Fechar

Faça uma doação para manter o Global Voices no ar!

Cobrimos 167 países. Traduzimos em 35 idiomas. Somos o Global Voices.

Somos mais de 800 colaboradores trabalhando juntos em todo o mundo para oferecer aos nossos leitores notícias que são difíceis de encontrar em veículos tradicionais. Não podemos, porém, fazer tudo isso sozinhos. Embora a maioria de nós seja voluntária, ainda precisamos de sua ajuda para apoiar os nossos editores, tecnologias, projetos de extensão e defesa de direitos online, além dos eventos de nossa comunidade.

Doe agora »
GlobalVoices em Leia mais »

Cubanos se defendem de acusações de Esperanza Aguirre

[Todos os links da postagem em Espanhol]

Pouco antes do fim do ano, a presidente do Partido Popular em Madri, Esperanza Aguirre, declarou ao jornal espanhol ABC que não reconhecia “justiça alguma na ilha de Cuba” e qualificou como “tortura” o tempo de prisão de Ángel Carromero, Vice-Secretário do Nuevas Generaciones do Partido Popular de Madrid, condenado por Havana a quatro anos de prisão pelo “homicídio involuntário”, que tirou a vida dos dissidentes cubanos Oswaldo Paya e Cepero Harold.

Em um artigo publicado no portal espanhol Cubainformación José Manzaneda relata:

José María Viñals, de Lupicinio Abogados, entidad española que coordinó la defensa de Carromero junto a letrados cubanos, afirmó que el procesado “no se quejó del trato (en prisión)”, y que “los letrados cubanos y yo (…) pudimos trabajar de forma independiente”. El cónsul general de España en Cuba, Tomás Rodríguez Pantoja, semanas antes, calificó el juicio celebrado en la ciudad de Bayamo como “correcto”, “limpio” y “procesalmente impecable”.

José María Viñals, do escritório Lupicínio Advogados, organização espanhola que coordenou a defesa de Carromero junto a advogados cubanos afirmou que o réu “não se queixou do tratamento (na prisão)”, e que “os advogados cubanos e eu (…) fomos capazes de trabalhar de forma independente”. O Cônsul Geral da Espanha em Cuba, Tomás Rodríguez Pantoja, semanas antes, descreveu o julgamento na cidade de Bayamo como “correto”, “limpo” e “processualmente impecável”.

Por sua vez, o blogueiro cubano Iroel Sánchez, autor de La Pupila Insomne [A Pupila Insone] enfatizou:

Aguirre publicó un furioso artículo contra el gobierno cubano en el diario madrileño ABC en el mismo estilo adjetivante con que ha llamado “camorristas y pendecieros” a los indignados españoles.

Aguirre publicou um artigo furioso contra o governo cubano no diário madrilenho ABC no mesmo estilo carregado de adjetivos que tem chamado de “desordeiros e gangsters” os indignados espanhóis.

Desde La isla desconocida [A ilha desconhecida], o intelectual cubano Enrique Ubieta considera que Carromero “obterá liberdade condicional ou prisão domiciliar” e sua sentença será “reduzida a mero trâmite formal”. No entanto, questiona sobre “a aposta é de longo prazo: o PP irá ignorar o seu registo criminal para reciclá-lo no futuro político da Espanha?”

Alguns blogs reproduziram caricaturas de Aguirre, emquanto outros criticaram sua gestão a frente da

Esperanza Aguirre. Foto tomada de Wikimedia Commons bajo Licencia CC 2.0 Genérico.

Esperanza Aguirre. Foto tirada da Wikimedia Commons sob licença CC 2.0 Genérica.

comunidade madrilenha:

Y reitero la pregunta: ¿Quién es esta Esperanza Aguirre? La misma que una vez electa Presidenta de la Comunidad de Madrid dejó sin efecto la gratuidad de la vacunación del Neumococo, así como otros servicios sanitarios; bajo su mandato los madrileños presenciaron la privatización de gran parte del sistema de salud, y un deterioro progresivo de las prestaciones sanitarias públicas.

E repito a pergunta: Quem é esta Aguirre Esperanza? A mesmo que, uma vez eleita Presidente da Comunidade de Madrid anulou a gratuidade da vacinação pneumocócica e outros serviços de saúde; sob a sua liderança os moradores testemunharam a privatização de grande parte do sistema de saúde, e uma deterioração progressiva dos benefícios públicos de saúde.

Carromero chegou a Madrid no sábado 29 de dezembro graças a um acordo firmado em 1998 entre ambas as nações que permite a execução de sentenças penais no país de origem.

 

Regiões do mundo

Países

Línguas