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	<title>Comments on: Brasil: Real competição entre e-books e livros de papel?</title>
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	<description>O mundo está falando. Você está ouvindo?</description>
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		<title>By: Eloisa Menezes Pereira</title>
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		<dc:creator>Eloisa Menezes Pereira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 09:29:50 +0000</pubDate>
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		<description>O primeiro trabalho fruto do projeto &quot;Faça o seu e-book na escola&quot; acaba de ser lançado. Brincando com os sentidos, uma coletânea de 18 histórias escritas por crianças de 10 a 13 anos, é resultado de uma atividade desenvolvida na 5ª série da Escola Estadual de Ensino Fundamental Almirante Álvaro Alberto da Motta e Silva, em Porto Alegre. &quot;Escolhi a turma 53 porque tinha dificuldades em manter a disciplina durante as aulas, o comportamento estava muito ruim&quot;, conta a professora de português Eloísa Menezes Pereira. &quot;Como estimular estudantes que escrevem e leem tão pouco a se interessarem por essas atividades? O e-book funciona como um reconhecimento do seu trabalho. Os alunos veem que um texto que foi escrito por eles na sala de aula está na internet e, assim, tornam-se autores, como tantos outros que conhecem&quot;,podendo ser baixado em celulares..</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro trabalho fruto do projeto &#8220;Faça o seu e-book na escola&#8221; acaba de ser lançado. Brincando com os sentidos, uma coletânea de 18 histórias escritas por crianças de 10 a 13 anos, é resultado de uma atividade desenvolvida na 5ª série da Escola Estadual de Ensino Fundamental Almirante Álvaro Alberto da Motta e Silva, em Porto Alegre. &#8220;Escolhi a turma 53 porque tinha dificuldades em manter a disciplina durante as aulas, o comportamento estava muito ruim&#8221;, conta a professora de português Eloísa Menezes Pereira. &#8220;Como estimular estudantes que escrevem e leem tão pouco a se interessarem por essas atividades? O e-book funciona como um reconhecimento do seu trabalho. Os alunos veem que um texto que foi escrito por eles na sala de aula está na internet e, assim, tornam-se autores, como tantos outros que conhecem&#8221;,podendo ser baixado em celulares..</p>
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		<title>By: Lobo Jr.</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/01/24/brasil-real-competicao-entre-e-books-e-livros-de-papel/comment-page-1/#comment-3642</link>
		<dc:creator>Lobo Jr.</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 05:39:44 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Henfil na China&quot; (Antes da Coca-Cola) 

26/08/2008
Opinião de Eurico Barbosa

Dos últimos dias de julho aos primeiros de agosto de 1977, o genial cartunista Henfil observou, com sua argúcia extraordinária, o que era a China, como vivia o seu povo, quais eram suas instituições, o funcionamento da sua economia. Fazia pouco tempo que o todo-poderoso líder Mão Zedong (Mao Tsé-tung), chefe da Revolução que a 1º outubro de 1949 proclamou a República Popular que implantou o sistema e o regime comunistas chineses, havia morrido. Mão foi sucedido por um grupo (de que sua viúva, que, presa e atormentada pela perseguição que veio a sofrer, terminou se enforcando na prisão, era a figura principal) de pouca duração no poder, pois foi derrubado e estigmatizado como o Bando dos Quatro sob pesadas acusações de corrupção. Fazia poucos meses que os responsáveis pela queda e prisão do Bando dos Quatro estavam a governar a China quando lá esteve o nosso Henfil. 

Era ele colaborador de O Pasquim e o mais famoso cartunista brasileiro (de hemofilia – tal como mais tarde o seu também notável irmão Herbert de Souza, o Betinho – morreu moço ainda na década de 90, depois de vários anos nos Estados Unidos). Três anos depois da viagem à China publicou o livro Henfil na China. Entre parênteses colocou o subtítulo “Antes da Coca-Cola”. Isto porque logo depois de lá estar, a temida e fechada nação comunista começara a se abrir para os moldes de produção e consumo capitalistas do mundo ocidental, especialmente, é claro, os moldes norte-americanos. 

O livro de Henfil, editado pela Codecri, a editora de O Pasquim, teve sua primeira edição em 1980. O sucesso foi tal que em 1983 já estava na 13ª edição e no ano seguinte na 14ª. Sua leitura hoje em dia é sumamente interessante, para que se possa ver a extraordinária transformação por que passaram a China e o mundo nas últimas décadas, notadamente na última, e estão passando na atual.

Como acabo de registrar, já em 1980 a Coca-Cola, como símbolo da adesão da China ao capitalismo, era destacada por Henfil como objeto de consumo no país que ele conhecera – fazendo dessa viagem uma grande reportagem – três anos antes. Em 1990 caiu o Muro de Berlim. Nesse dia, Le Figaro, grande jornal da França, publicava como manchete principal – O Capitalismo Venceu. E venceu mesmo. O império soviético acabou de se desmoronar e a globalização capitalista, pode-se dizer, começou ali, com o fim do Muro de Berlim.

http://www.dm.com.br/materias/show/t/a_china_depois__da_coca_cola_</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Henfil na China&#8221; (Antes da Coca-Cola) </p>
<p>26/08/2008<br />
Opinião de Eurico Barbosa</p>
<p>Dos últimos dias de julho aos primeiros de agosto de 1977, o genial cartunista Henfil observou, com sua argúcia extraordinária, o que era a China, como vivia o seu povo, quais eram suas instituições, o funcionamento da sua economia. Fazia pouco tempo que o todo-poderoso líder Mão Zedong (Mao Tsé-tung), chefe da Revolução que a 1º outubro de 1949 proclamou a República Popular que implantou o sistema e o regime comunistas chineses, havia morrido. Mão foi sucedido por um grupo (de que sua viúva, que, presa e atormentada pela perseguição que veio a sofrer, terminou se enforcando na prisão, era a figura principal) de pouca duração no poder, pois foi derrubado e estigmatizado como o Bando dos Quatro sob pesadas acusações de corrupção. Fazia poucos meses que os responsáveis pela queda e prisão do Bando dos Quatro estavam a governar a China quando lá esteve o nosso Henfil. </p>
<p>Era ele colaborador de O Pasquim e o mais famoso cartunista brasileiro (de hemofilia – tal como mais tarde o seu também notável irmão Herbert de Souza, o Betinho – morreu moço ainda na década de 90, depois de vários anos nos Estados Unidos). Três anos depois da viagem à China publicou o livro Henfil na China. Entre parênteses colocou o subtítulo “Antes da Coca-Cola”. Isto porque logo depois de lá estar, a temida e fechada nação comunista começara a se abrir para os moldes de produção e consumo capitalistas do mundo ocidental, especialmente, é claro, os moldes norte-americanos. </p>
<p>O livro de Henfil, editado pela Codecri, a editora de O Pasquim, teve sua primeira edição em 1980. O sucesso foi tal que em 1983 já estava na 13ª edição e no ano seguinte na 14ª. Sua leitura hoje em dia é sumamente interessante, para que se possa ver a extraordinária transformação por que passaram a China e o mundo nas últimas décadas, notadamente na última, e estão passando na atual.</p>
<p>Como acabo de registrar, já em 1980 a Coca-Cola, como símbolo da adesão da China ao capitalismo, era destacada por Henfil como objeto de consumo no país que ele conhecera – fazendo dessa viagem uma grande reportagem – três anos antes. Em 1990 caiu o Muro de Berlim. Nesse dia, Le Figaro, grande jornal da França, publicava como manchete principal – O Capitalismo Venceu. E venceu mesmo. O império soviético acabou de se desmoronar e a globalização capitalista, pode-se dizer, começou ali, com o fim do Muro de Berlim.</p>
<p><a href="http://www.dm.com.br/materias/show/t/a_china_depois__da_coca_cola_" rel="nofollow">http://www.dm.com.br/materias/show/t/a_china_depois__da_coca_cola_</a></p>
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		<title>By: Lobo Jr.</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/01/24/brasil-real-competicao-entre-e-books-e-livros-de-papel/comment-page-1/#comment-3639</link>
		<dc:creator>Lobo Jr.</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 08:23:19 +0000</pubDate>
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		<description>CANGAÇO E VOLANTES 
Por Carlos Jatobá 

O Cangaço foi um fenômeno do banditismo social brasileiro até a 4ª década do século passado e protagonizado, principalmente, pelo famigerado Lampião. As Volantes eram forças policiais de ações tático-móveis usadas no combate a esse mesmo banditismo e liderada, dentre outros, pelo famoso Tenente Bezerra. 

Uma notícia—talvez estranha, quiçá pitoresca aos habitantes da corte republicana, ainda consternada pelo assassinato do célebre escritor e jornalista Euclides da Cunha no dia anterior—era publicada na primeira página da Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro (então Capital Federal), no longínquo 16 de agosto de 1909: 

&quot;Aracaju-SE.—A importante cidade de Propriá, sede da comarca do mesmo nome, foi ontem invadida repentinamente por um numeroso grupo de cangaceiros que infestam a zona norte deste Estado, que escolheram para campo de rapinagens e depredações. Foi imenso o pânico da população da laboriosa cidade. Logo que foi dado o alarma, a autoridade policial tomou as providências para resistir à invasão, reunindo todos os recursos de que dispunha, e se propôs a capturar os cangaceiros que resistiram, travando-se renhido combate, de que resultaram vários feridos e uma morte. Foi ferido gravemente um soldado da polícia, tendo sido morto um cangaceiro. A ordem foi, felizmente, restabelecida, achando-se a população satisfeita com as medidas de repressão da autoridade policial. Ao que consta, o governo do Estado está preparando uma nova força para ir em perseguição dos cangaceiros.&quot; 

O CANGAÇO 

Nas sociedades rurais subdesenvolvidas, segundo Chandler, &quot;o banditismo sempre captou o interesse e a fantasia do povo. Na verdade, o fascínio que estes bandidos exercem e a criação de lendas sobre eles—sem mencionar o fenômeno do próprio banditismo—parecem ter sido universalmente difundidos. O homem, ou ocasionalmente a mulher, que vive fora da lei como um celerado errante, aparentemente livre de qualquer restrição da sociedade, desperta uma fibra de nossa imaginação, principalmente quanto mais remotas forem suas colocações no tempo ou no espaço. Deste modo, os ingleses vibram com os feitos de Robin Hood e seu alegre bando; os americanos contam as aventuras de Jesse James; os mexicanos, as façanhas de Pancho Villa, e os brasileiros, as de Lampião.&quot; 

O chamado ciclo do Cangaço ou como muitos, hobsbawniamente, o denomina: &quot;ciclo do banditismo social&quot;, localizou-se ao longo dos Estados da Bahia até o Ceará, em toda a extensão do vasto hinterland nordestino e foi um verdadeiro flagelo que se abateu sobre as populações sertanejas. 

Tal fenômeno perdurou por cerca de sete décadas (1870-1940). Arrastando-se, por mais dois anos após a morte de Lampião (Virgolino Ferreira da Silva) em 1938, seu expoente máximo; até a morte de Corisco (Christino Gomes da Silva) em 1940, seu sucessor e lugar-tenente. A despeito, de outros cangaceiros—não menos famosos—que os precederam, como: Jesuíno Brilhante, Adolfo Meia-Noite, Antônio Silvino, Sinhô Pereira e Luiz Padre. Há, também, os precursores do cangaço ou &quot;pré-cangaceiros&quot; (anteriores a 1870), que foram: Cabeleira e Lucas da Feira, dentre outros menos pesquisados ou de insuficientes subsídios históricos. 
http://www.brazzil.com/p32sep02.htm</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>CANGAÇO E VOLANTES<br />
Por Carlos Jatobá </p>
<p>O Cangaço foi um fenômeno do banditismo social brasileiro até a 4ª década do século passado e protagonizado, principalmente, pelo famigerado Lampião. As Volantes eram forças policiais de ações tático-móveis usadas no combate a esse mesmo banditismo e liderada, dentre outros, pelo famoso Tenente Bezerra. </p>
<p>Uma notícia—talvez estranha, quiçá pitoresca aos habitantes da corte republicana, ainda consternada pelo assassinato do célebre escritor e jornalista Euclides da Cunha no dia anterior—era publicada na primeira página da Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro (então Capital Federal), no longínquo 16 de agosto de 1909: </p>
<p>&#8220;Aracaju-SE.—A importante cidade de Propriá, sede da comarca do mesmo nome, foi ontem invadida repentinamente por um numeroso grupo de cangaceiros que infestam a zona norte deste Estado, que escolheram para campo de rapinagens e depredações. Foi imenso o pânico da população da laboriosa cidade. Logo que foi dado o alarma, a autoridade policial tomou as providências para resistir à invasão, reunindo todos os recursos de que dispunha, e se propôs a capturar os cangaceiros que resistiram, travando-se renhido combate, de que resultaram vários feridos e uma morte. Foi ferido gravemente um soldado da polícia, tendo sido morto um cangaceiro. A ordem foi, felizmente, restabelecida, achando-se a população satisfeita com as medidas de repressão da autoridade policial. Ao que consta, o governo do Estado está preparando uma nova força para ir em perseguição dos cangaceiros.&#8221; </p>
<p>O CANGAÇO </p>
<p>Nas sociedades rurais subdesenvolvidas, segundo Chandler, &#8220;o banditismo sempre captou o interesse e a fantasia do povo. Na verdade, o fascínio que estes bandidos exercem e a criação de lendas sobre eles—sem mencionar o fenômeno do próprio banditismo—parecem ter sido universalmente difundidos. O homem, ou ocasionalmente a mulher, que vive fora da lei como um celerado errante, aparentemente livre de qualquer restrição da sociedade, desperta uma fibra de nossa imaginação, principalmente quanto mais remotas forem suas colocações no tempo ou no espaço. Deste modo, os ingleses vibram com os feitos de Robin Hood e seu alegre bando; os americanos contam as aventuras de Jesse James; os mexicanos, as façanhas de Pancho Villa, e os brasileiros, as de Lampião.&#8221; </p>
<p>O chamado ciclo do Cangaço ou como muitos, hobsbawniamente, o denomina: &#8220;ciclo do banditismo social&#8221;, localizou-se ao longo dos Estados da Bahia até o Ceará, em toda a extensão do vasto hinterland nordestino e foi um verdadeiro flagelo que se abateu sobre as populações sertanejas. </p>
<p>Tal fenômeno perdurou por cerca de sete décadas (1870-1940). Arrastando-se, por mais dois anos após a morte de Lampião (Virgolino Ferreira da Silva) em 1938, seu expoente máximo; até a morte de Corisco (Christino Gomes da Silva) em 1940, seu sucessor e lugar-tenente. A despeito, de outros cangaceiros—não menos famosos—que os precederam, como: Jesuíno Brilhante, Adolfo Meia-Noite, Antônio Silvino, Sinhô Pereira e Luiz Padre. Há, também, os precursores do cangaço ou &#8220;pré-cangaceiros&#8221; (anteriores a 1870), que foram: Cabeleira e Lucas da Feira, dentre outros menos pesquisados ou de insuficientes subsídios históricos.<br />
<a href="http://www.brazzil.com/p32sep02.htm" rel="nofollow">http://www.brazzil.com/p32sep02.htm</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Jornalistas Anônimos</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/01/24/brasil-real-competicao-entre-e-books-e-livros-de-papel/comment-page-1/#comment-3502</link>
		<dc:creator>Jornalistas Anônimos</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2009 00:12:56 +0000</pubDate>
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		<description>Livros eletrônicos à Bessa? Ou à beça?

Com respeito à dúvida sobre a origem da locução &quot;à beça&quot; (mais apropriadamente, &quot;à Bessa&quot;- segundo ortografia de 1943), transcrevo, do &quot;Dicionário brasileiro de provérbios, locuções e ditos curiosos&quot;, de R. Magalhães Júnior (Rio de Janeiro, 1974), o seguinte verbete: &quot;À bessa. - O mesmo que abundantemente, com fartura, de maneira copiosa. A origem do dito é atribuída às qualidades de argumentador do jurista alagoano Gumercindo Bessa, advogado dos acreanos que não queriam que o Território do Acre fosse incorporado ao Estado do Amazonas. Rui Barbosa, que se demitira do cargo de ministro plenipotenciário, quando da negociação do Tratado de Petrópolis, por se opor às diretrizes de Rio Branco, aceitara advogar a causa do Amazonas e chegara, inclusive, não só a propor ação judicial, mas ainda a apresentar no Senado Federal projeto que mandava incorporar o Acre àquele Estado. O advogado contrário, Gumercindo Bessa, apresentara argumentos tão esmagadores e tão numerosos em favor dos acreanos, que logo se tornou figura respeitada nos meios forenses. Conta-se que certa vez um cidadão procurou o Presidente Rodrigues Alves para pleitear determinados favores e com tal eloqüência expôs suas idéias que o ilustre estadista teria observado: – O senhor tem argumentos à Bessa ... Com o tempo, a maiúscula de Bessa desapareceu. Entre os autores que registram essa origem da popular expressão se destacam Rodrigues de Carvalho, na &quot;Revista Nova&quot;, n. 6, de abril de 1932, e Aires da Mata Machado Filho, no livro &quot;Escrever Certo&quot;, 1.ª Série&quot;. 

     E o responsável pelo site respondeu: “Muito obrigado. Quanto à grafia à bessa ou à beça, note-se que alguns dicionários – e entre eles o Aurélio e o Michaelis – registram à beça”.

http://recantodasletras.uol.com.br/redacoes/112156

FERNANDO KITZINGER DANNEMANN 
Publicado no Recanto das Letras em 15/02/2006</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Livros eletrônicos à Bessa? Ou à beça?</p>
<p>Com respeito à dúvida sobre a origem da locução &#8220;à beça&#8221; (mais apropriadamente, &#8220;à Bessa&#8221;- segundo ortografia de 1943), transcrevo, do &#8220;Dicionário brasileiro de provérbios, locuções e ditos curiosos&#8221;, de R. Magalhães Júnior (Rio de Janeiro, 1974), o seguinte verbete: &#8220;À bessa. &#8211; O mesmo que abundantemente, com fartura, de maneira copiosa. A origem do dito é atribuída às qualidades de argumentador do jurista alagoano Gumercindo Bessa, advogado dos acreanos que não queriam que o Território do Acre fosse incorporado ao Estado do Amazonas. Rui Barbosa, que se demitira do cargo de ministro plenipotenciário, quando da negociação do Tratado de Petrópolis, por se opor às diretrizes de Rio Branco, aceitara advogar a causa do Amazonas e chegara, inclusive, não só a propor ação judicial, mas ainda a apresentar no Senado Federal projeto que mandava incorporar o Acre àquele Estado. O advogado contrário, Gumercindo Bessa, apresentara argumentos tão esmagadores e tão numerosos em favor dos acreanos, que logo se tornou figura respeitada nos meios forenses. Conta-se que certa vez um cidadão procurou o Presidente Rodrigues Alves para pleitear determinados favores e com tal eloqüência expôs suas idéias que o ilustre estadista teria observado: – O senhor tem argumentos à Bessa &#8230; Com o tempo, a maiúscula de Bessa desapareceu. Entre os autores que registram essa origem da popular expressão se destacam Rodrigues de Carvalho, na &#8220;Revista Nova&#8221;, n. 6, de abril de 1932, e Aires da Mata Machado Filho, no livro &#8220;Escrever Certo&#8221;, 1.ª Série&#8221;. </p>
<p>     E o responsável pelo site respondeu: “Muito obrigado. Quanto à grafia à bessa ou à beça, note-se que alguns dicionários – e entre eles o Aurélio e o Michaelis – registram à beça”.</p>
<p><a href="http://recantodasletras.uol.com.br/redacoes/112156" rel="nofollow">http://recantodasletras.uol.com.br/redacoes/112156</a></p>
<p>FERNANDO KITZINGER DANNEMANN<br />
Publicado no Recanto das Letras em 15/02/2006</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: david carrdoso</title>
		<link>http://pt.globalvoicesonline.org/2009/01/24/brasil-real-competicao-entre-e-books-e-livros-de-papel/comment-page-1/#comment-3248</link>
		<dc:creator>david carrdoso</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 16:03:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pt.globalvoicesonline.org/?p=1532#comment-3248</guid>
		<description>gostaria de conhecer teus livros em e-boock, as árvores agradecem.                 david.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>gostaria de conhecer teus livros em e-boock, as árvores agradecem.                 david.</p>
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	</item>
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