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Curtas + África Subsaariana

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Últimas notícias de Curtas + África Subsaariana

Media e estereótipos raciais na perspectiva de afrodescendentes nascidas em Lisboa

Os media e os estereótipos raciais pelo olhar e pela vivência de duas especialistas na área de estudos de raça, ambas afrodescendentes nascidas em Lisboa.

Traduzida para português no primeiro programa da Rádio AfroLis, uma entrevista [en] a Grada Kilomba, académica de origem santomense na Universidade de Humboldt em Berlim, fala sobre a natureza do racismo na Europa.

O “papel dos media, dos negros e dos brancos na luta contra o racismo” é também analisado neste programa pela investigadora na área de estudos de religião e branquitude, Elisabete Cátia Suzana, da Universidade de Uppsala (Suécia), 

A Rádio AfroLis apresenta-se como ”uma experiência africanizada de Lisboa” que pretende “revelar facetas de uma consciência negra emergente em Portugal”:

Para alguns afrodescendentes a cidade de Lisboa é claramente a sua cidade. Para outros Lisboa é uma cidade como outra qualquer, apesar de terem nascido ou de sempre terem vivido nela. Outros há que rejeitam Lisboa porque sentem que não é o seu lugar.

No caso dos afrodescendentes negros, a questão da pertença relaciona-se com a sua fraca representação nos media, assim como em espaços sociais diversificados, mas principalmente, com o racismo. E surge a questão: Eu como negro ou negra, africano, africana devo/ posso/quero assumir-me como lisboeta? E serão precisamente as inúmeras combinações de respostas que vamos apresentar nos episódios do nossos podcast.

Acompanhem-nos por serem afrodescententes, por interesse na temática, pela vontade de conhecer outras vivências de Lisboa, ou até mesmo por quererem acrescentar algo à discussão!

É possível acompanhar no FacebookSoundcloud e blog radioafrolis.com.

20-40% dos recursos do setor de água são perdidos devido à corrupção na África

Acesso à água é um direito humano. Fonte: actionaid.org Imagem utilizada com permissão

O embaixador na África ocidental da rede Water Integrity Mustapha Sesay utilizou o site da Rede de Jornalistas da África Ocidental para escrever sobre a corrupção no setor de água [en] na região:

O acesso à água potável é um direito humano fundamental, mas esta questão não recebe a atenção necessária. A corrupção no setor de água é um fato consumado, que envolve pessoas de todas as classes, desde o homem comum, políticos, líderes de instituições e até mesmo organizações não-governamentais. O relatório Corruption in the water sector ["Corrupção no setor de água"], produzido por Water Integrity Network e publicado no livro Training Manual on Water Integrity ["Manual de formação sobre integridade da água"], afirma que na África subsaariana provavelmente quarenta e quatro porcento (44%) dos países não atinjam os objetivos das Metas de Desenvolvimento do Milênio para a água potável, enquanto oitenta e cinco por cento (85%) provavelmente não irão atingir os objetivos na área de saneamento. Já a estimativa do relatório do Banco Mundial aponta que entre vinte e quarenta por cento (20-40%) dos recursos do setor da água estão sendo perdidos para práticas desonestas.

Projeto usa celulares para incentivar a leitura na África do Sul

Lauri Kubuitsile escreveu um post sobre o projeto FunDza Literacy Trust, que aproveita a tecnologia dos telefones celulares para incentivar o hábito da leitura entre as crianças na África do Sul:

Eu acho fascinante quando os africanos encontram soluções inovadoras para os seus problemas. FunDza Literacy Trust é uma delas. A quantidade de celulares decolou na África do Sul e a FundZa está aproveitando isto para que as crianças leiam. Eu estou orgulhosa por escrever regularmente para elas. As histórias começam às sextas-feiras. Cada história tem sete capítulos e um cada capítulo é enviado para os celulares das crianças diariamente. A minha página na FundZa contém todas as histórias que eu escrevi. Clique em qualquer uma e veja os comentários dos leitores. As crianças estão lendo e seriamente envolvidas com as histórias. É maravilhoso!

“Heroínas do quotidiano”: concurso de fotografia para cidadãos repórteres em Moçambique

Um concurso de fotografia para amadores dedicado ao tema “Heroínas do quotidiano” foi lançado pela WLSA Moçambique (Women and Law in Southern Africa Research and Education Trust), uma organização não governamental que faz pesquisa sobre a situação dos direitos das mulheres, em parceria com o Jornal @VerdadeCada fotógrafo amador poderá inscrever até 3 fotos e o prazo de submissão termina já a 7 de Abril de 2014.

regulamento do concurso, dirigido a todos os fotógrafos não­-profissionais, está disponível no website da WLSA, juntamente com o apelo ao envio de imagens “que retratem a luta diária da mulher pela sobrevivência”:

O objectivo é registar uma imagem que, na opinião da/o fotógrafa/o, represente a situação de mulheres que lutam para a sua sobrevivência e procuram alimentar e educar a sua família com dignidade. As fotos poderão mostrar vários aspectos relacionados com a temática, que podem ir desde as condições de trabalho, às iniciativas para gerar rendimentos, os cuidados com as crianças e outros.

No mês de Março de 2014, a primeira edição do concurso de fotografia foi dedicada à “Saúde das mulheres” e os vencedores já foram anunciados.

Moçambique: Activistas prometem prosseguir mobilização pelos direitos das mulheres e crianças

Foto da marcha contra a violação dos direitos humanos no código penal, por @DemocraciaMZ

Foto da marcha contra a violação dos direitos humanos no código penal, por @DemocraciaMZ

Na sequência da convocatória para a marcha pelos direitos da mulher e da criança em Maputo, o presidente da Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e de Legalidade de Moçambique, Teodoro Waty, veio a público referir que os artigos [pdf] que violavam esses direitos já tinham sido retirados do anteprojecto do Código Penal em Fevereiro, embora a sociedade não tivesse sido informada.

O anúncio foi feito no dia da própria marcha, 20 de Março de 2014, após a entrega de uma petição por várias organizações da sociedade civil à Presidente da Assembleia da República.

A página de Facebook do Fórum Mulher, organização que lançou o apelo à marcha, disponibiliza um resumo fotográfico do protesto de dia 20 de Março.

A página de Facebook do Fórum Mulher, organização que lançou o apelo à marcha, disponibiliza um resumo fotográfico do protesto de dia 20 de Março.

Num comunicado [pdf] lançado a 25 de Março, as mesmas organizações reagiram com surpresa ao anúncio de Waty, interpretando-o como uma manobra para “descredibilizar e até quem sabe impedir a marcha”:

registaram-se manobras de desmotivação da participação na marcha, sob a forma de mensagens de e-mail e Facebook disseminadas pela rede, dizendo que essa manifestação tinha sido cancelada, por haver já uma resposta positiva às demandas que lhe deram origem. Outras mensagens informavam erradamente o dia em que se realizaria a marcha, tendo inclusivamente havido um deputado que na própria 5ª feira falou num programa da Rádio Moçambique, das 6 horas da manhã, informando que já não se realizaria a marcha, porque as reivindicações estavam satisfeitas.

E acrescentaram que prometem “prosseguir a mobilização até à votação final desta lei”. Entretanto já tinham sido lançadas outras petições, inclusivamente por organizações internacionais como a Amnistia Internacional ou Avaaz.

Código penal moçambicano viola direitos humanos das mulheres e crianças

Convocatória para a marcha contra a Violação dos Direitos Humanos no Código Penal Moçambicano. Foto publicada pelo Fórum Mulher no Facebook

Convocatória para a marcha contra a Violação dos Direitos Humanos no Código Penal Moçambicano. Foto publicada pelo Fórum Mulher no Facebook

A organização não-governamental moçambicana Fórum Mulher convocou uma marcha em protesto contra a revisão do código penal por considerar que estão em causa os direitos humanos. 

Um grupo de organizações da sociedade civil entregou ao Parlamento no dia 24 de Fevereiro de 2014 uma nota que denuncia violações dos direitos das crianças, das mulheres, das minorias sexuais e outras lacunas encontradas no Anteprojecto do Código Penal [.pdf].

Uma publicação na página de Facebook da Lambda Mozi, uma organização que defende os direitos das minorias sexuais, resume assim o problema

A revisão do Código Penal aprovada na generalidade em Dezembro último pelo Parlamento moçambicano manteve artigos que atentam contra os Direitos Humanos de todas(os) nós, por exemplo: 
- Promove a impunidade do violador sexual e força a vítima a casar-se com este, 
- Aplica medidas de segurança àqueles que se dedicam a prática de actos contra a natureza

A marcha está prevista para o dia 20 de Março de 2014, a partir das 8 horas na cidade de Maputo, capital de Moçambique.

Línguas de Moçambique e Timor-Leste em foco no Lusofalante

Calane da Silva, de Moçambique, e José Amaral, de Timor-Leste, são os entrevistados do nono programa radiofônico Lusofalante

O programa pode ser ouvido no blog Lusofalante. Clique na imagem para abrir.

Calane da Silva de Moçambique e José Amaral do Timor Leste dão voz ao nono programa Lusofalante. O programa pode ser ouvido no blog Lusofalante. Clique na imagem para abrir.

Calane da Silva, é poeta, escritor, jornalista, professor de Literatura Africana de Língua Portuguesa da Universidade Pedagógica e dirige o Centro Cultural Brasil-Moçambique, em Maputo. Neste programa ele fala das línguas em Moçambique, seu papel no processo de independência do pais além de analisar o léxico da Língua Portuguesa Moçambicana, que possui várias influências, inclusive asiática. Aborda aspectos históricos do processo da vinda dos escravos moçambicanos para o Brasil e de como somente sessenta anos após a Proclamação da República o país decreta a Abolição da Escravatura.

José Amaral, para além de músico e escritor, é também Adido Cultural na Embaixada de Timor-Leste em Lisboa. No programa ele fala das duas línguas oficias do Timor Leste, o português e o tétum, e também sobre a independência de Portugal nos anos 70 e a consequente invasão por parte da Indonésia. Ressalta a diversidade linguística do país e de como após a libertação total em 2002 começa o processo de reconstrução da identidade timorense.

O programa brinda-nos com a leitura do Poema de Filipinho, o Poeta da Fundação Casa Grande, no CE, Brasil, sobre o Lusofalante. As entrevistas são sublinhadas com as músicas “Flor”, de Maria João e Mário Laginha (Portugal), “Wa Mu Vona”, de Costa Neto (Moçambique) e “Tali Bole”, música tradicional timorense adaptada por José Amaral.

8 coisas que podem ser feitas com uma manga

O blogueiro queniano Yoga David mostra 8 coisas incríveis que podem ser feitas com uma manga. Selecionamos algumas delas:

This is the mango fruit season where mango enthusiasts live for this summery fruit. Maybe it’s that tartness of the fruit, or how perfect it tastes even when it’s just raw.

So here are our 8 Things to do with a mango you might consider doing.

Licuado

A traditional favourite of many, this is perfect for breakfast or anytime. Spoon mango, yogurt, juice, and any fresh fruit into a fruit blender and liquefy it to your preferred thickness. Add in a few cubes of ice and serve it as a chilly drink.

Savoury salad

A savoury salad comes with leafy greens, tomatoes and at times red onion. The salad is made even more flavourful with mango. Instead of salad dressing, top salad with slivers of mango and light oil.

Mango with lime and salt

A favourite treat, mango is prepared with lime and touch of salt, which is tangy and delicious. Cut cubes of mango in a cup; shake the cubes, salt and top liberally with fresh or bottled lime juice

Estamos no verão, estação da manga, tempo em que os entusiastas da fruta esperam o ano todo. Talvez seja por causa da acidez do fruto, ou do gosto é perfeito ainda que crua.

Aqui estão 8 coisas que você pode fazer com mangas.

Licuado

Um prato tradicional e preferido de muitas pessoas, o licuado é perfeito para o café da manhã ou qualquer ocasião. Bata manga, iogurte, suco e qualquer fruta fresca em um liquidificador e até chegar a sua espessura preferida. Adicione alguns cubos de gelo e sirva como uma bebida fria.

Salada

Uma salada saborosa pode ser feita com folhas verdes, tomate e às vezes cebola vermelha. A salada fica ainda mais saborosa com manga. Em vez de molho para salada, coloque lascas de manga e um azeite leve.

Manga com limão e sal

Esta delícia favorita, na qual a manga é preparada com limão e um toque de sal, é picante e saborosa. Corte a manga em tiras compridas, adicione sal, misture e cubra generosamente com sumo de limão fresco ou de garrafa.

É urgente salvar os Lémures

Mother lemur and her offspring by Tambako on Flickr CC-BY-2.0

Mãe lémure e sua cria por Tambako em Flickr CC-BY-2.0

Um grupo de investigadores de Madagáscar, Canadá, Reino Unido e EUA publicou um relatório pormenorizado na revista Science em que alerta para a possível extinção de 90% dos lémures de Madagáscar [en] na sequência da prolongada crise política vivida no país. Um dos investigadores, Christoph Schwitzer, explica ao Scientific American as terríveis consequências de tal ameaça [en]:

os lémures desempenham um papel importante a nível ecológico e económico, sendo essenciais para a manutenção das florestas únicas de Madagáscar através da disseminação de sementes e atraindo investimentos através do ecoturismo.

Outro investigador, Ian Colquhoun, explica o que pode pode ser feito para proteger o ecossistema único de Madagáscar [en] no qual os lémures podem prosperar:

Destacamos três formas fundamentais para salvar os lémures: gestão da conservação com a participação das comunidades locais, presença a longo prazo dos investigadores no terreno e o ecoturismo.

À conversa com lusofalantes de São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau

Língua, história, arte e educação são alguns dos temas apresentados no oitavo programa radiofônico Lusofalante, pela voz de João Luiz do Nascimento Mota, de São Tomé e Príncipe, e Manecas Costa, da Guiné Bissau. 

O programa pode ser ouvido no blog Lusofalante. Clique na imagem para abrir.

O programa pode ser ouvido no blog Lusofalante. Clique na imagem para abrir.

No programa, o economista e Pró-Reitor de Graduação da Universidade do Crato/CE (Ceará), João Luiz do Nascimento Mota, com ligações ao Movimento Negro e Cultural do Cariri, nos fala sobre a diversa e rica cultura seu país, e por consequência, suas várias línguas. João Mota aborda a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), da qual participa, bem como outros organismos que têm como objetivo aproximar os países lusófonos através da educação e da arte.

Manecas Costa, da Guiné-Bissau, é cantor, compositor, guitarrista. Aos 20 anos foi nomeado Embaixador da Boa Vontade pelo UNICEF. Manecas Costa nos fala da riqueza e diversidade de seu país e a imensa quantidade de línguas presentes, tantas quantas as culturas. Canta em crioulo, cita exemplos desta convivência e interferência entre as línguas. Fala sobre seu trabalho de troca entre artistas da diáspora da língua portuguesa e o resultado musical destes encontros. Reforça a necessidade de aproximação entre os países Lusofalantes através da arte.

Para além das músicas “Broska” e “Ermons Di Terra” de Manecas Costa, ao longo do programa as entrevistas são sublinhadas também por “Miragem do Porto” de Lenine e Bráulio Tavares (Brasil) e “Nana Nina Não”, de Mauro Aguiar e Edu Krieger (Brasil).

Saiba mais sobre o Lusofalante neste post publicado pelo Global Voices em fevereiro de 2014.

Primeiras cirurgias de coração aberto em Brazzaville, República do Congo

Child awaiting heart surgery via La chaine de l'espoir with their permission

Criança à espera de cirurgia ao coração. Via ‘La Chaîne de l'Espoir’ com a sua autorização.

A rede internacional de saúde ‘La Chaîne de l’Espoir’ (Cadeia de Esperança) informa que até ao dia 14 de Fevereiro em Brazzaville, no Congo, 7 crianças congolesas em estado crítico se beneficiaram de cirurgias de coração aberto [fr]. Também com a ajuda da ‘Congo Assistance Fundation’ (Fundação de Assistência ao Congo), Prince Béni e Maya, ambos com cardiomiopatia foram operados durante várias horas como diz o seguinte relatório [fr]:

Ela tem 10 anos e pesa apenas quinze quilos. O seu coração funciona mal. Isso impede-a de se alimentar e, por conseguinte, de crescer. A menina deve ser operada o mais rapidamente possível. A intervenção dura seis horas.

Rumo às eleições gerais: decorre o recenseamento em Moçambique

Está aberto desde o dia 15 de Fevereiro de 2014 e até 29 de Abril o recenseamento eleitoral para as quintas eleições gerais em Moçambique. Depois de um adiamento do início do processo no final de Janeiro a pedido da Renamo (o principal partido da oposição em Moçambique), cerca de 6.700 postos de recenseamento estão agora prontos a receber o registo de todos os cidadãos que queiram votar nas eleições gerais de 15 de Outubro.

À semelhança da iniciativa promovida em 2013 [en] para as autárquicas, o Jornal @Verdade convoca os cidadãos a enviarem relatos sobre as suas experiências ao longo do período de recenseamento.

Conforme indica um artigo publicado no Global Voices no início de Fevereiro, irão concorrer para o cargo de Presidente da República 4 partidos políticos: Frelimo (Frente de Libertação de Moçambique), MDM (Movimento Democrático de Moçambique), Renamo (Resistência Nacional Moçambicana) e PIMO (Partido Independente de Moçambique). Para além da eleição do Presidente da República, também serão eleitos os membros das Assembleias Provinciais e Deputados à Assembleia da República.

Chamada de artigos: Ciberlegenda dedica edição a pesquisas de comunicação entre países da lusofonia

Termina a 10 de março de 2014 o prazo para submissão de artigos académicos que abordem “a relação entre Brasil, Portugal e demais países lusófonos nas pesquisas de comunicação”, nomeadamente nas áreas de “convergência midiática; música; cinema; jornalismo; videogame; plataformas colaborativas; televisão; redes sociais e arte digital”.

A chamada é feita pela revista Ciberlegenda, uma publicação semestral e eletrónica do Programa de Pós-Graduação em Comunicação, da Universidade Federal Fluminense (UFF), Brasil. Os textos devem ser assinados por mestrandos, doutorandos, mestres ou doutores de Programas de Pós-Graduação em Comunicação e áreas afins. 

 

10 Novos Documentários no Festival de Cinema Africano em Luxor

Tom Devriendt lista 10 documentários [en] para ver no Festival de Cinema Africano de Luxor, cidade localizada no sul do Egito:

A terceira edição do Festival Egípcio de Cinema Africano tem novamente um vasto programa agendado para o próximo mês. Os filmes seleccionados serão exibidos em diferentes competições: Longa-metragem, Curta-metragem, Documentários Curtos e Documentários Longos. Abaixo encontrará alguns dos trailers dos documentários seleccionados (filmados no Togo, Senegal, Gana, Somália, África do Sul, Tunísia, Argélia, Egipto e Angola), que foram recentemente carregados para o YouTube e Vimeo, e ainda hiperligações para os websites dos filmes – quando disponível.

      

Vídeo faz retrospectiva da violação dos direitos humanos em 2013

Um vídeo publicado por WITNESS na página do Youtube Human Rights Channel faz uma retrospectiva dos protestos mais significativos e de violações dos direitos humanos em 2013. Para isto, dezenas de clipes postados por cidadãos do mundo inteiro foram reunidos, revelando os esforços empregados para suportar a injustiça e a opressão do Sudão à Arábia Saudita, do Camboja ao Brasil.

Em dezembro deste mesmo ano, o blog WITNESS publicava um post de Madeleine Bairum no qual era celebrado o empoderamento do ativismo cidadão utilizando novas tecnologias como vídeo, enquanto lembrava os leitores que a dificuldade de verificar e estabelecer a autenticidade continuava sendo um grande obstáculo.

“Os vídeos feitos por cidadãos podem e estão revelando lugares inacessíveis, como prisões, zonas de guerra e casas”, diz Bair. “Mas, devido às incertezas das imagens, os repórteres e investigadores devem utilizá-los com cautela”.

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