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	<title>em Português &#187; Finanças</title>
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	<description>O mundo está falando. Você está ouvindo?</description>
	<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 23:24:06 +0000</pubDate>
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		<itunes:summary>O mundo estaacute; falando. Vocecirc; estaacute; ouvindo?</itunes:summary>
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		<title>Cabo Verde: Crise? Que crise?</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 19:23:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Depois de questionarem as razões para os recentes aumentos de preços em Cabo Verde, os blogueiros foram surpreendidos na semana passada com a notícia de que o país seria imune à crise financeira que tem devastado o resto do mundo. Até mesmo os preços dos combustíveis, que estavam aumentando há três semanas atrás, baixaram.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="single" class="entry">
<p>Depois de questionarem os motivos por trás de uma recente <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/2008/10/01/cabo-verde-combustiveis-continuam-aumentando-por-que/">onda de aumentos</a> em Cabo Verde, blogueiros foram surpreendidos na semana passada com a notícia de que o país seria imune à crise econômica em que o mundo para além do arquipélago está afundando. A alegação teria sido feita pelo presidente da Bolsa de Valores de Cabo Verde, Veríssimo Pinto, durante um debate na estação de rádio nacional. Agora, os blogueiros locais querem saber como essa pequena nação pode ser imune à crise e perguntam: será que Deus é cabo-verdeano?</p>
<p><a href="http://retalhos-retalhos.blogspot.com/2008/10/crise-financeira-e-cabo-verdedebate-na.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/retalhos-retalhos.blogspot.com');">Retalhos</a> ouviu o debate sobre a crise internacional organizado pela Rádio Nacional (RCV) no qual o presidente da Bolsa de Valores local disse que Cabe Verde não seria afetado pela crise mundial. Ela ficou muito confusa e até duvida do que foi dito:</p>
<blockquote><p>Eu que não sou especialista quando comecei a pensar na crise disse logo: Demora… mas chegará!!!!…afinal nossos bancos são mais que ramificações dos bancos portugueses que estão inseridos no sistema financeiro europeu…que deu o berro… nossas empresas recorrem à bancos estrangeiros para financiamentos…vivemos “à custa” das remessas dos emigrantes (aperta-se o cinto na diáspora…aperta-se por aqui também). O mercado imobiliário está dependente dos investidores externos, na sua maioria europeus, o Turismo idem…A nossa moeda está ligada ao Euro…como acham que fiquei com a declaração? Sem dentes claro e muito confusa…</p></blockquote>
<p>Nos anos 40, quando Cabo Verde era um país muito menor, a crise econômica que sucedeu a guerra quase devastou a ilha. <a href="http://kufrontalidade.blogspot.com/2008/10/2-momentos-de-raiva.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/kufrontalidade.blogspot.com');">Redy Wilson Lima</a> se lembra desse fato histórico e a notícia de que a economia de Cabo Verde está ainda mais forte trás algumas perguntas à tona:</p>
<blockquote><p>A crise existe, os EUA, a Europa e a Ásia estão a tremer e muito, o mundo está globalizado e a nossa economia depende do turismo, da remessa dos imigrantes e dos investidores estrangeiros, para não falar da nossa banca que é 50% de portugueses. Alguêm me explica como podemos estar imunes? Ou será que Deus é mesmo cabo-verdiano?</p></blockquote>
<p>Poucos dias antes do debate, <a href="http://alibemtempu.blogspot.com/2008/10/bancarrota-e-falncia-de-pas.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/alibemtempu.blogspot.com');">Edy</a> já sentia o clima de imunidade e exigia que as autoridades se manifestassem publicamente acerca de seus planos para lidarem com uma possível crise:</p>
<blockquote><p>Talvez seja oportuno o 1º Ministro e a Ministra das Finanças virem a praça informar o que o Governo pensa sobre essa crise e quais mecanismos económicos poderão ser apresentados como garantia para facer face a essa crise na nossa pequena economia.È também nessas horas que se deve demonstrar a face responsável da oposição preparada para governar.Todos,juntos ou cada um à sua maneira,deveriam e devem apresentar ideias.Antes que a crise financeira se tranforme em crise económica.</p></blockquote>
<p>Enquanto isso, <a href="http://pedrabika.blogspot.com/2008/10/algum-j-entendeu-como-essa-crise-afecta.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pedrabika.blogspot.com');">Tide</a>, do blog<em>Pedrabika</em>, diz parecer que eles estão em outro planeta e quer saber quando essa situação de tranquilidade chegará ao fim:</p>
<blockquote><p>Enquanto nas grandes economias tá tudo entrando na espiral negativa que suga e derruba os grandes, nós continuamos a viver uma acalmia de pax financeira. Ninguém parou de investir/gastar, ninguem tirou dinheiro do banco para colocar debaixo do colchão, quem tem dinheiro rendendo não tá nem aí pra falência dos bancos americanos. Tudo continua na mesma. Me explica porque eu quero saber quanto tempo dura essa pax.</p></blockquote>
<p><a href="http://cafemargoso.blogspot.com/2008/10/um-caf-curto_22.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/cafemargoso.blogspot.com');">João Branco</a> dá a boa notícia que os preços do petróleo baixaram localmente, com efeito nessa quarta-feira, com uma redução de 5% nos postos de combustíveis. Ele diz, entretanto, que ela não é o suficiente, levando em consideração o preço atual do petróleo bruto:</p>
<blockquote><p>Resta dizer que esta redução é ridícula, sabendo-se que o preço do petróleo já diminuiu para metade em relação ao mesmo período do ano transacto. Mas seja como for, agradecemos a esmola.</p></blockquote>
<div class="translation"></div>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/elentir/2732777387/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');"><img class="aligncenter size-full wp-image-51740" title="2732777387_09f63b0aaa" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/10/2732777387_09f63b0aaa.jpg" alt="" /></a></p>
<p>“<em>SOS Cabo Verde. Bandeira de Cabo Verde em um iate na corrida &#8220;&#8221;La Solitaire du Figaro&#8221; na sua escala em Vigo (Galiza, Espanha). Curiosamente, a tripulação do iate de terem levantado a bandeira de cabeça para baixo, que em Vexilologia é interpretada como um pedido de ajuda.</em>” Foto e legenda do usuário do Flickr <a href="http://www.flickr.com/photos/elentir/" title="Link to Contando Estrelas' photostream" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">Contando Estrelas</a>, usada sob licensa da Creative Commons.</p>
</div>
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		<title>Barbados: Inverno Nuclear Financeiro?</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/10/15/httpglobalvoicesonlineorg20081014barbados-finanical-fallout/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 02:28:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Living in Barbados [En] sugere que &#8220;Quando toda a poeira financeira começar a assentar, haverá um mundo das finanças internacionais muito diferente, com a maioria dos bancos do mundo sendo propriedade dos Governos, ou majoritariamente controlados por eles.&#8221;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://livinginbarbados.blogspot.com/2008/10/rally-round-bull-flag-are-we-all.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/livinginbarbados.blogspot.com');"><em>Living in Barbados</em></a> [En] sugere que &#8220;Quando toda a poeira financeira começar a assentar, haverá um mundo das finanças internacionais muito diferente, com a maioria dos bancos do mundo sendo propriedade dos Governos, ou majoritariamente controlados por eles.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Equador: Enfrentando a crise econômica global</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/10/07/equador-enfrentando-a-crise-economica-global/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/10/07/equador-enfrentando-a-crise-economica-global/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 14:31:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Blogueiros no Equador refletem sobre a economia local, e imaginam um possível efeito da crise nos Estados Unidos na economia do país.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="single" class="entry">
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-51060" title="Narrow Street in the Colonial Quito-Ecuador" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/10/post.jpg" alt="" /><small> Uma rua estreita logo diante de <a href="http://eljovendario.blogspot.com/2008/06/quito-y-el-panecillo-perdido.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/eljovendario.blogspot.com');">El Panecillo</a> e o Banco Central Equatoriano, localizados na área colonial de Quito, no Equador. Foto de <a href="http://www.flickr.com/photos/27435676@N02/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">Sin Duda</a> usada sob licença do Creative Commons</small></p>
<p>No Equador, relatórios do Instituto Nacional de Estatísticas e Censo (<a href="http://www.inec.gov.ec/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.inec.gov.ec');">INEC</a>) divulgados hoje mostram índices esperançosos e deflação em comparação com os números do mesmo mês de setembro do ano passado (0,66% contra 0,71%). Ao que parece, o  Presidente Correa não tem muito com o que se preocupar nesse campo, embora ninguém saiba como ele virá a executar as mudanças que constam na recentemente aprovada Constituição. Outros países, no entanto, não têm tanta sorte. Hoje, mesmo em São Paulo, <a href="http://www.expreso.ec/html/economia4.asp" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.expreso.ec');">o maior centro financeiro da América Latina,</a> o pregão foi suspenso por duas vezes, por causa de quedas de 10% e em seguida 15% no índice Bovespa, que fechou em queda de 5,43%. O México perdeu 5,40%, Buenos Aires caiu em 5,90%, Santiago -6,02%, -4,86% em Bogotá e Lima afundou (-9,27%).</p>
<p>Galo Chiriboga (Secretário de Minas e Petróleo do Equador) está preocupado com a queda do preço do petróleo, que chegou a menos de 90 dólares, e como isso por afetar o Equador e seus planos para financiar a tão esperada reforma. A reforma constitucional tem um orçamento de 3 milhões e 700 mil dólares, embora alcançar esse valor venha a se tornar ainda mais difícil <a href="http://www.voanews.com/english/2008-10-03-voa57.cfm" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.voanews.com');">se o preço do petróleo cair para menos de US$ 85,00 por barril,</a> que foi o preço definido como referência para estimativas do Orçamento do Equador para 2009.</p>
<p>Olhando além de suas fronteiras, alguns blogueiros equatorianos estão em dúvidas quanto a capacidade do plano de socorro dos Estados Unidos para as instituições detentoras de títulos podres, no valor de US$ 700 milhões, de resolver a crise econômica global. Joselias Sánchez Ramos do <em><a href="http://joselias.blogspot.com/2008/10/crisis-financiera-usa-08.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/joselias.blogspot.com');">Dialogo con Joselias</a> [es] </em>(Diálogo com Joselias) entra no debate e concorda que a crise americana afeta o mundo todo e particularmente a América Latina. Ele acredita que certamente há quem venha a se beneficiar disso:</p>
<blockquote><p>La crisis del mercado financiero estadoundiense pronto dominado por cuatro titanes que ofrecerán toda la gama de servicios financieros: Wells Fargo, JPMorgan Chase, Citigroup y Bank of America.</p></blockquote>
<div class="translation">A crise do mercado financeiro americano levará em breve à dominação por parte de quatro titãs que oferecerão a gama completa de serviços financeiros: Wells Fargo, JPMorgan Chase, Citigroup e Bank of America.</div>
<p>Omar Vargas do <em><a href="http://www.cambiemosecuador.com/2008/09/la-crisis-de-co.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.cambiemosecuador.com');">Cambiemos Ecuador</a> [es]</em> (Mudando o Equador) se pergunta o quão diferente é essa intervenção do Federal Reserve, o Banco Central Americano, das reações parecidas sob circunstâncias semelhantes que aconteceram no Equador em 1999, e descobre que não há diferenças. Ele também critica o socorro financeiro, dizendo que ele apenas fortalece a idéia de que não importa quais obrigações financeiras são impostas, como empresas são administradas ou como o dinheiro é investido, o Tio Sam virá e salvará o dia da América. Ele conclui:</p>
<blockquote><p>El salvataje hecho a AIG no debió haberse dado, pero la situación política (elecciones) los estándares morales y éticos equivocados y una ideología paternalista de los gringos a la larga producirán una crisis mayor en los EEUU y se extenderá a nivel global.</p></blockquote>
<div class="translation">O socorro financeiro ao  Grupo Americano Internacional não deveria ter sido feito, mas a situação política (eleições), os padrões morais e éticos equivocados e a ideologia paternalista dos gringos irão resultar em uma crise ainda maior nos Estados Unidos e que se alastrará globalmente.</div>
<p>Outro blogueiro equatoriano (e também jornalista e escritor), Rubén Dario Buitrón traduz em espanhol e publica em seu blogue uma carta aberta a Michael Moore. A manchete que ele escolheu para publicar essa carta  diz tudo: <em><a href="http://rubendariobuitron.wordpress.com/2008/10/06/el-salvaje-salvataje-en-eeuu" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/rubendariobuitron.wordpress.com');">El salvaje salvataje en EE.UU</a> [es]</em> (<a href="http://www.michaelmoore.com/words/message/index.php?messageDate=2008-09-29" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.michaelmoore.com');">A salvação selvagem nos EUA</a>).</p>
</div>
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		<title>Moçambique: Luz no fim do túnel</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/08/13/mocambique-luz-no-fim-do-tunel/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 20:19:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A Suécia e a Suiça anunciaram cortes na verba de auxílio a Moçambicano, alegando falta de progresso por parte do governo do país na luta contra a corrupção. Mas será que foi melhor para o país? Amílcar da Paz encontra a resposta em um provocante artigo do sociólogo moçambicano Elísio Macamo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="single" class="entry">
<p>Sociólogo moçambicano radicado na Alemanha, <a href="http://ideiascriticas.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ideiascriticas.blogspot.com');">Elísio Macamo</a> [pt] recentemente comentou sobre o corte de 10% no auxílio do governo Suéco para Moçambique, o que foi seguido pela Suíca, sob alegações de falta de progresso por parte do Governo Moçambicano na luta contra a corrupção e instauração de processos contra envolvidos em casos de corrupção.</p>
<p>Não é a primeira vez que Macamo escreve sobre o que ele chama de “indústria do desenvolvimento”. Veja abaixo <a href="http://ideiascriticas.blogspot.com/2008/08/xithlangu-v.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/ideiascriticas.blogspot.com');">uma seleção dos melhores trechos do artigo</a>:</p>
<blockquote><p>É capaz de ser uma luz. Um amigo em Maputo contou-me que o Presidente Guebuza disse numa entrevista à STV, reagindo à redução do auxílio sueco a Moçambique, que era preciso trabalharmos para não precisarmos mais desse tipo de ajuda. Qualquer coisa assim. Gostei. Há muito que devíamos pensar nestes termos, embora o facto de nunca o termos feito não se explique simplesmente pelo nosso comodismo. A própria lógica do auxílio ao desenvolvimento é também responsável pelo nosso comodismo. Por essa razão acho extremamente oportunas as declarações do Presidente da República e considero vital que elas sejam discutidas amplamente. Vou dar aqui o pontapé de saída.</p></blockquote>
<blockquote><p>A história começa com a decisão sueca de Maio deste ano de reduzir o seu apoio a Moçambique no quadro do programa de apoio directo orçamental. A razão que foi dada pelos suecos está ligada ao que eles consideram de fraco desempenho do governo moçambicano no combate à corrupção e na promoção da transparência. São razões muito fortes. Um caso que enerva os suecos de forma muito particular é a questão do Banco Austral que até aqui ainda não está clarificada. O embaixador sueco em Maputo é citado pelo jornalista britânico Joseph Hanlon como tendo dito que o dinheiro que foi criminalmente retirado dos cofres daquele banco vem do bolso dos contribuintes suecos e teria servido para construir vários hospitais e escolas. Para castigar o governo moçambicano decidiu-se, então, reduzir o auxílio sueco em cerca de 4 milhões de dólares.</p></blockquote>
<p><strong><span lang="PT">2 cortam, quatro aumentam, os restantes mantêm</span></strong></p>
<blockquote><p>É uma história estranha e implausível. É estranha porque dos 19 Parceiros da Ajuda a Programas só a Suécia e a Suíça decidiram reduzir o auxílio por estas razões. Não creio que isso se deva ao facto de estes dois países terem nomes quase idênticos. Há-de haver outras razões. Quatro membros desse grupo, nomeadamente a Áustria, a Alemanha, a Irlanda e a Espanha, tencionam aumentar a ajuda. Acho isto estranho porque a indústria do desenvolvimento parte do princípio de que os seus critérios são claros e objectivos e que a resposta à realidade é, por via disso, apenas uma. Sendo assim, levanta-se aqui a questão de saber quem está a ser incoerente. A Suécia e a Suíça? A Irlanda, Alemanha, Espanha e Áustria? Os restantes 13? E supondo que o governo moçambicano não esteja deliberadamente a dar conta do recado que mensagem é que isto envia a esse governo? Que está tudo bem, o problema é só dos suecos e suíços?</p></blockquote>
<blockquote><p>Portanto, a história é estranha. Mas é também implausível. O apoio sueco em Moçambique sempre foi incondicional. O nosso país deve muito à generosidade de governos suecos sucessivos. Já houve piores momentos que este na história do auxílio ao desenvolvimento, mas os suecos sempre se mantiveram firmes na sua convicção de que o auxílio ao desenvolvimento é um importante instrumento de promoção do desenvolvimento. Nos últimos anos houve uma melhoria significativa de instrumentos de controlo de despesas públicas e adjudicação de contractos públicos. Essa melhoria deveu-se fundamentalmente aos esforços do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, mas também ao investimento que os demais doadores fizeram naquilo que eles chamam de “capacity building”. Esse investimento está agora a surtir efeitos e tem permitido ao Tribunal Administrativo, por exemplo, fazer uma melhor auditoria das despesas públicas. Ainda não chegamos ao ponto onde as coisas funcionam perfeitamente do jeito de o Tribunal apontar falhas e a Procuradoria Geral da República instaurar processos. Ainda não há transparência suficiente em casos de conflitos de interesse entre governantes e sector privado.</p></blockquote>
<blockquote><p>Mas daí a dizer que o desempenho do governo é fraco a este nível vai uma grande distância. E ainda nem estou a levantar a questão de saber porque a redução em cerca de 4 milhões de dólares é a medida mais adequada de reacção ao fraco desempenho. Porque não 5, 6, 10, 20 ou 35? Os contribuintes suecos vão ficar com melhor disposição sabendo que quando o seu dinheiro não é devidamente usado aplica-se um corte de 10 por cento?</p></blockquote>
<blockquote><p>A propósito disto abro um pequeno parêntesis para dizer que a atitude dos doadores em relação ao Banco Austral é a todos os títulos problemática se tivermos em mente o que eles nos têm dito sobre o Estado de direito. Está assente na cabeça de todos nós que o banco foi pilhado e existe muita documentação que aponta nesse sentido. Mas nenhum tribunal ainda se pronunciou directamente sobre quem tem culpa. Todos nós sabemos quem tem a culpa. Mas, repito, nenhum tribunal ainda se pronunciou, logo, o princípio de presunção de inocência deve ser observado.</p></blockquote>
<blockquote><p>Agora imaginem uma coisa: o Procurador Geral da República decide, com base no relatório forínsico em sua posse, que há matéria para instaurar processo; a máquina judiciária entra em funcionamento, indiciam-se pessoas, são levadas a tribunal, discute-se, interroga-se, contra interroga-se, são apresentadas provas, discutidas, etc., e o tribunal decide que não tem matéria para sustentar a acusação do ministério público. E depois? Vão todos os doadores cortar a ajuda a Moçambique porque um juiz não achou ter matéria suficiente para levantar a presunção de inocência? Vão (continuar a) dizer que houve interferência política? Vão preferir que condene só para se ter condenados? […] Os doadores estão a transformar o caso Banco Austral num assunto político com poucas possibilidades de fazer valer a legalidade. Acho isso estranho.</p></blockquote>
<p><strong><span lang="PT">O que faz correr os suecos?</span></strong></p>
<blockquote><p>Assim, volto à minha inquietação sobre o que faz correr os suecos. A impunidade da corrupção não me parece uma razão plausível para a redução do apoio a Moçambique […]</p></blockquote>
<p><strong><span lang="PT">A Suécia gosta de nós</span></strong></p>
<blockquote><p>Mas ainda bem que a Suécia tomou esta decisão. E ainda bem que o Presidente reagiu da forma como reagiu.</p></blockquote>
<blockquote><p>Precisamos também de ter uma ideia do que temos de fazer para, a curto prazo, reduzir a nossa vulnerabilidade em relação aos que gostam de nós. Isso significa que temos que investir mais na perspectivação do nosso futuro. Conforme tenho vindo a argumentar nestes últimos anos, isso passa por abandonarmos esta perniciosa ideia da indústria do desenvolvimento de que o desenvolvimento está em metas definidas na Assembleia Geral das Nações Unidas. O desenvolvimento deve ser a nossa capacidade de criarmos os nossos problemas e resolvê-los nós mesmos. Por exemplo, o desenvolvimento não pode ser a redução do analfabetismo, muito embora a redução do analfabetismo seja importante para dar substância à nossa identidade como comunidade política. Mais importante do que reduzir o analfabetismo é gerar a procura de educação, gerir a sua disponibilização e saber lidar com as suas implicações para o mercado de trabalho, participação política e aspirações individuais. O tempo, dinheiro e energia consumidos na produção de slógans como “combater a pobreza absoluta” deviam ser empregues neste tipo de reflexão, pelo menos no que diz respeito à contribuição da academia.</p></blockquote>
<blockquote><p>A Suécia e o Presidente da República lançaram um grande desafio à massa pensante moçambicana. Vamos a isso!</p></blockquote>
</div>
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		<title>África: Será que o PayPal é eficiente na África?</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/06/19/africa-sera-que-o-paypal-e-eficiente-na-africa/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 20:56:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Collins pergunta &#8220;Será que o PayPal é eficiente na África?&#8220;[En]: Eu acredito que talvez o PayPal não reconheça o potencial e as oportunidades existentes na África, e este é o momento de alardearmos esta causa e salientarmos que eles estão perdendo, e nós também.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Collins</em> pergunta &#8220;<a href="http://siku-moja.blogspot.com/2008/06/is-paypal-effective-in-africa.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/siku-moja.blogspot.com');">Será que o PayPal é eficiente na África?</a>&#8220;[En]: Eu acredito que talvez o PayPal não reconheça o potencial e as oportunidades existentes na África, e este é o momento de alardearmos esta causa e salientarmos que eles estão perdendo, e nós também.</p>
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		<title>Irã: Investigador Judicial Acusa Publicamente Aiatolás de Corrupção</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 16:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Um membro da Comissão Iraniana de Inquérito e Revisão Judicial, Abbas Palizdar, criou um escândalo este mês ao acusar vários importantes clérigos e influentes membros da República Islãmica de corrupção em seu discurso na Universidade Booali na cidade de Hamadã. Hamid Tehrani nos conta sobre as repercussões deste evento nos blogues iranianos.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" style="margin: 2px; float: right;" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/06/abbas-palizar.jpg" alt="Abbas Palizdar" width="132" height="75" />Um membro da Comissão Iraniana de Inquérito e Revisão Judicial, <em>Abbas Palizdar</em>, criou um escândalo este mês ao acusar vários importantes clérigos e influentes membros da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ir%C3%A3o" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">República Islãmica</a> de corrupção em seu discurso na Universidade Booali na cidade de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hamad%C3%A3" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Hamadã</a>.</p>
<p>Ele ofereceu detalhes de muitos negócios ilegais e ofensas criminais, e acusou várias das figuras políticas mais importantes do Irã, inclusive alguns <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aiatol%C3%A1" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Aiatolás</a> muito influentes, como o ex-presidente e chefe da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Assembleia_dos_peritos" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Assembléia dos Peritos</a>, <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ali_Akbar_Hashemi_Rafsanjani" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Hashemi Rafsanjani</a></em>, o Líder Interino da Prece de Sexta-feira de Teerã, <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mohammad_Emami-Kashani" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Emami Kashani</a></em>, e o líder da Fundação Templo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Imam_Reza" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Imam Reza</a>, <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Abbas_Vaeze_Tabasi" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Aiatolá Vaez Tabbasi</a></em>, de ilegalmente acumularem centenas de milhões de dólares.</p>
<p>Vários blogueiros iranianos publicaram partes do discurso de Palizdar e partilharam suas opiniões sobre este evento excepcional na República Islâmica. Alega-se que depois do controverso discurso, a Sociedade Islâmica de Estudantes da universidade teria sido fechada.</p>
<p>O blogue <em>Mano Shoma</em> <a href="http://manshoma.wordpress.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/manshoma.wordpress.com');">relata</a> [Fa] que <em>Abbas Palizdar</em> deu nomes de várias &#8220;influentes personalidades corruptas&#8221; em Hamadã:</p>
<blockquote><p><em>Ayatollah Emami Kashani came and said he wants to register an institution for handicapped people because he has a handicapped child, and he wants his own child be in this institution. Then he came back and said he needs financial support for this institute, and he wants a stone mine in the Fars province. It is the best mine in the world. Then he came and said that mine is not enough, and he took another one in Zanjan. At present he has four different mines supporting his institute for disabled people.</em></p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;O Aiatolá Emami Kashani veio a público para afirmar que desejava fundar uma instituição para pessoas deficientes porque ele mesmo tinha uma criança deficiente, e queria que seu próprio filho estivesse nesta instituição. E então ele veio novamente a público para dizer que precisava de apoio financeiro para a instituição, e que queria o controle de uma mina  na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fars" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">província de Fars</a>. É a melhor mina do mundo. E então ele veio [a público] novamente para dizer que uma mina não era o bastante, e então ele pegou outra em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Prov%C3%ADncia_de_Zanjan" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Zanjan</a>. Atualmente ele tem quatro minas diferentes apoiando sua instituição para deficientes.&#8221;</div>
<p>Há muitos outros exemplos. Palizdar descreveu como o Aiatolá Yazdi, o ex-líder do Judiciário, recebeu permissão de comprar a fábrica de Dena Tyre para apoiar sua nova facultade de direito para mulheres em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Qom" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Qom</a>. A fábrica estava avaliada em 600 milhões de dólares, mas ele a adquiriu por apenas 10 milhões de dólares. O clérigo então disse que ele só poderia pagar 20% da quantia em dinheiro, e vendeu a fábrica no mercado de ações iraniano, conseguindo lucros astronômicos.</p>
<p><a href="http://azarmehr.blogspot.com/2008/06/plunder-of-iran.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/azarmehr.blogspot.com');">Azarmehr</a> [En] faz um link para um vídeo de <em>Abbas Palizdar</em> fazendo seu discurso no <a href="http://www.archive.org/details/efshaghari" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.archive.org');">The Internet Archive</a> e traduz alguns pontos chave para o inglês:</p>
<blockquote><p><em>During the question time, Palizdar is asked why he has not talked about the corruption by the Rafsnjani clan, is it because he fears the power of Rafsanjanis? Palizar replies that there is so much abuse of power by Rafsnajanis that he would need an entire meeting dedicated to this subject…</em></p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Durante o tempo para perguntas, Palizdar é questionado sobre o por quê de não ter falado sobre a corrupção por parte do Clã Rafsanjani. Seria porque ele tem medo do poder dos Rafsanjanis? Palizdar respondeu que há tanto abuso de poder por parte dos Rafsanjanis que ele precisaria de um evento inteiro dedicado ao assunto&#8230;&#8221;</p>
</div>
<p>De acordo com Palizdar, Aiatolá Rafsnjani tem grande influência acionária em uma companhia petroleira no Canadá, e também na ilha turística de Kish. Ele também afirmou que existem evidências em vídeo do filho de Rafsanjani, Mehdi, explorando sexualmente suas funcionárias.</p>
<p><strong>O Dilema da República Islâmica</strong></p>
<p><em>Abdollah Shabazi</em>, um historiador islâmico, <a href="http://www.shahbazi.org/blog/Archive/8703.htm" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.shahbazi.org');">diz</a> [Fa] que &#8220;os donos da revolução&#8221;, de acordo com a definição da liderança da República Islâmica, se vê em um dilema entre&#8230;</p>
<blockquote><p><em>… the status quo, continuing the present situation and making Iran a second Pakistan, or renewing the Islamic Republic. There is no third option. The choice is either to accept institutionalised corruption, or fight against it to realise the goals of late Ayathollah <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ruhollah_Khomeini" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Khomeini</a>, the leader of the Islamic Revolution.</em></p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;&#8230;o status quo, e a continuidade da presente situação, que transformaria o Irã em um segundo Paquistão, ou a renovação da República Islâmica. Não há uma terceira opção. A escolha é entre aceitar a corrupção institucionalizada, ou lutar contra ela em prol dos ideais do finado Aiatolá <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Khomeini" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Khomeini</a>, o líder da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Isl%C3%A2mica" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Revolução Islâmica</a>.&#8221;</p>
</div>
<p><strong>Por quê agora?</strong></p>
<p><em>Mahameh Khobim</em> <a href="http://noend.blogfa.com/post-137.aspx" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/noend.blogfa.com');">se pergunta</a> [Fa] sobre a escolha do momento para estas surpreendentes revelações. Por quê? E por quê agora? O blogueiro especula que um certo grupo da direita conservadora deve estar &#8220;marcado para ser desaparecido&#8221;.</p>
<p><em>Hassan Agha</em> <a href="http://blog.hasanagha.org/2008/06/post_2373.php" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blog.hasanagha.org');">traça paralelos</a> [Fa] entre o que está acontecendo no Irã agora e no fim do regime do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mohammad_Reza_Pahlevi" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">Xá Reza Pahlevi</a>: inflação, desemprego e estes tipos de revelações políticas.</p>
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		<title>Petróleo Encontrado no Brasil Faz Jorrar Controvérsias na Mídia</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/04/30/petroleo-encontrado-no-brasil-faz-jorrar-controversias-na-midia/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 16:12:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Coelho</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Informações distorcidas sobre a descoberta daquele que pode ser o terceiro maior poço de petróleo do mundo tornaram-se o assunto do momento na blogosfera brasileira esta semana.O estopim foi um comentário do diretor da Agência Nacional de petróleo do Brasil (ANP), Haroldo Lima, mencionando que o poço de petróleo Carioca (ou Pão de Açúcar), recentemente descoberto na Bacia de Santos, poderia conter reservas de mais de 33 bilhões de barris de petróleo e gás. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Informações distorcidas</strong> sobre a descoberta daquele que pode ser o terceiro maior poço de petróleo do mundo tornaram-se o assunto do momento na blogosfera brasileira esta semana. O estopim foi um comentário do diretor da Agência Nacional de petróleo do Brasil (ANP), Haroldo Lima, mencionando que o poço de petróleo Carioca (ou Pão de Açúcar), recentemente descoberto na Bacia de Santos, poderia conter reservas de mais de 33 bilhões de barris de petróleo e gás. O comentário ganhou maiores proporções quando veiculado pela imprensa como um anúncio oficial, o que causou uma onda de excitação entre os investidores, do Brasil a Nova York, em relação à Petrobrás e seus parceiros  Repsol-YPF e o Grupo BG.</p>
<p>A Petrobrás reagiu rapidamente, dizendo que seriam necessários mais 3 meses de perfuração antes que qualquer estimativa séria de volume pudesse ser feita. Ainda assim, no dia seguinte, notava-se pelas manchetes, que a mídia local tomou o anúncio como um ato intencional para impulsionar o mercado Brasileiro e elevar o preço das ações da Petrobrás, e que especulou sobre as conseqüências legais que a companhia poderia enfrentar por fazer um comentário tão infundado. Enquanto isso, os blogueiros encontraram no tema, uma nova fonte de opiniões.</p>
<blockquote><p>Haroldo Lima, diretor da Agência Nacional do Petróleo, negou peremptoriamente que fez qualquer anúncio público com relação ao achado da Bacia de Santos. Ele teria feito uma cogitação embasada por artigos que foram publicados por uma revista americana especializada. Acontece que diretor de um órgão regulador tem palavra de peso não somente no segmento em que atua, mas também no mercado financeiro. Logo, não lhe cabe fazer ilação alguma. O peso da palavra de um gestor na área petrolífera é muito maior que a opinião ou matéria de um jornalista.<br />
<a href="http://blogdoleandrovieira.wordpress.com/2008/04/16/o-peso-da-palavra-e-da-irresponsabilidade/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blogdoleandrovieira.wordpress.com');">O peso da palavra e da responsabilidade</a> - <a href="http://blogdoleandrovieira.wordpress.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blogdoleandrovieira.wordpress.com');">Leandro Vieira</a></p></blockquote>
<blockquote><p>A imprensa, que na sua esmagadora maioria é opositora ao Presidente Luís Inácio Da Silva, o “Lula”, tentou caracterizar como irresponsável Haroldo Lima, e a oposicionista CVM (Comissão De Valores Mobiliários) diz que vai “investigar” Haroldo Lima por ter dado as informações ao público antes da divulgação pela Petrobrás. Foi uma demonstração evidente do despeito, inveja e rancor da direita brasileira com o Presidente Lula. Despeito por tentar desqualificar as afirmações de Haroldo Lima, respeitável homem público brasileiro. A imprensa é tão sórdida que tentou espetacularizar a divulgação do fato, feita esta divulgação em evento fechado, como se Lima tivesse anunciado no coreto da praça com megafone, para todo o população. Na verdade, o fato já era de conhecimento de especialistas em petróleo, e já tinha sido <a href="http://www.worldoil.com/Magazine/MAGAZINE_DETAIL.asp?ART_ID=3450&amp;MONTH_YEAR=Feb-2008/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.worldoil.com');">divulgado nos EUA pela revista “World Oil Magazine”</a>.<br />
<a href="http://tribunapetista.blogspot.com/2008/04/petrobrs-descobre-mega-campo-de-petrleo.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/tribunapetista.blogspot.com');">Imprensa vocifera contra</a> - <a href="http://tribunapetista.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/tribunapetista.blogspot.com');">Tribuna Petista</a></p></blockquote>
<blockquote><p>O ódio da imprensa, que está contaminando até membros do governo, deriva do fato de que Lima revelou uma grande barriga da mídia tapuia. Uma informação estratégica sobre nossas reservas energéticas, importantíssima, circulava desde fevereiro na imprensa especializada, e a nossa imprensa não sabia de nada. Não noticiava nada. Um erro colossal… O caso dos mega-campos é emblemático. A direita ficou triste! Ficou triste com o fato do Brasil ter encontrado petróleo! Agora, ficou triste e revoltada com o fato do diretor da ANP ter contado o que a imprensa especializada já sabia, que há possibilidade muito concreta do campo Pão de Açúcar ter mais de 30 bilhões de barris e ser a terceira maior reserva do planeta.<br />
<a href="http://oleododiabo.blogspot.com/2008/04/em-defesa-de-haroldo-lima-barriga-foi.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/oleododiabo.blogspot.com');">Em defesa de Haroldo Lima: a barriga foi da mídia</a> - <a href="http://oleododiabo.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/oleododiabo.blogspot.com');">Óleo do Diabo</a></p></blockquote>
<p style="center;"><a href="http://the-ejungle.blogspot.com/2008/04/petrobrs.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/the-ejungle.blogspot.com');"><img class="aligncenter size-full wp-image-202" src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/04/lula.jpeg" alt="illustration" /></a></p>
<p><strong>Parece que a disputa entre esquerda e direita</strong>, mais uma vez, desviou a mídia do relato preciso de assuntos importantes, e são os blogs que estão especulando quanto às pautas escondidas neste caso. Como sempre, é possível encontrar interpretações diferentes para o mesmo fato dependendo do blog que se lê, mas é bom mencionar que o homem em questão, o diretor da ANP, Haroldo Lima, é um líder histórico da esquerda, particularmente conhecido por seu ativismo (ele foi preso e torturado pela polícia política da ditadura entre 1976 e 1979) durante o período traumático de resistência armada e ditadura militar no Brasil.</p>
<blockquote><p>Em abril de 2006, o governo torrou 40 milhões de reais para anunciar que o Brasil tinha passado a produzir mais petróleo do que consome. Mas a auto-suficiência não ocorreu até agora. A produção da Petrobras emperrou, o consumo aumentou e o déficit na balança comercial de óleos e derivados voltou a crescer. O rombo em 2008 deve atingir 8 bilhões de dólares. Sobrou pirotecnia também no ano passado, com a descoberta do megacampo de Tupi. À época o governo afirmou que as reservas brasileiras, hoje em 14 bilhões de barris, poderiam subir para 22 bilhões de barris. Mas é extremamente cedo para dizer se ou quando essas reservas poderão ser exploradas. Na semana passada, dados referentes à Petrobras foram novamente usados para alimentar pirotecnias políticas. Haroldo Lima, diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), declarou que a Petrobras havia descoberto uma megajazida petrolífera na Bacia de Santos.<br />
<a href="http://blogdobriguilino.blogspot.com/2008/04/o-governo-mente-sobre-petrobrs.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blogdobriguilino.blogspot.com');">Governo mente sobre a Petrobrás</a> - <a href="http://blogdobriguilino.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blogdobriguilino.blogspot.com');">Blog do Briguilino</a></p></blockquote>
<blockquote><p>É possível que alguns especuladores tenham ganho dinheiro com a informação que ele fez PÚBLICA e ABERTAMENTE. Mas esses especuladores ganham de qualquer maneira. Se o fato não se confirmar, vendem e ganham novamente. Haroldo Lima não tem dinheiro ou ligação para jogar na Bovespa, comprar ou vender ações da Petrobras. Se tivesse recursos, compraria cada vez mais Petrobras, acredita mil por cento na empresa. Provavelmente, quase certo, o objetivo de Haroldo Lima foi denunciar acordos da Petrobras com empresas estrangeiras. Esse megacampo que ele chamou de “Pão de Açúcar”, já não é “tão nosso”como deveria ser. A Petrobras só tem 45% de um grupo que explora o petróleo desse megacampo. A inglesa BG, tem 30%, a argentina-espanhola, Repsol, os outros 25%. Por que e para quê a Petrobras precisa de recursos para exploração e prospecção?<br />
<a href="http://blogmetropolitano.blogspot.com/2008/04/helio-fernandes-haroldo-lima-insuspeito.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blogmetropolitano.blogspot.com');">Helio Fernandes: Haroldo Lima, insuspeito e intocável</a> - <a href="http://blogmetropolitano.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blogmetropolitano.blogspot.com');">à ilharga de uma geógrafa (blog incidental) </a></p></blockquote>
<p><strong>Um novo elemento</strong> foi introduzido na arena política do Brasil pelos sonhos de riqueza petrolífera: a decisão do governo de mudar as regras para exploração e produção do petróleo. Apesar de assegurar aos parceiros internacionais que não haverá mudanças nas regras do jogo, Edison Lobão, Ministro das Minas e Energia, disse na terça-feira que “O governo precisa ser melhor contemplado na partilha desses recursos naturais que pertencem ao povo brasileiro”. De fato, a exclusão da camada pré-sal do leilão anual de concessões de petróleo ocorrido no ano passado foi visto como uma manobra para manter a maior parte das áreas com potencial produtivo longe de mãos estrangeiras. É também um sinal local do, assim chamado, nacionalismo de recursos - uma tendência global crescente, estimulada pela alta dos preços do petróleo.</p>
<blockquote><p>Com a descoberta dessa camada pré-sal, chamada de Carioca ou Pão de Açúcar, e das extraordinárias reservas já identificadas, o risco exploratório praticamente deixou de existir e, como destaca o presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, passou a ser um bilhete premiado. Foi por isso que o Governo e a empresa decidiram, em boa hora, retirar da 9ª rodada de licitação os poços da camada pré-sal e estudam mudar o marco regulatório.Como era previsível, a iniciativa privada e a mídia já se articularam contra, mas a realidade do preço internacional do petróleo, da crise energética na América do Sul e em todo o mundo e, principalmente, da descoberta de gigantescos poços sem risco e com alta rentabilidade, exigem mesmo uma revisão desse marco regulatório de 1997.</p>
<p><a href="http://blogdeumsem-mdia.blogspot.com/2008/04/petrleo-artigo-do-jos-dirceu.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blogdeumsem-mdia.blogspot.com');">Artigo do José Dirceu</a> - <a href="http://blogdeumsem-mdia.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blogdeumsem-mdia.blogspot.com');">Blog de um sem-mídia</a></p></blockquote>
<p><strong>No <a href="http://www.worldoil.com/magazine/MAGAZINE_DETAIL.asp?ART_ID=3450&amp;MONTH_YEAR=Feb-2008" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.worldoil.com');">artigo original</a></strong>(que gerou o estardalhaço), o autor demonstrou especial interesse em descobrir o motivo da mudança de atitude dos gestores do petróleo brasileiro a respeito das concessões de petróleo e parcerias com empresas estrangeiras na exploração das reservas naturais.</p>
<blockquote><p>O artigo detalha as prospecções feitas na Bacia de Santos, sua localização e profundidade, a possível extensão do campo, quais os blocos de exploração que compreende, assim como as características do petróleo já descoberto… O último parágrafo manifesta a opinião do autor, inquieto com a possível retirada de blocos-chave da nona rodada de leilões da ANP, que ele julga, “talvez”, o tipo de “nacionalismo que alguns previram devido ao declínio das reservas mundiais de petróleo”. Mas ele conclui com o que considera a “real mensagem dessas descobertas”: “que não devemos perder de vista as bacias potenciais ainda desconhecidas, mas possivelmente grandes, que com freqüência são de exclusivo domínio de empresas petrolíferas nacionais”.</p>
<p><a href="http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=36075" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.vermelho.org.br');">Petróleo de Carioca: o que dizem Haroldo Lima e a World Oil</a> - <a href="http://www.vermelho.org.br/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.vermelho.org.br');">Vermelho</a></p></blockquote>
<p><strong>“<a href="http://www.iol.co.za/index.php?set_id=1&amp;click_id=29&amp;art_id=nw20071120224922385C682342" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.iol.co.za');">Deus é brasileiro</a>”</strong>, disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Novembro, respondendo ao anúncio do seu governo de que haviam sido descobertas grandes reservas de petróleo em alto mar. Agora, como era de se esperar, interesses variados estão se alinhando para concorrer à posse e aos benefícios deste presente de Deus.</p>
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		<title>Moçambique: Sobre o novo salário mínimo</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/04/17/mocambique-sobre-o-novo-salario-minimo/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 09:17:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Basilio Muhate fala brevemente sobre o consenso ao qual as associações de empregadores e sindicatos dos trabalhadores de Moçambique chegaram nas negociações do novo salário mínimo para 8 entre 9 setores de atividade definidos pelo governo. &#8220;Se efectivamente houve consenso é um bom passo do ponto de vista diplomático. A grande questão é saber se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://basiliomuhate.blogspot.com/2008/04/salario-minimo-em-moambique-consenso-na.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/basiliomuhate.blogspot.com');">Basilio Muhate</a> fala brevemente sobre o consenso ao qual as associações de empregadores e sindicatos dos trabalhadores de Moçambique chegaram nas negociações do novo salário mínimo para 8 entre 9 setores de atividade definidos pelo governo. &#8220;Se efectivamente houve consenso é um bom passo do ponto de vista diplomático. A grande questão é saber se este consenso tem efeitos multiplicadores no consumo dos indivíduos e na capacidade de gestão da cesta básica dos Moçambicanos&#8221;.</p>
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		<title>Quênia de volta ao normal</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 12:16:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jan Alyne Barbosa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

		<category><![CDATA[English]]></category>

		<category><![CDATA[Finanças]]></category>

		<category><![CDATA[Internet &#038; Telecoms]]></category>

		<category><![CDATA[Kenya]]></category>

		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[É engraçado como a vida pode mudar de uma hora pra outra. Um país que estava no fundo do poço e ameaçando seguir o legado dos países fracassados da África do Estados, agora está de volta ao normal, à vida plena.
Residentes de Nairobi, que antes eram adversários e estavam preocupados com seus antecedentes étnicos, agora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É engraçado como a vida pode mudar de uma hora pra outra. Um país que estava no fundo do poço e ameaçando seguir o legado dos países fracassados da África do Estados, agora está de volta ao normal, à vida plena.</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Residentes de Nairobi, que antes eram adversários e estavam preocupados com seus antecedentes étnicos, agora estão unidos para atacar o governo local com o objetivo de substituir o ministro do governo local, em função da mudança das rotas dos transportes públicos, forçando as pessoas a caminhar longas distâncias. Vendedores ambulantes e pequenos comerciantes estão agora unidos em favor da expansão do mercado e  de uma iluminação adequada para poder vender no período da noite. O ódio étnico parece ter sido colocado em escanteio e agora as pessoas estão compartilhando uma agenda comum, ao perseguirem a sobrevivência econômica.</p>
<p id="result_box" dir="ltr">Discussões online também refletem a diversidade, blogueiros estão preocupados com a Oferta Pública Inicial (OPI) da  maior e mais bem sucedida empresa de telefonia móvel da África Oriental, Safaricom. No front político, as discussões estão mais equilibradas e sóbrias, em comparação com discussões de dois meses atrás.</p>
<p id="result_box" dir="ltr">A venda da Safaricom serve como um grande sinal de que o governo está unido, porque antes das eleições, a oposição era contra a venda das ações. Agora, estão todos apoiando a mais ricas empresa do Quênia.</p>
<p id="result_box" dir="ltr"><a href="http://kumekucha.blogspot.com/2008/03/raila-odinga-now-approves-safaricom.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/kumekucha.blogspot.com');">Kumekucha</a> foi surpreendida com o fato de o líder da oposição, Raila Odinga, ter voltado atrás para apoiar a OPI, mesmo proferindo um discurso contra ela durante as campanhas:</p>
<blockquote><p><em>Raila met yesterday with Finance Minister Amos Kimunya and even the finance minister who barely 4 months ago said that the <st1 st="on"></st1><st1 st="on"></st1>Nairobi stock exchange was not a fish market in a thinly veiled personal attack targeting Hon Raila Odinga is now all of a sudden talking very respectfully about Raila. He referred to Raila and President Kibaki as<br />
“our two leaders” in a press conference where he appeared to be in a jovial mood, yesterday.</em></p>
<p><em>This is hardly the time for hero worship, but it is important that Hon Raila Odinga explains to the public what has brought about this change of heart. Don’t get me wrong, I am happy about the new found unity and co-operation between these two leaders who brought <st1 st="on"></st1><st1 st="on"></st1>Kenya to it’s worst crisis yet and to the brink of civil war. Under these circumstances peace is very desirable above anything else, and I mean anything.</em></p>
<p><em>……Still my final word on this issue is that whatever the price, I am sure it is worth it. Better peace and let us pay it. After all one can never compare human life (which is priceless) to anything else under the sun. Still, I just thought that Kenyans should be informed.</em></p>
<p>Raila se reuniu ontem com o ministro das Finanças, Amos Kimunya, que, há apenas 4 meses, disse que a bolsa de Nairobi não era um peixe em um mercado, em um ataque pessoal fracamente velado a Hon Raila Odinga, agora, de repente, fala muito respeitosamente sobre ele. Ele se referiu à Raila e ao Presidente Kibaki como &#8220;os dois líderes&#8221;, em uma conferência de imprensa, onde parecia estar em um ambiente jovial, ontem.</p>
<p>Este não é um momento de culto ao herói, mas é importante que Hon Raila Odinga explique ao público o que trouxe esta mudança no seu coração. Não me interpretem mal, estou satisfeito com a fundação da nova unidade e a cooperação entre os dois dirigentes, que deixou o Quênia em sua pior crise e à beira da guerra civil. Sob estas circunstâncias a paz é muito desejável acima qualquer outra coisa.</p>
<p>……Ainda assim, minha última palavra sobre esta questão é que qualquer que seja o preço, tenho a certeza de que vale a pena. Melhor ter paz e vamos pagar por isso. Afinal, nunca se pode comparar a vida humana (que é inestimável) com qualquer outra coisa sob o sol. Mesmo assim, eu acho que os quenianos devem ser informados.</p></blockquote>
<p>Um comentário no blog Kumekucha  resume o tema da política, dos negócios e da politicagem no Quênia e da relação que estes possuem com os pobres (a maioria):</p>
<blockquote><p><em>Like i have stated before, politics in Kenya is about class interests. You can now see which class the MPs will work for, with all of them targeting to be multi-millionaires within 5 years. Come 2010 and the succession battle begins proper they will start opposing everything the government does…and we will be ready to applaud them as our heroes, leaders, martyrs, etc.</em></p>
<p>Tal como afirmei antes, a política no Quênia tem a ver com interesses de classe. Você pode ver agora que a classe dos deputados vai trabalhar, com o objetivo de que todos sejam multi-milionários em um prazo de 5 anos. Vem 2010 e a batalha para a sucessão começa propriamente quando eles se opõem a tudo que o governo faz… e vamos estar prontos para aplaudi-los como nossos heróis, nossos líderes, mártires etc.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.kenyanentrepreneur.com/?p=1124" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.kenyanentrepreneur.com');">Kenyanentrepreneur</a> se pergunta se as pessoas se preocupam com a OPI:</p>
<blockquote><p><em>Having said that, the LSE needs to mobilise ordinary Kenyans in the rural areas to buy shares during the IPOs and also participate in the stock exchange in general. And I mean in real rural places such as Githunguri, Bondo, Matuu, Kabartonjo, Mumias, Wajir, Mwatate, Mazeras, Lodwar etc etc etc.</em></p>
<p><em>Kenyans need to become more sophisticated in their investment options. They will then stop fighting each other in medieval style with bows and arrows over scraps of land.</em></p>
<p><em>Kenyans need to realise that they can invest in the New York Stock Exchange even though they are based in their villages.</em></p>
<p id="result_box" dir="ltr">Dito isto, a LSE precisa de mobilizar os quenianos comuns nas áreas rurais para comprar ações durante as OPIs e também participar na bolsa de valores em geral. Quero dizer em reais rurais locais, tais como<br />
Githunguri, Bondo, Matuu, Kabartonjo, Mumias, Wajir, Mwatate, Mazeras, Lodwar etc. etc. etc.</p>
<p>Quenianos precisam se tornar mais sofisticados nas suas opções de investimento. Eles irão, em seguida,<br />
deixar de lutar uns com os outros em estilo medieval, com arcos e flechas durante da disputa por terras.</p>
<p>Quenianos precisam perceber que podem investir na bolsa de Nova York, mesmo vivendo em suas aldeias.</p></blockquote>
<p id="result_box" dir="ltr"><a href="http://businessinfocus.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/businessinfocus.blogspot.com');">Businessinfocus</a> questiona sobre temas morais e éticos por trás da oferta, perguntando se as ações deveriam ter sido emitidas no final do ano:</p>
<blockquote><p><em>…..hence the aura of urgency he brought in the matter citing a wide range of fiscal and monetary commitments that would not be met if Safaricom was not sold. These have since come to naught many months after the December sale failed to materialise. Mr Kimunya’s silence over these commitments while he speeds on with the sale is informed by the reality on the ground. He can no longer tell Kenyans for certain that programmes or projects will fail to materialize this financial year if Safaricom is not immediately sold because he knows that<br />
Treasury cannot have the proceeds in its coffers any time before July when the new fiscal year begins.</em></p>
<p><em>…Then there is the moral question of the authority of what is basically a transition government under which Mr Kimunya is serving as Finance minister to undertake such an important exercise only a few days before a new government is formed. Indications that President Kibaki may form a new government before the end of this week after Parliament passes the necessary Bills only leave the grim prospect that the minister’s action is driven by personal and sectarian interests.</em></p>
<p>… Por isso a aura de urgência que ele trouxe para o assunto, citando uma vasta gama de compromissos fiscais e monetários que não seriam cumpridos se Safaricom não fosse vendida. Estes não deram em nada muitos meses após a venda não ter se concretizado depois de dezembro. O silêncio do senhor Kimunya em relação a estes compromissos enquanto ele acelera a venda é informado pela realidade crua. Ele já não pode dizer com segurança aos quenianos se determinados programas ou projetos vão acontecer este ano se a Safaricom não for imediatamente vendida, porque ele sabe que o Tesouro não pode obter os lucros em seus cofres antes de julho, quando começa o novo ano fiscal.</p>
<p>…Depois, há a questão moral da autoridade do que é basicamente um governo de transição sob o qual o senhor deputado Kimunya está servindo como ministro das Finanças para levar a cabo um exercício tão importante<br />
apenas alguns dias antes de um novo governo ser constituído. Indicações de que o presidente Kibaki pode formar um novo governo antes do final desta semana após a aprovação dos projetos necessários pelo Parlamento, deixa-nos a triste perspectiva de que a da ação do ministro é orientada por interesses pessoais e sectários.</p></blockquote>
<p>Para um prévia da ameaçadora crise dos ambulantes e dos transportes públicos, <a href="http://tengeza.blogspot.com/2008/03/more-on-muthurwa-market-and-dogs-master.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/tengeza.blogspot.com');">Tengeza</a> fez um upload do Googlemaps, mostrando a caótica cena que demonstra o mau planejamento das infra-estruturas públicas do Quênia .</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">clique aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">clique aqui</a>.</em></p>
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		<title>China: os mais ricos dos ricos</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Oct 2007 18:25:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jan Alyne Barbosa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[China]]></category>

		<category><![CDATA[Economia]]></category>

		<category><![CDATA[Finanças]]></category>

		<category><![CDATA[Indústria]]></category>

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		<description><![CDATA[A festa dos ricos
Hurun [CH] e Forbes [EN] recentemente divulgaram suas listas com os principais magnatas Chineses do continente. Ambas compartilham uma perspectiva comum de que a fortuna dos ricos têm aumentado radicalmente. O lucro líquido combinado dos 40 mais ricos, segundo a Forbes, cresceu nitidamente de $38 bilhões em 2006 para $120 bilhões este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A festa dos ricos</strong><br />
<a href="http://www.hurun.net/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.hurun.net');">Hurun</a> [CH] e <a href="http://www.forbes.com" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.forbes.com');">Forbes</a> [EN] recentemente divulgaram suas listas com os principais magnatas Chineses do continente. Ambas compartilham uma perspectiva comum de que a fortuna dos ricos têm aumentado radicalmente. O lucro líquido combinado dos 40 mais ricos, segundo a Forbes, cresceu nitidamente de $38 bilhões em 2006 para $120 bilhões este ano, e o mais rico, Yang Huiyan, faturou $16.2 bilhões, valor sete vezes maior do que os lucros da pessoa mais rica do ano passado, o varejista Huang Guangyu, apesar de sua fortuna ter aumentado em $14 bilhões.</p>
<p>Outro ponto comum das duas listas é que as fortunas do mercado imobiliário sejam negócios de família, pois 6 dos 10 do topo da lista possuem negócios relacionados ao setor. Muitos recém-chegados também prosperaram em seus negócios, que têm a ver com o aquecimento do mercado chinês de imóveis.<br />
A pessoa mais rica, Yang huiyan （杨惠妍), casada, 26 anos, é um caso típico. Seu pai, Yang guoqiang, é o fundador da Country Garden Holdings Ltd, que desenvolve métodos de marketing não convencionais  de vendas milagrosas. Em sua Oferta Pública Inicial (IPO) em Hong Kong em 2007, a empresa ganhou rapidamente uma fortuna ofuscada, de modo que Yang transformou 70% das ações para sua filha, uma graduada da Universidade do estado de Ohio.</p>
<p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/10/the-richest.jpg" alt="Yang huiyan" /></p>
<p>Outra característica que vale a pena considerar é que os ricos do sul da China não foram ofuscados pelos ricos de Beijing e de Shangai que cresceram rapidamente por conta das Olimpíadas. 13, na Forbes, vêm da província de Guandong, incluindo Ma Huateng, fundador do Tecent and QQ.<br />
Nas listas, as pessoas podem encontrar ricos em novas áreas tecnológicas, à sombra dos corretores de imóveis. Somente três pessoas vêm do campo das dot.com, entre eles, o fundador da LDK Solar, uma companhia que se dedica a aplicação da energia solar, Peng xiaofeng, que ocupa o 6o. Lugar nas duas listas e foi considerado um líder no setor high-tech. A Oferta Pública Inicial de sua empresa em Nova York muda este ano.</p>
<p><strong>Ansiedade por trás da prosperidade</strong><br />
Embora os corretores de imóveis obtenham um grande sucesso, como se pode ver nas listas, suas fortunas derivadas do mercado imobiliário são disputáveis.<br />
Yang Gengshen, um comentarista financeiro <a href="http://yanggengshen.vip.bokee.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/yanggengshen.vip.bokee.com');">está preocupado</a> [CH] com o florescimento do mercado de propriedades:</p>
<blockquote><p>当三分之一强的房地产开发商扎堆于这个榜单、风光无限之时，无数国民或因不得不背负巨额的银行债务，而沦为房奴，或不得不向开发商交付出自己大半生的心血。……一个主要由房产商把持的富豪俱乐部，其实也正喻示着一个由房地产经济“把持”的国民经济。……无论如何，一张挤满房产商名字的榜单绝不应成为一个行业集体的狂欢，而必须成为现实的警示。</p>
<p>Quando 1/3 dos ricos, corretores reais do mercado imobiliário estão ocupados em celebrar seu sucesso, muitos cidadãos têm que sofrer como escravos de suas casas, com dívidas exorbitantes, transferindo para esses empresários o que conseguiram acumular com sacrifício durante todas as suas vidas.  Um clube de ricos, que é comandado por corretores e empreiteiros, significa, na verdade, uma economia nacional controlada por eles. De qualquer modo, uma lista repleta de empresários do mercado imobiliário, não deveria ser vista como um carnaval de uma certa indústria, mas sim como um alarme.
</p></blockquote>
<p>Tang Xuepeng <a href="http://tangxuepeng.vip.bokee.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/tangxuepeng.vip.bokee.com');">expressa</a> suas questões relacionadas ao mercado imobiliário de ações:</p>
<blockquote><p> 这是一个危险的征兆。就像已故的经济学家加尔布雷斯说的，如果一个国家(地区)最有钱的富豪是倒卖土地和造房子的商人，那就很危险。依照我们的解读，那是因为东亚的土地以及非洲的矿产基本都是垄断性资源，是最容易被“寻租”的资产。比如开发商通过捂盘惜售等方式推高房价，深圳市的房价今年前5个月涨幅最高接近70％，全国房价涨声一片，民众忧心忡忡. 另一方面，伴随着房价的飞涨，房地产开发企业的纳税状况依然饱受质疑，“财富巨人纳税侏儒”的评价，如影随形地跟着众多房地产富豪们。</p>
<p>Este é um sinal um tanto perigoso. Como disse Galbraith, se os mais ricos do país são todos homens de negócio que especulam sobre terras e casas, o país está correndo perigo. Eu entendo assim: a terra e as minas são recursos monopolizados, que estão prontamente disponíveis para serem alugados ou arrendados.  Ao acumular propriedades, as corretoras inflacionam o preço dos imóveis como, por exemplo, in Shenzhen, que teve seus preços acrescidos em até 70% durante cinco meses. A população está muito preocupada com o aumento dos preços. Por outro lado, a porcentagem dos impostos que pagam é questionável. O título infame “fortuna gigante, contribuintes anões” tem os acompanhado.</p></blockquote>
<p>Wang Qing <a href="http://zjc.zjol.com.cn/05zjc/system/2007/10/10/008865038.shtml" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/zjc.zjol.com.cn');">aponta</a> diretamente para a imoralidade dos corretores:</p>
<blockquote><p>地产商囤积居奇、捂盘惜售、违规认购、内部炒作，甚至官商勾结、哄抬房价，已到了明火执仗的地步，完全撇开了企业应该承担的社会责任，理所当然受到大众的反感。 大部分城市居民为了一套住房，倾家荡产，东挪西借，把牙缝里省下的财富拱手奉献给房地产商人，许多人自此过着“房奴”生活，承受着经济和精神上的双重压力；更有中低收入的家庭，只能够“望房兴叹”，倾其一辈子血汗也换不回一个屋角地盘。西安市一位50多岁的母亲因无力给儿子买房而跳入护城河结束自己的生命，其抗争的不是自己的无能、命运的不公和人生的无奈，而是对操作房价节节攀升的房地产集团的滴血声讨。</p>
<p>Os corretores monopolizam abertamente, cometem subscrições ilegais, especulam por debaixo dos panos e conspiram juntamente com oficiais corruptos, deixando de lado a responsabilidade das empresas. Enquanto isso e no entanto, a maioria dos cidadãos tem que trabalhar duro e sofre com pressões mentais e financeiras por conta de um apartamento. São chamados de escravos das casas. Algumas pessoas de baixa renda pagam para ter uma durante sua vida inteira, mas não conseguem sequer a esquina de uma casa. Uma mulher de 50 anos em Xi’an se afogou porque não podia comprar uma casa para o seu filho. Sua batalha não é por causa de sua incompetência ou pelas mazelas do destino, mas por causa de malditos preços manipulados pelas corretoras.
</p></blockquote>
<p><strong>Um carnaval no mercado de capitais</strong><br />
De acordo com a Forbes, a Oferta Pública Inicial de Country Garden gerou mais 5 pessoas na lista. O corretor-celebridade de Beijing, Zhang Xin, também se beneficiou ao registrar SOHO China em Hong Kong. O mercado de capitais se torna valioso e maior beneficiado, em função do fato de que acumulou-se grandes quantias de dinheiro rapidamente. A opinião pública aprova a prosperidade das empresas no mercado de capitais, apesar de alguns analistas reprovarem o abuso desse recurso.<br />
Ye Tan comentou no 1o. Dia Financeiro:</p>
<blockquote><p>资本市场的主要作用是给财富公开定价，其作用类似于产权交易平台。但是，由于我国的资本市场仍具有初级市场的特性，因此通过资本游戏炒作股价获得高身价者屡见不鲜，财富增值成为纯粹的虚拟泡沫，终归要打回原形。……资本市场是实体经济的助推器，不过从我国富豪对于资本市场的倚赖之深，资本市场创富神话之多，说明我国资本市场的财富作用有被夸大之嫌。</p>
<p>O mercado de capitais deveria principalmente avaliar o valor da riqueza como uma plataforma de troca de propriedade. Mas porque o mercado de capitais na China ainda está em um estágio elementar, muitos investidores especulam para ganhar valores altos. Quando o aumento sobre os valores dos imóveis se tornarem puras bolhas, a riqueza terá que recuar para o que realmente é&#8230;&#8230;..O mercado de capitais pode ser um aquecedor da economia. Entretanto, já que os abastados da China confiam tanto neles e têm criado tantos mitos em seu entorno, sua função tem sido superestimada.
</p></blockquote>
<p>Matéria de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/bob-chen/">Bob Chen</a></p>
<p>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">clique aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">clique aqui</a>.</p>
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		<title>Barbados: Mastigando os números</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/09/07/barbados-mastigando-os-numeros/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Sep 2007 16:54:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Barbados]]></category>

		<category><![CDATA[Cyber-Ativismo]]></category>

		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[Pull! Push! [En] explica a realidade do débito nacional de Barbados em “termos e números que qualquer pessoa mediana pode entender e avaliar de maneira fácil”.
(Texto original de Janine Mendes-Franco)
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://pullpush.net/2007/09/couple-of-billion-dollars-worth-of.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pullpush.net');">Pull! Push!</a></em> [En] explica a realidade do débito nacional de Barbados em “termos e números que qualquer pessoa mediana pode entender e avaliar de maneira fácil”.</p>
<p align="right">(Texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/janine-mendes-franco/" title="Posts by Janine Mendes-Franco">Janine Mendes-Franco</a>)</p>
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		<title>China: Blogue de trapaça no mercado de ações e regulamentação da internet</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/07/18/china-blogue-de-trapaca-no-mercado-de-acoes-e-regulamentacao-da-internet/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Jul 2007 12:20:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[China]]></category>

		<category><![CDATA[Finanças]]></category>

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		<description><![CDATA[Maya, do DANWEI, escreve sobre a forma como a investigação de um blog de trapaça no âmbito do mercado de ações acabou em exigência de regulamentação da internet[EN]. A blogueira  afirma com toda a razão que: &#8220;Pioneer Eldest Brother explorou essa combinação entre ingenuidade dos investidores e o vazio informativo, mas varrer a internet [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Maya, do DANWEI, escreve sobre a forma como <em><a href="http://www.danwei.org/business_and_finance/post_34.php" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.danwei.org');">a investigação de um blog de trapaça no âmbito do mercado de ações acabou em exigência de regulamentação da internet</a></em>[EN]. A blogueira  afirma com toda a razão que: &#8220;Pioneer Eldest Brother explorou essa combinação entre ingenuidade dos investidores e o vazio informativo, mas varrer a internet em busca de charlatães não é a melhor medida para reduzir oportunidades de exploração&#8221;.</p>
<p align="right"><em>(texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/oiwan/">Oiwan Lam</a>) </em><!--EndFragment--></p>
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		<title>Japão: Gastos femininos</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/07/11/japao-gastos-femininos/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/07/11/japao-gastos-femininos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Jul 2007 10:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Finanças]]></category>

		<category><![CDATA[Gênero]]></category>

		<category><![CDATA[Japan]]></category>

		<category><![CDATA[Roundups]]></category>

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		<description><![CDATA[Mari Kanazawa bloga sobre uma pesquisa que mostra a forma como mulheres solteiras na faixa dos 30 anos gastam o dinheiro que têm[EN].
(texto original de  Oiwan Lam) 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mari Kanazawa bloga sobre uma pesquisa que mostra <em><a href="http://smt.blogs.com/mari_diary/2007/07/do-you-save-you.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/smt.blogs.com');">a forma como mulheres solteiras na faixa dos 30 anos gastam o dinheiro que têm</a>[EN]</em>.</p>
<p align="right"><em>(texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/oiwan/"> Oiwan Lam</a>) </em><!--EndFragment--></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Botswana: Faça uma doação mensal para pessoas que vivem com AIDS</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/07/10/botswana-faca-uma-doacao-mensal-para-pessoas-que-vivem-com-aids/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Jul 2007 23:08:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Botswana]]></category>

		<category><![CDATA[Finanças]]></category>

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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Você pode fazer uma doação mensal para pessoas que vivem com o vírus da AIDS em Nata village [EN], Botswana, através do blog Nata village: &#8220;Estamos aceitando doações em pagamentos mensais! Estamos começando com uma pequena doação mensal de apenas US$ 4,00! Trata-se de apenas US$ 48,00 por ano! Essa pequena quantia pode pagar pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você pode fazer uma <em><a href="http://natavillage.typepad.com/my_weblog/2007/07/make-a-monthly-.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/natavillage.typepad.com');">doação mensal para pessoas que vivem com o vírus da AIDS em Nata village </a>[EN]</em>, Botswana, através do blog Nata village: &#8220;Estamos aceitando doações em pagamentos mensais! Estamos começando com uma pequena doação mensal de apenas US$ 4,00! Trata-se de apenas US$ 48,00 por ano! Essa pequena quantia pode pagar pelo tratamento clínico com ARV de uma pessoa a cada mês&#8221;.</p>
<p align="right"><em>(texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/ndesanjo-macha/">Ndesanjo Macha</a>) </em><!--EndFragment--></p>
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		<title>Croácia: A &#8220;Feral Tribune&#8221; fecha as portas</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jun 2007 09:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bosnia Herzegovina]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana passada, o Ministério das Finanças croata bloqueou as contas bancárias do semanário político &#8220;Feral Tribune&#8221; (Tribuna Feral), lendário na região, por conta de 68.000 Euros em dívidas de impostos, forçando a publicação a fechar.
Fundada em 1984, a revista em língua croata não chamava muita atenção antes da queda da Iugoslávia no início dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada, o Ministério das Finanças croata bloqueou as contas bancárias do semanário político &#8220;<a href="http://feral.mediaturtle.com/" style="font-style: italic" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/feral.mediaturtle.com');">Feral Tribune</a>&#8221; (Tribuna Feral), lendário na região, por conta de 68.000 Euros em dívidas de impostos, forçando a publicação a fechar.</p>
<p>Fundada em 1984, a revista em língua croata não chamava muita atenção antes da queda da Iugoslávia no início dos anos 90. Nos últimos 14 anos, contudo, a <span style="font-style: italic">Feral Tribune</span> vinha abordando assuntos que a maioria das outras publicações não ousava nem mencionar &#8212; e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Feral_Tribune" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">sobreviveu a uma grande quantidade de processos</a>.</p>
<p>Aqui está como <span style="font-style: italic">Ex-YU Press</span> (Imprensa da Ex-Iugoslávia), um auto-proclamado &#8220;Informante &#8216;de dentro&#39; sobre os assuntos da antiga Iugoslávia,&#8221; <a href="http://www.ex-yupress.com/feral/feralindex.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.ex-yupress.com');">caracterizou</a> o <span style="font-style: italic">Feral Tribune</span>:</p>
<blockquote><p><span style="font-style: italic"> &#8220;[…] The magazine, to our knowledge, has no counterpart in the West. Its satire is too daring for mainstream advertisers, its reporting too uncompromising for mainstream politicians. Feral Tribune’s mission is not merely to report news and entertain, but also to help turn its readers into better human beings!</span><br style="font-style: italic" />   <br style="font-style: italic" />   <span style="font-style: italic">    […]</span><br style="font-style: italic" />   <br style="font-style: italic" />   <span style="font-style: italic"> In 2004 Feral Tribune sells about 30,000 copies per issue and boasts with almost fanatical readership in Croatia, abroad and all parts of the former Yugoslavia, readership that was prepared to pay court imposed fines and thereby save its magazine. Its editorial policy remains unpalatable for mainstream advertisers, which resulted in the demise of an attempt to publish a luxury color edition of the magazine. […]&#8221;</span></p>
<p>&#8220;[&#8230;]A revista, até onde sabemos, não tem semelhantes no Oeste. Sua sátira é corajosa demais para os anunciantes tradicionais, sua linha de reportagem muito independente dos políticos tradicionais. A missão da Feral Tribune não é apenas reportar notícias e divertir, mas também ajudar seus leitores a se tornarem seres humanos melhores!</p>
<p>[&#8230;]</p>
<p>Em 2004 a Feral Tribune vende por volta de 30.000 cópias por edição e goza de um quase fanático círculo de leitores na Croácia, arredores e em todas as partes da antiga Iugoslávia; um círculo de leitores que está preparado para pagar as multas impostas pela justiça e salvar sua revista. Sua política editorial permanece indigesta para os anunciantes tradicionais, o que resulta no descarte de uma tentativa de publicar uma luxuosa edição em cores da revista. [&#8230;]&#8221;</p></blockquote>
<p>Como <a href="http://bavault.blogspot.com/2007/06/feral-tribune.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/bavault.blogspot.com');">explicou</a> um comentador no <span style="font-style: italic">Bosnia Vault</span>, os problemas atuais da revista tem a ver com o sistema tributário croata &#8212; a saber, a comparativamente gigantesca taxa de valor agregado (VAT) cobrada dos jornais:</p>
<blockquote><p> <span style="font-style: italic">&#8220;It seems that </span><em style="font-style: italic">Feral Tribune</em><span style="font-style: italic"> has a massive outstanding VAT bill. I find it difficult to credit that Croatia imposes 22% VAT on newspapers. In the UK books and newspapers are zero-rated for VAT. During the first half of the 19th century Britain had a newspaper tax which was considered a “tax on knowledge”. It would be very difficult for any politician to try and bring in that sort of levy again. It obviously promotes domination of the media by commercially successful publications that are less likely to challenge the rich and powerful.&#8221;</span></p>
<p>&#8220;Ao que parece a Feral Tribune tem uma massiva conta de VAT (taxa de valor agregado). Eu acho difícil de acreditar que a Croácia impõe uma taxa de valor agregado de 22% sobre os jornais. No Reino Unido, livros e jornais tem taxa VAT zero. Durante a primeira metade do século dezenove o Reino Unido tinha uma taxa imposta aos jornais que era considerada uma &#8220;taxa sobre o conhecimento&#8221;. Seria muito difícil para qualquer político trazer de volta esta cobrança. Ela obviamente promove a dominação da mídia pelas publicações com grande sucesso comercial, que geralmente não tentam desafiar os ricos e poderosos.&#8221;</p></blockquote>
<p>O <span style="font-style: italic">Bosnia Vault</span> também <a href="http://bavault.blogspot.com/2006/10/opposition-in-croatia.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/bavault.blogspot.com');">havia mencionado</a> a <span style="font-style: italic">Feral Tribune</span> em uma de suas matérias passadas:<br />
<br style="font-style: italic" />  <span style="font-style: italic"></span></p>
<blockquote><p><span style="font-style: italic"> &#8220;Combining satirical and analytical journalism, the basic message it proclaimed was that not all Croats were the same, set out to kill Muslims and Serbs. And not all Serbs were the same, set out to kill Croats.</span><br style="font-style: italic" />   <br style="font-style: italic" />   <span style="font-style: italic"> Written at times in a deeply ironic prose, Feral Tribune utilize wit and common sense to talk about the war in a way that very few papers were capable of doing.&#8221;</span></p>
<p>&#8220;Combinando jornalismo satírico e analítico, a mensagem básica proclamada é de que nem todos os croatas são iguais, inclinados a matar sérvios e muçulmanos. E nem todos os sérvios são iguais, inclinados a matar croatas.</p>
<p>Escrita por vezes com uma prosa profundamente irônica, a Feral Tribune utiliza sarcasmo e senso comum para falar sobre a guerra de um jeito que poucos jornais eram capazes de fazer.&#8221;</p></blockquote>
<p>E aqui está uma conversa entre dois blogueiros sérvios, que aconteceu no <a href="http://blog.b92.net/text/218/VRATITE%20NAM%20FERAL%20%21%20VRATITE%20MI%20ROBIJA%20K.%20%21/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blog.b92.net');">B92 Blog</a>[SRP] em 15 de junho de 2007:</p>
<blockquote><p><em>Jelica Greganovic</em>:</p>
<p><strong>Return <em>Feral</em> to us! Return Roby K. to me!</strong></p>
<p>No <em>Feral</em>! No Roby K.! It is not published, and it is unknown whether it will be again. What will I read now? The only independent journal on the Balkans has now been silenced.</p>
<p>The Croatian ministry of finance waited for Roby K. around the corner and fleeced him. But, since Roby’s pockets were empty, […] the ministry blocked his bank account.</p>
<p>[…]</p>
<p>RETURN <em>Feral</em> TO ME!</p>
<p>Return my Croatian (and wider than that) journal, the journal of Croatian anarchists, protesters and heretics who are dear to God, but aren’t hateful to the Devil, either.</p>
<p>P. S. The editor-in-chief of <em>Feral Tribune</em> - Roby K. ([<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Viktor_Ivan%C4%8Di%C4%87" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Viktor Ivancic</a>]) - received a Golden Pigeon Peace Prize (<em>Colombe d’Oro per la Pace</em>) in Rome last Wednesday. He said then: “… we who thought differently – there are no circumstances that can justify war crimes – were considered the nation’s traitors. Here’s how they treated us: police mistreatment, court persecutions, death threats, burnings of our newspaper. […] I want to say there are circumstances when national treason is not bad. Blind patriotism is never a good basis for making moralistic principles in a society. Just as the truth has no nationality, I think that honorable journalism has no nationality, either. […]”</p>
<p><em>Sentinel</em>:</p>
<p>“<em>Feral Tribune</em> did not die the death of fascism, but was killed by free market.” (Danko Plevnik, “Slobodna Dalmacija,” 15.06.2007.)</p>
<p><em>Jelica Greganovic</em>:</p>
<p>If the market is free, why then did the state forgive a tax debt to the witty <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Slobodna_Dalmacija" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">[”Slobodna Dalmacija”]</a> and other government newspapers, such as [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Vjesnik" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">“Vjesnik”</a>], “The Croatian Voice” and the HRT [state TV channel]? Or is there a criterium, according to which only the government newspapers don’t have to pay taxes - because they publish what the government likes?</p>
<p><em>Sentinel</em>:</p>
<p>I really don’t know enough about the situation with their press. But I’ve read Danko’s column, and I’m shocked. Where is their solidarity? […]</p>
<p><em>Jelica Greganovic</em>:</p>
<p><em>Feral</em> is not a favorite of the state. For example, Croatian government wrote off a tax debt to “Slobodna Dalmacija” - 2,800,000 Euros. But it didn’t write off the 70,000 Euros that <em>Feral</em> owed and blocked its bank account and forcibly took the money from the sales of the magazine. Journalists have not been paid in two months. Writing off tax debts is only for the news outlets that are utterly in government property, as the HRT and “Vjesnik” are.</p></blockquote>
<p><span style="font-style: italic"></span></p>
<blockquote><p><span style="font-style: italic">Jelica Greganovic:</span></p>
<p><span style="font-weight: bold">Devolvam o Feral para nós! Devolvam Roby K. para mim!</span></p>
<p>Nada de <span style="font-style: italic">Feral</span>! Nada de Roby K.! Não está sendo publicado, e não sabemos se o será novamente. O que irei ler agora? O único jornal independente das Balcãs foi agora silenciado.</p>
<p>O ministério das finanças croata esperou Roby K. na esquina e o tosquiou. Mas, como os bolsos de Roby K. estavam vazios. [&#8230;]o ministério bloqueou sua conta bancária.</p>
<p>[&#8230;]</p>
<p>DEVOLVAM a <span style="font-style: italic">Feral</span> PARA MIM!</p>
<p>Devolvam o meu jornal croata (e que é mais do que isso), o jornal dos anarquistas croatas, manifestantes e hereges que são queridos de Deus, mas que também não são odiosos para o Diabo.</p>
<p>P.S. O editor-chefe do Feral Tribune - Roby K. ([<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Viktor_Ivan%C4%8Di%C4%87" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Viktor Ivancic</a>]) - recebeu o prêmio Pombo de Ouro pela Paz <span style="font-style: italic">(Colombe d&#39;Oro per la Pace)</span> em Roma na última quarta feira. Ele disse então: &#8220;&#8230;aquele que pensou diferente &#8212; que não há nenhuma circunstância em que se possa justificar crimes de guerra &#8212; foram considerados traidores da nação. Era assim que nos tratavam: maus tratos policiais, perseguições judiciais, ameaças de morte, incendiavam o nosso jornal. [&#8230;] Eu quero dizer que há circustâncias em que a traição nacional não é má. O patriotismo cego nunca é uma boa base para se fazer princípios moralistas em uma sociedade. Assim como a verdade não tem nacionalidade, eu acho que o jornalismo honrado não tem nacionalidade, também. [&#8230;]&#8221;</p>
<p><span style="font-style: italic">Sentinel:</span></p>
<p>&#8220;A <span style="font-style: italic">Feral Tribune</span> não morreu a morte do facismo, mas foi morto pelo mercado livre.&#8221; (Danko Plevnik, “Slobodna Dalmacija,” 15.06.2007.)</p>
<p><span style="font-style: italic">Jelica Greganovic:</span></p>
<p>Se o mercado é livre, por quê então o governo perdoou as dívidas tributárias para do espertinho [”<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Slobodna_Dalmacija" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Slobodna Dalmacija</a>”] e de outros jornais governistas, como o [“<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Vjesnik" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Vjesnik</a>”], “The Croatian Voice” e do HRT [canal de TV estatal]? Ou será que existe um critério, de acordo com o qual apenas os jornais governistas não precisam pagar impostos &#8212; já que publicam o que o governo gosta?</p>
<p><span style="font-style: italic">Sentinel:</span></p>
<p>Eu realmente não sei o suficiente sobre a situação com a imprensa deles. Mas eu lí a coluna de Danko, e eu estou chocado. Onde está a solidariedade deles? [&#8230;]</p>
<p><span style="font-style: italic">Jelica Greganovic:</span></p>
<p>A Feral não é uma favorita do estado. Por exemplo, o governo croata cancelou uma divida tributária para o “Slobodna Dalmacija” - 2,800,000 Euros. Mas ele não perdoou os 70,000 Euros que a <span style="font-style: italic">Feral</span> devia e bloqueou sua conta bancária e tomou à força o dinheiro das vendas da revista. Os jornalistas não foram pagos nos últimos dois meses. O perdão das dívidas tributárias é apenas para os veículos noticiosos que são totalmente da propriedade do governo, como a HRT e o &#8220;Vjesnik&#8221; são.&#8221;</p>
<p align="right"><em>(Texto original em inglês por <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/sinisa-boljanovic/">Sinisa Boljanovic</a>) </em></p>
</blockquote>
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		<title>China: &#8220;Não vendo nem que me mate&#8221;</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/15/china-nao-vendo-nem-que-me-mate/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Jun 2007 19:47:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arte &amp; Cultura]]></category>

		<category><![CDATA[China]]></category>

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		<description><![CDATA[Se 2007 é o ano em que as massas chinesas se levantaram em um frenesí com o mercado de ações, então a queda de oito por cento da semana passada veio como um balde de água congelante. Ou talvez seja um sinal do que está por vir, como o sujeito cuja banda larga não estava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se 2007 é o ano em que <a href="http://chinadigitaltimes.net/2007/05/chinas_masses_rise_up_and_buy_stocks_wu_zhong.php" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/chinadigitaltimes.net');">as massas chinesas se levantaram</a> em um <a href="http://home.wangjianshuo.com/archives/20070520_chinese_stock_market_is_more_crazy.htm" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/home.wangjianshuo.com');">frenesí com o mercado de ações</a>, então <a href="http://chinadigitaltimes.net/2007/06/china_stocks_plunge_8_don_lee.php" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/chinadigitaltimes.net');">a queda de oito por cento</a> da semana passada veio como um balde de água congelante. Ou talvez seja <a href="http://chinadigitaltimes.net/tag/stock+market" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/chinadigitaltimes.net');">um sinal</a> do que está por vir, como <a href="http://blog.oeeee.com/aaman/mmedia/20070605/1274.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/blog.oeeee.com');">o sujeito cuja banda larga não estava funcionando no dia e que surtou quando não conseguiu lidar com o fato de não poder checar seu portfólio de ações</a>.</p>
<p>Muito mais comuns, contudo, são as formas criativas com as quais a febre acionária está sendo encarada, como este remix da música &#8216;Die And I&#39;ll Still Love You&#39;('Morra e eu ainda te amarei&#39;), da <a href="http://www.last.fm/music/%E4%BF%A1%E4%B9%90%E5%9B%A2" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.last.fm');">banda de rock taiwanesa Shin</a>, cantada aqui em uma versão mercado de ações como &#8216;Won&#39;t Sell Even If It Kills Me&#39; (&#39;Não Vendo Nem Que Me Mate&#39;), legendada com a excelente ferramenta de legendagem <a href="http://dotsub.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/dotsub.com');">dotSUB</a> (por favor, <a href="http://dotsub.com/films/wontsell/index.php?autostart=true&amp;language_setting=cm_841" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/dotsub.com');">sinta-se livre de traduzir o vídeo em outras línguas</a>):</p>
<p><iframe src="http://dotsub.com/api/smallplayer.php?filmid=839&#038;filminstance=841&#038;language=br" frameborder="0" width="320" height="272"></iframe></p>
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