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Notícias de e

Foto: Em Macau, 3.000 pessoas rodeiam a Assembleia Legislativa para impedir a “lei da ganância”

Para mais informações consulte o artigo prévio [en] do GV.

Praça da Paz Celestial torna-se um cemitério em charge política

O chargista chinês @badiucao divulgou sua mais recente produção para marcar os 25 anos do massacre de 4 de junho de 1989, na Praça da Paz Celestial (Praça Tian'anmen), em Pequim. Pelo Twitter, ele comentou seu desenho: “Se fizéssemos túmulos para as vítimas de 4 junho, toda a praça ficaria coberta de lápides”.

Vítimas de minas terrestres em Laos pedem ajuda

As minas terrestres plantadas durante a guerra do Vietname continuam hoje a ferir e a matar os residentes de Laos:

Phongsavath Manithong da Handicap International desafia a comunidade internacional a apoiar as vítimas de minas terrestres e de engenhos por explodir em Laos.

Feliz em Hong Kong

Inspirado no video-clip do cantor de rapper americano Pharrell Williams que viralizou, Happy, Helene Franchineau, jornalista francesa multimídia com base em Hong Kong fez um clip musical local: Happy (in Hong Kong) .

Primeiro Casamento Gay Público em Myanmar (Birmânia)

Myo Min Htet and Tin Ko Ko marry as the first public gay couple in Yangon, Myanmar. Photo by Thet Htoo, Copyright @Demotix (3/2/2014)

Myo Min Htet e Tin Ko Ko são considerados o primeiro casal gay a se casar publicamente, em Rangum, Myanmar (Birmânia). Foto de Thet Htoo, Copyright @Demotix (3/2/2014)

Coreia do Sul: ser professor nativo de Inglês e racismo invertido

Geoffrey Fattig do blogue Jeollamite partilha a sua opinião brutalmente honesta [en] sobre o racismo latente e invertido na Coreia do Sul. Incita os professores nativos de Inglês, que desvalorizam as boas condições de trabalho, a deixarem de se queixar. Alguns dos pontos altos do seu texto: 

On the whole, though, Korea is a pretty easy place to teach English, and playing that foreign card has brought far more advantages than not over the seven years I’ve been in the country. I would add though, that being a tall white guy probably has a lot to do with it.

Em geral, porém, a Coreia é um local bastante fácil para ensinar Inglês e jogar essa cartada de estrangeiro trouxe-me muito mais vantagens do que os sete anos em que estou no país. Acrescentaria ainda que o facto de ser um homem branco e alto, provavelmente, tem muito que ver com isso.

Eleições Tailandesas sem vencedores?

Chris Baker analisou as estatísticas eleitorais na Tailândia e concluiu [en] que não há vencedores claros nas eleições:

Minha impressão geral é que ninguém ganhou. Se os dados completos são todos públicos, Pheu Thai (partido no poder), provavelmente, terá conquistado a maioria dos assentos. Mas o partido não pode ter ganho votos suficientes em números absolutos para reforçar a legitimidade abatida do governo.

A eleição foi boicotada [en] pela oposição como protestos anti-governamentais que continuam a reunir milhares nas ruas de Banguecoque, a capital do país

Petição Filipina contra carne de cão nos restaurantes

Uma petição online está a circular para pressionar o vereador da cidade de Baguio para fechar os restaurantes que comercializam carne de cão [en] na cidade. Baguio é um famoso destino turístico localizado no norte das Filipinas.

I was recently made aware that there are at least ten dog meat restaurants operating in open violation of the law in Baguio.

I would like to draw your attention to the fact that the dog meat trade is not only illegal, but also extremely inhumane and implicated in the spread of rabies.

Please revoke the business permits of all restaurants that serve dog meat, thereby making your town safer for people as well as animals, not to mention a more palatable tourist destination.

Fui informado que há pelo menos dez restaurantes de carne de cão a operar numa clara violação da lei em Baguio.
Gostava de chamar a vossa atenção ao facto de que a comercialização da carne de cão não é apenas ilegal, mas é também extremamente desumana e tem implicações na propagação da raiva.
Por favor, revogue as licenças de todos restaurantes que comercializam carne de cão, tornando assim a cidade mais segura para as pessoas, bem como para os animais, sem mencionar um destino turístico mais atrativo.

Desenhos lamentam as mortes rituais de tibetanos

Em visitas à Índia, Tomoyo Ihaya conheceu tibetanos no exílio que sofriam com notícias de compatriotas que haviam se submetido à autoimolação. Ihaya, que mora em Vancouver, no Canadá, passou a dedicar um blog [en] aos seus desenhos, que prestam homenagem e pesar àqueles que fizeram o ritual “extremo de ‘oferecer’ seus corpos ao ‘fogo', pedindo liberdade e paz” para o Tibete.

Desenho de Tomoyo Ihaya para Phakpa Gyalsten, que se suicidou em 8 de maio de 2014 em protesto contra a China, por explorar as minas de Tongbar, no condado de Zogang, região de Chamdo, no Tibete.

Desenho de Tomoyo Ihaya para Phakpa Gyalsten, que se matou em 8 de maio de 2014 em protesto contra a China, por explorar as minas de Tongbar, no condado de Zogang, região de Chamdo, no Tibete

Birmânia: apesar do fim da ditadura, a liberdade de imprensa continua ameaçada

‘The Irrawaddy' destaca [en] as contínuas dificuldades vividas pelos jornalistas da Birmânia, apesar das reformas implementadas pelo governo:

…apesar das mudanças aparentes na forma como o governo lida com os media, a mentalidade subjacente continua a ser a mesma do passado: foi dado aos jornalistas um maior “espaço” para trabalhar, mas os limites desse mesmo espaço continuam a ser decididos pelo Estado.

Línguas de Moçambique e Timor-Leste em foco no Lusofalante

Calane da Silva, de Moçambique, e José Amaral, de Timor-Leste, são os entrevistados do nono programa radiofônico Lusofalante

O programa pode ser ouvido no blog Lusofalante. Clique na imagem para abrir.

Calane da Silva de Moçambique e José Amaral do Timor Leste dão voz ao nono programa Lusofalante. O programa pode ser ouvido no blog Lusofalante. Clique na imagem para abrir.

Calane da Silva, é poeta, escritor, jornalista, professor de Literatura Africana de Língua Portuguesa da Universidade Pedagógica e dirige o Centro Cultural Brasil-Moçambique, em Maputo. Neste programa ele fala das línguas em Moçambique, seu papel no processo de independência do pais além de analisar o léxico da Língua Portuguesa Moçambicana, que possui várias influências, inclusive asiática. Aborda aspectos históricos do processo da vinda dos escravos moçambicanos para o Brasil e de como somente sessenta anos após a Proclamação da República o país decreta a Abolição da Escravatura.

José Amaral, para além de músico e escritor, é também Adido Cultural na Embaixada de Timor-Leste em Lisboa. No programa ele fala das duas línguas oficias do Timor Leste, o português e o tétum, e também sobre a independência de Portugal nos anos 70 e a consequente invasão por parte da Indonésia. Ressalta a diversidade linguística do país e de como após a libertação total em 2002 começa o processo de reconstrução da identidade timorense.

O programa brinda-nos com a leitura do Poema de Filipinho, o Poeta da Fundação Casa Grande, no CE, Brasil, sobre o Lusofalante. As entrevistas são sublinhadas com as músicas “Flor”, de Maria João e Mário Laginha (Portugal), “Wa Mu Vona”, de Costa Neto (Moçambique) e “Tali Bole”, música tradicional timorense adaptada por José Amaral.

UNICEF apela a protestos sem crianças na Tailândia

Após uma explosão [en] de granada ter matado três crianças num protesto antigovernamental em Banguecoque, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) pediu ao governo e aos líderes do protesto para protegerem as crianças, mantendo-as afastadas dos protestos. Bijaya Rajbhandari, representante da UNICEF na Tailândia, fez este apelo [en]:

(A UNICEF) condena a violência que resultou nestas mortes e lesões de crianças, trágicas e sem sentido. Estes incidentes reforçam a necessidade urgente de manter as crianças longe do perigo, de modo a garantir a sua segurança. A UNICEF insta o Governo, os líderes dos protestos, quer sejam pro ou anti – governamentais, e todos os pais a assegurarem que as crianças não entrem nos locais dos protestos e e se mantenham afastadas de todos as zonas em que os mesmos se realizem.

Chamada de artigos: Ciberlegenda dedica edição a pesquisas de comunicação entre países da lusofonia

Termina a 10 de março de 2014 o prazo para submissão de artigos académicos que abordem “a relação entre Brasil, Portugal e demais países lusófonos nas pesquisas de comunicação”, nomeadamente nas áreas de “convergência midiática; música; cinema; jornalismo; videogame; plataformas colaborativas; televisão; redes sociais e arte digital”.

A chamada é feita pela revista Ciberlegenda, uma publicação semestral e eletrónica do Programa de Pós-Graduação em Comunicação, da Universidade Federal Fluminense (UFF), Brasil. Os textos devem ser assinados por mestrandos, doutorandos, mestres ou doutores de Programas de Pós-Graduação em Comunicação e áreas afins. 

 

Porque é difícil dizer “Eu Amo-te” em Chinês

Roseann Lake do ChinaFile analisa [en] o porquê de ser difícil para os chineses dizerem “Eu Amo-te” na sua própria língua, a partir de uma perspectiva histórica e sociológica. O artigo também apresenta uma experiência acerca do cérebro dos chineses e a sua relação com o amor e o romance.

Vídeo faz retrospectiva da violação dos direitos humanos em 2013

Um vídeo publicado por WITNESS na página do Youtube Human Rights Channel faz uma retrospectiva dos protestos mais significativos e de violações dos direitos humanos em 2013. Para isto, dezenas de clipes postados por cidadãos do mundo inteiro foram reunidos, revelando os esforços empregados para suportar a injustiça e a opressão do Sudão à Arábia Saudita, do Camboja ao Brasil.

Em dezembro deste mesmo ano, o blog WITNESS publicava um post de Madeleine Bairum no qual era celebrado o empoderamento do ativismo cidadão utilizando novas tecnologias como vídeo, enquanto lembrava os leitores que a dificuldade de verificar e estabelecer a autenticidade continuava sendo um grande obstáculo.

“Os vídeos feitos por cidadãos podem e estão revelando lugares inacessíveis, como prisões, zonas de guerra e casas”, diz Bair. “Mas, devido às incertezas das imagens, os repórteres e investigadores devem utilizá-los com cautela”.