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	<title>Global Voices em Português &#187; Iraq</title>
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	<description>O mundo está falando. Você está ouvindo?</description>
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		<title>Egito: O Blog do Sobrinho de Saddam</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/02/17/egito-o-blog-do-sobrinho-de-saddam/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 03:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porAmira Al Hussaini  &#183; Traduzido por Daniel Duende &#183;  Veja o post original 
Egyptian Chronicles [Crônicas Egípcias, em inglês] nos conta que o sobrinho do ex-presidente iraquiano Saddam Hussein tem um blogue. O nome é, no mínimo, estranho: Crime is a human instinct [O crime é um instinto humano, em inglês].
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/02/16/egypt-saddams-nephew-blogging/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><em><a href="http://egyptianchronicles.blogspot.com/2009/02/saddams-nephew-blogs.html">Egyptian Chronicles</a></em> [Crônicas Egípcias, em inglês] nos conta que o sobrinho do ex-presidente iraquiano Saddam Hussein tem um blogue. O nome é, no mínimo, estranho: <a href="http://aay-quotes.blogspot.com/">Crime is a human instinct</a> [O crime é um instinto humano, em inglês].</p>
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		<title>Iraque: As eleições chegaram e já se foram</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 22:44:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eleições]]></category>
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		<description><![CDATA[As eleições no Iraque chegaram e já se foram. Com relatos de que aconteceu pacificamente, o processo inteiro poderia ser visto com o mais entediante evento nacional depois da guerra.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/salam-adil/">Salam Adil</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/02/03/iraq-elections/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<div style="border: thin dotted ; padding: 10px; margin-left: 5px; max-width: 250px; font-size: 85%; text-align: center; line-height: 120%; background-color: #f6faff;"><img src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/02/vote.jpg" border="0" alt="vote.jpg" width="240" height="320" /></p>
<p><a href="http://saminkie.blogspot.com/2009/01/return-of-violet-fingers.html">A volta do dedo violeta</a> por <em>saminkie</em></p>
</div>
<p>As eleições no Iraque chegaram e já se foram. Com relatos de que aconteceu pacificamente, o processo inteiro poderia ser visto com o mais entediante evento nacional depois da guerra. É isso o que <em>Najma</em> destaca em <a href="http://astarfrommosul.blogspot.com/2009/02/not-so-usual.html">uma divagação</a> [en] que termina assim:</p>
<blockquote><p>The day before yesterday a car bomb exploded close to our house, but we were warned and expected it so there were little damages (a single window). No human losses in the neighborhood, thank God.</p>
<p>Oh, I almost forgot what this post was supposed to be about :)</p>
<p>Yesterday I finally got to vote on something without having a fight (that something being Ninevah&#39;s Provincial Council&#39;s Elections). I was feeling dizzy, and it pretty much felt like going to an exam without studying, and I proved quite dumb at the voting room: I was about to put my ID in the voting box instead of the voting card, I didn&#39;t know which finger to put in the ink pot, and finally, I almost took the voting pen home! but I FINALLY DID IT and voted! Now I have a violet finger and it shocks me every time I see it, until I remember.</p></blockquote>
<div class="translation">Um carro bomba explodiu perto de nossa casa anteontem, mas tínhamos sido avisados e estavámos esperando que isso acontecesse, por isso os danos foram pequenos (apenas uma janela). Não houve perda de vidas humanas no bairro, graças a Deus.<br />
Ah, eu quase esqueci o suposto assunto desse post :)<br />
Ontem, finalmente, fui votar por algo sem ter que pegar uma briga (esse &#8216;algo&#39; é a eleição para o Conselho Provincial de Ninevah). Eu estava me sentindo tonta, e foi, na verdade, como ir a uma prova sem ter estudado, me mostrei bastante estúpida na seção de voto: eu 	quase coloquei minha identidade na urna em vez da cédula de voto, não sabia que dedo colocar no tinteiro, e, por fim, quase trouxe a caneta para casa! Mas FINALMENTE EU FUI LÁ e votei! Agora tenho um dedo violeta e tomo um choque a cada vez que o vejo, até me lembrar.</div>
<p>Mas quais foram as impressões dos próprios blogueiros?</p>
<p><strong>Políticas da Democracia</strong></p>
<div style="border: thin dotted ; padding: 10px; float: right; margin-left: 5px; max-width: 150px; font-size: 85%; text-align: center; line-height: 120%; background-color: #f6faff;"><a href="http://uncensoredarabwomanblues.blogspot.com/2009/01/no-paper-tigers.html"><strong>Tigres de Papel Não</strong></a> por <em>Layla Anwar</em></p>
<p>Não sou Communista,<br />
nem Marxista-Leninista,<br />
Não sou Socialista<br />
nem Baathista,<br />
quanto mais a Nacionalista<br />
nem mesmo a Pan-Arabista<br />
mais possível mas não,<br />
uma Trotskyista<br />
Troto, sozinha<br />
e amo a solidão<br />
a apatia<br />
e a vastidão…<br />
Na floresta de tigres de papel<br />
nem Maoista sou eu.<br />
Rótulos, eu os estudo<br />
e então os rasgo<br />
um a um…<br />
E que prazer tenho rasgando…<br />
Poeta também não sou,<br />
e a tinta já secou<br />
e as páginas estão estalando…<br />
como madeira que estala<br />
em floresta queimando…<br />
Você senta e sabe<br />
que está aí,<br />
aqui,<br />
em qualquer canto…<br />
É esse o seu lugar<br />
algum canto,<br />
suspenso no meio,<br />
no meio das chamas,<br />
Você não tem raça<br />
nem religião<br />
nem nacionalidade,<br />
Você está além<br />
papéis,<br />
tigres de papel…<br />
Amo a humildade<br />
de ser só uma,<br />
apenas uma voz solitária<br />
no frio,<br />
Apenas você e eu<br />
trilhando um caminho<br />
um caminho,<br />
sem nome…</p>
</div>
<p><a style="border-bottom: thin dotted;" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Salam_Pax"><em>Salam Pax</em></a>, o blogueiro pioniero no Iraque está de volta à blogosfera e ao Iraque. Ele sentou-se com a família e <a href="http://salampax.wordpress.com/2009/01/29/elections/">tentou descobrir</a> [en] quem votou em quem:</p>
<blockquote><p>There are 18 provinces in Iraq and each will have it’s own council. The biggest is in Baghdad with 57 council members. The number of candidates campaigning for these seats is astounding … there are 2371 candidates just for Baghdad. The total number of candidates all over Iraq is an astonishing 14,400.</p>
<p>And the noise these thousands of candidates are creating is enough to make you withhold your vote just as a protest…</p>
<p>but all I can think is ‘who are these people?’ and I can assure you the majority of the fifteen million Iraqis who from the electorate are thinking the same.</p>
<p>The last two times we had legislative elections it was easier the same parties and individuals were up for election in the whole country. This time it’s different in each province. And trying to find what each of the 14 thousand candidates stands for isn’t just difficult but impossible.</p></blockquote>
<div class="translation">Existem 18 províncias no Iraque, e cada uma tem sua própria câmara. A maior delas é a de Bagdá, com 57 membros no conselho. A quantidade de candidatos que disputam essas vagas é espantosa&#8230; São 2.371 candidatos para Bagdá apenas. O número total de candidatos em todo o Iraque é assombroso: 14.400.<br />
E o barulho que esses milhares de candidatos fazem é suficiente para fazer que você não vote em protesto&#8230;<br />
Mas o que passa em minha cabeça é só: &#8220;quem são essas pessoas?&#8221; e posso assegurar a você que a maioria dos quinze milhões de iraquianos que formam o eleitorado está pensando o mesmo.</p>
<p>Nas últimas duas vezes que tivemos eleições legislativas foi mais fácil já que os mesmos partidos e indivíduos concorreram em todo o país. Desta vez, é diferente em cada província. E tentar descobrir o que cada um dos 14 mil candidatos defende não é apenas difícil, é impossível.</p>
</div>
<p>Se <em>Salam</em> achou as eleições confusas, <em>Last of Iraqis</em> <a href="http://last-of-iraqis.blogspot.com/2009/01/lets-talk-about-candidates-and.html">as achou suspeitas</a> [en]:</p>
<blockquote><p>Yesterday an independent candidate called a debate program on a local Iraqi channel and discussed one of the laws which was really strange; if a list failed to achieve the required number of points then all its points will be given to the big list!!! Well, who decides which list is big and which one is small? This is absurd let&#39;s say I chose a list for secular candidates and they didn&#39;t make it, in what reason should my voice be directed to a fanatic Islamic party? What logic is this?…</p>
<p>Few days ago I was talking with a relative who got to read the detailed list for PM Almaliki and we really laughed a lot… In the list there is the name of the candidate, his number in the list and his higher educational level….in the field of the educational level you can see miracles one of the candidates is “doctor to-be”!!! Another is “His father is a doctor”!!! And another candidate is a real doctor (physician) but what kind of physicians he is? … Have mercy on us god</p></blockquote>
<div class="translation">Ontem, um candidato independente foi a um debate em um canal de TV local iraquiano e discutiu uma das leis que é muito estranha; se uma chapa não alcançar um determinado número de votos então todos os votos serão dados a uma chapa grande!!! Mas quem é que decide qual chapa é grande e qual é pequena? Isso é um absurdo, por exemplo, se eu escolher uma chapa de candidatos seculares e eles não chegarem lá, porque deveria minha voz ser direcionada a um partido islâmico fanático? Qual a lógica disso?<br />
Há alguns dias, eu estava conversando com um parente que chegou a ler os detalhes da candidatura do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nouri_al-Maliki">Primeiro Ministro Almaliki</a> e a gente se acabou de dar risada… Nessa lista, constavam o nome do candidato, seu número e seu grau de escolaridade mais alto… No campo do grau de escolaridade se vê absurdos, um dos canditados é &#8220;futuro-doutor”!!! Outro é “Meu pai foi doutor”!!! E outro candidato é um doutor de verdade (médico) mas que tipo de médico era ele? … Deus tenha piedade de nós.</div>
<p>Mas <em>Hammorabi</em> <a href="http://hammorabi.blogspot.com/2009/01/election-of-local-provinces-councils-in.html">estava otimista</a> [en]:</p>
<blockquote><p>This is important election which will shape the political demographic map in such different way than the previous one as the democratic process in Iraq moved towards better maturation. The Iraq citizens are now looking to give their voices to those who got better vision about services and building of a better life. This is more matured way compared to the previous election when more was given towards ethnic and sectarian issues. Every one is now looking for a change which is a good way and indicating some maturity. More or less the process went smooth with better freedom than the previous election which makes it more responsible way respecting the individual choices without pressure.</p></blockquote>
<div class="translation">Essa é uma eleição importante que definirá o mapa da política demográfica de uma forma tão diferente da anterior, já que o processo democrático no Iraque está a caminho de melhor amadurecimento. Os cidadãos iraquianos agora estão procurando dar suas vozes àqueles que têm uma melhor visão sobre os serviços e a construção de uma vida melhor. Trata-se de uma forma mais amadurecida, em comparação com as eleições anteriores, quando mais atenção foi dada a questões étnicas e sectárias. Todos estão agora buscando uma mudança, o que é um bom caminho e indica uma certa maturidade. O processo correu mais ou menos de forma melhor e com mais liberdade do que na eleição anterior, o que o torna uma forma mais responsável de respeitar mais as escolhas individuais, sem pressão.</div>
<p><strong>Intimidação</strong></p>
<p>Dois blogueiros citaram ameaças e intimidações por parte de partidos rivais. <em>Leila Fadel</em> <a href="http://washingtonbureau.typepad.com/baghdad/2009/01/candidates-dropping.html">fala de três candidatos</a> [en] que foram mortos antes da eleição. Ela escreve:</p>
<blockquote><p>Provincial elections are on Saturday and candidates are dropping. Today three were killed. One in Mosul, another in Baghdad and one in Diyala province. It&#39;s almost expected here. Two others were killed recently as well.</p>
<p>In the United States this would be big news. Here it&#39;s a line in the violence report of the day. Better then other days, a huge improvement over the frightening times of more than a year ago but yet still more bloodshed.</p></blockquote>
<div class="translation">As eleições nas províncias acontecem no sábado e os candidatos estão caindo. Hoje, três foram mortos. Um em Mosul, outro em Bagdá e um na província de Diyala. É quase normal aqui. Dois outros também foram mortos recentemente aqui.</p>
<p>Nos Estados Unidos, isso seria manchete. Aqui é uma linha no noticiário da violência do dia. Melhor que nos velhos tempos, uma grande melhoria dos tempos assustadores de mais de um ano atrás mas ainda assim com derramamento de sangue.</p>
</div>
<p>E <em>Fatima</em> tem uma amiga concorrendo a uma vaga no conselho em Bagdá. No dia da votação, um carro passou perto da casa da amiga dela, atirando e matando uma cunhada. <a href="http://thoughtsfrombaghdad.blogspot.com/2009/01/elections-are-close.html"><em>Fatima</em> escreve</a> [en]:</p>
<blockquote><p>These crazies need to wake up and stop their foolish game of scare tactics, death and fear mongering. They need to realize that God is not on their side, He is not on the side of violence, of death, of killing, of orphaning, of widowing, of foolishness.</p></blockquote>
<div class="translation">Esses loucos precisam acordar e parar com esse jogo imbecil de usar táticas amendrontadoras, de comércio da morte e do medo. Precisam se dar conta que Deus não está do lado deles, Ele não está do lado da violência, da morte, da matança, do orfanato, da viúvez, ou de bobagens.</div>
<p><strong>O que o povo falou no dia da votação </strong></p>
<p><em>Shaggy</em> <a href="http://baghdadbacon.blogspot.com/2009/02/thats-all.html">foi votar</a> mas teve que andar o bairro inteiro para encontrar uma seção de votação que o aceitasse:</p>
<blockquote><p>Eventually we found it and were left very ticked off that they had sent us to a polling station on the opposite edge of the neighbourhood from our home whilst there were at least two that were within a moderate range.</p>
<p>Choosing to vote was kind of a last minute decision for me … But I don&#39;t think anyone on that list is going to get a seat anyway. What&#39;s bothering me more than that is that whilst walking from one polling station to another I noticed a sign suggesting that a bank is going to be built over a public park that&#39;s in the middle of a residential area. The park is a mess right now, but it has so much potential… It&#39;s also the place where I got high the very first time.</p></blockquote>
<div class="translation">No final, encontramos uma e ficamos muito irritados com o fato de que eles nos mandaram para uma seção do outro lado do bairro, enquanto havia pelo menos duas seções a uma distância média de casa.</p>
<p>Escolher votar foi uma escolha de último minuto para mim&#8230; Mas não acho que ninguém naquela chapa será eleito, de qualquer forma. O que me incomodou mais do que ir de uma seção a outra foi que eu percebi uma placa sugerindo que um banco será contruído em um parque público que fica no meio de uma área residencial. O parque está uma bagunça nesse momento, mas tem muito potencial&#8230; Foi também o lugar onde fiquei chapado pela primeira vez.</p>
</div>
<p>Saminkie <a href="http://saminkie.blogspot.com/2009/01/return-of-violet-fingers.html">curtiu o dia</a> [en]:</p>
<blockquote><p>I woke up at 11:00 am. Woooow. It feels so good. I will be as lazy as I want today… I finished my coffee and took my clothes and went to vote. My name was not in the first school, nor in the second. They told me to check a third school which was little far. I went sadly and frightened that I won&#39;t find it but I found it and said with a loud voice: “Here it is!”</p>
<p>In the voting room I saw very beautiful women. They were all smiling. They were very very kind as if from heaven. I voted. They said: “Thank you”. I said: “thank you” with a smile and went walking. I saw many families walking happy. The father&#39;s and mother&#39;s index fingers are colored by that ink. I saw him coming. We greeted each other with kisses like Iraqis usually do. I went back with him waiting while he voted. He didn&#39;t ask me for whom I voted. Nor I did ask him. We are Iraqis with different views and this is our way to show respect to each other. We went back walking slowly and talking about memories of how our quarter was so beautiful before hoping that it will regain its charm while we were proud of our violet fingers.</p></blockquote>
<div class="translation">Eu acordei às 11h da manhã. Uau! É uma sensação tão boa. Hoje vou ser preguiçoso como quiser&#8230; Terminei meu café, troquei de roupa e fui votar. Meu nome não estava na primeira escola, nem na segunda. Disseram-me para verificar uma terceira escola, que era um pouco longe. Infelizmente, lá fui eu, com medo de não encontrar meu nome, mas eu o achei e disse em voz alta: &#8220;Aqui está!&#8221;.</p>
<p>Na sala de votação, vi mulheres muito bonitas. Elas estavam todas sorrindo. Foram muito educadas, como se caídas do céu. Votei. Disseram: &#8220;Obrigada&#8221;. Eu disse: &#8220;obrigado&#8221; com um sorriso e sai andando. Vi muitas famílias caminhando felizes. Os dedos do pai e da mãe estavam coloridos com essa tinta. Eu o vi chegando. Nós nos cumprimentamos com beijos, como os iraquianos costumam fazer. Voltei com ele, esperei que votasse. Ele não me perguntou em quem votei. Nem eu perguntei a ele. Somos iraquianos com diferentes pontos de vista e esta é a nossa forma de mostrar respeito mútuo. Seguimos caminhando lentamente de volta, falando das lembranças de como o nosso quarteirão era tão bonito, antes de ter esperança que ele venha a recuperar o seu charme, enquanto nos orgulhamos dos nossos dedos violeta.</p>
</div>
<p>E no dia das eleições, <em>Caesar do Pentra</em> <a href="http://pentra.blogspot.com/2009/01/2009-provincial-elections.html">ficou dividido sobre o que fazer</a>:</p>
<blockquote><p>To be quite honest, I wasn&#39;t sure that I should vote this year for many reasons;</p>
<p>a. No specific candidate in mind to vote for. I&#39;m not convinced with the majority of the parties and candidates listed in the election card.</p>
<p>b. Being skeptical about the integrity and impartiality of the elections. Rumors say that the last elections in 2005 there were several incidents of forgery reached a percentage of 30% of the whole voting process.</p>
<p>c. The curfew of the motor-vehicles, and the nearest voting center is about 2 km far.</p>
<p>d. I don&#39;t want that stupid ink stain to stick on my index…</p>
<p>Honestly, I felt that it would be a waste not to participate in such “democratic” processes. If I wanna criticize the performance of the government, the parliament, or the local councils, I should have at least participated in making the decision by voting for the side or the candidate I like. And to be more honest, I felt so f***in&#39; bored and it would be a great idea to walk out to get some refreshing air in such a beautiful winter sunny day.</p>
<p>I went to an election site and marked the same old bloc I voted for 4 years ago. They are secular but they didn&#39;t win many seats at that time. Hopefully this year they win. In fact, I hope everyone who wants to serve Iraq in real wins.</p></blockquote>
<div class="translation">Para falar a verdade, eu não tinha certeza se votaria nesse ano por vários motivos;<br />
a. Não tinha nenhum candidato específico em mente a quem dar meu voto. A maioria dos partidos e candidatos listados na cédula de voto não me convenceu.<br />
b. Sou cético em relação à imparcialidade e integridade das eleições. Segundo rumores, nas últimas eleições em 2005  houve vários incidentes com fraude chegando a 30% de todo o processo eleitoral.<br />
c. O toque de recolher imposto a veículos motorizados, e o centro de votação mais próximo fica a 2 km de distância.<br />
d. Eu não quero o meu dedo pintado com aquela tinta estúpida…<br />
Na verdade, eu achei que seria um desperdício participar de um processo &#8220;democrático&#8221; desse tipo. Se eu quisesse criticar o desempenho do governo, do parlamento ou do conselho local, eu deveria pelo menos ter participado do processo decisório ao votar por um lado ou candidato que eu goste. E para falar a verdade, eu estava entediado pra p***a e não seria uma má idéia andar e tomar um pouco de ar fresco em um bonito dia ensolarado de inverno.<br />
Fui até um local de votação e marquei a mesma velha turma na qual votei há quatro anos. São todos seculares, mas não ganharam tantos  lugares daquela vez. Espero que dessa vez eles vençam. Na verdade, espero que todos que desejem servir de verdade ao Iraque vençam.</p>
</div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Mundo Árabe: Ligações para Gaza e guerra Tech contra Israel</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/01/13/mundo-arabe-ligacoes-para-gaza-e-guerra-tech-contra-israel/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/01/13/mundo-arabe-ligacoes-para-gaza-e-guerra-tech-contra-israel/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 23:53:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Blogueiros estão conclamando leitores a pegarem o telefone – e ligarem para os moradores de Gaza para lhes mostrar solidariedade. Do outro lado do espectro, ativistas palestinos estão pedindo aos leitores que liguem para oficiais israelitas - e desperdicem o tempo deles, assim como bombardeiem seus aparelhos de faxes e caixas de e-mail com mensagens. Amira Al Hussaini relata essa guerra tecnológica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/01/13/arab-world-phoning-gaza-and-the-tech-war-on-israel/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<p>Blogueiros estão conclamando leitores a pegarem o telefone – e ligarem para os moradores de Gaza para lhes mostrar solidariedade. Do outro lado do espectro, ativistas palestinos estão pedindo aos leitores que liguem para oficiais israelitas - e desperdicem o tempo deles, assim como bombardeiem seus aparelhos de faxes e caixas de e-mail com mensagens.</p>
<p>Da Jordânia, <em><a href="http://mkhawaja.jeeran.com/archive/2009/1/773037.html">Mohd Khawahja</a></em> [en], que bloga no <em>Shoot 4 The Moon</em>, compartilha sua idéia da maneira a seguir:</p>
<blockquote><p>I&#39;m sure that protesting is really a supportive action, in addition to in-kind and financial donations and other common means of support. But, I&#39;m writing now to suggest another effective powerful way to support people in Gaza morally, and make feel them how much we do sympathize with them; it is basically to call them!?</p>
<p>Yes, you can really support people at Gaza by calling them and telling them how much we are proud of their persistence, braveness and resistance against this inhuman barbarian strike on Gaza. I&#39;ve tried it and I can tell you how they would love to listen to us and find a listening ear from you as well.</p></blockquote>
<div class="translation">Tenho certeza que o protesto é de fato uma ação de suporte, além de doações em espécie e por meio de outras formas de apoio comuns. Mas agora estou escrevendo para sugerir uma outra forma de apoio muito eficaz para ajudar a levantar a moral do povo de Gaza, e mostrar-lhes o quanto simpatizamos com eles: é basicamente telefonar lá!</p>
<p>Sim, você pode apoiar as pessoas em Gaza de verdade, ligando para elas e dizendo o quanto estamos orgulhosos da sua persistência, bravura e resistência contra essa barbaridade desumana que assola Gaza. Tentei e posso dizer a vocês que eles gostariam de ouvir o que temos a dizer e encontrar um ouvido pronto para ouvir a eles também.</p>
</div>
<p>O plano dele é tão simples quanto parece. Ele acrescenta:</p>
<blockquote><p>To call a random number in Gaza, all you need to do is to dial:</p>
<p>+970828 XXXXX   (add a random number composed of 5 digits)<br />
+970820 XXXXX<br />
+970821 XXXXX</p></blockquote>
<div class="translation">Para ligar para um número aleatório em Gaza, você só precisa discar:</p>
<p>+970828 XXXXX   (acrescente um número qualquer de 5 dígitos)<br />
+970820 XXXXX<br />
+970821 XXXXX</p>
</div>
<p><em>Khawaja</em> também incentiva que leitores gravem e disponibilizem online as conversas travadas com moradores de Gaza.</p>
<p>A blogueira árabe-americana <em><a href="http://tooteh.com/2009/01/my-phone-call-to-gaza.html">Batoul A</a></em> [en] que se identifica como uma muçulmana circassiana, tomou coragem e ligou para um número aleatório em Gaza. Batoul explica:</p>
<blockquote><p>Today, I called Gaza. A random household, just pressed random numbers and listened for the line to be picked up… and it was. I was astonished. As if it was unexpected and I was in disbelief. My sentences became fragmented to the Palestinian lady on the other side of the line while I gathered my strength and voice back to its normal.</p>
<p>[…]</p>
<p>For a bit she spoke and I listened but I was slowly losing my strength to her words. I wanted to cry. I want to shelter her feelings somewhere dear in my heart and keep them safe. I wanted to give her warmth. Gosh, I wanted to be with her…. at least, I wouldn&#39;t be feeling so guilty so ashamed, so helpless!</p></blockquote>
<div class="translation">Hoje, eu liguei para Gaza. Um número doméstico aleatório, apenas teclei apenas números aleatórios e esperei a ligação ser atendida&#8230; e foi isso. Fiquei espantada. Como se fosse algo inesperado, e eu não estivesse acreditando. Minhas frases para a senhora palestiniana do outro lado da linha saíram fragmentadas, enquanto eu reestabelecia a minha força e voz de volta ao normal.</p>
<p>[&#8230;]</p>
<p>Ela falou por um tempinho e eu escutei, mas eu estava lentamente perdendo a minha força diante de suas palavras. Eu queria chorar. Queria abrigar seus sentimentos em algum cantinho no meu coração e mantê-los seguros. Eu queria dar-lhe carinho. Caramba, eu queria estar com ela&#8230; pelo menos, eu não estaria me sentindo tão culpada, tão envergonhada, tão impotente!</p>
</div>
<p>Enquanto isso, o blogueiro palestino <em><a href="http://sabbah.biz/mt/archives/2009/01/12/action-alert-fax-israel/">Haitham Sabbah</a></em> [en] está encabeçando uma campanha com o objetivo de bombardear telefones, celulares, faxes e e-mails de oficiais israelitas. Ele descreve os objetivos de sua campanha da seguinte forma:</p>
<blockquote><p>1. Bombard their phone/mobile/fax lines with anti-war, anti-Zionist messages. This can be in the form of calls, faxes or even sms&#39;s;<br />
2. Waste the time of these war criminals as much as possible. Some of them are doing nothing else but jumping on the TV screens to spread lies and hatred. They justify killing Palestinian children and civilians;<br />
3. Directly delivering to them the message that we are disgusted by what they are doing and they should stop now;<br />
4. Show them the magnitude of support that Palestinians have after the world witnessed their war crimes in Gaza.</p></blockquote>
<div class="translation">1. Bombardeie as linhas de telefone/celular/fax com mensagens contra a guerra e anti-sionistas. Isto pode ser feito na forma de telefonemas, fax ou mesmo mensagens de SMS;<br />
2. Desperdice o tempo destes criminosos de guerra o tanto quanto possível. Alguns deles não estão fazendo nada, apenas aparecendo nas telas da TV para espalhar mentiras e ódio. Eles justificam a morte de crianças e civis palestinos;<br />
3. Envie-lhes diretamente a mensagem de que estamos enojados com o que eles estão fazendo e que eles deveriam parar agora;<br />
4. Mostre-lhes a magnitude do apoio que o mundo palestino alcançou após o mundo ter testemunhado seus crimes de guerra em Gaza.</div>
<p><em><a href="http://mysticsmuses.wordpress.com/2009/01/12/tech-war-against-israel/">Mystic&#39;s Muses</a></em> [en] empresta sua voz à campanha, dizendo:</p>
<blockquote><p>Dare to Join the Tech War?<br />
Let us all jam/bombard/flood/block the landlines, mobiles, fax lines, and in-boxes of Israeli War Criminals with messages! Do not let these barbaric terrorists enjoy even a single second of the massacre they are perpetrating!</p></blockquote>
<div class="translation">Se atreve a entrar na guerra tecnológica?<br />
Vamos todos emtupir/bombardear/inundar/bloquear os telefones fixos, celulares, linhas de fax e caixas de entrada dos criminosos de guerra israelitas com mensagens! Não deixe que esses terroristas bárbaros gozem de um único segundo sequer do massacre que estão cometendo!</div>
<p>A blogueira, em seguida, alerta aos leitores para que tomem preucações para garantir as suas privacidades.</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cineastas oferecem um vislumbre do Irã por dentro</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/12/19/cineastas-oferecem-um-vislumbre-do-ira-por-dentro/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/12/19/cineastas-oferecem-um-vislumbre-do-ira-por-dentro/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 23:21:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porDavid Sasaki  &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
Da última vez que demos uma olhada no Iran Inside Out [Irã de Dentro para Fora, en], a coordenadora do projeto Shaghayegh Azimi tinha acabado de finalizar um trailer para abrir o nosso apetite:

Como explica na avaliação do projeto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/david-sasaki/">David Sasaki</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://rising.globalvoicesonline.org/blog/2008/12/16/online-filmmakers-offer-new-glimpses-of-iran/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Da última vez que demos uma olhada no <a href="http://rising.globalvoicesonline.org/projects/iran-inside-out/">Iran Inside Out</a> [Irã de Dentro para Fora, en], a coordenadora do projeto Shaghayegh Azimi tinha acabado de finalizar um trailer para abrir o nosso apetite:</p>
<p><iframe src="http://dotsub.com/media/9b6f03e8-82bb-4cc2-aeec-8548a81fed1b/e/m" frameborder="0" width="420" height="347"></iframe></p>
<p>Como explica na <a href="http://rising.globalvoicesonline.org/iraninsideout/2008/12/06/self-evaluation-and-future-planning-part-ii/">avaliação</a> do projeto em <a href="http://rising.globalvoicesonline.org/iraninsideout/2008/12/06/self-evaluation-future-planning-by-iio-project-leader-part-i/">duas partes</a>, Azimi pretendia que o Iran Inside Out se transformasse em um empreendimento para conscientizar e difundir o trabalho de jovens cineastas iranianos ao introduzir suas obras a um público internacional. O projeto se deparou com inúmeros obstáculos, mas nos últimos seis meses também conquistou um progresso importante, incluindo um <a href="http://iraninsideout.com/">website</a> interativo e atraente.</p>
<p><a href="http://iraninsideout.com/"><img src="http://rising.globalvoicesonline.org/files/2008/12/picture-1.png" border="0" alt="Picture 1.png" width="500" /></a></p>
<p>O projeto Iran Inside Out também conseguiu publicar dois vídeos <a href="http://iraninsideout.com/filmmakers/">dos cineastas Hossein Rasti e Hamid Najafirad</a>, que exemplicam o poder do cinema de comunicar a emoção humana. O filme &#8220;<a href="http://iraninsideout.com/2008/11/27/silent-screech-by-hamid-najafirad/">Silent Screech</a>&#8221; [Grito Silencioso, em tradução livre] de Najafirad oferece um vislumbre dentro da cena <em>underground</em> de <em>heavy metal</em> em Teerã.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://blip.tv/play/AdPqeonecA" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" src="http://blip.tv/play/AdPqeonecA"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.suntimes.com/news/politics/281249,CST-NWS-OBAMA03.article">Comentários recentes do presidente eleito americano Barack Obama sobre o Irã</a> [en] fez com que a <a href="http://iraninsideout.com/2008/09/09/parsa-by-hossein-rasti/">meditação pessoal</a> de Hossein Rasti sobre o futuro de seu jovem sobrinho, Parsa, se tornasse ainda mais relevante. Será que a geração de Parsa verá uma era de paz preponderante ou conflito crescente?</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://blip.tv/play/AcyZdonecA" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" src="http://blip.tv/play/AcyZdonecA"></embed></object></p>
<p><a href="http://rising.globalvoicesonline.org/iraninsideout/2008/12/06/self-evaluation-and-future-planning-part-ii/">Olhando para o futuro</a> [pt], Azimi diz que outro vídeo será postado no Iran Inside Out muito em breve. Ela também espera fechar parcerias com o festival de cinema &#8220;Culture Uncut&#8221; e com departamentos de jornalismo, comunicação e cinema de universidades iranianas locais. Fique de olho no site <a href="http://iraninsideout.com/">Iran Inside Out</a> para aproveitar o excelente conteúdo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Olhares Internacionais Sobre as Eleições nos EUA</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/10/08/olhares-internacionais-sobre-as-eleicoes-nos-eua/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 19:11:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conforme as Eleições Norte-Americanas se aproximam, aumenta a atenção internacional à política norte-americana e aos candidatos concorrentes. Projetos como o Jornalismo Coletivo da Current TV e o Voices Without Votes do Global Voices Online se encarregaram de reunir o que está sendo dito sobre o tema e trazer a perspectiva global sobre esta questão local.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/juliana-rincon-parra/">Juliana Rincón Parra</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/10/08/international-eye-on-the-us-elections/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Conforme as Eleições Norte-Americanas se aproximam, aumenta a atenção internacional à política norte-americana e aos candidatos concorrentes. Projetos como o <a href="http://current.com/people/CJCollectiveWorks">Jornalismo Coletivo</a> [En] da <em>Current TV</em> e o <a href="http://voiceswithoutvotes.org/">Voices Without Votes</a> [En] do Global Voices Online se encarregaram de reunir o que está sendo dito sobre o tema e trazer a perspectiva global sobre esta questão local.</p>
<p>O programa <a href="http://current.com/topics/511_collective_journalism">Jornalismo Coletivo</a>, da Current TV, começou uma série de reportagens em vídeo sobre como o resto do mundo vê os EUA. Em <a href="http://current.com/items/89378240_the_view_from_over_there">The View from Over There</a> [&#8221;A Vista de Lá&#8221;, em inglês], pessoas de muitos diferentes países falam sobre seus pontos de vista sobre as políticas externas norte-americanas, a guerra no Iraque, a situação com o Irã e mencionam quem elas gostariam de ver como o futuro presidente dos EUA. As entrevistas no vídeo são por vezes realizadas em outras línguas, mas todas elas tem legendas em inglês.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://current.com/e/89378240/en_US" /><param name="wmode" value="transparent" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="400" src="http://current.com/e/89378240/en_US" wmode="transparent"></embed></object></p>
<p>Este vídeo também usa filmagens de outros programas sobre as <a href="http://current.com/topics/32967338_election_2008">Eleições Norte-Americanas 2008</a> [En], mas desta vez se concentrando na perspectiva externa. Este é um trabalho que também vem sendo realizado há algum tempo pelo Global Voices e pela Reuters no <a href="http://voiceswithoutvotes.org/">Voices Without Votes</a>, que reúne opiniões de todos os cantos do planeta a respeito das Eleições nos EUA. Se você tem alguma blogada que gostaria de enviar para o site, você pode fazê-lo clicando <a href="http://voiceswithoutvotes.org/submit/">aqui</a> [En].</p>
<p>O assunto do próximo programa Jornalismo Coletivo da Current TV serão as opiniões internacionais sobre as políticas de imigração dos EUA.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Iraque: Preto é a cor do luto</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/06/18/iraque-preto-e-a-cor-do-luto/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 21:56:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca Damacena</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porAmira Al Hussaini  &#183; Traduzido por Bianca Damacena &#183;  Veja o post original 
De acordo com o blog Inside Iraq [En], mulheres iraquianas estão acostumadas a usar o preto – a cor do pesar e do luto. Porém, entre a penumbra e a melancolia, algumas jovens admitem usar roupas nas cores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/biancadamacena/'>Bianca Damacena</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/06/16/iraq-black-the-colour-of-grief/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>De acordo com o blog <a href="http://washingtonbureau.typepad.com/iraq/2008/06/black-iraqi-wom.html">Inside Iraq</a> [En], mulheres iraquianas estão acostumadas a usar o preto – a cor do pesar e do luto. Porém, entre a penumbra e a melancolia, algumas jovens admitem usar roupas nas cores marrom, verde e até mesmo rosa!</p>
<p>De acordo com a correspondente Jenan:</p>
<blockquote><p>”Black is the favorite color for Iraqi women&#39;s clothing–not because they like it, but because they are used to wearing it. For decades Iraqi women have suffered from wars, sometimes losing their loved ones. That has caused them to wear black to show their deep grief. “</p></blockquote>
<div class="translation">“O preto é a cor favorita das mulheres iraquianas – não porque elas gostem, mas porque estão acostumadas a se vestir assim. Durante décadas as mulheres iraquianas têm sofrido com guerras, perdendo, em alguns casos, seus entes queridos. Isso as faz usar o preto para mostrar seu luto profundo”.</div>
<p>Tal costume significa novos negócios para os comerciantes de tecido. Jenan aponta que:</p>
<blockquote><p>“Even Iraqi merchants import black clothes more than any other color, to meet demands of the marketplace.”</p></blockquote>
<div class="translation">“Até mesmo os comerciantes iraquianos importam roupas pretas mais do que qualquer outra cor para suprir as demandas do mercado”.</div>
<p>“Quais outros padrões são utilizados pelas iraquianas para a escolha da cor de suas roupas?” Jenan responde:</p>
<blockquote><p>“The most widely used, as explained earlier, is black. Besides for mourning, black is also used in our traditional costume called an aba (gown).”</p></blockquote>
<div class="translation">“A cor mais usada, como dito anteriormente, é o preto. Além do luto, o preto é também usado nas nossas roupas tradicionais chamadas aba (túnica)”.</div>
<p>A blogueira relata sua experiência pessoal com a mãe, que vestiu preto da cabeça aos pés por 28 anos. Ela escreve:</p>
<blockquote><p>“Ever since 1980 until today I see my mom wearing black clothes from the top of her head to her toes. She first started wearing back after the death of my father 28 years ago, and she has never changed it even once, despite whatever happiness has happened in our family. My mom is like millions of Iraqi women who lost their husbands, brothers, sons or other loved ones. Once I asked my mom to put at least a white scarf on her head instead of a black one,. She replied: “It is shameful wearing colorful clothes if you have lost your beloved.” My mom was convinced that women who lost their loved ones shouldn’t wear any color but black.”</p></blockquote>
<div class="translation">“Desde 1980 até os dias de hoje, eu sempre vejo minha mãe vestindo roupas pretas da cabeça aos pés. Primeiro ela começou a usar preto depois da morte do meu pai há 28 anos, e ela nunca mudou uma única vez, embora tenham havido momentos felizes na nossa família. Minha mãe é como as milhares de mulheres iraquianas que perderam seus maridos, irmãos, filhos e outros entes queridos. Uma vez eu pedi pra minha mãe colocar pelo menos um manto branco em sua cabeça ao invés de um preto. Ela respondeu: ‘É vergonhoso usar roupas coloridas quando se perde alguém que se gosta&#39;. Minha mãe se convenceu de que mulheres que perderam seus entes queridos não deveriam usar outra cor que não o preto.”</div>
<p>E quanto a Jenan? O que ela gosta? Ela confessa:</p>
<blockquote><p>“As for myself, I like to wear different colors. I especially like brown and green–and sometimes even pink! It doesn&#39;t have to be a special occasion for me to wear pink, just whenever I feel like it. Besides abas, we wear veils, and they should be color-coordinated with the other color you are wearing. Underneath the aba, you can wear any color you wish, but for the veil which goes over and around your head, it should be harmonious with the color of your aba. You should also wear only black sandals with your black aba. With other colors of clothes, you can wear different shoes of different colors.”</p></blockquote>
<div class="translation">“Pessoalmente, gosto de vestir cores diferentes. Especialmente marrom e verde, e às vezes até rosa! Não é necessária uma ocasião especial para vestir rosa, visto simplesmente quando eu quero. Além das túnicas, nós vestimos véus, e eles devem ter cores que combinem com as que você está vestindo. Por baixo da túnica, você pode vestir qualquer cor que quiser, mas para o véu que vai por cima e ao redor da cabeça, é preciso ter harmonia com a cor da túnica. Você também deveria calçar somente sandálias pretas com sua túnica de mesma cor. Com roupas de outras cores, você pode usar sapatos de diferentes cores também.”</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Iraque: Parem o massacre na Cidade de Sadr&#8230;</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/05/09/iraque-parem-o-massacre-na-cidade-de-sadr/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/05/09/iraque-parem-o-massacre-na-cidade-de-sadr/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 May 2008 23:04:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Etnicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Feature]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra & Conflito]]></category>
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		<category><![CDATA[Primeira Mão]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

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		<description><![CDATA[...é o que diz Al-Ghad. Nas semanas que se seguiram ao muito falado ataque realizado pelo exército do Iraque em Basra e seu muito falado fracasso. Algo como uma guerra de baixo nível está acontecendo no Iraque, muito além das cenas exibidas pela mídia tradicional. E agora a situação parece estar começando a vir a tona.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/salam-adil/">Salam Adil</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/05/07/iraq-stop-the-massacre-in-sadr-city/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>&#8230;é o que diz <a href="http://www.al-ghad.org/2008/05/04/stop-the-massacre-of-sadr-city/">Al-Ghad</a> [En].</p>
<p>Nas semanas que se seguiram ao <a href="http://news.bbc.co.uk/1/hi/world/middle_east/7312078.stm">muito falado ataque</a> [En] realizado pelo exército do Iraque em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bassora">Basra</a> e seu muito falado <a href="http://ipsnews.net/news.asp?idnews=41804">fracasso</a> [En]. Algo como uma guerra de baixo nível está acontecendo no Iraque, muito além das cenas exibidas pela mídia tradicional. E agora a situação parece estar começando a vir a tona.</p>
<p><em>Al-Ghad</em> <a href="http://www.al-ghad.org/2008/05/04/stop-the-massacre-of-sadr-city/">publicou um manifesto</a> [En] dando um aviso urgente de que um massacre iminente da população da<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sadr_city"> Cidade de Sadr</a> [En] está sendo planejado:</p>
<p><em><br />
</em></p>
<blockquote><p><em>The occupiers have decided to implement the Israeli style ghettos of imprisoning people in concrete walls. When this didn’t solve their problem, they came to the idea of mass slaughter of the whole of Sadr-City, using mass bombing, rockets and heavy artillery against a civil population.</em></p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;As forças de ocupação decidiram implementar guetos ao estilo israelense, aprisionando pessoas por trás de paredes de concreto. Quando isso não resolveu o problema, eles tiveram a idéia de massacrar a população da Cidade de Sadr, usando bombardeio em massa, foquetes e artilharia pesada contra a população civil.&#8221;</div>
<p><em>Wafaa&#39; Al-Natheema</em> <a href="http://zennobia.blogspot.com/2008/05/urgent-attacking-shula-hospital-in.html">condenou os ataques</a> [En] contra hospitais em Baghdad:</p>
<blockquote><p>Today the Shu&#39;la hospital in Karkh district was attacked… Historically, I am unaware of military operations targeting civilian hospitals!!… Who will evacuate the dead bodies and heal the wounded? I really can not keep silent when today my colleague, the journalist, Yasir Shammri described Sadr City Hospital as the hospital of death whose function is just to keep corpses.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;O hospital de Shu&#39;la, no distrito de Karkh, foi atacado hoje&#8230; Historicamente, eu não tenho notícias de operações militares que tivessem como alvo hospitais civis!!&#8230; Quem irá evacuar os corpos e cuidar dos feridos? Eu realmente não posso ficar calado quando hoje, meu colega jornalista Yasir Shammri descreveu o Hospital da  Cidade de Sadr como um hospital de morte cuja única função é apenas guardar os cadáveres.&#8221;</div>
<p>Enquanto <em>Ladybird</em> <a href="http://www.roadstoiraq.com/2008/05/05/source-attacking-forces-to-hit-sadr-city-with-chemical-gas/">relata rumores de planos</a> [En] para o uso de armas químicas na Cidade de Sadr.</p>
<blockquote><p>I don’t know the truth behind this story … but there are rumors .. that neighborhoods around Sadr-City are being evacuated. According to <a style="border-bottom: thin dotted;" href="http://www.albadeeliraq.com/new/showdetails.php?id=14445&amp;kind=newstop">al-Badeel al-iraqi</a>, their sources in Sadr-City sent a message saying that the attacking forces are preparing to hit the city with opiate fentanyl non-lethal gas, the same gas the Russians used to attack the rebels in Moscow theater in 2002.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Eu não sei da veracidade dessa história&#8230; mas há rumores&#8230; de que algumas vizinhanças da Cidade de Sadr estão sendo evacuadas. De acordo com al-Badeel al-iraqui, suas fontes em Sadr enviaram uma mensagem dizendo que as forças de ataque estão se preparando para atacar a cidade com gás não letal opiato fentanyl, o mesmo gás usado pelos russos para atacar os rebeldes no teatro de Moscou em 2002.&#8221;</div>
<p>O que quer que se diga sobre o novo plano de segurança para o Iraque, ele não veio sem um custo. O novo exército do Iraque dificilmente poderia ser chamado de não sectário.<em> Zeyad</em> <a href="http://healingiraq.blogspot.com/2008_04_01_healingiraq_archive.html#4416003703941083023">publica um vídeo</a> [En] mostrando as forças de segurança do Iraque saqueando uma pequena cidade no Iraque em uma cena que lembra o modo violento com que Saddam abafou o levante de 1991. Ele escreve:</p>
<blockquote><p>A massacre that you will not see on CNN, perpetrated by the US-backed “Iraqi security forces” or, more accurately, Badr/SIIC/ Da&#39;wa gangs in uniform and out of uniform… The soldiers are heard spitting out obscenities at the wounded detainees and even at dead bodies. Others are seen dragging another injured detainee, kicking him violently and cursing him before throwing him on a pile of dead bodies… Those are the “security forces” that our American friends want us to trust and to condemn attacks targeting them.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Um massacre que você não verá na CNN, perpetrado pelas &#8220;Forças de Segurança do Iraque&#8221; apoiadas pelos EUA ou, mais precisamente, gangues Badr/SIIC/Da&#39;wa com e sem uniforme&#8230; Os soldados podem ser ouvidos cuspindo obscenidades contra prisioneiros feridos e até contra corpos. Outros podem ser vistos arrastando um prisioneiro ferido, chutando-o violentamente e o amaldiçoando antes de jogá-lo em uma pilha de cadáveres&#8230; Estas são as &#8220;forças de segurança&#8221; que nossos amigos Americanos desejam que confiemos e condenemos ataques contra elas.&#8221;</div>
<p><em>Raed</em> <a href="http://raedinthemiddle.blogspot.com/2008/04/us-backed-militias.html">publica capturas de imagem</a> [En] do mesmo vídeo e escreve:</p>
<blockquote><p>The Iraqi police, army, interior ministry forces, and other US backed forces are nothing more than nice titles for militias that happened to be called “governmental”. The Sunnis and Shiites allied with the US get to have their militias treated as “good militias” with governmental titles, but the other Sunnis and Shiites who represent the majority of Iraqis and oppose the occupation are the ones with “bad militias” that are described as terrorists and extremists…<br />
The congress has approved billions of dollars of US-taxpayers money to fund these sectarian militias who are directly responsible of the ethnic and sectarian cleansing that has been taking place in Iraq during the last 5 years.</p></blockquote>
<div class="translation">
<p>&#8220;A polícia, o exército, as forças do ministério do interior e outras forças apoiadas pelos EUA no Iraque são nada mais que títulos bonitos para milícias que eventualmente começaram a ser chamadas de &#8216;governamentais&#39;. Os Sunitas e os Shiitas que se aliaram com os EUA podem ter suas milícias tradas como &#8220;milícias boas&#8221; com títulos do governo, mas os outros Shiitas e Sunitas que representam a maioria dos iraquianos e se opõe á ocupação são aqueles que tem as &#8220;milícias más&#8221; que são descritas como terroristas e extremistas&#8230;<br />
O congresso aprovou o uso de bilhões de dólares do dinheiro dos pagadores de impostos para financiar estas milícias sectárias que são diretamente responsáveis pela limpeza étnica e sectária que está acontecendo no Iraque nos últimos 5 anos.&#8221;</p></div>
<p>Em outro nível, <em>Last of Iraquis</em> <a href="http://last-of-iraqis.blogspot.com/2008/05/not-again.html">se viu cara a cara</a> [En] com estes mesmos soldados em uma barreira em Baghdad. Ele foi parado e quase foi preso. Ele escreve:</p>
<blockquote><p>During the ordeal many things were running through my head, I was thinking about the previous trouble that I have faced and remembered the comments; that really helped me to be cool, I was thinking about my dead friend; Omar who was killed by the Iraqi army in a situation like mine, he was talking with my other friend on the phone when he reached a checkpoint for the Iraqi army in Harthia neighborhood so he placed the phone aside and my friend could hear everything through the phone…it was so similar to my case but they took him and the next day his dead body was found in a garbage!!!<br />
I know you are bored from the same story being told over and over by me but this is what the ordinary Iraqis go through everyday despite the countless explosions and assassination. That&#39;s the army and police that should protect us!! How funny.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Durante meus apuros, muitas coisas estavam passando pela minha cabeça. Eu estava pensando em outros problemas que tive e lembrando dos comentários; e isso realmente me ajudou a ficar frio. Eu estava pensando sobre meu amigo morto, omar, que foi morto pelo exército iraquiano em uma situação como a minha. Ele estava falando com outro amigo meu por telefone quando chegou na barreira do exército iraquiano no bairro de Harthia, e então ele colocou o telefone de lado e meu amigo pôde ouvir tudo pelo fone&#8230; muito parecido com o meu caso, mas eles o levaram e no dia seguinte seu corpo foi encontrado no lixo!!!<br />
Eu sei que você está entediado por ouvir a mesma história de novo e de novo por mim, mas é isso que os iraquianos comuns tem que viver todo dia além das incontáveis explosões e assassinatos. Este é o exército e a polícia que deveria nos defender!! Que engraçado.&#8221;
</div>
<p>Estes eventos me deixam com as mesmas indagações <a href="http://zennobia.blogspot.com/2008/05/urgent-attacking-shula-hospital-in.html">feitas por Wafaa&#39;</a> [En]:</p>
<blockquote><p>
Aren&#39;t these disasters sufficient to move the conscience? What freedom and democracy and what government reform, reconstruction and national unity are those? Will these events move the corrupt political parties to PM Maliki&#39;s table? What constitution allows the army to kill people and insults and threatens doctors? Is there any wise man amongst you, deputies and ministers? Where is the Islam of the Islamic parties where is the democracy of the liberal and patriotic parties?</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Estes desastres não são suficientes para mover nossas consciências? Que liberdade e democracia, reforma e reconstrução de governo, e unidade nacional são estas? Será que estes eventos irão levar os partidos políticos corruptos para a mesa do primeiro ministro Maliki? Que constituição permite que o exército mate pessoas e insulta e ameaça médicos? Haverá algum homem sábio entre vocês, deputados e ministros? Onde está o Islã dos partidos islâmicos e onde está a democracia dos partidos liberais e patrióticos?&#8221;</div>
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		<title>Iraque: Perdão da Jordânia aos iraquianos refugiados</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/02/17/iraque-perdao-da-jordania-aos-iraquianos-refugiados/</link>
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		<pubDate>Sun, 17 Feb 2008 13:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jan Alyne Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diáspora]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra & Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Iraq]]></category>
		<category><![CDATA[Jordan]]></category>
		<category><![CDATA[Refugiados]]></category>
		<category><![CDATA[Roundups]]></category>

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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porAmira Al Hussaini  &#183; Traduzido por Jan Alyne Barbosa &#183;  Veja o post original 
As ruas da Jordânia estão agitadas hoje após o disparo da economia subsidiária, elevando os preços ao máximo; entretanto, após a discussão sobre o alto custo de refugiados iraquianos no país, o governo da Jordânia supostamente perdoou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/janalyne/'>Jan Alyne Barbosa</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/02/16/iraq-jordan-pardons-overstaying-iraqis/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>As ruas da Jordânia estão agitadas hoje após o disparo da economia subsidiária, elevando os preços ao máximo; entretanto, após a discussão sobre o alto custo de refugiados iraquianos no país, o governo da Jordânia supostamente perdoou a pesada multa de 1,5 JD por dia aos 360 mil iraquianos em &#8220;situação irregular&#8221;. Esta medida foi presumivelmente adotada a pedido do vice-presidente, Tariq al-Hashimi (Eu me dei conta antes de adicionar o S antes do nome de sua excelência), que afirmou que este movimento iria encorajar iraquianos a regressarem para casa, em função da melhoria das condições de segurança no Iraque atualmente &#8220;, explica o blogueiro iraquiano, <em><a href="http://ejectiraqikkk.blogspot.com/2008/02/jordan-pardons-staying-fines-of-iraqis.html">Abbas Hawazin</a></em>, que vive na Jordânia.</p>
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		<title>Blogueiros Iraquianos Perdendo as Esperanças</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/02/14/blogueiros-iraquianos-perdendo-as-esperancas/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Feb 2008 20:26:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cyber-Ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra & Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Iraq]]></category>
		<category><![CDATA[Middle East & North Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Roundups]]></category>

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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porAmira Al Hussaini  &#183; Traduzido por Daniel Duende &#183;  Veja o post original 
Out of Iraq Bloggers Caucus (Fora do Conselho Blogueiro do Iraque, EN) faz um apanhado das reações de alguns blogueiros iraquianos sob o título &#8216;Blogueiros Iraquianos Perdendo as Esperanças&#39;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/02/14/iraqi-bloggers-losing-hope/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><a href="http://ooibc.blogspot.com/2008/02/some-iraqi-bloggers-losing-hope.html"><em>Out of Iraq Bloggers Caucus</em></a> (Fora do Conselho Blogueiro do Iraque, EN) faz um apanhado das reações de alguns blogueiros iraquianos sob o título &#8216;Blogueiros Iraquianos Perdendo as Esperanças&#39;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Iraque: Vídeos da neve em Bagdá</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/01/15/iraque-videos-da-neve-em-bagda/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Jan 2008 12:05:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arabic]]></category>
		<category><![CDATA[Iraq]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Middle East & North Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Mão]]></category>
		<category><![CDATA[Video]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

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		<description><![CDATA[O inesperado aconteceu no Iraque: Nevou na capital, Bagdá, e o povo pegou suas câmeras para filmar esse acontecimento único.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/juliana-rincon-parra/">Juliana Rincón Parra</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/01/14/iraq-videos-of-snow-in-baghdad/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div class="entry" id="single">
<p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/01/70144228_ec59252e19_o2.thumbnail.jpg" alt="Snowflake image taken by CaptPiper" align="left">Pela primeira vez na mem&oacute;ria em vida, o povo de Bagd&aacute;, no Iraque, p&ocirc;de experimentar algo que at&eacute; ent&atilde;o s&oacute; tinham ouvido falar ou  apenas visto em filmes:  nevou durante v&aacute;rias horas sobre a  cidade. </p>
<p>No dia  11 de janeiro, muitas pessoas aproveitaram a oportunidade para desenferrujar suas c&acirc;meras e registrar este acontecimento: alguns o consideraram um sinal m&iacute;stico dos tempos que est&atilde;o por vir, v&aacute;rios culparam a mudan&ccedil;a clim&aacute;tica e outros s&oacute; aproveitaram a experi&ecirc;ncia &uacute;nica na vida. Voc&ecirc; pode ler o que os blogueiros disseram no artigo escrito por <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/01/14/iraq-snow-in-baghdad/">Salam Adil, Iraq: Snow in Baghdad</a> [en].</p>
<p>O usu&aacute;rio <a href="http://www.youtube.com/profile?user=spliceanddice">SpliceandDice</a> do site de v&iacute;deos YouTube foi um dos que acusaram a mudan&ccedil;a clim&aacute;tica, e em seu v&iacute;deo de 1&#8242;51&quot;, ele mostra algumas cenas de pessoas se movimentando e do traf&eacute;go sob uma neve rala.</p>
</p>
<p>  <embed src="http://www.youtube.com/v/I7f6v1fz6ow&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="355" width="425"></embed><br />
  <a href="http://www.youtube.com/profile?user=aliii313"></p>
<p>  Aliii313</a>, postou um v&iacute;deo de  1&#8242;20&quot; mostrando que estava nevando levemente. Na descri&ccedil;&atilde;o de seu v&iacute;deo ele escreve:</p>
<blockquote>
<p>this is 1st time in history a light snow fall in baghdad wow, in Jan,11 2008 at 7:00 am&hellip;this vedio recorded by mohamed tarik(my brother) in our house garden in ZAYONA-BAGHDAD..ah and the actror was yahia tarik(walk in Boulevard).</p>
</blockquote>
<p class="translation">Essa &eacute; 1&ordf; vez na hist&oacute;ria que queda de neve leve acontece em Bagd&aacute;, uau, 11 de jan 2008 &agrave;s 7:00 am&hellip; esse v&iacute;deo gravado por mohamed tarik (meu irm&atilde;o), em nossa casa no jardim ZAYONA-BAGDADE .. ah e o ator foi Yahia tarik (na caminhada no Boulevard).</p>
</p>
<p>
    <embed src="http://www.youtube.com/v/SU2VYmh5BPM&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="355" width="425"></embed>
  </p>
<p>  Outro usu&aacute;rio do YouTube, <a href="http://www.youtube.com/profile?user=hq9sctgd">hq9sctgd</a>, tem 3 pequenos v&iacute;deos diferentes sobre a neve caindo. Veja um deles a seguir:</p>
<p>    <embed src="http://www.youtube.com/v/4yJzrU9ZZJs&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="355" width="425"></embed><br />
    <br />
    Para mim, &eacute; especialmente estranho ver flocos de neve na frente e palmeiras ao fundo, como pode ser visto no v&iacute;deo de <a href="http://www.youtube.com/profile?user=YSDallali">49 segundos do YSDallali</a>.</p>
<p>      <embed src="http://www.youtube.com/v/tesXLuUE814&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="355" width="425"></embed></p>
<p>    No <a href="http://youtube.com/watch?v=ttwKSdqHNf8">canal do usu&aacute;rio  aowsalmsafir</a> voc&ecirc; ver&aacute; v&aacute;rios outros curtas, um deles de flocos de neve caindo numa Bagd&aacute; enfeitada de Palmeiras.Tigernip disponibilizou conte&uacute;do da Fox News, onde o rep&oacute;rter noticia que a neve teve um efeito mais profundo: n&atilde;o houve relatos de viol&ecirc;ncia durante a manh&atilde; e in&iacute;cio da tarde, enquanto a cidade inteira admirou o espet&aacute;culo, todos juntos. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=cauHQ-TMwRM">Voc&ecirc; pode ver esse  v&iacute;deo aqui.</a>  </p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/piper/70144228/">Imagem de floco de neve de CaptPiper</a> e usada sob licen&ccedil;a do Creative Commons.</p>
</div>
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		<item>
		<title>Líbano: Quem matou François Hajj e por quê?</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/12/27/libano-quem-matou-francois-hajj-e-por-que/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Dec 2007 17:25:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Débora Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[O Líbano captura as manchetes internacionais novamente [todas en], com mais um assassinato. Quem está culpando quem e o que os blogueiros da região têm a dizer.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/debmedeiros/'>Débora Medeiros</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/12/17/lebanon-who-killed-francois-hajj-and-why/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p class="entry" id="single">O Líbano captura as <a href="http://www.guardian.co.uk/syria/story/0,,2227637,00.html">manchetes</a> <a href="http://www.iht.com/articles/2007/12/16/opinion/edlebanon.php">internacionais</a> <a href="http://english.aljazeera.net/NR/exeres/82865CDB-4BC6-4294-8894-991B913E3C71.htm">novamente</a> [todas en], com mais um assassinato. Quem está culpando quem e o que os blogueiros da região têm a dizer.</p>
<p class="entry" id="single"> O chefe de operações das Forças Armadas libanesas, general <em>François Hajj</em>, cotado para ser o próximo comandante das Forças Armadas do país, foi morto em um atentado a bomba. De acordo com o <a href="http://www.guardian.co.uk/syria/story/0,,2227637,00.html">noticiário [en]</a>, “foi a primeira vez que o Exército libanês, visto como a única força capaz de manter o país unido, foi alvo de ataques, o que pode representar a pior crise desde a guerra civil.” O assassinato de <em>Hajj</em> também <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/2007/08/24/libano-eleicao-presidencial/">paralisa</a> o processo de seleção do próximo presidente do Líbano. O católico maronita de 55 anos era um candidato em potencial para suceder o comandante das Forças Armadas Michel Suleiman, que poderia ser apontado como presidente.</p>
<p>Os jornalistas-cidadãos da região apressaram-se em apontar culpados - de Israel e os EUA aos suspeitos de sempre: inimigos políticos, a Síria, o Irã, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hizbollah">Hezbollah</a> e a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Al_Qaeda">Al Qaeda</a>.</p>
<p><strong>Asassinando a salvação: </strong></p>
<p><em><a href="http://blacksmithsoflebanon.blogspot.com/2007/12/assassinating-salvation.html">Blacksmith Jade [en]</a></em> expressa seu choque e é claro quanto a quem ele pensa estar por trás da carnificina. Escreve ele:</p>
<blockquote><p> <em>It’s not easy to quantify the sense of shock, desperation, and fear that this most recent ‘hit’ [on Lebanese Army Brigadier General Francois el Hajj] by the Syrian killing machine has rendered on the country.</em></p>
<p><em>Indeed, for a country now all too used to the roving bands of assassins striking at its politicians [while other politicians quickly move to exploit their murder], this latest assassination has struck a particular chord. Echoing off the Army’s recent victory against a malicious terrorist cell in Nahr el Bared, and striking at the one institution in which most Lebanese had placed their faith for their salvation. A salvation they had pursued so far as to propose the amendment of the constitution, in order to bring to the nation’s head the man at the head of that [perceived] salvation.</em></p>
<p><em>This latest assassination is what it always is: Syria’s use of death, terror, and destruction to try and keep the Lebanese “in line”.</em></p>
<p>Não é fácil quantificar os sentimentos de choque, desespero e medo que este mais recente &#8216;ataque&#39; [ao brigadeiro do Exército libanês, general Francois el Hajj] pela máquina de matar síria trouxe ao país.</p>
<p>De fato, para um país agora por demais acostumado a bandos  em trânsito de assassinos atacando seus políticos [enquanto outros políticos se articulam rapidamente para explorar as mortes], este último assassinato fez vibrar uma corda em particular, ecoando a vitória recente do Exército sobre uma célula terrorista maliciosa em Nahr el Bared e atacando a única instituição sobre a qual a maioria dos libaneses havia depositado sua fé na própria salvação. Uma salvação que eles haviam perseguido a ponto de propor uma emenda na constituição, de modo a levar ao comando da nação o homem no comando dessa [visualizada] salvação.</p>
<p>Este último assassinato é o que sempre é: o uso pela Síria de morte, terror e destruição para tentar manter os libaneses &#8220;na linha&#8221;.</p></blockquote>
<p><em><br />
Dominação completa e brutal:</em></p>
<p>Em linhas semelhantes e mais detalhadamente - incluindo como as relações inter-arábicas entram no jogo -, <em>Tony Bey</em> explica os motivos por trás do assassinato <a href="http://beirut2bayside.blogspot.com/2007/12/explaining-latest-assassination.html">aqui [en]</a>.</p>
<blockquote><p><em>The bottom line is that Syria&#39;s only conception of its relationship to Lebanon is complete brutal domination, where Syria decides every single minutae of Lebanese life, including who gets to be president, prime minister, speaker, Army Commander, security officials, election law, cabinet make-up, cabinet portfolios, cabinet policy statement, etc. This is precisely the threat Bashar relayed to Rafik Hariri in their last meeting before he ordered his killing: I alone decide who Lebanon&#39;s president is, and if you disagree, I will break Lebanon over your heads.</em></p>
<p><em>This is the framework within which the assassination has to be placed, along with another parallel, inter-Arab framework..</em></p>
<p>O que importa é que o único modo como a Síria concebe seu relacionamento com o Líbano é por meio de uma dominação completa e brutal, em que a Síria decide cada minúcia da vida libanesa, incluindo quem serão o presidente, o primeiro ministro, o porta-voz, o comandante das Forças Armadas, os oficiais de segurança, e ainda como serão a legislação eleitoral, a composição do gabinete presidencial, os documentos do gabinete, a política do gabinete etc. Essa foi precisamente a ameaça feita por Bashar a Rafik Hariri na última reunião que tiveram, antes de Bashar ordenar o assassinato de Hariri: Somente eu decido quem será o presidente do Líbano e, se vocês discordarem, quebrarei o Líbano sobre suas cabeças.</p>
<p>Essa é a moldura dentro da qual o assassinato deve ser colocado, juntamente com outro paralelo, o da moldura das relações inter-arábicas&#8230;</p></blockquote>
<blockquote></blockquote>
<p><strong>Três teorias e meia sobre quem matou Hajj: </strong></p>
<p><em>Mustapha</em>, do <em><a href="http://beirutspring.com/blog/2007/12/12/the-35-theories-on-who-killed-francois-hajj/">Beirut Spring [en]</a></em>, divide conosco suas três teorias e meia sobre quem poderiam ser os assassinos. Eles variam entre a Síria, Israel, os Estados Unidos, a Al Qaeda e os fundamentalistas islâmicos.  O meio-&#8221;suspeito&#8221; final é o ex-presidente <a href="http://www.answers.com/Fouad%20Siniora"><em>Fouad Siniora [en]</em></a>, que recebe uma menção-honrosa:</p>
<blockquote><p><em>Honorary mention, Theory 3.5: The Evil Saniora</em></p>
<p><em>Who killed him: Fouad Seniora’s negligence<br />
Why he did it: To undermine the Christians and monopolize power.<br />
Why it’s plausible: It’s always Seniora’s fault<br />
Who believes this theory: Michel Aoun<br />
Why the theory could be in doubt: …</em></p>
<p>Menção-honrosa das três teorias e meia: o maléfico Seniora</p>
<p>Quem o matou [François Hajj]: A negligência de Fouad Seniora<br />
Por que ele o fez: Para minar os cristãos e monopolizar o poder.<br />
Por que é plausível: Sempre é culpa do Seniora Quem acredita nesta teoria: Michel Aoun<br />
Por que essa teoria pode ser posta em dúvida: …</p></blockquote>
<p>Os leitores adicionam mais alguns &#8220;suspeitos&#8221; na seção de comentários.</p>
<p><strong>A política libanesa-palestina é a culpada?</strong></p>
<p>O comentarista libanês do <em><a href="http://angryarab.blogspot.com/2007/12/who-killed-francois-al-hajj-chief-of.html">Angry Arab [en]</a></em>, <em>Assad Abu Khalil</em>, contribui para o debate. Ele culpa a política libanesa-palestina pelo incidente.</p>
<blockquote><p><em>Who killed Francois Al-Hajj, chief-of-operations for the Lebanese Army? Nobody knows of course. He certainly was not close to the Hariri camp; and there is the widely circulated reference to an article in As-Siyasah (from January 26th, 2007) in which he was identified as an enemy of March 14. Personally, I think the explanation may be found not in Lebanese politics, but in Lebanese-Palestinian politics. I had predicted when the Lebanese Army (supported by March 8th and March 14th–government and opposition alike) was destroying the Nahr Al-Barid camp that the horrors would produce a new vengeful organization, just as Black September was born out of the Jordanian massacres of Palestinians. Al-Hajj had a key role in the Lebanese Army operations in Nahr Al-Barid.</em></p>
<p>Quem matou Francois Al-Hajj, chefe de operações  do Exército libanês? Ninguém sabe ao certo. Ele certamente não era próximo do campo de Hariri e há a conhecida alusão a um artigo no As-Siyasah (de 26 de janeiro de 2007) em que ele foi identificado como inimigo do 14 de Março. Pessoalmente, eu acho que a explicação pode não estar na política libanesa, mas na política libanesa-palestina. Eu havia previsto que o terror da destruição do campo de Nahr Al-Barid  pelo Exército libanês (apoiado pelo 8 de Março e pelo 14 de Março - governo e oposição) iria produzir uma nova organização vingativa, assim como o Setembro Negro nasceu do massacre de palestinos por jordanianos. Al-Hajj desempenhava um papel central no Exército libanês durante as operações em Nahr Al-Barid.</p></blockquote>
<p><strong>Bombas abrem caminho para mais bombas:</strong></p>
<p>O egípcio <em><a href="http://www.whisperofmadness.com/2007/12/12/what-we-didnt-want-to-happen/">D B Shobrawy [en]</a></em> cutuca o assunto por um aspecto diferente. Ele explica:</p>
<blockquote><p><em>People have trouble understanding the fragility of the Middle East sometimes. Lebanon especially is a country whose political structure demands chaos. The constitution requires a Maronite Christian president, a Sunni prime minister and a Shi’a speaker. Positions along religious lines go straight down to the military as well. The most powerful position in the country is represented by a small minority and I dont have to tell you how sensitive religious identities are in this region…Now consider that the different groups in this country have a very difficult time getting along and EVERYONE has guns in their home. A friend of mine has a couple AK-47’s, a M-16, some other assorted machine guns, 3 Desert Eagle’s and 2 rocket launchers…and his family are a bunch of well off bankers and business owners.<br />
All we can do now is sit and wait to see what happens next. Bombs have a way of giving way to other bombs, hopefully this bomb doesnt give birth to more.</em></p>
<p>As pessoas têm dificuldade para entender a fragilidade do Oriente Médio às vezes. O Líbano em especial é um país cuja estrutura política demanda o caos. A constituição requer um presidente cristão maronita, um primeiro-ministro sunita, e um porta-voz xiita. Os cargos no Exército também são divididos com base na religião. O cargo mais poderoso do país é representado por uma minoria, e eu não preciso lembrá-los o quão sensíveis as identidades religiosas são nesta região&#8230; Considere agora que os diferentes grupos neste país têm dificuldades para se entender e TODO MUNDO tem armas em casa. Um amigo meu tem alguns AK-47, um M-16, várias metralhadoras, três Desert Eagles e dois lançadores de foguete&#8230; e a família dele é formada por um bando de banqueiros bem de vida e donos de negócios. Tudo o que podemos fazer agora é sentar e esperar para ver o que acontece. As bombas têm jeito para abrir caminho para outras bombas, espera-se que esta não gere outras mais.</p></blockquote>
<p><strong>Material em vídeo:</strong></p>
<p><em>Finkployd</em>, do Líbano, nos traz material em vídeo da cena do assassinato <a href="http://www.bloggingbeirut.com/archives/1190-More-Videos-Scene-of-Assassination-General-Hajj.html">nesta postagem [en]</a>.</p>
<p><strong>Uma idéia simples para os pobres de espírito:</strong></p>
<p>Frustrado com os becos sem saída a que chegam as investigações dos carros-bomba, <em>JoseyWales</em>, do <em><a href="http://lebanonesque.blogspot.com/2007/12/simple-idea-for-simple-minded.html">Lebanonesque [en]</a></em>, divide suas idéias para encurralar os culpados:</p>
<blockquote><p> <em>Asking for special or expanded powers to search for weapons, explosives and political assassins is still not high up on the government’s priority list…<br />
After your now routine car-bomb and routine condemnations, the other very familiar story: people arrested in connection with the exploded car, people claim they sold the car to unknown, people released, end of story and end of investigative track…<br />
It’s getting to be boring by now, in each car-bomb murder the sales chain ends with a guy who sold it to “unknown” for cash.</em></p>
<p><em>(H)ow about making it ILLEGAL to sell to “unknown”, like after the 4th or 5th or 6th car-bomb. We are now at number 12 or 14 depending on how you count.<br />
How difficult is it to pass a law that puts the (or some) responsibility of these crimes on the last KNOWN idiot in the chain of sales. You are selling your car? By law, you will need to know the name of the buyer and ID him/her. Make a lapse punishable by 10 years in jail or even by a death sentence for all I care.</em></p>
<p>Requisitar poderes especiais ou expandidos para procurar armas, explosivos e assassinos políticos ainda não ocupa o topo da lista de prioridades do governo…<br />
Depois do já rotineiro atentado com carro-bomba e das condenações de rotina, outra história familiar: pessoas presas por possuírem conexões com o carro explodido afirmam ter vendido o carro para um desconhecido, são soltas e fim da história, fim da trilha de investigação…<br />
Já está ficando chato que a cada morte por carro bomba a cadeia de vendas termine em um cara que vendeu o carro a um &#8220;desconhecido&#8221; porque precisava da grana.</p>
<p>Que tal tornar ILEGAL vender a &#8220;desconhecidos&#8221;, como já deveria ter acontecido depois do 4º ou 5º ou 6º atentado? Já estamos no 12º ou 14º, dependendo de como você conta.<br />
Quão difícil pode ser fazer passar uma lei que coloque o total (ou parte) da responsabilidade por esses crimes no último idiota CONHECIDO na cadeia de vendas? Tá vendendo seu carro? Por lei, você precisará saber o nome do comprador e identificá-lo/la. Cometa um deslize e seja punido com 10 anos de cadeia ou até com a sentença de morte, pouco me importa.</p></blockquote>
<p>Mais reações podem ser encontradas <a href="http://joshualandis.com/blog/?p=521">aqui [en]</a>, <a href="http://egyptianchronicles.blogspot.com/2007/12/blast-of-its-kind-in-lebanon.html">aqui [en]</a>, <a href="http://saroujah.blogspot.com/2007/12/hariri-threatened-lebanese-army.html">aqui [en]</a>, <a href="http://lespolitiques.blogspot.com/2007/12/lebanon-bomb-kills-senior-general.html">aqui [en]</a>, <a href="http://simplyjews.blogspot.com/2007/12/general-francois-hajj-rip-jooz-guilty.html">aqui [en]</a>, <a href="http://www.roadstoiraq.com/2007/12/12/israels-second-attempt-to-assassinate-brigadier-general-francois-hajj-was-successful/">aqui [en]</a> e <a href="http://remarkze.blogspot.com/2007/12/past-events-in-life-of-brid-gen-el-hajj.html">aqui [en]</a>.</p>
<p align="right"> Matéria de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/" title="Posts by Amira Al Hussaini">Amira Al Hussaini</a>.</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</em></p>
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		<item>
		<title>Iraque: À memória de Ali Shafeya Al-Moussawi</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/12/19/iraque-a-memoria-de-ali-shafeya-al-moussawi/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/12/19/iraque-a-memoria-de-ali-shafeya-al-moussawi/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 15:13:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guerra & Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Humanitário]]></category>
		<category><![CDATA[Iraq]]></category>
		<category><![CDATA[Middle East & North Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Mão]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

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		<description><![CDATA[Com muita tristeza, eu relato a morte de um blogueiro iraquiano. Ali Shafeya Al-Moussawi era um colaborador do vídeo blogue, Alive in Baghdad. Ele foi morto em casa, durante uma blitz da Guarda Nacional Iraquiana na rua em que ele morava. Ali recebeu 31 tiros entre o peito e a cabeça e morreu imediatamente. Hussain, seu vizinho, foi encontrado morto. Salam Adil resume as reações quanto a tragédia nesse artigo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/12/18/iraq-in-memoriam-ali-shafeya-al-moussawi/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/12/ali.jpg" alt="Ali Shafeya Al-Moussawi" /></p>
<p style="text-align: center"><strong>Nascido 16 de dezembro de 1984. Morto em 14 de dezembro de 2007.</strong></p>
<p>Com muita tristeza, eu relato a morte de um blogueiro iraquiano. <em>Ali Shafeya Al-Moussawi</em> era um colaborador do vídeo blogue, <a href="http://aliveinbaghdad.org/"><em>Alive in Baghdad</em></a>. Ele foi morto em casa, durante uma blitz da Guarda Nacional Iraquiana na rua em que ele morava. <em>Ali</em> recebeu 31 tiros entre o peito e a cabeça e morreu imediatamente. Hussain, seu vizinho, foi encontrado morto. Um irmão e sobrinho de Hussain também desapareceram.</p>
<p>Ali será lembrado pela sua mãe e irmã. <a href="http://aliveinbaghdad.org/2007/12/15/ali-shafeya-aib-special-correspondent-killed-at-home/"><em>Alive in Baghdad</em> está arrecadando doações</a> para ajudar a família com os custos do funeral.</p>
<p>A blogosfera de hoje é imensa e diversificada, ainda assim, mesmo com todo o tamanho, somos uma comunidade de pessoas muito próximas. Há apenas alguns degraus separando-nos uns dos outros e cada blogueiro - desde lendários ao twitterador ocasional.</p>
<p>E quando a membro de nossa comunidade é morto, todos nós sangramos juntos. então aqui está o meu pequeno tributo a Ali. Sua luta acabou e agora ele pode descansar em paz enquanto nós todos lutaremos com um vigor renovado por sua memória.</p>
<p>Nenhum dos blogues que eu cito abaixo são da blogosfera iraquiana mas todos estão juntos na tristeza da perda de um membro da comunidade e formam minha ronda do Iraque dessa semana.</p>
<p><a href="http://scobleizer.com/2007/12/15/alive-in-baghdad-blogger-killed/">Robert Scoble</a>:</p>
<blockquote><p>this week ends on another tragic note. I know all three of these bloggers. PodTech awarded Alive in Baghdad its highest award at last year’s Vloggies event. One of their correspondents was killed. I’m looking forward to a better week next week. Sigh.</p>
<p>essa semana termina com outra nota trágica. Eu conheço todos os três blogueiros. PodTech deu ao Alive in Baghdad o seu maior prêmio no evento do Vloggies no ano passado. Um de seus correspondentes foi morto. Aguardo dias melhores na semana que vem. Suspiro.</p></blockquote>
<p><a href="http://committeetoprotectbloggers.org/2007/12/15/ali-shafeya-has-been-killed/">Comitê de proteção aos blogueiros</a>:</p>
<blockquote><p>Ali’s brothers were killed several years ago in the Firdos Square bombing and his father was kidnapped and killed after that. His mother and sister are all that remain of the family…If you’re unfamiliar with AiB, it is an on-the-ground news gathering service, built up with native Iraqi journalists. They cover things foreign journalists can’t or won’t. They are, in spirit, bloggers. Ali was one of ours. Let’s take care of his family.</p>
<p>Os irmãos de Ali foram mortos há muitos anos no bombardeio da Praça de Firdos, e o seu pai foi sequestrado e assassinado em seguida. Sua mãe e irmã são os únicos que sobram na família. Se você não conhece muito bem AiB, trata-se de, em termos práticos, de um serviço de apuração de notícias, montado por jornalistas iraquianos. Eles cobrem assuntos que jornalistas estrangeiros não poderiam ou não cobririam. Eles são blogueiros de alma. Ali era um de nós. Vamos cuidar dessa família.</p></blockquote>
<p><a href="http://hughmcguire.net/2007/12/15/alive-in-baghdad-staffer-killed/">Hugh McGuire</a>:</p>
<blockquote><p>I can’t even imagine. I keep thinking about the safe little projects I work on, imagining what it would be like to have a web project where people started dying. It’s so easy to start good web projects. But it takes so much courage to continue in the face of reality this bloody.… of all the projects [Alive in Baghdad] is - to me - by far the most important. AiB is exactly why the web changes things - even if it has been mostly ignored.</p>
<p>Não posso nem imaginar. Fico pensando sobre a segurança de pequenos projetos nos quais eu trabalho, imaginando como seria ter um projeto na internet e as pessoas começassem a morrer. É tão fácil começar bons projetos na internet. Mas é preciso tanta coragem para continuar frente a essa realidade sangrenta&#8230; de todos os projetos, [Alive in Baghdad] é -para mim - de longe o mais importante. AiB é exatamente o motivo pelo qual a internet causa mudanças - mesmo que tenha sido ignorado na maioria.</p></blockquote>
<p><a href="http://blogs.cnet.com/8301-13508_1-9834580-19.html">Josh Wolf</a>:</p>
<blockquote><p>Alive in Baghdad is one of the only destinations providing weekly video of life in Baghdad from an Iraqi perspective. The reporting examines current issues facing the country, and also features evergreen material documenting what life in a war-torn country looks like.</p>
<p>Alive in Baghdad é um dos poucos  fornecendo vídeos semanais sobre a vida em Bagdá, a partir de uma perspectiva iraquiana. As reportagens examinam as questões atuais que o país enfrenta, e também apresenta sempre materiais documentando como é a vida num país dilacerado pela guerra.</p></blockquote>
<p><a href="http://blog.blip.tv/blog/2007/12/17/ali-shafeya-al-moussawi/"><em>Mike</em> do  Blip.tv</a> (que hospeda os vídeos do AiB):</p>
<blockquote><p>The news made me cry. I know how deeply Brian cares for his team, and how consistently worried he has been for their safety and security. I also know how important it is to Brian that the world see what life is like for Iraqis by way of coverage that flies in the face of network television’s “live from” model. Ali helped make it possible for us to see Iraq as what it was, not as what the Green Zone was.Ali was someone who did God’s work — showing people around the world what life was actually like in Iraq for Iraqis. He showed us the reality of the Iraqi condition in his life, and he shows us the reality of the Iraqi condition in his death. Our entire office is in mourning, as is the entire Web video community. … Please join us in remembering Ali, someone most of us barely knew but whose work touched thousands. Please join us in remembering all of the Iraqis who have perished over the course of the past few years. And please do not allow politics to enter into it.</p>
<p>A notícia me fez chorar. Sei como  Brian cuida intensamente<br />
de sua equipe, e como ele tem se  preocupado constantemente com a segurança deles. Também sei como é importante para Brian que o mundo veja como a vida é para iraquianos, por meio de uma cobertura que voa<br />
diante de redes de televisão que seguem o modelo &#8220;ao vivo&#8221;. Ali ajudou a tornar possível que nós vejamos o Iraque como o que foi, não apenas o que é a zona verde. Ali foi alguém que fazia o trabalho de Deus - mostrando para as pessoas em todo o mundo o que a vida, de fato, é para os iraquianos no Iraque. Ele nos mostrou  a realidade da situação iraquiana na sua vida,  nos mostra a realidade da situação iraquiana na sua morte. Todo o nosso escritório está em luto, como é toda a comunidade de vídeo na internet. … Junte-se a nós para lembrar Ali, alguém que a maioria de nós alguém mal sabia quem era, mas cujo trabalho tocou milhares. Junte-se a nós na lembrança de todos os iraquianos que faleceram no decorrer dos últimos anos. E por favor, não permita que a política se meta nisso.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.rocketboom.com/blog/2007/12/alive_in_baghdad_correspondent.html">Rocketboom</a>:</p>
<blockquote><p>this is a heartbreaking loss for Ali&#39;s family. Ali is survived by his mother and sister. As you know, we here at Rocketboom are huge devotees of Alive in Baghdad and are proud to run their work on our show. We wish Brian, Omar, and the rest of the AIB staff the strength to live through this.</p>
<p>essa é uma perda dolorosa para a família de Ali. Ali será lembrado por sua mãe e irmã. Como sabem, aqui em Rocketboom somos grandes devotos do Alive in Baghdad e orgulhosos de executar os seus trabalhos em nosso programa. Desejamos a Brian, a Omar e ao resto do pessoal do AIB a força para seguir vivendo.</p></blockquote>
<p><a href="http://silkcharm.blogspot.com/2007/12/sad-news-death-of-alive-in-bagdad.html">Laurel Papworth</a>:</p>
<blockquote><p>As I go back to working (on a Sunday) writing up stuff on online communities regarding University students and finishing an article on the different revenue streams for social networks, I remember what David N Wallace said to me, quoting Adam Fields…: “There’s really only one rule for community as far as I’m concerned, and it’s this - in order to call some gathering of people a ‘community’, it is a requirement that if you’re a member of the community, and one day you stop showing up, people will come looking for you to see where you went.”</p>
<p>… and I stop to consider the world outside, both known and unknown, with it&#39;s beauty and it&#39;s evils. My worlds collide: cloistered writing/blogging, my adventures in exotic lands and a war that impacted one lone blogger in a way that the evening News will never capture.</p>
<p>Yes, Ali Shafeya, you will be missed.</p>
<p>Enquanto volto do trabalho (num domingo) escrevendo um material sobre comunidades online e estudantes universitários e terminando um artigo sobre as diferentes formas de receitas para redes sociais, lembro-me do que David N. Wallace me disse, citando Adam Fields…: &#8220;Há apenas uma regra para comunidades, que eu saiba, que é - para chamar algumas pessoas juntas de &#8216;comunidade&#39;, há um requisito: é preciso que se você for um membro dessa comunidade, e um dia você parar de aparecer, as pessoas venham a procurar você para saber por onde andou&#8221;… E eu paro de considerar o mundo lá fora, tanto conhecido quanto desconhecido, como ele é belo e é diabólico. Meus mundos colidem: escritos isolados/blogues, minhas aventuras em terras exóticas e uma guerra que afetou um blogueiro solitário, de uma forma que as notícias da noite  nunca vão capturar. Sim, Ali Shafeya, sua falta será sentida.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.tilzy.tv/news/2007/12/Alive-in-Baghdads-Ali-Shafeya-Killed.htm"><em>Josh Cohen</em></a> do  Tilzy.tv:</p>
<blockquote><p>t&#39;s fourth months away from the March 19, 2008 Five Year Anniversary of the launch of the US invasion of Iraq, and over that time we’ve had to endure an unfortunate number of sobering experiences. The death of 22 year-old Alive in Baghdad correspondent Ali Shafeya is one that has hit particularly close to home.</p>
<p>São quatro meses desde 19 de março de 2008, o quinto aniversário do início da invasão dos EUA ao Iraque, e dentro desse período tivemos que suportar um infeliz número de experiências decepcionantes. A morte do correspondente do Alive  em Bagdá, Ali Shafeya, de 22 anos de idade, é uma [dessas experiências]  que particularmente chega perto de casa.</p></blockquote>
<p><a href="http://brickgrrl.blogspot.com/2007/12/thirty-one-bullets.html">Brickgrrl</a>:</p>
<blockquote><p>Ali Shafeya, a correspondent for Alive in Baghdad was shot and killed at his home by Iraqi National Guardsmen.He took thirty-one bullets between the chest and head. Thirty-one.</p>
<p>I&#39;ll say that again.<br />
Thirty-one.</p>
<p>Ali Shafeya, correspondente do Alive in Baghdad foi baleado e morto em sua casa por um oficial da Guarda Nacional Iraquiana. Ele recebeu 31 tiros entre o peito e a cabeça. Trinta e um. Vou dizer isso novamente. Trinta e um.</p></blockquote>
<p><a href="http://bicyclemark.org/blog/2007/12/another-great-reporter-dies/">bicyclemark</a>:</p>
<blockquote><p>Ali Shafeya Al-Moussawi. You’ve never heard me mention that name before. I’ve never written the name before. Yet Ali was a colleague of mine. He was someone who participated as a correspondent for one of the greatest independent news reporting projects today: Alive in Baghdad…Ali’s murder is a tragedy to add on to this neverending list of tragedies. Perpetrated while the whole world COULD be watching, but lets be honest, most of the world isn’t watching, they’re probably Christmas shopping.</p>
<p>This post is to offer my heartfelt condolesces to a colleague that probably did not know I existed or how much his work meant to me. This post is also to renew my pledge as an independent internet based journalist and podcaster; I will not forget the importance of his work… and if I may be so bold as to compare… of our work… I will remember Ali.</p>
<p>Ali Shafeya Al-Moussawi. Você nunca ouviu eu falar esse nome antes. Eu nunca escrevi o nome antes. Ainda assim, Ali  era um colega meu. Ele foi alguém que participou como um correspondente de um dos maiores projetos independentes notícias da atualidade: Alive in Baghdad… O assassinato de Ali é uma tragédia a ser acrescentada a esta  lista sem fim de tragédias. Perpetrada enquanto o mundo inteiro PODERIA estar atento, mas para dizer a verdade, a maioria do mundo não está prestando atenção, está provavelmente nas compras de Natal&#8221;. Esta postagem serve para oferecer minhas sinceras condolências para um colega que provavelmente não sabia que eu existia ou o quanto o seu trabalho significava para mim. Este lugar é também para renovar o compromisso assumido como jornalista independente baseado na internet e podcaster; não vou esquecer a importância de seu trabalho… e se não posso ser tão audacioso  a ponto de comparar… do nosso trabalho… vou lembrar, Ali.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.terry.ubc.ca/index.php/2007/12/15/iraqi-blogger-and-journalist-killed-in-his-home/">David Semeniuk</a>:</p>
<blockquote><p>Although blogs no doubt bring out a more endearing perspective on local events where mainstream media falters, and allow both professional journalists and ordinary folks to have their message publicized by their comrades in bloggery, lest we forget there are individuals and governments that don’t want this to happen. Although people living in a war zone have access to a vast amount of information concerning their everyday lives, they lack a shiny press badge, a camouflaged “PRESS” army vest, and a chopper warming up and waiting to take them back to their hotel.</p>
<p>Embora blogues sem dúvida trazem um perspectiva mais terna sobre eventos locais onde os principais veículos de imprensa hesitam, e permitem que ambos  jornalistas profissionais e pessoas comuns  tenham suas mensagens divulgadas pelos seus camaradas de blogues, não esqueçamos que existem indivíduos e governos que não querem que isto aconteça. Embora as pessoas que vivem na zona de guerra tenham acesso a uma grande quantidade de informações relativas à sua vida quotidiana, elas não dispõem de uma credencial de imprensa brilhante, uma jaqueta de exército camuflada com &#8220;IMPRENSA&#8221; escrito e um carro aquecendo a espera deles para levá-los de volta ao hotel.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.cc-chapman.com/2007/12/15/alive-in-baghdad-reporter-killed/">C. C. Chapman</a>:</p>
<blockquote><p>These guys are DOING what new media is suppose to be about. Sharing stories and giving insight into the things that mainstream media is overlooking. Giving a voice to the stories that need to be shared.<br />
To have one of their reporters killed is just….well I don’t know. I’m beyond words right now.</p>
<p>Esses caras etsão FAZENDO o que as novas mídias são supostamente. Compartilhando histórias e dando pontos de vista sobre as coisas que os principais veículos estão igonorando. Dando uma voz para as histórias que precisam ser partilhadas. Ter um dos seus repórteres morto é apenas…. nem sei. Estou sem palavras agora.</p></blockquote>
<p>E por último, mas não menos importante, leia através <a href="http://twitter.com/BaghdadBrian">Twitter</a> de Brian Conley&#39;s (do Alive in Baghdad) para entender a verdadeira devastação de se dar conta que um de seus colegas morreu.</p>
<p><a href="http://twitter.com/BaghdadBrian"><em>Brian</em> escreve</a>:</p>
<blockquote><p>what is it they say about grief? denial, sadness, anger? here comes the anger… aaaagggghhhh!!!!!Happy Birthday Ali Shafeya Al-Mousawi, I&#39;m sorry you didn&#39;t live to see your 23rd birthday. you will be missed.</p>
<p>o que é que eles dizem sobre sofrimento? Negação, tristeza, raiva? Aqui vem a ira… aaaagggghhhh !!!!! Feliz aniversário Ali Shafeya Al-Mousawi, sinto muito que você não viveu para ver o seu 23º aniversário. Sentiremos sua falta.</p></blockquote>
<p align="right"><em>(Texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/salam-adil/" title="Salam Adil">Salam Adil</a>)</em></p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">clique aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">clique aqui</a>.</em></p>
<blockquote></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Marrocos: Histórias de mulheres ao redor do globo</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/11/23/marrocos-historias-de-mulheres-ao-redor-do-globo/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/11/23/marrocos-historias-de-mulheres-ao-redor-do-globo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Nov 2007 16:57:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jan Alyne Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Iraq]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Morocco]]></category>
		<category><![CDATA[Na Blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[Portuguese]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Saudi Arabia]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Jan Alyne Barbosa &#183;  Veja o post original 
A blogosfera marroquina está eletrizada esta semana por causa dos posts superficiais que falam sobre mulheres muçulmanas, com temas que vão desde programas profissionalizantes para mulheres no Marrocos até o mau-tratamento de ginecologistas no Iraque. Começaremos com um post do The View [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/janalyne/'>Jan Alyne Barbosa</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/11/23/morocco-womens-stories-from-around-the-globe/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>A blogosfera marroquina está eletrizada esta semana por causa dos posts superficiais que falam sobre mulheres muçulmanas, com temas que vão desde programas profissionalizantes para mulheres no Marrocos até o mau-tratamento de ginecologistas no Iraque. Começaremos com um post do <a href="http://riadzany.blogspot.com/2007/11/king-mohammed-vi-launches-projects-for.html">The View from Fez</a>, que revela uma iniciativa visando melhorar o padrão de vida de mulheres, no blog que tem o mesmo nome da cidade:</p>
<blockquote><p><em>The first project is a training and qualification centre for women and will provide them with training in income-generating professions such as cooking, hairdressing, IT, embroidery and weaving. The budget for this project is estimated at USD 361,000. The project, to be built on an area of 950 square meters, will also provide orientation and awareness raising, with an ultimate goal of eradicating poverty and exclusion of rural populations.</em></p>
<p>O primeiro projeto é um centro de treinamento e qualificação para as mulheres e fornecerá treinamentos para a formação de profissionais, tais como culinária, cabeleireiro, tecnologias da informação, ornamentos e tecelagem. O orçamento para esse projeto está estimado em US$ 361.000. O projeto, a ser construído em uma área de 950 m2, fornecerá também orientação e conscientização, com o objetivo maior de erradicar a pobreza e a exclusão da população rural.</p></blockquote>
<p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/11/fez-women.jpg" alt="fez women" /></p>
<p>Transferindo-se do norte para a França, <a href="http://www.lailalalami.com/blog/archives/004924.html">Laila Lalami</a> fala sobre a matéria de Joan Scott, The Politics of the Veil (A Política do Véu), citando seu próprio artigo em <a href="http://www.thenation.com/doc/20071210/lalami">The Nation</a>:</p>
<blockquote><p><em>In her keenly observed book The Politics of the Veil, historian Joan Wallach Scott examines the particular French obsession with the foulard, which culminated in March 2004 with the adoption of a law that made it illegal for students to display any “conspicuous signs” of religious affiliation. The law further specified that the Muslim headscarf, the Jewish skullcap and large crosses were not to be worn but that “medallions, small crosses, stars of David, hands of Fatima, and small Korans” were permitted. Despite the multireligious contortions, it was very clear, of course, that the law was primarily aimed at Muslim schoolgirls.<br />
</em></p>
<p>Em seu intensamente observado livro The Politics of the Veil, a historiadora Joan Wallach Scott examina a obsessão francesa com o véu, que culminou em março de 2004 na adoção de uma lei instituindo a ilegalidade para qualquer estudante que exibisse qualquer sinal estravagante de afiliação religiosa. A lei especifica mais adiante que o véu muçulmano, o solidéu judeu e grandes cruzes não poderiam ser usados, mas que “medalhões, cruzes pequenas, estrelas de Davi, mãos de Fátima e pequenos alcorões” estavam permitidos. Apesar das deformações multi-religiosas, estava muito claro, evidentemente, que a lei estava dirigida em primeiro lugar às estudantes muçulmanas.</p></blockquote>
<p>Em seguida, Myrtus compartilha <a href="http://www.haaretz.com/hasen/spages/919115.html">um link</a> sobre a primeira motorista de ônibus de Israel. <a href="http://margotmystic.wordpress.com/">Margot the Marrakesh Mystic</a> comenta:</p>
<blockquote><p><em>We&#39;ve had women police [in Marrakesh] for three or four years now, but they are not allowed to carry guns (unlike the men) and they are not allowed to work overnight. It seems I heard last year about the first woman taxi driver in Marrakesh. I haven&#39;t seen her, and she probably isn&#39;t allowed to work after a certain time at night, either.</em></p>
<p>Nos tivemos mulheres policiais [em Marrakech] por três ou quatro anos, mas elas não podiam portar armas (diferentemente dos homens) e elas não podem trabalhar durante a noite. Parece que ouvi falar no ano passado sobre uma mulher motorista de táxi em Marrakech. Eu não a vi, e ela provavelmente também não pode trabalhar depois de uma certa hora da noite.</p></blockquote>
<p>Myrtus também comenta sobre um artigo a respeito do mal tratamento dos ginecologistas masculinos do Iraque:</p>
<blockquote><p><em>I&#39;m having difficulty wrapping my mind around this … I mean, the thinking behind what&#39;s going on here. On the one hand, gynecologists are being threatened and murdered in Iraq for supposedly violating the sanctity of Muslim women; and on the other hand, they are being murdered for not circumcizing girls. Somehow, to the militants, preventive medicine and health care are violations of Muslim females, but cutting off part of their genitalia is not. How does that work exactly unless it&#39;s about really hating women?<br />
</em></p>
<p>Estou tendo dificuldade em compreender essa situação&#8230;quero dizer, o tipo de pensamento que está por trás do que acontece aqui. Por um lado, ginecologistas estão sendo ameaçados e assassinados no Iraque por estarem supostamente violando a santidade da mulher muçulmana; e por outro lado, eles estão sendo assassinados por não circuncidarem as garotas. De alguma forma, para os militantes, medicina preventiva e cuidados médicos são considerados violações às mulheres muçulmanas, mas cortar parte da sua genitália não é. Como é isso exatamente, se não se trata mesmo de ódio às mulheres?</p></blockquote>
<p>No blog Regular Comments Based on Issues Raised by BBC World Have Your Say, <a href="http://abdoukili4.blogspot.com/2007/11/crime-and-punishment.html">Abdelilah</a> discute a discrepância entre a punição por estupro na Arábia saudita e nos Estados Unidos:</p>
<blockquote><p><em>In Saudi Arabia there was a strange incident in which woman who was a gang-rape victim who was sentenced to 200 lashes and six-months in jail. Seven men from the majority Sunni community were found guilty of the rape and sentenced to prison terms ranging from just under a year to five years. While a rapist is prosecuted and the victim is compensated, here we have the case of both parties subjected to punishment. This is worse than punishing a person simply on intent. At least the would-be victim will be spared being hurt by the aggressor and “disciplined” by the law.<br />
To make a comparison, former heavyweight champion Mike Tyson was sentenced to six year imprisonment, of which he served three years for rape, although the victim was with him in his hotel room at 02:00 a.m. So in Saudi Arabia, instead of the young women being fairly treated and receiving counselling, she is thrown in prison as a criminal. </em></p>
<p>Na Arábia Saudita, aconteceu o mesmo incidente estranho, no qual uma mulher, vítima de estupro por uma gangue, foi punida com 200 chicotadas e seis meses de prisão. Sete homens, de maioria Sunita, foram sentenciados culpados pelo estupro e condenados à prisão, com penas que variaram entre menos de 1 ano a 5 anos. Enquanto que um estuprador é processado e a vítima é compensada, aqui, nós temos casos em que ambas as partes são punidas. Isso é pior do que punir uma pessoa simplesmente porque quer. Pelo menos a suposta vítima será poupada, ao ser machucada, pelo agressor e “disciplinada” pela lei.<br />
Para fazer uma comparação, o ex-campeão da categoria peso-pesado, Mike Tyson foi condenado a seis anos de prisão, dos quais cumpriu três anos, por estupro, embora a vítima estivesse com ele em seu quarto de hotel, à 2 horas da madrugada. Então, na Arábia saudita, ao invés da jovem mulher ter sido tratada justamente e receber orientação, ela é jogada na prisão como uma criminosa.</p></blockquote>
<p>Finalmente, e um pouco mais descontraído, um post de <a href="http://adilski.blogspot.com/2007/11/moroccan-americans-discuss-marriage.html">A Moro in America</a>, sobre um debate sobre um site popular americano-marroquino <a href="http://www.wafin.com/">Wafin</a> o desejo dos homens marroquinos de casarem com mulheres mais jovens. Adil cita uma parte da discussão, compartilhando também seus próprios comentários. Aqui vai uma seleção:</p>
<blockquote><p><em>A female by the screen name of Lamiaafikri lashes out at the “male supremacy and ignorance” :</em></p>
<p><em>“Posted By: lamiaafikri</em></p>
<p><em>I can&#39;t help but notice that in almost every ad. about trying to find the other half, the guys are requesting younger women. Seriously, what and who gives you guys that right?, and what&#39;s the reasoning if any behind it? well beside arrogance, ignorance and male supremacy??? I am yet to hear a smart, selfless ,convincing answer from either a man or a woman.Please, try to really think about it! thanks”</em></p>
<p><em>A male reader got technical on Lamiaafikri and started talking about Guess, Omega and all the clock-ticking that comes with a female body. He also believes Islam promotes timeliness and watching clock-ticking bodies : “Posted By: freddie mercury</em></p>
<p><em>Hi there, the answer to your question lies in a science called biology, a religion called Islam and a concept called the biological clock. Hope you get it.”</em></p>
<p><em>Another reader said the world is not fair and everyone is free to pick his own number: “Posted By: laamiri1<br />
men in general like younger woman, and our culture allows it but what u can do is post an ad for yourself and request men within ur desired age bracket and stop insulting and being too concerned about other&#39;s preferences . mr.s”</em></p>
<p>Uma mulher cujo pseudônimo é Lamiaafikri ataca violentamente “a supremacia e ignorância masculina”:</p>
<p>Postado por: lamiaafikri</p>
<p>Não posso deixar de perceber que em quase todo anúncio sobre a busca pela alma gêmea, os homens estão procurando por mulheres mais jovens. Sério, o que e quem dá esse direito aos homens? E qual a razão por trás disso? Bem, além da arrogância, ignorância e supremacia masculina??? Ainda estou para ouvir uma resposta inteligente, desprendida e convincente ou de um homem ou de uma mulher. Por favor, pensem sobre isso! Obrigada!</p>
<p>Um leitor do sexo masculino interpretou literalmente as regras de Lamiaafikri e começou a falar sobre conjecturas, velocidade angular e todos os sinais dos tempos que chegam com o corpo feminino. Ele também acredita que o Islam promove ocasiões e assiste o sinal do tempo dos corpos: “Postado por: freddie mercury”.</p>
<p>Olá, a resposta para a sua pergunta está em uma ciência chamada biologia, uma religião chamada Islam e um conceito chamado relógio biológico. Espero que você entenda.<br />
Um outro leitor disse que o mundo não é justo e todos são livres para escolher seu próprio numero: Postado por: laamiri1</p>
<p>Homens em geral gostam de mulheres mais jovens e nossa cultura permite isso, mas o que você pode fazer é postar e anunciar por você mesma pedindo um homem da idade que você deseja e pare de insultar e se preocupar com a preferência dos outros. mr.s”</p></blockquote>
<p>Creative Commons-foto licenciada por <a href="http://flickr.com/photos/kdiga/">make_change</a>.</p>
<p>Matéria de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/jillian-york/">Jillian Cork</a>.</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">clique aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">clique aqui</a>.</em></p>
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		<title>Iraque: Despertando</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/11/19/iraque-despertando/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/11/19/iraque-despertando/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2007 18:26:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra & Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Humanitário]]></category>
		<category><![CDATA[Iraq]]></category>
		<category><![CDATA[Middle East & North Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Mão]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Paulo Fehlauer &#183;  Veja o post original 
Seria mesmo verdade? Posso mesmo dizê-lo? O Iraque está realmente mais seguro? Com um novo movimento, chamado &#8216;Awakening&#39; [Despertando], expulsando a Al-Qaeda dos subúrbios de Bagdá, relatos de queda na violência, iraquianos retornando em massa, estaria a ofensiva de George Bush realmente funcionando? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulofeh/'>Paulo Fehlauer</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/11/19/iraq-awakening/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Seria mesmo verdade? Posso mesmo dizê-lo? O Iraque está realmente mais seguro? Com um novo movimento, chamado &#8216;Awakening&#39; [Despertando], expulsando a Al-Qaeda dos subúrbios de Bagdá, relatos de queda na violência, iraquianos retornando em massa, estaria a ofensiva de George Bush realmente funcionando? Blogueiros do Iraque investigam e dão a palavra das ruas.</p>
<p><strong>Adhamiya Despertando</strong></p>
<p>O grande assunto nos blogs é a nova milícia chamada “Awakening” (Al-Sahwa) [Despertando], que tomou conta das ruas da região de Adhamiya, subúrbio de Bagdá, anteriormente controlada pela Al-Qaeda e que, com a ajuda das tropas americanas, tem trazido relativa normalidade para as ruas. Agora, para entender como é ruim a vida em áreas controladas pela Al-Qaeda, <a href="http://last-of-iraqis.blogspot.com/2007/11/same-men-different-names.html">aqui vai uma descrição</a> [en] relatada por <em>Last of Iraqis</em> [Último dos Iraquianos]:</p>
<blockquote><p><em>I took a vow on myself not to go Adhamyia unless it was a matter of life and death because of the situations that deteriorates more and more every day there, specially after Al-Qaida has stopped a doctor&#39;s car that I know with his wife, dragged him out and killed him and his wife in the middle of the street in cold blood and no one could do anything for them. After Al-Qaida entered a house of newly wed couple, locked the husband in the bathroom and they raped his wife one after the other and finally killed her while the husband couldn&#39;t do anything other than screaming in the bathroom, things were getting really dangerous out there.</em></p>
<p>Eu prometi a mim mesmo não voltar a Adhamyia a não ser que fosse por um motivo de vida ou morte, devido à situação que ficava cada dia mais complicada por lá, especialmente depois que a Al-Qaeda abordou um médico que conheço, que estava no carro com a mulher. Eles o arrastaram para fora do carro e mataram ele e sua mulher no meio da rua, a sangue frio, sem que ninguém pudesse fazer nada pelos dois. Depois disso, a Al-Qaeda entrou na casa de um casal recém-casado, trancaram o marido no banheiro, estupraram sua mulher um depois do outro e finalmente a mataram sem que seu marido pudesse fazer qualquer coisa além de gritar no banheiro. As coisas estavam ficando realmente perigosas por lá.</p></blockquote>
<p><em>Alive in Baghdad</em> [Vivo em Bagdá] tinha um repórter nas ruas quando o Awakening apareceu. Em <a href="http://aliveinbaghdad.org/2007/11/11/adhamiya-dispatch-1/">seu primeiro relato</a> [en], <em>Alaa</em> descreve como a milícia operou:</p>
<blockquote><p><em>Today, November 11th, Al-Sahwa forces started arresting some people who work like criminals before. Those arrested were given to the custody of US troops. As well, they arrested two persons who have been killing people and committing some robberies and kidnappings.</em></p>
<p>Hoje, 11 de Novembro, as forças de Al-Sahwa começaram a prender alguns criminosos. Os presos foram entregues às tropas americanas. Eles também prenderam duas pessoas que haviam cometido assassinatos, roubos e sequestros.</p></blockquote>
<p>Mais tarde ele relatou <a href="http://aliveinbaghdad.org/2007/11/14/adhamiya-dispatch-2/">mais progresso</a> [en]:</p>
<blockquote><p><em>Al-Sahwa forces start arrested anyone who has worked with Al-Qa’eda before, because some Al-Qa’eda members began to work with Al-Sahwa and they arrested more than 20 of them. After these arrests, the members who joined from Al-Qa’eda guided the US Troops to some roadside bombs and helped the US troops to destroy it and they destroyed more than six bomb in diferent places in Adhamiya, and also destroyed one of the carbombs yesterday night.</em></p>
<p>As forças de Al-Sahwa passaram a prender qualquer pessoa que já tivesse trabalhado com a Al-Qaeda, já que alguns membros da Al-Qaeda passaram a trabalhar para a Al-Sahwa. Foram presas mais de 20 pessoas. Após estas prisões, os antigos membros da Al-Qaeda guiaram as tropas americanas até estradas onde havia bombas escondidas, ajudaram os soldados a destruírem essas bombas. Foram destruídas mais de seis bombas em diferentes locais em Adhamiya, além de um carro-bomba, na noite passada.</p></blockquote>
<p>E, com a nova milícia começando a reforçar a sua autoridade, <a href="http://aliveinbaghdad.org/2007/11/15/adhamiya-dispatch-4/"><em>Alaa</em> relata</a> [en] que alguma normalidade começa a ser percebida novamente nas ruas:</p>
<blockquote><p><em>With this plan there is no way for anyone or any insurgents to bring a bomb or put the bomb in the streets so that make a kind of security for now in Adhamiya, and some of the shops have begun to open again and normal life is returning, step by step.</em></p>
<p>Com este plano ninguém, nenhum insurgente, terá a chance de plantar uma bomba nas ruas, e isso dá uma sensação de segurança em Adhamiya por enquanto. Algumas das lojas já abriram suas portas e a vida normal está retornando, passo a passo.</p></blockquote>
<p><em>Last of Iraqis</em>, que nunca perde novos eventos, decide ir até Adhamiya e ver com os próprios olhos. Retorna com sentimentos mistos, e <a href="http://last-of-iraqis.blogspot.com/2007/11/awakening.html">relata</a> [en]:</p>
<blockquote><p><em>I was relived by the great number of cars roaming the streets, the walking people, the shops which are getting ready to re-open and the feeling of settlement, kids playing soccer in the street till late hours, men and women walking in the streets and the fixing campaign for the lights and gardens; workers are taking care of the gardens and squares which hadn&#39;t been taken care of for more than a year.</em></p>
<p><em>I was worried because the majority of the awakening members are just kids, 14-16 years old carrying AK&#39;s and wearing vests(not all of them) and also because what the residents say about the background of these kids and men! … many of them aren&#39;t good members of the society and many of them were with Alqaeda till a recent time. …</em></p>
<p><em>Awakening got good control over the area, they were helped by [American] troops to achieve that, it seems that they want to do good … Well, I should be more specific in my words; they were ordered and directed to be good, because they are for money, and that&#39;s very obvious, Alqaeda didn&#39;t pay the ex-members like the awakening did specially if we knew that they were low ranked members …</em></p>
<p><em>the payment of the awakening as what I have heard is like this: from 14-16 years old $250 a month, older than 16, $450, the payment of the officers starts from $600 and up.</em></p>
<p>Eu fiquei aliviado com o grande número de carros circulando pelas ruas, pessoas andando, lojas se preparando para reabrirem e o sentimento de propriedade, crianças jogando futebol na rua até altas horas, homens e mulheres andando nas ruas e uma campanha para reconstruir a iluminação e os jardins. Trabalhadores estão tomando conta dos jardins e praças, que estavam sem cuidado há mais de um ano.</p>
<p>Eu fiquei preocupado porque a maioria dos membros do &#8216;Awakening&#39; são em sua maioria crianças, jovens de 14, 16 anos carregando AK&#39;s e vestindo fardas (não todos), e também pelo que os moradores contam sobre o passado desses jovens e adultos! &#8230; muitos deles não são bons membros da sociedade e muitos pertenciam à Al-Qaeda até recentemente&#8230;</p>
<p>&#8216;Awakening&#39; tomou o controle da área, e foram ajudados pelas tropas americanas para isso. Parece que querem fazer algo de bom&#8230; Bem, eu devia ser mais específico nas minhas palavras; eles foram mandados e orientados para serem bons, porque eles estão lá por dinheiro, e isso é óbvio. A Al-Qaeda não pagava os seus ex-membros como o &#8216;Awakening&#39; paga, ainda mais sendo eles membros de nível baixo.</p>
<p>O pagamento feito pelo &#8216;Awakening&#39;, pelo que ouvi, é algo assim: de 14 a 16 anos de idade, US$250 por mês, maiores de 16 anos, US$450, e o pagamento para oficiais vai de US$600 para cima.</p></blockquote>
<p><em>Baghdad Connect</em> é um pouco <a href="http://baghdad-connect.blogspot.com/2007/11/andy-warhols-bad.html">mais cínico</a> [en]:</p>
<blockquote><p><em>the flip ‘flop’ Surge .. has been replaced with the rad Sahwa (a few resistance &amp; Al Qaeda units awakening) as they have finally realized that it’s worth working for the invaders as it holds profitable future (Oil@USD 95) rather than wasting their lives on some wretched Shiites. …</em></p>
<p><em>As one Sahwa dude told </em><em>BC “we’ve done our own part and stopped attacking them (the invaders), now they have to fulfill their promise and get rid of the Iranians”!!</em></p>
<p>A investida &#8220;de chinelos&#8221; foi substituída pelos radicais Sahwa (algumas unidades da resistência e da Al-Qaeda), que finalmente perceberam que vale a pena trabalhar para os invasores, já que isso lhes promete um futuro lucrativo (óleo a US$95) em vez de desperdiçar suas vidas com alguns xiitas desprezíveis&#8230;</p>
<p>Como disse ao <em>BC</em> um rapaz da Sahwa, &#8220;nós fizemos a nossa parte e paramos de atacá-los (os invasores), agora eles têm que cumprir a sua promessa e se livrarem dos iranianos&#8221;!!</p></blockquote>
<p><strong>A palavra da rua</strong></p>
<p>A queda na violência, ainda que frágil, é o que a mídia relata. Assim, <em>Neurotic Wife</em> [Esposa Neurótica], que trabalha na Zona Verde, <a href="http://neurotic-iraqi-wife.blogspot.com/2007/11/small-tiny-seeds-of-hope.html">pergunta a um colega</a> [en] o que ele pensa:</p>
<blockquote><p><em>He pondered for awhile before answering then said, well it depends what you mean when you say “normal”. I said well, Im reading that shops are opening late, people are staying later than usual, there is life basically. M smiled, then said, well, yes its abit more quieter than before, but that doesn’t mean situation is good.</em></p>
<p>Ele ponderou por um instante antes de responder, e então disse: bem, depende do que você quer dizer com &#8220;normal&#8221;. Eu disse bem, tenho lido que as lojas estão reabrindo até tarde, as pessoas ficam na rua até mais tarde, basicamente, há vida. M sorriu, então disse: sim, está mais calmo do que antes, mas isso não significa que a situação está boa.</p></blockquote>
<p>Sua opinião é de que a queda na violência é mais um resultado do cessar-fogo de 6 meses ordenado por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Muqtada_al-sadr">Muqtada Al-Sadr</a> do que de qualquer trabalho do governo iraquiano e das tropas americanas.</p>
<p><a href="http://baghdad-connect.blogspot.com/2007/11/andy-warhols-bad.html"><em>Baghdad Connect</em> considera</a> [en] que, o que se ganha de um lado, é perdido de outro. Ele escreve:</p>
<blockquote><p><em>The western hot-spots … have over night become safe nocturnal exploits for their native neighbors … The east of Baghdad, however, has deteriorated a bit for a change.</em></p>
<p>Os antigos locais perigosos do oeste se tornaram, do dia para a noite, lugares seguros para seus moradores&#8230; O leste de Bagdá, no entanto, tem deteriorado bastante.</p></blockquote>
<p>Em Mosul, <a href="http://iraqigirl.blogspot.com/2007/11/eyes-on-my-life.html"><em>HNK</em> conta</a> [en] que a situação ainda é complicada:</p>
<blockquote><p><em>Before two weeks, our neighbor’s brother who is about 30 years old, married and having a kid did’t return to home. …  And two days later he was found in the postmortem room. Today, our neighbor called and said that he is leaving Iraq to Armenia .</em></p>
<p><em>The basic is: We are still insecure and in danger even when we are in our own house. But life goes on.</em></p>
<p>Há duas semanas, o vizinho de nosso irmão, que tem 30 anos, casado e prestes a ter um filho, não voltou para casa&#8230; Dois dias depois ele foi encontrado no necrotério. Hoje, nosso vizinho ligou e disse que está deixando o Iraque e indo para a Armênia.</p>
<p>O básico é: Ainda estamos inseguros e em perigo, mesmo dentro de nossas próprias casas. Mas a vida continua.</p></blockquote>
<p>Enquanto isso, <em>WorkingForIraq</em> [Trabalhando pelo Iraque] <a href="http://thoughtsfrombaghdad.blogspot.com/2007/11/uncanny.html">não vê solução política</a> [en] para se obter paz duradoura. Ele escreve:</p>
<blockquote><p><em>I believe it will take a new generation of people who can get past their sectarian differences and look for the good of the country. The reality is now all are vying to shape the new Iraq… Sunnis feel they can reverse some of the damage that the Shia Ideologues have done and Shia want to cement the system where they rule as religious ideologues and not as platform politicians and the Kurds are content to see the instability continue so that they can continue to build Kurdistan at the expense of the rest of Iraq. The United States probably wants political disarray so that it can gain the best arrangement for long term agreements in Iraq and Iran continues to play the political groups against one another in a grotesque divide and conquer strategy.</em></p>
<p>Acho que vamos precisar de uma geração de pessoas que possam deixar de lado suas diferenças sectárias e visar ao bem do país. A realidade é que agora todos estão competindo para delinear um novo Iraque&#8230; Sunitas acham que podem reverter um pouco do prejuízo causado pelos ideólogos Shias, e os Shias querem solidificar esse sistema em que eles reinam como ideólogos religiosos, e não como plataforma política. Os curdos estão felizes com a instabilidade, pois podem continuar construindo o Curdistão às custas do resto do Iraque. Os Estados Unidos provavelmente desejam esse desarranjo político, pois assim podem conseguir os melhores acordos no longo prazo, e o Irã continua a colocar seus grupos políticos uns contra os outros em uma estratégia grotesca de dividir e conquistar.</p></blockquote>
<p>O que pode ser concluído a partir de tudo isso? Há uma notável melhora na segurança geral, mas ainda assim as bombas continuam explodindo em volta daquela que deveria ser a área mais segura da Zona Verde. Ninguém acredita que essa calmaria dure. E o que fazer com a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alcaida">Al-Qaeda</a>? Quão facilmente seus soldados rasos podem ser comprados por um pouco mais de dinheiro. No melhor dos cenários, isso não faz deles mais do que mercenários contratados. No pior, outra faceta de uma brutal ocupação. Pagos para serem bons, se os iraquianos não se comportarem, são então autorizados a fazerem o pior. Mas a verdade é que há tantos interesses conflitantes que nenhum estado, nem mesmo a América, pode reclamar sequer um pequeno progresso nos processos que afetam o Iraque.</p>
<p align="right"><em>(Texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/salam-adil/" title="Salam Adil">Salam Adil</a>)</em></p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">clique aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">clique aqui</a>.</em></p>
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		<title>Irã: Livro de Gabriel García Márquez é banido</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/11/19/ira-livro-de-gabriel-garcia-marquez-e-banido/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2007 11:36:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Iraq]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade de Expressão]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
“Memórias de Minhas Putas Tristes”, romance altamente aclamado de Gabriel García Márquez foi banido no Irã [en]. Os tradutores conseguiram aprovação do governo para publicação mudando o título do livro para “Memórias de Minhas Melancólicas Amantes”. Por fim, o livro foi banido. Agora, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/11/19/irangabriel-garcia-marquezs-book-was-banned/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>“Memórias de Minhas Putas Tristes”, romance altamente aclamado de Gabriel García Márquez foi <a href="http://books.guardian.co.uk/news/articles/0,,2211690,00.html">banido no Irã</a> [en]. Os tradutores conseguiram aprovação do governo para publicação mudando o título do livro para “Memórias de Minhas Melancólicas Amantes”. Por fim, o livro foi banido. Agora, graças a <em><a href="http://khabgard.com/">Khabgard</a></em> [fa], ficamos sabendo que o livro inteiro<a href="http://www.iranianbook.org/"> está disponível</a> [fa] na internet. De graça.</p>
<p align="right"><em>(texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/hamid-tehrani/">Hamid Tehrani</a>)</em></p>
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		<title>Bahrain: Encontro com garota iraquiana na Síria</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/09/12/bahrain-encontro-com-garota-iraquiana-na-siria/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Sep 2007 17:51:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
A blogueira de Bahrain do One in a Million [Ar] esteve recentemente na Síria, onde ela conheceu uma garota iraquiana que a deu muito o que refletir sobre as condições dos refugiados iraquianos e a dor que a guerra do Iraque trouxe para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/09/12/bahrain-an-encounter-with-an-iraqi-girl-in-syria/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>A blogueira de Bahrain do <em><a href="http://million.bahblog.net/2007/08/24/%d8%b2%d9%8a%d9%86%d8%a8/">One in a Million</a></em><span> [Ar] esteve recentemente na Síria, onde ela conheceu uma garota iraquiana que a deu muito o que refletir sobre as condições dos refugiados iraquianos e a dor que a guerra do Iraque trouxe para eles.</span></p>
<p><em>One in a Million</em> visitou o túmulo de<a href="http://www.sacred-destinations.com/syria/damascus-shrine-of-zeinab.htm"><span lang="PT-BR">Sayeda Zeinab</span></a><span lang="PT-BR">, neta de </span><a href="http://www.answers.com/topic/who-was-the-prophet-muhammed"><span lang="PT-BR">Profeta Mohammed</span></a><span> <span lang="PT-BR">e filha de </span></span><a href="http://www.answers.com/Imam%20Ali"><span lang="PT-BR">Imam Ali</span></a><span lang="PT-BR">, em Damasco – um túmulo sagrado para mu</span><span lang="PT">çulmanos do</span><span lang="PT"> </span><a href="http://www.answers.com/Shia"><span lang="PT-BR">Shia</span></a><span> <span lang="PT-BR">[todos En]. <o:p></o:p></span></span></p>
<blockquote>
<p class="arabic" align="right" lang="ar">بين صلاة المغرب و العشاء، قررت أن أسترق النظر في أرجاء الحرم المطهر و أن أملأ عينيّ بالمشاهد حولي. فهنا رجل<br />
طاعن في السن قد جلس ليقرأ الزيارة المفجعة و عيناه تسترسلان بالدموع طالباً رحمة ربه، و هناك نساء من شبه القارة<br />
الهندية قد تحلقن حول مقرئ يتلو عليهن ما جرى على العقيلة في كربلاء.<br />
أخذت نفساً عميقاً لأملأ رئتي بالهواء العليل الذي لا يهب إلا في مشاهد العصمة و الطهارة.<br />
استدرت حولي لتسجل ذاكرتي جميع التفاصيل و لتسجل ذاكرتي أنني قد أديت صلاتي في ليلةٍ صيفيةٍ في إحدى أطهر بقاع الأرض.<br />
و بينما أنا في هذه الحالة الوجدانية، فاجأتني طفلة صغيرة قد تكون ابنة سبع أو ثمان سنوات. حملقت في وجهي و بادرتني<br />
بالسؤال على استحياء: ” إنتو من البحرين؟</p>
<p>“Entre oradores de <a href="http://www.answers.com/topic/maghrib">Maghreb</a> e <a href="http://www.answers.com/topic/isha-a">Isha</a>, decidi dar uma olhada de perto no túmulo sagrado e encher meus olhos com as cenas ao meu redor. Vi um senhor de idade lendo o assustador <a href="http://atheism.about.com/library/glossary/islam/bldef_ziyara.htm">ziyara</a>, com os olhos cheios d’água, ele rezava pelo perdão de Allah. Tinha também mulheres do subcontinente indiano, que estavam ao redor de um leitor que contava a elas o que aconteceu com Zainab em <a href="http://www.answers.com/Karbala?cat=travel">Karbala</a>. Eu respirei fundo e enchi meus pulmões com a brisa de castidade e pureza que só existe em lugares como esse. Eu virei para registrar na memória que eu tinha feito minhas orações em uma noite calma em um dos cantos mais castos da Terra. Enquanto eu estava no transe, eu fui surpreendida por uma garotinha de não mais que 8 anos. Ela olhou para mim e perguntou: ‘Você é de Bahrain?’”, ela escreve [todos os links em EN].</p></blockquote>
<blockquote>
<p class="arabic" align="right" lang="ar">سؤالها عادي جداً، بل أصبح سؤالها معتاداً بالنسبة لي في بلاد الشام.<br />
أجبتها بالإيجاب و دار بيننا حديث مقتضب لأكتشف أن الفتاة عراقية أجبرت على العيش مع أهلها في سوريا هرباً من الحمام الدموي العراقي.<br />
كم أهوى الشاعرية في اللهجة العراقية.<br />
قررت أن أقوم بعدها لصلاة العشاء. جلست الصغيرة بجانبي و لا زالت تنظر إلي بنظراتٍ لم أعرف سرها. نظراتها مختلفة، اختلطت فيها البراءة و الحزن و معانٍ أخرى لم أكد أصل إليها.<br />
سألت الصغيرة عن اسمها فأجابتني: “زينــب”.<br />
زين أب.. زينب، في حرم السيدة زينب.<br />
لم تفارقني الطفلة فدعوتها إلى الصلاة معي. صلاتي كانت قصراً، و أثار استغرابي أنها صلّت قصراً معي</p>
<p>“A pergunta foi era normal, na verdade uma pergunta que sempre é feita para nós do <a href="http://www.answers.com/Levant?cat=travel">Levant</a>. Eu respondi a ela e tivemos um rápido bate-papo no qual eu descobri que ela era do Iraque e tinha sido forçada a viver na Síria com a família, que escapou do banho de sangue no Iraque. Como eu amo a sonoridade poética do sotaque iraquiano. Decidi, depois, que eu faria minhas orações de Isha enquanto a garota continuava sentada perto de mim e olhando por um motivo que eu não sabia. Os olhares dela era diferentes – uma mistura de inocência, tristeza e outros significados que eu pude entender completamente. Eu perguntei à garota o nome dela e ela respondeu: ‘Zainab’. <span>Zain Ab.. Zainab do Túmulo de Senhora Zainab. </span><span lang="PT-BR">A garota não queria me deixar então eu a convidei para rezar comigo. Minha oração era uma Qasr (ao viajar longas distâncias, pode-se resumir algumas orações, prática chamada de qasr) <span> </span>e ei fiquei surpresa que ela rezou o Qasr também”, ela explica.</span></p></blockquote>
<blockquote>
<p class="arabic" align="right" lang="ar">بعد التسليم.. لمعت دمعة يتيمة في عينيها و دنت مني و همست في أذني: ” ما عدكم ثياب زيادة؟”<br />
قالتها بصوتٍ خافت لم أكد أسمعه. لم ترد أن تبين لكل من هناك أنها بحاجة إلى ملابس. لم تكن تريد أن يسمعها الناس.<br />
قالتها باستحياء عظيم و رأسها مطرق في الرخام الذي يزين أرضية الحرم.<br />
قلت لها باستفهام و فضول: “ليش؟”<br />
رفعت رأسها إلى السماء و في عينيها ألف نجمة و ألف دمعة.<br />
قالت بصوتٍ كسير.. ” أبويه راح العراق من ست أشهر و لحين ما رجع”.<br />
كادت أن تهرب دمعة حبيسة من عينها لكنها خنقتنها بين مقلتيها</p>
<p>Depois das nossas orações, percebi uma lágrima em seus olhos e então ela se aproximou de mim e sussurrou: ‘Você tem roupas sobrando?’ Ela disse isso em uma voz tão baixa que eu quase não consegui ouvir. Ela não queria que as pessoas ao nosso redor soubessem que ela precisava de roupas. <span>Ela não queria que as pessoas a ouvissem. </span><span lang="PT-BR">Ela disse isso com uma timidez, com a cabeça baixa, olhando para o chão de mármore do túmulo. Eu perguntei de curiosidade: ‘Por que?’ Ela levantou a cabeça para os céus e em seus olhos estavam milhares de estrelas e lágrimas. Com uma vozinha interrompida, ela disse: ‘Meu pai foi para o Iraque seis meses atrás e não voltou ainda.’ Uma lágrima estava para escapar de seus olhos, mas ela a escondeu.” </span></p></blockquote>
<blockquote>
<p class="arabic" align="right" lang="ar">و عرفت حينها أنها ليست كغيرها من الأطفال هناك.<br />
لم تكن تشحذ المال أو الملابس من غيرها بعلانية. لم تكن تتبع الزوار و تمد يد الحاجة لهم.<br />
استغرقت وقتاً طويلاً حتى يخرج السؤال من بين شفتيها.<br />
كم هو مرٌ الفقر، و كم هي صعبة الحاجة.<br />
و كم هو قاسٍ هذا العالم الذي لا يُنصف الصغيرة زينب.<br />
مسحت رأسها الصغير بسرعة و أنا أفكر في قرارة نفسي.. كيف سيرجع والدها؟ متى سيعود؟ بل هل سيعود أبداً؟<br />
هناك ألف ألف زينب بيننا.. لكننا لا ندرك ذلك.<br />
زينب ضاعت وسط الزحام و معها ضاعت آخر ذرات إيماني بهذا العالم.</p>
<p>“Eu me dei conta que ela não era como as outras crianças. Ela não estava pedindo esmolas ou vestida da mesma forma que as outras. Ela não estava seguindo os visitantes pelo túmulo e estendendo suas mãos para eles. Ela demorava muito para pedir. <st1:city w:st="on"><st1:place w:st="on"><span>Como</span></st1:place></st1:city><span> a pobreza é amarga! </span><span lang="PT-BR">E como é difícil passar necessidades. E que mundo miserável é esse que não é justo com Zainab! Eu segurei a cabecinha dela e pensei comigo mesma se o pai dela voltará um dia? Existem milhares de Zainabs entre nós mais não sabemos disso. Zainab está perdida nessa congestão e com ela eu perdi toda a fé nesse mundo.”</span></p></blockquote>
<p class="MsoNormal" align="right"><em>(texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>)</em></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</em></p>
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		<title>Iraque: Seria o Islã a solução?</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/09/07/iraque-seria-o-isla-a-solucao/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Sep 2007 08:33:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guerra & Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Iraq]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
Iraq the Model pergunta: Seria o Islã a solução para acabar com a violência no Iraque? Sua resposta é: “Realidade mostrou que o Islã político é, de fato, um problema e não a solução. E isso é verdadeiro não apenas no Iraque, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/09/06/iraq-is-islam-the-solution/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><em>Iraq the Model</em> <a href="http://iraqthemodel.blogspot.com/2007/09/islam-solution.html">pergunta</a>: Seria o Islã a solução para acabar com a violência no Iraque? Sua resposta é: “Realidade mostrou que o Islã político é, de fato, um problema e não a solução. E isso é verdadeiro não apenas no Iraque, mas em muitos outros países na região que estão cheios de movimentos islâmicos. Eles constroem sua retórica no que eles gostam de chamar de era de ouro do Islã e prometem que uma nova era de ouro poderia voltar a acontecer se as pessoas voltassem às raízes do Islã&#8230; mas o que aconteceu quando os islâmicos governaram? Definitivamente, não uma era de ouro de qualquer tipo.”</p>
<p align="right"><em>(texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>)</em></p>
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		<title>Iraque: A mágoa continua</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/09/03/iraque-a-magoa-continua/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Sep 2007 19:20:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guerra & Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Iraq]]></category>
		<category><![CDATA[Roundups]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
A blogueira iraquiana Sunshine continua a blogar [En] sobre mágoas, tiros, carros-bomba, sequestros e pessoas sendo mortas ao redor dela, em um Iraque despedaçado pela guerra.
(texto original de Amira Al Hussaini)
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/09/03/iraq-the-heartbreak-continue/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>A blogueira iraquiana <em>Sunshine </em>continua a <a href="http://livesstrong.blogspot.com/2007/08/so-many-things-to-talk-about.html">blogar</a> [En] sobre mágoas, tiros, carros-bomba, sequestros e pessoas sendo mortas ao redor dela, em um Iraque despedaçado pela guerra.</p>
<p align="right"><em>(texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>)</em></p>
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		<title>Blogue ThinkProgress banido da rede militar dos EUA em Bagdá</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/09/01/blogue-thinkprogress-banido-da-rede-militar-dos-eua-em-bagda/</link>
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		<pubDate>Sat, 01 Sep 2007 14:55:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guerra & Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Iraq]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade de Expressão]]></category>
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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
O blogue liberal ThinkProgress foi banido da rede militar dos EUA em Bagdá. “A proibição começou pouco tempo depois do dia 22 de agosto, quando o Major General aposentado John Batiste era o nosso blogueiro convidado no ThinkProgress. Ele escreveu um editorial opinativo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/09/01/thinkprogress-blog-banned-from-the-us-military-network-in-baghdad/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>O blogue liberal <a href="http://thinkprogress.org/2007/08/31/military-censors/">ThinkProgress</a> foi banido da rede militar dos EUA em Bagdá. “<em>A proibição começou pouco tempo depois do dia 22 de agosto, quando o Major General aposentado John Batiste era o nosso <a href="http://thinkprogress.org/2007/08/22/batiste-conservatives/">blogueiro convidado no ThinkProgress</a>. Ele escreveu um </em><em>editorial opinativo</em><em><em> criticando fortemente as políticas do presidente e</em> defendeu uma “retirada responsável e prudente do Iraque.</em>” Dito por ThinkProgress.</p>
<p align="right"><em>(texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/sami-ben-gharbia/">Sami Ben Gharbia</a>)</em></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Iraque: Que vergonha, Grã-Bretanha!</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/08/18/iraque-que-vergonha-gra-bretanha/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/08/18/iraque-que-vergonha-gra-bretanha/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 18 Aug 2007 09:19:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guerra & Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Iraq]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Roundups]]></category>
		<category><![CDATA[United Kingdom]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
“Eu tenho algumas poucas palavras para o governo da Grã-Bretanha. É uma vergonha que vocês tenham abandonado as únicas pessoas que acreditavam estar ajudando vocês. Que vergonha que vocês se recusam a deixar elas entrarem em seu país. Que vergonha. Eu sacudo minha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/08/18/iraq-shame-on-britain/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>“Eu tenho algumas poucas palavras para o governo da Grã-Bretanha. É uma vergonha que vocês tenham abandonado as únicas pessoas que acreditavam estar ajudando vocês. Que vergonha que vocês se recusam a deixar elas entrarem em seu país. Que vergonha. Eu sacudo minha cabeça com nojo,” escreve Neurotic Iraqi Wife <em><a href="http://neurotic-iraqi-wife.blogspot.com/2007/08/war-of-empathy.html">nessa</a></em> [En] postagem.</p>
<p align="right"><em>(texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/" title="Posts by Amira Al Hussaini">Amira Al Hussain</a></em><em>)</em></p>
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