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	<title>Global Voices em Português &#187; Jordan</title>
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	<description>O mundo está falando. Você está ouvindo?</description>
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		<title>Jordânia: Blogueiro denuncia segredo de Estado</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/03/28/jordania-blogueiro-denuncia-segredo-de-estado/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/03/28/jordania-blogueiro-denuncia-segredo-de-estado/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 02:56:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Maestre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Afghanistan]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
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		<description><![CDATA[O blogueiro jordano Rami Abdelrahman blogou sobre um segredo bem guardado a respeito do envolvimento de seu governo na guerra do Afeganistão - e está recebendo a atenção mal-vista dos serviços de inteligência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/carlosmaestre/'>Carlos Maestre</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/03/26/jordan-blogger-exposes-a-state-secret/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<p>O blogueiro jordano <em><a href="http://ramiswall.blogspot.com/">Rami Abdelrahman</a></em> [en] blogou sobre um segredo bem guardado a respeito do envolvimento de seu governo na guerra do Afeganistão - e está recebendo a atenção mal-vista dos serviços de inteligência.</p>
<p>Tudo começou há alguns dias, quando o jornalista global e pesquisador da mídia, que vive na Suécia, <a href="http://ramiswall.blogspot.com/2009/03/jordanian-military-forces-in.html">publicou</a> [en] e comentou em um resumo de <em><a href="http://politics.theatlantic.com/2009/03/annals_of_secrecy_jordan.php">The Atlantic</a></em> [en], no qual se refere a documentos recentemente abertos da OTAN, que revelam a extensão do envolvimento da Jordânia na guerra contra o terrorismo.</p>
<p>O documento, segundo <em>The Atlantic</em>:</p>
<blockquote><p>…includes Jordan as being among the countries that are part of the international forces in Afghanistan, but it also includes the notice that Jordan doesn&#39;t want its name in the public domain, fearing the internal repercussions</p></blockquote>
<div class="translation">…inclui a Jordânia como estando entre os países que fazem parte das forças internacionais no Afeganistão, mas também inclui a nota que a Jordânia não quer seu nome no domínio público, temendo repercussões internas</div>
<p>O outro país árabe citado no documento são os Emirados Árabes Unidos.</p>
<p><em>Abdelrahman</em> ressalta:</p>
<blockquote><p>The kind of cooperation that has been long considered a national “secret,” by demand of the Jordanian government, but is well known to other partners involved.</p></blockquote>
<div class="translation">O tipo de cooperação foi por muito tempo considerada um &#8220;segredo&#8221; nacional, por ordem do governo jordano, mas é bem conhecida para outros parceiros envolvidos.</div>
<p>Sobre o &#8220;segredo&#8221; não tão secreto, ele indaga:</p>
<blockquote><p>Wouldn&#39;t the NATO and its Middle Eastern allies do better if they were more transparent to their citizens about deals that would eventually be exposed? Why is there such need to hide, providing much space for opposition to fabricate stories and conspiracy theories and sell it cheap to the masses? Why leave us all, global citizens, resort to arbitrary interpretation, just when the need for public support is paramount? Anyone?</p></blockquote>
<div class="translation">A OTAN e seus aliados no Oriente Média não fariam algo mais certo se tivessem mais transparência com seus cidadãos a respeito de assuntos que poderiam eventualmente ser expostos? Por que há tanta necessidade em escondê-los, dando tanto espaço para a oposição confeccionar estórias e teorias conspiratórias para vendê-las barato às massas? Por que deixar a todos nós, cidadãos globais, à deriva de interpretações arbitrárias, justo quando a necessidade de apoio público é vital? Alguém se habilita?</div>
<p>No dia seguinte, <em>Abdelrahman</em> continuou com outra <a href="http://ramiswall.blogspot.com/2009/03/proof-of-jordans-participation-in.html">publicação</a>, que inclui um link para o arquivo PDF do documento aberto que a &#8220;Jordânia não quer que se torne público&#8221;. O arquivo está hospedado em <a href="http://wikileaks.org/"><em>Wikileaks</em></a>, um site que publica <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wikileaks">documentos de conteúdo sensível, enviados por anônimos</a>.</p>
<p><a href="http://www.wikileaks.org/leak/nato-master-narrative-2008.pdf"></a></p>
<div id="attachment_64597" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px;"><a href="http://www.wikileaks.org/leak/nato-master-narrative-2008.pdf"><img class="size-medium wp-image-64597" title="jordanisaf" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/03/jordanisaf-300x210.jpg" alt="O documento aberto da OTAN, obtido em Wikileaks (PDF)" width="300" height="210" /></a></p>
<p class="wp-caption-text"><a href="http://www.wikileaks.org/leak/nato-master-narrative-2008.pdf">O documento da OTAN</a></p>
</div>
<p>Ele destaca:</p>
<blockquote><p>I am publishing this just to be on the safe legal side, and to maintain the credibility of this blog and my reputation as a journalist, after publishing two days ago a blog post about Jordan keeping its participation from the international force in Afghanistan a secret to its own citizens. The original blog post can be found <a href="http://ramiswall.blogspot.com/2009/03/jordanian-military-forces-in.html">here</a>.</p></blockquote>
<div class="translation">Estou publicando isto apenas para estar do lado legal, e para manter a credibilidade do meu blog e minha reputação como jornalista, depois de publicar, há dois dias, uma postagem sobre a Jordânia manter segredo dos seus próprios cidadãos sobre sua participação nas forças internacionais no Afeganistão. A publicação original pode ser encontrada <a href="http://ramiswall.blogspot.com/2009/03/jordanian-military-forces-in.html">aqui</a>.</div>
<p>Abdelrahman também nos fala sobre visitantes indesejados que foram vistos rondando seu blog depois desta primeira postagem:</p>
<blockquote><p>Interestingly, analyzing readership statistics and domain addresses for those who monitored the blog, I found some interesting readers:</p>
<blockquote><p><strong>US Army Information Systems Engineering Command, (Headquarters Usaisc)</strong>, visited 3 times on 24th March 2009, at 13:50:24, 13:50:38 and 13:51:22.</p>
<p><strong>Royal Jordanian Hashemite Court (Rhc)</strong> visited once on 24th March 2009, 15:37:29</p>
<p><strong>Jordanian Intelligence Department (gid.gov.jo)</strong> visited 12times (So far) on 24th March 2009  between 17:42:27, and 18:37</p>
<p><strong>Jordanian Intelligence Department</strong> (gid.gov.jo) visited 12times (So far) on 24th March 2009 between 17:42:27, and 18:37:32</p></blockquote>
<p>….among many other unique visitors between yesterday and today. I find it perplexing that no one leaves an official comment to explain, why does Jordan want to keep this a secret, when Jordanians understand and accept its alliances</p></blockquote>
<div class="translation">
<blockquote><p>Interessantemente, analisando as estatísticas de leitores e endereços de domínios para aqueles que monitoram o blog, encontrei leitores interessantes:</p>
<blockquote><p><strong>Comando de Engenharia em Sistemas de Informação do Exército dos EUA, (quartéis generais )</strong>, visitado 3 vezes no dia 24 de março de 2009, às 13:50:24, 13:50:38 e 13:51:22.</p>
<p><strong>Real Tribunal Jordano Hashemí (Rhc)</strong> visitado uma vez no dia 24 de março de 2009, 15:37:29</p>
<p><strong>Departamento de Inteligência Jordano (gid.gov.jo)</strong> visitado 12 vezes (até agora) no dia 24 de março de 2009, entre 17:42:27 e 18:37:32</p></blockquote>
<p>….entre muitos outros visitantes únicos entre ontem e hoje. Acho perplexante ninguém deixar um comentário oficial para explicar por quê a Jordânia quer manter isto um segredo, quando os jordanos entendem e aceitam seus aliados</p></blockquote>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Blogueiros árabes lutam contra a &#8220;judaização&#8221; de Jerusalém</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/03/21/arab-bloggers-rally-against-the-judaization-of-jerusalem/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/03/21/arab-bloggers-rally-against-the-judaization-of-jerusalem/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2009 17:37:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alfredo Feres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arabic]]></category>
		<category><![CDATA[Cyber-Ativismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Na medida em que as autoridades israelenses expulsam os residentes árabes e destroem suas casas em Jerusalém, blogueiros árabes se organizam para que isto não passe desapercebido. Outro blogueiro propõe a designação de uma semana para blogar por Jerusalém.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/anas-qtiesh/">Anas Qtiesh</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/alfredoferes/'>Alfredo Feres</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/02/26/arab-bloggers-rally-against-the-judaization-of-jerusalem/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><dl class="wp-caption alignright" style="width: 212px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://commons.wikipedia.org/wiki/Image:Jerusalem_from_mt_olives.jpg"><img title="Jerusalem Old City from Mount of Olives." src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/05/Jerusalem_from_mt_olives.jpg/202px-Jerusalem_from_mt_olives.jpg" alt="Jerusalem Old City from Mount of Olives." width="202" height="132" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd zemanta-img-attribution" style="font-size: 0.8em;">Imagem do <a href="http://commons.wikipedia.org/wiki/Image:Jerusalem_from_mt_olives.jpg">Wikipedia</a></dd>
</dl>
<p>Jerusalém, “Al-Quds” em árabe, é um tema central do conflito israelo-palestino. A anexação de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/East_Jerusalemhttp://">Jerusalém Oriental</a> por Israel, com base na <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jerusalem_Lawhttp://">&#8220;Lei de Jerusalém&#8221;</a>, foi amplamente condenada pelas Nações Unidas e suas instâncias correlatas. <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/United_Nations_Security_Council_Resolution_478">A resolução 478 do Conselho de Segurança</a> (aprovada em 1980), resultou na saída de quase todas as embaixadas estrangeiras de Jerusalém.</p>
<p>As autoridades israelenses são criticadas pelas políticas em vigor que vão na direção de promover uma maioria judaica e &#8220;judaizar&#8221; Jerusalém pela expulsão dos árabes e demolição de suas casas em Jerusalém Oriental, com o argumento de que eles não possuem alvarás de construção, bem como por tornar extremamente difícil para um árabe obter um.</p>
<p>De  acordo com um relatório do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/World_Bank">Banco Mundial</a>, o número de violações de construção registradas entre 1996 e 2000 foi de quatro vezes e meia maior nas áreas judaicas, mas houve quatro vezes menos ordens de demolição expedidas em Jerusalém Ocidental comparado com a parte Oriental.</p>
<p><a href="http://english.aljazeera.net/programmes/insidestory/2009/02/20092249200719336.html">O último ato de desapropriação</a> foi interpretado como um ultraje pelos blogueiros árabes. Khaled Alsoud, da Jordânia, <a href="http://blogs.albawaba.com/khaledalsoud/70760/2009/02/23/121422-">fala a respeito</a> da situação dos árabes na cidade:</p>
<blockquote><p>20000 ألف مقدسي فقدوا حقهم بالإقامة عبر سحب البطاقات الزرقاء من 6000 رب عائلة و12000منزل مهدد بالهدم من قبل الدولة الصهيونية و جدار الفصل العنصري الذي أخرج 151423 مقدسي خارج إطار مدينة القدس ومنع التواصل بكافة أشكاله مع المقدسيين الذين احتجزوا داخل المدينة، كما في القدس 23 حاجز صهيوني يقطع أوصال المدينة ويعيق \أو يمنع\ أهلها من التواصل فيما بينهم أو مع الآخرين خارج الجدار.<br />
والآن وجهت دولة الاحتلال الصهيوني إنذارات لـ 88 عائلة”1500 مقدسي” بالإخلاء وذلك لهدم بيوتهم بحجة التراخيص، وإنشاء حديقة عامة مكان تلك البيوت وفي أخطر وأوسع عملية تهجير منذ حي المغاربة.</p></blockquote>
<div class="translation">Vinte mil residentes de Jerusalém perderam seus direitos de residência através da retirada de cartões azuis de seis mil famílias; doze mil casas estão sob ameaça de demolição pelo Estado Sionista e o muro do “apartheid”, o qual apartou 151.423 residentes da cidade e proibiu todas as formas de comunicação como os que ficaram presos dentro dela.  Al Quds (Jerusalém) tem vinte e três cruzamentos a dividindo e obstruindo, ou ainda proibindo seus habitantes de se comunicarem entre eles e com os que se encontram do lado de fora do muro.<br />
Agora, o Estado Sionista de ocupação emitiu avisos de desapropriação para 88 famílias (mil e quinhentas pessoas) para a demolição de suas casas sob a premissa de que eles não possuem  as devidas permissões, com o intuito de estabelecer um parque no mesmo lugar, no que constitui a maior e mais perigosa desapropriação desde a demolição do Quarteirão Marrroquino.</div>
<p><a href="http://www.syriangavroche.com/2009/02/25.html">Syriangavroche emite sua análise da situação</a> [ar]:</p>
<blockquote><p>من الواضح أن كل هذه الأمور تجري بغية فرض أمر واقع قبيل أي جلسة مفاوضات مع الجانب الفلسطيني بخصوص القدس, فإفراغ القدس من سكانها العرب شكلاً و مضموناً هو إعادة بناء واقع جديد يمكن فرضه على الجانب الآخر و خصوصاً إن كان جانباً ضعيفاً مثل السلطة الوطنية الفلسطينية.</p></blockquote>
<div class="translation">É obvio que os acontecimentos estão indo na direção de forçar um fato consumado antes de haver alguma sessão de negociação com respeito ao lado palestino de Jerusalém, esvaziando-a de seus habitantes árabes, o que significa reconstruir uma realidade inteiramente nova que pode ser forçada para o outro lado, especialmente se for o mais fraco, como a Autoridade Nacional Palestina.</div>
<p>Jafra <a href="http://jafra78.blogspot.com/2009/02/blog-post_25.htmlhttp://">traz à memória</a> [ar] o assassinato de importantes literatos pelo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mossadhttp://">Mossad</a>, como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ghassan_Kanafani">Ghassan Kanafani</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wael_Zwaiter">Wael Zuaiter</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Naji_al-Ali">Naji Al Ali</a>, dando ênfase na importância do conhecimento e da cultura na dinâmica do conflito:</p>
<blockquote><p>الفكرة و القلم و العلم اهم من الاسوار العالية واهم و بنادق مصوبة و قناص ينتظر و طائرة تبحث عن هدف</p></blockquote>
<div class="translation">O pensamento, a caneta, e o conhecimento são mais importantes que os altos muros e rifles apontados, um atirador de elite e um avião procurando um alvo.</div>
<p>Ela pleiteia apoio para as festividades do <a href="http://www.alquds2009.org/english.php">Al Quds Capital da Cultura Árabe de 2009</a> [ar]:</p>
<blockquote><p>انا الان و هم ايضا في القدس لا يدعونكم لمجزرة و لا لحرب او اعلان ثورة<br />
هو مجرد دعوة لدعم هذا الحدث لجعله يليق بالقدس</p></blockquote>
<div class="translation">Eles em Al Quds, e eu, não estamos chamando para um massacre, uma guerra, nem uma declaração de uma revolução. Este é apenas um convite para apoiar o evento e fazer jus a Al Quds.</div>
<p>Alghait da Síria <a href="http://alghait.wordpress.com/2009/02/23/%D8%A3%D8%B3%D8%A8%D9%88%D8%B9-%D8%A7%D9%84%D8%AA%D8%AF%D9%88%D9%8A%D9%86-%D9%85%D9%86-%D8%A3%D8%AC%D9%84-%D8%A7%D9%84%D9%82%D8%AF%D8%B3/">pede</a> [ar] aos blogueiros sírios para criar um “Blog para a Semana Al Quds”.</p>
<blockquote><p>من بين الضجيج العذب للمدونات السورية أدعو نفسي وإياكم أن نخصص أسبوع للتدوين من أجل القدس كما كان الأول للجولان<br />
أدعو نفسي وإياكم أن نعمل لإخواننا كما عملنا لأنفسنا<br />
ولتكن من المدونات السورية أولاً ..</p></blockquote>
<div class="translation">À parte do doce barulho dos blogs sírios, eu demando que vocês estabeleçam uma semana para blogar por Al Quds, do mesmo modo que fizemos durante a Semana de Blogar por Golan.<br />
Eu  peço para que todos nós trabalhemos por nossos irmãos assim como fizemos por nós mesmos.<br />
Deixem os blogs sírios liderarem o caminho.</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mundo Árabe: Ligações para Gaza e guerra Tech contra Israel</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/01/13/mundo-arabe-ligacoes-para-gaza-e-guerra-tech-contra-israel/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/01/13/mundo-arabe-ligacoes-para-gaza-e-guerra-tech-contra-israel/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 23:53:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Blogueiros estão conclamando leitores a pegarem o telefone – e ligarem para os moradores de Gaza para lhes mostrar solidariedade. Do outro lado do espectro, ativistas palestinos estão pedindo aos leitores que liguem para oficiais israelitas - e desperdicem o tempo deles, assim como bombardeiem seus aparelhos de faxes e caixas de e-mail com mensagens. Amira Al Hussaini relata essa guerra tecnológica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/01/13/arab-world-phoning-gaza-and-the-tech-war-on-israel/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<p>Blogueiros estão conclamando leitores a pegarem o telefone – e ligarem para os moradores de Gaza para lhes mostrar solidariedade. Do outro lado do espectro, ativistas palestinos estão pedindo aos leitores que liguem para oficiais israelitas - e desperdicem o tempo deles, assim como bombardeiem seus aparelhos de faxes e caixas de e-mail com mensagens.</p>
<p>Da Jordânia, <em><a href="http://mkhawaja.jeeran.com/archive/2009/1/773037.html">Mohd Khawahja</a></em> [en], que bloga no <em>Shoot 4 The Moon</em>, compartilha sua idéia da maneira a seguir:</p>
<blockquote><p>I&#39;m sure that protesting is really a supportive action, in addition to in-kind and financial donations and other common means of support. But, I&#39;m writing now to suggest another effective powerful way to support people in Gaza morally, and make feel them how much we do sympathize with them; it is basically to call them!?</p>
<p>Yes, you can really support people at Gaza by calling them and telling them how much we are proud of their persistence, braveness and resistance against this inhuman barbarian strike on Gaza. I&#39;ve tried it and I can tell you how they would love to listen to us and find a listening ear from you as well.</p></blockquote>
<div class="translation">Tenho certeza que o protesto é de fato uma ação de suporte, além de doações em espécie e por meio de outras formas de apoio comuns. Mas agora estou escrevendo para sugerir uma outra forma de apoio muito eficaz para ajudar a levantar a moral do povo de Gaza, e mostrar-lhes o quanto simpatizamos com eles: é basicamente telefonar lá!</p>
<p>Sim, você pode apoiar as pessoas em Gaza de verdade, ligando para elas e dizendo o quanto estamos orgulhosos da sua persistência, bravura e resistência contra essa barbaridade desumana que assola Gaza. Tentei e posso dizer a vocês que eles gostariam de ouvir o que temos a dizer e encontrar um ouvido pronto para ouvir a eles também.</p>
</div>
<p>O plano dele é tão simples quanto parece. Ele acrescenta:</p>
<blockquote><p>To call a random number in Gaza, all you need to do is to dial:</p>
<p>+970828 XXXXX   (add a random number composed of 5 digits)<br />
+970820 XXXXX<br />
+970821 XXXXX</p></blockquote>
<div class="translation">Para ligar para um número aleatório em Gaza, você só precisa discar:</p>
<p>+970828 XXXXX   (acrescente um número qualquer de 5 dígitos)<br />
+970820 XXXXX<br />
+970821 XXXXX</p>
</div>
<p><em>Khawaja</em> também incentiva que leitores gravem e disponibilizem online as conversas travadas com moradores de Gaza.</p>
<p>A blogueira árabe-americana <em><a href="http://tooteh.com/2009/01/my-phone-call-to-gaza.html">Batoul A</a></em> [en] que se identifica como uma muçulmana circassiana, tomou coragem e ligou para um número aleatório em Gaza. Batoul explica:</p>
<blockquote><p>Today, I called Gaza. A random household, just pressed random numbers and listened for the line to be picked up… and it was. I was astonished. As if it was unexpected and I was in disbelief. My sentences became fragmented to the Palestinian lady on the other side of the line while I gathered my strength and voice back to its normal.</p>
<p>[…]</p>
<p>For a bit she spoke and I listened but I was slowly losing my strength to her words. I wanted to cry. I want to shelter her feelings somewhere dear in my heart and keep them safe. I wanted to give her warmth. Gosh, I wanted to be with her…. at least, I wouldn&#39;t be feeling so guilty so ashamed, so helpless!</p></blockquote>
<div class="translation">Hoje, eu liguei para Gaza. Um número doméstico aleatório, apenas teclei apenas números aleatórios e esperei a ligação ser atendida&#8230; e foi isso. Fiquei espantada. Como se fosse algo inesperado, e eu não estivesse acreditando. Minhas frases para a senhora palestiniana do outro lado da linha saíram fragmentadas, enquanto eu reestabelecia a minha força e voz de volta ao normal.</p>
<p>[&#8230;]</p>
<p>Ela falou por um tempinho e eu escutei, mas eu estava lentamente perdendo a minha força diante de suas palavras. Eu queria chorar. Queria abrigar seus sentimentos em algum cantinho no meu coração e mantê-los seguros. Eu queria dar-lhe carinho. Caramba, eu queria estar com ela&#8230; pelo menos, eu não estaria me sentindo tão culpada, tão envergonhada, tão impotente!</p>
</div>
<p>Enquanto isso, o blogueiro palestino <em><a href="http://sabbah.biz/mt/archives/2009/01/12/action-alert-fax-israel/">Haitham Sabbah</a></em> [en] está encabeçando uma campanha com o objetivo de bombardear telefones, celulares, faxes e e-mails de oficiais israelitas. Ele descreve os objetivos de sua campanha da seguinte forma:</p>
<blockquote><p>1. Bombard their phone/mobile/fax lines with anti-war, anti-Zionist messages. This can be in the form of calls, faxes or even sms&#39;s;<br />
2. Waste the time of these war criminals as much as possible. Some of them are doing nothing else but jumping on the TV screens to spread lies and hatred. They justify killing Palestinian children and civilians;<br />
3. Directly delivering to them the message that we are disgusted by what they are doing and they should stop now;<br />
4. Show them the magnitude of support that Palestinians have after the world witnessed their war crimes in Gaza.</p></blockquote>
<div class="translation">1. Bombardeie as linhas de telefone/celular/fax com mensagens contra a guerra e anti-sionistas. Isto pode ser feito na forma de telefonemas, fax ou mesmo mensagens de SMS;<br />
2. Desperdice o tempo destes criminosos de guerra o tanto quanto possível. Alguns deles não estão fazendo nada, apenas aparecendo nas telas da TV para espalhar mentiras e ódio. Eles justificam a morte de crianças e civis palestinos;<br />
3. Envie-lhes diretamente a mensagem de que estamos enojados com o que eles estão fazendo e que eles deveriam parar agora;<br />
4. Mostre-lhes a magnitude do apoio que o mundo palestino alcançou após o mundo ter testemunhado seus crimes de guerra em Gaza.</div>
<p><em><a href="http://mysticsmuses.wordpress.com/2009/01/12/tech-war-against-israel/">Mystic&#39;s Muses</a></em> [en] empresta sua voz à campanha, dizendo:</p>
<blockquote><p>Dare to Join the Tech War?<br />
Let us all jam/bombard/flood/block the landlines, mobiles, fax lines, and in-boxes of Israeli War Criminals with messages! Do not let these barbaric terrorists enjoy even a single second of the massacre they are perpetrating!</p></blockquote>
<div class="translation">Se atreve a entrar na guerra tecnológica?<br />
Vamos todos emtupir/bombardear/inundar/bloquear os telefones fixos, celulares, linhas de fax e caixas de entrada dos criminosos de guerra israelitas com mensagens! Não deixe que esses terroristas bárbaros gozem de um único segundo sequer do massacre que estão cometendo!</div>
<p>A blogueira, em seguida, alerta aos leitores para que tomem preucações para garantir as suas privacidades.</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Censura de informações sobre Israel e Palestina no Facebook</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/01/05/censura-de-informacoes-sobre-israel-e-palestina-no-facebook/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/01/05/censura-de-informacoes-sobre-israel-e-palestina-no-facebook/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 22:03:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cyber-Ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra & Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Internet & Telecoms]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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		<category><![CDATA[Liberdade de Expressão]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Enquanto o Facebook vem se tornando cada dia mais uma plataforma para a organização política e debate, muitos começam a observar que conteúdos publicados no site estão desaparecendo. Neste post, Jillian York analisa reclamações de blogueiros israelenses e árabes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/jillian-york/">Jillian York</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/01/05/is-facebook-censoring-information-on-israel-and-palestine/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>O <a href="http://facebook.com/">Facebook</a> chegou às <a href="http://bits.blogs.nytimes.com/2009/01/02/breastfeeding-facebook-photos/">manchetes da imprensa tradicional</a> [En] na semana passada quando <a href="http://www.indybay.org/newsitems/2008/12/27/18556608.php">censurou uma fotografia</a> [En] de uma mãe amamentando. Enquanto o Facebook vem se tornando cada dia mais <a href="http://www.thejewishweek.com/viewArticle/c41_a14435/News/Short_Takes.html">uma poderosa plataforma de organização política e debate</a> [En], muitos começam a observar que conteúdos publicados no site estão desaparecendo.</p>
<p>A <a href="http://www.thejidf.org/2008/12/facebook-censoring-content-and-other.html">Jewish Internet Defense Force</a> [&#8221;Força Judaica de Defesa na Internet&#8221;, em inglês], que se descreve como um &#8220;grupo de protesto não-violento que partilha preocupações sobre conteúdos antisemíticos na rede, assim como conteúdos que promovam o terrorismo em sites como o Facebook, YouTube, Wikipedia, Google Earth, Blogger, e outros sites e forums da internet&#8221; vem expressando preocupações sobre a censura de seus conteúdos no Facebook (embora eles mesmos pareçam ser favoráveis à censura de conteúdos alheios):</p>
<blockquote><p>* ….. by clicking on link on Facebook which takes people here, which is a story about the terrorist organization responsible for the attacks in Mumbai being involved on Facebook itself. It was a topic of a conversation in a Facebook group, which originally occurred here: www.facebook.com/topic.php?uid=2204704082&amp;topic=6904 (as you can see in the screencap)</p>
<p>* However, now that conversation is gone! What happened to it, Facebook? This is not the first time we have noticed this phenomenon. Many threads in various pro-Israel and pro-JIDF groups have mysteriously disappeared!</p>
<p>* It seems Facebook is extremely active in censoring content which might be “anti-Facebook” to some extent, yet the Jew hatred and promotion of Islamic terrorism remains.</p>
<p>* We tried to send the following message out to all our JIDF Facebook group members over 5 hours ago and it is either not going to go through, seriously delayed, or Facebook is censoring our content:</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;&#8230; ao clicar em um link no Facebook que traz as pessoas até aqui, que é um relato sobre o envolvimento da organização terrorista responsável pelos ataques em Mumbai com o Facebook. Tratava-se de um tópico de uma conversa em um grupo do Facebook, que originalmente ocorreu aqui: www.facebook.com/topic.php?uid=2204704082&amp;topic=6904 (como você pode ver na captura de tela)</p>
<p>Contudo, agora a conversa desapareceu! O que aconteceu com ela, Facebook? Esta não é a primeira vez que percebemos este fenômeno. Muitos tópicos em vários grupos pró-Israel ou pró-JIDF desapareceram misteriosamente!</p>
<p>Pelo que parece, o Facebook está sendo extremamente ativo em censurar conteúdo que possa ser &#8216;anti-Facebook&#39; de alguma forma, embora o ódio aos Judeus e a promoção do terrorismo islâmico permaneça.</p>
<p>Nós tentamos enviar a mensagem a seguir para todos os membros do grupo JIDF no Facebook há mais de 5 horas e ela nunca chegou a ser enviada, ou está muito atrasada, ou o Facebook está censurando seu conteúdo:&#8221;</p>
</div>
<p>Embora o JIDF acredite que o &#8220;ódio aos Judeus e a promoção do terrorismo Islâmico&#8221; permaneça no Facebook, parece que os apoiadores da Palestina e de Gaza estão tendo seus conteúdos censurados também. <em><a href="http://twitter.com/rebelliousgirl">Rebelliousgirl</a></em> [En] relatou no Twitter que o Facebook a impediu de usar <a href="http://hashtags.org/">hashtags</a> [En]:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-54872" title="rebelliousgirl" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/01/rebelliousgirl.png" alt="" width="359" height="188" /></p>
<div class="translation">&#8220;No Facebook, eu as vezes não posso escrever #gaza ou #palestine. O Facebook não me deixa, e diz que outros usuários do Facebook são contra.&#8221;</div>
<p>O blogueiro jordaniano <em>Jad Madi</em>, que descreve a si mesmo simplesmente como &#8220;do Oriente Médio&#8221;, <a href="http://jadmadi.net/blog/2009/01/04/my-name-now-is-gaza-jad-madi/">mudou seu nome</a> [En] no site para &#8220;Gaza Jad Madi&#8221; hoje depois de descobrir as alegadas censuras no Facebook:</p>
<blockquote><p><a href="http://thesugarcubes.net/2009/01/04/is-facebook-violating-our-right-to-free-expression/">Facebook started to delete anti zionist content</a>, we need to draw the maximum attention to Gaza cause, changing your first name into Gaza should help.</p>
<p>My name now is Gaza Jad Madi</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;O Facebook começou a apagar conteúdo anti-sionista, e nós precisamos chamar a máxima atenção pra a causa de Gaza, e mudar o seu primeiro nome para Gaza pode ajudar.<br />
Meu nome agora é Gaza Jad Madi.&#8221;</div>
<p>O blog para o qual <em>Gaza Jad Madi</em> linka é o <em>Shuger Cuebs</em>, que pergunta: &#8220;Estará o Facebook violando o nosso direito à liberdade de expressão?&#8221;. O blogueiro palestino <a href="http://thesugarcubes.net/2009/01/04/is-facebook-violating-our-right-to-free-expression/">diz</a> [En]:</p>
<blockquote><p>A friend of mine had to go through such an irritating experience with the facebook administration; according to Ibrahim Mughrabi, facebook has deleted content on his personal profile related to the “Zionist attacks on Gaza”. He says he’s been contacted by the administration and warned that he’d be suspended from posting stuff on facebook if he continues to do so!</p>
<p>So much for free speech and equal rights for everyone in this world.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Um amigo meu passou por uma experiência muito irritante com a administração do Facebook. De acordo com Ibrahim Mughrabi, o facebook apagou conteúdos em seu perfil pessoal relacionados com o &#8216;Ataque sionista a Gaza&#39;. Ele diz que foi contactado pela administração do site e avisado de que ele teria sua capacidade de publicar coisas no facebook suspensa se ele continuasse publicando estas coisas!<br />
Que beleza de liberdade de expressão e de igualdade de direitos para todos neste mundo.&#8221;</div>
<p>E você? Já teve alguma experiência de censura no Facebook? Conte-nos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>As roqueiras da Arábia Saudita</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/12/10/as-roqueiras-da-arabia-saudita/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/12/10/as-roqueiras-da-arabia-saudita/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 17:52:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Egypt]]></category>
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		<description><![CDATA[Um grupo de garotas da Arábia Saudita está se fazendo ouvir - de uma forma nunca vista antes no conservador país. O "The Accolade" é uma banda de rock só de meninas que está causando um burburinho na blogosfera. Veja algumas reações dos blogueiros da região.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/12/09/saudi-girls-rock/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<p>Um grupo de garotas sauditas está fazendo com que suas vozes sejam ouvidas - e de uma forma nunca antes vista na conservadora Árabia Saudita.</p>
<p>Escrevendo no <a href="http://muslimahmediawatch.org/2008/11/27/rock-on-saudi-arabias-all-girl-rock-band/"><em>Muslimah Media Watch</em></a> [en], Ethar dá a notícia:</p>
<blockquote><p>The internet is abuzz with talk about an all new rock band, The Accolade. Nothing special, you would think, until you realize that not only are the members all women, but all <em>Saudi</em> women.</p></blockquote>
<p class="translation">A internet está em alvoroço com conversas sobre uma banda de rock novinha em folha, <em>The Accolade</em>. Nada de especial, você diria, até  perceber que além de todos os integrantes serem mulheres, todas elas são mulheres <em>sauditas</em>.</p>
<p>E o fato delas serem mulheres sauditas é o que faz a banda alcançar os holofotes do mundo inteiro:</p>
<blockquote><p>On the day the band made the <a href="http://www.nytimes.com/2008/11/24/world/middleeast/24saudi.html?hp">front page</a> of <em>The New York Times</em> (NYT), their ‘friends’ on their <a href="http://www.myspace.com/accoladeofficial">MySpace page</a> went from 17 to 584. Today, only four days later, they have almost 1,000 friends, over 130,000 profile views, and comments from people in Italy, Spain, Korea, Sweden, Mexico, Germany and the USA (to name a few) saluting them and wishing them luck. That’s in addition to almost 1,000 fans on their <a href="http://www.facebook.com/pages/The-AccoLade/34431383715?ref=ts">Facebook page</a>.</p></blockquote>
<p class="translation">No dia em que a banda chegou à <a href="http://www.nytimes.com/2008/11/24/world/middleeast/24saudi.html?hp">primeira página</a> do The New York Times (NYT), a quantidade de &#8220;amigos&#8221; na <a href="http://www.myspace.com/accoladeofficial">página do MySpace</a> dela passou de 17 para 584. Hoje, apenas quatro dias depois, já são quase 1.000 amigos, mais de 130.000 visitas no perfil, e comentários de pessoas na Itália, Espanha, Coréia, Suécia, México, Alemanha e dos Estados Unidos (só para citar alguns) saudando a banda e desejando-lhe boa sorte. Sem contar os quase 1.000 fãs em sua <a href="http://www.facebook.com/pages/The-AccoLade/34431383715?ref=ts">página no Facebook</a>.</p>
<p>Ethar continua:</p>
<blockquote><p>The band is made up of four college students: 21-year-old Dina (the guitarist) and her 19-year-old sister Dareen (bass guitarist), along with Lamia (vocals) and Amjad (keyboard). <a href="http://themetalreporter.blogspot.com/2008/11/spotlight-on-saudi-arabia-accolade.html">Here’s</a> a short interview with them.</p></blockquote>
<p class="translation">A banda é formada por quatro estudantes universitárias: Dina (guitarrista), de 21 anos, e sua irmã de 19 anos Dareen (baixista), junto com Lamia (vocais) e Amjad (teclado). Veja <a href="http://themetalreporter.blogspot.com/2008/11/spotlight-on-saudi-arabia-accolade.html">aqui</a> [en] uma rápida entrevista com elas.</p>
<p>Do Egito,  Zeinobia vê a notícia no <a href="http://egyptianchronicles.blogspot.com/2008/11/first-saudi-underground-ladies-rock.html"><em>Egyptian Chronicles</em></a> [en] e escreve:</p>
<blockquote><p>To be honest I was surprised ,I think this is the first Saudi Rock group ever , the hip hop and Rap are much popular than rock as I know in KSA. Also I thought they would sing in Arabic, some of the rock bands in Egypt do sing in Arabic. Anyhow good luck to them,hopefully no one would harm them insh Allah (by the will of God).</p></blockquote>
<p class="translation">Para ser sincero, fiquei surpreso, acho que esta é a primeira banda de rock saudita da história, sei que o hip-hop e o rap são muito mais populares do que rock no Reino da Arábia Saudita. Eu também achei que elas cantavam em árabe, algumas das bandas de rock no Egito cantam em árabe. De qualquer maneira, boa sorte para elas, esperemos que ninguém venha a prejudicá-las, insh Allah (deus queira).</p>
<p><a href="http://www.jazarah.net/blog/the-accolade-saudi-arabias-first-all-girl-rock-band-you-better-believe-it/"><em>Jazarah</em></a>, da Jordânia, coloca links para a canção Pinocchio no <a href="http://www.youtube.com/watch?v=gHex47Jht3k"><em>YouTube</em></a> e observa:</p>
<blockquote><p>The Accolade is a rock band from Saudi Arabia, the unusual thing is that the band members all girls, yes Saudi girls, of course they didn’t go public, but they dream of performing live in Dubai, do you think it’s happening? This is their first hit, Pinocchio:</p></blockquote>
<p class="translation">O <em>The Accolade</em> é uma banda de rock da Arábia Saudita, a coisa mais fora do comum é que os membros da banda são todas as meninas, sim, moças da Arábia, claro que elas não aparecem em público, mas sonham em se apresentarem em Dubai, você acha que vai rolar? Este é seu primeiro hit delas, <em>Pinocchio</em>:</p>
<div class="youtube-video"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/gHex47Jht3k&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/gHex47Jht3k&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p>Escrevendo no <em><a href="http://www.mideastyouth.com/2008/11/24/saudi-girls-rocking-it/">Mideast Youth</a></em>, Rasha da Arábia Saudita, deixa algumas pistas sobre o que torna a banda tão especial. Ela explica:</p>
<blockquote><p>In an ultra conservative country such as Saudi Arabia, an all female rock band is not exactly the norm! These four college students were brave enough to follow their dreams and stand against the tides of a society that is hardly forgiving to such taboos.</p></blockquote>
<p class="translation">Em um país ultra-conservador como a Arábia Saudita, uma banda  feminina não é exatamente a regra! As quatro estudantes universitárias foram corajosas o suficiente para seguir seus sonhos e remarem contra as marés de uma sociedade que praticamente não perdoa tabus como esses.</p>
<p>Rasha diz mais:</p>
<blockquote><p>These girls live in Jeddah, which is known to have a much more relaxed atmosphere than other parts of the kingdom. There are more and more male bands and concerts playing openly for the public, and you can even notice that there is less segregation between the genders in restaurants and shopping malls.</p>
<p>I have visited Jeddah a few weeks back. It really felt as if I had entered another country! People are much more relaxed and women can actually be comfortable in their own skin! unlike other areas of Saudi Arabia where women are made to feel awkward just by their mere presence in public.</p>
<p>But still, an all girls rock band does break so many social chains even in Jeddah. They won’t be able to perform in public unless they do private parties or for all girls only. None the less , their music is being heard and downloaded from inside and outside the kingdom.</p></blockquote>
<p class="translation">Essas meninas moram em Jidá, cidade que é conhecida por ter uma atmosfera muito mais descontraída do que outras partes do reino. Há mais  e mais bandas masculinas e shows rolando abertamente em público, e se pode até perceber que há menos segregação entre os sexos, nos restaurantes e shoppings.<br />
Visitei Jidá algumas semanas atrás. Parecia mesmo que  tinha entrado em outro país! As pessoas são muito mais relaxadas e as mulheres podem  mesmo se sentirem confortáveis na própria pele! Ao contrário de outras áreas da Arábia Saudita, onde as mulheres são obrigadas a sentir-se estranhas apenas pela mera presença em público.<br />
Mas mesmo assim, uma banda rock só de garotas quebra muitas correntes sociais, mesmo em Jidá. Elas não poderão se apresentar em público a não ser que façam festas privadas, apenas para meninas. Apesar disso, sua música está sendo ouvido e baixada dentro e fora do reino.</p>
</div>
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		<title>Jordânia: Anuência aos Crimes de Honra</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/23/jordania-anuencia-aos-crimes-de-honra/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 20:13:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porAmira Al Hussaini  &#183; Traduzido por Daniel Duende &#183;  Veja o post original 
Da Jordânia, Naseem Tarawanah [En] nos apresenta um panorama chocante sobre os crimes de honra em seu país, onde os juízes parecem concordar com tais ações.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/09/23/jordan-honour-crimes-condoned/ '>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Da Jordânia, <em><a href="http://www.black-iris.com/2008/09/23/a-man-is-valued-by-his-sisters-behaviour-ruling-on-an-honor-crime/">Naseem Tarawanah</a></em> [En] nos apresenta um panorama chocante sobre os <a href="http://feministactual.blogspot.com/2006/06/crime-de-honra.html">crimes de honra</a> em seu país, onde os juízes parecem concordar com tais ações.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jordânia: O Videoblog da Rainha Rania</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/04/jordania-o-videoblog-da-rainha-rania/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 02:55:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Rainha Rania, da Jordânia, foi considerada a mais famosa videoblogueira do mundo árabe pela Blogger Times, uma revista sobre blogues produzida por blogueiros árabes, depois do sucesso obtido por uma série de vídeos lançados pela rainha para tentar combater os estereótipos associados ao mundo árabe.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/lasto-adri/">Lasto Adri</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/09/03/jordan-queen-ranias-video-blogging/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>A <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rania_da_Jord%C3%A2nia"><em>Rainha Rania</em></a>, da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jord%C3%A2nia">Jordânia</a>, foi considerada a mais famosa videoblogueira do mundo árabe pela <a href="http://bloggers-times.blogspot.com/2008/07/blog-post_30.html">Blogger Times</a> [Ar], uma revista sobre blogues produzida por blogueiros árabes, depois do <a href="http://globalvoicesonline.org/2008/04/01/jordan-royal-debut-on-youtube/">sucesso obtido</a> [En] por uma série de vídeos lançados pela rainha para tentar combater os estereótipos associados ao mundo árabe.</p>
<p>De acordo com o artigo [Ar]:</p>
<blockquote><p>تجلس الملكة رانيا العبد الله داخل مكتبها الفسيح في عمان بالأردن بينما تركز عليها ثلاث كاميرات.<br />
الكاميرتان الأولى والثانية هما للبي بي سي في حين أن الكاميرا الثالثة هي لأعضاء مكتبها، والكاميرات الثلاث تصور أحدث حلقة من برنامجها الذي يُبث في قناتها الخاصة المسماة V-log على موقع يوتوب الخاص بمقاطع الفيديو.<br />
وهذه هي الحلقة السابعة أو الفيديو السابع منذ أن بدأت الملكة رانيا بث أحاديثها على موقع يوتوب في شهر مارس/آذار الماضي.<br />
وتلقي الملكة رانيا أحاديثها باللغة الإنجليزية، إذ تطلب من المشاهدين أن يخبروها ببعض الصور النمطية التي سمعوها عن العالم العربي حتى يتسنى لها “تفكيكها واحدة تلو الأخرى”.<br />
قد لا تكون عقيلة العاهل الأردني عبد الله الثاني، الشخصية العامة الوحيدة التي تستخدم موقع يوتوب الذي يقبل على مشاهدته ملايين المشاهدين؛ فهناك سياسيون وملوك في مناطق مختلفة من العالم قد أنشأوا مواقع لهم على شبكة الإنترنت.<br />
لكن ما تتفرد به الملكة رانيا عن الباقي هو أنها الشخصية العربية الوحيدة التي تستخدم الإنترت للانخراط في حوار مع الغرب والترويج للخطاب الإسلامي المعتدل.<br />
تقول الملكة رانيا مازحة “ابني المراهق شخص قليل الكلام لكن انطباعه (بشأن الأحاديث) كان “جيدا”، وبالتالي فإن انطباع المشاهدين لا بد أن يكون جيدا”.<br />
ويبدو أن زوار موقع يوتوب يتفقون معه فيما ذهب إليه إذ أن ما يربو على مليوني مشاهد شاهدوا حلقات الفيديو التي بثتها على موقع يوتوب.<br />
وتضم هذه الحلقات تسجيلات لها إضافة إلى مساهمات من موسيقيين وكوميدييين مختلفين ومواطنين أردنيين.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;A Rainha Rania Al Abdullah está sentada dentro de seu espaçoso escritório em Amman, na Jordânia, com três câmeras focalizadas nela. A primeira e a segunda são da BBC, enquanto a terceira câmera é da equipe de seu escritório. As três câmeras estavam gravando o mais recente episódio de seu programa, que é disponibilizado em um canal especial do YouTube, mais conhecido como Vlog. Este é o sétimo programa/vídeo desde que ela começou a publicar no YouTube, em março passado, onde ela fala em inglês e convida aqueles que assistem a discutir os estereótipos que eles vem ouvindo sobre o mundo árabe, para que ela possa &#8216;desbancá-los um após o outro&#39;.<br />
Talvez a esposa do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Abdullah_II_da_Jord%C3%A2nia">Rei Abdullah Segundo da Jordânia</a> não seja a única figura pública a usar o YouTube, que vem sendo acessado por milhões de pessoas. Há outros políticos e reis em diferentes regiões do mundo que também criaram sites pessoais na internet.<br />
Mas o que é único a respeito da Rainha Rania é que ela é a única figura árabe que usa a internet para criar um diálogo com o Oeste para promover um discurso islâmico moderado.<br />
A Rainha Rania fala brincando: &#8216;Meu filho adolescente é uma pessoa quieta, que por natureza não fala muito, mas a sua impressão a respeito de meus discursos foi &#8216;boa&#39;, e então a opinião dos que assistem deve ser boa também&#39;.<br />
Pelo que parece os visitantes do YouTube concordam com ele, já que por volta de 2 milhões de usuários assistiram seus programas publicados no YouTube; que incluem, além de suas gravações, contribuições de vários músicos, comediantes e cidadãos da Jordânia.&#8221;</div>
<p>O artigo continua:</p>
<blockquote><p>وأتاح ظهور الملكة رانيا على الشبكة العنكبوتية لها إمكانية تلقي انتقادات الملايين من الناس.<br />
وأسرت الملكة لي قائلة ” عندما قلبت في ذهني فكرة بث تسجيلات لي على موقع يوتوب، نظر إلي بعض الناس وكأنني فقدت صوابي تماما”.<br />
وتابعت قائلة “أشعر أن عالمنا يعيش أزمة في الوقت الراهن؛ فالعنف حل محل الحوار والغضب حل محل العطف”.<br />
ومضت قائلة “آمل أن تصبح هذه القناة قناة اتصال وتواصل بين الشرق والغرب لأنني أعتقد جازمة أن عالمنا في أمس الحاجة إلى ذلك”.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;A aparição da Rainha Rania em seu canal na internet deu a ela a chance de receber as críticas de milhões de pessoas. Como ela me disse: &#8216;Quando a idéia me veio à cabeça, algumas pessoas olharam para mim como se eu tivesse enlouquecido completamente&#39;. Ela continuou: &#8216;Eu sinto que o nosso mundo está em crise neste momento, a violência tomou o lugar do diálogo e a raiva tomou o lugar da compaixão&#39;.<br />
&#8216;Eu tenho a esperança de que este canal torne-se um canal de comunicação e uma ponte entre o Oriente e o Ocidente, porque eu acredito firmemente que o nosso mundo precisa muito disso&#39;.&#8221;</div>
<p>Abaixo, a Rainha <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ITzOc35Sfu4">fala</a> sobre o trabalho que vem disponibilizando no YouTube [En].</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ITzOc35Sfu4&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/ITzOc35Sfu4&amp;hl=en&amp;fs=1" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Você pode acompanhar a Rainha Rania em seu canal <a href="http://www.youtube.com/queenrania">clicando aqui</a> [En].</p>
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		<item>
		<title>Arabeyes: Há fundamentos legais para o indiciamento de Al-Bashir?</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/07/30/arabeyes-ha-fundamentos-legais-para-o-indiciamento-de-al-bashir/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 21:12:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bahrain]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde o dia 14 de julho, quando foi levantada a possibilidade de que o presidente sudanês Omar Hassan Al Bashir seja indiciado pela Corte Criminal Internacional (ICC), blogueiro à volta do mundo vem reagindo à questão. Hoje, nós visitamos alguns blogues do Oriente Médio e Norte da África para descobrir como eles se sentem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/jillian-york/">Jillian York</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/07/30/arabeyes-any-legal-foundations-for-al-bashirs-indictment/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>O Promotor-Chefe da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Corte_Penal_Internacional">Corte Criminal Internacional</a> (ICC), Luis Moreno-Ocampo, acusou o presidente sudanês <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Omar_Hasan_Ahmad_al-Bashir">Omar Hassan Al-Bashir</a> de ter responsabilidade criminal por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Genoc%C3%ADdio">genocídio</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Crime_contra_a_humanidade">crimes contra a humanidade</a>, e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Crime_de_guerra">crimes de guerra</a> cometidos na região de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Darfur">Darfur</a> desde 2003.</p>
<p><a href="http://globalvoicesonline.org/author/rebekah-heacock/">Rebekah Heacock</a> relatou o <a href="http://globalvoicesonline.org/2008/07/16/african-bloggers-reactions-to-charges-against-al-bashir/">acontecido</a> [En]. O potencial caso se provou controverso na blogosfera, com reações do <a href="http://globalvoicesonline.org/2008/07/26/sudan-whos-next-after-al-bashir-on-the-us-hit-list/">Sudão</a> [En], <a href="http://globalvoicesonline.org/2008/07/27/bahrain-omar-al-bashir-and-the-cross-eyed-justice/">Bahrain</a> [En] e outros lugares aparecendo no radar do Global Voices Online. Hoje, nós vamos observar as reações do Oriente Médio e Norte da África.</p>
<p>O blogueiro jordaniano <em>The Black Iris</em>, <a href="http://www.black-iris.com/2008/07/20/prosecuting-the-arab-league/">respondendo</a> [En] a comentários de que a Corte Criminal Internacional estaria minando a soberania sudanesa, disse:</p>
<blockquote><p>Maybe leaders all over the world should be frightened. I mean, after all, the ICC is an objective and legitimate court and their pursuit for justice is universal. Hence, it’s only a matter of time before they issue warrants for other known war criminals and I’d imagine that at the top of that list, <a href="http://www.nogw.com/warcrimes.html">President Bush</a>, Tony Blair, Donald Rumsfeld and Dick Cheney would all be invited to see the inside of the The Hague.</p>
<p>I wonder what the criteria is.</p>
<p>Is it the <a href="http://www.guardian.co.uk/world/2008/mar/19/iraq">body count</a>?</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Talvez os líderes do mundo devessem estar assustados. Quer dizer, afinal o ICC é uma corte legítima e objetiva e sua busca por justiça é universal. Portanto, é só uma questão de tempo até que eles enviem intimações para outros conhecidos criminosos de guerra, e eu imagino que os primeiros da lista seriam o Presidente Bush, Tony Blair, Donald Rumsfeld e Dick Cheney, que seriam todos convidados para conhecer o interior de Haia.<br />
Eu me pergunto qual será o critério.<br />
Será que é a contagem de corpos?&#8221;</div>
<p>Do Bahrain, <em>Mahmood&#39;s Den</em> <a href="http://mahmood.tv/2008/07/23/vituperation/">também está interessado</a> [En] nos critérios:</p>
<blockquote><p><a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/africa/7520991.stm">Albasheer’s</a> head is sought by the ICC but the effervescent and wholly useful Arab League and the similarly described African Union won’t have that - and we know why don’t we? Any one of their members could be earmarked next!</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;A cabeça de Albasheer está a prêmio no ICC mas a efervescente e muito útil Liga Árabe, e a semelhantemente descrita Liga Africana, não gostaram nada disso &#8212; e nós sabemos por quê, não sabemos? Qualquer um de seus membros poderia ser o próximo marcado para o abate!&#8221;</div>
<p>O blogue libanês <em>Les Politiques</em> adiciona um link para <a href="http://www.lemonde.fr/afrique/article/2008/07/15/darfour-la-cpi-fait-beaucoup-de-politique-et-peu-de-droit_1073688_3212.html">uma entrevista</a> [Fr] com <a href="http://www.ceri-sciences-po.org/cherlist/marchal.php">Roland Marshal</a> [En], dizendo:</p>
<blockquote><p>For Roland Marchal, researcher in political science in France, the recent ICC case against sudanese president Omar Al-Bashir has no legal foundations and is going to delay peace efforts in Sudan, exacerbate the current tensions, and embolden the rebellion.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Para Roland Marshal, estudioso de ciências políticas na França, o recente caso do ICC contra o presidente Omar Al-Bashir não tem fundamentos legais e vai atrasar os eforços de paz no Sudão, exacerbar as atuais tensões e fortalecer a rebelião.&#8221;</div>
<p><em>Ali Alarabi</em>, escrevendo no <em>Mideast Youth</em>, também está <a href="http://www.mideastyouth.com/2008/07/14/the-case-for-sudan/">preocupado</a> [En] com a legalidade de tal indiciamento:</p>
<blockquote><p>Indeed there are legal questions with the regards to the legality of the indictment and a possible international arrest warrant against President Bashir and whether president Bashir is entitled to an immunity or not. In light of the fact that Sudan is not a signatory to the Roma Statute that established the Criminal Court makes this case a very complicated legal case that opens the question whether this statute can only bind states that are party to it and not others who are not such as the United Sates, and whether the security council resolution 1593 that refers the case to the Court did or can imply the removal of immunity of a sitting head of state or not.</p>
<p>Aside form the humanitarian crises that arose out of this conflict, we must not forget that Sudan, the state, is entitled to preserve its geographical integrity and prevent any party domestic or international from break the country up through armed struggle.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;De fato há questionamentos legais em relação à legalidade do indiciamento e possível ordem internacional de prisão contra o presidente Bashir, e se o presidente Bashir tem direito à imunidade ou não. O fato de que o Sudão não é um signatário do Estatuto de Roma, que estabeleceu a Corte Criminal, faz com que este seja um caso legal muito complicado. Isso abre o questionamento sobre se este estatuto só pode ser imposto sobre estados signatários, e não sobre outros que não o são, como os Estados Unidos, e se a resolução do conselho de segurança 1593 que envia o caso à corte deve ou pode implicar na remoção da imunidade de um chefe de estado em exercício.<br />
À parte das crises humanitárias que vieram deste conflito, nós não podemos nos esquecer que o Sudão, o Estado, tem o direito de preservar sua integridade geográfica e evitar que qualquer grupo doméstico ou internacional tente repartir o país através de conflito armado.&#8221;</div>
<p>O blogueiro então conclui que, indiferente de seu indiciamento, o presidente do Sudão tem algumas responsabilidades:</p>
<blockquote><p>That said however, President Bashir should do more to help his country to come out of this ugly war and bring Darfur and its tribes back to the fold of Sudan on equal footing with peaceful resolution to this tragic conflict. But with this indictment, the international community is exasperating the problem and complicates matters even worse especially for all of the innocent victims in Sudan.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Dito tudo isso, o presidente Bashir faria mais para ajudar seu país se saísse desta guerra horrível e trouxesse Darfur e suas tribos de volta para o seio do Sudão, em pé de igualdade, com uma solução pacífica para este trágico conflito. Mas com este indiciamento, a comunidade internacional está piorando o problema e complicando ainda mais as coisas, tornando-as ainda piores para todas as vítimas inocentes no Sudão.&#8221;</div>
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		<title>Jordânia: Iniciativa Online de Apoio à Arte</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/06/18/jordania-iniciativa-online-de-apoio-a-arte/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 23:19:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porAmira Al Hussaini  &#183; Traduzido por Daniel Duende &#183;  Veja o post original 
O blogue palestino Sugar Cubes [En] chama a atenção para o JoCr8 - uma nova iniciativa online para apoiar a arte e conectar pessoas criativas na Jordânia.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/06/18/jordan-online-initiative-to-support-art/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>O blogue palestino <a href="http://thesugarcubes.net/2008/06/15/jordans-creative-community/">Sugar Cubes</a> [En] chama a atenção para o <em>JoCr8</em> - uma nova iniciativa online para apoiar a arte e conectar pessoas criativas na Jordânia.</p>
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		<title>Masdar: Jordânia planeja cidade com neutralização de carbono</title>
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		<pubDate>Wed, 21 May 2008 01:13:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porJuliana Rotich  &#183; Traduzido por Daniel Duende &#183;  Veja o post original 
Arab Environment Watch [Observatório Ambiental Árabe, em inglês] publica notícias sobre Masdar, dizendo que &#8220;estas são notícias empolgantes vindas dos planejadores da cidade de Masdar, a primeira cidade com neutralidade de carbono no mundo.&#8221;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/afromusing/">Juliana Rotich</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/05/20/masdar-a-carbon-neutral-city-planned-in-jordan/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><a href="http://www.arabenvironment.net/archive/2008/5/571771.html"><em>Arab Environment Watch</em></a> [Observatório Ambiental Árabe, em inglês] publica notícias sobre <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Masdar">Masdar</a>, dizendo que &#8220;estas são notícias empolgantes vindas dos planejadores da cidade de Masdar, a primeira cidade com neutralidade de carbono no mundo.&#8221;</p>
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		<title>Jordânia: Cinco jornalistas jordanianos aprisionados</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 07:09:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Jordan]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade de Expressão]]></category>
		<category><![CDATA[Middle East & North Africa]]></category>
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		<description><![CDATA[Cinco jornalistas jordanianos foram sentenciados a três meses de prisão cada, em dois casos separados, por quebrar as leis do país. Os blogueiros jordanianos se levantam contra este recente ataque à liberdade de expressão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/03/20/jordan-five-jordanian-journalists-jailed/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Cinco jornalistas jordanianos foram <a href="http://www.ifex.org/en/content/view/full/91766/">sentenciados</a>[en] a três meses de prisão cada, em dois casos separados, por quebrar as leis do país. Os blogueiros jordanianos se levantam contra este recente ataque à liberdade de expressão.</p>
<p>De acordo com o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Interc%C3%A2mbio_Internacional_de_Liberdade_de_Express%C3%A3o"><em>Intercâmbio Internacional de Liberdade de Expressão</em></a>, &#8220;dois dos principais jornais diários jordanianos, &#8216;<em>Ad-Dustour</em>&#8216; e &#8216;<em>Al Arab Al Yawm</em>&#8216;, foram considerados culpados pelo judiciário por publicar uma notícia a respeito de uma ação judicial movida por um jordaniano contra a decisão dos juízes de privá-lo de sua cidadania&#8221; no primeiro caso. No segundo, um artigo de um escritor satírico a respeito do Conselho Superior de Mídia foi considerado difamatório pela corte.</p>
<p>Escrevendo no <em>Black Iris of Jordan</em> [&#8221;Iris Negra da Jordânia, En], <a href="http://www.black-iris.com/2008/03/18/the-sky-has-fallen-more-jordanian-media-atrocities/">Naseem Tarawnah pergunta</a>[en]:</p>
<blockquote><p>&#8220;When HM King Abdullah said some time ago that “<a href="http://www.onthemedia.org/yore/transcripts/transcripts_031805_wild.html">the sky is the limit</a>” when it comes to press freedoms, I don’t think this is what he had in mind.<br />
What more can I say?<br />
Nothing.&#8221;</p></blockquote>
<p class="translation"> &#8220;Quando Sua Majestade o Rei Abdullah disse há algum tempo que &#8216;o céu é o limite&#39; quando o assunto é a liberdade de imprensa, eu não acho que era isso que ele tinha em mente. O que mais posso dizer? Nada.&#8221;</p>
<p><em><a href="http://www.mentalmayhem.net/mental_mayhem/2008/03/the-slow-demise.html">Mental Mayhem</a></em>[en] está ultrajada com a situação e escreve:</p>
<blockquote><p> &#8220;I lost hope in freedom of the press in Jordan a long time ago. I can&#39;t remember exactly when but I think it goes back to my early twenties when I first joined the ranks of repressed Jordanian journalists. I have written about violations of press freedom on this blog many times, then I got tired of it. Until when, really? Things seem to be going from bad to worse.&#8221;</p></blockquote>
<p class="translation">&#8220;Eu perdí a esperança sobre a liberdade de imprensa na Jordânia há muito tempo. Eu não consigo me lembrar exatamente quando foi, mas acredito que foi lá pelo início dos meus vinte anos quando eu me juntei às fileiras dos jornalistas jordanianos reprimidos. Eu escreví a respeito das violações da liberdade de imprensa neste blogue muitas vezes, e então eu me cansei disso. Até quando, na verdade? As coisas parecem estar indo de mal a pior.&#8221;</p>
<p>E então ela completa:</p>
<blockquote><p> &#8220;Since when is reporting on a court case a crime in Jordan? I&#39;m baffled.&#8221;</p></blockquote>
<p class="translation">&#8220;Desde quando relatar um caso judicial é crime na Jordânia? Estou chocada.&#8221;</p>
<p><a href="http://linasturmoil.blogspot.com/2008/03/journalists-sentenced-to-jail.html"><em>Lina Ejeilat</em></a>[en] também faz as seguintes perguntas:</p>
<blockquote><p>&#8220;So it&#39;s against the law for the press to debate court rulings. But I&#39;m a bit confused as to what this exactly entails. Don’t we criticize reduced sentences in so-called honor crimes all the time? Is that against the law?<br />
Of course, we all want to be living in a country where no one is above the law, but that doesn’t mean the law is perfect the way it is and cannot be scrutinized. Commenting on the law or criticizing it, and abiding by it are not mutually exclusive.&#8221;</p></blockquote>
<p class="translation">&#8220;Então é contra a lei que a imprensa debata decisões judiciais. Mas eu estou um pouco confusa a respeito do que isso quer dizer exatamente. Não criticamos as sentenças reduzidas nos assim chamados crimes de honra o tempo todo? Isso é contra a lei? É claro, todos nós queremos viver em um país em que ninguém está acima da lei, mas isso não quer dizer que a lei é perfeita do jeito que está e não pode ser questionada. Comentar as leis e criticá-las, e obedecer às mesmas, não são mutuamente excludentes.&#8221;</p>
<p><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">clique aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">clique aqui</a>.</em></p>
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		<title>Jordânia: Busca por esposa no Oriente Médio</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 20:32:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jan Alyne Barbosa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porAmira Al Hussaini  &#183; Traduzido por Jan Alyne Barbosa &#183;  Veja o post original 
&#8220;Um dos mais odiados rituais no Oriente Médio, é o apavorante &#8220;Busca por esposa&#8221;. Não se trata apenas da pilha de nervos para o potencial noivo e sua família. Mas também é considerado humilhante para as senhoras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/janalyne/'>Jan Alyne Barbosa</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/03/17/jordan-wife-seeking-in-the-middle-east/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>&#8220;Um dos mais odiados rituais no Oriente Médio, é o apavorante &#8220;Busca por esposa&#8221;. Não se trata apenas da pilha de nervos para o potencial noivo e sua família. Mas também é considerado humilhante para as senhoras que vêem no ritual uma humilhação para a mulher&#8221;, escreve <em><a href="http://blog.sweetestmemories.com/default.asp?Display=1275">Qwaider</a></em>, da Jordânia.</p>
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		<title>Iraque: Perdão da Jordânia aos iraquianos refugiados</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/02/17/iraque-perdao-da-jordania-aos-iraquianos-refugiados/</link>
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		<pubDate>Sun, 17 Feb 2008 13:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jan Alyne Barbosa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porAmira Al Hussaini  &#183; Traduzido por Jan Alyne Barbosa &#183;  Veja o post original 
As ruas da Jordânia estão agitadas hoje após o disparo da economia subsidiária, elevando os preços ao máximo; entretanto, após a discussão sobre o alto custo de refugiados iraquianos no país, o governo da Jordânia supostamente perdoou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/janalyne/'>Jan Alyne Barbosa</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/02/16/iraq-jordan-pardons-overstaying-iraqis/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>As ruas da Jordânia estão agitadas hoje após o disparo da economia subsidiária, elevando os preços ao máximo; entretanto, após a discussão sobre o alto custo de refugiados iraquianos no país, o governo da Jordânia supostamente perdoou a pesada multa de 1,5 JD por dia aos 360 mil iraquianos em &#8220;situação irregular&#8221;. Esta medida foi presumivelmente adotada a pedido do vice-presidente, Tariq al-Hashimi (Eu me dei conta antes de adicionar o S antes do nome de sua excelência), que afirmou que este movimento iria encorajar iraquianos a regressarem para casa, em função da melhoria das condições de segurança no Iraque atualmente &#8220;, explica o blogueiro iraquiano, <em><a href="http://ejectiraqikkk.blogspot.com/2008/02/jordan-pardons-staying-fines-of-iraqis.html">Abbas Hawazin</a></em>, que vive na Jordânia.</p>
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		<title>Palestina: Gaza sob cerco</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/01/24/palestina-gaza-sob-cerco/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 21:13:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jan Alyne Barbosa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porAmira Al Hussaini  &#183; Traduzido por Jan Alyne Barbosa &#183;  Veja o post original 
Blogueiros da região estão acrescentando suas vozes a um protesto internacional, à medida em que a Faixa de Gaza cai na escuridão. O bloqueio israelense de quatro dias sobre a faixa culminou no fechamento de sua única [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/janalyne/'>Jan Alyne Barbosa</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/01/21/palestine-gaza-under-seige/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Blogueiros da região estão acrescentando suas vozes a um <a href="http://www.voanews.com/english/2008-01-21-voa38.cfm">protesto internacional</a>, à medida em que a Faixa de Gaza cai na escuridão. O bloqueio israelense de quatro dias sobre a faixa culminou no <a href="http://www.guardian.co.uk/israel/Story/0,,2244252,00.html">fechamento</a> de sua única central elétrica do território devido à falta de combustível.</p>
<p><strong>Jordânia:</strong></p>
<p>Da Jordânia, Khalida <a href="http://www.anolitasmind.com/2008/01/21/darkness-shadows-gaza-%E2%80%A6/">explica</a> a situação do lugar:</p>
<blockquote><p>Sometimes there aren’t enough words to describe what we are witnessing and what the news keep shoving down our throats every morning till we reached a point that nothing surprises us anymore, but what is happening in Gaza comes as a shock that leaves the majority of us speechless and helpless …</p>
<p>In a time and life that human rights are becoming a major factor in how societies are governed … in a world that the international community is judging the backward Middle East because of honor crimes, poverty, violence against women and primitive culture … the same community is standing still to watch as Gaza is being crucified and executed … it is cold and they don’t have heat … they are cut out from the rest of the world … and as well as they are dying by bullets and military attacks; they are also being killed by hunger and cold …</p>
<p>I choose to raise my voice to say STOP … ENOUGH … Life is not a game and just because they reside in Gaza … it does not make their lives of any less value than any other human in any part of the world …</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Às vezes não há palavras suficientes para descrever o que estamos testemunhando e o que as notícias nos empurram goela abaixo todas as manhãs, até que chegamos a um ponto que nada nos surpreende mais, de modo que o que se passa em Gaza vem como um choque que deixa a maioria de nós sem palavras e desamparados…</p>
<p>Em um tempo em que os direitos humanos estão se tornando um fator importante na forma como sociedades são governadas… em um mundo que a comunidade internacional está julgando o Oriente Médio por crimes de honra, pobreza, violência contra as mulheres e cultura primitiva… a mesma comunidade está de pé para assistir como Gaza está sendo crucificada e executada… está frio e eles não têm como se aquecerem… estão isolados do resto do mundo… e, também estão morrendo por balas e ataques militares; estão morrendo também por causa da fome e do frio&#8230;</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Decidi levantar a voz para dizer PARE&#8230; É SUFICIENTE… A vida não é um jogo e só porque eles residem em Gaza… não faz com que suas vidas tenham um valor menor do que qualquer outro ser humano de qualquer parte do mundo…</p>
</blockquote>
<p><strong>Palestina:</strong></p>
<p id="result_box" dir="ltr"><em>Umm Khalil</em>, da Palestina, publica <a href="http://umkahlil.blogspot.com/2008/01/west-bank-bantustan.html">aqui</a> links para cobertura noticiosa sobre a crise. Ela também disponibiliza fotos do bombardeamento israelita do Ministério do Interior palestino, onde uma mulher morreu e 46 pessoas, que foram assistir a um casamento realizado nas proximidades, ficaram feridas.</p>
<p><strong>Egito: </strong></p>
<p>Hossam Al Hamalawy, do Egipto, <a href="http://arabist.net/arabawy/2008/01/21/gaza_massacres_photos/">publica</a> um e-mail recebido de <em><a href="http://arabist.net/arabawy/2008/01/21/gaza_massacres_photos/">Mohammad Omar</a></em>, na Palestina.<br />
A mensagem diz:</p>
<blockquote><p>Where to start…, what to talk about…? The crippling electricity shortages, affecting hospitals as well as civilians? The<br />
air strikes &amp; on-going, daily bombings by the Israeli army, their indiscriminate targeting of civilians and police stations…? Israel ’s non-accidental, enforced starvation of 1.5 million people by closing off ALL borders and not allowing in even UN aid, let alone basic medicinal, food, and construction needs…?</p>
<p>Shortages of fuel have re-surfaced in Gaza : most of Gaza has no electricity and even more importantly, the shortage of medicine in Palestinian hospitals continues to increase, with the Ministry of Health reporting a looming humanitarian catastrophe.</p>
<p>Or should I begin with the bomb which just hit a wedding close to the Ministry of Interior building in Gaza City , with 15 apartment buildings within the bomb’s target range? One woman was killed and 47 others were injured –mostly children and women who had been inside their homes or playing on the street!!</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Por onde começar …, o que falar sobre…? O enfraquecimento e o déficit da electricidade, afetando hospitais assim como civis? Os ataques aéreos e em curso, bombardeamentos diários pelo exército israelita, atingindo<br />
indiscriminadamente civis e postos policiais? Não é por acidente que Israel faça cumprir a fome de 1,5 milhão de pessoas ao fechar TODAS as fronteiras e não permitindo sequer a ajuda das Nações Unidas, para não falar de medicamentos básicos, alimentação e materiais de construção…?</p>
<p>A escassez de combustível tem re-aparecido em Gaza: a maioria em Gaza não tem electricidade e mais importante ainda, a falta de medicamentos em hospitais Palestinos continua a aumentar, com o Ministério da Saúde relatando uma catástrofe humanitária ameaçadora.</p>
<p>Ou deveria começar com a bomba que atingiu apenas um casamento perto do edifício do Ministério do Interior na cidade de Gaza, com 15 edifícios dentro do alvo de abrangência da bomba? Uma mulher foi morta e 47 outras pessoas ficaram feridas - a maioria delas, crianças e mulheres que estavam dentro de suas casas ou brincando na rua!</p></blockquote>
<p>Ainda no Egito, <em>Zeinobia</em> <a href="http://egyptianchronicles.blogspot.com/2008/01/siege-of-gaza-and-end-of-egyptian-role.html">lamenta</a> o papel (ou falta de) em lidar com a crise. Ela reclama:</p>
<blockquote><p>I will start with the bitter fact that the Egyptian role as leading country in the Arab world , as if Egypt does not care I found today that Saudi Arabia is calling for immediate urgent Arab summit in Cairo to discuss what is going in Gaza for Siege , the Saudi Arabia is the one that is calling for immediate summit , not Egypt, Egypt is the one that should call for this summit immediately , with my all respect to Saudi Arabia.</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Vou começar com o amargo fato de que o papel do Egito como país líder no mundo árabe, como se o país não se importasse, eu acho que hoje a Arábia Saudita está pedindo urgência imediata à cúpula Árabe no Cairo para discutir o que está acontecendo em Gaza para estabelecer fronteiras, a Arábia Saudita é a única que está convocando uma cúpula imediata, não o Egito, que é o único que deveria fazê-lo, com todo o meu respeito a Arábia Saudita.</p>
</blockquote>
<p>Em Gaza, o blogueiro escreve:</p>
<blockquote><p>Now let&#39;s go to Gaza , one of the worst things ever in the problem is that Egypt is exporting natural gas to Israel for the cheapest price ever that created a loss to us where the people in Gaza are in terrible siege</p>
<p>Already the least thing Egypt can do is to open the borders and send immediate medical aids to the Great people of Gaza who hided our soldiers and officers in 1967 ..</p>
<p>People shame on the world and shame on us .</p>
<p>Gaza has no light or power in the middle of terrible winter. This is a conspiracy to get rid not only from Hamas but from the people of Gaza, these people are suffering in the worst way ever.</p>
<p>Agora vamos para Gaza, uma das piores coisas desse problema é que o Egipto está exportando gás natural para Israel pelo preço mais barato que criou uma perda para nós, onde as pessoas em Gaza estão em um terrível cerco<br />
O mínimo que Egito pode fazer é abrir as fronteiras e enviar ajuda médica imediata para o Grande povo de Gaza que protegeu nossos soldados e oficiais em 1967 ..<br />
As pessoas se envergonham do mundo e se envergonham de nós.</p>
<p>Gaza não tem luz e eletricidade no meio desse inverno terrível. Trata-se de uma conspiração para livrar-se não apenas do Hamas, como também das pessoas de Gaza, essas pessoas estão sofrendo da pior maneira.</p>
<p><strong>Líbano: </strong></p></blockquote>
<p>Do Líbano, <em>Green Resistance</em>, <a href="http://greenresistance.wordpress.com/2008/01/21/269/">exige</a> apenas isso.</p>
<blockquote><p>Resistance. What does that mean? “the act or power of resisting, opposing, or withstanding” … and “the capacity of an organism to defend itself against harmful environmental agents”</p>
<p>Gaza is in darkness.  Where is our cry? Where is our resistance?</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Resistência. O que significa isto? &#8220;O ato ou poder de resistir, de se opor, ou suportar…&#8221; e &#8220;a capacidade de um organismo de se defender contra agentes nocivos ambientais&#8221;</p>
<p>Gaza está na escuridão. Onde está o nosso grito? Onde está a nossa resistência?</p></blockquote>
<p>Ainda no Líbano, <em>Ibn Bint Jbeil</em> <a href="http://ibnbintjbeil.blogspot.com/2008/01/gaza-palestine.html">publica</a> uma série de pinturas e desenhos para expressar o sofrimento em Gaza. Ele também escreve:</p>
<blockquote><p>Gaza, Palestine, the largest concentration camp on Earth, is today under the most brutal, inhumane, genocidal siege. May God protect and bless them.</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Em Gaza, na Palestina, a maior concentração de acampamento na Terra, hoje está sob o mais brutal, desumano, cerco genocida. Que Deus os abençoe e os proteja.</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">clique aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">clique aqui</a>.</em></p>
</blockquote>
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		<title>Resumo sobre liberdade de expressão: China, Emirados Árabes, Jordânia, Irã e mais</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/10/14/resumo-sobre-liberdade-de-expressao-china-emirados-arabes-jordania-ira-e-mais/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Oct 2007 16:52:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jan Alyne Barbosa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Jan Alyne Barbosa &#183;  Veja o post original 
Neste resumo: Dois documentos interessantes, relacionados à censura na Internet e a estratégias para combatê-la, foram publicados recentemente: (1) “Guia Geral para Burlar a Censura na Internet aos Cidadãos do Mundo Inteiro” (Everyone&#39;s Guide to By-Passing Internet Censorship for Citizens Worldwide), lançado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/janalyne/'>Jan Alyne Barbosa</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/10/12/free-speech-roundup-china-uae-jordan-iran-and-more/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Neste resumo: Dois documentos interessantes, relacionados à censura na Internet e a estratégias para combatê-la, foram publicados recentemente: <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2007/10/12/free-speech-roundup-china-uae-jordan-iran-and-more/#Guide">(1)</a> “Guia Geral para Burlar a Censura na Internet aos Cidadãos do Mundo Inteiro” (Everyone&#39;s Guide to By-Passing Internet Censorship for Citizens Worldwide), lançado pelo <a href="http://www.citizenlab.org/">Laboratório Cidadão</a> (Citizen Lab) da  Universidade de Toronto e <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2007/10/12/free-speech-roundup-china-uae-jordan-iran-and-more/#report">(2)</a> “Viagem ao Núcleo da Censura na Internet” (Journey to the Heart of Internet censorship) na China, lançado pelos <a href="http://www.rsf.org/">Repórteres Sem fronteiras</a> e pelos <a href="http://crd-net.org/Article/Class9/Index.html">Defensores Chineses dos Direitos Humanos</a>, e escrito por um técnico chinês anônimo. <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2007/10/12/free-speech-roundup-china-uae-jordan-iran-and-more/#jordansend">(3)</a> Na Jordânia, enviar e-mails e publicar poemas on-line pode levar você para a cadeia. <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2007/10/12/free-speech-roundup-china-uae-jordan-iran-and-more/#UAE">(4)</a> O Facebook está bloqueado nos Emirados Árabes? <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2007/10/12/free-speech-roundup-china-uae-jordan-iran-and-more/#GVAmore">(5)</a> e muito mais no blog do Global Voices em Defesa dos Direitos Humanos (Global Voices Advocacy blog).<br />
<strong><br />
 “Guia Geral aos Cidadãos do Mundo Inteiro para Burlar a Censura na Internet” (Everyone&#39;s Guide to By-Passing Internet Censorship for Citizens Worldwide).</strong></p>
<p><img src="http://advocacy.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/10/citizenlab-guide.jpg" alt="guide" /></p>
<p>Trata-se de um rico e amigável guia, lançado pelo <a href="http://www.citizenlab.org/">Laboratório Cidadão</a> da Universidade de Toronto, que tem por objetivo introduzir tecnologias que burlam a censura na Internet aos usuários com pouco ou nenhum conhecimento sobre o assunto, além de ajudá-los a escolher as melhores ferramentas para suas necessidades, de acordo com determinadas circunstâncias.<br />
O guia fornece uma grande variedade de dicas, truques e estratégias sobre como desviar dos filtros de conteúdo ao redor do mundo, e esboça considerações para que usuários com poucas habilidades técnicas utilizem na hora de escolher uma ferramenta de combate à censura (também chamadas circumvention tools), tanto sob a perspectiva da privacidade quanto da segurança. De acordo com <a href="http://deibert.citizenlab.org/blog/_archives/2007/10/10/3282831.html">Ronald Deibert</a>, diretor do Laboratório Cidadão e investigador na OpenNet Initiative, o guia, que está atualmente disponível somente em Inglês, está em processo de ser traduzido para muitas línguas.<br />
O <a href="http://www.citizenlab.org/">Laboratório Cidadão</a> também está por trás do projeto <a href="http://psiphon.civisec.org/index.html">Psiphon</a>, um software que burla a censura (censorship circumvention software) que permite aos países de censura livre fornecerem acesso irrestrito à Web, a partir de seus computadores domésticos, para aqueles que vivem em países onde a Internet é censurada.<br />
Você pode baixar o guia no formato Adobe Acrobat (PDF) aqui: <a href="http://deibert.citizenlab.org/Circ_guide.pdf">Guia Geral para Burlar a Censura na Internet aos Cidadãos do Mundo Inteiro</a> [EN].</p>
<p><strong>China: Uma “Viagem ao Núcleo da Censura na Internet”.</strong></p>
<p><a href="http://www.rsf.org/article.php3?id_article=23924">Este relatório</a>, lançado com o apoio dos <a href="http://www.rsf.org/">Repórteres sem Fronteiras</a> (RSF)  e dos <a href="http://crd-net.org/Article/Class9/Index.html">Defensores Chineses dos Direitos Humanos</a> (CHRD) foi escrito por um técnico chinês que trabalha para uma empresa de Internet e usa o pseudônimo “Mr. Tao”. O relatório detalha o mecanismo chinês de censura que passa por cima de órgãos como o Departamento Administrativo de Propaganda na Internet, O Centro de Estudos de Opinião Pública, o Departamento de Internet e o Departamento de Informação e Opinião Pública.</p>
<p>Este relatório mostra como a CCP e o governo têm investido tantos recursos financeiros e humanos na tentativa de obstruir a liberdade de expressão. Websites chineses de notícias e blogs vêm sendo produzidos, a despeito dos aparatos de controle editorial de propaganda nos âmbitos local e nacional.<br />
<a href="http://www.rsf.org/article.php3?id_article=23924">Viagem ao Núcleo da Censura na Internet</a> revela como a Secretaria do Conselho de Informação do Estado está exercendo o controle ideológico sobre seus funcionários ao organizar um curso de 25 dias sobre como aperfeiçoar práticas de censura e de auto-censura. “Cursos de vinte e cinco dias para 50 pessoas de cada vez vêm sendo realizados em Beijing. Um certificado é fornecido aos participantes ao final de cada curso.”  </p>
<p><img src="http://advocacy.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/10/journey-china-certificate.jpg" alt="certificado_curso_china" /></p>
<p>Certificado do curso (Fonte: <a href="http://www.rsf.org/article.php3?id_article=23924">Viagem ao Núcleo da Censura na Internet</a>)</p>
<p>O relatório também documenta o controle implacável de websites notícias proeminentes em Beiing pelo Departamento Administrativo de Informação na Internet de Beijing e fornece numerosos exemplos de três categorias de instruções (proibições publicadas antes e depois da divulgação de uma matéria e instruções de propaganda).<br />
Baixe o relatório (também disponível em outras línguas) no formato Adober Acrobat (PDF) aqui: <a href="http://www.rsf.org/IMG/pdf/Voyage_au_coeur_de_la_censure_GB.pdf">Viagem ao Núcleo da Censura na Internet</a></p>
<p><strong>Jordânia: enviar e-mails e escrever poemas on-line podem levá-lo a prisão!</strong></p>
<p>No dia 9 de outubro de 2007, <a href="http://www.freeoweidi.com/">Ahmad Oweidi al-Abbadi</a>, antigo parlamentar de 62 anos e líder do <a href="http://www.jordannationalmovement.org/">Movimento Nacional Jordaniano</a>, <a href="http://jurist.law.pitt.edu/paperchase/2007/10/jordan-ex-mp-sentenced-to-prison-for.php">foi condenado a dois anos de prisão</a>, sob a acusação de “atentar contra a dignidade do Estado”, “enviar notícias falsas por e-mail” e “distribuir panfletos ilegalmente.”<br />
Ahmad Oweidi al-Abbadi foi preso no dia 3 de maio de 2007 por acusar o governo de corrupção em uma carta aberta enviada por e-mail ao Senador Harry Reid. “A prisão de Ahmad Oweidi  mostra que o governo da Jordânia não se desvencilhou de velhos hábitos de perseguir críticos e colocá-los na cadeia”, afirma Sarah Leah Whitson, responsável por assuntos relacionados ao Oriente Médio na ONG <a href="http://hrw.org/english/docs/2007/05/22/jordan15973.htm">Human Rights Watch</a>.<br />
De acordo com o <a href="http://www.alghad.jo/?news=204201">Al-Ghad  Jordanian </a>[Ar], um outro jordaniano foi condenado a 18 meses de prisão por escrever e <a href="http://joundd.maktoobblog.com/420047/%CD%E3%F8%E1_%C7%E1%CF%ED%E6%C7%E4_%C7%E1%D4%DA%D1%ED_%C7%E1%C7%E6%E1_%E1%D4%C7%DA%D1_%C7%E1%DE%C7%DA%CF%C9_%E3%CD%E3%CF_%C7%E1%D2%E5%ED%D1%ED_%28_%E6%C7%E3%D8%D1_%C7%E1%DB%ED%E3_%C7%E1%CF%E3%C7%C1_%29">publicar poemas</a> em websites Jihadi, enaltecendo o líder da Al Qaeda, Osama Bin Laden. Mohammed Al-Zohairi, descrito como “Poeta da Al Qaeda” foi preso em 9 de agosto de 2007, acusado de ofender à dignidade real. </p>
<p><img src="http://advocacy.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/10/jordan-jail-poet.jpg" alt="capa_raining_blood" /></p>
<p>Acima, a capa do Livro: “Raining Blood”. Fonte: <a href="http://joundd.maktoobblog.com/420047/%CD%E3%F8%E1_%C7%E1%CF%ED%E6%C7%E4_%C7%E1%D4%DA%D1%ED_%C7%E1%C7%E6%E1_%E1%D4%C7%DA%D1_%C7%E1%DE%C7%DA%CF%C9_%E3%CD%E3%CF_%C7%E1%D2%E5%ED%D1%ED_%28_%E6%C7%E3%D8%D1_%C7%E1%DB%ED%E3_%C7%E1%CF%E3%C7%C1_%29">Warriors Literature Blog</a></p>
<p><strong>Facebook bloqueado nos Emirados Árabes?</strong></p>
<p>De acordo com o <a href="http://www.downloadsquad.com/2007/10/01/facebook-banned-in-united-arab-emirates/">Download Squad</a>, o acesso ao website de redes sociais <a href="http://www.facebook.com">Facebook</a> foi <a href="http://opennet.net/research/profiles/uae">bloqueado nos Emirados Árabes</a>. Alguns usuários do país estão confirmando <a href="http://uaecommunity.blogspot.com/2007/09/hmmmm_05.html">a ordem de proibição</a> pelo órgão governamental <a href="http://www.etisalat.co.ae/">Etisalat</a> [EN]. O Administrador do <a href="http://www.itihad.net/forum/showpost.php?p=28573&#038;postcount=1">itihad.net</a> [UAE]) entrou em contato com seu provedor de acesso, que afirmou estar bloqueando o <a href="http://www.facebook.com/">Facebook</a>.<br />
Outros usuários de Internet, entretanto, estão relatando <a href="http://www.mshjiouij.com/blog/archives/155#comment-14607">aqui</a> [AR], <a href="http://mashable.com/2007/10/01/facebook-uae/">aqui</a> [EN] e <a href="http://uaecommunity.blogspot.com/2007/09/part-of-facebook-is-blocked.html#6915778958084167118">aqui</a> [EN] que estão conseguindo acessar o website e que não há nenhum bloqueio no fim das contas.<br />
Em 05 de setembro de 2007, a Autoridade Reguladora de Telecomunicações dos Emirados Árabes (TRA) disse à <a href="http://www.timeoutdubai.com/dubai/features/review.php?id=1604">Time Out Dubai</a> que “No momento podemos dizer que não temos nenhuma intenção de interromper o acesso ao Facebook (&#8230;) Ouvimos falar que as pessoas acham que isso vai acontecer, mas não é o caso. Entretanto, nós poderemos revisar essa medida, caso haja desvios de conduta.”<br />
Ao que parece, o Facebook está bloqueado somente para algumas pessoas, e não a todas.  No entanto, a comunidade do Facebook dos Emirados Árabes fez um <a href="http://www.petitiononline.com/SamDubai/petition.html">abaixo-assinado para manter o Facebook permanentemente aberto</a>. O documento já tem mais de 690 assinaturas. De acordo com a <a href="http://www.timeoutdubai.com/dubai/features/review.php?id=1604">Time Out Dubai</a>, o Facebook tem mais de 55,000 usuários nos Emirados Árabes, com números crescendo a cada dia.”<br />
Quase a mesma coisa aconteceu no mês passado no Irã, quando <a href="http://www.hamsaweb.org/crime/4.html#1">HAMSA’s “C.R.I.M.E”</a> relatou que o Facebook tinha sido bloqueado, confiando na informação fornecida pelo grupo do site intitulado: “Contra a censura e o filtro na Internet no Irã” (Against internet censorship and filtering in Iran). <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/hamid-tehrani/">Hamid Tehrani</a>, editor persa do Global Voices, estava acompanhando o caso através do seu contato no Irã recebeu <a href="http://www.iraniantruth.com/?p=984">relatos contraditórios</a> e imagens de blogueiros confiáveis provando que o boicote provavelmente aconteceu em instâncias do servidor e não oficialmente.<br />
Alguns dos relatos imprecisos sobre o que estava acontecendo no Irã ilustram as dificuldades de se relatar temas de oposição à censura. Como diz o co-fundador do Global Voices, <a href="http://www.ethanzuckerman.com/blog/?p=893">Ethan Zuckerman</a>, “um dos maiores desafios em documentar e condenar a censura na Internet é que podemos nos confundir as razões pelas quais alguém não pode acessar um determinado website. É um problema específico de provedor? O servidor não funciona? Ou trata-se de algum tipo de bloqueio acontecendo?” Como um bom exemplo de relato sobre anti-censura, Zuckerman citou a reação à proibição do Blogspot.com na Índia em julho de 2006, quando <a href="http://www.withinandwithout.com/?p=854">blogueiros indianos foram cuidadosamente documentando e atualizando os fatos</a>.</p>
<p>Mais no blog do Global Voices em Defesa dos Direitos Humanos (Global Voices Advocacy blog).<br />
<a href="http://advocacy.globalvoicesonline.org/2007/10/05/internet-user-profiling-and-surveillance-process-initiated-in-bangladesh/">Definindo o perfil do usuário na Internet e processo de vigilância iniciado em Bangladesh</a>, por <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/rezwan/">Rezwan</a>.<br />
China: <a href="http://advocacy.globalvoicesonline.org/2007/10/09/china-removing-the-blocked-rss-rumor/">Desfazendo o Rumor do RSS bloqueado</a>, por <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/feng37/">John Kennedy</a>.</p>
<p>Matéria de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/sami-ben-gharbia/">Sami Ben Gharbia</a>.</p>
<p>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">clique aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">clique aqui</a>.</p>
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		<title>Jordânia: Preocupação com a AIDS</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/10/09/jordania-preocupacao-com-a-aids/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 12:35:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jordan]]></category>
		<category><![CDATA[Roundups]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
O blogueiro da Jordânia Hareega está preocupado [en] sobre o alastramento do vírus da AIDS em seu país.
(texto original de Amira Al Hussaini)
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/10/09/jordan-aids-concerns/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>O blogueiro da Jordânia <em>Hareega</em> está <a href="http://hareega.blogspot.com/2007/10/lets-talk-science-is-aids-going-to.html">preocupado</a> [en] sobre o alastramento do vírus da AIDS em seu país.</p>
<p align="right"><em>(texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>)</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jordânia: YouTube dá uma força a quem procura emprego</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/09/08/jordania-youtube-da-uma-forca-a-quem-procura-emprego/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/09/08/jordania-youtube-da-uma-forca-a-quem-procura-emprego/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 08 Sep 2007 08:31:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet & Telecoms]]></category>
		<category><![CDATA[Jordan]]></category>
		<category><![CDATA[Roundups]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
“Nos dias de hoje, desempregados desesperados por um emprego estão se voltando a lugares como o You Tube para explorar seus dotes no mercado, e possíveis empregadores estão reagindo de maneira positiva”, escreve [En] Hatem Abunimah da Jordânia.
(texto original de Amira Al Hussaini)

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/09/08/jordan-youtube-solution-for-job-seekers/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>“Nos dias de hoje, desempregados desesperados por um emprego estão se voltando a lugares como o You Tube para explorar seus dotes no mercado, e possíveis empregadores estão reagindo de maneira positiva”, <a href="http://hatemabunimeh.blogspot.com/2007/09/new-ways-of-looking-for-job.html">escreve</a> [En] <em>Hatem Abunimah</em> da Jordânia.</p>
<p align="right"><em>(texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>)</em></p>
<p><span class="edit"></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Arabeyes: Atentados do Reino Unido</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/07/31/arabeyes-sou-prostituto-profissional/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/07/31/arabeyes-sou-prostituto-profissional/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Jul 2007 16:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>M. Cristina Rauh</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desastre]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Iraq]]></category>
		<category><![CDATA[Jordan]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Mão]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[United Kingdom]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por M. Cristina Rauh &#183;  Veja o post original 
Leia o que Hareega, médico jordaniano residente nos Estados Unidos, escreveu [EN] após as notícias sobre o envolvimento de médicos muçulmanos de origem árabe nos atentados do Reino Unido [EN].
Hareega também traça um paralelo entre ele e o médico jordaniano Mohammed Asha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/mcrauh/'>M. Cristina Rauh</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/07/10/arabeyes-i-am-a-professional-male-prostitute/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Leia o que <em>Hareega</em>, médico jordaniano residente nos Estados Unidos, <a href="http://hareega.blogspot.com/2007/07/im-professional-male-prostitute-and.html"><em>escreveu</em> </a>[EN] após as notícias sobre o envolvimento de médicos muçulmanos de origem árabe nos <em><a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/6278318.stm">atentados do Reino Unido</a></em> [EN].</p>
<p><em><em>Hareega</em></em> também traça um paralelo entre ele e o médico jordaniano <em><a href="http://www.itv.com/news/britain_79ebb3c807343796f4106987c65e451e.html">Mohammed Asha</a></em> [EN], que está sendo interrogado juntamente com a mulher sobre seu papel nos atentados a bomba frustrados de Londres e Glasgow.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Mohammad Asha ….. University of Jordan- Faculty of Medicine (1998-2004)<br />
Yours Sincerely ……….. University of Jordan- Faculty of Medicine (1996-2002)</em></p>
<p><em>In case you don’t know, the faculty of medicine is a really small one, and between the 4th and 6th year students spend all of their time at the University Hospital and less often at other hospitals like Al-Basheer, so many students in these years know each other’s faces or names. Although I could not remember this guy despite the good ten minutes I spent staring at my monitor trying to remember him, I’m certain that I ran across him in some hallway or perhaps tried to bypass him in the long standing line at the hospital’s cafeteria.</em><em> </em></p>
<p><em><em>The reason I cannot remember him specifically is that his face looks very familiar. It’s the commonest face you encounter in any faculty in Jordan. His beard (according to previous pictures) was not as thick, and that makes him look like 30-40% of male students at the JU.&#8221;</em></em></p>
<blockquote></blockquote>
<p>&#8220;Mohammad Asha &#8230; Universidade da Jordânia- Faculdade de Medicina (1998-2004)<br />
Hareega &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..  Universidade da Jordânia- Faculdade de Medicina (1996-2002)</p>
<blockquote></blockquote>
<p>Caso não saibam, a faculdade de medicina é realmente pequena, e entre o 4º e o 6º anos os alunos passam o tempo todo no hospital da universidade e com menos freqüência vão a outros hospitais como Al-Basheer, portanto muitos alunos desses anos se conhecem de vista ou pelo nome. Embora não tenha conseguido me lembrar de Asha, apesar dos bons dez minutos que passei na frente do meu monitor de vídeo tentando me lembrar dele, estou certo de ter cruzado com ele em algum corredor ou talvez tenha tentado lhe passar na longa fila da cantina do hospital.</p>
<blockquote></blockquote>
<p>O motivo pelo qual não consigo me lembrar dele em particular é que seu rosto é muito comum. É o rosto mais comum que se encontra em qualquer faculdade da Jordânia. Sua barba (de acordo com fotos anteriores) não era tão grossa, e isso faz com que se pareça com 30-40% dos rapazes que estudam na Universidade da Jordânia.&#8221;</p></blockquote>
<p><em>Hareega</em> continua, dizendo que ele acredita que <em>Asha</em> possa ser inocente pelos seguintes motivos:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;First, he graduated from the Jubilee school. I’m familiar with this school since I was accepted there in 1994 but was discouraged from joining it by my parents because it was brand new and didn’t have a GCE program. However, the school was unique in the way it enlightened its students about other cultures. Its students not only scored well in subsequent years but also were able to study abroad and intermingle with people from other countries extremely well.</em><em> </em></p>
<p><em>Another thing worth-mentioning: It’s not only that his father said in an emotional interview with a fox news reporter today that his accused son missed many Fridays prayers and was more willing to read Gray’s Anatomy than the Quran, but it’s because the Jordanian intelligence mentioned that he had clean records prior to leaving Jordan.</em></p>
<blockquote></blockquote>
<p><em><em>We all know it’s not easy easy to have a “clean record” in Jordanian intelligence. They know everything.</em></em></p>
<blockquote></blockquote>
<p><em><em>Things might have changed after he left to the UK, and we know how fanatic some Islamic movements are there, but their target is usually very young Muslim men who have many financial and/or social problems, and that doesn’t apply to Asha. The salaries they give to medical residents there are way better than those they give to residents in the US.</em></em></p>
<blockquote></blockquote>
<p><em><em>I went through the same life that this person went through for many years, and we had different students/doctors graduating from our class. Yes some were very religious , or even supported Hamas or Hizbullah but I can’t buy it that someone would be seriously involved in a militant group or planning an attack on civilians. Our past and present makes it almost impossible for anyone to think of something other than medicine.&#8221;</em></em></p>
<blockquote></blockquote>
<p>&#8220;Primeiro, ele se formou na <em><a href="http://www.jubilee.edu.jo/"><font color="#0000ff">Jubilee School</font></a></em> [EN]. Conheço essa escola desde que fui admitido nela em 1994, mas fui desencorajado pelos meus pais a freqüentá-la porque era muito nova e não tinha o programa GCE. Entretanto, a escola era única no modo como ensinava outras culturas; seus alunos não só tiravam notas altas nos anos seguintes, como também podiam estudar no exterior e relacionar-se extremamente bem com pessoas de outros países.</p>
<blockquote></blockquote>
<p>Outra coisa digna de nota: Não é só pelo fato de seu pai ter dito hoje numa entrevista emocional a um repórter da Fox News que seu filho acusado faltou a muitas orações da sexta-feira e preferia ler Gray’s Anatomy a ler o Alcorão, mas porque o serviço de inteligência jordaniano mencionou que Asha não tinha ficha criminal antes de sair da Jordânia.</p>
<blockquote></blockquote>
<p>Sabemos que não é fácil ter a “ficha limpa” junto ao serviço de inteligência jordaniano. Eles sabem de tudo.</p>
<blockquote></blockquote>
<p>As coisas podem ter mudado depois que ele foi para o Reino Unido, e sabemos como alguns movimentos islâmicos de lá são fanáticos, mas esses movimentos geralmente têm como alvo muçulmanos muito jovens com problemas financeiros e/ou sociais, o que não é o caso de Asha. O salário de um médico-residente no Reino Unido é bem mais alto do que o de um médico-residente nos Estados Unidos.</p>
<blockquote></blockquote>
<p>Tive o mesmo tipo de vida que essa pessoa teve por muitos anos, e diferentes alunos/médicos se formaram conosco. Sim, alguns eram muito religiosos, ou até mesmo apoiavam o Hamas ou o Hezbollah, mas não consigo me convencer de que algum deles pudesse se envolver seriamente com um grupo militante ou planejar um atentado contra civis. Nosso passado e nosso presente tornam quase impossível que pensemos em algo que não seja em medicina.&#8221;</p></blockquote>
<p>Enquanto isso, a blogosfera jordaniana está fervilhando e <em><br />
<em>Natasha Tynes</em></em>, do <em>Mental Mayhem</em>, mostra o que alguns blogueiros estão dizendo <em><a href="http://www.natashatynes.org/mental_mayhem/2007/07/reactions-to-th.html"><font color="#0000ff">neste post</font></a></em> [EN].</p>
<p>O blogueiro <em>Firas</em> <em><a href="http://iheartamman.blogspot.com/2007/07/jordanian-arrested-in-uk-but-who-to.html">pergunta</a></em> [EN] “O que deu errado”?</p>
<blockquote><p><em>&#8220;The sad thing about this story is that Mohammad represents a true example of a hard working Jordanian. His father is a teacher, they reside in Hay Al Zuhoor . Yet he was a true achiever, always at the top of his class. He got 7 siblings, who 3 of them are doctors as well. His parents say he is not an extremist, he has never shown anything of that, he is not strict, and prays like any Muslim.</em><em> </em></p>
<p><em>So what went wrong?Assuming the UK’s security forces are right about him.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;O triste dessa história é que Mohammad é um exemplo real de um esforçado trabalhador jordaniano. Seu pai é professor, eles moram em Hay Al Zuhoor. Apesar disso ele era um verdadeiro realizador, era sempre o melhor da turma. Ele tem sete irmãos e irmãs, dos quais três também são médicos. Seus pais dizem que ele não é extremista, nunca demonstrou nada disso, não é rígido, e reza como qualquer muçulmano.</p>
<p>Então, o que deu errado? Supondo que as forças de segurança do Reino Unido estejam certas a respeito dele.&#8221;</p></blockquote>
<p><em>Firas </em>continua:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;If he is truly involved, there might be some explanation, and I’ve personally witnessed this:<br />
What happens is that Arab students go to study abroad in countries where political and religious freedoms are granted for all, say countries like: US,UK,Canada and Australia. Now these students get to know other Muslim students usually Pakistanis who got some extremists among them, and that’s when they are fed with all this crap. And this is out of personal experience (a close friend would stop talking to you, because you are a Christian,the guy was transformed in 5 months).As in Pakistan extremist groups and parties are deeply rooted in that country, and for an Arab student who finds him/herself in an alien culture and lately a hostile culture to Islam (think of post 9/11,the Danish cartoons,the Pope’s lecture,etc) these guys would have some affect.</em></p>
<p><em>The majority of Muslims in Jordan are devout Muslims, and for them Islam is respecting others and living peacefully. For decades Muslim Jordanians have been studying abroad achieving high ranks and good friendship where ever they go.<br />
It’s just the bad company and the shallowness of the person that would ruin everything.<br />
The question is, if this Asha guy didn’t leave Jordan, would he ever get involved in such things? It’s a very tricky question.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;Se ele está realmente envolvido, deve haver alguma explicação, e eu pessoalmente testemunhei isto:<br />
O que acontece é que estudantes árabes vão estudar fora, em países onde há liberdade política e religiosa, países como: Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Austrália. Agora, esses estudantes conhecem outros estudantes muçulmanos, geralmente paquistaneses que têm alguns extremistas entre eles, e é aí que eles são doutrinados com toda essa porcaria. E isso é experiência própria (um amigo íntimo não fala mais com você porque você é cristão, o cara se transformou em 5 meses).Como no Paquistão, grupos e partidos extremistas estão profundamente enraizados naquele país, e para um estudante árabe que se encontra numa cultura estranha e recentemente numa cultura hostil em relação ao Islã (pense no pós 11 de setembro, nas caricaturas dinamarquesas, na fala do papa, etc) esses caras teriam alguma influência.</p>
<p>A maioria dos muçulmanos da Jordânia é de muçulmanos devotos e para eles o Islã significa respeitar o próximo e viver pacificamente. Por décadas muçulmanos jordanianos têm estudado no exterior obtendo boas notas e fazendo boas amizades independentemente de onde estejam.<br />
São as más companhias e a fraqueza de caráter que podem por tudo a perder.<br />
A pergunta é, se esse Asha não tivesse saído da Jordânia, será que ele alguma vez se envolveria nessas coisas? É uma pergunta muito difícil.&#8221;</p></blockquote>
<p>Na mesma seqüência, <em>Khalaf</em> <em><a href="http://ajloun.blogspot.com/2007/07/is-london-new-kabul.html"><font color="#0000ff">nota</font></a></em> [EN] que o Reino Unido é um terreno fértil para fanáticos islâmicos.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;London continues to be the home for the most extreme religious fanatics, operating in total freedom.</em></p>
<p><em>So, when a brilliant young doctor and his wife left Jordan two years ago, it might not have been too far fetched that he may become a target for the preachers of hate and violence who call London home (as suggested by Firas). The man and wife had clean security records, and were focused on academic and professional achievement rather than mischief.It has not been established yet in court whether they were really involved in the terror plots or to what extent. However, they do seem to have been mixing with a bad crowd. </em></p>
<p><em>Personally, I take little stock in the propaganda that tries to blame such conversions to fanaticism on the freedom which is enjoyed in the west. The descendants of the British Empire on which the sun never set can not be so impotent when dealing with a few loud mouthed welfare abusing fanatics. The country that did not hesitate to destroy Iraq and throw it’s population into massive turmoil in which hundreds of thousands have been killed and millions have been displaced can not be so sensitive to the supposed civil rights of a few trouble makers who can be dealt with in a legal and civilized manner….</em></p>
<p><em><em>It is not difficult to conclude that British authorities harbor and tolerate these people because they serve a purpose. I might add that this purpose is not benign. The end result is that terror emanating from the preachers of hate serves to marginalize the Muslim community in Britain, and fosters xenophobia with the British public. Abroad, this tolerance legitimizes extremism, and is a source of pressure on Arab and Muslim countries to act in a similar way with their own extremists. Only a lunatic or a traitor would try to emulate this behavior.</em></em><em> </em></p>
<p><em>So, while we are worried about fanatics returning from Iraq, Pakistan or Afghanistan, it might be worth while to remember that Britain is the only country that offers preachers of death residency, welfare and legal protection.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;Londres continua abrigando os fanáticos religiosos mais extremistas, que atuam em completa liberdade.</p>
<p>Portanto, não é tão improvável que um jovem médico brilhante, ao sair da Jordânia há dois anos acompanhado de sua mulher, tenha se tornado alvo dos pregadores do ódio e da violência que chamam Londres de seu lar (como Firas sugeriu). O homem e sua mulher não tinham ficha criminal e sua atenção estava voltada para a realização acadêmica e profissional e não para o mal. A justiça ainda não determinou se eles estavam realmente envolvidos nos planos terroristas, ou até que ponto. Entretanto, parece sim, que eles andaram se envolvendo com más companhias.</p>
<p>Eu particularmente dou pouco crédito à propaganda que tenta atribuir à liberdade desfrutada no ocidente essas conversões ao fanatismo. Os descendentes do império britânico onde o sol nunca se punha, não podem ser tão impotentes ao lidar com uns poucos fanáticos vociferantes e abusadores da assistência social. O país que não hesitou em destruir o Iraque e jogar sua população numa imensa baderna em que centenas de milhares de pessoas foram mortas e milhões foram desalojadas, não pode ser tão sensível aos supostos direitos civis de uns poucos agitadores que podem ser tratados de uma maneira legal e civilizada….</p>
<p>Não é difícil concluir que as autoridades britânicas abrigam e toleram essas pessoas porque elas servem a um propósito. Devo acrescentar que esse propósito não é benigno. O resultado final é que o terror emanado dos pregadores do ódio serve para marginalizar a comunidade muçulmana na Grã-Bretanha e fomentar a xenofobia entre os britânicos. No exterior, essa tolerância legitima o extremismo, e é uma fonte de pressão sobre os países árabes e muçulmanos para agir de maneira semelhante em relação aos seus próprios extremistas. Só um louco ou traidor tentaria emular esse comportamento.</p>
<p>Portanto, enquanto nos preocupamos com fanáticos retornando do Iraque, Paquistão ou Afeganistão, vale a pena lembrar que a Grã-Bretanha é o único país que oferece aos pregadores da morte visto de residência, assistência social e proteção legal.&#8221;</p></blockquote>
<p>Enquanto isso, <em>Salam Adil</em>, do Iraque, mostra a reação de blogueiros iraquianos <em><a href="http://www.globalvoicesonline.org/2007/07/06/landing-at-the-iraqi-blogodrome-37/"><font color="#0000ff">aqui</font></a></em> [EN]</p>
<p align="right"><em>(texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/" title="Posts by Amira Al Hussaini">Amira Al Hussain</a></em><em>)</em></p>
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<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</em></p>
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		<title>Olhares árabes:  As maravilhas do Jordão</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jul 2007 16:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Yamashita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Jordan]]></category>
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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Adriana Yamashita &#183;  Veja o post original 
A antiga cidade rosada de Petra [EN] foi nomeada uma das sete maravilhas do mundo. Nosso autor jordânio Naseem Tarawnah cobriu [EN] o que os blogues de língua inglesa estão dizendo sobre a nomeação, mas o que os blogues de língua árabe têm [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/adrianay/'>Adriana Yamashita</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/07/13/arabeyes-the-wonders-of-jordan/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>A antiga cidade rosada de <a href="http://www.answers.com/Petra+?cat=travel">Petra</a> <em>[EN]</em> foi nomeada uma das sete maravilhas do mundo. Nosso autor jordânio<strong> </strong><em>Naseem Tarawnah </em><em><a href="http://www.globalvoicesonline.org/2007/07/09/jordanian-blogosphere-celebrating-petra-the-world-wonder/">cobriu</a> [EN]</em><em> </em>o que os blogues de língua inglesa estão dizendo sobre a nomeação, mas o que os blogues de língua árabe têm a dizer?</p>
<p>A jordânia <em>Hareega </em>nos traz uma reportagem sobre o que esperar ao desembarcar no Jordão.</p>
<blockquote><p>أول ما توصل عالمطار بتلاقي شرطي الجوازات مكشر بوجهك بسألك من وين أصلك<br />
بتقعد تستنى بالشنط نص ساعة وبتفقع من ريحة الدخان جوَا المطار، ما في حدا بحترم التعليمات<br />
إذا بدك تاخذ تكسي فهدفه الرئيسي يعرف كيف يضحك عليك…العداد بالنسبة إله مجرد أداة لا معنى لها تماما كفرشاة الأسنان ومزيل رائحة العرق</p>
<p>“Logo na chegada ao aeroporto, você encontra um oficial sisudo da imigração que perguntará de onde você veio. Então, você terá de esperar por meia hora carregando suas malas, enquanto a fumaça de cigarro do aeroporto te sufoca. Ninguém respeita a lei. Se você tomar um táxi, o principal objetivo do motorista será faturar às suas custas. O taxímetro do carro só serve de decoração e não tem função alguma- assim como escovas de dentes e desodorantes.”</p></blockquote>
<blockquote><p>الأماكن السياحية في عمان شبه مهجورة باستثناء الغنم بروح برعى هناك بين فترة وفترة<br />
إذا في سائحة غلطت و لبست شورط قامت قيامتها<br />
الناس بتسوق زي البهايم وما في خارطات واضحة لعمان لذلك من غير المعقول لسائح أن يستأجر سيارة سياحية<br />
معظم السياح يزورون الأردن في الصيف إلا أن معظم الأماكن تخلو من المكيفات لذلك يسيح السائح من شدة الحر<br />
المناطق السياحية أصبحت مراكز للنصب على الناس والشواطئ أصبحت مزابل<br />
مبروك اختيار البتراء معجزة جديدة حسب تصنيف برنارد وبر لكن يبدو أن المعجزة الحقيقية بحسب تصنيف محسوبكم حريقة هي أن يصبح الأردن جاهزاً لاستفبال السياح ومعاملتهم بشكل لائق</p>
<p>“Não há quase ninguém nos pontos turísticos com exceção dos bodes que pastam por lá. Se uma turista ousar vestir um short, o céu cairá sobre sua cabeça. As pessoas dirigem como animais. Não existem mapas claros para Amman e é portanto impraticável para um turista alugar um carro. A maioria dos turistas visita o Jordão no verão. No entanto, grande parte dos lugares não tem ar-condicionado, e os turistas literalmente derretem por causa do calor. Os pontos turísticos tornaram-se lugares para arrancar dinheiro de turistas e as praias viraram lixões. Parabéns por escolher Petra como uma das novas maravilhas.”<em> </em></p></blockquote>
<p>Batir Wardam também <a href="http://www.jordanwatch.net/arabic/archive/2007/7/264572.html">não se impressionou muito com a cobertura televisiva das celebrações acerca do evento</a> <em>[AR]</em>.</p>
<blockquote><p>أثبتت التغطية الحصرية السيئة التي قام بها التلفزيون الأردني لليلة التاريخية لفوز البتراء في مسابقة عجائب الدنيا السبع مدى الحاجة لرفع رؤوسنا من الرمال فورا وإعادة النظر بكل معايير “الاحتفالات الوطنية الإعلامية” حتى لا ينتهي بنا الأمر ونحن نقدم أداء إعلاميا هزيلا تشوبه العديد من الأخطاء الفادحة ويتم تغطيته بمجموعة من القشور السطحية التي تحمل صفة “الفن الوطني”.<br />
لن يعجب الكثيرين ما سأكتبه الآن، وهو ليس موجها إلى أي أحد بصفته الشخصية بل إلى سلسلة من الأخطاء التراكمية في طريقة تصميم وتنفيذ المناسبات الوطنية وتحويلها إلى مهرجانات غير مقنعة بل وتتسبب في الكثير من ردود الفعل السلبية من المواطنين الأردنيين الذين باتوا قادرين على متابعة إبداعات الصناعات الثقافية والإعلامية الدولية.<br />
النمط السائد في الاحتفالات الوطنية هو التركيز على نوع واحد من الثقافة والفنون وهو الغناء، وليت أن الأمر يتعلق بالغناء الراقي بل يتم الاستعانة بمستوى هابط من الغناء بحجة أنه “غناء وطني” وبتبرير دعم “الفنان المحلي” وتغييب كل أنواع الثقافة الأخرى</p>
<p>&#8220;A cobertura exclusiva e ruim que a televisão jordânia realizou na noite histórica em que Petra foi escolhida uma das sete maravilhas do mundo prova a necessidade de abrirmos os olhos imediatamente e reavaliarmos a “celebração nacional da mídia” para que isso não passe em branco. A cobertura foi fraca e com muitos erros graves. Foi celebrada com um show de apresentações superficiais descritas como ‘artes nacionais’. Muitos não gostarão do que estou escrevendo agora. Isso não é dirigido a ninguém pessoalmente, mas sim a uma série de erros acumulativos na maneira que as celebrações nacionais são pensadas e executadas, resultando em festivais não convincentes. Na verdade, tais festivais provocaram reações negativas dos jordânios que agora têm acesso à cobertura de eventos culturais internacionais. A prática normal em celebrações nacionais é focar apenas em um aspecto da cultura e da arte, que é o canto – não o canto com classe, mas um canto de baixa qualidade usado com o pretexto de ser este o ‘canto nacional’ e com a desculpa de estar apoiando os &#8220;artistas nacionais&#8221; enquanto todos os outros tipos de cultura são negligenciados.”</p></blockquote>
<blockquote><p>في تلك الليلة غاب المثقفون الأردنيون وغاب الخبراء في التاريخ النبطي. غاب الشعراء والرسامون والفنانون التشكيليون والمسرحيون والمثقفين والأكاديميون. غاب من أمضى اياما طويلة تحت الشمس اللاهبة وهو يدرس تاريخ البتراء والأنباط، وغاب من قدم إبداعات ثقافية كبيرة حول البتراء وظهر اشخاص أعدوا أغانيهم في سويعات</p>
<p>“Naquela noite, os intelectuais jordânios não estavam presentes. Os especialistas na história de <em><a href="http://www.sheikhmohammed.co.ae/english/poetry/nabati.asp">Nabati</a> [EN]</em> também não foram vistos por lá- assim como poetas, artistas, dramaturgos e acadêmicos. Aqueles que passaram longos dias sob o sol estudando a história de Petra também não estavam lá, nem os poetas de Nabati e aqueles que apresentaram criações culturais de Petra. Presentes estavam apenas as pessoas que passaram horas ensaiando suas canções.”</p></blockquote>
<p align="right"><em>(texto original de</em><font face="Times New Roman"> </font><em><a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/" title="Posts by Amira Al Hussaini">Amira Al Hussaini</a></em><em>)</em></p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</em></p>
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