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	<title>em Português &#187; Trabalho</title>
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	<description>O mundo está falando. Você está ouvindo?</description>
	<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 23:24:06 +0000</pubDate>
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			<title>em Português</title>
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		<title>Angola: Zungueiras enfrentam vida dura com dignidade e coragem</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/11/02/angola-zungueiras-enfrentam-vida-dura-com-dignidade-e-coragem/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/11/02/angola-zungueiras-enfrentam-vida-dura-com-dignidade-e-coragem/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 02 Nov 2008 21:57:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claraonofre</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Angola]]></category>

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		<description><![CDATA[Percorrendo as ruas de Luanda para vender fruta doce como fruta-pinha, manga perfumada ou abacate da cor da esperança, as "zungueiras", ou vendedoras ambulantes de Angola que normalmente são chefes de famílias, vendem seus produtos enquanto pintam as ruas de Luanda com cores vibrantes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-52085" title="2206946931_b85283e66d-1" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/10/2206946931_b85283e66d-1.jpg" alt="" /><br />
<strong>&#8220;Ela precisa carregar seu bebê enquanto anda pelas ruas de Luanda vendendo várias coisas. Em Luanda, as chamamos de &#8220;zungueiras&#8221;. Foto &#8220;Senhora com bebê&#8221; de <a href="http://www.flickr.com/photos/unroyal/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">Jose Carlos Costa</a>, usada com permissão do fotógrafo.</strong></p>
<p>Pelas ruas desta cidade de Luanda, vêem-se zungueiras de olhar humilde e determinado. Percorrem as ruas da cidade faça sol ou chuva. Algumas carregam os filhos às costas, ao mesmo tempo que suportam o peso da mercadoria que vendem. Pode ser fruta doce como a fruta-pinha, a manga perfumada, o abacate da cor da esperança que estas mulheres teimam em preservar, ou sandes bem recheadas com fiambre e queijo. Produtos como roupa, sapatos, livros escolares ou peixe são outros dos artigos escolhidos por estas lutadoras e provedoras do lar.</p>
<p>Jorge Ramos do blog <a href="http://jorginhoemangola.blogspot.com/2007/03/sebinho-e-branquinho-dormiam.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/jorginhoemangola.blogspot.com');">Jorginho em Angola</a>, comprova esta realidade e escreve sobre as zungueiras da bela península do Mussulo:</p>
<blockquote><p>“As zungueiras são as milhares de angolanas que saem às ruas vendendo todo o tipo de mercadorias que carregam na cabeça mesmo. Essas zungueiras do Mussulo atendem a um público específico e oferecem produtos como roupas de praia, batas e peças inteiras de panos multicoloridos, ricamente estampados com figuras africanas e linhas geométricas, bem ao gosto do padrão daqui. Elas caminham o dia todo, sob o sol escaldante. É absolutamente incrível a capacidade das zungueiras em equilibrar sobre a cabeça balaios, sacos, cestos, bacias e sacolas onde transportam as mercadorias que vendem. Desafiando as leis da física, o frágil equilíbrio se impõe perante vários obstáculos que se interpõem ante elas nas ruas e calçadas além dos filhos pequenos, que carregam nas costas, atados por panos que amarram na frente à altura do peito. Milhares de zungueiras percorrem a cidade, o dia todo, de um ponto a outro de Luanda, arriscando-se muitas vezes em meio ao tumultuado trânsito”.</p></blockquote>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-52086" title="472302854_8d2b9307a8" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/10/472302854_8d2b9307a8.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;As mulheres que estão &#8220;na zunga&#8221; são as que vivem do comércio ambulante. É uma alternativa à fome num país de poucos empregos. Mas na África até isso fica estético, colorido&#8221;. Foto Zungueiras, de </strong><strong><a href="http://www.flickr.com/photos/wilsonbentos/" title="Link to wilsonbentos' photostream" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');"><strong>wilsonbentos</strong></a>, </strong><strong><span class="currentContextLink">usada com permissão do fotógrafo</span></strong></p>
<p>O trânsito infernal que reina sob Luanda é o menor dos males para estas mulheres. Os fiscais que rondam a cidade em busca de infracções caracterizam-se pelo tom áspero e austero com que se dirigem às vendedoras ambulantes. A relação entre fiscais e zungueiras está longe de ser cordial. Muitas queixam-se do modo de actuação destes indivíduos, já que a maioria, fica-lhes com o dinheiro e com a mercadoria, o que significa humilhação e um rombo no orçamento familiar.</p>
<p>O governo tenta acabar com a venda ambulante e tenciona construir mercados próprios para acolher as zungueiras. Se essa meta for atingida, será que Luanda voltará a ser a mesma? A cidade perderá o colorido e o prazer de ver o gingar guerreiro destas mulheres e as bacias coloridas em que transportam a sobrevivência diária.</p>
<p>A documentarista Marisol Kadiegi dedica em <a href="http://angoladetodosns.blogspot.com/2008_07_01_archive.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/angoladetodosns.blogspot.com');">Angola de Todos Nós</a> um merecido espaço às zungueiras de Luanda e de outras regiões do país:</p>
<blockquote><p>“Elas saíram do Uíge, Malange, Benguela, enfim! De todas as províncias de Angola para na capital do país, tentarem uma vida melhor e em busca de sonhos, tentar ver seus filhos “doutores”. Castigadas pela guerra, herdaram da mamã quitandeira a arte de vender, da palavra “zunga” originária do kimbundo, ela se tornou andarilha, andante ou vagante. Essa dita senhora é a nossa zungueira, mulher batalhadora que muito antes do sol, se levanta para tratar da vida e conseguir alimento para o seu sustento. Assim como uma leoa, caça comida para seus filhos enquanto o “rei” leão descansa. A nossa vendedora que de porta em porta e nas ruas da cidade sai oferecendo o seu produto, fazendo do lamento um grito. Na maioria das vezes, levando o filho caçula nas costas, dá um kilape (crédito) às freguesas habituais e carrega no rosto um sorriso na esperança de um dia ver-se totalmente liberta da sua condição.</p>
<p>Vítima de violência da polícia e muitas vezes por parte dos próprios companheiros, a mulher zungueira é exemplo de dignidade.”</p></blockquote>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/unroyal/2211288631/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');"><img class="aligncenter size-full wp-image-52083" title="2211288631_93a0a3a42e" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/10/2211288631_93a0a3a42e.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Mulheres trabalhando&#8221;, foto de <a href="http://www.flickr.com/photos/unroyal/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">Jose Carlos Costa</a>, usada com permissão do fotógrafo</strong></p>
<p>Dignidade e coragem são dois bons adjectivos para caracterizar estas mulheres. Devido à falta de formação e à pobreza, muitas mulheres angolanas vêem-se obrigadas a entregar-se à vida ambulante. <a href="http://jorginhoemangola.blogspot.com/2007/03/sebinho-e-branquinho-dormiam.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/jorginhoemangola.blogspot.com');">Jorge Ramos</a> conta um pouco sobre o dia a dia das zungueiras:</p>
<blockquote><p>“Quando cansam, param e se sentam nas calçadas onde amamentam seus bebés e tiram alguma fruta dos seus alforjes para se alimentarem. Às vezes é numa esquina movimentada, mas já vi uma zungueira em pleno centro da cidade parar num calçadão, baixar seu balaio de peixe salgado e ressequido e dar meio abacate para o filho pequeno que se lambuzava, bem na porta de uma moderna agência de um banco europeu, num belo contraste cultural. Idiossincrasias da globalização, que não comporta vertentes antropológicas nem aspectos humanistas em sua inexorável marcha, por isso nessa minha breve leitura contento-me em apenas analisar o episódio sob o prisma da plasticidade da cena e seu significado. Com as elevadas taxas de desemprego e o escasso acesso a uma formação escolar ou profissional ser zungueira é a actividade que mais absorve jovens angolanas pobres, geralmente mães solteiras, algumas recém saídas da adolescência.”</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong></strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-52093 aligncenter" title="carris-2-295" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/10/carris-2-295.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-52094 aligncenter" title="carris-2-230" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/10/carris-2-230.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-52092 aligncenter" title="carris-2-095" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/10/carris-2-095.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-52091 aligncenter" title="carris-2-047" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/10/carris-2-047.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-52090 aligncenter" title="1364806474_0968df7254" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/10/1364806474_0968df7254.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-52089 aligncenter" title="1363916869_03abb17026" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/10/1363916869_03abb17026.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-52088" title="1363916817_e6877bebdb" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/10/1363916817_e6877bebdb.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>As fotos acima foram tiradas por Marcelo Frota e são reproduzidas aqui com a permissão do fotógrafo. Veja mais fotos dele no <a href="http://www.flickr.com/photos/frotacelo/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">Flickr</a> e no <a href="http://picasaweb.google.pt/frotacelo/Angola#" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/picasaweb.google.pt');">Picasa.</a></strong></p>
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		<title>Argentina: Governo Planeja Nacionalizar Fundos de Aposentadoria Privados</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/10/23/argentina-governo-planeja-nacionalizar-fundos-de-aposentadoria-privados/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 02:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O Governo da Argentina anunciou recentemente que enviará para o Congresso uma proposta pela qual as Administrações de Planos de Aposentadoria e Pensão, ou AFJP em espanhol, seriam nacionalizadas. As AFJPs gerenciam privadamente os fundos de aposentadoria de milhões de argentinos, e segundo a proposta, estes fundos iriam agora para o Estado. Muitos blogues comentaram sobre as possíveis mudanças.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo da Argentina anunciou recentemente que enviará para o Congresso uma proposta pela qual a <a href="http://www.reuters.com/article/GCA-CreditCrisis/idUSTRE49L5ER20081022?virtualBrandChannel=10338" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.reuters.com');">Administrações de Planos de Aposentadoria e Pensão</a> [En], ou <a href="http://www.safjp.gov.ar/SISAFJP/Acerca+de+Su+AFJP/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.safjp.gov.ar');">AFJP</a> [Es] em espanhol (também conhecidos como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mutual_fund" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Mutual Funds</a> nos EUA), <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/10/081021_cristina_previdencia_mc_cq.shtml" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.bbc.co.uk');">seriam nacionalizadas</a>. As AFJPs gerenciam privadamente os fundos de aposentadoria de milhões de argentinos, e segundo a proposta, estes fundos iriam agora para o Estado. Muitos blogues comentaram sobre as possíveis mudanças.</p>
<p>Do lado daqueles que se opõe à proposta, há dois argumentos bastante evidentes: o de que isso seria um saque às contribuições para aposentadoria de milhões de argentinos, e de que o único motivo para esta mudança seria possibilitar o aumento das arrecadações do governo a curto prazo. <a href="http://www.guillermoriera.com/confiscacion_afjp" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.guillermoriera.com');">Guillermo Riera</a>, do blogue <em>Demasiada Información</em> [Es], afirma:</p>
<blockquote><p>De seguir con el sistema de reparto, en veinte años el Estado estará imposibilitado para pagar jubilación alguna, sencillamente porque habrá tantos jubilados que no habrá recaudación que alcance.</p></blockquote>
<div class="translation">Ao continuar com o sistema de partilha, em vinte anos o Estado estará impossibilitado de pagar qualquer aposentadoria, simplesmente porque haverá tantos aposentados que não haverá arrecadação suficiente.</div>
<p><a href="http://grimpi.blogspot.com/2008/10/adios-adios-afjp.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/grimpi.blogspot.com');">Esteban Grinberg</a> do blogue <em>De Todo Un Poco</em> [Es] aponta que:</p>
<blockquote><p>La excusa del gobierno para hacer estatizar las jubilaciones, es la perdida de rentabilidad que han sufrido las AFJP producto de la crisis mundial, que se calcula en un 20%. Un argumento demasiado apresurado y conyuntural como para modificar drasticamente el sistema de jubilaciones.</p></blockquote>
<div class="translation">A desculpa do governo para realizar a estatização das aposentadorias é a perda de rentabilidade sofrida pelas AFJP por conta da crise mundial, que se calcula em 20%. Um argumento muito apressado e conjuntural para modificar drasticamente o sistema de aposentadorias.</div>
<p>Há mais opiniões contra as medidas nos blogues <a href="http://josebenegas.com/2008/10/21/asalto-a-las-afjp-clarin-autorizo-%C2%BFque-hace-la-oposicion-ahora/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/josebenegas.com');"><em>No Me Parece</em></a> [Es], <a href="http://speedygonzalezesdeladea.blogspot.com/2008/10/afjp.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/speedygonzalezesdeladea.blogspot.com');"><em>Speedy González es de la DEA</em></a> [Es] e <a href="http://www.lahistoriaparalela.com.ar/2008/10/21/afjp-y-la-gran-estafa-k/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.lahistoriaparalela.com.ar');">La História Paralela</a> [Es].</p>
<p>Do lado daqueles que estão a favor da medida, está sendo dito que as AFJPs são um completo fracasso e que as pensões pagas por elas são ainda mais baixas do que as do sistema público. Além disso, elas cobram altas taxas de administração de seus afiliados, mesmo quando os resultados são negativos. O blogue <em><a href="http://los3chiflados.blogspot.com/2008/10/chau-afjp-chau-otra-mentira.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/los3chiflados.blogspot.com');">Los 3 Chiflados</a></em> [Es] aponta que o sistema só ajudou aos bancos a fazer acordos de negócios com o Estado, e que os fundos nunca foram realmente voltados para investimentos produtivos. <a href="http://mendietaelrenegau.blogspot.com/2008/10/chau-afjp-chau-publicidad-recrcholis.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/mendietaelrenegau.blogspot.com');"><em>Mendieta el Renegáu</em></a> [Es] complementa que muitas empresas de mídia estão fazendo campanha contra esta mudança porque as AFJPs são grandes clientes publicitários em seus programas. Mais opiniões a favor podem ser lidas em <a href="http://bardemoe.blogspot.com/2008/10/fin-del-choreo-bancario-cayeron-por-fin.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/bardemoe.blogspot.com');"><em>El Bar de Moe</em></a> [Es] e em <a href="http://miguelcontissa.wordpress.com/2008/10/10/afjp-del-caribe-a-wall-street/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/miguelcontissa.wordpress.com');"><em>Miguel Contissa</em></a> [Es]. Este último aponta que entre as despesas administrativas que as AFJPs podem cobrar de seus afiliados, estão as despesas de propaganda na mídia.</p>
<p>Outros sumários sobre o tema do desaparecimento das AFJPs podem ser encontrados nos blogues <em><a href="http://tradersdelmerval.wordpress.com/2008/10/20/los-gorilas-en-el-poder-el-fin-de-las-afjp-2/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/tradersdelmerval.wordpress.com');">Traders del Merval</a></em> [Es]; <a href="http://www.kust.com.ar/index.php/2008/10/las-afjp-entre-la-crisis-internacional-y-las-cuentas-argentinas/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.kust.com.ar');"><em>Kust</em></a> [Es]; <a href="http://alcentroyadentro.blogspot.com/2008/10/las-afjp-sus-activos-y-pasivos.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/alcentroyadentro.blogspot.com');"><em>Al Centro y Adentro</em></a> [Es]; e <a href="http://leopiccioli.com/2008/10/anses-keynesianismo/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/leopiccioli.com');"><em>Leo Piccioli</em></a> [Es].</p>
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		<title>Américas: Blogueiros Participam no Blog Action Day - Parte II</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/10/20/americas-blogueiros-participam-no-blog-action-day-parte-ii/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/10/20/americas-blogueiros-participam-no-blog-action-day-parte-ii/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 22:08:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>

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		<description><![CDATA[O dia 15 de outubro último foi marcado pelo evento anual do Blog Action Day. Nesta data, blogueiros de todo o mundo atendem ao chamado de publicar um post a respeito de um tópico em particular. O tema escolhido para este ano foi a pobreza. Esta campanha busca "mudar a conversação global neste dia, para gerar conscientização, começar uma discussão global e adicionar impulso a uma causa importante". Blogueiros latino-americanos participaram ativamente da campanha. Leia mais algumas de suas idéias neste segundo artigo sobre o tema.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O dia 15 de outubro último foi marcado pelo evento anual do <a href="http://blogactionday.org/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blogactionday.org');" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blogactionday.org');">Blog Action Day</a> [”Dia de Ação Blogueira”, em inglês]. Nesta data, blogueiros de todo o mundo atendem ao chamado de publicar um post a respeito de um tópico em particular. O tema escolhido para este ano foi a pobreza. Esta campanha <a href="http://blogactionday.org/home" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blogactionday.org');" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blogactionday.org');">espera</a> [En] “mudar a conversação global neste dia, para gerar conscientização, começar uma discussão global e adicionar impulso a uma causa importante”.</p>
<p>Aqui está a segunda parte de uma coleção daquilo que foi dito pelos blogueiros latino-americanos que participaram desta campanha. Se você ainda não leu a primeira parte, ela pode ser encontrada <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/2008/10/18/americas-blogueiros-participam-no-blog-action-day-parte-i/">aqui</a>.</p>
<p><strong>Brasil</strong></p>
<p>O blogueiro <em>Sérgio Coutinho</em>, do blogue Mundo Em Movimentos [Pt] é professor universitário, e diz que <a href="http://mundoemmovimentos.blogspot.com/2008/10/blog-action-day-dia-dos-professores.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/mundoemmovimentos.blogspot.com');">a pobreza não é relativa apenas a dinheiro</a>:</p>
<blockquote><p>Combater a pobreza não significa, como tem sido feito pelo capitalismo, combater os próprios pobres, achatando suas rendas e dignidades, mas combater o pensamento miserável, escravo do momento em que se vive sem perspectivas de transformação do próprio mundo.</p></blockquote>
<p><strong>Venezuela</strong></p>
<p><em>Ciberescrituras</em> [Es] acha <a href="http://www.ciberescrituras.com/2008/10/15/blog-action-day-2008-pobreza/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.ciberescrituras.com');">as estatísticas associadas à pobreza na América do Sul muito preocupantes</a>:</p>
<blockquote><p>Es absolutamente insultante que en nuestros países de America del Sur se esté hablando aún de 80% de pobreza crítica y es que no hablamos solamente de aquellos que se mueren de hambre segundo a segundo sino de aquellos que no pueden ir a la escuela, que son explotados y humillados a veces en condiciones premodernas, casi medievales en los cinturones de miserias de nuestras ciudades capitales.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;É absolutamente insultante que em nossos países da América do Sul se esteja falando ainda de 80% de pobreza crítica. E não se trata só daqueles que morrem de fome a cada segundo, mas também daqueles que não podem ir à escola, que são explorados e humilhados o tempo todo em condições pré-modernas, quase medievais, nos cinturões de miséria de nossas principais cidades.&#8221;</div>
<p><strong>Argentina</strong></p>
<p>No blogue <em>Artepolítica</em> [Es], <em>Charlie Boyle</em> compilou <a href="http://artepolitica.com/blog-action-day-pobreza-la-devolucin/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/artepolitica.com');">uma lista de blogueiros argentinos</a> que escreveram sobre o Blog Action Day. <em>Vientos del Cine</em> [Es] é geralmente um blogue que discute cinema, e para o Blog Action Day eles se mantiveram fiéis à seu tema, mas <a href="http://www.vientosdecine.com.ar/?p=448" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.vientosdecine.com.ar');">escreveram sobre filmes que contém cenas de pobreza</a>. <em>Sine Metu</em> do <em>BlogBis</em> [Es] também reflete sobre a audiência desta campanha, dizendo que &#8220;<a href="http://blogbis.blogspot.com/2008/10/blog-action-day-08.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blogbis.blogspot.com');">Muito poucas pessoas pobres irão ler este post. Provavelmente nenhuma.</a>&#8220;</p>
<p><strong>Equador</strong></p>
<p><em>María Cristina Martínez</em>, de Santo Domingo de los Tsáchilas e que bloga no <em>City @ Ciudad</em> [Es], <a href="http://srtamartinez.blogspot.com/2008/10/blog-action-day-reaccionando-ante-la.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/srtamartinez.blogspot.com');">escreveu</a>:</p>
<blockquote><p>Empecemos por poner nuestras profesiones o conocimientos al servicio de los demás. Miremos en nuestro interior y actuemos con amor ante las necesidades de las personas que nos rodean, y recordemos que por mínima que sea la acción que realicemos ésta hace el mundo diferente.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Comecemos por colocar nossas profissões e conhecimentos a serviço dos outros. Olhemos para o nosso interior e atuemos com amor ante as necessidades das pessoas que nos cercam, e nos lembremos que por menor que seja a ação que realizemos, esta torna o mundo [um lugar] um pouco diferente.&#8221;</div>
<p><strong>Nicarágua</strong></p>
<p>Para abordar a questão da pobreza, <em>German Macias</em> do blogue <em>Estación Macias</em> [Es] escreve que devemos &#8220;<a href="http://estacionmacias.blogspot.com/2008/10/hoy-bog-action-day-pobreza.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/estacionmacias.blogspot.com');">parar de olhar para o passado, e temos que olhar em frente para encontrar novos caminhos para o futuro.</a>&#8220;</p>
<p><strong>Guatemala</strong></p>
<p><em>Nathan</em>, também conhecido como <em>The Data Geek</em> [Es], escreve sobre o problema da pobreza e sobre o problema relacionado da criminalidade que ocorre na Guatemala, e <a href="http://thedatageek.blogspot.com/2008/10/todos-contra-la-pobreza.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/thedatageek.blogspot.com');">acredita ter uma possível solução</a>:</p>
<blockquote><p>… crear fuentes de trabajo, capacitar a las para que desempeñen un trabajo, y a los menores de edad, brindarles de educación necesaria para superarse en la vida, pero se que esto no se logra de la noche a la mañana, para que esto funcione, depende de nosotros, no ser discriminadores, sino ayudar a las personas, podemos darles las cosas que ya no usamos, como zapatos, ropa, cobijas y cuando podamos darles comida.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;&#8230; Criar fontes de trabalho, capacitar [as pessoas] para que desempenhem estes trabalhos, e aos menores de idade, dar a educação necessária para que superem-se na vida. Mas isso não acontece da noite para o dia. Para que isso funcione, depende de nós, que não sejamos discriminadores, e que ajudemos as pessoas. Podemos doar a elas aquilo que não estamos mais usando, como sapatos, roupa, cobertores e, quando possível, dar-lhes também alimentos.&#8221;</div>
<p>Agradecimentos especiais a Luis Carlos Díaz e Paula Góes, por proverem links para este artigo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Guiana: EPA - Assinar ou Não Assinar?</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/10/15/guiana-ape-assinar-ou-nao-assinar/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 02:11:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Americas]]></category>

		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[A União Européia está conduzindo as primeiras etapas de discussão sobre um novo pacto comercial entre territórios regionais do Caribe e os 27 membros da União Européia. Qual é a grande questão a respeito deste pequeno acordo comercial? Apenas o fato de que as novas regras mudam os fundamentos de como estes dois blocos comerciais se relacionam. Alguns governos regionais -- como o da Guiana -- estão insistindo que não assinarão o APE do jeito que está. O problema é que há uma data limite envolvida. Alguns blogueiros da Guiana estão falando um bocado a respeito...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>2008 marca o início de uma nova era para o comércio do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Caribe" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Caribe</a>, onde a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Uni%C3%A3o_Europ%C3%A9ia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">União Européia</a> está conduzindo as primeiras etapas de discussão sobre um novo pacto comercial entre os territórios regionais do Caribe e os 27 países membros da União Européia. Qual a grande questão a respeito deste pequeno acordo comercial? Apenas o fato de que <a href="http://ec.europa.eu/trade/issues/bilateral/regions/acp/index_en.htm" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ec.europa.eu');">as novas regras mudam os fundamentos</a> [En] de como os dois blocos comerciais se relacionam. O <a href="http://www.caricom.org/jsp/pressreleases/pres227_07.jsp" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.caricom.org');">Acordo de Parceria Econômica (APE) do CARIFORUM</a> [En] substitui o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Acordo_de_Cotonou" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Acordo de Cotonou</a>, que foi largamente embasado no protecionismo comercial. O novo APE é baseado na reciprocidade &#8212; o que significa que pela primeira vez o campo de jogo será plano.</p>
<p><a href="http://www.normangirvan.info/selected-epa-news/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.normangirvan.info');">Acionistas</a> [En] e grupos de interesses especiais vem se manifestando um bocado sobre toda a questão, com alguns governos regionais &#8212; como <a href="http://www.kaieteurnews.com/?p=10681" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.kaieteurnews.com');">o da Guiana</a> [En] &#8212; insistindo que não assinarão o APE do jeito que está. O problema é que há <a href="http://www.jamaica-gleaner.com/gleaner/20080829/business/business8.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.jamaica-gleaner.com');">uma data limite envolvida</a> [En]. Assine, ou tenha os seus produtos marcados por tarifas de entrada mais altas, o que imediatamente os tornaria mais caros e menos competitivos no mercado. Alguns blogueiros da Guiana estão falando um bocado sobre o assunto&#8230;</p>
<p><em><a href="http://guyana360.blogspot.com/2008/10/jagdeo-misleading-nation.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/guyana360.blogspot.com');">Guiana 360</a></em> [En] sugere que o país está sendo enganado:</p>
<blockquote><p>BHARRAT JAGDEO has been less than TRUTHFUL about the EPA deal. All the fuss about Guyana not signing on to the EPA just got dashed when Dougie Brew, a trade police advisor at the European Commission in Brussels told the BBC that Guyana had written the Commission in March stating its strong support of the EPA and had requested help with its implementation.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;BHARRAT JAGDEO está sendo menos do que VERDADEIRO a respeito da negociação do APE. Toda essa confusão sobre a Guiana não assinar o APE foi destruída quando Dougie Brew, um acessor de políticas comerciais da Comissão Européia em Bruxelas, disse à BBC que a Guiana escreveu à Comissão em março afirmando seu forte apoio ao APE e requisitando ajuda para realizar a sua implementação.&#8221;</div>
<p>Em <a href="http://guyana360.blogspot.com/2008/10/listen-to-jagdeos-sham-uncovered.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/guyana360.blogspot.com');">um post seguinte</a> [En], o blogueiro apóia seu ponto ao fazer um link para <a href="http://www.bbc.co.uk/caribbean/news/story/2008/10/printable/081009_acp_eu_signing.shtml" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.bbc.co.uk');">o áudio da entrevista da BBC citada</a> [En].</p>
<p><a href="http://propagandapress.org/2008/10/10/european-union-ready-to-punish-guyana-for-not-signing-epa/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/propagandapress.org');">Propaganda Press</a> [En] simplesmente faz um link para <a href="http://propagandapress.org/2008/10/10/european-union-ready-to-punish-guyana-for-not-signing-epa/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/propagandapress.org');">uma notícia</a> [En] na <a href="http://www.ips.org/institutional/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.ips.org');">Inter Press Service</a> [En], que sugere que a Guiana pode vir a ser &#8220;punida&#8221; se não assinar o acordo; enquanto isso, <a href="http://livinguyana.blogspot.com/2008/10/signing-or-singing.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/livinguyana.blogspot.com');">Living Guyana </a>[En], sem perder o bom humor, quer respostas:</p>
<blockquote><p>Oh Mighty Bharrat tell we what yuh doin. We trust you. We leave everything with you for you are the wise, the mighty, the great, the leader. You are our leader. You know best.</p>
<p>So Oh Mighty Bharrat - to sign or not to sign?</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Ó Poderoso Bharrat, diga a nós o que cê tá fazendo. Nós confiamos em você. Nós deixamos tudo com você, pois você é o sábio, o poderoso, o grande, o líder. Você é o nosso líder. Você sabe o que é melhor.<br />
Então, Ó Poderoso Bharrat - assinar ou não assinar?&#8221;</div>
<p>O acordo irá afetar questões como o acesso a mercados, questões ligadas ao comércio, serviços, investimentos, e questões legais e institucionais - e se a Guiana pretende assinar o APE, ela precisará fazer isso até amanhã [En].</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Angola: Um novo Eldorado africano para estrangeiros</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/28/angola-um-novo-eldorado-africano-para-estrangeiros/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 16:40:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claraonofre</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Angola]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde o fim da guerra civil em 2002, Angola tem sido a casa de muitos estrangeiros que chegam aqui em busca de trabalho. Estima-se que existem cerca de 70.000 estrangeiros morando no país, a maioria vinda da América do Sul, China, Portugal e outros países africanos. Descubra como esse caldeirão de culturas está se formando através do ponto de vista de blogueiros angolanos e estrangeiros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o término da guerra em 2002 que Angola tem sido local de acolhimento para inúmeros estrangeiros. Graças ao crescente desenvolvimento da economia, da reabilitação de infra-estruturas, da manutenção da estabilidade e da entrada no país de várias empresas internacionais, os estrangeiros sentem-se compelidos em tentar a sorte neste país.</p>
<p>Em Angola vivem mais de 70 mil estrangeiros, sendo que metade deles possui visto de trabalho e são representados na sua maioria por brasileiros, chineses, cubanos e portugueses. De África chegam ainda cidadãos vindos do Congo, Mauritânia, Mali entre outros.</p>
<p>Portugal bate com certeza o recorde no campo da imigração. Só para se ter uma ideia, até finais de 2007 deram entrada no país perto de 60 mil almas lusas. Número considerável e que expõe os laços históricos e afectivos que unem Angola a Portugal. No entanto, os chineses perfazem já um número considerável no país. Dedicam-se essencialmente à construção civil e são conhecidos por trabalharem horas a fio, ao sol ou à chuva. Em uma carta na coluna &#8216;O mundo visto pelos leitores&#39;, no blog do Pedro Dória, o angolano <a href="http://pedrodoria.com.br/2008/01/24/o-mundo-visto-pelos-leitores-angola/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pedrodoria.com.br');">Caco escreve</a>:</p>
<blockquote><p>“Os chineses foram os últimos a desembarcar por aqui, mas já formam o maior contingente. Ninguém sabe ao certo, mas dizem que são mais de 600.000 deles espalhados pelo país – dá algo como 3% da população. Trabalhando em turnos que causam inveja pela velocidade das obras e disposição para trabalhar 24 horas por dia e sete dias por semana. E num fenómeno inesperado começaram a integrar-se na sociedade de forma tão forte que a primeira geração de crianças sino-angolanas já começa a dar seus passos. Os chineses começam a tomar um espaço no coração das angolanas que até agora era dos brasileiros”.</p></blockquote>
<p>Qual será a reacção dos angolanos perante a entrada em massa de gente que vem de fora? E como é que os estrangeiros encaram a vinda para esta ex-colónia portuguesa?</p>
<p>António Spíndola é brasileiro, natural do Recife e escreve no seu <a href="http://spindola.blogspot.com/2007/06/24-filda-feira-internacional-de-luanda.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/spindola.blogspot.com');">Spíndola Blog</a> um pouco sobre este assunto:</p>
<blockquote><p>“Recebo muitos e-mails perguntando como é a vida em Angola. Em sua maioria são pessoas pensando em vir trabalhar aqui que desejam ou já foram convidadas. Angola é vista como o novo eldorado para os profissionais do Brasil. A ideia que se tem são bons salários e novas aventuras. Entretanto, na teoria a prática é diferente! Há bons salários sim, mas há uma série de dificuldades que se precisa transpor.”</p></blockquote>
<p>Uma das dificuldades é a obtenção de visto. O governo coloca sérios entraves à entrega deste documento e todo o processo é bastante moroso. O desânimo na obtenção do visto acaba por conduzir a situações de permanência ilegal. É importante agilizar o aspecto burocrático e dar carta verde de entrada aos estrangeiros que pretendem fixar-se em solo angolano. É preciso encarar a maioria destes cidadãos internacionais como mão-de-obra qualificada. Como gente capaz de contribuir para o desenvolvimento de um país que viveu 30 anos mergulhado na guerra.</p>
<p>O blog <a href="http://esquece-angola.com/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=1" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/esquece-angola.com');">O Lado Negro</a> confirma os percalços vividos para a obtenção do visto:</p>
<blockquote><p>“A minha esposa criou uma empresa em Angola e fomos para lá morar em 2006. Depois de lá estar voltei a Portugal para tratar de todos os documentos que a lei angolana exige para legalizar a minha residência naquele país. Mal empregado tempo que perdi e dinheiro que gastei, note-se que vir a Portugal tratar dos documentos e o que paguei no consulado do Porto para meter esses papéis, ultrapassou os 2500 dólares, mas para nada pois até hoje nem me deram uma resposta em Angola na DEFA (Direcção de Emigração e Fronteiras de Angola). Nem em Portugal no consulado me deram resposta, apenas o funcionário do consulado me disse: - o que o senhor quer, eu também estou em Portugal há 2 anos e só tive a minha residência há pouco. Depois de correr para a DEFA montes de vezes a tentar saber do meu caso sem nunca me dizerem o que se passava, resolvi meter uma reclamação por escrito. Acreditem que nem resposta me deram apesar da minha insistência.”</p></blockquote>
<p>Os profissionais vindos de fora encontram espaço em três áreas concretas como a medicina, construção civil e ensino. Alguns vêem para dar formação e outros para trabalhar a longo prazo.</p>
<p>Grande parte dos angolanos não vê com bons olhos a chegada dos estrangeiros. Acreditam que serão penalizados economicamente, profissionalmente e culturalmente. Existe também a opinião que os estrangeiros em Angola não agem de forma correcta. O blog <a href="http://desabafosangolanos.blogspot.com/2008/07/os-estrangeiros.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/desabafosangolanos.blogspot.com');">Desabafos Angolanos</a> confirma isso mesmo:</p>
<blockquote><p>“Sou angolana de nascimento, vivi 20 anos em Angola e esse é um país que eu amo e nunca sairá do meu coração. Não gosto de ouvir falar mal do meu país e muito menos do seu povo. Incomoda-me, irrita-me. Não consigo perceber as pessoas que só vão trabalhar para Angola por causa do dinheiro. Não gostam do seu povo, das suas gentes e só são simpáticas e cordiais para angariar simpatia. Essa simpatia chega ao ponto de abrir as portas de sua casa para ganhar confiança. Falam constantemente em corruptos e na facilidade em corromper. Quero ouvir falar bem do país onde nasci, cresci e fui feliz.”</p></blockquote>
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		<title>Líbano: trabalhadoras domésticas convertidas em escravas</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/08/28/libano-trabalhadoras-domesticas-convertidas-em-escravas/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 19:43:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Débora Medeiros</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>

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		<description><![CDATA[Como estão sendo tratadas as empregadas domésticas no Líbano? Nash Suleiman sumariza as reações de alguns blogueiros libaneses a esta tragédia, na esteira da publicação de um relatório sobre a situação pelo Human Rights Watch (Observatório dos Direitos Humanos).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de a mídia e os blogueiros libaneses em geral estarem atualmente mais focados em tópicos políticos, é revigorante ver outras questões sendo discutidas e reportadas. Entretanto, no instante em que os relatórios são publicados, as notícias se revelam ainda piores do que pareciam ser. organizações internacionais como a <a href="http://www.hrw.org/portuguese/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.hrw.org');"><em>Human Rights Watch</em></a> (HRW), <a href="http://www.immigrationhereandthere.org/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.immigrationhereandthere.org');">Immigration Here &amp; There</a> e blogueiros regionais têm publicado <a href="http://www.hrw.org/english/docs/2008/08/25/lebano19690.htm" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.hrw.org');">relatos</a> [En] alarmantes sobre o abuso de trabalhadoras domésticas estrangeiras na <a href="http://globalvoicesonline.org/2008/08/12/saudi-arabia-slavery-in-the-gulf/">região</a> [En] e, recentemente, há 200.000 trabalhadoras domésticas declaradas empregadas legalmente no Líbano.  E, com a ausência de cobertura da mídia desses relatórios e a falta de atenção por parte de departamentos oficiais no Líbano, os blogueiros estão entrando em ação para instigar a consciência desses fatos on line.</p>
<p><em>Moussa Bachir</em> usa o espaço do seu <a href="http://urshalim.blogspot.com/2008/08/lebanon-migrant-domestic-workers-die-at.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/urshalim.blogspot.com');">blog</a> [En] esta semana para promover o que o Human Rights Watch tem a dizer sobre a situação das trabalhadoras domésticas no Líbano, o que inclui:</p>
<blockquote><p>Domestic workers are dying in Lebanon at a rate of more than one per week,” said Nadim Houry, senior researcher at Human Rights Watch. “All those involved – from the Lebanese authorities, to the workers’ embassies, to the employment agencies, to the employers – need to ask themselves what is driving these women to kill themselves or risk their lives trying to escape from high buildings.</p></blockquote>
<div class="translation">Empregadas domésticas estão morrendo no Líbano a taxas de mais de uma por semana&#8221;, disse Nadim Houry, pesquisador sênior do Human Rights Watch. &#8220;Todos os envolvidos - das autoridades libanesas, passando pelas embaixadas das empregadas e pelas agências de emprego, até os empregadores - precisam se perguntar o que está levando essas mulheres a se suicidar ou a arriscar suas vidas tentando fugir de prédios altos.</div>
<p><em><a href="http://sursock.blogspot.com/2008/08/suicides.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/sursock.blogspot.com');">Lebanese Socialist</a></em> [En] também destaca o mesmo relatório do <em>Human Rights Watch</em>:</p>
<blockquote><p>HRW said that at least 24 housemaids have died since January 2007 after falling from multi-storey buildings. “Many domestic workers are literally being driven to jump from balconies to escape their forced confinement,” Houry said.</p></blockquote>
<div class="translation">O HRW disse que pelo menos 24 trabalhadoras domésticas morreram desde janeiro de 2007, após cair de prédios de muitos andares. &#8220;Muitas empregadas domésticas são literalmente levadas a pular de sacadas para escapar do seu confinamento forçado&#8221;, disse Houry.</div>
<p><em>Christa Hillstrom</em>, que dedica seu blog à divulgação do perigo e da verdade do moderno comércio global de escravos, <a href="http://humangoods.net/2008/05/24/stop-by-the-market-on-your-way-home-in-lebanon-and-pick-up-a-filipina-housemaid/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/humangoods.net');">diz</a>: [En]</p>
<blockquote><p>Although the women often come through legal agencies and are somewhat trained for the domestic work, they frequently have their passports confiscated when they arrive and suffer physical and sexual abuse.</p></blockquote>
<div class="translation">Apesar de as mulheres geralmente chegarem através de agências legais e serem, de certa forma, treinadas para o trabalho doméstico, elas freqüentemente têm seus passaportes confiscados ao chegar e sofrem abusos físicos e sexuais.</div>
<p>As notícias perturbadoras continuam quando Hillstorm cita o relatório de Elise Barthet sobre a situação:</p>
<blockquote><p>Beirut employment agencies promote them as merchandise or, in extreme case, as pets. They offer advice about which nationalities are supposedly docile, easy to maintain or “harder to break.”</p></blockquote>
<div class="translation">As agências de empregos de Beirut promovem-nas como mercadorias ou, em casos extremos, como animais de estimação. Elas [as agências] oferecem conselhos sobre que nacionalidades são supostamente dóceis, fáceis de manter ou &#8220;mais difíceis de subjugar&#8221;.</div>
<p>Retrocedendo no tempo, podemos encontrar muitos blogueiros como <em>Moustaf</em>a, que anteriormente <a href="http://beirutspring.com/blog/2008/05/05/ethiopia-bans-its-citizens-from-working-in-abusive-lebanon/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/beirutspring.com');">postou</a> [En] sobre suas preocupações com esse fenômeno crescente:</p>
<blockquote><p>Sure they’re starving and living in miserable conditions, but that doesn’t mean that they have to put up with the ultimate abusive environment: The Lebanese household.</p></blockquote>
<div class="translation">Claro que elas estão passando fome ou vivendo em condições lamentáveis [em seus países de origem], mas isso não significa que elas têm que agüentar o ambiente mais abusivo de todos: o lar libanês.</div>
<p>O professor <em><a href="http://angryarab.blogspot.com/2008/08/finally.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/angryarab.blogspot.com');">Asad Abu Khalil</a></em> [En], no site <em>Angry Arab News Service</em> encontra alívio no fato de que a situação está recebendo atenção internacional do Human Rights Watch:</p>
<blockquote><p>Finally. Human Rights Watch has noticed.</p></blockquote>
<div class="translation">Finalmente. O Human Rights Watch percebeu.</div>
<p>Alguns meses atrás, o professor <em>Abu Khalil</em> publicou um artigo que aborda a situação das trabalhadoras domésticas no Líbano, o qual, mais tarde, foi <a href="http://dailyalochona.blogspot.com/2008/05/alochona-maids-in-lebanon.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/dailyalochona.blogspot.com');">postado</a> [En] no site <em>Daily Online Alcohona</em>:</p>
<blockquote><p>I will never forget Sushar Roxi. Do you remember her? That poor Sri Lankan maid who died by hanging in front of spectators and cameras. Do you remember when the city of Sidon&#39;s people woke up to find her dangling from the balcony, after she&#39;d hanged herself with linens? Do you wonder why she hanged herself? Do you wish you could ask her? She dangled from the balcony for hours and nobody noticed or cared. Why did Sushar hang from the balcony and why do we never hear of investigations?</p></blockquote>
<div class="translation">Nunca vou esquecer Sushar Roxi. Vocês se lembram dela? Aquela pobre moça do Sri Lanka que morreu enforcada diante de espectadores e câmeras. Vocês se lembram de quando o povo da cidade de Sidon acordou para encontrá-la pendurada da sacada, depois que ela se enforcou com tecidos? Vocês se perguntam por que ela se enforcou? Vocês gostariam de poder perguntá-la? Ela ficou pendurada no balcão por horas e ninguém notou ou se importou. Por que Sushar se enforcou na sacada e por que nós nunca ouvimos falar de investigações?</div>
<p>Uma postagem mais antiga de <em>Abullor</em> <a href="http://biladsham.blogspot.com/2008/05/maid-in-lebanon-ii-voices-from-home.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/biladsham.blogspot.com');">promove</a> [En] um documentário (Maid in Lebanon II) que discute direitos das trabalhadoras, empregos, contratos e termos e condições de trabalho cotidianos.</p>
<p>Outro sinal alarmante que passou despercebido foi <a href="http://lebanoniznogood.blogspot.com/2008/05/bravo-ethiopia-end-maid-trade-with.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/lebanoniznogood.blogspot.com');">mencionado</a> [En] por <em>Hanibaal</em> há alguns meses. A postagem dele aponta para uma declaração aprovada pelo governo etíope que bane a viagem de trabalhadores para Beirut:</p>
<blockquote><p>…Ethiopia passed the bill after it conducted a thorough analysis into the human right violations and domestic violence Ethiopian migrants face behind closed doors in Lebanon while in duty as maids.<br />
…Past human right records show that 67 Ethiopian women died between 1997 and 1999 alone in Beirut while working. Many were never heard from again and many others remain very difficult to trace because their employers change their Christian name to let them in to the country as Muslims.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8230;A Etiópia aprovou essa declaração, após conduzir uma análise detalhada das violações dos direitos humanos e da violência doméstica que migrantes etíopes enfrentam a portas fechadas no Líbano enquanto trabalham como empregadas.</p>
<p>&#8230;Registros de direitos humanos passados mostram que 67 mulheres etíopes morreram entre 1997 e 1999, sozinhas em Beirut enquanto trabalhavam. Nunca mais se teve notícia de muitas delas e outras continuam difíceis de localizar porque seus empregadores mudam seus nomes de batismo para que elas entrem no país como muçulmanas.</p>
</div>
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		</item>
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		<title>Camboja: preservativo obrigatório e repressão à prostituição</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/08/27/camboja-preservativo-obrigatorio-e-repressao-a-prostituicao/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 01:41:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Débora Medeiros</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cambodia]]></category>

		<category><![CDATA[Cyber-Ativismo]]></category>

		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>

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		<description><![CDATA[Profissionais do sexo cambojanas recorrem à Internet para tornar mais conhecidas suas dificuldades e sua luta por respeito aos direitos humanos. No Camboja, uma lei que determina que as relações sexuais com clientes só devem ocorrer com preservativos parece uma boa idéia, mas tem se voltado contra aquelas que deveria proteger, ao servir de pretexto para prender profissionais do sexo, usando o fato de elas trazerem camisinhas consigo como prova de que fazem programas sexuais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="float: left;" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/08/swtv.jpg" alt="" width="180" height="227" />Profissionais do sexo cambojanas recorrem à Internet para tornar mais conhecidas suas dificuldades e sua luta por respeito aos direitos humanos. No Camboja, uma lei que determina que as relações sexuais com clientes só devem ocorrer com preservativos pode parecer uma boa idéia, mas tem se voltado contra aquelas que deveria proteger, ao servir de pretexto para prender profissionais do sexo, usando o fato de elas trazerem camisinhas consigo como prova de que fazem programas sexuais.</p>
<p>Aquelas profissionais do sexo que são presas são mandadas para centros de  &#8220;reabilitação&#8221;, que são basicamente prisões, onde as mulheres são mantidas em celas comuns sem banheiro ou água corrente, raramente recebem água ou comida, algumas são agredidas e estupradas e mulheres soro-positivas  têm o acesso ao tratamento com drogas anti-retrovirais recusado.</p>
<p>A Asia Pacific Network of Sex Workers <em>[Rede Asiática de Profissionais do Sexo no Pacífico, em inglês]</em> possui uma série de <a href="http://www.apnsw.org/apnsw.htm" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.apnsw.org');">estudos sobre os resultados percebidos e os efeitos do Programa de Uso Compulsório de Preservativos</a> [En], segundo profissionais do sexo de diferentes países, como Camboja, Tailândia e Mianmar. Você também pode assistir ao vídeo que a organização disponibilizou através do seu <a href="http://www.sexworkerspresent.blip.tv/" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.sexworkerspresent.blip.tv');">canal no Blip.tv Sex Workers Present (Profissionais do Sexo Apresentam, em inglês)</a> [En], que contém explanações sobre as implicações do programa de uso compulsório de preservativos, entrevistas com mulheres que foram presas ou enviadas para instituições de &#8220;reabilitação&#8221; onde nenhum tipo de educação ou treinamento é recebido e avaliações de como esses programas que associam o uso de preservativos exclusivamente às profissionais do sexo não serão eficazes no combate à propagação da AIDS e outras DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) entre o restante da população.  A Asia Pacific Network of Sex Workers recebeu recentemente o <a href="http://www.apnsw.org/apnsw.htm" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.apnsw.org');">Award for Action on HIV/AIDS and Human Rights (Prêmio Internacional  por Ação contra o HIV/AIDS e Direitos Humanos, em inglês) de 2008</a> durante a Conferência Internacional sobre a AIDS realizada na Cidade do México na primeira semana de agosto. A organização foi fundada em 1994 e tem desenvolvido um trabalho sobre saúde e direitos humanos junto às profissionais do sexo, em conjunto com outros grupos e organizações, como Empower Thailand, Sweetly Japan, Pink Triangle Malaysia, the Scarlet Alliance Australia and Sonagachi.</p>
<p>O vídeo a seguir se chama <a href="http://sexworkerspresent.blip.tv/#1165299" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/sexworkerspresent.blip.tv');"><em>Caught between the Tiger and the Crocodile</em></a> (Presas entre o Tigre e o Crocodilo, em inglês):</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://blip.tv/play/AceQV4LaSg" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="340" src="http://blip.tv/play/AceQV4LaSg"></embed></object></p>
<p><a href="http://globalvoicesonline.org/author/juliana-rincon-parra/" target="_blank"></a></p>
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<enclosure url="http://blip.tv/file/get/NSWP-CaughtBetweenTheTigerAndTheCrocodile996.flv" length="5392986" type="video/x-flv" />
		</item>
		<item>
		<title>Geórgia, Rússia: O que vem em seguida?</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/08/13/georgia-russia-o-que-vem-em-seguida/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/08/13/georgia-russia-o-que-vem-em-seguida/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 19:09:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Central Asia &#038; Caucasus]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente russo Dmitry Medvedev anunciou o fim da chamada operação de “imposição de paz” ontem. LJ user varfolomeev66 - Vladimir Varfolomeev, jornalista da Rádio Echo de Moscou - pergunta em seu blogue: “O que virá em seguida?”]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="single" class="entry">
<p>O presidente russo  Dmitry Medvedev <a href="http://seansrussiablog.org/2008/08/12/the-five-day-war/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/seansrussiablog.org');">anunciou o fim da chamada operação de “imposição de paz”</a> ontem. LJ user <em>varfolomeev66</em> - <a href="http://www.echo.msk.ru/contributors/27/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.echo.msk.ru');">Vladimir Varfolomeev</a>,  jornalista da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Echo_of_Moscow" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Rádio Echo de Moscou</a> -  pergunta em seu blogue: “O que virá em seguida?”</p>
<p>Ele <a href="http://varfolomeev66.livejournal.com/233794.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/varfolomeev66.livejournal.com');">escreveu</a> [rus]:</p>
<blockquote><p>Não estou me referindo à  Geórgia dessa vez.</p>
<p>O governo russo usou cada momento de crise como motivo para mais um apertar de parafusos e fortalecimento de suas próprias posições. Depois do [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Russian_apartment_bombings" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">bombardeio de prédios em Moscou em 1999</a>] [en], a [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Second_Chechen_War" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Segunda Guerra da Chechênia</a>] [en] teve início, e Putin alcançou o poder. Depois [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Russian_submarine_Kursk_explosion" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">do desastre do submarino em 2000 em Kursk</a>] [en] seguido do [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Moscow_theater_hostage_crisis" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">cerco ao  teatro Nord-Ost em 2002</a>] [en], da eliminação dos [Canais de TV <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Channel_One_%28Russia%29" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">ORT</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/NTV_%28Russia%29" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">NTV</a>] [en]. Depois do [<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Crise_de_ref%C3%A9ns_da_escola_de_Beslan" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Massacre da escola de Beslan em 2004</a>], as eleições locais foram canceladas.</p>
<p>O que esse regime está aprontando agora?</p></blockquote>
<p>Seguem abaixo alguns comentários nessa postagem:</p>
<blockquote><p><em>oleg_kozyrev</em>:</p>
<p>- Controle da internet</p>
<p><em>varfolomeev66</em>:</p>
<p>Considerando que não tem mais nada fora de controle, isso é bem possível.</p>
<p><em>humanist_us</em>:</p>
<p>Eles vão apertar os últimos parafusos da internet.</p>
<p>E  [a Rádio Echo de Moscou] ;)</p>
<p>Embora certamente você não tenha tentado chatear os dois anões [com sua cobertura da crise]</p></blockquote>
<p>Blogando de  Tbilisi, Oleg Panfilov, usuário <em>oleg-panfilov</em> do LJ, do <a href="http://www.cjes.ru/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.cjes.ru');">Centro para Jornalismo em Situações Extremas</a> - <a href="http://oleg-panfilov.livejournal.com/553572.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/oleg-panfilov.livejournal.com');">postou um resumo do dia em seu blog</a> [rus] sobre o que a crise de cinco dias pode vir a significar para a Geórgia em termos políticos:</p>
<blockquote><p>Hoje foi o dia das emoções.</p>
<p>Primeiro, uma manifestação imensa no centro de  Tbilisi e pessoas chorando durante Saakashvili.</p>
<p>Depois, um dia de espera enquanto os políticos estavam debatendo e expressando opiniões sobre a Geórgia e suas relações com a Rússia.</p>
<p>E finalmente a saída de Geórgia  [da CEI, a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunidade_dos_Estados_Independentes" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Comunidade dos Estados Independentes da antiga União Soviética</a>]. Por enquanto, em forma de um discurso político, mas depois de um tempo, em questão de dias, a Rússia se tornará automaticamente uma força ocupadora não apenas formalmente, mas também legalmente, porque perderá o status de “força de paz” da CEI. E então, de acordo com todas as leis internacionais, qualquer presença de tropas [da Rússia] nos territórios da Ossétia do Sul e Abkhazia poderá ser reconhecida como ilegal.</p>
<p>Em outras palavras, mais uma aventura militar acabou [dando em nada].</p>
<p>Eu não sei que tipo de raciocínio os comandantes militares russos seguiram (claro, se é que houve de fato algum tipo de raciocínio), mas a Geórgia conseguiu resistir e evitou voltar a um estado em que se encontrava nos tempos da União Soviética. Ou seja, um estado de [”grande <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Shashlyk" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');"><em>churrascaria shashlyk</em></a>” [en]] para usar a      nomenclatura      russa.</p>
<p>Se analisarmos o que aconteceu, encontraremos muitos argumentos tanto a favor da Geórgia quanto a favor dos métodos imperiais do Kremlin dos dias de hoje. Uma coisa é clara, no entanto - A Geórgia não se transformará em um país diferente, ela provou da liberdade nos últimos anos, apesar do fato de que muitas pessoas não gostarem dela.</p>
<p>Agora depende dos outros remanescentes do império soviético decidir se querem continuar vivendo na forma que estão ou aprenderão com a  Geórgia.</p>
<p>Amanhá será outro dia de espera.</p></blockquote>
<p>Veja abaixo alguns comentários:</p>
<blockquote><p><em>mormegil11</em>:</p>
<p>A Geórgia perdeu a Ossétia do Sul e  Abkhazia. Quando a euforia acabar, o cotidiano cinzento da vida começará - sem transferências de dinheiro de [parentes trabalhando em] Moscou, sem acesso ao mar e conexão aérea para transporte [com a Rússia], sem bancos em funcionamento - e aí o tamanho da catástrofe será maior do que o tamanho da multidão      ingênua e agitada na manifestação.</p>
<p>Essa guerra não tem [ganhadores ou perdedores]. Existe culpa, um enorme sentimento de culpa diante dos mortos: georgianos, russos, ossetianos, ucranianos, holandeses&#8230; e o que é a entrada na CEI ou na OTAN, ou em qualquer lugar, comparada com essa culpa.</p>
<p><em>rousyn</em>:</p>
<p><em>“sem transferências de dinheiro de [parentes trabalhando em] Moscou”</em></p>
<p>Re-orientação da imigração da força de trabalho para o ocidente? É esse o progresso dele? […]</p>
<p><em>realpushkin</em>:</p>
<p>Oleg, infelizmente você está errado. […]</p>
<p>1) Os países da OTAN e os aliados em geral não vão se meter em uma guerra com a Rússia, caso aconteça novamente - isso é [contra-produtivo] para todos.</p>
<p>2) Abkhazia e Ossétia do Sul não se tornarão parte da Geórgia, nem mesmo como regiões autônomas - é mais fácil que a Rússia reconheça a independência delas.</p>
<p>3) Está provado que civis morreram em Tskhinvali   [por causa do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/9K51_Grad" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">sistema de lançamentos múltiplos de mísses</a>] - Saakashvili não terá a chance de entrar [em organização alguma]. […]</p></blockquote>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Guiné-Bissau: Um dia sem imigrantes</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/07/18/guine-bissau-um-dia-sem-imigrantes/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 03:26:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Diáspora]]></category>

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		<category><![CDATA[Guinea-Bissau]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;E se as associações de imigrantes decidissem fazer um dia de greve, para mostrar à malta o que seria a Europa sem eles?&#8221;, pergunta Jorge Rosmaninho [Pt].
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			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;E se as associações de imigrantes decidissem fazer um dia de greve, para mostrar à malta o que seria a Europa sem eles?&#8221;, pergunta <a href="http://africanidades.blogspot.com/2008/07/um-dia-sem-imigrantes.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/africanidades.blogspot.com');">Jorge Rosmaninho</a> [Pt].</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bahrain: Banindo os Bangladeshis</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/05/29/bahrain-banindo-os-bangladeshis/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 May 2008 02:53:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bahrain]]></category>

		<category><![CDATA[Bangladesh]]></category>

		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>

		<category><![CDATA[Diáspora]]></category>

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		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>

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		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

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		<description><![CDATA[Após um trágico incidente ocorrido há alguns dias, em que um Bahraini foi morto após se recusar a pagar a um mecânico Bangladeshi um extra de 500 fils (1,30 dólares) que este demandava por seu serviço, o Bahrain interrompeu a emissão de permissões de trabalho para cidadãos de Bangladesh. Um grupo de legisladores está planejando submeter ao parlamento uma proposta que visa a expulsão de todos os trabalhadores Bangladeshis do país, que devem ser hoje mais de 90.000, sob a alegação de que estes cometeriam mais "crimes chocantes e terríveis" do que qualquer outra comunidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após um trágico incidente ocorrido há alguns dias, em que um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bahrein" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Bahraini</a> foi <a href="http://bahraini.tv/2008/05/24/man-killed-over-500-fils/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/bahraini.tv');">morto</a> [En] após se recusar a pagar a um mecânico <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bangladesh" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Bangladeshi</a> um extra de 500 fils (1,30 dólares) que este demandava por seu serviço, o Bahrain <a href="http://bahraini.tv/2008/05/27/visa-ban-for-bangladeshis/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/bahraini.tv');">interrompeu</a> [En] a emissão de permissões de trabalho para cidadãos de Bangladesh. Um grupo de legisladores está planejando submeter ao parlamento uma proposta que visa a expulsão de todos os trabalhadores Bangladeshis do país, que devem ser hoje mais de 90.000, sob a alegação de que estes cometeriam mais &#8220;<a href="http://bahraini.tv/2008/05/26/ban-on-workers-will-spell-misery/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/bahraini.tv');">crimes chocantes e terríveis</a>&#8221; [En] do que qualquer outra comunidade.</p>
<p><em>Mahmood</em> não ficou impressionado por esta reação exagerada e causadora de humilhação, e ele <a href="http://mahmood.tv/2008/05/27/collective-punishments/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/mahmood.tv');">diz</a> [En]:</p>
<blockquote><p>There are a few things that suggest that our society is in a desperate state. The indicators are probably best exemplified by the exclusionary standards our parliamentarians and their electorate take. Both are quick to condemn whole peoples, nations and even civilizations due to isolated incidents without taking one second to reflect on our own shortcomings and our non-exclusive ownership of basic human values. … If you talk to Bahrainis fortunate enough to have lived in the 70s and before, they will categorically tell you that they have never experienced anything like this, they will confirm that they didn’t give their neighbour’s race or religion much importance. They will further tell you that they habitually interacted with each other in various ways; they visited, conducted business and even fought the British occupation together by forming and maintaining a cohesive multi-cultural front that crossed confessional divides. The common denominator was their Bahraininess which surpassed every other consideration. They celebrated their differences, rather than diligently work at finding the chinks to exploit in each others’ armor. The stark contrast between that era and now could not be more evident. What we now have is an acutely insular society with impenetrable walls propped up by suspicion and hatred of the other. This “us and them” atmosphere is condoned by the government - regardless of how many denials we hear from their higher echelons - evidenced by the selective employment policies, the conditional awards of constitutionally guaranteed citizen benefits and the disparity in economic circumstance. … Let us remind them that their role is to ameliorate differences and protect the national unity, and not diligently and wantonly work at exacerbating them. The demand to expel and ban Bangladeshis because of the unfortunate result of a single person’s moment of anger is tantamount to our agreement to the entrenchment and even encoding xenophobia as our main Bahraini trait.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Há algumas coisas que sugerem que nossa sociedade está em um estado de desespero. Estes indicativos são provavelmente melhor exemplificados pelas posturas excludentes que nossos parlamentares e seu eleitorado tomam. Ambos são rápidos para condenar povos inteiros, nações e até mesmo civilizações por conta de incidentes isolados sem pensar nem um segundo sequer em nossos próprios erros e em nossa posse não-exclusiva dos valores básicos humanos. [&#8230;] Se você conversar com Bahrainis que tiveram a sorte de viver nos anos 70 ou antes, eles irão lhe dizer categoricamente que nunca viram algo assim antes, e irão confirmar que nunca fizeram distinção da raça ou religião de seus vizinhos. Eles também irão te contar que habitualmente interagiam uns com os outros de várias formas; eles visitavam, faziam negócios e até mesmo lutavam lado a lado contra a ocupação britânica, formando e mantendo um front multi-cultural coeso que cruzava fronteiras. O denominador comum era a sua &#8216;Bahrainidade&#39;, que ultrapassava qualquer outra consideração. Eles celebravam suas diferenças, em vez de diligentemente trabalhar na busca das falhas a serem exploradas nas defesas alheias. O enorme contraste entre aquela era e esta em que vivemos não poderia ser mais evidente. O que temos agora é uma sociedade agudamente insular com paredes impenetráveis, levantadas pela desconfiança e pelo ódio em relação ao outro. Esta atmosfera de &#8216;nós e eles&#39; é apoiada pelo governo - não importa quanto os altos escalões tentem negar isso - e evidenciada pelas políticas de emprego seletivas, a distribuição condicional de benefícios de cidadania constitucionalmente garantidos e a disparidade de circunstâncias econômicas. [&#8230;] Deveríamos lembrá-los que seu papel é o de trabalhar as diferenças e proteger a unidade nacional, e não o de diligentemente e irresponsávelmente exacerbar [estas diferenças]. Os clamores para expulsar e banir os Bangladeshis por conta do infeliz resultado de um momento de fúria de uma única pessoa são a mesma coisa que a nossa concordância com [nosso] entrincheiramento e até mesmo com a transformação da xenofobia no principal traço cultural Bahraini.&#8221;</div>
<p><em>Reeshiez</em> <a href="http://mahmood.tv/2008/05/27/collective-punishments/#comment-119209" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/mahmood.tv');">comenta ao post acima</a> [En]:</p>
<blockquote><p>This is the most ridiculous thing that I’ve heard and is blatant racial discrimination. I can’t believe our government did this and that many people support this law. You can’t punish an entire nation for isolated incidents by their citizens. How would bahrainis feel if all arabs were banned from coming to the US because a random Bahraini killed an American citizen? I am completely disgusted.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Esta é a coisa mais ridícula que eu já ouvi e é uma flagrante discriminação racial. Eu não acredito que nosso governo tenha feito isso e que muitas pessoas apóiem esta lei. Você não pode punir toda uma nação por conta de incidentes isolados causados por seus cidadãos. Como se sentiriam os Bahrainis se todos os árabes fossem proibidos de entrar nos Estados Unidos [da América] porque um Bahraini qualquer matou um cidadão americano? Eu estou completamente revoltado.&#8221;</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Irã: Fotos do Trabalho Infantil</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/05/16/ira-fotos-do-trabalho-infantil/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2008 21:54:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Criança]]></category>

		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>

		<category><![CDATA[Humanitário]]></category>

		<category><![CDATA[Iran]]></category>

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		<description><![CDATA[Yazdnegar, blogueiro iraniano, publicou várias fotos de crianças trabalhando em Yazd, uma cidade histórica do Irã.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Yazdnegar</em>, blogueiro iraniano, <a href="http://yazdnegar.blogfa.com/post-466.aspx" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/yazdnegar.blogfa.com');">publicou</a> várias fotos de crianças trabalhando em <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Yazd" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Yazd</a>, uma cidade histórica do Irã.</p>
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		<title>Moçambique: Sem muito o que celebrar em Primeiro de Maio</title>
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		<pubDate>Sat, 03 May 2008 16:39:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[“Em pleno 1 de Maio, entre escolher ir ao desfile, com bandeirolas com dizeres para o bem do trabalhador, sabendo que o orador é patrão que mal paga e até é o esclavagista da actualidade ou ir a uma barraca para esvaziar garrafas e levantar o polegar para todos os que me vêem para dizer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Em pleno 1 de Maio, entre escolher ir ao desfile, com bandeirolas com dizeres para o bem do trabalhador, sabendo que o orador é patrão que mal paga e até é o esclavagista da actualidade ou ir a uma barraca para esvaziar garrafas e levantar o polegar para todos os que me vêem para dizer que estou numa well, preferi visitar os blogs da praça”. Veja o que <a href="http://comunidademocambicana.blogspot.com/2008/05/situao-alarmante.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/comunidademocambicana.blogspot.com');">Reflectindo sobre Moçambique</a> descobriu.</p>
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		<title>Moçambique: Desemprego e o papel do governo</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 18:23:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Basilio Muhate discorre sobre o alto índice de desemprego em Mozambique e o papel do governo em relação. “A Burocracia também é a causa de muitos problemas ligados ao mercado de trabalho pois grande parte das decisões não são coerentes e reais com a realidade econômica, onde os gastos públicos (gastos do Governo) são muitas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://basiliomuhate.blogspot.com/2008/04/desemprego-em-moambique.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/basiliomuhate.blogspot.com');">Basilio Muhate</a> discorre sobre o alto índice de desemprego em Mozambique e o papel do governo em relação. “A Burocracia também é a causa de muitos problemas ligados ao mercado de trabalho pois grande parte das decisões não são coerentes e reais com a realidade econômica, onde os gastos públicos (gastos do Governo) são muitas vezes decididos por via de interesses políticos e não condizentes com o mercado.”</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Brasil: Contra as fazendas de escravos</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/04/25/brasil-contra-as-fazendas-de-escravos/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 05:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Luiz Carlos Azenha, do Vi o Mundo, bloga a favor da Proposta de Emenda Constitucional 438/2001, que permitirá a confiscação de áreas rurais privadas onde for descoberto o uso de trabalho escravo. Azenha diz que &#8220;é necessário confiscar a terra dos que utilizam trabalho escravo. A expropriação das terras onde for flagrada mão-de-obra escrava é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Luiz Carlos Azenha</em>, do <a href="http://www.viomundo.com.br" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.viomundo.com.br');">Vi o Mundo</a>, bloga <a href="http://www.viomundo.com.br/apoiamos/pelo-confisco-de-terras-de-quem-usa-trabalho-escravo/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.viomundo.com.br');">a favor da Proposta de Emenda Constitucional 438/2001</a>, que permitirá a confiscação de áreas rurais privadas onde for descoberto o uso de trabalho escravo. Azenha diz que &#8220;é necessário confiscar a terra dos que utilizam trabalho escravo. A expropriação das terras onde for flagrada mão-de-obra escrava é medida justa e necessária e um dos principais meios para eliminar a impunidade.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Brasil: Melhorando a polícia pelo lado de dentro</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/04/24/brasil-melhorando-a-policia-pelo-lado-de-dentro/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 03:23:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Americas]]></category>

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		<description><![CDATA[O Blog da Segurança Pública[Pt], de Brasília, lista 10 melhorias possíveis e baratas que tornariam melhor a vida do policial brasiliense, e portanto o seu exercício da profissão. O blogue cita experiências de sucesso de polícias de outros estados brasileiros.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>Blog da Segurança Pública</em>[Pt], de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bras%C3%ADlia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Brasília</a>, lista <a href="http://segurancapublica.net/?p=857" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/segurancapublica.net');">10 melhorias possíveis e baratas</a> que tornariam melhor a vida do policial brasiliense, e portanto o seu exercício da profissão. O blogue cita experiências de sucesso de polícias de outros estados brasileiros.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tadjiquistão: Distribuição injusta de riquezas</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/04/17/tadjiquistao-distribuicao-injusta-de-riquezas/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 22:41:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Central Asia &#038; Caucasus]]></category>

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		<description><![CDATA[É quase impossível ter um negócio lucrativo no Tadjikistão se você seguir todas as leis e regulações definidas pelo estado. As pessoas brincam amargamente que a maneira mais fácil de se tornar um homem rico é tornar-se um oficial governamental ou uma pessoa próxima ao governo. Talvez isto seja verdade, uma vez que estas coisas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É quase impossível ter um negócio lucrativo no Tadjikistão se você seguir todas as leis e regulações definidas pelo estado. As pessoas brincam amargamente que a maneira mais fácil de se tornar um homem rico é tornar-se um oficial governamental ou uma pessoa próxima ao governo. Talvez isto seja verdade, uma vez que estas coisas o dão uma certa &#8220;imunidade&#8221; às checagens, competição e eventual perseguição &#8212; quanto mais alto o seu posto, mais você ganha. <em>Neweurasia</em> <a href="http://tajikistan.neweurasia.net/2008/04/13/law-abiding-people-will-never-become-wealthy-in-tajikistan/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/tajikistan.neweurasia.net');">sumariza</a>[En] um levantamento da <em>Avesta News Agency</em> sobre as pessoas mais ricas do Tajikistão:</p>
<blockquote><p>If you are a wealthy person living in Tajikistan, it means that either (1) you’re a governmental official, or (2) you’re a former governmental official, or (3) you’re a businessman who avoids paying taxes, or (4) you’re an entertainment star, or (5) you’re a drug-smuggler. If you’re not a governmental official and you are wealthy, it means you have <em>krisha</em> (”a roof”, or patron from amongst the governmental officials).</p></blockquote>
<p class="translation">Se você é uma pessoa rica vivendo no Tadjikistão, isso quer dizer que ou (1) você é um oficial do governo, ou (2) você é um ex-oficial do governo, ou (3) você é um homem de negócios que não paga seus impostos, ou (4) você é uma estrela do entretenimento, ou (5) você é um traficante de drogas. Se você não é um oficial do governo e você é rico, isso significa que você tem um <em>krisha</em> (&#8221;um telhado&#8221;, ou um protetor dentre os oficiais do governo).</p>
<p>O relatório mostra - e é relativamente verdadeiro - que mesmo para se tornar uma popular estrela do mundo do entretenimento você precisa ter um apoio não-oficial por parte de alguém do governo. Em outro post <em>neweurasia</em> <a href="http://tajikistan.neweurasia.net/2006/12/03/no-krisha-no-business-doing-business-in-tajikistan/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/tajikistan.neweurasia.net');">discute</a>[En] sobre fazer negócios no Tajikistão:</p>
<blockquote><p>Your <em>krisha</em> can be a criminal, a high official in the government, especially in a law enforcement agency or a former warlord. It is better to have a <em>krisha</em> from law enforcement agencies or from the government because the criminals and former warlords are not that much influential in Tajikistan [now].</p></blockquote>
<p class="translation">Seu <em>krisha</em> pode ser um criminoso, um alto oficial do governo, especialmente se for de uma agência de polícia, ou um ex-líder militar. É melhor ter um <em>krisha</em> das agências de polícia ou do governo, pois criminosos e ex-líderes militares não são mais tão influentes no Tadjikistão (hoje em dia).</p>
<p><em>Tojvar</em> <a href="http://tojvar.wordpress.com/2008/04/12/%d0%a1%d0%b0%d1%80%d0%b2%d0%b0%d1%82%d0%b8-%d1%85%d0%b8%d0%b4%d0%bc%d0%b0%d1%82%d0%b3%d0%be%d1%80%d0%be%d0%bd-%d0%b8-%d1%85%d0%b0%d0%bb%d0%ba/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/tojvar.wordpress.com');">opina</a>[tg] sobre a &#8220;lista dos Tadjiques mais ricos&#8221;:</p>
<blockquote><p>The governmental officials in Tajikistan never disclose their wealth and allege that they make their living only with the official monthly salary — 200 USD — although this is not enough in the capital city. My questions here: Why do they have that much wealth, while I should be a labor migrant in Russia?</p></blockquote>
<p class="translation">Os oficiais governamentais no Tadjikistão nunca revelam seu patrimônio e alegam que se sustentam apenas com seu salário mensal oficial &#8212; 200 dólares &#8212; mesmo que isso não seja o suficiente na capital. A minha pergunta é: Por que é que eles tem tanta riqueza, enquanto eu tenho que migrar para a Russia por trabalho?</p>
<p>Para ser justo, é necessário admitir que aqueles que desfrutam de benefícios neste momento, sempre estão arriscados a perder seu negócio a cada novo momento da redistribuição de propriedade entre as elites; não importa quão influente seu protetor nas estruturas governamentais é, você sempre se arrisca a perder tanto a sua imunidade quanto a sua propriedade. Na semana passada, um dos mais bem sucedidos homens de negócio Tadjiques, <em>Maruf Orifov</em>, foi sentenciado pela Suprema Corte a 8,5 anos de prisão com confiscação de suas propriedades por alegações de suborno e evasão de impostos. Ele era dono da &#8220;<em>Orima</em>&#8220;, maior rede de lojas em Dushanbe.</p>
<p><em>John Musarra</em> no <em>Tajikistan Journal</em> <a href="http://tajikistanjournal.blogspot.com/2007_03_01_archive.html#5691938960394420333" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/tajikistanjournal.blogspot.com');">descreve</a>[En] sua experiência de fazer compras na Orima, enquanto <em>Ravshan</em> <a href="http://ru.tajikistan.neweurasia.net/?p=228#more-228" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ru.tajikistan.neweurasia.net');">pensa</a>[Ru] que a decisão da Suprema Corte foi inadequadamente dura e pode afetar negativamente o clima de investimentos do país. De qualquer forma, muitos no Tadjikistão suspeitam que este julgamento nada mais foi do que um ataque rapineiro com o propósito de tomar o negócio lucrativo de outra pessoa.<br />
<em> Tajeconomy</em> <a href="http://tajeconomy.wordpress.com/2008/04/10/%D0%9F%D1%80%D0%B8%D0%B3%D0%BE%D0%B2%D0%BE%D1%80-%D0%9C%D0%B0%D1%85%D0%BC%D1%83%D0%B4%D0%BE%D0%B2%D1%83-%D1%83%D0%B4%D0%B0%D1%80-%D0%BF%D0%BE-%D0%BF%D1%80%D0%B5%D1%81%D1%82%D0%B8%D0%B6%D1%83-%D1%81/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/tajeconomy.wordpress.com');">partilha</a>[Ru] conosco sua opinião e elabora:</p>
<blockquote><p>But the main intrigue here is that – who is going to privatize Orima? If the trial was fabricated with a purpose to take over the “Orima” chain, its next owner (or the patron of this person) can be considered as a mastermind of the trial. If the trial is indeed fabricated, who might have such power and resources to manipulate the law enforcement bodies?</p></blockquote>
<p class="translation">Mas a maior intriga aqui é essa &#8212; quem irá se apossar da Orima? Se o julgamento foi fabricado com o propósito de tomar a rede &#8220;Orima&#8221;, seu próximo dono (ou o protetor deste dono) pode ser considerado como um mestre dos julgamentos. Se o julgamento foi de fato fabricado, quem teria tanto poder e recursos para manipular os órgãos de justiça?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Quirguistão: Da mania por Papai-Noel ao Subbotnik&#8221;</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/03/07/quirguistao-da-mania-por-papai-noel-ao-subbotnik/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Mar 2008 20:03:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandonasci</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Durante as duas ultimas semanas, o Kyrgyz blogosfera trouxe um apanhado de artigos interessantes, acompanhados de bons comentários e fotos da primeira edição de inverno do “Festival do Papai Noel”, em Kyrgysztan. O festival acorreu entre 23 e 25 de fevereiro e impulsionou muitas críticas de um lado e um bocado de humor do outro.
Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante as duas ultimas semanas, o Kyrgyz blogosfera trouxe um apanhado de artigos interessantes, acompanhados de bons comentários e fotos da primeira edição de inverno do “<a href="http://kyrgyzstan.neweurasia.net/2008/02/28/santa-claus-festival-in-kyrgyzstan/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/kyrgyzstan.neweurasia.net');">Festival do Papai Noel</a>”, em Kyrgysztan. O festival acorreu entre 23 e 25 de fevereiro e impulsionou muitas críticas de um lado e um bocado de humor do outro.</p>
<p>Em instáncia, bretelka refletiu sobre o assunto <a href="http://morrire.livejournal.com/429259.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/morrire.livejournal.com');">(ru)</a>:</p>
<blockquote><p>“Será que eles ficaram malucos? Não acredito que seja possível guardar presentes para 2 bilhões de crianças em Kyrgysztan. Seria tudo roubado.”</p></blockquote>
<p>Fancher, se empolgou com a idéia (<a href="http://diesel.elcat.kg/index.php?showtopic=873068&amp;st=20" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/diesel.elcat.kg');">ru</a>):</p>
<blockquote><p>“Pessoal, vocês não conseguem ver o potencial desta ideia? Primeiramente, todo mundo sabe que Papai Noel não existe. Ele é uma marca global famosa. Se essa idéia se tornar mais popular, aí será muito importante avançar no desenvolvimento turístico de Kyrgyzstan (atraindo mais turistas). Eu acho que essa idéia é boa e realista.&#8221;</p></blockquote>
<p>Comentário de Ataman Rakin (<a href="http://kyrgyzstan.neweurasia.net/2008/02/28/santa-claus-festival-in-kyrgyzstan/#comments" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/kyrgyzstan.neweurasia.net');">eng</a>):</p>
<blockquote><p>“Eca!!! Barbas Compridas<br />
Eles não passam de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wahhabismo" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">wahhabis</a>.”</p></blockquote>
<p>Com um começo bem engraçado, agora podemos ir a frente com a questão mais real e séria que chamou a atenção dos blogueiros. <a href="http://kloop.kg/blog/2008/02/28/subbotniki-meriya-za-kuleshov-protiv/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/kloop.kg');">Anna Yalovkina relatou no Kloop.kg</a> que o prefeito de Bishkek, Daniyar Usenov, anunciou o começo de 2 meses de “subbotnik”, entre alunos e estudantes. A palavra “subbotnik” é derivada do vocábulario Russo “subbota” (Sábado) e quer dizer trabalho comunitário, no qual as pessoas limpam as ruas, parques e os arredores das escolas e outras instituições públicas.</p>
<p>Ladymystery registrou sua opinião (<a href="http://diesel.elcat.kg/index.php?showtopic=883085&amp;st=0" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/diesel.elcat.kg');">ru</a>):</p>
<blockquote><p> “De forma alguma é uma má idéia. Nós sempre limpamos o território das escolas. Eu quero ver minha cidade muito limpa mas infelizmente ainda poluimos mais do que limpamos.”</p></blockquote>
<p>Contudo, o defensor de direitos humanos, Maksim Kuleshov, protestou contra tal decisão de Usenov e a chamou de violação dos direitos infantis. Ele disse que a União Soviética acabou e que suas crianças não são propriedades do prefeito. Ainda acrescentou que ele e seu time irão prostestar contra a medida no escritório da prefeitura de Bishkek.</p>
<p>Men concordou com Kuleshov (<a href="http://kloop.kg/blog/2008/02/28/subbotniki-meriya-za-kuleshov-protiv/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/kloop.kg');">ru</a>):</p>
<blockquote><p>“Deixe que o prefeito limpe a cidade ao invéz dos estudantes. Parece até que ele decidiu implantar o Comunismo em Bishkek.”</p></blockquote>
<p>Falando sobre protestos, todos se lembram da Revolução das Tulipas de março de 2005, quando o ex-presidente Akaev teve que fugir do país. Agora o presidente de Kyrgyz, Kurmanbek Bakiev, e seu recém eleito parlamento devem querer fazer as pazes com o código trabalhista de Kyrgyzstan, o qual tornará o dia 24 de março um feriado nacional de Kyrgyzstan.</p>
<p>Psyho reclamou sobre tal decreto (<a href="http://diesel.elcat.kg/index.php?showtopic=889330" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/diesel.elcat.kg');">ru</a>):</p>
<blockquote><p>“Será que agora o parlamento irá funcionar e fazer algo útil? Já faz 2 meses que eles não fazem nada.”</p>
<p><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">clique aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">clique aqui</a>.</em></p></blockquote>
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		<title>Brasil: Lembrete de final de ano</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/12/30/brasil-lembrete-de-final-de-ano/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 Dec 2007 21:41:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Americas]]></category>

		<category><![CDATA[Brazil]]></category>

		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Portuguese]]></category>

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		<description><![CDATA[Leonardo Sakamoto tem um lembrete para esse final de 2007: escravidão ainda existe no Brasil. Ele aponta que: “Sua natureza econômica difere da escravidão da Antigüidade clássica e da escravidão moderna, da colônia e do império. Mas o tratamento desumano, a restrição à liberdade e o processo de “coisificação” do ser humano são características similares a das anteriores”]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://z001.ig.com.br/superig/16/56/971832/blig/blogdosakamoto/2007_12.html#post_19032943" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/z001.ig.com.br');">Leonardo Sakamoto</a> tem um lembrete para esse final de 2007: escravidão ainda existe no Brasil. Ele aponta que: “Sua natureza econômica difere da escravidão da Antigüidade clássica e da escravidão moderna, da colônia e do império. Mas o tratamento desumano, a restrição à liberdade e o processo de “coisificação” do ser humano são características similares a das anteriores”.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Burkina Faso produtor de biocombustível em breve</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/12/28/burkina-faso-produtor-de-biocombustivel-em-breve/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Dec 2007 23:02:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jan Alyne Barbosa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>

		<category><![CDATA[Burkina Faso]]></category>

		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

		<category><![CDATA[Economia]]></category>

		<category><![CDATA[French]]></category>

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		<description><![CDATA[No mês passado, o Ministério da Agricultura, Recursos Hídricos e Recursos Marinhos e a empresa francesa AgroEd assinaram uma estrutura de acordo para o desenvolvimento de uma indústria de biocombustíveis em Burkina Faso. Todo este processo acontecerá em Burkina, a partir do cultivo de plantas (algodão, Jatropha, etc.) para a produção de combustível.
Esta idéia foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No mês passado, o Ministério da Agricultura, Recursos Hídricos e Recursos Marinhos e a empresa francesa AgroEd assinaram uma estrutura de acordo para o desenvolvimento de uma indústria de biocombustíveis em Burkina Faso. Todo este processo acontecerá em Burkina, a partir do cultivo de plantas (algodão, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jatropha" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Jatropha</a>, etc.) para a produção de combustível.</p>
<p>Esta idéia foi recebida com entusiasmo por mais de uma pessoa. Especialistas em biocombustível acreditam que a &#8220;África tem uma verdadeira oportunidade de entrar nessa indústria que é rentável, especialmente agora com o preço do petróleo aumentando a cada dia&#8221;, [FR] <a href="http://www.lefaso.net/spip.php?article24494" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.lefaso.net');">escreve</a> o jornalista Alban Kini.</p>
<p>No entanto, muitos cidadãos na Internet manifestaram ceticismo sobre se Burkina Faso pode se tornar um produtor de biocombustíveis competitivo, e se as pessoas comuns, em especial os agricultores, serão beneficiados.<br />
Apesar de Burkina ser rico em matérias-primas como manga, algodão e mandioca, e já ter produzido etanol, o país tem infra-estrutura limitada à sua disposição. Nesse sentido, quando <a href="http://ramses1.blog4ever.com/blog/lirarticle-66434-558191.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ramses1.blog4ever.com');">escrevi sobre biocombustíveis</a> [FR] no meu blog no início deste mês, um leitor foi cético em relação às perspectivas do projeto:</p>
<blockquote><p><em>Les coûts de production feront que ce carburant serait hors de porté des Burkinabè. Je vie en France actuellement et ici le biocarburant est juste produit par certains agriculteurs disposant de matériels assez mécanisés pour le labour, l&#39;irrigation et les récoltes. Notons qu&#39;ici les fermiers repensent 3% de la pop, ils sont les riches, aussi ils sont subventionnés à l&#39;hectare. Je trouve que souvent il faut bien réfléchir pour parapher certains accords. Si les Burkinabè n&#39;ont pas les moyens pour payer ce carburant parce que trop chers, on ira le vendre ailleurs!!!!</em></p>
<p>Os custos de produção desse combustível estarão fora das possibilidades financeiras da população de Burkina. Estou vivendo atualmente na França, e aqui os biocombustíveis são produzidos por apenas alguns agricultores, que contam com máquinas para o trabalho de irrigação e colheita. Note-se que aqui os agricultores representam 3% da população, eles são os ricos, e eles também são subsidiados pelo hectare. Penso que se deve realmente pensar antes de assinar alguns acordos. Se o cidadão de Burkina não têm os meios para pagar esses biocombustíveis porque são muito caros, eles irão vendê-los em outro lugar!!</p></blockquote>
<p>Para além desse receio do biocombustível que estão sendo vendidos no estrangeiro, muitos manifestaram preocupação com a degradação das terras de cultivo.<br />
Outro leitor escreveu:</p>
<blockquote><p><em>Pendant qu’on est en train de voir comment subventionner les pays qui gardent intact la nature, chez nous, on signe des protocoles visant a endommager cette dernière . Et le comble, c’est qu’à 100% cela ne profitera qu’a une certaine couche…</em></p>
<p>Mesmo que estejamos atentos para o modo de dar assistência aos países que protegem a natureza, aqui em casa, assinamos protocolos que visam prejudicá-la. E, para concluir, é 100% certo de que isso beneficiará apenas um determinado estrato…</p></blockquote>
<p>Um leitor acredita nos investimentos na produção do biocombustível em Burkina Faso, ao mesmo tempo em que ainda há muitos problemas relacionados ao cultivo e à venda de algodão. Ele também questiona a lógica subjacente a esta iniciativa:</p>
<blockquote><p><em>Nous sommes (ou étions) gros producteur de coton, et d&#39;or. On a gagné quoi? Que gagnent les pays africains producteurs de pétrole, d&#39;uranium, etc. ? Comme d&#39;habitude et comme de par le passé, seuls les dirigeants au sommet de l&#39;Etat et leurs parrains d&#39;Occident, les impérialistes et leurs suppôts donc, vont se sucrer sur le dos de tous.</em></p>
<p>Somos (ou fomos) grandes produtores de algodão e ouro. O que é que ganhamos com isso? O que os países africanos que produzem petróleo, urânio, etc. ganham? Como sempre e como era no passado, só os líderes no topo e os seus fregueses ocidentais, os imperialistas e seus cúmplices, se beneficiarão às custas de todos nós.</p></blockquote>
<p>A fim de mobilizar o apoio público, reuniões foram realizadas em Ouagadougou. A mais importante foi a única organizada entre 27 e 29 de novembro com o tema, &#8220;questões e perspectivas sobre biocombustíveis para a África.&#8221;<br />
O encontro reuniu 370 pessoas de 35 países, bem como as empresas multinacionais como a Total France, os seus centros de pesquisa, e com o <a href="http://www.cirad.fr/fr/le_cirad/cirad_monde/pays.php?id=202" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.cirad.fr');">Centre de coopération internationale en recherche agronomique pour le développement</a> (CIRAD), em Ouagadougou. Apenas os agricultores, aqueles que produzem as matérias-primas para os biocombustíveis, estavam ausentes.</p>
<p>Esses agricultores estão excluídos das reuniões, quando na verdade são os únicos que terão de se adaptar a essas novas condições e técnicas de produção. Como Padre Lacour escreve:</p>
<blockquote><p><em>“learning by doing” (apprendre en faisant) tout en espérant que les risques pour les paysans ne dépassent par trop le bénéfice escompté.</em></p>
<p>“Aprender fazendo”, esperando que os riscos para os agricultores, não ultrapassem os benefícios esperados.</p></blockquote>
<p>Matéria de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/ramata/">Ramata Sore</a>.</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">clique aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">clique aqui</a>.</em></p>
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		<title>Brasil: Uma visita ao Paquistão</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/12/28/brasil-uma-visita-ao-paquistao/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Dec 2007 17:09:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Americas]]></category>

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		<category><![CDATA[Pakistan]]></category>

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		<category><![CDATA[Roundups]]></category>

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		<description><![CDATA[Já que o assunto é a morte de Benazir Bhutto, Leonardo Sakamoto deixa o factual para os jornais e publica links para seus relatos de viagem no Paquistão, país que ele visitou para conhecer projetos de combate ao trabalho forçado. Em seu blogue de viagem, ele fala sobre seu povo, cultura, política e religião. “Verão o quanto eles estão distantes e próximos de nós brasileiros”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já que o assunto é a morte de Benazir Bhutto, <a href="http://z001.ig.com.br/superig/16/56/971832/blig/blogdosakamoto/2007_12.html#post_19033551" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/z001.ig.com.br');">Leonardo Sakamoto</a> deixa o factual para os jornais e publica links para seus relatos de viagem no Paquistão, país que ele visitou para conhecer projetos de combate ao trabalho forçado. Em seu blogue de viagem, ele fala sobre seu povo, cultura, política e religião. “Verão o quanto eles estão distantes e próximos de nós brasileiros”.</p>
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