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	<title>Global Voices em Português &#187; LGBT</title>
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	<description>O mundo está falando. Você está ouvindo?</description>
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		<title>Uganda: Blogueiros discutem projeto de lei anti-gay</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/10/23/uganda-blogueiros-discutem-projeto-de-lei-anti-gay/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/10/23/uganda-blogueiros-discutem-projeto-de-lei-anti-gay/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 19:31:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cilene Dutra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Feature]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

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		<description><![CDATA[Um projeto de lei na Uganda pretende criminalizar a homossexualidade e punir com sentença de morte ou prisão perpétua. Enquanto aguarda aprovação do presidente, os blogueiros discutem a polêmica sobre o projeto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/haute-haiku/">Haute Haiku</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/cilenedutra/'>Cilene Dutra</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/10/20/uganda-bloggers-discuss-anti-gay-bill/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div>
<p>O projeto de lei anti-gay ugandês foi apresentado ao parlamento e agora espera a assinatura do presidente Yoweri Museveni para tornar a homossexualidade oficialmente ilegal. O código anterior não era claro, mas agora o projeto, chamado de <a href="http://gayuganda.blogspot.com/2009/10/anti-homosexuality-bill-2009.html">&#8220;Projeto de Lei Anti-Homossexualidade 2009&#8243;</a> apresentado pelo parlamentar David Bahati declara qualquer ato ou tendência homossexual passível de <a href="http://gayuganda.blogspot.com/2009/10/let-me-see.html">pena de morte ou prisão</a>.<em> </em>O blogueiro<em> </em>gay-ugandan (gug)<em> </em>do blog<strong><a href="http://gayuganda.blogspot.com/2009/10/anti-homosexuality-bill-2009.html"><em> </em></a></strong><a href="http://gayuganda.blogspot.com/2009/10/anti-homosexuality-bill-2009.html"><em>The Uganda</em></a><a href="http://gayuganda.blogspot.com/2009/10/anti-homosexuality-bill-2009.html"><em>n</em></a> [en] escreve:</p>
<blockquote><p>The multiple laws that I will be breaking as soon as the president signs this law. Well, our detractors had already said that we would be stiffed with a tougher law, but this goes way beyond that. If I attempt to commit the offense… (god, the number of times that I have made passes and they have been rejected!) Each of those times was worth 7 years in jail. Good heavens!!!! Before, we could be liable to life imprisonment. gug hereby declares that, when the President of the Republic signs this law, gug will be liable to the death penalty… because I and my lover are serial offenders, breaking this law.</p></blockquote>
<div class="translation">Vou quebrar tantas leis assim que o presidente assinar essa lei. Bem, nossos detratores já haviam dito que seríamos encurralados por uma lei mais severa, mas essa passa dos limites. Se eu tentar cometer a ofensa&#8230; (meu deus, o número de vezes em que eu fiz tentativas, mas elas foram rejeitadas!) Cada uma daquelas vezes valia 7 anos na cadeia. Céus! Antes, éramos sujeitos à prisão. O <em>gug</em> aqui declara que, quando o Presidente da República assinar a lei, ele estará sujeito à pena de morte&#8230; pois eu e meu amante somos infratores em série quebrando essa lei.</div>
</div>
<div>Mais adiante, o projeto de lei proíbe a adoção por casais gays. Qualquer pessoa que ajude, promova ou aconselhe qualquer ato homossexual poderá pegar até sete anos de prisão ou o risco de fiança de<strong> </strong>100m xelins (aproximadamente R$ 91 mil). O projeto aponta os efeitos nocivos da homossexualidade da seguinte forma:</div>
<div>
<blockquote><p>Research indicates that the homosexuality has a variety of negative consequences including higher incidences of violence, sexually transmitted diseases, and use of drugs. The higher incidence of separation and break-up in homosexual relationships also creates a highly unstable environment for children raised by homosexuals through adoption or otherwise, and can have profound psychological consequences on those children. In addition, the promotion of homosexual behavior undermines our traditional family values.<br />
Given Uganda’s historical, legal, cultural and religious values which maintain that the family, based on marriage between a man and a woman is the basic unit of society. This Bill aims at strengthening the nation’s capacity to deal with emerging internal and external threats to the traditional heterosexual family. These threats include: redefining human rights to elevate homosexual and transgender behavior as legally protected categories of people.<br />
There is also need to protect our children and youths who are made vulnerable to sexual abuse and deviation as a result of cultural changes, uncensored information technologies, parentless child developmental settings and increasing attempts by homosexuals to raise children in homosexual relationships through adoption, foster care, or otherwise.</p></blockquote>
<div class="translation">Pesquisas indicam que a homossexualidade provoca maior incidência de violência, doenças sexualmente transmissíveis e o uso de drogas. A maior incidência de separações em relacionamentos homossexuais também cria um ambiente altamente instável a crianças criadas por homossexuais pela adoção ou de outra maneira e pode causar conseqüências psicológicas profundas nessas crianças. Ademais, a promoção do comportamento homossexual mina os valores de nossa família tradicional.<br />
Os valores históricos, legais, culturais e religiosos de Uganda  afirmam que a família, baseada no casamento entre um homem e uma mulher, é a unidade básica da sociedade. Esse projeto de lei pretende fortalecer a capacidade da nação de lidar com ameaças insurgentes internas ou externas à família heterossexual tradicional. Essas ameaças incluem: redefinir os direitos humanos para elevar o comportamento homossexual ou transgênero como categorias de pessoas legalmente protegidas .<br />
Há também uma necessidade de proteger nossas crianças e jovens que estão vulneráveis ao abuso sexual e desvio como resultado das mudanças culturais, tecnologias de informação sem censura, padrões de criação de crianças sem pais e o aumento de tentativas de adoção por casais homossexuais, assistência social, entre outros.</div>
<p>Produtores, editores e distribuidores de material contendo homossexualidade, especialmente se for lucrativo, e ONGs terão seu certificado ou registro cancelados e o diretor da instituição estará sujeito a sete anos de prisão. Isso inclui <a href="http://gayuganda.blogspot.com/2009/10/let-me-see.html">blogs gays em Uganda</a>:</p>
<blockquote><p>Poor sympathizers. You are not left to love us. No, all lovers of gays, and gays in Uganda will suffer, and be punished by this law. Any press conferences? Not by gay Ugandans. You see, we are a pariah people that will never be like all other Ugandans. Ha ha ha ha ha!<br />
Oh, the gayuganda blog is one of the things which are illegal, as per that bill. I am furiously promoting homosexuality on this blog, complaining about a law like this. So, 5 years in prison, and my (non existent) bank balance will be set back by 100M Uganda shillings…! And the people who dare to give us condoms and lubricant for sex… Or, if you dare to have an HIV prevention program for homosexuals in Uganda… or even try to teach safer sex. Well, the penalties are stiff. Very stiff. Jail, and jail and other things.</p></blockquote>
<div class="translation">
<p>Pobres simpatizantes. Vocês não foram poupados. Não, todos os simpatizantes e gays de Uganda vão sofrer e serão punidos por essa lei. Alguma conferência da imprensa? Não dos ugandeses gays. Vejam vocês, somos os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dalit">párias</a> que nunca serão como os outros ugandeses. Ha ha ha ha ha!</p>
<p>E o blog <em>gayuganda</em> é uma das coisas ilegais de acordo com o projeto de lei. Estou promovendo a homossexualidade furiosamente neste blog, protestando contra uma lei como essa. Então, 5 anos de prisão e meu saldo bancário voltará aos 100m xelins ugandeses! E aqueles que se atrevem a nos dar preservativos e lubrificantes&#8230; ou aqueles que se atrevem a ter um programa de prevenção de HIV para homossexuais em Uganda&#8230; ou mesmo aqueles que tentam instruir sobre o sexo seguro. É, as penas são severas. Bem severas. Cadeia, cadeia, entre outras coisas.</div>
<p>Eis os objetivos do projeto de lei:</p>
<blockquote><p>3.1. The objectives of the Bill</p>
<p>The objectives of the Bill are:</p>
<p>(a) To protect marriage as that only between a man and a woman in Uganda;</p>
<p>(b) To prohibit homosexual behavior and related practices in Uganda as they constitute a threat to the traditional family;</p>
<p>(c) To safeguard the health of Ugandan citizens from the negative effects of homosexuality and related practices;</p>
<p>(d) To establish progressive legislation protective of the traditional family that can serve as a model for other countries;</p>
<p>(e) To prohibit ratification of any international treaties, conventions, protocols and declarations which are contrary or inconsistent with the provisions of this Act;</p>
<p>(f) To ensure that no international instruments to which Uganda is already a party can be interpreted or applied in Uganda in a way that was never intended at the time the document was created;</p>
<p>(e) To withdraw from any international agreements to which Uganda already is a party, or file reservations to them, which are re-interpreted to include protection for homosexual behavior, or that promote same-sex marriage, or that call for the promotion or teaching about homosexuality as being healthy, normal, or an acceptable lifestyle choice, or that seek to establish sexual behavior, sexual orientation, or gender identity, or sexual minorities as legally protected categories of people; and</p>
<p>(f) To prohibit Uganda from becoming a party to any new international instruments that expressly include protection for homosexual behavior; promote same-sex marriage; call for the promotion or teaching about homosexuality or homosexual relations as being healthy, normal, or an acceptable lifestyle choice; and/or seek to establish sexual behavior, sexual orientation, gender identity or sexual minorities as legally protected categories of people</p></blockquote>
<div class="translation">3.1 Objetivos do Projeto de Lei<br />
Os objetivos do Projeto de Lei são:</p>
<p>(a) Proteger o casamento como sendo apenas aquele entre um homem e uma mulher em Uganda;</p>
<p>(b) Proibir comportamento homossexual e práticas correlatas em Uganda uma vez que constituem uma ameaça para a família tradicional;</p>
<p>(c) Salvaguardar a saúde dos cidadãos ugandeses contra os efeitos negativos da homossexualidade e práticas correlatas;</p>
<p>(d) Estabelecer uma legislação progressiva defensora da família tradicional que sirva de modelo a outros países;</p>
<p>(e) Proibir a ratificação de quaisquer tratados internacionais, convenções, protocolos e declarações que sejam contrários ou inconsistentes com as disposições deste Ato;</p>
<p>(f) Assegurar que nenhum instrumento internacional do qual Uganda já faça parte possa ser interpretado ou aplicado em Uganda fora das intenções de quando foi criado o documento;</p>
<p>(g) Cancelar a participação de Uganda em quaisquer acordos internacionais, ou reservas de arquivos desses, que sejam reinterpretados para incluir proteção ao comportamento homossexual ou que promova casamento entre pessoas de mesmo sexo ou com apelos à promoção ou ensino sobre a homossexualidade como ato saudável, normal ou como estilo de vida aceitável ou que busquem estabelecer um comportamento, orientação sexual ou identidade de gênero ou minorias sexuais como categorias de pessoas legalmente protegidas; e</p>
<p>(h) Proibir Uganda de participar de qualquer novo instrumento internacional que inclua expressamente o comportamento homossexual; promova casamento entre pessoas de mesmo sexo; exija a promoção ou ensino sobre homossexualidade ou relações homossexuais como práticas saudáveis, normais ou estilo de vida aceitável; e/ou busque estabelecer comportamento ou orientação sexual, identidade de gênero ou minorias sexuais como categorias de pessoas protegidas.</p></div>
<p>O blog<em> Gay Ugandan</em> <a href="http://gayuganda.blogspot.com/2009/10/let-me-see.html">insiste que tomem a causa</a> com ele e pergunta se ele merece morrer por causa disso:</p>
<blockquote><p>If you are outside the country, why, that is very good. Your congregation can be made aware of all the good things that some Christians in Uganda wish some sinners called gay Ugandans. I am sure your outrage will help. A letter, a protest match, questions to leaders of Uganda, religious and otherwise traveling outside the country. This is a moral question, how can they justify killing me because I am gay, living in a gay relationship with another gay man?</p>
<p># Ok, what of gay people in other countries. You are our friends. Yes, we dare to ask our gay brothers and sisters for help, especially when our countrymates believe we should be patriotic enough to ‘die’ in the name of their moral uprightness, for god and country.<br />
Tell your local gay group about it.<br />
Organise protests, big and small. Educate any who doesnt know about it.<br />
Write letters of protest. Be courteous, (the framer of the bill says that we homosexuals want to kill him. He says we have already written him ‘threatening’ letters.)</p></blockquote>
<div class="translation">Se você está fora do país, bom para você. Sua congregação pode ficar informada sobre todas as coisas boas que alguns cristãos de Uganda desejam aos pecadores chamados gays de Uganda. Estou certo de que sua indignação vai nos ajudar. Uma carta, uma marcha de protesto, uma lista de perguntas aos líderes ugandeses religiosos e outros viajando fora do país. É uma questão moral. Como podem justificar minha morte por eu ser gay e ter um relacionamento gay?</p>
<p>#Então, quanto aos gays de outros países, vocês são nossos amigos. Sim, atrevemo-nos a pedir ajuda a nossos irmãos e irmãs gays, principalmente se nossos conterrâneos acreditam que deveríamos ser patriotas o bastante para &#8216;morrer&#39; pela sua retidão moral, por seu deus e pelo país.</p>
<p>Fale sobre isso com seu grupo gay local. Organize protestos pequenos ou grandes. Instruam aqueles que não sabem nada sobre, escrevam cartas de protesto, sejam corteses (o organizador do projeto de lei diz que nós homossexuais queremos matá-lo e que ele recebeu &#8216;cartas de ameaça&#39;.)</p></div>
<p><a href="http://afrogay.blogspot.com/"><em>Afrogay</em></a> [en], outro blog ugandês, compara o governo de Uganda aos nazistas, dizendo que a hora de <a href="http://afrogay.blogspot.com/2009/10/anti-gay-law-not-necessary-opposition.html">dar o sinal de parar é agora</a>:</p>
<blockquote><p>Again, as I have argued here and elsewhere, we are best advised to keep our powder dry for the real battle if the bill is ever passed and signed into law. So, I for one don&#39;t plan on saying too much about the nuts and bolts of what is wrong with it. And the reason is simple: if we point out what is wrong with it now, our detractors will use what we say to clean up the bill. Best then to shout foul as loud as we can on the discriminatory elements of the bill without guiding them around the glaring technical, legal, constitutional and human rights minefield they are sleep-walking towards with this bill.</p></blockquote>
<div class="translation">
<p>Mais uma vez, como argumentei aqui e em outros lugares, somos aconselhados a economizar esforços para a verdadeira batalha se esse projeto for assinado. Por isso, não pretendo falar sozinho do que há de errado no projeto. O motivo é simples: se apontarmos o que há de errado, nossos detratores usarão o que dissemos para por o projeto em ordem. O melhor seria praguejar o mais alto que pudermos contra os elementos discriminatórios desse projeto de lei sem guiá-los no âmbito técnico, legal, constitucional e no campo minado dos direitos humanos por onde andam como sonâmbulos.&#8221;</p></div>
<p>Um blogueiro nigeriano, <em>Anengiyefa, </em>acha que o projeto de lei tem falhas e que o painel que o fez ignora o que é a homossexualidade. Ele diz que a homossexualidade não pode ser uma ofensa, que não se pode punir alguém por ter <a href="http://thingsifeelstronglyabout.blogspot.com/2009/10/ugandas-homophobic-frenzy.html">sentimentos sexuais por outra pessoa:</a></p>
<blockquote><p>&#8220;Mr Bahati goes on to demand the death penalty for what he calls “aggravated homosexuality”. I read this and I wondered if the said Mr Bahati has ever had the opportunity to sit inside a classroom in his life, given that unless he is starkly illiterate, he ought to know that there are no law books in any Common Law jurisdiction, (including Uganda), that refer to an offense known as ‘homosexuality&#39;. Homosexuality cannot be an offense! You cannot make it an offense and punish a person for having feelings of sexual and emotional attraction towards others of the same gender. You cannot prove ‘homosexuality&#39; in a court of law to the standard of proof that is required in a criminal court.&#8221;</p></blockquote>
<div class="translation">
<p>O Sr. Bahati continua a exigir pena de morte para o que ele considera &#8220;homossexualidade provocada&#8221;. Li isso e pensei se o dito Sr. Bahati sentou numa sala de aula alguma vez na vida, já que, a não ser que seja decididamente analfabeto, ele tem a obrigação de saber que não existe qualquer livro de direito em qualquer jurisdição de direito comum (incluindo em Uganda) que faça referência a uma ofensa chamada &#8220;homossexualidade&#8221;. Homossexualidade não pode ser considerada ofensa! Não podem torná-la uma ofensa e punir alguém por sentir atração emotiva e sexual por outro do mesmo sexo. Não se pode provar &#8216;homossexualidade&#39; numa corte para o nível de evidência como exigido numa corte criminal.</p></div>
<p><em>Anengiyefa </em>percebe que Uganda acabou de ver a <a href="http://thingsifeelstronglyabout.blogspot.com/2009/10/ugandas-homophobic-frenzy.html">hipocrisia dos membros do parlamento</a> que se uniram e estão prestes a passar a lei vitimizando a homossexualidade em nome da moralidade: isso mostra por que o sistema está tão ansioso para criminalizar o sexo consensual entre dois adultos do mesmo sexo, omitindo questões importantes como violência étnica, tribalismo, AIDS, estupro de crianças etc:</p>
<blockquote><p>This outbreak of frenzied homophobia is the epitome of the hypocrisy that pervades political life in Africa. At a time when expensive legislative time should be judiciously expended on the issues that really matter to the people of the country; when Ugandan lawmakers and the Ugandan government should be concerned about the welfare of vulnerable Ugandans, (including those same-gender loving men and women in their society, who are susceptible to wanton physical abuse and discrimination); when the Ugandan authorities should be looking to protect those of the country&#39;s citizens whose welfare is their responsibility; when the challenges that face our continent in this 21st Century are enormous; what we hear of instead is an Anti-Homosexuality Bill being introduced to Parliament. This bill is deemed necessary according to the MP David Bahati who introduced it. He claims that the purpose of the bill is to protect children and the &#8216;traditional family&#39;.</p></blockquote>
<div class="translation">
<p>Esse surto de homofobia frenética é a epítome da hipocrisia que impregna a vida política na África. Quando o valioso tempo legislativo deveria ser gasto judicialmente nos problemas que realmente importam ao povo, quando os legisladores e o governo de Uganda deveria estar preocupado com o bem-estar de ugandeses vulneráveis (incluindo homossexuais que são suscetíveis a discriminação e abuso físico injustificados), quando autoridades ugandesas deveriam estar buscando proteger os cidadãos, cujo bem-estar é responsabilidade deles, quando os desafios que encaram nosso continente no século 21 são enormes; o que recebemos, ao invés disso, é um projeto de lei Anti-Homossexuais no parlamento. De acordo com David Bahati, que sugeriu o projeto de lei, ele é necessário para proteger as crianças e a dita &#8216;família tradicional&#39;.</p></div>
</div>
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		<title>Japão: Preocupações sobre a propagação do HIV/AIDS</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/09/16/japao-preocupacoes-sobre-a-propagacao-do-hivaids/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/09/16/japao-preocupacoes-sobre-a-propagacao-do-hivaids/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 15:12:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Casaes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há algumas estatísticas alarmantes sobre a propagação do HIV/AIDS no Japão. Enquanto no resto do mundo desenvolvido os casos de infecção diminuem de acordo com a UNAIDS, o Japão parece ser o único país em que o número de soropositivos e indivíduos infectados com AIDS continua aumentando.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/scilla-alecci/">Scilla Alecci</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/diegocasaes/'>Diego Casaes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/09/13/japan-worries-about-spread-of-hiv-and-aids/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="attachment_4378" class="wp-caption alignright" style="width: 85px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alephnaught/69058351/"><img class="size-full wp-image-4378" title="AIDS-75x75" src="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/09/AIDS-75x75.jpg" alt="Por alephnaught no Flickr." width="75" height="75" /></a><p class="wp-caption-text">Por alephnaught no Flickr.</p></div>
<p>Há algumas estatísticas alarmantes sobre a <a href="http://www.upi.com/Health_News/2009/02/19/Japan-HIV-AIDS-cases-reach-all-time-high/UPI-42541235062386/">propagação do HIV/AIDS</a> [en] no Japão. Enquanto no resto do mundo desenvolvido os casos de infecção diminuem de acordo com a <a href="http://www.unaids.org/en/default.asp">UNAIDS</a> [en], o Japão parece ser <a href="http://www.asahi.com/health/essay/TKY200903240366.html">o único país</a> [ja] em que o número de soropositivos e indivíduos infectados com AIDS continua aumentando.</p>
<p>De acordo com o AIDS Trend Committee [Comitê de Tendências sobre a AIDS], 2008 foi o ano com o maior número de casos registrados: 432 pessoas foram diagnosticadas com AIDS e 1113 como soropositivas. Até agora as <a href="http://api-net.jfap.or.jp/mhw/survey/mhw_survey.htm">estatísticas para 2009</a> [ja] não são tranquilizantes: para o mês de junho, 249 pessoas foram diagnosticadas soropositivas e 124 com AIDS.</p>
<p>Os pacientes são na maioria homens, homossexuais e com idade em torno de 20 e 30 anos. Dentre as causas, frequentemente é citada a falta de informação e a necessidade de campanhas para sensibilizar as pessoas sobre o problema, especialmente na comunidade gay.</p>
<p>Enquanto organizações como a <a href="http://www.wadsjapan.net/wadsinfo.php">WADS</a> [ja], <a href="http://www.jfap.or.jp/">JFAP</a> [ja], dentre outras, buscam ampliar a sensibilidade do público sobre a causa entre jovens e jovens adultos, as políticas governamentais não se provaram efetivas até o momento. Com as recentes eleições gerais e o novo governante do Partido Democrático, há esperança de que as políticas que envolvem questões sobre HIV/AIDS serão consideradas com mais seriedade, embora nenhum dos partidos tenha destinado atenção ao problema em seus manifestos. Um comentário anônimo no blog da <a href="http://www.asajp.jp/">AIDS &amp; Society Association</a> [jp] <a href="http://asajp.at.webry.info/200908/article_1.html">evidencia</a> este ponto:</p>
<blockquote><p>今回の総選挙の論戦からエイズ対策は消されてしまったんですね。ああ、そうですか、それが日本の政治の意思ですか、といっ たやりきれない印象です。世界中でエイズに関する国際会議が開かれ、日本政府も加わったさまざまな宣言や声明が発表されるたびに強調されてきた「政治の リーダーシップ」は、現在の日本国内ではこういう姿で表現されている。これでいいのでしょうか、いや、いいわけがない！　ということで、反語的怒りをふつ ふつと感じつつも、それをぐっと抑え、日本ＨＩＶ陽性者ネットワークＪａＮＰ＋、エイズ＆ソサエティ研究会議など国内のエイズ関連ＮＧＯのネットワーク４ 団体が各政党に対しエイズ政策に関する公開質問を行っています。</p></blockquote>
<div class="translation">
<div>As medidas contra a AIDS desapareceram do debate eleitoral. Hmm, então imagino que essa será a intenção do governo japonês? Em todos os lugares do mundo conferências internacionais sobre a AIDS acontecem, e o que é enfatizado é a necessidade de &#8220;liderança do governo&#8221;, mas, embora todos anúncios ou declarações oficiais pelo governo japonês seguiram essa linha, quando se trata de política interna, pouco é feito! Isso está certo? Não, é claro que não; e enquanto eu me faço perguntas retóricas e me revolto com tudo isso, fico calmo e posso dizer que as organizações japonesas para soropositivos Network JaNP+, AIDS&amp;Society Association e uma rede de mais quatro NPOs (organização sem fins lucrativos) que trabalham com a questão da AIDS no país questionaram oficialmente cada partido a respeito de suas políticas voltadas à AIDS.</div>
</div>
<blockquote><p>(追加)　各党からの回答はJaNP+の公式サイトに掲載されています。</p></blockquote>
<div class="translation">
<div>(Nota) As respostas de cada partido político foram <a href="http://www.janpplus.jp/project/advocacy/090818answer.pdf">publicadas</a> [ja, pdf] no site oficial da JaNP+.</div>
</div>
<p>Apesar da contradição em que se encontra o país com a segunda maior economia do mundo na repescagem da luta contra a AIDS, aqui, como em outras as partes do mundo, soropositivos e pessoas com AIDS aprenderam a expressar seus sentimentos, ansiedades, bem como os momentos tristes ou felizes de seu cotidiano, em diários online.</p>
<p><em>Ryuta</em>, por exemplo, começou seu blog algumas horas após ser informado que era HIV positivo, como uma forma de lutar contra a questão, ele diz. <a href="http://blog.livedoor.jp/gay_hiv_positive/archives/cat_35438.html">Neste post</a>, ele relembra o momento em que ele descobriu que estava infectado:</p>
<blockquote><p>先週の土曜日に、地元でHIV抗体検査を受けた。<br />
そして、今日、部屋に通された僕は、<br />
目の前に座っているDrから、HIV陽性の宣告を受けた。<br />
「いいですか、受付番号を一緒に確認してください。295657番、合ってますね」<br />
「はい、295657番で合ってます」<br />
「この紙を見てください。ここの数値がウイルスの数を表しています。通常1．0未満なのですが、あなたの場合、105.00になっています」<br />
「はい確かに」<br />
「これは検査の結果、陽性を意味します」<br />
その言葉を聞いて、紙を見直す。<br />
確かに、正常値＜1.0の文字と、その横の105.00の文字が見える。<br />
何度か、左右に目を走らせたが、確かにそうだ。<br />
印刷された数字は何度見ても変わらない。<br />
「・・・そうですか。わかりました」</p></blockquote>
<div class="translation">
<div>No último sábado eu fiz o teste de HIV em um local próximo de casa.<br />
Hoje, eu fui levado a uma sala, onde o médico parado em minha frente me disse que eu era HIV positivo.<br />
“Vamos checar seu número juntos, ok? 295657. É seu número, certo??”<br />
“Sim, 295657. Correto”<br />
“Veja aqui. Esse valor representa a quantidade de virus. Normalmente é abaixo de 1.0, mas em seu caso é 105.00”<br />
“Compreendo”<br />
“Esse é o resultado do teste. Significa que você é soropositivo.”<br />
Ao ouvir aquilo, eu chequei o papel mais uma vez.<br />
É verdade, pude ver o valor &lt;1.0 e, próximo a ele o número 105.00.<br />
Mesmo após olhar para o resultado várias vezes, da direita pra esquerda, da esquerda para direita, o número permanece o mesmo.<br />
Por mais que eu olhe para o número impresso, ele não muda.<br />
“É isso então&#8230; eu entendi.”</div>
</div>
<p>[…]</p>
<blockquote><p>「このあと、隣の部屋で担当看護師より今後の詳しい説明がありますが、医師の私に他に質問はありますか」<br />
「いいえ、大丈夫です」<br />
「それでは、これが紹介状です。今後かかる病院の医師にお渡しください」<br />
「ありがとうございました」<br />
「担当看護師を呼びますね」<br />
最初から最後まで顔色ひとつ変わらない医師。<br />
これがプロなんだな～と変なところでなんだか関心。</p></blockquote>
<div class="translation">
<div>“Agora, na sala ao lado, a enfermeira lhe explicará em detalhes o que você tem de fazer de agora em diante. Tem alguma pergunta para mim?”<br />
“Não, está bem”<br />
“Bem, essa é uma carta de introdução. Por favor apresente ao médico no hospital que cuidará de você futuramente”<br />
“Muito obrigado”<br />
“Chamarei a enfermeira então.”<br />
Um médico cuja expressão nunca mudava, do começo ao fim.<br />
Isso é o que chamamos de profissional&#8230; Não sei porque, mas essas tolices chamam minha atenção.</div>
</div>
<blockquote><p>ドアを開けて部屋に入ってきた看護師はやわらかい表情。<br />
「それでは、お荷物をもってこちらへどうぞ」<br />
明るい清潔そうな部屋、HIVに関するガイドブックや関連資料が机の隅に並んでいる。<br />
「それではこちらにおかけください」<br />
「はい。ありがとうございます。・・・あっ、ノートにメモをしながら聞いてもいいですか？」<br />
「勿論です」<br />
カバンからノートを取り出して机の上に置く。<br />
「なんだか用意がいいですね」と看護師。<br />
「まあ・・・」僕は曖昧な笑顔。</p></blockquote>
<div class="translation">
<div>Eu abri a porta e uma enfermeira estava à minha espera; uma expressão suave em seu rosto.<br />
“Traga sua mochila e entre por favor”<br />
Em uma sala visivelmente limpa e brilhante, guias sobre HIV e artigos relacionados estavam alinhados no canto da mesa.<br />
“Sente-se.”<br />
“Sim, obrigado&#8230; Posso anotar algumas coisas enquanto te escuto?”<br />
“Com certeza”<br />
Tirei um caderno de minha mochila e posicionei sobre a mesa.<br />
“Você parece preparado, hein?” disse a enfermeira.<br />
“Mais ou menos…” Eu respondi com um sorriso vago.</div>
</div>
<p>[…]</p>
<blockquote><p>その後は、その看護師さんに相談しながら、今後かかる病院の選択をした。僕は車を持っていないので、公共交通機関で通いや すいところを選んだ。これから一生、病院に通わなきゃいけないんだから、利便性は大事なこと。それから初診時の予約の仕方、向こうでの担当医師の名前など を伺う。<br />
そんな会話のなかで、看護師さんがポツリ。<br />
「何か予感はあったんですか」<br />
僕はちょっと考えて答える。<br />
「予感？・・・・んー、そうですね・・・・。予感はありました。あったと思います」<br />
外に出ると、雨が降り続いていた。</p></blockquote>
<div class="translation">Consultei a enfermeira e escolhi o hospital para futuramente.<br />
Já que não possuo carro, escolhi um lugar de fácil acesso por transporte público.<br />
Já que eu terei de ir para sempre, a conveniência é importante.<br />
Então eu perguntei a forma de se marcar um horário para o exame médico inicial, o nome do médico e algumas coisas mais.<br />
Enquanto conversávamos a enfermeira murmurou:<br />
“Você tinha algum pressentimento quanto a isso?”<br />
Eu respondi após uma pausa.<br />
“Pressentimento?…Mmm, sim… Eu tinha. Eu acho que tinha.”<br />
Quando fui embora, ainda estava chovendo.</div>
<p><em>Rana</em>, 26 anos, <a href="http://ameblo.jp/lanatom0130/archive1-200802.html">compartilha seus pensamentos</a> sobre sua decisão em informar ou não seus amigos e sua família a respeito de sua condição:</p>
<blockquote><p>ぁたしは家族に病気のことは伝ぇてません。<br />
可哀想過ぎて、言ぇなぃんです。<br />
本当に親不孝な娘だと思ぃます。<br />
でも、知らなぃ方がいぃことってぁると思ぅ。<br />
とは言っても、一人で抱ぇきれる病気ではなぃので、<br />
親しぃ友達には告知してるんです。<br />
それは支ぇて欲しぃのもぁるけど、<br />
友達に病気のことを身近に感じてほしぃのもぁります。<br />
HIVに感染するまで、友達とそんな話したことなかったから、<br />
みんながHIVにつぃて、どぅいぅ風に考ぇてぃるか、<br />
仲良ぃのに、全然知りませんでした。<br />
だから、伝ぇるのも怖かったです。<br />
拒否されてしまったら、どぅしょぅ。。。<br />
それでも友達でぃてくれるだろぅか。。。<br />
そればかり考ぇてしまったけど、<br />
ぁたしのこと拒否した友達は一人もぃませんでした。</p></blockquote>
<div class="translation">
<div>Eu não contei à minha família que estou doente.<br />
Eu tenho pena deles, por isso não posso contar.<br />
Eu realmente sou uma filha desobediente.<br />
E também acho que é melhor que eles não saibam.<br />
É claro que, já que essa não é uma doença que se pode suportar sozinho, eu contei para meus melhores amigos.<br />
Porque eu quero que eles me dêem suporte e porque quero que eles entendam o que é ser soropositivo.<br />
Até eu ter sido infectada eu nunca conversei com meus amigos sobre HIV.</div>
<div>Apesar de eles serem bons amigos eu não tinha ideia do que eles pensavam a respeito do HIV.<br />
É por isso que eu tinha medo de contar para eles.<br />
“O que eu faço se eles me rejeitarem?”<br />
“Eles serão meus amigos?”<br />
Eu não podia parar de pensar nisso mas nenhum deles me rejeitou na verdade.</div>
</div>
<blockquote><p>すごく嬉しかったです。<br />
自分の友達は本当の友達だって分かりました。<br />
ぁる意味、こぅいぅことで、<br />
それが本物かどぅか、確かめられるのかもね！<br />
初めてHIVの話題をしてみると、ぃろんな子がぃました。<br />
ちゃんとカップルで検査を受けに行ってた子、<br />
問題意識のなぃ子、<br />
検査を受けたぃけど、怖くて行けなぃ子…</p></blockquote>
<div class="translation">
<div>Foi incrível.<br />
Eu entendi então que meus amigos são verdadeiros amigos.<br />
De certo modo, quando essas coisas coisas acontecem você realmente descobre se a amizade é verdadeira ou não!<br />
Na primeira vez em que eu falei sobre HIV houve diferentes reações.<br />
Um de meus amigos já tinha feito o teste com sua parceira, outro não está ciente do problema, e outro queria fazer o teste, mas tinha medo&#8230;</div>
</div>
<blockquote><p>ぁたしが感染したことで、<br />
問題意識持ってくれるよぅになったと思ぅし、<br />
ょく体調を心配してくれます(o^ー^o)<br />
とはぃぇ、もちろん嫌なこともぁりました。<br />
ぁたしが感染してるのを知らなぃ人でしたが、<br />
HIVの話題が出て、<br />
『隣にぃるだけ移りそぅじゃん。』<br />
と、スゴィ嫌そぅな顔をして言ってきて、<br />
ぁたしは感染を知ったばかりだったといぅのもぁったけど、<br />
ショック過ぎて何も言ぇませんでした。。<br />
世の中にはまだまだそぅいぅ風に考ぇてる人が<br />
結構ぃるんでしょうね。<br />
そぅいぅ人達の意識改革ができたら<br />
まぢで本望ですね☆★</p></blockquote>
<div class="translation">
<div>Agora que eles sabem que sou soropositiva eles se preocupam mais com esse problema e com a minha saúde.<br />
Eu também tive experiências ruins.<br />
Havia um cara que não sabia que eu era soropositiva.<br />
Logo que o assunto  ‘HIV&#39; surgiu, com uma expressão de nojo ele disse: Até mesmo em tê-los próximos a mim eu me sentiria contaminado!&#8221;.<br />
Eu fiquei tão chocada que não consegui falar nem uma palavra.<br />
Provavelmente há muitas pessoas no planeta que pensam dessa forma.<br />
Minha maior esperança é que uma revolução de sensibilização aconteça com essa pessoas.</div>
</div>
<p>Provavelmente um dos primeiros blogs japoneses a manter um diário online sobre uma pessoa infectada com AIDS foi o <a href="http://s04.megalodon.jp/2007-1215-2235-36/nanimonai.cocolog-nifty.com/blog/"><em>blog da Eizu</em></a> [jp], uma prostituta de 23 anos de idade que, em 2006, pôde escrever somente alguns posts antes que sua condição piorasse. Uma de suas amigas continuou <a href="http://s01.megalodon.jp/2007-1215-2225-54/eizu777.exblog.jp/">atualizando</a> o diário para os leitores da Eizu até o final e tais palavras ainda permanecem presentes na web.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/09/16/japao-preocupacoes-sobre-a-propagacao-do-hivaids/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Blogando com HIV: &#8220;O amor ainda é possível&#8221;</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/08/13/blogando-com-hiv-o-amor-ainda-e-possivel/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/08/13/blogando-com-hiv-o-amor-ainda-e-possivel/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 22:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Americas]]></category>
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		<description><![CDATA[Embora seja difícil falar abertamente sobre o assunto, um número cada vez maior de blogueiros soropositivos ao redor do mundo está usando veículos de mídia cidadã para expressar-se sobre como é viver com o HIV]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/rezwan/">Rezwan</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/08/13/blogging-with-hiv-love-is-still-possible/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<div class="contributors"><em>Conversations for a Better World: Esse artigo é parte de uma série desenvolvida pelo Global Voices para o blog da UNFPA <a title=" Conversations for a Better World" href="http://www.conversationsforabetterworld.com/">Conversations for a Better World</a> · <a title="View all posts in Conversations for a Better World" href="http://globalvoicesonline.org/-/special/conversations-better-world/">Todos os artigos [en]<br />
</a></em></div>
<p>Um número cada vez maior de blogueiros soropositivos ao redor do mundo está usando veículos de mídia cidadã para expressar-se sobre como é viver com o HIV.</p>
<p>Falar abertamente sobre HIV/AIDS pode ser muito difícil. Milhares de pessoas já contraíram o vírus, mas o fato de que ele é tão temido e que pode ser transmitido por meio de relações sexuais significa que as pessoas que vivem com o HIV são normalmente estigmatizadas. Ainda assim, dezenas de indivíduos demonstram bravura narrando suas histórias pessoais e, algumas vezes, atuando como ativistas em defesa de seus direitos ou por um sistema de saúde mais decente, em blogs e fóruns na internet que são abertos ao público e podem ser lidos por qualquer pessoa.</p>
<p><iframe width="425" height="350" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src="http://maps.google.com/maps/ms?hl=en&amp;ie=UTF8&amp;msa=0&amp;msid=116925014949105791191.00045c9dd6cebd5e130f5&amp;source=embed&amp;ll=27.059126,6.328125&amp;spn=90,-61.171875&amp;output=embed"></iframe><br /><small>Veja o mapa <a href="http://maps.google.com/maps/ms?hl=en&amp;ie=UTF8&amp;msa=0&amp;msid=116925014949105791191.00045c9dd6cebd5e130f5&amp;source=embed&amp;ll=27.059126,6.328125&amp;spn=90,-61.171875" style="color:#0000FF;text-align:left">Blogando Positivamente</a> em tamanho maior</small></p>
<p><strong>África do Sul</strong></p>
<p><a href="http://latifah.wordpress.com/2006/12/22/happy-birthday-to-me/">Busi</a> [en], uma blogueira e poetisa da África do Sul descobriu que havia contraído o vírus em abril de 2006, seis meses após ter sido violentada.</p>
<p>Eis a sua triste história, como ela descreveu em seu blog, <a href="http://latifah.wordpress.com/2006/12/22/happy-birthday-to-me/"><em>My Realities</em></a> [Minhas Realidades, pt]:</p>
<blockquote><p>Not so long ago i discovered that i was HIV+. I was attacked and raped far too many times in order for me to contract the virus. You see, the reason for that is that i am a woman who identifies as lesbian because of my involvement with a woman. My attackers and different rapists did so to show me how it is to be a woman.</p></blockquote>
<div class="translation">Não faz muito tempo que descobri que era soropositiva. Eu fui atacada e estuprada muitas vezes para que eu viesse a contrair o vírus. Sabe, a razão para isso é o fato de que sou uma mulher identificada como lésbica por causa de meu envolvimento com outra mulher. Meus agressores e outros estupradores fizeram isso comigo para me mostrar o que é ser mulher.</div>
<p>Busi <a href="http://latifah.wordpress.com/2007/03/17/goodbye-busisiwe-231281-120307/">não sobreviveu</a> nesse belo mundo, tendo falecido em decorrência da doença em março de 2007. Mas seu blog e poesia continuam como poderosos testemunhos de sua vida, como serão os blogs de outras pessoas, enquanto a cura permaneça desconhecida.</p>
<p><strong>China </strong></p>
<p>O blogueiro chinês <em>Li Xiang</em> foi infectado com o <a href="http://globalvoicesonline.org/2008/12/01/china-aids-blogger-li-xiangs-unextraordinary-life/">HIV por meio de uma transfusão de sangue</a> quando era ainda adolescente, aluno do segundo grau. Ele começou a blogar em 2005, por volta de seus 20 anos. Em <a href="http://blog.sina.com.cn/s/blog_46f3d7910100byk0.html">uma postagem no início deste ano</a> (em chinês), ele tenta desmitificar a AIDS, afirmando que as pessoas não deveriam ter mais medo da doença do que temem qualquer outro fator causador de mortes, e que ele próprio já não tem mais medo, graças ao avanço  do tratamento médico.</p>
<p><strong>Filipinas<br />
</strong><br />
<em>Kiks</em> é um blogueiro filipino sediado em Kowloon, Hong Kong. Em 2007, ele descobriu que tinha HIV e <a href="http://bikolanongtsekwangbakla.blogspot.com/2007/07/sounding-alarm.html">escreveu</a> sobre como lidar com esse fato:</p>
<blockquote><p>Being HIV positive is not the least bit fascinating.</p>
<p>It is like having a heart disease for life although my doctors told me it was better than having diabetes. With the medicines so readily available nowadays, you can be sure to live longer than cancer patients, anemic or the elderly staying in big polluted cities like Manila.</p></blockquote>
<div class="translation">Ser portador do HIV não é nem um pouco fascinante.</p>
<p>É como ter uma doença cardíaca pelo resto da vida, embora meu médico tenha me dito que é melhor do que ter diabetes. Com os medicamentos tão amplamente disponíveis nos dias de hoje, com certeza se vive mais tempo do que em casos de pacientes com câncer, anemia ou pessoas mais velhas morando em cidades poluídas como Manila.</p></div>
<p><em><a href="http://mylifepositive.com/wpmu/ukguy/2009/07/22/mr-angry-2/">Freerangelife</a></em> é o blog de um rapaz gay do Reino Unido que vive com o vírus do HIV há mais de 20 anos. Em uma postagem recente, ele escreve sobre os perigos de se ignorar as preucações que devem ser tomadas:</p>
<blockquote><p>We have known about HIV for over 20 years, people know the risks. So why does it happen? It happens because we like taking risks and we often think “it will never happen to me”.</p></blockquote>
<div class="translation">A gente tem conhecimento do HIV há mais de 20 anos, as pessoas conhecem os riscos. Então, por que ainda acontece? Acontece porque gostamos de correr riscos e normalmente achamos que “nunca vai acontecer comigo”.</div>
<p><strong>Congo<br />
</strong><br />
<em>Davy Herman Malanda</em> do blog <a href="http://aidsrightscongo.org/?p=103"><em>Aids Right Congo</em></a> [Direitos dos Soropositivos no Congo, en] escreveu sobre os riscos de se deixar que as pessoas saibam sobre a condição do portador do HIV. Ele conta a história Bernadette (pseudônimo), uma jovem que vende roupas usadas no mercado de Tié-Tié em Pointe-Noire, no Congo:</p>
<blockquote><p>Bernadette’s life changed when her friend divulged Bernadette’s HIV status. Her colleagues and clients from the market were informed that she is HIV-positive. Very few clients came to buy at Bernadette’s table. Her life became difficult, and she had difficulty to make ends meet.</p></blockquote>
<div class="translation">A vida de Bernadette mudou quando um amigo divulgou a sua condição de portadora do HIV. Seus colegas, amigos e clientes do mercado foram informados de que ela era soropositiva. Poucos clientes vinham comprar na mesa de Bernadette. A vida dela se complicou, e ficou difícil ganhar o sustento.</div>
<p><em>Aurelie</em>, de Brazzaville, capital do Congo, <a href="http://aidsrightscongo.org/?p=111">descreve</a> seu choque ao descobrir que tinha HIV:</p>
<blockquote><p>Initially, it hit me like a ton of bricks. I saw my life change instantly, and the thoughts kept multiplying in my mind.</p></blockquote>
<div class="translation">Inicialmente, foi como se uma tonelada de tijolos tivesse caído sobre mim. Vi meu mundo mudando instantaneamente, e os pensamentos insistiam em se multiplicar em minha cabeça.</div>
<p>Ela também escreve que, graças ao apoio de sua família e de uma organização não governamental, leva uma vida normal.</p>
<p><strong>Estados Unidos</strong></p>
<p><em>Michelle</em>, dos Estados Unidos, diz que <a href="http://blogs.poz.com/michelle/">“o amor ainda é possível”</a> [en] depois do HIV e conta como ela conheceu seu novo parceiro em um blog da rede internacional <a href="http://blogs.poz.com/"><em>POZ Blog</em></a>. Ela deixa ainda um conselho:</p>
<blockquote><p>To those newly infected or those who are tired of being alone, don&#39;t lose hope. Don&#39;t give up on love. It will come when you least expect it and when you need it the most.</p></blockquote>
<div class="translation">Para aqueles que acabaram de serem infectados ou os que estão cansados da solidão, não percam as esperanças. Não desistam do amor. Ele chegará quando você menos esperava e mais precisava.</div>
<p><strong>Quênia</strong></p>
<p>Ser soropositivo não significa que você estará condenado a não se divertir por causa da discriminação. <em><a href="http://rising.globalvoicesonline.org/repacted/2008/12/03/world-aids-day-mr-and-miss-red-ribbon-2008/">Mr. and Miss Red Ribbon</a></em> é um desfile de moda sem fins lucrativos organizado anualmente pelo grupo jovem Nakuru, no Quênia. Blogueira soropositiva <em>Maureen</em>, que faz parte do grupo <a href="http://rising.globalvoicesonline.org/projects/repacted-kenya/">REPACTED</a> do projeto de blogs <a href="http://rising.globalvoicesonline.org/">Rising Voices</a> foi uma das candidatas e <a href="http://maureenakinyi.blogspot.com/2008/12/blogging-positively.html">compartilha sua experiência</a>:</p>
<blockquote><p>I have been contesting since 2006 and have been enjoying every moment of the event because of one thing, effective reduction of stigma and discrimination. Mr. and Miss Red Ribbon brings together both affected and infected to celebrate beauty in a unique way. During the event audience appreciate beauty by seeing models but not the affected or the infected.</p></blockquote>
<div class="translation">Desfilo desde 2006 e gosto de cada momento do evento por causa de uma coisa: a redução real do estigma e da discriminação. <em>Mr. and Miss Red Ribbon</em> junta tantos os afetados quanto os infectados de uma forma exclusiva. Durante o evento, a platéia aprecia a beleza de ver o desfile de  modelos, e não de afetados ou infectados.</div>
<p><em>O <a href="http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&amp;hl=en&amp;msa=0&amp;msid=116925014949105791191.00045c9dd6cebd5e130f5&amp;ll=24.527135,14.765625&amp;spn=120.298584,316.40625&amp;z=2">mapa do Global Voices de blogueiros soropositivos</a> acima destaca as vozes de blogueiros portadores e daqueles que cuidam deles, e outras iniciativas de mídia cidadã relacionadas ao HIV/AIDS. Ao clicar nos links do mapa, você encontrará mais algumas dessas histórias incríveis.</em></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Síria: Campanha anti-LGBT inicia debate acalorado</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/03/10/siria-campanha-anti-lgbt-inicia-debate-acalorado/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 04:03:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Maestre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste fim-de-semana a blogosfera síria se aqueceu para um novo confronto. Um grupo de blogueiros lançou uma campanha contra a difusão de blogs que promovem o avanço dos direitos LGBT, e a resposta veio rápido. LGBT é controverso em todos os lugares, mas dentro de uma sociedade que é majoritariamente conservadora, o assunto fica muito mais sensível e o debate, mais acalorado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/yazan-badran/">Yazan Badran</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/carlosmaestre/'>Carlos Maestre</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/03/08/syria-anti-lgbt-campaign-sparks-heated-debate/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<p>Neste fim-de-semana a blogosfera síria se aqueceu para um novo confronto. Um grupo de blogueiros lançou uma campanha contra a difusão de blogs que promovem o avanço dos direitos <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lgbt">LGBT</a> [en], e a resposta veio rápido. LGBT é controverso em todos os lugares, mas dentro de uma sociedade que é majoritariamente conservadora, o assunto fica muito mais sensível e com o debate mais acalorado.</p>
<p>A campanha ainda não começou oficialmente, e todas as respostas foram para a mera declaração de tal campanha. Ela foi publicada pela primeira vez no blog de <em>Mohammed</em> com os <a href="http://www.mohammad-online.com/mohammad/?p=364">seguintes objetivos</a>:</p>
<div class="arabic">
<ul>
<li>توضيح أن المثليين هو شذوذ جنسي يخالف الفطرة التي فطرنا الله عليها و بانه مرض ينبغي استئصاله.</li>
<li>الرد على الأفكار التي يتم تداولها بين أوساط المثليين من المدونين العرب بأن انتقاد هؤلاء أو الحديث عنهم كمرضى هو أمر منافي لحقوق الإنسان و عنصري في حين أن الرد عليه هو واجب على كل إنسان خُلق على الفطرة و تربى على الأخلاق.</li>
<li>مجابهتهم فكرياً و الرد على أفكارهم بأفكارنا.</li>
<li>توضيح رأي الدين في المثليين جنسياً.</li>
<li>توضيح الأمراض الجسدية و النفسية الناتجة عن ممارسة الشذوذ الجنسي.</li>
</ul>
</div>
<div class="translation">
<ul>
<li>Deixar claro o fato de que a homossexualidade é uma anormalidade sexual contrária ao instinto que Deus nos deu e é uma doença que deve ser erradicada.</li>
<li>Responder as idéias que estão circulando entre blogueiros árabes LGBT de que criticá-los ou referir-se a eles como pessoas como pessoas doentes é racismo e contrário aos direitos humanos, enquanto tal resposta é dever de todo ser humano criado dentro da moral.</li>
<li>Discutir intelectualmente com eles e responder aos seus ideais com os nossos.</li>
<li>Esclarecer a visão religiosa sobre homossexualidade.</li>
<li>Esclarecer as doenças físicas e mentais resultantes das práticas homossexuais.</li>
</ul>
</div>
<p>Enquanto alguns blogueiros declararam seu apoio à campanha e sua intenção de compartilhar idéias sobre o assunto quando a campanha começar na semana que vem, a iniciativa também gerou uma série de respostas severas de outros blogueiros.</p>
<p><em>Abu Fares </em>respondeu rapidamente ao que chamou de &#8220;último protesto hipócrita religioso&#8221; dizendo &#8220;<a href="http://www.abufares.net/2009/03/live-and-let-live.html">Live and Let Live</a>&#8221; [Viva e Deixe Viver, en]:</p>
<blockquote><p>What are they to do with all these non-conformists? Leave it to these religious tartuffes and they are likely to replace us with a bunch of brainwashed zealots, ardent celibates, devout cretins, faithful crusaders, pious robots and godly agitators who will teach those who are left of us how to live. What to do and what not to say. How to look down and how not to laugh. Why we die and why we should lead austere lives all the way to the grave.</p>
<p>Thanks but no thanks. The fanatics, the fomenters, the hypocrites, the bigots, the knaves gave me no choice but to defend a Syria of multiplicity and to protect my own freedom of choice.</p></blockquote>
<div class="translation">O que estão a fazer com todos estes inconformados? Deixar a questão com estes religiosos hipócritas e que provavelmente irão substituir-nos por uma penca de fanáticos que sofreram lavagem-cerebral, celibatos ardentes, cretinos devotos, cavaleiros de uma cruzada, robôs de votos e agitadores divinos que irão ensinar-nos como viver. O que você faz e o que não dizer. Como baixar o olhar e não rir. Por quê morremos e por quê deveríamos levar vidas austeras até a cova.</p>
<p>Obrigado, mas não, obrigado. Os fanáticos, os fomentadores, os hipócritas, os cegos religiosos, os vilões, não me deixam escolha, mas defender uma Síria da multiplicidade e proteger minha própria liberdade de escolha.</p></div>
<p><em>Mr. Blonde</em> também <a href="http://mr-blond.net/?p=225">critica a linguagem da declaração</a> em seu blog e declarou os objetivos da campanha:</p>
<div class="arabic">سحق المثليين، هل هذا الذي فهمته من الدعوة ؟ أقول : هذا ما كانت تحمله الكلمات بين السطور، وربما كان هذا هو الهدف المبطن من الدعوة .. بداية دعوني أوضح بأني ليست هنا في معرض الدفاع عن المثليين ولا حتى الدفاع عمن هم ضد المثليين، فليدافع كل منهم عن نفسه وعن أفكاره كما يحلو له .. ولكن لا أستطيع أن أتقبل هذه الطريقة الإلغائية القمعية في موضوع يحتاج إلى كل الإتزان والحكمة في معالجته والنقاش حوله ..</div>
<div class="translation">Acabar com os homossexuais, é isso que eu entendo por esta chamada? Eu digo: é isso que leio entre as linhas, e talvez este seja o objetivo oculto deste convite&#8230; Primeiro, deixe-me esclarecer que não estou aqui para defender os gays ou os anti-gays, deixe cada qual se defender e defender seus ideais como quiser&#8230; Mas não posso aceitar este método abolicionista, repressivo em um assunto que precisa todo o equilíbrio e sabedoria para que possamos efetivamente discursar a respeito.</div>
<p>Por outro lado, <em>Jabs</em> do <a href="http://arabiancamel2.blogspot.com/"><em>Arabian Camel</em></a> [en] dá seus <a href="http://arabiancamel2.blogspot.com/2009/03/homosexuality.html">próprios pontos de vista em por quê este é um &#8220;debate necessário&#8221;</a> [en]:</p>
<blockquote><p>Religion regulates our lives, it reminds us of what is right and what is wrong and what is healthy in a society and what will corrupt society therefore religion maintains the integrity of a society. In most religions, especially in Islam, the society as a whole is always more important than the individual but that does not take away the rights of the individual. When an individual is seen to be practicing something that will lead to a corruption of society they are punished, and the punishment varies today from one Islamic country to another, from being fined to capital punishment as is the case in Iran. However in Islam and the Islamic law, the Sharia’ah, a person accusing someone of homosexuality (or any other crime punishable under Sharia’ah) is not something easy to go on about. In order for a person to be accused of homosexuality there needs to be four witnesses that can bear witness that the person accused has committed sodomy, in the case that one fails to be a legitimate witness all four witnesses are punished.</p></blockquote>
<div class="translation">A religião regula nossas vidas, nos lembra do que é certo e do que é errado e do que é saudável em uma sociedade e o que corromperá a sociedade, portanto a religião mantém a integridade de uma sociedade. Na maioria das religiões, especialmente no Islamismo, a sociedade como um todo é sempre mais importante do que o indivíduo, mas não arranca os direitos do indivíduo. Quando um indivíduo é visto praticando algo que levará à corrupção de uma sociedade, ele é punido, e a punição varia hoje de um país Islâmico para outro, desde ser preso sob fiança até condenação à morte, como é o caso no Irã. Contudo, no Islamisno e na lei islâmica, a Sharia’ah, uma pessoa acusando outra de homossexualismo (ou qualquer outro crime previsto na Sharia’ah) não é algo fácil de provar. Para a pessoa ser acusada de homossexualismo, são necessárias mais quatro testemunhas que possam testemunhar pelo ato de  sodomia, caso contrário, se uma testemunha falhar o testemunho é ilegítimo, e todas as quatro testemunhas são punidas.</div>
<p>E finalmente, <em>Dubai Jazz</em>, menciona um estudo sobre um casal &#8220;gay&#8221; de pingüins, e nos dá sua própria análise, de um <a href="http://dubai-jazz.blogspot.com/2009/03/no-egg-was-forthcoming.html">jeito bem esperto</a>:</p>
<blockquote><p>Roy and Silo are gay bastards. They are having a same-sex affair without our consent. We should probably seek to either destroy them or straighten up their behaviour. I am not sure how do we do that though? as homo-sapiens we are capable of inflicting our desires on our fellow humans. But it&#39;s ironic, isn&#39;t it? I mean the leaders of Moral Legions would always cite animals as the ultimate proof of the deviatory essence of homosexuality, they&#39;d say “if it&#39;s natural, then why animals don&#39;t do it?”. I am not sure how would they react to findings of such study as above, they&#39;d probably write it off as a Zionist/Crusaders conspiracy, or they&#39;d call it a test from the higher powers to see whose faith would wither at the sight of fornicating birds, and whose faith will hold. Or maybe they&#39;d brand it as optical illusion.</p></blockquote>
<div class="translation">Roy e Silo são cretinos gays. Eles estão tendo um affair homossexual sem o nosso consentimento. Provavelmente deveríamos buscar os dois para destruí-los ou endireitar o seu comportamento. No entanto, não tenho certeza de como fazer isso. Como homo sapiens, somos capazes de impôr nossos desejos em nossos companheiros humanos. Mas que ironia, não é? Eu quero dizer que os líderes de Legiões Morais sempre citariam animais como a suprema prova da essência divergente do homossexualismo, eles diriam &#8220;se fosse natural, por que os animais não fazem&#8221;? Não tenho certeza de como reagiriam aos resultados do estudo citado acima, possivelmente escreveriam como uma conspiração do Sionista/Cruzadista, ou os chamariam de um teste desde os poderes divinos para provar a fé e ver quem cairia no caso das aves fornicantes, e a fé de quem seguiria firme. Ou talvez considerassem o caso como uma ilusão ótica.</div>
<p>Continuaremos as atualizações quando a campanha for iniciada na semana que vem, fique ligado!</p></div>
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		<title>Nepal Pula à Frente nos Direitos dos Homossexuais e dos Transexuais</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Nov 2008 15:23:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elisa Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Gênero]]></category>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porBhumika Ghimire  &#183; Traduzido por Elisa Thiago &#183;  Veja o post original 
Depois que os eleitores da Califórnia aprovaram a emenda que bane os casamentos gay no estado, os direitos dos homossexuais e transexuais está de volta nas manchetes dos jornais nos Estados Unidos. Enquanto lá os debates continuam vigorosos, Nepal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/bhumika-ghimire/">Bhumika Ghimire</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/elisathiago/'>Elisa Thiago</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/11/18/nepal-jumps-ahead-on-gay-and-transgender-rights/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Depois que os eleitores da Califórnia aprovaram a emenda que bane os casamentos gay no estado, os direitos dos homossexuais e transexuais está de volta nas manchetes dos jornais nos Estados Unidos. Enquanto lá os debates continuam vigorosos, Nepal - um país distante, muito menor e, com freqüência, ignorado no plano mundial está, agora, sendo admirado como exemplo de como lidar com as questões dos direitos dos homossexuais e transexuais.</p>
<p>No dia 17 de Novembro, a Suprema Corte do Nepal emitiu um <a href="http://www.hindustantimes.com/StoryPage/StoryPage.aspx?sectionName=&amp;id=d16cd4c7-89f9-4ec6-94c0-83bb477f7515&amp;&amp;Headline=Gay+marriage+gets+court+nod+in+Nepal">decreto histórico</a> [en] que garante proteção à comunidade de gays, lésbicas e transsexuais no país. Abre, também, as portas para os direitos aos casamento gay e acaba com todas as leis discriminatórias.</p>
<p>No <em><a href="http://www.towleroad.com/2008/11/nepal-vaults-ah.html">Towleroad</a></em> [en] os comentaristas expressaram seu apoio à decisão do Nepal. John, na California, chama a atenção para o decreto da Suprema Corte do país e, também, para as mudanças que acontecem na Ásia no que diz respeito aos direitos das minorias sexuais e dos transexuais.</p>
<blockquote><p>“I don&#39;t think we&#39;ll see much momentum on gay issues in the Middle East and Africa beyond what has already happened in Israel and South Africa…… I think the gay rights movement of the 21st century will be fought in these two areas of the world. Aside from this great ruling in Nepal, we&#39;ve seen some encouraging signs Asians are finally willing to talk about sexuality.”</p></blockquote>
<div class="translation">“Não acredito que veremos muito agito em relação às questões homossexuais no Oriente Médio e na África além daquilo que já ocorreu em Israel e na África do Sul&#8230;.. Acho que o movimento pelos direitos dos homossexuais do século 21 será disputado nessas duas áreas do mundo. Além desse decreto importante no Nepal, temos visto alguns sinais encorajadores de que os asiáticos se mostram desejosos, finalmente, de falar sobre sexualidade.&#8221;</div>
<p>Os esforços de um grupo nepalês dos direitos homossexuais está sendo discutido também pelos blogueiros, principalmente o fato de que o fundador do grupo-Blue Diamond Society, Sunil Pant, é o único membro declaradamente homossexual da Assembléia Constituinte do Nepal. <a href="http://www.pinknews.co.uk/news/articles/2005-9597.html">PinkNews UK</a> [en] cita a fala de Mr. Pant em resposta ao decreto</p>
<blockquote><p>“Reading this decision my eyes were filled with tears and I felt we are the most proud LGBTI citizens of Nepal in the world.”</p></blockquote>
<div class="translation">“Ao ler esta decisão, meus olhos se encheram de lágrimas e senti que somos os cidadãos GLBT do Nepal mais orgulhosos no mundo&#8221;</div>
<p>Os esforços do Nepal estão tendo influência também sobre os países vizinhos, especialmente a Índia. <a href="http://sangamablog.blogspot.com/2008/11/13-nov-media-coverage.html">Transgender rights activists</a> [en] [Os Ativistas pelos direitos dos transexuais] na cidade de Bangalore (agora denominada <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bangalore">Bengaluru</a>) observam as mudanças no Nepal e esperam que a campanha da polícia municipal contra as minorias sexuais acabe logo.</p>
<blockquote><p>“Police from Banashakari Police Station (Bengaluru City) verbally abused and assaulted (physically and sexually) 40 plus human rights defenders and sexual minorities when they questioned the illegal detention of 5 hijras (transgenders) by Girinagar Police station on 20th October, 2008.”</p></blockquote>
<div class="translation">“Os policiais da Delegacia Banashakari (Cidade de Bengaluru) abusaram verbalmente e assaltaram (fisica e sexualmente) mais de 40 defensores dos direitos humanos e minorias sexuais quando protestavam contra a detenção ilegal de 5 hijras (transexuais) pela Delegacia de Girinagar no dia 20 de outubro de 2008.”</div>
<p>O interessante é que a questão religiosa não tem tido um impacto sobre o debate dos direitos dos homossexuais no Nepal. O país é constituído, em sua maioria, de Hindus, com os Muçulmanos, Budistas, Cristãos e a população indígena perfazendo cerca de 10% da população. Algumas pessoas atribuem esse fato à <a href="http://www.galva108.org/hinduism.html">f</a><a href="http://www.galva108.org/hinduism.html">alta de uma hierarquia rígida</a><a href="http://www.galva108.org/hinduism.html"> </a>[en] ou de uma estrutura de liderança no Hinduismo.</p>
<blockquote><p>“In 2004, Hinduism Today reporter Rajiv Malik asked several Hindu swamis (teachers) their opinion of same-sex marriage. The swamis expressed a range of opinions, positive and negative. They felt free to differ with each other…..made possible by the fact that Hinduism has no one hierarchy or leader. As Mahant Ram Puri remarked, “We do not have a rule book in Hinduism. We have a hundred million authorities.”</p></blockquote>
<div class="translation">“Em 2004, o repórter de Hinduism Today, Rajiv Malik, perguntou a vários swamis (professores) Hindus a opinião deles sobre casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Os swamis expressaram uma variedade de opiniões, positivas e negativas. Eles se sentiram à vontade em discordar uns com os outros &#8230; algo possível pelo fato de que o Hinduismo não possui uma hierarquia ou líder único. Como observou Mahant Ram Puri, “Não temos um livro de regras no Hinduismo. Temos uma centena de milhões de autoridades.”</div>
<p>Os <a href="http://www.religionfacts.com/homosexuality/hinduism.htm">textos antigos do Hinduismo</a> [en] como o Mahabharta exibe personagens transexuais que não tiveram que enfrentar discriminação por parte da sociedade e mesmo o deus Krishna tinha uma predileção por se vestir como mulher para agradar sua amante.</p>
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		<title>Brasil: Um dia na cadeia por comentar em blogues</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/10/12/brasil-um-dia-na-cadeia-por-comentar-em-blogues/</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 17:08:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A primeira pessoa a ir à cadeia no Brasilpor comentar em um blogue foi um oficial superior da Polícia Militar. Veja as reações da unida blogosfera policial. Não é de se surpreender que, com o serviço de inteligência monitorando caixas de comentários, a maioria dos policiais prefira blogar anonimanente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/paulagoes/">Paula Góes</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/10/10/brazil-a-day-in-jail-for-blog-comments/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<p>Interrompendo suas férias do blogue, o policial <a href="http://www.diariodeumpm.net/2008/10/08/preso-por-comentar-em-blog/">Alexandre de Sousa</a> faz um post em solidariedade a Major Roberto Cavalcante Vianna, o primeiro cidadão brasileiro a ser preso por comentar em um blogue:</p>
<blockquote><p>Fui aluno do Major Roberto Vianna no Curso de Formação de Oficiais. Era meu instrutor de Direitos Humanos. Pessoa íntegra, estudioso de Segurança Pública, exemplo. Sua transgressão grave foi assinar um comentário se solidarizando com o Major Wanderby, denunciado por indisciplina na Auditoria Militar da PM. Punição de prisão! 12 dias preso por comentar em um blog! Caro Major Vianna, Gostaria de apoiá-lo neste momento cruel e de gosto duvidoso! Continue firme na sua caminhada. Não esmoreça. A sua arma mais forte é a sua determinação. Cumprimentos daquele que te admira muito e que aprendeu muito com o senhor.</p></blockquote>
<p>No centro do problema está outro major da polícia e blogueiro, <a href="http://wanderbymedeiros.blogspot.com/">Wanderby Medeiros</a>, que nos informa em um de seus <a href="http://wanderbymedeiros.blogspot.com/2008/10/acreditem-ou-no-j-est-acontecendo.html">últimos posts</a> que o Major Roberto Vianna foi preso em 7 de outubro, inicialmente por um período de 12 dias, mas que já se encontrava em liberdade devido a um habeas corpus. Em um post anterior, ele explica o erro do Major Vianna com mais detalhes:</p>
<blockquote><p>Roberto Vianna fez um comentário não apócrifo no blog de um cidadão que se opõe às nefastas políticas “públicas” de Sérgio Cabral, José Mariano Beltrame e companhia!<br />
Vianna exerceu um direito constitucional!</p></blockquote>
<p>O jornalista <a href="http://gustavodealmeida.blogspot.com/2008/10/pela-primeira-vez-um-oficial-da-pm.html">Gustavo de Almeida</a>, o único blogueiro não-policial nesse artigo, embora muitos outros cidadãos tenham comentado sobre o assunto, encontra o <a href="http://wanderbymedeiros.blogspot.com/2008/09/meus-primeiros-crimes.html?showComment=1220457000000#c4747884513635938767">comentário</a> que causou a ordem de prisão, uma mensagem de solidariedade ao Major Wanderby com uma crítica à forma como a polícia do Rio de Janeiro está sendo comandada:</p>
<blockquote><p>A quem serve o Comando Geral de quaisquer instituições ? Quando alguém assume tal nobre função, não o faria para zelar por todos nós? Zelar por todos nós não incluiria combater a corrupção em todos os seus segmentos?</p></blockquote>
<p><a href="http://www.stive.com.br/2008/07/29/major-ja-recebe-tres-punicoes.html">Stive</a>, por outro lado, investiga e descobre que a maior parte das punições que recaíram sobre o Major Wanderby é <a href="http://wanderbymedeiros.blogspot.com/2008/09/meus-primeiros-crimes.html">por escrever em blogues</a>, sendo que o próprio blogue dele é um dos mais populares e comentados entre policiais. Ele diz que isso é lamentável:</p>
<blockquote><p>O major Wanderby é um dos pouquíssimos oficiais superiores que NÃO se omite diante de tanta <span style="text-decoration: line-through;">sacanagem</span> injustiça e ele manifesta isso em seu blog, que tem sido visto pelos olhos do alto comando como subversivo, incompatível para sua função. Não é de se estranhar que a maioria dos blogs policiais de protestos o autor prefira não mostrar a cara, afinal quem vai querer ser punido pelo comandante geral como já aconteceu com o major três vezes.</p></blockquote>
<p><a href="http://pracasdapmerj.blogspot.com/2008/10/ditadura-s-acabou-do-lado-de-fora-dos.html">Mônica</a> acredita que o regulamento da polícia que proíbe que oficiais da polícia expressem suas opiniões da forma que acham conveniente é um modelo arcaico da época da ditadura, e imagina o que poderia acontecer a oficiais com patentes inferiores:</p>
<blockquote><p>O caso acima é com oficiais superiores, imaginem o que acontece com a gente. Prender um oficial superior por expressar sua opinião não é ilegal? Não fere o que diz nossa constituição? Ainda nos criticam por não colocarmos a cara aqui!</p></blockquote>
<p><a href="http://www.universopolicial.com/2008/10/caixa-de-pandora-cuidado-com-o-que-diz.html">José Ricardo</a> valoriza a liberdade de expressão, embora não a pratique. Ele evita comentar sobre a prisão do Major Vianna, mas deixa um conselho para seus leitores:</p>
<blockquote><p>Portanto, companheiro, cuidado com o que você diz na caixa de comentários dos blogs.</p></blockquote>
<p>Apesar de não terem permissão para tanto, esses oficiais têm feito uma forte oposição ao atual governo. O  Major Wanderby foi um dos organizadores de um movimento exigindo melhores salários para a polícia - um oficial em início de carreira ganha cerca de US$ 500,00 por mês. Eles culpam os baixos salários e as péssimas condições de trabalho para um trabalho tão arriscado como as causas do colapso da polícia brasileira e pela corrupção entre os oficiais. <a href="http://www.reuters.com/article/worldNews/idUSN1528470720080915">De acordo com um relatório do Conselho de Direitos Humanos da ONU lançado no último dia 15 de setembro</a> [en], a polícia brasileira tem envolvimento em 1 de cada 5 assassinados no Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-51232 aligncenter" title="grito" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/10/grito.jpg" alt="" /></p>
<p>Mesmo enfrentando uma grande pressão para não falar ou não criticar publicamente o governo ou o comando da polícia, mais e mais policiais de todas as patentes estão usando blogues como uma ferramenta para informar e mobilizar. Veja um <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/2008/02/05/brasil-blogues-ajudam-a-policia-a-protestar-e-se-mobilizar/">artigo anterior sobre o assunto</a>.</p>
</div>
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		<title>Brasil: Um milhão de assinaturas contra a homofobia</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 18:15:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porPaula Góes  &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
Thiago Velloso publica os cartazes da 13ª Parada do Orgulho LGBT do Rio, que acontece em 12 de outubro, e traz informações sobre o abaixo-assinado promovido pelo site Não Homofobia em apoio ao projeto de lei que visa a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/">Paula Góes</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/09/28/brazil-a-million-signatures-against-homophobia/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><a href="http://www.riotemporada.com.br/2008/cartazes-da-parada-gay-do-rio-de-janeiro-2008/">Thiago Velloso</a> publica os cartazes da 13ª Parada do Orgulho LGBT do Rio, que acontece em 12 de outubro, e traz informações sobre o abaixo-assinado promovido pelo site <a href="http://www.naohomofobia.com.br/home/index.php">Não Homofobia</a> em apoio ao projeto de lei que visa a criminalização da homofobia no Brasil. “Espera-se 1 milhão de assinaturas. Faça sua parte.”</p>
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		<title>Camboja: preservativo obrigatório e repressão à prostituição</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 01:41:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Débora Medeiros</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Profissionais do sexo cambojanas recorrem à Internet para tornar mais conhecidas suas dificuldades e sua luta por respeito aos direitos humanos. No Camboja, uma lei que determina que as relações sexuais com clientes só devem ocorrer com preservativos parece uma boa idéia, mas tem se voltado contra aquelas que deveria proteger, ao servir de pretexto para prender profissionais do sexo, usando o fato de elas trazerem camisinhas consigo como prova de que fazem programas sexuais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/juliana-rincon-parra/">Juliana Rincón Parra</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/debmedeiros/'>Débora Medeiros</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/08/25/cambodia-sex-workers-100-condom-use-and-human-rights/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><img class="alignleft" style="float: left;" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/08/swtv.jpg" alt="" width="180" height="227" />Profissionais do sexo cambojanas recorrem à Internet para tornar mais conhecidas suas dificuldades e sua luta por respeito aos direitos humanos. No Camboja, uma lei que determina que as relações sexuais com clientes só devem ocorrer com preservativos pode parecer uma boa idéia, mas tem se voltado contra aquelas que deveria proteger, ao servir de pretexto para prender profissionais do sexo, usando o fato de elas trazerem camisinhas consigo como prova de que fazem programas sexuais.</p>
<p>Aquelas profissionais do sexo que são presas são mandadas para centros de  &#8220;reabilitação&#8221;, que são basicamente prisões, onde as mulheres são mantidas em celas comuns sem banheiro ou água corrente, raramente recebem água ou comida, algumas são agredidas e estupradas e mulheres soro-positivas  têm o acesso ao tratamento com drogas anti-retrovirais recusado.</p>
<p>A Asia Pacific Network of Sex Workers <em>[Rede Asiática de Profissionais do Sexo no Pacífico, em inglês]</em> possui uma série de <a href="http://www.apnsw.org/apnsw.htm" target="_blank">estudos sobre os resultados percebidos e os efeitos do Programa de Uso Compulsório de Preservativos</a> [En], segundo profissionais do sexo de diferentes países, como Camboja, Tailândia e Mianmar. Você também pode assistir ao vídeo que a organização disponibilizou através do seu <a href="http://www.sexworkerspresent.blip.tv/" target="_blank">canal no Blip.tv Sex Workers Present (Profissionais do Sexo Apresentam, em inglês)</a> [En], que contém explanações sobre as implicações do programa de uso compulsório de preservativos, entrevistas com mulheres que foram presas ou enviadas para instituições de &#8220;reabilitação&#8221; onde nenhum tipo de educação ou treinamento é recebido e avaliações de como esses programas que associam o uso de preservativos exclusivamente às profissionais do sexo não serão eficazes no combate à propagação da AIDS e outras DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) entre o restante da população.  A Asia Pacific Network of Sex Workers recebeu recentemente o <a href="http://www.apnsw.org/apnsw.htm" target="_blank">Award for Action on HIV/AIDS and Human Rights (Prêmio Internacional  por Ação contra o HIV/AIDS e Direitos Humanos, em inglês) de 2008</a> durante a Conferência Internacional sobre a AIDS realizada na Cidade do México na primeira semana de agosto. A organização foi fundada em 1994 e tem desenvolvido um trabalho sobre saúde e direitos humanos junto às profissionais do sexo, em conjunto com outros grupos e organizações, como Empower Thailand, Sweetly Japan, Pink Triangle Malaysia, the Scarlet Alliance Australia and Sonagachi.</p>
<p>O vídeo a seguir se chama <a href="http://sexworkerspresent.blip.tv/#1165299"><em>Caught between the Tiger and the Crocodile</em></a> (Presas entre o Tigre e o Crocodilo, em inglês):</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://blip.tv/play/AceQV4LaSg" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="340" src="http://blip.tv/play/AceQV4LaSg"></embed></object></p>
<p><a href="http://globalvoicesonline.org/author/juliana-rincon-parra/" target="_blank"></a></p>
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		</item>
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		<title>Haiti: Mulher Presidente?</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/07/21/haiti-mulher-presidente/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 22:03:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porJanine Mendes-Franco  &#183; Traduzido por Daniel Duende &#183;  Veja o post original 
kiskeácity [En] relata que a primeira mulher a ser nomeada candidata à presidência do Haiti está batalhando contra &#8220;uma terrível campanha de boataria e alegações sobre sua orientação sexual&#8221;, mas seus apoiadores ainda estão otimistas: &#8220;A palavra final está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/janine-mendes-franco/">Janine Mendes-Franco</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/07/21/haiti-woman-president/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><a href="http://kiskeyacity.blogspot.com/2008/07/michele-pierre-louis-ratification.html">kiskeácity</a> [En] relata que a primeira mulher a ser nomeada candidata à presidência do Haiti está batalhando contra &#8220;uma terrível campanha de boataria e alegações sobre sua orientação sexual&#8221;, mas seus apoiadores ainda estão otimistas: &#8220;A palavra final está agora nas mãos do Senado, que irá votar sua nomeação na semana que vem.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dubai: Dezessete Deportados por Homossexualidade</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/07/18/dubai-dezessete-deportados-por-homossexualidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 21:27:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porAmira Al Hussaini  &#183; Traduzido por Daniel Duende &#183;  Veja o post original 
&#8220;Policiais do centro turístico de Dubai afirmam ter detido 17 estrangeiros pelo crime de alegadamente terem apresentado comportamento homossexual em lojas e outros lugares públicos&#8221;, relata The Angry Arab News Service [En].
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/">Amira Al Hussaini</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/07/18/dubai-seventeen-deported-for-homosexuality/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>&#8220;Policiais do centro turístico de Dubai afirmam ter detido 17 estrangeiros pelo crime de alegadamente terem apresentado comportamento homossexual em lojas e outros lugares públicos&#8221;, relata <a href="http://angryarab.blogspot.com/2008/07/police-in-gulf-tourist-hub-of-dubai-say.html">The Angry Arab News Service</a> [En].</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Hungria: Orgulho Gay e Intolerância</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/07/09/hungria-orgulho-gay-e-intolerancia/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/07/09/hungria-orgulho-gay-e-intolerancia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 03:12:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porVeronica Khokhlova  &#183; Traduzido por Daniel Duende &#183;  Veja o post original 
Hungarian Spectrum escreve sobre os ataques realizados contra a Parada do Orgulho Gay [En] em Budapest.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/neeka/">Veronica Khokhlova</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/07/08/hungary-intolerance-and-gay-pride/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><em>Hungarian Spectrum</em> escreve sobre os <a href="http://esbalogh.typepad.com/hungarianspectrum/2008/07/gay-parade-not-much-of-a-parade.html">ataques realizados contra a Parada do Orgulho Gay</a> [En] em Budapest.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Índia: sobre a Homofobia</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/06/19/india-sobre-a-homofobia/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 21:02:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porNeha Viswanathan  &#183; Traduzido por Daniel Duende &#183;  Veja o post original 
Remains of the Day [En], da Índia, lista várias razões pelas quais prevalece a homofobia, tanto na lei quanto na cultura popular.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/neha-viswanathan/">Neha Viswanathan</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/06/19/india-on-homophobia/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><a href="http://feeds.feedburner.com/~r/harmanjit/~3/315145075/on-homophobia.html">Remains of the Day</a> [En], da Índia, lista várias razões pelas quais prevalece a homofobia, tanto na lei quanto na cultura popular.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Iran: &#8220;A internet é um presente para nós&#8221;</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/05/21/iran-a-internet-e-um-presente-para-nos/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 May 2008 22:31:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Arsham Parsi é o fundador e diretor da Iranian Queer Organization [algo como "Organização Iraniana para a Diversidade Sexual", em inglês], com base em Toronto, Canada. Ele falou conosco sobre a presença dos homossexuais iranianos no cyberespaço, seus desafios e projetos. A homossexualidade é proibida no Irã, e punível com prisão e morte.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/hamid-tehrani/">Hamid Tehrani</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/05/16/iran-the-internet-is-a-gift-to-us/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><a href="http://www.arshamparsi.net/"><img class="alignright" style="margin: 3px; float: right;" src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/05/arsham2.jpg" alt="Arsham Parsi" width="92" height="166" />Arsham Parsi</a> [En] é o fundador e diretor da <a href="http://www.irqo.net/">Iranian Queer Organization</a> [algo como &#8220;Organização Iraniana para a Diversidade Sexual&#8221;, em inglês], com base em Toronto, Canadá. Ele falou conosco sobre a presença dos homossexuais iranianos no cyberespaço, seus desafios e projetos. A homossexualidade é proibida no Irã, e punível com prisão e morte.</p>
<p><strong>Como você avalia a presença de blogues de homossexuais na blogosfera iraniana? Há muitos blogueiros que falam sobre sua homossexualidade?</strong></p>
<p><em>Sim, nós temos muitos blogueiros <a href="http://lawprofessors.typepad.com/lgbtlaw/2007/08/introduction---.html">LGBTIQ</a> [En], e muitos deles vivem dentro do Irã. Eles usam apelidos e escrevem anonomamente, o que é mais adequado para a sua segurança, mas por vezes o governo os encontra através de seus endereços IP. Mas eles existem e são muito ativos.</em></p>
<p><strong>Como vocês usam a internet, incluindo blogues e vídeos, para falar sobre a homossexualidade no Irã?</strong></p>
<p><em>A internet é uma de nossas mais importantes ferramentas de comunicação. Sem a internet, nossa organização não poderia ter feito muitas coisas. Nós não temos representantes no Irã, pois tememos por sua segurança; e não queremos criar problemas para eles. Nós monitoramos seus blogues, e estes são parte de nossas fontes e recursos. A internet é um presente para nós.</em></p>
<p><a href="http://www.irqo.net/"><img class="alignleft" style="margin: 3px; float: left;" src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/05/irqo.png" alt="site da Iranian Queer Organization" width="148" height="137" /></a><strong>Quais são as reações iranianas ao seu website/blogue? Existe algum diálogo entre pessoas homossexuais, ou que defendem os direitos dos homossexuais, e pessoas que consideram a homossexualidade um &#8220;pecado&#8221; ou &#8220;um ato imoral&#8221;?</strong></p>
<p><em>Há diferentes reações. Nós recebemos muitas mensagens de ódio, mas também muitas mensagens de apoio. Nos blogues LGBTIQ iranianos, há diálogos com outras pessoas, e várias vezes os blogueiros falam sobre este assunto. Mas em geral, as pessoas tem mudado seus pontos de vista nos últimos anos.</em></p>
<p><strong>Existe algum forum online onde homossexuais iranianos compartilham suas idéias ou deixam seus comentários?</strong></p>
<p><em>Nós temos uma revista, chamada <a href="http://www.irqo.net/IRQO/cheraq/">Cheraq</a> [Fa]. E nós temos um forum para homossexuais iranianos também. Foi iniciado há poucos meses. Mas os blogues são mais comuns.</em></p>
<p><strong>Como você vê a situação dos homossexuais no Irã? Eles estão envolvidos no ciberespaço para expressar a si mesmos?</strong></p>
<p><em>Como eu disse, muita coisa tem mudado. Eu me lembro como a poucos anos atrás ninguém falava sobre nossos direitos, mas hoje você pode encontrar milhares de páginas sobre o assunto na rede. De acordo com eles, eles não podem ter relações físicas livremente, mas eles existem e eles tentam ser ativos. Eu acredito que agora as questões dos homossexuais iranianos se tornaram uma questão de direitos humanos.</em></p>
<p><strong>Quando você olha para os blogues de gays e lésbicas iranianos, eles parecem enfrentar tipos diferentes de dificuldades?</strong></p>
<p><em>É claro que sim. É totalmente diferente. Eles vivem situações diferentes. As lésbicas são mais invisíveis, e isso se dá ao fato da quase inexistência de direitos femininos no Irã. Nós não temos muitos blogues de lésbicas, mas aqueles que conheço estão empenhados em tentar dizer que as lésbicas também existem. Nós temos uma revista online para lésbicas, <a href="http://blog.360.yahoo.com/blog-6dhXXwQherTnZuNgH5Wp5qM-?cq=1&amp;p=156">Hamjens-e man</a> [Fa]. É a primeira revista para lésbicas iranianas.</em></p>
<p><strong>Você tem algum projeto, comentário ou idéia para partilhar conosco?</strong></p>
<p><em>Nós existimos, mas nós não podemos falar. Nós temos que apoiar uns aos outros. É o preço de nossa liberdade.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sérvia: Dia Internacional Contra a Homofobia</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/05/21/servia-dia-internacional-contra-a-homofobia/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 May 2008 00:48:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cyber-Ativismo]]></category>
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		<description><![CDATA[No Dia Internacional Contra a Homofobia, a ativista política e escritora sérvia Jasmina Tesanovic re-publicou em seu blogue um manifesto do Labris, uma organização sérvia que defende os direitos humanos das lésbicas. Sinisa Boljanovic traduziu o manifesto.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/sinisa-boljanovic/">Sinisa Boljanovic</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/05/17/serbia-international-day-against-homophobia/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>No <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/International_Day_Against_Homophobia">Dia Internacional Contra a Homofobia</a> [En], marcado para 17 de maio, a <a href="http://www.labris.org.yu/en/index.php"><em>Labris</em></a>, uma organização sérvia que defende os direitos humanos de lésbicas, publicou um manifesto.</p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jasmina_Te%C5%A1anovi%C4%87">Jasmina Tesanovic</a> [En], uma ativista política e escritora sérvia, <a href="http://blog.b92.net/text/3008/Bolje%20ikad%20nego%20nikad/">re-publicou</a> [Sr] o texto do manifesto em seu blogue B82. Abaixo está a tradução do texto em sérvio:</p>
<blockquote><p>[<a href="http://www.sld.org.yu/en/sld.asp">Serbian Medical Association</a>]: Homosexuality is not an illness.</p>
<p>Homosexuality is not an illness, according to the Serbian Medical Association&#39;s response to a request from <em>Labris</em> to check the official conclusion of the [<a href="http://www.who.int/en/">World Health Organization</a>, (WHO)].</p>
<p>On May 17, the International Day Against Homophobia - and as part of the “Are you a Homophobe?” initiative - <em>Labris</em> has turned again to SMA, the Serbian Medical Chamber and the future health minister. Labris expects the new minister to immediately declare that homosexuality is not an illness. Labris also expects the adoption of an ethics code about sexual orientation by the Serbian Medical Chamber, to help prevent discrimination against persons in need of medical care.</p>
<p>We remember that <em>Labris</em> - the organization for lesbian human rights - has been persistently trying this year to get numerous institutions, including the ministry of health, to issue a statement of agreement with WHO. One of the relevant domestic institutions - SMA - has expressed agreement with WHO. In this way, <em>Labris</em> wants to support other associations to join us in action of stamping out prejudices. May 17 is the day of promotion of lesbian and gay rights, because on this day in 1990 WHO officially took homosexuality off the list of mental illnesses.</p>
<p>Dragana Vuckovic</p>
<p>Labris - organization for lesbian human rights<br />
Belgrade, Republic of Serbia<br />
E-mail: lobi@labris.org.yu<br />
Tel: + 381 11 334 1855, + 381 11 334 7401<br />
E-mail: labris@labris.org.yu<br />
Tel/fax: + 381 11 3225 065<br />
Mob: +381 63 8 513 170<br />
Web: www.labris.org.yu</p></blockquote>
<div class="translation">
&#8220;[Associação Médica da Sérvia]: A Homossexualidade não é uma doença.<br />
A Homossexualidade não é uma doença, de acordo com a resposta dada pela Associação Médica da Sérvia ao requerimento do Labris para verificar qual a conclusão oficial da Organização Mundial de Saúde (WHO) a este respeito.<br />
Em 17 de maio, o Dia Internacional Contra a Homofobia - e como parte da iniciativa &#8220;Você é homofóbico?&#8221; - a Labris voltou a olhar para a Câmara Médica da Sérvia e para o futuro ministro da saúde. A Labris espera que o novo ministro declare imediatamente que a homossexualidade não é uma doença. A Labris também espera que a Câmara Médica da Sérvia adote um código de ética a respeito de orientação sexual, para ajudar a prevenir a discriminação contra pessoas necessitadas de auxílio médico.<br />
Devemos lembrar que a Labris - a organização pelos direitos humanos lésbicos - tentou insistentemente levar várias instituições, incluindo o ministério da saúde, a se manifestarem publicamente endossando a posição da Organização Mundial de Saúde. Uma relevante instituição doméstica, a Camara Médica da Sérvia, expressou sua concordância com a OMS. Desta forma, a Labris quer ajudar outras instituições a se juntarem a nós nesta luta contra o preconceito. O dia 17 de maio é o dia da promoção dos direitos de lésbicas e gays, porque foi neste dia que em 1990 a Organização Mundial de Saúde tirou oficialmente a homossexualidade de sua lista de doenças mentais.<br />
Dragana Vuckovic</div>
<div class="translation">
Labris - organização pelos direitos humanos lésbicos<br />
Belgrado, República da Sérvia<br />
E-mail: lobi@labris.org.yu<br />
Tel: + 381 11 334 1855, + 381 11 334 7401<br />
E-mail: labris@labris.org.yu<br />
Tel/fax: + 381 11 3225 065<br />
Mob: +381 63 8 513 170<br />
Web: www.labris.org.yu</div>
<p><em>Dawngreeter</em> comenta:</p>
<blockquote><p>&#8220;I am glad because of their step, but I am sure that they will be attacked from different sides. I think that it is very courageous to publish this statement, especially when it is unknown who will hold a stick in his hands [following the May 11 election, the new government is yet to be formed].&#8221;</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Eu estou feliz pelo passo que deram, mas eu tenho certeza de que serão atacados por diferentes lados. Eu acho que é necessária muita coragem para publicar estas afirmações, principalmente quando ainda não se sabe quem irá seguras o cetro em suas mãos (depois da eleição de 11 de maio, o novo governo ainda está sendo formado).&#8221;</div>
<p>Drago Kovacevic responde ao comentário de <em>Dawngreeter</em>:</p>
<blockquote><p>&#8220;The attacks won&#39;t be too powerful. Everyone is afraid of doctors, because everyone has to deal with them one day.&#8221;</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Os ataques não serão muito poderosos. Todos tem medo de médicos, porque todos têm que lidar com eles um dia.&#8221;</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Brasil: Carnaval do rio terá primeira escola GLS</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/05/16/brasil-carnaval-do-rio-tera-primeira-escola-gls/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2008 22:14:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Americas]]></category>
		<category><![CDATA[Brazil]]></category>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porPaula Góes  &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
Arco-Íris de Amor, a primeira escola de samba GLS, desfilará no carnaval do Rio de Janeiro Carnival no ano que vem, de acordo com Thiago Velloso.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/">Paula Góes</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/05/16/brazil-rio-carnival-will-have-lgbt-samba-school/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Arco-Íris de Amor, a primeira escola de samba GLS, desfilará no carnaval do Rio de Janeiro Carnival no ano que vem, de acordo com <a href="http://www.riotemporada.com.br/2008/rio-ganha-primeira-escola-de-samba-gay-arco-iris-de-amor/">Thiago Velloso</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bahrain: Deputados pedem deportação de homossexuais</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/04/29/bahrain-deputados-pedem-deportacao-de-homossexuais/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 16:58:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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		<description><![CDATA[Fora do armário e fora do país? Ayesha Saldanha traz as reações nos blogues sobre uma nova lei de combate à homossexualidade que os deputados de Bahraini estão forçando sobre os habitantes locais e sobre os planos de remoção de expatriados gays e lésbicas do país.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/ayesha-saldanha/">Ayesha Saldanha</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/29/bahrain-mps-call-to-deport-homosexuals/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Os deputados de Bahrain apresentaram uma moção para <a href="http://gulf-daily-news.com/arc_Articles.asp?Article=215343&amp;Sn=BNEW&amp;IssueID=31034">erradicar</a> [en] a homossexualidade no país.</p>
<p>Vlogueiro experiente, <em>Mahmood Al Yousif</em>, que acaba de começar uma nova série de vídeo-blogs chamada <em>M.Report</em>, nós dá a sua opinião sobre a <a href="http://bahraini.tv/2008/04/23/root-out-gays-in-our-schools/">exigência</a> [en] por parte de parlamentates islamitas que a homossexualidade seja banida das escolas de Bahraini e estrangeiros homossexuais sejam deportados:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="255" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="showplayer" /><param name="src" value="http://blip.tv/scripts/flash/showplayer.swf?enablejs=true&amp;feedurl=http%3A%2F%2Fmalyousif%2Eblip%2Etv%2Frss%2Fflash&amp;file=http%3A%2F%2Fblip%2Etv%2Frss%2Fflash%2F856464%3Freferrer%3Dhttp%3A%2F%2Fmahmood%2Etv%2F2008%2F04%2F23%2Fmreport%2Ds01e07%2Dhomosexuality%2Dand%2Dthe%2Dislamist%2Fsource%3D3&amp;brandlink=http%3A%2F%2Fmahmood%2Etv&amp;brandname=Mahmood%27s%20Den&amp;showplayerpath=http%3A%2F%2Fblip%2Etv%2Fscripts%2Fflash%2Fshowplayer%2Eswf" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="255" src="http://blip.tv/scripts/flash/showplayer.swf?enablejs=true&amp;feedurl=http%3A%2F%2Fmalyousif%2Eblip%2Etv%2Frss%2Fflash&amp;file=http%3A%2F%2Fblip%2Etv%2Frss%2Fflash%2F856464%3Freferrer%3Dhttp%3A%2F%2Fmahmood%2Etv%2F2008%2F04%2F23%2Fmreport%2Ds01e07%2Dhomosexuality%2Dand%2Dthe%2Dislamist%2Fsource%3D3&amp;brandlink=http%3A%2F%2Fmahmood%2Etv&amp;brandname=Mahmood%27s%20Den&amp;showplayerpath=http%3A%2F%2Fblip%2Etv%2Fscripts%2Fflash%2Fshowplayer%2Eswf" name="showplayer"></embed></object><br />
Ele <a href="http://mahmood.tv/2008/04/23/mreport-s01e07-homosexuality-and-the-islamist/">acrescenta</a>:</p>
<blockquote><p>Sex is never too far from Islamists’ minds, it seems, especially if they are law makers. This might be because they view their legislative role as nothing more than protecting people from themselves - according to their views anyway - and ensuring that society toes the straight and narrow - again, according to their definitions - in order to prevent them from going to hell and eternal damnation. It could also be for selfish reasons, where they view that with executing that “over-sight” role in parliament and life, they would receive untold brownie points from Allah in Heaven and by that ensure that they can have as much sex as they want then. Deferred payment, if you like. I’m not sure if anyone calculated how much time they spent in parliament discussing what they find objectionable: sex in general, homosexuality, lesbianism, butch girls, you name it, but the amount of time they dedicate to penalising sexual criminals and child rapists is close to zero. The time they spend in ensuring that personal freedoms are sacrosanct, is probably nil, and the time they consumed even discussing changing their own bylaws in order for them to be more effective is zero.</p></blockquote>
<p class="translation">Sexo nunca está muito distante das cabeças islamistas,  ao que parece, especialmente da dos legisladores. Pode ser porque eles vêem suas suas funções legislativas como nada mais do que promover a proteção das pessoas contra elas próprias - isso é de acordo com seus próprios pontos de vista - e assegurar que a sociedade siga em linha reta e estreita - novamente, de acordo com suas definições - a fim de impedir que todos venham a parar n inferno e na perdição eterna. É igualmente possível que seja por egoísmo, já que eles consideraram que com a execução de seus papéis de &#8220;super-visão&#8221; no parlamento e na vida, eles receberiam incontáveis <em>brownie points*</em> de Allah lá no céu e por conta disso garantem que possam fazer tanto sexo quanto queiram. Pagamento adiado, em outras palavras. Não tenho certeza se alguém calculou quanto tempo eles gastaram no parlamento discutindo o que eles consideram censurável: sexo em geral, homossexualidade, lesbianismo, garotas machonas, de tudo, mas a quantidade de tempo a que eles se dedicam a penalizar criminosos sexuais e estupradores de crianças chega perto de zero. O tempo que gastam garantindo que as liberdades pessoais sejam sagrados é provavelmente nulo, e o tempo que eles gastam discutindo a mudança de seus próprios regulamentos<br />
de modo a se tornarem mais eficazes é zero.</p>
<p>[*Nota da tradução: Brownie points é um termo de origem incerta relacionado a uma  moeda hipotética, e podem ser acumulados ao se fazer boas ações ou fazendo favores para superiores]</p>
<p><em>Kawthar</em>, do <a href="http://www.mideastyouth.com/2008/04/24/bahrains-gay-hunt/">Mideast Youth</a> [en], não se surpreendeu com a exigência do parlamentar. Ela escreve:</p>
<blockquote><p>The proposal - which has been ratified by parliament called on:</p>
<p>1.The Interior Ministry to stop granting residence permits to foreign homosexuals</p>
<p>2.The Education Ministry to monitor students, and punishing those who veered towards homosexuality</p>
<p>3.The Industry and Commerce Ministry to monitor massage and hair salons to ensure that they have no closed rooms and that violators be prosecuted</p>
<p>In short, the MPs are calling for the creation of an Orwellian society.</p></blockquote>
<p class="translation">A proposta  - que foi ratificada pelo parlamento, apela para:<br />
1. Que o Ministério do Interior pare de garantir residência a  homosexuais forasteiros<br />
2. Que o Ministério da Educação monitore estudantes, punindo aqueles que tiverem inclinação para homossexualidade<br />
3. Que o Ministério da Indústria e Comércio monitore salões de beleza e massagem para garantir que não existam salas fechadas e que infratores sejam processados<br />
Em poucas palavras, os parlamentares estão pedindo a criação de uma sociedade Orwelliana.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jamaica: Homofobia</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/03/08/jamaica-homofobia/</link>
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		<pubDate>Sat, 08 Mar 2008 18:05:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cyber-Ativismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porJanine Mendes-Franco  &#183; Traduzido por Daniel Duende &#183;  Veja o post original 
&#8220;Qual é a essência de todo este preconceito? Nossa homofobia pode ser tão extrema a ponto de que um homem com uma só mulher já seja suspeito. E é aí que está o subtexto, que nossa Homofobia não é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/janine-mendes-franco/">Janine Mendes-Franco</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/03/08/jamaica-homophobia-2/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>&#8220;Qual é a essência de todo este preconceito? Nossa homofobia pode ser tão extrema a ponto de que um homem com uma só mulher já seja suspeito. E é aí que está o subtexto, que nossa Homofobia não é realmente uma homofobia, mas uma crise da masculinidade&#8221;: <a href="http://marlon-james.blogspot.com/2008/03/invention-of-homophobia.html">Marlon James disseca em seu blogue a questão da homofobia na sociedade jamaicana</a>[EN].</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Uganda: Religião e homossexualidade</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/03/02/uganda-religiao-e-homossexualidade/</link>
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		<pubDate>Sun, 02 Mar 2008 20:56:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porNdesanjo Macha  &#183; Traduzido por Daniel Duende &#183;  Veja o post original 
Gay Ugandan and religion [Gay de Uganda e religião, EN]: &#8220;A questão é a minha sexualidade. Homossexualidade. A Igreja de Uganda acredita que minha sexualidade é anti-natural. E que isso é um pecado. Eles acreditam que é um pecado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/ndesanjo-macha/">Ndesanjo Macha</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/03/02/uganda-religion-and-homosexuality/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><a href="http://gayuganda.blogspot.com/2008/03/gay-ugandan-and-religion-1.html">Gay Ugandan and religion</a> [Gay de Uganda e religião, EN]: <em>&#8220;A questão é a minha sexualidade. Homossexualidade. A Igreja de Uganda acredita que minha sexualidade é anti-natural. E que isso é um pecado. Eles acreditam que é um pecado encorajar uma pessoa como eu a buscar a salvação em nome de Jesus.&#8221;</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por quê o governo do Senegal gosta de protestos anti-homossexuais</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/02/16/por-que-o-governo-do-senegal-gosta-de-protestos-anti-homossexuais/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Feb 2008 14:37:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jan Alyne Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[French]]></category>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porJennifer Brea  &#183; Traduzido por Jan Alyne Barbosa &#183;  Veja o post original 
&#160;
Atualização: Segundo o African Global News e o site de notícias Senegalês, rewmi.com, a polícia finalmente conseguiu impedir a  manifestação anti-homossexual que aconteceu na sexta-feira em Dakar, prendendo dezenas de pessoas, inclusive um imã (autoridade religiosa do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/jennifer/">Jennifer Brea</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/janalyne/'>Jan Alyne Barbosa</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/02/15/why-the-senegalese-government-likes-anti-gay-protests/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p class="entry" id="single">&nbsp;</p>
<p id="result_box" dir="ltr"><strong>Atualização:</strong> Segundo o African Global News e o site de notícias Senegalês, rewmi.com, a polícia finalmente conseguiu impedir a  manifestação anti-homossexual que aconteceu na sexta-feira em Dakar, <a href="http://www.rewmi.com/index.php?action=article&amp;numero=8432">prendendo dezenas de pessoas</a>, <a href="http://www.africanglobalnews.com/article2926.html">inclusive um imã</a> (autoridade religiosa do Islã Shiita). A polícia fez várias detenções na grande mesquita da capital.</p>
<p id="result_box" dir="ltr">No início deste mês, <a href="http://www.lemonde.fr/web/depeches/0,14-0,39-34211845@7-58,0.html">cinco foram detidos</a> em conexão com <a href="http://www.afrik.com/article13549.html">uma investigação</a> sobre um casamento homossexual assumido, de acordo com o Le Monde, e várias organizações islâmicas denunciaram o que chamam de aumento de casos de homossexualidade no Senegal. O protesto se deu por conta da decisão de libertar os cinco detidos sem julgamento.</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Homossexualidade é um crime no Senegal, punível com até cinco anos de prisão.</p>
<p>*   *   *</p>
<p id="result_box" dir="ltr">o blogueiro Senegalês Naomed, que escreve <em>Blog politique au Senegal</em>, explica que <a href="http://www.blogs-afrique.info/senegal-politique/index.php/2008/02/15/1248-senegal-programme-des-manifestations-de-la-semaine">existem dois tipos de protestos no Senegal</a>, &#8220;aqueles que não perturbam a ordem pública e são legitimamente autorizados, a minoria, e a maioria, que [se pensa] ameaçam o equilíbrio social &#8220;[Fr].</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Em outras palavras, há protestos que o governo gosta e protestos que não vai tolerar. Mas, como e onde as autoridades definem isso?</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Naomed menciona, a título de exemplo, um protesto realizado hoje em Dakar contra homossexuais, com a bênção do governo.</p>
<blockquote><p><em>Clairement haineuse, réclamant au choix : leur égorgement, leur mise sur une pirogue en direction des iles Canaries (leur famille ne refusera pas l&#39;argent qu&#39;ils pourraient envoyer malgré leur tare), leur bastonnade pour les plus modérés.<br />
</em></p></blockquote>
<blockquote><p><em>Une manifestation visant à refuser le droit à l&#39;existence d&#39;une partie de la population sénégalaise n&#39;est clairement pas un trouble à l&#39;ordre public. J&#39;ai souvent parlé sur ce blog de la nécessité pour un régime aux abois de se fabriquer des ennemis afin de focaliser la haine et la frustration populaires qui risqueraient de se retourner contre le pouvoir. Les campagnes pour la pureté des moeurs font elles aussi parti de l&#39;arsenal des pays faschisants.</em></p>
<p id="result_box" dir="ltr">&nbsp;</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Claramente odioso, eles ofereceram as seguintes opções: cortar a garganta de [homossexuais], colocando-os em uma canoa amarrados rumo às Ilhas Canárias (suas famílias não vão recusar o dinheiro que eles podem mandar para casa, apesar dos seus defeitos). Os moderados sugeriram que fossem punidos com uma surra.</p>
<p>Um protesto que visa recusar a uma parte da população o direito a existir não é, claramente, uma ameaça à ordem pública. Eu falei muitas vezes neste blog sobre a necessidade de um regime desesperado para fabricar inimigos, a fim de reorientar a frustração popular e o ódio que poderiam ser atribuídos aos detentores do poder. Campanhas de pureza moral também fazem parte do arsenal de países fascistas</p></blockquote>
<p>Naomed continua oferecendo uma amostra de uma lista (satírica) de uma semana de protestos em Dakar:</p>
<blockquote><p><em>Aujourd&#39;hui : manifestation contre les homosexuels du Sénégal, autorisée par le préfet.<br />
Aujourd&#39;hui : manifestation pour le ramassage des poubelles, refusée.<br />
Samedi : manifestation contre la corruption, la mal gouvernance. Interdite<br />
Samedi : manifestation contre l&#39;esclavage des petits talibés. Interdite<br />
Samedi : manifestation pour l&#39;application des lois sur le mariage de mineures, forcés, arrangés… Interdite<br />
Lundi : Manifestation pour le bon déroulement du sommet de l&#39;Oci. Autorisée.<br />
Mardi : Manifestation pour l&#39;obligation de déclaration du patrimoine des hommes au pouvoir. Refusée<br />
Mercredi : Manifestation de soutien à la génération ConCret. Autorisée<br />
Jeudi : Manifestation pour des élections locales sincères et transparentes. Interdite.<br />
Jeudi : manifestation pour rendre fériés tous les jours de Magal au Sénégal. Autorisée<br />
Vendredi : ….</em></p>
<p id="result_box" dir="ltr">Hoje: protesto contra homossexuais no Senegal, autorizado pelo prefeito<br />
Hoje: marcha em favor da limpeza do lixo, recusada<br />
Sábado: protesto contra a escravização dos meninos da rua. Banido.<br />
Sábado: marcha em favor da implementação de uma lei contra o casamento forçado, casamentos arranjados, bem como o casamento de menores de idade… Banida.<br />
Segunda-feira: Marcha de apoio a uma bem-sucedida reunião da OCI (Organização da Conferência Islâmica). Autorizado.<br />
Terça-feira: protesto para forçar os detentores do poder a declararem publicamente as suas propriedades financeiras. Recusado.<br />
Quarta-feira: marcha em favor do Generation du Concret (<a href="http://www.seneweb.com/news/article/10510.php">um novo partido político</a> fundado pelo filho do presidente). Autorizada.<br />
Quinta-feira: marcha em favor de uma eleição local honesta e transparente. Banida.<br />
Quinta-feira: protesto em favor de tornar cada <a href="http://www.islamfortoday.com/senegal2.htm">dia Magal</a> no Senegal um feriado. Autorizado.<br />
Sexta-feira:….</p></blockquote>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">clique aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">clique aqui</a>.</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Brasil: Sobre a polêmica campanha contra a AIDS</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/01/02/brasil-sobre-a-polemica-campanha-contra-a-aids/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/01/02/brasil-sobre-a-polemica-campanha-contra-a-aids/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Jan 2008 22:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Americas]]></category>
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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Paula Góes &#183;  Veja o post original 
Alda Inacio comenta sobre a censura de um cartaz publicitário contra a propagação do vírus AIDS na Europa que mostra dois homens nus na cama, sob a legação de que as imagens eram muito explícitas. &#8220;Penso que esta doença não pertence à nenhuma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2008/01/02/brazil-on-the-polemic-campaign-against-aids/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><a href="http://s-o-s-miseria.blogspot.com/2008/01/cartaz-contra-aids-censurado.html">Alda Inacio</a> comenta sobre a censura de um cartaz publicitário contra a propagação do vírus AIDS na Europa que mostra dois homens nus na cama, sob a legação de que as imagens eram muito explícitas. &#8220;Penso que esta doença não pertence à nenhuma classe e esta mentalidade ultrapassada deveria ter sido abolida por parte de quem fez estes cartazes&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
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