelandthepalestinians.lebanon">se preparando</a> [En] para processar empresas israelenses que estão vendendo Hummus, Falafel e Babaghanouj como &#8216;Produtos Israelenses&#39;.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Líbano: Terror toma conta de Trípoli novamente</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/29/libano-terror-toma-conta-de-tripoli-novamente/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 21:58:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um carro-bomba detonado por controle remoto se chocou contra um ônibus do exército libanês na manhã de hoje, matando quatro soldados e um civil, em Trípoli, no norte do Líbano. A explosão de hoje foi o segundo ataque tendo como alvo tropas no norte do país em menos de dois meses. Veja as primeiras reações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/moussa-bachir/">Moussa Bashir</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/09/29/lebanon-terror-strikes-in-tripoli-again/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<p>Um carro-bomba detonado por controle remoto se chocou contra um ônibus do exército libanês na manhã de hoje em Trípoli, no norte do Líbano, matando quatro pessoas, três das quais soldados. A explosão de hoje foi o segundo ataque em menos de dois meses tendo como alvo tropas no norte do país. Vinte e cinco pessoas ficaram feridas na explosão, que lançou um carro a vários metros do local, durante o horário de pico da manhã. Esse atentado veio na esteira do <a href="http://globalvoicesonline.org/2008/08/14/lebanon-triplois-attack-more-online-reactions/">ataque fatal</a> [en] contra as forças armadas libanesas que aconteceu em 13 de agosto de 2008. Durante o ataque de 13 de agosto, 18 pessoas, dentre soldados e civis, foram mortas por uma bomba deixada próxima a um ônibus de transporte de tropas, na margem de uma movimentada rua de Tripoli.</p>
<p>Veja a seguir as primeiras reações em blogues quanto ao atentado de hoje (em inglês):</p>
<p><em><a href="http://jnoubiyeh.blogspot.com/2008/09/lebanon-world-condemn-tripoli-blast.html">Jnoubiyeh</a></em> publica a transcrição das notícias sobre o bombardeio de um canal de TV local, com menções à condenação feita por políticos locais e internacionais e primeiras reações.</p>
<p><em><a href="http://blog.lebanesetag.com/2008/09/11-tripoli-buhsas-blast.html">Lebanese Tag</a></em> posta os detalhes preliminares que surgiram como resultado do ataque e também fotos do local da explosão.</p>
<p>Veja mais reações em breve aqui.</p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Líbano: trabalhadoras domésticas convertidas em escravas</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/08/28/libano-trabalhadoras-domesticas-convertidas-em-escravas/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/08/28/libano-trabalhadoras-domesticas-convertidas-em-escravas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 19:43:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Débora Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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		<description><![CDATA[Como estão sendo tratadas as empregadas domésticas no Líbano? Nash Suleiman sumariza as reações de alguns blogueiros libaneses a esta tragédia, na esteira da publicação de um relatório sobre a situação pelo Human Rights Watch (Observatório dos Direitos Humanos).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/nash-suleiman/">Nash Suleiman</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/debmedeiros/'>Débora Medeiros</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/08/27/lebanon-maids-is-lebanese-for-slaves/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Apesar de a mídia e os blogueiros libaneses em geral estarem atualmente mais focados em tópicos políticos, é revigorante ver outras questões sendo discutidas e reportadas. Entretanto, no instante em que os relatórios são publicados, as notícias se revelam ainda piores do que pareciam ser. organizações internacionais como a <a href="http://www.hrw.org/portuguese/"><em>Human Rights Watch</em></a> (HRW), <a href="http://www.immigrationhereandthere.org/">Immigration Here &amp; There</a> e blogueiros regionais têm publicado <a href="http://www.hrw.org/english/docs/2008/08/25/lebano19690.htm">relatos</a> [En] alarmantes sobre o abuso de trabalhadoras domésticas estrangeiras na <a href="http://globalvoicesonline.org/2008/08/12/saudi-arabia-slavery-in-the-gulf/">região</a> [En] e, recentemente, há 200.000 trabalhadoras domésticas declaradas empregadas legalmente no Líbano.  E, com a ausência de cobertura da mídia desses relatórios e a falta de atenção por parte de departamentos oficiais no Líbano, os blogueiros estão entrando em ação para instigar a consciência desses fatos on line.</p>
<p><em>Moussa Bachir</em> usa o espaço do seu <a href="http://urshalim.blogspot.com/2008/08/lebanon-migrant-domestic-workers-die-at.html">blog</a> [En] esta semana para promover o que o Human Rights Watch tem a dizer sobre a situação das trabalhadoras domésticas no Líbano, o que inclui:</p>
<blockquote><p>Domestic workers are dying in Lebanon at a rate of more than one per week,” said Nadim Houry, senior researcher at Human Rights Watch. “All those involved – from the Lebanese authorities, to the workers’ embassies, to the employment agencies, to the employers – need to ask themselves what is driving these women to kill themselves or risk their lives trying to escape from high buildings.</p></blockquote>
<div class="translation">Empregadas domésticas estão morrendo no Líbano a taxas de mais de uma por semana&#8221;, disse Nadim Houry, pesquisador sênior do Human Rights Watch. &#8220;Todos os envolvidos - das autoridades libanesas, passando pelas embaixadas das empregadas e pelas agências de emprego, até os empregadores - precisam se perguntar o que está levando essas mulheres a se suicidar ou a arriscar suas vidas tentando fugir de prédios altos.</div>
<p><em><a href="http://sursock.blogspot.com/2008/08/suicides.html">Lebanese Socialist</a></em> [En] também destaca o mesmo relatório do <em>Human Rights Watch</em>:</p>
<blockquote><p>HRW said that at least 24 housemaids have died since January 2007 after falling from multi-storey buildings. “Many domestic workers are literally being driven to jump from balconies to escape their forced confinement,” Houry said.</p></blockquote>
<div class="translation">O HRW disse que pelo menos 24 trabalhadoras domésticas morreram desde janeiro de 2007, após cair de prédios de muitos andares. &#8220;Muitas empregadas domésticas são literalmente levadas a pular de sacadas para escapar do seu confinamento forçado&#8221;, disse Houry.</div>
<p><em>Christa Hillstrom</em>, que dedica seu blog à divulgação do perigo e da verdade do moderno comércio global de escravos, <a href="http://humangoods.net/2008/05/24/stop-by-the-market-on-your-way-home-in-lebanon-and-pick-up-a-filipina-housemaid/">diz</a>: [En]</p>
<blockquote><p>Although the women often come through legal agencies and are somewhat trained for the domestic work, they frequently have their passports confiscated when they arrive and suffer physical and sexual abuse.</p></blockquote>
<div class="translation">Apesar de as mulheres geralmente chegarem através de agências legais e serem, de certa forma, treinadas para o trabalho doméstico, elas freqüentemente têm seus passaportes confiscados ao chegar e sofrem abusos físicos e sexuais.</div>
<p>As notícias perturbadoras continuam quando Hillstorm cita o relatório de Elise Barthet sobre a situação:</p>
<blockquote><p>Beirut employment agencies promote them as merchandise or, in extreme case, as pets. They offer advice about which nationalities are supposedly docile, easy to maintain or “harder to break.”</p></blockquote>
<div class="translation">As agências de empregos de Beirut promovem-nas como mercadorias ou, em casos extremos, como animais de estimação. Elas [as agências] oferecem conselhos sobre que nacionalidades são supostamente dóceis, fáceis de manter ou &#8220;mais difíceis de subjugar&#8221;.</div>
<p>Retrocedendo no tempo, podemos encontrar muitos blogueiros como <em>Moustaf</em>a, que anteriormente <a href="http://beirutspring.com/blog/2008/05/05/ethiopia-bans-its-citizens-from-working-in-abusive-lebanon/">postou</a> [En] sobre suas preocupações com esse fenômeno crescente:</p>
<blockquote><p>Sure they’re starving and living in miserable conditions, but that doesn’t mean that they have to put up with the ultimate abusive environment: The Lebanese household.</p></blockquote>
<div class="translation">Claro que elas estão passando fome ou vivendo em condições lamentáveis [em seus países de origem], mas isso não significa que elas têm que agüentar o ambiente mais abusivo de todos: o lar libanês.</div>
<p>O professor <em><a href="http://angryarab.blogspot.com/2008/08/finally.html">Asad Abu Khalil</a></em> [En], no site <em>Angry Arab News Service</em> encontra alívio no fato de que a situação está recebendo atenção internacional do Human Rights Watch:</p>
<blockquote><p>Finally. Human Rights Watch has noticed.</p></blockquote>
<div class="translation">Finalmente. O Human Rights Watch percebeu.</div>
<p>Alguns meses atrás, o professor <em>Abu Khalil</em> publicou um artigo que aborda a situação das trabalhadoras domésticas no Líbano, o qual, mais tarde, foi <a href="http://dailyalochona.blogspot.com/2008/05/alochona-maids-in-lebanon.html">postado</a> [En] no site <em>Daily Online Alcohona</em>:</p>
<blockquote><p>I will never forget Sushar Roxi. Do you remember her? That poor Sri Lankan maid who died by hanging in front of spectators and cameras. Do you remember when the city of Sidon&#39;s people woke up to find her dangling from the balcony, after she&#39;d hanged herself with linens? Do you wonder why she hanged herself? Do you wish you could ask her? She dangled from the balcony for hours and nobody noticed or cared. Why did Sushar hang from the balcony and why do we never hear of investigations?</p></blockquote>
<div class="translation">Nunca vou esquecer Sushar Roxi. Vocês se lembram dela? Aquela pobre moça do Sri Lanka que morreu enforcada diante de espectadores e câmeras. Vocês se lembram de quando o povo da cidade de Sidon acordou para encontrá-la pendurada da sacada, depois que ela se enforcou com tecidos? Vocês se perguntam por que ela se enforcou? Vocês gostariam de poder perguntá-la? Ela ficou pendurada no balcão por horas e ninguém notou ou se importou. Por que Sushar se enforcou na sacada e por que nós nunca ouvimos falar de investigações?</div>
<p>Uma postagem mais antiga de <em>Abullor</em> <a href="http://biladsham.blogspot.com/2008/05/maid-in-lebanon-ii-voices-from-home.html">promove</a> [En] um documentário (Maid in Lebanon II) que discute direitos das trabalhadoras, empregos, contratos e termos e condições de trabalho cotidianos.</p>
<p>Outro sinal alarmante que passou despercebido foi <a href="http://lebanoniznogood.blogspot.com/2008/05/bravo-ethiopia-end-maid-trade-with.html">mencionado</a> [En] por <em>Hanibaal</em> há alguns meses. A postagem dele aponta para uma declaração aprovada pelo governo etíope que bane a viagem de trabalhadores para Beirut:</p>
<blockquote><p>…Ethiopia passed the bill after it conducted a thorough analysis into the human right violations and domestic violence Ethiopian migrants face behind closed doors in Lebanon while in duty as maids.<br />
…Past human right records show that 67 Ethiopian women died between 1997 and 1999 alone in Beirut while working. Many were never heard from again and many others remain very difficult to trace because their employers change their Christian name to let them in to the country as Muslims.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8230;A Etiópia aprovou essa declaração, após conduzir uma análise detalhada das violações dos direitos humanos e da violência doméstica que migrantes etíopes enfrentam a portas fechadas no Líbano enquanto trabalham como empregadas.</p>
<p>&#8230;Registros de direitos humanos passados mostram que 67 mulheres etíopes morreram entre 1997 e 1999, sozinhas em Beirut enquanto trabalhavam. Nunca mais se teve notícia de muitas delas e outras continuam difíceis de localizar porque seus empregadores mudam seus nomes de batismo para que elas entrem no país como muçulmanas.</p>
</div>
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		<title>Líbano: Ataque terrorista em Trípoli</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/08/15/libano-terrorista-ataca-em-tripoli/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 13:31:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Branco</dc:creator>
				<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Feature]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra & Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Lebanon]]></category>
		<category><![CDATA[Middle East & North Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

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		<description><![CDATA[Um micro-ônibus que transportava civís e soldados do exército libanês, foi atingido por uma explosão na cidade de Trípoli, no Líbano. Moussa Bashir reuniu as primeiras reações dos bloggers libaneses sobre a tragédia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/moussa-bachir/">Moussa Bashir</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/larissabrnc/'>Larissa Branco</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/08/13/lebanon-terrorist-attack-in-tripoli/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Um micro-ônibus que transportava civis e soldados do exército libanês foi atingido por uma explosão na cidade de Trípoli, no norte do Líbano. Pelas informações de uma testemunha, o atentado aconteceu às 7:50 da manhã. O exército libanês comunicou que 11 pessoas, incluindo 9 soldados, morreram no ataque e 30 pessoas ficaram feridas, entre eles soldados e civis. Nesse comunicado o exército descreveu o atentado como um &#8220;ato terrorista&#8221; que afetou diretamente a instituição militar e a coexistência da paz no Líbano. O ato terrorista ocorreu apenas poucas horas antes do deslocamento do presidente libanês Michel Suleiman para um encontro com o Presidente Bashar al Assad da Síria. Esse é o primeiro encontro desses chefes de estado em três anos. Vejamos as primeiras reações na blogoesfera libanesa:</p>
<p><em>Mustapha </em>pelo <em><a href="http://beirutspring.com/blog/2008/08/13/the-tripoli-explosion-muslim-fundamentalists-or-syria/">Beirut Spring</a></em>, aponta a divisão existente no meio político e entre o povo do Líbano, sempre quando acontece um ataque terrorista como esse. Ele explica que os libaneses se dividem em dois lados em questão de instantes, dependendo da influência de cada um:</p>
<blockquote><p>Those who are inclined to see the destructive hands of Syria at play can’t help but notice that whenever an important event is about to take place (large anti-syrian demo, the first ever sovereign presidential visit to damascus in today’s case), someone somewhere kills a lot of innocent people.<br />
As March 14 M.P. Jawad Boulos put it this morning to the VL radio station: “the explosion of Tripoli is a message to president Sleiman that there are forbidden topics in today’s meeting with the Syrian president”<br />
On the other hand, there are many who believe that all the ills emanating from the north are the doings of Muslim fundamentalist terrorists, monsters who were recently propped-up by the Sunni wing of March 14 (Hariri’s Almustaqbal Movement) in an ill-advised effort to counter Shiaa ascendancy in the form of Hezbollah.<br />
In the eyes of this group, the terrorists are carrying out their revenge against the Lebanese army who put them to their knees and humiliated them during the Naher Al Bared showdown.</p></blockquote>
<div class="translation">Aqueles que estão propensos a enchergar as mãos da Síria como destruidoras e que nada podem fazer para ajudar, notam quando um evento importante está para acontecer (grandes demonstradores anti-sírios, na primeira visita presidencial do governador á Damasco) e matam muitas pessoas inocentes.<br />
Assim como em 14 de março, M.P. Jawad Boulos situa o mesmo, nessa manhã, pela rádio VL: &#8220;O ataque em Trípoli é um recado para o presidente Sleiman, sobre a existência de assuntos proibidos nesse encontro com o presidente da Síria&#8221;.<br />
No outro lado, existem muitos que acreditam que toda a tragédia originada no norte são ações de muçulmanos terroristas fundamentalistas, monstros que eram recentemente apoiados pela facção dos Sunnis de 14 de março (Movimento Hariri Almustaqbal) em uma tentativa imprudente contra o domínio de Shia por Hezbollah.<br />
Pela visão desse grupo, os terroristas expoem sua vingança contra o exército libanês, que já os humilharam e colocaram de joelhos no campo de Naher Al Bared.</div>
<p><em>Antun</em> pelo <em><a href="http://lebanesechess.blogspot.com/2008/08/lebanon-bus-death-toll-rises-to-18.html">Lebanese Chess</a></em> postou algumas fotos e notícias. Ele também escreve sobre a explosão, mencionando que provavelmente não há ligação da mesma com os recentes confrontos sectários que tem tomado conta de Trípoli. Conclui que o atentado é &#8220;uma evidência quanto a fragilidade da segurança interna do Líbano e a corrupção vem custando vidas de libaneses&#8221;.</p>
<blockquote><p>It appears too early to get a clear picture of who was behind the Tripoli bus bombing. The city and several surrounding villages have recently been embroiled in sectarian clashes between Sunnis and Alawites. But it is unlikely that either group would have carried out such a significant attack, which has the hallmarks of a typical Islamist operation.</p>
<p>Nahr el-Bared was the centre of a major confrontation between the Islamist movement, Fatah al-Islam, and the Lebanese Army last year. The bus today was carrying a number of soldiers, which suggests that they were the target. The main suspect that would deliberately launch a major attack on the scale of today&#39;s bus bombings is Fatah al-Islam.</p></blockquote>
<div class="translation">Logo, fica claro a imagem de quem estava por trás da explosão do ônibus em Trípoli. A cidade e várias vilas próximas da região ficam transtornadas com os confrontos sectários entre os Sunnis e os Alauítas, porém não é possível que os dois grupos teriam proporcionado tamanho atentado, o qual possui a marca de uma típica operação islamista.</p>
<p>Ano passado, Nahr el-Bared foi o centro do maior confronto enrte o Movimento islamista, Fatah al-Islam e o exército libanês.<br />
O ônibus transportava um certo número de soldados e isso já indica que eles eram o alvo. O principal suspeito que teria executado a maior explosão em ônibus até hoje é de fato, Fatah al-Islam.</p>
</div>
<p><em>O <a href="http://www.ouwet.com/n10452/news/pics-of-the-explosion/">The Ouwet Front blog</a></em> postou mais fotos após o atentado.</p>
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		<item>
		<title>Arabeyes: Há fundamentos legais para o indiciamento de Al-Bashir?</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/07/30/arabeyes-ha-fundamentos-legais-para-o-indiciamento-de-al-bashir/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/07/30/arabeyes-ha-fundamentos-legais-para-o-indiciamento-de-al-bashir/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 21:12:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bahrain]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Etnicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Feature]]></category>
		<category><![CDATA[French]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra & Conflito]]></category>
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		<category><![CDATA[Lebanon]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Sudan]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde o dia 14 de julho, quando foi levantada a possibilidade de que o presidente sudanês Omar Hassan Al Bashir seja indiciado pela Corte Criminal Internacional (ICC), blogueiro à volta do mundo vem reagindo à questão. Hoje, nós visitamos alguns blogues do Oriente Médio e Norte da África para descobrir como eles se sentem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/jillian-york/">Jillian York</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/07/30/arabeyes-any-legal-foundations-for-al-bashirs-indictment/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>O Promotor-Chefe da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Corte_Penal_Internacional">Corte Criminal Internacional</a> (ICC), Luis Moreno-Ocampo, acusou o presidente sudanês <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Omar_Hasan_Ahmad_al-Bashir">Omar Hassan Al-Bashir</a> de ter responsabilidade criminal por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Genoc%C3%ADdio">genocídio</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Crime_contra_a_humanidade">crimes contra a humanidade</a>, e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Crime_de_guerra">crimes de guerra</a> cometidos na região de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Darfur">Darfur</a> desde 2003.</p>
<p><a href="http://globalvoicesonline.org/author/rebekah-heacock/">Rebekah Heacock</a> relatou o <a href="http://globalvoicesonline.org/2008/07/16/african-bloggers-reactions-to-charges-against-al-bashir/">acontecido</a> [En]. O potencial caso se provou controverso na blogosfera, com reações do <a href="http://globalvoicesonline.org/2008/07/26/sudan-whos-next-after-al-bashir-on-the-us-hit-list/">Sudão</a> [En], <a href="http://globalvoicesonline.org/2008/07/27/bahrain-omar-al-bashir-and-the-cross-eyed-justice/">Bahrain</a> [En] e outros lugares aparecendo no radar do Global Voices Online. Hoje, nós vamos observar as reações do Oriente Médio e Norte da África.</p>
<p>O blogueiro jordaniano <em>The Black Iris</em>, <a href="http://www.black-iris.com/2008/07/20/prosecuting-the-arab-league/">respondendo</a> [En] a comentários de que a Corte Criminal Internacional estaria minando a soberania sudanesa, disse:</p>
<blockquote><p>Maybe leaders all over the world should be frightened. I mean, after all, the ICC is an objective and legitimate court and their pursuit for justice is universal. Hence, it’s only a matter of time before they issue warrants for other known war criminals and I’d imagine that at the top of that list, <a href="http://www.nogw.com/warcrimes.html">President Bush</a>, Tony Blair, Donald Rumsfeld and Dick Cheney would all be invited to see the inside of the The Hague.</p>
<p>I wonder what the criteria is.</p>
<p>Is it the <a href="http://www.guardian.co.uk/world/2008/mar/19/iraq">body count</a>?</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Talvez os líderes do mundo devessem estar assustados. Quer dizer, afinal o ICC é uma corte legítima e objetiva e sua busca por justiça é universal. Portanto, é só uma questão de tempo até que eles enviem intimações para outros conhecidos criminosos de guerra, e eu imagino que os primeiros da lista seriam o Presidente Bush, Tony Blair, Donald Rumsfeld e Dick Cheney, que seriam todos convidados para conhecer o interior de Haia.<br />
Eu me pergunto qual será o critério.<br />
Será que é a contagem de corpos?&#8221;</div>
<p>Do Bahrain, <em>Mahmood&#39;s Den</em> <a href="http://mahmood.tv/2008/07/23/vituperation/">também está interessado</a> [En] nos critérios:</p>
<blockquote><p><a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/africa/7520991.stm">Albasheer’s</a> head is sought by the ICC but the effervescent and wholly useful Arab League and the similarly described African Union won’t have that - and we know why don’t we? Any one of their members could be earmarked next!</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;A cabeça de Albasheer está a prêmio no ICC mas a efervescente e muito útil Liga Árabe, e a semelhantemente descrita Liga Africana, não gostaram nada disso &#8212; e nós sabemos por quê, não sabemos? Qualquer um de seus membros poderia ser o próximo marcado para o abate!&#8221;</div>
<p>O blogue libanês <em>Les Politiques</em> adiciona um link para <a href="http://www.lemonde.fr/afrique/article/2008/07/15/darfour-la-cpi-fait-beaucoup-de-politique-et-peu-de-droit_1073688_3212.html">uma entrevista</a> [Fr] com <a href="http://www.ceri-sciences-po.org/cherlist/marchal.php">Roland Marshal</a> [En], dizendo:</p>
<blockquote><p>For Roland Marchal, researcher in political science in France, the recent ICC case against sudanese president Omar Al-Bashir has no legal foundations and is going to delay peace efforts in Sudan, exacerbate the current tensions, and embolden the rebellion.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Para Roland Marshal, estudioso de ciências políticas na França, o recente caso do ICC contra o presidente Omar Al-Bashir não tem fundamentos legais e vai atrasar os eforços de paz no Sudão, exacerbar as atuais tensões e fortalecer a rebelião.&#8221;</div>
<p><em>Ali Alarabi</em>, escrevendo no <em>Mideast Youth</em>, também está <a href="http://www.mideastyouth.com/2008/07/14/the-case-for-sudan/">preocupado</a> [En] com a legalidade de tal indiciamento:</p>
<blockquote><p>Indeed there are legal questions with the regards to the legality of the indictment and a possible international arrest warrant against President Bashir and whether president Bashir is entitled to an immunity or not. In light of the fact that Sudan is not a signatory to the Roma Statute that established the Criminal Court makes this case a very complicated legal case that opens the question whether this statute can only bind states that are party to it and not others who are not such as the United Sates, and whether the security council resolution 1593 that refers the case to the Court did or can imply the removal of immunity of a sitting head of state or not.</p>
<p>Aside form the humanitarian crises that arose out of this conflict, we must not forget that Sudan, the state, is entitled to preserve its geographical integrity and prevent any party domestic or international from break the country up through armed struggle.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;De fato há questionamentos legais em relação à legalidade do indiciamento e possível ordem internacional de prisão contra o presidente Bashir, e se o presidente Bashir tem direito à imunidade ou não. O fato de que o Sudão não é um signatário do Estatuto de Roma, que estabeleceu a Corte Criminal, faz com que este seja um caso legal muito complicado. Isso abre o questionamento sobre se este estatuto só pode ser imposto sobre estados signatários, e não sobre outros que não o são, como os Estados Unidos, e se a resolução do conselho de segurança 1593 que envia o caso à corte deve ou pode implicar na remoção da imunidade de um chefe de estado em exercício.<br />
À parte das crises humanitárias que vieram deste conflito, nós não podemos nos esquecer que o Sudão, o Estado, tem o direito de preservar sua integridade geográfica e evitar que qualquer grupo doméstico ou internacional tente repartir o país através de conflito armado.&#8221;</div>
<p>O blogueiro então conclui que, indiferente de seu indiciamento, o presidente do Sudão tem algumas responsabilidades:</p>
<blockquote><p>That said however, President Bashir should do more to help his country to come out of this ugly war and bring Darfur and its tribes back to the fold of Sudan on equal footing with peaceful resolution to this tragic conflict. But with this indictment, the international community is exasperating the problem and complicates matters even worse especially for all of the innocent victims in Sudan.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Dito tudo isso, o presidente Bashir faria mais para ajudar seu país se saísse desta guerra horrível e trouxesse Darfur e suas tribos de volta para o seio do Sudão, em pé de igualdade, com uma solução pacífica para este trágico conflito. Mas com este indiciamento, a comunidade internacional está piorando o problema e complicando ainda mais as coisas, tornando-as ainda piores para todas as vítimas inocentes no Sudão.&#8221;</div>
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		<title>Brasil: Lágrimas e aplausos na troca de prisioneiros no Oriente Médio</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/07/19/brasil-lagrimas-e-aplausos-na-troca-de-prisioneiros-no-oriente-medio/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 20:58:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Americas]]></category>
		<category><![CDATA[Brazil]]></category>
		<category><![CDATA[Cyber-Ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Etnicidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Portuguese]]></category>
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		<description><![CDATA[Brasileiros de descendência árabe ou blogueiros interessados em tudo o que se passa no Oriente Médio falam da troca de prisioneiros entre Israel e Líbano. Considerando que o Brasil é possivelmente o país que abriga a maior população de descendentes de árabes fora do Oriente Médio, há pontos de vista apaixonados tanto a favor quanto contra o acordo, e tantas lágrimas quanto aplausos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/">Paula Góes</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/07/19/brazil-tears-and-cheers-for-middle-east-prisoner-swap/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Brasileiros de descendência árabe ou blogueiros interessados em tudo o que se passa no Oriente Médio falam <a href="http://globalvoicesonline.org/2008/07/19/specialcoverage/israel-lebanon-prisoner-exchange-2008/">da troca de prisioneiros entre Israel e Líbano</a>. Considerando que o Brasil é possivelmente o país que abriga a maior população de descendentes de árabes fora do Oriente Médio, há pontos de vista apaixonados tanto a favor quanto contra o acordo, e tantas lágrimas quanto aplausos.</p>
<p><a href="http://paunoseucult.wordpress.com/2008/07/18/sinto-muito/">Groove is in the Rahal</a>, numa postagem entitulada “Sinto muito”, sentiu a necessidade de expressar seus sentimentos em relação ao povo árabe:</p>
<blockquote><p>Difícil falar sobre os conflitos no Oriente Médio. Por mais que eu estude, nunca é suficiente. Mas sei o necessário para dizer que sinto muito pelo sofrimento do povo palestino, libanês, árabes em geral.<br />
Para quem me conhece e sabe da minha descendência e forte ligação com a história das arábias, pode achar tendenciosa a minha posição. Não culpo o povo israelense, que também sofre com conflitos sequenciais, mas a tendência aqui parte de um princípio básico: a corda sempre arrebenta do lado mais fraco. Sim, árabes são poderosos, mas nesse caso estão em desvantagem.<br />
Infelizmente o extremismo, o radicalismo xiita cai bem em um contexto assim…</p></blockquote>
<p class="translation">
<p>Brasileiro com base na Alemanha, <a href="http://felixdhimmi.wordpress.com/2008/07/16/um-dia-amargo-nas-nossas-vidas/">Felix Dhimmi</a> teve esperanças que pelo menos um dos prisioneiros fosse entregue com vida, e ficou muito decepcionado ao saber que apenas caixões voltaram a Israel:</p>
<blockquote><p>Honrar compromissos com inimigos sem honra é atitude válida quando ela conduz à paz, e a atitude do Hezbullah mostra uma intenção oposta à esta, a intenção é a de humilhar, pisar e alimentar o ego dos árabes tribalistas, insuflá-los com orgulho sem sentido, orgulho baseado em nenhuma realização senão a morte de inocentes, como os pequenos mortos pela ação da besta Kuntar e de seus cúmplices, um ato que deságua no objetivo final deste grupo que é a eliminação de Israel e seu povo, com criminosos assim as regras civilizadas não contam.</p></blockquote>
<p><a href="http://leiturafranca.blogspot.com/2008/07/promessa-cumprida.html">Anwar Assi</a> acredita que a liberação dos prisioneiros não poderia ter acontecido em uma data mais simbólica, exatamente quando o povo libanês celebra o segundo aniversário da vitória contra Israel na guerra de 2006.</p>
<blockquote><p>A libertação dos combatentes libaneses é sem dúvida nenhuma uma grande vitória da Resistência Islâmica, comandada pelo Hezbollah, que não poupou esforços para colocar fim a um dos piores dramas causados pela ocupação isralense do território libanês: a questão dos prisioneiros em cárceres judaicos. […] O Hezbollah já prometeu que não vai poupar esforços para colocar um fim a estas agressões. Quando o Hezbollah promete, cumpre. No caso dos prisioneiros, a promessa sincera de libertá-los foi cumprida.</p></blockquote>
<p><a href="http://pedrodoria.com.br/2008/06/30/israel-se-curva-ao-hizbola/">Pedro Dória</a> [pt], que há algum tempo é referência nacional <a href="http://pedrodoria.com.br/category/mundo/oriente-medio/israel-e-palestina/">por sua cobertura do Oriente Médio</a>, questiona os ganhos desses seqüestros que &#8220;foram a desculpa para a guerra que tirou o último vestígio de moral do governo libanês”:</p>
<blockquote><p>Perguntar não custa: de que adiantou botar o Líbano abaixo se, no fim, o governo de Israel terminaria por capitular perante o Hizbolá? […] Era melhor ter feito a negociação pela troca antes, quando soldados e vítimas libanesas da guerra estavam vivos e o governo libanês ainda tinha alguma força perante o Hizbolá. Guerra estúpida – coberta por este Weblog – para resultados piores ainda.</p></blockquote>
<p>Para encerrar, um das várias <a href="http://tales-of-iraq-war.blogspot.com/">charges políticas</a> do artista brasileiro Carlos Latuff, que apóia a causa da Palestina e do Líbano contra Israel.</p>
<p><img class="size-full wp-image-46888 alignleft" style="float: left;" title="lebanon-by-latuff21" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/07/lebanon-by-latuff21.jpg" alt="" width="432" height="100" /></p>
<p>O povo árabe tem raízes profundas na miscigenação cultural brasileira. Estima-se que 70.000 imigrantes árabes (principalmente libaneses e sírios, mas também do Jordão, da Palestina e do Iraque) chegaram ao Brasil entre o fim do século XIX e início do século XX, formando a população atual de cerca de 10 milhões de descendentes diretos ou indiretos. Os árabes brasileiros são considerados a maior população árabe fora do Oriente Médio, segundo a <a href="http://www.ccab.com.br/site/p_brasil.php">Câmara de Comércio Árabe Brasileira</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Palestina: A Palavra de um Israelense Contra a Palavra de um Árabe</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/07/19/palestina-a-palavra-de-um-israelense-contra-a-palavra-de-um-arabe/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 19:18:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Feature]]></category>
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		<description><![CDATA[Alguns dias depois da libertação do libanês Samir Kuntar após três décadas em uma prisão israelense, os blogueiros palestinos relembram que quando se trata da palavra de um israelense contra a palavra de um árabe, é a voz israelense que sempre é ouvida.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/yasmine-abu-khazneh/">Yasmine Abu Khazneh</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/07/19/palestine-the-word-of-the-israeli-against-that-of-an-arab/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Alguns dias depois da libertação do libanês <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Samir_Kuntar">Samir Kuntar</a> após três décadas em uma prisão israelense, os blogueiros palestinos relembram que quando se trata da palavra de um israelense contra a palavra de um árabe, é a voz israelense que sempre é ouvida.</p>
<p><a href="http://jewssansfrontieres.blogspot.com/2008/07/word-on-samir-kuntar.html">Jews Sans Frontiers</a> [En] refuta as alegações e afirma que Kuntar não esmagou o crânio de uma menina israelense de quatro anos de idade:</p>
<blockquote><p>“Why no mention of forensic evidence regarding the distance from which Danny Haran was shot? And why would Quntar, under fire, for whom the hostages represent his best chance to survive, kill them? And how did BOTH he AND his mate find the time, while police was closing in upon him with guns ablaze, to hit the girl repeatedly, and in few view of the police? And finally why were the police shooting in the direction of Quntar, knowing that he had or might have had hostages with him?… In the end, it comes down to Kuntar&#39;s word against the word of unidentified police officers and a physician who works for the Israeli government. Quntar seems to have had no reason to lie. The police who botched their mission and might have been responsible for the death of the hostages did have a reason to lie. He was then convicted in an Israeli kangaroo court that makes the Guantanamo justice system look good in comparison, and the whole trial was so convincing that it was made “top secret.” This looks so far as a tale spun out of facile assumptions, potential lies, and blatant lies–and of course the willful credulity of journalists and commentators… Whatever Quntar did however, Israel has no moral authority to judge him. Killing children is effectively legal in Israel as long as the child is Palestinian.”</p></blockquote>
<p class="translation">&#8220;Por que é que não há menção a nenhuma evidência forense a respeito da distância da qual Danny Haran foi baleado? E por que é que Kuntar, sob fogo, onde os reféns representavam a sua melhor chance de sobreviver, iria matá-los? E como foi que tanto ELE quanto SEU COLEGA encontraram tempo, enquanto a polícia se aproximava dele atirando, para bater na menina repetidamente às vistas da polícia? E, por fim, por que é que a polícia estava atirando na direção de Kuntar, sabendo que ele tinha ou poderia ter reféns com ele?&#8230; No fim das contas, trata-se da palavra de Kuntar contra a palavra de policiais não identificados e de um médico que trabalha para o governo de Israel. Kuntar parece não ter razões para mentir. São os policiais que falharam em sua missão e podem ter sido responsáveis pelas mortes dos reféns que tem razões para mentir. Ele foi então condenado por uma apressada<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kangaroo_court">*</a> corte israelense, que faz com que o sistema judiciário de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pris%C3%A3o_de_Guant%C3%A1namo">Guantanamo</a> pareça bonito em comparação, e o julgamento todo foi tão convincente que se tornou &#8216;altamente confidencial&#39;. Até agora isso parece uma estória feita de assunções fáceis, potenciais mentiras, e mentiras deslavadas &#8212; e, claro, da boa vontade e credulidade de jornalistas e comentadores&#8230; Indiferente do que Kuntar tenha feito, contudo, Israel não tem autoridade moral para julgá-lo. Matar crianças é efetivamente legal em Israel, contanto que elas sejam Palestinas.&#8221;</p>
<p><a href="http://ampal.blogspot.com/2008/07/two-dead-iof-soldiers-boohoo.html">Terry Scot</a>, do <em>American Palestinian</em> [En], chama atenção para mais reportagens desequilibradas e parciais.</p>
<p>Enquanto <em>Nahariya</em>, em Israel, relata que &#8220;Milhares de israelenses rezaram e choraram nos funerais da quinta-feira pois os dois soldados que retornaram do Líbano em caixões pretos causaram uma onda nacional de sofrimento&#8221;, <em>Terry Scot</em> aponta para a inegável ironia disso tudo:</p>
<blockquote><p>“My heart breaks for that nation of sensitive souls that is so anguished over the dead bodies of state soldier-terrorists “Udi and Eldad”. What noble cherishing of human life, what sensitivity and empathy that the entire world must be made to watch the drama of this funeral while just a few kilometers down the road an entire nation is systematically brutalized and massacred. Alas, you never hear the first names of “Palestinian Terrorists” in Gaza, Nablus, Jenin or the rest of occupied Palestine. The cronnies at AP and other new agencies continue to validate the bitter reality that an Israeli life is worth more than a thousand Arab lives by placing such phoney news as front page stories on the AP wire. Where are those truth-seeking journalists and editors when it comes time to documenting the coffins of slain Palestinians (please, let&#39;s just call them non-Jews, because being an Israeli is not sufficient for exalted status, you have to be a Jew).”</p></blockquote>
<p class="translation">&#8220;Parte o meu coração ver esta nação de almas sensíveis que está sofrendo tanto sobre os corpos do soldados-terroristas do Estado &#8216;Udi e Eldad&#39;. Que nobre valorização da vida humana, que sensível e empático que o mundo inteiro deva ser forçado a assistir o drama deste funeral enquanto a poucos quilômetros estrada abaixo uma nação inteira está sendo sistematicamente brutalizada e massacrada. Aliás, você nunca ouve os primeiros nomes dos &#8216;Terroristas Palestinos&#39; em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gaza">Gaza</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nablus">Nablus</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jenin">Jenin</a> ou no resto da Palestina ocupada. Os puxa-sacos na AP [<em>agência <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Associated_Press">Associated Press</a>, n.do.t</em>] e em outras agências continuam a validar a amarga realidade de que a vida de um israelense vale mais do que mil vidas árabes ao colocar estas notícias patéticas na página principal da AP. Onde estão os jornalistas e editores buscadores da verdade quando se trata de documentar os caixões dos palestinos assassinados? (Por favor, vamos apenas chamá-los de não-judeus, pois ser israelense não é suficiente para se ter este status exaltado. Você precisa ser Judeu).&#8221;</p>
<p><a href="http://ampal.blogspot.com/2008/07/two-dead-iof-soldiers-boohoo.html">Terry Scot</a> então nos dá um link do website <a href="http://www.ccun.org/News/2008/June/6%20n/Eight-year-old%20Palestinian%20girl,%20Aya%20Al-Najjar,%20killed%20by%20an%20Israeli%20air-land%20rocket.html">Cross Cultural Understanding</a> [Compreensão Transcultural, En] para nos lembrar da morte de <em>Ayah Al Najjar</em>, a garota palestina de oito anos de idade que foi morta por um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%ADssil_ar-terra">míssil ar-terra</a> israelense:</p>
<blockquote><p>“The body of 8-year-old Aya al-Najjar was mutilated on Thursday afternoon by a rocket fired from an Israeli airplane while she was playing in the garden outside her house in the village of Khuza&#39;a in the southern Gaza Strip. The little girl had just finished her school exams and went home eager to play as she had no more revision to do. She asked her mother if it was ok for her to play in the garden and the mother agreed. An apache helicopter hovered over the place, Aya looked at it and carried on playing. Neither her nor her mother expected to be the target of a rocket fired from the apache. It seems, however, that Zionist hate for everything Palestinian has no limits as Aya was hit directly with the rocket causing her young body to be shredded into little pieces. Aya was not the first Palestinian child to be targeted by the IOF and will not be the last; Muhammad al-Dora, Iman al-Hams and Iman Hijjo are but three names, of Palestinian children killed by the IOF, in a list of about 1000 Palestinian children killed by the IOF since the start of the Aqsa intifada out of a total of 5000 Palestinians killed during the same period. Earlier, Palestinian resistance fighters fired a home made missile at an Israeli colony in retaliation to an IOF incursion into the Gaza Strip during which the troops bulldozed tracts of land and uprooted trees. The attack resulted in the death of one Israeli settler and the wounding of three others, according to Israeli sources.”</p></blockquote>
<p class="translation">&#8220;O corpo de <em>Aya al-Najjar</em>, de 8 anos, foi mutilado na tarde de quinta-feira por um míssel disparado por uma aeronave israelense enquanto ela brincava no jardim do lado de fora de sua casa na aldeia de Khuza&#39;a, no sul da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Faixa_de_Gaza">Faixa de Gaza</a>. A pequena garota havia acabado de fazer seus exames da escola e foi para casa ansiosa para brincar, uma vez que não tinha mais deveres a fazer. Ela então pediu permissão à sua mãe para brincar no jardim, e sua mãe concordou. Um helicóptero <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/AH-64_Apache">Apache</a> sobrevoou o lugar. Aya olhou para ele e continuou brincando. Nem ela nem sua mãe imaginavam que seriam alvo de um míssil disparado pelo Apache. Ao que parece, contudo, o ódio sionista por tudo que é palestino não tem limites, pois Aya foi atingida diretamente por um míssil, fazendo com que seu corpo pequeno fosse estraçalhado em pequenos pedaços. Aya não foi a primeira criança palestina a ser alvo das <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/For%C3%A7as_de_Defesa_de_Israel">Forças de Ocupação Israelenses</a> (IOF), e não será a última; <em>Muhammad al-Dora, Iman al-Hams</em> e <em>Iman Hijjo</em> são apenas três outros nomes de crianças palestinas mortas pelas Forças de Ocupação Israelenses, de uma lista de aproximadamente 1000 crianças palestinas mortas pelas IOF desde o início da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Intifada">Aqsa intifada</a>, de um total de 5000 palestinos mortos neste mesmo período. Mais cedo, guerreiros da resistência palestina dispararam um míssil de fabricação caseira contra uma colônia israelense em retaliação a uma incursão da IOF na Faixa de Gaza, durante a qual as tropas usaram tratores para aplainar trechos do terreno e arrancaram árvores. O ataque resultou na morte de um colono israelense, e três outros saíram feridos, segundo fontes israelenses.&#8221;</p>
<p><em>Terry Scot</em>, por fim, afirma o óbvio quando escreve:</p>
<blockquote><p>“I challenge the brave journalists of the free and not-so-free press to be equitable in their reporting of the news of deaths of Arab and Jew alike.”</p></blockquote>
<p class="translation">&#8220;Eu desafio os corajosos jornalistas da imprensa livre e da imprensa não-tão-livre a serem justos e equânimes ao relatarem a morte de árabes e judeus.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Líbano: A Visita Surpresa de Condoleezza Rice</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/06/19/libano-a-visita-surpresa-de-condoleezza-rice/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 19:59:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretária de Estado Norte-Americana Condoleezza Rice fez uma visita não anunciada de cinco horas ao Líbano na segunda-feira, 16 de junho. Ela declarou o apoio de seu governo ao recém-eleito novo presidente do Líbano, assim como ao governo Libanês, aos oradores do parlamento e ao sistema democrático do país. A última visita de Rice ao Líbano se deu durante a devastadora guerra Israel-Líbano ocorrida em 2006, que deixou mais de 1.300 mortos, a maioria deles civis libaneses. Aqui estão algumas das respostas a esta visita encontradas na blogosfera.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/moussa-bachir/">Moussa Bashir</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/06/19/lebanon-rices-surprise-visit/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>A Secretária de Estado Norte-Americana <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Condoleezza_Rice">Condoleezza Rice</a> fez uma visita não anunciada de cinco horas ao Líbano na segunda-feira, 16 de junho. Ela declarou o apoio de seu governo ao recém-eleito <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Michel_Suleiman">novo presidente do Líbano</a>, assim como ao governo Libanês, aos oradores do parlamento e ao sistema democrático do país. A última visita de Rice ao Líbano se deu durante a devastadora <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Segunda_guerra_do_L%C3%ADbano">guerra Israel-Líbano ocorrida em 2006</a>, que deixou mais de 1.300 mortos, a maioria deles civis libaneses. Aqui estão algumas das respostas a esta visita encontradas na blogosfera:<br />
<a href="http://sursock.blogspot.com/2008/06/clashes.html"><br />
Sursock</a> [En] observou que a morte sempre acompanha Rice em suas visitas. Ele foi também sarcástico sobre as negativas de Condoleezza a respeito de sugestões de que os EUA estaria interferindo na política libanesa, mesmo depois das coisas que disse em suas visitas a alguns líderes libaneses:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Authorities in Lebanon say at least three people have died in clashes between pro- and anti-government groups in the eastern [Bekaa Valley] villages of Saadnayel and Taalbaya….<br />
The clashes took place as Condi “birth pang” Rice paid a surprise visit to Lebanon. Death always seems to follow her. According to the AFP:<br />
Rice said she made the trip to “express the United States&#39; support for Lebanese democracy, for Lebanese sovereignty”.&#8221;</em></p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Autoridades libanesas afirmam que ao menos três pessoas morreram em coflitos entre grupos favoráveis e contrários ao governo nas vilas de Saadnayel e Taalbaya, no Vale de Bekaa&#8230;<br />
Os choques ocorreram enquanto a Condi &#8216;dores-do-parto&#39; Rice fazia uma visita surpresa ao Líbano. A morte sempre parece acompanhá-la. De acordo com a AFP: Rice disse que fez esta viagem para &#8216;expressar o apoio dos Estados Unidos&#39; à democracia libanesa, e à soberania libanesa.&#8221;</div>
<p><a href="http://fuck-lebanon.blogspot.com/2008/06/untitled_17.html">Tantalus</a> [En] criticou o incompreensível apoio de Rice a alguns líderes libaneses, e questionou os atos de alguns destes líderes aos quais ela declarou o apoio do Governo dos EUA:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Rice, talking to reporters at Ain al-Tineh said Speaker Nabih Berri realizes that he enjoys the backing of the United States.<br />
That&#39;s quite confusing for all those who recall that Berri&#39;s thugs are the ones who spread the chaos during the fateful days of May 7-21. The Berri-backed Amal sons-of-b*****s threw stones, fired guns, burned tires, talked shit all over the city of Beirut. Was that US-backed too?<br />
How does the US function?&#8221;</em></p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Rice, falando aos repórteres em Ain al-Tineh, disse que o congressista Nabih Berri sabe que desfruta do apoio dos Estados Unidos.<br />
Isso deixa muito confusos todos aqueles que se lembram que os capangas de Berri foram os responsáveis pelo caos durante aqueles <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/2008_unrest_in_Lebanon">desgraçados dias de maio de 2008</a>. Os Amal filhos-da-**** jogaram pedras, atiraram, queimaram pneus e falaram merda por toda a cidade de Beirute. Será que isso também teve o apoio dos EUA? Como é que os EUA funcionam?&#8221;</div>
<p><a href="http://tearsforlebanon.wordpress.com/2008/06/17/aoun-criticizes-rices-class-room-meeting-with-march-14-leaders/">Tears for Lebanon</a> [En] menciona algumas críticas direcionadas por alguns políticos a Rice por tratar a &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/March_14_Alliance">Aliança de 14 de Março</a>&#8221; como se fossem crianças:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Free Patriotic Movement leader Michel Aoun<br />
on Tuesday criticized U.S. Secretary of State Condoleezza Rice for<br />
meeting leaders of the March 14 alliance like “students gathered in a<br />
class room.”<br />
However, he emphasized that “one issue remains vague, that is the issue of naturalizing Palestinians in Lebanon”.&#8221;</em></p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;O líder do Movimento Patriótico Livre, Michel Aoun, criticou na terça-feira a Secretária de Estado Norte-Americana Condoleezza Rice por encontrar-se com líderes da Aliança de 14 de Março como se fossem &#8216;estudantes reunidos em uma sala de aula&#39;.<br />
Contudo, ele enfatizou que &#8216;uma questão permanece vaga, e é a questão da naturalização dos palestinos no Líbano&#39;.&#8221;</div>
<p><em><a href="http://jnoubiyeh.blogspot.com/2008/06/condis-quick-hello-goodbye-to-lebanon.html">Jnoubiyeh</a></em> [En] publicou um artigo onde <em>Franklin Lamb</em> analisa a visita de Rice e afirma que:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;It is likely Ms. Rice&#39;s last visit to Lebanon, but not her finale to the region which have averaged roughly one appearance every 9 weeks since assuming her current post. Rice, as with the Bush administration generally, remains hugely unpopular here in Lebanon based partly on her callous remarks: ” it ( the wanton Israeli killing and bombing) are birth pangs of the new Middle East” , “it&#39;s too early for a sustainable ceasefire”, “Israel is just exercising its right to self-defense and the United States supports that right”, etc . during the 33 day July 2006 War and her work to delay a ceasefire during the fighting which directly contributed to the more than 1,400 Lebanese killed, 4,500 wounded and massive destruction of Lebanon&#39;s infrastructure as well as its economy and environment.&#8221;</em></p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;É provavel que esta seja a última visita da Sra. Rice ao Líbano, mas não a sua última à região que recebeu uma média de uma visita sua a cada nove semanas desde que ela assumiu seu atual cargo. Rice, assim como toda a administração Bush em geral, permanece altamente impopular aqui no Líbano, em parte por conta de seus azedos comentários: &#8216;estas (referindo-se ao desenfreado assassínio e bombardeio israelense) são as dores-do-parto de um novo Oriente Médio&#39;, &#8216;é muito cedo para um cessar-fogo sustentável&#39;, &#8216;Israel está apenas exercendo o seu direito à auto-defesa e os Estados Unidos apoiam este direito&#39;, etc&#8230; durante os 33 dias da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Segunda_guerra_do_L%C3%ADbano">Guerra de Julho de 2006</a>, e por seu trabalho para atrasar o cessar-fogo durante as lutas, que contribuiram diretamente para que 1.400 libaneses morressem, 4.500 ficassem feridos e para a destruição massiva da infra-estrutura libanesa, assim como sua economia e meio-ambiente.&#8221;</div>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Líbano: Prostituição</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 17:55:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porMoussa Bashir  &#183; Traduzido por Daniel Duende &#183;  Veja o post original 
Bech [En] escreve sobre a prostituição nos campos de refugiados palestinos e em outros lugares do Líbano.
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			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/moussa-bachir/">Moussa Bashir</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/06/19/lebanon-prostitution/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><a href="http://remarkz.wordpress.com/2008/06/14/prostitution-in-sabra-and-elsewhere/"><em>Bech</em></a> [En] escreve sobre a prostituição nos campos de refugiados palestinos e em outros lugares do Líbano.</p>
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		<title>Mundo: O preço da comida, o custo do desespero</title>
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		<pubDate>Sat, 03 May 2008 15:20:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A crise causada pelo aumento galopante dos preços está afetando todos os grupos econômicos em cada esquina do mundo. A cada dia, ao que parece, os altos preços dos alimentos faz com que mais um país entre em crise: passeatas, motins, rumores de açambarcamento, queda de governos e até mesmo mortes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/john-liebhardt/">John Liebhardt</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/05/02/global-food-price-crisis-round-up/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>A crise causada pelo aumento galopante dos preços está afetando todos os grupos econômicos em cada esquina do mundo. A cada dia, ao que parece, os altos preços dos alimentos faz com que mais um país entre em crise: passeatas, motins, rumores de açambarcamento, queda de governos e até mesmo mortes.</p>
<p>O Global Voices está bem posicionado para acompanhar as nuances desse assunto tão complexo, com autores monitorando a mídia cidadã em quase todas as esquinas do planeta. Esse artigo é uma tentativa de fornecer uma <a href="http://www.globalvoicesonline.org/specialcoverage/global-food-crisis-2008/">narrativa geral da crise global causada pela falta de alimentos</a> [en], com observações de nossos autores ao redor do mundo. Ao clicar nos links, você chegará a todos os artigos que já foram publicados.</p>
<p><a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/30/caribbean-food-shortages/">Vamos começar com o Caribe</a> [en]. Em Barbados, a população local aprende a lidar com um aumento de 30% no preço da farinha de trigo, junto com saltos nos preços da gasolina e do óleo diesel. O Ministro da Agricultura de Trinidad e Tobago nega que a crise dos alimentos tenha atingido as duas ilhas, mas as pessoas notaram um aumento nos preços do frango e da farinha de trigo. Cuba está experimentando uma nova política agrícola fornecendo mais terras a fazendeiros do setor privado.</p>
<p>Aumento de preços e escassez de alimentos <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/05/02/americas-insufficient-actions-and-solutions-for-food-crisis/">podem ser vistos na América Latina</a> [en], a medida que muitas pessoas entram em desespero. A culpa está sendo colocada tanto nos fazendeiros quanto no governo, pela falta de atitude. <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/05/01/arabeyes-looming-food-crisis/">Blogueiros árabes no Líbano, na Síria, no Kuwait e no Egito</a> [en] também estão sentindo o aperto e blogando sobre o assunto.</p>
<p><a title="Sudeste da Ásia: Crise dos Preços do Arroz e Outros Alimentos" href="http://pt.globalvoicesonline.org/2008/05/02/sudeste-da-asia-crise-dos-precos-do-arroz-e-outros-alimentos/">No Cambódia ainda existe a aflição</a> de que quase 500.000 crianças possam vir a perder refeições por causa de um aumento de 20% no preço do arroz. No entando, um aumento dramático na produção de arroz pode não ser algo para além das esperanças naquele país. Os fazendeiros de lá podem cultivar duas ou três safras por ano no mesmo lote de terra.</p>
<p><strong>Os últimos motins</strong></p>
<p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/04/2397587505_24bc70ed6c2.jpg" alt="Riots in Cairo" /></p>
<p><small>Protestantes no Cairo acendem fogueiras e apedrejam barricadas, 7 de april de 2008 - <a href="http://flickr.com/photos/jameskarlbuck/2397587505/">Foto de James Buck</a></small></p>
<p>Dois dias de motim assolaram o Egito em 6 e 7 de abril, onde  os <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/21/egypt-food-prices-more-than-double/">preços dos ítens da cesta básica dobraram</a> [en] desde 2004 (chegando a quadruplicar em alguns casos). Pelo menos duas pessoas morreram e 111 – inclusive policiais – ficaram feridas (veja a nossa página da cobertura especial da <a href="http://www.globalvoicesonline.org/specialcoverage/egypt-general-strike-2008/">Greve Geral no Egito</a>) [en].</p>
<p>Em Abidjan, na Costa do Marfim, <a href="http://www.reuters.com/article/latestCrisis/idUSL01666799">protestantes bloquearam ruas e queimaram pneus</a> [en], exigindo que o governo reduzisse impostos em produtos chave importados.</p>
<p>Poucos dias depois, quatro pessoas morreram e 25 ficaram feridas em <a href="http://washingtontimes.com/apps/pbcs.dll/article?AID=/20080422/FOREIGN/464705786/1003/FOREIGN">protestos no Haiti</a> [en], onde os preços do arroz, feijão e frutas aumentaram em 50% nos últimos 12 meses. Menos de uma semana depois dos violentos protestos, o primeiro ministro do Haiti <a href="http://www.reuters.com/article/americasCrisis/idUSN27434520">foi rejeitado</a> [en] em um voto de censura.</p>
<p>Para <em>Natifnatal</em>, um haitiano radicado em Abu Dhabi, a crise dos alimentos <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/18/haiti-congo-and-the-politics-of-hunger/">oferece uma operação matemática simples</a> [en]:</p>
<blockquote><p>For those who don&#39;t even know the basics can present the equation: hunger + poverty + rising prices = demonstrations + the Prime Minister&#39;s resignation + violence, and argue that an increase in food aid would suffice to reduce hunger.</p></blockquote>
<div class="translation">Mesmo aqueles que não sabem nem o básico podem resolver essa equação: fome + pobreza + aumento de preços = protestos + demissão do primeiro ministro + violência e o argumento que um aumento na distribuição de alimentos seria suficiente para reduzir a fome.</div>
<p>Mesmo quando um avião de carga caiu em Kinshasa em 15 de abril matando 75 pessoas, o blogueiro congolês <em>Du Cabiau à Kinshasa</em> ruminou sobre um desastre mais silencioso e menos telegênico que o país enfrenta: <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/15/dr-of-congo-fifth-fatal-crash-in-under-a-year-food-prices-the-real-disaster/">os preços dos alimentos dobrando</a> [en] na mesma semana.</p>
<p><strong>Os efeitos no comércio</strong></p>
<p>São muitos os países do terceiro mundo que importam a grande quantidade da comida necessária para alimentar suas populações. O aumento nos preços significa que os problemas também aumentam rapidamente. Até mesmo para exportadores de alimentos, a situação está dando nos nervos. Na Coréia, o maior produtor de arroz do mundo, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/18/korea-rice-crisis-in-the-past-and-at-the-present/">um internauta argumenta</a> [en] que o arroz deveria ser retirado dos acordos de livre comércio, permitindo que o país faça o que considere apropriado com essa comodidade estratégica.</p>
<p>No entanto, algumas vezes protecionismo não basta. Enquanto o preço do arroz <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/18/korea-rice-crisis-in-the-past-and-at-the-present/">tem aumentado em todas as nações produtoras de arroz do sudeste da Ásia</a> [en], os governos foram forçados a pedir calma e a rezar para que os preços no mercado interno comecem em breve a cair. A situação é duas vezes pior para importadores de arroz, como as Filipinas, onde os pobres têm sofrido na pele o peso dos aumentos. A Indonésia, outro país importador, cancelou suas importações em função dos altos preços.  O Cambódia e o Vietnã abandonaram as exportações. Blogueiros na Malásia relatam rumores de escassêz de arroz. O governo de Brunei pode vir a passar a subsidiar produtos alimentares básicos, como óleo vegetal, farinha de trigo, leite, ovos e frango.</p>
<p><a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/23/japan-where-has-all-the-butter-gone/"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/04/milk.jpg" alt="Leite japonês" /></a><br />
<small>Leite em um supermercado japonês</small></p>
<p>Há decadas os preços dos alimentos no Japão se mantinham estáveis, o que é estranho para um país que importa quase todos os produtos básicos que consome, exceto o arroz. Coisa do passado. <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/01/japan-the-rising-price-of-food/">Os preços subiram</a> [en] pela primeira vez em mais de duas décadas. O mesmo acontece com <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/23/japan-where-has-all-the-butter-gone/">derivados do leite</a> [en], os quais custavam aos consumidores o mesmo preço há três décadas. Cerveja, óleo vegetal e molho de soja estão também mais caros.</p>
<p><strong>Um matador silencioso </strong></p>
<p>Em Bangladesh, onde as pessoas chegam a gastar até 80% de seus salários com alimentos, o encarecimento do preço do arroz <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/10/bangladesh-hidden-hunger/">alcançou a classe média</a> [pt]. É muito pior para os pobres, e reportagens na imprensa confirmam vários casos de morte por fome. O chefe militar do país atiçou a ira de muitas pessoas ao sugerir que a população substituísse arroz por batatas.</p>
<p>No Tadjiquistão, onde as pessoas já enfrentaram uma falta de energia que durou todo o inverno, parece que <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/03/13/tajikistan-hunger-to-replace-cold-and-darkness/">mais de 260.000 pessoas</a> [en] precisam urgentemente de ajuda para se alimentarem. A preocupação maior é que esse número pode chegar a 2 milhões até o inverno.</p>
<p>Por falar em globalização, no Iêmen, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/03/11/arabeyes-rising-cost-of-living/">os preços dos produtos da cesta básica aumentaram</a> [en] ao passo que o custo de alguns bens eletrônicos caíu. O Kuwait também passa por aumento de preços, mas não graças à queda do valor do dólar americano.<br />
<a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/03/05/protests-over-high-prices-strike-burkina-faso/"><br />
Em Burkina Faso</a> [en], onde as pessoas acreditam que o governo ficou de braços cruzados enquanto os preços em alguns setores alcançaram um aumento de mais de 40% desde o início do ano, protestos foram deflagrados em várias cidades ao redor do país no final de fevereiro, resultando em prejuízos materiais e mais de 300 detenções.</p>
<p>Mais ou menos na mesma época, <a href="http://afp.google.com/article/ALeqM5itrCnalXSGAMyav1o3WScSPMLwRQ">em Camarões</a> [en], a raiva causada pelo aumento dos preços e queda dos salários sacudiu o país por três dias de violentos confrontos com militares. A raiva também foi alimentada pela tentativa por parte do presidente Paul Biya de mudar a constituição para que ele pudesse exercer um terceiro mandato.</p>
<p><strong>Essa história está longe do fim. Vamos continuar na cobertura dela - portanto veja a nossa página da cobertura especial <a href="http://www.globalvoicesonline.org/specialcoverage/global-food-crisis-2008/">Global Food Crisis 2008</a> [en] regularmente.<a href="http://www.globalvoicesonline.org/specialcoverage/global-food-crisis-2008/"><br />
</a></strong></p>
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		<title>Palestina: Gaza sob cerco</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/01/24/palestina-gaza-sob-cerco/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/01/24/palestina-gaza-sob-cerco/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 21:13:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jan Alyne Barbosa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porAmira Al Hussaini  &#183; Traduzido por Jan Alyne Barbosa &#183;  Veja o post original 
Blogueiros da região estão acrescentando suas vozes a um protesto internacional, à medida em que a Faixa de Gaza cai na escuridão. O bloqueio israelense de quatro dias sobre a faixa culminou no fechamento de sua única [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/janalyne/'>Jan Alyne Barbosa</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/01/21/palestine-gaza-under-seige/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Blogueiros da região estão acrescentando suas vozes a um <a href="http://www.voanews.com/english/2008-01-21-voa38.cfm">protesto internacional</a>, à medida em que a Faixa de Gaza cai na escuridão. O bloqueio israelense de quatro dias sobre a faixa culminou no <a href="http://www.guardian.co.uk/israel/Story/0,,2244252,00.html">fechamento</a> de sua única central elétrica do território devido à falta de combustível.</p>
<p><strong>Jordânia:</strong></p>
<p>Da Jordânia, Khalida <a href="http://www.anolitasmind.com/2008/01/21/darkness-shadows-gaza-%E2%80%A6/">explica</a> a situação do lugar:</p>
<blockquote><p>Sometimes there aren’t enough words to describe what we are witnessing and what the news keep shoving down our throats every morning till we reached a point that nothing surprises us anymore, but what is happening in Gaza comes as a shock that leaves the majority of us speechless and helpless …</p>
<p>In a time and life that human rights are becoming a major factor in how societies are governed … in a world that the international community is judging the backward Middle East because of honor crimes, poverty, violence against women and primitive culture … the same community is standing still to watch as Gaza is being crucified and executed … it is cold and they don’t have heat … they are cut out from the rest of the world … and as well as they are dying by bullets and military attacks; they are also being killed by hunger and cold …</p>
<p>I choose to raise my voice to say STOP … ENOUGH … Life is not a game and just because they reside in Gaza … it does not make their lives of any less value than any other human in any part of the world …</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Às vezes não há palavras suficientes para descrever o que estamos testemunhando e o que as notícias nos empurram goela abaixo todas as manhãs, até que chegamos a um ponto que nada nos surpreende mais, de modo que o que se passa em Gaza vem como um choque que deixa a maioria de nós sem palavras e desamparados…</p>
<p>Em um tempo em que os direitos humanos estão se tornando um fator importante na forma como sociedades são governadas… em um mundo que a comunidade internacional está julgando o Oriente Médio por crimes de honra, pobreza, violência contra as mulheres e cultura primitiva… a mesma comunidade está de pé para assistir como Gaza está sendo crucificada e executada… está frio e eles não têm como se aquecerem… estão isolados do resto do mundo… e, também estão morrendo por balas e ataques militares; estão morrendo também por causa da fome e do frio&#8230;</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Decidi levantar a voz para dizer PARE&#8230; É SUFICIENTE… A vida não é um jogo e só porque eles residem em Gaza… não faz com que suas vidas tenham um valor menor do que qualquer outro ser humano de qualquer parte do mundo…</p>
</blockquote>
<p><strong>Palestina:</strong></p>
<p id="result_box" dir="ltr"><em>Umm Khalil</em>, da Palestina, publica <a href="http://umkahlil.blogspot.com/2008/01/west-bank-bantustan.html">aqui</a> links para cobertura noticiosa sobre a crise. Ela também disponibiliza fotos do bombardeamento israelita do Ministério do Interior palestino, onde uma mulher morreu e 46 pessoas, que foram assistir a um casamento realizado nas proximidades, ficaram feridas.</p>
<p><strong>Egito: </strong></p>
<p>Hossam Al Hamalawy, do Egipto, <a href="http://arabist.net/arabawy/2008/01/21/gaza_massacres_photos/">publica</a> um e-mail recebido de <em><a href="http://arabist.net/arabawy/2008/01/21/gaza_massacres_photos/">Mohammad Omar</a></em>, na Palestina.<br />
A mensagem diz:</p>
<blockquote><p>Where to start…, what to talk about…? The crippling electricity shortages, affecting hospitals as well as civilians? The<br />
air strikes &amp; on-going, daily bombings by the Israeli army, their indiscriminate targeting of civilians and police stations…? Israel ’s non-accidental, enforced starvation of 1.5 million people by closing off ALL borders and not allowing in even UN aid, let alone basic medicinal, food, and construction needs…?</p>
<p>Shortages of fuel have re-surfaced in Gaza : most of Gaza has no electricity and even more importantly, the shortage of medicine in Palestinian hospitals continues to increase, with the Ministry of Health reporting a looming humanitarian catastrophe.</p>
<p>Or should I begin with the bomb which just hit a wedding close to the Ministry of Interior building in Gaza City , with 15 apartment buildings within the bomb’s target range? One woman was killed and 47 others were injured –mostly children and women who had been inside their homes or playing on the street!!</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Por onde começar …, o que falar sobre…? O enfraquecimento e o déficit da electricidade, afetando hospitais assim como civis? Os ataques aéreos e em curso, bombardeamentos diários pelo exército israelita, atingindo<br />
indiscriminadamente civis e postos policiais? Não é por acidente que Israel faça cumprir a fome de 1,5 milhão de pessoas ao fechar TODAS as fronteiras e não permitindo sequer a ajuda das Nações Unidas, para não falar de medicamentos básicos, alimentação e materiais de construção…?</p>
<p>A escassez de combustível tem re-aparecido em Gaza: a maioria em Gaza não tem electricidade e mais importante ainda, a falta de medicamentos em hospitais Palestinos continua a aumentar, com o Ministério da Saúde relatando uma catástrofe humanitária ameaçadora.</p>
<p>Ou deveria começar com a bomba que atingiu apenas um casamento perto do edifício do Ministério do Interior na cidade de Gaza, com 15 edifícios dentro do alvo de abrangência da bomba? Uma mulher foi morta e 47 outras pessoas ficaram feridas - a maioria delas, crianças e mulheres que estavam dentro de suas casas ou brincando na rua!</p></blockquote>
<p>Ainda no Egito, <em>Zeinobia</em> <a href="http://egyptianchronicles.blogspot.com/2008/01/siege-of-gaza-and-end-of-egyptian-role.html">lamenta</a> o papel (ou falta de) em lidar com a crise. Ela reclama:</p>
<blockquote><p>I will start with the bitter fact that the Egyptian role as leading country in the Arab world , as if Egypt does not care I found today that Saudi Arabia is calling for immediate urgent Arab summit in Cairo to discuss what is going in Gaza for Siege , the Saudi Arabia is the one that is calling for immediate summit , not Egypt, Egypt is the one that should call for this summit immediately , with my all respect to Saudi Arabia.</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Vou começar com o amargo fato de que o papel do Egito como país líder no mundo árabe, como se o país não se importasse, eu acho que hoje a Arábia Saudita está pedindo urgência imediata à cúpula Árabe no Cairo para discutir o que está acontecendo em Gaza para estabelecer fronteiras, a Arábia Saudita é a única que está convocando uma cúpula imediata, não o Egito, que é o único que deveria fazê-lo, com todo o meu respeito a Arábia Saudita.</p>
</blockquote>
<p>Em Gaza, o blogueiro escreve:</p>
<blockquote><p>Now let&#39;s go to Gaza , one of the worst things ever in the problem is that Egypt is exporting natural gas to Israel for the cheapest price ever that created a loss to us where the people in Gaza are in terrible siege</p>
<p>Already the least thing Egypt can do is to open the borders and send immediate medical aids to the Great people of Gaza who hided our soldiers and officers in 1967 ..</p>
<p>People shame on the world and shame on us .</p>
<p>Gaza has no light or power in the middle of terrible winter. This is a conspiracy to get rid not only from Hamas but from the people of Gaza, these people are suffering in the worst way ever.</p>
<p>Agora vamos para Gaza, uma das piores coisas desse problema é que o Egipto está exportando gás natural para Israel pelo preço mais barato que criou uma perda para nós, onde as pessoas em Gaza estão em um terrível cerco<br />
O mínimo que Egito pode fazer é abrir as fronteiras e enviar ajuda médica imediata para o Grande povo de Gaza que protegeu nossos soldados e oficiais em 1967 ..<br />
As pessoas se envergonham do mundo e se envergonham de nós.</p>
<p>Gaza não tem luz e eletricidade no meio desse inverno terrível. Trata-se de uma conspiração para livrar-se não apenas do Hamas, como também das pessoas de Gaza, essas pessoas estão sofrendo da pior maneira.</p>
<p><strong>Líbano: </strong></p></blockquote>
<p>Do Líbano, <em>Green Resistance</em>, <a href="http://greenresistance.wordpress.com/2008/01/21/269/">exige</a> apenas isso.</p>
<blockquote><p>Resistance. What does that mean? “the act or power of resisting, opposing, or withstanding” … and “the capacity of an organism to defend itself against harmful environmental agents”</p>
<p>Gaza is in darkness.  Where is our cry? Where is our resistance?</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Resistência. O que significa isto? &#8220;O ato ou poder de resistir, de se opor, ou suportar…&#8221; e &#8220;a capacidade de um organismo de se defender contra agentes nocivos ambientais&#8221;</p>
<p>Gaza está na escuridão. Onde está o nosso grito? Onde está a nossa resistência?</p></blockquote>
<p>Ainda no Líbano, <em>Ibn Bint Jbeil</em> <a href="http://ibnbintjbeil.blogspot.com/2008/01/gaza-palestine.html">publica</a> uma série de pinturas e desenhos para expressar o sofrimento em Gaza. Ele também escreve:</p>
<blockquote><p>Gaza, Palestine, the largest concentration camp on Earth, is today under the most brutal, inhumane, genocidal siege. May God protect and bless them.</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Em Gaza, na Palestina, a maior concentração de acampamento na Terra, hoje está sob o mais brutal, desumano, cerco genocida. Que Deus os abençoe e os proteja.</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">clique aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">clique aqui</a>.</em></p>
</blockquote>
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		<title>Líbano: Quem matou François Hajj e por quê?</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/12/27/libano-quem-matou-francois-hajj-e-por-que/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/12/27/libano-quem-matou-francois-hajj-e-por-que/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Dec 2007 17:25:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Débora Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eleições]]></category>
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		<description><![CDATA[O Líbano captura as manchetes internacionais novamente [todas en], com mais um assassinato. Quem está culpando quem e o que os blogueiros da região têm a dizer.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/debmedeiros/'>Débora Medeiros</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/12/17/lebanon-who-killed-francois-hajj-and-why/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p class="entry" id="single">O Líbano captura as <a href="http://www.guardian.co.uk/syria/story/0,,2227637,00.html">manchetes</a> <a href="http://www.iht.com/articles/2007/12/16/opinion/edlebanon.php">internacionais</a> <a href="http://english.aljazeera.net/NR/exeres/82865CDB-4BC6-4294-8894-991B913E3C71.htm">novamente</a> [todas en], com mais um assassinato. Quem está culpando quem e o que os blogueiros da região têm a dizer.</p>
<p class="entry" id="single"> O chefe de operações das Forças Armadas libanesas, general <em>François Hajj</em>, cotado para ser o próximo comandante das Forças Armadas do país, foi morto em um atentado a bomba. De acordo com o <a href="http://www.guardian.co.uk/syria/story/0,,2227637,00.html">noticiário [en]</a>, “foi a primeira vez que o Exército libanês, visto como a única força capaz de manter o país unido, foi alvo de ataques, o que pode representar a pior crise desde a guerra civil.” O assassinato de <em>Hajj</em> também <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/2007/08/24/libano-eleicao-presidencial/">paralisa</a> o processo de seleção do próximo presidente do Líbano. O católico maronita de 55 anos era um candidato em potencial para suceder o comandante das Forças Armadas Michel Suleiman, que poderia ser apontado como presidente.</p>
<p>Os jornalistas-cidadãos da região apressaram-se em apontar culpados - de Israel e os EUA aos suspeitos de sempre: inimigos políticos, a Síria, o Irã, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hizbollah">Hezbollah</a> e a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Al_Qaeda">Al Qaeda</a>.</p>
<p><strong>Asassinando a salvação: </strong></p>
<p><em><a href="http://blacksmithsoflebanon.blogspot.com/2007/12/assassinating-salvation.html">Blacksmith Jade [en]</a></em> expressa seu choque e é claro quanto a quem ele pensa estar por trás da carnificina. Escreve ele:</p>
<blockquote><p> <em>It’s not easy to quantify the sense of shock, desperation, and fear that this most recent ‘hit’ [on Lebanese Army Brigadier General Francois el Hajj] by the Syrian killing machine has rendered on the country.</em></p>
<p><em>Indeed, for a country now all too used to the roving bands of assassins striking at its politicians [while other politicians quickly move to exploit their murder], this latest assassination has struck a particular chord. Echoing off the Army’s recent victory against a malicious terrorist cell in Nahr el Bared, and striking at the one institution in which most Lebanese had placed their faith for their salvation. A salvation they had pursued so far as to propose the amendment of the constitution, in order to bring to the nation’s head the man at the head of that [perceived] salvation.</em></p>
<p><em>This latest assassination is what it always is: Syria’s use of death, terror, and destruction to try and keep the Lebanese “in line”.</em></p>
<p>Não é fácil quantificar os sentimentos de choque, desespero e medo que este mais recente &#8216;ataque&#39; [ao brigadeiro do Exército libanês, general Francois el Hajj] pela máquina de matar síria trouxe ao país.</p>
<p>De fato, para um país agora por demais acostumado a bandos  em trânsito de assassinos atacando seus políticos [enquanto outros políticos se articulam rapidamente para explorar as mortes], este último assassinato fez vibrar uma corda em particular, ecoando a vitória recente do Exército sobre uma célula terrorista maliciosa em Nahr el Bared e atacando a única instituição sobre a qual a maioria dos libaneses havia depositado sua fé na própria salvação. Uma salvação que eles haviam perseguido a ponto de propor uma emenda na constituição, de modo a levar ao comando da nação o homem no comando dessa [visualizada] salvação.</p>
<p>Este último assassinato é o que sempre é: o uso pela Síria de morte, terror e destruição para tentar manter os libaneses &#8220;na linha&#8221;.</p></blockquote>
<p><em><br />
Dominação completa e brutal:</em></p>
<p>Em linhas semelhantes e mais detalhadamente - incluindo como as relações inter-arábicas entram no jogo -, <em>Tony Bey</em> explica os motivos por trás do assassinato <a href="http://beirut2bayside.blogspot.com/2007/12/explaining-latest-assassination.html">aqui [en]</a>.</p>
<blockquote><p><em>The bottom line is that Syria&#39;s only conception of its relationship to Lebanon is complete brutal domination, where Syria decides every single minutae of Lebanese life, including who gets to be president, prime minister, speaker, Army Commander, security officials, election law, cabinet make-up, cabinet portfolios, cabinet policy statement, etc. This is precisely the threat Bashar relayed to Rafik Hariri in their last meeting before he ordered his killing: I alone decide who Lebanon&#39;s president is, and if you disagree, I will break Lebanon over your heads.</em></p>
<p><em>This is the framework within which the assassination has to be placed, along with another parallel, inter-Arab framework..</em></p>
<p>O que importa é que o único modo como a Síria concebe seu relacionamento com o Líbano é por meio de uma dominação completa e brutal, em que a Síria decide cada minúcia da vida libanesa, incluindo quem serão o presidente, o primeiro ministro, o porta-voz, o comandante das Forças Armadas, os oficiais de segurança, e ainda como serão a legislação eleitoral, a composição do gabinete presidencial, os documentos do gabinete, a política do gabinete etc. Essa foi precisamente a ameaça feita por Bashar a Rafik Hariri na última reunião que tiveram, antes de Bashar ordenar o assassinato de Hariri: Somente eu decido quem será o presidente do Líbano e, se vocês discordarem, quebrarei o Líbano sobre suas cabeças.</p>
<p>Essa é a moldura dentro da qual o assassinato deve ser colocado, juntamente com outro paralelo, o da moldura das relações inter-arábicas&#8230;</p></blockquote>
<blockquote></blockquote>
<p><strong>Três teorias e meia sobre quem matou Hajj: </strong></p>
<p><em>Mustapha</em>, do <em><a href="http://beirutspring.com/blog/2007/12/12/the-35-theories-on-who-killed-francois-hajj/">Beirut Spring [en]</a></em>, divide conosco suas três teorias e meia sobre quem poderiam ser os assassinos. Eles variam entre a Síria, Israel, os Estados Unidos, a Al Qaeda e os fundamentalistas islâmicos.  O meio-&#8221;suspeito&#8221; final é o ex-presidente <a href="http://www.answers.com/Fouad%20Siniora"><em>Fouad Siniora [en]</em></a>, que recebe uma menção-honrosa:</p>
<blockquote><p><em>Honorary mention, Theory 3.5: The Evil Saniora</em></p>
<p><em>Who killed him: Fouad Seniora’s negligence<br />
Why he did it: To undermine the Christians and monopolize power.<br />
Why it’s plausible: It’s always Seniora’s fault<br />
Who believes this theory: Michel Aoun<br />
Why the theory could be in doubt: …</em></p>
<p>Menção-honrosa das três teorias e meia: o maléfico Seniora</p>
<p>Quem o matou [François Hajj]: A negligência de Fouad Seniora<br />
Por que ele o fez: Para minar os cristãos e monopolizar o poder.<br />
Por que é plausível: Sempre é culpa do Seniora Quem acredita nesta teoria: Michel Aoun<br />
Por que essa teoria pode ser posta em dúvida: …</p></blockquote>
<p>Os leitores adicionam mais alguns &#8220;suspeitos&#8221; na seção de comentários.</p>
<p><strong>A política libanesa-palestina é a culpada?</strong></p>
<p>O comentarista libanês do <em><a href="http://angryarab.blogspot.com/2007/12/who-killed-francois-al-hajj-chief-of.html">Angry Arab [en]</a></em>, <em>Assad Abu Khalil</em>, contribui para o debate. Ele culpa a política libanesa-palestina pelo incidente.</p>
<blockquote><p><em>Who killed Francois Al-Hajj, chief-of-operations for the Lebanese Army? Nobody knows of course. He certainly was not close to the Hariri camp; and there is the widely circulated reference to an article in As-Siyasah (from January 26th, 2007) in which he was identified as an enemy of March 14. Personally, I think the explanation may be found not in Lebanese politics, but in Lebanese-Palestinian politics. I had predicted when the Lebanese Army (supported by March 8th and March 14th–government and opposition alike) was destroying the Nahr Al-Barid camp that the horrors would produce a new vengeful organization, just as Black September was born out of the Jordanian massacres of Palestinians. Al-Hajj had a key role in the Lebanese Army operations in Nahr Al-Barid.</em></p>
<p>Quem matou Francois Al-Hajj, chefe de operações  do Exército libanês? Ninguém sabe ao certo. Ele certamente não era próximo do campo de Hariri e há a conhecida alusão a um artigo no As-Siyasah (de 26 de janeiro de 2007) em que ele foi identificado como inimigo do 14 de Março. Pessoalmente, eu acho que a explicação pode não estar na política libanesa, mas na política libanesa-palestina. Eu havia previsto que o terror da destruição do campo de Nahr Al-Barid  pelo Exército libanês (apoiado pelo 8 de Março e pelo 14 de Março - governo e oposição) iria produzir uma nova organização vingativa, assim como o Setembro Negro nasceu do massacre de palestinos por jordanianos. Al-Hajj desempenhava um papel central no Exército libanês durante as operações em Nahr Al-Barid.</p></blockquote>
<p><strong>Bombas abrem caminho para mais bombas:</strong></p>
<p>O egípcio <em><a href="http://www.whisperofmadness.com/2007/12/12/what-we-didnt-want-to-happen/">D B Shobrawy [en]</a></em> cutuca o assunto por um aspecto diferente. Ele explica:</p>
<blockquote><p><em>People have trouble understanding the fragility of the Middle East sometimes. Lebanon especially is a country whose political structure demands chaos. The constitution requires a Maronite Christian president, a Sunni prime minister and a Shi’a speaker. Positions along religious lines go straight down to the military as well. The most powerful position in the country is represented by a small minority and I dont have to tell you how sensitive religious identities are in this region…Now consider that the different groups in this country have a very difficult time getting along and EVERYONE has guns in their home. A friend of mine has a couple AK-47’s, a M-16, some other assorted machine guns, 3 Desert Eagle’s and 2 rocket launchers…and his family are a bunch of well off bankers and business owners.<br />
All we can do now is sit and wait to see what happens next. Bombs have a way of giving way to other bombs, hopefully this bomb doesnt give birth to more.</em></p>
<p>As pessoas têm dificuldade para entender a fragilidade do Oriente Médio às vezes. O Líbano em especial é um país cuja estrutura política demanda o caos. A constituição requer um presidente cristão maronita, um primeiro-ministro sunita, e um porta-voz xiita. Os cargos no Exército também são divididos com base na religião. O cargo mais poderoso do país é representado por uma minoria, e eu não preciso lembrá-los o quão sensíveis as identidades religiosas são nesta região&#8230; Considere agora que os diferentes grupos neste país têm dificuldades para se entender e TODO MUNDO tem armas em casa. Um amigo meu tem alguns AK-47, um M-16, várias metralhadoras, três Desert Eagles e dois lançadores de foguete&#8230; e a família dele é formada por um bando de banqueiros bem de vida e donos de negócios. Tudo o que podemos fazer agora é sentar e esperar para ver o que acontece. As bombas têm jeito para abrir caminho para outras bombas, espera-se que esta não gere outras mais.</p></blockquote>
<p><strong>Material em vídeo:</strong></p>
<p><em>Finkployd</em>, do Líbano, nos traz material em vídeo da cena do assassinato <a href="http://www.bloggingbeirut.com/archives/1190-More-Videos-Scene-of-Assassination-General-Hajj.html">nesta postagem [en]</a>.</p>
<p><strong>Uma idéia simples para os pobres de espírito:</strong></p>
<p>Frustrado com os becos sem saída a que chegam as investigações dos carros-bomba, <em>JoseyWales</em>, do <em><a href="http://lebanonesque.blogspot.com/2007/12/simple-idea-for-simple-minded.html">Lebanonesque [en]</a></em>, divide suas idéias para encurralar os culpados:</p>
<blockquote><p> <em>Asking for special or expanded powers to search for weapons, explosives and political assassins is still not high up on the government’s priority list…<br />
After your now routine car-bomb and routine condemnations, the other very familiar story: people arrested in connection with the exploded car, people claim they sold the car to unknown, people released, end of story and end of investigative track…<br />
It’s getting to be boring by now, in each car-bomb murder the sales chain ends with a guy who sold it to “unknown” for cash.</em></p>
<p><em>(H)ow about making it ILLEGAL to sell to “unknown”, like after the 4th or 5th or 6th car-bomb. We are now at number 12 or 14 depending on how you count.<br />
How difficult is it to pass a law that puts the (or some) responsibility of these crimes on the last KNOWN idiot in the chain of sales. You are selling your car? By law, you will need to know the name of the buyer and ID him/her. Make a lapse punishable by 10 years in jail or even by a death sentence for all I care.</em></p>
<p>Requisitar poderes especiais ou expandidos para procurar armas, explosivos e assassinos políticos ainda não ocupa o topo da lista de prioridades do governo…<br />
Depois do já rotineiro atentado com carro-bomba e das condenações de rotina, outra história familiar: pessoas presas por possuírem conexões com o carro explodido afirmam ter vendido o carro para um desconhecido, são soltas e fim da história, fim da trilha de investigação…<br />
Já está ficando chato que a cada morte por carro bomba a cadeia de vendas termine em um cara que vendeu o carro a um &#8220;desconhecido&#8221; porque precisava da grana.</p>
<p>Que tal tornar ILEGAL vender a &#8220;desconhecidos&#8221;, como já deveria ter acontecido depois do 4º ou 5º ou 6º atentado? Já estamos no 12º ou 14º, dependendo de como você conta.<br />
Quão difícil pode ser fazer passar uma lei que coloque o total (ou parte) da responsabilidade por esses crimes no último idiota CONHECIDO na cadeia de vendas? Tá vendendo seu carro? Por lei, você precisará saber o nome do comprador e identificá-lo/la. Cometa um deslize e seja punido com 10 anos de cadeia ou até com a sentença de morte, pouco me importa.</p></blockquote>
<p>Mais reações podem ser encontradas <a href="http://joshualandis.com/blog/?p=521">aqui [en]</a>, <a href="http://egyptianchronicles.blogspot.com/2007/12/blast-of-its-kind-in-lebanon.html">aqui [en]</a>, <a href="http://saroujah.blogspot.com/2007/12/hariri-threatened-lebanese-army.html">aqui [en]</a>, <a href="http://lespolitiques.blogspot.com/2007/12/lebanon-bomb-kills-senior-general.html">aqui [en]</a>, <a href="http://simplyjews.blogspot.com/2007/12/general-francois-hajj-rip-jooz-guilty.html">aqui [en]</a>, <a href="http://www.roadstoiraq.com/2007/12/12/israels-second-attempt-to-assassinate-brigadier-general-francois-hajj-was-successful/">aqui [en]</a> e <a href="http://remarkze.blogspot.com/2007/12/past-events-in-life-of-brid-gen-el-hajj.html">aqui [en]</a>.</p>
<p align="right"> Matéria de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/" title="Posts by Amira Al Hussaini">Amira Al Hussaini</a>.</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</em></p>
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		<title>Cobertura especial: Paz no Oriente Médio 2007</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/12/01/cobertura-especial-paz-no-oriente-medio-2007/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/12/01/cobertura-especial-paz-no-oriente-medio-2007/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 01 Dec 2007 15:08:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guerra & Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
A questão do Oriente Médio tem tomado manchetes internacionais por mais de meio século. Agora é a vez dos internautas da região acrescentarem e expressarem suas perspectivas sobre os eventos que mexem com suas vidas, e sobre a segurança e a estabilidade dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/11/30/special-coverage-middle-east-peace-2007/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p class="entry" id="single">A questão do Oriente Médio tem tomado manchetes internacionais por mais de meio século. Agora é a vez dos internautas da região acrescentarem e expressarem suas perspectivas sobre os eventos que mexem com suas vidas, e sobre a segurança e a estabilidade dos países em que vivem.</p>
<p>Será que haverá paz no Oriente Médio? Líderes de Israel e Palestina mais uma vez compareceram às negociações de paz nos Estados Unidos no final de novembro, mas faltam evidências de um processo genuíno.</p>
<p>Como os cidadãos normais estão reagindo? O que as pessoas de lá estão dizendo? No decorrer dos últimos dias, emoções têm tomado conta e blogueiros do oriente médio têm expressado frustrações,  esperanças, e relatado em primeira mão os acontecimentos de uma longa e tortuosa estrada a caminho da paz.</p>
<p>Esses textos foram coletados em uma <a href="http://www.globalvoicesonline.org/specialcoverage/middle-east-peace-2007/">página de cobertura especial</a> [en] que inclui feeds para o que os blogueiros da região, de Bahrein ao Marrocos, estão escrevendo e sobre o que eles esperam do futuro. Emoções transparecem entre o cinismo e a esperança, com um assunto em comum ligando todos essas blogagens: uma preocupação com o amanhã. Essa página contará com links para a cobertura detalhada feita pelo Global Voices sobre as reações dos blogueiros.</p>
<p>Isso não é tudo. A Reuters agora também disponibiliza nossos feeds <a href="http://www.reuters.com/news/globalcoverage/middleeastpeace?refresh=true">aqui</a>, dando voz e vez aos blogueiros em um veículo tradicional de imprensa, no momento em que a história está sendo escrita.</p>
<p align="right"><em>(texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>)</em></p>
<p align="right">&nbsp;</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</em></p>
<p><span class="edit"></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Líbano: Arte e artistas</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/11/01/libano-arte-e-artistas/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/11/01/libano-arte-e-artistas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Nov 2007 16:28:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>M. Cristina Rauh</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Lebanon]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[A blogosfera libanesa não é somente composta por blogs políticos, graças a Deus. Alguns artistas usam blogs para exibir seus quadros, músicas e outras criações artísticas. Moussa Bashir faz um tour pela blogosfera, revelando um inteiro novo mundo de cultura e arte.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/mcrauh/'>M. Cristina Rauh</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/10/29/lebanon-arts-and-artists/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p class="entry" id="single">A blogosfera libanesa não é somente composta por blogs políticos, graças a Deus. Alguns artistas usam blogs para exibir seus quadros, músicas e outras criações artísticas. Aqui há uma amostra. Primeiro, desenhos e pinturas, depois música e filmes. Aprecie.</p>
<p><em><a href="http://suzanne-alaywan.blogspot.com/2007/10/blog-post_18.html">Suzanne Alaywan</a></em> postou alguns trabalhos novos em seu blog. Entre eles está este, com a legenda: “colagem de uma foto e desenho”. Ele traz luz e vida a uma velha janela fechada.<br />
<img src="http://bp0.blogger.com/_2H8WBXoCsoA/RxdpL1RceRI/AAAAAAAAAPg/4MZycz94_y8/s400/135.jpg" height="400" width="295" /></p>
<p><em><a href="http://mazenkerblog.blogspot.com/2007/10/boom.html">Mazen Kerbaj</a></em> postou muitos desenhos novos este mês. Este, intitulado “boom”, narra a situação vivida por Evan no momento de uma explosão - um dos muitos ataques terroristas que têm marcado nossos dias e semanas ultimamente no Líbano.</p>
<p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2296/1598122443_a86e277729_m.jpg" height="240" width="145" /></p>
<p>Ele acrescenta esta tradução em inglês ao texto em árabe do seu desenho.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;19 september 2007<br />
5.30 PM<br />
i am watching tv</em></p>
<p><em>suddenly<br />
the electricity is cut</em></p>
<p><em>and<br />
the building moved</em></p>
<p><em>and then<br />
BOOM</em></p>
<p><em>500 meters from the house</em></p>
<p><em>Evan&#39;s face</em></p>
<p><em>Evan&#39;s voice<br />
…</em></p>
<p><em>and Evan&#39;s questions<br />
- what is this sound?<br />
- what is this smoke?<br />
- what happened?<br />
when?<br />
why?<br />
how?</em></p>
<p><em>and after 30 minutes<br />
everything went back to normal</em></p>
<p><em>and in the evening, a new question:<br />
- why there is no school tomorrow?&#8221;</em></p>
<p>&#8220;19 de setembro de 2007<br />
17:30<br />
estou assistindo à televisão</p>
<p>de repente<br />
cai a energia elétrica</p>
<p>e<br />
o prédio se moveu</p>
<p>e então<br />
BUM</p>
<p>a 500 metros da casa</p>
<p>o rosto de Evan</p>
<p>a voz de Evan<br />
…</p>
<p>e as perguntas de Evan<br />
- que barulho é esse?<br />
- que fumaça é essa?<br />
- o que aconteceu?<br />
quando?<br />
por quê?<br />
como?</p>
<p>e depois de 30 minutos<br />
tudo voltou ao normal</p>
<p>e de noite, uma nova pergunta:<br />
- por que não vai ter aula amanhã?&#8221;</p></blockquote>
<p><em><a href="http://thelebanese.blogspot.com/2007/10/intuition.html">Maroun Kassab</a></em> retorna com algumas de suas novas pinturas que fazem parte de uma exposição. Esta abaixo, é intitulada  “Intuição” e é uma pintura a óleo. Ela fala por si mesma.</p>
<p><img src="http://bp1.blogger.com/_GkMhixQoHDs/RyKJYDnxsSI/AAAAAAAAAMo/EmF7NWj7blA/s400/Intuition-01.jpg" height="400" width="316" /></p>
<p>Abaixo, um dos muitos novos e interessantes desenhos de <em><a href="http://laureghorayeb.blogspot.com/2007/10/lautre.html">Laure Ghourayeb</a></em>. Ela chama este de “l’autre” ou “a outra”. Essa criação artística também fala por si mesma.</p>
<p><img src="http://bp2.blogger.com/_rY7ofooMYyM/RxsfHx5a-JI/AAAAAAAAAs0/Keoqk5ZDQZk/s320/l%27autre.jpg" height="320" width="213" /><br />
<a href="http://ibnbintjbeil.blogspot.com/2007/10/land-memory.html"><br />
</a></p>
<p><a href="http://ibnbintjbeil.blogspot.com/2007/10/land-memory.html"><em> Ibn Bint Jbeil</em></a> escreve sobre uma exposição temática da qual participou. O tema era “Jornadas &amp; Distâncias” e se concentrava na idéia de pessoas que estão constantemente em estado de &#8220;viagem&#8221;.</p>
<p><img src="http://bp2.blogger.com/_W8VqyrsM9tc/Rw0e2czWRMI/AAAAAAAABCI/93AB_8flCRE/s320/04.jpg" /></p>
<p>Ele explica suas pinturas, dizendo:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Initially these images are intangible and not formed, and so the exploration of these images is an exploration of that which is elusive and pliable. Thus the paintings become abstractions of home and land.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;Inicialmente essas imagens são intangíveis e não estão formadas, e portanto a exploração dessas imagens é uma exploração daquilo que é evasivo e flexível. Assim as pinturas se tornam abstrações do lar e terra&#8221;.</p></blockquote>
<p>Também pode-se ouvir música na blogosfera. <em><a href="http://www.myspace.com/ziadelahmadie">Ziad El Ahmadie</a> </em>é um compositor libanês e no seu blog os visitantes podem ouvir algumas de suas composições do seu primeiro CD “Bilbel”, além de um videoclipe.</p>
<p>Por fim, há o blog <em><a href="http://lebanesefilms.blogspot.com/">Lebanese Films</a></em> em que o autor, <em>Lebanese</em>, expressa suas opiniões pessoais sobre a indústria cinematográfica libanesa. No último post, ele discute o filme “S. L. Film”, uma comédia baseada no programa de TV que um dia já foi famoso “S. L. Shi”.</p>
<p align="right"><em>(texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/moussa-bachir/">Moussa Bashir</a>)</em></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><em>Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</em></p>
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		<title>Líbano: HRW culpa Israel pelas mortes de cidadãos libaneses</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/09/07/libano-hrw-culpa-israel-pelas-mortes-de-cidadaos-libaneses/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/09/07/libano-hrw-culpa-israel-pelas-mortes-de-cidadaos-libaneses/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 07 Sep 2007 17:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra & Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Lebanon]]></category>
		<category><![CDATA[Roundups]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
Em seu último relatório, the Human Rights Watch destacou o fato de que Hezbullah não usou cidadãos  como escudo humanos enquanto lutava contra Israel na guerra durante o verão de 2006. O relatório acusa Israel pelo bombardeio injustificável de cidadãos nas áreas causando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/09/07/lebanon-hrw-blames-israel-for-lebanese-civilian-casualties/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Em seu último relatório, the Human Rights Watch destacou o fato de que Hezbullah não usou cidadãos  como escudo humanos enquanto lutava contra Israel na guerra durante o verão de 2006. O relatório acusa Israel pelo bombardeio injustificável de cidadãos nas áreas causando mais de mil mortes. <em><a href="http://beirutspring.com/blog/2007/09/06/why-they-died/">Beirut Spring</a></em>, <em><a href="http://remarkze.blogspot.com/2007/09/la-vrit-de-la-palice.html">Remarkz</a></em> e <span style="text-decoration: underline"><span style="font-style: italic"></span></span><em><a href="http://lespolitiques.blogspot.com/2007/09/israel-accused-of-indiscriminate.html">Les Politiques</a></em> refletem sobre esse relatório [em inglês].</p>
<p style="text-align: right">(Texto original <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/moussa-bachir/" title="Posts by Moussa Bashir">Moussa Bashir</a>)</p>
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		<title>Líbano: Eleição Presidencial</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/08/24/libano-eleicao-presidencial/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/08/24/libano-eleicao-presidencial/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Aug 2007 18:27:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Selva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Lebanon]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Luana Selva &#183;  Veja o post original 
A constituição libanesa estipula que o parlamento deve convocar e eleger um novo presidente durante o período de ao menos um mês antes do fim do mandato do presidente em serviço.O mandato do atual presidente Emille Lahoud[en] acabará em novembro deste ano. Portanto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/luanaselva/'>Luana Selva</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/08/23/lebanon-upcoming-presidential-elections/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>A constituição libanesa estipula que o parlamento deve convocar e eleger um novo presidente durante o período de ao menos um mês antes do fim do mandato do presidente em serviço.O mandato do atual presidente <em><a href="http://www.answers.com/topic/mile-lahoud">Emille Lahoud</a></em>[en] acabará em novembro deste ano. Portanto, espera-se que as eleições sejam o tópico de discussões de muitos blogues na blogosfera libanesa.<br />
Semana passada,  foi insinuado na mídia que o comandante das forças armadas libanesas General Michael Suleiman poderia se candidatar para a presidência. Mas para isso acontecer a constituição teria que ser emendada já que o General Suleiman está servindo atualmente no que seria classificado como serviço público Categoria Um. A constituição sentencia que servidores públicos em tais categorias não podem concorrer à presidência. Para serem elegíveis, eles devem pedir demissão ou estarem aposentados e não terem nada a ver com seu serviço por cerca de dois anos.</p>
<p>A seleção de posts de blogues que se segue discute os candidatos da próxima eleição presidencial, a intervenção estrangeira nesta eleição, comenta as emendas constitucionais propostas e outras coisas do tipo.</p>
<p>O que a constituição diz sobre os poderes presidenciais, sobre a eleição de um presidente ou sobre emendas na constituição. <a href="http://blacksmithsoflebanon.blogspot.com/2007/08/lebanese-constitution-on-electing.html"><em>Blacksmiths of Lebanon</em></a>[en] postou os artigos da constituição relacionados à eleição de um presidente e os poderes presidenciais.</p>
<p><a href="http://www.beirutbeltway.com/beirutbeltway/2007/08/on-amending-the.html"><em>Beirut to Beltway</em></a>[en] postou os artigos constitucionais sobre como a constituição pode se emendada e acrescentou:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Here’s what the constitution says about amending the constitution! In short, it cannot be done without a draft law submitted by the cabinet. It also cannot be discussed or vote on “except when a majority of two thirds of the members lawfully composing the Chamber are present.”&#8221;</em></p>
<p>&#8220;Aqui está o que a constituição diz sobre emendas nconstitucionais! Resumindo, não pode ser feita sem o esboço de uma lei proposta pelo gabinete. Também não pode ser discutida ou votada “exceto quando uma maioria de dois terços dos membros que legalmente compõem a Câmera está presente.”</p></blockquote>
<blockquote></blockquote>
<p>Para<a href="http://lebanonesque.blogspot.com/2007/08/prez-michel-suleiman-and-so-it-begins.html"> <em>Lebanonesque</em></a>[en], o próximo presidente já foi escolhido, sem eleições, e o Patriarca Maronite é o culpado:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;The powers-that-be have decided General Michel Suleiman/Sleiman will be the next president of Lebanon. OK Lebanese, the goose is cooked. The Maronite Patriarch seems to have made another huge blunder but who’s counting. Most Lebanese will grumble while the rest will say those dangerous words: “this time, it’s different” (from Lahoud and Aoun).&#8221;</em></p>
<p>&#8220;Os poderes existentes já decidiram que o General Michel Suleiman/Sleiman será o próximo presidente do Líbano. OK libaneses, este ganso já foi assado. O Patriarca Maronita parece ter feito mais uma grande asneira mas quem está contando. A maioria dos libaneses vão resmungar e o resto dirá aquelas palavras perigosas: “desta vez será diferente, é diferente” (de Lahoud e Aoun). &#8220;</p></blockquote>
<p><a href="http://tearsforlebanon.wordpress.com/2007/08/19/lebanon-suleiman-for-president/"><em>Tears for Lebanon</em></a>[en] também relata que o General Suleiman será o novo presidente pelo que a maioria das pessoas estão dizendo:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;With my ear to the ground and listening to what is being said around me most people are thinking that Suleiman is going to be the next president of Lebanon. It’s funny how this guy just slipped in while every one was looking some place else. From what I am hearing most people think that he stands on middle ground, and he will not rock the boat.</em></p>
<p>&#8220;Com meu ouvido no chão e escutando o que estão dizendo ao meu redor a maioria das pessoas parecem achar que Suleiman será o novo presidente do Líbano. É engraçado como esse cara se esgueirou para dentro enquanto todo mundo olhava para outra direção. Pelo que estou ouvindo a maiora das pessoas acha que ele fica em um terreno no meio e não vai radicalizar tudo.&#8221;</p></blockquote>
<blockquote></blockquote>
<p>Um assunto controverso envolvido nas eleições próximas é o quórum necessário para a sessão parlamentar eleger um presidente legalmente. A discussão é se é necessário dois terços ou se uma maioria absoluta (51 por cento) é suficiente. Sobre isso <a href="http://streetsofbeirut.wordpress.com/2007/08/15/the-quorum-for-a-president/"><em>Streets of Beirut</em>[en] </a>diz:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Do we need to read the constitution in order to know what is the required quorum to elect a president for Lebanon? The answer is no. All we need to do is to figure out the routing that would take Lebanon through the hardest possible path and then we extract the answer. Indeed, every phase the country went through has been a hard one resulting from a sparking of differences in opinion between constituencies.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;Precisamos ler a constituição para saber o que é preciso para se eleger um presidente no Líbano? A resposta é não. Tudo o que precisamos é descobrir a rota que levaria o Líbano para o caminho mais difícil e então extrair a resposta. Realmente, toda fase pela qual este país passou tem sido uma fase difícil resultando de uma rixa entre diferenças de opiniões entre os constituintes.&#8221;</p></blockquote>
<p><a href="http://ibosblog.blogspot.com/2007/08/presidential-bid-and-big-surprise.html"><em>Bob’s Blog[en]</em></a> diz suas razões para se opor à candidatura do General:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Personally I am against his candidacy. I think one general every decade is more than enough! And after our experience with General Lahoud I will need at least two or three decades before I could even consider a former general as the president of Lebanon.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;Pessoalmente sou contra sua candidatura. Acho que um general a cada década já é mais que o suficiente! E depois de nossas experiências com o General Lahoud precisareu de no mínimo duas ou três décadas antes que eu ao menos considere um antigo General como presidente do Líbano.&#8221;</p></blockquote>
<p>Quais são as chances do General Michael Suleiman se tornar nosso próximo presidente?<br />
De um lado, <a href="http://lebanon-update.blogspot.com/2007/08/suleimans-chances-diminishing.html"><em>Lebanon Update</em>[en] </a>vê as chances do General Suleiman se tornar presidente diminuirem:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;How fast the pace of change in Lebanon: last week it seemed that army commander Michel Suleiman was destined to become the new president. Since yesterday, however, opposition against his candidacy has increased so much that his chances are becoming less and less.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;Quão rápido é o rítmo da mudança no Líbano: semana passada parecia que o comendante do exército Michel Suleiman estava destinado a se tornar nosso novo presidente. Desde ontem, entretanto, a oposição a sua candidatura cresceu tanto que suas chances estão diminuindo cada vez mais.</p></blockquote>
<p>Enquanto, do outro lado, <a href="http://beirutspring.com/blog/2007/08/21/washington-opening-up-to-suleiman/"><em>Beirut Spring[en]</em></a> vê que as chances do General está na verdade, aumentando especialmente desde que a administração americana parece estar se abrindo para ele:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Gina Abercrombie-Winstanley, the director of the US state department’s office of Levant affairs told Alhayat that the US “doesn’t mind” changing the Lebanese constitution and that what matters are “the qualities” of the candidate. She even said that the candidate shouldn’t have “a strong link” with Hezbollah, a step down from “no links at all” which meets Suleiman halfway.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;Gina Abercrombie-Winstanley, a diretora do departamento estatal dos E.U.A de assuntos de levantes disse a Alhayat que os E.U.A &#8220;não se importariam&#8221; em mudar a constituição libanesa e o que importa são as &#8220;qualidades&#8221; do candidato. Ela até mesmo disse que o candidato não deveria ter uma &#8220;Ligação forte&#8221; com o Hezbollah, um pouco menos que &#8220;ligação nenhuma&#8221; o que convém a Suleiman.&#8221;</p></blockquote>
<blockquote></blockquote>
<p>Finalmente, e em uma nota diferente, <a href="http://theinnercircle.wordpress.com/2007/08/20/lebanese-week-warp-up/"><em>The Inner Circle[en]</em> </a>relata que apesar de todos os impasses políticos o Líbano ainda tem uma vida noturna vibrante e pergunta:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Are Lebanese fed up with politics?</em></p>
<p><em>Well, it’s the talk of the town, and no better time than today, where politicians feel the public may not be helping their so-called leaders with the current situation, you hardly hear enthusiasm for people to rebel or fight for a cause via each medias outlet by the use of emotional patriotism, and funny enough, it’s only then, when Lebanese society blooms.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;Os libaneses estão cheios de política?</p>
<p>Bem, é o assunto da cidade, e não há dia melhor do que hoje, quando os políticos sentem que o público não está ajudando seus chamados líderes na situação atual, você mal ouve entusiasmo para o povo se rebelar ou lutar por uma causa que a mídia escoa usando patriotismo emocional, e o engraçado é que só assim que a sociedade libanesa floresce.&#8221;</p>
<blockquote></blockquote>
</blockquote>
<blockquote></blockquote>
<p>Mais sobre a próxima eleição presidencial libanesa na semana que vem. Cuidem-se e até mais.</p>
<p align="right">(Texto original <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/moussa-bachir/" title="Posts by Moussa Bashir">Moussa Bashir</a>)</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</em></p>
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		<title>Líbano: Fatwa pela abolição do crime em nome da honra</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/08/14/libano-fatwa-pela-abolicao-do-crime-em-nome-da-honra/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Aug 2007 13:43:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Lebanon]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
De regras a como lidar com homens no Líbano ao significado do nome Lamia, encerramos essa ronda com uma menção nos blogues libaneses de uma fatwa (pronuncionamento religioso) por um dos grandes clérigos do Xiismo que baniu o assassinato por honra [En], o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/08/14/lebanon-fatwa-to-ban-honor-killings/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>De regras a como lidar com homens no Líbano ao significado do nome Lamia, encerramos essa ronda com uma menção nos blogues libaneses de uma fatwa (pronuncionamento religioso) por um dos grandes clérigos do Xiismo que baniu o <em><a href="http://www.answers.com/honor%20killings">assassinato por honra</a></em> [En], o que ele descreve como um “ato repulsivo”.</p>
<p><strong>Regras para lidar com rapazes libaneses</strong></p>
<p>Nossa primeira entrada de hoje é sobre relacionamentos. <a href="http://lebanonreporter.blogspot.com/2007/08/on-becoming-beiruti.html"><em>Lebanon Reporter</em></a> [En] descobriu que as garotas precisam aprender determinadas regras quando passam por Beirute. Essas são as regras necessárias para lidar com os rapazes libaneses e evitar passar uma imagem errada:</p>
<blockquote><p><em>“Every girl you’ll see walking around in Beirut will appear to be very stuck up. But it’s not that they’re really arrogant… It’s more like a facade. If you DON’T act like you’re the princess, you won’t be able to get anything done or go anywhere. Or worse, you could be sending out the wrong message to a guy.<br />
What to do when a guy you don’t like is talking to you:<br />
1) Look extremely bored. Raise an eyebrow, look skeptical, yawn a bit… just get good at using the facial expressions saying: ‘you’re an idiot’.<br />
2) Pretend to be busy. Read something, you need to cross this ultra busy street right now, you’re meeting your boyfriend, whatever. But don’t say you’re married. They will think you’re looking to have fun with someone else since he’s not with you and you’re happily talking to another guy right now.<br />
3) Ignore. ‘What’s your name’ and ‘where are you from’ might seem innocent questions but before you know it, you won’t get rid of the guy.<br />
4) Strut around as if you own the place. Do not make eye contact.<br />
5) NEVER, never ever smile!”</em></p>
<p>“Todas as garotas que você vê passeando em Beirute parecerão ser muito orgulhosas. Mas de fato elas não são arrogantes de verdade… É mais como uma fachada. Se você NÃO agir como se fosse a princesa, você não conseguirá fazer nada ou ir a lugar nenhum. Ou pior, você pode acabar passando a imagem errada para um cara.<br />
O que você deve fazer quando um cara que você não gosta está puxando conversa:<br />
1) Faça uma cara extremamente entediada. Suspenda uma sobrancelha, coloque um ar de cética, boceje um pouco… use e abuse de expressões faciais que digam: ‘você é um idiota’.<br />
2) Faça de conta que você está ocupada. Leia algo, diga que precisa atravessar a rua naquele momento, que você está para se encontrar com seu namorado, qualquer cosia. Mas não diga que você é casada. Eles vão pensar que você quer se divertir com outra pessoa, uma vez que seu marido não está com você e você está jogando conversa fora com outro cara.<br />
3) Ignore. ‘Qual é o seu nome’ e ‘de onde você vem’ podem parecer perguntas inocentes antes que você tenha noção de que você não vai conseguir se livrar do cara.<br />
4) Desfile como se o lugar pertencesse a você. Não olhe nos olhos.<br />
5) NUNCA, nunca mesmo sorria!”</p></blockquote>
<p><strong>Arte e mitologia</strong></p>
<p><a href="http://einmal-ist-keinmal.blogspot.com/2007/08/meet-lamia.html"><em>Einmal-Ist-Keinma</em></a> [En] postou a bela imagem de uma pintura de “Lamia” semi nua. O nome Lamia é popular no mundo árabe. Einmal ist Keinmal nos dá uma idéia do significado do nome Lamia na mitologia grega, assim como em Árabe. E eles significam coisas totalmente diferentes, se não opostas:</p>
<blockquote><p><em>“In Greek mythology:<br />
one of vengeful, bitter mother without children that compensated her children’s death by eating other women’s children.<br />
In Arabic:<br />
The girl with a beautiful darkness in her lips.<br />
Nice and delicate lips.<br />
Dark and hard spears.<br />
Thick and shadowy trees.”</em></p>
<p>“Na mitologia grega:<br />
uma vingativa e amarga mães sem filhos que compensava a morte de sua criança comendo os filhos das outras mulheres.<br />
Em árabe:<br />
A menina com uma bela penumbra nos lábios.<br />
Lábios bonitos e delicados.<br />
Lanças escuras e robustas.<br />
Árvores densas e sombreiros”.</p></blockquote>
<p><strong>Religião</strong></p>
<p>Finalmente, o <em>Human Province</em> [En] relata uma fatwa feita pelo clérigo do Xiismo libanês <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sayyed_Mohammad_Hussein_Fadlallah">Grand Ayatollah Fadlallah</a> [En], na qual <em><a href="http://www.iht.com/articles/ap/2007/08/02/africa/ME-GEN-Lebanon-Honor-Killing.php">ele baniu assassinato em nome da honra</a></em> [En] ou crimes de honra, como ele os chama. Tratam-se de crimes, normalmente assassinatos, cometidos contra pessoas do sexo feminino por membros da família ou parentes, devido ao que esses parentes venham a considerar comportamento ou relacionamento sexuais inaceitáveis:</p>
<blockquote><p><em>“Lebanon’s most senior Shiite Muslim cleric issued Thursday a fatwa, or religious edict, banning honor killings, calling the custom of murdering a female relative for sexual misconduct “a repulsive act.”<br />
The fatwa by Grand Ayatollah Mohammed Hussein Fadlallah was a rare condemnation by a prominent cleric of the practice. Fadlallah’s office said he issued the statement in alarm over reports on an increase in honor killings.”</em></p>
<p>“O mais importante dos clérigos Muçulmanos Shiitas do Líbano emitiu, na quinta-feira,  uma fatwa, ou pronunciamento religioso, banindo o crime em nome da honra, chamando o costume de assassinato de uma parente do sexo feminino por falta de conduta sexual um “ato repulsivo”.<br />
A fatwa emitida por Grand Ayatollah Mohammed Hussein Fadlallah foi uma rara condenação por um clérigo proeminente da religião. O escritório de Fadlallah disse que ele emitiu o pronuncionamento alarmado por causa do aumento do número de casos crime em nome da honra”</p></blockquote>
<p>Existem muito mais blogues interessantes por lá, portanto volte sempre para saber mais!</p>
<p align="right"><em>(texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/moussa-bachir/">Moussa Bashir</a>)</em></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</em></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
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		<title>Síria: Fronteira libanesa e etiqueta de sanitário</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Aug 2007 21:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
A piora das condições para famílias e trabalhadores sírios na borda entre o Líbano e a Síria, pedidos pelo retorno do Monte do Golan, área da Síria ocupada por Israel, a metralhadora Tcheca e etiquetas no sanitário são alguns dos temas discutidos por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/08/09/syria-lebanese-border-and-toilet-etiquette/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>A piora das condições para famílias e trabalhadores sírios na borda entre o Líbano e a Síria, pedidos pelo retorno do Monte do Golan, área da Síria ocupada por Israel, a metralhadora Tcheca e etiquetas no sanitário são alguns dos temas discutidos por blogueiros sírios na ronda dessa semana.</p>
<p>Para começar, <em>Golaniya</em> do <a href="http://ya-ashrafe-nnas.blogspot.com/">Decentering Damascus</a> [En], continua a sua cobertura de suas experiências na fronteira entre o Líbano e a Síria, e a <a href="http://ya-ashrafe-nnas.blogspot.com/2007/07/lebanese-officers-at-lb-borders-those.html">piora das condições para trabalhadores sírios</a> que passam por lá.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Since it was so crowded inside, the hardworking Lebanese officers started to feel hot and annoyed at the yells of children:<br />
- All those who are with children get out!<br />
Get out where exactly? To the waiting hall?? Or under the Summer sun For hours?</em></p>
<p><em>After that, I saw three Lebanese officers dragging by force the Syrian workers from the lines and throwing them outside.<br />
One of workers screamed:<br />
- I have been waiting on this line since 1 o’clock.<br />
It was five o’clock the time when he was dragged outside.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;Considerando que estava superlotado lá dentro, os diligentes oficiais libaneses começaram a sentir calor e a se aborrecerem com os gritos das crianças:<br />
- Todos aqueles com crianças, para fora!<br />
Para fora onde exatamente? Pro corredor de espera?? Ou para baixo do sol de verão por horas?</p>
<p>Depois disso, eu vi três oficiais libaneses arrastando a força os trabalhadores sírios das filas e os jogando do lado de fora.<br />
Um dos trabalhadores gritou:<br />
- Eu estou esperando nessa fila desde 1h em ponto.<br />
Eram cinco horas quando ele foi arrastado para fora.</p></blockquote>
<p><em>Sasa</em> do <em><a href="http://saroujah.blogspot.com/">The Syria News Wire</a></em> [En] escreve sobre <em><a href="http://saroujah.blogspot.com/2007/08/pro-syria-campaign-grows-in-occupied.html">a campanha pró-Síria no Monte do Golan</a></em> (ocupado por Israel desde 1967).</p>
<blockquote><p><em>&#8220;A summer camp has opened in the area of the Syrian Golan Heights which is currently controlled by the Israeli Army.</em></p>
<p><em>Chanting pro-Syrian slogans, they are calling on the Israeli government to hand their land back to Syria.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;Um acampamento de verão foi aberto na área síria do Monte Golan, que no momento está sob controle do Exército de Israel.</p>
<p>Cantando slogans pró-Siria, eles estão pedindo que o Governo de Israel devolva a terra à Síria&#8221;</p></blockquote>
<p>Numa nota mais bem-humorada, <em>Ayman</em> do <a href="http://www.damasceneblog.com/arabic/">The Damascene Blog</a> [Fa] escreve sobre uma experiência familiar de todos os estudantes sírios. <a href="http://www.damasceneblog.com/arabic/2007/08/post-2.html">Seu último exame oral nas aulas de Educação Militar</a>, sobre a  “Metralhadora Tcheca”…</p>
<blockquote>
<p align="right"> ما هذا؟<br />
- لا أعرف.<br />
- حسناً. ماذا هذه؟<br />
- ….<br />
- طيّب ما وظيفتها؟<br />
- لا أعرف.<br />
- لا بد أنك تعرف هذا إذن.<br />
- بصراحة لا<br />
فرغ صبره فأمسك بمخزن الطلقات ورفعه في وجهي<br />
- اسمع. هذا هو المخزن. سأسألك عن اسمه، فإن لم تعرف سترسب في الامتحان.<br />
- حاضر.<br />
- ما هذا؟<br />
- المخزن.<br />
- انصرف. وراء دُر.</p>
<p>- O que é isso?<br />
- Não sei.<br />
- Ok, o que é isso?<br />
- …<br />
- Ok, o que isso faz?<br />
- Não sei.<br />
- Você deve saber dessa aqui então?<br />
- Na verdade, não.<br />
Ele ficou impaciente, segurando o pente de balas da arma contra o meu rosto.<br />
- Escute, isso aqui é um pente de balas. Eu vou perguntar o que é isso, se você não responder, vai ter perdido no exame.<br />
- Sim senhor<br />
- O que é isso?<br />
- O pente de balas.<br />
- Pode ir embora agora.</p></blockquote>
<p>Para finalizar com um dilema interessante que <em>Wassim</em> traz a tona, como explicar para os ocidentais o nosso hábito de se “lavar” após usar o banheiro, a inevitável pergunta <em><a href="http://maysaloon.blogspot.com/2007/07/why-do-you-have-jugbottle-in-bathroom.html">“Por quê você tem uma jarra/garrafa no banheiro?”</a></em> [En] não quer calar.</p>
<blockquote><p>&#8220;The subsequent shock and horror they express when later they are told seems to me incredible but surely it’s more hygienic or am I just being culturally obstinate? I’ve only brought this up because it seems to be something many of my friends seem to encounter when first they visit Western countries. I hear from African and Asian friends that Tashteef (to splash) is also the norm. Why do most people I meet in Europe and America refuse to even consider the concept? Living in a country where the toilet and bodily functions are considered suitable topics for jokes the uneasiness and avoidance of the topic is baffling to say the least!&#8221;</p>
<p>&#8220;O choque e o horror subsequentes que eles expressam quando mais tarde são informados parece, a mim, inacreditável, mas certamente é mais higiênico ou eu estou sendo culturalmente obstinado? Eu só comecei a falar disso porque parece ser algo com que muito de meus amigos se deparam quando eles visitam países ocidentais pela primeira vez. Eu ouço de amigos africanos e asiáticos que o Tashteef (se lavar) também é a normal. Por que a maior parte das pessoas que eu encontro na Europa e América se recusam até a levar a idéia em consideração? Morar em um lugar onde o banheiro e as funções do corpo são considerados assuntos apenas apropriados para piadas, o mal-estar e o evitar do assunto são no mínimo desconcertante!&#8221;</p></blockquote>
<p align="right">(Texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/yazan-badran/">Yazan Badran</a>)</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</em></p>
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