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	<title>Global Voices em Português &#187; Refugiados</title>
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	<description>O mundo está falando. Você está ouvindo?</description>
	<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 17:08:27 +0000</pubDate>
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		<itunes:summary>O mundo estaacute; falando. Vocecirc; estaacute; ouvindo?</itunes:summary>
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			<title>Global Voices em Português</title>
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		<title>Vídeo de refugiados colombianos atacando uma família no Chile causa preocupações.</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 20:38:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Um vídeo de celular onde um grupo de pessoas armadas com paus e pedras é visto atacando uma família, deixando a maioria das vítimas inconscientes, foi apontado como o registro do momento em que 10 refugiados colombianos atacaram uma família de residentes peruanos que voltava para casa após uma festa na cidade de Iquique, no Chile, em 3 de agosto de 2008. Esta evidência em vídeo foi usada pelo procurador distrital no processo e encarceramento de ao menos dois dos refugiados colombianos, que foram depois libertados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um vídeo de celular onde um grupo de pessoas armadas com paus e pedras é visto atacando uma família, deixando a maioria das vítimas inconscientes, foi apontado como o registro do momento em que 10 refugiados colombianos atacaram uma família de residentes peruanos que voltava para casa após uma festa na cidade de Iquique, no Chile, em 3 de agosto de 2008. Esta evidência em vídeo foi usada pelo procurador distrital no processo e encarceramento de ao menos dois dos refugiados colombianos, que foram depois libertados.</p>
<p>De acordo com os testemunhos das vítimas, os refugiados colombianos pareciam acreditar que estes eram uma família de chilenos, e diziam que queriam matar ao menos um deles. Este ato violento envergonhou muitos colombianos, que se apressaram a pedir desculpas em nome de seus compatriotas na área de comentários do vídeo, mas comentários de ódio e discussões nos comentários também eclodiram por lá. No blogue <a href="http://ciberamerica.blogspot.com/2008/08/chile-los-ecos-de-la-agresin-fsica.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ciberamerica.blogspot.com');">CiberAmérica</a> [Es], o autor faz um questionamento sobre a soltura dos colombianos mesmo após a evidência em vídeo de sua culpa:</p>
<blockquote><p>&#8220;La justicia reacciona en forma desconcertante al considerar como riña un episodio que aparece como un ataque a una familia donde todos fueron lesionados.</p>
<p>¿Hubiera sido la misma reacción si las víctimas hubieran sido chilenas?&#8221;</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;A justiça reagiu de uma forma desconcertante ao considerar que o episódio, que aparenta ser um ataque a uma família onde todos saíram feridos, não passou de uma rixa pessoal.<br />
Será que esta reação teria sido a mesma caso as vítimas fossem chilenas?&#8221;</div>
<p>O vídeo pode ser assistido no <a href="http://es.youtube.com/watch?v=txH-2v3Su0A" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/es.youtube.com');">YouTube</a>, assim como no <a href="http://www.vimeo.com/1474746" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.vimeo.com');">Vimeo</a>.</p>
<p><object width="425" height="344">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/txH-2v3Su0A&#038;color1=11645361&#038;color2=13619151&#038;hl=en&#038;fs=1"></param>
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		<item>
		<title>Geórgia, Rússia: Governos são incapazes de socorrer cidadãos</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/08/14/georgia-russia-governos-sao-incapazes-de-socorrer-cidadaos/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 12:37:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Central Asia &#038; Caucasus]]></category>

		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>

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		<category><![CDATA[Feature]]></category>

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		<description><![CDATA[O jornalista ucraniano Ihor Lutsenko - que bloga no LJ como igordaily - acabou de voltar de uma reportagem na Geórgia. Veja em seu blogue uma postagem sobre o empenho dos dois governos, da Geórgia e da Rússia, com os seus cidadãos que moram no local do conflito.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="single" class="entry">
<p>O jornalista ucraniano  Ihor Lutsenko - que bloga no LJ como <em>igordaily</em> - acabou de voltar de uma reportagem na Geórgia. Veja abaixo uma <a href="http://igordaily.livejournal.com/621420.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/igordaily.livejournal.com');">das últimas postagens em seu blogue</a> [ukr]:</p>
<blockquote><p>[…] Foi difícil voltar. Muitos de nossos repórteres estão presos lá, porque não há passagens de volta e eles não puderam escrever [as matérias] porque a estrada de Gori está bloqueada.</p>
<p>Em essência. Gostaria de falar sobre dois governos maravilhosos.</p>
<p>O georgiano, por alguma razão, não anunciou oficialmente de uma maneira que fosse fácil de entender que havia  necessidade de evacuar os residentes de Gori e dos vilarejos próximos. Ele não ajudou com uma evacuação de forma sistemática. &#8220;Patriotas&#8221; privados também não ajudaram, aqueles que [dirigiam descuidadamente] por Tbilisi com bandeiras [georgianas] em seus carros, mesmo que estivessem a apenas uma hora de viagem do local da crise. E hoje, em minha quase vila natal de Tkviavi, saqueadores mataram cinco pessoas, de acordo com um morador local [com quem falei pelo telefone].</p>
<p>O governo russo abandonou seus cidadãos na Geórgia. Eles estão ligando para a exbaixada [da Federação Russa] em Tbilisi, pedindo ajuda (uma vez que os vôos diretos foram cancelados) - mas eles escutam &#8220;o problema é seu, se mande da forma que quiser, nós mesmos estamos aqui [quase sendo bombardeados]&#8221;. De volta para casa, no entanto, a imprensa está escrevendo que eles estão todos algemados [e viraram reféns nas mãos  dos georgianos] - mesmo que nem um georgiano sequer tenha dito uma palavra que fosse para eles.</p>
<p>[Vladimir Putin e Mikheil Saakashvili], espero que um dia vocês paguem direitinho [por isso].</p></blockquote>
</div>
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		<title>Palestina: Jornalista Mohammed Omer, premiado e espancado</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/07/08/palestina-jornalista-mohammed-omer-premiado-e-espancado/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 15:24:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Mohammed Omer é um jovem jornalista de 24 anos de Rafah, uma cidade na Faixa de Gaza. Recentemente ele ganhou o prestigiado prêmio Martha Gellhorn Award pelo jornalismo, mas na sua volta foi preso e espancado. Jillian York conta a história.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rafahtoday.org/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/rafahtoday.org');">Mohammed Omer</a> é um jovem jornalista de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rafah" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Rafah</a>, uma cidade na Faixa de Gaza. Há apenas algumas semanas, aos 24 anos, Omer ganhou o prestigiado prêmio <a href="http://www.marthagellhorn.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.marthagellhorn.com');">Martha Gellhorn Award</a> pelo jornalismo fora de série revelado em suas reportagens da Faixa de Gaza. Na sua volta, no entanto, Omer foi detido pela <a href="http://www.answers.com/Shin%20Beit" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.answers.com');">Shin Beit</a> (serviço de segurança israelita), e apenas reapareceu depois de horas, e em uma ambulância. Oficiais israelenses <a href="http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2008/jul/02/israelandthepalestinians.civilliberties" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.guardian.co.uk');">admitiram</a> terem detido Omer, mas declararam que ele foi preso por “contrabando” e que seus ferimentos foram consequências de uma “queda”. <a href="http://rafah.virtualactivism.net/news/todaymain.htm" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/rafah.virtualactivism.net');">Surgiram</a> fotografias de Omer em seu leito no hospital, e os blogueiros expressaram indignação e preocupação.</p>
<p><em>DesertPeace</em> está entre os primeiros a comentar, e ficou <a href="http://desertpeace.wordpress.com/2008/07/04/associated-press-covers-the-events-in-israel/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/desertpeace.wordpress.com');">indignado</a> com a falta de cobertura por parte da imprensa:</p>
<blockquote><p>A week ago my dear friend and Brother, Mohammed Omer, was nearly beaten to DEATH and tortured by Israeli Security officers.</p>
<p>This week, two Palestinian children were killed in cold blood by Israeli forces. Eight others were wounded.</p>
<p>Did you read about any of the above in any reports issued by the Associated Press?</p>
<p>NO!</p></blockquote>
<p class="translation">Há uma semana meu querido amigo e Irmão, Mohammed Omer, foi espancado quase até a MORTE e torturado por oficiais de segurança israelitas. Essa semana, duas crianças palestinas foram mortas a sangue frio pelas forças israelias. Outros oito ficaram feridos. Você viu algo dos dois casos acima em alguma das muitas reportagens distribuídas pela Associated Press? NÃO!</p>
<p>O blogueiro também linca para um <a href="http://desertpeace.wordpress.com/2008/07/05/mohammed-omer-speaks-of-his-ordeal-live-on-radio/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/desertpeace.wordpress.com');">podcast</a> no qual Omer é entrevistado.</p>
<p>Na seção de comentários, <em>David Baldinger </em><a href="http://davidbaldinger.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/davidbaldinger.blogspot.com');">responde</a>:</p>
<blockquote><p>Omer’s bravery is awesome. I could not have endured this treatment. Even though the abuse was bad enough, what is also sad is that this occurred after his days of happiness abroad. This is one of those stories we should not let die. There is no excuse or explanation that can justify what was done to Omer. Maybe some good will come from the bad. This illustrates that the Israeli government lies and can’t be expected to control its forces.</p></blockquote>
<p class="translation">A bravura de Omer é incrível. Eu não conseguiria segurar a barra desse tratamento. Mesmo. O abuso por sí só já seria suficiente, mas o pior é que aconteceu poucos dias depois da alegria no exterior. Esse é o tipo de notícia que não deveríamos deixar cair no esquecimento. Não há desculpas ou explicações que possam justificar o que fizeram com Omer. Talvez algo de bom saia desse fato ruim. Isso ilustra como o governo israelita mente e não se pode esperar que ele controle suas forças.</p>
<p>Por fim, <em>Munich - and a little bit of everything</em> deixou um comentário no podcast, dizendo:</p>
<blockquote><p>Someone who listened to it said that this it is the most moving thing he has heard in a long time. It is Mohammed Omer speaking from his hospital bed to Nora Barrows-Friedman on Flashpoints on Pacifica Radio. She was in Palestine recently.</p>
<p>Man&#39;s inhumanity to man. You can only weep.</p></blockquote>
<p class="translation">Alguém que o escutou disse que é a coisa mais tocante que ele ouviu nos últimos tempos. É  Mohammed Omer falando do seu leito no hospital a Nora Barrows-Friedman, do programa Flashpoints da Radio Pacifica. Ela estava recentemente na Palestina.<br />
Inumanidade do homem contra o homem.</p>
<p>Uma petição exigindo uma ação pode ser encontrada <a href="http://mediausa.net/wrmea/petition/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/mediausa.net');">aqui</a>.</p>
<p>[Todos os links levam a sites em inglês]</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Líbano: A Visita Surpresa de Condoleezza Rice</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/06/19/libano-a-visita-surpresa-de-condoleezza-rice/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 19:59:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Americas]]></category>

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		<description><![CDATA[A Secretária de Estado Norte-Americana Condoleezza Rice fez uma visita não anunciada de cinco horas ao Líbano na segunda-feira, 16 de junho. Ela declarou o apoio de seu governo ao recém-eleito novo presidente do Líbano, assim como ao governo Libanês, aos oradores do parlamento e ao sistema democrático do país. A última visita de Rice ao Líbano se deu durante a devastadora guerra Israel-Líbano ocorrida em 2006, que deixou mais de 1.300 mortos, a maioria deles civis libaneses. Aqui estão algumas das respostas a esta visita encontradas na blogosfera.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretária de Estado Norte-Americana <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Condoleezza_Rice" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Condoleezza Rice</a> fez uma visita não anunciada de cinco horas ao Líbano na segunda-feira, 16 de junho. Ela declarou o apoio de seu governo ao recém-eleito <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Michel_Suleiman" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">novo presidente do Líbano</a>, assim como ao governo Libanês, aos oradores do parlamento e ao sistema democrático do país. A última visita de Rice ao Líbano se deu durante a devastadora <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Segunda_guerra_do_L%C3%ADbano" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">guerra Israel-Líbano ocorrida em 2006</a>, que deixou mais de 1.300 mortos, a maioria deles civis libaneses. Aqui estão algumas das respostas a esta visita encontradas na blogosfera:<br />
<a href="http://sursock.blogspot.com/2008/06/clashes.html"><br />
Sursock</a> [En] observou que a morte sempre acompanha Rice em suas visitas. Ele foi também sarcástico sobre as negativas de Condoleezza a respeito de sugestões de que os EUA estaria interferindo na política libanesa, mesmo depois das coisas que disse em suas visitas a alguns líderes libaneses:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Authorities in Lebanon say at least three people have died in clashes between pro- and anti-government groups in the eastern [Bekaa Valley] villages of Saadnayel and Taalbaya….<br />
The clashes took place as Condi “birth pang” Rice paid a surprise visit to Lebanon. Death always seems to follow her. According to the AFP:<br />
Rice said she made the trip to “express the United States&#39; support for Lebanese democracy, for Lebanese sovereignty”.&#8221;</em></p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Autoridades libanesas afirmam que ao menos três pessoas morreram em coflitos entre grupos favoráveis e contrários ao governo nas vilas de Saadnayel e Taalbaya, no Vale de Bekaa&#8230;<br />
Os choques ocorreram enquanto a Condi &#8216;dores-do-parto&#39; Rice fazia uma visita surpresa ao Líbano. A morte sempre parece acompanhá-la. De acordo com a AFP: Rice disse que fez esta viagem para &#8216;expressar o apoio dos Estados Unidos&#39; à democracia libanesa, e à soberania libanesa.&#8221;</div>
<p><a href="http://fuck-lebanon.blogspot.com/2008/06/untitled_17.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/fuck-lebanon.blogspot.com');">Tantalus</a> [En] criticou o incompreensível apoio de Rice a alguns líderes libaneses, e questionou os atos de alguns destes líderes aos quais ela declarou o apoio do Governo dos EUA:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Rice, talking to reporters at Ain al-Tineh said Speaker Nabih Berri realizes that he enjoys the backing of the United States.<br />
That&#39;s quite confusing for all those who recall that Berri&#39;s thugs are the ones who spread the chaos during the fateful days of May 7-21. The Berri-backed Amal sons-of-b*****s threw stones, fired guns, burned tires, talked shit all over the city of Beirut. Was that US-backed too?<br />
How does the US function?&#8221;</em></p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Rice, falando aos repórteres em Ain al-Tineh, disse que o congressista Nabih Berri sabe que desfruta do apoio dos Estados Unidos.<br />
Isso deixa muito confusos todos aqueles que se lembram que os capangas de Berri foram os responsáveis pelo caos durante aqueles <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/2008_unrest_in_Lebanon" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">desgraçados dias de maio de 2008</a>. Os Amal filhos-da-**** jogaram pedras, atiraram, queimaram pneus e falaram merda por toda a cidade de Beirute. Será que isso também teve o apoio dos EUA? Como é que os EUA funcionam?&#8221;</div>
<p><a href="http://tearsforlebanon.wordpress.com/2008/06/17/aoun-criticizes-rices-class-room-meeting-with-march-14-leaders/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/tearsforlebanon.wordpress.com');">Tears for Lebanon</a> [En] menciona algumas críticas direcionadas por alguns políticos a Rice por tratar a &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/March_14_Alliance" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Aliança de 14 de Março</a>&#8221; como se fossem crianças:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Free Patriotic Movement leader Michel Aoun<br />
on Tuesday criticized U.S. Secretary of State Condoleezza Rice for<br />
meeting leaders of the March 14 alliance like “students gathered in a<br />
class room.”<br />
However, he emphasized that “one issue remains vague, that is the issue of naturalizing Palestinians in Lebanon”.&#8221;</em></p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;O líder do Movimento Patriótico Livre, Michel Aoun, criticou na terça-feira a Secretária de Estado Norte-Americana Condoleezza Rice por encontrar-se com líderes da Aliança de 14 de Março como se fossem &#8216;estudantes reunidos em uma sala de aula&#39;.<br />
Contudo, ele enfatizou que &#8216;uma questão permanece vaga, e é a questão da naturalização dos palestinos no Líbano&#39;.&#8221;</div>
<p><em><a href="http://jnoubiyeh.blogspot.com/2008/06/condis-quick-hello-goodbye-to-lebanon.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/jnoubiyeh.blogspot.com');">Jnoubiyeh</a></em> [En] publicou um artigo onde <em>Franklin Lamb</em> analisa a visita de Rice e afirma que:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;It is likely Ms. Rice&#39;s last visit to Lebanon, but not her finale to the region which have averaged roughly one appearance every 9 weeks since assuming her current post. Rice, as with the Bush administration generally, remains hugely unpopular here in Lebanon based partly on her callous remarks: ” it ( the wanton Israeli killing and bombing) are birth pangs of the new Middle East” , “it&#39;s too early for a sustainable ceasefire”, “Israel is just exercising its right to self-defense and the United States supports that right”, etc . during the 33 day July 2006 War and her work to delay a ceasefire during the fighting which directly contributed to the more than 1,400 Lebanese killed, 4,500 wounded and massive destruction of Lebanon&#39;s infrastructure as well as its economy and environment.&#8221;</em></p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;É provavel que esta seja a última visita da Sra. Rice ao Líbano, mas não a sua última à região que recebeu uma média de uma visita sua a cada nove semanas desde que ela assumiu seu atual cargo. Rice, assim como toda a administração Bush em geral, permanece altamente impopular aqui no Líbano, em parte por conta de seus azedos comentários: &#8216;estas (referindo-se ao desenfreado assassínio e bombardeio israelense) são as dores-do-parto de um novo Oriente Médio&#39;, &#8216;é muito cedo para um cessar-fogo sustentável&#39;, &#8216;Israel está apenas exercendo o seu direito à auto-defesa e os Estados Unidos apoiam este direito&#39;, etc&#8230; durante os 33 dias da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Segunda_guerra_do_L%C3%ADbano" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Guerra de Julho de 2006</a>, e por seu trabalho para atrasar o cessar-fogo durante as lutas, que contribuiram diretamente para que 1.400 libaneses morressem, 4.500 ficassem feridos e para a destruição massiva da infra-estrutura libanesa, assim como sua economia e meio-ambiente.&#8221;</div>
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		<title>Líbano: Prostituição</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/06/19/libano-prostituicao/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 17:55:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>

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		<description><![CDATA[Bech [En] escreve sobre a prostituição nos campos de refugiados palestinos e em outros lugares do Líbano.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://remarkz.wordpress.com/2008/06/14/prostitution-in-sabra-and-elsewhere/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/remarkz.wordpress.com');"><em>Bech</em></a> [En] escreve sobre a prostituição nos campos de refugiados palestinos e em outros lugares do Líbano.</p>
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		<title>YouTube cria canal de Jornalismo Cidadão</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/05/28/youtube-cria-canal-de-jornalismo-cidadao/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 May 2008 00:47:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arte &amp; Cultura]]></category>

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		<category><![CDATA[Sudan]]></category>

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		<description><![CDATA[Dar mais visibilidade aos vídeos de jornalismo cidadão acabou de ficar mais fácil: O site de hospedagem de vídeos YouTube abriu um novo canal exclusivamente para vídeos de jornalismo cidadão, chamado CitizenNews. Videoblogueiros especializados em relatar o que está acontecendo no lugar onde vivem podem agora se cadastrar neste canal e deixar o mundo saber o que está acontecendo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dar mais visibilidade aos vídeos de jornalismo cidadão acabou de ficar mais fácil: O site de hospedagem de vídeos <a href="http://www.youtube.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.youtube.com');">YouTube</a> abriu um novo canal exclusivamente para vídeos de jornalismo cidadão, chamado <a href="http://www.youtube.com/citizennews" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.youtube.com');">CitizenNews</a> [En]. Videoblogueiros especializados em relatar o que está acontecendo no lugar onde vivem podem agora se cadastrar neste canal e deixar o mundo saber o que está acontecendo.</p>
<p>Logo abaixo, o convite feito pelo YouTube e a apresentação de Olivia, que será a responsável pelo canal CitizenNews:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100" height="100" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><embed type="application/x-shockwave-flash" width="100" height="100"></embed></object></p>
<p>Um dos vídeos em destaque foi produzido e gravado por <a href="http://www.youtube.com/watch?v=7AnHAzSNJms" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.youtube.com');">Miyong G. Kuon do Sul do Sudão</a>, e relata as condições dos campos de refugiados, onde o calor pode ser escaldante, e há enchentes quando chove demais:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100" height="100" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><embed type="application/x-shockwave-flash" width="100" height="100"></embed></object></p>
<p>Deixe-me aproveitar a oportunidade para contar a vocês que <a href="http://youtube.com/user/VideoGlobalVoices" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/youtube.com');">o Global Voices já tem seu próprio canal no YouTube</a>, onde todos os vídeos que publiquei em meus artigos estão marcados como favoritos e muitos produtores de vídeos de jornalismo cidadão já estão cadastrados, e há também alguns vídeos que não fazem parte de nenhum artigo, mas que mesmo assim são muito bons e interessantes e merecem um lugar no canal.</p>
<p>Se você tem algum vídeo que gostaria de ver naquela sessão de videoblogagem, por favor me envie um email (<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/juliana-rincon-parra/">através de minha página de autora no GV</a>) ou escreva um comentário abaixo com uma rápida explicação sobre o por quê você pensa que é importante destacar aquele vídeo, e eu farei o possível para incluir todos os seus pedidos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Myanmar: Catástrofe sem Precedentes Provocada por Ciclone</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/05/07/myanmar-catastrofe-sem-precedentes-provocada-por-ciclone/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 May 2008 20:38:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Coelho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>

		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>

		<category><![CDATA[Desastre]]></category>

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		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<category><![CDATA[Feature]]></category>

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		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<category><![CDATA[Refugiados]]></category>

		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

		<category><![CDATA[Socorro &amp; Resgate]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ciclone Nargis tingiu Myanmar na semana passada devastando cinco regiões. A mídia estatal noticiou que mais de 22.000 pessoas foram encontradas mortase outras 41.000 estão desaparecidas. O número de mortes ainda pode crescer. Habitantes e blogueiros estão condenando o lento trabalho de socorro da Junta Militar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ciclone Nargis atingiu Myanmar na semana passada devastando 5 regiões. A mídia estatal noticiou que mais de 22.000 pessoas foram encontradas mortas e outras 41.000 estão desaparecidas.centenas de milhares estão agora desabrigadas.</p>
<p><em>Bangkok Pundit</em> <a href="http://bangkokpundit.blogspot.com/2008/05/official-burma-deathtoll-reaches-22000.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/bangkokpundit.blogspot.com');">comenta</a> o crescente número de vítimas:</p>
<blockquote><p>It was 351 then 4,000, then 10,000. Now, even state media are reporting 22,000 dead and 41,000 missing. By the time this is all over, a death toll of over 100,000 is not improbable. The Burmese government can&#39;t handle the situation on their own.</p></blockquote>
<p class="translation">Eram 351, depois 4.000, depois 10.000. Agora, até a mídia estatal está anunciando 22.000 mortos e 41.000 desaparecidos. Quando tudo isso acabar,não é improvável que o número de mortos  ultrapasse os 100,000. O governo da Birmânia não é capaz de lidar com a situação sozinho.</p>
<p>De fato, o número de mortes ainda pode crescer. <em>The Irrawaddy</em> <a href="http://www.irrawaddy.org/article.php?art_id=11793" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.irrawaddy.org');">explica</a>:</p>
<blockquote><p>Witnesses who have managed to get out of Laputta Township in the Irrawaddy Delta have told The Irrawaddy that 22 villages were completely destroyed and that the death toll could be much higher. A local source from Laputta Township estimated a total of 60,000 people could have been killed by the cyclone. This estimate could not be independently confirmed.</p></blockquote>
<p class="translation">Testemunhas que conseguiram sair da cidade de Laputta no Delta de Irrawaddy disseram a <em> The Irrawaddy</em> que 22 vilas estão completamente destruídas e que o número de mortes pode ser muito maior. Uma fonte local de Laputta estimou que cerca de 60.000 pessoas podem ter sido mortas pelo ciclone. Esta estimativa pode não se confirmar.</p>
<p><em>Rule of Lords</em> <a href="http://ratchasima.net/2008/05/06/eyewitness-accounts-of-cyclone-and-after/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ratchasima.net');">reúne</a> considerações de testemunhas oculares do desastre:</p>
<blockquote><p>Some were killed by flying trees, some from exposure to the cold, some died when they had gathered to shelter from the storms in monasteries and they collapsed.</p>
<p>The sea rose by around 5 feet and swamped the town at the time of the storm, causing most of the damage and sweeping away small homes and buildings.</p>
<p>There was water, rain and wind. The shore road was submerged and on the high ground the water was at knee level. The whole town was underwater. There were heavy waves all over, and water snakes. Some died from the snakes.</p>
<p>Local people in Rangoon and monks have cleared roads themselves due to the lack of authorities. The clearing has been done by a system of “self reliance” according to one participant. People are also sharing small quantities of water and other essentials among themselves to get through this period.</p></blockquote>
<p class="translation">Alguns foram mortos por árvores arremessadas pelo vento, alguns pela exposição ao frio, alguns morreram quando foram recolhidos da tempestade para o ambiente aquecido dos mosteiros e tiveram um colapso.</p>
<p>O mar se elevou a aproximadamente 1,5 metro e inundou a cidade durante a tempestade, causando a maioria dos estragos e arrastando pequenas casas e prédios.</p>
<p>Havia água, chuva e vento. A rua da praia estava submersa e nos pontos mais altos a água batia nos joelhos. Toda a cidade estava debaixo d’água. Havia grandes ondas por toda a parte e cobras aquáticas. Alguns foram mortos pelas cobras.</p>
<p>A população local de Rangoon e os monges desobstruíram as ruas, eles mesmos, devido à  omissão das autoridades. A trabalho foi feito através de um sistema de independente de acordo com um dos participantes. As pessoas também estão dividindo pequenas quantidades de água e outros itens essenciais entre si para atravessar este período.</p>
<p><em>Myat Thura </em><a href="http://myatthura.blogspot.com/2008/05/cyclone-nargis.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/myatthura.blogspot.com');">narra</a> como sua família e seus vizinhos estão enfrentando esta tragédia:</p>
<blockquote><p>I tried to call my home in Yangon since Saturday morning. Until Friday evening, I could still call my home. My father told me that the wind was blowing heavily, but the situation was still OK. The next morning when I tried to call my home, the lines are already down. I tried the whole Saturday but I could not get through. Sunday morning, still no phone contact.</p>
<p>My flat was in the top floor, so I was quite worried. There are two or three roofs blown away, and all the satellite dishes destroyed, but apart from that, the building is intact. Water was pouring into the house and my family had to move things into the rooms where it was dry.</p>
<p>Electricity was cut off but, thanks to one of our neighbors who has an electric generator, we could pump water to our room. For those without any generator, water is a big problem. There is still no relief effort from the government agencies, and people are cleaning the roads by themselves.</p>
<p>Prices of food had risen and the price of building materials has doubled. A few shops opened and many shoppers are trying to buy things. Some super markets opened today, and they have to limit the number of shoppers into the supermarket.</p>
<p>My friend said it would be very difficult to restore the city into its previous condition, especially electricity and telecommunication as it will cost millions of dollars to repair the entire infrastructure.</p></blockquote>
<p class="translation">Eu estou tentando telefonar para minha casa  em Yagon desde sábado de manhã. Até sexta-feira no fim da tarde, eu ainda conseguia ligar para casa. Meu pai me disse que o vento estava soprando muito forte, mas que inda estava tudo bem. Na manhã seguinte, quando eu tentei ligar para casa, as linhas já tinham caído. Eu tentei o sábado inteiro, mas não consegui. Domingo de manhã, ainda sem contato.</p>
<p>Meu apartamento ficava no último andar, então eu estava muito preocupada. Há dois ou três telhados que foram arrancados pelo vento, e  todas as antenas parabólicas estão destruídas, mas fora isso, o edifício está intacto. Estava chovendo dentro de casa e minha família teve que mover as coisas para os cômodos que ainda estavam secos.</p>
<p>A eletricidade foi cortada, mas, graças a um de nossos vizinhos que tem um gerador elétrico, nós pudemos bombear água. Para aqueles que não têm um gerador, a água é um grande problema. Não há ainda nenhuma tentativa de socorro pelas agências do governo, e as pessoas estão desobstruindo as ruas por conta própria.</p>
<p>Os preços da comida subiram e os preços de materiais de construção dobraram. Poucas lojas abriram e muita gente está tentando comprar. Alguns supermercados abriram hoje, e eles têm que limitar o número de consumidores dentro da loja.</p>
<p>Meu amigo disse que seria muito difícil reconstruir a cidade deixando-a nas condições em que estava, especialmente a parte elétrica e de telecomunicações, pois o reparo de toda a infra-estrutura custará milhões de dólares.</p>
<p><em>Fear from Freedom</em> <a href="http://www.mayburma.com/2008/05/donate.htm" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.mayburma.com');">faz um apelo </a> à Junta Militar:</p>
<blockquote><p>Many now live in monasteries in cities in delta area since their villages are gone and their paddy fields are flooded. Who can help who when every family is struggling for survival. While the people in the city struggle with what they have to repair the roofs of their houses and store some water and rice for the expected shortage, the homeless villagers will become beggars till they can go back to their lands and rebuild their villages.</p>
<p>The military has their soldiers to help the cities but they will not have cash nor goods and tools to help rebuild the victims. I hope they allow the international organization to help these people. They do not have any resources and expertise for this kind of disaster.”</p></blockquote>
<p class="translation">Muita gente está vivendo, agora, em mosteiros em cidades na área do delta, desde que suas vilas se foram e seus campos de arroz foram inundados. Quem pode ajudar a quem, quando todas as famílias estão lutando pela própria sobrevivência? Enquanto as pessoas na cidade se viram com o que têm para consertar os telhados de suas casas e reservam alguma água e arroz para a escassez que está prevista, os camponeses desabrigados se tornarão pedintes até que possam voltar para suas terras e reconstruir suas vilas.</p>
<p>O exército tem seus soldados para ajudar às cidades, mas eles não terão dinheiro ou materiais e equipamentos para ajudar a vítimas a se reerguerem. Eu espero que eles permitam que as organizações internacionais ajudem estas pessoas. Eles não têm nenhum recurso nem experiência para lidar com este tipo de calamidade.</p>
<p>O ciclone também destruiu uma prisão onde muitos presos políticos estão confinados. A <em>Assistance Association for Political Prisoners</em> (Associação de Assistência aos Presos Politicos)<a href="http://www.aappb.org/release108.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.aappb.org');"> traça este relato</a> narrando como mais de 30 prisioneiros foram mortos durante um tumulto na semana passada:</p>
<blockquote><p>The storm also hit Insein prison in Rangoon. As a result of strong winds, many zinc roofs atop of Insein prison were torn off, one after another.</p>
<p>“Due to the destruction in one area of the prison, over 1,500 prisoners were forced to congregate inside prison hall no. 1. No one was allowed to seek safety, and they were locked inside the hall until the next morning May 3, 2008. Prisoners were wet, cold and hungry as well as angry. Even though prisoners requested prison guards open the doors and move them to safety, the authorities ignored their request. Some prisoners started shouting demands, and some set fire to the prison hall. The fire burnt down the hall, and a riot situation ensued in the prison.</p>
<p>“In order to control the situation, prison guards opened fire on the prisoners. In addition, soldiers and riot police were called in. They opened fire on prisoners in the area. 36 prisoners were killed instantly and around 70 were injured.</p>
<p>“The authorities are to blame for this situation. As soon as the storm hit, they should have moved the prisoners to safety. Their mismanagement of the situation led to prisoners rioting. We condemn their violent response, which led to the needless deaths of 36 prisoners.”</p></blockquote>
<p class="translation">A tempestade também  atingiu a prisão de Insein em Rangoon. Em consequência de ventos fortes, muitos telhados de zinco de cima da prisão de Insein foram despedaçados, um após o outro.</p>
<p>Devido à destruição em uma área da prisão, mais de 1500 presos foram colocados dentro do hall nº 1. Não era possível procurar abrigo, e eles ficaram trancados ali até a manhã seguinte, 3 de Maio de 2008. Os prisioneiros ficaram molhados, com frio e famintos, assim como furiosos. Apesar de alguns presos terem pedido aos carcereiros para abrir as portas e levá-los a um lugar seguro, as autorirdades ignoraram sua solicitação. Alguns presos começaram a gritar protestando, e alguns atearam fogo no local. O fogo queimou o lugar e um tumulto se seguiu na prisão.</p>
<p>Para controlar a situação, carcereiros abriram fogo nos presos. Além disso, soldados e a tropa de choque foram chamados. Eles abriram fogo nos presosque estavam lá dentro. 36 presos morreram instantaneamente e cerca de 70 ficaram feridos.<br />
As autoridades são culpadas por esta situação. Assim que a tempestade atingiu o local, eles deveriam ter transferido os presos para um lugar seguro. Sua incompetência para administrar a situação levou os presos ao tumulto. Nós condenamos sua reação violenta, que levou às mortes desnecessárias de 36 presos.</p>
<p><em>KyiMayKaung</em> <a href="http://kyimaykaung.blogspot.com/2008/05/cyclone-nargis-call-from-sophie-lwin.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/kyimaykaung.blogspot.com');">publicou</a> uma carta de Sophie Lwin da <em>Burma Global Action Network</em> (Rede de Ação Global da Birmânia):</p>
<blockquote><p>On Wednesday night NASA predicted that Typhoon Nargis would hit Burma, yet the regime did nothing…It is criminal that the regime didn&#39;t warn the people that the typhoon was coming.</p></blockquote>
<p class="translation">Na quarta-feira à noite a NASA previu que o Furacão Nargis alcançaria a Birmânia, mesmo assim, o governo não fez nada… É criminoso, o fato de o governo não ter alertado à população que o  furacão estava chegando.”</p>
<p><em>Agam&#39;s Gecko</em> também <a href="http://agamsgecko.blogspot.com/2008/05/nargis-biggest-asian-disaster-since.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/agamsgecko.blogspot.com');">condena</a> o exército:</p>
<blockquote><p>The massive scale of the disaster has finally prompted the military regime to accept outside assistance, an about-face that alone demonstrates how dire the situation is. Very few soldiers have been spotted lately doing any of the recovery work, although state television did show a couple of uniforms pulling branches around. Monks and other citizens have organized themselves, and seem to be doing most of it.</p></blockquote>
<p class="translation">A enorme dimensão da catástrofe foi, no final das contas revelada pelo próprio regime militar que aceitou auxílio externo, uma mudança de atitude  radical que por si só, demonstra o quão alarmante é a situação. Pouquíssimos soldados têm sido vistos ultimamente fazendo trabalhos de recuperação, ainda assim, a TV estatal mostrou meia dúzia de fardados arrastando galhos por aí. Os monges e outros cidadãos se organizaram e parecem estar fazendo a maior parte do serviço.</p>
<p><em><a href="http://www.myokyawhtun.com/2008/05/04/nargis-cyclone-hit-yangon-myanmar.html/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.myokyawhtun.com');">Myo Kyaw Htun </a></em> faz um apanhado de notícias sobre a tragédia. <a href="http://burmesegoldbull.blogspot.com/2008/05/flood-assessment-for-cyclone-affected.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/burmesegoldbull.blogspot.com');"><em>Burmese Gold Bull</em></a> and <a href="http://www.singeo.com.sg/?p=193" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.singeo.com.sg');"><em>Singeo</em></a> disponibilizam mapas com imagens de satélite que mostram  as áreas inundadas das regiões afetadas.</p>
<p><em><a href="http://acorn.nationalinterest.in/2008/05/06/how-do-you-help-a-country-like-burma/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/acorn.nationalinterest.in');">The Acorn</a></em> fala das dificuldades para prestar socorro a Myanmar:</p>
<blockquote><p>The tricky business of delivering aid to victims of a natural disaster who are also victims of a repressive regime. A closed regime. Media controls. A category 4 cyclone. Damaged infrastructure. Broken communication links. Death toll first in the hundreds, rapidly upped to the tens of thousands.</p>
<p>It’s highly likely that the Burmese junta can’t cope with the disaster. Worse, its isolation is making a bad situation much worse. The international response is hobbled by the lack of communication channels, common frameworks and operating procedures.</p></blockquote>
<p class="translation">O negócio complicado de prestar socorro às vítimas de um desastre natural que também são vítmas de um regime repressor. Um regime fechado. Um ciclone de nível 4. Infra-estrutura danificada. Redes de comunicação desfeitas. Número de mortos, a princípio na casa das centenas, rapidamente elevado às dezenas de milhões.</p>
<p>É muitíssimo provável que a Junta Birmânica não tenha condições de lidar com essa calamidade. Pior, seu isolamento está tornando muito pior, uma situação que já é ruim. A reação internacional está de mãos atadas pela falta de canais de comunicação, estruturas e procedimentos operacionais em comum.</p>
<p>O <em>nofearSIngapore</em> <a href="http://nofearsingapore.blogspot.com/2008/05/burmas-cyclone-disaster-time-for.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/nofearsingapore.blogspot.com');">afirma</a> é tempo para ação e não para divergências políticas:</p>
<blockquote><p>Fellow human beings are suffering in a fellow ASEAN country. Another father, brother, sister or child is now waiting for desperate aid from us. This is not the time for politics-it is the time for action.</p></blockquote>
<p class="translation">Seres humanos como nós estão sofrendo em um país ASIÁTICO como o nosso. Outro pai, irmão, irmã, filho ou filha está agora aguardando desesperadamente a nossa ajuda. Este não é o momento para divergências políticas, é hora de agir.</p>
<p>O <em>jg69</em> <a href="http://jg69.blogspot.com/2008/05/how-much-more-do-people-of-burma-have.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/jg69.blogspot.com');">faz eco</a> aos sentimentos de muitos Blogueiros de pelo mundo:</p>
<blockquote><p>Not only do the people in Burma have to put up with a military dictatorship, they also have to contend with natural disasters like cyclone Nargis.</p>
<p>To the Burmese people, even though it might seem a small and empty gesture, nevertheless, please accept my truly heartfelt condolences to what you have been going through for decades and what you&#39;re going through now.</p></blockquote>
<p class="translation">Como se não bastase à populaçao da Birmânia ter que suportar uma ditadura militar, eles ainda têm que enfrentar desastres naturais como o Ciclone Nargis.</p>
<p>Para o povo Birmanês, mesmo que possa parecer gesto pequeno e insignificante, apesar disso, por favor, aceitem minhas sinceras e profundas condolências pelo que vocês têm passado a décadas e pelo que estão passando agora.</p>
<p>Artigo relacionado: <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/05/05/myanmar-the-perfect-storm/">Myanmar: The Perfect Storm</a></p>
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		<title>Irã: Uma garota com sete maridos e a dominação mundial</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/04/24/ira-uma-garota-com-sete-maridos-e-a-dominacao-mundial/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/04/24/ira-uma-garota-com-sete-maridos-e-a-dominacao-mundial/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 22:12:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>

		<category><![CDATA[English]]></category>

		<category><![CDATA[Governança]]></category>

		<category><![CDATA[Gênero]]></category>

		<category><![CDATA[Iran]]></category>

		<category><![CDATA[Middle East &#038; North Africa]]></category>

		<category><![CDATA[Refugiados]]></category>

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		<description><![CDATA[Mohammad Ali Abtahi, ex-vice-presidente do Irã, diz[En] que uma garota iraniana de 19 anos foi vendida a um homem afegão que, uma vez não dispondo de recursos para pagar ao pai da mesma, dividiu a conta com 6 outros afegãos. Agora a garota tem 7 maridos. Abtahi diz que salvar as pessoas da pobreza é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mohammad Ali Abtahi</em>, ex-vice-presidente do Irã, <a href="http://www.webneveshteha.com/en/weblog/?id=2146309391" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.webneveshteha.com');">diz</a>[En] que uma garota iraniana de 19 anos foi vendida a um homem afegão que, uma vez não dispondo de recursos para pagar ao pai da mesma, dividiu a conta com 6 outros afegãos. Agora a garota tem 7 maridos. Abtahi diz que salvar as pessoas da pobreza é a principal responsabilidade dos líderes iranianos, em vez de tentar dominar no mundo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Índia: Tibete, a Tocha Olímpica e o Dalai Lama</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/04/12/india-tibete-a-tocha-olimpica-e-o-dalai-lama/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Apr 2008 07:13:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[China]]></category>

		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>

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		<description><![CDATA[No relatório desta semana sobre a Índia virtual, nós olhamos para o Tibete na Índia. Na semana que vem a tocha Olímpica chega à Índia. Primeiro o jogador de futebol indiano Bhaichung Bhutia tirou o corpo fora, e agora foi a vez da superpolicial Kiran Bedi. Contudo, o famoso jogador indiano de críquete Sachin Tendulkar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No relatório desta semana sobre a Índia virtual, nós olhamos para o Tibete na Índia. Na semana que vem a tocha Olímpica chega à Índia. Primeiro o jogador de futebol indiano <em>Bhaichung Bhutia</em> tirou o corpo fora, e agora foi a vez da superpolicial <em>Kiran Bedi</em>. Contudo, o famoso jogador indiano de críquete <em>Sachin Tendulkar</em> irá carregar a tocha Olímpica, escreve <a href="http://enga-area.blogspot.com/2008/04/sachinolympic-torch-controversy.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/enga-area.blogspot.com');">enga. area</a>[en], e completa:</p>
<blockquote><p> <em>“Sachin actually volunteered himself to carry the torch.Sachin called Indian Olympic Association President Suresh Kalmadi and expressed his wish to join the other sportsmen who are selected to participate in the Olympic torch relay.”</em></p></blockquote>
<p class="translation"> &#8220;Na verdade, Sachim se ofereceu para carregar a tocha. Sachin ligou para o presidente da Associação Olímpica Indiana, Suresh Kalmadi, e expressou seu desejo de se juntar aos outros esportistas que foram selecionados para participar da passagem da tocha Olímpica.&#8221;</p>
<p>A decisão de Tendulkar em carregar a tocha Olímpica foi recebida com reações diversas. <a href="http://desicritics.org/2008/04/10/075626.php" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/desicritics.org');">Kartikeya</a> do Desicritics[en] escreveu:</p>
<blockquote><p><em><br />
“A great sportsman like Tendulkar should know better than to carry the Olympic torch when others like Kiran Bedi have refused to do so. We can blame the politics of it all, but the simple point is, that it is our Government, and it is our character which is revealed. We ought not to sacrifice it at the altar of “interest”.&#8221;</em></p></blockquote>
<p class="translation">&#8220;Um grande esportista como Tendulkar deveria saber que seria melhor não carregar a tocha Olímpica quando outros como Kiran Bedi se recusaram a fazê-lo. Nós podemos colocar a culpa na política por trás de tudo isso, mas a questão simples é que este é o nosso governo, e é o nosso caráter que está sendo revelado. Nós não devemos sacrificá-lo no altar dos &#8216;interesses&#39;.&#8221;</p>
<p>Enquanto várias celebridades indianas se recusaram a participar na passagem da tocha Olímpica, parece que os partidos de esquerda indianos permaneceram consistentes em sua postura de apoiar a China, ou a República Popular da China (RPC). <em>Jokes From Indian Left</em> (literalmente, &#8220;Piadas da Esquerda Indiana&#8221;, em inglês) escreve em seu post entitulado <a href="http://jokesfromindianleft.blogspot.com/2008/04/yechury-more-worried-about-olympic.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/jokesfromindianleft.blogspot.com');">A Hipocrisia dos Partidos de Esquerda Indianos</a>[en]:</p>
<blockquote><p><em>“Concerned that Tibetan protesters may succeed, CPM politburo member Sitaram Yechury called upon the government on Wednesday to see that there were no disruptions. Mr Yethury, It so sounds like you are more worried that Fire may get Hurt when a person attempts self-immolation bids.”</em></p></blockquote>
<p class="translation"> &#8220;Preocupado que os protestantes tibetanos pudessem ser bem sucedidos, Sitaram Yechury, membro do politburo do CPM [Partido Comunista (Marxista) da Índia] exortou o governo para que não haja rupturas. Senhor Yechury, está parecendo muito que o senhor está mais preocupado que o fogo se machuque quando alguém ameaça se auto-imolar.&#8221;</p>
<p><a href="http://www.prempanicker.com/index.php?/site/holding_a_torch_for_human_rights/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.prempanicker.com');">Prem Panickar</a>[en] ressaltou a dicotomia da postura do Camarada <em>Prakash Karat</em> vis-a-vis com a China e os EUA. Karat é o bem-conhecido líder comunista e é o secretário geral do Partido Comunista (Marxista) da Índia. Panickar escreve:</p>
<blockquote><p><em><br />
“The Prakash Karats of this world, who spout reams about “national sovereignty’ when it comes to discussing the India-US civilian nuclear cooperation agreement, seem to be totally a-okay with this—a Chinese team on India soil to take over security responsibilities of a public event that should be the internal concern of India’s police and security apparatus alone…”</em></p></blockquote>
<p class="translation"> &#8220;Os Prakash Karats deste mundo, que cospe resmas [de discursos] sobre a &#39;soberania nacional&#39; quando o assunto é discutir o acordo de cooperação nuclear civil entre a Índia e os EUA, parece achar super bacana esta equipe de chineses em solo indiano para se responsabilizar pela segurança de um evento público que deveria ser uma questão interna apenas da polícia e do aparato de segurança indiano&#8230;&#8221;</p>
<p>O novo livro do bem conhecido escritor de viagens <em>Pico Iyer</em> sobre o Dalai Lama veio em boa hora e novamente chamou a atenção mundial em relação ao Tibete. O novo livro de Iyer: A Estrada Aberta: A Jornada Global do Décimo-Quarto Dalai Lama recebeu algumas críticas maravilhosas e <em>Abhi</em> do <a href="http://www.sepiamutiny.com/sepia/archives/005121.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.sepiamutiny.com');">Sepia Mutiny</a> (Motim Sépia, em inglês) escreveu:</p>
<blockquote><p><em><br />
“Instead of treating him merely as a figure to be awed, Iyer describes him as “Forrest Gumpish,” simple yet revolutionary. He is a religious leader who is actively attempting to weaken the dogma of his own religion.”</em></p></blockquote>
<p class="translation">&#8220;Em vez de tratá-lo meramente como uma figura digna de devoção, Iyer o descreveu como alguém meio &#8216;Forrest Gump&#39;, simples porém revoluncionário. Ele é um líder religioso que está ativamente tentando enfraquecer o dogma de sua própria religião.&#8221;</p>
<p>Leia o resto do post e descubra também o que o novelista <em>Pankaj Mishra</em> tem a dizer sobre o livro de Iyer.</p>
<p>Eu escrevi um post reunindo as várias entrevistas e crítica de <a href="http://kamlabhattshow.com/blog/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/kamlabhattshow.com');">Pico Iyer, Dalai Lama e o Tibete</a>[en]:</p>
<blockquote><p><em><br />
“What runs as a red skein in the various reviews and interviews with Iyer about Dalai Lama is the non-violent way in which the Tibetan leader seeks to resolve a long-standing issue over the autonomy of Tibet with the People’s Republic of China (PRC).  It is close to 50 years since the Dalai Lama fled Tibet and settled in India.”</em></p></blockquote>
<p class="translation"> &#8220;O que segue como um novelo vermelho nas várias críticas e entrevistas de Iyer sobre o Dalai Lama é a forma não violenta pela qual o lider tibetano tenta resolver a duradoura questão da autonomia do Tibete frente à República Popular da China (PRC). Já faz quase 50 anos que o Dalai Lama fugiu do Tibete e fixou residência na Índia.&#8221;</p>
<p>E os tibetanos que vivem na Índia? O que pensam sobre sua terra natal e sobre voltar a ela? A maior população de tibetanos fora do Tibete vive na Índia. Eles vivem em diferentes partes da Índia em Estados como Himachal Pradesh (onde Dharamsala fica localizada) e Uttaranchal, Karnataka e Nova Delhi. O que passa pela cabeça dos jovens tibetanos que vivem na Índia? <a href="http://thedelhiwalla.blogspot.com/2008/04/lhasa-diary-from-delh-to-tibet-and-back.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/thedelhiwalla.blogspot.com');">Mayank Sufi Austen</a>[en] conversou com um jovem tibetano que voltou a Lhasa e disse;</p>
<blockquote><p><em><br />
“I was a foreigner in my homeland. I didn&#39;t know Chinese and it was everywhere. In restaurants, menus would be written in Chinese and I would ask stewards what was what. I would pass by the city&#39;s only theater that screened Hollywood films, dubbed only in Chinese. It was difficult to make out things. I was lost.”</em></p></blockquote>
<p class="translation"> &#8220;Sou um estrangeiro em minha terra natal. Eu não sei falar chinês e ele estava em todo o lugar. Nos restaurantes, os menus eram escritos em chinês e eu tinha que perguntar ao atendente o quê era o quê. Eu passei em frente ao único cinema da cidade que passava filmes de Hollywood dublados apenas em chinês. Foi difícil de entender as coisas. Fiquei perdido.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>África: Vloggers, Bloggers e Filmes</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/03/07/africa-vloggers-bloggers-e-filmes/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Mar 2008 15:43:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mirellacris</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arte &amp; Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns olhares da África através de vídeos de mídia cidadã. De ganhadores do BoB, passando por contadores de histórias, documentários sobre artistas, a indústria cinematográfica nigeriana de Nollywood e mais...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana">Alguns olhares lançados sobre a África por meio de vídeos de mídia local. Desde Bob winners, até contadores de histórias, documentários sobre artistas, indústria cinematográfica nigeriana, Nollywood e muito mais.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana"></span></p>
<p><a href="http://current.com/items/88844576_african_bloggers_fight_against_bad_governance" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/current.com');"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/03/current.JPG" alt="Current TV  African Bloggers Fight Against Bad Governance" height="292" width="342" /></a></p>
<p><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana">As histórias gravadas em vídeo de Usnico são interessantes e bem produzidas: <a href="http://current.com/items/88839293_what_happens_to_flood_victims_in_africa" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/current.com');">um vídeo exibe os apuros sofridos pelos refugiados das enchentes africanas</a>[EN], o outro, bem, o título já diz por ele mesmo: <a href="http://current.com/items/88857410_fighting_leaves_chad_in_gruesome_state" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/current.com');">Disputas deixam a cidade de Tchade num estado lamentável</a>[EN]. No site <em><a href="http://lookingglasslandvlog.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/lookingglasslandvlog.blogspot.com');">LookingGlassLand </a></em><a href="http://lookingglasslandvlog.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/lookingglasslandvlog.blogspot.com');">[EN]</a>, há uma variedade de amostras de vídeos selecionados que podem ser encontrados no site (<a href="http://www.archive.org/index.php" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.archive.org');">Internet Movie Archives)</a>, incluindo: <a href="http://www.archive.org/stream/contes-afrique/contes-afrique_256kb.mp4" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.archive.org');">camaronense contador de histórias em Yaoundé [FR]</a>, <a href="http://www.ourmedia.org/node/7703" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.ourmedia.org');">um vídeo promocional de uma ugandense concorrente em um desfile de beleza.[EN]</a> <a href="http://www.ourmedia.org/node/14187" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.ourmedia.org');">e uma fotógrafa italiana comenta sua experiência sobre fotografar uma mulher no país de <span>Burquina <span>Faso</span></span>[IT].</a></span></p>
<p align="center"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/03/186288889_10837d7973_m.jpg" alt="nigerian VCDs at kwakoe photo by Paul Keller" /></p>
<p align="center"> <a href="http://www.flickr.com/photos/paulk/186288889/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');"><em>VCDs nigerianos em kwakoe</em></a> por <a href="http://www.flickr.com/photos/paulk/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">Paul Keller</a>.</p>
<p><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana"> <o:p></o:p></span><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana">Em muitos países africanos, existem indústrias cinematográficas <st1:personname productid="em ascensão. Como" w:st="on">em ascensão. Como</st1:personname> é o caso de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cinema_of_Nigeria" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Nollywood, indústria cinematográfica nigeriana[EN]</a>. A <a href="http://br.youtube.com/user/KultureClash" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/br.youtube.com');">Kulture Klash International[EN]</a> apresenta nesse vídeo a convenção de organização da indústria cinematográfica nigeriana, no qual é discutida a distribuição dos filmes de Nollywood nos EUA. Se estiver interessado em conhecer mais sobre Nollywood ou assistir outros vídeos, a <a href="http://br.youtube.com/user/journeymanpictures" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/br.youtube.com');"><font color="#0000ff">jorneymanpictures[EN]</font></a> exibe um <a href="http://br.youtube.com/watch?v=qpPXgStqjfs" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/br.youtube.com');"><font color="#0000ff">documentário de 2005[EN]</font></a> em que é explicado o processo de produção de um filme exclusivo e de baixo orçamento.</span></p>
<p>[<a href="http://www.youtube.com/watch?v=u7_LaOlgfrw" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.youtube.com');">clique aqui</a> para ver o vídeo]</p>
<p><span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana">Um usuário do Youtube, <a href="http://br.youtube.com/user/rippleat" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/br.youtube.com');">rippleat</a>, divulgou a segunda parte do documentário sobre a artista camaronense <a href="http://www.massaimara.eu/issa1.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.massaimara.eu');">Issa Nyaphaga</a>. O filme de Chris Hill permite que o próprio artista conte a história de como aprendeu a pintar um estilo tradicional em uma aldeia rural e como se tornou um cartunista político, assim quando foi processado por ignorar a censura e como encontrou asilo na França onde mais tarde, em frente ao parlamento francês, discursou sobre a celebração do 50º aniversário em favor dos refugiados na Convenção em Gênova.</span></p>
<p>[Clique <a href="http://www.youtube.com/watch?v=WPsLmbhfmks" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.youtube.com');">aqui</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=GzfHI6k90uU" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.youtube.com');">aqui</a> para ver outros dois vídeos)</p>
<p><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">clique aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">clique aqui</a>.</em></p>
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		<title>Caribe: Fidel - o fim de uma era?</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/02/21/caribe-fidel-o-final-de-uma-era/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 18:07:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jan Alyne Barbosa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bahamas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Havana de Habana Libre, cortesia de Caribbean Free Photo
O burburinho na blogosfera regional nas últimas vinte e quatro horas foi, sem dúvida, a renúncia do líder cubano Fidel Castro, após quase 50 anos à frente da república socialista. O anúncio não caiu como uma surpresa, já que nos últimos dois anos, os blogueiros anti-Castro acompanhavam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><em><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/02/26997593_53c1353214_m.jpg" alt="26997593_53c1353214_m.jpg" /></em></p>
<p align="center"><em>Havana de Habana Libre, cortesia de <a href="http://www.caribbeanfreeradio.com/photoblog/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.caribbeanfreeradio.com');">Caribbean Free Photo</a></em></p>
<p id="result_box" dir="ltr">O burburinho na blogosfera regional nas últimas vinte e quatro horas foi, sem dúvida, a renúncia do líder cubano <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Fidel_Castro" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Fidel Castro</a>, após quase 50 anos à frente da república socialista. O anúncio <a href="http://the26thparallel.blogspot.com/2008/02/castro-out-castro-in.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/the26thparallel.blogspot.com');">não caiu como uma surpresa</a>, já que nos últimos dois anos, os blogueiros anti-Castro acompanhavam de perto as <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2006/08/14/fauxtographic-evidence-bloggers-on-castros-birthday-photos/">notícias sobre a deterioração da saúde do líder</a> e especulações se ele ainda estava vivo ou não. Essa provavelmente não foi a forma como a blogosfera esperava que ele saisse - <em><a href="http://ourlatinamerica.blogspot.com/2008/02/castros-exit-dominates-news.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ourlatinamerica.blogspot.com');">The Latin Americanist</a></em>,<a href="http://ourlatinamerica.blogspot.com/2008/02/bloggers-of-world-unite-fidel-castro.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ourlatinamerica.blogspot.com');"> ao apontar para uma variedade de fontes de mídia mainstream e de reacções públicas à notícia</a>, observa que para o artigo do The Guardian, o anúncio foi &#8220;a reminiscência de um comunicado de falecimento&#8221; - e a maioria dos blogueiros parecem céticos quanto ao fato de o movimento provocar qualquer mudança significativa para Cuba…</p>
<p>De acordo com <em><a href="http://www.babalublog.com/archives/007459.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.babalublog.com');">Babalu Blog</a></em>:</p>
<blockquote><p><em>If there is, as the international media conglomerate seems to think, real change coming to Cuba now that fidel has stepped aside, does that mean:</em></p>
<p><em>Cuban high school students are free to wear white plastic bracelets embossed with the word CAMBIO without fear of arrest? Does it mean that state security thugs will no longer assault dissidents because they ask for human rights? I didn&#39;t think so.</em></p>
<p>Se existe uma verdadeira mudança para Cuba agora que Fidel renunciou, como os conglomerados da mídia internacional parecem pensar, isso significa:</p>
<p>Estudantes cubanos estão livres para usar pulseiras brancas de plástico com a palavra CAMBIO sem medo de detenção? Significa que os seguranças brutamontes do estado deixarão de assaltar dissidentes porque eles lutam em prol dos direitos humanos? Eu acho que não.</p></blockquote>
<p><em><a href="http://the26thparallel.blogspot.com/2008/02/castro-out-castro-in.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/the26thparallel.blogspot.com');">26th Parallel</a></em> explica:</p>
<blockquote><p><em>After all, it&#39;s another castro in charge now. It&#39;s still the same regime that&#39;s been in control for 5 decades. There&#39;s not much optimism contained in those facts.</em></p>
<p><em>On the other hand, this will likely be the first test of fidel&#39;s “cult of personality” image and its hold on the Cuban people. Actually, it&#39;s more of a quiz, because the real test will be when he finally kicks the bucket.</em></p>
<p>Afinal de contas, é um outro castro no comando agora. Continua sendo o mesmo regime em controle por 5 décadas. Não há muito otimismo nesses fatos.</p>
<p>Por outro lado, este provavelmente será o primeiro teste do &#8220;culto da personalidade&#8221; da imagem de fidel e sobre o povo cubano. Na realidade, é mais de um teste, porque o verdadeiro teste será quando ele finalmente bater as botas.</p></blockquote>
<p>Juan Antonio Blanco escreve em seu blog (ES) <em><a href="http://www.cubaencuentro.com/es/blogs/cambio-de-epoca/de-fidel-a-raul" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.cubaencuentro.com');">Cambio de Época</a></em>:</p>
<blockquote lang="es"><p><em>Algunas de las primeras reacciones a la noticia de la renuncia de Fidel Castro a ser reelecto por la nueva<br />
Asamblea parecen discurrir entre quienes consideran que el hecho es irrelevante y aquellos que son dados a magnificar su alcance. Hay una distinción entre la certeza de que la elite intentará, en lo adelante, cambiar todo lo que pueda para mantener su monopolio de poder y la pretensión de minimizar lo ocurrido. Suponer que, salvo el cambio de nombres en la cima del poder, todo permanecerá igual es una apuesta arriesgada.</em></p>
<p><em>Lo cierto es que la renuncia del Comandante en Jefe, permite que la nueva Asamblea Nacional respete la Constitución y sus propios reglamentos que exigen traspasos formales de esos cargos por razones de salud. Continuamos atravesando un periodo bisagra entre dos épocas. Parafraseando a Galileo diré que Cuba se mueve. ¿Hacia dónde? Esa es otra discusión.</em></p>
<p>Algumas das primeiras reações à renúncia de Fidel Castro&#39;s  de ser reeleito pela nova Assembléia parecem perambular entre aqueles que a consideram irrelevante e aqueles que engradecem o seu significado. Existe uma distinção entre a certeza de que a elite vai tentar, a partir de agora, mudar tudo o que pode para manter o seu monopólio no poder e a pretensão de minimizar os acontecimentos. Supor, a exceção da mudança dos nomes no ápice do poder, que tudo permanecerá na mesma, é uma afirmação arriscada.</p>
<p>O que é certo é que o Comandante da demissão permite que a nova Assembleia Nacional respeite a Constituição e as suas próprias regras, que exigem uma transferência formal de cargos públicos por razões de saúde. Ainda estamos atravessando um período decisivo entre duas eras. Parafraseando Galileu, vou dizer que Cuba está se movendo. Para onde? Isso é uma outra discussão.</p></blockquote>
<p>Existe, de fato, muita discussão acontecendo - pelo menos online.  <em><a href="http://cubantriangle.blogspot.com/2008/02/fidel-to-leave-office.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/cubantriangle.blogspot.com');">The Cuban Triangle</a></em> diz:</p>
<blockquote><p><em>The meaning for Cuban policy is not clear. Fidel plans “to fight as a soldier in the battle of ideas,” and he will continue to write his newspaper commentaries. But the force of his orthodox ideas will probably wane in a government that is seeking solutions to deep-seated economic problems created by excessive centralization and planning, not to mention lack of economic freedom.</em></p>
<p><em>As for American policy, change is unlikely, given U.S. law and the Bush Administration’s approach. Any shift in policy or exploration for opportunities will likely come in a new Administration next year.</em></p>
<p><em>In the meantime, Fidel Castro is leaving on his own terms, at a time of his choosing. Neither invasion, nor covert operations, nor embargo, nor a steady strengthening of U.S. sanctions since 1992, nor the current Administration’s myriad efforts have forced him from office.</em></p>
<p>O significado para a política cubana não é clara. O planos de Fidel, &#8220;para lutar como um soldado na batalha das idéias&#8221;, são o de continuar escrevendo comentários em seu jornal. Mas a força das suas idéias ortodoxas provavelmente diminuirá em um governo que está à procura de soluções para problemas econômicos profundamente enraizados, criados por conta da excessiva centralização e planejamento, para não mencionar a falta de liberdade econômica.</p>
<p>No que se refere à política americana, a mudança é improvável, dada a lei e a postura da administração Bush. Qualquer mudança para a política ou para a exploração de oportunidades, provavelmente chegará em uma nova Administração no próximo ano.</p>
<p>Enquanto isso, Fidel Castro está renunciando de acordo com a sua vontade, em um momento de sua escolha. Nem a invasão, nem operações disfarçadas, nem embargo, nem um constante reforço das sanções norte-americanas desde 1992, nem os grandes esforços da atual Administração fizeram com que ele saísse do cargo.</p></blockquote>
<p>&#8220;Os apoiadores de Castro admiravam sua capacidade de fornecer um elevado nível de cuidados de saúde e educação para os cidadãos, enquanto permanecia plenamente independente dos Estados Unidos &#8220;, escreve <em><a href="http://1click2cuba.blogspot.com/2008/02/fidel-steps-aside_19.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/1click2cuba.blogspot.com');">1Click2Cuba</a></em>, acrescentando:&#8221; Os detratores de Castro lhe acusavam de ser um ditador totalitário, cujo Governo sistematicamente negava as liberdades individuais e as liberdades civis, tais como a expressão, movimentos e reuniões. &#8221;</p>
<p>O último grupo parece reivindicar mais sobre a questão. Marc Masferrer, escreve em <em><a href="http://marcmasferrer.typepad.com/uncommon_sense/2008/02/fidel-castro-re.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/marcmasferrer.typepad.com');">Uncommon Sense</a></em>:</p>
<blockquote><p><em>An unfortunate consequence of that hand-over, reinforced by Fidel&#39;s “retirement,” is that the dictatorship survives. A face, presumably Raúl&#39;s — I haven&#39;t seen the script — will be placed at the top of the flow chart, come Sunday. But the dictatorship survives.</em></p>
<p><em>The secret police. The Committees in Defense of the Revolution. The gulag…</em></p>
<p><em>Fidel&#39;s “retirement” is not a moment to celebrate. Unfortuntely, his legacy will survive his life&#39;s work, and his life. It is a historical moment to note but nothing more.<br />
</em></p>
<p>Uma infeliz conseqüência dessa transferência de poder, reforçada pela &#8220;aposentadoria&#8221; de Fidel, é que a ditadura sobrevive. Um rosto, presumivelmente de Raúl - Eu não vi o roteiro - será colocado no topo do fluxograma, no domingo. Mas a ditadura sobrevive.</p>
<p>A polícia secreta. Os Comitês de Defesa da Revolução. Os campos de trabalhos forçados para dissidentes políticos&#8230;</p>
<p>A &#8220;aposentadoria&#8221; de Fidel não é um momento para comemorar. Infelizmente, seu legado manterá a sua vida de trabalho, e sua vida. É um momento histórico para destacar, mas nada mais.</p></blockquote>
<p>Ernesto Hernández Busto escreve em (ES) <em><a href="http://penultimosdias.com/2008/02/19/la-hora-del-recuento/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/penultimosdias.com');">Penúltimos Días</a></em>:</p>
<blockquote lang="es"><p><em>Por mucha expectativa que provoque en una prensa sedienta de sucesos simbólicos, la renuncia voluntaria de Fidel Castro tras 49 años de férreo mandato es, para decirlo con pocas palabras, uno de los grandes fracasos de nuestra historia política, visiblemente encapsulada en el arbitrio de un líder octogenario y su visión dinástica del mando. Resulta comprensible que, por el momento, ni en Cuba ni en el exilio sobren las ganas de celebrar. Pues, en cualquier caso, lo único que podría festejarse es que todo está saliendo según el guión dictado desde el Palacio de la Revolución.</em></p>
<p id="result_box" dir="ltr">Não importa quantas expectativas sejam levantadas pela imprensa, sedenta de eventos simbólicos, a demissão voluntária de Fidel Castro, após 49 anos de feroz mandato, é, em poucas palavras, um dos maiores fracassos da nossa história política, visivelmente encapsulada na vontade de seu líder de oitenta e um anos de idade e na visão dinástica do comando. É compreensível que, para o momento, em Cuba ou no exílio, o humor para celebrar é escasso. De qualquer modo, a única coisa a comemorar seria de que tudo está para acontecer, de acordo com o roteiro ditado pelo &#8220;Palacio de la Revolución.</p>
</blockquote>
<p><em><a href="http://reviewofcuban-americanblogs.blogspot.com/2008/02/fidel-relinquishes-presidency-of-cuba.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/reviewofcuban-americanblogs.blogspot.com');">Review of Cuban-American Blogs</a></em> acrescenta:</p>
<blockquote><p><em>Whatever he has been since his physical and mental decline, Castro will continue to be. Nothing has changed for him or Cuba. Nevertheless, he will be praised and congratulated for his decision by friends and enemies alike. Much will be made of Castro&#39;s “retirement” by the world media: “the end of an era” and such. </em></p>
<p><em>I hope sincerely that my countrymen in Miami will not be fooled by this empty gesture and celebrate this event as some kind of opening or hopeful sign. It is not. When a hole is finally dug in the ground for him, celebrate then, although that will not mean the end of Communist tyranny either, at least it will mean the end of the tyrant.<br />
</em></p>
<p id="result_box" dir="ltr">Qualquer que seja o seu estado desde seu declínio físico e mental, Castro vai continuar a ser. Nada mudou para ele ou Cuba. No entanto, ele será elogiado e terá sua decisão felicitada por amigos e inimigos também. Muito será produzido pela mídia mundial a partir da renúncia de Fidel: &#8220;o fim de uma era&#8221; e tal.</p>
<p>Espero sinceramente que os meus compatriotas em Miami não se deixem enganar por este gesto vazio, nem celebrem este acontecimento como uma espécie de abertura ou sinal esperançoso. Não é. Quando um buraco for finalmente escavado no chão para ele, então comemorem, porque, embora isso não vá significar o fim da tirania comunista, pelo menos, significa o fim do tirano.</p></blockquote>
<p id="result_box" dir="ltr">A crítica não se limita aos blogueiros cubanos. <em><a href="http://barbadosfreepress.wordpress.com/2008/02/19/castro-resigns-but-his-cruel-legacy-lives-on/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/barbadosfreepress.wordpress.com');">Barbados Free Press</a></em> publica uma fotografia de Castro e do ex-Primeiro-Ministro  de Barbados, Owen Arthur, se abraçando, com as palavras: &#8220;Lembrem-se do executado, do desaparecido, do preso…&#8221;, enquanto o blogueiro das Bahamas, <a href="http://haitianministries.blogspot.com/2008/02/fidel-retires-new-chapter-in-cuban.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/haitianministries.blogspot.com');">Dan Schweissing</a>, diz:</p>
<blockquote><p><em>Given the rise of numerous strong populist movements and governments in Latin America while the United States has spent most of this decade quigmired in the War on Terror, it is certainly possible that Cuba will<br />
have a lot more latitude to shape its own future than it would have, say, even ten or fifteen years ago. Regardless of where Cuba is headed though, the reality is that things are changing and those changes–whatever they may be–will be big enough to significantly impact the rest of us throughout the Caribbean.<br />
</em></p>
<p id="result_box" dir="ltr">Dada a forte subida dos numerosos movimentos populistas e dos governos na América Latina, enquanto os Estados Unidos passaram a maior parte desta década atrelados à guerra contra o terrorismo, é possível que Cuba tenha muito mais liberdade para moldar o seu próprio futuro do que teria, por exemplo, há dez ou quinze anos. Independentemente de por quem Cuba seja chefiada, a realidade é que as coisas estão mudando e essas mudanças - quaisquer que sejam elas - serão grandes o suficiente para produzir um impacto significativo sobre o resto de nós em todo o Caribe.</p>
</blockquote>
<p>Mas é provável que os mais fortemente impactados pela renúncia de Fidel sejam aqueles que continuam a viver em Cuba. Yoani Sánchez escreve a partir de Havana, em seu blog (ES), <em><a href="http://desdecuba.com/generaciony/?p=198" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/desdecuba.com');">Generación Y</a></em>:</p>
<blockquote lang="es"><p><em>Toda mi vida la he pasado con el mismo presidente. No sólo yo, sino que mi mamá y mi papá –nacidos en el 57 y en el 54, respectivamente- tampoco recuerdan a otro, que no sea el que hoy se ha despedido de sus cargos. Varias generaciones de cubanos no se han hecho nunca la pregunta de quién los gobernará. Tampoco ahora tenemos muchas dudas de cuál persona ocupará el máximo puesto, pero al menos hay alguien que parece definitivamente descartado. Como en esos filmes de Alfred Hitchcock nos hemos enterado, sólo cinco días antes de las elecciones, que nuestros disciplinados parlamentarios se enfrentarán a una boleta diferente; que no tendrán que marcar al lado del “mismo” candidato.<br />
</em></p>
<p>Eu venho vivendo toda a minha vida sob o poder do mesmo presidente. Não só eu, mas também a minha mãe e meu pai-nascidos em 57 e 54, respectivamente-, não lembro de outro também, com exceção do que hoje disse adeus ao cargo público. Várias gerações de cubanos nunca se perguntaram sobre quem vai governá-los. Não temos muitas dúvidas sobre quem agora irá assumir a sede principal, mas pelo menos há alguém que parece definitivamente excluída. Como em um filme Hitchock, soubemos, em apenas 5 dias antes das eleições, que os nossos disciplinados deputados vão se deparar com uma cédula diferente desta vez, pois não terão que marcar o &#8220;mesmo&#8221; candidato.</p></blockquote>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">clique aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">clique aqui</a>.</em></p>
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		<title>Iraque: Perdão da Jordânia aos iraquianos refugiados</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Feb 2008 13:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jan Alyne Barbosa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Diáspora]]></category>

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		<description><![CDATA[As ruas da Jordânia estão agitadas hoje após o disparo da economia subsidiária, elevando os preços ao máximo; entretanto, após a discussão sobre o alto custo de refugiados iraquianos no país, o governo da Jordânia supostamente perdoou a pesada multa de 1,5 JD por dia aos 360 mil iraquianos em &#8220;situação irregular&#8221;. Esta medida foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As ruas da Jordânia estão agitadas hoje após o disparo da economia subsidiária, elevando os preços ao máximo; entretanto, após a discussão sobre o alto custo de refugiados iraquianos no país, o governo da Jordânia supostamente perdoou a pesada multa de 1,5 JD por dia aos 360 mil iraquianos em &#8220;situação irregular&#8221;. Esta medida foi presumivelmente adotada a pedido do vice-presidente, Tariq al-Hashimi (Eu me dei conta antes de adicionar o S antes do nome de sua excelência), que afirmou que este movimento iria encorajar iraquianos a regressarem para casa, em função da melhoria das condições de segurança no Iraque atualmente &#8220;, explica o blogueiro iraquiano, <em><a href="http://ejectiraqikkk.blogspot.com/2008/02/jordan-pardons-staying-fines-of-iraqis.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ejectiraqikkk.blogspot.com');">Abbas Hawazin</a></em>, que vive na Jordânia.</p>
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		<title>Colômbia: Unidos na marcha contra as FARC</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 19:24:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Americas]]></category>

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		<description><![CDATA[Pela primeira vez na história da Colômbia, uma iniciativa que começou na internet conseguiu se transformar em um evento internacional imenso em apenas um mês. As manifestações contra as FARC (Forças Armadas Revolucioárias da Colômbia) do dia 4 de fevereiro, começaram como uma idéia no grupo do FaceBook “Um Milhão de Vozes contra as FARC” em seguida se transformou numa bola de neveque virou um evento mundial com marchas em 133 diferentes cidades ao redor do mundo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/02/4feb.jpg" /></p>
<p>Hoje há pelo menos um assunto principal em todos os blogues colombianos: pela primeira vez na história da Colômbia, uma iniciativa que começou na internet conseguiu se transformar em um evento internacional imenso em apenas um mês. As manifestações contra as FARC (Forças Armadas Revolucioárias da Colômbia) do dia 4 de fevereiro, começaram como uma idéia no <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=6684734468" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.facebook.com');">grupo do FaceBook “Um Milhão de Vozes contra as  FARC</a>” em seguida se transformou numa bola de neveque virou um evento mundial com marchas em 133 diferentes cidades ao redor do mundo.</p>
<p><em>Christian Science Monitor</em> tem <a href="http://www.csmonitor.com/2008/0204/p04s02-woam.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.csmonitor.com');">um resumo em inglês sobre como isso veio a acontecer</a> e como o movimento cresceu nas últimas semanas. Já <em>equinoXio</em>, uma revista online dirigida por blogueiros, trouxe as <a href="http://www.equinoxio.org/destacado/especial-marcha-4-de-febrero-2297/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.equinoxio.org');">últimas notícias sobre as marchas, com informações do mundo inteiro</a> [es].</p>
<p>Nem todos os blogueiros concordam com a marcha, ou com a idéia de fazer parte dela. Alguns, como <a href="http://lagentenormal.blogspot.com/2008/02/la-marcha-del-4-de-febrero.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/lagentenormal.blogspot.com');"><em>La Gente Normal</em></a> [es]  acreditam em teorias conspiratórias sobre sobre a forma como ela se desenvolveu:</p>
<blockquote><p>Una marcha que empezó en el Facebook, un sistema que ha sido adoptado por el 1 % de la población Colombiana ( a lo sumo) , se “tomó” de improviso la conciencia nacional , apoyada de forma espontánea por todos los medios, todos los sistemas de comunicación y dió la vuelta al mundo en menos de un mes ( UN MES¡¡¡) Ni para montar un congreso o un seminario se demora uno tan poco tiempo, cómo para poner a caminar a media Colombia, hacer una estrategia de campaña, imprimirla y ponerla en todos los Eucoles de la ciudad ( cuantos millones y quien paga por todo eso) lo inició un ingeniero de sistemas ( el solito) y ahora tiene el respaldo de todas las embajadas, grupos y personas, a mi me huele a gato encerrado.</p></blockquote>
<p class="translation"> Uma marcha que começou no Facebook, um sistema que foi adotado por apenas 1% da população colombiana (no máximo), se “tomou” de improviso a consciência nacional, apoiada de uma forma espontânea por toda a mídia e por todos os veículos de comunicação, e deu a volta ao mundo em menos de um mês (UM MÊS!!!). Nem para montar um congresso ou um seminário se demora tão pouco tempo, muito menos para colocar metade dos colombianos nas ruas, fazer uma estratégia de campanha, imprimir e colocar em todos os Eucoles  [espaço publicitário iluminados em pontos de ônibus]  da cidade (quantos milhões isso custou e quem paga por tudo isso) foi iniciado por um engenheiro de sistemas  (sozinho) e agora tem o respaldo de todas as embaixadas, grupos e pessoas, sinto um cheiro de coisa podre no ar.</p>
<p>Outros, como <a href="http://newbeatle.blogspot.com/2008/02/y-dale-con-las-marchas.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/newbeatle.blogspot.com');">Felipe Campuzano</a> [es] do <em>Newbeatle</em> não participou da marcha, mas não porque apóia as FARC. Ele escreveu sobre ficar em casa achando que essa marcha não ajudaria em nada, e então menciona um papo com seu irmão, no qual eles chegam à solução perfeira para o problema da guerrilha: colocar todos os membros da  guerrilha dentro de um estádio e <a href="http://news.bbc.co.uk/1/hi/world/americas/807599.stm" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/news.bbc.co.uk');">jogar um  Pinochet neles</a> [en].</p>
<p>Esteban Alarcón Ceballos do <a href="http://magik-me.blogspot.com/2008/02/sobre-la-marcha.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/magik-me.blogspot.com');"><em>Life is the Best type of Sarcasm</em></a>  [es] interroga-se sobre as razões pelas quais as pessoas foram à march, se são todas verdadeiramente parte da mesma equipe, se pensaram sobre o que ela significa, ou se elas apenas queriam entrar na diversão. Ele então analisa quantas facções tentaram transformar a marcha em outra coisa para satisfazer suas próprias necessidades.</p>
<blockquote><p>Me parece increíble que a estas alturas de la vida se esté tratando de politizar un movimiento tan puramente cívico como es este, que no es mas que la expresión de un pueblo, y es inaceptable que se quiera distorsionar por campañas y hasta se quiera mostrar como una farsa de los medios para apoyar el paramilitarismo…</p></blockquote>
<p class="translation"> Me parece inacreditável que a estas alturas do campeonado estejam tratando de politizar um movimento tão puramente cívico como esse, que não é mais do que a expressão de um povo, e é inaceitável que se queira distorcê-lo para satisfazer às suas campanhas e que até se queira mostrar como se fosse uma farsa montada pela mídia para apoiar o paramilitarismo …</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/medea_material/2242034595/" title="Marcha Contra las FARC en Medellín Colombia 4 de febrero 2008 by medea_material, on Flickr" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2379/2242034595_467ab8c03c_m.jpg" alt="Marcha Contra las FARC en Medellín Colombia 4 de febrero 2008" align="right" height="180" width="240" /></a></p>
<p><a href="http://enmediodelruido.blogspot.com/2008/02/tonteras.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/enmediodelruido.blogspot.com');">Mauricio Duque Arrubla</a> [es] cunhou o termo &#8220;o protesto perfeito&#8221;, referindo-se à forma como muitas pessoas queriam moldar a marcha de acordo com suas necessidades, como se para torná-la a  demonstração perfeita digna da suas presençsa, um protesto feito por encomenda. Ele tinha mencionado que talvez tivesse sido melhor  escolher apenas um inimigo comum, uma coisa simples  na qual  todos concordassem e começar a partir daí, e como ele descobriu tardiamente no site da demonstração sobre o que se tratava o dia 4 de fevereiro.</p>
<p>Patton do <em><a href="http://patton.blogdeldia.com/item/542" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/patton.blogdeldia.com');">The Country of the Sacred Heart</a></em> [es] começa admitindo que ele estava errado quanto às suas predições que as pessoas estariam polarizadas e começariam a brigar para defender seus pontos de vista, incapazes de chegar a um acordo em um assunto tão simples.</p>
<blockquote><p> Mis razones para participar de la marcha son una combinación de las que escribieron <a href="http://bluelephant.blogspot.com/2008_01_27_archive.html#246303175865555731" target="new" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/bluelephant.blogspot.com');">bluelephant</a> , <a href="http://bitacorasdebogota.blogspot.com/2008/02/nos-vemos-el-4-de-febrero.html" target="new" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/bitacorasdebogota.blogspot.com');"><strong>Luis Trejos</strong></a>, <a href="http://victorsolano.blogspot.com/2008/02/reflexiones-sobre-la-marcha-del-4-de.html" target="new" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/victorsolano.blogspot.com');">Víctor Solano</a> y <a href="http://stultaviro.com/blog/?p=398" target="new" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/stultaviro.com');">stultaviro</a> para participar (y <a href="http://www.lapatria.com/Noticias/ver_noticiaOpinion.aspx?CODNOT=31226&amp;CODSEC=13" target="new" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.lapatria.com');">otro</a>). Me gustaría que los que se opusieron a la misma leyeran los argumentos en esos 5 posts, así les de naúseas. Esto no es de blancos y negros: la consigna de la marcha era clara: NO mas FARC, no mas mentiras, no mas muertes, no mas secuestros. Excusas chimbas son las que sacaron los que se negaron a asistir alegando conspiraciones del gobierno, de la oposición y de los extraterrestres sobre los verdaderos mensajes u orígenes. Yo lo veo clarito en la página: son cuatro cositas básicas. El resto es <a href="http://www.bogowiki.org/gadejo" target="new" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.bogowiki.org');">gadejo</a>.</p></blockquote>
<p class="translation"> Minhas razões para participar da marcha são uma combinação das motivações escritas por <a href="http://bluelephant.blogspot.com/2008_01_27_archive.html#246303175865555731" target="new" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/bluelephant.blogspot.com');">bluelephant</a> , <a href="http://bitacorasdebogota.blogspot.com/2008/02/nos-vemos-el-4-de-febrero.html" target="new" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/bitacorasdebogota.blogspot.com');"><strong>Luis Trejos</strong></a>, <a href="http://victorsolano.blogspot.com/2008/02/reflexiones-sobre-la-marcha-del-4-de.html" target="new" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/victorsolano.blogspot.com');">Víctor Solano</a> e <a href="http://stultaviro.com/blog/?p=398" target="new" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/stultaviro.com');">stultaviro</a> (e <a href="http://www.lapatria.com/Noticias/ver_noticiaOpinion.aspx?CODNOT=31226&amp;CODSEC=13" target="new" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.lapatria.com');">outro</a>). Eu gostaria que todos aqueles que foram contra a marcha  lessem os argumentos dessas cinco postagens, mesmo que isso cause náuseas. Não é de brancos e negros: o significado da marcha estava claro: NÃO mais FARC, não às mentiras, às mortes, aos sequestros. Desculpas esfarrapadas são as que deram aqueles que se negaram a assistir, alegando conspirações do governo, da oposição e dos extra-terrestres quanto a mensagem verdadeira ou a origem dela. Eu vejo isso de forma clara no site deles: quatro coisinhas básicas. O resto é <a href="http://www.bogowiki.org/gadejo" target="new" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.bogowiki.org');">“gadejo”</a>. [bogotanismo para <em> ganas de joder</em>, expressão que em português equivale a punhetagem]</p>
<p><a href="http://laurbiyelorbe.blogspot.com/2008/02/crnica-de-una-marcha.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/laurbiyelorbe.blogspot.com');">DianaCats</a> [es] relatou sobre como o sistema de transportes públicos da área metropolitana entrou em colapso devido ao grande número de pessoas que foram à marcha.</p>
<blockquote><p>El Metro pasó lleno y entramos a presión; alguien dijo que parecía un tren de Tokio en invierno, porque había hasta gente empujando desde afuera para que pudieran cerrar las puertas; también nos enteramos de que en la estación Industriales fue tanta la cantidad de gente haciendo fila con tiquete que se les salió de las manos y tuvieron que dar paso libre a todos. Finalmente llegamos a la estación de Berrío, como sardinas enlatadas.</p></blockquote>
<p class="translation"> O metrô passou completamente cheio e entramos na base da pressão;  alguém disse que parecia mais um trem de Tóquio  no inverno, porque ainda havia gente empurrando do lado de fora para que as portas pudessem fechar,  também descobrimos que na estação Industriales o grande número de pessoas fazendo fila com um bilhete ficou tão fora de controle que tiveram apenas que deixar todos entrarem gratuitamente. Finalmente, chegamos na estação de Berrío, como  sardinhas enlatadas.</p>
<p><a href="http://fabricadecosas.com/en/?p=6" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/fabricadecosas.com');">Jorge Montoya</a> escreveu:</p>
<blockquote><p>In the news i see a woman asked for her motivation to attend the march: “Have you been a direct victim of the FARC?”. And she responds: “Yes, because I am Colombian”.</p>
<p>That is solidarity. I remain with that phrase that as much has moved to me and that it calls to us to not being indifferent: In my family there are 3,200 kidnapped.</p></blockquote>
<p class="translation">Nas notícias, vi uma mulher sendo entrevistada sobre a  motivação para participar da marcha: &#8220;Você foi atingida diretamente pelas FARC?&#8221;. E ela responde: &#8220;Sim, porque eu sou colombiana&#8221;. Isso é solidariedade. Continuo com aquela frase que tanto me emocionou e que  exige que não sejamos indiferentes: em minha família há 3.200 raptados.</p>
<p>Blogueiros fotógrafos também fizeram um trabalho completo. <a href="http://vagabundosvip.blogspot.com/2008/02/fotos-marcha-no-ms-farc.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/vagabundosvip.blogspot.com');">Raul Harper tem fotos</a>, <a href="http://www.flickr.com/photos/pattoncito/sets/72157603849581912/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">Patton tem outras</a> de Bogotá, <a href="http://www.flickr.com/photos/datalove/sets/72057594068443151/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">Datalove de Bogotá também</a>, Apeláez tirou algumas incluindo de <a href="http://doblemachete.blogspot.com/2008/02/sal-marchar-y-mirar-como-era-la-cosa.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/doblemachete.blogspot.com');"> uma facção skinhead na manifestação</a>, <a href="http://www.flickr.com/photos/tboterov/2242017369/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">Tomás Botero Vargas tirou fotos da marcha de Caracas, na Venezuela</a>, Cinealoido tem <a href="http://www.flickr.com/photos/cinealoido/2242910222/in/photostream/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">imagens de bonecos na marcha de Medellín</a>, <a href="http://www.flickr.com/photos/mariacecita/2243350724/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">Mariacecita tirou fotos da marcha na cidade de Cali</a>, e há <a href="http://www.flickr.com/search/?q=FARC&amp;s=rec" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">centenas de outras</a>, em apenas uma olhada.</p>
<p>Tem também muitos <a href="http://youtube.com/results?search_query=farc&amp;search_sort=video_date_uploaded" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/youtube.com');">videos disponibilizados no YouTube sobre as manifestações anti FARC em todo o mundo</a>.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/02/2243350174_a7705a57d7.jpg" alt="Picture by Mariacecita" /></p>
<p align="center"><em><small><a href="http://flickr.com/photos/mariacecita/2243350174/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/flickr.com');">Foto de  Mariacecita</a>, usada sob licença da Creative Common.</small></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bahrain: Encontro com garota iraquiana na Síria</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/09/12/bahrain-encontro-com-garota-iraquiana-na-siria/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Sep 2007 17:51:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A blogueira de Bahrain do One in a Million [Ar] esteve recentemente na Síria, onde ela conheceu uma garota iraquiana que a deu muito o que refletir sobre as condições dos refugiados iraquianos e a dor que a guerra do Iraque trouxe para eles.
One in a Million visitou o túmulo deSayeda Zeinab, neta de Profeta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A blogueira de Bahrain do <em><a href="http://million.bahblog.net/2007/08/24/%d8%b2%d9%8a%d9%86%d8%a8/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/million.bahblog.net');">One in a Million</a></em><span> [Ar] esteve recentemente na Síria, onde ela conheceu uma garota iraquiana que a deu muito o que refletir sobre as condições dos refugiados iraquianos e a dor que a guerra do Iraque trouxe para eles.</span></p>
<p><em>One in a Million</em> visitou o túmulo de<a href="http://www.sacred-destinations.com/syria/damascus-shrine-of-zeinab.htm" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.sacred-destinations.com');"><span lang="PT-BR">Sayeda Zeinab</span></a><span lang="PT-BR">, neta de </span><a href="http://www.answers.com/topic/who-was-the-prophet-muhammed" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.answers.com');"><span lang="PT-BR">Profeta Mohammed</span></a><span> <span lang="PT-BR">e filha de </span></span><a href="http://www.answers.com/Imam%20Ali" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.answers.com');"><span lang="PT-BR">Imam Ali</span></a><span lang="PT-BR">, em Damasco – um túmulo sagrado para mu</span><span lang="PT">çulmanos do</span><span lang="PT"> </span><a href="http://www.answers.com/Shia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.answers.com');"><span lang="PT-BR">Shia</span></a><span> <span lang="PT-BR">[todos En]. <o:p></o:p></span></span></p>
<blockquote>
<p class="arabic" align="right" lang="ar">بين صلاة المغرب و العشاء، قررت أن أسترق النظر في أرجاء الحرم المطهر و أن أملأ عينيّ بالمشاهد حولي. فهنا رجل<br />
طاعن في السن قد جلس ليقرأ الزيارة المفجعة و عيناه تسترسلان بالدموع طالباً رحمة ربه، و هناك نساء من شبه القارة<br />
الهندية قد تحلقن حول مقرئ يتلو عليهن ما جرى على العقيلة في كربلاء.<br />
أخذت نفساً عميقاً لأملأ رئتي بالهواء العليل الذي لا يهب إلا في مشاهد العصمة و الطهارة.<br />
استدرت حولي لتسجل ذاكرتي جميع التفاصيل و لتسجل ذاكرتي أنني قد أديت صلاتي في ليلةٍ صيفيةٍ في إحدى أطهر بقاع الأرض.<br />
و بينما أنا في هذه الحالة الوجدانية، فاجأتني طفلة صغيرة قد تكون ابنة سبع أو ثمان سنوات. حملقت في وجهي و بادرتني<br />
بالسؤال على استحياء: ” إنتو من البحرين؟</p>
<p>“Entre oradores de <a href="http://www.answers.com/topic/maghrib" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.answers.com');">Maghreb</a> e <a href="http://www.answers.com/topic/isha-a" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.answers.com');">Isha</a>, decidi dar uma olhada de perto no túmulo sagrado e encher meus olhos com as cenas ao meu redor. Vi um senhor de idade lendo o assustador <a href="http://atheism.about.com/library/glossary/islam/bldef_ziyara.htm" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/atheism.about.com');">ziyara</a>, com os olhos cheios d’água, ele rezava pelo perdão de Allah. Tinha também mulheres do subcontinente indiano, que estavam ao redor de um leitor que contava a elas o que aconteceu com Zainab em <a href="http://www.answers.com/Karbala?cat=travel" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.answers.com');">Karbala</a>. Eu respirei fundo e enchi meus pulmões com a brisa de castidade e pureza que só existe em lugares como esse. Eu virei para registrar na memória que eu tinha feito minhas orações em uma noite calma em um dos cantos mais castos da Terra. Enquanto eu estava no transe, eu fui surpreendida por uma garotinha de não mais que 8 anos. Ela olhou para mim e perguntou: ‘Você é de Bahrain?’”, ela escreve [todos os links em EN].</p></blockquote>
<blockquote>
<p class="arabic" align="right" lang="ar">سؤالها عادي جداً، بل أصبح سؤالها معتاداً بالنسبة لي في بلاد الشام.<br />
أجبتها بالإيجاب و دار بيننا حديث مقتضب لأكتشف أن الفتاة عراقية أجبرت على العيش مع أهلها في سوريا هرباً من الحمام الدموي العراقي.<br />
كم أهوى الشاعرية في اللهجة العراقية.<br />
قررت أن أقوم بعدها لصلاة العشاء. جلست الصغيرة بجانبي و لا زالت تنظر إلي بنظراتٍ لم أعرف سرها. نظراتها مختلفة، اختلطت فيها البراءة و الحزن و معانٍ أخرى لم أكد أصل إليها.<br />
سألت الصغيرة عن اسمها فأجابتني: “زينــب”.<br />
زين أب.. زينب، في حرم السيدة زينب.<br />
لم تفارقني الطفلة فدعوتها إلى الصلاة معي. صلاتي كانت قصراً، و أثار استغرابي أنها صلّت قصراً معي</p>
<p>“A pergunta foi era normal, na verdade uma pergunta que sempre é feita para nós do <a href="http://www.answers.com/Levant?cat=travel" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.answers.com');">Levant</a>. Eu respondi a ela e tivemos um rápido bate-papo no qual eu descobri que ela era do Iraque e tinha sido forçada a viver na Síria com a família, que escapou do banho de sangue no Iraque. Como eu amo a sonoridade poética do sotaque iraquiano. Decidi, depois, que eu faria minhas orações de Isha enquanto a garota continuava sentada perto de mim e olhando por um motivo que eu não sabia. Os olhares dela era diferentes – uma mistura de inocência, tristeza e outros significados que eu pude entender completamente. Eu perguntei à garota o nome dela e ela respondeu: ‘Zainab’. <span>Zain Ab.. Zainab do Túmulo de Senhora Zainab. </span><span lang="PT-BR">A garota não queria me deixar então eu a convidei para rezar comigo. Minha oração era uma Qasr (ao viajar longas distâncias, pode-se resumir algumas orações, prática chamada de qasr) <span> </span>e ei fiquei surpresa que ela rezou o Qasr também”, ela explica.</span></p></blockquote>
<blockquote>
<p class="arabic" align="right" lang="ar">بعد التسليم.. لمعت دمعة يتيمة في عينيها و دنت مني و همست في أذني: ” ما عدكم ثياب زيادة؟”<br />
قالتها بصوتٍ خافت لم أكد أسمعه. لم ترد أن تبين لكل من هناك أنها بحاجة إلى ملابس. لم تكن تريد أن يسمعها الناس.<br />
قالتها باستحياء عظيم و رأسها مطرق في الرخام الذي يزين أرضية الحرم.<br />
قلت لها باستفهام و فضول: “ليش؟”<br />
رفعت رأسها إلى السماء و في عينيها ألف نجمة و ألف دمعة.<br />
قالت بصوتٍ كسير.. ” أبويه راح العراق من ست أشهر و لحين ما رجع”.<br />
كادت أن تهرب دمعة حبيسة من عينها لكنها خنقتنها بين مقلتيها</p>
<p>Depois das nossas orações, percebi uma lágrima em seus olhos e então ela se aproximou de mim e sussurrou: ‘Você tem roupas sobrando?’ Ela disse isso em uma voz tão baixa que eu quase não consegui ouvir. Ela não queria que as pessoas ao nosso redor soubessem que ela precisava de roupas. <span>Ela não queria que as pessoas a ouvissem. </span><span lang="PT-BR">Ela disse isso com uma timidez, com a cabeça baixa, olhando para o chão de mármore do túmulo. Eu perguntei de curiosidade: ‘Por que?’ Ela levantou a cabeça para os céus e em seus olhos estavam milhares de estrelas e lágrimas. Com uma vozinha interrompida, ela disse: ‘Meu pai foi para o Iraque seis meses atrás e não voltou ainda.’ Uma lágrima estava para escapar de seus olhos, mas ela a escondeu.” </span></p></blockquote>
<blockquote>
<p class="arabic" align="right" lang="ar">و عرفت حينها أنها ليست كغيرها من الأطفال هناك.<br />
لم تكن تشحذ المال أو الملابس من غيرها بعلانية. لم تكن تتبع الزوار و تمد يد الحاجة لهم.<br />
استغرقت وقتاً طويلاً حتى يخرج السؤال من بين شفتيها.<br />
كم هو مرٌ الفقر، و كم هي صعبة الحاجة.<br />
و كم هو قاسٍ هذا العالم الذي لا يُنصف الصغيرة زينب.<br />
مسحت رأسها الصغير بسرعة و أنا أفكر في قرارة نفسي.. كيف سيرجع والدها؟ متى سيعود؟ بل هل سيعود أبداً؟<br />
هناك ألف ألف زينب بيننا.. لكننا لا ندرك ذلك.<br />
زينب ضاعت وسط الزحام و معها ضاعت آخر ذرات إيماني بهذا العالم.</p>
<p>“Eu me dei conta que ela não era como as outras crianças. Ela não estava pedindo esmolas ou vestida da mesma forma que as outras. Ela não estava seguindo os visitantes pelo túmulo e estendendo suas mãos para eles. Ela demorava muito para pedir. <st1:city w:st="on"><st1:place w:st="on"><span>Como</span></st1:place></st1:city><span> a pobreza é amarga! </span><span lang="PT-BR">E como é difícil passar necessidades. E que mundo miserável é esse que não é justo com Zainab! Eu segurei a cabecinha dela e pensei comigo mesma se o pai dela voltará um dia? Existem milhares de Zainabs entre nós mais não sabemos disso. Zainab está perdida nessa congestão e com ela eu perdi toda a fé nesse mundo.”</span></p></blockquote>
<p class="MsoNormal" align="right"><em>(texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>)</em></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</em></p>
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		<title>Japão: A vida morando em um Manga Kissa</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/08/30/japao-a-vida-morando-em-um-manga-kissa/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Aug 2007 11:24:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>

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		<description><![CDATA[Um relatório [Jp] que acaba de ser lançado pelo Ministro da Saúde, Trabalho e Bem-Estar do Japão revela que o tão falado fenômeno de “moradia em internet café” [En], um termo controverso [En] usado em referência a pessoas desabrigadas que dormem em internet cafes ou nos chamados “manga kissa” [En], afeta milhares de pessoas no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um <a href="http://www.mhlw.go.jp/houdou/2007/08/h0828-1.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.mhlw.go.jp');">relatório</a> [Jp] que acaba de ser lançado pelo Ministro da Saúde, Trabalho e Bem-Estar do Japão revela que o tão falado fenômeno de “<a href="http://www.beforevisitingjapan.com/2007/07/04/net-cafe-nanmin/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.beforevisitingjapan.com');">moradia em internet café</a>” [En], um termo <a href="http://www.japannewsreview.com/society/national/20070829page_id=1880" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.japannewsreview.com');">controverso</a> [En] usado em referência a pessoas desabrigadas que dormem em internet cafes ou nos chamados “<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Manga_cafe" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">manga kissa</a>” [En], afeta milhares de pessoas no Japão. Mesmo que <a href="http://www.asahi.com/english/Herald-asahi/TKY200704300043.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.asahi.com');">acredite-se que seja frequente</a> [En], esse relatório é o primeiro a apresentar números sobre o fenômeno, estimando que <a href="http://mdn.mainichi-msn.co.jp/national/news/20070828p2a00m0na013000c.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/mdn.mainichi-msn.co.jp');">mais de 5.400 pessoas regularmente passam as noites em internet cafés</a> [En]. Como uma alternativa a opções mais caras, como hotéis e pousadas, internet cafés oferecem salas privadas, baratas, com acesso a internet, revistas em quadrinhos, refeições e em alguns casos até mesmo chuveiros. A vida em locais como esses, no entanto, é <a href="http://wanderlustinjapan.blogspot.com/2007/06/new-wave-of-homeless-young-professional.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/wanderlustinjapan.blogspot.com');">normalmente amarga</a> [En], como muitos caindo em um círculo vicioso, tendo dificuldades p