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	<title>em Português &#187; Indústria</title>
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	<description>O mundo está falando. Você está ouvindo?</description>
	<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 23:24:06 +0000</pubDate>
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		<title>Guiana: EPA - Assinar ou Não Assinar?</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 02:11:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A União Européia está conduzindo as primeiras etapas de discussão sobre um novo pacto comercial entre territórios regionais do Caribe e os 27 membros da União Européia. Qual é a grande questão a respeito deste pequeno acordo comercial? Apenas o fato de que as novas regras mudam os fundamentos de como estes dois blocos comerciais se relacionam. Alguns governos regionais -- como o da Guiana -- estão insistindo que não assinarão o APE do jeito que está. O problema é que há uma data limite envolvida. Alguns blogueiros da Guiana estão falando um bocado a respeito...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>2008 marca o início de uma nova era para o comércio do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Caribe" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Caribe</a>, onde a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Uni%C3%A3o_Europ%C3%A9ia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">União Européia</a> está conduzindo as primeiras etapas de discussão sobre um novo pacto comercial entre os territórios regionais do Caribe e os 27 países membros da União Européia. Qual a grande questão a respeito deste pequeno acordo comercial? Apenas o fato de que <a href="http://ec.europa.eu/trade/issues/bilateral/regions/acp/index_en.htm" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ec.europa.eu');">as novas regras mudam os fundamentos</a> [En] de como os dois blocos comerciais se relacionam. O <a href="http://www.caricom.org/jsp/pressreleases/pres227_07.jsp" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.caricom.org');">Acordo de Parceria Econômica (APE) do CARIFORUM</a> [En] substitui o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Acordo_de_Cotonou" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Acordo de Cotonou</a>, que foi largamente embasado no protecionismo comercial. O novo APE é baseado na reciprocidade &#8212; o que significa que pela primeira vez o campo de jogo será plano.</p>
<p><a href="http://www.normangirvan.info/selected-epa-news/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.normangirvan.info');">Acionistas</a> [En] e grupos de interesses especiais vem se manifestando um bocado sobre toda a questão, com alguns governos regionais &#8212; como <a href="http://www.kaieteurnews.com/?p=10681" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.kaieteurnews.com');">o da Guiana</a> [En] &#8212; insistindo que não assinarão o APE do jeito que está. O problema é que há <a href="http://www.jamaica-gleaner.com/gleaner/20080829/business/business8.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.jamaica-gleaner.com');">uma data limite envolvida</a> [En]. Assine, ou tenha os seus produtos marcados por tarifas de entrada mais altas, o que imediatamente os tornaria mais caros e menos competitivos no mercado. Alguns blogueiros da Guiana estão falando um bocado sobre o assunto&#8230;</p>
<p><em><a href="http://guyana360.blogspot.com/2008/10/jagdeo-misleading-nation.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/guyana360.blogspot.com');">Guiana 360</a></em> [En] sugere que o país está sendo enganado:</p>
<blockquote><p>BHARRAT JAGDEO has been less than TRUTHFUL about the EPA deal. All the fuss about Guyana not signing on to the EPA just got dashed when Dougie Brew, a trade police advisor at the European Commission in Brussels told the BBC that Guyana had written the Commission in March stating its strong support of the EPA and had requested help with its implementation.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;BHARRAT JAGDEO está sendo menos do que VERDADEIRO a respeito da negociação do APE. Toda essa confusão sobre a Guiana não assinar o APE foi destruída quando Dougie Brew, um acessor de políticas comerciais da Comissão Européia em Bruxelas, disse à BBC que a Guiana escreveu à Comissão em março afirmando seu forte apoio ao APE e requisitando ajuda para realizar a sua implementação.&#8221;</div>
<p>Em <a href="http://guyana360.blogspot.com/2008/10/listen-to-jagdeos-sham-uncovered.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/guyana360.blogspot.com');">um post seguinte</a> [En], o blogueiro apóia seu ponto ao fazer um link para <a href="http://www.bbc.co.uk/caribbean/news/story/2008/10/printable/081009_acp_eu_signing.shtml" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.bbc.co.uk');">o áudio da entrevista da BBC citada</a> [En].</p>
<p><a href="http://propagandapress.org/2008/10/10/european-union-ready-to-punish-guyana-for-not-signing-epa/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/propagandapress.org');">Propaganda Press</a> [En] simplesmente faz um link para <a href="http://propagandapress.org/2008/10/10/european-union-ready-to-punish-guyana-for-not-signing-epa/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/propagandapress.org');">uma notícia</a> [En] na <a href="http://www.ips.org/institutional/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.ips.org');">Inter Press Service</a> [En], que sugere que a Guiana pode vir a ser &#8220;punida&#8221; se não assinar o acordo; enquanto isso, <a href="http://livinguyana.blogspot.com/2008/10/signing-or-singing.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/livinguyana.blogspot.com');">Living Guyana </a>[En], sem perder o bom humor, quer respostas:</p>
<blockquote><p>Oh Mighty Bharrat tell we what yuh doin. We trust you. We leave everything with you for you are the wise, the mighty, the great, the leader. You are our leader. You know best.</p>
<p>So Oh Mighty Bharrat - to sign or not to sign?</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Ó Poderoso Bharrat, diga a nós o que cê tá fazendo. Nós confiamos em você. Nós deixamos tudo com você, pois você é o sábio, o poderoso, o grande, o líder. Você é o nosso líder. Você sabe o que é melhor.<br />
Então, Ó Poderoso Bharrat - assinar ou não assinar?&#8221;</div>
<p>O acordo irá afetar questões como o acesso a mercados, questões ligadas ao comércio, serviços, investimentos, e questões legais e institucionais - e se a Guiana pretende assinar o APE, ela precisará fazer isso até amanhã [En].</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Angola: Um novo Eldorado africano para estrangeiros</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/28/angola-um-novo-eldorado-africano-para-estrangeiros/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/28/angola-um-novo-eldorado-africano-para-estrangeiros/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 16:40:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>claraonofre</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Desde o fim da guerra civil em 2002, Angola tem sido a casa de muitos estrangeiros que chegam aqui em busca de trabalho. Estima-se que existem cerca de 70.000 estrangeiros morando no país, a maioria vinda da América do Sul, China, Portugal e outros países africanos. Descubra como esse caldeirão de culturas está se formando através do ponto de vista de blogueiros angolanos e estrangeiros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o término da guerra em 2002 que Angola tem sido local de acolhimento para inúmeros estrangeiros. Graças ao crescente desenvolvimento da economia, da reabilitação de infra-estruturas, da manutenção da estabilidade e da entrada no país de várias empresas internacionais, os estrangeiros sentem-se compelidos em tentar a sorte neste país.</p>
<p>Em Angola vivem mais de 70 mil estrangeiros, sendo que metade deles possui visto de trabalho e são representados na sua maioria por brasileiros, chineses, cubanos e portugueses. De África chegam ainda cidadãos vindos do Congo, Mauritânia, Mali entre outros.</p>
<p>Portugal bate com certeza o recorde no campo da imigração. Só para se ter uma ideia, até finais de 2007 deram entrada no país perto de 60 mil almas lusas. Número considerável e que expõe os laços históricos e afectivos que unem Angola a Portugal. No entanto, os chineses perfazem já um número considerável no país. Dedicam-se essencialmente à construção civil e são conhecidos por trabalharem horas a fio, ao sol ou à chuva. Em uma carta na coluna &#8216;O mundo visto pelos leitores&#39;, no blog do Pedro Dória, o angolano <a href="http://pedrodoria.com.br/2008/01/24/o-mundo-visto-pelos-leitores-angola/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pedrodoria.com.br');">Caco escreve</a>:</p>
<blockquote><p>“Os chineses foram os últimos a desembarcar por aqui, mas já formam o maior contingente. Ninguém sabe ao certo, mas dizem que são mais de 600.000 deles espalhados pelo país – dá algo como 3% da população. Trabalhando em turnos que causam inveja pela velocidade das obras e disposição para trabalhar 24 horas por dia e sete dias por semana. E num fenómeno inesperado começaram a integrar-se na sociedade de forma tão forte que a primeira geração de crianças sino-angolanas já começa a dar seus passos. Os chineses começam a tomar um espaço no coração das angolanas que até agora era dos brasileiros”.</p></blockquote>
<p>Qual será a reacção dos angolanos perante a entrada em massa de gente que vem de fora? E como é que os estrangeiros encaram a vinda para esta ex-colónia portuguesa?</p>
<p>António Spíndola é brasileiro, natural do Recife e escreve no seu <a href="http://spindola.blogspot.com/2007/06/24-filda-feira-internacional-de-luanda.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/spindola.blogspot.com');">Spíndola Blog</a> um pouco sobre este assunto:</p>
<blockquote><p>“Recebo muitos e-mails perguntando como é a vida em Angola. Em sua maioria são pessoas pensando em vir trabalhar aqui que desejam ou já foram convidadas. Angola é vista como o novo eldorado para os profissionais do Brasil. A ideia que se tem são bons salários e novas aventuras. Entretanto, na teoria a prática é diferente! Há bons salários sim, mas há uma série de dificuldades que se precisa transpor.”</p></blockquote>
<p>Uma das dificuldades é a obtenção de visto. O governo coloca sérios entraves à entrega deste documento e todo o processo é bastante moroso. O desânimo na obtenção do visto acaba por conduzir a situações de permanência ilegal. É importante agilizar o aspecto burocrático e dar carta verde de entrada aos estrangeiros que pretendem fixar-se em solo angolano. É preciso encarar a maioria destes cidadãos internacionais como mão-de-obra qualificada. Como gente capaz de contribuir para o desenvolvimento de um país que viveu 30 anos mergulhado na guerra.</p>
<p>O blog <a href="http://esquece-angola.com/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=1" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/esquece-angola.com');">O Lado Negro</a> confirma os percalços vividos para a obtenção do visto:</p>
<blockquote><p>“A minha esposa criou uma empresa em Angola e fomos para lá morar em 2006. Depois de lá estar voltei a Portugal para tratar de todos os documentos que a lei angolana exige para legalizar a minha residência naquele país. Mal empregado tempo que perdi e dinheiro que gastei, note-se que vir a Portugal tratar dos documentos e o que paguei no consulado do Porto para meter esses papéis, ultrapassou os 2500 dólares, mas para nada pois até hoje nem me deram uma resposta em Angola na DEFA (Direcção de Emigração e Fronteiras de Angola). Nem em Portugal no consulado me deram resposta, apenas o funcionário do consulado me disse: - o que o senhor quer, eu também estou em Portugal há 2 anos e só tive a minha residência há pouco. Depois de correr para a DEFA montes de vezes a tentar saber do meu caso sem nunca me dizerem o que se passava, resolvi meter uma reclamação por escrito. Acreditem que nem resposta me deram apesar da minha insistência.”</p></blockquote>
<p>Os profissionais vindos de fora encontram espaço em três áreas concretas como a medicina, construção civil e ensino. Alguns vêem para dar formação e outros para trabalhar a longo prazo.</p>
<p>Grande parte dos angolanos não vê com bons olhos a chegada dos estrangeiros. Acreditam que serão penalizados economicamente, profissionalmente e culturalmente. Existe também a opinião que os estrangeiros em Angola não agem de forma correcta. O blog <a href="http://desabafosangolanos.blogspot.com/2008/07/os-estrangeiros.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/desabafosangolanos.blogspot.com');">Desabafos Angolanos</a> confirma isso mesmo:</p>
<blockquote><p>“Sou angolana de nascimento, vivi 20 anos em Angola e esse é um país que eu amo e nunca sairá do meu coração. Não gosto de ouvir falar mal do meu país e muito menos do seu povo. Incomoda-me, irrita-me. Não consigo perceber as pessoas que só vão trabalhar para Angola por causa do dinheiro. Não gostam do seu povo, das suas gentes e só são simpáticas e cordiais para angariar simpatia. Essa simpatia chega ao ponto de abrir as portas de sua casa para ganhar confiança. Falam constantemente em corruptos e na facilidade em corromper. Quero ouvir falar bem do país onde nasci, cresci e fui feliz.”</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Barbados: Preço do Petróleo</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/09/10/barbados-preco-do-petroleo/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 04:14:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Enquanto os preços do petróleo no mundo caem, Barbados Underground [En] se pergunta por quê a redução não afetou os preços nos postos de gasolina.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto os preços do petróleo no mundo caem, <a href="http://bajan.wordpress.com/2008/09/09/gas-prices-energy-opec/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/bajan.wordpress.com');"><em>Barbados Underground</em></a> [En] se pergunta por quê a redução não afetou os preços nos postos de gasolina.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mundo: O preço da comida, o custo do desespero</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/05/03/mundo-o-preco-da-comida-o-custo-do-desespero/</link>
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		<pubDate>Sat, 03 May 2008 15:20:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A crise causada pelo aumento galopante dos preços está afetando todos os grupos econômicos em cada esquina do mundo. A cada dia, ao que parece, os altos preços dos alimentos faz com que mais um país entre em crise: passeatas, motins, rumores de açambarcamento, queda de governos e até mesmo mortes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A crise causada pelo aumento galopante dos preços está afetando todos os grupos econômicos em cada esquina do mundo. A cada dia, ao que parece, os altos preços dos alimentos faz com que mais um país entre em crise: passeatas, motins, rumores de açambarcamento, queda de governos e até mesmo mortes.</p>
<p>O Global Voices está bem posicionado para acompanhar as nuances desse assunto tão complexo, com autores monitorando a mídia cidadã em quase todas as esquinas do planeta. Esse artigo é uma tentativa de fornecer uma <a href="http://www.globalvoicesonline.org/specialcoverage/global-food-crisis-2008/">narrativa geral da crise global causada pela falta de alimentos</a> [en], com observações de nossos autores ao redor do mundo. Ao clicar nos links, você chegará a todos os artigos que já foram publicados.</p>
<p><a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/30/caribbean-food-shortages/">Vamos começar com o Caribe</a> [en]. Em Barbados, a população local aprende a lidar com um aumento de 30% no preço da farinha de trigo, junto com saltos nos preços da gasolina e do óleo diesel. O Ministro da Agricultura de Trinidad e Tobago nega que a crise dos alimentos tenha atingido as duas ilhas, mas as pessoas notaram um aumento nos preços do frango e da farinha de trigo. Cuba está experimentando uma nova política agrícola fornecendo mais terras a fazendeiros do setor privado.</p>
<p>Aumento de preços e escassez de alimentos <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/05/02/americas-insufficient-actions-and-solutions-for-food-crisis/">podem ser vistos na América Latina</a> [en], a medida que muitas pessoas entram em desespero. A culpa está sendo colocada tanto nos fazendeiros quanto no governo, pela falta de atitude. <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/05/01/arabeyes-looming-food-crisis/">Blogueiros árabes no Líbano, na Síria, no Kuwait e no Egito</a> [en] também estão sentindo o aperto e blogando sobre o assunto.</p>
<p><a href="http://pt.globalvoicesonline.org/2008/05/02/sudeste-da-asia-crise-dos-precos-do-arroz-e-outros-alimentos/" title="Sudeste da Ásia: Crise dos Preços do Arroz e Outros Alimentos">No Cambódia ainda existe a aflição</a> de que quase 500.000 crianças possam vir a perder refeições por causa de um aumento de 20% no preço do arroz. No entando, um aumento dramático na produção de arroz pode não ser algo para além das esperanças naquele país. Os fazendeiros de lá podem cultivar duas ou três safras por ano no mesmo lote de terra.</p>
<p><strong>Os últimos motins</strong></p>
<p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/04/2397587505_24bc70ed6c2.jpg" alt="Riots in Cairo" /></p>
<p><small>Protestantes no Cairo acendem fogueiras e apedrejam barricadas, 7 de april de 2008 - <a href="http://flickr.com/photos/jameskarlbuck/2397587505/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/flickr.com');">Foto de James Buck</a></small></p>
<p>Dois dias de motim assolaram o Egito em 6 e 7 de abril, onde  os <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/21/egypt-food-prices-more-than-double/">preços dos ítens da cesta básica dobraram</a> [en] desde 2004 (chegando a quadruplicar em alguns casos). Pelo menos duas pessoas morreram e 111 – inclusive policiais – ficaram feridas (veja a nossa página da cobertura especial da <a href="http://www.globalvoicesonline.org/specialcoverage/egypt-general-strike-2008/">Greve Geral no Egito</a>) [en].</p>
<p>Em Abidjan, na Costa do Marfim, <a href="http://www.reuters.com/article/latestCrisis/idUSL01666799" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.reuters.com');">protestantes bloquearam ruas e queimaram pneus</a> [en], exigindo que o governo reduzisse impostos em produtos chave importados.</p>
<p>Poucos dias depois, quatro pessoas morreram e 25 ficaram feridas em <a href="http://washingtontimes.com/apps/pbcs.dll/article?AID=/20080422/FOREIGN/464705786/1003/FOREIGN" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/washingtontimes.com');">protestos no Haiti</a> [en], onde os preços do arroz, feijão e frutas aumentaram em 50% nos últimos 12 meses. Menos de uma semana depois dos violentos protestos, o primeiro ministro do Haiti <a href="http://www.reuters.com/article/americasCrisis/idUSN27434520" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.reuters.com');">foi rejeitado</a> [en] em um voto de censura.</p>
<p>Para <em>Natifnatal</em>, um haitiano radicado em Abu Dhabi, a crise dos alimentos <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/18/haiti-congo-and-the-politics-of-hunger/">oferece uma operação matemática simples</a> [en]:</p>
<blockquote><p>For those who don&#39;t even know the basics can present the equation: hunger + poverty + rising prices = demonstrations + the Prime Minister&#39;s resignation + violence, and argue that an increase in food aid would suffice to reduce hunger.</p></blockquote>
<div class="translation">Mesmo aqueles que não sabem nem o básico podem resolver essa equação: fome + pobreza + aumento de preços = protestos + demissão do primeiro ministro + violência e o argumento que um aumento na distribuição de alimentos seria suficiente para reduzir a fome.</div>
<p>Mesmo quando um avião de carga caiu em Kinshasa em 15 de abril matando 75 pessoas, o blogueiro congolês <em>Du Cabiau à Kinshasa</em> ruminou sobre um desastre mais silencioso e menos telegênico que o país enfrenta: <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/15/dr-of-congo-fifth-fatal-crash-in-under-a-year-food-prices-the-real-disaster/">os preços dos alimentos dobrando</a> [en] na mesma semana.</p>
<p><strong>Os efeitos no comércio</strong></p>
<p>São muitos os países do terceiro mundo que importam a grande quantidade da comida necessária para alimentar suas populações. O aumento nos preços significa que os problemas também aumentam rapidamente. Até mesmo para exportadores de alimentos, a situação está dando nos nervos. Na Coréia, o maior produtor de arroz do mundo, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/18/korea-rice-crisis-in-the-past-and-at-the-present/">um internauta argumenta</a> [en] que o arroz deveria ser retirado dos acordos de livre comércio, permitindo que o país faça o que considere apropriado com essa comodidade estratégica.</p>
<p>No entanto, algumas vezes protecionismo não basta. Enquanto o preço do arroz <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/18/korea-rice-crisis-in-the-past-and-at-the-present/">tem aumentado em todas as nações produtoras de arroz do sudeste da Ásia</a> [en], os governos foram forçados a pedir calma e a rezar para que os preços no mercado interno comecem em breve a cair. A situação é duas vezes pior para importadores de arroz, como as Filipinas, onde os pobres têm sofrido na pele o peso dos aumentos. A Indonésia, outro país importador, cancelou suas importações em função dos altos preços.  O Cambódia e o Vietnã abandonaram as exportações. Blogueiros na Malásia relatam rumores de escassêz de arroz. O governo de Brunei pode vir a passar a subsidiar produtos alimentares básicos, como óleo vegetal, farinha de trigo, leite, ovos e frango.</p>
<p><a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/23/japan-where-has-all-the-butter-gone/"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/04/milk.jpg" alt="Leite japonês" /></a><br />
<small>Leite em um supermercado japonês</small></p>
<p>Há decadas os preços dos alimentos no Japão se mantinham estáveis, o que é estranho para um país que importa quase todos os produtos básicos que consome, exceto o arroz. Coisa do passado. <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/01/japan-the-rising-price-of-food/">Os preços subiram</a> [en] pela primeira vez em mais de duas décadas. O mesmo acontece com <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/23/japan-where-has-all-the-butter-gone/">derivados do leite</a> [en], os quais custavam aos consumidores o mesmo preço há três décadas. Cerveja, óleo vegetal e molho de soja estão também mais caros.</p>
<p><strong>Um matador silencioso </strong></p>
<p>Em Bangladesh, onde as pessoas chegam a gastar até 80% de seus salários com alimentos, o encarecimento do preço do arroz <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/10/bangladesh-hidden-hunger/">alcançou a classe média</a> [pt]. É muito pior para os pobres, e reportagens na imprensa confirmam vários casos de morte por fome. O chefe militar do país atiçou a ira de muitas pessoas ao sugerir que a população substituísse arroz por batatas.</p>
<p>No Tadjiquistão, onde as pessoas já enfrentaram uma falta de energia que durou todo o inverno, parece que <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/03/13/tajikistan-hunger-to-replace-cold-and-darkness/">mais de 260.000 pessoas</a> [en] precisam urgentemente de ajuda para se alimentarem. A preocupação maior é que esse número pode chegar a 2 milhões até o inverno.</p>
<p>Por falar em globalização, no Iêmen, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/03/11/arabeyes-rising-cost-of-living/">os preços dos produtos da cesta básica aumentaram</a> [en] ao passo que o custo de alguns bens eletrônicos caíu. O Kuwait também passa por aumento de preços, mas não graças à queda do valor do dólar americano.<br />
<a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/03/05/protests-over-high-prices-strike-burkina-faso/"><br />
Em Burkina Faso</a> [en], onde as pessoas acreditam que o governo ficou de braços cruzados enquanto os preços em alguns setores alcançaram um aumento de mais de 40% desde o início do ano, protestos foram deflagrados em várias cidades ao redor do país no final de fevereiro, resultando em prejuízos materiais e mais de 300 detenções.</p>
<p>Mais ou menos na mesma época, <a href="http://afp.google.com/article/ALeqM5itrCnalXSGAMyav1o3WScSPMLwRQ" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/afp.google.com');">em Camarões</a> [en], a raiva causada pelo aumento dos preços e queda dos salários sacudiu o país por três dias de violentos confrontos com militares. A raiva também foi alimentada pela tentativa por parte do presidente Paul Biya de mudar a constituição para que ele pudesse exercer um terceiro mandato.</p>
<p><strong>Essa história está longe do fim. Vamos continuar na cobertura dela - portanto veja a nossa página da cobertura especial <a href="http://www.globalvoicesonline.org/specialcoverage/global-food-crisis-2008/">Global Food Crisis 2008</a> [en] regularmente.<a href="http://www.globalvoicesonline.org/specialcoverage/global-food-crisis-2008/"><br />
</a></strong></p>
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		<title>Sudeste da Ásia: Crise dos Preços do Arroz e Outros Alimentos</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/05/02/sudeste-da-asia-crise-dos-precos-do-arroz-e-outros-alimentos/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 18:43:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Coelho</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A crise global dos preços de alimentos está afetando milhões ou talvez bilhões de pessoas. A região sudeste da Ásia, que abriga várias economias emergentes e em desenvolvimento, também está se esforçando para lidar com a situação. Blogueiros discutem o impacto da crise nesta região.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os preços do arroz e de outros itens básicos da alimentação estão subindo. A crise global dos preços de alimentos está afetando milhões ou talvez bilhões de pessoas. É um desafio para as políticas de alimentos. Os governos estão aplicando medidas de emergência para acalmar seus eleitores inquietos. A região sudeste da Ásia, que abriga várias economias emergentes e em desenvolvimento, também está se esforçando para lidar com a situação.</p>
<p>O blog <a href="http://modernburrow.lah.cc/2008/04/06/the-problem-with-our-rising-rice-prices/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/modernburrow.lah.cc');"><em>For want of a better title</em></a> de certa forma resume o problema da região:</p>
<blockquote><p>o maior problema com a subida do preço do arroz é que é mais um erro de distribuição, que um problema com as safras. Tem mais a ver com política que com agricultura&#8230; Ainda assim, o que provavelmente vai acontecer é um aumento ainda maior nos preços do arroz. A questão é que, quando se trata de um produto necessário, a subida de preço, faz com que as pessoas comprem ainda mais. E uma vez que elas estão gastando mais em arroz, elas gastam menos em outras coisas que acompanham o arroz.</p></blockquote>
<p>Até mesmo Cingapura, um dos países mais ricos da Ásia, está agora lutando para oferecer alimentos a preços baixos, conforme noticiado pelo blog <a href="http://singaporenewsalternative.blogspot.com/2008/04/singapore-hit-by-food-cost-promotes-150.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/singaporenewsalternative.blogspot.com');"><em>Singapore News Alternative. </em></a></p>
<p>Países exportadores de arroz também estão em pânico. O site de notícias <a href="http://www.thanhniennews.com/business/?catid=2&amp;newsid=38057" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.thanhniennews.com');"><em>Thanh Nien</em></a> comenta que “a febre do arroz continua subindo em várias províncias vietnamitas”. O blog <a href="http://detailsaresketchy.wordpress.com/2008/04/23/kids-with-no-rice/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/detailsaresketchy.wordpress.com');"><em>Details are Sketchy</em></a> se preocupa com a previsão de que, em questão de semanas, quase meio milhão de crianças no Camboja não poderão mais fazer todas as refeições, como resultado da subida do custo do arroz.</p>
<p>O blog <a href="http://www.vuthasurf.com/2008/03/24/increasing-rice-prices-and-selling-farmland-hitting-the-poor/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.vuthasurf.com');"><em>Vuthasurf</em></a> descreve o sentimento geral em Phnom Penh (capital do Camboja):</p>
<blockquote><p>O preço do arroz vem aumentando consideravelmente em Phnom Penh. Por conta disto, os moradores da cidade têm comprado e estocado o produto. O preço de todos os tipos de arroz está subindo muito rápido deixando os cambojanos preocupados. Em todo o país, o preço do arroz está subindo mais de 20% comparado ao ano anterior. Esta subida de preço do arroz está ajudando os produtores, mas está afetando os pobres como trabalhadores têxteis, professores, funcionários públicos que têm baixa renda.</p></blockquote>
<p>Mas o governo cambojano está otimista em relação ao crescimento da produção de arroz. O blog <a href="http://imsokthy.com/2008/04/25/will-cambodia-become-a-world-largest-export-country/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/imsokthy.com');"><em>Im Sokthy</em></a> explica:</p>
<blockquote><p>O Camboja tem cerca de 2 milhões de hectares de terra para produção de arroz. O sistema de irrigação existente pode cobrir 30% da área. Pode haver uma expansão para 3 milhões de hectares de produção de arroz. Além disso, o Camboja poderia cultivar cerca de 2 a 3 vezes por ano nas mesmas áreas. Baseado nisso, nota-se que o Camboja tem potencial para se tornar  o maior país exportador de arroz do mundo.</p></blockquote>
<p>O blog <a href="http://feuinewbies.blogspot.com/2008/04/consumer-or-farmer-first-anomaly-and.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/feuinewbies.blogspot.com');"><em>Youthful Insight</em></a> atenta para uma anomalia na formulação de políticas públicas na Indonésia, o que é aplicável também a outros países:</p>
<blockquote><p>De um lado, o governo tem que manter a inflação e o preço dos alimentos baixos o suficiente para que isso não afete os mais pobres. Mas por outro lado, o governo tem que manter um preço razoavelmente alto para incentivar os donos de terras a aumentar a produção e aumentar a qualidade de vida rural. É possível que alguma política atinja ambos os objetivos acima? Sim! Dando um bom apoio financeiro aos proprietários terra como os países desenvolvidos estão fazendo. O problema é que o nosso governo não tem o dinheiro para fazer isso.</p>
<p>Alimentos a preços baixos são bons para a população urbana mais pobre, que tem como principal fonte de renda os setores de serviços e de manufaturados. Mas é ruim para a população pobre do campo, que tem como principal fonte de renda a agricultura. Baixar os preços dos alimentos significa baixar os rendimentos e a qualidade e vida da área rural. O governo sacrifica o campo em prol da cidade. Por que? Porque os pobres urbanos são politicamente mais atraentes que os pobres rurais.</p></blockquote>
<p><a href="http://feuinewbies.blogspot.com/2008/04/consumer-or-farmer-first-anomaly-and.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/feuinewbies.blogspot.com');"><em>New Mandala</em></a> menciona o debate em curso na Tailândia sobre o quanto os produtores irão se beneficiar com a alta dos preços do arroz. <a href="http://thaicrisis.wordpress.com/2008/04/22/samak-eat-less-rice-so-we-can-export-more/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/thaicrisis.wordpress.com');"><em>Thailand Crisis</em></a> se surpreende com a fala do Primeiro Ministro tailandês estimulando as pessoas a comer menos para que a Tailândia possa exportar mais.</p>
<p>The <a href="http://the-malaysian.blogspot.com/2008/04/sabah-more-important-than-2nd-space.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/the-malaysian.blogspot.com');"><em>Malaysian</em></a> cita um político que está pedindo ao governo da Malásia para interromper a missão espacial para que o dinheiro possa ser usado no desenvolvimento de Sabah como um estado produtor de alimentos.</p>
<p>O jornalista filipino <a href="http://www.rickycarandang.com/?p=137" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.rickycarandang.com');">Ricky Carandang</a> aponta outro motivo para a subida dos preços:</p>
<blockquote><p>Sim, existe mesmo influência dos fatores de oferta e demanda elevando os preços do arroz, mas deve-se admitir que, em grande parte, o aumento nos preços do petróleo, do ouro e do arroz se devem a especulação no mercado internacional de commodities.&#8221;</p></blockquote>
<p><a href="http://lengua-et-pluma.livejournal.com/7793.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/lengua-et-pluma.livejournal.com');"><em>Lengua et Pluma</em></a> culpa as políticas econômicas do presidente filipino:</p>
<blockquote><p>O governo é rápido em culpar os comerciantes , quando o que está por trás são suas políticas que preparam o terreno para operações de cartel e o declínio da produção de arroz no país . Esta crise que ocasionou uma dependência excessiva da importação de alimentos, e uma agricultura se baseia principalmente na produção de  alimentos in natura para exportação, chamou a atenção para problemas de longa data, que atrapalham nossa agricultura e os produtores rurais. Entre eles: falta de irrigação, falta de subsídios para os produtores, uso da terra e rotação da culturas, e o monopólio da terra por poucos proprietários e corporações transnacionais.</p></blockquote>
<p><a href="http://rogueeconomist.blogspot.com/2008/03/money-cant-buy-mefood.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/rogueeconomist.blogspot.com');"><em>Local Freakonomics</em></a> tem esperanças que o governo de Brunei continue subsidiando o preço de itens de alimentação básica:</p>
<blockquote><p>Eu nem espero que o governo subsidie todos os alimentos. O que eu espero é que alguns subsídios aos preços de alimentos ou pacotes de segurança alimentar estejam sendo planejados para a alimentação básica de Brunei (alem de arroz e açúcar), como óleo de cozinha, farinha de trigo, leite, ovos, frango.</p></blockquote>
<p>Artigos relacionados: <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2008/04/12/southeast-asia-rising-price-of-rice/">Southeast Asia and rising price of rice</a></p>
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		<title>Petróleo Encontrado no Brasil Faz Jorrar Controvérsias na Mídia</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/04/30/petroleo-encontrado-no-brasil-faz-jorrar-controversias-na-midia/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 16:12:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Coelho</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Informações distorcidas sobre a descoberta daquele que pode ser o terceiro maior poço de petróleo do mundo tornaram-se o assunto do momento na blogosfera brasileira esta semana.O estopim foi um comentário do diretor da Agência Nacional de petróleo do Brasil (ANP), Haroldo Lima, mencionando que o poço de petróleo Carioca (ou Pão de Açúcar), recentemente descoberto na Bacia de Santos, poderia conter reservas de mais de 33 bilhões de barris de petróleo e gás. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Informações distorcidas</strong> sobre a descoberta daquele que pode ser o terceiro maior poço de petróleo do mundo tornaram-se o assunto do momento na blogosfera brasileira esta semana. O estopim foi um comentário do diretor da Agência Nacional de petróleo do Brasil (ANP), Haroldo Lima, mencionando que o poço de petróleo Carioca (ou Pão de Açúcar), recentemente descoberto na Bacia de Santos, poderia conter reservas de mais de 33 bilhões de barris de petróleo e gás. O comentário ganhou maiores proporções quando veiculado pela imprensa como um anúncio oficial, o que causou uma onda de excitação entre os investidores, do Brasil a Nova York, em relação à Petrobrás e seus parceiros  Repsol-YPF e o Grupo BG.</p>
<p>A Petrobrás reagiu rapidamente, dizendo que seriam necessários mais 3 meses de perfuração antes que qualquer estimativa séria de volume pudesse ser feita. Ainda assim, no dia seguinte, notava-se pelas manchetes, que a mídia local tomou o anúncio como um ato intencional para impulsionar o mercado Brasileiro e elevar o preço das ações da Petrobrás, e que especulou sobre as conseqüências legais que a companhia poderia enfrentar por fazer um comentário tão infundado. Enquanto isso, os blogueiros encontraram no tema, uma nova fonte de opiniões.</p>
<blockquote><p>Haroldo Lima, diretor da Agência Nacional do Petróleo, negou peremptoriamente que fez qualquer anúncio público com relação ao achado da Bacia de Santos. Ele teria feito uma cogitação embasada por artigos que foram publicados por uma revista americana especializada. Acontece que diretor de um órgão regulador tem palavra de peso não somente no segmento em que atua, mas também no mercado financeiro. Logo, não lhe cabe fazer ilação alguma. O peso da palavra de um gestor na área petrolífera é muito maior que a opinião ou matéria de um jornalista.<br />
<a href="http://blogdoleandrovieira.wordpress.com/2008/04/16/o-peso-da-palavra-e-da-irresponsabilidade/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blogdoleandrovieira.wordpress.com');">O peso da palavra e da responsabilidade</a> - <a href="http://blogdoleandrovieira.wordpress.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blogdoleandrovieira.wordpress.com');">Leandro Vieira</a></p></blockquote>
<blockquote><p>A imprensa, que na sua esmagadora maioria é opositora ao Presidente Luís Inácio Da Silva, o “Lula”, tentou caracterizar como irresponsável Haroldo Lima, e a oposicionista CVM (Comissão De Valores Mobiliários) diz que vai “investigar” Haroldo Lima por ter dado as informações ao público antes da divulgação pela Petrobrás. Foi uma demonstração evidente do despeito, inveja e rancor da direita brasileira com o Presidente Lula. Despeito por tentar desqualificar as afirmações de Haroldo Lima, respeitável homem público brasileiro. A imprensa é tão sórdida que tentou espetacularizar a divulgação do fato, feita esta divulgação em evento fechado, como se Lima tivesse anunciado no coreto da praça com megafone, para todo o população. Na verdade, o fato já era de conhecimento de especialistas em petróleo, e já tinha sido <a href="http://www.worldoil.com/Magazine/MAGAZINE_DETAIL.asp?ART_ID=3450&amp;MONTH_YEAR=Feb-2008/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.worldoil.com');">divulgado nos EUA pela revista “World Oil Magazine”</a>.<br />
<a href="http://tribunapetista.blogspot.com/2008/04/petrobrs-descobre-mega-campo-de-petrleo.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/tribunapetista.blogspot.com');">Imprensa vocifera contra</a> - <a href="http://tribunapetista.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/tribunapetista.blogspot.com');">Tribuna Petista</a></p></blockquote>
<blockquote><p>O ódio da imprensa, que está contaminando até membros do governo, deriva do fato de que Lima revelou uma grande barriga da mídia tapuia. Uma informação estratégica sobre nossas reservas energéticas, importantíssima, circulava desde fevereiro na imprensa especializada, e a nossa imprensa não sabia de nada. Não noticiava nada. Um erro colossal… O caso dos mega-campos é emblemático. A direita ficou triste! Ficou triste com o fato do Brasil ter encontrado petróleo! Agora, ficou triste e revoltada com o fato do diretor da ANP ter contado o que a imprensa especializada já sabia, que há possibilidade muito concreta do campo Pão de Açúcar ter mais de 30 bilhões de barris e ser a terceira maior reserva do planeta.<br />
<a href="http://oleododiabo.blogspot.com/2008/04/em-defesa-de-haroldo-lima-barriga-foi.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/oleododiabo.blogspot.com');">Em defesa de Haroldo Lima: a barriga foi da mídia</a> - <a href="http://oleododiabo.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/oleododiabo.blogspot.com');">Óleo do Diabo</a></p></blockquote>
<p style="center;"><a href="http://the-ejungle.blogspot.com/2008/04/petrobrs.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/the-ejungle.blogspot.com');"><img class="aligncenter size-full wp-image-202" src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/04/lula.jpeg" alt="illustration" /></a></p>
<p><strong>Parece que a disputa entre esquerda e direita</strong>, mais uma vez, desviou a mídia do relato preciso de assuntos importantes, e são os blogs que estão especulando quanto às pautas escondidas neste caso. Como sempre, é possível encontrar interpretações diferentes para o mesmo fato dependendo do blog que se lê, mas é bom mencionar que o homem em questão, o diretor da ANP, Haroldo Lima, é um líder histórico da esquerda, particularmente conhecido por seu ativismo (ele foi preso e torturado pela polícia política da ditadura entre 1976 e 1979) durante o período traumático de resistência armada e ditadura militar no Brasil.</p>
<blockquote><p>Em abril de 2006, o governo torrou 40 milhões de reais para anunciar que o Brasil tinha passado a produzir mais petróleo do que consome. Mas a auto-suficiência não ocorreu até agora. A produção da Petrobras emperrou, o consumo aumentou e o déficit na balança comercial de óleos e derivados voltou a crescer. O rombo em 2008 deve atingir 8 bilhões de dólares. Sobrou pirotecnia também no ano passado, com a descoberta do megacampo de Tupi. À época o governo afirmou que as reservas brasileiras, hoje em 14 bilhões de barris, poderiam subir para 22 bilhões de barris. Mas é extremamente cedo para dizer se ou quando essas reservas poderão ser exploradas. Na semana passada, dados referentes à Petrobras foram novamente usados para alimentar pirotecnias políticas. Haroldo Lima, diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), declarou que a Petrobras havia descoberto uma megajazida petrolífera na Bacia de Santos.<br />
<a href="http://blogdobriguilino.blogspot.com/2008/04/o-governo-mente-sobre-petrobrs.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blogdobriguilino.blogspot.com');">Governo mente sobre a Petrobrás</a> - <a href="http://blogdobriguilino.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blogdobriguilino.blogspot.com');">Blog do Briguilino</a></p></blockquote>
<blockquote><p>É possível que alguns especuladores tenham ganho dinheiro com a informação que ele fez PÚBLICA e ABERTAMENTE. Mas esses especuladores ganham de qualquer maneira. Se o fato não se confirmar, vendem e ganham novamente. Haroldo Lima não tem dinheiro ou ligação para jogar na Bovespa, comprar ou vender ações da Petrobras. Se tivesse recursos, compraria cada vez mais Petrobras, acredita mil por cento na empresa. Provavelmente, quase certo, o objetivo de Haroldo Lima foi denunciar acordos da Petrobras com empresas estrangeiras. Esse megacampo que ele chamou de “Pão de Açúcar”, já não é “tão nosso”como deveria ser. A Petrobras só tem 45% de um grupo que explora o petróleo desse megacampo. A inglesa BG, tem 30%, a argentina-espanhola, Repsol, os outros 25%. Por que e para quê a Petrobras precisa de recursos para exploração e prospecção?<br />
<a href="http://blogmetropolitano.blogspot.com/2008/04/helio-fernandes-haroldo-lima-insuspeito.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blogmetropolitano.blogspot.com');">Helio Fernandes: Haroldo Lima, insuspeito e intocável</a> - <a href="http://blogmetropolitano.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blogmetropolitano.blogspot.com');">à ilharga de uma geógrafa (blog incidental) </a></p></blockquote>
<p><strong>Um novo elemento</strong> foi introduzido na arena política do Brasil pelos sonhos de riqueza petrolífera: a decisão do governo de mudar as regras para exploração e produção do petróleo. Apesar de assegurar aos parceiros internacionais que não haverá mudanças nas regras do jogo, Edison Lobão, Ministro das Minas e Energia, disse na terça-feira que “O governo precisa ser melhor contemplado na partilha desses recursos naturais que pertencem ao povo brasileiro”. De fato, a exclusão da camada pré-sal do leilão anual de concessões de petróleo ocorrido no ano passado foi visto como uma manobra para manter a maior parte das áreas com potencial produtivo longe de mãos estrangeiras. É também um sinal local do, assim chamado, nacionalismo de recursos - uma tendência global crescente, estimulada pela alta dos preços do petróleo.</p>
<blockquote><p>Com a descoberta dessa camada pré-sal, chamada de Carioca ou Pão de Açúcar, e das extraordinárias reservas já identificadas, o risco exploratório praticamente deixou de existir e, como destaca o presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, passou a ser um bilhete premiado. Foi por isso que o Governo e a empresa decidiram, em boa hora, retirar da 9ª rodada de licitação os poços da camada pré-sal e estudam mudar o marco regulatório.Como era previsível, a iniciativa privada e a mídia já se articularam contra, mas a realidade do preço internacional do petróleo, da crise energética na América do Sul e em todo o mundo e, principalmente, da descoberta de gigantescos poços sem risco e com alta rentabilidade, exigem mesmo uma revisão desse marco regulatório de 1997.</p>
<p><a href="http://blogdeumsem-mdia.blogspot.com/2008/04/petrleo-artigo-do-jos-dirceu.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blogdeumsem-mdia.blogspot.com');">Artigo do José Dirceu</a> - <a href="http://blogdeumsem-mdia.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blogdeumsem-mdia.blogspot.com');">Blog de um sem-mídia</a></p></blockquote>
<p><strong>No <a href="http://www.worldoil.com/magazine/MAGAZINE_DETAIL.asp?ART_ID=3450&amp;MONTH_YEAR=Feb-2008" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.worldoil.com');">artigo original</a></strong>(que gerou o estardalhaço), o autor demonstrou especial interesse em descobrir o motivo da mudança de atitude dos gestores do petróleo brasileiro a respeito das concessões de petróleo e parcerias com empresas estrangeiras na exploração das reservas naturais.</p>
<blockquote><p>O artigo detalha as prospecções feitas na Bacia de Santos, sua localização e profundidade, a possível extensão do campo, quais os blocos de exploração que compreende, assim como as características do petróleo já descoberto… O último parágrafo manifesta a opinião do autor, inquieto com a possível retirada de blocos-chave da nona rodada de leilões da ANP, que ele julga, “talvez”, o tipo de “nacionalismo que alguns previram devido ao declínio das reservas mundiais de petróleo”. Mas ele conclui com o que considera a “real mensagem dessas descobertas”: “que não devemos perder de vista as bacias potenciais ainda desconhecidas, mas possivelmente grandes, que com freqüência são de exclusivo domínio de empresas petrolíferas nacionais”.</p>
<p><a href="http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=36075" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.vermelho.org.br');">Petróleo de Carioca: o que dizem Haroldo Lima e a World Oil</a> - <a href="http://www.vermelho.org.br/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.vermelho.org.br');">Vermelho</a></p></blockquote>
<p><strong>“<a href="http://www.iol.co.za/index.php?set_id=1&amp;click_id=29&amp;art_id=nw20071120224922385C682342" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.iol.co.za');">Deus é brasileiro</a>”</strong>, disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Novembro, respondendo ao anúncio do seu governo de que haviam sido descobertas grandes reservas de petróleo em alto mar. Agora, como era de se esperar, interesses variados estão se alinhando para concorrer à posse e aos benefícios deste presente de Deus.</p>
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		<title>República Dominicana testa o novo sistema de metrô em Santo Domingo.</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/04/24/republica-dominicana-testa-o-novo-sistema-de-metro-em-santo-domingo/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 01:21:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[As pessoas gritam, assobiam e festejam ao verem ele passar: em Santo Domingo, na República Dominicana, a mais nova celebridade é o Sistema de Transporte Metropolitano[En]. A cidade está agitada com o novo sistema de metrô que, a partir do sábado passado, começou a operar experimentalmente levando e trazendo visitantes da Feira do Livro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/04/metrodominicana.jpg" alt="Santo Domingo Metro Logo" align="right" hspace="5" vspace="5" />As pessoas gritam, assobiam e festejam ao verem ele passar: em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Santo_Domingo" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Santo Domingo</a>, na República Dominicana, a mais nova celebridade é o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Santo_Domingo_Metro" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Sistema de Transporte Metropolitano</a>[En]. A cidade está agitada com o novo sistema de metrô que, a partir do sábado passado, começou a operar experimentalmente levando e trazendo visitantes da <a href="http://www.ferilibro.com/2k7/index.php" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.ferilibro.com');">Feira do Livro de Santo Domingo</a>[Es]. Dominicanos empolgados estão filmando a passagem do metrô por suas casas nas várias corridas de teste e subindo vídeos de si mesmos andando nas estações de metrô já terminadas ou viajando nos trens que são tão novos que ainda tem plástico bolha em seus assentos.</p>
<p>O usuário <a href="http://youtube.com/user/noe0324" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/youtube.com');">noe0324</a> subiu um vídeo que consegue transmitir a enorme expectativa e orgulho trazido por este massivo método de transporte público. No primeiro minuto você pode ouvir e ver a excitação das pessoas que, de pé nos tetos de suas casas ao lado dos trilhos do metrô, festejam, balançam bandeiras e aplaudem enquanto ele passa. O vídeo pode ser assistido <a href="http://youtube.com/watch?v=7xZwt_pOPGw" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/youtube.com');">através deste link</a>.</p>
<p><a href="http://youtube.com/user/djblastor" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/youtube.com');">DJBlastor</a> nos mostra <a href="http://www.youtube.com/watch?v=IILRm9DkHdY" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.youtube.com');">outro ponto de vista</a>: pessoas esperando em filas com 3 pessoas de largura por seu momento de embarcar nos carros do metrô, e então pessoas correndo para dentro dos carros para ver se conseguem um assento. Ele tem outros <a href="http://youtube.com/user/djblastor" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/youtube.com');">3 vídeos gravados no mesmo dia</a>, com comentários políticos que parecem apoiar em suas entrelinhas o governo do atual presidente, além de apresentar uma filmagem rara de pessoas empilhadas dentro de um carro de metrô em que a maioria delas exibe sorrisos radiantes.</p>
<p>Como mencionado previamente, o metrô parece ter elevado a popularidade do presidente Leonel Fernandez, e ela já era alta desde o princípio, já que este é o seu <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Government_of_the_Dominican_Republic" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">segundo mandato presidencial não consecutivo</a>[En]. O <a href="http://youtube.com/watch?v=4rY9LRif31c" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/youtube.com');">vídeo seguinte</a> foi disponibilizado por <a href="http://youtube.com/user/macaco993" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/youtube.com');">macaco993</a>, e nele você pode ouvir a multidão festejando e cantando &#8220;Leonel, Leonel, Leonel&#8221;</p>
<p><a href="http://youtube.com/watch?v=_vceKBtWOjw" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/youtube.com');">Supercrackers</a> também gravou <a href="http://www.youtube.com/watch?v=_vceKBtWOjw" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.youtube.com');">um passeio mais calmo ao sistema de metrô</a>, onde ela passeia pela estação, desce as escadas e se senta, enquanto observa crianças e adultos alegremente estourando o plástico bolha entre os assentos.</p>
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		<title>Blogueiros brasileiros &#8216;deitam e rolam&#39; sobre a aprovação do Open XML da Microsoft como padrão ISO</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 15:12:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jose Murilo Junior</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O dia 1º de abril este ano trouxe um sabor amargo para a comunidade &#8216;open source&#8216; brasileira. O anúncio da aprovação do formato Open XML da Microsoft como padrão internacional ISO/IEC pareceu, à princípio, algum tipo de brincadeira. Afinal, o OOXML havia perdido uma votação sobre sua adoção em setembro último, e era de conhecimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O dia 1º de abril este ano</strong> trouxe um sabor amargo para a comunidade &#8216;<em>open source</em>&#8216; brasileira. O <a href="http://www.iso.org/iso/pressrelease.htm?refid=Ref1123" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.iso.org');">anúncio da aprovação do formato Open XML da Microsoft como padrão internacional ISO/IEC</a> pareceu, à princípio, algum tipo de brincadeira. Afinal, o OOXML havia perdido uma votação sobre sua adoção em setembro último, e era de conhecimento geral o fato de que a grande maioria das centenas de ajustes requisitados pelos membros votantes ao padrão ainda não foram implementados. Entretanto, antes de seguir com as manifestações sobre o tema, vamos checar as razões para que um debate tão árido sobre padrões tecnológicos internacionais chame a atenção de tantos blogueiros no Brasil.</p>
<p>O movimento &#8216;<em>open source</em>&#8216; no Brasil, com todos os seus <a href="http://www.wired.com/wired/archive/12.11/linux.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.wired.com');">sucessos</a> e <a href="http://www.linux.com/articles/59637" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.linux.com');">fracassos</a>, acabou tornando-se <a href="http://www.news.com/8301-10784_3-9786370-7.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.news.com');">uma tendência cultural</a>. Neste contexto, o pacote Microsoft Office (Word, Excel, Powerpoint, etc.) e seus formatos de arquivo proprietários tornaram-se o verdadeiro símbolo do obstáculo criado pelo monopolista à liberdade perseguida pelos ativistas do software livre, e também o principal alvo das políticas de subsitituição de software implementadas pelas agências governamentais. Nos locais onde o sistema operacional Linux ainda não se mostrava pronto para reinar, o <a href="http://www.openoffice.org/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.openoffice.org');">Open Office</a> &#8212; com o seu formato de arquivo ODF, aprovado pela ISO &#8212; apresentou boas condições de auxiliar na quebra da hegemonia cultural da Microsoft no desktop tupiniquim. E funcionou!</p>
<p>De fato, parece que a estratégia funcionou bem até demais, e a Microsoft começou a perceber que o seu multi-bilionário modelo de negócio para o Office estava seriamente ameaçado pela crescente tendência de governos em dar preferência aos padrões abertos em suas decisões sobre aquisição de software. A reação tática da Microsoft em defesa de sua posição monopolista foi armar uma blitz para a aprovação de seu formato incompatível (OOXML) como um segundo padrão ISO. Os blogueiros denunciam que a estratégia utilizada para forçar a passagem do OOXML pelo processo &#8216;fast-track&#39; da ISO causou estrago na credibilidade do padrão, criando sérias consequências para o conceito de padrões abertos em seu sentido mais amplo. Veremos como as táticas utilizadas pela Microsoft podem suscitar a ira de brasileiros que trabalham há tanto tempo e de forma tão intensa pelos padrões abertos.</p>
<blockquote><p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/04/final_solution_animation.gif" align="right" hspace="10" width="150" />Deixando-se penetrar por um processo que, embora tenha seguido (ainda mal-e-mal) a letra da norma, foi corrompido por trás dos panos por uma série de questionamentos, irregulariedades, lobbies e afins, a ISO perdeu (ou ao menos manchou) sua credibilidade. Se tal aprovação viesse de um consenso, seja por Fast-Track ou não, a ISO manteria sua credibilidade. Porém, ao aceitar as pressões de Redmond e não questionar como as coisas ocorreram nos países, aceitando passivamente isso, ela deixou essa credibilidade ser maculada (de maneira permanente, potencialmente) e, desse modo, colocou em xeque TODOS os padrões ISO.<br />
<a href="http://hogwartslinux.wordpress.com/2008/04/02/ooxml-iso-29500-microsoft-ganha-todos-perdemos/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/hogwartslinux.wordpress.com');">OOXML = ISO 29500 - Microsoft Ganha, todos perdemos</a> - <a href="http://hogwartslinux.wordpress.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/hogwartslinux.wordpress.com');">Linux&#8230; e mais coisas</a></p></blockquote>
<p><strong>A real novidade nesta disputa</strong> parece ser que, o fato de ser &#8216;aberto&#39; trouxe uma vantagem comercial às iniciativas &#8216;open source&#39; baseadas no padrão ODF, e a Microsoft viu-se forçada a adaptar-se ao novo cenário. Como bons rivais já conhecidos de disputas anteriores, Microsoft e as autoridades e técnicos brasileiros à princípio não se mostraram em condições de um debate aberto e civilizado.</p>
<blockquote><p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/04/isomeeting2.jpg" align="left" hspace="10" width="250" />E para piorar um pouco as coisas, a Microsoft, do alto de sua “auto-atribuída” superioridade, e fazendo uso mais uma vez de sua notória arrogância, <a href="http://www.open2tech.com/2008/01/29/alguns-comentarios-sobre-o-ooxml-a-microsoft-a-abnt-e-o-odf/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.open2tech.com');">chegou a afirmar, em janeiro</a>, quando da ocorrência do “<strong>Grupo de Trabalho 2</strong>” na <strong>CE-21:034.00</strong>“, <strong>na ABNT</strong>, grupo este que tinha por objetivo “<em>analisar as respostas da ECMA ao grupo de comentários enviados ao ISO/IEC DIS 29500</em>“, que “<em><strong>o Brasil não deveria opinar</strong> se não conseguisse concluir as análises</em>“. Ora, só de comentários brasileiros eram <strong>mais de 2000:</strong> seria este um número pouco expressivo?<br />
<a href="http://www.open2tech.com/2008/04/02/o-ooxml-foi-infelizmente-aprovado-pela-iso/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.open2tech.com');">O OOXML foi infelizmente aprovado pela ISO</a> - <a href="http://www.open2tech.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.open2tech.com');">Open2Tech</a></p></blockquote>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/04/ffii_iso_ooxml_map.png"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/04/ffii_iso_ooxml_map.png" width="400" /></a></p>
<p><strong>Talvez tenha sido a primeira vez</strong> em que tantos países se engajaram no debate sobre um padrão técnico. Por um lado, as comunidades &#8216;open source&#39; estão orgulhosas de seu padrão ODF/ISO-26300, que foi capaz de levar a Microsoft a promover uma &#8216;guerra mundial&#39; somente para conseguir que seu padrão pudesse alcançar o mesmo status. Pelo outro lado, interesses comerciais gigantescos estão em jogo no momento em que fornecedores Microsoft em todo o mundo ficam sob o risco de serem excluídos de contratos pelo fato da empresa não ter um padrão ISO aprovado. As diversas delegações nacionais foram as responsáveis pelo voto, e os blogs denunciam o fato de que fatores não-técnicos influenciaram a decisão.</p>
<blockquote><p>Quando lemos em blogs e na mídia especializada o que aconteceu em diversos países, onde grupos técnicos foram contra a aprovação, mas o staff do NB local optou pelo voto SIM ou se absteve, devemos reconhecer e aplaudir a lisura e excelência do trabalho efetuado no Brasil pela ABNT, que foi, sem sombra de dúvidas, um exemplo de comportamento que deveria ser copiado pelos NBs do mundo todo!<br />
<span class="itemTitle"><a href="http://www.softwarelivreparana.org.br/modules/news/article.php?storyid=2579" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.softwarelivreparana.org.br');">OpenXML foi aprovado&#8230;e agora?</a> - </span><a href="http://www.softwarelivreparana.org.br/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.softwarelivreparana.org.br');">Movimento Software Livre Paraná</a></p></blockquote>
<blockquote><p>Na ISO vimos muitos países, covardes e/ou incompetentes, não votaram, tais como os nossos vizinhos: Chile e Argentina e outros “importantes” países: Holanda, Austrália, Bélgica, França, Itália, Rússia, Espanha, Luxemburgo, Malásia, Siri Lanka, Turquia, Vietnã, Zimbaue e Quênia. Todos esses abstiveram-se. Terrível!!! agora os softwares suites de escritórios ficarão como carregadores de celular, bivolts (com ODF e OpenXML).<br />
(Comentário de <a href="http://www.softwarelivreparana.org.br/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.softwarelivreparana.org.br');">Movimento Software Livre Paraná</a> em <a href="http://homembit.com/2008/04/openxml-eles-realmente-ganharam.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/homembit.com');">Open XML: Eles realmente ganharam?</a>)</p></blockquote>
<blockquote><p>O Vitorio falou desses países, foi realmente triste. mas o pior é ter constatado distorção em votos importantes como o da Noruega, que chegou a pedir publicamente a mudança de seu voto para Não - digamos que 24 votaram Não, 2 Sim e o voto da Noruega passou como Sim… triste! Fora outras várias irregulariedades como na *Itália*, Portugal, França, Alemanha, Polônia, *Holanda*, Suíça, Suécia e vários outros, incluindo os EUA. Realmente, aquela frase deles “Money Talks” é verdadeira. E imagino como envergonhados muitos técnicos ligados as esses países ondem houve distorção estão. Eles estudam, investigam e concluem que não presta como padrão. Votam contra. E seu voto passa como Sim ou “Absteve”.<br />
(Comment from <a href="http://www.softwarelivreparana.org.br/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.softwarelivreparana.org.br');">Movimento Software Livre Paraná</a> at <a href="http://homembit.com/2008/04/openxml-eles-realmente-ganharam.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/homembit.com');">Open XML: Eles realmente ganharam?</a>)</p></blockquote>
<p><strong>Um personagem de destaque</strong> neste debate foi Jomar Silva, Diretor Geral da ODF Alliance Brasil e membro da delegação brasileira, que <a href="http://homembit.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/homembit.com');">blogou sobre o evento</a> em português e inglês. Seus relatos estão proporcionando uma perspectiva de &#8216;atrás dos bastidores&#39; neste debate.</p>
<blockquote><p>Segundo o <a href="http://homembit.com/2008/03/afinal-o-que-fomos-fazer-em-genebra.html" onclick="javascript:urchinTracker ('/outbound/article/homembit.com');" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/homembit.com');">post</a> <a href="http://homembit.com/2008/03/at-the-end-what-we-did-in-geneva.html" onclick="javascript:urchinTracker ('/outbound/article/homembit.com');" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/homembit.com');">do</a> <a href="http://homembit.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/homembit.com');">Jomar</a> que esteve no BRM da ISO, um cidadão chegou nele num intervalo e sutilmente pediu para que <strong>não</strong> levantasse uma questão importante no processo do OOXML da Microsoft virar ou não um padrão ISO: a inexistência do mapeamento entre o formato legado (ex: .doc) e o formato novo (ex: .docx)&#8230; Se esse mapeamento não fizer parte da especificação OOXML, seu objetivo primordial é inválido. A especificação é inválida. E a delegação brasileira queria levantar essa bola: cadê o mapeamento ? Mas o barraco aqui é outro. Um cidadão pedir pra ele não levantar essa bola é uma coisa&#8230; O que me escapa o entendimento é <span title="pullquote">por que a ISO não deixou o Brasil apresentar esse questionamento ?</span> Só sei que a blogosfera vai desabar sobre esse assunto nos próximos dias e vou acompanhar de perto os blogs do <a href="http://www.robweir.com/blog/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.robweir.com');">Rob Weir</a>, <a href="http://www.sutor.com/newsite/blog-open/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.sutor.com');">Bob Sutor</a>, <a href="http://www.consortiuminfo.org/standardsblog/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.consortiuminfo.org');">Andy Updegrove</a>, <a href="http://www.groklaw.net/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.groklaw.net');">Groklaw</a> e <a href="http://www.technorati.com/search/http://homembit.com/2008/03/at-the-end-what-we-did-in-geneva.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.technorati.com');">a quantidade de reações que o post traduzido do Jomar recebe</a>. Muitos desses blogs já estão descendo a lenha.<br />
<a href="http://avi.alkalay.net/2008/03/ooxml-esta-rolando-um-barraco-na-iso.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/avi.alkalay.net');">Está rolando um barraco na ISO</a> - <a href="http://avi.alkalay.net/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/avi.alkalay.net');">Avi Alkalay</a></p></blockquote>
<p><strong>É importante destacar</strong> que mesmo Jomar Silva, um aguerrido defensor do padrão ODF, está entre os comentadores que conseguem enxergar aspectos positivos na totalidade do processo. Obviamente, o movimento da Microsoft em migrar seus formatos proprietários para formatos abertos e baseados em XML (mais fáceis de manipular, produzir e consumir) é uma boa notícia. E seu compromisso em desenvolver tradutores para suportar o ODF como formato nativo no MS Office é algo que nem pensaríamos ser possível há bem poucos anos atrás. No longo prazo, todos que apoiam o ODF devem estar à favor da expansão de suas funcionalidades e da facilitação de seu amplo uso, o que não será realizado através da manutenção de uma visão anti-OOXML fundamentalista na ISO.</p>
<blockquote><p>Nós, Brasileiros, ganhamos por ter entrado em uma batalha dessas e ter saído por cima (sem dedo no olho e nem golpe baixo). Jogamos segundo as regras do jogo, ainda que alguns interessados tivessem tentado dar a “sua versão” das regras do jogo o tempo todo. Ganhamos ainda, pois saimos fortalecidos. Nunca fomos tão respeitados no mercado internacional de TI e nunca uma discussão sobre padrões abertos fez tanto parte da agenda de tantas pessoas no mundo e portanto, nunca pudemos falar com tanta propriedade a um público tão seleto. Ganhamos por ter unido nessa discussão gregos e troianos e por termos descoberto que empresas rivais no mercado conseguem sentar, discutir e construir juntas. Este é para mim um novo paradigma, que vai logo logo dar frutos a todos os envolvidos.<br />
<a href="http://homembit.com/2008/04/openxml-eles-realmente-ganharam.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/homembit.com');">Open XML: Eles realmente ganharam?</a> - <a href="http://homembit.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/homembit.com');">Jomar Silva @ Void Life (Void)</a></p></blockquote>
<p><strong>Levando tudo em conta</strong>, parece realmente sem sentido fechar o caminho de qualquer um à uma maior abertura, e todos nós devemos estar prontos para nos adaptar a novos ambientes.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Colômbia: blogueiros reunindo assinaturas para documento em defesa de propriedade intelectual e industrial</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/04/02/colombia-blogueiros-reunindo-assinaturas-para-documento-em-defesa-de-propriedade-intelectual-e-industrial/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 19:58:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jan Alyne Barbosa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arte &amp; Cultura]]></category>

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		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.globalvoicesonline.org/2008/04/02/colombia-blogueiros-reunindo-assinaturas-para-documento-em-defesa-de-propriedade-intelectual-e-industrial/</guid>
		<description><![CDATA[ 
Creative Commons em Laranja por yamabobobo

Carolina Botero, advogada e promotora do Creative Commons na Colômbia, está pedindo aos blogueiros e a qualquer pessoa que tenha acesso a algum computador, interessados nos &#8220;direitos de propriedade intelectual&#8221;, para assinar uma carta aberta que será enviada ao CONPES, o Conselho Nacional para Políticas Sociais e Econômicas, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"> <a href="http://www.karisma.org.co/carobotero/"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/04/324669781_666dbdbd6d_m.jpg" alt="CC on Orange by yamabobobo" /><br />
</a><small><em><a href="http://www.flickr.com/photos/monana7/324669781/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">Creative Commons em Laranja</a> por <a href="http://www.flickr.com/photos/monana7/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">yamabobobo</a><br />
</em></small></p>
<p id="result_box" dir="ltr"><a href="http://www.karisma.org.co/carobotero/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.karisma.org.co');">Carolina Botero</a>, advogada e promotora do Creative Commons na Colômbia, está pedindo aos blogueiros e a qualquer pessoa que tenha acesso a algum computador, interessados nos &#8220;direitos de propriedade intelectual&#8221;, para assinar uma carta aberta que será enviada ao CONPES, o Conselho Nacional para Políticas Sociais e Econômicas, em oposição a um projeto de lei do DNP (Departamento Nacional de Planejamento) enviado anteriormente a eles, onde foram ignorados novos modelos de partilha de conhecimentos que proporcionam alternativas às tradicionais políticas de &#8220;proteção e execução&#8221;.</p>
<p id="result_box" dir="ltr">No artigo de Carolina Botero, intitulado<em> <a href="http://www.equinoxio.org/destacado/carta-abierta-conpes-plan-accion-sistema-propiedad-intelectual-2647/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.equinoxio.org');">Cultura Digital é ignorada no Documento de Propriedade Intelectual C</a></em><em><em><a href="http://www.equinoxio.org/destacado/carta-abierta-conpes-plan-accion-sistema-propiedad-intelectual-2647/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.equinoxio.org');"><em>ONPES</em></a></em></em> [es], ela explica como o Departamento Nacional de Planejamento parece ter ignorado completamente os mais recentes desenvolvimentos em matéria de distribuição de mídia digital, e aponta um por um os casos desconsiderados no diagnóstico realizado pelo DNP.</p>
<blockquote><p><em><span>Con el documento que se presentará este mes para aprobación en el CONPES estamos adoptando como modelo de desarrollo el de “protección y observancia” del modelo tradicional de derecho de autor, útil para un mundo de medios físicos (impreso, cinta, CD, etc.), pero que no es la única opción en entornos digitales ni en los negocios, y además, es excluyente para ciertos sectores.</span></em></p>
<p id="result_box" dir="ltr">Com o documento que será apresentado este mês para a aprovação no CONPES estaríamos adotando como modelo de desenvolvimento o tradicional &#8220;proteção e execução&#8221;, adequado para suportes físicos (documentos impressos, fitas, CDs, etc), mas que não é a única opção em ambientes digitais ou de negócios, e que também acaba excluindo outras áreas.</p>
</blockquote>
<p>Você pode ler mais detalhes sobre esta carta e sobre a proposição da lei em <a href="http://www.icommons.org/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.icommons.org');">icommons.org</a>, onde Carolina compara as novas políticas com o personagem de quadrinhos &#8220;Capitão Copyright&#8221;, em <em><a href="http://www.icommons.org/articles/captain-copyright-reappears-in-colombia" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.icommons.org');">Capitão Copyright reaparece na Colômbia</a></em>. Nos comentários, existem discussões relativas ao agrupamento incorreto destas questões de &#8220;propriedade intelectual&#8221; e a proposta de criar um personagem cômico que protege direitos autorais, como uma paródia do Capitão Copyright.<br />
The three items requested from the CONPES to take into consideration are involving government institutions in education and culture to speak out about their special needs and legal regimes regarding this topic, to involve the civil society actors who may be interested in this issue, and to start drafting another document to address the other aspects of the copyright regime in case this limited document is approved.</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Os três itens solicitados ao CONPES levam em consideração: o envolvimento de instituições governamentais, em matéria de educação e cultura, para pronunciar-se sobre as suas necessidades especiais e sobre regimes jurídicos em relação a este tema; o envolvimento de agentes da sociedade civil que possam se interessar sobre esta questão, e a elaboração de um outro documento que aborde outros aspectos do regime de direitos de autor, caso este documento limitado seja aprovado.</p>
<p>Você pode participar do abaixo-assinado <a href="http://www.firmasonline.com/1firmas/camp1.asp?C=1303" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.firmasonline.com');">clicando neste link[es]</a>.</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">clique aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">clique aqui</a>.</em></p>
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		<item>
		<title>Burkina Faso produtor de biocombustível em breve</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/12/28/burkina-faso-produtor-de-biocombustivel-em-breve/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Dec 2007 23:02:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jan Alyne Barbosa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>

		<category><![CDATA[Burkina Faso]]></category>

		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

		<category><![CDATA[Economia]]></category>

		<category><![CDATA[French]]></category>

		<category><![CDATA[Indústria]]></category>

		<category><![CDATA[Portuguese]]></category>

		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[No mês passado, o Ministério da Agricultura, Recursos Hídricos e Recursos Marinhos e a empresa francesa AgroEd assinaram uma estrutura de acordo para o desenvolvimento de uma indústria de biocombustíveis em Burkina Faso. Todo este processo acontecerá em Burkina, a partir do cultivo de plantas (algodão, Jatropha, etc.) para a produção de combustível.
Esta idéia foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No mês passado, o Ministério da Agricultura, Recursos Hídricos e Recursos Marinhos e a empresa francesa AgroEd assinaram uma estrutura de acordo para o desenvolvimento de uma indústria de biocombustíveis em Burkina Faso. Todo este processo acontecerá em Burkina, a partir do cultivo de plantas (algodão, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jatropha" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Jatropha</a>, etc.) para a produção de combustível.</p>
<p>Esta idéia foi recebida com entusiasmo por mais de uma pessoa. Especialistas em biocombustível acreditam que a &#8220;África tem uma verdadeira oportunidade de entrar nessa indústria que é rentável, especialmente agora com o preço do petróleo aumentando a cada dia&#8221;, [FR] <a href="http://www.lefaso.net/spip.php?article24494" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.lefaso.net');">escreve</a> o jornalista Alban Kini.</p>
<p>No entanto, muitos cidadãos na Internet manifestaram ceticismo sobre se Burkina Faso pode se tornar um produtor de biocombustíveis competitivo, e se as pessoas comuns, em especial os agricultores, serão beneficiados.<br />
Apesar de Burkina ser rico em matérias-primas como manga, algodão e mandioca, e já ter produzido etanol, o país tem infra-estrutura limitada à sua disposição. Nesse sentido, quando <a href="http://ramses1.blog4ever.com/blog/lirarticle-66434-558191.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ramses1.blog4ever.com');">escrevi sobre biocombustíveis</a> [FR] no meu blog no início deste mês, um leitor foi cético em relação às perspectivas do projeto:</p>
<blockquote><p><em>Les coûts de production feront que ce carburant serait hors de porté des Burkinabè. Je vie en France actuellement et ici le biocarburant est juste produit par certains agriculteurs disposant de matériels assez mécanisés pour le labour, l&#39;irrigation et les récoltes. Notons qu&#39;ici les fermiers repensent 3% de la pop, ils sont les riches, aussi ils sont subventionnés à l&#39;hectare. Je trouve que souvent il faut bien réfléchir pour parapher certains accords. Si les Burkinabè n&#39;ont pas les moyens pour payer ce carburant parce que trop chers, on ira le vendre ailleurs!!!!</em></p>
<p>Os custos de produção desse combustível estarão fora das possibilidades financeiras da população de Burkina. Estou vivendo atualmente na França, e aqui os biocombustíveis são produzidos por apenas alguns agricultores, que contam com máquinas para o trabalho de irrigação e colheita. Note-se que aqui os agricultores representam 3% da população, eles são os ricos, e eles também são subsidiados pelo hectare. Penso que se deve realmente pensar antes de assinar alguns acordos. Se o cidadão de Burkina não têm os meios para pagar esses biocombustíveis porque são muito caros, eles irão vendê-los em outro lugar!!</p></blockquote>
<p>Para além desse receio do biocombustível que estão sendo vendidos no estrangeiro, muitos manifestaram preocupação com a degradação das terras de cultivo.<br />
Outro leitor escreveu:</p>
<blockquote><p><em>Pendant qu’on est en train de voir comment subventionner les pays qui gardent intact la nature, chez nous, on signe des protocoles visant a endommager cette dernière . Et le comble, c’est qu’à 100% cela ne profitera qu’a une certaine couche…</em></p>
<p>Mesmo que estejamos atentos para o modo de dar assistência aos países que protegem a natureza, aqui em casa, assinamos protocolos que visam prejudicá-la. E, para concluir, é 100% certo de que isso beneficiará apenas um determinado estrato…</p></blockquote>
<p>Um leitor acredita nos investimentos na produção do biocombustível em Burkina Faso, ao mesmo tempo em que ainda há muitos problemas relacionados ao cultivo e à venda de algodão. Ele também questiona a lógica subjacente a esta iniciativa:</p>
<blockquote><p><em>Nous sommes (ou étions) gros producteur de coton, et d&#39;or. On a gagné quoi? Que gagnent les pays africains producteurs de pétrole, d&#39;uranium, etc. ? Comme d&#39;habitude et comme de par le passé, seuls les dirigeants au sommet de l&#39;Etat et leurs parrains d&#39;Occident, les impérialistes et leurs suppôts donc, vont se sucrer sur le dos de tous.</em></p>
<p>Somos (ou fomos) grandes produtores de algodão e ouro. O que é que ganhamos com isso? O que os países africanos que produzem petróleo, urânio, etc. ganham? Como sempre e como era no passado, só os líderes no topo e os seus fregueses ocidentais, os imperialistas e seus cúmplices, se beneficiarão às custas de todos nós.</p></blockquote>
<p>A fim de mobilizar o apoio público, reuniões foram realizadas em Ouagadougou. A mais importante foi a única organizada entre 27 e 29 de novembro com o tema, &#8220;questões e perspectivas sobre biocombustíveis para a África.&#8221;<br />
O encontro reuniu 370 pessoas de 35 países, bem como as empresas multinacionais como a Total France, os seus centros de pesquisa, e com o <a href="http://www.cirad.fr/fr/le_cirad/cirad_monde/pays.php?id=202" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.cirad.fr');">Centre de coopération internationale en recherche agronomique pour le développement</a> (CIRAD), em Ouagadougou. Apenas os agricultores, aqueles que produzem as matérias-primas para os biocombustíveis, estavam ausentes.</p>
<p>Esses agricultores estão excluídos das reuniões, quando na verdade são os únicos que terão de se adaptar a essas novas condições e técnicas de produção. Como Padre Lacour escreve:</p>
<blockquote><p><em>“learning by doing” (apprendre en faisant) tout en espérant que les risques pour les paysans ne dépassent par trop le bénéfice escompté.</em></p>
<p>“Aprender fazendo”, esperando que os riscos para os agricultores, não ultrapassem os benefícios esperados.</p></blockquote>
<p>Matéria de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/ramata/">Ramata Sore</a>.</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">clique aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">clique aqui</a>.</em></p>
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		<title>Guatemala: Uma campanha publicitária de mau gosto</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/12/03/guatemala-uma-campanha-publicitaria-de-mal-gosto/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 17:33:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Americas]]></category>

		<category><![CDATA[Guatemala]]></category>

		<category><![CDATA[Gênero]]></category>

		<category><![CDATA[Indústria]]></category>

		<category><![CDATA[Protesto]]></category>

		<category><![CDATA[Spanish]]></category>

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		<description><![CDATA[“Viver a vida, não morrê-la” [es] é o que  Claudia Navas diz no Ordinaria Locura, onde ela relata detalhadamente problemas sérios que a Guatemala está encarando em relação à violência contra jovens mulheres:
 Las cifras de feminicidio en el país son alarmantes, según la Policía Nacional Civil, hasta el 2 de octubre se habían [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://claudianavas.blogspot.com/2007/11/vivir-la-vida-no-morirla.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/claudianavas.blogspot.com');">“Viver a vida, não morrê-la”</a> [es] é o que  Claudia Navas diz no <em>Ordinaria Locura</em>, onde ela relata detalhadamente problemas sérios que a Guatemala está encarando em relação à violência contra jovens mulheres:</p>
<blockquote><p><em> Las cifras de feminicidio en el país son alarmantes, según la Policía Nacional Civil, hasta el 2 de octubre se habían registrado 377 muertes, cifra que seguramente ha aumentado, pues tan sólo al hojear los periódicos cada día me encuentro con una víctima más. Entre ellas, a muchas que ni siquiera han llegado a la mayoría de edad.</em></p>
<p>As estatísticas de feminicídio no país são alarmantes, segundo a Polícia Civil Nacional, até o dia 2 de outubro tinham sido registrado 377 mortes, um número que com certeza aumentou, pois basta olhar os jornais a cada dia que me deparo com mais uma vítima. Entre elas, há muitas que nem sequer tinham chegado à maioridade.</p></blockquote>
<p>Mesmo com essas tristes estatísticas, uma sapataria da Guatemala lançou uma campanha publicitária que muitos blogueiros acharam fora do tom. o blogue internacional <em>VISUALMENTE </em> explica o conteúdo desses anúncios na postagem <a href="http://visualmente.blogspot.com/2007/11/poco-hombre-1-el-aviso-guatemalteco.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/visualmente.blogspot.com');">Poco hombre</a> [es]. O blogue também mostra dois dos anúncios em questão.</p>
<blockquote><p><em>El 19 de noviembre en Guatemala una empresa zapatera llamada MD lanzó una campaña por su nueva colección de zapatos. “Está de muerte” es el eslogan que acompaña las piezas gráficas de esta patética campaña de publicidad, en cuya imágenes aparece el cadáver de una mujer desparramado sobre un sofá, y en otra, el cadáver de otra mujer en una camilla de una morgue o de un hospital, eso sí, ambas con unos zapatos muy lindos y vistosos, pero muertas. ¿Mujeres muertas para promocionar zapatos?</em></p>
<p>No dia  19 de novembro na Guatemala, uma sapataria chamada MD lançou uma campanha para a sua nova coleção de sapatos. &#8216;Está de morrer&#39; é o slogan que acompanha as peças gráficas de uma campanha publicitária patética, em cujas imagens aparecem o cadáver de uma mulher esparramada sob um sofá e o cadáver de uma outra mulher em uma câmara de um hospital, ambas com um sapato muito lindo e vistoso, porém mortas. Mulheres mortas para promover sapatos?</p></blockquote>
<p><em>Desing Drink </em>concorda que foi de muito mal gosto nessa <a href="http://desingdrink.blogspot.com/2007/11/no-violencia-contra-las-mujeres.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/desingdrink.blogspot.com');">postagem</a> [es]:</p>
<blockquote><p><em>Coincido con muchos periodistas guatemaltecos que tachan la publicidad de la zapatería MD como INOPORTUNA, ya que el pasado 25 de noviembre se conmemoró un día más de la NO VIOLENCIA CONTRA LAS MUJERES, una fecha que ni siquiera debería existir.</em></p>
<p>Concordo com muitos jornais da  Guatemala que tacharam a publicidade da sapataria  MD como INOPORTUNA, já que no dia 25 de novembro passado se comemorou um dia a mais de SEM VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES, uma comemoração que sequer deveria existir.</p></blockquote>
<p><a href="http://blackcreativebox.com/actualidad/?p=190" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blackcreativebox.com');"><em>Black Creative Box</em></a> [es] também mostra seu ponto de vista:</p>
<blockquote><p><em>somos nosotros los exagerados? Es cierto que la publicidad mientras más controversial mejor pero existen millones de formas de hacer una campaña de zapatos.</em></p>
<p>nós somos os exagerados? Está certo que na publicidade quanto mais polêmico melhor, mas existem milhões de formas de se fazer uma campanha de sapatos.</p></blockquote>
<p><a href="http://guatemaliness.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/guatemaliness.blogspot.com');"><em>Guatemalidades</em></a> [es] compartilha em seu blogue a história de uma garota, Wendy, assassinada por um namorado enraivecido, e da rejeição à propaganda nas ruas da Guatemala:</p>
<blockquote><p><em>..no pienso comprar nunca zapatos en MD. las muchas Wendys de Guatemala que han visto sus sueños truncados por una violencia tonta y la rídicula imposición de la moda y la necesidad de “venderse” para convertirse en mujeres “honradas” y “esposas”. esa misma moda que descalifica el cerebro y cualifica a la mujer por el tamaño de sus tetas y el diámetro de su cintura, es aberrante usar la muerte para vender precisamente lo que provoca la violencia.</em></p>
<p>… não penso em comprar nunca sapatos da  MD. As muitas  Wendys de Guatemala que têm visto seus sonhos truncados por causa da violência sem noção, da imposição ridícula da moda e da necessidade de &#8216;vender-se&#39; para converterem-se em mulheres &#8216;honradas&#39; e &#8216;esposas&#39;. Essa mesma moda que desqualifica o cérebro e qualifica a mulher pelo tamanho de seus peitos e o diâmetro de sua cintura, é aberrante usar a morte para vender precisamente o que provoca a violência.</p></blockquote>
<p>A coluna de  Ana também se preocupa, como na postagem <a href="http://anarodas.blogspot.com/2007/11/muerte-sbita.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/anarodas.blogspot.com');">Muerte Súbita</a>:</p>
<blockquote><p><em>Esa publicidad, que copia una corriente surgida algunos meses atrás en otros países, y que fue interrumpida inmediatamente por las entidades de mujeres y de derechos humanos, debe ser retirada de inmediato porque es una bofetada en el rostro de las mujeres guatemaltecas. Guatemala es el segundo país en el mundo –solo Rusia le gana– con el mayor número de mujeres asesinadas.</em></p>
<p>Essa publicidade, que copia uma corrente surgida há alguns meses atrás em outros países, e que foi interrompida imediatamente pelas entidades de mulheres e de direitos humanos, deve ser retirada de imediato porque é uma bofetada no rosto das mulheres da Guatemala. A Guatemala é o segundo país no mundo - só perde para Rússia - em número de mulheres assassinadas.</p></blockquote>
<p align="right"><em> (Texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/renata-avila/">Renata Avila</a>)</em></p>
<p align="right">&nbsp;</p>
<p align="center"> <em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</em></p>
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		<title>Japão: Golfinhos e Heroes</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/11/04/japao-golfinhos-e-heroes/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/11/04/japao-golfinhos-e-heroes/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 16:50:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>

		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>

		<category><![CDATA[Etnicidade]]></category>

		<category><![CDATA[Governança]]></category>

		<category><![CDATA[Indústria]]></category>

		<category><![CDATA[Japan]]></category>

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		<category><![CDATA[Protesto]]></category>

		<category><![CDATA[Racismo]]></category>

		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>

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		<description><![CDATA[No âmbito da imprensa e blogues de língua inglesa essa semana, comentaristas, celebridades e ativistas tiveram algo a dizer sobre a caça japonesa aos golfinhos em Taiji, distrito de Wakayama. Filmes de pescadores japoneses irritados entraram em conflito com as de celebridades loiras do mundo ocidental empenhando-se em “dividir a água” com os golfinhos a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="entry" id="single" align="left">No âmbito da <a href="http://news.sky.com/skynews/article/0,,30200-1291049,00.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/news.sky.com');">imprensa</a> e <a href="http://www.japanprobe.com/?p=3065" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.japanprobe.com');">blogues</a> de língua inglesa essa semana, <a href="http://peacewriter313.wordpress.com/2007/11/02/saving-the-world-one-cause-at-a-time/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/peacewriter313.wordpress.com');">comentaristas</a>, <a href="http://thesuperficial.com/2007/11/hayden_panettiere_tries_to_sav.php" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/thesuperficial.com');">celebridades</a> e <a href="http://www.savejapandolphins.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.savejapandolphins.com');">ativistas</a> tiveram algo a dizer sobre <a href="http://japanfocus.org/products/topdf/2306" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/japanfocus.org');">a caça japonesa aos golfinhos em Taiji, distrito de Wakayama</a>. <a href="http://www.breitbart.tv/?p=7487" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.breitbart.tv');">Filmes</a> de pescadores japoneses irritados entraram em conflito com as de <a href="http://www.dailymail.co.uk/pages/live/articles/news/worldnews.html?in_article_id=491061&amp;in_page_id=1811" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.dailymail.co.uk');">celebridades loiras do mundo ocidental</a> empenhando-se em “dividir a água” com os golfinhos a um passo de serem assassinados. Enquanto a opinião sobre o assunto em blogues e fóruns de língua inglesa são, na maioria, <a href="http://digg.com/offbeat_news/Heroes_Actress_Caught_in_Clash_at_Japanese_Dolphin_Slaughter_Site?OTC-widget" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/digg.com');">de apoio ao espírito do projeto</a>, blogueiros japoneses têm algo diferente a dizer. [Nota da tradução: Todos os links levam a sites em inglês]</p>
<p><a href="http://www.breitbart.tv/?p=7487" title="Fisherman at Taiji" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.breitbart.tv');"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/11/fisherman.jpg" alt="Fisherman at Taiji" /></a></p>
<p><a href="http://www.breitbart.tv/?p=7487" title="Hayden Panettiere" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.breitbart.tv');"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/11/hero.jpg" alt="Hayden Panettiere" /></a></p>
<p>Uma vez que a notícia dos protestos não teve cobertura na imprensa japonesa, muitos dos blogueiros que escreveram sobre o assunto moram no exterior. O blogueiro kakinomoto, que vive na Alemanha, <a href="http://wasser.seesaa.net/article/64224423.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/wasser.seesaa.net');">aprovou a posição dos protestantes</a>:</p>
<blockquote><p> 海外では大々的な非難を呼んでいるこのニュースですが、日本では報道されていないようです。<br />
◆<a href="http://ap.google.com/article/ALeqM5jKCSxL_t9-vIOA-DaRWAlVi_4dfgD8SLBT382" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ap.google.com');">シーシェパード、日本のイルカ追い込み漁に抗議</a></p>
<p>Essa notícia está atraindo um monte de criticismo no exterior, mas no Japão parece que não está tendo divulgação.</p>
<p>◆<a href="http://ap.google.com/article/ALeqM5jKCSxL_t9-vIOA-DaRWAlVi_4dfgD8SLBT382" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ap.google.com');">Sea Shepherd, resistindo à pesca predatória de golfinhos no Japão</a> [en]<a href="http://ap.google.com/article/ALeqM5jKCSxL_t9-vIOA-DaRWAlVi_4dfgD8SLBT382"><br />
</a></p></blockquote>
<blockquote><p> このニュースはドイツではトップ扱いでした。<br />
シーシェパードのような大金の動くビジネスまがいの団体には、普段、個人的に疑問も多く持っています。<br />
しかし、このニュースに関しては、シーシェパード側に少なからずも賛同せずにはいられませんでした。</p>
<p>Na Alemanha, foi a notícia principal.<br />
Pessoalmente, eu normalmente não creio em grupos como o Sea Shepherd, uma espécie de negócio de fachada que movimenta grandes quantidades de dinheiro.<br />
No entanto, no caso dessa notícia em particular, eu só posso aprovar um pouco a posição do Sea Shepherd.</p></blockquote>
<blockquote><p> まず、イルカの追い込み漁という方法自体が、世界で禁じられていることを無視している日本。<br />
なぜ禁じられているか。<br />
それは殺し方があまりに惨いからです。<br />
イルカの追い込み漁の日本における歴史は残念ながらよく分かりません。ですが、文明や産業・技術が発達した日本で、そのような惨たらしい方法で漁をする必要が本当にあるのでしょうか。</p>
<p>Para começar, o método conhecido como caça aos golfinhos por si só é <span id="FSGcaller1"><font class="FSG_texto">proibido</font></span> no resto do mundo, e o Japão ignora isso.<br />
Por que é <span id="FSGcaller1"><font class="FSG_texto">proibido</font></span>?<br />
Porque a matança ocorre de uma forma muito cruel.</p>
<p align="left"> Infelizmente, eu não conheço a história da caça aos golfinhos no Japão. Mas no Japão, um país que desenvolveu civilização e indústria/tecnologia, teria mesmo uma razão para se pescar dessa forma inacreditavelmente brutal?</p>
</blockquote>
<blockquote><p> そして最大の問題は、このニュースが日本で報道されていないことです。<br />
これは報道規制ですね。<br />
先進国として、ますます許されないこと、そして恥ずかしいことだと思います。<br />
報道がされなければ、日本人の多くは「日本で何が起こっているか、そしてそれが海外でどういった見方をされているか」が分からずに、まっとうな議論さえできないのではないでしょうか。</p>
<p>E o problema maior é que essa notícia não está tendo cobertura no Japão<br />
Isso é controle da mídia.<br />
Como um país desenvolvido, eu sinto que isso é algo tão vergonhoso e que não pode ser nunca permitido.<br />
Se não tiver cobertura nas notícias, muitos japoneses não saberão &#8220;o que está acontecendo no Japão, e como isso é visto no exterior”, e eles, portanto, não poderão nem mesmo argumentar de forma legítima sobre o assunto.</p></blockquote>
<p>O blogueiro <em>abcnt</em> na França <a href="http://abcnt.jugem.jp/?pid=1" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/abcnt.jugem.jp');">imagina o que as pessoas fora do Japão pensaram sobre esse vídeo</a>:</p>
<blockquote><p> 今やすでに季節の風物詩的な扱いなのですが、<br />
先日また朝のニュースで日本人のイルカ捕獲の壮絶シーンが伝えられていました。<br />
しかも今回は声を荒げて抗議活動に抗議する男性の映像も。<br />
ことニホンジンに関しては普段にこやかでおとなしい映像しか見たことないので<br />
そっちのほうがショックだったフランス人も多いかも。</p>
<p>Isso teve que ser noticiado já que é uma tradição sazonal,<br />
e nas notícias ontem de manhã novamente estavam cenas terríveis da captura de golfinhos.<br />
Dessa vez, teve também imagens de um homem levantando a voz e resistindo ao protesto.<br />
Uma vez que eles só conheciam imagens de gentis japoneses,<br />
isso provavelmente foi mais chocante [do que as imagens dos golfinhos] para muitos franceses.</p></blockquote>
<p>Muitos blogueiros, no entanto, estavam mais descrentes sobre a coisa toda. O blogueiro T, que mora na Irlanda,  <a href="http://tyshaw4j.blogspot.com/2007/11/news.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/tyshaw4j.blogspot.com');">expressou frustração na cobertura dada pela imprensa britânica</a> à notícia:</p>
<blockquote><p>私は結婚してアイルランドに住んでします。先日、11月1日に、イギリスが世界に流してるskynewsで日本のある漁村 で漁師らが、イルカを大量に殺していることが取り上げられていて、その映像は悲惨なものでした。そして、ハリウッドの有名人達が、その村へ行ってイルカを 殺すのを辞めさせようしている模様などの映像や、18歳のTVスター(女の子）が泣きながら捕らえられたイルカの様子話す姿なども、何度も繰る返し放送さ れました。ニュースキャスターは「日本人はイルカを食べるために殺している」と言ったり、ほかのレポーターのような女性は「そうではなく、商売で、水族館 のような所へ、売るため」などと、報道している側が、分かっていないまま、真実ではない事を付け加えて世界に報道している。</p>
<p>Sou casado e moro na Irlanda. Ontem, primeiro de novembro, o Skynews, o [canal de TV] britânico exibido no mundo inteiro, estava cobrindo os pescadores em uma vila de pesca no Japão matando uma grande quantidade de golfinhos, e as imagens foram bem medonhas. Em seguida, estavam lá imagens, exibidas e re-exibidas muitas vezes, de algumas celebridades famosas de Hollywood indo ao vilarejo para tentar parar a matança, e a de uma estrela da TV de 18 anos chorando enquanto falava das condições dos golfinhos.  O âncora da TV disse: “O povo japonês está matando os golfinhos para comê-los” mas outra mulher com jeito de repórter disse: “Não, eles serão vendidos, para serem colocados em aquários” coisas desse tipo. Sem, na verdade, entender o que estava acontecendo, esses repórteres acrescentam coisas que não são verdade e as reportam no mundo todo.</p></blockquote>
<blockquote><p>おまけにskynewsのwebサイトでは「多くの日本人はイルカは殺されていい魚だと思っている。｣などと全くのでたら めを記載している。・・・惨残酷な映像とハリウッドスター達の熱い抗議と涙は注目されるのに最適でニュースショーにはピッタリだ。それだけで skynewsにとってはいいのかもしれないが、、　　　私としてはこのニュースの視点をもっと掘り下げて欲しかった。この行為の背景にはどういったこと があるのか、何が問題なのか、それがはっきりと分かれば、そこから、その問題の解決策や手段を検討、実行できるのではないかと思う。イルカを殺すのをやめ させられるかのしれない。少なくとも、”怒って、泣いて・・・”よりは何かを変えられるはずです。 skynewsはなぜそこに視点を置かないのか・・・</p>
<p>Além disso tudo, no site do skynews, eles publicaram coisas que são completamente absurdo, como: “Muitos japoneses acham que os golfinhos são peixes, e que está tudo bem em matá-los” … As imagens tenebrosas e a resistência e as lágrimas fervorosas das estrelas de Hollywood são perfeitamente apropriadas para chamar a atenção para o programa de notícias. Para o skynews, só isso é bom demais, talvez, mas pessoalmente eu queria que eles aprofundassem mais a notícia&#8230; Qual o histórico daquela situação, quais são os problemas, se eles são entendidos, e então eu acho que podemos investigar e propor soluções ou procedimentos para esses problemas e tomar uma atitude de fato. Talvez a matança de golfinhos possa ser parada. Mais do que apenas “se irritar e chorar”, isso pelo menos pode mudar algo. Por que o skynews não adota esse ponto de vista…?</p></blockquote>
<p>O blogueiro <em>the knight of prussia</em> foi além e <a href="http://blogs.yahoo.co.jp/the_knight_of_prussia/6695188.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blogs.yahoo.co.jp');">questionou as motivações dos protestantes</a>:</p>
<blockquote><p> 欧米人の悪いところは、こういうところですね。<br />
自分達の価値観が絶対であると考え、異なる価値観を認めようとしません。</p>
<p>É esse tipo de coisa que é ruim sobre os europeus e americanos.<br />
Acreditar que os valores de um são absolutos, e não reconhecer quaisquer valores que sejam diferentes.</p></blockquote>
<blockquote><p> 日本がクジラやイルカを食べようと、それが食文化なのであって、外国人に非難される覚えはありません。<br />
牛や豚を日本人の何倍も食べている連中に、人道がどうとか言われたくありませんね。<br />
そもそも、クジラの数が激減したのは、欧米人がランプ用油のために乱獲したからであって、<br />
細々とクジラを捕って、皮から骨に到るまで利用していた日本人のせいじゃないです。<br />
そういう事も知らずに、他国を非難するから馬鹿だと言うのです。<br />
それとも、この女優は自分のイメージアップのために計算してやっているのかもしれませんが。<br />
漁師の妨害をしておいて、「漁師がエンジンをふかしながら向かってきた」とか被害者面をするなと<br />
言いたいですね。<br />
漁師は生活が掛かっているのだから、必死になるのは当たり前です。</p>
<p>Se os japoneses comem baleias, golfinhos ou qualquer coisa, isso é parte da nossa cultura alimentar, e  eu não vejo porque estrangeiros possam nos criticar.<br />
Eu não quero receber lições de humanidade vindas de pessoas que comem muito mais carne de boi e de porco.<br />
O motivo original pelo qual a quantidade de baleias caiu tão drasticamente foi o fato de que europeus e americanos pescaram mais do que o suficiente para produzir querosene.<br />
Não foi culpa dos japoneses, que capturavam baleias e faziam uso de todas as partes delas, da pele aos ossos.<br />
Eles seguem e criticam outro país sem saber nada, por isso que eu digo que eles são estúpidos.<br />
E além de tudo isso, eu acho que talvez a atriz estivesse calculando que, ao fazer essa cena, ela poderia melhorar a imagem dela.<br />
Eu quero dizer a ela que pare de obstruir os pescadores e pare de fazer de conta que ela é a vítima com declarações sobre como: “Os pescadores viraram os motores e os dirigiram a nós.”<br />
Os pescadores dependem disso para sobreviver, então é óbvio que eles reagem com desespero.</p></blockquote>
<blockquote><p> 牛を食べるのは、ヒンドゥ教徒から見たら許せない行為だと思いますが、ヒンド教徒から欧米人は<br />
牛を食べるのを止めろと言われたら、どう思うのでしょうね。<br />
どうせ、欧米人らしい理屈で「牛や豚は増やせるから殺してもいい」「クジラやイルカは賢いし可愛い<br />
から殺してはいけない」というような幼稚園児並の理屈を平気で言いそうです。<br />
もしくは、「牛や豚は苦しまずに殺しているらからいい」けど「クジラやイルカは苦しんでいるから<br />
駄目」とか言いそうですね。<br />
私は犬を食べませんが、犬を食べる韓国や中国の人を非難するつもりは毛頭ありません。<br />
それが彼らの食文化であって、自分の価値観と違っても尊重すべきものだと思うからです。</p>
<p>Se você olhar pelo ponto de vista de um seguidor do Hinduísmo, então comer carne de boi é uma atitude indesculpável. Então por que europeus e americanos achariam se um seguidor do Hindu dissessem a eles para parar de comer vacas?<br />
Independente disso, o que eu imagino é que na lógica européia/americana, eles diriam coisas do tipo: “Os [estoques] de carne de boi e porco podem ser aumentados, então é ok matá-los” ou “baleias e golfinhos são inteligentes e fofos, eles não podem ser mortos”. Eles diriam essas coisas tão facilmente, com a lógica de uma criança na pré-escola.<br />
Eu não como cachorro, mas também não tenho a menor intenção de criticar o povo coreano ou chinês, que comem cachorro.<br />
A razão é que [comer cachorros] é parte da cultura alimentar deles, e mesmo que seja diferente dos meus valores, eu acho que eu deveria de qualquer forma respeitá-los.</p></blockquote>
<p align="right">(Texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/chris-salzberg/" title="Posts by Chris Salzberg">Chris Salzberg</a>)</p>
<p align="right">&nbsp;</p>
<p align="center">  <em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>China: os mais ricos dos ricos</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Oct 2007 18:25:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jan Alyne Barbosa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[China]]></category>

		<category><![CDATA[Economia]]></category>

		<category><![CDATA[Finanças]]></category>

		<category><![CDATA[Indústria]]></category>

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		<description><![CDATA[A festa dos ricos
Hurun [CH] e Forbes [EN] recentemente divulgaram suas listas com os principais magnatas Chineses do continente. Ambas compartilham uma perspectiva comum de que a fortuna dos ricos têm aumentado radicalmente. O lucro líquido combinado dos 40 mais ricos, segundo a Forbes, cresceu nitidamente de $38 bilhões em 2006 para $120 bilhões este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A festa dos ricos</strong><br />
<a href="http://www.hurun.net/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.hurun.net');">Hurun</a> [CH] e <a href="http://www.forbes.com" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.forbes.com');">Forbes</a> [EN] recentemente divulgaram suas listas com os principais magnatas Chineses do continente. Ambas compartilham uma perspectiva comum de que a fortuna dos ricos têm aumentado radicalmente. O lucro líquido combinado dos 40 mais ricos, segundo a Forbes, cresceu nitidamente de $38 bilhões em 2006 para $120 bilhões este ano, e o mais rico, Yang Huiyan, faturou $16.2 bilhões, valor sete vezes maior do que os lucros da pessoa mais rica do ano passado, o varejista Huang Guangyu, apesar de sua fortuna ter aumentado em $14 bilhões.</p>
<p>Outro ponto comum das duas listas é que as fortunas do mercado imobiliário sejam negócios de família, pois 6 dos 10 do topo da lista possuem negócios relacionados ao setor. Muitos recém-chegados também prosperaram em seus negócios, que têm a ver com o aquecimento do mercado chinês de imóveis.<br />
A pessoa mais rica, Yang huiyan （杨惠妍), casada, 26 anos, é um caso típico. Seu pai, Yang guoqiang, é o fundador da Country Garden Holdings Ltd, que desenvolve métodos de marketing não convencionais  de vendas milagrosas. Em sua Oferta Pública Inicial (IPO) em Hong Kong em 2007, a empresa ganhou rapidamente uma fortuna ofuscada, de modo que Yang transformou 70% das ações para sua filha, uma graduada da Universidade do estado de Ohio.</p>
<p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/10/the-richest.jpg" alt="Yang huiyan" /></p>
<p>Outra característica que vale a pena considerar é que os ricos do sul da China não foram ofuscados pelos ricos de Beijing e de Shangai que cresceram rapidamente por conta das Olimpíadas. 13, na Forbes, vêm da província de Guandong, incluindo Ma Huateng, fundador do Tecent and QQ.<br />
Nas listas, as pessoas podem encontrar ricos em novas áreas tecnológicas, à sombra dos corretores de imóveis. Somente três pessoas vêm do campo das dot.com, entre eles, o fundador da LDK Solar, uma companhia que se dedica a aplicação da energia solar, Peng xiaofeng, que ocupa o 6o. Lugar nas duas listas e foi considerado um líder no setor high-tech. A Oferta Pública Inicial de sua empresa em Nova York muda este ano.</p>
<p><strong>Ansiedade por trás da prosperidade</strong><br />
Embora os corretores de imóveis obtenham um grande sucesso, como se pode ver nas listas, suas fortunas derivadas do mercado imobiliário são disputáveis.<br />
Yang Gengshen, um comentarista financeiro <a href="http://yanggengshen.vip.bokee.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/yanggengshen.vip.bokee.com');">está preocupado</a> [CH] com o florescimento do mercado de propriedades:</p>
<blockquote><p>当三分之一强的房地产开发商扎堆于这个榜单、风光无限之时，无数国民或因不得不背负巨额的银行债务，而沦为房奴，或不得不向开发商交付出自己大半生的心血。……一个主要由房产商把持的富豪俱乐部，其实也正喻示着一个由房地产经济“把持”的国民经济。……无论如何，一张挤满房产商名字的榜单绝不应成为一个行业集体的狂欢，而必须成为现实的警示。</p>
<p>Quando 1/3 dos ricos, corretores reais do mercado imobiliário estão ocupados em celebrar seu sucesso, muitos cidadãos têm que sofrer como escravos de suas casas, com dívidas exorbitantes, transferindo para esses empresários o que conseguiram acumular com sacrifício durante todas as suas vidas.  Um clube de ricos, que é comandado por corretores e empreiteiros, significa, na verdade, uma economia nacional controlada por eles. De qualquer modo, uma lista repleta de empresários do mercado imobiliár