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	<title>Global Voices em Português &#187; Cilene Dutra</title>
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	<description>O mundo está falando. Você está ouvindo?</description>
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		<title>Peru: O Debate sobre Aborto</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/11/05/peru-o-debate-sobre-aborto/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/11/05/peru-o-debate-sobre-aborto/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 14:16:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cilene Dutra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O debate sobre aborto ressurgiu devido a um projeto de lei que foi aprovado no Comitê Especial do Código Penal no Congresso Peruano, que descriminalizaria o aborto em casos de estupro ou desordens congênitas no feto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/juan-arellano/">Juan Arellano</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/cilenedutra/'>Cilene Dutra</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/10/26/peru-the-abortion-debate/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>O debate sobre aborto ressurgiu devido a <a href="http://www.livinginperu.com/news/10320">um projeto de lei que foi aprovado </a>no Comitê Especial do Código Penal no Congresso Peruano, que descriminalizaria o aborto em casos de estupro ou desordens congênitas no feto. Esse tipo de aborto é conhecido como aborto eugênico ou terapêutico. A <a href="http://elcomercio.pe/noticia/353461/cardenal-cipriani-critica-proyecto-despenalizar-aborto-eugenesico">Igreja Católica Apostólica Romana é contra a medida [es]</a> e está <a href="http://www.livinginperu.com/news/10326">dividindo opiniões no Gabinete Ministerial</a>. Porém, o debate está longe de terminar, uma vez que a proposta ainda precisa ser submetida a debate pelo Comitê do Presidente do Congresso durante o mês de dezembro.</p>
<p>A legislação peruana atual (Código Penal 1991) <a href="http://www.clacai.org/index2.php?option=com_content&amp;do_pdf=1&amp;id=28">estipula [es]</a> (pdf) a criminalização de todas as formas de aborto, exceto para terapia e inclui atenuantes como o aborto ético ou sentimental e o aborto eugênico. Embora não existam números oficiais confiáveis sobre aborto, estima-se que haja <a href="http://www.larepublica.pe/sociedad/10/10/2009/quotaborto-solo-en-casos-de-excepcionquot">entre 350 mil e 400 mil abortos por ano [es]</a> no Peru.</p>
<p>Protestos contra e a favor da descriminalização do aborto já alcançaram as <a href="http://www.rpp.com.pe/2009-10-20-caos-en-el-centro-de-lima-por-protestas-a-favor-y-en-contra-del-aborto-noticia_216802.html">ruas da capital, Lima [es] </a>e já que o debate ainda tem longo caminho pela frente, espera-se que os protestos durem meses. Pesquisas mostram que as opiniões estão divididas quase ao meio e a <a href="http://www.peru.com/noticias/portada20091014/60461/Congreso-no-deberia-legalizar-aborto-eugenesico-revela-encuesta-de-Perucom">pesquisa digital conduzida pelo site Peru.com [es]</a> mostra que 54% da população acredita que o aborto eugênico causado por desordens congênitas e estupro não deveria ser descriminalizado, enquanto 43% pensa o oposto. Outra <a href="http://elcomercio.pe/impresa/notas/86-esta-favor-voto-voluntario/20091018/356487">pesquisa conduzida pela companhia Apoyo [es]</a> para o jornal El Comercio apresenta resultados semelhantes: &#8220;53% desaprova o aborto quando a gravidez é conseqüência de estupro. 41% aprova. 48% diz não ao aborto quando o feto apresenta defeitos. 46% afirma estar de acordo.&#8221;</p>
<p>Essa polêmica nacional também teve repercussão no exterior, mas é na Internet que se encontram muitas opiniões, como no Foros Perú (Fóruns do Peru), onde há um tópico intitulado &#8220;<a href="http://www.forosperu.net/showthread.php?p=1386459">Aborto Eugênico: Você é a favor ou contra? [es]</a>&#8221; Há também discussões de blogueiros, como Isabel Guerra de <em>Las Burbujas Recargadas</em> [es], <a href="http://burbujasreloaded.wordpress.com/2009/10/11/por-que-me-opongo-al-aborto/">que afirma sua posição sobre o assunto</a>:</p>
<blockquote><p>Creo que la principal razón por la que me opongo (al aborto) es porque la muerte es irreversible. No tiene retorno. Abortar o aplicar la eutanasia, o enviar a alguien al patíbulo, son generalmente situaciones a las que se llega bajo un tremendo estrés, en las que se llega a sentir que esto es la única solución. Ojo, que digo sentir, no pensar, porque cuando uno está pasando alguna de esas situaciones extremas es muy fácil no pensar con claridad, es terriblemente fácil equivocarse.</p>
<p>Hay muchísimos testimonios (libros, páginas web, etc.) de mujeres que abortaron y que años después se arrepintieron. Les dijeron que con un aborto se libraban de un problema en media hora. Pero no les dijeron que el recuerdo no las abandonaría nunca. Y cuando años después se arrepintieron, ya no había vuelta atrás. Lo que tienen casi todos estos testimonios en común es que las mujeres señalan que no recibieron ninguna ayuda, y que de una u otra forma fueron inducidas, por las circunstancias, por la desesperación o por terceras personas, a creer que el aborto era la única salida.</p></blockquote>
<div class="translation">Creio que a principal razão para me opor ao aborto é porque a morte é irreversível. Não há retorno. Abortar, aplicar eutanásia ou enviar alguém à forca são geralmente situações às quais se chega sob tremendo estresse, quando se chega a sentir que é a única solução. Atenção, pois digo sentir, não pensar, pois quando se passa por uma dessas situações extremas é muito fácil agir irracionalmente; é terrivelmente fácil se enganar.</p>
<p>Há muitos depoimentos (livros, páginas da web etc.) de mulheres que abortaram e anos depois se arrependeram. Disseram a elas que abortando se livrariam de um problema em meia hora. Mas não lhes disseram que a lembrança nunca as abandonaria. E quando se arrependeram anos depois, já não havia volta. O que há em comum nesses depoimentos é que essas mulheres destacam que não receberam nenhuma ajuda e que de uma forma ou de outra foram induzidas pelas circunstâncias, pelo desespero ou por terceiros a crer que o aborto era a única saída.</p></div>
<p>Daniel Salas do blog <em>Gran Combo Club </em>[es] <a href="http://grancomboclub.com/2009/10/debatiendo-el-aborto.html">descreve a ética do problema de um ponto de vista contrário:</a></p>
<blockquote><p>La discusión sobre el aborto no debería estar enfocada en las motivaciones terapéuticas, ya que estos criterios crean severas contradicciones. Por ejemplo, conozco algunas personas que se oponen al aborto por razones morales pues consideran que el óvulo fecundado debe ya ser considerado una persona pero, a la vez, admiten que hay ciertos casos (como la violación o malformaciones severas) que pueden justificar tal práctica. Si el aborto fuese injustificable e inmoral, no debería tener excepciones, ni siquiera como respuesta posible a una violación, ya que el nuevo ser debería ser considerado enteramente independiente de tal acto que le dio origen; tampoco se debería permitir en casos de que el embarazo pudiera causar la muerte de la madre, ya que el niño por nacer, con todos sus derechos plenamente constituidos, no podría ser considerado responsable de tal consecuencia.</p>
<p>Entonces, quien admita que el aborto es admisible “en ciertos casos” o “bajo ciertas condiciones” debería reconocer que la inviolabilidad de la vida humana aplicada a un feto no es tan absoluta como en principio se anunciaba. La discusión debería estar, en cambio, enfocada en dos cuestiones de índole ética, a saber:</p>
<p>1. El derecho que posee la mujer de continuar con el embarazo de un ser que depende enteramente de ella.<br />
2. La posibilidad de otorgarle al no nacido los mismos derechos que a un nacido</p></blockquote>
<div class="translation">A discussão sobre o aborto não deveria ser focada em motivos terapêuticos, já que esses critérios criam severas contradições. Por exemplo, conheço algumas pessoas que se opõem ao aborto por razões morais, pois consideram que o óvulo fecundado já é uma pessoa, mas ao mesmo tempo, admitem que há certos casos (violação, malformação severa) que são justificáveis. Se o aborto fosse injustificável e imoral, não deveria haver exceções, nem como resposta a uma violação, uma vez que o novo ser deveria ser considerado inteiramente independente do ato que lhe deu origem, nem deveria ser permitido nos casos em que a gravidez poderia causar a morte da mãe, pois o filho por nascer, com todos os seus direitos plenamente constituídos,não poderia ser responsabilizado por tal conseqüência. Então, quem admite que o aborto é admissível &#8216;em certos casos&#39;, &#39;sob certas condições&#39; deveria reconhecer que a inviolabilidade da vida humana aplicada a um feto não é tão absoluta como em princípio anunciavam. A discussão deveria estar, por outro lado, focada em duas questões de índole ética. Ei-las:</p>
<p>1. O direito que possui a mulher de continuar com a gravidez de um ser que depende inteiramente dela.<br />
2. A possibilidade de outorgar ao inato os mesmos direitos de um nato.</p></div>
<p>No blog <em>Tinta Roja [es]</em>, Cristina Andrade adiciona sua contribuição ao debate <a href="http://cristina-tintaroja.blogspot.com/2009/10/ley-del-aborto-y-quien-defiende-los.html">citando o problema da informalidade que prevalece no país</a>:</p>
<blockquote><p>otro problema en esta posible legalización del aborto, es la criollada, la ilegalidad de algunos médicos, quienes bajo el pretexto de que la muerte de la madre peligra, o que es un bebé con malformaciones, falsearán exámenes y documentos, para justificar el aborto, claro dependiendo de cuanto les paguen, porque en este país todo se compra, todo se vende y lamentablemente como existen médicos buenos, también hay malos y sin ninguna ética, quienes por dinero son capaces de todo.</p>
<p>Esos son los riesgos de legalizar el aborto, estamos en el Perú, no en Europa ni otros países civilizados en los que la ética, los valores y las leyes se respetan. Aquí siempre están buscando como violar las normas, así que en ese sentido, creo que sería muy peligroso legalizar el aborto.</p></blockquote>
<div class="translation">Outro problema nesta legalização do aborto é a informalidade, a ilegalidade de alguns médicos que, sob o pretexto de perigo de morte para a mãe ou de um bebê malformado, falsificam exames e documentos para justificar o aborto, dependendo obviamente de quanto paguem, pois neste país tudo se compra, tudo se vende e lamentavelmente, assim como existem médicos bons, existem os ruins e sem ética alguma, que por dinheiro são capazes de tudo.</p>
<p>Esses são os riscos de legalizar o aborto, estamos no Peru, não na Europa, nem em outros países desenvolvidos, onde a ética, os valores e as leis são respeitadas. Aqui sempre estão buscando como violar as normas, de modo que seria muito perigoso legalizar o aborto, creio eu.</p></div>
<p>O post gerou mais discussão e Andrade complementa com seu próprio post <a href="http://cristina-tintaroja.blogspot.com/2009/10/el-aborto-cuestion-de-conviccion-y.html">ao dizer</a> [es]:</p>
<blockquote><p>Leer los comentarios a favor y en contra en mi primer post, solo me han hecho llegar a una conclusión: la mujer debe tener la libertad de decidir si aborta o no. Y creanme, yo no estoy a favor del aborto, pero tampoco puedo obligar a alguien a pensar como yo. Es sencillo, en mi caso, por mas que despenalicen el aborto, no lo haría, porque mi convicción, mi forma de ser no lo permitiría. Es decir, quien está en contra del aborto, simplemente no lo hará, con o sin ley a favor o en contra, simplemente no lo hará. En todo caso, quienes piensan distinto, tienen la libertad de decidir, y no ser juzgadas.</p></blockquote>
<div class="translation">Ler comentários a favor e contra o aborto em meu primeiro post só me levaram a uma conclusão: a mulher deve ser livre para decidir se aborta ou não. É simples, no meu caso: por mais que despenalizem o aborto, eu não o faria, porque minha convicção, minha forma de ser, não permitiria. Isto é, quem e contra, simplesmente não o fará e aquelas que pensam de forma diferente têm a liberdade de decidir e não serem julgadas.</div>
<p>Laura Arroyo do blog <em>Menoscanas [es]</em> <a href="http://menoscanas.blogspot.com/2009/10/verdades-legitimas-sobre-el-aborto.html">cita a necessidade de debater e respeitar opiniões diferentes</a>:</p>
<blockquote><p>El problema en este país es justamente que somos incapaces de reconocer en la opinión distinta de la propia una opinión válida. Problematizar temas polémicos como el aborto, la eutanasia, preguntarnos si el Estado debiera ser o no laico, etc. es, en buena cuenta permitir que se desarrolle la democracia. En ese sentido, ¡a buena hora el tema del aborto ha sido puesto en la mesa!</p></blockquote>
<div class="translation">O problema deste país é que somos incapazes de reconhecer como válida uma opinião diferente. Problematizar temas polêmicos como o aborto, a eutanásia, perguntarmo-nos se o Estado deve ser laico etc, é realmente permitir que a democracia se desenvolva. Nesse sentido, até que enfim a questão do aborto foi colocada em debate!</div>
<p>Sobre o debate, Daniel Salas de <em>GranComboClub </em>[es] <a href="http://grancomboclub.com/2009/10/debatiendo-el-aborto-ii.html">indaga</a>:</p>
<blockquote><p>Un asunto en este debate al que nadie ha podido responder es qué se entiende exactamente por penalizar el aborto.</p>
<p>Con la penalización del aborto hay una enorme discrepancia entre el discurso que lo sanciona y el castigo que reciben efectivamente quienes lo ejecutan. Así, quienes se oponen a despenalizar el aborto sostienen que la interrupción voluntaria de un embarazo equivale a un homicidio. La consecuencia práctica de tal juicio debería ser que las personas involucradas en el aborto, incluyendo la madre, reciban la misma condena que recibe quien asesina a un nacido. Esto, sin embargo, no ocurre. Una madre que asesina a sus hijos va a la cárcel y recibe mucha publicidad en los medios.</p>
<p>Pero una mujer que aborta no.Este tipo de discrepancias revelan las verdaderas intenciones de la ley. … controlar la capacidad de las mujeres de tomar decisiones sobre su cuerpo. Permitimos que el aborto se practique, pero no de manera abierta porque esto último daría demasiada libertad a las mujeres en una decisión que sentimos que afecta el sostenimiento de la sociedad.</p></blockquote>
<div class="translation">Algo que até agora ninguém pode responder exatamente é o que se entende por penalizar o aborto.</p>
<p>Com a penalização, há uma enorme discrepância entre o discurso que o sanciona e o castigo que recebe efetivamente quem o executa. Assim, aqueles que se opõem à despenalização do aborto sustem que a interrupção voluntária equivale a um homicídio. A conseqüência prática de tal juizo deveria ser a de que os envolvidos no aborto, incluindo a mãe, recebam a mesma condenação de quem assasina um nascido. No entanto, não é isso que acontece. Uma mãe que assassina seus filhos vai para a cadeia  e recebe muita publicidade na mídia.</p>
<p>Mas uma mulher que aborta, não. Esse tipo de discrepância revela as verdadeiras intenções da lei: controlar a capacidade das mulheres de tomar decisões sobre seu corpo. Permitimos que o aborto seja feito, mas não de maneira aberta, porque isso daria muita liberdade às mulheres em uma decisão que sentimos que afeta as bases da sociedade.</p></div>
<p>Para David Ramos do blog <em>Yo, (DASH) </em>[es], <a href="http://idashpe.blogspot.com/2009/10/abortar-es-asesinar-no-hay-medias.html">não há argumentos que valham a pena</a>:</p>
<blockquote><p>las organizaciones feministas y pro-elección, en general, parecen considerar que el ser humano inicia su vida con el nacimiento. Antes de eso, solo era poco más que un riñón. Vale anotar que no hay ciencia que sustente esto, más que una frívola y equívoca percepción de la realidad: no te veo, por lo tanto no existes.</p>
<p>la defensa de la vida debe ser prioridad: así como defendemos delfines, perritos callejeros, flora y fauna amazónica, con mayor razón debemos defender la vida humana en cualquiera de sus etapas. Ningún honor hay en defender más la vida de una foca o de una ballena que la de un congénere humano.</p></blockquote>
<div class="translation">As organizações feministas e pró-decisão, em geral, parecem achar que o ser humano inicia sua vida após o nascimento. Antes disso, era pouco mais que um rim. Vale lembrar que não há ciência que sustente isso, nada mais que uma frívola e equívoca percepção da realidade: se não te vejo, você não existe.</p>
<p>A defesa da vida deve ser prioridade: assim como defendemos golfinhos, cachorros de rua, flora e fauna amazônica, com maiores razões devemos defender a vida humana em qualquer de suas etapas. Não há nenhuma honra em defender mais a vida de uma foca ou baleia que a de um congênere humano.</p></div>
<p>Como se pode perceber pelos pontos de vista acima, as posições sobre o aborto são difíceis de conciliar. É compreensível pois a discussão gira em torno da vida, da ética, da moral, dos valores, da ciência com decisões baseadas no pragmatismo e na privacidade. Por outro lado, há muitos interesses materias em jogo. O debate seguirá e com ainda mais intensidade com o <a href="http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5gMOKOMOJL4OJx8SiVT41I5agg7bQ">anúncio recente do banimento da distribuição gratuita da &#8216;pílula do dia seguinte&#39; pela Corte Constitucional [es]</a>. Está claro que o assunto não vai esfriar.</p>
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		<title>Índia: Puja Durga: A visita de uma filha</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/10/28/india-puja-durga-a-visita-de-uma-filha/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 23:52:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cilene Dutra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Puja Durga é um festival anual que celebra a adoração à deusa hindu Durga. Os Bengalis acreditam que ela é a filha de Bengal e que durante cinco dias ela visita a casa de seus pais em companhia de seus quatro filhos e dois amigos queridos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/aparna-ray/">Aparna Ray</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/cilenedutra/'>Cilene Dutra</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/09/29/india-durga-puja-a-daughter-comes-visiting/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div id="single">
<p>Uma lenda conta que o poderoso demônio <a href="http://maavaishnodevi.org/legend3.asp">Mahisasura </a>costumava aplacar os deuses por meio de penas severas. Quando os deuses favorecidos ofereciam-no uma recompensa, ele pedia a imortalidade. Como seu pedido era negado, ele pensou em uma estratégia engenhosa e pediu aos deuses que  pudesse ser vencido apenas por uma mulher em batalha, pois achava que nenhuma mulher teria sua destreza física. Dessa forma, seria praticamente um imortal. Mal recebeu seus poderes, Mahisasura começou a causar estragos nos céus e na terra.</p>
<p>Derrotados nas batalhas, os deuses combinaram suas energias divinas e criaram <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Shakti">Shakti </a>(a energia feminina primordial, cósmica), uma deusa de variadas manifestações, uma delas era <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Durga">Durga</a>. Armada pelos deuses, Durga dirigiu-se à batalha montada em um leão. Seguiu-se uma longa e violenta batalha na qual Mahisasura foi finalmente derrotado.  Por isso, a Deusa Durga é celebrada como &#8216;Mahisasura - mardini&#39;, (aquela que derrotou Mahisasura). Ela é a Deusa Mãe, a força suprema que vence todos os males.</p>
<div id="attachment_4855" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><img class="size-full wp-image-4855" title="Durgapuja09-033-225x300" src="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/10/Durgapuja09-033-225x300.jpg" alt="Deusa Durga derrota Mahisasura. Foto de Aparna Ray" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">Deusa Durga derrota Mahisasura. Foto de Aparna Ray</p></div>
<p>Inicialmente, esse festival hindu na Índia era celebrado na primavera. Hoje, porém, as celebrações outonais superam de longe o <a href="http://www.gita.ddns.com.br/hinduismo/puja.php">Puja</a> (celebração) original de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Devi">Devi</a> (deusa/sinônimo de Shakti). A celebração outonal, segundo o épico <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ramayana">Ramayana</a>, iniciou-se quando Ram prestou homenagem à Deusa antes de entrar na batalha com o demônio rei Ravana a fim de salvar sua esposa Sita, que Ravana havia seqüestrado. Como essa invocação da Deusa estava fora de época, o puja da Deusa Durga conduzido por Ram também é chamado de &#8216;akalbodhan&#39; (adoração fora de época).</p>
<p>Seguindo o exemplo de Ram, a celebração à Durga atualmente ocorre em qualquer estado da Índia entre 5 (puja à Durga) e 10 dias (Navaratri - em que 9 formas de Shakti são veneradas).</p>
<p>Enquanto o conto básico do ritual à Durga permanece o mesmo, os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bengalis">Bengalis</a> têm uma abordagem levemente personalizada dos pujas (ou &#8216;pujo&#39;, pronúncia Bengali). Acredita-se que Durga é a filha de Bengal e durante esses 5 dias, ela visita a casa de seus parentes com suas 4 crianças (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ganexa">Ganesha</a>, <a href="http://hinduism.about.com/od/hindugoddesses/p/lakshmi.htm">Lakshmi</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sarasvati">Saraswati </a>e <a href="http://hinduism.about.com/od/godsgoddesses/p/kartikeya.htm">Kartikeya</a>) e dois amigos próximos. Curiosamente, seu marido, Shiva, não costuma acompanhá-la nessa viagem. Ele fica para trás, deixando sua esposa e filhos visitarem a Terra e aproveitarem todos os mimos oferecidos por seus parentes Bengalis.</p>
<div id="attachment_4856" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-4856" title="Durgapuja09-0651-300x225" src="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/10/Durgapuja09-0651-300x225.jpg" alt="Imagem de Durga no santuário de Kolkata do Sul. Foto de Aparna Ray." width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Imagem de Durga no santuário de Kolkata do Sul. Foto de Aparna Ray.</p></div>
<p><em>Kolkata Musing </em>[en] nos conta <a href="http://www.kolkatamusing.com/2009/09/creativity-cornerstone-of-kolkatas.html">por que ele acha</a> que o puja de sua cidade para a Deusa Durga  pode ser considerado &#8216;único&#39;.</p>
<blockquote><p><em>What is unique to Kolkata’s Durga Puja is the quest for creativity, the insatiable urge to create something new. And it is for this reason that I will always feel that Kolkata’s Durga Puja can perhaps never be paralleled.</em></p></blockquote>
<div class="translation">O que torna o puja da deusa Durga em Kolkata único é a busca pela criatividade, a urgência insaciável de criar algo novo. E por essa razão acredito que a celebração à Durga em Kolkata talvez nunca tenha paralelos.</div>
<p>A cada ano, a criatividade torna-se mais evidente no design e decoração do santuário do protima (imagem) nos temas de celebração a Durga. Há também numerosos prêmios entregues aos pujas inovadores, criativos, ecológicos (um critério relativamente novo nos parâmetros de avaliação) e até àqueles que levam em conta a segurança da população.</p>
<p><em>Saurabh Dhanuka </em><a href="http://saurabhdhanuka.wordpress.com/2009/09/17/i-live-in-calcutta-and-i-am-proud-of-it/">escreve </a>em seu blog [en]:</p>
<blockquote><p><em>[…] the Durga Puja is an essence of all the passions of a Bengali, his culture, love, emotions, warmth of being together, the ultimate joy of celebration. They feel great pleasure in competing with each other on pandal making.</em></p></blockquote>
<div class="translation">[&#8230;] a celebração de Durga resume em si todas as paixões de um Bengali: sua cultura, seu amor, suas emoções, o calor da união, a felicidade máxima da celebração. É aprazível para eles competir entre si mesmo na confecção do melhor santuário.</div>
<p>Aqui estão alguns temas do Pujo desse ano:</p>
<div><strong>O tema do Nepal</strong> - Apreciado pelo Painel de Turismo e o Cônsul-Geral do Nepal, <a href="http://beacononline.wordpress.com/2009/09/24/kolkata-durga-puja-nepalese-style/">esse puja de Kolkata do Sul</a> refletiu a arte Nepalesa e a arquitetura em toda sua glória, desde o <a href="http://dictionary.reference.com/browse/pandal">santuário</a> -  uma réplica do Templo de  Yakshewar Mahadev em Baktapur - até a imagem de Durga inspirada na deidade nepalesa de quatro cabeças, Taleju Bhavani.</div>
<div>
<div id="attachment_4857" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.flickr.com/photos/album2007/3962267848/"><img class="size-full wp-image-4857 " title="3962267848_2a87d0eef7-300x225" src="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/10/3962267848_2a87d0eef7-300x225.jpg" alt="Imagem de Durga inspirada na deidade nepalesa Taleju Bhavani. Originalmente postado por Anil, no Flickr. Usada sob licença Creative Commons" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem de Durga inspirada na deidade nepalesa Taleju Bhavani. Originalmente postado por Anil, no Flickr. Usada sob licença Creative Commons</p></div>
<p><strong>O tema do Egito</strong>- Hieróglifos, imagens, esculturas, arte e arquitetura egípcias também apareceram nesse puja, como mostra a imagem a seguir:</div>
<div id="attachment_4858" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-4858" title="Durgapuja09b-043-300x225" src="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/10/Durgapuja09b-043-300x225.jpg" alt="Tema egípcio no pedestal de Kolkata do sul. Foto de Aparna Ray" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Tema egípcio no pedestal de Kolkata do sul. Foto de Aparna Ray</p></div>
<div id="attachment_4859" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-4859" title="Durgapuja09b-037-300x225" src="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/10/Durgapuja09b-037-300x225.jpg" alt="Decoração de santuário - tema egípcio. Foto de Aparna Ray" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Decoração de santuário - tema egípcio. Foto de Aparna Ray</p></div>
<p><strong>Mudanças Climáticas/Meio Ambiente como temas de puja</strong> - Foi comovente ver que nesse ano muitos organizadores de pujas usaram as questões ambientais e climáticas como tema. Exploraram essas questões com formas de arte inovadoras e criativas , a fim de que os visitantes ficassem mais conscientes sobre o meio ambiente. Um exemplo:</p>
<div id="attachment_4860" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><img class="size-full wp-image-4860" title="Durgapuja09-076-225x300" src="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/10/Durgapuja09-076-225x300.jpg" alt="Um painel fora de um dos santuários fazia apelo sobre o aquecimento global e a necessidade de reciclar." width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">Um painel fora de um dos santuários fazia apelo sobre o aquecimento global e a necessidade de reciclar.</p></div>
<p>No santuário, pacotes de papel pintados à mão davam o exemplo substituindo materiais de decoração tradicionais.</p>
<div id="attachment_4861" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><img class="size-full wp-image-4861" title="Durgapuja09-071-225x300" src="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/10/Durgapuja09-071-225x300.jpg" alt="Pinturas em pacotes de papel. Foto de Aparna Ray" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">Pinturas em pacotes de papel. Foto de Aparna Ray</p></div>
<p>E havia vários outros pujas espalhados pela cidade e pelo estado. Além dos santuários e imagens, havia luzes decorativas à noite que davam brilho à cidade. Milhares de pessoas saíram de suas casas para celebrar os dias e noites com comidas, bebidas e visitas a santuários.</p>
<div id="attachment_4862" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-4862" title="Durgapuja09-040-300x225" src="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/10/Durgapuja09-040-300x225.jpg" alt="E claro, muitas luzes carregavam uma mensagem fosse de natureza social ou ambiental." width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Luzes decorativas por portal do santuário. Foto por Aparna Ray.</p></div>
<p>E claro, muitas luzes carregavam uma mensagem de natureza social ou ambiental:</p>
<div id="attachment_4863" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><img class="size-full wp-image-4863" title="Durgapuja09-057-225x300" src="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/10/Durgapuja09-057-225x300.jpg" alt="Salve a Vida na Terra - Plante uma Árvore. Foto de Aparna Ray" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">Salve a Vida na Terra - Plante uma Árvore. Foto de Aparna Ray</p></div>
<div>Os 5 dias de festividades terminaram com o Dashami, o dia da imersão. Esse é o dia em que a Deusa retorna a seu lar marital nos Himalaias. Mas não antes de as mulheres casadas oferecerem a ela e sua família uma calorosa despedida com presentes, doces e muito <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sindoor">sindoor</a> para uma vida conjugal longa e feliz .</div>
<div>
<div id="attachment_4864" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-4864" title="Durgapuja09b-051-300x225" src="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/10/Durgapuja09b-051-300x225.jpg" alt="Despedidas até que venha o próximo ano. Foto de Aparna Ray" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Despedidas até que venha o próximo ano. Foto de Aparna Ray</p></div>
</div>
<div>Segue-se o &#39;sindoor khela&#39; (cerimônia de sindoor), um ritual em que as mulheres casadas mancham as testas umas das outras com o pó vermelho e compartilham doces e risos. (Tradicionalmente, o sindoor na testa é a marca da mulher Hindu casada.)</div>
<div>
<div id="attachment_4865" class="wp-caption aligncenter" style="width: 250px"><a href="http://www.flickr.com/photos/avikb/3962352573/in/set-72157622451071562/"><img class="size-full wp-image-4865 " title="3962352573_59161ef62a_m1" src="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/10/3962352573_59161ef62a_m1.jpg" alt="Sindoor Khela. Foto de Avik@firstdays. Reproduzido com permissão." width="240" height="161" /></a><p class="wp-caption-text">Sindoor Khela. Foto de Avik@firstdays. Reproduzido com permissão.</p></div>
<p>Finalmente, todas as imagens são levadas aos lagos e rios para a imersão. O santuário é desmontado e a vida segue como de costume. Enquanto isso, os Bengalis esperam pelo próximo ano. Depois da imersão, é tempo de reencontrar amigos, família, parentes e todos os mais próximos e queridos, já que acontece o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Vijayadashami">Vijaya Dashami, uma celebração que coincide com Dussehra, a vitória de Ram sobre Ravana</a> [en].</p>
<p>A celebração à Durga não só é <a href="http://www.flickr.com/photos/sumanpaul/88702375/">celebrada</a> <a href="http://picasaweb.google.co.in/atanudey/DurgaPuja2009Mumbai#">por</a> <a href="http://www.flickr.com/photos/ribhudey/1766721613/">todo</a> <a href="http://www.flickr.com/photos/ab_aditya/1707440143/">o país</a>, como é <a href="http://www.bangalinet.com/probasheipujo.htm">também pelos Bengalis por todo mundo</a>.<a href="http://rezwanul.blogspot.com/2009/09/shuvo-bijoya.html"> Aqui estão algumas fotos</a> de nosso editor sul-asiático Rezwan de pujas em Dhaka, Bangladesh. <em>Dithi</em> <a href="http://deezden.blogspot.com/2009/09/durga-puja-geneva.html">também postou algumas fotos</a> do evento em Genebra. Em Zurique, as <a href="http://www.sindhtoday.net/news/1/54805.htm">festividades à Durga</a> uniram a comunidade Bengali, como ocorre pelos últimos seis anos. Estou certa de que muitos de vocês leitores ficarão sabendo de um puja à Durga celebrado em sua parte do mundo, pois onde quer que haja Bengalis, a celebração à Durga não estará muito distante.</p>
<p>Você pode ver mais fotos do puja à Durga 2009 <a href="http://durgapuja.thefourdy.com/gallery/year/2009/">aqui</a>. Para vocês leitores que gostariam de saber mais sobre o puja à Durga, <a href="http://www.durga-puja.org/">este site</a> oferece informações interessantes.</div>
</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 4202px; width: 1px; height: 1px;">Os 5 dias de festividades terminaram com o Dashami, o dia da imersão. Esse é o dia em que a Deusa retorna a seu lar marital nos Himalaias. Mas não antes de as mulheres casadas oferecerem a ela e sua família uma calorosa despedida com presentes, doces e muito sindoor para uma vida conjugal longa e feliz .</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Uganda: Blogueiros discutem projeto de lei anti-gay</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/10/23/uganda-blogueiros-discutem-projeto-de-lei-anti-gay/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/10/23/uganda-blogueiros-discutem-projeto-de-lei-anti-gay/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 19:31:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cilene Dutra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Feature]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[LGBT]]></category>
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		<description><![CDATA[Um projeto de lei na Uganda pretende criminalizar a homossexualidade e punir com sentença de morte ou prisão perpétua. Enquanto aguarda aprovação do presidente, os blogueiros discutem a polêmica sobre o projeto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/haute-haiku/">Haute Haiku</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/cilenedutra/'>Cilene Dutra</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/10/20/uganda-bloggers-discuss-anti-gay-bill/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><div>
<p>O projeto de lei anti-gay ugandês foi apresentado ao parlamento e agora espera a assinatura do presidente Yoweri Museveni para tornar a homossexualidade oficialmente ilegal. O código anterior não era claro, mas agora o projeto, chamado de <a href="http://gayuganda.blogspot.com/2009/10/anti-homosexuality-bill-2009.html">&#8220;Projeto de Lei Anti-Homossexualidade 2009&#8243;</a> apresentado pelo parlamentar David Bahati declara qualquer ato ou tendência homossexual passível de <a href="http://gayuganda.blogspot.com/2009/10/let-me-see.html">pena de morte ou prisão</a>.<em> </em>O blogueiro<em> </em>gay-ugandan (gug)<em> </em>do blog<strong><a href="http://gayuganda.blogspot.com/2009/10/anti-homosexuality-bill-2009.html"><em> </em></a></strong><a href="http://gayuganda.blogspot.com/2009/10/anti-homosexuality-bill-2009.html"><em>The Uganda</em></a><a href="http://gayuganda.blogspot.com/2009/10/anti-homosexuality-bill-2009.html"><em>n</em></a> [en] escreve:</p>
<blockquote><p>The multiple laws that I will be breaking as soon as the president signs this law. Well, our detractors had already said that we would be stiffed with a tougher law, but this goes way beyond that. If I attempt to commit the offense… (god, the number of times that I have made passes and they have been rejected!) Each of those times was worth 7 years in jail. Good heavens!!!! Before, we could be liable to life imprisonment. gug hereby declares that, when the President of the Republic signs this law, gug will be liable to the death penalty… because I and my lover are serial offenders, breaking this law.</p></blockquote>
<div class="translation">Vou quebrar tantas leis assim que o presidente assinar essa lei. Bem, nossos detratores já haviam dito que seríamos encurralados por uma lei mais severa, mas essa passa dos limites. Se eu tentar cometer a ofensa&#8230; (meu deus, o número de vezes em que eu fiz tentativas, mas elas foram rejeitadas!) Cada uma daquelas vezes valia 7 anos na cadeia. Céus! Antes, éramos sujeitos à prisão. O <em>gug</em> aqui declara que, quando o Presidente da República assinar a lei, ele estará sujeito à pena de morte&#8230; pois eu e meu amante somos infratores em série quebrando essa lei.</div>
</div>
<div>Mais adiante, o projeto de lei proíbe a adoção por casais gays. Qualquer pessoa que ajude, promova ou aconselhe qualquer ato homossexual poderá pegar até sete anos de prisão ou o risco de fiança de<strong> </strong>100m xelins (aproximadamente R$ 91 mil). O projeto aponta os efeitos nocivos da homossexualidade da seguinte forma:</div>
<div>
<blockquote><p>Research indicates that the homosexuality has a variety of negative consequences including higher incidences of violence, sexually transmitted diseases, and use of drugs. The higher incidence of separation and break-up in homosexual relationships also creates a highly unstable environment for children raised by homosexuals through adoption or otherwise, and can have profound psychological consequences on those children. In addition, the promotion of homosexual behavior undermines our traditional family values.<br />
Given Uganda’s historical, legal, cultural and religious values which maintain that the family, based on marriage between a man and a woman is the basic unit of society. This Bill aims at strengthening the nation’s capacity to deal with emerging internal and external threats to the traditional heterosexual family. These threats include: redefining human rights to elevate homosexual and transgender behavior as legally protected categories of people.<br />
There is also need to protect our children and youths who are made vulnerable to sexual abuse and deviation as a result of cultural changes, uncensored information technologies, parentless child developmental settings and increasing attempts by homosexuals to raise children in homosexual relationships through adoption, foster care, or otherwise.</p></blockquote>
<div class="translation">Pesquisas indicam que a homossexualidade provoca maior incidência de violência, doenças sexualmente transmissíveis e o uso de drogas. A maior incidência de separações em relacionamentos homossexuais também cria um ambiente altamente instável a crianças criadas por homossexuais pela adoção ou de outra maneira e pode causar conseqüências psicológicas profundas nessas crianças. Ademais, a promoção do comportamento homossexual mina os valores de nossa família tradicional.<br />
Os valores históricos, legais, culturais e religiosos de Uganda  afirmam que a família, baseada no casamento entre um homem e uma mulher, é a unidade básica da sociedade. Esse projeto de lei pretende fortalecer a capacidade da nação de lidar com ameaças insurgentes internas ou externas à família heterossexual tradicional. Essas ameaças incluem: redefinir os direitos humanos para elevar o comportamento homossexual ou transgênero como categorias de pessoas legalmente protegidas .<br />
Há também uma necessidade de proteger nossas crianças e jovens que estão vulneráveis ao abuso sexual e desvio como resultado das mudanças culturais, tecnologias de informação sem censura, padrões de criação de crianças sem pais e o aumento de tentativas de adoção por casais homossexuais, assistência social, entre outros.</div>
<p>Produtores, editores e distribuidores de material contendo homossexualidade, especialmente se for lucrativo, e ONGs terão seu certificado ou registro cancelados e o diretor da instituição estará sujeito a sete anos de prisão. Isso inclui <a href="http://gayuganda.blogspot.com/2009/10/let-me-see.html">blogs gays em Uganda</a>:</p>
<blockquote><p>Poor sympathizers. You are not left to love us. No, all lovers of gays, and gays in Uganda will suffer, and be punished by this law. Any press conferences? Not by gay Ugandans. You see, we are a pariah people that will never be like all other Ugandans. Ha ha ha ha ha!<br />
Oh, the gayuganda blog is one of the things which are illegal, as per that bill. I am furiously promoting homosexuality on this blog, complaining about a law like this. So, 5 years in prison, and my (non existent) bank balance will be set back by 100M Uganda shillings…! And the people who dare to give us condoms and lubricant for sex… Or, if you dare to have an HIV prevention program for homosexuals in Uganda… or even try to teach safer sex. Well, the penalties are stiff. Very stiff. Jail, and jail and other things.</p></blockquote>
<div class="translation">
<p>Pobres simpatizantes. Vocês não foram poupados. Não, todos os simpatizantes e gays de Uganda vão sofrer e serão punidos por essa lei. Alguma conferência da imprensa? Não dos ugandeses gays. Vejam vocês, somos os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dalit">párias</a> que nunca serão como os outros ugandeses. Ha ha ha ha ha!</p>
<p>E o blog <em>gayuganda</em> é uma das coisas ilegais de acordo com o projeto de lei. Estou promovendo a homossexualidade furiosamente neste blog, protestando contra uma lei como essa. Então, 5 anos de prisão e meu saldo bancário voltará aos 100m xelins ugandeses! E aqueles que se atrevem a nos dar preservativos e lubrificantes&#8230; ou aqueles que se atrevem a ter um programa de prevenção de HIV para homossexuais em Uganda&#8230; ou mesmo aqueles que tentam instruir sobre o sexo seguro. É, as penas são severas. Bem severas. Cadeia, cadeia, entre outras coisas.</div>
<p>Eis os objetivos do projeto de lei:</p>
<blockquote><p>3.1. The objectives of the Bill</p>
<p>The objectives of the Bill are:</p>
<p>(a) To protect marriage as that only between a man and a woman in Uganda;</p>
<p>(b) To prohibit homosexual behavior and related practices in Uganda as they constitute a threat to the traditional family;</p>
<p>(c) To safeguard the health of Ugandan citizens from the negative effects of homosexuality and related practices;</p>
<p>(d) To establish progressive legislation protective of the traditional family that can serve as a model for other countries;</p>
<p>(e) To prohibit ratification of any international treaties, conventions, protocols and declarations which are contrary or inconsistent with the provisions of this Act;</p>
<p>(f) To ensure that no international instruments to which Uganda is already a party can be interpreted or applied in Uganda in a way that was never intended at the time the document was created;</p>
<p>(e) To withdraw from any international agreements to which Uganda already is a party, or file reservations to them, which are re-interpreted to include protection for homosexual behavior, or that promote same-sex marriage, or that call for the promotion or teaching about homosexuality as being healthy, normal, or an acceptable lifestyle choice, or that seek to establish sexual behavior, sexual orientation, or gender identity, or sexual minorities as legally protected categories of people; and</p>
<p>(f) To prohibit Uganda from becoming a party to any new international instruments that expressly include protection for homosexual behavior; promote same-sex marriage; call for the promotion or teaching about homosexuality or homosexual relations as being healthy, normal, or an acceptable lifestyle choice; and/or seek to establish sexual behavior, sexual orientation, gender identity or sexual minorities as legally protected categories of people</p></blockquote>
<div class="translation">3.1 Objetivos do Projeto de Lei<br />
Os objetivos do Projeto de Lei são:</p>
<p>(a) Proteger o casamento como sendo apenas aquele entre um homem e uma mulher em Uganda;</p>
<p>(b) Proibir comportamento homossexual e práticas correlatas em Uganda uma vez que constituem uma ameaça para a família tradicional;</p>
<p>(c) Salvaguardar a saúde dos cidadãos ugandeses contra os efeitos negativos da homossexualidade e práticas correlatas;</p>
<p>(d) Estabelecer uma legislação progressiva defensora da família tradicional que sirva de modelo a outros países;</p>
<p>(e) Proibir a ratificação de quaisquer tratados internacionais, convenções, protocolos e declarações que sejam contrários ou inconsistentes com as disposições deste Ato;</p>
<p>(f) Assegurar que nenhum instrumento internacional do qual Uganda já faça parte possa ser interpretado ou aplicado em Uganda fora das intenções de quando foi criado o documento;</p>
<p>(g) Cancelar a participação de Uganda em quaisquer acordos internacionais, ou reservas de arquivos desses, que sejam reinterpretados para incluir proteção ao comportamento homossexual ou que promova casamento entre pessoas de mesmo sexo ou com apelos à promoção ou ensino sobre a homossexualidade como ato saudável, normal ou como estilo de vida aceitável ou que busquem estabelecer um comportamento, orientação sexual ou identidade de gênero ou minorias sexuais como categorias de pessoas legalmente protegidas; e</p>
<p>(h) Proibir Uganda de participar de qualquer novo instrumento internacional que inclua expressamente o comportamento homossexual; promova casamento entre pessoas de mesmo sexo; exija a promoção ou ensino sobre homossexualidade ou relações homossexuais como práticas saudáveis, normais ou estilo de vida aceitável; e/ou busque estabelecer comportamento ou orientação sexual, identidade de gênero ou minorias sexuais como categorias de pessoas protegidas.</p></div>
<p>O blog<em> Gay Ugandan</em> <a href="http://gayuganda.blogspot.com/2009/10/let-me-see.html">insiste que tomem a causa</a> com ele e pergunta se ele merece morrer por causa disso:</p>
<blockquote><p>If you are outside the country, why, that is very good. Your congregation can be made aware of all the good things that some Christians in Uganda wish some sinners called gay Ugandans. I am sure your outrage will help. A letter, a protest match, questions to leaders of Uganda, religious and otherwise traveling outside the country. This is a moral question, how can they justify killing me because I am gay, living in a gay relationship with another gay man?</p>
<p># Ok, what of gay people in other countries. You are our friends. Yes, we dare to ask our gay brothers and sisters for help, especially when our countrymates believe we should be patriotic enough to ‘die’ in the name of their moral uprightness, for god and country.<br />
Tell your local gay group about it.<br />
Organise protests, big and small. Educate any who doesnt know about it.<br />
Write letters of protest. Be courteous, (the framer of the bill says that we homosexuals want to kill him. He says we have already written him ‘threatening’ letters.)</p></blockquote>
<div class="translation">Se você está fora do país, bom para você. Sua congregação pode ficar informada sobre todas as coisas boas que alguns cristãos de Uganda desejam aos pecadores chamados gays de Uganda. Estou certo de que sua indignação vai nos ajudar. Uma carta, uma marcha de protesto, uma lista de perguntas aos líderes ugandeses religiosos e outros viajando fora do país. É uma questão moral. Como podem justificar minha morte por eu ser gay e ter um relacionamento gay?</p>
<p>#Então, quanto aos gays de outros países, vocês são nossos amigos. Sim, atrevemo-nos a pedir ajuda a nossos irmãos e irmãs gays, principalmente se nossos conterrâneos acreditam que deveríamos ser patriotas o bastante para &#8216;morrer&#39; pela sua retidão moral, por seu deus e pelo país.</p>
<p>Fale sobre isso com seu grupo gay local. Organize protestos pequenos ou grandes. Instruam aqueles que não sabem nada sobre, escrevam cartas de protesto, sejam corteses (o organizador do projeto de lei diz que nós homossexuais queremos matá-lo e que ele recebeu &#8216;cartas de ameaça&#39;.)</p></div>
<p><a href="http://afrogay.blogspot.com/"><em>Afrogay</em></a> [en], outro blog ugandês, compara o governo de Uganda aos nazistas, dizendo que a hora de <a href="http://afrogay.blogspot.com/2009/10/anti-gay-law-not-necessary-opposition.html">dar o sinal de parar é agora</a>:</p>
<blockquote><p>Again, as I have argued here and elsewhere, we are best advised to keep our powder dry for the real battle if the bill is ever passed and signed into law. So, I for one don&#39;t plan on saying too much about the nuts and bolts of what is wrong with it. And the reason is simple: if we point out what is wrong with it now, our detractors will use what we say to clean up the bill. Best then to shout foul as loud as we can on the discriminatory elements of the bill without guiding them around the glaring technical, legal, constitutional and human rights minefield they are sleep-walking towards with this bill.</p></blockquote>
<div class="translation">
<p>Mais uma vez, como argumentei aqui e em outros lugares, somos aconselhados a economizar esforços para a verdadeira batalha se esse projeto for assinado. Por isso, não pretendo falar sozinho do que há de errado no projeto. O motivo é simples: se apontarmos o que há de errado, nossos detratores usarão o que dissemos para por o projeto em ordem. O melhor seria praguejar o mais alto que pudermos contra os elementos discriminatórios desse projeto de lei sem guiá-los no âmbito técnico, legal, constitucional e no campo minado dos direitos humanos por onde andam como sonâmbulos.&#8221;</p></div>
<p>Um blogueiro nigeriano, <em>Anengiyefa, </em>acha que o projeto de lei tem falhas e que o painel que o fez ignora o que é a homossexualidade. Ele diz que a homossexualidade não pode ser uma ofensa, que não se pode punir alguém por ter <a href="http://thingsifeelstronglyabout.blogspot.com/2009/10/ugandas-homophobic-frenzy.html">sentimentos sexuais por outra pessoa:</a></p>
<blockquote><p>&#8220;Mr Bahati goes on to demand the death penalty for what he calls “aggravated homosexuality”. I read this and I wondered if the said Mr Bahati has ever had the opportunity to sit inside a classroom in his life, given that unless he is starkly illiterate, he ought to know that there are no law books in any Common Law jurisdiction, (including Uganda), that refer to an offense known as ‘homosexuality&#39;. Homosexuality cannot be an offense! You cannot make it an offense and punish a person for having feelings of sexual and emotional attraction towards others of the same gender. You cannot prove ‘homosexuality&#39; in a court of law to the standard of proof that is required in a criminal court.&#8221;</p></blockquote>
<div class="translation">
<p>O Sr. Bahati continua a exigir pena de morte para o que ele considera &#8220;homossexualidade provocada&#8221;. Li isso e pensei se o dito Sr. Bahati sentou numa sala de aula alguma vez na vida, já que, a não ser que seja decididamente analfabeto, ele tem a obrigação de saber que não existe qualquer livro de direito em qualquer jurisdição de direito comum (incluindo em Uganda) que faça referência a uma ofensa chamada &#8220;homossexualidade&#8221;. Homossexualidade não pode ser considerada ofensa! Não podem torná-la uma ofensa e punir alguém por sentir atração emotiva e sexual por outro do mesmo sexo. Não se pode provar &#8216;homossexualidade&#39; numa corte para o nível de evidência como exigido numa corte criminal.</p></div>
<p><em>Anengiyefa </em>percebe que Uganda acabou de ver a <a href="http://thingsifeelstronglyabout.blogspot.com/2009/10/ugandas-homophobic-frenzy.html">hipocrisia dos membros do parlamento</a> que se uniram e estão prestes a passar a lei vitimizando a homossexualidade em nome da moralidade: isso mostra por que o sistema está tão ansioso para criminalizar o sexo consensual entre dois adultos do mesmo sexo, omitindo questões importantes como violência étnica, tribalismo, AIDS, estupro de crianças etc:</p>
<blockquote><p>This outbreak of frenzied homophobia is the epitome of the hypocrisy that pervades political life in Africa. At a time when expensive legislative time should be judiciously expended on the issues that really matter to the people of the country; when Ugandan lawmakers and the Ugandan government should be concerned about the welfare of vulnerable Ugandans, (including those same-gender loving men and women in their society, who are susceptible to wanton physical abuse and discrimination); when the Ugandan authorities should be looking to protect those of the country&#39;s citizens whose welfare is their responsibility; when the challenges that face our continent in this 21st Century are enormous; what we hear of instead is an Anti-Homosexuality Bill being introduced to Parliament. This bill is deemed necessary according to the MP David Bahati who introduced it. He claims that the purpose of the bill is to protect children and the &#8216;traditional family&#39;.</p></blockquote>
<div class="translation">
<p>Esse surto de homofobia frenética é a epítome da hipocrisia que impregna a vida política na África. Quando o valioso tempo legislativo deveria ser gasto judicialmente nos problemas que realmente importam ao povo, quando os legisladores e o governo de Uganda deveria estar preocupado com o bem-estar de ugandeses vulneráveis (incluindo homossexuais que são suscetíveis a discriminação e abuso físico injustificados), quando autoridades ugandesas deveriam estar buscando proteger os cidadãos, cujo bem-estar é responsabilidade deles, quando os desafios que encaram nosso continente no século 21 são enormes; o que recebemos, ao invés disso, é um projeto de lei Anti-Homossexuais no parlamento. De acordo com David Bahati, que sugeriu o projeto de lei, ele é necessário para proteger as crianças e a dita &#8216;família tradicional&#39;.</p></div>
</div>
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		<title>Lendo o planeta no Blog Action Day 2009</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 03:03:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cilene Dutra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais de 9000 blogueiros devotaram um post às mudanças climáticas no Blog Action Day, uma iniciativa anual que partiu do Change.org para unir os blogueiros do mundo a fim de alcançar seus milhões de leitores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/solana-larsen/">Solana Larsen</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/cilenedutra/'>Cilene Dutra</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/10/15/reading-the-world-on-blog-action-day/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><a href="http://www.blogactionday.org"><img class="alignright" style="border: 0pt none;" src="http://www.blogactionday.org/imgs/badges/bad-125-125.jpg" border="0" alt="" width="125" height="125" /></a>No dia 15 de outubro, mais de 9000 blogueiros devotaram um post às mudanças climáticas no <a href="http://www.blogactionday.org/">Blog Action Day</a>, uma iniciativa anual que partiu do <a href="http://www.change.org/">Change.org</a> [en] para unir os blogueiros do mundo a fim de alcançar seus milhões de leitores.</p>
<p><a href="http://www.blogactionday.org/en/blogs/new">Registre seu blog</a> para adicionar a sua voz!</p>
<p>Este é o post do Global Voices.</p>
<p>Nos próximos meses, o Global Voices acompanhará as questões ambientais e de mudanças climáticas com olho clínico. Esperamos divulgar vozes não ouvidas no debate acerca das reuniões das Nações Unidas em Copenhague em dezembro (<a href="http://en.cop15.dk/">COP15</a>).</p>
<p>Em novembro, no <em><a href="http://www.conversationsforabetterworld.com/">Conversations for a Better World</a></em> [en], um blog patrocinado pelo <a href="http://unfpa.org/">UNFPA</a> terá dois de nossos autores, Eduardo e Belen, postando histórias sobre dinâmica populacional e mudanças climáticas. Sei que estarão voltados para a América Latina nas discussões.</p>
<p>Durante o mês de outubro, blogueiros do Global Voices viraram mentores de <a href="http://globalvoicesonline.org/2009/10/15/2009/09/08/global-voices-bloggers-mentor-new-danish-and-african-bloggers/">31 rapazes e moças da África e Dinamarca</a> [en] que organizam uma campanha online sob os <a href="http://globalchangenow.net/">auspícios de MS ActionAid</a> [en] em Copenhague, Dinamarca. Eles nos pediram para relatar histórias sobre &#8220;quais países emergentes precisam consertar estragos causados pelas mudanças climáticas&#8221;. Tentaremos atender ao pedido.</p>
<p><strong>Alguns posts dos mentores</strong></p>
<p>No Blog Action Day, Jillian <a href="http://jilliancyork.com/2009/10/15/blog-action-day-09-climate-change/">encorajou seus leitores</a> a visitar o blog de sua aluna <a href="http://globalchangenow.net/ejanver/">Edith</a>, enquanto Ali diz que seu aluno <a href="http://globalchangenow.net/claver/">Peter</a> passou a responsabilidade para ele  e o<a href="http://blog.novruzov.az/2009/10/it-is-blog-action-day-2009.html"> inspirou a escrever um post sobre as mudanças climáticas</a></p>
<p>Outra mentora, Gayle, escreveu um <a href="http://gisforghana.blogspot.com/2009/10/climate-change-in-ghana-blog-action-day.html">post mais longo</a> evidenciando a situação de fazendeiros no Gana, na Austrália (seus países) e no Zimbábue (o país de seu aluno, <a href="http://globalchangenow.net/john/">John</a>).</p>
<p>Gayle <a href="http://twitter.com/gaylepescud/status/4575319227">usou o Twitter</a> para chamar a atenção de fazendeiros australianos. Para sua surpresa, ela foi <em>re-twittada</em> pela ABC Radio da Austrália e foi contatada diretamente por diversos fazendeiros via email. Ela leu entrevistas com fazendeiros ganêses na web e até falou diretamente com um deles.</p>
<p>E entre dúzias de links e fontes interessantes, Gayle encontrou informação sobre como comunidades locais usam o conhecimento tradicional na zona rural de Gana para <a href="http://grou.ps/par_cc/talks">lidar com a mudança de climas</a>.</p>
<p>Gayle fez algo que os blogueiros do Global Voices fazem sempre: buscou vozes que raramente são ouvidas falando por si mesmas na mídia internacional.</p>
<p><strong>Semana passada no Global Voices</strong></p>
<p>Bhumika Ghimire escreveu um post sobre o <a href="http://globalvoicesonline.org/2009/10/15/nepal-bio-gas-revolution/">futuro do bio-gás no Nepal</a>, incluindo um vídeo de uma pesquisa de uma universidade japonesa que mostra como o bio-gás é usado nas fazendas do Nepal.</p>
<p><img src="file:///C:/DOCUME%7E1/ADMINI%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-2.jpg" alt="" /></p>
<div id="attachment_4706" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a href="http://www.flickr.com/photos/susandesignstudio/3977100156/in/set-72157614614099992/"><img class="size-full wp-image-4706 " title="landslide-300x199" src="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/10/landslide-300x199.jpg" alt="Desmoronamento causado pelo Tufão Ketsana numa vila em Pampanga. Foto de susancorpuz90 no Flickr. " width="240" height="159" /></a><p class="wp-caption-text">Desmoronamento causado pelo Tufão Ketsana numa vila em Pampanga. Foto de susancorpuz90 no Flickr. </p></div>
<p>No começo da semana, Mong Palatino <a href="http://globalvoicesonline.org/2009/10/12/philippines-typhoon-disasters-and-climate-change/">escreveu como os blogueiros filipinos</a> estão estabelecendo conexões entre as mudanças climáticas e as inundações devastadoras em Manila que mataram mais de 500 pessoas.</p>
<p>Saffah Farooq escreveu sobre como os cidadãos das ilhas Maldivas que estão ao nível do mar no oceano Índico <a href="http://globalvoicesonline.org/2009/10/11/maldives-gearing-up-for-copenhagen/">sentem que seus destinos poderão ser decididos</a> pelo sucesso de tratados como o Protocolo de Kyoto.</p>
<p>O blogueiro dedicado à vida selvagem, Samuel Maina no Quênia, contou que os quenianos estão tão desesperados por causa das chuvas que <a href="http://globalvoicesonline.org/2009/10/08/kenya-waiting-for-el-nino/">já esperam as chuvas do El Niño</a> <strong>que podem deslocar milhares com sentimentos confusos.</strong></p>
<p>Há um fluxo constante de histórias no feed <em><a href="http://globalvoicesonline.org/-/topics/environment/">Environment</a></em> do Global Voices por blogueiros de todos os lugares do mundo.</p>
<p><strong>Olhando adiante</strong></p>
<p>Nesse Blog Action Day, quando celebramos o poder coletivo dos blogueiros de impulsionar mudanças, gostaríamos de encorajar a todos não só a escrever sobre as mudanças climáticas, mas também a ler o que outros estão dizendo.</p>
<p>Nas próximas semanas, seremos inundados por novas histórias de jornalistas citando políticos, ativistas e muitos outros, mas quando Conferência Climática Internacional da ONU terminar e as câmeras desligarem, as pessoas que sofrem as conseqüências das mudanças climáticas <em>ainda </em>estarão contando suas histórias na Internet na expectativa de alcançar aqueles que se importam.</p>
<p>Como dizemos no Global Voices: &#8220;O mundo está falando. Você está ouvindo?&#39;</p>
<p>Para aqueles distantes da linha de frente das mudanças climáticas, ouvir e linkar são umas das poucas maneiras de conseguir fazer o problema parecer mais real e carente de soluções hoje em dia.</p>
<p><strong>Posts relacionados</strong></p>
<ul>
<li><a title="Posts in Portuguese on Blog Action Day ‘09" rel="bookmark" href="http://pt.globalvoicesonline.org/2009/10/16/posts-em-portugues-no-blog-action-day-2009/">Posts em Português no Blog Action Day 2009</a></li>
<li><a title="Permanent link to Blog Action Day 2009: Rising Voices Projects Discuss Climate Change" href="http://rising.globalvoicesonline.org/blog/2009/10/15/blog-action-day-2009-rising-voices-projects-discuss-climate-change/">Blog Action Day 2009: Rising Voices Projects Discuss Climate Change</a></li>
<li><a title="Greek Posts on Blog Action Day ‘09" rel="bookmark" href="http://globalvoicesonline.org/2009/10/15/2009/10/15/greek-posts-on-blog-action-day-09/">Greek Posts on Blog Action Day ‘09</a></li>
<li><a title="Caribbean: Blogging About Climate Change" rel="bookmark" href="http://globalvoicesonline.org/2009/10/15/2009/10/16/caribbean-blogging-about-climate-change/">Caribbean: Blogging About Climate Change</a></li>
<li><a title="Israel: Blog Action Day for the Environment" rel="bookmark" href="http://globalvoicesonline.org/2009/10/15/2009/10/16/israel-blog-action-day-for-the-environment/">Israel: Blog Action Day for the Environment</a></li>
</ul>
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		<title>Bolívia: A Batalha sobre o Parque Machia</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/10/15/bolivia-a-batalha-sobre-o-parque-machia/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/10/15/bolivia-a-batalha-sobre-o-parque-machia/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 23:39:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cilene Dutra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Parque Machia é conhecido por muitos viajantes estrangeiros que visitam com freqüência o refúgio animal próximo a Villa Tunari nos trópicos de Cochabamba no centro da Bolívia. Entretanto, o projeto de construção de uma estrada está ameaçando sua existência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em>Publicado originalmente por<a href="http://globalvoicesonline.org/author/eduardo-avila/">Eduardo Avila</a>  &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/cilenedutra/'>Cilene Dutra</a> &middot;  <a href='http://globalvoicesonline.org/2009/10/13/bolivia-the-battle-over-machia-park/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>O Parque Machia é conhecido por muitos viajantes estrangeiros que visitam com freqüência o refúgio animal próximo a Villa Tunari nos trópicos de Cochabamba no centro da Bolívia. Alguns desses viajantes permanecem por mais tempo como voluntários da organização <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Inti_Wara_Yassi">Inti Wara Yassi</a></em> [en], onde reabilitam macacos que outrora foram bichos de estimação, e protegem outros animais selvagens presentes no parque.</p>
<p>Entretanto, alguns desses voluntários estão liderando a responsabilidade de proteger o Parque Machia, uma vez que há um projeto de estrada recente que atravessa o meio do parque. A nova estrada está sendo construída pelo município local para facilitar o transporte de colheita para os plantadores de coca. O conflito continua entre a organização e as autoridades locais, com críticas ao plano dizendo que <a href="http://www.intiwarayassi.org/articles/volunteer_animal_refuge/ciwy_noticias.html#136">o projeto não conduziu a pesquisa necessária de Impacto Ambiental e que não foram feitos preparativos para acomodar os animais deslocados.</a></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4678" class="wp-caption aligncenter" style="width: 276px"><a href="http://www.flickr.com/photos/thekjkev/3718252096/"><img class="size-full wp-image-4678 " title="Parque Machia " src="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/10/monkeys.jpg" alt=" Foto de Macaco no Parque Machia por thekjkev e sob a licença Creative Commons. " width="266" height="400" /></a><p class="wp-caption-text"> Foto de Macaco no Parque Machia por thekjkev e sob a licença Creative Commons. </p></div>
<p>Alguns voluntários têm protestado diretamente pelo blog <em>Inti Wara Yassi</em>, <a href="http://www.intiwarayassi.org/articles/volunteer_animal_refuge/ciwy_noticias.html#136">descrevendo quais áreas estariam em risco:</a></p>
<blockquote><p>The monkey park, where several species of monkey are cared for and fed – capuchins, spider monkeys, squirrel monkeys.<br />
Areas where tortoices, agoutis, coatis are kept.<br />
The spider monkey park.<br />
The enclosures for three of our felines – Leoncio, Gato and Luna<br />
The “mirador” area, where abused and mistreated capuchin monkeys are rehabilitated.<br />
The enclosure for the endangered Spectacled Bear.<br />
Many of the trails which are used for walking the cats.</p>
<p>This is why we have concluded that no consideration has been made for the well being of the animals, not to mention the fact that Parque Machia is considered an area of National Heritage, meaning no damage to the biological, genetic and ecological diversity should be allowed.</p></blockquote>
<div class="translation">O parque do macaco, onde diversas espécies de macacos são cuidadas e alimentadas: capuchinhos, macacos-aranha, macacos esquilo.<br />
Áreas onde tartarugas, cotias e quatis são mantidos.<br />
O parque do macaco-aranha.O cercado de três de nossos felinos: Leôncio, Gato e Luna.<br />
A área do &#8216;mirador&#39;, onde são reabilitados capuchinhos que foram abusados e maltratados.<br />
O cercado para o ameaçado urso-de-óculos.<br />
Muitas das trilhas usadas por gatos andarilhos.</p>
<p>Por essa razão concluímos que não levaram em consideração o bem-estar dos animais, sem mencionar que o Parque Machia é considerado área de Herança Nacional, o que significa que nenhum prejuízo à diversidade biológica, genética e ecológica deve ser permitida.</p></div>
<p>O blog <em>The Democracy Center</em> destaca que alguns <a href="http://democracyctr.org/blog/2009/09/cocalero-expansions-draw-conflict.html">voluntários empregaram</a> [en] uma &#8220;típica tática de protesto boliviana - a barricada - para tentar impedir a construção de uma nova auto-estrada através do parque.&#8221;</p>
<p>Gustavo Cardoso do blog <em>Observancia </em>[es]<em> </em>dá créditos ao <em>Inti Wara Yassi</em> por ajudar a preservar a natureza nessa área, <a href="http://observancia.blogspot.com/2009/09/destruyen-parque-machia-en-el-chapare.html">o que gerou benefícios diretos à municipalidade local, a mesma entidade que está construindo a nova estrada.</a></p>
<blockquote><p>Paradójicamente, en esta etapa donde la comunidad internacional, busca la conservación de áreas al máximo, todavía hay quienes conciben a ultranza que el desarrollo pasa por “dominar la naturaleza” tal cual se fraguaba en el siglo XIX, y que nos llevó a un estado de cosas que lamentamos hoy en día.</p></blockquote>
<div class="translation">Paradoxalmente, nesta etapa em que a comunidade internacional busca ao máximo a conservação de áreas, ainda há quem creia piamente que o desenvolvimento requere &#8220;dominar a natureza&#8221; tal como era forjado no século XIX, e que nos levou a um estado que lamentamos hoje em dia.</div>
<div style="width: 410px;">
<div id="attachment_4679" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><a href="http://www.flickr.com/photos/nebarnix/3946207025/"><img class="size-full wp-image-4679 " title="mirador" src="http://pt.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2009/10/mirador.jpg" alt="Villa Tunari observada do Parque Machia, por Nebarnix. Uso sob licença Creative Commons." width="400" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">Villa Tunari observada do Parque Machia, por Nebarnix. Uso sob licença Creative Commons.</p></div>
</div>
<p>O blog <em><a href="http://www.boliviabella.com/">Bolivia Bella</a> </em>[en]<em> </em>informa que a conservacionista <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jane_Goodall">Jane Goodall</a> está agendada para visitar o parque e que poderia chamar a atenção da comunidade internacional para o caso. <a href="http://www.boliviabella.com/save-machia.html">Ela também resume os motivos pelos quais o parque deveria permanecer intocado:</a></p>
<blockquote><p>In any case, I AM against the building of THIS road. It&#39;s not right. It&#39;s a national park and nature preserve. It&#39;s very name indicates it has been set aside to AVOID its destruction. For me, that&#39;s enough reason to not agree with it. Period.</p>
<p>The sad thing is, I visited Villa Tunari several times and I saw first hand how Inti Wara Yassi volunteers cared for and loved the animals back to health. I was told most of the animals rescued and received at Machía were taken from their original habitats and sold to urban dwellers who, after realizing how large they grow, how dangerous they can be, how much care and food they need, or how long they actually live, abandon them or simply lock them up in cages for the rest of their lives, or worse, abuse them.</p>
<p>Many of the animals have been severely abused and will not be able to live on their own in the wild – ever. Others may be re-inserted but this is a very long and gradual process. You can’t just move animals to a new place. It requires a lot of logistics and they many never be able to adapt to a new situation. In the case of some of these animals haven&#39;t they been put through enough already as it is!</p></blockquote>
<div class="translation">De qualquer forma, eu SOU contra a construção DESSA estrada. Não está certo isso. É um parque nacional e área de preservação. O próprio nome indica que foi poupado para EVITAR sua destruição. Para mim, isso já justifica porque eu não concordo com isso. Ponto.</p>
<p>O triste é que visitei Villa Tunari diversas vezes e pude ver em primeira mão como os voluntários do Inti Wara Yassi cuidavam e amavam os animais até que ficassem saudáveis. Disseram-me que a maioria dos animais resgatados e recebidos no Machía foram retirados de seu <em>habitat</em> original e vendidos a residentes urbanos que após perceberem quão grandes e  perigosos eles podiam ficar, quanto cuidado e comida era necessário ou quanto tempo eles realmente viviam, abandoram-nos ou simplesmente os trancaram em jaulas para o resto de suas vidas, ou pior, maltrataram esses animais.</p>
<p>Muitos dos animais foram severamente maltratados e nunca mais poderão viver por si sós na natureza selvagem. Outros podem ser reinseridos mas é um processo longo e gradual. Não se pode simplesmente mudar os animais para um novo lugar. Isso requer muita logística e muitos nunca poderão se adaptar a uma nova situação. E alguns desses animais já  suportaram mudanças demais!</p></div>
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		<title>SIDA no Japão: culpem os gays?</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/29/sida-no-japao-culpem-os-gays/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Jun 2007 16:49:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cilene Dutra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Japan]]></category>
		<category><![CDATA[LGBT]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Cilene Dutra &#183;  Veja o post original 
Desde que o primeiro caso de SIDA foi oficialmente divulgado em março de 1985 no Japão, os números oficiais mostram que os casos de HIV/SIDA entre japoneses tem crescido constantemente ao longo dos anos ( apesar das dificuldades de avaliação devido às baixas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/cilenedutra/'>Cilene Dutra</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/06/01/aids-in-japan-blame-it-on-gays/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Desde que o primeiro caso de SIDA foi oficialmente <a href="http://query.nytimes.com/gst/fullpage.html?res=9505EFD71F39F93AA15753C1A963958260&amp;sec=health&amp;spon=&amp;pagewanted=print">divulgado em março de 1985</a> no Japão, os números oficiais mostram que os casos de HIV/SIDA entre japoneses tem crescido constantemente ao longo dos anos ( apesar das dificuldades de avaliação devido <a href="http://www.stippy.com/japan-life/aids-in-japan-free-hiv-tests/">às baixas taxas de testes de HIV</a> dentre a população no geral). O governo japonês tem feito sua parte para solucionar o problema por meio de várias campanhas e atividades, o que, julgando pelos suas próprias pesquisas, não tem surtido muitos bons resultados.</p>
<p>Na verdade, os últimos resultados mostram que o Japão está muito atrás de outras nações desenvolvidas no combate à proliferação do HIV. No dia 22 de maio,  o Comitê de Vigilância contra a Sida do Ministério da Saúde, do Trabalho e da Assistência Social anunciou que o número de pessoas diagnosticadas com HIV, combinado ao número dos que desenvolveram SIDA em 2006, juntos batem um alto recorde. Segundo a pesquis, 1358 novos casos de HIV/SIDA foram divulgados (952 pessoas foram diagnosticadas com HIV, enquanto 406 pessoas desenvolveram a SIDA), somando a um total cumulativo de 12.394 casos divulgados desde que informações começaram a ser coletadas (veja os links em <a href="http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601101&amp;sid=aWqhP2KnDwmg">Inglês</a> e <a href="http://www.yomiuri.co.jp/science/news/20070522i313.htm?from=main3">Japonês</a>). Diz-se que os homens representam mais de quatro dentro de cada cinco novos casos de SIDA e em uma maioria significativa de casos, os pacientes eram homossexuais.</p>
<p><a href="http://youtube.com/watch?v=d-Vrp3tsfdI" title="Puppet Muppets about AIDS"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/puppetmuppet.jpg" alt="Puppet Muppets about AIDS" /></a></p>
<p>Comercial patrocinado pelo governo promovendo o teste de SIDA realizado pelo popular comediante Puppet Muppet.</p>
<p>Apesar desse anúncio ter sido brevemente divulgado pela mídia convencional, muitos blogueiros linkaram-no ou citaram notícias e fizeram muitos comentários. Dentre as muitas postagens referentes às estatísticas, o blogueiro <a href="http://ameblo.jp/narerukana/entry-10034462661.html">Ishimaru</a> dá um exemplo dos comentários que culpam os gays pela proliferação da doença no Japão:</p>
<blockquote><p> まあ、迷惑な話ですな。</p>
<p>ここまできたら、ホモには税金をかけてもいいと思うのですが。<br />
個人の嗜好として男が好きというのは別にかまいませんが、妙な病気を流行らして、医療費を圧迫するのは勘弁願いたいと思います。</p>
<p>&#8220;Mas que bobagem.<br />
Acho que deveríamos começar a tributar bichas.<br />
Eu realmente não tenho nenhum problema com a preferência pessoal de um homem gostar de outro, mas não quero esses homens pressionando os custos médicos com o espalhamento de uma doença estranha.&#8221;</p></blockquote>
<p><a href="http://eiji.txt-nifty.com/diary/2007/05/post_9752.html">Outro blogue</a> compartilhando opiniões semelhantes.</p>
<blockquote></blockquote>
<blockquote><p> これはちょっと深刻な状況ですね。エイズは「死なずに済む」病気にはなったけれど、単に治るわけではないし、投薬も副作用があって、結構きついらしいし。<br />
今時、ゲイの間で流行っているのは、ひょっとしてゲイ・コミュニティに末法思想のようなものでも蔓延しているのか、と勘ぐりたくもなる。<br />
単純に医療コストを上げてしまうわけで、回避できるものは回避して欲しいですよね。</p>
<p>&#8220;Esta situação é muito séria. A SIDA tornou-se a doença &#8220;da qual você não morre necessariamente&#8221;. Porém, ela não é curável e os remédios podem causar efeitos colaterais que pelo que eu soube são terríveis. Quando penso que hoje em dia, esta doença está sendo passanda entre os gays, não consigo evitar a desconfiança de que a linha de pensamento &#8220;o mundo está acabando&#8221; é muito difundida dentro da comunidade gay. Isto só causa o aumento dos custos médicos e eu gostaria que eles evitassem o que eles podem evitar.&#8221;</p></blockquote>
<p>Por outro lado, <a href="http://mirokubosatsu.seesaa.net/article/42685914.html">Upappi</a>, um blogueiro gay, expressa sua preocupação sobre as discussões pelos blogues:</p>
<blockquote></blockquote>
<blockquote></blockquote>
<blockquote><p> 一方，僕らゲイにとって気になるのが「男性の同性との性的接触による感染が増加」という文言．<br />
Yahoo! ニュースの関連ブログやmixiの記事引用日記などでも盛んに取り上げられており，ノンケ（と思われる方々）のHIVに対する知識のなさと「何でそんなに 男がいいのかね？」に代表されるゲイという存在への無理解には苦笑させられますが，この文言は「印象操作」しだいではゲイバッシングにつながりかねません し，HIV感染に対し誤った知識を植え付けることにもなりかねません．</p>
<p>&#8220;Por outro lado, o que preocupa a nós, gays, é a frase que diz: &#8221; contração pelo contato sexual entre homens homossexuais está aumentando&#8221;.<br />
Blogues associados às notícias e diários do Yahoo! que se referem aos artigos de notícias estão falando extensivamente sobre isso. A falta de conhecimentos sobre a SIDA em heterossexuais (se é que eles são mesmo) e sua ignorância em relação aos gays - somada a expressões como: &#8220;Por que eles gostam tanto de homens?&#8221;- fazem-me rir. Entretanto, essa frase pode levar à violência contra gays e poderia possivelmente introduzir falsas idéias sobre como o HIV é contraído, se for distorcida.&#8221;</p></blockquote>
<p>Finalmente, <a href="http://blog.so-net.ne.jp/hibiki312/2007-05-23">um blogueiro soro positivo</a> nos apresenta outra perspectiva sobre a questão:</p>
<blockquote></blockquote>
<blockquote><p>厚生労働省のエイズ動向委員会の発表は統計として一部は意味のあるものだろう<br />
けれど、数字だけでHIV対策を計るとしたら大きな誤りだと思う。</p>
<p>&#8220;Apesar do anúncio feito pelo Comitê de Vigilância contra a SIDA do Ministério da Saúde, Trabalho e Assistência Social ser relevante em parte pelos números da estatística, acho que é um grande erro tomar medidas contra o HIV com base apenas em números.&#8221;</p>
<p>セックスの時にはコンドームをすれば予防できるなんて、簡単に考えられていては<br />
どうにもならない。HIVが服薬によって簡単にコントロールできるなどと思っていては<br />
どうにもならない。HIVは予防しにくいものだし、服薬によるコントロールは決して楽<br />
ではなく不便で辛いものだ。</p>
<p>&#8220;Levar as coisas numa boa e pensar que a [SIDA] pode ser prevenida usando preservativo no ato sexual não ajudará em nada. Pensar que remédios podem controlar facilmente o HIV é inútil. O vírus é difícil de ser prevenido. Controlar a doença tomando medicações não é fácil; é muito inconveniente e duro. &#8220;</p>
<p>日本のHIV/エイズ対策は未熟でお粗末なものだと思う。<br />
これから先、日本の中でエイズ/HIVに対して、どのようにすれば本当の意味で知識<br />
が普及して偏見をなくせるのか。それを考えて実施していくことが新たなHIVの予防<br />
や意味のある統計へつながっていくのだろうと思う。</p>
<p>&#8220;Acho que as medidas tomadas para combater o HIV/SIDA no Japão são imaturas e patéticas.<br />
No futuro, como poderemos realmente passar conhecimento sobre o assunto e eliminar a discriminação contra portadores de HIV/SIDA? Acredito que levando isso em conta encontraremos novas formas de prevenir o HIV e gerar estatísticas relevantes.&#8221;</p></blockquote>
<blockquote>
<blockquote></blockquote>
</blockquote>
<p align="right"><em>              (Texto original por <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/hanako-tokita/" title="Posts by Hanako Tokita">Hanako Tokita</a> )</em></p>
<p align="right">&nbsp;</p>
<p><em><font size="2">O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</font></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Marrocos: uma excursão por fotos</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/29/marrocos-uma-excursao-por-fotos/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/29/marrocos-uma-excursao-por-fotos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Jun 2007 15:15:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cilene Dutra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Morocco]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Cilene Dutra &#183;  Veja o post original 
Pergunte a qualquer fotógrafo - Marrocos é sem dúvida um dos locais mais fotogênicos do mundo. Um blogueiro australiano Moroccan Meanderings é um dos que escolheu substituir palavras por fotos essa semana, contando-nos:
&#8220;Since I have had some positive responses about the photographs on [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/cilenedutra/'>Cilene Dutra</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/06/10/morocco-a-photo-tour/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Pergunte a qualquer fotógrafo - Marrocos é sem dúvida um dos locais mais fotogênicos do mundo. Um blogueiro australiano <em><a href="http://moroccanmeanderings.blogspot.com/2007/06/morocco-snapshots.html"><em>Moroccan Meanderings</em></a> é um dos que escolheu substituir palavras por fotos essa semana, contando-nos:</em></p>
<blockquote><p><em>&#8220;Since I have had some positive responses about the photographs on this blog, I thought I would include a few others that give a snapshot of Morocco.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;Já que obtive boas respostas sobre as fotos deste blogue, pensei em incluir algumas outras que vislumbram Marrocos.&#8221;</p></blockquote>
<p><a href="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/dades_gorge1.jpeg" title="dades_gorge1.jpeg"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/dades_gorge1.jpeg" alt="dades_gorge1.jpeg" /></a></p>
<p>A foto acima é um dos <a href="http://www.answers.com/Dades%20Gorge">Desfiladeiros Dades</a>, no sudeste do país. Mas não só os desfiladeiros são fenomenais! O blogueiro <a href="http://wakha.blogspot.com/2006/08/fishermans-life.html"><em>Wakha</em></a> compartilha fotografias espetaculares da Essaouira em uma citação de tamanho apropriado:</p>
<p><a href="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/essaouira.jpg" title="Essaouira by Lindsey Ludwig from Wakha Blog"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/essaouira.jpg" alt="Essaouira by Lindsey Ludwig from Wakha Blog" /></a><br />
<strong>Foto por Lindsey Ludwig</strong></p>
<blockquote><p><em>“I am within and without, simultaneously enchanted and repelled by the inexhaustible variety of life.” -F. Scott Fitzgerald</em></p>
<p>&#8220;Estou dentro e fora, simultâneamente encantado e repugnado com a inexaurível variedade vital.&#8221;</p></blockquote>
<p>O céu marroquino é objeto de admiração comum entre fotógrafos, como já mostrado. <a href="http://www.moroccosavvy.com/taamarbuuta/2007/06/09/this-is-where-i-live/"><em>The Morocco Report</em></a> nos mostra outra faceta dos claros céus de Marrocos, desta vez mais para o norte na cidade de Meknes.</p>
<p><a href="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/moroccoreportsky.jpg" title="Photo by Jillian York, Meknes, Morocco"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/moroccoreportsky.jpg" alt="Photo by Jillian York, Meknes, Morocco" /></a></p>
<p>Mas não é só o céu de Marrocos que seduz - certos objets d&#39;art podem causar o mesmo efeito, particularmente os tapetes pelos quais Marrocos é bem conhecido. Maryam de <em><a href="http://moroccanmaryam.typepad.com/my_marrakesh/2007/06/marrakesh_and_c.html"><em>My Marrakesh</em></a></em> nos mostra alguns dos tesouros marroquinos multicolorido:</p>
<p><a href="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/maryam.JPG" title="Objets d’art by My Marrakesh"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/maryam.JPG" alt="Objets d’art by My Marrakesh" /></a></p>
<p>A última foto dessa semana nos leva ao <a href="http://www.fesfestival.com/">Festival de Fés des Musiques Sacrées du Monde,</a> que está para terminar. O blogueiro <a href="http://scarlettscion.blogspot.com/2007/06/week-in-pictures.html"><em>Long Way Home</em></a><em> </em>compartilhou um punhado de fotos do festival, que se revelou um evento realmente multicolorido neste ano. Minha favorita é de um grupo de canto gregoriano:</p>
<p><a href="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/fesfestival.JPG" title="Fes Festival by Long Way Home - Gregorian Chants"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/fesfestival.JPG" alt="Fes Festival by Long Way Home - Gregorian Chants" /></a></p>
<p align="right"><em>(Texto original por <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/jillian-york/" title="Posts by Jillian York">Jillian York</a></em><em> )</em></p>
<p><em><font size="2">O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</font></em></p>
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		<title>Adicione seu evento de jornalismo cidadão ao calendário do Global Voices</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/29/adicione-seu-evento-de-jornalismo-cidadao-ao-calendario-do-global-voices/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Jun 2007 02:19:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cilene Dutra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Cilene Dutra &#183;  Veja o post original 
 Um dos segredos mais bem guardados deste endereço é o calendário e os eventos mundiais, encontros de blogueiros e conferências.
Este mês está cheio de encontros no sul da África, Tanzânia e na cúpula do G8 na Alemanha. Tem alguma idéia para novos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/cilenedutra/'>Cilene Dutra</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/06/04/add-your-citizen-media-event-to-the-global-voices-calendar/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p> Um dos segredos mais bem guardados deste endereço é <a href="http://www.globalvoicesonline.org/calendar/">o calendário</a> e os eventos mundiais, encontros de blogueiros e conferências.</p>
<p>Este mês está cheio de encontros no sul da África, Tanzânia e na cúpula do G8 na Alemanha. Tem alguma idéia para novos projetos de blogue? Falta apenas uma semana para o fim do prazo de recebimento de propostas de subsídios ao <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2007/05/31/rising-voices-seeks-micro-grant-proposals-for-blog-outreach/">Rising Voices</a> e ao J-Lab. Role a barra do calendário para ver mais eventos.</p>
<p>Blogueiros. queremos saber onde vocês estão indo e o que vocês estarão blogando. Organizadores de eventos, mandem-nos informações sobre suas conferências, desconferências, barcamps e encontros blogueiros. Não se esqueçam de incluir links, datas e locais dos eventos&#8230;</p>
<p><a href="http://www.globalvoicesonline.org/contact/">Usem esse formulário</a> (endereçado aos editores chefes) para sugestões. Muito obrigada pelas dicas, links e idéias ( então, vocês sabem, reservamos o direito de manter algumas coisas fora do calendário).</p>
<p align="right"><em>(Texto original por <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/solana-larsen/" title="Posts by Solana Larsen">Solana Larsen</a>)</em></p>
<p align="left"><em><font size="2">O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</font></em></p>
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		<title>Protected: Índia em: ouro sujo, muçulmanos do Tamil e Orkut</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/28/india-em-ouro-sujo-muculmanos-do-tamil-e-orkut/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jun 2007 23:52:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cilene Dutra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diáspora]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[India]]></category>
		<category><![CDATA[Internet & Telecoms]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>

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		<description><![CDATA[There is no excerpt because this is a protected post.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/cilenedutra/'>Cilene Dutra</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/06/04/india-on-dirty-gold-tamil-muslims-and-orkut/'>Veja o post original</a></em> 
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		</item>
		<item>
		<title>Rússia, Geórgia: Visas, Vinho e OMC</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/28/russia-georgia-visas-vinho-e-omc/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jun 2007 22:34:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cilene Dutra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Georgia]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra & Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Russia]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Cilene Dutra &#183;  Veja o post original 
Traduzi uma blogada de cyxymu, a propósito da flexibilização de algumas restrições russas no visa de georgianos (possivelmente relacionada ao papel da Geórgia no consentimento da Rússia na OMC). Ter um regime visa é uma situação fora do comum entre a Rússia e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/cilenedutra/'>Cilene Dutra</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/06/03/russia-georgia-visas-wine-and-the-wto/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Traduzi uma <a href="http://cyxymu.livejournal.com/217606.html">blogada de <em>cyxymu</em></a>, a propósito da <a href="http://www.messenger.com.ge/issues/1367_may_30_2007/n_1367_2.htm">flexibilização de algumas restrições russas no visa de georgianos</a> (possivelmente relacionada <a href="http://en.rian.ru/world/20070530/66347710.html">ao papel da Geórgia no consentimento da Rússia na OMC</a>). Ter um regime visa é uma situação fora do comum entre a Rússia e a antiga República Soviética,um membro da CIS; entretanto, a situação tem sido essa - com conversas casuais de facilitamento dos requisitos - para georgianos e russos desde o ano 2000, mais ou menos, e tem sido <a href="http://www.themoscowtimes.com/stories/2003/12/10/017.html">um elemento de apoio da Rússia para as áreas secessionistas da Geórgia</a>, assim como, mais recentemente, uma representação da <a href="http://www.rferl.org/newsline/2006/10/1-RUS/rus-041006.asp?po=y">tensão crescente entre os dois países</a>. Agora, parece que a Rússia permitirá certas categorias de georgianos a receberem visas:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Only a naive person could believe that the Russian authorities decided to loosen the visa blockade of Georgia just out of kindness. No, with this action they wanted to sweeten the arrival of the delegation from Russia to negotiate Russia’s WTO accession. The blockade is the stick, and the issuance of visas to certain groups of Georgian citizens is a small carrot.</em></p>
<p><em>However, Georgia, I think, will continue to insist on the legalization of all border checkpoints on the Russo-Georgian border. Recently Russia has illegally opened checkpoints on the [River] Psou and at the Roksk tunnel, which Georgia has declared closed some time ago. And Georgia demands that Georgian customs officers occupy these checkpoints.</em></p>
<p><em>One other disagreement is the Russian ban on the import of Georgian <em>Borzhomi</em> [mineral water] and Georgian wines, based on trumped-up reasons. How can Georgia agree to Russia’s WTO accession without the resolution of these problems? I don’t think Georgia will agree.</em></p>
<p><em>I of course do not intend to suggest that WTO membership is so necessary to the Russian people, but it is necessary for the oligarchs, and therefore for Putin, and he pressures Georgia to admit Russia to the WTO because his oligarchs are losing nearly a billion dollars a year.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;Apenas um ingênuo poderia crer que as autoridades russas afrouxaram o bloqueio visa da Geórgia só por bondade. Não, com essa ação eles queriam adocicar a chegada da delegação russa para negociar a entrada da Rússia na OMC. O bloqueio é a vara e a outorga de visas a certos grupos de georgianos é a pequena cenoura.</p>
<p>Entretanto, a Geórgia, penso eu, continuará a insistir na legalização de todos os pontos de inspeção de fronteiras russo-georgianas. Recentemente, a Rússia abriu ilegalmente alguns pontos de inspeção no rio Psou e no túnel Roksk, que a Geórgia declarou fechado há tempos atrás. E a Geórgia exige que oficiais de alfândega georgianos ocupem estes pontos de inspeção.</p>
<p>Em outro desentendimento, está o banimento da Rússia na importação da [água mineral] georgiana Borzhomi  e a vinhos georgianos, baseado em desculpas esfarradas. Como a Geórgia pode consntir a entrada da Rússia na OMC sem uma solução para esses problemas? Não acho que a Geórgia irá concordar.</p>
<p>É claro que não tenho a intenção de sugerir que a participação da Rússia na OMC  não seja necessária ao povo russo, mas é necessária às oligarquias e por isso, para Putin, e ele pressiona a Geórgia a aceitar a Rússia na OMC pois suas oligarquias estão perdendo quase um bilhão de dólares ao ano.&#8221;</p></blockquote>
<p><a href="http://cyxymu.livejournal.com/"><em>Cyxymu</em></a> é o blogue mais lido e comentado sobre a Abkhazia que já vi. Creio que seja escrito por um refugiado ( ou, talvez, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Internally_displaced_person">um indivíduo internamente deslocado</a>) do conflito. O título do blogue é &#8220;Memórias de Sukhumi, a guerra e a dor,&#8221; o que lhe dá alguma idéia de seu foco, apesar de o autor ter escrito também <a href="http://cyxymu.livejournal.com/219203.html">um pouco sobre o conflito na Osséssia do Sul</a>. Também apresenta freqüentemente fotos de Sukhumi e outros lugares na Abkhazia, junto com reminiscências do autor do blogue ou de outros na seção de comentários, e tem uma consistente comunidade de leitores/comentadores que garantem o diálogo vivo e que muitas vezes adicionam suas próprias e interessantes informações sobre os acontecimentos na Abkhazia.</p>
<p align="center"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/526779018_9344e89e02.jpg" /></p>
<p align="center"><a href="http://www.flickr.com/photos/7402867@N08/526779018/">Tblisi,Geórgia, 13 de agosto, 2006</a> - foto por <a href="http://www.scrapsofmoscow.blogspot.com/">Lyndon Allin<br />
</a></p>
<p align="center"><a href="http://www.scrapsofmoscow.blogspot.com/" title="Scraps of Moscow"><br />
</a></p>
<p align="right"><em>                    (Texto original por <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/lyndon/" title="Posts by Lyndon Allin">Lyndon Allin</a>)</em></p>
<p align="left"><font size="2">O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</font></p>
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		<title>Irã aos olhos de um blogueiro sueco</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/28/ira-aos-olhos-de-um-blogueiro-sueco/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jun 2007 21:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cilene Dutra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Iran]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Cilene Dutra &#183;  Veja o post original 
 Jonathan Lundqvist é um blogueiro sueco que visitou o Irã há alguns meses atrás e compartilhou suas experiências com o Global Voices em entrevista. Jonathan publicou algumas fotos em seu blogue sobre a censura, o cotidiano, a tradição e a modernidade no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/cilenedutra/'>Cilene Dutra</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/06/05/iran-in-the-eyes-of-a-swedish-blogger/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p align="left"> Jonathan Lundqvist é um blogueiro sueco que visitou o Irã há alguns meses atrás e compartilhou <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2006/09/06/talking-with-jonathan-lundqvist-swedish-blogger-about-iran/">suas experiências com o Global Voices em entrevista</a>. Jonathan publicou algumas fotos em seu blogue sobre a <a href="http://jturn.qem.se/2006/more-pictures-of-iranian-censorship/">censura</a>, o <a href="http://jturn.qem.se/2006/the-other-side-of-things/">cotidiano</a>, a tradição e a modernidade no Irã sem esquecer a beleza do país. Aqui estão sete imagens que falam mais que mil palavras:</p>
<p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/swedish2.jpg" alt="swedish2.jpg" /></p>
<p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/swedish1.jpg" alt="magazine" /></p>
<p>As duas primeiras fotos nos dão uma idéia da censura que ocorre no Irã. Jonathan diz que o Instituto Jornalístico Nashvaran é uma agência que controla toda a censura. Eles também selam todas as revistas com carimbos mediante inspeção. É perturbador pensar que há pessoas cujo trabalho é sentar com uma enorme caneta de feltro e cobrir capas o dia todos.</p>
<p>Na terceira foto, iranianos precisam ir a lugares longes e afastados para namorar e ter alguma privacidade.</p>
<p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/swdeish3.jpg" alt="park" /></p>
<p>O estilo de namoro iraniano. Um garoto e uma garota na beira de um rio sinuoso rio, curtindo sua conversa silenciosa. As montanhas pareciam um refúgio para tipos onde de vez em quando você pode ver mulheres sem echarpes!</p>
<p>Uma quarta foto mostra como as marcas ocidentais encontram vestidos orientais.</p>
<p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/swedish4.jpg" alt="swedish4.jpg" /></p>
<p>Jonathan explica, &#8220;Eu vi essa garota trabalhando numa loja de artigos esportivos no norte do Tehran e fiquei intrigado com o logo em seu véu.&#8221;</p>
<p>As últimas quatro fotos mostram um shopping center de eletrônicos, um belo parque no Tehran, uma fantástica ponte no Esfahan e uma janela em uma mesquita coberta pela caligrafia persa.</p>
<p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/swedish5.jpg" alt="electronics" /></p>
<p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/swedish6.jpg" alt="park" /></p>
<p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/swedish7.jpg" alt="bridge" /></p>
<p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/swedish.jpg" alt="swedish.jpg" /></p>
<p align="right"><em>(Texto original por <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/hamid-tehrani/" title="Posts by Hamid Tehrani">Hamid Tehrani</a>)</em></p>
<p align="right">&nbsp;</p>
<p align="left"><font size="2">O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</font></p>
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		<title>Taitianos sabem dançar!</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/28/taitianos-podem-dancar/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jun 2007 20:56:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cilene Dutra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Tahiti]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Cilene Dutra &#183;  Veja o post original 
Mais de setenta dançarinos taitianos fazem performances com fantasias feitas de folhas de pandanus. A vila Tiki é uma réplica da vila tradicional taitiana onde os turistas podem ver demonstranções de várias artes incluindo tatuagem, tecelagem, música e é claro, a dança.


As fots [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/cilenedutra/'>Cilene Dutra</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/06/22/tahitians-can-dance/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Mais de setenta dançarinos taitianos fazem performances com fantasias feitas de folhas de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pandanus">pandanus</a>. A vila Tiki é uma réplica da vila tradicional taitiana onde os turistas podem ver demonstranções de várias artes incluindo tatuagem, tecelagem, música e é claro, a dança.</p>
<p><a href="http://www.fenua-tahiti.com/article-10985029.html"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/dansetahitienne1.jpg" alt="dansetahitienne1.jpg" border="0" /></a></p>
<p><a href="http://www.fenua-tahiti.com/article-10985029.html"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/danse_tahitienne3.jpg" alt="danse_tahitienne3.jpg" border="0" /></a></p>
<p>As fots são uma cortesia de <a href="http://www.fenua-tahiti.com/article-10985029.html">Fenua</a> (Fr), um photoblog da Polinésia francesa. Chequem também as fotos das <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2007/05/22/french-polynesias-beauty-pageant-fever/">rainhas da beleza</a> e dos <a href="http://www.fenua-tahiti.com/article-10812946.html">artesão locais</a>, para citar alguns, no Fenua.</p>
<p align="right"><em>(Texto original por <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/jennifer/" title="Posts by Jennifer Brea">Jennifer Brea</a>)</em></p>
<p> <font size="2">O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</font></p>
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		<title>Marrocos: Telecoms, o Grand Prix blogueiro e as reações à condecoração de Salman Rushdie</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/28/marrocos-telecoms-o-grand-prix-blogueiro-e-as-reacoes-a-condecoracao-de-salman-rushdie/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jun 2007 20:31:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cilene Dutra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cyber-Ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internet & Telecoms]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Morocco]]></category>
		<category><![CDATA[Pakistan]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[U.S.A.]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Cilene Dutra &#183;  Veja o post original 
&#160;
&#160;
Blogar tornou-se realmente um passatempo marroquino popular, com novos blogues surgindo todos os dias.   Pointblog.com (fr), um blogue que se auto-denomina revista eletrônica, fala sobre o “Grand Prix des Blogs:”
&#8220;Une centaine de blogueurs marocains a participé au 1 er Grand Prix [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/cilenedutra/'>Cilene Dutra</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/06/27/morocco-telecoms-the-blogging-grand-prix-and-reactions-to-salman-rushdies-knighthood/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p align="left">&nbsp;</p>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p>Blogar tornou-se realmente um passatempo marroquino popular, com novos blogues surgindo todos os dias.   <em><a href="http://www.pointblog.com/past/2007/06/26/maroc_1_er_grand_prix_des_blogs.htm">Pointblog.com</a></em> (fr), um blogue que se auto-denomina revista eletrônica, fala sobre o “<em>Grand Prix des Blogs</em>:”</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Une centaine de blogueurs marocains a participé au 1 er Grand Prix des Blogs organisé par le portail <a href="http://www.bayn.net.ma/news/maroc1698-4.html">Bayn</a>. Khadija Housni, une enseignante à la retraite a <a href="http://leblog.blogs.bayn.ma/index.blog?blog=leblog&amp;tool=post&amp;postID=2706&amp;key=&amp;field=&amp;comPage=2">remporté</a> la compétition. Tandis qu’un <a href="http://dahou.blogs.bayn.ma/">blog</a> consacré à l’environnement gagnait le prix des internautes. Ce portail serait la première plateforme marocaine avec 5 000 blogs hébergés.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;Uma centena de marroquinos blogueiros participaram do primeiro Grand Prix de Blogues organizado por <a href="http://www.bayn.net.ma/news/maroc1698-4.html">Bayn</a>. Khadija Housni, um professor aposentado, <a href="http://leblog.blogs.bayn.ma/index.blog?blog=leblog&amp;tool=post&amp;postID=2706&amp;key=&amp;field=&amp;comPage=2">ganhou</a> a competição, enquanto um <a href="http://dahou.blogs.bayn.ma/">blogue</a> dedicado ao meio ambiente ganhou o prêmio dos surfistas de internet. Este portal é a primeira plataforma marroquina com 5.000 blogues registrados.&#8221;</p></blockquote>
<p><em><a href="http://www.maroc-it.com/blogs/amine/?p=284">Maroc IT Blog</a></em> informa que o uso de banda larga em Marrocos está aumentando consideravelmente:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;The latest research reports indicate broadband subscription worldwide has crossed the 300 Million mark, with the US and China leading the pack. France and South Korea continue to show sustained growth. In Morocco, broadband subscription growth is phenomenal, approaching the half a million mark, that’s doubling the number of subscribers in less than two years. Fiber To The Home (FTTH) penetration is proceeding at a fast clip in Asia and Europe as services including VOIP, IPTV, Gaming, and HDTV continue driving bandwidth demand.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;As últimas pesquisas indicam que as assinaturas de banda larga pelo mundo todo passaram da marca dos 300 milhões, com EUA e China liderando a lista. França e Coréia do Sul continuam a mostrar desenvolvimento sustentável. Em Marrocos, o aumento de assinaturas para banda larga é fenomenal, aproximando-se da marca de meio milhão, o dobro do número de assinantes em menos de dois anos. A penetração do Fibra para as Casas (do inglês Fiber To The Home - FTTH) está avançando a passo rápido na Ásia e na Europa enquanto serviços que incluem VOIP, IPTV, jogos e HDTV continuam elevando a demanda por largura de banda.&#8221;</p></blockquote>
<p>Enquanto o uso de blogues e banda larga aumenta, porém, <a href="http://adilski.blogspot.com/"><em>A Moro in America</em></a> nos conta que o microfinanciamento em Marrocos está em risco:</p>
<blockquote>
<blockquote></blockquote>
</blockquote>
<blockquote><p><em>&#8220;Microfinance has proven to be a great success in Morocco and the latter became one of the pioneers of this poverty alleviating concept. Microfinance’s popularity has surged when the Nobel prize was awarded to a Bengali economist who helped the extremely poor farmers.Commercial banks hate the poor as a customer because they are not a good candidate for a loan due to the high risk of default. Microfinance has been the baby of non-profit organizations .Commercial banking and Microfinance are two things that have never been able to criss-cross in the past but things seem to be on the verge of a break-up with that tradition.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;O microfinanciamento provou ser um grande sucesso em Marrocos e o último tornou-se um dos grandes pioneiros deste conceito de alívio da pobreza. A popularidade do microfinanciamento surgiu quando um prêmio Nobel foi entregue a um economista bangla que ajudou fazendeiros extremamente pobres. Bancos comerciais odeiam os clientes pobres por não serem bons candidatos a um empréstimo, devido ao risco de falência. Microfinanciamento tem sido o bebê de organizações não lucrativas. Bancos comercias e microfinanciamento são duas coisas que nunca se cruzaram no passado, mas parece que esta tradição está prestes a se quebrar.&#8221;</p>
<p><a href="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/482021060_51187603d0.jpg" title="Salman Rushdie"><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/482021060_51187603d0.jpg" alt="Salman Rushdie" /></a></p></blockquote>
<blockquote></blockquote>
<p>Sobre as notícias internacionais, <a href="http://najlae.blogspot.com/2007/06/from-sword-to-sword.html"><em>Najlae</em></a> (fr)  é um dos blogueiros marroquinos a mencionar <a href="http://www.variety.com/article/VR1117967567.html?categoryId=2526&amp;cs=1">Knighthood de Salman Rushdie</a>. Ela diz:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;L’anoblissement samedi de Salman Rushdie par la reine d’Angleterre a sans surprise été suivi de réactions de par le monde contre ce nouveau “témoignage d’hostilité occidental” à l’Islam. Mais l’info était bien moins intéressante que la décision d’une poignée de Oulémas du Pakistan de donner à Ben Laden le titre de “saif al islam” </em>سيف الإسلام<em> en tant que Khalid Ibn Al Walid des temps modernes. Le plus dangeureux, comme le souligne Taoufik Bouachrine, c’est le fait de conférer une légitimité aux actes du cerveau d’Al Qaïda en le présentant comme un “résistant” devant les “ennemis” de la religion. J’ai beau essayer de comprendre comment ces Oulémas réfléchissent. Mais il est clair qu’ils n’ont vraiment, mais alors là vraiment pas conscience de la portée de leurs décisions.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;A condecoração de Salman Rushdie como cavaleiro pela Rainha da Inglaterra no sábado foi previsivelmente seguida de reações por todo mundo contra este novo &#8220;testemunho ocidental de hostilidade&#8221; ao Islã. Mas essa notícia foi muito menos interessante que a decisão de um grupo de <a href="http://fr.wikipedia.org/wiki/Oul%C3%A9ma">Oulemas</a>* do Paquistão a dar o título de &#8220;espada do Islã&#8221; a Bin Laden como um <a href="http://www.answers.com/Khalid%20Ibn%20Al%20Walid">Khalid Ibn Al Walid</a> dos tempos modernos. O mais perigoso, como nota Taofik Bouachrine, é apresentá-lo como um &#8220;resistente&#8221; diante dos &#8220;inimigos&#8221; da religião, conferindo legitimidade aos atos do chefe da Al Qaeda. Eu tento em vão entender como pensam esses Oulemas. Mas está claro que eles não estão realmente conscientes do impacto de suas decisões.&#8221;</p></blockquote>
<p>Outro blogueiro com uma forte opinião sobre a condecoração de Salman Rushdie é o <em>Actual digital</em> (es):</p>
<blockquote><p><em>&#8220;!Es el humor británico! No es nada más que otra expresión al estilo que caracteriza a ese pueblo y me refiero a la decisión de la Reina Isabel II junto a su Gobierno: otorgar el Honor Británico a un escritor que constantemente está protegido por Scotlandiard, y que probablemente con la obtención de esta nueva y prestigiosa destinción, va a necesitar más protección después del galardón. ¿Qué consideración tiene el Gobierno británico hacia el mundo musulmán? Me parece, cero o ninguna. La decisión es un insulto gratuito y inútil, sin decir más.Honorar al escritor de “Los versos satánicos”, Salman Rushdie en estos turbulentos tiempos en los que vivimos abre una interrogación difícil, a la cual no se pueden encontrar respuestas.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;É puro humor inglês! É só mais uma expressão do que caracteriza o comportamento dos ingleses. Falo da decisão da Rainha da Inglaterra II junto com seu governo em dar uma honra inglesa de cavaleiro ao escritor que é constantemente protegido pela Scotland Yard, e que provavelmente, obtendo esta nova e prestigiosa distinção precisará de proteção mais que nunca. Que discrição o governo inglês mostra ao mundo islâmico? Nenhuma, ao meu ver. A decisão é um insulto inútil e gratuito, nada mais. Para honrar o escritor dos Versos Satânicos&#8221;, Salman Rushdie, nesses tempos turbulentos em que vivemos abre passagem a uma série de questões cujas respostas não podem ser encontradas.&#8221;</p>
<p><strong>Foto licenciada em Creative Commons por <a href="http://flickr.com/photos/mtkr/">mtkr</a>.</strong></p>
<p align="right"><em>(Texto original por <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/hamza-daoui/" title="Posts by Hamza Daoui">Hamza Daoui</a>)</em></p>
<blockquote></blockquote>
</blockquote>
<p align="left"><font size="2">O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</font></p>
<p align="right">&nbsp;</p>
<p align="right"><em><br />
</em></p>
<p><a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/hamza-daoui/" title="Posts by Hamza Daoui"> </a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Madagascar: Uma nova esperança e forçando a entrada no debate &#8220;Auxílio à África&#8221;</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/27/madagascar-uma-nova-esperanca-e-forcando-a-entrada-no-debate-auxilio-a-africa/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/27/madagascar-uma-nova-esperanca-e-forcando-a-entrada-no-debate-auxilio-a-africa/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Jun 2007 04:04:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cilene Dutra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Madagascar]]></category>
		<category><![CDATA[Sub-Saharan Africa]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Cilene Dutra &#183;  Veja o post original 
&#160;
A esperança gerada pela conferência de TED em Arusha de que a África está caminho de dias melhores inspirou a blogosfera de Madagáscar.
Aiky informa que o senador de Madagáscar Christian Razafimbahiny escreveu um manual para o sucesso no qual ele pede à juventude [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/cilenedutra/'>Cilene Dutra</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/06/26/madagascar-a-new-hope-and-weighing-in-on-the-aid-for-africa-debate/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p align="right">&nbsp;</p>
<p>A esperança gerada pela conferência de TED em Arusha de que a África está caminho de dias melhores inspirou a blogosfera de Madagáscar.</p>
<p>Aiky informa que o senador de Madagáscar Christian Razafimbahiny escreveu um manual para o sucesso no qual ele <a href="http://madarich.canalblog.com/archives/2007/06/11/5262220.html">pede à juventude de Madagáscar para alcançar seus sonhos</a>. O próprio Aiky discorre sobre o assunto:</p>
<blockquote><p><em> « La jeunesse malgache (de 7 à 77ans) possède-t-elle un rêve? entretient-elle un désir enfoui qui lui permettra d’enlever toute inhibition qui le freine actuellement? Chacun doit rêver. Il est permis de rêver… il est conseiller de rêver car sans rêve on manquera de vision »</em></p>
<p>&#8220;A juventude de Madagáscar ( de 7 a 77 anos) têm um sonho? Teriam os jovens de Madagáscar uma ambição secreta guardada que os ajudaria a se livrarem das inibições que os refreiam? Todos dvem sonhar. Sonhar é permitido&#8230;devemos sonhar, pois sem sonhos,perde-se visão.&#8221;</p></blockquote>
<blockquote></blockquote>
<p>Harinjaka precisou visualizar seu sonho de ajudar sua terra natal participando da conferência de TED: &#8221; <a href="http://www.ted.com/pages/view/id/49">a África é o próximo capítulo</a>&#8220;.</p>
<p>Ele explica que ele ganhou inspiração com a discussão em Arusha e planeja <a href="http://harinjaka.com/weblog/?p=37">deixar a França e voltar a sua terra para contribuir com a reviravolta</a>.</p>
<blockquote><p><em> « En côtoyant ces gars, pendant mon séjour en afrique , la question du retour au pays me trotte plus que jamais.Qu’est ce qui fait l’Afrique si ce n’est ses fils ? Qu’est ce qui fait un pays si ce n’est son élite ? Mais pourquoi les élites en questions ne rentrent-elles pas ?Est-ce qu’il faut rester convaincu qu’il n’y a pas d’avenir au pays ? »</em></p>
<p>&#8220;Enquanto passava meu tempo com esses caras durante minha estadia na África, mais que nunca a idéia de voltar para meu páis cresceu em mim. O que é a África senão seus próprios filhos? Do que é feito um país senão de sua elite? Entretanto, porque as elites em questão não voltam para casa? Continuamos a achar que não há esperanças em casa?&#8221;</p></blockquote>
<p>Na TED, Harinjaka testemunhou o <a href="http://www.africanpath.com/p_blogEntry.cfm?blogEntryID=920">andamento do debate</a> sobre a <a href="http://www.ethanzuckerman.com/blog/?p=1455">melhora da eficiência no auxílio à África</a> e desejou que mais africanos francófonos estivessem presentes. A conversa continuou com <a href="http://rakotomalala.blogspot.com/2007/06/problem-with-aid-in-africa-part-one.html">Randiana que escreve</a>:</p>
<blockquote><p><em> « How aid can become detrimental to sustainable development, and paradoxically trigger the opposite of its goals? […]</em></p>
<p><em>“The very <a href="http://www.rfi.fr/actufr/articles/090/article_53007.asp">recent complain deposited by a French NGO</a> againt President Bongo of Gabon and President Sassou N’Guesso of Congo is illustrating this exasperation (western tax payers’ fatigue in paying for development, yet not seeing tangible results of their efforts.)</em></p>
<p><em>If the allegation proves right, then international aid would have financed the purchase of luxury “hotels particuliers” in fancy residential Paris for the personal use of these two presidents.»</em></p>
<p>&#8220;Como o auxílio poderia se tornar danoso ao desenvolvimento sustentável e paradoxalmente cionar o oposto de suas metas?[&#8230;]</p>
<p>A mais <a href="http://www.rfi.fr/actufr/articles/090/article_53007.asp">recente reclamação feita por uma ONG francesa</a> contra o presidente Bongo de Gabon e o presidente Sassou N&#39; Guesso do Congo ilustra essa exasperação ( a fadiga dos ocidentais pagantes de taxas em pagar pelo desenvolvimento, sem ver resultados tangíveis de seus esforços.)</p>
<p>Se a alegação for comprovada, então o auxílio internacional terá financiado a compra de luxuosos &#8220;hotels particuliers&#8221; na chique área residencial de Paris para uso pessoal dos presidentes.&#8221;</p></blockquote>
<p>Shadow Gasy explica que um dos requisitos para a maior responsabilidade com o auxílio internacional está em <a href="http://shadow-gasy.blogspot.com/2007/06/du-droit-lopinion-au-devoir.html.">três conceitos interligados: a governança responsável, o &#8220;Estado Legalista&#8221; e a intervenção estrangeira</a>.</p>
<blockquote><p><em> « L’Etat de droit est également un thème privilégié par les bailleurs de fonds multilatéraux (exemple) et bilatéraux (exemple).<br />
Le concept d’Etat de droit peut trouver de multiples interprétations. Pourtant, malgré cette polysémie, il semble que contrairement aux autres juristes africains et aux juristes africanistes, peu de juristes Malagasy définissent l’Etat et le droit.<br />
[…]<br />
La première idée fausse que nous évoquerons est celle qui consiste à dire que les étrangers ne doivent pas intervenir dans des questions qui relèvent des affaires nationales du pays qui les accueille».</em></p>
<p>&#8220;O Estado Legalista é um tópico importante para os investidores multi e bilaterais. O conceito de Estado Legalista pode estar sujeito a múltiplas interpretações. Porém, apesar da confusão causada por seus vários significados, parece que, ao contrário dos juristas africanos e dos juristas lidando com a África, poucos juristas de Madagáscar definiram o Estado e a Lei.[&#8230;] O primeiro falso conceito que discutiremos é aquele que diz que estrangeiros não podem intervir nas questões domésticas do país que os hospeda.&#8221;</p></blockquote>
<p>Deve ser notado que o auxílio internacional não é sempre uma rua de mão única. Há muitos exemplos de <a href="http://www.timesonline.co.uk/tol/newspapers/sunday_times/scotland/article601544.ece">auxílios africanos direcionados à Europa</a> e até mesmo <a href="http://phronesisaical.blogspot.com/2007/06/in-richest-country-in-world.html">os países mais poderosos</a> precisam de um pouco de ajuda às vezes.</p>
<p align="right"><em>(Texto original por </em><a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/lova-rakotomalala/" title="Posts by Lova Rakotomalala">Lova Rakotomalal</a>)</p>
<p align="right">&nbsp;</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><em><font size="2">O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</font></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Rússia: O maior segredo de Moscou e outros exageros</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/27/russia-o-maior-segredo-de-moscou-e-outros-exageros/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/27/russia-o-maior-segredo-de-moscou-e-outros-exageros/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Jun 2007 01:34:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cilene Dutra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Russia]]></category>
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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Cilene Dutra &#183;  Veja o post original 
Nos dias de hoje, Moscou pode chocar alguns como uma cidade um tanto cara: segundo a Pesquisa Mundial de Custo de Vida conduzida recentemente pela Mercer Consultoria de Recursos Humanos, ela é a &#8220;cidade mais cara do mundo para expatriados pelo segundo ano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/cilenedutra/'>Cilene Dutra</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/06/24/russia-moscows-top-secret-and-other-exaggerations/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Nos dias de hoje, Moscou pode chocar alguns como uma cidade um tanto cara: segundo a <a href="http://www.mercerhr.com/knowledgecenter/reportsummary.jhtml/dynamic/idContent/1095320">Pesquisa Mundial de Custo de Vida</a> conduzida recentemente pela Mercer Consultoria de Recursos Humanos, ela é a &#8220;cidade mais cara do mundo para expatriados pelo segundo ano consecutivo.&#8221;</p>
<p>Para os moradores, entretanto, as descobertas de Mercer parecem um pouco exageradas. O usuário do LiveJournal <em>try_baby_try</em> <a href="http://drugoi.livejournal.com/2229677.html?thread=76288429#t76288429">explica</a> (RUS):</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Hey you, unbelievers and the doubtful,</em></p>
<p><em>You live inside this city, you know where to buy cheaper food and how to save money on housing.</em></p>
<p><em>Poor foreigners are being charged three times as much - hotels are expensive, accommodation costs them about as much per day as it does per month to you. This, above all, is what makes up such a high cost.</em></p>
<p><em>Yes, and even cab drivers, when they see a foreigner, they demand $100 instead of 100 rubles.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;Ei, vocês, incrédulos e indecisos,</p>
<p>Vocês vivem nessa cidade, vocês sabem onde comprar comida mais barata e como poupar dinheiro com moradia.</p>
<p>Os pobres estrangeiros estão sendo cobrados três vezes mais - os hotéis são caros, o custo da acomodação para eles por dia é o que vocês pagam por mês. É isto que causa, acima de tudo, preços tão altos.</p>
<p>Sim,e inclusive motoristas de táxi, quando vêem um estrangeiros, exigem $100 ao invés de 100 rublos.&#8221;</p></blockquote>
<p>Falando em tendências ao exagero, cerca de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dissenters_March#Moscow">9.000 policiais do batalhão de choque</a> foram enviados para o centro de Moscou vindos de todas as partes da Rússia no dia 14 de Abril de 2007 para um acontecimento relativamente de menor escala: a <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2007/04/17/russia-dissenters-march-in-moscow-1/">Marcha dos Dissidentes</a>. Mais tarde, mesmo o presidente Vladmir Putin admitiu, por meio de um porta-voz, que os policiais <a href="http://www.globalvoicesonline.org/2007/04/18/russia-dissenters-march-in-moscow-2/">extrapolaram</a>.</p>
<p>E quando o usuário <em>g60 </em>do LJ, um nativo de Moscou agora morando nos EUA, estava visitando sua terra natal, ele por acaso cruzou com a comitiva do presidente Putin duas vezes, tendo um vislumbre (e algumas fotos furtivas) das medidas exageradas de segurança tomadas para assegurar a passagem do presidente pela cidade.Aqui vai a <a href="http://g60.livejournal.com/135288.html">história</a>(RUS) de <em>g60</em>, postada no dia 12 de junho:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Top Secret</em></p>
<p><em>In the first three days, I ran into the president of Russia twice. “Ran into” is not an accurate term - it was more like getting stuck in traffic because of the cordoned off streets. </em></p>
<p><em>The first time, on the second day, my classmate and I were driving out onto [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kutuzovsky_Prospekt">Kutuzovsky Prospekt</a>], when a policeman with the belly as big as that of a Santa Claus began fussing around, blocked off the exit, started waving at the cars that were still on the road as if they were mosquitoes. </em></p>
<p><em>“We have a belief here,” my classmate told me sadly, “that if you meet the president, you’ll be late.” </em></p>
<p><em>At last, after some 15 minutes of waiting, the president swooshed by and the traffic was restored.</em></p>
<p><em>The following day, I was wandering around downtown Moscow, and when I was on [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Nikitsky_Boulevard">Nikitskiy Boulevard</a>] on my way to [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/New_Arbat_Street">Arbat</a>], I saw something that I’d only seen in Israel, on [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Israel_fallen_soldiers_Remembrance_Day">Remembrance Day</a>], when all traffic stops at the sound of the siren, and people step out of their cars and stand nearby. Here, there was no siren, but the cars stood still, and people were standing, too, because not everyone had air conditioning and the heat was well above 30 [degrees Celcius]. </em></p>
<p><em>When I realized what was going on, I moved faster and reached [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Arbat_Square">Arbatskiye Vorota</a>] - which looked strange. I’ve seen the place looking like this before, a long time ago, in 1982-84, during the funerals of [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Brezhnev">Brezhnev</a>] &amp; Co. - everything was cordoned off then.</em></p>
<p><em>I took out my camera and made a few shots: the empty Kalininskiy [Novyi Arbat’s old Soviet name] on one side and a wall made up of cars on [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Vozdvizhenka">Vozdvizhenka</a>] on the other side - waiting for the Chief’s drive-through. Soon enough, a motorcade appeared, a Mercedes Limousine surrounded by three Gelaendewagens, or whatever they are called, a very impressive sight. I did think it was better not to make the cops nervous, the camera was hanging on my belt, the lens was as wide-angle as it gets - and I just pushed the button a couple times, knowing that the motorcade would definitely be on the picture.</em></p>
<p><em>[…] I was not allowed to make but one step. As soon as they all drove away, I heard this from behind my back: “Young man, your documents and your camera, please.” I turned around and saw a minder sweating in his dark woolen suit. “Special Department for the President’s Affairs, Officer Kh**yev,” the [<a href="http://encyclopedia.thefreedictionary.com/Chekism"><em>chekist</em></a>] introduced himself. Of course, I failed to remember the department’s and the special agent’s exact names. He even half-showed me his ID, having at the same time concealed it from me carefully with his hand. […]</em></p>
<p><em>“What’s the matter, may I ask?” - “You’ve photographed the <em>Secret Drive-Through</em> (sic! - g60).” - “What was secret about it? Look how many people there are around. Is it not allowed to take pictures or what?” - “Yes, sure. Show me your documents.” - “No problem, here.” To say that he was disappointed when he saw my documents is not to say anything. “Where’s your registration?” - “I arrived on Saturday, today is the first business day, and I’m required to get registered within three days.”</em></p>
<p><em>“Then show me the pictures you’ve made, please.” - “Yes, with pleasure.” Novyi Arbat was on two of them from horizon to horizon and somewhere in the center there was a tiny spot - the presidential motorcade. […] “And this you’ll have to erase.” Well, I thought, thank God for an idiot. Decided to play along a bit: “May I keep them, they’re a memory, I haven’t been here in a long time…” - “No, you’re not allowed to. We won’t punish you, but do erase the picture.” “Okay,” I say and push the “delete” button with a sigh. “Good bye and all the best.” […] I walked aside, took out the flash card, inserted another one. You see, sergeant or whatever rank you are, you’ll never become a general, nor will your boss - or you’d know how many seconds it takes to restore the erased picture.</em></p>
<p><em>Here it is, this picture, Russia’s Top Secret. […]</em></p>
<p><em>[you can view the original photo <a href="http://img.photobucket.com/albums/v408/g60/ljimages/moscow_may_2007/presikl.jpg">here</a>]</em></p>
<p><em>I’m not going to write trite things of the “manuscripts don’t burn” variety, because I have something to say on the main subject. Namely, that the erased photo was preceded by another one, without the motorcade on it, and neither the watchful <em>chekist</em>, nor his bosses found anything criminal about it:</em></p>
<p><em>[original photo is <a href="http://img.photobucket.com/albums/v408/g60/ljimages/moscow_may_2007/presik1l.jpg">here</a>]</em></p>
<p><em>The current president should fear this picture a lot more, I believe - because sane people are likely to view it as an accusation. A charge of dictatorship. Exposure of the [servants’ mentality] of his own subordinates, which hasn’t disappeared since the Soviet times. And this is not just about the president - it’s as much about all the citizens who are prepared to tolerate this.</em></p>
<p><em>In the States, I live in [the middle of nowhere, a place rarely visited by the federal government officials]. The Republican administration doesn’t even hold their election campaigns here - it’s useless, considering California’s [ultra-liberal political beliefs]. Nevertheless, I happened to run into vice president Cheney once, at an intersection: I was moving towards his motorcade, and it was busy doing what everyone else was doing at the moment - waiting for green light. It came on, and everyone continued on their way. And if it happened some other way, if some official seriously believed that the people are there for the government and not vice versa, then he’d quickly be dealt with the way [anti-Republican] Californians had dealt with their Democratic governor - they made him resign, replacing him with [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Arnold_Schwarzenegger">Arnold Schwarzenegger</a>].</em></p>
<p><em>[…]&#8221;</em></p></blockquote>
<blockquote><p>&#8220;O Grande Segredo</p>
<p>Nos primeiros três dias, eu esbarrei no presidente da Rússia duas vezes. &#8220;Esbarrar&#8221; não é o termo mais preciso, foi mais como ficar preso no tráfego por causa das ruas que foram fechadas.</p>
<p>A primeira vez, no segundo dia, meu colega de sala e eu estávamos dirigindo pela [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kutuzovsky_Prospekt">Kutuzovsky Prospekt</a>], quando um policial com uma barriga tão grande quando a do Papai Noel começouum rebuliço, bloqueou a saída e começou a abanar os carros que ainda estavam na pista como se fossem mosquitos.</p>
<p>&#8220;Temos uma crença aqui&#8221;, meu colega falou tristemente, &#8220;de que se você encontrar o presidente, você irá se atrasar.&#8221;</p>
<p>Enfim, depois de 15 minutos esperando, o presidente passou voando e o tráfego foi viabilizado.</p>
<p>No dia seguinte, eu estava perambulando pelo centro de Moscou e quando estava na  [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Nikitsky_Boulevard">Nikitskiy Boulevard</a>] a caminho da  [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/New_Arbat_Street">Arbat</a>], vi algo que só hvia visto em Israel, no [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Israel_fallen_soldiers_Remembrance_Day">Dia da Lembrança</a>], quando todo o tráfego pára o som de uma sirene e as pessoas saem de seus carros e ficam paradas ao lado do carro. Aqui, não havia sirene, mas os carros estavam parados e as pessoas também, porque nem todo mundo tinha ar condicionado e o calor estava bem acima de 30 [graus Celcius].</p>
<p>Quando me dei conta do que se passava, caminhei mais rápido e alcancei a  [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Arbat_Square">Arbatskiye Vorota</a>], que parecia estranha. Já havia visto o local com essa aparência antes, há muito tempo, entre 1982 e 1984, durante os funerais de [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Brezhnev">Brezhnev</a>] &amp; Cia; todas as ruas estavam fechadas.</p>
<p>Puxei minha câmera e tirei algumas fotos: a vazia Kalininskiy [o antigo nome soviético da Novyi Arbat] de um lado e um muro feito de carros na  [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Vozdvizhenka">Vozdvizhenka</a>] do outro lado - esperando a passagem do Chefe. Logo, a comitiva presidencial apareceu, uma limosine Mercedes rodeada por três Gelaendewagens, ou seja lá qual for o nome, uma cena impressionante. Achei que era melhor não deixar os tirs nervosos, a câmera estava pendurada em meu cinto, a lente estava com a lente o mais aberto possível. Assim, eu só apertei o botão algumas vezes, sabendo que a comitiva seria certamente fotografada.</p>
<p>[…] Não me deram permissão para dar mais mais de um passo. Assim que todos foram embora, ouvi isso vindo detrás de mim: &#8220;Meu jovem, seus documentos e sua câmera, por favor&#8221;. Eu dei meia-volta e vi um guarda-costas suando em seu terno escuro de algodão. &#8220;I turned around and saw a minder sweating in his dark woolen suit. “Departamento Especial de Assuntos Presideciais, Agente Kh**yev,” o [<a href="http://encyclopedia.thefreedictionary.com/Chekism"><em>chekist</em></a>] se apresentou. Claro que falhei em lembrar o nome exato do departamento e do agente especial. Ele até me mostrou parcialmente sua identidade, escondendo-a cuidadosamente com a mão ao mesmo tempo.[…]</p>
<p>&#8220;Qual é o problema, posso perguntar?&#8221; - &#8220;Você fotografou a <em>Passagem Secreta</em> (sic! - g60).&#8221; - &#8220;O que era tão secreto nela? Veja a quantidade de pessoas ao redor. Não é permitido tirar fotos ou o quê?&#8221; - &#8220;Sim,claro. Mostre-me seus documentos.&#8221; - Sem problemas.&#8221; Dizer que ele ficou desapontado quando viu meus documentos não é nada. &#8221; Onde está seu registro?&#8221; - &#8220;Eu cheguei no sábado, hoje é o primeiro dia de semana e devo me registrar dentro de três dias.&#8221;</p>
<p>&#8220;Então, mostre-me as fotos que você tirou, por favor.&#8221; - &#8220;Sim, com prazer.&#8221; Novyi Arbat estava nelas de ponta a ponta e em algum lugar no centro havia um ponto pequenininho - a comitiva presidencial. [&#8230;] &#8220;E isso você terá de apagar.&#8221; Bom, pensei, graças a Deus era um idiota. Decidi brincar mais um pouco: &#8220;Posso ficar com elas, são uma lembrança, não venho aqui faz muito tempo&#8230;&#8221; - &#8220;Não, você não tem permissão para isso. Não puniremos você, mas apague a foto.&#8221; &#8220;Ok,&#8221; eu disse e apertei o botão &#8220;delete&#8221; com um suspiro. &#8220;Adeus e tudo de bom.&#8221; [&#8230;] Caminhei para o lado, tirei o cartão de flash e inseri outro. Viu, sargento ou seja lá qual for sua posição, você nunca será um general, nem o seu chefe ou você saberia quantos segundos leva para se restaurar uma foto deletada.&#8221;</p>
<p>Aqui está essa figura, o Grande Segredo Russo.[&#8230;]</p>
<p>[veja a foto original <a href="http://img.photobucket.com/albums/v408/g60/ljimages/moscow_may_2007/presikl.jpg">aqui</a>]</p>
<p>Não direi coisas banais do tipo &#8220;manuscritos nao queimam&#8221;, pois tenho algo a dizer sobre o assunto principal. Por exemplo, que a foto deletada era precedida de outra, sem a comitiva, e nem o vigilante <em>chekist </em>nem seus superiores viram qualquer indício criminoso nela:</p>
<p>[foto original <a href="http://img.photobucket.com/albums/v408/g60/ljimages/moscow_may_2007/presik1l.jpg">aqui</a>]</p>
<p>Essa foto deveria ser muito mais temida pelo presidente atual, creio eu - porque pessoas sãs poderiam vê-la como uma acusação. Uma acusação de regime ditatorial. Uma exposição da [mentalidade servil] de seus próprios subordinados, que não desapareceu desde os tempos soviéticos. E isso não tem a ver só com o presidente - tem muito a ver com todos os cidadãos que estão preparados para tolerar isso.</p></blockquote>
<blockquote><p>In the States, I live in [the middle of nowhere, a place rarely visited by the federal government officials]. The Republican administration doesn’t even hold their election campaigns here - it’s useless, considering California’s [ultra-liberal political beliefs]. Nevertheless, I happened to run into vice president Cheney once, at an intersection: I was moving towards his motorcade, and it was busy doing what everyone else was doing at the moment - waiting for green light. It came on, and everyone continued on their way. And if it happened some other way, if some official seriously believed that the people are there for the government and not vice versa, then he’d quickly be dealt with the way [anti-Republican] Californians had dealt with their Democratic governor - they made him resign, replacing him with [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Arnold_Schwarzenegger">Arnold Schwarzenegger</a>].</p>
<p>Nos Estados Unidos, moro no [meio do nada, em um lugar raramente visitado pelos oficiais do governo federal]. A administração republicana nem fazem campanhas por aqui, já que é inútil, se considerarmos os [ideais políticos ultra liberais] da Califórnia. No entanto, eu passei pelo vice-presidente Cheney certa vez, em uma encruzilhada: Eu vinha na direção de sua comitiva e ela estava ocupada fazendo o mesmo que todos os outros faziam no momento - esperando o sinal verde. Se fosse de alguma outra maneira, se algum agente acreditasse seriamente que as pessoas estão ali pelo governo e não o contrário, então ele seria rapidamente tratado da maneira [anti-republicana] que os californianos trataram seu governador democrata: eles o fariam renunciar e o substituiriam por [<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Arnold_Schwarzenegger">Arnold Schwarzenegger</a>].</p>
<p>[…]&#8221;</p></blockquote>
<p align="right"><em>(Texto original por <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/neeka/" title="Posts by Veronica Khokhlova">Veronica Khokhlova)</a></em></p>
<p align="right">&nbsp;</p>
<p><font size="2">O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</font></p>
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		<item>
		<title>Sudão: As tropas da ONU – UA em Darfur, Escola de Ensino Fundamental Ridiculamente Cara, Retorno da Vida Selvagem no Sul do Sudão e as Reações a um Blogue Sudanês Gay</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/26/sudao-as-tropas-da-onu-%e2%80%93-ua-em-darfur-escola-de-ensino-fundamental-ridiculamente-cara-retorno-da-vida-selvagem-no-sul-do-sudao-e-as-reacoes-a-um-blogue-sudanes-gay/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/26/sudao-as-tropas-da-onu-%e2%80%93-ua-em-darfur-escola-de-ensino-fundamental-ridiculamente-cara-retorno-da-vida-selvagem-no-sul-do-sudao-e-as-reacoes-a-um-blogue-sudanes-gay/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 16:41:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cilene Dutra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra & Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[LGBT]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Sudan]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Cilene Dutra &#183;  Veja o post original 
Já faz algum tempo desde o último apanhado sobre a blogosfera sudanesa, mas agora estou de volta com outra cobrindo uma variedade de tópicos incluindo as reações raivosas a um novo blogue de um sudanês gay.
Wholeheartedly – Sudaniya postou a seguinte charge sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/cilenedutra/'>Cilene Dutra</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/06/24/sudan-un-au-troops-in-darfur-ridiculously-expensive-nursery-school-wildlife-returning-in-south-sudan-and-reactions-towards-sudanese-gay-blogger/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Já faz algum tempo desde o último apanhado sobre a blogosfera sudanesa, mas agora estou de volta com outra cobrindo uma variedade de tópicos incluindo as reações raivosas a um novo blogue de um sudanês gay.</p>
<p><em>Wholeheartedly – Sudaniya</em> <a href="http://wholeheartedly-sudaniya.blogspot.com/2007/06/light-blogging-un-china-and-darfur.html">postou a seguinte charge</a> sobre a demorada reação da ONU em relação ao envolvimento de Darfur com a China:</p>
<p><a href="http://bp0.blogger.com/_1V9yyYmbJhA/RnB5msvQ97I/AAAAAAAAAFE/l49zdszlo98/s1600-h/20060503.gif"><img src="http://bp0.blogger.com/_1V9yyYmbJhA/RnB5msvQ97I/AAAAAAAAAFE/l49zdszlo98/s320/20060503.gif" border="0" /></a></p>
<p><em>The Sudanese Thinker</em> <a href="http://www.sudanesethinker.com/2007/06/14/sudan-spies-for-us-in-iraq-indeed-we-are-a-strong-partner-in-the-war-on-terror/">compartilhou seus pensamentos</a> sobre as recentes notícias da permissão das tropas da ONU – UA em Darfur dada pelo Sudão:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;As for Sudan’s acceptance of UN-AU troops in Darfur, do not forget that it is conditional. There are demands that the force be fully comprised of soldiers from African countries and that it be under AU control. Those 2 things still need to be worked out. I wasn’t so excited when I first heard the news since I thought it was the old usual “let’s waste more time” tactic. I view things differently now. I’m actually quite ecstatic over the development but I’m just being <a href="http://sudantribune.com/spip.php?article22410">a little cautious</a> and I’d advise you to be too. &#8220;<br />
</em></p>
<p>&#8220;Sobre a permissão das tropas da ONU-UA em Darfur dada pelo Sudão, não se esqueça que ela é condicional. Há exigências de que as forças consistam apenas de soldados de países africanos e que estejam sob o controle da UA. Estes dois pontos ainda precisam ser trabalhados. Eu não fiquei muito animado logo que ouvi as notícias já que pensei que era a velha e costumeira tática do “vamos perder mais tempo”. Agora tenho uma opinião diferente. Estou na verdade um tanto absorto com o desenvolvimento, mas estou apenas sendo <a href="http://sudantribune.com/spip.php?article22410">cauteloso</a> e aconselho você a ser também.&#8221;</p></blockquote>
<p><em>Amjad</em>, um <a href="http://amjad248.blogspot.com/2007/06/khartoum-international-community-schol.html">blogueiro sudanês morando em Oman</a> nos conta sobre a Escola Comunitária Internacional (Khartoum <a href="http://www.kics.sd/">Khartoum International Community School</a> - KICS) e o preço ridiculamente caro cobrado nas taxas desta escola fundamental:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Imagine, the fees for nursery is about 17,840 New Sudanese Pound. $1 USD = 2.1 NSP, so let’s divide that amount into 2.1. 17,840/2.1 = $8495 USD. What the heck? over $8000 USD for nursery school? lool .. Now let’s see the fees for High School. For grades 10 and 11 the fees are 31,240 NSP which is about $15,000 USD. And for grades 12 and 13 is about $16,500 USD. &#8220;<br />
</em></p>
<p>&#8220;Imagine, as taxas da escola fundamental custam cerca de 17.840 novas libras sudanesas. USD$1=2,1NSP, então, divida aquele valor por 2,1 e dará 8.495 dólares americanos. Que diabos é isso? Mais de 8 mil dólares para estudar em um colégio de ensino fundamental?*Risos* Agora vejamos as taxas para o ensino médio. Para a 10ª e 11ª série, as taxas são de 31.240 NSP, que corresponde a mais ou menos 15 mil dólares. E para a 12ª e 13ª, cerca de 16.500 dólares.&#8221;</p></blockquote>
<p>Outro ponto controverso que surgiu recentemente foi a reação raivosa de alguns sudaneses contra um novo blogue de um <a href="http://black-gay-arab.blogspot.com/2007/06/sudanese-gay.html">sudanês gay chamado <em>Ali</em></a>.Eis um exemplo dessa reação:<a href="http://black-gay-arab.blogspot.com/2007/06/sudanese-gay.html"></a></p>
<blockquote><p><em>&#8220;nigga go read a book or something damn, and quit that r’n&#39;b sh*t you listenin to, im sure craig david got more influnce on you than anyone else and yeah, am homophopic you stupid f*ck lol&#8221;</em></p>
<p>&#8220;vai ler um livro ou alguma coisa que preste, seu preto, e pára de ouvir essa porcaria de r&amp;b, tenho certeza que o craig david te influenciou mais que qualquer outro e sim,eu sou homofóbico seu m*rda,hahaha&#8221;</p></blockquote>
<p><a href="http://black-gay-arab.blogspot.com/2007/06/sudanese-gay.html">Isto</a> é o que <em>Ali</em> tinha a dizer:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Well, I’m Sudanese and Proud Gay Also. As far as I know I have all the rights to post and post whatever I want to as long as I’m not hurting anyone. &#8220;<br />
</em></p>
<p>&#8220;Bem, eu sou sudanês e também tenho orgulho de ser gay. E pelo que sei eu tenho todo direito de postar e postar o que eu quiser, desde que eu não esteja ofendendo ninguém.&#8221;</p></blockquote>
<p>Enquanto isso, Black Kush <a href="http://bloggingjuba.blogspot.com/2007/06/is-sudan-failed-state.html">não está satisfeito</a> com um informe que lista o Sudão como o Estado mais falido do planeta:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;I find the recently published <a href="http://www.foreignpolicy.com/story/cms.php?story_id=3865&amp;page=7">Failed States Index 2007</a> utterly unbelievable and rubbish. It is one of these publications that doesn’t hold water. I have a lot of grievances with my country, but I don’t consider it a failed state. For this am sure.</em></p>
<p><em>The Index puts Sudan at the top of the list, followed by Iraq and Somalia. Every sane man on the planet knows that there is no government in Somalia for the last ten years. Actually there was no STATE! And how will you describe the carnage raging in Iraq, with a hopelessly impotent American-backed government? It is in a state of civil war, a government that doesn’t have control over its territories, etc.</em></p>
<p><em>…You can call Sudan what you want, but not failed: ask Somalis and Iraqis what they think first!&#8221;</em></p>
<p>&#8220;Penso que a recentemente publicada <a href="http://www.foreignpolicy.com/story/cms.php?story_id=3865&amp;page=7">Lista de Estados Falidos de 2007</a> é completamente inacreditável e pura bobagem. É uma dessas publicações que não sustenta o que diz. Tenho muitas queixas a fazer sobre meu país, mas não o considero um Estado falido. Disso eu tenho certeza.</p>
<p>A Lista coloca o Sudão no topo, seguido do Iraque e da Somália. Qualquer homem mentalmente são no planeta sabe que não há governo na Somália nos últimos 10 anos. Na verdade, não há nenhum ESTADO! E como descrever a furiosa carnificina no Iraque, com um desesperançoso e impotente auxílio do governo norte-americano? Está em estado de guerra civil, um governo que não tem controle sobre os próprios territórios,etc.<br />
&#8230;Você pode chamar o Sudão do que bem entender, mas não de falido: pergunte primeiro aos somalianos e iraquianos o que eles acham!&#8221;</p></blockquote>
<p>E por último, mas não menos importante, Black Kush também <a href="http://bloggingjuba.blogspot.com/2007/06/south-sudan-rival-for-serengeti.html">postou belíssimas fotos</a> da vida selvagem retornando ao Sul do Sudão depois de duas décadas de longa e sangrenta guerra civil:</p>
<blockquote><p><a href="http://bp3.blogger.com/_3saITMKXUSM/RnFFoIaQcHI/AAAAAAAAAA0/wzMnX783X_g/s1600-h/12migration_brown.jpg"><img src="http://bp3.blogger.com/_3saITMKXUSM/RnFFoIaQcHI/AAAAAAAAAA0/wzMnX783X_g/s400/12migration_brown.jpg" border="0" /></a></p>
<p><img src="http://bp2.blogger.com/_3saITMKXUSM/RnFGE4aQcII/AAAAAAAAAA8/tMkknLmdTtI/s400/12migration_elephant.jpg" border="0" /></p>
<p><img src="http://bp2.blogger.com/_3saITMKXUSM/RnFGa4aQcJI/AAAAAAAAABE/cO8FAMGgeaA/s400/12migration_elephant2.jpg" border="0" /></p>
<p><img src="http://bp3.blogger.com/_3saITMKXUSM/RnFGvIaQcKI/AAAAAAAAABM/8R7A1fU9CcM/s400/12migration_elk.jpg" border="0" /></p>
<p><img src="http://bp2.blogger.com/_3saITMKXUSM/RnFHD4aQcLI/AAAAAAAAABU/GvZ9mNxzqks/s400/12migration_green.jpg" border="0" /></p></blockquote>
<blockquote></blockquote>
<p align="right"><em>(Texto original por <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/sudanese/">Drima</a>)  </em></p>
<p align="left"><font size="2">O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</font></p>
<blockquote></blockquote>
<blockquote></blockquote>
<blockquote></blockquote>
<blockquote></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/26/sudao-as-tropas-da-onu-%e2%80%93-ua-em-darfur-escola-de-ensino-fundamental-ridiculamente-cara-retorno-da-vida-selvagem-no-sul-do-sudao-e-as-reacoes-a-um-blogue-sudanes-gay/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Arabeyes: Comos os palestinos foram derrotados por si mesmos!</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/26/arabeyes-comos-os-palestinos-foram-derrotados-por-si-mesmos/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/26/arabeyes-comos-os-palestinos-foram-derrotados-por-si-mesmos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 00:16:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cilene Dutra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desastre]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Diáspora]]></category>
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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Cilene Dutra &#183;  Veja o post original 
O que está acontecendo na Palestina? Por que os palestinos lutam entre si? O que está dando gás a este conflito? Quem é o vencedor e quem está realmente sendo derrotado? O que mais há vir?
O blogue palestino Haitham Sabbah expressa seus sentimentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/cilenedutra/'>Cilene Dutra</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/06/25/arabeyes-how-the-palestinians-defeated-themselves/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>O que está acontecendo na Palestina? Por que os palestinos lutam entre si? O que está dando gás a este conflito? Quem é o vencedor e quem está realmente sendo derrotado? O que mais há vir?</p>
<p>O blogue palestino <em>Haitham Sabbah</em> <a href="http://sabbah.biz/mt/archives/2007/06/19/hamas-fatah-war/#comments">expressa</a> seus sentimentos de repulsa e tenta responder a esses questionamentos na postagem que eu traduzi do árabe a seguir:</p>
<blockquote><p>أمر مخجل ما حدث ويحدث في الأراضي الفلسطينية المحتلة. ليس أن يقتل الأخ أخاه فقط، بل أن يستعين بعض الفلسطينيين بأعدائهم للإنتصار (ولو بالظاهر) على أخوتهم - بمعنى أخر، الأنتصار على أنفسهم، مع أن هذا “الإنتصار” هو ليس اكثر من هزيمة للذات. ففي حين أن الطائرات والدبابات والصواريخ لم تهزمهم، هزمتهم ذاتهم العمياء المريضة وأخذتهم نشوة “الهزيمة” فتراهم يحتفلون بالنصر المؤزر المدعوم بدولارات ومساعدات الغرب “السخية” التي لا تظهر سوى في مصائب الشعوب. هذه الدولارات الغير مرئية حين تحتاجها الشعوب في نصرة الحق والعدالة.</p>
<p><em>&#8220;O que vem ocorrendo nos Territórios Ocupados Palestinos é uma vergonha. Não é apenas pelo fato de um irmão estar matando outro, mas também porque alguns palestinos estão recebendo apoio de seus inimigos para retratar vitória (talvez só aparente) sobre seus irmãos. Isto é, eles estão vencendo a si mesmos e essa &#8220;vitória&#8221; é, na realidade, uma “auto-derrota”. Num momento em que aviões, tanques e foguetes não os derrotam, eles são derrotados por sua própria cegueira. Você os vê agora celebrando a derrota, imaginando que seja uma vitória - uma vitória que está sendo suprida por dólares e um auxílio generoso do Ocidente, que só vem à tona durante as catástrofes do povo. Esses dólares nunca são vistos quando as pessoas necessitam deles para apoiar a justiça e a honra.&#8221;</em></p></blockquote>
<blockquote><p>إنه لمن المخجل لدرجة أنني أكتب اليوم بالعربية لأني لن أستحمل شماتة العدو بنا لما آلت إليه أحوال الشعب الفلسطيني مع أني لا أشك أن الشماتة لن تأتي من الغريب فقط، بل أتوقعها من الإخوة العرب على السواء، ولن ألومهم في ذلك. نعم، فليس في الحكاية إلا المذلة والهوان، والشمس لا تحجب بغربال. بعد أن هانت على أنفس القادة المعظمين في فتح وحماس والسلطة الوطنية الفاسدة - عذابات الأرض المغتصبة والأمهات الثكلى.</p>
<p><em>&#8220;Estou tão envergonhado de escrever em árabe, pois não suportarei quando o inimigo rir da situação do povo palestino, apesar de não ter dúvidas de que não serão apenas os estrangeiros a se aproveitar dessa situação. Eu espero isso de nossos irmãos árabes também e não os culpo por isso. Sim. Esta história tem a humilhação resgistrada em si do começo ao fim depois que os grandes líderes do </em><em><a href="http://www.answers.com/topic/fatah">Fateh</a>,  <a href="http://www.answers.com/Hamas">Hamas</a> e a corrupta  </em><em><a href="http://www.answers.com/Palestinian%20National%20Authority">Autoridade Nacional Palestina</a> facilitaram para si mesmos o esquecimento as dores da terra usurpada e a agonia de mães desoladas.&#8221;</em></p></blockquote>
<blockquote><p>منذ متى كان لون العلم الفلسطيني أخضر اللون؟ ومنذ متي أصبحت مقاومة الفساد إنقلاب على الشرعية؟ وأي شرعية يتكلم عنها السيد الرئيس الفلسطيني صاحب الكتاب ذو الصفحات الـ 600 التي كتبها بعد أوسلو ولم تتضمن كلمة “الأحتلال” ولو لمرة واحدة؟ هل اصبح اللون الأخضر هو رمز النضال؟ وهل أصبحت الشرعية ما شرع البيت الأبيض وليس ما شرعه الشعب الفلسطيني وجميع المواثيق الدينية والدنيوية؟ هل أصبحت عصابات “القوة التنفيذية” هي الشرعية وجميع أجهزة السلطة الأمنية (الشريف والوطني منها كما العميل والفاسد) مرغمة على إطلاق اللحية وتقصير الجلباب حتى يرضى عنها شيخنا؟ هل اصبحت عصابات “جهاز الأمن الوقائي” هي الدرع الواقي من الإحتلال وكل ما عداها إنقلاب على الشرعية والسلطة؟ وأي سلطة هذه التي يتحاربون عليها؟ سلطة المال والدولة المنهوبة؟ أم سلطة الحق والقانون الحاضر الغائب في كل المناسبات؟ أم سلطة الدين والشريعة والشيخ الذي لا يفرق بين “الجامع والجامعة” - كما قال شاعرنا محمود درويش؟</p>
<p><em>&#8220;Desde quando a cor da da bandeira palestina é verde? Desde quando a corrupção resistente é um golpe contra a soberania? Sobre qual soberania o presidente palestino - que escreveu um livro, após assinar o </em><em><a href="http://www.answers.com/Oslo%20Agreement">Acordo de Oslo,</a> que não menciona nem uma vez a palavra “ocupação” em suas 600 páginas - está falando? Será que a cor verde se tornou agora a cor da resistência? Seria agora soberania algo que a Casa Branca dita e não aquilo que o povo palestino concluiu na linha de todos os acordos religiosos e seculares? Teriam os gângsters das “forças executivas” se tornado a única legislação e deveria todo o pessoal das agências das forças de segurança ser forçado a usar longas barbas e túnicas tradicionais curtas (</em><em><a href="http://www.answers.com/jilbab">jilhab</a>) para conquistar a simpatia do <a href="http://www.answers.com/Sheikh">Sheikh</a>? Teriam os gângsters da Segurança Preventiva se tornado nosso único meio proteção contra a ocupação e seria todo o resto considerado um golpe contra a legitimidade e autoridade? E que autoridade é essa que eles querem? A autoridade do dinheiro e do estado saqueado? Ou a autoridade de retidão e lei, que está ao mesmo tempo presente e ausente em todas as ocasiões? Ou a autoridade da religião, <a href="http://www.answers.com/Sharia">Sharia</a> e um Sheikh, que não sabem a distinção entre uma mesquita e uma universidade – como diz nosso poeta </em><em><a href="http://www.answers.com/Mahmood+Darwish?cat=entertainment">Mahmood Darwish</a>.&#8221;</em></p></blockquote>
<blockquote><p>ستون عاما مضت منذ نكبة فلسطين، وأربعون عاما منذ النكسة، لم تهزم فيها إرادة الشعب الفلسطيني من أعدائها، هزمتها الرايات الخضر من جانب، والفساد المستشري في أروقة السلطة الفلسطينية الهرمة من جانب أخر. في الماضي كان الهدف هو تحرير الأرض، كل الأرض، ثم تنازلنا وإكتفينا بقبول الضفة الغربية وغزة، أما اليوم فقد اصبح الهدف هو البقاء في السلطة بغض النظر إن كانت هذه “السلطة” لا تتجاوز غرف المكاتب التي يقبع بها هذا النظام. فأي سلطة، وأي شرعية وأي دولة يتحدث عنها هؤلاء المساكين؟ هل يتوقعون أن يقبل الإحتلال بسلطتهم التي يحلمون بها؟ وإذا إفترضنا أن إسرائيل قبلت، هل يحلمون بأن الشعب سقبل بها ويغفر لهم؟ وبأي ثمن تشترى الشرعية؟ هل ثمنها بضع مئات ملايين من الدولارات التي ستقبضها الحكومة المؤقتة - إن قبضت دولارا منها؟ وهل سيكون عمر الوزارة الجديدة “المؤقتة” بعمر المجلس الوطني الفلسطيني “الأزلي”؟ وماذا عن غزة وأهل غزة؟ ترى كم سيكون ثمنهم؟ وماذا عن الملايين الستة من فلسطينيي الشتات، كم ثمنهم؟ من يمثلهم؟ ومن يحميهم؟ ومن يدافع عن حقوقهم؟</p>
<p><em>&#8220;Já se passaram 60 anos desde o <a href="http://www.answers.com/Nakba">Nakba</a> e 40 desde o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Naksa_Day">Naksa</a> palestinos. Durantes aqueles anos, a vontade do povo palestino nunca foi derrotada por seus inimigos. Eles foram, entretanto, derrotados pelas insígnias verdes de um lado e pela corrupção descontrolada da autoridade ultrapassada, de outro. No passado, a meta era liberar a terra, toda a terra. Então, começamos a recuar e ficamos contentes com o Banco do Ocidente e Gaza. Hoje, visamos a que as autoridades se conservem no poder, apesar do fato de que tudo que essa autoridade tem são algumas poucas funções. De que autoridade, legitimidade e país esse povo miserável está falando? Eles esperam que as forças de ocupação aceitem a autoridade com a qual eles sonham? Suponhamos que Israel aceitasse, eles acham que o povo aceitaria e os perdoaria? Qual é o preço da legitimidade? Seriam algumas centenas de milhões de dólares que o governo provisório espera ganhar – isto é, se é que eles vêem um dólar sequer? E seria o tempo de vida desse novo gabinete temporário tão longo quanto a eterna Autoridade Nacional Palestina? E o que será de Gaza e do povo de Gaza? Quantos eles valem? E os seis milhões de palestinos espalhados pelo mundo? Qual é o preço deles? Quem os representa? Quem os protege? Quem defende os direitos deles?&#8221;</em></p></blockquote>
<blockquote><p>وماذا بإخواننا “الحماسيين”؟ أين ذهب تاريخ النضال الشعبي المراق في شوارع غزة؟ هل إرتداء المذيعات الفلسطينيات في تلفزيون فلسطين أهم من ستر عورات ورؤوس اللاجئين في الداخل والشتات؟ من سوي “المجاهدين” من حماس يدنس علم بلاده ويستبدله بخرق خضراء؟ رمز الأمة الذي ضحي الألاف من الشهداء بحياتهم حتي يبقي هذا العلم خفاقا بين كل الرايات وفي كل الميادين أصبح اليوم مداسا لأحذية الأخوة الحماسيين ويطلبون نصرة من شعبهم بعد أن نجسوا دم شهداؤه بفعلتهم. ولكن لا غرابة فيمن إتخذوا من كابول طريقا لتحرير الأقصى. أن تأخذ غزة وأهلها رهينة لتساوم عليها، وتساوم من؟ تساوم خاطف غادر آخر لا يقل عن حماس بالغطرسة والتعالي - “السلطة الشرعية” وحكومة عباس؟. مجرمان والضحية واحدة: تاريخ وشعب ومستقبل واحد. المنتصر منهم خاسر، والخاسر منهم خاسر أيضا.</p>
<p><em>&#8220;O que está acontecendo com nossos irmãos no Hamas? Onde foi parar a história de resistência deles nas ruas de Gaza? Por acaso o vestuário das apresentadoras de televisão palestinas é mais importante que proteger e abrigar os refugiados em casa e fora do país? Quem além dos <a href="http://www.answers.com/Mujahedeen">Mujahedeen</a> do Hamas profana a bandeira de seu país e a substitui por um pano verde? É o símbolo de uma nação na qual milhares de mártires sacrificaram as próprias vidas para que sua bandeira nacional continue sendo erguida cima de todas as insígnias e em todos os quarteirões. Hoje ela está sendo profanada pelos seguidores do Hamas, que chamam os palestinos a apoiá-los. Isso não é estranho vindo daqueles que tomaram Kabul como um exemplo a liderar o caminho para a libertação de Jerusalém. Como podem tomar Gaza e seu povo como reféns para negociar, e negociar quem? Negociar outro usurpador traiçoeiro que não é melhor que o Hamas quando se trata de arrogância e condescendência – a “autoridade legítima” e o Governo de Abba? Dois criminosos com uma só vítima: uma história, um povo e um futuro. Os vitoriosos são perdedores e os perdedores não diferem dos primeiros.&#8221;</em></p></blockquote>
<blockquote><p>اليوم غزة وغدا رام الله وبعدها الخليل وبعدها جنين، إلى ما لا نهاية، بل النهاية قد بدأت، ولكن ليس لضياع الأرض، بل النهاية بدأت للفاسدين من هذا الشعب والتائهين على طرق كابول. إن الشعب الفلسطيني لم يكن يوما جبانا ولا ضعيفا حتى يساق للذبح، والتاريخ شاهد. إن ما حدث ويحدث اليوم هو أفضل ما جناه الشعب منذ عشرات السنين. قبل أقل من عامين، لفظ الشعب الفلسطيني الفاسدين منه بالإنتخابات الحرة وكشف عنهم الغطاء وإستبدلهم بمن ظن أنهم أجدر، ولكن، اليوم تكشفت كل الرؤس الصلعاء (مع إحترامي للصلع) وحان قطافها!!<br />
التاريخ لا يرحم، والمستقبل لا يؤجل، ومصير الزمرتين في مزابل التاريخ. إن تاريخ الشعوب لا يباع ولا يشترى، وكذلك المستقبل. إن ما بني على خطأ لا يصلح إلا بالهدم والبناء من جديد.</p>
<p><em>&#8220;Hoje, Gaza e amanhã será a vez de Ramullah. Depois, virá <a href="http://www.answers.com/topic/hebron?cat=travel">Hebron</a>, seguido de <a href="http://www.answers.com/Jenin%20">Jenin</a>. O fim já começou e não termina na perda das terras. Ainda há o fim daqueles entre os palestinos que são tão corruptos quanto aqueles que se perderam em seu caminho para Kabul. Os palestinos nunca serão covardes ou animais débeis conduzidos a um matadouro; e a história é testemunha desse fato. O que aconteceu e está acontecendo hoje é o melhor que nosso povo tem visto há décadas. Há menos de dois anos, os palestinos deram sua palavra durante as honestas eleições e fizeram suas escolhas. Hoje, todas as cabeças calvas estão desprotegidas (com todo o respeito aos calvos) e já é hora de cortar essas cabeças fora. A história não é piedosa e o futuro não pode ser adiado. O destino dessas duas facções estará nos detritos históricos. A história do povo não pode ser vendida nem comprada. Seu futuro também não. O que foi construído sobre um erro só pode ser corrigido se for demolido e construído novamente.&#8221;</em></p></blockquote>
<blockquote></blockquote>
<p align="right">                                                               <em>      (Texto original por <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/amira-al-hussaini/" title="Posts by Amira Al Hussaini">Amira Al Hussaini)</a></em></p>
<blockquote></blockquote>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><em><font size="2">&#8220;O artigo acima é uma tradução de um artigo original publicado no <a href="http://www.globalvoicesonline.org/">Global Voices Online</a>. Esta tradução foi feita por um dos voluntários da equipe de tradução do <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">Global Voices em Português</a>, com o objetivo de divulgar <a href="http://pt.globalvoicesonline.org/about/">diferentes vozes, diferentes pontos de vista</a>. Se você quiser ser um voluntário traduzindo textos para o GV em Português, clique <a href="http://pt.globalvoicesonline.org//">aqui</a>. Se quiser participar traduzindo textos para outras línguas, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.&#8221;</font></em></p>
<blockquote></blockquote>
<blockquote>
<blockquote></blockquote>
</blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Peru: Celebrando o 24 de Junho – San Juan e Inti Raymi</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/24/peru-celebrando-o-24-de-junho-%e2%80%93-san-juan-e-inti-raymi/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/24/peru-celebrando-o-24-de-junho-%e2%80%93-san-juan-e-inti-raymi/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 24 Jun 2007 21:50:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cilene Dutra</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Peru]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Cilene Dutra &#183;  Veja o post original 
 	 	 	 	 	 	
Esta postagem chegou até você pelo Global Voices en Español do GV Lingua. O projeto Lingua busca ampliar as vozes globais em línguas que não sejam o inglês pelo auxílio de tradutores voluntários. Se você gostaria de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/cilenedutra/'>Cilene Dutra</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/06/24/peru-celebrating-june-24-san-juan-and-inti-raymi/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p><title></title> 	 	 	 	 	 	<!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--></p>
<p><em>Esta postagem chegou até você pelo Global Voices en Español do <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">GV Lingua</a>. O projeto Lingua busca ampliar as vozes globais em línguas que não sejam o inglês pelo auxílio de tradutores voluntários. Se você gostaria de contribuir como voluntário e participar da equipe GV em Espanhol, clique <a href="http://es.globalvoicesonline.org/">aqui</a>. Se você gostaria de ser um voluntário em outra língua, clique <a href="http://www.globalvoicesonline.org/lingua/">aqui</a>.</em></p>
<p>24 de junho é um dia muito especial em várias partes do mundo, porque além de ser o dia mais longo do ano, coincide com o solstício de verão (por isso, é o dia mais longo do ano). A partir do verbete <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Solstice">solstício</a> na wikipedia:</p>
<blockquote><p>&#8220;O solstício ocorre duas vezes ao ano, sempre que o eixo da terra se aproxima ou se afasta do sol, o que afasta o sol do norte ou do sul ao meio-dia. O nome deriva do latim sol (sol) e sistere (ficar parado), porque no solstício, o sol pára em declinação, isto é, seu movimento em direção ao norte ou ao sul é mínimo. O termo solstício pode também ser usado em um sentido mais amplo como a data (dia) em que tal passagem acontece.&#8221;</p></blockquote>
<p>No hemisfério sul, há uma variedade de formas de celebrar o solstício de inverno (pelo menos em Lima, onde é realmente frio). O festejo mais conhecido é a Festa de<em> San Juan</em> (São João), que foi passada por tradições espanholas. Há um grande número de cidades e municípios que foram chamadas de <em>San Juan</em> ou que tem <em>San Juan</em> como santo padroeiro, como na <a href="http://www.comunidadandina.org/turismo/expresiones/sanjuan.htm">Venezuela,</a> <a href="http://www.musicofpuertorico.com/index.php/referencia/">Porto Rico</a>, <a href="http://www.latercera.cl/medio/articulo/0,0,38035857_152309015_149002293,00.html">Chile</a>, <a href="http://www.vincetmanu.com/tradiciones_bolivia/tradicion_bolivia_fiesta_san_juan.htm">Bolívia</a>, <a href="http://www.turismo.sanjuan.gov.ar/fiestas.htm">Argentina</a>, <a href="http://www.prensa.com/hoy/nacionales/1017785.html">Panamá</a> 	e <a href="http://www.oem.com.mx/elsoldelbajio/notas/n313113.htm">México</a>.</p>
<p>No Peru, <em>San Juan</em> é o santo padroeiro da 	Amazônia peruana e esta é a data tradicional na 	floresta. A maior e mais conhecida festa é <a href="http://www.iquitos-peru.com/turismo/fiesta-de-san-juan.html">celebrada na 	cidade quente de Iquitos</a> [ES], mas há também festejos 	muito animadas em Pucallpa, <a href="http://www.tarapoto.com/turismo/san-juan.php">Tarapoto</a>, <a href="http://gilbertobravo.blogspot.com/2007/06/tingo-mariafestival-regional-de-san.html">Tingo Maria</a> e outras cidades da região florestal. Mesmo em Lima existe uma comunidade de origem amazônica e eles iniciaram suas próprias celebrações dessa festa de <em>“charapa”</em>. Supõe-se que que ela tenha origens religiosas, mas isso foi em segundo plano. Os habitantes e visitantes dessa área participam de enormes festas com <a href="http://www.rpp.com.pe/portada/gastronom_iacute_a/82043_1.php">comida e bebidas</a>.</p>
<p>Entretanto, 	não há dúvidas de que a festa mais conhecida no 	mundo todo e celebrada no dia 24 de junho é <em>Inti Raymi</em>. É uma celebração inca que atrai milhares de turistas do mundo todo e onde muitos habitantes de Cuzco participam ativamente. Retirado deste verbete da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Inti_Raymi">Wikipedia</a>:</p>
<blockquote><p>&#8220;O Inti Raymi (“Festival do Sol”) era uma cerimônia religiosa do Império Inca em honra ao deus Inti. Ele também marcou o solstício de inverno e o ano novo nos Andes do hemisfério sul. Desde 1944, uma represenação teatral do Inti Raymi vem sendo realizada em Sacsayhuamán (2 km de Cuzco) no dia 24 de junho de cada ano, atraindo milhares de turistas e visitantes locais.&#8221;</p></blockquote>
<p>Todo ano, milhares de turistas de todo o mundo 	vem para participar das cerimônias. Nesse ano,<a href="http://arellanos.blogspot.com/2007/06/cameron-daz-en-el-cuzco-y-los-blogs.html"> a famosa atriz 	Cameron Diaz</a> já está em Cuzco para este fim. O blogue 	<em>Destino Turistico [ES</em><em><em>] </em></em>relatou 	que a área para espectadores foi movida. Em sua blogada “<a href="http://peruinka.blogspot.com/2007/06/reubican-escenario-y-tribunas-de-inti.html">Palco e Arquibancadas são movidas a fim de Proteger Áreas 	Arquelógicas de Sacsayhumán</a>”:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;El Instituto Nacional de Cultura (INC) de Cusco dispuso la reubicación del escenario y tribunas de Inti Raymi o Fiesta del Sol 2007 a la zona norte de la explanada de Sacsayhuamán a fin de proteger las áreas arqueológicas de este histórico lugar. Asimismo, se dispuso el traslado de la ubicación para el público que no paga o que no hace uso de las tribunas para turistas al lado noreste de Chukipampa y al sector denominado La Cruz. Estos espacios estarán protegidos, señalizados y acordonados y, además, contarán con vías de acceso y salida señalizadas y rampas. De esta manera, la zona de arqueológica de Suchuna, lugar donde en anteriores años se ubicaba el citado público que no paga, será protegida, pues se trata de una zona muy delicada.&#8221;</em></p>
<p>&#8220;O Instituto Nacional de Cultura de Cuzco decidiu relocar o palco e as arquibancadas de Inti Raymi ou O Festival do Sol de 2007 para o chão nivelado na extremidade norte de Sacsayhuamán com o fim de proteger esse sítio histórico. Também decidiram mudar a localização para o público não pagante ou aqueles que não usam as arquibancadas para turistas localizadas na parte nordeste de Chukipamapa na área chamada “La Cruz”. Estas áreas são protegidas, sinalizadas ou cercadas por cordão de isolamento, e também contêm entradas e saídas sinalizadas, assim como rampas. Dessa forma, a zona arquelógica de Suchuna, onde o público não pagante costumava se sentar, agora será protegida por ser uma área muito frágil.&#8221;</p></blockquote>
<p>O que é <em>Inti Raymi</em>? É uma cerimônia em honra ao Sol, pai dos incas. Resumindo, há uma recriação que se inicia com o Inca, na qual ele invoca o Sol. Mais tarde, ele e sua delegação viaja para Sacsayhuamán, onde ocorre um sacrifício (simulado) de uma lhama ou alpaca, seguida de uma nova invocação ao Sol. O blogue <em><a href="http://unjarochoenlima.blogspot.com/">Cronicas de un 	Jarocho en Lima [ES]</a></em> fala sobre as razões da festa 	em sua postagem “<a href="http://unjarochoenlima.blogspot.com/2007/02/la-celebracin-del-inti-raymi.html">A Celebração de Inti Raymi</a>”:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Su gran importancia se debió a que en la mitología andina se consideraba al pueblo Inca como descendiente del dios Sol por lo tanto debía rendírsele pleitesía con una celebración suntuosa. Además, la fiesta era llevada a cabo al final de las cosechas de papa y maíz a modo de agradecimiento por las abundantes cosechas; o en su defecto, para pedirle mayores cosechas en la próxima temporada. &#8220;</em></p></blockquote>
<blockquote><p>&#8220;Sua grande importância se deve ao fato de que na mitologia andina o povo inca era considerado descendente do deus Sol, por isso deviam honrá-lo com uma grande celebração. A festa também acontecia ao fim do período de colheita de batata e milho e isso lhes dava a oportunidade de agradecer a abundância das colheitas ou, no caso de a colheita não corresponder ao esperado, pediam por melhores colheitas na estação seguinte.&#8221;</p></blockquote>
<p>Os rituais aconteciam ao nascer do sol no Templo do Sol em frente ao gigantesco disco dourado que representava Inti ou o Deus Sol. Assim que os primeiros rituais terminavam, os incas continuavam ao longo da “Intik&#39; iqllu” ou “Estrada do Sol” (que agora é a Rua Loreto) em direção à praça principal da cidade para sacrificar uma lhama.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Participan en las escenificaciones un agrupamiento de 90 soldados, representando a los soldados del inca. Además forman parte de la comitiva del Inti Raymi, 25 parejas de mujeres que representan a las ajllas. Enriqueciendo la escenificación al introducir el anda para el Inca, de igual manera que para la esposa o coya.&#8221;</em></p></blockquote>
<blockquote><p><font color="#000000">&#8220;Um grupo de 90 soldados, que representam os soldados incas, atuam em uma dramatização. 25 pares de mulheres representam as “Ajllas”, parte da comitiva de Inti Raymi, o que só enriquece a cena.&#8221;</font></p></blockquote>
<p><title></title> 	 	 	 	 	 	<!-- 		@page { margin: 2cm } 	--></p>
<p><a href="http://www.baluart.net/">Baluart.net [ES]</a> escreve sobre a verdadeira celebração em sua postagem “<a href="http://www.baluart.net/articulo.php?id_art=70">O Majestoso Festival de Inti Raymi em Cuzco</a>”: <font color="#000000"><br />
</font></p>
<p>Desde então, muitos peruanos têm emigrado ao longo dos anos, <em>Inti Raymi</em> não é apenas celebrado em Cuzco. A comunidade peruana de Nova Iorque também celebrará o dia 24 de junho, como divulgado em <em><a href="http://www.soyandina.com/weblog/2007/06/abyayala_arte_y.html">Soy Andina</a>. </em>O evento inclui palestras sobre a comida e a cozinha inca, uma oficina de Quechua para crianças, apresentações de comidas típicas, artes e ofícios, pinturas e até uma lhama com a qual se pode tirar fotos.Uma coisa é falar ou tentar explicar o<em> Inti Raymi</em>, outra coisa é ver a celebração por si mesmo. No <a href="http://imageevent.com/publicgallery/holidays/intiraymiparades000">ImageEvent</a>, pode-se encontrar fotografias e vídeos das Paradas de <em>Inti Raymi</em>. Há também <a href="http://flickr.com/search/?q=inti%20raymi&amp;w=all">fotos esplêndidas no Flickr</a>, além de <a href="http://youtube.com/results?search_query=inti+raymi+cusco&amp;search=">vídeos no Youtube na busca por Inti Raymi</a>. Há vídeos de diversas qualidades e interesses, por isso não duvido que você encontrará o que deseja. Feliz 24 de Junho!</p>
<p align="right"><em>(Texto original por <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/juan-arellano/">Juan Arellano</a>) </em></p>
<p><title></title> 	 	 	 	 	 	<!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--></p>
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		<item>
		<title>Angola: Kitanda &#8212; O Portal para a Lusosfera Africana</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/24/34/</link>
		<comments>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/24/34/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 24 Jun 2007 21:14:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cilene Dutra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Angola]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Protesto]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Cilene Dutra &#183;  Veja o post original 
Se você quer conhecer a lusosfera da África, um dos melhores pontos de partida é o blogue &#8220;Kitanda&#8221; (&#8221;quitanda&#8221; ou &#8220;feira&#8221; em Kimbundu, uma das línguas nacionais de Angola.Kitanda tornou-se ao longo dos anos, desde seu lançamento em 2004, uma referência inevitável dentro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/cilenedutra/'>Cilene Dutra</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/06/06/angola-kitanda-%e2%80%93-a-gateway-to-the-african-%e2%80%9clusosphere%e2%80%9d/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Se você quer conhecer a lusosfera da África, um dos melhores pontos de partida é o blogue &#8220;<a href="http://kotodianguako.blogspot.com/">Kitanda</a>&#8221; (&#8221;quitanda&#8221; ou &#8220;feira&#8221; em Kimbundu, uma das línguas nacionais de Angola.Kitanda tornou-se ao longo dos anos, desde seu lançamento em 2004, uma referência inevitável dentro da lusosfera. Dedicado principalmente à mostra de poesias escritas em português por autores de todos os países lusófonos, Kitanda também apresenta freqüentemente uma visão crítica sobre acontecimentos sociais e políticos nesses países e internacionalmente, tudo envolvido com imagens evocativas, música incidental e, talvez o mais importante, uma vasta gama de blogues da lusosfera.</p>
<p>A <a href="http://kotodianguako.blogspot.com/2007/06/luanda.html">postagem</a> a seguir é apenas um exemplo do espírito do blogue. Ele apresenta a música &#8220;Luanda&#8221; e sua letra composta pelo grupo de hiphop &#8220;Kalibrados&#8221;, de Luanda, expressando o orgulho e os pesares da capital de Angola e de seus cidadãos. A canção é enriquecida por uma linha de coral de uma das pérolas da música angolana, &#8220;Monami&#8221; (&#8221;Minha Criança&#8221; em Kimbundu) composta pela proeminente cantora angolana, a falecida Lourdes Vandunem.</p>
<blockquote><p> Fico malaíko (espantado) com as cenas que constato<br />
Queres ver Luanda, vê primeiro Ecos e Factos<br />
Se água tem, energia não tem.<br />
Se energia tem, água não tem,<br />
nem tudo tá sebem.<br />
A maioria não se importa é só tchillar¹<br />
Sexta farrar,<br />
sábado no bar,<br />
segunda a kubar (dormir)<br />
E Luanda vai morrendo lentamente.<br />
Sem jovens para erguer uma capital diferente.<br />
Se não formos nós, quem fará por nós?<br />
O estrangeiro explora e foge<br />
nunca querer saber de nós.<br />
Não há estrilho(problema), para tudo existe um prazo.<br />
Nossa existência não é obra do acaso.<br />
Digam de que forma a gente vai criticar,<br />
vai relatar, não só Luanda,<br />
Angola vai mudar.</p>
<p>Só a mudança para sarar minha ferida,<br />
ua ué (lamento) Luanda, amor da minha vida.</p>
<p>Essa é a minha, a tua, a nossa, vossa banda (vizinhança).<br />
Essa é a minha, a tua, a nossa, vossa Luanda.</p>
<p>A preto e branco, como vês, nua e crua,<br />
crua e nua,<br />
conclusões efectua<br />
O kimbundo? nana (nada).<br />
O português? Fala-se mal!<br />
Não é normal,<br />
em termos de linguagem, tá-se mal.<br />
Luz, niente (nada), água, niente.<br />
É melhor eu me calar para não ser inconveniente.<br />
O tempo da TPA, quase todo já foi-se.<br />
Porque quase todos têm em casa, a Multichoice.<br />
Channel O, MTV, KTV, CBC, SIC, Globo, RTPI.<br />
Sim, a globalização tem força,<br />
vemos outras culturas e esquecemo-nos da nossa.<br />
Tu vês que eu não falo a toa.<br />
Roulottes em Luanda é tipo cafés em Lisboa.<br />
Reparem só, analisem com atenção:<br />
sobre o preço da gasolina, sobre o preço do pão.<br />
Sobe quase tudo, só o salário que não.<br />
Bwé(muita) de makas (disputas), bwé de estrilhos, bwé de kilingas mayuya (coisas malucas).</p>
<p>Mas mesmo assim, minha Luanda kuia (emociona).<br />
Mas &#8216;inda assim, minha Luanda kuia.<br />
Mas mesmo assim, minha Luanda kuia.<br />
Mas &#8216;inda assim, minha Luanda kuia.Bem-vindo a Luanda, a cidade que acontece,<br />
onde todos são pausados, todos são kaenches (legais),<br />
onde há bwé de problemas, mas ninguém tá preocupado.<br />
Muitos passam fome, mas tão sempre bem grifados (vestidos).<br />
Não há retalhos, problemas é a grosso.<br />
Tá na moda formar grupo e dar com catana(navalha) nos outros.<br />
Tem dicas para rir, tem dicas pra chorar.<br />
E o Luandense até nos óbitos, gosta de se mostrar.<br />
Isso é Luanda, ninguém respeita nada.<br />
Com conversa, não se entendem,<br />
só se entendem com porrada.<br />
Fico malaíko com o clima da cidade,<br />
na porta da discoteca, todos são celebridade<br />
Ninguém pode esperar, todo mundo quer ser visto.<br />
&#8220;Hey brother, sou VIP&#8221;. Comé, brother, evita isso!<br />
Esse mambo (negócio) tá empestado de ilusão,<br />
Luanda é uma selva onde todos querem ser o leão.</p></blockquote>
<p>¹ tchillar:de chill out, relaxar</p>
<p align="right"><em>(Texto original por <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/koluki/">koluki</a>) </em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mianmar: Votos de Feliz Aniversário para Daw Aung San Suu Kyi</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2007/06/24/mianmar-votos-de-feliz-aniversario-para-daw-aung-san-suu-kyi/</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Jun 2007 21:03:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cilene Dutra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[East Asia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Myanmar (Burma)]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[ &#183; Traduzido por Cilene Dutra &#183;  Veja o post original 
Nessa semana, vários blogueiros de Mianmar estão celebrando e mandando cumprimentos à líder da oposição da Birmânia, Daw Aung San Suu Kyi, por seu aniversário de 62, dia 19 de junho de 2007.
Por anos, a famosa líder pró-democracia do país, laureada pelo prêmio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<em> &middot; Traduzido por <a href='http://pt.globalvoicesonline.org/author/cilenedutra/'>Cilene Dutra</a> &middot;  <a href='http://www.globalvoicesonline.org/2007/06/20/myanmar-birthday-wishes-for-daw-aung-san-suu-kyi/'>Veja o post original</a></em> 
<br /><p>Nessa semana, vários blogueiros de Mianmar estão celebrando e mandando cumprimentos à líder da oposição da Birmânia, Daw Aung San Suu Kyi, por seu aniversário de 62, dia 19 de junho de 2007.</p>
<p>Por anos, a famosa líder pró-democracia do país, laureada pelo prêmio Nobel, Aung San Suu Kyi, tem que celebrar seu aniversário sob prisão domiciliar. Todos os anos, o povo pede sua libertação, mas até agora, todos os pedidos foram em vão. É torturante assistir ao seu sofrimento e resistência pela fé do país. Sua persistência é profundamente admirada e o respeito por ela cresce nos corações de muitos jovens de Mianmar.</p>
<p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/aung_san_suu_kyi.jpg" alt="Aung San Suu Kyi" /><br />
Aung San Suu Kyi ( imagem de <a href="http://www.flickr.com/photos/taptaptap/14206275/">Stephen Brookes</a>)</p>
<p>Muitos blogueiros escreveram poemas, ensaios, votos de felicidades e sinceras demonstrações de apoio.</p>
<p>Veja algumas das postagens de destaque.</p>
<p><strong>Poemas:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://mmnyo.blogspot.com/2007/06/lotus-in-mud-noon-hte-hma-kyar.html">A      Lotus in the Mud</a> (Flor de Lótus no Lodo) de <em>Dr. Maung Maung Nyo</em></li>
<li><a href="http://maynyane.blogspot.com/2007/06/blog-post_18.html"> Aunty Suu&#39;s Birthday</a>      (Aniversário da Tia Suu) de <em>May Nyane</em></li>
<li><a href="http://nayphonelatt.blogspot.com/2007/06/blog-post_19.html"> Marthy&#39;s Voice</a> (Voz de Marthy) de <em> Nay Phone Latt</em></li>
<li><a href="http://thadar.blogspot.com/2007/06/blog-post_5373.html"> Poem 1</a> | <a href="http://thadar.blogspot.com/2007/06/blog-post_7699.html"> Poem 2</a>  (Poema 1| Poema 2) de <em> Thandar</em></li>
<li><a href="http://teslanetblog.blogspot.com/2007/06/19-june-2007.html"> 19 June 2007</a>  (19 de junho de 2007) de <em> Tesla</em></li>
</ul>
<p><strong>Bons votos: </strong></p>
<ul>
<li><a href="http://generation96.blogspot.com/2007/06/it-is-your-62-nd-birthday.html"> 62nd Birthday</a> (62º Aniversário) de <em>Generation96 </em></li>
<li><a href="http://emotionalcorner.blogspot.com/2007/06/blog-post_19.html">62nd Birthday Wish </a> (Felicidades no 62º Aniversário) de <em>May11 </em></li>
<li><a href="http://klosayhtoo.blogspot.com/2007/06/blog-post_18.html">To Mother </a> (À Mãe) de <em>Klosayhtoo</em></li>
<li> <a href="http://maydar-wii.blogspot.com/2007/06/blog-post_19.html">Peace be with you mother</a>  (Que a      paz esteja com você, mãe) de <em>Maydar-Wii</em></li>
<li><a href="http://thantzinaung.blogspot.com/2007/06/blog-post_20.html"> Happy Birthday</a> (Feliz Aniversário) de <em> TZA</em></li>
<li><a href="http://www.moeyyo.com/MM/archives/000976.html">Happy Birthday Daw      Suu</a>(Feliz Aniversário, Daw Suu) de <em>Yangon      Thu</em></li>
<li><a href="http://dathana.blogspot.com/2007/06/happy-birthday-to-aunty-su.html">Happy      birthday to Aunty Su</a> (Feliz Aniversário, Tia Suu) de <em>Blog of Nyein Chan Yar</em></li>
<li> <a href="http://him.civiblog.org/blog/_archives/2007/6/19/3029141.html">Happy      Birthday Daw Aung San Suu Kyi</a> (Feliz Aniversário Daw Aung San Suu Kyi)      de <em>thehimmoderator</em></li>
</ul>
<p><strong>Ensaios:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://kadaung.blogspot.com/2007/06/blog-post_19.html">Daw Suu&#39;s 62nd Birthday </a> (O 62º      Aniversário de Daw Suu) de <em>Ka Daung      Nyin Thar</em></li>
<li><a href="http://pu-htu-zin.blogspot.com/2007/06/blog-post_19.html">June 19</a>      (19 de Junho) de <em>Pu-htu-sin</em></li>
</ul>
<p>É interessante observar como as pessoas se dirigiram a ela ao longo dos anos. Ela foi conhecida como A Filha da União de Mianmar, A Voz da Esperança, A Dama e houve muitas outras aclamações. Em seu 62º aniversário, muitos blogueiros a chamaram de Mãe do País.</p>
<p><img src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/06/aung_san_suu_kyi_house.jpg" alt="Aung San Suu Kyi’s House" /><br />
<em>Casa de Aung San Suu Kyi na Avenida University, nº 54 em Yangoon (imagem de <a href="http://www.flickr.com/photos/taptaptap/14204807/in/set-341203/">Stephen Brookes</a>)</em></p>
<p>Entretanto, o jornal Burmanet publicou que <a href="http://www.burmanet.org/news/2007/06/19/irrawaddy-suu-kyi-celebrates-%3Cbr%3E%3C/a%3Ebirthday-under-house-arrest-saw-yan-naing/">foi realizado um reforço na segurança</a> à volta da casa para controlar a celebração do aniversário dela.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Three NLD’s members who attended the celebration were arrested by authorities, he added.</em></p>
<p><em>Sources in Rangoon said that authorities began reinforcing security near Suu Kyi’s Inya lakeside residence and extended barbed wire<br />
barricades o­n her street since Monday night.</em></p>
<p><em>Other NLD members in Shwebo in Mandalay Division also were threatened by a military-backed mob that threw stones at the Mandalay<br />
NLD office and placed sharp rivets that can puncture a motorbike’s tire o­n a road near the building, according to Tint Tint, an NLD<br />
member. &#8220;</em></p></blockquote>
<blockquote><p>&#8220;Três membros da NLD (Liga Nacional Democrata) que apareceram na celebração foram presos pelas autoridades, ele adicionou.</p>
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<p>Fontes em Rangoon afirmam que as autoridades iniciaram um reforço na segurança próximo ao lago da residência de Suu Kyi Inya e estenderam barricadas de arame farpado na rua dela desde segunda-feira à noite.</p>
<p>Outros membros da NLD em Shwebo na Divisão de Mandalay também foram ameaçados por mafiosos com apoio militar que atiravam pedras no escritório da NLD de Mandalay e colocaram rebites de ponta afiada que podem furar o pneu de uma bicicleta na estrada perto do prédio, segundo Tint Tint, um membro da NLD.&#8221;</p></blockquote>
<p>Para &#8220;A Dama&#8221; com preces e votos, esperamos que você tenha um aniversário tranqüilo.</p>
<p align="right"><em>(Texto original por <a href="http://www.globalvoicesonline.org/author/may/" title="Posts by May Hnin Phyu">May Hnin Phyu</a>)</em></p>
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