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	<title>Global Voices em Português &#187; Cambodia</title>
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	<description>O mundo está falando. Você está ouvindo?</description>
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		<title>Colônia de AIDS do Camboja</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/08/19/colonia-de-aids-do-camboja/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/08/19/colonia-de-aids-do-camboja/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 18:06:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Casaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cambodia]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[East Asia]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Humanitário]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

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		<description><![CDATA[Vários grupos de direitos humanos acusaram o governo do Camboja de organizar uma verdadeira colônia de AIDS, quando reinstalou 40 famílias portadoras do HIV e AIDS para uma vila a 25 km de distância da cidade de Phnom Pehn.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/mong/">Mong Palatino</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/diegocasaes/'>Diego Casaes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/08/18/cambodia%E2%80%99s-aids-colony/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Vários grupos de direitos humanos acusaram o governo do Camboja de organizar uma <a href="http://ki-media.blogspot.com/2009/08/cambodia-pushes-aids-colony-far-from.html">verdadeira colônia de AIDS</a>, quando reinstalou 40 famílias portadoras do HIV e AIDS para uma vila a 25 km de distância da cidade de Phnom Pehn.</p>
<p>As famílias eram de <a href="http://khmernews.net/2009/07/people-living-with-hivaids-living-in-fear-of-forced-eviction-2/">Borei Keila</a>, em Phnom Penh. Elas foram <a href="http://ki-media.blogspot.com/2009/07/cambodian-government-accused-of.html">despejadas</a> de suas casas para ceder espaço a um plano de desenvolvimento urbano do governo. As famílias agora vivem na aldeia de Tuol Sambo.</p>
<p>Elas reclamam de sua situação na <a href="http://ki-media.blogspot.com/2009/08/cambodian-hiv-villages-draws.html">&#8220;aldeia da AIDS&#8221;</a>:</p>
<blockquote><p>With inadequate sanitation and no running water, the area is not a health sanctuary for HIV-infected patients, who require personal attention and care.</p>
<p>HIV-infected people living in the village say they have not received any official recognition of ownership rights nor government compensation for their old homes.</p></blockquote>
<div class="translation">Com saneamento inadequado e sem água corrente, a área não é um santuário saudável para pacientes infectados com HIV, que precisam de atenção e cuidado pessoais.</p>
<p>Pessoas infectadas com HIV que moram na aldeia dizem não ter recebido nenhum reconhecimento oficial de propriedade nem compensação dos governos pelas suas casas antigas.</p></div>
<p><em> Details are Sketchy</em> [Detalhes são Imprecisos, em Português] quer encontrar a <a href="http://detailsaresketchy.wordpress.com/2009/07/29/tuol-sambo-aids-colony/">autoridade responsável</a> por essa medida drástica:</p>
<blockquote><p>Who is responsible for this decision? The media should find out. And prosecutors should start preparing a case. Because it’s all but certain that at least one of those 40 HIV-positive people will die as a result of the move. That’s negligent homicide, at least, if not outright premeditated murder.</p></blockquote>
<div class="translation">Quem é o responsável por essa decisão? A mídia deve encontrar. E os promotores devem começar a preparar um caso. Porque é sabido que ao menos uma entre aquelas 40 pessoas soropositivas morrerão por consequência do despejo. Isso é, no mínimo, homicídio negligente, senão assassinato premeditado e aberto.</div>
<p>A Rede Global de Pessoas que vivem com HIV está pressionando o governo Cambojano em lidar com as <a href="http://ki-media.blogspot.com/2009/07/aids-colony-violates-rights.html">preocupações humanitárias</a> das famílias despejdas:</p>
<blockquote><p>* Cease moving HIV-affected families to the Tuol Sambo site;<br />
* Improve conditions at Tuol Sambo to meet minimum standards for adequate shelter, sanitation, and clean water;<br />
* Ensure full access to quality medical services, including antiretroviral treatment, treatment of opportunistic infections, primary health care and home-based care;<br />
* Work with relevant agencies and consult with the families already at Tuol Sambo to address immediate and long-term concerns regarding housing, health, safety, and employment, and reintegration into society in a manner that protects their rights and livelihoods; and<br />
* Employ a transparent and fair screening process to determine eligibility for on-site housing at Borei Keila, and allow eligible families to move in immediately. For those found ineligible, authorities should provide other adequate housing.</p></blockquote>
<div class="translation">* Cessar a mudança de famílias com HIV para Tuol Sambo;<br />
* Melhorar as condições de vida em Tuol Sambo a fim de alcançar os padrões mínimos adequados de abrigo, saneamento, e água tratada.<br />
* Garantir o total acesso a serviços médicos de qualidade, incluindo tratamento antiretroviral, tratamento de possíveis infecções, cuidados básicos de saúde e atendimento em domicílio;<br />
* Trabalhar com agências relevantes e consultar as famílias que já se encontram em Tuol Sambo para que visem cuidados imediatos e em longo prazo que se relacionem  com habitação, saúde, segurança, e empregabilidade, além da reintegração na sociedade de forma que se protejam seus direitos e subsistência; e<br />
* Empregar um processo de triagem justo e transparente para determinar a elegibilidade de um alojamento local em Borei Keila, e permitir a mudança de famílias elegíveis para o alojamento imediatamente. Para os não elegíveis à seleção, as autoridades devem prover outro alojamento adequado.</div>
<p>Escrevendo do <em><a href="http://globalhealth.change.org/blog/view/cambodias_aids_colony">Global Health</a></em> [Saúde Global, em Português], Alanna Shaikh reage à situação:</p>
<blockquote><p>To me, this looks like a classic example of treating people living with AIDS as though they are disposable. They&#39;re going to die anyway, goes the logic, so there is no reason to treat them well. But people with AIDS are still human beings, with rights and skills and the ability to live full lives. Treating as less than human benefits no one.</p></blockquote>
<div class="translation">Para mim, isso parece ser um dos exemplos clássicos de tratar as pessoas que vivem com AIDS como se fossem descartáveis. É a lógica do &#8220;eles vão morrer mesmo, então não há razão para tratá-los bem&#8221;. Entretanto, pessoas com AIDS ainda são seres humanos, com direitos, habilidades e dons para viver suas vidas ao máximo. Tratá-las como menos humanas não beneficia a ninguém.</div>
<p>Mais de <a href="http://www.hrw.org/node/84641">100 grupos locais e internacionais</a> escreveram ao Primeiro Ministro Hun Sene e ao Ministro da Saúde Mam Bunheng pressionando o último a prover um melhor tratamento para as famílias despejadas:</p>
<blockquote><p>The housing conditions at Tuol Sambo are grossly inadequate in terms of size, fire safety, and sanitation. Residents are crowded into poorly ventilated metal sheds that are baking hot in the daytime. There are no kitchens and no running water in the sheds, which are flanked by open sewers, and only one public well to service the evicted families.</p>
<p>While other homeless people from Phnom Penh are slated for relocation to brick houses at an adjacent site at Tuol Sambo, the HIV-affected families from Borei Keila have been placed in a separate settlement with inferior housing, distinguished by green corrugated metal roofing and walls. Even before the evictees were resettled there, local people referred to the green sheds as “the AIDS village.”</p>
<p>The living conditions at Tuol Sambo pose serious health risks, particularly to people with compromised immune systems. The risk to those people living with HIV can be life threatening. Residents report that the heat in the poorly ventilated metal sheds is so intense that they are usually unable to remain in their rooms during the afternoon and they are afraid that their ARV medication will deteriorate in the heat.</p></blockquote>
<div class="translation">As condições de habitação em Tuol Sambo são grosseiramente inadequadas em termos de tamanho, segurança contra incêndio, e saneamento. Os habitantes são alojados em barracas de metal lotadas pouco ventiladas e que durante o dia esquentam bastante. Não há cozinhas ou água corrente nas barracas, que são ladeadas por esgotos abertos, somente um poço público para servir as famílias despejadas.</p>
<p>Enquanto outros desabrigados de Phnom Penh são redirecionados para casas de tijolo em um local adjacente à Tuol Sambo, as famílias afetadas com HIV de Borei Keila foram abrigadas em um espaço separado com habitação inferior, e distintas por ter paredes e tetos de metal ondulado e de cor verde. Mesmo antes dos despejados terem sido colocados ali, a comunidade local se referia às casas de metal verde como &#8220;a aldeia da AIDS.&#8221;</p>
<p>As condições de vida em Tuol Sambo levam a sérios riscos de saúde, particularmente para pessoas com o sistema imunológico comprometido. O risco daquelas pessoas vivendo com HIV pode ameaçar suas vidas. Os habitantes relatam que o calor nas barracas de metal mal ventiladas é tão intenso que eles geralmente não conseguem permanecer em seus quartos durante a tarde e têm medo que o medicamento antiretroviral se deteriore com o calor.</p></div>
<p>A situação das famílias despejadas em seus antigos lares também não era boa, como visto neste vídeo feito por licadho, enviado ao <em><a href="http://hub.witness.org/en/upload/people-living-hivaids-await-eviction">The Hub</a></em> [A Central, em Português]:<br />
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		<item>
		<title>Camboja: Polêmico projeto de iluminação do Angkor Wat</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/06/14/camboja-polemico-projeto-de-iluminacao-do-angkor-wat/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/06/14/camboja-polemico-projeto-de-iluminacao-do-angkor-wat/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 21:49:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Maestre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cambodia]]></category>
		<category><![CDATA[East Asia]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Feature]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Indígenas]]></category>
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		<description><![CDATA[Para divulgar passeios "sob a luz da noite" e virar a queda de 20% no número de visitantes, o governo cambojano instalou iluminação artificial no templo Angkor Wat, de 11 séculos de existência. Este projeto sofre a oposição de alguns conservacionistas do patrimônio e cidadãos cambojanos preocupados. O Angkor Wat é o ponto turístico mais popular no Camboja e é reconhecido como Patrimônio Mundial.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/mong/">Mong Palatino</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/carlosmaestre/'>Carlos Maestre</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/06/14/cambodia-controversial-angkor-wat-lighting-project/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Para divulgar <a href="http://khmernews.net/2009/05/angkor-lights-stir-controversy/">passeios &#8220;sob a luz da noite&#8221;</a> [en] e virar a queda de 20% no número de visitantes, o governo cambojano instalou iluminação artificial no templo Angkor Wat, de 11 séculos de existência. Este projeto sofre a oposição de alguns conservacionistas do patrimônio e cidadãos cambojanos preocupados. O Angkor Wat é o ponto turístico mais popular no Camboja e é reconhecido como Patrimônio Mundial.</p>
<p>Especialistas em conservação do patrimônio descrevem as lâmpadas instaladas como <a href="http://www.southeastasianarchaeology.com/2009/05/29/heritage-advocate-appeal-cambodian-pm-angkor-wat-lights/">&#8220;desconfortáveis&#8221;</a> [en]. Desde 2006, mais de <a href="http://detailsaresketchy.wordpress.com/2009/05/26/angkor-by-night/">$12 milhões</a> [de dólares, en] foram gastos na iluminação do templo. Ela faz parte do grande projeto de transformar o Angkor Wat em um <a href="http://sophanse.blogspot.com/2009/06/lighting-project-part-of-broader-push.html">complexo para palcos de entretenimento</a> [en].</p>
<p>O governo defende a decoração com luzes argumentando que tem o apoio da <a href="http://realcambodia.blogspot.com/2009/06/new-lighting-to-be-installed-at-angkor.html">UNESCO</a> [en]. Autoridades acrescentaram também que apenas tecnologia <a href="http://www.southeastasianarchaeology.com/2009/06/05/cambodian-officials-refute-damage-by-light-fixtures-angkor-revenues-down-20/">de luz proveniente da energia solar</a> [en] foi usada no projeto.</p>
<p>O público ficou perplexo quando descobriu que buracos foram feitos no templo para a instalação de lâmpadas elétricas. A informação foi <a href="http://cambodiamirror.wordpress.com/2009/05/25/holes-are-drilled-into-the-angkor-wat-temple-to-attach-electric-bulbs-who-is-wrong-the-sou-ching-company-the-tuy-nasy-company-or-the-apsara-authority-monday-25-5-2009/">negada</a> [en] pelo governo e pela executora do projeto:</p>
<blockquote><p>“The working team explained that they have a technique to set up electric bulbs which causes no harm to the temple. They install bulbs by using cork stoppers put into already existing holes, and they set up lights only where it is possibly, and also at the lower layers of the stone. The working team claims that the heat of the bulbs is weak and does not affect the temple.”</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;A equipe que está trabalhando nisso explicou que tem uma técnica para posicionar as lâmpadas sem causar danos ao templo. Eles instalam as lâmpadas usando rolhas em buracos já existentes e colocam as luzes somente onde é possível, e também nas camadas mais baixas das pedras. A equipe alega que o calor das lâmpadas é fraco e não afeta o templo.&#8221;</div>
<p>A polêmica tornou-se mais intensa quando a pessoa que denunciou a iluminação do Angkor Wat foi <a href="http://ki-media.blogspot.com/2009/06/nobody-is-allowed-to-criticize-hun-sens.html">processada</a> [en] por um advogado do governo sob a alegação de divulgar informações falsas. O acusado fugiu para a França para evitar ser processado.</p>
<div id="attachment_80031" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/dragonwoman/31029519/"><img class="size-medium wp-image-80031" title="angkor" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/06/angkor-300x214.jpg" alt="Templo Angkor Wat. Da página de DragonWoman no Flickr" width="300" height="214" /></a></p>
<p class="wp-caption-text">Templo Angkor Wat. Da página de DragonWoman no Flickr</p>
</div>
<p>Abaixo estão algumas reações da blogosfera cambojana. Vindo de <em><a href="http://sokheounpang.wordpress.com/2009/06/10/angkor-wat-light-or-lie/">The Son of the Empire</a></em> [O Filho do Império, en]:</p>
<blockquote><p>Can this equipped light attract more tourists to Angkor Wat and Cambodia as a whole while a leader of a country is incompetent to lead a country with transparency, security, stability, human right respect, and yet committing corruption and dependent on alm and submitting to neigboring countries?</p>
<p>Personally, the light decoration is untolerable and I think those who allow this project to be carried out is considered as a traitor and are untolerable.</p>
<p>Those people must think about the long term and should have done their best to preserve this most wonderful work of our greatest ancestors who have built this marvelous heritage for the world, for us and has become the soul, the spirit, and the pride of our people and nation.</p></blockquote>
<div class="translation">Pode esta iluminação atrair mais turistas ao Angkor Wat - e ao Camboja como um todo - enquanto o líder de um país é incompetente para liderar um país com transparência, segurança, estabilidade, respeito aos direitos humanos, e ainda cometer corrupção e ser dependente e submeter-se a todos os países vizinhos?</p>
<p>Pessoalmente, a decoração com luzes é intolerável e penso naqueles que permitem tal projeto ser executado como em traidores e são intoleráveis.</p>
<p>Essas pessoas devem pensar no longo prazo e deveriam ter feito o possível para preservar este maravilhoso trabalho de nossos grandes ancestrais que construíram este maravilhoso patrimônio para o mundo, para nós e se tornou a alma, o espírito e o orgulho de nossas pessoas e nações.</p></div>
<p><em>Real Cambodia</em> <a href="http://realcambodia.blogspot.com/2009/06/would-you-be-more-likely-to-visit.html">aprecia</a> [en] o esforço em melhorar a imagem do Angkor Wat:</p>
<blockquote><p>I kind of like the idea of seeing Angkor Wat at night. I imagine some of the statues, carvings, and shadows would be pretty amazing, particularly after happy hour. And hopefully they&#39;d use really environmentally-friendly lighting, like LED lights, in a smart and innovative way, creating lots of trippy, dramatic angles. But I&#39;d also hope they left most of the park undisturbed, all the better to retain its unique position at the nexus of natural and supernatural.</p></blockquote>
<div class="translation">Eu meio que gosto da idéia de ver o Angkor Wat à noite. Imagino algumas das estátuas, das inscrições e as sombras seriam algo incrível, principalmente depois do happy hour. E, esperançosamente, eles usaram luzes que não causam danos ao ambiente, como LEDs, de forma inteligente e inovadora, criando ângulos dramáticos e descolados. Mas também espero que eles tenham deixado a maior parte do parque intocada, tudo de melhor para manter sua posição entre o natural e o sobrenatural.</div>
<p><em>The Southeast Asian Archaeology Newsblog</em> adverte que o número crescente de turistas no Angkor Wat é <a href="http://www.southeastasianarchaeology.com/2009/06/08/angkor-lights-good-tourism-bad-conservation/">ruim para os negócios</a> [en]:</p>
<blockquote><p>The move may serve to boost falling tourism numbers, but does nothing to address what heritage specialists have been saying for years - that the effects of increased traffic to Angkor is ultimately bad for business.</p></blockquote>
<div class="translation">A iniciativa pode servir para levantar o decadente número de turistas, mas não faz nada para ajudar no que especialistas do patrimônio dizem há anos - que os efeitos do aumento de visitantes no Angkor fazem mal para os negócios.</div>
<p>Um comentarista anônimo <a href="http://ki-media.blogspot.com/2009/06/critic-of-temple-lighting-writes-hun.html">renega</a> [en] o projeto de iluminação:</p>
<blockquote><p>Even from a plain, regular guy like me, I could see that the lighting was absolutely inappropriate for a sacred monument any where in the whole world, let alone a magnificent heritage like Angkor Wat. Who ever came up with that idea should be fired from his job!!!! No sense of fine aesthetic, whatsoever!!!</p></blockquote>
<div class="translation">Mesmo um cara normal, como eu, pode ver que a iluminação é totalmente inapropriada para um monumento sagrado em qualquer lugar do mundo, sem falar de um patrimônio magnífico como o Angkor Wat. Quem teve a idéia deveria ser despedido de seu emprego!!!! Não tem noção de estética, ou seja lá do que for!!!</div>
<p>O <a href="http://ki-media.blogspot.com/2009/06/mr-heng-samrin-agreed-with-mr-son.html">vice primeiro ministro</a> [en] será convocado pelo parlamento para responder perguntas a respeito do polêmico projeto.</p>
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		<title>Camboja: Parlamentar Ativista Pode Retirar Processo Contra Primeiro-Ministro</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/05/15/camboja-parlamentar-ativista-pode-retirar-processo-contra-primeiro-ministro/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/05/15/camboja-parlamentar-ativista-pode-retirar-processo-contra-primeiro-ministro/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 19:38:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cambodia]]></category>
		<category><![CDATA[East Asia]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Gênero]]></category>
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		<description><![CDATA[Mu Sochua é uma ativista internacionalmente reconhecida e membro da Assembléia Nacional do Camboja. Ela recentemente abriu um processo contra o primeiro-ministro do país, Hun Sen, por conta de comentários difamatórios feitos por este em abril de 2009. Subsequentemente, Hun Sen abriu um contra-processo contra Mu Sochua, também por difamação. Chhunny Chhean nos dá uma amostra melhor do que está acontecendo no Camboja. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/chhunny-chhean/">Chhunny Chhean</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/05/14/cambodia-activist-parliamentarian-may-drop-lawsuit-against-prime-minister/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><a href="http://musochua.org/?page=story">Mu Sochua</a> [En] é uma <a href="http://ki-media.blogspot.com/2009/05/women-call-for-third-world-rights-mu.html">ativista internacionalmente reconhecida</a> [En] e membro da Assembléia Nacional do Camboja pelo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sam_Rainsy_Party">Partido Sam Rainsy</a> [En]. Ela recentemente abriu um processo contra o primeiro-ministro do país, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hun_Sen">Hun Sen</a> [En], por conta de comentários difamatórios feitos por este em abril de 2009. Subsequentemente, Hun Sen abriu um contra-processo contra Mu Sochua, também por difamação.</p>
<p><a href="http://ki-media.blogspot.com/2009/04/mu-sochua-battles-pm-in-filings.html">KI Media</a> [en] publicou um artigo do Phnom Penh Post detalhando o contra-processo de Hun Sen:</p>
<blockquote><p>[G]overnment lawyer Ky Tech, representing Hun Sen, filed a countersuit. Ky Tech claims he might seek as much as 10 million riels (US$2,427) in damages from Mu Sochua and other, unspecified involved persons for the defamation of his client in the press conference last Thursday.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;O advogado do governo, Ky Tech, representando Hun Sen, entrou com um contra-processo. Ky Tech afirma que vai pedir por volta de 10 milhões de riels (US$ 2,427) por danos causados por Mu Sochua e outras pessoas não especificadas por conta da difamação de seu cliente na coletiva de imprensa ocorrida na última quinta-feira.&#8221;</div>
<p>Em contraste, Mu Sochua está pedindo 500 riels (aproximadamente 13 centavos de dólar) em seu processo.</p>
<p>O blogue <a href="http://cambodianbrightfuture.blogspot.com/2009/05/as-i-walk-to-prison-letter-from-mu.html">Cambodian Bright Future</a> [en] publicou uma carta na qual Mu Sochua escreve:</p>
<blockquote><p>Within days my parliamentary immunity will be lifted so the court can “investigate” my case. This is normal procedure for politicians from the opposition party or human rights activists or the poor who cannot bribe court officials. I will be detained in the notorious prison of “Prey Sar” for as long as the courts wish to take…Is the world still watching in silence while Cambodia is now ruled by one man?</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Em alguns dias minha imunidade parlamentar será suspensa para que a corte possa &#8216;investigar&#39; o meu caso. Este é o procedimento normal para políticos do partido de oposição ou ativistas dos direitos humanos ou para os pobres que não podem subornar os oficiais da corte. Eu serei detida na notória prisão de &#8216;Prey Sar&#39; por tanto tempo quanto a corte desejar&#8230; Será que o mundo ainda está assistindo em silêncio enquanto o Camboja é hoje governado por um único homem?&#8221;</div>
<p>O blogue <a href="http://detailsaresketchy.wordpress.com/2009/04/20/mu-sochua-vs-hun-sen/">Details are Sketchy</a> [en] ecoa os pensamentos de Mu Sochua:</p>
<blockquote><p>Considering that Prime Minister Hun Sen owns the courts, [a defamation suit] seems unlikely. But good luck. It would make for an interesting two seconds — about how long the court is likely to take before it throws the case out.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Considerando que o primeiro-ministro Hun Sen é dono das cortes, [um processo por difamação] parece improvável. Mas, boa sorte. Vai ao menos nos trazer uns dois segundos interessantes &#8212; que vão ser o tempo necessário que a corte provavelmente vai levar para jogar o caso fora.&#8221;</div>
<p>Mu Sochua foi recentemente convidada no <a href="http://www.voanews.com/khmer/2009-05-08-voa3.cfm">VOA Khmer</a> [en], onde ela anunciou que ela está pensando em retirar seu processo.</p>
<p>&#8220;Para proteger o país, se os dois lados concordarem em retirar os processos, eu irei concordar,&#8221; disse Mu Sochua.</p>
<p>O <a href="http://www.hrw.org/en/news/2009/05/05/cambodia-end-threats-opposition-lawmaker">Human Rights Watch</a> (Observatório dos Direitos Humanos) [en] apóia Mu Sochua e está pedindo por mais apoio do resto do mundo.</p>
<p>Mu Sochua foi recentemente entrevistada pela Equitycam.tv sobre a situação das mulheres na política do Camboja. Sua entrevista é a segunda, logo após a entrevista da legisladora Men Sam On.</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/6dGgnPkkOzs&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6dGgnPkkOzs&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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		<title>Camboja: Evidências no Tribunal do Khmer Rouge</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/04/02/camboja-evidencias-no-tribunal-do-khmer-rouge/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 22:38:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cambodia]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[East Asia]]></category>
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		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
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		<description><![CDATA[Ex-rebeldes do Khmer Rouge duvidam que haja evidências suficientes para condenar os cinco líderes do movimento que aguardam julgamento no Tribunal do Khmer Rouge. Uma vez que os eventos se desenrolaram a 30 anos atrás, encontrar evidências e testemunhas pode ser muito difícil.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/chhunny-chhean/">Chhunny Chhean</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/03/31/cambodia-evidence-at-the-khmer-rouge-tribunal/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><a href="http://www.voanews.com/khmer/2009-03-26-voa1.cfm">VOA Khmer</a> [En] entrevistou ex-rebeldes do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Khmer_Vermelho">Khmer Rouge</a> que duvidam que haja evidências suficientes para condenar os cinco líderes do movimento que esperam julgamento no <a href="http://globalvoicesonline.org/2009/03/31/cambodia-trial-begins-for-khmer-rouge-leader/">Tribunal do Khmer Rouge</a> [En]. Sok Pheap, um general de exército que desertou do Khmer Rouge em 1996, desafia,</p>
<blockquote><p>I didn’t know [who the killers were]; I was the soldier in the forest, and when I came back home also my relatives had gone missing, killed, and most of villagers had died.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Eu não sei [quem são os assassinos]; Eu era o soldado na floresta, e qando eu voltei para casa meus parentes também haviam desaparecido, ou sido assassinados, e a maioria dos [moradores] das vilas haviam morrido.&#8221;</div>
<p>Outro ex-membro do Khmer Rouge, Meas Mouth, afirma que:</p>
<blockquote><p>For instance, the skull bones that have been displayed: the court must know which skull belonged to a person killed by the Vietnamese, which belonged to a person killed by B-52 bombers, or any of the Khmers who did not die by the Khmer Rouge.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Por exemplo, os crânios que foram apresentados: a corte precisa saber qual crânio pertenceu a uma pessoa morta pelos vietnamitas, qual pertenceu a uma pessoa morta pelos bombardeiros B-52, ou a qualquer dos Khmers qe não morreram pelas mãos do Khmer Rouge.&#8221;</div>
<p>Um advogado do <a href="http://www.cdpcambodia.org/default.asp">Projeto Defensores Cambojanos</a> [En] concordou que uma vez que os eventos ocorreram a 30 anos atrás, será difícil encontrar evidências e testemunhas.</p>
<p>Contudo, Yok Chhang do <a href="http://www.dccam.org/">Centro de Documentação do Camboja</a> [En] afirmou que existem centenas de milhares de documentos para ligar os acusados a crimes de guerra.</p>
<p>Em adição às evidências documentais, testemunhos de sobreviventes estão sendo coletados, até mesmo em <a href="http://www.presstelegram.com/news/ci_12016405">Long Beach, Califórnia</a> [En], onde muitos cambojanos foram viver depois do genocídio.</p>
<p>As vítimas e seus parentes tem o direito de abrir processos através da Unidades [de atendimento] a Vítimas das Câmaras Extraordinárias das Cortes do Camboja. Instruções sobre como abrir um processo são encontradas <a href="http://www.eccc.gov.kh/english/victims_unit.aspx">aqui</a> [En].</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.flickr.com/photos/yarra64/3390059182/"><img src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/03/tuol-sleng-faces-300x200.jpg" alt="Foto capturando os rostos da prisão de Tuol Sleng, por Yarra64, licenciada através do Creative Commons." width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Foto capturando os rostos da prisão de Tuol Sleng, por Yarra64, licenciada através do Creative Commons.</p></div>
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		<title>Camboja: Política do Arroz</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/03/24/camboja-politica-do-arroz/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/03/24/camboja-politica-do-arroz/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 18:50:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Arruda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Arte & Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[O arroz é mais do que um alimento básico na dieta cambojana. Ele envolve também questões de direito à terra, ao comércio e às relações internacionais. Alguns cambojanos estão frustrados porque suas terras estão sendo arrendadas ao Vietnã, seu país vizinho. Eles estão preocupados com os arrendamentos, os quais mudarão o conceito de propriedade de terra, resultando em uma diminuição do território cambojano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/chhunny-chhean/">Chhunny Chhean</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/mariaarruda/'>Maria Arruda</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/03/23/cambodia-rice-politics/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>O arroz é mais do que um alimento básico na dieta cambojana. Ele envolve também questões de direito à terra, ao comércio e às relações internacionais.</p>
<p>Um artigo no blogue <a href="http://cambodiamirror.wordpress.com/2009/03/20/an-official-of-the-cambodian-people%E2%80%99s-party-mr-cheam-yeap-is-also-irritated-with-the-svay-rieng-and-prey-veng-governors-for-leasing-land-to-vietnam-wednesday-1832009/"><span style="color: #003399;">The Mirror</span></a> [EN] revela a frustração dos cambojanos, incluindo a de Cheam Yeap, um dos dirigentes do partido do povo cambojano, no qual revela que terras são arrendadas ao Vietnã, seu país vizinho. <em>The Mirror</em> cita Cheat Khmer, Vol.1, #40, 18.3.2009:</p>
<blockquote><p>Thousands of hectares of citizen’s land lying along the Yuon [Vietnamese] border of An Giang Province, bordering Svay Rieng and Prey Veng, are being leased to Yuon companies by Khmer authorities along the Yuon border to grow agro-industry crops. The Phnom Penh Post published an article on 26 February 2009, quoting the Svay Rieng governor, Mr. Cheang Am, that 10,000 hectares of land in Svay Rieng are prepared to be leased to Yuon companies along the border and also, the Prey Veng governor, Mr. Ung Samy, told the Phnom Penh Post that he will discuss with Yuon officials in Yuon [Vietnam] about the leasing of rice fields along the border to Yuon companies to come to do rice cultivation in Khmer territory.</p></blockquote>
<div class="translation">Centenas de hectares de terras dos cidadãos da província de An Giang, vizinha às regiões de Svay Rieng e de Prey Veng, as quais se estendem ao longo da fronteira com o Vietnã, estão sendo arrendadas a companhias vietnamitas pelas autoridades de Khmer naquela fronteira geográfica de forma a aumentar as colheitas da indústria agrária. <em>The Phnom Penn Post</em> publicou um artigo em 26 de fevereiro de 2009, citando o governador de Svay Rieng, Mr. Cheang Am, no qual 10.000 hectares de terra em Svay Rieng são preparadas para serem arrendadas a companhias vietnamitas na fronteira.  Além disso, o governador de Prey Veng, Mr. Ung Samy, disse ao <em>The Phnom Penn Post</em> que ele discutirá com oficiais de Yun [Vietnã] sobre o arrendamento dos campos de cultivação de arroz na fronteira em modo que as companhias vietnamitas voltem a cultivar o arroz no território de Khmer.</div>
<p>Yeap é preocupado com os arrendamentos porque estes mudarão o conceito de propriedade de terra, resultando em uma diminuição do território cambojano. Outros, como Prum Soanara, um engenheiro, acha que a terra é melhor aproveitada se ela vem dada aos próprios cidadãos do país para cultivarem o arroz.</p>
<p><a href="http://ki-media.blogspot.com/2009/03/illegally-imported-rice-from-cambodia.html"><em><span style="color: #003399;">KI Media</span></em></a> [En] destaca o problema da importação ilegal de arroz com um artigo publicado no <em>The Nation</em>:</p>
<blockquote><p>The Thai Rice Exporters&#39; Association and the Board of Trade of Thailand (BoT) will soon propose that the Commerce Ministry set up a Public Warehouse Organisation as an “import agency” to oversee rice imports once the Asean Free Trade Area (Afta) eliminates all import tariffs.</p></blockquote>
<div class="translation">A Associação Tailandese dos Exportadores de Arroz e o Ministério do Comércio e Indústria da Tailândia (BoT) proporão logo que o ministro do comércio estabeleça uma organização pública de armazenagem como uma &#8220;agência de importação&#8221; para inspecionar as importações de arroz, uma vez que a Área Asiática de Livre Comércio (Afta) elimine todas as tarifas de importação.</div>
<p>A agência estabeleceria medidas para proteger os agricultores tailandeses, como por exemplo, exigindo que o arroz importado fosse usado somente como matéria-prima na indústria. Porém, os exportadores estão preocupados que tais proteções encorajem aqueles que estão procurando manipular o sistema e, desse modo, será maior o volume do comércio ilegal de arroz, incluindo aquele cultivado no Camboja.</p>
<p>Além da sua função prática, o arroz é símbolo da cultura cambojana, como mostra o vídeo abaixo. Essa parte de <a href="http://www.youtube.com/user/KhmerCivilization"><span style="color: #003399;">Khmer Civilization</span></a> [En] apresenta imagens do arroz desde a sua cultivação até a sua comercialização no mercado:<br />
<object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/mnlKsWcNED0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/mnlKsWcNED0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p><em>A imagem minimizada usada é do Flickr de <a href="http://www.flickr.com/photos/noc/9740511/"><span style="color: #003399;">Nohch</span></a></em></p>
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		<title>Camboja: Comemorando a libertação ou a invasão?</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/01/14/camboja-comemorando-a-libertacao-ou-a-invasao/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 20:04:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cambodia]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[East Asia]]></category>
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		<category><![CDATA[Feature]]></category>
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		<category><![CDATA[Vietnam]]></category>
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		<description><![CDATA[Em 7 de janeiro de 1979, o regime de Khmer Vermelho no Camboja foi expulso do poder. Mas as opiniões estão divididas entre se esse seria um dia para ser celebrado como o Dia da Libertação ou lembrado como o Dia da Invasão do Vietnã, que ajudou a derrubar Khmer Vermelho e ocupou Camboja até 1988.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/mong/">Mong Palatino</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/01/14/cambodia-liberation-day-or-invasion-day/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<p>Em 7 de janeiro de 1979, o regime de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Khmer_Vermelho">Khmer Vermelho</a> no Camboja foi expulso do poder. O regime comunista foi acusado de ordenar o assassinato em massa de mais de um milhão de cambojanos. Na semana passada, o governo cambojano <a href="http://globalvoicesonline.org/2009/01/08/cambodia-victory-over-genocide/">marcou o 30º aniversário</a> [en] da queda de Khmer Vermelho. Mas as opiniões estão divididas entre se esse seria um dia para ser celebrado como o Dia da Libertação ou lembrado como o Dia da Invasão do Vietnã, que ajudou a derrubar Khmer Vermelho e ocupou Camboja até 1988.</p>
<p>O primeiro ministro Hun Sen insiste que o 7 de janeiro de 1979 foi uma <a href="http://ki-media.blogspot.com/2009/01/prime-minister-hun-sen-commemorates-7th.html">vitória contra o genocídio</a> [en]. Ele critica aqueles que se recusam a honrar a ocasião:</p>
<blockquote><p>“This is the truth of history that even those unwise groups and extremist groups must acknowledge this truth. If you dare not acknowledge the truth, you are not a human being, you are a real animal. This is the truth. If we didn’t have the 7th January 1979, we will not have today.”</p></blockquote>
<div class="translation">“Essa é a verdade histórica que mesmo aqueles grupos ignorantes e extremistas devem reconhecer. Se você se atreve a não reconhecer a verdade, você não é um ser humano, é um verdadeiro animal. Essa é a verdade. Se não tivéssemos o 7 de janeiro de 1979, não teríamos o hoje.”</div>
<p>Mas Sophan Seng explica por que <a href="http://ki-media.blogspot.com/2009/01/january-7-celebrations-in-context.html">nem todos cambojanos</a> estão do lado do governo nas celebrações:</p>
<blockquote><p>“To celebrate this day is not significantly representing Cambodians as the whole nation. It is only celebrated by the Cambodian People&#39;s Party (CPP), which has been in power since the day of January 7, 1979.</p>
<p>“It has not been generally accepted by the Cambodian people. Whatever theme each celebration expects to achieve, those themes still belong to the CPP, and it is truly reminding Cambodian people of the brutality, the foreign invasion and the nonstop division among Cambodian nationals.”</p></blockquote>
<div class="translation">“Celebrar esse dia não significa necessariamente representar o Camboja como uma nação inteira. A data é apenas celebrada pelo Partido Popular Cambojano (CPP), que está no poder desde 7 de janeiro de 1979.</p>
<p>“Mas ela, em geral, não é aceita pelo povo cambojano. Seja qual for o tema que cada celebração almeje alcançar, esses temas ainda pertencem ao CPP, e de fato relembra o povo cambojano da brutalidade, da invasão estrangeira, e a divisão sem fim dos povos cambojanos”</p>
</div>
<p><em>Modern Progressive Khmer</em> menciona <a href="http://modernprogressivekhmer.blogspot.com/2009/01/cambodia-should-abandon-january-7th-as.html">a invasão do Camboja pelo Vietnã</a> [en] após 7 de janeiro de 1979:</p>
<blockquote><p>“January 7th did in fact stop the killing, but Cambodia was not free. Vietnam occupied Cambodia; therefore, by definition Cambodia was not liberated. This is why the word “liberation” has a major semantic problem. One cannot call oneself a liberated being if one is not free to determine one’s destiny. Liberation could not be further from the truth. The world knows that Cambodia was under Vietnam’s control from the day it invaded Cambodia until it was pressured to withdraw.”</p></blockquote>
<div class="translation">“O dia 7 de janeiro parou, de fato, parou com as mortes, mas os cambojanos não foram libertados. O Vietnã ocupou o Camboja; portanto, de acordo com a definição, o Camboja não foi libertado. É por isso que a palavra “libertação” tem um grande problema semântico. Uma pessoa não pode se chamar de livre se não está livre para determinar o seu próprio destino. A libertação não poderia estar mais longe da verdade. O mundo sabe que o Camboja esteve sob o controle do Vietnã do dia em que invadiu o Camboja até o dia que sofreu pressão para sair.”</div>
<p>A oposição acredita que <a href="http://ki-media.blogspot.com/2009/01/jan-7-marked-anniversary-for-invasion.html">a verdadeira história da libertação</a> surgiu em 23 de outubro de 1991, quando os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Acordos_de_Paz_de_Paris">Acordos de Paz de Paris</a> foram assinados. O legislador da oposição <a href="http://www.samrainsyparty.org/archives/achieve_09/january/January%207,%201979,%20is%20Frankenstein%20of%20April%2017,%201975.htm">Sam Rainsy</a> [en] levanta outra questão:</p>
<blockquote><p>“Celebrating January 7 without having in mind a broader historical perspective, is playing into the hands of the current Phnom Penh regime whose only raison d&#39;être was to “free” the Cambodian people from the Khmer Rouge with communist Vietnam&#39;s decisive but not unselfish help.”</p></blockquote>
<div class="translation">Celebrar o 7 de janeiro sem ter em mente a perspectiva histórica mais ampla é jogar nas mãos do atual regime Phnom Penh cuja única razão de ser era “libertar” o povo cambojano de Khmer Vermelho com a ajuda decisiva, mas nada desinteressado, do comunista Vietnã.</div>
<p><em>The Son of the Empire</em> [Filho do Império, en] traz uma <a href="http://sokheounpang.wordpress.com/2009/01/07/hun-sen-immorally-overreact-on-critics-of-jan-7/">ronda inicial de opiniões</a> sobre o assunto. <em>Khmerization</em> disponbiliza <a href="http://khmerization.blogspot.com/2009/01/celebration-of-7th-january-day-in.html">imagens das celebrações organizadas pelo governo</a> [en] na semana que passou.</p>
</div>
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		<title>Camboja: preservativo obrigatório e repressão à prostituição</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/08/27/camboja-preservativo-obrigatorio-e-repressao-a-prostituicao/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/08/27/camboja-preservativo-obrigatorio-e-repressao-a-prostituicao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 01:41:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Débora Medeiros</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Profissionais do sexo cambojanas recorrem à Internet para tornar mais conhecidas suas dificuldades e sua luta por respeito aos direitos humanos. No Camboja, uma lei que determina que as relações sexuais com clientes só devem ocorrer com preservativos parece uma boa idéia, mas tem se voltado contra aquelas que deveria proteger, ao servir de pretexto para prender profissionais do sexo, usando o fato de elas trazerem camisinhas consigo como prova de que fazem programas sexuais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/juliana-rincon-parra/">Juliana Rincón Parra</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/debmedeiros/'>Débora Medeiros</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/08/25/cambodia-sex-workers-100-condom-use-and-human-rights/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><img class="alignleft" style="float: left;" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/08/swtv.jpg" alt="" width="180" height="227" />Profissionais do sexo cambojanas recorrem à Internet para tornar mais conhecidas suas dificuldades e sua luta por respeito aos direitos humanos. No Camboja, uma lei que determina que as relações sexuais com clientes só devem ocorrer com preservativos pode parecer uma boa idéia, mas tem se voltado contra aquelas que deveria proteger, ao servir de pretexto para prender profissionais do sexo, usando o fato de elas trazerem camisinhas consigo como prova de que fazem programas sexuais.</p>
<p>Aquelas profissionais do sexo que são presas são mandadas para centros de  &#8220;reabilitação&#8221;, que são basicamente prisões, onde as mulheres são mantidas em celas comuns sem banheiro ou água corrente, raramente recebem água ou comida, algumas são agredidas e estupradas e mulheres soro-positivas  têm o acesso ao tratamento com drogas anti-retrovirais recusado.</p>
<p>A Asia Pacific Network of Sex Workers <em>[Rede Asiática de Profissionais do Sexo no Pacífico, em inglês]</em> possui uma série de <a href="http://www.apnsw.org/apnsw.htm" target="_blank">estudos sobre os resultados percebidos e os efeitos do Programa de Uso Compulsório de Preservativos</a> [En], segundo profissionais do sexo de diferentes países, como Camboja, Tailândia e Mianmar. Você também pode assistir ao vídeo que a organização disponibilizou através do seu <a href="http://www.sexworkerspresent.blip.tv/" target="_blank">canal no Blip.tv Sex Workers Present (Profissionais do Sexo Apresentam, em inglês)</a> [En], que contém explanações sobre as implicações do programa de uso compulsório de preservativos, entrevistas com mulheres que foram presas ou enviadas para instituições de &#8220;reabilitação&#8221; onde nenhum tipo de educação ou treinamento é recebido e avaliações de como esses programas que associam o uso de preservativos exclusivamente às profissionais do sexo não serão eficazes no combate à propagação da AIDS e outras DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) entre o restante da população.  A Asia Pacific Network of Sex Workers recebeu recentemente o <a href="http://www.apnsw.org/apnsw.htm" target="_blank">Award for Action on HIV/AIDS and Human Rights (Prêmio Internacional  por Ação contra o HIV/AIDS e Direitos Humanos, em inglês) de 2008</a> durante a Conferência Internacional sobre a AIDS realizada na Cidade do México na primeira semana de agosto. A organização foi fundada em 1994 e tem desenvolvido um trabalho sobre saúde e direitos humanos junto às profissionais do sexo, em conjunto com outros grupos e organizações, como Empower Thailand, Sweetly Japan, Pink Triangle Malaysia, the Scarlet Alliance Australia and Sonagachi.</p>
<p>O vídeo a seguir se chama <a href="http://sexworkerspresent.blip.tv/#1165299"><em>Caught between the Tiger and the Crocodile</em></a> (Presas entre o Tigre e o Crocodilo, em inglês):</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://blip.tv/play/AceQV4LaSg" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="340" src="http://blip.tv/play/AceQV4LaSg"></embed></object></p>
<p><a href="http://globalvoicesonline.org/author/juliana-rincon-parra/" target="_blank"></a></p>
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		<title>Leste Asiático: Enfrentando a crise do arroz e alimentos</title>
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		<pubDate>Thu, 22 May 2008 17:04:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Os preços dos alimentos continuam subindo no mercado internacional. As pessoas estão preocupadas com o aumento do custo do arroz, parte da cesta básica na região do sudeste asiático e em muitas outros cantos do mundo. Os governos estão agora reavaliando suas políticas agrícolas e alimentares, a fim de evitar o pânico por parte do consumidor e a agitação social. Blogueiros da região debatem o assunto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/mong/">Mong Palatino</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/05/21/southeast-asia-coping-with-the-rice-and-food-crisis/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Os preços dos alimentos continuam subindo no mercado internacional. As pessoas estão preocupadas com o aumento do custo do arroz, parte da cesta básica na região do sudeste asiático e em muitas outros cantos do mundo. Os governos estão agora reavaliando suas políticas agrícolas e alimentares, a fim de evitar o pânico por parte do consumidor e a agitação social.</p>
<p>Uma das propostas já feitas foi a criação de um grupo similar à OPEP ou de um cartel do arroz na região: a <a href="http://vuthanews.info/2008/05/cambodia-to-join-in-forming-rice-exporting-countries-with-asian-countries/">Organização dos Países Exportadores de Arroz</a> ou OREC (de acordo com a sigla em inglês). Esta idéia  já <a href="http://siamsentinel.blogspot.com/2008/05/rice-cartel_06.html">foi abandonada</a>. O governo filipino ficou em estado de alerta frente ao plano. O blogueiro  do Filipinas Sem Fronteiras <a href="http://davidllorito.blogspot.com/2008/05/whos-afraid-of-organization-of-rice.html">explica</a> porque o plano é contraproducente:</p>
<blockquote><p>“Those countries on the Mekong like Thailand and Vietnam just cannot store rice forever. Unlike oil, rice deteriorates in just a few months of storage in the warehouse. And the Thais and the Vietnamese could eat only so much rice. In fact, forming Orec is counterproductive for these rice exporters. When they hoard their own rice, local prices decline, thus hurting their own farmers. If they want to benefit from the current situation, it’s in their best interest to sell rice and not hoard it.”</p></blockquote>
<p class="translation">&#8220;Os países que beiram o Rio Mekong, como a Tailândia e o Vietnã, não podem simplesmente estocar arroz para sempre. Ao contrário do petróleo, o arroz apodrece com apenas alguns meses de armazenagem. E os tailandeses e vietnamitas somente podem comer uma certa quantidade de arroz. Na verdade, a criação do OREC é contraproducente para esses exportadores de arroz. Quando eles estocam seu próprio arroz, os preços locais caem, e assim são os próprios agricultores que saem no prejuízo. Se eles querem se beneficiar da atual situação, o melhor que eles fazem é vender o arroz e não estocar.&#8221;</p>
<p>Muitos ainda estão preocupados com o impacto econômico do desastroso ciclone que atingiu Mianmar no início desse mês. O preço do arroz <a href="http://komoethee.blogspot.com/2008/05/blog-post_327.html">quadruplicou</a> em Mianmar e espera-se que a fome aumente. O blog <em>Golden Colour Revolution</em> <a href="http://komoethee.blogspot.com/2008/05/on-behalf-of-burmese-people.html">escreve</a>:</p>
<blockquote><p>“The Irrawaddy division is agriculturally the most essential division for Burmese people and it produced one third of the rice production for 57 millions people. After the typhoon Nagris, the whole delta area’s rice production lands are flooded with salt water. Farmers can’t grow rice on salted land and there are no farmers left to produce rice for the country and the most important agricultural sector of the country has been destroyed. In the beginning of every June of the year, Burmese farmers usually prepare to grow their paddy plants in the farming area of the country to feed 57 million mouths. But this year, the rice production will drastically decline because of the typhoon.”</p></blockquote>
<p class="translation">&#8220;A área do Rio Irauádi é a mais essencial, em termos de agricultura, para o povo birmanês, e ela produziu um terço da produção de arroz para 57 milhões de pessoas. Depois do tufão Nagris, todas as terras da zona do delta da produção de arroz  foram inundadas com água salgada. Os agricultores não podem cultivar arroz em terras salgadas, de forma que não há mais agricultores produzindo arroz para o país e o mais importante setor agrícola da nação foi destruído. Todos os anos, no início de cada mês de junho, os agricultores birmaneses  se preparam para plantar seus arrozais na zona agrícola do país, enchenco assim 57 milhões de barrigas. Mas este ano a produção de arroz será drasticamente reduzida por causa do tufão.&#8221;</p>
<p>Governos estão aconselhando às pessoas a reduzirem o consumo de arroz. Um blogueiro da Malásia <a href="http://www.4896kj.com/4896/we-should-eat-less-rice-now/2008/05/06/">responde</a>, insistindo que o o foco dos políticos deveria ser a batalha anti-corrupção:</p>
<blockquote><p>“Now, we are facing food crisis we were told eat less rice. Fine, we can go for bread, however the price of flour also hiked. The price of noodle also hiked. What else we can eat? When the price of petrol hiked, we were told to change our live style. What else? Should we sit down and think, where the tax money goes? Should it be spent like this? Please, work hard on anti-corruption. My heart is heavy now, really heavy. I can imagine how hard my family members struggling for living. What should we do? Sit down and wait? Please, wake up. Work hard on anti-corruption.”</p></blockquote>
<p class="translation">&#8220;Agora que estamos passando por uma crise dos alimentos, nos disseram para comermos menos arroz. Muito bem, podemos comer pão, porém o preço da farinha de trigo também está aumentado acentuadamente. O preço do macarrão também. Que mais se pode comer? Quando o preço da gasolina aumentou, nos disseram para mudar o nosso estilo de vida. Que mais? Será que devemos sentar e pensar para onde o dinheiro dos nossos imposto vai? Deveria ser gasto dessa forma? Por favor, trabalhem duro na luta contra a corrupção. Meu coração está pesado agora, muito pesado. Posso imaginar como meus familiares estão lutando para viver. O que devemos fazer? Sentar e esperar? Por favor, acordem. Trabalhem duro conta a corrupção&#8221;</p>
<p><em>The Daily Brunei Resources</em> <a href="http://bruneiresources.blogspot.com/2008/05/food-security-in-brunei-revisited.html">revisa</a> o plano de auto suficiência alimentar de Brunei. <em>Cafe Salemba</em> <a href="http://cafesalemba.blogspot.com/2008/05/bias-and-romanticism.html">propõe</a> uma revisão geral das políticas agrícolas da Indonésia:</p>
<blockquote><p>“So when we come up using public resources to develop the agriculture revitalization program, are we speaking the same language for large scale commercial agriculture? Are we ready to give up the idyllic view of a small plot land owner peasantry for a large scale industry and see a transformation from myriad small peasant landowners class to become waged farmers working in a handful large scale agroindustrial companies?”</p></blockquote>
<p class="translation">&#8220;Então, em se tratando da utilização de recursos públicos para desenvolver um programa de revitalização da agricultura, estamos falando a mesma língua da agricultura comercial em grande escala? Será que estamos dispostos a renunciar à visão idílica de um campesinato proprietário de um terreno por uma indústria em larga escala  e ver a transformação de uma miríade de pequenos proprietários rurais da classe camponesa se transformando em um punhado de agricultores trabalhando em empresas de grande escala agroindustrial?&#8221;</p>
<p><em>Youthful Insight</em> <a href="http://feuinewbies.blogspot.com/2008/05/indonesian-farmers-beyond-help.html">enumera</a> as medidas que podem ser tomadas para beneficiar fazendeiros da Indonésia:</p>
<blockquote><p>“Indonesia’s agricultural industry is rife with asymmetric information. Rice distributors, wholesalers, and exporters, usually city folk with access to urban market prices and world market price data, have always seemed to have the upper hand over the rice farmers, rural folk who do not enjoy the same access to information. As a result, farmers suffer from a weaker bargaining position, causing them to undersell their rice almost every time. Government institutions need to step up and take the responsibility of insuring informational symmetry. If necessary, government officials from the Ministry of Agriculture should give farmers weekly updates on prices, as well as giving them institutionalized protection from distributors and middlemen who seek to exploit.”</p></blockquote>
<p class="translation">&#8220;A indústria  agrícola da Indonésia está cheia de informações desencontradas. Distribuidores de arroz, atacadistas, exportadores e geralmente moradores da cidade, com acesso aos preços do mercado urbano e informações sobre os preços no mercado internacional, parecem sempre ter uma superioridade sobre os produtores de arroz, gente do campo  que não goza do mesmo acesso à informação. Como consequência, os agricultores ficam em uma posição  mais fraca nas negociações, o que os leva a vender sua produção de arroz por preços mais baixos em quase todas as ocasiões. As instituições governamentais precisam entrar em campo e assumir a responsabilidade de garantir a consistência das informações. Se for necessário, funcionários públicos do Ministério da Agricultura deveriam dar aos agricultores atualizações semanais sobre os preços, bem como fornecer proteção institucional contra distribuidores e intermediários exploraradores&#8221;</p>
<p><em>Lao Voices</em> <a href="http://laovoices.com/2008/05/07/laos-on-sale-for-china/">fala</a> do problema do uso da terra em Laos:</p>
<blockquote><p>“Many rice fields that covered the mountainous North of Laos are gone. They are steadily being replaced by rubber trees. The Chinese are coming to Laos and they need their rubber products for their galloping economy.”</p></blockquote>
<p class="translation">&#8220;Muitos arrozais que cobriam o norte montanhoso do Laos se foram. Eles estão constantemente sendo substituídos por seringueiras. Os chineses estão vindo para o Laos e eles precisam de seus produtos de borracha para a sua economia galopante&#8221;</p>
<p><em>Doing Business in Vietnam Seminar</em> <a href="http://dbivietnam.blogspot.com/2008/05/volatile-prices-dubious-quality.html">notou</a> que a qualidade do arroz nos supermercados do Vietnã está caindo:</p>
<blockquote><p>“With rice as the main staple of nutrition in the diets of many Vietnamese families, the quality and price of rice is currently becoming a major problem for them. As prices are rising, it is becoming more and more difficult for supermarkets to provide high quality rice at a price that citizens can afford. To curb this problem, quality is decreasing rapidly so that prices can remain stable for purchasers.”</p></blockquote>
<p class="translation">&#8220;Com o arroz como sendo a principal fonte de nutrição na dieta de muitas famílias vietnamitas, a qualidade e o preço do arroz está atualmente se tornando um grande problema para elas. A medida que os preços sobem, está ficando cada vez mais difícil para os supermercados oferecerem arroz de alta qualidade a um preço que os cidadãos podem pagar. Para reduzir este problema, a qualidade está caindo rapidamente, a fim de que os preços possam ser mantidos estáveis para compradores&#8221;</p>
<p>Mon Casiple <a href="http://moncasiple.wordpress.com/2008/05/11/of-rice-and-vice/">dá uma pista</a> sobre indivíduos sem escrúpulos que estariam ilegalmente lucrando com a especulação do problema do arroz  nas Filipinas:</p>
<blockquote><p>“The price of rice is shooting through the roof. Yet, the mystery tales from the farmers are that the middlemen are not buying in extraordinary quantities in these times of an alleged demand market. The inescapable conclusion is that the same somebody or somebodies already had the supply before it happened–probably through technical smuggling or direct smuggling. They are now reaping the superprofits. These acts, particularly of government people, are simply treason.”</p></blockquote>
<p class="translation">&#8220;O preço do arroz está subindo mais que balão. No entanto, os causos misteriosos contados pelos agricultores são que os atravessadores não estão comprando em quantidades extraordinárias, nestes tempos de suposta alta procura no mercado. A conclusão inevitável é que alguém ou &#8220;alguéns&#8221; já tinha estocado antes desse acontecimento, provavelmente através de contrabando técnico direto ou contrabando mesmo. Estão agora desfrutando de um super lucro. Atos como esse, principalmente por parte de gente do governo, são simplesmente traição.&#8221;</p>
<p>Bikoy, líder estudantil das filipinas, <a href="http://www.bikoy.net/archives/2008/05/16/rice-against-the-crisis-2/">providencia</a> um plano de ação para o setor agrícola. O advogado filipino Marichu Lambino <a href="http://marichulambino.wordpress.com/2008/05/09/those-alleged-rice-hoarders-the-raids-the-nbi-and-department-of-justice-what-the-president-doesn%E2%80%99t-know/">acredita</a> que é extraordinário para um presidente filipino  literalmente ter sido chamado na investigação preliminar do Departamento de Justiça sobre o alegado açambarcamento de arroz. <em>The Explainer</em> <a href="http://www.the-explainer.com/?p=137">disseca</a> o aumento do preço do porco no mercado. <a href="http://dantonremoto2010.blogspot.com/2008/04/how-to-survive-as-nouveau-poor-mothers.html">Professor Danton Remoto</a>: Como sobreviver como um novo-pobre nas Filipinas.</p>
<p>O custo de fertilizadores está <a href="http://ki-media.blogspot.com/2008/05/cambodia-poor-farmers-hit-by-high-cost.html">aumentando</a> no Cambódia. Como consequência do aumento dos preços dos alimentos, polícia e donos de cães relatam que os casos de <a href="http://ki-media.blogspot.com/2008/05/cambodian-dogs-latest-victims-of-global.html">roubo de cachorros</a> aumentaram em muitas partes do  Cambódia. Talvez a carne do animal seja gostosa e barata aos olhos de alguns      cambojano.</p>
<p><a href="http://ki-media.blogspot.com/2008/05/cambodia-sees-opportunity-in-rising.html">Manchete</a> do<em> KI Media</em>: Cambódia vê oportunidade no aumento dos preços. <em>Im Sokthy</em> <a href="http://imsokthy.com/2008/05/06/other-small-businesses-for-farmers/">acredita</a> que os fazendeiros      cambojanos deveriam ser motivados a se aventurarem em outros tipos de pequenos negócios para gerar renda extra. <em>My Longkang</em> <a href="http://www.mylongkang.com/2008/05/05/planting-rice-and-raising-production/">acha</a> que plantações de arroz na Malásia deveria ser      subsidiadas.</p>
<p><em>Thailand Crisis</em> <a href="http://thaicrisis.wordpress.com/2008/05/16/rice-crisis-governments-intervention-will-cost-42-billions-thb/">relata</a> que a intervenção do governo tailandês na crise do arroz custará  42 bilhões de Bahts. O blogueiro também não se surpreendeu com a notícia de que o <a href="http://thaicrisis.wordpress.com/2008/05/16/april-consumer-confidence-index-falls-first-drop-in-6-months/">índice de confiança do consumidor</a> está baixo na Tailândia.</p>
<p><em>Singabloodypore</em> <a href="http://singabloodypore.rsfblog.org/archive/2008/05/04/free-meals-salvation-for-poor-in-wealthy-singapore.html">relata</a> que mais e mais refeições estão sendo distribuídas hoje para ajudar aos pobres residentes da rica Cingapura. O blog <em>A Xeno Boy in Sg</em> <a href="http://xenoboysg.blogspot.com/2008/05/kilo-of-rice-from-tua-pek-kong.html">acrescenta</a> que a fila dos alimentos grátis está crescendo. A quantidade de pessoas frequentando <a href="http://sgcomplain.blogspot.com/2008/05/singapore-empty-shopping-centres.html">shoppings</a> também está menor em Cingapura.</p>
<p>[Todos os links levam a sites em inglês]</p>
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		<title>Mundo: O preço da comida, o custo do desespero</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/05/03/mundo-o-preco-da-comida-o-custo-do-desespero/</link>
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		<pubDate>Sat, 03 May 2008 15:20:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A crise causada pelo aumento galopante dos preços está afetando todos os grupos econômicos em cada esquina do mundo. A cada dia, ao que parece, os altos preços dos alimentos faz com que mais um país entre em crise: passeatas, motins, rumores de açambarcamento, queda de governos e até mesmo mortes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/john-liebhardt/">John Liebhardt</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/05/02/global-food-price-crisis-round-up/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>A crise causada pelo aumento galopante dos preços está afetando todos os grupos econômicos em cada esquina do mundo. A cada dia, ao que parece, os altos preços dos alimentos faz com que mais um país entre em crise: passeatas, motins, rumores de açambarcamento, queda de governos e até mesmo mortes.</p>
<p>O Global Voices está bem posicionado para acompanhar as nuances desse assunto tão complexo, com autores monitorando a mídia cidadã em quase todas as esquinas do planeta. Esse artigo é uma tentativa de fornecer uma <a href="http://www.globalvoicesonline.org/specialcoverage/global-food-crisis-2008/">narrativa geral da crise global causada pela falta de alimentos</a> [en], com observações de nossos autores ao redor do mundo. Ao clicar nos links, você chegará a todos os artigos que já foram publicados.</p>
<p><a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/30/caribbean-food-shortages/">Vamos começar com o Caribe</a> [en]. Em Barbados, a população local aprende a lidar com um aumento de 30% no preço da farinha de trigo, junto com saltos nos preços da gasolina e do óleo diesel. O Ministro da Agricultura de Trinidad e Tobago nega que a crise dos alimentos tenha atingido as duas ilhas, mas as pessoas notaram um aumento nos preços do frango e da farinha de trigo. Cuba está experimentando uma nova política agrícola fornecendo mais terras a fazendeiros do setor privado.</p>
<p>Aumento de preços e escassez de alimentos <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/05/02/americas-insufficient-actions-and-solutions-for-food-crisis/">podem ser vistos na América Latina</a> [en], a medida que muitas pessoas entram em desespero. A culpa está sendo colocada tanto nos fazendeiros quanto no governo, pela falta de atitude. <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/05/01/arabeyes-looming-food-crisis/">Blogueiros árabes no Líbano, na Síria, no Kuwait e no Egito</a> [en] também estão sentindo o aperto e blogando sobre o assunto.</p>
<p><a title="Sudeste da Ásia: Crise dos Preços do Arroz e Outros Alimentos" href="http://pt.globalvoicesonline.org/2008/05/02/sudeste-da-asia-crise-dos-precos-do-arroz-e-outros-alimentos/">No Cambódia ainda existe a aflição</a> de que quase 500.000 crianças possam vir a perder refeições por causa de um aumento de 20% no preço do arroz. No entando, um aumento dramático na produção de arroz pode não ser algo para além das esperanças naquele país. Os fazendeiros de lá podem cultivar duas ou três safras por ano no mesmo lote de terra.</p>
<p><strong>Os últimos motins</strong></p>
<p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/04/2397587505_24bc70ed6c2.jpg" alt="Riots in Cairo" /></p>
<p><small>Protestantes no Cairo acendem fogueiras e apedrejam barricadas, 7 de april de 2008 - <a href="http://flickr.com/photos/jameskarlbuck/2397587505/">Foto de James Buck</a></small></p>
<p>Dois dias de motim assolaram o Egito em 6 e 7 de abril, onde  os <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/21/egypt-food-prices-more-than-double/">preços dos ítens da cesta básica dobraram</a> [en] desde 2004 (chegando a quadruplicar em alguns casos). Pelo menos duas pessoas morreram e 111 – inclusive policiais – ficaram feridas (veja a nossa página da cobertura especial da <a href="http://www.globalvoicesonline.org/specialcoverage/egypt-general-strike-2008/">Greve Geral no Egito</a>) [en].</p>
<p>Em Abidjan, na Costa do Marfim, <a href="http://www.reuters.com/article/latestCrisis/idUSL01666799">protestantes bloquearam ruas e queimaram pneus</a> [en], exigindo que o governo reduzisse impostos em produtos chave importados.</p>
<p>Poucos dias depois, quatro pessoas morreram e 25 ficaram feridas em <a href="http://washingtontimes.com/apps/pbcs.dll/article?AID=/20080422/FOREIGN/464705786/1003/FOREIGN">protestos no Haiti</a> [en], onde os preços do arroz, feijão e frutas aumentaram em 50% nos últimos 12 meses. Menos de uma semana depois dos violentos protestos, o primeiro ministro do Haiti <a href="http://www.reuters.com/article/americasCrisis/idUSN27434520">foi rejeitado</a> [en] em um voto de censura.</p>
<p>Para <em>Natifnatal</em>, um haitiano radicado em Abu Dhabi, a crise dos alimentos <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/18/haiti-congo-and-the-politics-of-hunger/">oferece uma operação matemática simples</a> [en]:</p>
<blockquote><p>For those who don&#39;t even know the basics can present the equation: hunger + poverty + rising prices = demonstrations + the Prime Minister&#39;s resignation + violence, and argue that an increase in food aid would suffice to reduce hunger.</p></blockquote>
<div class="translation">Mesmo aqueles que não sabem nem o básico podem resolver essa equação: fome + pobreza + aumento de preços = protestos + demissão do primeiro ministro + violência e o argumento que um aumento na distribuição de alimentos seria suficiente para reduzir a fome.</div>
<p>Mesmo quando um avião de carga caiu em Kinshasa em 15 de abril matando 75 pessoas, o blogueiro congolês <em>Du Cabiau à Kinshasa</em> ruminou sobre um desastre mais silencioso e menos telegênico que o país enfrenta: <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/15/dr-of-congo-fifth-fatal-crash-in-under-a-year-food-prices-the-real-disaster/">os preços dos alimentos dobrando</a> [en] na mesma semana.</p>
<p><strong>Os efeitos no comércio</strong></p>
<p>São muitos os países do terceiro mundo que importam a grande quantidade da comida necessária para alimentar suas populações. O aumento nos preços significa que os problemas também aumentam rapidamente. Até mesmo para exportadores de alimentos, a situação está dando nos nervos. Na Coréia, o maior produtor de arroz do mundo, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/18/korea-rice-crisis-in-the-past-and-at-the-present/">um internauta argumenta</a> [en] que o arroz deveria ser retirado dos acordos de livre comércio, permitindo que o país faça o que considere apropriado com essa comodidade estratégica.</p>
<p>No entanto, algumas vezes protecionismo não basta. Enquanto o preço do arroz <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/18/korea-rice-crisis-in-the-past-and-at-the-present/">tem aumentado em todas as nações produtoras de arroz do sudeste da Ásia</a> [en], os governos foram forçados a pedir calma e a rezar para que os preços no mercado interno comecem em breve a cair. A situação é duas vezes pior para importadores de arroz, como as Filipinas, onde os pobres têm sofrido na pele o peso dos aumentos. A Indonésia, outro país importador, cancelou suas importações em função dos altos preços.  O Cambódia e o Vietnã abandonaram as exportações. Blogueiros na Malásia relatam rumores de escassêz de arroz. O governo de Brunei pode vir a passar a subsidiar produtos alimentares básicos, como óleo vegetal, farinha de trigo, leite, ovos e frango.</p>
<p><a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/23/japan-where-has-all-the-butter-gone/"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/04/milk.jpg" alt="Leite japonês" /></a><br />
<small>Leite em um supermercado japonês</small></p>
<p>Há decadas os preços dos alimentos no Japão se mantinham estáveis, o que é estranho para um país que importa quase todos os produtos básicos que consome, exceto o arroz. Coisa do passado. <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/01/japan-the-rising-price-of-food/">Os preços subiram</a> [en] pela primeira vez em mais de duas décadas. O mesmo acontece com <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/23/japan-where-has-all-the-butter-gone/">derivados do leite</a> [en], os quais custavam aos consumidores o mesmo preço há três décadas. Cerveja, óleo vegetal e molho de soja estão também mais caros.</p>
<p><strong>Um matador silencioso </strong></p>
<p>Em Bangladesh, onde as pessoas chegam a gastar até 80% de seus salários com alimentos, o encarecimento do preço do arroz <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/10/bangladesh-hidden-hunger/">alcançou a classe média</a> [pt]. É muito pior para os pobres, e reportagens na imprensa confirmam vários casos de morte por fome. O chefe militar do país atiçou a ira de muitas pessoas ao sugerir que a população substituísse arroz por batatas.</p>
<p>No Tadjiquistão, onde as pessoas já enfrentaram uma falta de energia que durou todo o inverno, parece que <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/03/13/tajikistan-hunger-to-replace-cold-and-darkness/">mais de 260.000 pessoas</a> [en] precisam urgentemente de ajuda para se alimentarem. A preocupação maior é que esse número pode chegar a 2 milhões até o inverno.</p>
<p>Por falar em globalização, no Iêmen, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/03/11/arabeyes-rising-cost-of-living/">os preços dos produtos da cesta básica aumentaram</a> [en] ao passo que o custo de alguns bens eletrônicos caíu. O Kuwait também passa por aumento de preços, mas não graças à queda do valor do dólar americano.<br />
<a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/03/05/protests-over-high-prices-strike-burkina-faso/"><br />
Em Burkina Faso</a> [en], onde as pessoas acreditam que o governo ficou de braços cruzados enquanto os preços em alguns setores alcançaram um aumento de mais de 40% desde o início do ano, protestos foram deflagrados em várias cidades ao redor do país no final de fevereiro, resultando em prejuízos materiais e mais de 300 detenções.</p>
<p>Mais ou menos na mesma época, <a href="http://afp.google.com/article/ALeqM5itrCnalXSGAMyav1o3WScSPMLwRQ">em Camarões</a> [en], a raiva causada pelo aumento dos preços e queda dos salários sacudiu o país por três dias de violentos confrontos com militares. A raiva também foi alimentada pela tentativa por parte do presidente Paul Biya de mudar a constituição para que ele pudesse exercer um terceiro mandato.</p>
<p><strong>Essa história está longe do fim. Vamos continuar na cobertura dela - portanto veja a nossa página da cobertura especial <a href="http://www.globalvoicesonline.org/specialcoverage/global-food-crisis-2008/">Global Food Crisis 2008</a> [en] regularmente.<a href="http://www.globalvoicesonline.org/specialcoverage/global-food-crisis-2008/"><br />
</a></strong></p>
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		<title>Sudeste da Ásia: Crise dos Preços do Arroz e Outros Alimentos</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/05/02/sudeste-da-asia-crise-dos-precos-do-arroz-e-outros-alimentos/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 18:43:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Coelho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A crise global dos preços de alimentos está afetando milhões ou talvez bilhões de pessoas. A região sudeste da Ásia, que abriga várias economias emergentes e em desenvolvimento, também está se esforçando para lidar com a situação. Blogueiros discutem o impacto da crise nesta região.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/mong/">Mong Palatino</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/rqlcoelho/'>Raquel Coelho</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/28/southeast-asia-rice-and-food-price-crisis/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Os preços do arroz e de outros itens básicos da alimentação estão subindo. A crise global dos preços de alimentos está afetando milhões ou talvez bilhões de pessoas. É um desafio para as políticas de alimentos. Os governos estão aplicando medidas de emergência para acalmar seus eleitores inquietos. A região sudeste da Ásia, que abriga várias economias emergentes e em desenvolvimento, também está se esforçando para lidar com a situação.</p>
<p>O blog <a href="http://modernburrow.lah.cc/2008/04/06/the-problem-with-our-rising-rice-prices/"><em>For want of a better title</em></a> de certa forma resume o problema da região:</p>
<blockquote><p>o maior problema com a subida do preço do arroz é que é mais um erro de distribuição, que um problema com as safras. Tem mais a ver com política que com agricultura&#8230; Ainda assim, o que provavelmente vai acontecer é um aumento ainda maior nos preços do arroz. A questão é que, quando se trata de um produto necessário, a subida de preço, faz com que as pessoas comprem ainda mais. E uma vez que elas estão gastando mais em arroz, elas gastam menos em outras coisas que acompanham o arroz.</p></blockquote>
<p>Até mesmo Cingapura, um dos países mais ricos da Ásia, está agora lutando para oferecer alimentos a preços baixos, conforme noticiado pelo blog <a href="http://singaporenewsalternative.blogspot.com/2008/04/singapore-hit-by-food-cost-promotes-150.html"><em>Singapore News Alternative. </em></a></p>
<p>Países exportadores de arroz também estão em pânico. O site de notícias <a href="http://www.thanhniennews.com/business/?catid=2&amp;newsid=38057"><em>Thanh Nien</em></a> comenta que “a febre do arroz continua subindo em várias províncias vietnamitas”. O blog <a href="http://detailsaresketchy.wordpress.com/2008/04/23/kids-with-no-rice/"><em>Details are Sketchy</em></a> se preocupa com a previsão de que, em questão de semanas, quase meio milhão de crianças no Camboja não poderão mais fazer todas as refeições, como resultado da subida do custo do arroz.</p>
<p>O blog <a href="http://www.vuthasurf.com/2008/03/24/increasing-rice-prices-and-selling-farmland-hitting-the-poor/"><em>Vuthasurf</em></a> descreve o sentimento geral em Phnom Penh (capital do Camboja):</p>
<blockquote><p>O preço do arroz vem aumentando consideravelmente em Phnom Penh. Por conta disto, os moradores da cidade têm comprado e estocado o produto. O preço de todos os tipos de arroz está subindo muito rápido deixando os cambojanos preocupados. Em todo o país, o preço do arroz está subindo mais de 20% comparado ao ano anterior. Esta subida de preço do arroz está ajudando os produtores, mas está afetando os pobres como trabalhadores têxteis, professores, funcionários públicos que têm baixa renda.</p></blockquote>
<p>Mas o governo cambojano está otimista em relação ao crescimento da produção de arroz. O blog <a href="http://imsokthy.com/2008/04/25/will-cambodia-become-a-world-largest-export-country/"><em>Im Sokthy</em></a> explica:</p>
<blockquote><p>O Camboja tem cerca de 2 milhões de hectares de terra para produção de arroz. O sistema de irrigação existente pode cobrir 30% da área. Pode haver uma expansão para 3 milhões de hectares de produção de arroz. Além disso, o Camboja poderia cultivar cerca de 2 a 3 vezes por ano nas mesmas áreas. Baseado nisso, nota-se que o Camboja tem potencial para se tornar  o maior país exportador de arroz do mundo.</p></blockquote>
<p>O blog <a href="http://feuinewbies.blogspot.com/2008/04/consumer-or-farmer-first-anomaly-and.html"><em>Youthful Insight</em></a> atenta para uma anomalia na formulação de políticas públicas na Indonésia, o que é aplicável também a outros países:</p>
<blockquote><p>De um lado, o governo tem que manter a inflação e o preço dos alimentos baixos o suficiente para que isso não afete os mais pobres. Mas por outro lado, o governo tem que manter um preço razoavelmente alto para incentivar os donos de terras a aumentar a produção e aumentar a qualidade de vida rural. É possível que alguma política atinja ambos os objetivos acima? Sim! Dando um bom apoio financeiro aos proprietários terra como os países desenvolvidos estão fazendo. O problema é que o nosso governo não tem o dinheiro para fazer isso.</p>
<p>Alimentos a preços baixos são bons para a população urbana mais pobre, que tem como principal fonte de renda os setores de serviços e de manufaturados. Mas é ruim para a população pobre do campo, que tem como principal fonte de renda a agricultura. Baixar os preços dos alimentos significa baixar os rendimentos e a qualidade e vida da área rural. O governo sacrifica o campo em prol da cidade. Por que? Porque os pobres urbanos são politicamente mais atraentes que os pobres rurais.</p></blockquote>
<p><a href="http://feuinewbies.blogspot.com/2008/04/consumer-or-farmer-first-anomaly-and.html"><em>New Mandala</em></a> menciona o debate em curso na Tailândia sobre o quanto os produtores irão se beneficiar com a alta dos preços do arroz. <a href="http://thaicrisis.wordpress.com/2008/04/22/samak-eat-less-rice-so-we-can-export-more/"><em>Thailand Crisis</em></a> se surpreende com a fala do Primeiro Ministro tailandês estimulando as pessoas a comer menos para que a Tailândia possa exportar mais.</p>
<p>The <a href="http://the-malaysian.blogspot.com/2008/04/sabah-more-important-than-2nd-space.html"><em>Malaysian</em></a> cita um político que está pedindo ao governo da Malásia para interromper a missão espacial para que o dinheiro possa ser usado no desenvolvimento de Sabah como um estado produtor de alimentos.</p>
<p>O jornalista filipino <a href="http://www.rickycarandang.com/?p=137">Ricky Carandang</a> aponta outro motivo para a subida dos preços:</p>
<blockquote><p>Sim, existe mesmo influência dos fatores de oferta e demanda elevando os preços do arroz, mas deve-se admitir que, em grande parte, o aumento nos preços do petróleo, do ouro e do arroz se devem a especulação no mercado internacional de commodities.&#8221;</p></blockquote>
<p><a href="http://lengua-et-pluma.livejournal.com/7793.html"><em>Lengua et Pluma</em></a> culpa as políticas econômicas do presidente filipino:</p>
<blockquote><p>O governo é rápido em culpar os comerciantes , quando o que está por trás são suas políticas que preparam o terreno para operações de cartel e o declínio da produção de arroz no país . Esta crise que ocasionou uma dependência excessiva da importação de alimentos, e uma agricultura se baseia principalmente na produção de  alimentos in natura para exportação, chamou a atenção para problemas de longa data, que atrapalham nossa agricultura e os produtores rurais. Entre eles: falta de irrigação, falta de subsídios para os produtores, uso da terra e rotação da culturas, e o monopólio da terra por poucos proprietários e corporações transnacionais.</p></blockquote>
<p><a href="http://rogueeconomist.blogspot.com/2008/03/money-cant-buy-mefood.html"><em>Local Freakonomics</em></a> tem esperanças que o governo de Brunei continue subsidiando o preço de itens de alimentação básica:</p>
<blockquote><p>Eu nem espero que o governo subsidie todos os alimentos. O que eu espero é que alguns subsídios aos preços de alimentos ou pacotes de segurança alimentar estejam sendo planejados para a alimentação básica de Brunei (alem de arroz e açúcar), como óleo de cozinha, farinha de trigo, leite, ovos, frango.</p></blockquote>
<p>Artigos relacionados: <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/12/southeast-asia-rising-price-of-rice/">Southeast Asia and rising price of rice</a></p>
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		<title>Camboja: Monges impedidos de fazer abaixo-assinado</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/12/20/camboja-monges-impedidos-de-fazer-abaixo-assinado/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/12/20/camboja-monges-impedidos-de-fazer-abaixo-assinado/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 15:58:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cambodia]]></category>
		<category><![CDATA[East Asia]]></category>
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		<category><![CDATA[Humanitário]]></category>
		<category><![CDATA[Protesto]]></category>
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		<description><![CDATA[Blogueiros do Camboja e exterior discutem o dispersamento violento de monges que queriam entregar uma petição à Embaixada Vietnamita em Phnom Penh, contra a detenção injusta de um monge cambojano e devolução de territórios cambojanos invadidos no passado. Saiba mais sobre o assunto e veja links para blogues que participam da discussão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/12/20/cambodia-monks-stopped-from-petitioning/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Usuário do Flickr <em>Jinja</em> postou imagens da <a href="http://www.flickr.com/photos/jinja_cambodia/sets/72157603477403218/">ação policial contra monges</a> no Camboja.</p>
<p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/12/monkprotestcambo.jpg" alt="Police attack monks" /></p>
<p>Tem mais imagens na <a href="http://www.licadho.org/album/view_photo.php?cat=38">Liga Cambojana para a Promoção e Defesa dos Direitos Humanos. </a>.</p>
<p>Os monges estavam protestando contra a detenção no Vietnã, no início deste ano, do monge cambojano Tim Sakhorn. De acordo com a <a href="http://www.petitiononline.com/sakhorn/petition.html">petição online</a>, Tim Sakhorn foi preso por autoridades cambojanas em 30 de junho, alegadamente por &#8220;realizar as atividades que são prejudiciais à amizade Camboja-Vietnã&#8221;. O monge foi obrigado a tirar a bata e depois disso o seu paradeiro é desconhecido. Em agosto, as autoridades vietnamitas anunciaram que prenderam Tim Sakhorn por atividades que prejudicam a unidade do Vietnã.</p>
<p>Os monges também querem que o Vietnã devolva as terras do Camboja terras que eles afirmam que o Vietnã teria ocupado no passado. A luta contra a polícia começou quando os monges se dirigiam à Embaixada Vietnamita para entregar uma petição.</p>
<p>Blogueiros no Camboja e no exterior comentaram o assunto.</p>
<p>1. <a href="http://detailsaresketchy.wordpress.com/2007/12/17/street-fighting-monks-cont/">Monges lutando na rua</a></p>
<p>2. <a href="http://detailsaresketchy.wordpress.com/2007/12/17/cops-vs-monks-cont/">Polícia x Monges.</a></p>
<p>(ambos do <em><a href="http://detailsaresketchy.wordpress.com">Details are Sketchy</a></em>)</p>
<p>3. <a href="http://leahbowe.com/deathpower/2007/12/17/return-of-the-kampuchea-krom-monk-issue/">O retorno do assunto: Kampuchea Krom</a></p>
<p>(de Erik W. Davis do <a href="http://leahbowe.com/deathpower/"><em>buddh•ism ad•junkt</em></a>)</p>
<p><em>(Obrigado a John Weeks pelos links - todos levam a textos em inglês)</em></p>
<p align="right">(Texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/preetam/" title="Posts by Preetam Rai">Preetam Rai</a>)</p>
<p align="right">&nbsp;</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mianmar: Encontro de Orações e Apoio de Países Vizinhos</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/10/01/mianmar-encontro-de-oracoes-e-apoio-de-paises-vizinhos/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Oct 2007 14:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Selva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cambodia]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra & Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Humanitário]]></category>
		<category><![CDATA[Malaysia]]></category>
		<category><![CDATA[Myanmar (Burma)]]></category>
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		<category><![CDATA[Video]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Luana Selva &#183;  Veja o post original 
O blogueiro cambojano Mean Lux[En]  postou imagens da vigília que fizeram em frente a Embaixada de Mianmar[En]  em Phnom Penh, Camboja.

Usuários do Facebook também mobilizaram uma campanha Camiseta Vermelha por Burma na noite de quinta-feira e pediram aos colegas usuários do Facebook  que usassem camisetas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/luanaselva/'>Luana Selva</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/09/29/myanmar-prayer-meets-and-support-in-neighbouring-countries/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>O blogueiro cambojano <a href="http://www.flickr.com/photos/meanluxflickr/sets/72157602191480725/">Mean Lux</a>[En]  postou imagens da <a href="http://cam-blog.blogspot.com/">vigília que fizeram em frente a Embaixada de Mianmar</a>[En]  em Phnom Penh, Camboja.<br />
<img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/09/cambodia_myamar_support.jpg" alt="Cambodian Supporting Myanmar Monk" /></p>
<p>Usuários do Facebook também mobilizaram uma campanha Camiseta Vermelha por Burma na noite de quinta-feira e pediram aos colegas usuários do Facebook  que usassem camisetas ou blusas vermelhas na sexta-feira em apoio aos monges de Mianmar.<br />
<img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/09/face_book_red_shirt.jpg" alt="Facebook Red Shirt Group" /></p>
<p>Veja também:</p>
<p><a href="http://beth.typepad.com/beths_blog/2007/09/why-is-sopheap-.html">Por que Sopheap Está Usando uma Camiseta Vermelha?</a> [En] (Beth Kanter)</p>
<p>A blogueira malasiana Elizabeth Wong escreveu sobre o <a href="http://elizabethwong.wordpress.com/2007/09/28/red-alert-for-burma-in-kl/">protesto solidário em Kuala Lumpur</a> [En], Malásia.</p>
<p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/09/burma2eliz_wong.jpg" alt="Solidarity Protest in Malaysia" /><br />
<em>(imagem retirada do blogue de Elizabeth Wong)</em></p>
<blockquote><p><em>&#8220;Some 2,000 Burmese and Malaysians joined in a solidarity protest to support the democratic movement in Burma and to protest against the killings of monks, civilians and a journalist.<br />
This was one of the fastest mobilisations to date, as a decision was only firmed around 9 pm last night among the organisers.&#8221;</em> </p>
<p>&#8220;Cerca de 2.000 burmaneses e malasianos se juntaram em um protesto de solidariedade para apoiar o movimento democrático em Burma e para protestar contra o assassinato de monges, civis e um jornalista. Essa foi uma das maiores manifestações até hoje, a decisão de fazer o protesto só foi firmada entre os organizadores cerca de nove horas da noite passada.&#8221;</p></blockquote>
<p>Em Singapura, <em>theonlinecitizen</em> descreveu a <a href="http://theonlinecitizen.com/2007/09/29/toc-on-site-more-than-1000-gather-at-burmese-temple-in-solidarity/">encontro de orações no Templo Burmanês [En]</a>em Singapura.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;The special service was a tribute to those who died in the Burmese protests over the last few days.</em></p>
<p><em>A Burmese postgraduate student helped translate a line from the prayer for me: “We pray for those who have given their lives in Yangon, in recent demonstration”.</em></p>
<p><em>The mood at the service was solemn, and the monk leading the service called on the community to pray for peace and to offer up their prayers and merits for those who perished in the protests.&#8221;</em> </p>
<p>&#8220;O serviço especial foi uma homenagem àqueles que morreram em protestos em Burma durante os últimos dias.</p>
<p>Um estudante de pós-graduação burmanês me ajudou traduzindo uma frase da oração para mim: &#8220;Rezamos por aqueles que deram suas vidas em  Yangon, em recente demonstração”.</p>
<p>O clima no serviço era solene, e o monge que liderava chamava a comunidade para rezar por paz e para oferecer suas orações e méritos àqueles que faleceram nos protestos.&#8221;</p></blockquote>
<p><embed wmode="transparent" height="263" width="319" src="http://www.youtube.com/v/MIFP_yn3PnA"></embed></p>
<p><em>theonlinecitizen</em> conversou com alguns cidadãos de Myanmar no encontro de orações. De acordo com eles, sua causa nos protestos de Myanmar:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;He said that the fuel hike in July was only the catalyst for something else which has been simmering below the surface among the Burmese people. &#8216;The hike was just the trigger because underneath there are a lot of root causes such as the living conditions in Myanmar. Another is the ruthlessness of the regime.&#39;&#8221;</em></p>
<p>&#8220;Ele disse que o aumento do combustível em Julho foi apenas o catalisador de algo mais que já vinha fervendo por baixo da superfície entre o povo de Burma. &#8216;O aumento foi apenas a &#8220;gota d&#39;água&#8221; porque por baixo disso tudo há várias causas como as condições em que se vive em Mianmar. Outra é a brutalidade do regime.&#39;&#8221;</p></blockquote>
<p align="right">(Texto original  por <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/preetam/" title="Posts by Preetam Rai">Preetam Rai</a>)</p>
<p align="right">&nbsp;</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</em></p>
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		<title>Cambodja: Catadores de lixo na Palestina e em Phnom Penh</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/09/04/cambodja-catadores-de-lixo-na-palestina-e-em-phnom-penh/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Sep 2007 08:57:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cambodia]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Humanitário]]></category>
		<category><![CDATA[Palestine]]></category>
		<category><![CDATA[Roundups]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
O autor do Global Voices Geoffery Cain compara um relatório do New York Times sobre catadores de lixo da Margem Ocidental com a sua pesquisa em um lixão na capital do Cambodja Phnom Penh. Geoffery descobre apatia governamental nos dois casos.
 (Texto original [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/09/04/cambodia-garbage-pickers-of-west-bank-and-phnom-penh/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>O autor do Global Voices Geoffery Cain compara um relatório do New York Times sobre catadores de lixo da Margem Ocidental com a sua pesquisa em um <a href="http://geoffreycain.wordpress.com/2007/09/03/scavenging-the-west-bank-and-i-thought-steung-meanchey-was-bad/">lixão na capital do Cambodja Phnom Penh</a>. Geoffery descobre apatia governamental nos dois casos.</p>
<p align="right"> (Texto original <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/preetam/" title="Posts by Preetam Rai">Preetam Rai</a>)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Blogueiro do Camboja Fala Sobre Blogar</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/07/31/blogueiro-do-cambodja-fala-sobre-blogar/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jul 2007 03:08:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Selva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cambodia]]></category>
		<category><![CDATA[Cyber-Ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Internet & Telecoms]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade de Expressão]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Luana Selva &#183;  Veja o post original 
Borin Ly [EN] é um especialista em tecnologia da informação. Exatamente como outros estudantes universitários que são entusiastas de computadores e internet, Borin também tem um blogue[EN]. Borin cresceu em Sihanoukville, uma cidade praiana bem conhecida do Cambodja. O aficcionado por computadores de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/luanaselva/'>Luana Selva</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/07/30/cambodian-blogger-on-blogging/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><a href="http://borin.ws/">Borin Ly [EN]</a> é um especialista em tecnologia da informação. Exatamente como outros estudantes universitários que são entusiastas de computadores e internet, <a href="http://www.borin.ws/">Borin também tem um blogue[EN]</a>. Borin cresceu em Sihanoukville, uma cidade praiana bem conhecida do Cambodja. O aficcionado por computadores de 26 anos está atualmente fazendo seu projeto de mestrado em Administração no Instituto de Finanças e Economia, um programa da Universidade de Charles Sturt.</p>
<p><a href="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/07/borin.jpg" title="Borin Ly, Cambodian Blogger"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/07/borin.jpg" alt="Borin Ly, Cambodian Blogger" /></a><br />
<em>Borin Ly - blogueiro do Cambodja. Borin bloga no <a href="http://www.borin.ws/">www.borin.ws[EN]</a></em></p>
<p>Borin usa seu celular capaz de entrar na internet conectado ao seu lap top para poder ficar online. Borin se junta a centenas de blogueiros compatriotas para dizer o que pensa e discutir uma vasta gama de assuntos - pobreza, educação precária, responsabilidade social nas empresas, segurança alimentar e os altos preços das telecoms.</p>
<p>P: Por que você tem um blogue?</p>
<p>Borin: Primeiro, meu blogue não era sobre o Cabodja, era sobre hospedagens na internet, design, e promover o website. A motivação era a renda vinda do Google Adsense, claro. Mas depois de alguns fracassos, mudei o foco do meu blogue para falar sobre o Cambodja. As motivações são dividir conhecimento, me expressar e exercer minha liberdade de expressão.</p>
<p>P: Sobre o que você escreve?</p>
<p>Borin: A maior parte dos meus posts são inspirados em experiências do dia-a-dia. Por exemplo, escrevi meu post mais recente sobre segurança alimentar, porque quando estava tomando café da manhã com minha mãe, comecei a olhar para a comida e me perguntar “Isso é saudável?” então o problema da segurança alimentar me veio à cabeça. Já ouvi muitas reclamações de amigos sobre químicos que não deveriam estar em comidas. Ver minha família e amigos comendo aquelas comidas todo dia me deixa triste, tenho que dizer alguma coisa sobre isso, meu blogue é um instrumento para que eu o diga em alto e bom tom. O segundo tipo de posts que escrevo é compartilhando informações, por exemplo,“como baixar vídeos do YouTube”. Alguns dos meus posts são sobre a área que estudo: negócios e economia. Alguns são respostas a posts de outros blogueiros na blogosfera do Cambodja.</p>
<p><a href="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/07/borinsblog.jpg" title="Borin’s Blog"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/07/borinsblog.jpg" alt="Borin’s Blog" /></a></p>
<p>P: Que programa de blogue você usa e por quê?</p>
<p>Borin: Uso o WordPress. A razão é a disponibilidade de temas com design profissionais. Posso baixar um deles e adaptar para o meu blogue. Outra razão é que minha conta de hospedagem atual tem um recurso Fantastico que me permite instalar e atualizar o WordPress facilmente. Para facilitar as coisas, também publico meus posts usando o Microsoft Word 2007, que possui um recurso para publicar um blogue diretamente do programa.</p>
<p>P: Quantas horas por dia você passa online?</p>
<p>Borin: Bem, passo uma média de 5 a 6 horas por dia. Para facilitar uso a internet com um celular 3G. Para blogar, o tempo que você passa online não é tão importante quanto o tempo que você passa escrevendo conteúdo.</p>
<p>P: Como você acha novos blogues?</p>
<p>Borin: Os acho nas listagens de blogues daqueles blogues que já conheço. Alguns acho por programas de busca de blogues como Technorati, Google, e claro Global Voices Online, usando palavras-chaves como Cambodja, Phnom Penh…</p>
<p>P: Qual seu conselho para novos blogueiros do Cambodja?</p>
<p>Borin: Aqui estão meus conselhos:</p>
<p>1) Escreva o quanto quiser. Não se preocupe tanto com seu inglês, contanto que o leitor o entenda, está tudo bem. Blogues não precisam ser perfeitos. Mas também edite seus escritos antes de apertar o botão de publicar.<br />
2) Escreva mesmo que não haja nenhum leitor. Leva tempo até que seus leitores venham ao seu blogue regularmente.<br />
3)Veja o ato de escrever como um entretenimento, não como trabalho. Aprecie, sua escrita irá melhorar depois de um tempo.<br />
4) A maioria dos blogueiros novos tendem a se focar no design do site, mas o verdadeiro sucesso de um blogue está em seu conteúdo. Então passe mais tempo na escrita do que no design.</p>
<p align="right">(Texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/tharum/" title="Posts by Tharum Bun">Tharum Bun</a>)</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"> <em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</em></p>
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		<title>Camboja: Blogues criticam duramente encontros com doadores.</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/26/camboja-blogues-criticam-duramente-encontros-com-doadores/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 04:10:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cambodia]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[East Asia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Humanitário]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Daniel Duende &#183;  Veja o post original 
A imprensa internacional, seguindo atentamente o recente encontro entre o Primeiro Ministro Hun Sen e doadores estrangeiros, explodiu em desdém nesta semana a respeito de um &#8220;ritual anual&#8221; repetido mais uma vez: Hun Sen prometeu livrar seu governo de políticos corruptos, pediu por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/06/24/cambodia-blogs-sharply-criticize-donor-meetings/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>A imprensa internacional, seguindo atentamente o recente encontro entre o Primeiro Ministro Hun Sen e doadores estrangeiros, explodiu em desdém nesta semana a respeito de um &#8220;ritual anual&#8221; repetido mais uma vez: Hun Sen prometeu livrar seu governo de políticos corruptos, pediu por mais ajuda, e foi atendido em seus pedidos, sem questionamentos, pela comunidade internacional de doadores. A decisão vem logo após uma série de acusações contra o governo cambojano, que incluem evidência de <a href="http://www.globalwitness.org/media_library_get.php/400/cambodias_family_trees_low_res.pdf">desmatamento ilegal</a><em>[EN]</em> e <a href="http://www.voanews.com/khmer/2007-06-04-voa2.cfm">violações graves dos direitos humanos</a><em>[EN]</em>.</p>
<p>O blogue dissidente <em>KI Media</em>, citando um recente artigo do <em>The Economist</em>, apontou a insistência de Hun Sen em que ele <a href="http://ki-media.blogspot.com/2007/06/promises-promises.html">pode receber ajuda da mastodôntica doadora China</a>, indiferente às exigências dos outros governos.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Mr Hun Sen reminds Western donors that if they get too demanding, he can always rely on China to provide soft loans without strings. The big oil revenues that Cambodia will start earning in the next few years will also reduce foreign donors’ leverage, laments Mr Illes.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;O senhor Hun Sen relembra aos doadores ocidentais que, se eles se tornarem muito exigentes, ele pode sempre confiar na China para prover suaves empréstimos sem &#8220;cordinhas&#8221; presas. Os grandes ganhos com petróleo que o Camboja começará a contabilizar nos próximos anos também reduzirá a alavancagem dos doadores estrangeiros, lamenta o sr. Illes.&#8221;</p></blockquote>
<p>A <em>Revista Time</em> publicou um artigo similar, criticando tanto o governo Cambojano quanto seus doadores. Este artigo também foi citado no <em>KI Media</em>. E, de forma similar, <a href="http://ki-media.blogspot.com/2007/06/cambodia-keeps-taking-gives-little.html">o petróleo era também sua preocupação principal</a>.</p>
<blockquote><p><em> &#8220;Further diluting international influence is the potential of oil and gas revenues to transform Cambodia’s still largely agrarian economy. Two years ago, Chevron announced the discovery of offshore oil reserves in Cambodia. If natural-resources dollars do start flowing in 2010, as some expect, the country may for the first time enjoy a major revenue source that could help it stand on its own feet. Yet, in countries like Nigeria, oil money has only served to enrich a tiny minority while leaving the rest of the country impoverished. And the alternate source of income may only make it more difficult for Western efforts to tie aid to improved Cambodian governance.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;O que dilui ainda mais a influência internacional é o potencial dos ganhos com petróleo e gás para transformar a economia ainda majoritariamente agrária do Camboja. Há dois anos, a Chevron anunciou a descoberta de grandes reservas marítimas de petróleo no Camboja. Se os dólares pelos recursos naturais começarem a fluir em 2010, como alguns esperam, o país poderá pela primeira vez desfrutar de uma grande fonte de recursos financeiros que poderá ajudá-la a andar com as próprias pernas. Ainda, em países como a Nigéria, o dinheiro do petróleo só serviu para enriquecer uma estreita minoria, deixando o resto do país empobrecido. E uma fonte alternativa de recursos pode apenas tornar ainda mais difíceis as tentativas ocidentais de condicionar sua ajuda a uma melhora das condições de governança no Camboja.&#8221;</p></blockquote>
<p><em> Details are Sketchy</em> (Detalhes são Complicados)<em>[EN]</em> citou o mesmo artigo, mas enfatizou a tendência dos doadores de <a href="http://detailsaresketchy.wordpress.com/2007/06/23/donor-aid-as-killing-joke/">&#8220;livrar a cara&#8221; e massagearem os próprios egos</a> quando delegam fundos. A ajuda internacional ao Camboja tem pouco a ver com ajudar pessoas, protesta o blogueiro, e muito a ver com política graúda.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;The spring of this cruel fate, it seems, is as simple as it is cynical: ego. Rich countries like to make themselves feel good by giving money to poor countries. Whether that money actually makes it into the hands of people who need it, or just gets pocketed by corrupt politicians and their corporate cronies, appears to make little difference. It’s the thought that counts.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;O que impulsiona este cruel destino, pelo que parece, é tão simples quanto cínico: ego. Países ricos gostam de agradar a si mesmos dando dinheiro para países pobres. Se o dinheiro realmente vai chegar às mãos de quem precisa dele, ou se vai acabar nos bolsos de políticos corruptos e seus colegas corporativos, parece fazer pouca diferença. É a idéia que conta.&#8221;</p></blockquote>
<p>A blogosfera cambojana, estranhamente silenciosa a respeito a respeito de política, não teve muito mais a dizer ultimamente. <em>KI Media</em> e <em>Details are Sketchy</em> &#8212; dois dos blogues mais politicamente carregados do Camboja &#8212; continuaram a seguir a regra nesta semana com seus comentários sagazes.</p>
<p align="right"><em>(Texto original por <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/geoffreycain/">Geoffrey Cain</a>)</em></p>
<p align="right">&nbsp;</p>
<p align="center"><em><font size="2">“O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.”</font></em></p>
]]></content:encoded>
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