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	<title>Global Voices em Português &#187; Educação</title>
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	<description>O mundo está falando. Você está ouvindo?</description>
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		<title>Marrocos: Uma Sentença Leniente</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/10/26/marrocos-uma-sentenca-leniente/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/10/26/marrocos-uma-sentenca-leniente/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 16:35:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Casaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arabic]]></category>
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		<description><![CDATA[Neste post, Jillian C. York compartilha a reação da blogosfera marroquina sobre o julgamento dos agressores de Zineb Chtit, a jovem garota marroquina que foi severamente espancada enquanto trabalhava como doméstica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/jillian-york/">Jillian C. York</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/diegocasaes/'>Diego Casaes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/10/25/morocco-a-lenient-sentence/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single">
<div id="attachment_4778" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><img class="size-full wp-image-4778 " title="zineb-300x199" src="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/10/zineb-300x199.jpg" alt="Zineb Chtit no julgamento (cortesia de Oujdacity)" width="240" height="159" /><p class="wp-caption-text">Zineb Chtit no julgamento (cortesia de Oujdacity)</p></div>
<p>Em setembro deste ano, descobrimos a história de <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/2009/09/12/marrocos-trabalho-infantil-em-foco/">Zineb Chtit</a>, a jovem garota marroquina que foi severamente espancada enquanto trabalhava como doméstica. Na semana passada, foi anunciado que a agressora de Zineb, Nawal Houmin, a esposa do casal que contratou a jovem, foi punida pelo crime com uma sentença de <a href="http://www.lematin.ma/Actualite/Express/Article.asp?id=121072">três anos de encarceramento</a> [fr] e uma multa de $13,000 (aproximadamente R$22.000,00). Muitos grupos de direitos humanos comentaram a sentença afirmando ter sido leniente demais. O blogueiro <em>Crazy Moor</em> <a href="http://crazymoor.wordpress.com/2009/10/15/moroccan-woman-jailed-3-years/">diz</a>:</p>
<blockquote><p>But several Moroccan rights groups say they would appeal on behalf of the country’s estimated 60 thousand to 80 thousand child labourers.</p>
<p>The chair of the Association, “Don’t Touch My Children”, Najia Adib, says the sentence does not regret the scale of the atrocities committed, because the little girl was locked up in a cellar.</p></blockquote>
<div class="translation">Mas vários grupos de direito marroquinos dizem que apelarão em nome do estimado número de 60 a 80 mil crianças trabalhadoras.</p>
<p>A presidente da Associação <em>&#8220;Don&#39;t Touch My Children&#8221;</em> [Não Toque em Minhas Crianças], Najia Adib, diz que a sentença não contempla a escala de atrocidades cometidas, pois a jovem foi trancada em um porão.</div>
<p>O caso ocorreu na cidade de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Oujda">Oujda</a> [en], no leste do Marrocos. O famoso website <em>Oujdacity.net</em>, que se intitula o &#8220;primeiro portal para o Marrocos oriental&#8221;, observou o incidente, <a href="http://www.oujdacity.net/oujda-article-22698-fr.html">dizendo</a> [ar]</p>
<blockquote>
<div>حكمت المحكمة الابتدائية بوجدة يوم الأثنين 12 أكتوبر 2009 بثلاث سنوات ونصف سجنا نافذا وتعويض مالي قدره 100 ألف درهم على زوجة القاضي مشغلة الطفلة زينب ، الحكم اعتبره عدة محامين بوجدة انه كان قاسيا ، ولم يأخذ بعين الاعتباراي ظرف من ظروف التخفيف … وهو حكم فاجأ الجميع لأنه جاء خلافا لما كان يردده الرأي العام الذي كان يتوقع ان يكون الحكم لا يتجاوز بضعة اشهر</div>
</blockquote>
<div class="translation">Na segunda-feira, 12 de outubro de 2009, a Corte de Primeira Instância em Oujda, [no leste do Marrocos] outorgou uma prisão de três anos e seis meses (sem condicional), mais uma compensação financeira de 100,000 dirhams (aproximadamente R$22.000,00) contra a esposa do juiz que empregou a jovem doméstica Zaineb. Muitos advogados em Oudja consideraram a sentença rigorosa, tendo a corte não considerado nenhuma das circunstâncias atenuantes &#8230; A sentença surpreendeu a todos pois foi contrária ao que a opinião pública estava esperando: uma pena que não excederia alguns meses em prisão.</div>
<p>O blog <em>Solidarité Maroc</em> <a href="http://solidmar.blogspot.com/2009/10/le-juge-qui-torture-sa-bonne-de-11-ans.html">comentou</a> um tanto sarcasticamente [fr]:</p>
<blockquote><p>Malgré les dénonciations concernant les deux époux, seule l&#39;épouse a été inculpée, alors que le juge a été innocenté. Encore une illustration de la justice, au Maroc.</p></blockquote>
<div class="translation">Apesar das acusações contra o casal, somente a esposa foi acusada, enquanto o juiz foi absolvido. Outra ilustração da justiça no Marrocos.</div>
<p>O blogueiro Moustapha Mouden do blog coletivo <em>SidiSlimane </em>[ar], a respeito de um programa da rede de televisão marroquina 2M sobre trabalho infantil, <a href="http://zide.maktoobblog.com/1619647/%D8%A7%D9%84%D8%AE%D8%A7%D8%AF%D9%85%D8%A7%D8%AA-%D9%81%D9%8A-%D8%A7%D9%84%D9%82%D9%86%D8%A7%D8%A9-%D8%A7%D9%84%D8%AB%D8%A7%D9%86%D9%8A%D8%A9/">fala sobre a questão</a>:</p>
<blockquote>
<div>يجب الآن الانتقال إلى المرحلة الثانية، وهي التحسيس ومواجهة الظاهرةومحاربتها في العمق<br />
أي أن المشكل في فقر الأسر التي تبعث بناتها للاشتغال..<br />
. لكن هناك كذلك مشكل الوعي بخطورة القضية، وبالتالي لا تكفي القوان</div>
</blockquote>
<div class="translation">Agora devemos nos mover para a segunda fase da campanha e para lidar com este problema (trabalho infantil) na sua origem. É o estado de privação que leva muitas famílias pobres a enviarem seus filhos ao trabalho. Mas há também a questão da sensibilização sobre este problema sério, que as leis se provaram insuficientes em seu tratamento.</div>
<p>O blogueiro também fala da questão da sensibilização, algo que as leis não podem mudar:</p>
<div>
<blockquote><p>يجب التركيز على مسألة الوعي، والتحسيس بمختلف عواقب تشغيل الفتيات… وهو ما يتطلب كذلك إعمال النصوص القانوينة الخاصة بالموضوع، وإشعار السلطات المعنية بضرورة القيام بواجبها، ومن ذلك اتفاقية حقوق الطفل التي صادق عليها المغرب، ومدونة الشغل التي تجرم تشغيل من هو/هي في أقل من 15 سنة، وكذلك قانون إجبارية تدريس الأطفال</p></blockquote>
<div class="translation">Devemos focar na questão da sensibilização e informação sobre os vários tipos de consequências deste fenômeno nas garotas&#8230; Isso também requer uma reforma da legislação, e fazer com que as autoridades o levem aos seus deveres no que tange a Convenção dos Direitos da Criança, ratificada pelo Marrocos, e ao Código de Trabalho, que criminaliza o trabalho infantil, que seria o trabalho imposto a crianças menores de 15 anos, além da lei em si, tornando a educação obrigatória para todas as crianças neste país.</div>
<p>Agradecimentos especiais ao <a href="http://globalvoicesonline.org/author/hisham/">Hisham</a> pela assistência na produção deste post.</div>
</div>
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		<title>Tradutor da semana: Boukary Konaté, do Mali</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/09/11/tradutor-da-semana-boukary-konate-do-mali/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/09/11/tradutor-da-semana-boukary-konate-do-mali/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 23:38:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogueiros]]></category>
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		<description><![CDATA[Boukary Konaté, de 31 anos, ensina francês e inglês em uma escola secundária em Bamako, capital do Mali. Ao entrar para o Global Voices Online, sua vida tomou um novo rumo. Ele agora está envolvido em projetos na web para promover sua língua materna, bambara, e para treinar comunidades da zona rural do Mali a usar a internet.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/claire-ulrich/">Claire Ulrich</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/09/06/translator-of-the-week-boukary-konate-in-mali/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><img class="size-medium wp-image-92212" title="Boukary Konaté" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/08/photo-gv-Konate-Boukary-2-296x300.jpg" alt="Boukary Konaté" width="200" align="right" /><a href="http://globalvoicesonline.org/author/claire-ulrich/">Boukary Konaté</a> [fr], 31 anos, ensina francês e inglês em uma escola secundária em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bamako">Bamako</a>, capital do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mali">Mali</a>.</p>
<p>Fé, e muito trabalho, trouxeram o rapaz da zona rural do Mali a Bamako, onde descobriu e se apaixonou pela a World Wide Web.</p>
<p>Entrar para a equipe de tradutores do <a href="http://globalvoicesonline.org/2009/09/06/translator-of-the-week-boukary-konate-in-mali/">Global Voices em Francês</a> [fr] abriu um novo horizonte para ele. Boukary agora está envolvido em vários projetos para promover sua língua materna, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_bambara">bambara</a>, na Web, e para trazer mais acesso à internet para a zona rural de Mali.</p>
<p>Se você estiver no lado do iPhone e da &#8220;sobrecarga de informação&#8221; do abismo digital, perceberá que Boukary tem uma história séria, inspiradora e até mesmo mágica para contar nesta entrevista.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>P: Como você descobriu o Global Voices em Francêse decidiu fazer parte da equipe de tradutores?</strong></p>
<blockquote><p>Aconteceu em dezembro de 2008. Um dia, por volta das 8 horas da noite, eu estava sentado sozinho no meu quarto em Bamako, quando fui tomado pelo desejo de aprender mais. As seguintes palavras formaram-se em minha mente: &#8220;eu quero&#8221;. Estas são palavras poderosas para mim. Levantei-me, fui a uma internet café, reservei um computador e digitei: &#8220;Eu quero&#8221; na barra de pesquisa do Google. Consultei os resultados e encontrei o Global Voices en Français. No dia seguinte, me inscrevi como tradutor voluntário.</p></blockquote>
<p><strong>P: Sua aldeia natal, Sanogola-Bamoussobougou, não tem nem eletricidade quanto mais conexão à internet. Conte-nos um pouco sobre sua vida.</strong></p>
<blockquote><p>Eu sou o filho de Négué, um fazendeiro, e de Kane Djeneba, uma dona de casa. Cresci na fazenda, ajudando meus pais. Uma noite, estava pastoreando vacas com outras crianças quando conheci um homem na estrada, uma sargento. Sua motocicleta Suzuki tinha quebrado. Seu nome era Lassinè Traoré. Enquanto nós o ajudávamos, ele me perguntou se eu ia para a escola. Eu respondi &#8220;não&#8221;. Ele foi ver o meu pai e o aconselhou a me colocar para estudar. Voltou uma semanas após a outra, até que meu pai deu o seu consentimento. O sargento Traoré me disse: &#8220;Deixo você ali. Você tem agora o dever de se sair bem nos estudos para honrar a mim, e mais tarde para cuidar de si mesmo e dos seus pais&#8221;.</p>
<p>Passei seis anos andando seis quilômetros até a escola mais próxima até que me mudei para Bamako para entrar no ensino médio. Trabalhei de pedreiro e fiz bicos nos fins de semana para dar conta das despesas que a bolsa do governo não cobria. Minha mãe queria que eu fosse bem-sucedido na escola, ela fez tudo o que estava ao seu alcance. Fui para o magistério. Gostaria de ter ido para a universidade, mas não tenho condições para isso. Então aprendi por conta própria a usar um computador e a navegar em ciber-cafés em Bamako. A internet acalmou minha sede de conhecimento.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/toujourspassages/3816793899/"></a></p>
<div id="attachment_92213" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/toujourspassages/3816793899/"><img class="size-medium wp-image-92213" title="Boukary (left) and his father" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/08/Boukary-and-his-father-300x225.jpg" alt="Boukary (left) and his father in hunting gear" width="300" height="225" /><br />
</a></p>
<p class="wp-caption-text">Boukary (à esquerda) com seu pai e uma foto dele vestindo sua roupa de caçador. Foto: Toujours Pas Sages, no Flickr</p>
</div>
<p><strong> Q: Como é conexão à interent em Mali hoje em dia?</strong></p>
<blockquote><p>O Mali fez muito para promover novas tecnologias na administração desse governo, mas há muito a se fazer para conectar as pessoas, especialmente nas áreas rurais. O interesse em novas tecnologias é enorme, mas as pessoas não podem acessá-las. O custo de computadores pessoais, capacitação e conexão à internet são muito elevados. Um computador portátil novo custa o equivalente a seis meses de salário de um professor. Em Bamako, uma hora em um cyber café custa em torno de 500 francos CFA (1 dólar) ou até 1.000 francos CFA em cidades menores. Compare isto ao preço de um saco de 50kg de arroz, que é 17.500 francos CFA (cerca de US$ 38,00), é bem fora do alcance da maioria das pessoas.</p></blockquote>
<p><strong>Q: Você não apenas começou a blogar desde que se juntou ao Global Voices, o idioma do seu blog é Bambara!</strong></p>
<blockquote><p>Aconteceu porque o <a href="http://maneno.org/">Maneno.org</a>, uma plataforma de blogs para África co-fundada pela autora e tradutora do Global Voices <a href="http://globalvoicesonline.org/author/elia/">Elia Varela Serra</a> precisava de tradutores africanos. Falo e escrevo em bambara, a principal língua do Mali. Bambara possui fontes especiais [veja este <a href="http://toujourspassage.maneno.org/bam/articles/brw1251408479/">post</a>] e nenhum teclado. Nós resolvemos esse problema com um <a href="http://scripts.sil.org/cms/scripts/page.php?site_id=nrsi&amp;item_id=LegacyTTFKmn&amp;highlight=Mali">teclado virtual</a>. Eu localizei a plataforma em <a href="http://www.maneno.org/bam/home/">bambara</a> e abri meu blog, o <a href="http://fasokan.maneno.org/#">Fasokan</a>. Blogo em bambara e francês sobre o Mali, os problemas dos agricultores e os meus pensamentos.</p>
<p>Agora tenho uma grande vontade de promover as línguas africanas na Web, de modo que o povo africano possa se relacionar e compartilhar em todo o continente. Na área rural do Mali, muitas pessoas falam e aprendem a escrever apenas bambara na escola primária. Eu quero que elas sejam capazes de acessar a Web em bambara também.</p></blockquote>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 250px;"><strong><a href="http://www.flickr.com/photos/toujourspassages/3816759297/"><strong><img title="Toujours pas sage project, Mali" src="http://farm3.static.flickr.com/2493/3816759297_0300de2da1_m.jpg" alt="Boukary treina moradores de vilarejos em Mali a usar a internet. Foto: Toujours Pas Sages no Flickr" width="240" height="180" /></strong></a></strong></p>
<p class="wp-caption-text">Boukary treina moradores de vilarejos em Mali a usar a internet. Foto: Toujours Pas Sages no Flickr</p>
</div>
<p><strong>Q: Esse sonho se tornou realidade neste verão?</strong></p>
<blockquote><p>Meu sonho era trazer a internet para minha aldeia, para introduzir a minha família e os agricultores à web. Através da Global Voices em francês, eu conheci Albertine Meunier, que realiza oficinas de internet com os <a href="http://teatimewithalbertine.tumblr.com/">idosos na França</a>. Lançamos o projeto <a href="http://toujourspassage.tumblr.com/">Toujours Pas Sages</a> (Ainda Não Sábios) no Maneno, em francês e bambara. Graças à <a href="http://www.orangemali.com/decouvrez-orange/fondation.php">Fundação Orange Mali</a>, temos uma conexão de internet móvel para lugares remotos.</p>
<p>Com laptops e telefones com câmera doados, Albertine, sua amiga Caroline e eu treinamos crianças e adultos durante duas semanas em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9gou">Ségou</a> e minha aldeia sobre como usar o Google para encontrar informações, e como usar a web para fazer upload de fotos e vídeos digitais. Os aldeões ficaram tão surpresos que eles sabiam ler e escrever em bambara na Web! Foi um grande sucesso.</p>
<p>Meu pai é caçador e estava muito curioso sobre os caçadores na América e como eles caçam. No Google, ele finalmente descobriu como. E também aprendi que é possível para carregar um telemóvel com um dínamo preso a uma bicicleta. Agora, vamos tentar treinar os meus alunos em Bamako.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Ftoujourspassages%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Ftoujourspassages%2F&amp;user_id=39879513@N06&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=71649" allowfullscreen="true" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Ftoujourspassages%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Ftoujourspassages%2F&amp;user_id=39879513@N06&amp;jump_to="></embed></object></p></blockquote>
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		<title>Japão: Lei limita uso de celulares por crianças em Ishikawa</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/08/18/japao-lei-limita-uso-de-celulares-por-criancas-em-ishikawa/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 19:29:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Casaes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde que a prefeitura de Ishikawa (500 km ao norte de Tóquio) aprovou, em 20 de junho, um regulamento para limitar o uso de celulares por crianças e adolescentes, a primeira deste tipo na nação, a blogosfera discute o que é apropriado para as crianças.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/saeko-robinson/">Saeko Robinson</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/diegocasaes/'>Diego Casaes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/08/15/japan-law-banning-cell-phones-for-kids-passed-in-ishikawa/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Desde que a prefeitura de Ishikawa (500 km ao norte de Tóquio) aprovou, em 20 de junho, um regulamento para limitar o uso de celulares por crianças e adolescentes, a primeira deste tipo na nação, a blogosfera timidamente discute o que é apropriado ou não quando se trata de crianças e celulares. O artigo 33 do <a href="http://www.pref.ishikawa.jp/gikai/gif/kodomojorei.pdf">Ato Compreensivo das Crianças de Ishikawa</a> [ja, pdf] diz que &#8220;Os responsáveis devem tentar não permitir que seus filhos e estudantes que estão no primário, ginásio e escolas especiais portem celulares, exceto em caso de prevenção de desastres ou crimes, ou qualquer outro motivo especial.&#8221; A lei começa a valer em 1° de janeiro de 2010.</p>
<p>Chuei, do blog <a href="http://chuei.blog96.fc2.com/blog-entry-919.html">Mainichi</a>, duvida da eficácia desse regulamento:</p>
<blockquote><p>これによって、「子供の携帯電話を解約しよう」とか考える親は余りいないだろうね。大体、携帯電話でもパソコンでもウェブ閲覧やＥメールができるのに、何で携帯電話だけ規制なんだろうね？携帯電話の通話機能がいけないとも思えない。</p>
<p>家庭用の火災報知器を設置する義務も、罰則が特にないために設置が進んでいないようだし、この条例が施行された所で効果のほどは知れているだろう。多分今後携帯電話が絡んだ小中学生の事件が発生した時の県の言い逃れ（学校に責任なし）とか、そういうことに利用されそうな条例だ。</p></blockquote>
<div class="translation">Eu aposto que nenhum pai pensará em cancelar os celulares de seus filhos por causa disso. Por que regulamentar somente celulares quando se pode enviar emails e navegar na Internet tanto em celulares quanto em computadores? É difícil acreditar que a lei objetiva somente a capacidade de fazer ligações telefônicas. Não espero muitos efeitos com essa lei pois não há punições específicas ou multas, assim como a lei que obriga a instalação de alarmes de incêndio nas residências. Talvez essa lei possa ser usada no futuro em caso de acidentes envolvendo celulares e estudantes em que não haja responsabilidade para a administração da prefeitura (ou seja, quando não há responsabilidade da escola).</div>
<p>Usagi Inu em <a href="http://haru3486.buzzlog.jp/e124897.html">Manya Hompo</a> sugere que telefones pré-pagos solucionarão todos os problemas:</p>
<blockquote><p>私が思うには、ネットに繋がらないプリペイドの携帯電話を持たせたらいいと思います。プリペイド携帯は決められた度数を越えて使う事ができないため、使いすぎを防止するにはいいと思います。<br />
しかし、不景気の時勢に親が子どもの携帯電話の料金を払うなんて時代が変わりました。自分が子どもの頃は携帯もなく、親に連絡する時は小銭を持ち歩いて公衆電話を探していましたけど、今では公衆電話を探すのに苦労するから、子どもに携帯電話を持たせるのも仕方ないのでしょうか。</p></blockquote>
<div class="translation">Acho que a resposta consiste em dar um telefone pré-pago sem acesso à Internet. Já que não se pode ultrapassar o limite de uso nesse tipo de telefone, impede-se o gasto exagerado. Entretanto, os tempos mudaram para os pais poderem pagar celulares para seus filhos durante a recessão. Quando eu era criança não havia celulares. Eu tinha de procurar um telefone público com algumas moedas em mão se eu precisasse falar com meus pais. Bem, atualmente é difícil encontrar telefones públicos então deve ser inevitável dar celulares aos filhos.</div>
<p><a href="http://blog.satt.jp/article/122596949.html">O membro defensor de celulares #1 do SATT</a> que fornece materiais educativos, incluindo para aprendizado na Internet demonstra seu desapontamento com tal lei:</p>
<blockquote><p>持つこと自体を禁止してしまうと、たとえば「公教育の中にケータイを取り入れる」といった試み自体ができなくなってしまいます。</p></blockquote>
<div class="translation">Se banirem o uso do celular, acabarão com uma oportunidade de tentar ideias como a de incorporar celulares no currículo da educação pública.</div>
<p>Ele complementa aconselhando que os criadores da lei deveriam objetivar as possibilidades de uso, ao contrário de limitá-lo:</p>
<blockquote><p>ケータイは、日本においてこれだけ普及し、データ通信部分も含め世界に誇れる技術の固まりなので「制限」から入るのではなく、「何ができるのか」といった可能性に目を向けてほしかったと思います。</p></blockquote>
<div class="translation">Por causa da popularidade de celulares no Japão e a tecnologia, incluindo a comunicação de dados, ser a de maior qualidade no planeta, eu adoraria que eles objetivassem &#8220;o que se pode fazer com isso&#8221; ao contrário de &#8220;impor limites&#8221;.</div>
<p><a href="http://ameblo.jp/kinnme/entry-10290461068.html">Kimme</a>, pai de dois filhos, não consegue entender o porque das crianças precisarem de celulares tão precocemente:</p>
<blockquote><p>我が家は長男が携帯を持ったのは大学に入ってからだ。次男はプリペイド携帯を持たせているが、インターネットを利用出来るようなプランには一切なっていない。いや、別に長男にしろ次男にしろ、自分でバイトして携帯代金払えるなら使って良いと私は思っている。<br />
でも、小学校や中学校の間ははっきり言えば、必要ないと思っていたりする。こんな条例が出来る前から、我が家じゃ小中学生に携帯持たせる気なんてさらさらない訳だ。<br />
でも、条例が出来ちゃうぐらいなんだから、持ってる子供もそれなりにいるって事なんだろう。<br />
防犯の目的で携帯を持つって意味が個人的にはわからない。いや、確かに迷子になって携帯持ってたら探せたりするかもしれない。不審者に連れ去られたら連絡が出来るのかもしれない。塾の帰りが１０時とかだったりするのかもしれない。<br />
でも、防犯のタメに携帯を持たなくちゃならない社会の方が間違っていると私は思うのだけれど。<br />
それよりも、小中学生に携帯電話を持たせる事で引き受けるリスクの方が、よほど大きいとは思わないのだろうか？</p></blockquote>
<div class="translation">Meu filho mais velho ganhou um celular pela primeira vez quando ele ingressou na faculdade. Nós demos a seu irmão mais jovem um telefone pré-pago, mas esse plano não tem nada extravagante como Internet. Acredito que ambos possam comprar o celular que desejarem se forem trabalhar meio período e pagarem a conta por conta própria. Entretanto, enquanto estão no nível fundamental ou ginásio não há nenhuma necessidade.<br />
Mesmo antes desse tipo de lei ter sido aprovada, não tínhamos a intenção de dar celulares a crianças tão jovens em minha família.</p>
<p>Acho que o fato de tal lei ter sido promulgada significa que há bastantes crianças que recebem celulares próprios.</p>
<p>Eu não entendo o que significa ter um celular com o objetivo de prevenir crimes. Bem, se eles se perderem um celular pode ajudar. Talvez pode ajudar se uma criança for sequestrada. Ou talvez para me informarem que chegarão em casa às 22h, após a escola preparatória.</p>
<p>Mas eu acho que a sociedade deve estar errada se uma criança precisar carregar consigo um celular para se prevenir de crimes.</p>
<p>Ao contrário, não acham que o risco de exposição é muito maior quando se dá um celular para estudantes do fundamental ou ginásio?</p></div>
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		<title>Brasil: O dia em que o campus da USP virou campo de batalha</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/06/25/brasil-o-dia-em-que-o-campus-da-usp-virou-campo-de-batalha/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 10:35:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Photos]]></category>
		<category><![CDATA[Portuguese]]></category>
		<category><![CDATA[Protesto]]></category>
		<category><![CDATA[Video]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

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		<description><![CDATA[Um protesto pacífico contra a ocupação da polícia na maior universidade brasileira acabou em um confronto violento entre manifestantes e polícia. A blogosfera discute.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/paulagoes/">Paula Góes</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/06/20/brazil-the-countrys-largest-university-becomes-a-battlefield/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><blockquote><p>Quando chegamos na altura do gramado, havia uma multidão de centenas de pessoas, a maioria estudantes correndo e a tropa de choque avançando e lançando bombas de concusão (falsamente chamadas de &#8220;efeito moral&#8221; porque soltam estilhaços e machucam bastante) e de gás lacrimogêneo. A multidão subiu correndo até o prédio da História/ Geografia, onde a assembléia havia sido interrompida e começou a chover bombas no estacionamento e entrada do prédio (mais ou menos em frente à lanchonete e entrada das rampas). Sentimos um cheiro forte de gás lacrimogêneo e dezenas de nossos colegas começaram a passar mal devido aos efeitos do gás – lembro da professora Graziela, do professor Thomás, do professor Alessandro Soares, do professor Cogiolla, do professor Jorge Machado e da professora Lizete todos com os olhos inchados e vermelhos e tontos pelo efeito do gás. A multidão de cerca de 400 ou 500 pessoas ficou acuada neste edifício cercada pela polícia e 4 helicópteros. O clima era de pânico. Durante cerca de uma hora, pelo menos, se ouviu a explosão de bombas e o cheiro de gás invadia o prédio.</p></blockquote>
<p>O texto acima é um trecho do testemunho do Prof. Dr. Pablo Ortellado, publicado no blog <a href="http://letrasemgreve.blogspot.com/2009/06/relato-do-prof-pablo-ortellado-each-usp.html">Letras em Greve</a>, sobre a manifestação pacífica no campus da Universidade de São Paulo (USP) que terminou em confronto violento na terça-feira, 09 de junho. Vários manifestantes foram feridos e alguns presos. Outro professor, <em><a href="http://marculus.net/">Marcos Ferreira Santos</a></em>, publica a foto abaixo e o seu relato:</p>
<div id="attachment_79563" class="wp-caption aligncenter" style="width: 378px"><a rel="attachment wp-att-79563" href="http://pt.globalvoicesonline.org/?attachment_id=79563"><img class="size-full wp-image-79563" title="marcosfe_gas_jun_2009" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/06/marcosfe_gas_jun_2009.jpg" alt="Professor Marcos Ferreira foi para nos jornais" width="368" height="329" /></a><p class="wp-caption-text">Professor Marcos Ferreira, no momento que foi atingido por gás lacrimogênio</p></div>
<blockquote><p>Esta é a maneira de &#8220;dialogar&#8221; da PM e da Reitoria.<br />
Na tentativa de conversar com o comandante da unidade de choque, o despreparo, má formação e autoritarismo de PMs na ação, levaram a me agredir com gás de pimenta, de maneira gratuita, violenta e sem nenhuma necessidade. Atingiram também minha esposa, Solange Francisco, funcionária. Ao falar com o comandante, Ten Cel Longo, me desrespeitou e ao me identificar como professor da USP, ameaçou me &#8220;prender&#8221;, com a mesma prepotência que somente havia visto com o Cel. Erasmo Dias, na invasão da PUC em 1977, quando eu era ainda estudante secundarista. O comando da PM no local também é despreparado. Depois com os professores Lisete Arelaro, Chico Miraglia e outros, tentamos novamente conversar para evitar o confronto, mas a resposta foi com bombas de gás lacrimogênio.<br />
O mesmo despreparo, má formação e autoritarismo da Reitora Suely Vilela, demonstrando sua incompetência em gerir conflitos na USP.</p></blockquote>
<p>O vídeo abaixo, editado por um grupo de editores independente, mostra o início pacífico da manifestação e o final não tão pacífico assim:</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/umPd5Sz9tjQ&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/umPd5Sz9tjQ&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p><em><a href="http://www.edu-factory.org/edu15/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=171:scientific-community-teargassed-in-brazil-&amp;catid=34:struggles&amp;Itemid=53"><em>Pablo Ortellado</em></a></em> traz mais informações sobre os antecedentes da situação em uma carta assinada por um grupo de professores em busca do apoio da comunidade acadêmica e científica internacional:</p>
<blockquote><p>Conflicts started after a one month strike of university workers whose employment status is being disputed due to a legal controversy over university autonomy to hire its workers without approval of state representatives. Over one thousand workers might loose their jobs. Workers started a strike on May 5 demanding the preservation of their jobs and other labor demands. On May 27, workers started to block the entrance of four university buildings because, according to them, university management was threatening workers who were using their legal right to strike. On June 1, administration called the military police to intervene. On June 4 professors joined the strike protesting police occupation of campus. on June 5, professors had a two hours meeting with management asking for a non-military solution to the labor conflict. However, common sense did not prevail and military police attacked a peaceful demonstration of students and workers yesterday (June 9). 120 professors were discussing the crisis when the meeting was interrupted by news of a police attack. A few minutes later teargas and concussion bombs exploded inside the building. Several of our colleagues and students were hurt. The academic community is shocked.</p></blockquote>
<div class="translation">Os conflitos começaram após um mês de greve dos funcionários da universidade cujos vínculos empregatícios com a universidade estão sendo contestados devido a uma disputa jurídica sobre a autonomia da universidade para contratar funcionários sem a sua aprovação dos representantes estaduais. Mais de mil funcionários poderão perder o emprego. Os funcionários iniciaram uma greve em 5 de maio, exigindo a preservação de seus empregos dentre outras exigências trabalhistas. Em 27 de maio, os funcionários começaram a bloquear a entrada de quatro prédios universitários, porque, segundo eles, a reitoria estava ameaçando os trabalhadores que estavam fazendo uso do direito de greve. Em 1º de junho, a reitoria chamou a polícia militar para intervir. Em 4 de junho, os professores aderiram à greve, em protesto contra a ocupação do campus pela polícia. Em 5 de junho, os professores tiveram uma reunião de duas horas com a reitoria, solicitando uma solução para o conflito trabalhista que não envolvesse a polícia. No entanto, o senso comum não prevaleceu e a polícia militar atacou uma manifestação pacífica de estudantes e funcionários ontem (9 de junho). 120 professores estavam discutindo a crise quando a sessão foi interrompida pela notícia do ataque da polícia. Alguns minutos mais tarde, gás lacrimogéneo e bombas de efeito moral explodiam no interior do edifício. Vários de nossos colegas e alunos saíram machucados. A comunidade acadêmica está chocada.</div>
<p>Naquela terça, a tropa de choque entrou em confronto com estudantes, funcionários e professores durante uma manifestação que tinha como objetivo exatamente exigir a saída dos policiais do campus. O evento foi bem documentado e <a href="http://www.gpopai.org/greve2009/index.php?title=P%C3%A1gina_principal">muitos relatos podem ser encontrados online</a>. <em><a href="http://passapalavra.info/?p=5786">Roque</a></em>, estudante da USP, registra o seu relato pessoal e lembra o passado de repressão que a USP já foi palco:</p>
<blockquote><p>Segundo informações do Sindicato dos Trabalhadores da USP, o Sintusp, a última vez em que houve uma intervenção policial no campus da Cidade Universitária foi em 1979, há exatamente 30 anos atrás, nos tenebrosos tempos da ditadura militar, e contando com um efetivo de 10 ou 15 policiais desarmados.</p></blockquote>
<p>Há trinta anos, a comunidade da USP havia ido às ruas para levantar pela primeira vez a palavra de ordem de “Abaixo a Ditadura Militar!”. Três décadas depois, a polícia militar volta ao campus da USP porque reitora Suely Vilela conseguiu na Justiça a reintegração de posse dos prédios que haviam sido ocupados por funcionários. Com a entrada da polícia na cidade universitária, professores e alunos aderiram à greve em protesto. <em><a href="http://www.idelberavelar.com/archives/2009/06/serra_nao_pode_ser_presidente_notas_sobre_a_barbarie_na_usp.php">Idelber Avelar</a></em> também afirma que a entrada da polícia na equação causa trauma e a revolta que apenas prejudicam qualquer tentativa de negociação. Ele acha que o governo de São Paulo deveria ser responsabilizado pelos acontecimentos:</p>
<blockquote><p>Os erros, excessos ou táticas reprováveis do movimento universitário são uma coisa. O envio do batalhão de choque da Polícia Militar, o espancamento de estudantes e o uso dos cassetetes e das bombas de gás lacrimogêneo são crimes, são acontecimentos de dimensão completamente distinta. São responsabilidade direta da Polícia subordinada ao governador. Ele tem obrigação de responder por ela. São atrocidades perpetradas pelo poder público.</p></blockquote>
<div id="attachment_80995" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px;"><a href="http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2009/06/448626.shtml"><img class="size-medium wp-image-80995" title="448637" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/06/448637-300x200.jpg" alt="Photo from CMI Brasil's website" width="300" height="200" /></a></p>
<p class="wp-caption-text">Foto: CMI Brasil</p>
</div>
<p>De acordo com a versão da Polícia Militar, o confronto começou quando um grupo de cinco ou seis estudantes provocou policiais motociclistas. <em><a href="http://www.verbeat.org/blogs/aleph/2009/06/preservacao-da-integridade-fisica.html">Pablo Pamplona</a></em> responde sarcasticamente às alegações do coronel Cláudio Longo, comandante da operação, durante uma entrevista à rádio:</p>
<blockquote><p>Segundo o coronel, estudantes PEGARAM os policiais de suas motocicletas (que os pobres coitados não tiveram tempo de fugir ou se proteger, afinal todo seu equipamento não era páreo para os livro e mochilas <a href="http://hariprado.wordpress.com/2009/06/09/debelado-foco-guerrilheiro-na-usp/" target="_blank">mortais</a> dos <span style="text-decoration: line-through;">estudantes</span> terroristas) e os fizeram de REFÉNS.</p>
<p>Tá.</p>
<p>Esse mesmo senhor coronel, durante a mesma entrevista, discute com uma garota que lhe aparece aos gritos argumentando algo sobre os absurdos cometidos pela PM. Ele ameaça prendê-la. Ela quer saber a razão. <a href="http://incendioacidental.blogspot.com/2008/05/ditadura-no-acabou-camarada.html" target="_blank">Desacato</a> à autoridade, ele diz.</p>
<p>O repórter finaliza falando que ainda há tensão no local, com &#8220;estudantes que <em>agridem</em> policiais e policiais queeee&#8230; <em>retiram</em> estudantes&#8221;.</p>
<p>Onde quero chegar: está claro que as razões apresentadas pelos representantes da polícia são falsas. Não preciso explicar isso. As grandes mídias (ou seja, aquelas nas quais você não consegue expor a sua voz) dão sempre atenção especial às versões dos policiais. Tanto que na manifestação, os repórteres seguiram atrás do próprio batalhão da polícia, como a segunda fila de combate em um campo de guerra. Eles não querem as versões dos manifestantes, não lhes interessa. E essa mídia é a maior formadora de opinião da população. Façamos as contas.</p></blockquote>
<div id="attachment_80985" class="wp-caption aligncenter" style="width: 209px;"><a href="http://www.adusp.org.br/galeria/index.php?album=fotos%2F20090609&amp;image=IMG_2093.jpg"><img class="size-medium wp-image-80985" title="Police_Vs_Flowers" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/06/img_2093_595-199x300.jpg" alt="An armed police officer steps on flowers offered by students. From the USP's Teachers Union photo gallery" width="199" height="300" /></a></p>
<p class="wp-caption-text">Foto: ADUSP</p>
</div>
<p>Para muitos, a posição da imprensa é de aliada do governo e da reitoria, que acusam os manifestantes de pertenceram a uma minoria. Acompanhando o desenrolar dos acontecimentos pela TV e blogando ao vivo, <em><a href="http://tsavkko.blogspot.com/2009/06/usp-invadida-policia-marginal-invade.html">Raphael Garcia</a></em> faz uma análise da cobertura dos eventos na imprensa, que segundo ele apoiou 100% os policiais:</p>
<blockquote><p>1. Confronto entre Polícia e estudantes: Que confronto? Os estudantes protestavam pacificamente e foram atacados e em momento algum reagiram!</p>
<p>2. Provocação dos estudantes: Que provocação? O próprio repórter da rede afirmou que estavam distribuindo flores e haviam bloqueado uma rua! Bloquear uma rua em um protesto legítimo é suficiente para apanhar da PM?</p>
<p>E para fechar ainda falam &#8220;vejam como eram poucos policiais contra centenas de estudantes!&#8221; Só esqueceram de avisar que os estudantes estavam &#8220;armados&#8221; com rosas e a polícia com armas e balas!</p>
<p>Simplesmente um absurdo esta imprensa marrom, vendida, golpista!</p></blockquote>
<p><em><a href="http://breviario.org/relances/2009/06/10/de-como-a-universidade-de-sao-paulo-se-converte-em-palco-de-desmandos/">Vinicius Justo</a></em> faz um retrospecto dos acontecimentos e conclui:</p>
<blockquote><p>Se enganam aqueles que dizem que foi algo “justo”. Não pode ser justo uma força da polícia perseguir pessoas por 500 metros adentro da universidade. Não pode ser justo todos os policiais presentes estarem sem a devida identificação. Não pode ser justo o comandante da polícia dizer que interviu porque policiais “tinham sido feito reféns”. Com quem este homem está brincando? É assim que ele pretende se sair da acusação de força desproporcional? É assim que pedem para que confiemos na polícia?</p>
<p>Não é mais possível permanecer neutro, como eu disse acima. É preciso mostrar que não se pode tratar deste modo pessoas que protestam pacificamente contra um governo que impõe decisões, abstém-se do diálogo e pretende garantir o monopólio da razão. Havia os manifestantes que buscavam confronto direto com a polícia? Claro que havia. Estes são uma minoria. E não devem servir de base para fazer centenas de pessoas de bem passarem momentos de medo. Os vídeos estão na internet.</p></blockquote>
<div id="attachment_80988" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px;"><a href="http://www.adusp.org.br/galeria/index.php?album=fotos%2F20090609&amp;image=AA1_3116.jpg"><img class="size-medium wp-image-80988" title="aa1_3116_595-1" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/06/aa1_3116_595-1-300x199.jpg" alt="Photo from the USP's Teachers Union gallery" width="300" height="199" /></a></p>
<p class="wp-caption-text">Foto: ADUSP</p>
</div>
<p>O post acima deixa claro que nem todo mundo na comunidade da USP achou errada a intervenção policial. <em><a href="http://stoa.usp.br/calsaverini/weblog/51705.html">Rafael Sola</a></em> acha que já estava na hora de alguns dos atos de grevistas serem combatidos, como a invasões de prédios da universidade que marcou o início do confronto:</p>
<blockquote><p>Quem acompanha de perto vê barricadas, cerceamento da liberdade, patrulhamento ideológico que chega até o limite da agressão física e de ameaças de sequestro. É preciso ir bem perto para ver como uma parte podre desse movimento grevista age de forma mafiosa e criminosa. Eu tenho amigos que sofreram ameaças de morte por protestarem contra os piquetes. Uma garota foi agredida na História por querer passar pelas barricadas e usar as salas de aula.</p></blockquote>
<p><a href="http://stoa.usp.br/catiapietros/weblog/51818.html"><em>Catia P</em>.</a> relata agressões por parte de estudantes que apoiavam a greve àqueles que foram às aulas. A turma de tradução dela, impedida de estudar, lança o seguinte manifesto:</p>
<blockquote><p>Ninguém queria ver esse tipo de coisa dentro do campus. O recurso à ilegalidade por parte desse pessoal é de longa data: fechamento de portões, barricadas, violência e destruição do patrimônio público, invasões de prédios, são coisas que já fazem parte do cotidiano da USP já faz muito tempo. A ação pela recuperação da legalidade foi muito protelada, por medo de que a sociedade interpretasse mal imagino.</p>
<p>Nós sabemos que ao optar por fazer a prova estávamos, inevitavelmente, nos posicionando contra esta greve, mas não tínhamos sido avisados que a mobilização em favor de uma determinada ideologia é compulsória. Preferimos acreditar na autonomia da escolha do indivíduo. Nós lamentamos a truculência da polícia com os estudantes e nos posicionamos, também, contra isso. Porém, não admitimos que o nosso direito de escolha seja desrespeitado. Quando se tira o direito de escolha de alguém, tira-se sua alma. E não aceitamos que ninguém, nem mesmo os estudantes da Universidade de São Paulo, faça isso conosco.</p></blockquote>
<div id="attachment_81000" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px;"><a href="http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2009/06/448626.shtml"><img class="size-medium wp-image-81000" title="448630" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/06/448630-300x200.jpg" alt="Photo: CMI Brasil" width="300" height="200" /></a></p>
<p class="wp-caption-text">Foto: CMI Brasil</p>
</div>
<p>Já para <em><a href="http://inside-a-girls-mind.blogspot.com/2009/06/normal-0-21-microsoftinternetexplorer4.html">Mariana</a></em>, mesmo que não se concorde com as táticas dos grevistas ou estudantes, há de se concordar que cada um tem o direito de pensar, se expressar e lutar pelo que se acha justo e importante - sem apanhar:</p>
<blockquote><p>Mas apoiar tal ato ditadorial? Achar que vale tudo para preservar a “ordem”? Que é válido utilizar sprays de pimenta e bombas de efeito moral como instrumentos políticos?</p>
<p>É cuspir em cima de toda forma de liberdade que existe - ou que deveria existir. Não é &#8220;apenas&#8221; um crime, não é só porque faz todos aqueles que um dia já lutaram e/ou morreram pelo direito de se manifestar se revirarem nos caixões - ou cemitérios clandestinos.</p>
<p>É você, ser humano (?), achar que tudo bem um outro ser humano APANHAR e ser PERSEGUIDO porque ele defende algo com o qual você não concorda e de alguma forma fez com que você se sentisse prejudicado. APANHAR e ser PERSEGUIDO. Daí pra ser assassinado/torturado porque discorda é um passo. Pequeno, eu diria.</p>
<p>Que mundo é esse, gente? Que tipo de pessoas são essas?</p></blockquote>
<p>Estudantes, funcionários e professores têm se reunido em assembléias gerais para discutir novas acções e outras manifestações, e a greve continua. Algumas outras manifestações tanto, pró e contra a greve, também terminaram em violência na semana passada. A Universidade de São Paulo é uma das maiores instituições de ensino superior na América Latina, oferecendo 600 cursos para 75.000 alunos.</p>
<p><a href="http://tudo-em-cima.blogspot.com/2009/06/realidade-paralela-invasao-da-usp-pela.html"> </a></p>
<div id="attachment_79793" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px;"><a href="http://tudo-em-cima.blogspot.com/2009/06/realidade-paralela-invasao-da-usp-pela.html"><img class="size-full wp-image-79793" title="3" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/06/3.jpg" alt="- They are armed with rules and notebooks! &lt;br&gt; We'd better ask more forces! &lt;br&gt; Photo from Tudo de Bom blog" width="400" height="300" /></a></p>
<p class="wp-caption-text">Cartum do Tudo de Bom blog</p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Cazaquistão: Impasse educacional</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/06/15/cazaquistao-impasse-educacional/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/06/15/cazaquistao-impasse-educacional/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 20:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Maestre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Central Asia & Caucasus]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Kazakhstan]]></category>
		<category><![CDATA[Russian]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

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		<description><![CDATA[O problema dos livros escolares do Cazaquistão ainda é muito urgente - inúmeras falhas de impressão, erros fatuais e linguagem inadequada são características desses livros. Recentemente, o ministro da Educação declarou ao partido governante sobre sua atuação e disse que o ministério não é responsável por eles, pois eles são reconhecidamente desenvolvidos pelas editoras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/adam-kesher/">Adil Nurmakov</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/carlosmaestre/'>Carlos Maestre</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/06/15/kazkahstan-educational-deadlock/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<p>O problema dos livros escolares do Cazaquistão ainda é muito urgente - inúmeras falhas de impressão, erros fatuais e linguagem inadequada são características desses livros.</p>
<p>Recentemente, o ministro da Educação declarou ao partido governante sobre sua atuação e disse que o ministério não é responsável por eles, pois eles são reconhecidamente desenvolvidos pelas editoras. Isto não é verdade, <a href="http://slavasay.livejournal.com/72571.html">destaca slavasay</a>; ele lembra que há 4 anos o centro de pesquisa para o &#8220;livro escolar&#8221; foi criado sob aval do ministério. Ele também dá um exemplo do trabalho do ministério [ru]:</p>
<blockquote><p>A capa do livro escola de &#8220;Língua Russa&#8221; tem duas falhas de impressão no título e uma no nome. É difícil imaginar o que tem dentro.</p></blockquote>
<p><a href="http://megakhuimyak.livejournal.com/629307.html">Megakhuimyak compartilha</a> suas impressões depois da experiência de lecionar na escola informal de jornalismo e em uma instituição de educação superior [ru]:</p>
<blockquote><p>Conclusão: O sistema educacional será salvo por pequenas escolas de pós-graduação, que fornecem conhecimento em uma especialidade e onde profissionais experientes estão ensinando. Empregadores em breve respeitarão tais certificados mais do que os diplomas das universidades.</p></blockquote>
<p>Enquanto isso, o governo considera a possibilidade de introduzir o teste obrigatório para detectar o uso de drogas nas escolas. O motivo é a boa intenção - cuidar da saúde das crianças. <a href="http://itsuken.livejournal.com/37472.html">Itsuken duvida</a> - em caso do teste dar resultados positivos, que a criança sofrerá com preconceitos na escola; além disso, após tal descoberta, ele deveria se inclinar mais em favor da comunicação com crianças marginais [ru]:</p>
<blockquote><p>E mais, a polícia será eterno discreditada se for tapeada por um adolescente. E nosso sistema de saúde é tão dúbio que chega a ser bem assustador para deixar uma criança passar por um exame de sangue. Seria bem melhor gastar esses recursos para a organização do tempo ocioso das crianças.</p></blockquote>
<p><em>Também publicado em <a href="http://www.neweurasia.net/politics-and-society/kazakhstan-educational-deadlock/">neweurasia</a>.</em></div>
]]></content:encoded>
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		<title>Índia: Perspectivas sobre Crescer na Índia</title>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 00:06:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Graças ao programa Adobe Youth Voices ("Vozes Jovens da Adobe"), pessoas jovens de diferentes partes do mundo estão tendo a oportunidade de experimentar com equipamentos audivisuais e contar suas próprias histórias de sua própria perspectiva. Este é o caso da Índia, onde jovens de muitas escolas e subúrbios estão fazendo seus vídeos para mostrar o mundo que os cerca, e suas preocupações e condições de vida.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/juliana-rincon-parra/">Juliana Rincón Parra</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/05/28/india-perspectives-on-growing-up-in-india/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/05/ayv.jpg"><img title="Logo do Adobe Youth Voices" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/05/ayv.jpg" alt="Logo do Adobe Youth Voices" width="200" /></a><p class="wp-caption-text">Logo do Adobe Youth Voices</p></div>
<p>Graças ao programa <a href="http://www.adobe.com/cfusion/ayv/index.cfm">Adobe Youth Voices</a> (&#8221;Vozes Jovens da Adobe&#8221;) [en], pessoas jovens de diferentes partes do mundo estão tendo a oportunidade de experimentar com equipamentos audivisuais e contar suas próprias histórias de sua própria perspectiva. Este é o caso da Índia, onde jovens de muitas escolas e subúrbios <a href="http://www.adobe.com/cfusion/ayv/index.cfm?c=42">estão fazendo vídeos</a> [en] para mostrar o mundo que os cerca, e suas preocupações e condições de vida. Primeiro, um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=PhGB2zt_Vrw">vídeo</a> [hi] mostrando a diferença do tratamento dado a garotos e garotas na Índia, e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=PjyAdmpoEB0">outro vídeo</a> [hi] mostrando as dificuldades enfrentadas por uma garota quando ela tem que fazer os serviços de casa e não tem tempo para fazer os deveres de casa da escola, e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=6N6sItm3CYY">o caso</a> [hi] de um garoto punido pelos pais por reprovar em um curso, e que então começa a fumar por conta da pressão de sua família.</p>
<p>Este primeiro vídeo, <em>Freedom</em> (&#8221;Liberdade&#8221;), é descrito por Meera Sinha em seu blogue <a href="http://meerasinha.wordpress.com/2009/05/11/student-film/"><em>A Year in India</em></a> (&#8221;Um Ano na Índia&#8221;) [en]:</p>
<blockquote><p>An interesting side note: Freedom was spearheaded by 17-year-old Mubeen, whom I’ve previously written about <a href="http://meerasinha.wordpress.com/2009/04/06/portraits-of-bangalore/">here</a> (and who is the film’s leading lady). Toward the end of the video, you’ll notice an older woman being interviewed about why she loves her son more than her daughter. Keep in mind that the interviewer in that interaction is Mubeen; the interviewee, her mother.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Uma interessante nota: [O vídeo] Freedom foi produzido por Mubeen, de 17 anos, sobre quem eu já escrevi <a href="http://meerasinha.wordpress.com/2009/04/06/portraits-of-bangalore/">aqui</a> [en] (e que é a protagonista do filme). Próximo ao final do vídeo, você verá uma mulher mais velha sendo entrevistada e respondendo por quê ama mais a seu filho do que a sua filha. Preste atenção no fato de que nesta entrevista, a entrevistadora é Mubeen, e a entrevistada é a sua mãe.&#8221;</div>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/PhGB2zt_Vrw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/PhGB2zt_Vrw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Se o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=PhGB2zt_Vrw">vídeo anterior</a> [hi] nos deu impressões sobre a vida de uma garota que teve que se dividir entre os trabalhos domésticos e os trabalhos de escola, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=PjyAdmpoEB0">este outro vídeo</a> [hi], da Escola Védica Kanya em Delhi, mostra as perspectivas acadêmicas da vida de garotas que tem responsabilidades dobradas, e sobre como a falta de tempo para fazer seus deveres de casa pode afetar seus desempenhos:</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/PjyAdmpoEB0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/PjyAdmpoEB0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>E <a href="http://www.youtube.com/watch?v=6N6sItm3CYY">neste último vídeo</a> [hi], da Escola Pública Noida em Delhi nos traz a perspectiva de um garoto crescendo na Índia, lançando luz sobre como o tabagismo na adolescência pode ser causado por problemas em casa e pressão familiar.</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/6N6sItm3CYY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6N6sItm3CYY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Você pode assistir muitos outros vídeos feitos por jovens no site do <a href="http://www.adobe.com/cfusion/ayv/index.cfm">Adobe Youth Voices</a> [en], onde você pode fazer buscas por locais específicos e aprender muito sobre a vida na Índia, mas também sobre os jovens do Senegal e da África do Sul, assim como nos Estados Unidos da América, Canadá e Inglaterra.</p>
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		<title>Marrocos: Cuidando dos Animais</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2009 22:29:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[O American Fondouk é um hospital para animais em Fez, no Marrocos, que foi fundado em 1920 e é financiado pela Massachusetts Society for the Prevention of Cruelty to Animals (MSPCA - Sociedade de Massachusetts para Prevenção contra Crueldade com Animais). O Hospital, que provê cuidados para animais de grande e pequeno porte, emprega principalmente veterinários e funcionários marroquinos, contudo, o American Fondouk ganhou recentemente visibilidade na blogosfera por conta dos esforços blogueiros de um veterinário visitante, o Dr. Dan Biros de Boston. Dr. Biros, que é especialista em oftalmologia animal, está escrevendo uma crônica de seu trabalho no Fondouk em seu blog oficial.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/jillian-york/">Jillian C. York</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/05/05/morocco-taking-care-of-animals/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>O <a href="http://mspca.convio.net/site/PageServer?pagename=fondouk_home">American Fondouk</a> [en] é um hospital para animais em Fez, no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marrocos">Marrocos</a>, que foi fundado em 1920 e é financiado pela <a href="http://www.mspca.org/">Massachusetts Society for the Prevention of Cruelty to Animals</a> [en] (MSPCA - Sociedade de Massachusetts para Prevenção contra Crueldade com Animais). O Hospital, que provê cuidados para animais de grande e pequeno porte, emprega principalmente veterinários e funcionários marroquinos, contudo, o American Fondouk ganhou recentemente visibilidade na blogosfera por conta dos esforços blogueiros de um veterinário visitante, o Dr. Dan Biros de Boston. Dr. Biros, que é especialista em oftalmologia animal, está escrevendo uma crônica de seu trabalho no Fondouk em seu <a href="http://www.mspca.org/site/PageServer?pagename=fondoukblog">blog oficial</a> [en]. Em um post recente, ele <a href="http://www.mspca.org/site/News2?page=NewsArticle&amp;id=14321&amp;security=2001&amp;news_iv_ctrl=-1">fala sobre</a> [en] questões de cuidados com animais no Marrocos.</p>
<blockquote><p>It is not clear to me precisely how much knowledge Moroccan pet owners have about taking good care of their pets. The human animal bond is universal, but there are distinct cultural differences regarding how appropriate pet care should be administered. Issues of animal cruelty abound everywhere and it was for this reason that the American Fondouk was founded more than 80 years ago. I am convinced that the Fondouk’s staff members continuously help the local population understand what it takes to provide adequate care for an animal at every opportunity. This is not an easy task. They work by example. It is very reassuring to see this each day I am here.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Não é muito claro para mim precisamente quanto conhecimento os proprietários de animais marroquinos tem sobre como tomar conta de seus animais. A ligação entre humanos e animais é universal, mas há diferenças culturais distintas (sic) sobre como os cuidados animais apropriados devem ser administrados. Problemas com crueldade contra animais acontecem em todos os lugares, e foi por esta razão que o American Fondouk foi fundado a mais de 80 anos atrás. Eu estou convencido de que os membros da equipe do Fondouk ajudam continuamente a população local a entender o que é necessário para se prover cuidados adeqados para um animal em todas as situações. Esta não é uma tarefa fácil. Eles trabalham dando exemplos. É muito reconfortante ver isso cada dia que estou aqui.&#8221;</div>
<p>Na última noite da estada do Dr. Biros em Marrocos, ele <a href="http://www.mspca.org/site/News2?page=NewsArticle&amp;id=14351&amp;security=2001&amp;news_iv_ctrl=-1">escreveu</a> [en]:</p>
<blockquote><p>To me, paradise is not the utter fulfillment of one’s desires and the absolute elimination of every bad thing; rather it is the act of giving and receiving, exchanging our gifts to one another no matter how great or small. Paradise is ensuring that we are an active participant, to the best of our ability, in this sometimes crazy world and consciously soaking it all in along the way. No matter how one defines paradise, I feel that part of the definition is the wish for paradise to endure.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Para mim, o paraíso não é a realização de todos os desejos de uma pessoa e a absoluta eliminação de todas as coisas ruins; e sim o ato de dar e receber, partilhar nossas dádivas uns com os outros não importa quão grandes ou pequenas elas sejam. O paraíso é assegurar-se de que nós somos uma parte ativa, no melhor de nossas habilidades, neste mundo por vezes tão louco, e estar conscienciosmente mergulhado nele durante todo o caminho. Não interessa como uma pessoa define o paraíso, eu sinto que uma parte da definição é o desejo de que o paraíso dure.&#8221;</div>
<p>Finalmente, Dr. Biros escreveu sobre suas experiências em sua última noite em Fez:</p>
<blockquote><p>Alicia and I were invited by a Berber family for dinner and company tonight. A man who sells carpets, a complete stranger we met only the day before in the medina, had us over for chicken couscous, tea and conversation. His wife and two teenage daughters were there and the oldest daughter made henna designs on Alicia’s hands and arms. Henna is a beautiful ornate art of India and Arabia that goes back centuries. We talked of family and work, and shared the meal from a single large bowl as is traditional in Morocco, each of us using our own spoon.</p>
<p>The apartment was modest but had everything one needs, a kitchen, family room and sleeping quarters. It also provided a fine view of the medina from the rooftop, where you felt a bit like a bee in a large honeycomb. As we looked out at the labyrinth of the city we realized how very welcome we are here and at the very same time how very far away from home we found ourselves. How often would something like this happen in Boston? The whole evening was mesmerizing and as dizzying as it was comforting. This is paradise.</p>
<p>Until we write again,<br />
M’a ssalama (peace and goodbye)</p>
<p>Dr. Biros</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Alicia e eu fomos convidados por uma família bérbere para jantar e os fazer companhia hoje a noite. Um homem que vende tapetes, um completo estranho que conhecemos ontem na medina, nos convidou para comer cuscuz de frango, tomar chá e conversar. Sua esposa e suas duas filhas adolescentes estavam lá, e sua filha mais velha fez desenhos de henna nas mãos e braços de Alicia. A henna é uma bela arte ornamental indiana e árabe que data de séculos atrás. Nós falamos sobre família e trabalho, e partilhamos nossa refeição de uma única grande bacia como é tradicional no Marrocos, cada um de nós usando sua própria colher.</p>
<p>O apartamento era modesto mas tinha tudo que se pode precisar, uma cozinha, uma sala de estar para a família e quartos de dormir. E tinha também uma bela vista da medina de cima do telhado, onde você se sentia um pouco como uma abelha em uma colméia gigante. Enquanto olhávamos para os labirintos da cidade nós percebemos o quão bem vindos nós somos aqui e ao mesmo o tempo quão longe de casa estávamos. Quão frequentemente uma coisa como aquelas aconteceria em Boston? A noite inteira foi fascinante, ao mesmo tempo estonteante e confortante. Isto é o paraíso.</p>
<p>Até escrevermos novamente,<br />
M&#39;a ssalama (paz e adeus)</p>
<p>Dr. Biros&#8221;</p></div>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img title="Mural" src="http://farm4.static.flickr.com/3304/3447463899_a0f9f1e3b4.jpg" alt="Um mural no American Fondouk" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Um mural no American Fondouk</p></div>
<p>A blogueira por trás do <em>Près do Puits</em> também escreveu recentemente sobre o Fondouk, onde ela levou seus gatos para serem vacinados. A blogueira <a href="http://presdupuitsinmorocco.blogspot.com/2009/05/american-fondouk-in-fez-animal-hospital.html">disse</a> [en]:</p>
<blockquote><p>In Fez, there is an amazing, almost magical, place. This is the American Fondouk, an animal hospital founded in the 1920s by Sidney Haines Coleman, who cared about the health of the working animals of Morocco. Almost a century later, the Fondouk - which means hotel in Arabic - still treats for free thousands of animals every year. Lots of working animals - mares and donkeys -, but also cats and dogs (though I guess they didn’t treat many of those in the 1920s).</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Em Fez, há um lugar maravilhoso, quase mágico. É o American Fondouk, um hospital para animais fundado em 1920 por Sidney Haines Coleman, que se importava com a saúde dos animais de trabalho do Marrocos. Quase um século depois, o Fondouk &#8212; que significa hotel em arábico &#8212; ainda trata gratuitamente de milhares de animais todos os anos. Muitos animais de trabalho &#8212; éguas e jumentos &#8212; mas também gatos e cães (embora eu ache que eles não tratavam de muitos desses em 1920).</div>
<p>Ela também publicou uma série de fotos do Fondouk e seus pacientes:</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 385px"><img title="Paciente" src="http://farm4.static.flickr.com/3567/3447466237_d275158997.jpg" alt="Um paciente do American Fondouk" width="375" height="500" /><p class="wp-caption-text">Um paciente do American Fondouk</p></div>
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		<title>Brasil: Uma reserva natural privada - É possível?</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/03/28/brasil-uma-reserva-natural-privada-e-possivel/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 16:21:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Arruda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Americas]]></category>
		<category><![CDATA[Brazil]]></category>
		<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[A sociedade está exigindo ações "verdes" e a política do Brasil que motiva os proprietários de terras a participarem do Sistema Nacional de Unidades de Conservação está tendo um grande impacto na sociedade. Sob o programa conhecido como RPPN, os proprietários de terras recebem também investimentos e créditos. O uso da terra é restrito à pesquisa, à educação ambiental e ao ecoturismo. Os blogs são uma das ferramentas usadas para relatar experiências e documentar o trabalho que está sendo desenvolvido para manter o Brasil "verde".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/danilo-goncalves/">Danilo Gonçalves</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/mariaarruda/'>Maria Arruda</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/03/24/brazil-a-private-nature-reserve-is-it-possible/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Cada cidadão é responsável pelo meio ambiente. Para difundir essa mensagem, o governo brasileiro está incentivando todos os componentes da sociedade a agirem de forma mais &#8220;verde&#8221;, restringindo os parâmetros de poluição e investindo em negócios ecológicos. Entre essas iniciativas há a criação das novas unidades de conservação, onde proprietários privados e companhias podem associar-se ao Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).  Além disso, entre os tipos de unidades de conservação há a Reserva de Propriedade Privada Nacional (RPPN), uma reserva natural com um arrendamento perpétuo: uma vez que uma área recebe o status de RPPN no Cartório de Registro de Imóveis, não pode ser mais desapropriada. Para uma área poder haver esse status, porém, tem que estar dentro de um desses parâmetros:</p>
<ul>
<li>Possuir uma biodiversidade essencial;</li>
<li>Possuir uma paisagem importante;</li>
<li>Possuir certas características que justifiquem esse status (como possuir espécies em risco de extinção ou uma comunidade ecológica bastante danificada).</li>
</ul>
<p>Existem algumas áreas com cerca de <a href="http://www.brazilmax.com/news3.cfm/tborigem/fe_ecology/id/1"><span style="color: #003399;">meio milhão de hectares que pertencem à propriedade privada</span></a> [En] e são protegidas por leis federais e estaduais no Brasil. Por um lado, essa iniciativa limita o uso da terra. Não são mais permitidas práticas de exploração e as áreas devem ser recuperadas e mantidas com investimento privado. Por outro lado, o governo investe no programa de RPPN fazendo com que o específico financiamento seja acessível aos proprietários individuais. Embora as práticas de exploração sejam proibidas, novas atividades são encorajadas, dentre elas as viagens turísticas, projetos científicos, atividades culturais e educacionais, e o ecoturismo. Além disso, há uma pequena redução nos impostos e os proprietários têm acesso privilegiado ao crédito rural e podem solicitar um apoio financeiro por parte das ONGs e dos fundos ambientais.</p>
<p>As RPPNs estão causando um grande impacto na sociedade. Uma paisagem naturalmente preservada pode ajudar a compreender as questões ecológicas, como a importância do equilíbrio do meio ambiente. Muitos blogueiros estão relatando suas experiências ao observarem o crescimento desse tipo de reserva, como Fernanda de Souza Pimentel, no blog <a href="http://pitaquinhos.blogspot.com/2008/11/rppn-rio-das-lontras-vai-escola.html"><em><span style="color: #003399;">Pitaquinhos da Fernanda</span></em></a>, onde descreve a visita do seu pai ambientalista à sua escola em novembro passado:</p>
<blockquote><p>“Hoje na escola onde eu estudo, a Escola de Educação Básica Nossa Senhora (Angelina, SC), aconteceu a 1ª amostra pedagógica do colégio.<br />
Meu pai foi convidado para palestrar sobre a RPPN Rio das Lontras e o seu trabalho pela causa ambiental. Alunos e professores foram convidados a assistir essa aula na sala temática do mundo animal, ensinando aos alunos o quanto o meio ambiente necessita de cuidados.”</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-60117 aligncenter" title="papaipalestrando5" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/03/papaipalestrando5.jpg" alt="papaipalestrando5" width="299" height="400" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Professores ambientalistas ensinando a estudantes sobre a importância de um meio ambiente equilibrado.</strong></h5>
<p>Desde 2002, sua família é proprietária de um lote de terreno em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_Catarina"><span style="color: #003399;">Santa Catarina</span></a>,  o qual virou a RPPN Rio das Lontras, em 2005. A reserva tem <a href="http://rppnriodaslontras.blogspot.com/"><span style="color: #003399;">o seu próprio blog</span></a> e um <a href="http://picasaweb.google.com.br/rppnriodaslontras/FaunaRPPNRioDasLontras#"><span style="color: #003399;">álbum fotográfico sobre a fauna</span></a> mantidos pelos pais de Fernanda, Chris e Fernando, para documentar o trabalho que eles fazem. Em seu último artigo eles descrevem o trabalho que estão desenvolvendo sobre a catalogação de espécies de pássaros encontrados na área, alguns deles em perigo de extinção. Graças ao trabalho deles <a href="http://www.xeno-canto.org/browse.php?query=loc%3Alontras"><span style="color: #003399;">é possível ouví-los</span></a> [En] cantar. No blog eles explicam <a href="http://rppnriodaslontras.blogspot.com/2009/02/plano-de-manejo-rppn-rio-das-lontras.html"><span style="color: #003399;">como o trabalho está se desenvolvendo </span></a>:</p>
<blockquote>
<h5 style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-60118" title="base4" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/03/base4.jpg" alt="base4" width="400" height="300" /><strong>Uma casa simples em Rio das Lontras</strong></h5>
<p>“A singela casinha que alugamos como base para abrigar outra equipe de pesquisadores tem ao fundo uma vista parcial da RPPN Rio das Lontras. … Aqui um aparelho de GPS e um medidor de temperatura e umidade aguardam na janela a hora de ir a campo;… O levantamento visual e auditivo foi o método utilizado em campo para a elaboração da lista de espécies da RPPN Rio das Lontras. Foram registradas 127 espécies na RPPN e em seu entorno imediato.</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.antpitta.com/images/photos/hummers/gallery_hummers1.htm"><img class="size-full wp-image-62370 aligncenter" title="saw-billed-hermit-folhaseca" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/03/saw-billed-hermit-folhaseca.jpg" alt="saw-billed-hermit-folhaseca" width="436" height="326" /></a></p>
<h5 style="text-align: center;">Foto de um <a href="http://www.antpitta.com/images/photos/hummers/gallery_hummers1.htm"><span style="color: #003399;">Beija-Flor Rajado</span></a> (<em>Ramphodon naevius</em>), uma das várias espécies que vivem na RPPN Rio das Lontras. Foto de <a href="http://www.antpitta.com/"><span style="color: #003399;">Nick Athanas</span></a>, sob permissão de uso.</h5>
<p style="text-align: center;"><a href="http://geisertrivelato.blogspot.com/"><img class="size-full wp-image-60785 aligncenter" title="Tie do Mato Habia rubica " src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/03/habiarubica.jpg" alt="Tie do Mato Habia rubica " width="439" height="288" /></a></p>
<h5 style="text-align: center;">Tiê do Mato (<em>Habia rubica</em>), outra espécie que também pode ser encontrada na RPPN Rio das Lontras. Foto de <a href="http://geisertrivelato.blogspot.com/2007/09/fotos-jacutinga-mg_11.html"><span style="color: #003399;">Geiser Trivelato</span></a>, sob permissão de uso.</h5>
<p>A professoa Thaiza Montine levou sua escola em uma excursão para <em>Banana Menina</em>, uma reserva dedicada à pesquisa e à educação, como prêmio por uma competição. No <a href="http://crispassinato.wordpress.com/2008/06/20/visita-a-reserva-ambiental-de-educacao-e-pesquisa-banana-menina/"><span style="color: #003399;">post citado abaixo</span></a>, ela publica fotos e descreve o seu entusiasmo:</p>
<blockquote><p>“Um passeio maravilhoooooso e extremamente produtivo, uma vez que, além da visita ao lugar também fomos agraciados com o Programa “Povos do Cerrado”, e tivemos várias palestras e aulas ministradas no meio da mata, envolvendo Meio Ambiente, Arqueologia, História de Goiás, Biologia e Gastronomia. Uma maravilha, realmente, de premiação!”</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://crispassinato.wordpress.com/2008/06/20/visita-a-reserva-ambiental-de-educacao-e-pesquisa-banana-menina/"><img class="size-medium wp-image-60784 aligncenter" title="Auditório da mata" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/03/auditorio-da-mata-300x199.jpg" alt="Auditório da mata" width="300" height="199" /></a></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Auditório da mata</strong></h5>
</blockquote>
<p>As RPPNs estão desenvolvendo atividades fantásticas de educação para as pessoas que vivem perto das reservas. Essas iniciativas privadas estão abrindo uma janela para as questões ambientais, ajudando os estudantes a entenderem melhor e a visualizarem a importância da natureza. As RPPNs brasileiras - consideradas únicas entre os projetos internacionais - têm demonstrado que o meio ambiente e a humanidade podem viver em perfeita harmonia.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Brasil: Introdução à Internet no Batismo Digital</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/03/08/brasil-introducao-a-internet-no-batismo-digital/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/03/08/brasil-introducao-a-internet-no-batismo-digital/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2009 22:49:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Batismo Digital trouxe inclusão digital a Belo Horizonte nesse sábado, ensinando informações básicas sobre como usar um computador para aqueles que nunca tinham tido a chance ou apresentando ferramentas mais avançadas para usuários mais experientes. Veja fotos e vídeos do dia agitado na capital mineira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/paulagoes/">Paula Góes</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/03/08/brazil-introducing-the-web-a-digital-baptism/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-60432" title="batismo" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/03/batismo.jpg" alt="batismo" width="439" height="211" /><br />
Um “Batismo Digital” trouxe a inclusão digital a Belo Horizonte, capital de Minas Gerais. O evento desse sábado, organizado por meio de uma parceria entre o <a href="http://www.teia.mg.gov.br/">Governo</a>, o Ministério Público e a <a href="http://almig.com.br/">Associação de Lan House</a> locais, teve como objetivo promover a inclusão digital e incentivar o empreendimento online. Essa foi a primeira vez que o Batismo Digital aconteceu em Belo Horizonte, embora o evento já aconteça esporadicamente em São Paulo e no Rio de Janeiro desde 2005.</p>
<p>Sob uma grande tenda em uma das praças da capital mineira, 50 computadores conectados à internet e 100 facilitadores ajudaram, durante todo o dia, as pessoas que compareceram a escalar os degraus do mundo online. Foram dois os tipos principais de oficina: o Batismo Digital 1.0, para aqueles que nunca tiveram a oportunidade de operar um computador aprender o básico e sufar na internet pela primeira vez, e o Batismo Digital 2.0, para usuários mais experientes que querem mergulhar mais fundo na rede e conhecer novas ferramentas. <a href="http://twitter.com/fabiosan/status/1293062006">Fábio Santos</a> relata no Twitter:</p>
<blockquote><p><a href="http://twitter.com/fabiosan/status/1293062006"><img class="aligncenter size-full wp-image-60481" title="fabiosan" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/03/fabiosan.jpg" alt="fabiosan" width="371" height="190" /></a></p></blockquote>
<p>O usuário do Twitter @fabiosan também nos conta a história de uma senhora de 67 anos que nunca tinha usado um computador e decidiu participar do Batismo Digital para aprender novas formas de se comunicar com suas duas irmãs já conectadas, que moram em outro estado:</p>
<blockquote><p><img class="aligncenter size-full wp-image-60491" title="fabiosan1" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/03/fabiosan1.jpg" alt="fabiosan1" width="367" height="191" /></p></blockquote>
<p><a href="http://batismodigital.blogspot.com/2009/03/aconteceu-no-batismo_07.html">Essa postagem</a> do blogue do evento constrasta os recém &#8220;batisados&#8221; por idade. A primeira imagem é do usuário do Flickr <a title="Link to pvilla's photostream" href="http://www.flickr.com/photos/pvilla/">pvilla</a>:</p>
<blockquote><p><a href="http://www.flickr.com/photos/pvilla/3335221293/"><img class="aligncenter size-full wp-image-60436" title="dsc02575" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/03/dsc02575.jpg" alt="dsc02575" width="320" height="240" /></a></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-60433" title="100_2580-1" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/03/100_2580-1.jpg" alt="100_2580-1" width="320" height="240" />Todas as idades passam por aqui!</p></blockquote>
<p><a href="http://batismodigital.blogspot.com/2009/03/aconteceu-no-batismo_9385.html">Essa outra entrada</a> apresenta os mais novos usuários do Twitter de Belo Horizonte:</p>
<blockquote><p><img class="aligncenter size-full wp-image-60444" title="100_2576-1" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/03/100_2576-1.jpg" alt="100_2576-1" width="320" height="240" /><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-60445" title="100_2575" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/03/100_2575.jpg" alt="100_2575" width="320" height="240" /></p>
<p>Com auxílio do Rosalves, os novos agentes aprenderam a usar o Twitter!</p></blockquote>
<p>Abaixo, um vídeo publicado no YouTube por <a class="hLink fn n contributor" onmousedown="urchinTracker('/Events/VideoWatch/ChannelNameLink');" href="http://www.youtube.com/user/equipeteiamg">equipeteiamg</a>. Mais vídeos podem ser acessados através do <a href="http://live.blogblogs.com.br/stream/bdigital?service=youtube">agregador</a> do evento.</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/0nez8Jpz6Mo&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0nez8Jpz6Mo&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>O Batismo Digital foi <a href="http://live.blogblogs.com.br/stream/bdigital">blogado ao vivo</a> e <a href="http://live.blogblogs.com.br/stream/bdigital">transmitido de várias formas</a> por meio de um site que coletou todas as reações no Twitter, Flickr, YouTube e blogues, dentre outros, que tivessem a tag #bdigitalmg.</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Ucrânia: &#8220;Nacionalistas Ucranianos Russófonos&#8221;</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/02/28/ucrania-nacionalistas-ucranianos-russofonos/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/02/28/ucrania-nacionalistas-ucranianos-russofonos/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 04:14:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Neste post, que gerou mais de cem comentários e que está agora listado como o 4º item mais popular no Yandex Blogs, o usuário do LiveJounal <i>alek-ya</i> explica o que é um "nacionalista ucraniano russófono".
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/neeka/">Veronica Khokhlova</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/02/24/ukraine-russophone-ukrainian-nationalists/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><a href="http://alek-ya.livejournal.com/1280824.html">Neste post</a> [Ru], que gerou mais de cem comentários e que está agora listado como o 4º item mais popular no Yandex Blogs, o usuário do LiveJounal <em>alek-ya</em> explica o que é um &#8220;nacionalista ucraniano russófono&#8221;:</p>
<blockquote><p>Hard to believe that it is possible, but such people do exist. I&#39;m one of them, I may say.</p>
<p>[…]</p>
<p>* These are the people who often spend their whole lives speaking Russian, but who think of themselves as Ukrainians and consider Ukraine their Motherland.</p>
<p>* We effortlessly switch from one language to another in conversation: we have friends in all parts of the country.</p>
<p>* When we are abroad and someone asks, “<em>Are you from Russia?</em>” we respond, “<em>No! I&#39;m from Ukraine.</em>“</p>
<p>* To another question: “<em>What is your native language</em>?” we reply: “<em>I&#39;m bilingual: Ukrainian and Russian.</em>“</p>
<p>* After watching a movie, we try hard to recall what language it was in, Russian or Ukrainian.</p>
<p>* Our keyboards have three [character set options]: Ї [UKR], Ы [RUS], S [ENG].</p>
<p>* We are happy to have our children attend Ukrainian[-language] kindergartens and schools.</p>
<p>* Aggressive attempts by some of our […] officials to impose Ukrainian language frightens us first of all because it may scare people away from Ukrainian.</p>
<p>* For us, [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Taras_Shevchenko">Taras Shevchenko</a>], [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ivan_Franko">Ivan Franko</a>], [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Les_Kurbas">Les&#39; Kurbas</a>] (the list is endless) are [as important] as [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mikhail_Lermontov">Mikhail Lermontov</a>], [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Alexander_Pushkin">Aleksandr Pushkin</a>], [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mikhail_Bulgakov">Mikhail Bulgakov</a>].</p>
<p>[…]</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;É difícil acreditar que isto seja possível, mas tais pessoas existem. Eu poderia dizer que sou uma delas.</p>
<p>[&#8230;]</p>
<p>* Estas são as pessoas que passam suas vidas inteiras falando russo, mas que pensam em si mesmos como ucranianos e consideram a Ucrânia como sua terra mãe.</p>
<p>* Nós passamos de uma língua para a outra sem nenhum esforço dentro de uma conversa: nós temos amigos em todos os lugares do país.</p>
<p>* Quando estamos viajando e alguém nos pergunta, &#8220;Você é da Russia?&#8221; nós respondemos, &#8220;Não! Eu sou da Ucrânia.&#8221;</p>
<p>* Quando nos perguntam: &#8220;Qual é a sua língua nativa?&#8221; nós respondemos: &#8220;Eu sou bilíngue: falo ucraniano e russo.&#8221;</p>
<p>* Depois de assistir a um filme, nós temos que fazer um esforço para nos lembrarmos em que língua era falado, russo ou ucraniano.</p>
<p>* Nossos teclados tem três [opções de tipo de caractere]: Ї [Ucraniano], Ы [Russo], S [Inglês].</p>
<p>* Nós gostamos que nossas crianças frequentem jardins de infância e escolas falantes [da língua] ucraniana.</p>
<p>* Tentativas agressivas por parte de alguns de nossos [&#8230;] agentes governamentais para impor a língua ucraniana nos assustam, antes de mais nada, pois podem muito bem fazer com que as pessoas evitem a língua ucraniana.</p>
<p>*Para nós, [Taras Shevchenko], [Ivan Franko], [Les&#39; Kurbas] (a lista é interminável) são [tão importantes] quanto [Mikhail Lermontov], [Aleksandr Pushkin], [Mikhail Bulgakov].</p>
<p>[&#8230;]&#8221;</p></div>
]]></content:encoded>
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		<title>Global: A nomeação da primeira vice-ministra da Arábia Saudita causa alvoroço</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/02/26/global-a-nomeacao-da-primeira-vice-ministra-da-arabia-saudita-causa-alvoroco/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/02/26/global-a-nomeacao-da-primeira-vice-ministra-da-arabia-saudita-causa-alvoroco/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 17:25:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Maestre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Feature]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Malaysia]]></category>
		<category><![CDATA[Middle East & North Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Mão]]></category>
		<category><![CDATA[Saudi Arabia]]></category>
		<category><![CDATA[U.S.A.]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto milhões de mulheres por todo o mundo comemoram o Dia de São Valentim com os presentes de seus amados, uma mulher - num país que proibiu a data festiva e a considera como "pecado" - tem boas razões para nunca esquecer do 14 de fevereiro de 2009. Conheçam a Noura Al Fayez, professora extraordinária, um produto do sistema educacional dos EUA, que no último sábado se converteu na primeira mulher vice-ministra no Reino da Arábia Saudita. Eunice del Rosario reune reações locais e internacionais sobre a nomeação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/eunice-del-rosario/">Eunice del Rosario</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/carlosmaestre/'>Carlos Maestre</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/02/16/global-appointment-of-saudi-arabias-first-deputy-minister-makes-waves/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p style="text-align: justify;">Enquanto milhões de mulheres pelo mundo comemoram o Dia de São Valentim <em>[equivalente em muitos países ao Dia dos Namorados, no dia 14 de fevereiro]</em> com os presentes de seus amados, uma mulher - num país que proibiu a data festiva e a considera como &#8220;pecado&#8221; - tem boas razões para nunca esquecer do 14 de fevereiro de 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">Conheçam a Noura Al Fayez, professora extraordinária, um produto do sistema educacional americano, que no último sábado se converteu na primeira mulher vice-ministra do Reino da Arábia Saudita.</p>
<p style="text-align: justify;">Blogueiros de todo o planeta ficaram alvoroçados assim que as notícias sobre Al Fayez foram publicadas, com milhares de &#8216;Twitterers&#39; microblogando sobre a nova funcionária, minutos depois de que as redes de informação, incluindo o estatal Canal Um da Arábia Saudita, deram a informação.</p>
<p style="text-align: justify;">A britânica @lizaquincy <a href="http://twitter.com/lizaquincy/status/1214545560">escreveu</a>:</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-56898" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/02/liza.jpg" alt="liza\'s tweet " width="456" height="265" /></p>
<div class="translation" style="text-align: justify;">Boas notícias sobre a Arábia Saudita tendo a primeira mulher ministra de sua história. Não consigo deixar de indagar, entretanto, se sofrerá <em>bullying</em> de seus companheiros.</div>
<p style="text-align: justify;">Ela completou, mais tarde, com outro <a href="http://twitter.com/lizaquincy/status/1214607426">tweet</a>:</p>
<blockquote><p><em>For sure it&#39;s a giant step for &#8216;womankind&#39; in Saudi Arabia, but really — how can it work when women&#39;s right are often violated there?</em></p></blockquote>
<div class="translation" style="text-align: justify;">Com certeza é um grande passo para as mulheres <em>[no trocadilho em inglês com &#8216;mankind&#39; (humanidade), &#8216;womankind&#39;]</em> na Arábia Saudita, mas, em sério, — como pode dar certo se os direitos das mulheres são freqüentemente violados por lá?</div>
<p style="text-align: justify;">O americano @jeffwarrens <a href="http://twitter.com/jeffswarens/status/1214563102">respondeu ao tweet de Liza</a> dizendo:</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-56899" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/02/jeff.jpg" alt="jeff\'s tweet " width="468" height="280" /></p>
<div class="translation" style="text-align: justify;">Acho que haverá alguns que armarão para que ela falhe, para que possam dizer &#8220;viram, as mulheres não podem fazer isso&#8221;.</div>
<p style="text-align: justify;">Outro usuário americano do Twitter, @Jacob1207, simplemente disse:</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-56901" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/02/jacob.jpg" alt="jacob\'s  tweet " width="479" height="279" /></p>
<div class="translation" style="text-align: justify;">É agradável que uma mulher tenha sido designada para o Conselho de Ministros saudita. Mas, se pelo menos as mulheres pudessem dirigir pelo Reino do Deserto</div>
<p style="text-align: justify;">O Rei Abdullah, no sábado, também dispensou o chefe da polícia religiosa e um clérigo, que justificaram o assassinato dos donos de emissoras televisivas que transmitissem conteúdo &#8220;imoral&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O que foi amplamente noticiado como &#8220;a reforma&#8221;, a primeira desde que o rei chegou ao poder em agosto de 2005, incluiu a nomeação de Al Fayez como vice-ministra para a educação das meninas - de longe a posição mais alta que uma mulher saudita já conseguiu.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas enquanto as notícias da primeira ministra do reino continuam a surgir, os blogueiros mundiais estão rapidamente expressando sua preocupação por Al Fayez.</p>
<p style="text-align: justify;">Eles são rápidos em questionar se ela terá ou não alguma influência em um país no qual as mulheres ainda encaram forte discriminação em muitos aspectos de suas vidas - incluindo educação, emprego e o sistema de justiça.</p>
<p style="text-align: justify;">Eman Al Nafjan, a mulher por trás do <a href="http://saudiwoman.wordpress.com/2009/02/15/first-saudi-woman-minister/"><em>Saudi Woman’s Weblog</em></a><em> </em>aclamou a nomeação de Al Fayez, chamando-a de &#8220;um salto para o progresso&#8221; para seu país.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Today is definitely a happy day. Saudi Arabia has made a leap of progress. King Abdullah surprised everyone yesterday morning with major overhauls to the judicial and educational system. And the biggest bombshell of all was that a woman was appointed as head of girl’s education. This is a position that has always belonged to the longest bearded most conservative muttawa possible and now to have a woman in it is FANTASTIC, notwithstanding the fact that the woman who was chosen is a moderate Muslim, educated and a highly qualified woman. She has extensive experience in girl’s education. I doubt that that they could have found anyone more qualified.&#8221;</p>
</blockquote>
<div class="translation" style="text-align: justify;">Hoje é definitivamente um dia feliz. A Arábia Saudita deu um salto para o progresso. O rei Abdullah surpreendeu a todos ontem pela manhã com grandes renovações nos sistemas educacional e judiciário. E a maior bomba de todas foi que uma mulher foi nomeada como diretora da educação das meninas. Este é um cargo que sempre pertenceu ao <em>muttawa </em>da barba mais comprida e o mais conservador possível, e ter uma mulher agora nele é algo FANTÁSTICO, sem esquecer de que a mulher eleita é uma musulmana moderada, educada e altamente qualificada. Ela tem experiência na educação das meninas. Duvido que poderiam encontrar alguém mais apto.</div>
<p style="text-align: justify;">Eman, que é professora Riyadh, também destacou que a fotografia de Al Fayez em um jornal local mostra sua face descoberta.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Now there&#39;s a lot of buzz that of course she wouldn’t be this progressive unless she was a non-tribal woman, probably originating from Jordan or Palestine and she definitely is divorced because no &#8220;real&#8221; Saudi in his right mind would allow his wife to appear publicly with her face uncovered. I am very proud to say that actually she belongs to one of the biggest tribes in Saudi, Bani Tameem from Al Nawayser part of it and she is from Al Washim here in Najd. Her husband very much supports her and is proud of her.</p>
</blockquote>
<div class="translation" style="text-align: justify;">Agora há muito alvoroço, é claro, de que ela não faria tanto progresso se fosse uma mulher tribal, provavelmente com origens na Jordânia ou na Palestina, e que teria de ser divorciada, pois nenhum saudita &#8220;de verdade&#8221; e com a cabeça no lugar permitiria que sua mulher aparecesse em público com sua face à mostra. Estou muito orgulhosa em dizer que ela pertence a uma das maiores tribos da Arábia Saudita, Bani Tameem da parte de Al Nawayser e que ela é de Al Washim aqui em Néjede. Seu marido a apóia muito e está orgulhoso dela.</div>
<p style="text-align: justify;">A blogger <a href="//mideastyouth.com/2009/02/15/shuffling-of-men-minus-extremists-plus-a-woman-in-saudi-arabia/">Rasha</a>, que também é da Arábia Saudita, expressou sua esperança em <em>MidEastYouth.com</em> que isto seria um ponto de virada para seu país.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">King Abdullah of Saudi Arabia surprised the nation with a shakeup that is considered the biggest change that happened in this country in 20 years.</p>
<p style="text-align: justify;">Noura Al-Fayez, an official at the Saudi Institute for Public Administration, was elevated to the new post of deputy minister of women’s education; the first time a woman has been appointed a deputy minister in the history of this country. Al-Fayez’s appointment appeared to be the king’s response to increased lobbying from women’s rights groups against discrimination.</p>
<p style="text-align: justify;">Other changes have been done in several ministries and hopefully this will be a turning point for this country. However, actual changes do not happen overnight. yet this is a step in the right direction I believe and I hope to see the fruits of all positive changes in my lifetime&#8230;</p>
</blockquote>
<div class="translation" style="text-align: justify;">O rei Abdullah da Arábia Saudita surpreendeu a nação com uma reorganização considerada a maior mudança que ocorreu no país em 20 anos.</p>
<p>Noura Al Fayez, uma funcionária do Instituto Saudita para a Administração Pública, foi elevada ao novo posto de vice-ministra da Educação das mulheres; a primeira vez que uma mulher foi nomeada vice-ministra na história do país. A nomeação de Al Fayez parece ser a resposta do rei para a crescente pressão dos grupos pelos direitos das mulheres contra a discriminação.</p>
<p>Outras mudanças foram feitas em vários ministérios e, com um pouco de sorte, este será um ponto de virada para este país. Entretanto, as verdadeiras mudanças não acontecem de repente. Ainda assim, eu acredito que este seja um passo na direção e espero viver para ver os frutos de todas as mudanças positivas…</p></div>
<p style="text-align: justify;">Reme Ahmad, cujo blogue <em>OpEd</em> deu uma trégua da política malaia para escrever sobre Al Fayez em sua postagem <a href="http://remgold.blogspot.com/2009/02/saudi-appoints-first-woman-minister.html">Saudi Appoints First Woman Minister</a> [Arábia Saudita nomeia a sua primera mulher ministra].</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Alright, so she is a DEPUTY Minister. OK lah. Better than nothing. I wonder whether the Saudis would soon allow women to drive…</p>
<p style="text-align: justify;">As for women ministers, in other Muslim countries, I am glad to say this is a non-issue. We had two Battling Begums in Bangladesh, both of whom were prime ministers. One of them is now back as PM, fighting off the other. In Pakistan, Benazir (Bhutto) is still a top name despite her demise a year ago. In Southeast Asia, we have ministers-in-bujakurongs (different from bananas-in-pajamas) in Indonesia and Malaysia for a long time.</p>
<p style="text-align: justify;">Still, hurray for Saudi Arabia, the country that guards the two holy mosques.</p>
</blockquote>
<div class="translation" style="text-align: justify;">Muito bem, então ela é uma VICE-ministra. OK. Melhor do que nada. Me questiono se os sauditas deixarão, em breve, deixarão as mulheres dirigir&#8230;</p>
<p>Sobre mulheres ministras, em outros países muçulmanos, fico feliz em dizer que isso não é um problema. Temos duas Begums batalhadoras, e ambas foram primeiras ministras. Uma delas está novamente agora como primeira ministra, combatendo a outra. No Paquistão, Benazir Bhutto ainda é um nome de primeira, apesar de seu falecimento há um ano. No sudeste da Ásia, temos ministros-de-bujakurongs (que não são bananas de pijamas) na Indonésia e Malásia há um bom tempo.</p>
<p>Ainda assim, um &#8216;viva&#39; pela Arábia Saudita, o país que abriga as duas mesquitas sagradas.</p></div>
<p style="text-align: justify;">A americana <a href="http://prairiepundit.blogspot.com/2009/02/head-of-saudi-sex-cops-sacked.html">Merv Benson</a>, autora de <em>Prairie Pundit</em>, acredita que reorganização foi necessária.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">(Sheik Ibrahim al-Ghaith, former head of the Commission for the Promotion of Virtue and the Prevention of Vice) and his thugs were a continuing source of embarrassment to the Saudis. They arrested a business woman for having coffee at a Starbucks with a business associate. In another case they arrested an immigrant who was assisting a sickly neighbor.</p>
<p style="text-align: justify;">Perhaps their most heinous act led to the death of girl students who were not allowed to escape a fire in a dormitory because they did not have escorts or “proper” attire.</p>
<p style="text-align: justify;">This appears to be a wise move by the Saudi King.</p>
</blockquote>
<div class="translation" style="text-align: justify;">(Sheik Ibrahim al-Ghaith, antigo chefe da Comissão pela Promoção da Virtude e da Prevenção ao Vício) e seus bandidos são uma fonte constante de envergonhamentos para os sauditas. Eles prenderam uma comerciante por tomar café na Starbucks com um sócio de negócios. Em outra ocasião, prenderam uma imigrante que ajudava seu vizinho doente.</p>
<p>Talvez o ato mais terrível deles tenha sido o que levou à morte de duas estudantes impedidas de escapar de um incêndio em seus dormitórios por que não estavam vestidas com roupas “adequadas”.</p>
<p>Este parece ser um movimento inteligente do rei saudita.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://thecylinder.wordpress.com/2009/02/15/baby-steps-in-saudi-arabia/"><em>The Cylinder</em></a> apontou que a reorganização do rei Abdullah representou &#8220;pequenos passos de bebê&#8221;.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Saudi Arabia has appointed the kingdom’s first woman minister in a cabinet reshuffle that also saw the dismissal of four ministers and heads of the powerful religious police and judicial bodies. King Abdullah Bin Abdul Aziz appointed Noura Al Faiz as deputy minister for women’s education, in a move considered a milestone in Saudi Arabia.</p>
<p style="text-align: justify;">Really tiny baby steps … and such a long way to go!</p>
</blockquote>
<div class="translation" style="text-align: justify;">A Arábia Saudita nomeou a primeira mulher ministra do reino em uma reoganização de gabinetes que também viu a dispensa de quatro ministros e chefes de poderosas polícias religiosas e corpos jurídicos. O rei Abdullah Bin Abdul Aziz nomeou Noura Al Fayez como vice-ministra para a Educação das mulheres em um movimento considerado um marco histórico na Arábia Saudita.</p>
<p>Pequenos passos de bebê… e um caminho tão extenso para atravessar!</p></div>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://religioncompass.wordpress.com/2009/02/14/news-saudi-king-introduces-reforms-on-valentine%E2%80%99s-day/">Sabha999 </a>escreveu em <em>Religion Compass</em> que o mundo vai vigiar de perto os direitos das mulheres depois da recente nomeação de Al Fayez.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">While the religious police were busy with detaining salesmen for selling Valentine gifts, King Abdullah removed the chief of the religious police on the banned holiday.</p>
<p style="text-align: justify;">Educational changes too are expected, with the appointment of Al Fayez, the first woman ever to serve on the Saudi cabinet, as deputy for girl’s education. All of this is believed to shake up the religious establishment.</p>
</blockquote>
<div class="translation" style="text-align: justify;">Enquanto a polícia religiosa estava ocupada detendo comerciantes por venderem presentes para o Dia de São Valentim, o rei Abdullah tirou o chefe da polícia religiosa no dia do feriado banido.</p>
<p>Mudanças educacionais são esperadas, com a nomeação de Al Fayez, a primeira mulher a servir no gabinete saudita, como vice para a Educação das meninas. Com tudo isso se espera balançar o estabelecimento religioso.</p></div>
<p style="text-align: justify;">É um fato conhecido que é contra a lei comemorar o Dia de São Valentim na Arábia Saudita. A cada ano, a polícia religiosa faz suas rondas para ter certeza de que ninguém celebre o feriado proibido.</p>
<p style="text-align: justify;">Oficiais inspecionam aleatoriamente as lojas por presentes e outros itens que sejam vermelhos ou sugiram o feriado e os retiram das prateleiras. A cada ano, um número de comerciantes são detidos durante vários dias por infringirem a lei.</p>
<p style="text-align: justify;">O Dia de São Valentim, banido por causa de suas origens como celebração do mártir cristão do século III, é alvo de perseguição por que homens e mulheres solteiros não podem ser deixados sozinhos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Brunei: arrecadação de fundos para vítimas de enchentes</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 17:20:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Maestre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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		<description><![CDATA[Como parte dos esforços para coletar doações para as vítimas das enchentes, fundos de caridades foram organizados nas recentes semanas em Brunei. O forte temporal do mês passado causou enchentes e deslizamentos de terra no país, afetando os lares de mais de 200 famílias, e destruindo milhões de dólares em propriedades e lavouras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/fadila-ahmad/">Senor Pablo</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/carlosmaestre/'>Carlos Maestre</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/02/25/brunei-fund-drive-for-flood-victims/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div class="entry">
<p style="text-align: justify;">O <a href="http://globalvoicesonline.org/specialcoverage/floodings-in-asia-pacific-islands-2009/">forte temporal </a>[en] do mês passado causou grandes <a href="http://globalvoicesonline.org/2009/02/06/brunei-more-rain-flashfloods-and-landslides/">enchentes e deslizamentos de terra</a> no país, afetando os lares de mais de 200 famílias, levando à perda de milhões em propriedades e nas lavouras em todos os quatro distritos do país. Isto fez a comunidade se reunir para pedir por ajuda pelos menos afortunados e por aqueles que foram afetados pelo desastre natural.</p>
<p style="text-align: justify;">Um fundo público para ajudar as vítimas das recentes enchentes e dos deslizamentos de terra foi preparado pelo ministro do Interior no dia 3 de fevereiro de 2009. A intenção é ajudar a confortar algumas das dificuldades enfrentadas pelas vítimas para voltarem às suas vidas normais. Como parte dos esforços para coletar doações para este fundo, as organizações de caridade se organizaram nas últimas semanas em benefício do Fundo Nacional para as Vítimas da Enchente e dos Deslizamentos <em>[National Fund for the Flood and Landslide Victims]</em>. Este é um exemplo de quão forte a comunidade local é em ajudar uns aos outros. Masyarakat Perihatin é uma frase malaia que significa sociedade que cuida com esmero.</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo, o Orchid Garden Hotel liderou uma iniciativa de caridade com bolinhos. O hotel teve sucesso em vender mais de 2.000 deles. Ele exibiu orgulhosamente 25 torres enfileiradas feitas de 250 kg de bolinhos. Toda a estrutura media 2,13 metros de largura por 4,87 metros de altura.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 85%;"><span style="font-family: verdana;"><a href="http://4.bp.blogspot.com/_1GjoOO6boOI/SaNFOawVTeI/AAAAAAAABBo/1P9rHSK_CLo/s400/ogh.jpg"><img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/_1GjoOO6boOI/SaNFOawVTeI/AAAAAAAABBo/1P9rHSK_CLo/s400/ogh.jpg" alt="" width="268" height="400" /></a>Foto por <a href="http://strictlybeautiful.blogspot.com/2009/02/highest-cake-in-ogh.html"><em>Strictly Beautiful</em></a><br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-58045" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/02/cupcake.jpg" alt="cupcake" width="400" height="267" /></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ranoadidas.com/?p=1782"><em>Ranoadidas</em></a> relatou sobre o evento da caridade do bolinho e outra arrecadação de fundos que vendeu 900 vales de Nasi Lemak, um popular prato local:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">The Cupcake charity at The Orchid Garden Hotel managed to sell 2,000 cupcakes. That’s amazing numbers. Another charity event was held at<a href="http://http//dotherofficecafebistro.blogspot.com/"> D’ Other Office  Cafe and Bistro, </a>where almost 900 coupons of Nasi Lemak ( local rice dish cooked in coconut milk)  and Egg Tart combined was sold to the public.</p>
</blockquote>
<div class="translation" style="text-align: justify;">A caridade do bolinho no Orchid Garden Hotel conseguiu vender 2.000 bolinhos. São números incríveis. Outro evento de caridade que aconteceu no<a href="http://http//dotherofficecafebistro.blogspot.com/"> D’ Other Office Cafe and Bistro, </a>onde quase 900 vales de Nasi Lemak (arros local cozinhado com leite de coco) e quindim <em>[nota da tradução: Egg Tart]</em> combinados foi vendido ao público.</div>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-58049" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/02/eggchar.jpg" alt="eggchar" width="399" height="257" /></p>
<p style="text-align: justify;">Fotos por cortesia de <a href="http://www.ranoadidas.com/"><em>Ranoadidas</em></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://anakbrunei.org/2009/02/14/football-for-a-worthy-cause-2"><em>AnakBrunei</em></a> relatou o evento de futebol que arrecadou pelo menos B$100.000 [nota da tradução: dolár de Brunei; cotação de 25/02/2009: B$ 1 - R$1,56]:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Match between DPMM FC and FFBD XI. The match was organized by the <a href="http://bruneiresources.blogspot.com/2009/01/football-federation-of-brunei.html" target="_blank">Football Federation of Brunei Darussalam</a> . All proceeds (nearly B$100k from what I gather) will be donated to the Fund for Flood and Landslide Victims</p>
</blockquote>
<div class="translation" style="text-align: justify;">O jogo entre DPMM FC e FFBD XI. O jogo foi organizado pela <a href="http://bruneiresources.blogspot.com/2009/01/football-federation-of-brunei.html" target="_blank">Football Federation of Brunei Darussalam</a> . Toda a renda (próxima à cifra de B$100.000 do que consegui apurar) será doada ao Fundo Nacional para as Vítimas da Enchente e dos Deslizamentos.</div>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://anakbrunei.org/wp-content/uploads/2009/02/img-9187.jpg"><img class="aligncenter" src="http://anakbrunei.org/wp-content/uploads/2009/02/img-9187.jpg" alt="" width="469" height="320" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A foto acima mostra Vossa Alteza o Príncipe da  Coroa, dirigente do clube DPMM Football, entregando o dinheiro arrecadado no jogo de caridade para o dirigente do Fundo para as Vítimas da Enchente e dos Deslizamentos.</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Ensine alguém que você ama a blogar (ou microblogar) no Valentine&#039;s Day</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/02/14/ensine-alguem-que-voce-ama-a-blogar-ou-microblogar-no-valentines-day/</link>
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		<pubDate>Sat, 14 Feb 2009 02:34:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[O Valentine's Day (Dia dos Namorados nos EUA, 14 de fevereiro) é um dia de amor, amizade e comunicação. Que melhor maneira de marcar esta ocasião do que ensinar alguém que você ama a blogar ou microblogar?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/solana-larsen/">Solana Larsen</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/02/11/on-valentines-teach-someone-you-love-to-blog-or-micro-blog/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><img src="http://img.globalvoicesonline.org/Badges/valentines/gv-valentines-09-450.gif" alt="Teach Someone You Love to Blog" width="370" /></p>
<p>O Valentine&#39;s Day (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_dos_Namorados">Dia dos Namorados</a> nos EUA, 14 de fevereiro) é um dia de amor, amizade e comunicação. Que melhor maneira de marcar esta ocasião do que ensinar alguém que você ama a blogar ou <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Microblogging">microblogar</a>?</p>
<p>Se você é um contribuidor ou um leitor do Global Voices, você sabe que blogar traz prazer, alegria e novos amigos a milhões de pessoas. Vários blogueiros em nossa comunidade já <a href="http://doodle.com/participation.html?pollId=78zvpenq9hkxe5gu">se comprometeram</a> [En] a ensinar seus amigos e pessoas amadas a blogar, e estarão escrevendo sobre isso em seus próprios blogues no Valentine&#39;s Day. Você também pode assumir este compromisso&#8230;</p>
<p>Nós gostaríamos de convidar você a se juntar a nós neste <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Internet_meme">meme</a> [En]!</p>
<p>Pense por um momento sobre as pessoas da sua vida. Partilhe o privilégio de blogar com sua família, amigos, leitores e pessoas queridas &#8212; e nos diga como foi.</p>
<p><strong>Amor é comunicação</strong></p>
<p>Aqui estão 4 passos simples de como se juntar a nós neste Valentine&#39;s Day.</p>
<blockquote><p>Passo 1: Você nunca está sozinho quando tem um blogue. Diga a seus leitores porque você os ama, e porque eles deveriam amar você.</p>
<p>Passo 2: Ensine a alguém que você ama a blogar (ou microblogar!).</p>
<p>Passo 3: Faça um link para o primeiro post do blogue deles, e encoraje seus leitores a visitá-lo. Use esta tag: #SMK [social media kisses]</p>
<p>Passo 4: Chame seus amigos blogueiros para participarem deste meme.</p></blockquote>
<p>Aqui estão algumas imagens para decorar o seu post: <a href="http://img.globalvoicesonline.org/Badges/valentines/gv-valentines-09-square-100.gif">Pequena</a> | <a href="http://img.globalvoicesonline.org/Badges/valentines/gv-valentines-09-square-200.gif">Média</a> | <a href="http://img.globalvoicesonline.org/Badges/valentines/gv-valentines-09-450.gif">Grande</a></p>
<p><strong>Partilhe o amor</strong></p>
<p><img class="alignright" src="http://img.globalvoicesonline.org/Badges/valentines/gv-valentines-09-square-100.gif" alt="" />Nós estamos falando sério sobre amar vocês. No Global Voices, nós amplificamos as palavras de blogueiros de todos os cantos do mundo. Você só precisa percorrer as páginas deste site para ver que pessoas comuns podem fazer a diferença e prover perspectiva a eventos mundiais, simplesmente por escreverem o que pensam, ou por <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/lingua/">traduzirem</a> os pensamentos de outras pessoas.</p>
<p>No mundo em desenvolvimento, nós ajudamos a financiar várias novas oficinas de blogagem e projetos semelhantes através do <a href="http://rising.globalvoicesonline.org/">Rising Voices</a> [En]. Em breve nós estaremos dando mais notícias, incluindo uma nova iniciativa para estimular <a href="http://globalvoicesonline.org/specialcoverage/world-aids-day-2008/">mais blogadas sobre HIV/AIDS</a> [En]. No <a href="http://advocacy.globalvoicesonline.org/">Global Voices Advocacy</a> [En], nós rastreamos e colaboramos com blogueiros que desafiam a censura em suas regiões, e nos organizamos <a href="http://advocacy.globalvoicesonline.org/projects/maps/">através das fronteiras</a> [En] com outros ativistas online na luta pela liberdade de expressão.</p>
<p>Nós todos podemos fazer a nossa parte em ajudar as pessoas a transporem barreiras (técnicas ou de qualquer outro tipo) que as impedem de fazer parte desta revolução diária de mídia digital. Ajude-nos a fechar o abismo digital dentro de seu próprio círculo de amizades ou comunidade.</p>
<p><strong>Guias para blogar e microblogar</strong></p>
<p><a href="http://rising.globalvoicesonline.org/guides/"><img class="alignright" src="http://rising.globalvoicesonline.org/files/2008/01/cit-media-thumb.png" alt="" /></a>Se você precisa de ajuda para explicar o que é blogar, ou porque as pessoas deveriam se interessar por isso, faça download da Introdução à Mídia Cidadã (<a href="http://rising.globalvoicesonline.org/guides/">Introduction to Citizen Media</a>, em inglês) do Rising Voices.</p>
<p>Uma vez que você tiver conseguido a atenção deles, por que não dar uma olhada no guia do Global Voices Advocacy, Blogando por uma Causa (<a href="http://advocacy.globalvoicesonline.org/projects/guide-blog-for-a-cause/">Blog for a Cause</a>, em inglês). Será que existe algum tema no qual você possa ajudar?</p>
<p>Estes vídeos, do <a href="http://www.commoncraft.com/">Common Craft</a>, podem ajudar você a explicar como a coisa toda funciona.</p>
<p>Como Blogar (How to Blog - <a href="http://dotsub.com/view/dc75c2e2-ef81-4851-8353-a877aac9fe3c">link</a>)<br />
<iframe src="http://dotsub.com/media/dc75c2e2-ef81-4851-8353-a877aac9fe3c/e/m/por_br" frameborder="0" width="420" height="347"></iframe></p>
<p>Como Twittar (How to Twitter - <a href="http://dotsub.com/view/665bd0d5-a9f4-4a07-9d9e-b31ba926ca78">link</a>)<br />
<iframe src="http://dotsub.com/media/665bd0d5-a9f4-4a07-9d9e-b31ba926ca78/e/m/por_br" frameborder="0" width="420" height="347"></iframe></p>
<p>HAPPY VALENTINES&#39; DAY - WE LOVE YOU &gt; SHARE THE LOVE &gt; PASS IT ON &gt;&gt;&gt;&gt;&gt; **** SOCIAL MEDIA KISSES #SMK #SMK #SMK</p>
<p>FELIZ VALENTINES&#39; DAY - NÓS AMAMOS VOCÊ &gt; COMPARTILHE O AMOR &gt; PASSE EM FRENTE &gt;&gt;&gt;&gt;&gt; **** SOCIAL MEDIA KISSES #SMK #SMK #SMK</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Timor: 9 anos de internet, só um ISP e um grande abismo digital</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/02/02/timor-9-anos-de-internet-so-um-isp-e-um-grande-abismo-digital/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 18:32:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primeiro computador só chegou em Timor Leste no início dos anos 90; Apenas em 1997 o domínio .tp foi registrado, e em 2 de fevereiro de 2000, pela primeira vez, Timor Leste foi conectado à internet. Seis anos depois, em 2006, a estimativa do número de internautas era de apenas 1.200 e ainda hoje não existe banda larga. No primeiro artigo dessa série, marcando o 9º aniversário da chegada da internet em Timor Leste, seremos apresentados ao grande abismo digital no qual se encontra o país.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/sara-moreira/">Sara Moreira</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/02/02/one-only-isp-and-one-big-digital-gap-in-east-timor/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<p>Nove anos após a chegada da internet no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Timor_Leste">Timor Leste</a>, as grandes dificuldades enfrentadas pelo país não estão apenas relacionadas ao acesso físico à tecnologia, mas também à capacitação e ao acesso a recursos que aumentem a participação do “cidadão digital”. O país é limitado em termos de acesso a tecnologias da informação e comunicações (TIC) e também carece na aquisição de competências relacionadas a essa área.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-56230" title="A telephone cabin in East Timor" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/02/tepefone.jpg" alt="" width="241" height="167" />Timor Leste enfrentou longos períodos de ocupação e teve que lutar pela sua independência com resultados trágicos. A violência que se alastrou após o referendo devastou a infra-estrutura social e de comunicação. Quando o país se tornou a primeira nação do século XXI, não havia praticamente nenhum aparato tecnológico.</p>
<p>Resumindo,</p>
<blockquote><p><a href="http://www.digital-review.org/2005-6PDFs/2005%20C27%20tp%20tl%20Timor%20Leste%20215-217.pdf" target="_blank">o primeiro computador só chegou no início dos anos <strong>90</strong></a>. [en]<br />
<strong></strong></p></blockquote>
<p>Em <strong>1997</strong>, antes da independência de Timor, .tp foi registrado como domínio de país pela Connect-Ireland, em um gesto de apoio aos líderes timorenses exilados, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ximenes_Belo" target="_blank">Bispo Carlos Ximenes Belo</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Ramos-Horta" target="_blank">José Ramos-Horta</a>, que tinham ganhado o Prêmio Nobel da Paz em 1996. Martin Maguire, diretor de projeto na Connect, <a href="http://www.wsws.org/articles/1999/mar1999/hack-m03.shtml" target="_blank">fez a seguinte declaração em 1999</a> [en] depois que a empresa sofreu um ataque, aparentemente por parte de hackers na indonésia:</p>
<blockquote><p>We noticed that the East Timor domain was available and assumed that the Indonesians would not wish to register it for political reasons. We made a suggestion to the East Timor Campaign and they were interested, so we set up the first virtual country on the Web as a platform for the East Timorese.</p></blockquote>
<div class="translation">Percebemos que o domínio de Timor Leste estava disponível e presumimos que a Indonésia não quereria registrá-lo devido a motivos políticos. Sugerimos [o registro] à Campanha Timor Leste e eles se interessaram, então configuramos o primeiro país virtual da internet como uma plataforma para o povo de Timor.</div>
<p>Em um empreendimento com a Telstra da Asutrália, ao que consta</p>
<blockquote><p><a href="http://www.digital-review.org/2003-4PDFs/279-282%20Timor-Leste%20Final%20May.pdf" target="_blank">a primeira conexão à internet foi estabelecida em 2 de fevereiro de <strong>2000</strong> pela UNDP</a>. [en]</p>
<p><strong></strong></p></blockquote>
<p>Isso foi há nove anos. Sendo o <a href="http://www.aneki.com/poorest.html" target="_blank">mais pobre dos países da Ásia</a>, com <a href="https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/tt.html#People" target="_blank">mais de 40% da população analfabeta e desempregada</a>, e enfrentando frequente instabilidade política, é o setor das telecomunicações que parece ser, no entanto, um fator vital para a reconstrução de Timor Leste.</p>
<p>Em <strong>2003</strong>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Communications_in_East_Timor" target="_blank">o governo de Timor Leste estabeleceu a Timor Telecom (TT)</a> [en] como o provedor de todos os serviços de comunicação, em conjunção com a Portugal Telecom (a quem pertence 50,1% da TT). Além de atender à toda a população, através de um monopólio que durará pelo menos até 2017, TT é também responsável pela reconstrução da infraestrutura de dados e voz responsible, além de prover serviços de internet.</p>
<p>Até <strong>2004</strong>, estimava-se que o governo possuia 1.000 computadores, embora apenas 70 deles estivessem conectados à nternet.</p>
<p>A internet é rara, lenta e cara, o que simplesmente acarreta a inexistência de serviços como e-commerce e até blogues. Em um país onde as pessoas vivem com menos de US$ 2,00 ao dia, o preço cobrado por <a href="http://www.timortelecom.tp/pt/planos_9.html">15 minutos de Internet chega a US$ 0,50</a>. Até mesmo a Universidade Federal de Timor Leste encontra sérias restrições, já que sua conexão de 56 Kbps custa US$ 3.000,00 ao mês para ser dividida por 40 computadores. De acordo com uma usuária:</p>
<blockquote><p><a href="http://pub43.bravenet.com/forum/3689080653/fetch/134782">A ligação é muito lenta pelo que fica muito caro qualquer consulta na internet.</a> [pt]<a href="http://pub43.bravenet.com/forum/3689080653/fetch/134782"><br />
</a></p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-56233" title="delay1" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/02/delay1.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Sem&#8230;pre &#8230;que&#8230; você&#8230; fala&#8230; há&#8230; um&#8230; atra&#8230;so</strong></p>
<p>Luis Ramos, um protuguês ex-professor de TI na Universidade Federal, <a href="http://luisramostravel.blogspot.com/2007/04/coisas.html" target="_blank">escreveu em 2007</a> [pt]:</p>
<blockquote><p>Alguém me disse que o governo de Timor Leste tem no total 13Mbps de largura de banda para acesso ao backbone internacional, isto é, a ligação de todo o país à internet é de 13Mbps. Ora, destes 13Mbps: 6Mbps são reservados ao governo e os outros 7 para uso geral, isto é: toda a gente em Timor. Quanto é que se consegue ter numa casa Portuguesa? 4Mbps? Como tenho andado a ensinar aos meus alunos de redes, 13Mbps são pouco mais que 13300 kbps. Na universidade temos uma rede local com cerca de 40 computadores que partilham uma ligação de internet de 256kbps.<br />
No bairro temos uma ligação à internet de 64kbps que é partilhada por todos os professores.<br />
Ora vamos lá falar de Quality of Service (QoS). O QoS é um serviço que ajuda a garantir que todos os utilizadores tenham a largura de banda que subscreveram. Em Timor não deve haver isso. Lembram-se dos modems que se usavam em Portugal há uns anos? Esses modems tinham velocidades de 33kbps e depois de 56kbps, aqui temos um de 64kbps. Como não há QoS (suponho), esta ligação aqui em Timor é mais lenta que esses modems em Portugal. 13Mbps dá para 200 ligações de 64, e 5 eu já as conheço.</p>
<ul>
<li> gmail.com ao meio-dia: 30 segundos para poder por a password.</li>
<li>google.com? 10 segundos para carregar!</li>
</ul>
</blockquote>
<p>Se por um lado é necessário um grande esforço para reconstruir a infraestrutura de comunicação, por outro, a receita da Timor Telecom é tida alta, como <a href="http://hilarionolasco.blogspot.com/2008/10/i-am-still-very-young.html" target="_blank">Hilário Nolasco</a> [tet], trabalhador timorense da Timor Telecom, reclama:</p>
<blockquote><p>Hau mak kiik liu compara ho trabalhador tomak TT nian iha tinan 2007 no 2008, colega balun bolu hau putu, balun dehan hau labarik maibe ida nee la iha diferencia iha servicu laran, hau gosta servico iha TT tamba iha ambiente nebe diak excepto valorizacao ba hau nia servico quando compara ho rendimento empresa nian ………..iha exploracao nebe bot la halimar!.</p></blockquote>
<div class="translation">Fui a pessoa mais jovem a trabalhar para a TT em 2007 e 2008. Alguns colegas me chamam de “kid”, outros dizem que sou uma criança, mas isso não faz diferença nenhuma para o meu trabalho. Gosto de trabalhar para TT porque o ambiente é bom, embora meu trabalho não seja valorizado quando comparado ao rendimento da empresa&#8230; Tem muita exploração, na moral!</div>
<p>O mesmo blogueiro, em um <a href="http://www.facebook.com/video/video.php?v=1008333020291&amp;oid=32302924331#/video/video.php?v=1008338700433&amp;oid=32302924331" target="_blank">comentário no Facebook no vídeo Tempo Semanal Vox Pop</a> [tet] onde uma mulher responde à pergunta “Timor Telecom, Boa ou Ruim?”, enfatiza a necessidade de se equilibrar pontos de vista sobre a infraestrutura de telecomunicações ao falar da reconstrução do país:</p>
<blockquote><p>Ne&#39;e Maluk Timor oan sira temke akompanha mos prosesu dezemvolvimento iha mos rai seluk para ita Timor Ne&#39;e Lebele Ketingalan Imformasi…Labele Hare deit Parte ida maibe temke hare mos parte seluk….Obrigado…</p></blockquote>
<div class="translation">Todos nós devemos passar por um processo de desenvolvimento, assim como todos os outros países precisam, para que o Timor não sofra de um abismo em termos de informação. Não podemos apenas olhar um lado da questão, devemos também olhar o outro.</div>
<p>Entretanto, começam a aparecer <a href="http://www.youtube.com/watch?v=P-g5ejC4QgQ" target="_blank">peças de zombaria</a> contra o monopólio da TT, como o vídeo “Timor Telecom Você é Uma Piada” publicado no YouTube pelo usuário <a href="http://uk.youtube.com/user/kmfw72">kmfw72</a>, cujas imagens capturadas da tela ilustram esse artigo.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/P-g5ejC4QgQ&amp;hl=fr&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/P-g5ejC4QgQ&amp;hl=fr&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Jeremy Wagstaff <a href="http://www.loosewireblog.com/2006/05/internet_darkne.html" target="_blank">expresa seu desapontamento</a> [en] quanto ao abismo digital formado em Timor Leste à época da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Crise_timorense_de_2006">crise timorense de 2006</a>. Naquela época, apenas um site timorense tinha informações sobre o levante, <a href="http://www.suaratimorlorosae.com/" target="_blank">Suara Timor Lorosae</a> (site que esteve inativo até recentemente), e que fora a fonte principal de notícias no país. Existe também uma boa quantidade de pontos de vista timorenses colhidos durante uma investigação da ONU sobre a crise. O relatório foi publicado em um grupo no Yahoo de <a href="http://groups.yahoo.com/group/east-timor-studies/" target="_blank">Estudos sobre o Timor Leste</a>.</p>
<blockquote><p>I can find no East Timor site working out of East Timor that has any information about this uprising, the most important development in the country’s recent history. OK, so not many Timorese have access to the Internet but this is a vital link with the outside world, a chance for Timorese to convey what is going on to governments, exiled Timorese, interested readers and others. Now, in the midst of terrible violence and the humiliation of seeking outside military intervention, there is again no domestic media getting the story to the world’s most important medium.</p></blockquote>
<div class="translation">Eu não consigo encontrar nenhum site do Timor Leste que funcione a partir do Timor Leste e que tenha informações sobre esse levante, o mais significante processo da recente história do país. OK, não são muitos os timorenses que têm acesso à internet mas esse é um link fundamental com o mundo lá fora, uma chance para o timorense expressar o que está acontecendo para governos, timorenses exilados, leitores interessados e outros. Agora, em meio a uma terrível violência e a humilhação de buscar intervenção militar exterior, mais uma vez, não tem nenhum organismo de imprensa nacional trazendo notícias para os veículos mais importantes do mundo.</div>
<p>Embora o <a href="https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/tt.html#Comm" target="_blank">número de usuários da internet</a> em 2006 fosse estimado em 1.200, a quantidade de sites apoiados pelos cidadãos timorenses, no idioma tetum, tem crescido. Alguns exemplos a serem destacados são a versão da <a href="http://tet.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1jina_Mahuluk" target="_blank">Wikipedia</a> em <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tetum">tetum</a>, e alguns sites de notícias, como <a href="http://temposemanaltimor.blogspot.com/" target="_blank">Tempo Semanal</a> e <a href="http://klaak-semanal.blogspot.com/" target="_blank">Kla&#39;ak Semanal</a>. Nove anos após a primeira conexão, em 2 de fevereiro de 2009, <a href="http://www.timortelecom.tp/eng/planos_internet_uk.html">estão disponíveis apenas conexões analógicas discadas</a> e 285 servidores de internet.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-56231" title="no broadband yet!" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/02/broadband.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8230;e ainda estamos aguardando a chegada da banda larga também!</strong></p>
<p>No próximo artigo dessa série, você conhecerá <a href="http://www.suaimediaspace.org/history/history-of-friendship/friends-of-suai/jen-hughes/" target="_blank">Jen Hughes</a>, fundadora do <a href="http://www.suaimediaspace.org/" target="_blank">Suai Media Space</a> [en] - um projeto de mídia social conectando o povo de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Suai">Suai</a> à comunidade internacional, cujo sonho é: “fazer que as vozes da juventude de Suai sejam ouvidas no mundo inteiro”. A documentarista australiana descreverá sua experiência tentando trazer a tecnologia a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Suai">Suai</a>, ao sul de Timor Leste.</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Egito: O terrorismo na visão de uma criança</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/12/08/egito-o-terrorismo-na-visao-de-uma-crianca/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/12/08/egito-o-terrorismo-na-visao-de-uma-crianca/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 20:27:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Egypt]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra & Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Middle East & North Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

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		<description><![CDATA[Como uma criança define o terrorismo? Do Egito, Tarek Amr nos traz essa conversa da blogosfera egípcia. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/tarek-amr/">Tarek Amr</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/12/08/egypt-defining-terrorism/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<p>O blogue egípcio <a href="http://ctybrd.blogspot.com/2008/12/blog-post.html">City Bird</a> [ar] escreveu a postagem a seguir:</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-53673" title="Gaza Child\'s drawing " src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/12/04122008.jpg" alt="" /></p>
<blockquote>
<div class="arabic">قالت مدرسة الرسم : ارسموا موضوعا عن الإرهاب<br />
رسم الطفل هذا الرسم<br />
قالت المدرسة : إيه الهباب اللي انت راسمه ده؟؟ إحنا عايزين ملتحين بيقتلوا الناس</div>
</blockquote>
<div class="translation">A professora pediu aos estudantes para fazerem um desenho sobre o terrorismo.<br />
E um dos estudantes fez o desenho acima.<br />
Ela perguntou: Que diabos você desenhou? Queremos um desenho de gente com barba matando gente inocente.</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Irã: Estudantes protestam contra ditadura e apartheid sexual</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/12/08/ira-estudantes-protestam-contra-ditadura-e-apartheid-sexual/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 20:14:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cyber-Ativismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Um grupo de estudantes promoveu uma manifestação de protesto contra o governo iraniano e o presidente Mahmoud Ahmadinejad na Universidade de Teerã no domingo passado, Dia dos Estudantes, para relembrar o aniversário do assassinato de três estudantes da Universidade de Teerã em 6 de dezembro de 1953.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/hamid-tehrani/">Hamid Tehrani</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/paulagoes/'>Paula Góes</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/12/08/iran-students-protest-dictatorship-and-gender-apartheid/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single" class="entry">
<p><img class="alignnone size-full wp-image-53669" title="yari1" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/12/yari1.jpg" alt="" /><br />
<em><small>Foto do <a href="http://yaarinews.com/">yaarinews.com</a></small><br />
</em><br />
Um grupo de estudantes promoveu uma manifestação de protesto contra o governo iraniano e o presidente Mahmoud Ahmadinejad na Universidade de Teerã no domingo passado, celebrado como o  <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Student_Day_%28Iran%29">Dia dos Estudantes</a> [en] para relembrar o aniversário do assassinato de três estudantes da Universidade de Teerã em 6 de dezembro de 1953.</p>
<p>O Daftare Tahkim Vahdat (que significa Escritório de Consolidação da União), uma importante associação de estudantes, organizou a manifestação para protestar contra a censura, o &#8220;apartheid&#8221; sexual e a pressão sob os estudantes. Eles entonaram palavras de ordem como “Abaixo a Ditadura” e se <a href="http://www.reuters.com/article/worldNews/idUSDAH75316320081207">confrontaram</a> [en] com as forças de segurança. Você pode ver um conjunto de fotos <a href="http://www.photoblog.com/zohrepix/2008/12/07/scholar-day-in-iran--------.html">aqui</a>.</p>
<p>Veja abaixo um vídeo da manifestação:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/8JkJhl4kDqo&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/8JkJhl4kDqo&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><em>Salam Demokrat</em> <a href="https://www.salam-democrat.com/spip.php?article19364">diz</a> [fa] que estudantes que tinham sido presos ou destituídos do estudo discursaram na universidade. O blogueiro relata:</p>
<blockquote><p>در ادامه سخنرانی ها دانشجوی منع تحصیل و زندانی آزاد شده، مهدیه گلرو، از دانشگاه علامه<br />
در مورد جنبش زنان و خاطرات زندان خود سخن گفت و مورد تشویق و پشتیبانی فراوانی از دانشجویان قرار گرفت. بعد از خانم گلرو، دانشجویان کرد، بیانیه ی خود را خواندند. و دانشجویان سوسیالیست دانشگاه های ایران و دانشجویان سوسیالیست پلی تکنیک بیانیه های خود را توزیع کردند</p></blockquote>
<div class="translation">Mahdieh Golro falou sobre o movimento feminino e sua experiência na prisão. Os estudantes a motivaram de forma muito calorosa. Depois de Golro, estudantes curdos leram suas declarações e estudantes socialistas distribuíram seus panfletos.</div>
<p>O blogueiro acrescenta que o número de participantes gira em torno de 3.000 a 4.000 estudantes.</p>
<p>Veja mais fotos <a href="http://www.yaarinews.com/default.aspx/n/2080/%DA%AF%D8%B2%D8%A7%D8%B1%D8%B4-%D8%AA%D8%B5%D9%88%DB%8C%D8%B1%DB%8C5-%D8%AA%D8%AC%D9%85%D8%B9-%D8%A7%D9%85%D8%B1%D9%88%D8%B2-%D8%AF%D8%A7%D9%86%D8%B4%D8%AC%D9%88%DB%8C%D8%A7%D9%86-%D8%AF%D8%B1-%D8%AF%D8%A7%D9%86%D8%B4%DA%AF%D8%A7%D9%87-%D8%AA%D9%87%D8%B1%D8%A7%D9%86">aqui</a>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>KarmaTube: promovendo mudanças pelo compartilhamento de vídeos</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/12/04/karmatube-promovendo-mudancas-pelo-compartilhamento-de-videos/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/12/04/karmatube-promovendo-mudancas-pelo-compartilhamento-de-videos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 20:13:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dominguezvaleska</dc:creator>
				<category><![CDATA[Afghanistan]]></category>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente porJuliana Rincón Parra  &#183; Traduzido por dominguezvaleska &#183;  Veja o post original 
Karma Tube é uma plataforma de compartilhamento que divulga vídeos de curta duração e as causas que eles promovem pela Rede Mundial de Computadores, com sugestões de atitudes que o público pode adotar em relação à causa retratada. Através do KarmaTube trazemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/juliana-rincon-parra/">Juliana Rincón Parra</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/dominguezvaleska/'>dominguezvaleska</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/11/11/karmatube-promoting-change-through-video-sharing/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><img class="alignleft size-full wp-image-52500" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/11/dibujo.jpg" alt="KarmaTube logo" /><a href="http://www.karmatube.org/index.php">Karma Tube</a> é uma plataforma de compartilhamento que divulga vídeos de curta duração e as causas que eles promovem pela Rede Mundial de Computadores, com sugestões de atitudes que o público pode adotar em relação à causa retratada. Através do KarmaTube trazemos até vocês <a href="http://www.karmatube.org/videos.php?id=1340">Skateistan do Afeganistão</a>, <a href="http://www.karmatube.org/videos.php?id=1307">Seeds of Light da África do Sul</a> e <a href="http://www.karmatube.org/videos.php?id=178">Barrios de Paz</a> no Equador.</p>
<p><a href="http://skateistan.org/">Skateistan</a> foi iniciado por três australianos, que resolveram ensinar os jovens do Afeganistão a andar de skate como uma alternativa inédita de recreação e uma plataforma de aprendizagem transcultural. A escola de skate foi instalada numa piscina abandonada em Kabul, e tanto meninos quanto meninas participam desse esporte não-competitivo. Na verdade, eles dizem o seguinte nas <a href="http://skateistan.org/about-us/faqs/">FAQ do seu site</a>:</p>
<blockquote><p>Half of the students are female, giving Afghanistan the highest rate of female participation in skateboarding of any country in the world.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Metade dos estudantes são meninas, o que dá ao Afeganistão à maior taxa de participação feminina na prática do skate comparado a qualquer país do mundo&#8221;.</div>
<p>O seguinte vídeo também pode ser encontrado no <a href="http://www.youtube.com/watch?v=G0cZsVPM6Hk">canal skateistan, no YouTube</a>:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/G0cZsVPM6Hk&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/G0cZsVPM6Hk&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.seedsoflight.org/web/">Seeds of Light</a> é um programa iniciado por Leslie Temple-Thurston na África do Sul para melhorar a qualidade de vida de uma comunidade carente. Perfurar um poço d&#39;água, plantar hortas para melhorar o sistema imune das crianças, formar laboratórios de computação e educação para HIV/AIDS são alguns dos projetos que a comunidade têm desenvolvido com a ajuda da sra. Temple-Thurston.</p>
<p>O <a href="http://www.youtube.com/watch?v=oT5-tXclAz0">seguinte vídeo</a> apresenta o trabalho da sra. Temple-Thurston e a comunidade que tem se beneficiado com ele:</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/oT5-tXclAz0&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/oT5-tXclAz0&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.karmatube.org/videos.php?id=178">Barrios de Paz</a> é um projeto de <a href="http://www.serpaz.org/web/">Ser Paz</a>, liderado por Nelsa Libertad Curbelo Cora, que tem trabalhado com membros de gangues na periferia de Guayaquil, Equador, unindo membros de gangues diferentes para trabalhar juntos, e trabalhar pela paz. Nelsa dá apoio a essas pessoas, partindo da perspectiva de que os jovens que se únem às gangues o fazem movidos pela necessidade de pertencer a uma família, e em busca de apoio e orientação: quando recebem líderes apropriados, eles têm energia e disposição para trabalhar em ambientes pacíficos, e quando recebem amor, têm a força para mudar para melhor. No <a href="http://www.youtube.com/watch?v=M6s5MKcsKpg">vídeo legendado de 9 minutos</a>, Nelsa fala sobre as gangues, a psicologia de seus membros e sobre como o programa tem ajudado adolescentes a descobrir uma saída no ciclo da violência. O documentário na íntegra está dividido em duas partes, que você pode assistir <a href="http://www.youtube.com/watch?v=WKI0ATzcgLs">aqui</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=SO6IabnT-gI">aqui</a>.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/M6s5MKcsKpg&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/M6s5MKcsKpg&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=en&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Existem muitos outros projetos e vídeos inspiradores  que você pode assistir em <a href="http://www.karmatube.org/index.php">KarmaTube</a>. É entusiasmante ouvir falar de pessoas boas que realizam grandes ações em favor dos outros.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/12/04/karmatube-promovendo-mudancas-pelo-compartilhamento-de-videos/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Egito: Universidade Americana no Campus Novo do Cairo Deflagra Debate</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/11/29/httpglobalvoicesonlineorg20081120egypt-zoom-on-the-new-american-university-in-cairo/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/11/29/httpglobalvoicesonlineorg20081120egypt-zoom-on-the-new-american-university-in-cairo/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 29 Nov 2008 15:32:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elisa Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Egypt]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Middle East & North Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

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		<description><![CDATA[Projetado para acomodar 5.500 estudantes em tempo integral e 1.500 docentes e funcionários da administração, o campus novo da Universidade Americana no Cairo, de 260 acres e um custo de $400 milhões, é avançado em tecnologia e ecologicamente consciente. Os estudantes dizem que foi uma mudança prematura, pois têm sofrido assédio sexual e pagam caro pela alimentação, entre muitas outras questões. Marwa Rakha relata.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/marwa-rakha/">Marwa Rakha</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/elisathiago/'>Elisa Thiago</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/11/20/egypt-zoom-on-the-new-american-university-in-cairo/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Projetado para acomodar 5.500 estudantes em tempo integral e 1.500 docentes e funcionários da administração, o campus novo da Universidade Americana no Cairo, de 260 acres e um custo de $400 milhões, é avançado em tecnologia e ecologicamente consciente. Os estudantes dizem que foi uma mudança prematura, pois têm sofrido assédio sexual e pagam caro pela alimentação, entre muitas outras questões.</p>
<p>O <a href="http://chroniclingcairo.blogspot.com/">Chronicling Cairo</a> [en] mostrou sua tristeza numa mensagem no <a href="http://chroniclingcairo.blogspot.com/2008/09/i-learned-tonight-at-long-overdue-floor.html">blog</a> [en]:</p>
<blockquote><p>Since we moved to Heliopolis we&#39;ve been dealing with an incredible amount of sexual harassment. Keep in mind that the entire time we&#39;ve been living in the hotel so far has been during the month of Ramadan, the holiest month of the year for Muslims and the time in which all Muslims make extra effort to worship God and live in a pure and holy way.</p>
<p>As such, all sexual thoughts and acts during the fasting hours are technically forbidden. However, we cannot walk down the street in Heliopolis (in daylight or after sundown) without catcalls, honking cars, constant hissing, and what i&#39;m sure are likely extremely lewd expressions in colloquial Egyptian being tossed our way. I was warned to expect the harassment, I can take the verbal abuse.</p>
<p>What I have difficulty accepting, however, is the physical component of the problem. Two weeks ago this sequence of events happened:</p>
<p>The fact that we&#39;re foreigners has no bearing on the level of harassment we&#39;re receiving–our Egyptian and Arab dorm-mates are harassed at an equal level. Surveys conducted of Egyptian women indicate that veiled women experience only 10% less harassment than unveiled women. My Palestinian suitemate told me that it will get even worse once Ramadan ends.</p>
<p>By deciding to house us in a completely isolated area full of military compounds that is hostile to outsiders in general, AUC put their female students in a terrible situation where there is absolutely nothing we can do to stop men from touching us inappropriately. And that makes me angry.</p></blockquote>
<div class="translation">Desde que nos mudamos para Heliopolis temos lidado com uma quantidade incrível de  assédio sexual. Tenha em mente que  o tempo todo de nossa estada no hotel até agora coincide com o mês de Ramadan, o mês mais sagrado do ano para os muçulmanos e o período durante o qual todos os muçulmanos fazem um esforço extra para venerar Deus e viver de uma maneira pura e santa.</p>
<p>Como tal, pensamentos e atos voltados para o sexo durante as horas de jejum são tecnicamente proibidos. E no entanto, não podemos percorrer as ruas de Heliopolis (seja à luz do dia ou depois do por do sol) sem vaias, buzinadas, assobios constantes e aquilo que, tenho certeza são, provavelmente, expressões extremamente grossas em egito coloquial sendo atiradas em nossa direção.Fui avisada sobre o assédio; posso aguentar a ofensa verbal.</p>
<p>O quê tenho dificuldade em aceitar, de qualquer jeito, é o componente físico do problema. Duas semanas atrás ocorreu a seguinte seqüência de eventos:</p>
<p>O fato de sermos estrangeiras não tem a ver com o nível de assédio que recebemos - nossas companheiras de quarto egípcias e árabes são assediadas a um mesmo nível. Pesquisas realizadas sobre mulheres egípcias indicam que mulheres que usam o véu sofrem somente 10% menos assédio do que mulheres que não o usam. Minha companheira palestina de quarto me disse que ficará ainda pior depois de Ramadan.</p>
<p>Ao decidir por nos alojar numa área completamente isolada, cheia de complexos militares que é hostil a estranhos em geral, a AUC [Universidade Americana no Cairo] colocou suas estudantes mulheres numa situação terrível onde não há nada, em absoluto, que possamos fazer para evitar que homens venham a bulir conosco. E isto me deixa furiosa.</p>
</div>
<p><a href="http://scene-heard.blogspot.com/2008/11/not-so-cultural.html">Scene and heard</a> [en] publicou a seguinte carta de uma estudante estrangeira da AUC [Universidade Americana no Cairo]:</p>
<blockquote><p>Dear S&amp;H,</p>
<p>I am currently doing a semester abroad here at AUC at the new campus and am unfortunately really disappointed. My friends recommended the program after spending a summer studying Arabic at the downtown AUC campus and told me how amazing it was to be right smack dab in the middle of the city and cultural festivities. I had heard about the new campus but was told it wasn&#39;t “that far” from downtown and figured I had nothing to lose. I&#39;m sure you can imagine my surprise when I arrived at the new campus and realized I was in the middle of a number of developing upscale communities surrounded by desert…not exactly the cultural experience I was looking for. I have to take a bus or Cairo Cab downtown to be able to experience the streets and true culture of Cairo. I wish I was able to walk down the streets near Tahrir square and eat koshari and falafel sandwiches between my gaps like my friends had told me about…and although Cilantro&#39;s not bad, that&#39;s not exactly what I flew thousands of miles to experience.</p>
<p>I recently read an article in the Daily News that really hit home and I thought that this was the best place to voice my opinion and maybe open a discussion forum. In the article, the reporter recommended: “For the sake of its foreign students, AUC’s Arabic Language Institute should seriously consider returning to the university’s old location in the heart of downtown Cairo.”</p>
<p>YES PLEASE.</p></blockquote>
<div class="translation">Prezado S&amp;H,</p>
<p>Estou, no momento, fazendo um semestre aqui na AUC no novo campus e estou, infelizmente, muito decepcionada. Minhas amigas recomendaram o programa depois de terem passado um verão estudando árabe no campus da AUC do centro da cidade e me disseram como havia sido maravilhoso estar bem alí no centro de Cairo e dos acontecimentos culturais. Havia ouvido falar do novo campus, mas tinha sido informada de que não era assim &#8220;tão longe&#8221; do centro da cidade e achei que não tinha nada a perder. Você pode imaginar minha surpresa quando cheguei no novo campus e percebi que estava no meio de um número de comunidades florescente em desenvolvimento, cercado por deserto…não exatamente a experiência cultural que esperava. Tenho que pegar um ônibus ou um táxi para o centro para poder vivenciar as ruas e a verdadeira cultura do Cairo. Pudesse eu andar pelas ruas perto da praça Tahrir e saborear sanduíches koshari e falafel nos intervalos de aula, como minhas amigas me contaram…e, embora Cilantro não seja ruim, não era exatamente o que esperava viver depois de milhares de milhas de vôo.</p>
<p>Li, recentemente, um artigo no Daily News que realmente atingiu o alvo e me fez pensar que este seria o melhor lugar para dar voz a minha opinião e talvez iniciar um forum de discussão. No artigo, o repórter recomendava: “Por consideração a seus alunos estrangeiros, o Instituto de Língua Árave da AUC deveria pensar seriamente em retornar a sua antiga localização no centro do Cairo.”</p>
<p>SIM, POR FAVOR.</p>
</div>
<p>Will Ward publicou um post com o título <a href="http://willward.wordpress.com/2008/10/29/auc-food-fight-at-the-new-campus/">AUC: Batalha por comida no novo campus</a>. [en]</p>
<blockquote><p>On my first day at the AUC new campus I waited in line over half an hour to buy a cardboardy bagel from one of the three chain food outlets that were up and running.</p>
<p>This was because the university had sold a concession to Delicious Inc, a company that operates chain franchises like Cinnabon, McDonalds, Cilantro, etc, to be the sole foodservice provider on campus.  A cup of coffee at one of these places runs 12-15 pounds, and a sandwich or salad would set you back at least 20.</p>
<p>For Ramadan this was not a huge deal because most people weren’t eating on campus anyway, but after Eid all hell broke loose.   With fasting over, no one was prepared to wait forever in a line to overpay for meh food.</p>
<p>After a few days, something fantastic happened.  Instead of complaining (my default response), a group of students set up small stands around campus and began selling snacks, apples and little packages of homemade pasta with roasted veggies.  These were cheaper and more delicious than Delicious Inc’s products, so naturally, the company tried to shut them down.</p>
<p>I am told that, after being closed initially, the students appealed the decision to the AUC president and were given permission to continue operating.  But then yesterday I noticed that Delicious had set up their own kiosk and had dispatched two Cilantro employees to hand out cookies to the passersby.</p>
<p>Getting warmer….but I’m not sold yet.  When they start delivering free double macchiatos to my office, then we’ll talk.  That may even earn them a coveted Friday in Cairo endorsement.</p>
<p>But in the end, even the student food is priced head and shoulders above the cheap filling lunch you can get for a few pounds at the downtown places.  The real scandal is that, with November almost here, there is no sign of fuul, tamiyya or koshary on the new campus as promised.</p>
<p>Meanwhile, I continue to spend a great deal of time at the old campus.  The wireless internet is still up and running, the cheaper, better coffee shop is still open, the bank is open with no lines.  There are trees, birds chirping, no desert rats, you get the picture.</p></blockquote>
<div class="translation">Em meu primeiro dia no novo campus da AUC esperei na fila mais de meia hora para comprar uma rosca com gosto de papelão de um dos três estabelecimentos de uma cadeia voltada para a alimentação  que estava funcionando.</p>
<p>Isto porque a universidade havia vendido uma concessão para a Delicious Inc, uma companhia que opera franquias de cadeias de estabelecimentos como Cinnabon, McDonalds, Cilantro, etc, para serem os únicos provedores de serviços de alimentação no campus. Uma xícara de café num desses locais custa de 12 a 15 libras, e um sanduíche ou uma salada deixaria você pelo menos 20 mais pobre.</p>
<p>Durante o Ramadan não chegava a ser um grande problema, pois a maior parte das pessoas não estavam consumindo no campus, mas depois do Eid, a confusão foi total. Terminado o período de jejum, ninguém estava a fim de esperar a vida toda na fila para acabar pagando muito caro por uma comida porcaria.</p>
<p>Depois de alguns dias, algo fantástico aconteceu. No lugar de reclamar (minha reação default), um grupo de estudantes organizou pequenos quiosques ao redor do campus e começaram a vender guloseimas, maçãs e pequenas embalagens de massa com legumes assados. Estes eram mais baratos e mais gostosos do que os produtos da Delicious Inc., e assim, naturalmente, a companhia tentou fazer com que parassem com as vendas.</p>
<p>Fui informado de que, depois de serem fechados, inicialmente, os estudantes fizeram um apelo ao reitor da AUC e receberam permissão para continuar com as operações. Mas, aí então, ontem, notei que a Delicious havia colocado seu próprio quiosque e despachado dois empregados da Cilantro para distribuir biscoitos para os transeuntes.</p>
<p>A coisa está esquentando&#8230;, mas ainda não entrego os pontos. Quando eles começarem a entregar, gratuitamente, macchiatos duplos em meu escritório, aí então podemos conversar. Pode até trazer para eles uma tão desejada sexta-feira no endosso do Cairo.</p>
<p>Mas no final das contas, até mesmo a comida dos estudantes custa muito mais do que o almoço barato que você pode comprar com umas poucas libras nos restaurantes do centro. O verdadeiro escândalo é que, com o mês de novembro quase chegando, não há nem sinal do fuul, tamiyya ou koshary no novo campus, como havia sido prometido.</p>
<p>Enquanto isso, continuo a passar um bom tempo no campus velho. A internet sem-fio ainda está em funcionamento, o quiosque do café, mais barato e melhor, ainda continua aberto, o bando continua aberto e não tem filas. Há árvores, passarinhos cantores, nenhum <a href="http://dnile.wordpress.com/2008/10/27/desert-rats-seriously/">rato do deserto</a>, [en] vê-se a diferença.</p>
</div>
<p>Estudantes furiosos conseguiram um <a href="http://auccaravan.wordpress.com/2008/11/10/angry-students-get-apology-from-auc-president/">pedido de desculpas</a> [en] do reitor da AUC:</p>
<blockquote><p>The head of The American University in Cairo apologized to attendees at a raucous and at times angry student forum today meant to address concerns about the new campus, which continued even as a blackout hit the university.</p>
<p>Flanked by two armed bodyguards, President David Arnold asked for the audience’s understanding and forgiveness for the problems the university has experienced this semester.</p>
<p>“I want to express my deep personal apology about the problems and suffering that we have encountered at the past two months,” he said.</p>
<p>The forum was hastily organized in response to a sit-in held by dozens of student protesters last week outside the administration building.</p>
<p>The group organizing the protest asked the school provide the details of its contract with food consortium Delicious Inc. and publicize all of its financial records, provide cheaper food alternatives, guarantee the campus is finished by spring, a reimbursement of four weeks of tuition, and a cap on tuition hikes.</p>
<p>During his address at the Motaz El Alfy Hall in the newly opened section of campus, Arnold acknowledged student frustration with the problems AUC has experienced in the move to Kattameya.</p>
<p>Arnold defended the move as the “right decision,” though he was immediately heckled for the comment.</p>
<p>He did not give a definitive answer about when the campus would be fully completed, but said he expected student housing would be ready for tenants at the end of the semester. An updated construction schedule is expected next week, AUC said in a statement.</p>
<p>To address student concerns about food on campus, the university has created a Food Services Committee, and will provide a summary of its agreement with Delicious Inc, the university said.</p>
<p>At the forum, Arnold announced that students would also receive a food coupon worth 200 LE.</p>
<p>He also agreed with the concerns that staff and students have raised about the bus service provided by Family Transport. Drivers for the Heliopolis-based firm have been in at least two accidents since the beginning of the semester.</p>
<p>“Bus service was not that good for the first two weeks of this semester, as many problems were taking place, such as the bus was sometimes full or it wasn’t on time,” Arnold said.</p>
<p>The bus services rebate will be worth 500 LE to each student, a third of the value of the bus pass.</p>
<p>But he said he was not entertaining a tuition refund of any kind. In its release, the university stated tuition covers 70 percent of education costs, the remainder covered by donations and AUC’s endowment funds.</p>
<p>“We have made a commitment towards offering higher education programs for you, so a reduction of tuition is unnecessary,” Arnold said.</p>
<p>In previous remarks to the Caravan, university officials said AUC has suffered a decline of almost $100 million in the market value of its securities investments, which were largely made with endowment funds.</p></blockquote>
<div class="translation">O reitor da Universidade Americana no Cairo, hoje, pediu desculpas aos participantes de um forum estudantil áspero e, em alguns momentos, rancoroso, organizado para discutir as preocupações acerca do novo campus, o qual continuou mesmo depois que um apagão atingiu a universidade.</p>
<p>Ladeado por dois guarda-costas armados, o reitor David Arnold solicitou dos ouvintes compreensão e clemência para com os problemas que a universidade enfrenta esse semestre.</p>
<p>“Quero expressar meus mais profundos pedidos de desculpas para com os problemas e sofrimento que temos encontrado nos dois últimos meses,” disse ele.</p>
<p>A reunião foi organizada apressadamente em resposta a um protesto realizado por dúzias de estudantes na semana passada no lado de fora do prédio da administração.</p>
<p>O grupo organizador do protesto pediu que a escola providenciasse as informações sobre seu contrato com o consórcio alimentício Delicious Inc. e publicasse todos os seus registros financeiros, fornecesse alternativas mais baratas de alimentação, garantisse o término das obras do campus até a primavera, uma devolução das taxas equivalentes a quatro semanas de aulas e um limite nos aumentos de custo de instrução.</p>
<p>Durante seu discurso no Salão Motaz El Alfy na seção recentemente aberta do campus, Arnold reconheceu a frustração estudantil em relação aos problemas pelos quais a AUC tem passado na mudança para Kattameya.</p>
<p>Arnold defendeu a mudança como a &#8220;decisão certa,” embora fosse na mesma hora interrompido por seu comentário.</p>
<p>Ele não deu nenhuma resposta definitiva quanto a uma data de finalização das obras do campus, mas disse que esperava que o complexo de habitação estudantil estaria pronto para receber moradores ao final do semestre. Um cronograma atualizado da construção é esperado para a semana que vem, declarou a AUC.</p>
<p>Para lidar com as preocupações dos estudantes quanto à alimentação no campus, a universidade criou um Comitê de Serviços de Alimentação, e fornecerá um resumo de seu acordo com a Delicious Inc., disse a universidade.</p>
<p>Na reunião, Arnold anunciou que os estudantes iriam também receber um cupom para alimentação no valor de 200 LE.</p>
<p>Ele também concordou com as preocupações que o quadro de funcionários e os alunos levantam a respeito do serviço de ônibus oferecido pelo Family Transport [Transporte da Família]. Os moltoristas da firma com base em Heliopolis já estiveram envolvidos em pelo menos dois acidents desde o início do semestre.</p>
<p>&#8220;O serviço de ônibus não foi assim tão bom nas duas primeiras semanas deste semestre, uma vez que muitos problemas estavam ocorrendo, tais como o ônibus algumas vezes estava lotado ou não estava no horário,” disse Arnold.</p>
<p>O desconto nos serviços de ônibus será no valor de 500 LE para cada estudante, um terço do valor do passe de ônibus.</p>
<p>Mas disse que não estava levando em consideração qualquer tipo de reembolso das taxas de instrução. Em seu comunicado, a universidade afirmou que as taxas de instrução cobrem 70 porcento dos custos educacionais, o restante sendo obtido através de doações e dotação de fundos da AUC.</p>
<p>“Temos um compromisso para com o oferecimento de programas de educação superior para vocês, e uma redução nas taxas de instrução não é necessária,” disse Arnold.</p>
<p>Em observações anteriores para a Caravan, funcionários da universidade afirmaram que a AUC sofreu um declínio de quase $100 milhões no valor de mercado de seus investimentos em seguros, os quais foram em larga escala conseguidos com dotação de fundos.</p>
</div>
<p>No Facebook, diversos grupos foram criados pelos estudantes dando voz as suas frustrações: <a href="http://www.facebook.com/topic.php?uid=29599532586&amp;topic=5218">Petição para retornar para o antigo campus</a>, [en]  <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=29599532586">Odiamos o novo campus</a>,[en] e <a href="http://www.facebook.com/group.php?sid=b4a363f402bb4307fc9af1eb9938a027&amp;refurl=http%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fs.php%3Fref%3Dsearch%26init%3Dq%26q%3Ddont%2Bsell%2Bthe%2Bold%2Bcampus%26sid%3Db4a363f402bb4307fc9af1eb9938a027&amp;gid=2237255201">Não venda o campus velho</a>.[en]</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Irã: Blogando da Menor Escola do Mundo</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/10/28/ira-blogando-da-menor-escola-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 03:59:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cyber-Ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Farsi]]></category>
		<category><![CDATA[Iran]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Middle East & North Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Photos]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

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		<description><![CDATA[Abdul Mohammed She'rani, um jovem professor iraniano de uma vila muito remota do Irã, blogou sobre sua minúscula escola e seus quatro alunos da pequena vila iraniana de pescadores de Jamalabad Kalu, próxima à cidade portuária sulina de Bushehr. A mídia social fez algo realmente milagroso. A imprensa iraniana e até mesmo a CNN falaram sobre esta vila e o governo os ajudou com a construção de uma estrada e outras benfeitorias. Leia mais sobre a menor escola do mundo neste artigo de Hamid Tehrani.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/hamid-tehrani/">Hamid Tehrani</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/10/27/iran-blogging-from-the-smallest-school-in-the-world/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Aqui está outra história de como blogar pode mudar vidas de uma forma positiva e atrair atenção para partes invisíveis deste mundo.</p>
<p><em>Abdul Mohammed She&#39;rani</em>, um jovem professor iraniano de uma vila muito remota do Irã, <a href="http://www.jadidonline.com/story/26062008/frnk/kalu_school_eng">blogou sobre sua minúscula escola e seus quatro alunos</a> [En] da pequena vila iraniana de pescadores de Jamalabad Kalu, próxima à cidade portuária sulina de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Prov%C3%ADncia_de_Bushehr">Bushehr</a>.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-51597" title="smallest1" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/10/smallest1.jpg" alt="" /><br />
<em><small>Abdul Mohammad She’rani com seus quatro alunos.</small></em></p>
<p>E a mídia social fez algo realmente milagroso pela vila e pela escola. A imprensa iraniana e até mesmo a CNN falaram sobre esta vila, e o governo os ajudou com a construção de uma estrada e outras benfeitorias. A UNESCO <a href="http://www.nowpublic.com/world/unesco-worlds-smallest-school-iran">reconheceu</a> [En] a escola como a menor do mundo. Você pode ver várias fotos da escola <a href="http://dayyertashbad.blogfa.com/post-131.aspx">aqui</a> [Fa].</p>
<p>CNN fez uma matéria sobre esta escola, que acabou <a href="http://www.youtube.com/watch?v=XkgTSK4ELIo">chegando ao YouTube</a>.</p>
<p>O blogue <em>Notes of a teacher as soldier</em> (um blogue em inglês que traduziu alguns dos posts de Mohammad) escreve sobre a primeira experiência do professor com esta escola:</p>
<blockquote><p>On the first day I became the soldier teacher, a tiny girl with a sweet voice and that lovely southerner modesty came to meet me. She took my hand with her tiny one, encircled with a green bracelet to ward off evil, and showed me Kalou&#39;s new school; a school that had no walls and stood just a few steps away from the sea.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;No primeiro dia eu me tornei o soldado professor, e uma pequena garotinha com voz doce e aquela adorável timidez sulina veio me dar as boas vindas. Ela pegou minha mão em sua pequena mão, colocou um bracelete verde para afastar o mal, e me mostrou a nova escola de Kalou; uma escola que não tinha paredes e que ficava a apenas alguns passos do mar.&#8221;</div>
<p>Em seu blogue, Abdul Mohmmad <a href="http://dayyertashbad.blogfa.com/post-131.aspx">escreve</a> [Fa] que certa vez ele deu &#8220;Se eu fosse o presidente&#8221; como tema para um ensaio a seus quatro estudantes.</p>
<blockquote><p>One of students wrote, “If I were the President I would help poor people, I would not let anyone lives in poverty… I would provide water and electricity for villages in order to help rural people live a comfortable life like urban ones… I would establish peace between different countries and I would not let powerful countries attack weak ones.”</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Um dos estudantes escreveu, &#8216;Se eu fosse o presidente eu iria ajudar as pessoas pobres, eu não iria deixar ninguém viver na pobreza&#8230; eu iria prover água e eletricidade para as vilas para ajudar as pessoas do campo a viverem uma vida confortável com as da cidade&#8230; eu iria estabelecer a paz entre os diferentes países e não deixaria que países poderosos atacassem os mais fracos&#39;.&#8221;</div>
<p><em>Baz Ham Zendegi</em> (que significa &#8220;vida novamente) <a href="http://narsis2664.blogfa.com/post-25.aspx">escreve</a> [Fa]:</p>
<blockquote><p>Abdul Mohammad does not complain about the lack of facilities, difficulties and problems. But he writes about life, love of learning and teaching in any circumstances. He teaches his students that kindness is reigning here and life with all its ups and downs goes one…</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Abdul Mohammad não reclama sobre a falta de recursos, sobre as dificuldades ou problemas. Ele escreve sobre a vida, o amor pelo aprendizado e pelo ensinar em todas as circunstâncias. Ele ensina a seus alunos que a gentileza reina aqui e sobre a vida com todos os seus altos e baixos&#8230;&#8221;</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Chile: Estudantes produzem curta-metragem que alerta sobre violência psicológica juvenil</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/10/07/chile-estudantes-produzem-curta-metragem-que-alerta-sobre-violencia-psicologica-juvenil/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 03:52:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Duende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Americas]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Spanish]]></category>
		<category><![CDATA[Video]]></category>
		<category><![CDATA[Weblog]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudantes de ensino médio chilenos produziram um filme de curta-metragem entitulado "Bullying", para partilhar suas perspectivas a respeito de suicídio de adolescentes e suas principais causas. O curta utiliza linguagem corporal e expressões faciais como seus principais meios para passar sua mensagem, atravessando as barreiras linguísticas e permitindo que qualquer pessoa possa entender o curta-metragem.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/juliana-rincon-parra/">Juliana Rincón Parra</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/daniel-duende/'>Daniel Duende</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2008/10/04/chile-students-produce-bullying-awareness-short/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><img class="alignleft" src="http://globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2008/10/2500644518_da89dba048_s.jpg" alt="" hspace="5" /> Estudantes da Escola Las Cumbres Para Rapazes produziram <a href="http://mx.youtube.com/user/jtzem92">uma série de filmes de curta-metragem</a> [Es]; entre eles estava incluído o curta-metragem a seguir, que fala sobre <em>bullying</em>* e suicídio juvenil, e que termina com a seguinte afirmação:</p>
<blockquote><p>This is a phenomenon that is taking place in our country and the rest of the world. You can&#39;t know what another person is thinking, or how your jokes may affect them. Let&#39;s avoid the hindering of future talents due to the immaturity of some.</p></blockquote>
<div class="translation">&#8220;Este é um fenômeno que está acontecendo em nosso país e no resto do mundo. Você não pode saber o que a outra pessoa está pensando, ou como as suas piadas podem afetá-la. Vamos evitar que os grandes talentos do futuro sejam perturbados pela imaturidade de alguns&#8221;</div>
<p>O curta &#8220;<a href="http://mx.youtube.com/watch?v=lXicvb0kXWU">Bullying</a>&#8221; é rico em linguagem corporal e expressão. Logo, mesmo sendo falado em espanhol, sua mensagem é completamente compreensível indiferente da língua falada por quem o assiste:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/lXicvb0kXWU&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/lXicvb0kXWU&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;fs=1" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><em><small>A imagem usada é <a href="http://www.flickr.com/photos/pointshoot/2500644518/">Bully Free Zone</a> de <a href="http://www.flickr.com/photos/pointshoot/">Eddie~S</a>, usada de acordo com sua licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/deed.en">Creative Commons&#39; attribution license</a></small></em></p>
<p>* [N. do T.: Segundo <a href="http://www.worldcampus.psu.edu/MasterinTeacherLeadership_Faculty.shtml">James Sears</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying">Bullying</a> é &#8220;uma relação de longa duração construída por meio de atos de agressão, que costumeiramente se repetem, de um sujeito mais forte contra indivíduos mais fracos&#8221;.]</p>
]]></content:encoded>
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