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	<title>Global Voices em Português &#187; Bangla</title>
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	<description>O mundo está falando. Você está ouvindo?</description>
	<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 09:00:25 +0000</pubDate>
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		<itunes:summary>O mundo estaacute; falando. Vocecirc; estaacute; ouvindo?</itunes:summary>
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			<title>Global Voices em Português</title>
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		<title>Bangladesh: blogues bangladeshis mantém Rahela viva</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 21:24:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Em 19 de agosto de 2004, uma trabalhadora de dezenove anos de uma fábrica de roupas de Savar, Dhaka Bangladesh foi atacada, violentada por uma gangue, cortada violentamente e deixada para morrer no matagal do campus da Universidade Jahangir Nagar. Ela era Rahela Lima Akhtar. Ali ela ficou, no meio do mato alto, sem ser vista por três dias. Os criminosos voltaram e, encontrando-a ainda viva, jogaram ácido em sua face e atearam fogo, para que quando seu corpo fosse achado ela estivesse irreconhecível. Blogueiros de Bangladesh conseguem reavivar caso, mas a luta por justiça continua...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 19 de agosto de 2004, uma trabalhadora de dezenove anos de uma fábrica de roupas de Savar, Dhaka Bangladesh foi atacada, violentada por uma gangue, cortada violentamente e deixada para morrer no matagal do campus da Universidade Jahangir Nagar. Ela era Rahela Lima Akhtar. Ali ela ficou, no meio do mato alto, sem ser vista por três dias. Os criminosos voltaram e, encontrando-a ainda viva, jogaram ácido em sua face e atearam fogo em seus cabelos, para que quando seu corpo fosse achado ela estivesse irreconhecível. Entretanto, no mesmo dia, em 22 de agosto de 2004, um jardineiro ouviu seu fraco grito &#8220;Eu não estou morta, por favor me salve.&#8221; Então, Rahela, a mulher que se recusou a morrer, foi encontrada e levada à Faculdade de Medicina de Dhaka e ao hospital, onde batalhou por sua vida. Perdeu a batalha em 24 de setembro de 2004, mas antes de morrer, ela falou o nome dos principais agressores.</p>
<div id="single" class="entry">
<p><img src="http://media.somewhereinblog.net//images/thumbs/faysal1blog_1221717372_1-faysal1blog_1193169471_1-rahela-1.jpg" alt="Rahela" width="300" /><br />
<em>Corpo morto de Rahela: Crédito da imagem <a href="http://www.somewhereinblog.net/blog/faysal1blog/28844740" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.somewhereinblog.net');">Faysal Noi</a></em></p>
<p>Alguém poderia pensar, em tal caso, que a justiça seria rápida, mas não foi assim. Apesar do grito inicial da mídia, um silêncio ensurdecedor precedeu. O caso chegou ao tribunal em 2006 apenas para revelar que documentos importantes relativos ao caso tinham desaparecido. Enquanto isso, o maior acusado fugiu e outros vagavam livremente. o marido de Rahela tinha casado novamente. Quase dois anos se passaram. O caso talvez tivesse desaparecido da memória do público mas não das cabeças de alguns ativistas dos direitos da mulher e blogueiros bangladeshis. O caso Rahela apareceu primeiramente na plataforma blogueira mais importante de Bangladesh: <a href="http://www.somewhereinblog.net/" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.somewhereinblog.net');">Somewherein</a> [Bn], por <a href="http://www.somewhereinblog.net/blog/manobiblog/28738945" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.somewhereinblog.net');">Manobi</a> [Bn]. Prontamente, vários blogueiros de opinião semelhante como <a href="http://www.somewhereinblog.net/blog/faysal1blog/28844740" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.somewhereinblog.net');">Faisal Noi</a>, <a href="http://www.somewhereinblog.net/blog/suvroblog/28774674" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.somewhereinblog.net');">Shubho</a>, <a href="http://www.somewhereinblog.net/blog/pothe_potheblog/28780582" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.somewhereinblog.net');">Pothik,</a> <a href="http://www.sachalayatan.com/mukit_tohoku/9679" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.sachalayatan.com');">Jiner Badshah</a> (do <a href="http://www.sachalayatan.com/" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.sachalayatan.com');">Sachalayatan</a> [Bn], outra plataforma blogueira de Bangladeshi) e muitos outros se juntaram, e seus gritos - Justiça para Rahela - cresceram. Uma campanha online foi lançada, que incluiu <a href="http://justice-for-rahela.blogspot.com/" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/justice-for-rahela.blogspot.com');">blog</a> , <a href="http://www.new.facebook.com/group.php?gid=5681852955&amp;ref=mf" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.new.facebook.com');">Facebook group,</a> uma <a href="http://www.ipetitions.com/petition/Justice_for_Rahela_Bangladesh/" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.ipetitions.com');">i-petition</a>, etc [Bn]. Offline, houve protestos e correntes humanas organizadas para aumentar o conhecimento público do caso.</p>
<p>Nós, do Global Voices, também tentamos amplificar o caso Rahela. <em>Rezwan</em>, <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/2007/10/26/bangladesh-blogueiros-se-mobilizam-contra-a-violencia-domestica/">neste post</a> mencionou o caso Rahela enquanto escrevia sobre violência contra a mulher em Bangladesh. <a href="http://narijibon.blogspot.com/" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/narijibon.blogspot.com');">Narijibon</a>, o time bangladeshi fantástico que faz parte do projeto <a href="http://rising.globalvoicesonline.org/" target="_blank">Rising Voices</a> também tem escrito sobre o<a href="http://narijibon.blogspot.com/2007/09/rahela-akhter-limas-third-death.html" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/narijibon.blogspot.com');"> assunto</a>.</p>
<p>O esforço continuado dos blogueiros de Bangladesh para pressionar os tribunais a levarem o caso para frente foi visto pela mídia e gradualmente artigos e matérias de TV reapareceram. O caso foi finalmente reaberto em janeiro de 2008, e em abril de 2008 os documentos &#8216;desaparecidos&#39; ressurgiram miraculosamente, graças `a crescente pressão dos blogueiros, MSM, ativistas e líderes da &#8216;inteligentsia&#39;. Os oficiais investigadores, contudo, declararam que os documentos &#39;sempre estiveram ali&#39;. Não obstante, mesmo agora a batalha por justiça parece um esforço levado por muito tempo já que há rumores de não cooperação dos oficiais e de testemunhas chave do caso. Assista a matéria da mídia [bn] questionando o ressurgimento das evidências.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0">
<param name="allowFullScreen" value="true" />
<param name="src" value="http://www.youtube.com/v/5EYXJLtDR8M&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/5EYXJLtDR8M&amp;hl=en&amp;fs=1" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>E os blogueiros não estão desistindo. Os esforços para manter Rahela viva na memória pública continuam para que os culpados sejam incriminados e a justiça, mesmo que tardia, não seja negada a Rahela Lima Akhtar. Em uma entrevista recente para a TV,  <a href="http://www.somewhereinblog.net/blog/arildblog/28715679" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.somewhereinblog.net');">Arild Klokkerhaug</a> do <em>Somewherein </em>e o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Muhammed_Zafar_Iqbal" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.wikipedia.org');">Prof. Muhammed Zafar Iqbal</a> [En], um respeitado acadêmico e escritor, reiteraram o mesmo ponto [bn]:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0">
<param name="allowFullScreen" value="true" />
<param name="src" value="http://www.youtube.com/v/fnIk28uNPL0&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/fnIk28uNPL0&amp;hl=en&amp;fs=1" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
</div>
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		<title>Bangladesh: Blogando e twitando um terremoto</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/07/29/bangladesh-blogando-e-twitando-um-terremoto/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2008/07/29/bangladesh-blogando-e-twitando-um-terremoto/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 16:23:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Um terremoto atingiu a capital Dhaka no dia 27 de julho, por volta das 00h51 no horário de Bangladesh (+6 GMT). Veja como a notícia foi divulgada por blogues e pelo Twitter.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="single" class="entry">
<p>Um terremoto atingiu a capital Dhaka no dia 27 de julho, por volta das 00h51 no horário de Bangladesh  (+6 GMT). Russell John <a href="http://russelljohn.info/journal/index.php?itemid=204" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/russelljohn.info');">relata</a> [en] em seu blogue:</p>
<blockquote><p>I was lying on my bed talking to a friend on the phone, and I suddenly felt that the bed was shaking. Within 3 seconds, it stopped. My first impression was that a cat got under my bed and it was shaking it, but then I realised that it&#39;s impossible as the bed is way too heavy. (Plus there was no cat, I checked!)</p>
<p>I quickly asked my friends on IRC, and they said they felt it too.</p>
<p>So it was an earthquake for real! Quake in Dhaka at 12:51 AM!</p></blockquote>
<div class="translation">Estava deitado na cama falando com um amigo no telefone quando senti de repente que a cama estava sacudindo. O tremor parou dentro de 3 segundos. Minha primeira impressão foi que um gato tinha entrado embaixo da minha cama e a estava chacoalhando, mas me dei conta que isso seria impossível porque a cama é muito pesada (e além disso, verifiquei e não tinha nenhum gato!)</p>
<p>Rapidamente perguntei ao meu amigo no  IRC, e ele também tinha sentido o abalo.</p>
<p>Então era mesmo um terremoto! Um terremoto em Dhaka às 00:51 AM!</p>
</div>
<p>Russell <a href="http://twitter.com/Ekushey/statuses/869181535" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/twitter.com');">twitou</a> [en] na mesma hora:</p>
<blockquote><p>Oh my God, I just felt an earthquake!</p></blockquote>
<div class="translation">Oh meu deus, acabei de sentir um terremoto!</div>
<p>Dentro de minutos, tweets começaram a aparecer confirmando que outros também sentiram o tremor.</p>
<p>Munaz do <em>Nothing to Lose and Nothing to Gain</em> [Nada a ganhar e nada a perder] <a href="http://munaz.blogspot.com/2008/07/earthquake-shaked-dhaka-at-night-1250am.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/munaz.blogspot.com');">compartilhou</a> [en] os feeds de alguns amigos no Twiter:</p>
<p><img src="http://bp3.blogger.com/_rZZ5dSgkhIs/SIt7nP8ajII/AAAAAAAABXk/B_zNtlms6oM/s320/SNAG-0001.jpg" alt="tweet" /></p>
<p>Demorou para que as informações aparecessem na internet (com a exceção de alguns blogs em <a href="http://www.somewhereinblog.net/blog/tajulislamblog/28780919" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.somewhereinblog.net');">Bangla</a> [bn]) e todo mundo estava tentando saber das últimas notícias. Então Bauani, do blog Information, entrou em contato com o Centro Nacional de Informação sobre Terremotos, do U.S. Geological Survey,  e <a href="http://www.bauani.org/thinkings/2008/07/technical-details-of-bangladeshi.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.bauani.org');">postou o que descobriu</a> [en] :</p>
<blockquote><p>Magnitude: 4.9</p>
<p>Data e horário: Sábado, 26 de julho de 2008 às 18:51:49 UTC</p>
<p>Local: 24.773°N, 90.480°E</p>
<p>Profundidade: 5.2 km (3.2 milhas) (poorly constrained)</p>
<p>Região: BANGLADESH</p></blockquote>
<p>Ele também <a href="http://www.bauani.org/thinkings/2008/07/earthquake-hits-bangladesh-on-27-july.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.bauani.org');">postou atualizações</a> sempre e quando elas foram disponibilizadas.</p>
<p>Ao que tudo indica, <a href="http://news.google.com/news?hl=en&amp;ned=us&amp;ie=UTF-8&amp;ncl=1230362459" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/news.google.com');">não houve relatos de casualidades</a> mas o terremoto abalou os moradores de Dhaka, uma grande e populosa cidade.</p>
<p>Rumi do <a href="http://rumiahmed.wordpress.com/2008/07/26/priority-2/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/rumiahmed.wordpress.com');">In The Middle of Nowhere</a> [No meio do Nada] escreve:</p>
<p><img src="http://static.flickr.com/64/155139174_d2631bb78b.jpg" alt="map" width="350" /></p>
<p><em>Mapa de todas as grandes e menores placas tectônicas do mundo</em></p>
<blockquote><p>If you can locate Bangladesh in the world map, you will see two plate boundaries, i.e. two fault lines cross Bangladesh….many scientists have been warning about the probability of a devastating 8-9 Richter scale catastrophic earthquake in the northeastern and southeastern parts of Bangladesh.</p>
<p>So, (a) major earthquake is also possible in Bangladesh. Are we ready?</p></blockquote>
<div class="translation">Se você localisar Bangladesh no mapa do mundo, verá duas fronteiras em placas tectônicas, ou seja duas linhas pontilhadas cruzam Bangladesh… muitos cientistas já alertaram sobre as possibilidades de um devastador e catastrófico terremoto de 8-9 graus na escala Richter nas regiões nordeste e sudeste de Bangladesh.</p>
<p>Portanto, também é possível que (um) terremoto maior aconteça em Bangladesh. Estamos preparados?</p>
</div>
</div>
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		<title>No olho do furação: Blogueiras de Bangladesh falam</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/11/30/no-olho-do-furacao-blogueiras-de-bangladesh-contam/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/11/30/no-olho-do-furacao-blogueiras-de-bangladesh-contam/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 22:06:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Você provavelmente soube das notícias do ciclone Sidr que devastou as regiões da costa sul de Bangladesh, levou centenas de vidas e deixou milhões desabrigados. Possivelmente você leu as notícias em jornais ou blogues, viu as imagens gráficas na TV ou ouviu a terrível reportagem no rádio. Mas o seu conhecimento sobre a destruição causada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você provavelmente soube das notícias do <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2007/11/16/bangladesh-hurricane-sidr-and-the-aftermath/">ciclone Sidr</a> que devastou as regiões da costa sul de Bangladesh, levou centenas de vidas e deixou milhões desabrigados. Possivelmente você leu as notícias em jornais ou blogues, viu as imagens gráficas na TV ou ouviu a terrível reportagem no rádio. Mas o seu conhecimento sobre a destruição causada pelo ciclone e a <font color="#008000"><font color="#ff0000"><font color="#000000"><font color="#ff0000"><font color="#000000"><font color="#ff0000"><font color="#000000">resistência do povo de</font></font></font></font></font></font></font> Bangladesh estará incompleta se você não ler descrições dadas em primeira mão por blogueiros locais.</p>
<p>As blogueiras do <a href="http://rising.globalvoicesonline.org/projects/nari-jibon-project/">Nari Jibon</a> [en] contam como reagiram ao desastre natural em seu blogue em inglês, <a href="http://narijibon.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/narijibon.blogspot.com');"><em>Bangladesh from our view</em></a> [en] e no blogue em bengalês, <a href="http://banglablog-narijibon.blogspot.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/banglablog-narijibon.blogspot.com');"><em>Amader Kotha</em></a> [bn].</p>
<p><em>Kazi Rafiqul Islam</em> <a href="http://narijibon.blogspot.com/2007/11/my-experiences-of-cyclone-sidr.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/narijibon.blogspot.com');">narra a experiência</a> da capital Dhaka:</p>
<blockquote><p><em>“Due to strong wind electricity was cut off at about 10:15 pm (Thursday). Then I went to bed but could not sleep as the roaring of the wind was increasing. …. At 2:00 am I got a phone call from my eldest sister who was in her sister’s house at Barisal city. She informed that they were in great danger. The roof of the house (tin shed house) was flown away by the cyclone and somehow they were saved. …..I phoned my youngest sister in village. She informed me that she is safe but many trees were broken and fallen down by the Cyclone…. At about 2:30am I heard a big sound outside. I looked outside and saw that the Eucalyptus tree had fallen down on a tin shed house and people are shouting.</em></p>
<p><em>Since there was no electricity I could not turn on the TV or Radio all day long (Friday). We could not contact cyclone affected people as we could not get the mobile charged. …. So we were detached from the world. At night Dhaka city became ghost city. We did not have electricity, no water; we could not take bathe also many people could not cook as they did not have water.”</em></p>
<p>“Por causa dos ventos fortes, a eletricidade foi cortada por volta das 22h15 (quinta-feira). Então fui pra cama, mas não consegui dormir porque o barulho do vento estava aumentando&#8230; Às 2h00 da manhã, eu recebi um telefonema de minha irmã mais velha, que estava na casa de uma irmã dela na cidade de Barisal. Ela me informou que eles estavam passando or um grande perigo. O telhado da casa (um barraco pequeno) foi arrancado pelo ciclone e de alguma forma eles se salvaram. &#8230; Eu telefonei para minha irmã mais nova na vila. Ela me contou que estava salva, mas que muitas árvores foram quebradas e derrubadas pelo ciclone&#8230; Por volta das 2h30am eu ouvi um barulho grande do lado de fora. Eu olhei para fora e um pé de eucalipto tinha caído sob um barraco e as pessoas estavam gritando.</p>
<p>Uma vez que não havia eletricidade, eu não pude ligar a TV ou rádio o dia inteiro (na sexta). Não pudemos contactar as pessoas afetadas pelo ciclone, já que não pudemos carregar o celular&#8230; Portanto estávamos isolados do mundo. Durante a noite, Dhaka se transformava em uma cidade fantasma. Não tínhamos eletricidade, nem água; não podíamos tomar banho e muita gente ficou sem poder cozinhar, já que elas não tinham água.”</p></blockquote>
<p>Experiências e reações similares foram postadas por outras participantes do Nari Jibon:</p>
<p><a href="http://banglablog-narijibon.blogspot.com/2007/11/blog-post_22.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/banglablog-narijibon.blogspot.com');">Sofia Khatun</a> [bn]: “Milhões de pessoas estão desprotegidas em Bangladesh. Por favor, estenda a sua mão.”</p>
<p><a href="http://banglablog-narijibon.blogspot.com/2007/11/blog-post_24.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/banglablog-narijibon.blogspot.com');">Zannat Ara Amzad Liva</a> [bn]: “Dúvidas surgem em minha mente sobre o porquê dessa fúria da natureza ter sido descarregada em crianças inocentes e em pessoas extremamente pobres?”</p>
<p><a href="http://banglablog-narijibon.blogspot.com/2007/11/blog-post_28.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/banglablog-narijibon.blogspot.com');">Irin Sultana</a> [bn] “As vítimas do ciclone são pessoas afetadas pela necessidade de água potável, alimentos, roupas e medicamentos. Esse ciclone deixou muita gente sem um centavo.”</p>
<p><a href="http://banglablog-narijibon.blogspot.com/2007/11/blog-post_2352.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/banglablog-narijibon.blogspot.com');">Laily Jahan Meghla</a> [bn] “a notícia que me deixou muito deprimida o nascimento de uma menina no dia 15 de novembro em Shariatpur e sua morte na tempestade na mesma noite.”</p>
<p><a href="http://narijibon.blogspot.com/2007/11/cyclone-sidr-and-my-experience.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/narijibon.blogspot.com');">Taslima Akhter</a> “Passamos medo naquela noite. Eu e minha família adoecemos por ter tomado chuva”</p>
<p>A diretora executiva de Nari Jibon, Dr. Kathryn Ward, nos fala sobre a <a href="http://narijibon.blogspot.com/2007/11/resilient-staff-and-students-of-nari.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/narijibon.blogspot.com');">inspiração que vem da resistência dos funcionários e estudantes de Nari Jibon</a> [en]. Os funcionários e estudantes do projeto Nari Jibon chegaram no escritório para o trabalho e aulas no sábado apesar de uma falta total de eletricidade e internet. Ela também postou <a href="http://narijibon.blogspot.com/2007/11/post-cyclone-sidr-donations-for.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/narijibon.blogspot.com');">notícias regularmente</a> [en] sobre a situação e os esforços do resgate.</p>
<p>MG Rabbany Sujan <a href="http://narijibon.blogspot.com/2007/11/after-cyclone-sidr.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/narijibon.blogspot.com');">mostra com fotos</a> como os moradores de favelas da capital Dhaka estão se virando com os prejuízos que o ciclone de terceira categoria trouxeram. Sujan postou <a href="http://narijibon.blogspot.com/2007/11/after-cyclone-sidr-2.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/narijibon.blogspot.com');">mais</a> <a href="http://narijibon.blogspot.com/2007/11/after-cyclone-sidr-3.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/narijibon.blogspot.com');">relatos</a> atualizados e fotos que foram até destaque na CNN. Rafiq também foi entrevistada pela CNN apesar da conexão telefônica de baixa qualidade.</p>
<p><img src="http://bp3.blogger.com/_u5NsdnEEf0M/R0a-iANLu8I/AAAAAAAAAME/dhVs6mGtZ8U/s320/HPIM4041.JPG" /></p>
<p>Sujan também posta <a href="http://narijibon.blogspot.com/2007/11/how-we-can-help-cyclone-sidr-affected.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/narijibon.blogspot.com');">fotos e notícias</a> sobre os trabalhos de resgate das comunidades locais.</p>
<p><img src="http://bp1.blogger.com/_u5NsdnEEf0M/R0g1rANLvII/AAAAAAAAANk/0tR7DpaLH9I/s320/HPIM3992.JPG" /></p>
<p>Na sexta-feira passada, o projeto Nari Jibon <a href="http://narijibon.blogspot.com/2007/11/nari-jibon-blog-training-on-video-and.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/narijibon.blogspot.com');">organizou um treinamento sobre vídeo e fotografia digital para blogueiras</a> [en]. Uma das participantes, <em>Shirin Sultana</em>, diz:</p>
<blockquote><p><em>I enjoyed this training very much and also very happy to join this program. I think of buying a digital camera so that I can take lots of pictures from Bangladesh and I would like to show how beautiful is our Bangladesh.</em></p>
<p>Eu curti bastante esse treinamento e estou feliz em entrar nesse programa. Estou pensando em comprar uma câmera digital para que eu possa tirar um monte de fotos de Bangladesh e eu gostaria de mostrar como ela é bonita.</p></blockquote>
<p>Veja mais <a href="http://narijibon.blogspot.com/2007/11/nari-jibon-blog-training-on-video-and.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/narijibon.blogspot.com');">impressões de participantes</a> [en].</p>
<p><a href="http://narijibon.blogspot.com/2007/08/sample-video-of-flood-affected-area-of.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/narijibon.blogspot.com');">Aqui tem um vídeo postado</a> pelos funcionários da Nari Jibon em julho do ano passado retratando as enchentes que áreas baixas de Dhaka, capital. Em breve veremos mais fotos e mais vídeos feitos pelas participantes que atenderem à oficina recentemente.</p>
<p align="right"><em>(Texto original de <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/rezwan/">Rezwan</a>)</em></p>
<p align="right">&nbsp;</p>
<p align="center"><em>O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">clique aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">clique aqui</a>.</em></p>
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